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EXERCÍCIOS-TAREFA
q MÓDULO 1 – Cinemática Escalar
1. Uma lebre corre em linha reta com velocidade escalar constante
de 72,0km/h rumo à sua toca. No instante t = 0, a lebre está a 200m
da toca e neste instante um lobo que está 40m atrás da lebre parte do
repouso com aceleração escalar constante de 5,0m/s2 mantida durante
90m e em seguida desenvolve velocidade escalar constante. O lobo
descreve a mesma reta descrita pela lebre.
a) Faça um gráfico da velocidade escalar em função do tempo para os
movimentos da lebre e do lobo desde o instante t = 0 até o instante
em que a lebre chegaria à sua toca.
b) Determine se o lobo alcança a lebre antes que ele chegue à sua
toca.

b) Maria preferiu ser mais cautelosa. No seu primeiro percurso após a
partida, de comprimento l1 = 400m, o módulo da acelaração escalar
do seu carro foi a1M = 0,20m/s2, após o que manteve a velocidade
escalar constante, durante 117s até atingir a meta. Quem é que
ganhou a corrida?
Adote 
10 = 3,2
4. Uma partícula inicia um movimento retilíneo a partir do repouso
com aceleração escalar variando com o tempo como mostrado na
figura.

Pedem-se:
a) o gráfico da velocidade escalar da partícula em função do tempo;
b) a distância percorrida entre os instantes t = 0 e t = 20,0 s
a) Quanto vale, em m, o deslocamento escalar do móvel entre os instantes t = 1,0s e t = 3,0s?
b) Quanto vale, em m/s2, a aceleração escalar do móvel no instante
t = 1,0s?

5. Entre duas estações, o metrô de São Paulo percorre uma distância de 900m em um intervalo de tempo T com velocidade escalar média
de 54,0km/h. O gráfico a seguir representa a velocidade escalar do trem
do metrô, no referido percurso, em função do tempo.

3. (Olimpíada de Portugal) – João e Maria são dois jovens apaixonados pela Mecânica. Construíram cada um o seu veículo automóvel, uma espécie de kart. Pretendem agora competir um com o outro
numa pista retilínea e horizontal, na propriedade da família de um
deles. O sistema de referência utilizado consiste num eixo horizontal
com origem no ponto de partida e o sentido do deslocamento dos carros
durante a corrida.

a) O carro de João deslocou-se inicialmente com aceleração escalar
constante de valor máximo que o motor permitiu. Após t1 = 30,0s,
quando o módulo da sua velocidade era V1J = 12,5m/s, o motor
avariou-se e o carro passou a deslocar-se com aceleração escalar
constante igual a a2J = –3,0 . 10–2m/s2, devido aos atritos. O tempo
total necessário para João atingir meta foi de 200s, contado desde
a partida. Qual é o comprimento da pista?

Pedem-se:
a) o valor de T;
b) o valor de Vmáx;
c) construir o gráfico espaço x tempo no intervalo de 0 a T, no local
indicado.
6. Uma bolinha de gude é abandonada do repouso de uma altura H
acima do solo horizontal em um local onde o efeito do ar é desprezível
e a aceleração da gravidade é constante.
Na primeira metade do tempo total de queda até o chão, a partícula
percorre uma distância H1 e tem velocidade escalar média V1.

–1

FÍSICA A 3.a S

2. (Olimpíada Brasileira de Física) – O diagrama representa as
mudanças da velocidade escalar de um móvel, em trajetória retilínea,
em função do tempo.

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Na segunda metade do tempo total de queda, a partícula percorre uma
distância H2 e tem velocidade escalar média V2.
Determine
V2
a) a razão –––
;
V1
b) os valores de H1 e H2 em função de H.

a) Calcular o menor número de voltas completas de B e C, contadas a
partir do instante inicial, para que essa mesma configuração se
repita (ver figura).
b) Determinar o tempo mínimo, a partir do instante inicial, até que A,
B e C estejam alinhados pela primeira vez.
c) Determinar o número (inteiro ou fracionário) de voltas dadas por
B e por C no intervalo de tempo obtido no item anterior.
3. (Olimpíada de Portugal) – Um grupo de amigos encontrou-se
numa margem do rio e resolveu ir fazer um piquenique num parque de
merendas que ficava na outra margem, 500m mais abaixo, para o lado
da foz. Naquela zona, o rio tem largura 100m e a velocidade da
correnteza tem módulo igual a 1,0m/s. Os estudantes decidiram dirigir
o barco na direção perpendicular à margem (condição de tempo de
travessia mínimo) e esperar que a correnteza os levasse até o ancoradouro pretendido.
Qual é a o módulo da velocidade que devem imprimir ao seu barco,
relativamente à água, para conseguirem o seu objetivo?

