SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
LUCIAN NELSON AGUIAR BARBOZA

ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR - INDIVIDUAL

CAMAQUÃ-RS
2014

Nishimura Anderson Macedo Adriane Ap.Loper Camaquã-RS 2014 .LUCIAN NELSON AGUIAR BARBOZA ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR – INDIVIDUAL Trabalho apresentado ao Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Universidade Norte do Paraná – UNOPAR Professores: Rodrigo Trigueiro Sergio de Goes Barboza Roberto Y.

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..............4 PÓS-CONDIÇÃO .................................................................................................... 8 REFERÊNCIAS .... 5 3......................................................2 RELACIONAMENTOS ........................................... 5 3........... 4 2....................1 ATORES .....................................................................................2 DIAGRAMA DE CASO DE USO CONTROLAR USUÁRIO............................. 9 ..............SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................3 ADMINISTRADOR DE BANCO DE DADOS ......................................... 6 3......................................................................................................................................5 MODELO LÓGICO DE DADOS .......................4 MODELO CONCEITUAL DE DADOS ... 6 3.................... 4 2......................................................................... 4 2.......................... 3 2 DOCUMENTAÇÃO DE CASO DE USO CONTROLAR USUÁRIO ...................................6 MODELO FÍSICO DE DADOS ..........................1 ENTIDADE .............. 6 3.........7 CASO DE USO ........ 4 3 TÉCNICA DE MODELAGEM ENTIDADE E RELACIONAMENTO ........................ 6 3........ 5 3....................................................... 4 2............................................. 7 4 CONCLUSÃO .............................................................................3 PRÉ-CONDIÇÃO ......................................................................................................................................................................................

dando ênfase aos modelos ágeis e revolucionários.3 1 INTRODUÇÃO Neste trabalho estarei abordando as documentações do Caso de Uso Controlar Usuário. as técnicas de modelagem e relacionamento. . bem como os conceitos de modelos de processos de software. atributos e suas classificações e a cardinalidade.

1 ATORES Bibliotecário.4 PÓS-CONDIÇÃO O cadastro do usuário será realizado. partindo do cenário hipotético de cadastrar usuários de uma biblioteca. Para que o cadastro do usuário seja efetuado no sistema é necessário que os fluxos principais sejam preenchidos corretamente. 2. 2.2 DIAGRAMADE CASO DE USO CONTROLAR USUÁRIO O Caso de Uso Controlar Usuário é iniciado pelo bibliotecário e tem como objetivo cadastrar o usuário através dos campos e serem preenchidos.4 2 DOCUMENTAÇÃO DE CASO DE USO CONTROLAR USUÁRIO Documentação relativa ao Caso de Uso Controlar Usuário. O bibliotecário deve estar logado no sistema. 2.3 PRÉ-CONDIÇÃO O bibliotecário deve estar cadastrado no sistema. . 2.

etc. portanto. são entidades: Cliente.1 ENTIDADE Entidade é aquele objeto existente no mundo real. é uma entidade. São as coisas que existem no negócio. que descrevem o negócio em si.333-33. Se algo existe e proporciona algum interesse em manter dados sobre ele. Em um banco de dados de uma empresa. uma vez que só pode existir uma única pessoa com o mesmo nome e CPF. CPF nº 333. por exemplo. compreende uma coleção de conjuntos de entidades do mesmo tipo. isto caracteriza como uma Entidade do negócio. Na verdade quando identificamos todas as entidades. Departamento. podemos dizer que uma entidade será uma tabela em nosso banco de dados. conforme abaixo: DEPARTAMENTO LOTAÇÃO PESSOA . é um conjunto de associações entre as entidades. estaremos definindo quais serão as tabelas que teremos que criar em nosso banco de dados. 3. Desta forma. ou ainda. Funcionário. acontecimento que liga duas entidades existentes no mundo real.5 3 TÉCNICA DE MODELAGEM ENTIDADE E RELACIONAMENTO 3. José Fulano de Tal. fornecedor. O relacionamento pode ser binário ou ternário e é representado através de um losango internamente nomeado e ligado a entidades através de linhas.2 RELACIONAMENTOS Geralmente são os verbos. Cada entidade representa objetos com as mesmas características. Um banco de dados.333. com uma identificação distinta e significado próprio.

já que não há limitações ou aplicação de tecnologia específica. onde deverão ser identificados todas as entidades e os relacionamentos entre elas.4 MODELO CONCEITUAL DE DADOS A modelagem conceitual baseia-se no mais alto nível e deve ser usada para envolver o cliente. . 3. modelo lógico. Nesta fase é recomendado que sejam aplicadas as formas normais através do Modelo Relacional Normalizado evitando maiores problemas na fase do modelo físico.5 MODELO LÓGICO DE DADOS Descreve as estruturas que estarão contidas no banco de dados (as entidades). Este diagrama é a chave para a compreensão do modelo conceitual de dados. O diagrama de dados que deve ser construído aqui se chama Diagrama de Entidade e Relacionamento. Neste modelo é onde começamos a organizar melhor os dados que serão armazenados. identificamos os tipos dos atributos e algumas regras básicas que podem ser implementadas dentro do próprio banco de dados. Os exemplos de modelagem de dados vistos pelo modelo conceitual são mais fáceis de compreender.3 ADMINISTRADOR DE BANCO DE DADOS É o controlador central dos dados e dos programas que irão acessar o banco de dados e é responsável pelos projetos lógicos e físicos.6 3. mas sem considerar nenhuma característica de um SGBD ou atributo.6 MODELO FÍSICO DE DADOS No modelo físico fazemos a modelagem física do modelo de banco de dados. Levam-se em conta as limitações impostas pelo SGBD escolhido e deve ser criado sempre com base nos exemplos de modelagem de dados produzidos no item anterior. 3. bem como pela modelagem de dados. de acordo com as possibilidades permitidas pela abordagem. 3.

7 CASO DE USO .7 3.

quanto e principalmente no seu resultado final. temos a oportunidade de visualizar graficamente elementos do mundo real. observando a documentação necessária para compreensão do trabalho a ser realizado. . tanto no andamento.Dependendo de sua aplicação. A utilização do modelo Entidade Relacionamento é de suma importância para representação gráfica daquilo que queremos representar facilitando a compreensão daqueles envolvidos na construção do projeto. onde o objetivo principal é um resultado que demonstre qualidade. Cabe a cada organização avaliar o seu problema com cuidado e usar os modelos apresentados como um guia para o desenvolvimento do seu próprio processo de desenvolvimento. ambiente e objetivo. Não existe um processo correto ou incorreto. como não existe um modelo de desenvolvimento que seja a panaceia universal para o problema do desenvolvimento de software.8 4 CONCLUSÃO Através do estudo de um Caso de Uso. a utilização de um processo ou modelo específico pode ser vantajoso ou não.

wordpress.A9todos_. 2009.macoratti. 2009.wikipedia. TANAKA. Análise de Sistemas I.net/ricardofrdrc/trgettrust-metodologias-geis-modelos-geispara-anlise-de-requisitos-de-software http://pt. São Paulo.slideshare. Simone Sawasaki. São Paulo.net/proc_sw1.org/wiki/Desenvolvimento_ágil_de_software#M.com/2009/10/08/uma-introducao-ao-scrum/ http://www.htm http://blog. Editora Pearson. Luis Cláudio.hallanmedeiros.br/xp http://qualiblog.9 REFERÊNCIAS PERINI.com. http://www.A 1geis_e_o_gerenciamento_de_projeto http://improveit. Engenharia de software. Editora Pearson.C3.C3.com/2010/03/29/documentacao-de-casos-de-uso/ .