q MÓDULO 2 – Cinemática Vetorial
1. (IFUSP) – Na figura, podemos observar o movimento de três
partículas, num certo instante T. Todas elas deslocam-se no sentido antihorário sobre circunferências de raio 5,0m, com velocidades variáveis
(direção e/ ou módulo). Neste instante, aparecem, indicados nas figuras,
também os vetores aceleração e seus módulos. Para cada partícula, achar
o módulo da velocidade vetorial e da aceleração escalar.
Dados: sen 37° = 0,60; cos 37° = 0,80; sen 30° = 0,50; cos 30° = 
3/2

FÍSICA A 3.a S

2. (Olimpíada Iberoamericana) – Um observador A encontra-se
no centro da Praça de Espanha na cidade da Guatemala, observando o
movimento de dois motociclistas, B e C. Estes motociclistas
descrevem trajetórias circulares em torno de A, no mesmo sentido, e
de raios RB = 35,0m e RC = 60,0m. O observador A verifica que
motociclista B demora TB = 10,0s para completar uma volta, enquanto
C demora TC = 16,0s.

4. (UNESP-SP) – Um cilindro oco de 3,0 m de comprimento, cujas
bases são tampadas com papel fino, gira rapidamente em torno de seu
eixo com velocidade angular constante. Uma bala disparada com
velocidade constante de módulo 600m/s, paralelamente ao eixo do
cilindro, perfura suas bases em dois pontos, P na primeira base e Q na
segunda. Os efeitos da gravidade e da resistência do ar podem ser
desprezados.
a) Quanto tempo a bala levou para atravessar o cilindro?
b) Examinando-se as duas bases de papel, verifica-se que entre P e Q há
um deslocamento angular de 9°. Qual é a frequência de rotação do
cilindro, em hertz, sabendo-se que não houve uma rotação completa
dele durante o tempo que a bala levou para atravessá-lo?
5. Uma pulga, em seu salto, sai do solo com uma velocidade inicial

V0 de módulo V0 = 1,4m/s, formando com o solo horizontal um ângulo
␪ tal que sen ␪  0,95 e cos ␪  0,32. Despreze o efeito do ar e
considere g = 9,8m/s2.
Determine
a) a altura máxima atingida pela pulga;
b) o tempo de voo de seu salto;
c) o alcance horizontal;
d) a razão entre a aceleração escalar da pulga para dar esse salto,
enquanto estiver em contato com o chão, e o valor de g, sabendose que a duração desse processo é de 1,43 . 10–3s.
6. Um jogador de futebol bate uma falta imprimindo à bola uma

velocidade inicial V0 de módulo V0 e inclinada de ␪ em relação ao
plano do chão. A bola atinge a cabeça de um jogador de altura h = 2,0m
após um tempo de voo de 2,0s. A distância horizontal do jogador à
posição de onde foi batida a falta é de 22,0m. Despreze o efeito do ar
e adote g = 10,0m/s2.

Determine
a) o ângulo ␪ e o valor de V0;
b) a altura máxima atingida pela bola.

2–

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q MÓDULO 3 – Leis de Newton
1. (VUNESP-UFTM-MG) – Dois blocos de massas iguais a 2,0kg,
apoiados sobre superfícies horizontais, estão atados a um terceiro corpo
de massa 6,0kg.

2. (Olimpíada de Portugal) – Um helicóptero de combate a
incêndios transporta um contêiner vazio de massa 600kg, suspenso por
um cabo de 20,0m de comprimento. Num dado momento em que o
helicóptero se afasta do fogo com velocidade constante e horizontal
para ir reabastecer-se, verifica-se que o cabo faz um ângulo de 45° com
a vertical.
a) Determine a intensidade da força de resistência que o ar exerce
sobre o contêiner.
b) Após o reabastecimento, o helicóptero regressa ao local do
incêndio, deslocando-se com a mesma velocidade horizontal em
módulo. O cabo faz agora um ângulo de 37° com a vertical.
Quantos litros de água transporta o contêiner?
A densidade da água é 1,0 . 103 kg/m3 e g = 10,0m/s2.
sen 37° = 0,60; cos 37° = 0,80
3. Uma pequena esfera está suspensa por dois fios ideais, A e B, ao
teto de um vagão que se desloca em linha reta com aceleração constante
de módulo a, em um plano horizontal.
A aceleração da gravidade tem módulo g.

TB
Calcule a razão –––
entre as intensidades das trações nos fios A e B.
TA
4. Considere uma Máquina de Atwood fixa no teto de um elevador
que se desloca verticalmente com aceleração dirigida para cima de
módulo igual a 2,0m/s2. A aceleração da gravidade local tem módulo
g = 10,0m/s2.
Os blocos A e B na Máquina de Atwood têm massas respectivamente
iguais a 2,0kg e 3,0kg.

5. O sistema mecânico representado na figura é constituído por três
blocos, A, B e C, de massas, respectivamente, iguais a mA = 0,3kg,
mB = 0,2kg e mC = 1,5kg.
Despreze o efeito do ar e todos os atritos.
Adote g = 10m/s2.

FÍSICA A 3.a S

Considere que
– as polias e os fios são ideais;
– o atrito e a resistência do ar são desprezíveis;
– a aceleração da gravidade tem módulo igual a 10,0m/s2;
Determine
a) o módulo da aceleração com que o bloco pendurado desce;
b) a intensidade da força de tração em um dos fios do sistema.

Os blocos são abandonados do repouso em relação ao elevador.
Considere, nas respostas, que o bloco B não atingiu o solo do elevador
nem o bloco A colidiu com a polia.
Determine
a) o módulo da aceleração dos blocos para um referencial fixo no
elevador;
b) as acelerações dos blocos A e B para um referencial fixo no solo
terrestre;
c) a intensidade da força que traciona o fio.


Uma força horizontal constante F é aplicada ao bloco C, de modo que
B e A fiquem em repouso em relação a C, isto é, que os três blocos
tenham a mesma aceleração.
Determine
a) a intensidade da força que traciona o fio ideal que liga A com B;
b) o módulo da aceleração dos blocos;

c) a intensidade da força F.
6. Um corpo de massa 10,0kg está suspenso de uma mola elástica
cuja constante é k = 1,0 . 103N/m. A mola, por sua vez, está pendurada
no teto de um elevador, que desce com velocidade constante de módulo
4,0m/s.
Ao frear para parar em um dos pisos, um passageiro nota que a escala
da mola acusa um aumento do seu alongamento de 2,0cm.
Com este dado e adotando-se g = 10,0m . s–2, o passageiro consegue
determinar o módulo da aceleração do elevador durante a sua freada.
a) Qual o módulo da aceleração de freada do elevador?
b) Qual a distância percorrida pelo elevador durante a freada?
c) Se um fio de comprimento L = 48cm for pendurado no teto do
elevador e oscilar formando um pêndulo simples (pequena abertura
angular), qual seria o seu período durante a freada do elevador?

–3

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NOTE E ADOTE:
1) O período T de um pêndulo simples de comprimento L em um
local onde a aceleração da gravidade tem módulo g é dado por
____
L
T=2π
–––
g
2) Considere π = 3 

q MÓDULO 4 – Força de Atrito e Plano Inclinado
1. Pretende-se movimentar dois blocos, A e B, cada um com massa
2m, colocados em cima de duas plataformas deslizantes que apresentam com o solo coeficientes de atrito estático ␮E = 0,20 e cinético
␮C = 0,12 e cada uma com massa m. O coeficiente de atrito estático
entre os blocos e as plataformas vale ␮’ e é suficientemente grande
para que os blocos não deslizem em relação às plataformas. Os blocos
estão unidos por um fio horizontal ideal, conforme indica a figura.

A aceleração da gravidade tem módulo g.

a) Determine o módulo da força F mínima para que o sistema comece
a se mover, a partir do repouso.
Quando a força aplicada tiver intensidade o dobro da força mínima
calculada no item (a), determine
b) o módulo da aceleração do sistema;
c) a intensidade da força que traciona o fio;
d) o mínimo valor de ␮’ para que os blocos não deslizem em relação
às plataformas.

Considerando-se g = 10,0m/s2, calcule
a) o coeficiente de atrito ␮c;
b) a intensidade da tração T no fio.
4. (EXAME NACIONAL DE PORTUGAL) – Dois blocos foram
dispostos sucessivamente como a figura indica.
O movimento do sistema dos dois blocos, nas duas situações, realizase com atrito. Na situação A, a velocidade é constante. Na situação B,
o movimento é acelerado.
Considere que a roldana e o fio têm massas desprezíveis e que
m1 = 0,6kg e m2 = 2,4kg. Os blocos são feitos do mesmo material.
Adote g = 10,0m/s2 e despreze o efeito do ar.

a) Para a situação A, esquematize o diagrama de forças no corpo m2.
Tenha em atenção o comprimento relativo dos vetores.
b) Ainda atendendo às condições da situação A, mostre que o coeficiente de atrito cinético, ␮, entre os materiais das superfícies em
m1
contato pode ser determinado pela relação ␮ = ––––
.
m2
c) Para a situação B, calcule o módulo da força que traciona o fio.
5. Considere dois blocos, A e B, em um plano horizontal e sob ação

de uma força horizontal constante F , de intensidade F = 125N,
conforme sugere a figura.

FÍSICA A 3.a S

2. (Olimpíada Brasileira de Física) – Uma caixa de madeira de
peso P encontra-se em repouso sobre uma superfície plana. O coeficiente de atrito estático entre a caixa e a superfície plana é ␮e.
Posteriormente, um garoto começa a empurrar a caixa com uma força

F crescente, que faz um ângulo ␪ com a horizontal, até que a caixa
começa a se mover, como mostra a figura.

Calcule

a) o menor valor de F para que a caixa se mova;

b) a força de reação normal à superfície (associada ao valor de F do
item a) sobre o bloco.
3. (UNESP) – A figura ilustra um bloco A, de massa mA = 2,0kg,
atado a um bloco B, de massa mB = 1,0kg, por um fio inextensível de
massa desprezível. O coeficiente de atrito cinético entre cada bloco e
a mesa é ␮c. Uma força horizontal constante de intensidade F = 18,0N
é aplicada ao bloco B, fazendo com que ambos se desloquem com
velocidade constante.

4–

A massa de B vale 4,0kg e a massa de A vale 6,0kg. O coeficiente de
atrito entre A e o apoio vale 0,50 e sabe-se que o bloco B está na
iminência de escorregar sobre o bloco A. O efeito do ar é desprezível
e adota-se g = 10m/s2.
Determine
a) o módulo da aceleração dos blocos A e B;
b) a intensidade da força resultante que o bloco A aplica no bloco B;
c) o coeficiente de atrito estático entre A e B.
6. (UFF-RJ) – Um trabalhador deseja empilhar areia em uma área
circular de raio R, formando um cone de altura h, conforme indicado
na figura abaixo.

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 5 O volume de um cone é dado por ␲R2h/3. –5 FÍSICA A 3. Despreze o efeito do ar.80. Um pequeno bloco de massa m = 2.60 e cos 37º = 0. 10. Demonstre que o volume máximo de areia é ␲␮eR3/3. um bloco é lançado para baixo. conforme indica a figura. encontre os valores máximos → e mínimos da força F para que o bloco permaneça em repouso sobre a cunha. (Olimpíada Brasileira de Física) – Uma cunha de massa M → submetida a uma força horizontal F (ver figura) encontra-se sobre uma superfície horizontal sem atrito. Sendo a massa do bloco igual a 2. determine a) o coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e o plano inclinado. Se o coeficiente de atrito estático entre as superfícies da cunha e do bloco é ␮e. A mola tem constante elástica k = 1.0kg está em equilíbrio preso a uma mola elástica colocada horizontalmente e apoiado em um plano inclinado de 37º. 0.40kg e 0. b) se a haste está sendo tracionada ou comprimida e calcule a intensidade da força de tração ou compressão. b) a intensidade da força que o plano inclinado exerce sobre o bloco. 102N/m e está comprimida de 30cm. em um plano inclinado de ␪ em relação ao plano horizontal. b) a intensidade da força normal que o plano exerce no bloco.25 e 0. 7.0kg e ␪ = 30º.80 Determine a) a intensidade da força de atrito que o plano exerce no bloco. Determine a) o módulo da aceleração dos blocos. Adote g = 10. Sabe-se que o bloco está na iminência de escorregar. As massas de A e B valem. A e B. O ROTOR Em muitos parques de diversão. respectivamente.60 e cos 37° = 0. Em um local onde g = 10m/s2 e o efeito do ar é desprezível. Adote g = 10m/s2. 0. q MÓDULO 5 – Força Centrípeta e Traballho 1. existe um “brinquedo” chamado ROTOR.50. estão ligados por uma haste de massa desprezível e deslizam ao longo de um plano inclinado de 37°. Coloca-se um bloco de massa m sobre a superfície inclinada da cunha.0 .0m/s2 Dados: sen 37º = 0. despreze o efeito do ar e considere sen 37° = 0. Dois cubos de mesma aresta. e desce o plano com velocidade constante.a S 8. c) o coeficiente de atrito estático entre o bloco e o plano inclinado. . 9. em que ␮e é o coeficiente de atrito estático da areia com a areia. respectivamente.10kg e os coeficientes de atrito cinético entre A e B e o plano valem.

a resposta deve ser na forma: → → → F = Fx i + Fz k → Fx = componente horizontal de F → Fz = componente vertical de F Admita que a pessoa não escorregue e adote g = 10. a distância horizontal d percorrida pelo pacote até chegar ao solo. mais alto da trajetória.0 rad/s. Seja g o módulo da aceleração da gravidade. a) Determine o módulo V da velocidade do avião em função de g e R.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 6 O rotor é um recinto com o formato de um cilíndro oco que pode girar em torno de um eixo vertical central. Com a condição de que o bloco A não escorregue em relação à mesa. Quando o avião está no ponto mais alto de sua trajetória. A pessoa não cai permanecendo grudada na parede do rotor. tem comprimento  e faz um ângulo ␪ com a vertical. Na figura. Sendo g o módulo da aceleração da gravidade. A aceleração da gravidade tem módulo g. o raio do rotor igual a 2. duas vezes maior que o peso aparente no ponto B. O coeficiente de atrito estático entre a mesa e o bloco A vale ␮ = 0.5. em função de m. portanto.a S 2. O piloto experimenta um peso aparente no ponto A. (Olimpíada Brasileira de Física) – A figura. num plano horizontal.0s. O fio que suspende a esfera é inextensível. Despreze a massa do fio e os efeitos da resistência do ar e do atrito no ponto de suspensão. mostra um pequeno corpo de massa m que gira numa trajetória circular. O bloco B permanece em repouso e o bloco A está sobre uma mesa horizontal que tem velocidade angular constante ␻ = 5. a) Determine.0kg. O bloco A está parado em relação à mesa e. b) Determine. c) Verifique que a relação entre a frequência f do movimento da esfera e a distância h do plano da trajetória ao ponto O é traduzida pela expressão: 1 f = ––– 2π g –– h d) Calcule o número de voltas que a esfera executa durante 3.  e f. Um avião descreve uma trajetória circular de raio R em um plano vertical mantendo uma velocidade escalar constante.0m. a seguir. FÍSICA A 3. determine a → força F que a parede do rotor exerce na pessoa usando os versores → → i (horizontal) e k (vertical). b) Determine. O centro O da trajetória está a uma altura H = 2R do solo terrestre. está em movimento circular e uniforme. determine a) o máximo valor possível para r. O rotor começa sua rotação aumentando gradativamente sua velocidade angular ␻ até atingir um valor pré-estabelecido quando então o chão se abre abaixo da pessoa revelando um fosso profundo. descreve. Despreze o efeito do ar.0 rad/s. Calcule a) o valor mínimo de ␻ em função de g. Indiquemos por R o raio do rotor e por ␮ o coeficiente de atrito estático entre a roupa da pessoa e a parede do rotor. fecha a porta e permanece em pé encostada na parede do rotor. a velocidade angular do rotor igual a 4. A pessoa entra no rotor. R e f. ␮ e R para que a pessoa não escorregue. de massa m. em função de R. Adote g = 10. em função de m. 3. com módulo da velocidade constante na ponta de uma corda de comprimento L e que faz um ângulo ␪ com a vertical. b) o mínimo valor possível para r. conectados por um fio ideal. um pacote é abandonado da janela do avião. num plano horizontal. 4.0m/s2. Despreze o efeito do ar. se o 5 plano da trajetória da esfera se encontrar à altura h = –– m do ponto 8 O. mais baixo de sua trajetória. mostre que . uma trajetória circular de raio R com movimento uniforme de frequência f. suposto horizontal. temos dois blocos. (EXAME NACIONAL DE PORTUGAL) – Uma pequena esfera. o módulo da tração que o fio exerce na esfera. o módulo da resultante das forças que atuam na esfera. Os blocos A e B têm massas iguais e g = 10. A e B.0m/s2. b) Sendo a massa da pessoa igual a 50.0m/s2 e π  3. isto é. 6– 5.

Quando necessário. o ímã e a foto deslizam juntos lentamente para baixo. com velocidade constante de módulo V0 em uma direção perpendicular a uma ferrovia com trilhos retilíneos.60. qual deve ser o raio mínimo r da estação.0kg. que mantém o ímã em repouso aderido a esse painel em uma parede perfeitamente vertical? b) Quando um pequeno ímã é colocado para segurar uma foto. Considere uma partícula deslizando livremente em um trilho cujo perfil. Para que os dois procedimentos possam ocorrer. Pequenos ímãs de forma cilíndrica são comumente empregados para fixar fotos ou bilhetes em painéis metálicos.0m. use g = 10m/s2 na solução dos itens abaixo. (UNICAMP-SP) – Os ímãs são magnetos permanentes amplamente utilizados no nosso dia a dia. a) Considere um ímã de massa m = 20 g e o coeficiente de atrito estático entre a superfície do ímã e a superfície do painel igual a μe = 0. inicialmente em repouso. é puxado horizontalmente por uma força constante. No procedimento 1. 11. A força magnética entre o ímã e o painel nessa situação tem intensidade Fmag = 0. contido em um plano vertical. (Olimpíada Paulista de Física) – Um bloco de massa 6. (UFOP-MG) – Uma estação espacial é projetada como sendo um cilindro de raio r. Admitindo-se que os seus habitantes têm uma altura média de h = 2. Despreze o efeito do ar e adote g = 10m/s2. de modo que a variação da gravidade sentida entre os pés e a cabeça seja inferior a 1% de g? 7. em um plano horizontal. Um motorista dirige seu carro em linha reta. Lcos␪ ––––– b) o período de rotação do corpo de massa m é: T = 2π g . Quando o carro está a uma distância d da ferrovia. Determine o valor mínimo de H para a partícula parar no ponto B. Nos trechos curvos AB e CD. que gira em seu eixo com velocidade angular constante ␻.a S a) o módulo da velocidade do corpo de massa m que descreve a circunferência de raio R é dado por: v = Rg  tg ␪ . 10. conforme o que foi descrito. não há atrito e no trecho horizontal BC o coeficiente de atrito dinâmico entre a partícula e o trilho vale ␮. admite-se que o carro vai parar junto à ferrovia e no procedimento 2.0m.80. –7 FÍSICA A 3. Procedimento 2: manter o módulo da velocidade do carro e fazer uma curva circular de raio d de modo a passar tangenciando a ferrovia. Calcule o trabalho realizado pela força de atrito após um deslocamento de 20cm do ímã. o coeficiente de atrito estático entre os pneus e o solo é constante e vale ␮E.2 N e o coeficiente de atrito cinético entre as superfícies da foto e do painel em contato vale μc = 0. é mostrado na figura abaixo. qual a relação entre ␮E e ␮C? Nota: Despreze o efeito do ar. de intensidade igual a 49 N sobre uma superfície sem atrito. 8. a) Qual o trabalho realizado pela força sobre o bloco? b) Qual a velocidade escalar final do bloco? 9. Considere que a força age sobre o bloco durante um deslocamento de 3. conforme ilustrado na figura. A partícula é abandonada do repouso no ponto A a uma altura H.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 7 6. o motorista percebe pelo ruído a passagem iminente de um trem e tem dois procedimentos para evitar a colisão: Procedimento 1: frear o carro travando as quatro rodas e o coeficiente de atrito dinâmico entre os pneus e o chão é constante e vale ␮C. Qual é a intensidade da força magnética mínima entre o ímã e o painel. Considere um bloco A de massa 630kg em repouso em um plano horizontal sem atrito e preso a uma corda de massa desprezível que passa por uma polia ideal.8m/s2 nos pés de uma pessoa que está no interior da estação. de modo a produzir uma sensação de gravidade de 1g = 9.

0m/s? Adote g = 10m/s2 . Considere que g = 10m/s2 e que a massa de 1. c) o aumento percentual da potência útil do motor se o carro passar a subir uma rampa inclinada de 37° (sen 37° = 0. cuja intensidade varia com a distância. ao ser atingida a velocidade limite. 103 N/m e massa desprezível.50. com aceleração vertical constante de módulo a = 0. Um atleta de massa 60kg vai subir ao longo da corda.0s em uma trajetória retilínea em um plano horizontal. q MÓDULO 6 – Potência 1. Adote g = 10m/s2. Um carro de massa M = 1.0m. Determine a) a intensidade da força total de atrito nas rodas motrizes do carro. Despreze a força de atrito nas rodas não motrizes do carro. uma família de uma comunidade rural utilizou o chuveiro elétrico. Admita que o contrapeso utilizado tenha massa igual à do elevador vazio. 12. 103kg descreve uma trajetória retilínea em um plano horizontal.20 kg. Um bloco de massa 10. 2 horas por dia. c) a potência instantânea do motor quando o carro atinge a velocidade escalar de 20. Inicialmente.0kg está em repouso sobre uma superfície horizontal quando passa a atuar sobre este uma força de direção constante e horizontal. Com um rendimento de 40% na transformação de energia mecânica em elétrica. em média. Esse gerador aproveita a energia potencial de uma cachoeira que nele despeja água na razão de 1000 litros por segundo.0s. Considere que não há perda de energia mecânica no movimento do carrinho.0m. b) a potência elétrica do chuveiro. Adote g = 10m/s2.0m de altura? b) Qual é a potência total (em kW) desenvolvida pelo motor deste elevador? O coeficiente de atrito entre o bloco e a superfície vale 0. b) o módulo da aceleração do bloco A. 103 kg.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 8 b) a potência útil do motor do carro ao ser atingida sua velocidade limite. Ao final do mês. d) o trabalho interno das forças musculares do atleta entre os instantes t0 = 0 e t1 = 4.0s. 2. suposta constante. 8– q MÓDULO 7 – Energia Mecânica 1. a mola está comprimida de 2. a) Qual é o módulo da velocidade do carrinho quando ele abandona a mola? b) Na subida da rampa. b) a intensidade da força resultante no carro. A força da resistência do ar que se opõe ao movimento do carro tem intensidade F que varia com a velocidade escalar V do carro segundo a relação: F = 1.50m/s2.0 partindo do repouso pode atingir a velocidade escalar de 20.0 .0 litro de água é 1.a S 4. A velocidade limite atingida pelo carro tem módulo igual a 180km/h. ao ser liberada. A massa do Corsa é igual a 1.0m/s. fornecidos por um gerador hidroelétrico. a) Qual é o valor aproximado da energia elétrica consumida pelo motor do elevador cuja eficiência de conversão eletromecânica é de 80%. no instante t0 = 0. ele fornece à comunidade uma potência de 120kW.60) mantendo a mesma velocidade limite. (UFF-RJ) – Um comercial da Chevrolet diz que o Corsa 1. FÍSICA A 3. de acordo com o gráfico a seguir.2 . em média. e percorre uma pista que termina em uma rampa. cada pessoa tenha 80kg e que cada andar tenha 3.2 V2 (SI). c) o módulo da velocidade do bloco para d = 2.0cm e. o que foi creditado ao uso do chuveiro. 3. Determine a) a altura da queda d’água nessa cachoeira. supondo-se que. aplicada pelo solo. Durante o mês de junho (inverno). foi observado um acréscimo de 120kWh no consumo de energia. a que altura o carrinho tem velocidade de módulo 2. partindo do repouso. Pedem-se a) a intensidade da força de atrito no bloco.0m/s. c) os módulos das velocidades do atleta e do bloco A. a rede elétrica é de 125V. Determine a) a intensidade da força que o atleta aplicou na corda. adote g = 10.0m/s em 8. Nessa comunidade. Sob essas condições e desprezando-se as perdas por atrito e resistência do ar. b) o trabalho total realizado sobre o bloco entre d = 0 e d = 2. (Olimpíada Paulista de Física) – Um elevador desloca 4 pessoas do térreo até o vigésimo andar de um prédio com velocidade constante de módulo 2. O carrinho abandona a mola quando esta atinge o seu comprimento relaxado. determine a) a potência média do motor.0 . Considere que a mola da figura abaixo possui uma constante elástica k = 8.0kg.0m/s2 e não considere a resistência do ar. empurra um carrinho de massa igual a 0. (UNICAMP-SP) – Um brinquedo que muito agrada às crianças são os lançadores de objetos em uma pista. no instante t1 = 4.

quando esta se encontra no ponto mais baixo de sua trajetória. em relação à superfície do rio. b) Explicite as transformações de energia que ocorrem desde o instante imediatamente anterior a Yelenita tocar a vara no chão até o instante imediatamente anterior a ela atingir o colchão após o salto. amarrada à cintura por um elástico.86m. O elástico. que antes do salto está aproximadamente a 86cm do solo. como ilustrado na figura abaixo.0m/s2. apresentando o raciocínio utilizado: a) Desenhe. • a altura alcançada por Yelenita durante o salto se deve exclusivamente à conversão de energia explicitada no item anterior. faça o que se pede. No primeiro movimento para baixo. • o módulo da aceleração da gravidade no local é aproximadamente 10. considere que • toda a energia cinética do sistema “Yelenita + vara”. cujo comprimento natural é L = 10 m. na própria figura. atinge a altura máxima de 4. Adote g = 10m/s2 e considere a energia mecânica constante até o instante em que a pessoa atinge o ponto mais baixo de sua trajetória.0m/s2. o centro de massa de Yelenita. se comporta como uma mola de constante elástica k. Yelenita estava treinando salto com vara para as Olimpíadas de 2004. no instante imediatamente anterior a ela tocar a vara no chão.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 9 2.a S Desprezando-se os atritos e o efeito do ar. Não basta escrever apenas o resultado final: é necessário mostrar os cálculos ou o raciocínio utilizado. • a massa da vara é desprezível em comparação com a massa de Yelenita. a partir do repouso. 3. FÍSICA A 3. –9 . Para as estimativas que serão solicitadas. uma pessoa de 70kg pula de uma ponte de altura H = 50m em relação ao nível do rio. é integralmente convertida em energia potencial elástica da vara. em uma região onde o módulo da aceleração gravitacional é 10. Calcule h. a pessoa fica no limiar de tocar a água e depois de várias oscilações fica em repouso a uma altura h. A sequência de figuras a seguir representa fases sucessivas de um dos saltos realizados pela atleta.0kg de massa suspensa em um fio inextensível de 1. de uma distância h = 25cm abaixo do teto.50m de comprimento. 4. No salto analisado. A esfera é abandonada. • a eficiência de conversão da energia potencial elástica da vara em energia potencial gravitacional é de 80%. o diagrama das forças que agem sobre a esfera. no instante imediatamente anterior a ela tocar a vara no chão. (UFV-MG) – Um pêndulo simples é formado por uma esfera de 3. a) Estime o módulo da velocidade de Yelenita antes do salto. (UFPE) – Em um dos esportes radicais da atualidade. b) Determine o módulo da velocidade da esfera no ponto mais baixo de sua trajetória. (UFRN) – Escreva a resolução completa de cada questão no espaço que lhe é destinado. c) Determine o módulo da tração no fio no ponto mais baixo da trajetória da esfera.

5 .10 kg. cai de uma plataforma. Admitindo-se que o tempo de interação entre o martelete e a mola que o impulsiona seja de 0. O bloco A é solto da horizontal e colide com o bloco B. o módulo da força aplicada pelo astronauta sobre o painel em função do tempo durante o lançamento. 102 N. A figura mostra dois gráficos que foram traçados desprezandose o atrito do ar em toda a trajetória. b) a intensidade da força que traciona o cabo que suporta o balanço. Considere que durante um reparo na estação espacial. determine a) a intensidade da força média aplicada pela mola sobre o martelete. a partir do repouso. do praticante em função da distância y entre ele e a plataforma. momentaneamente. Ele parte do repouso. em relação ao ponto mais baixo da trajetória. b) o trabalho da força resultante nestes 10s. Sabendo-se que a variação de momento linear é igual ao impulso. sabendo-se que a massa do martelete é de 0. (UFF-RJ) – Um móvel de massa 1. Um bloco A idêntico está preso à extremidade de uma outra corda de igual comprimento. c) a potência média da força resultante nestes 10s.8m. quando não está esticada. 3. no qual o potencial zero foi escolhido em y = 30m. A outra extremidade da corda está presa na plataforma. Determine a) o módulo da velocidade do menino no ponto mais baixo da trajetória. quando sua velocidade escalar se reduz. cuja estrutura foi danificada. a partir do repouso. O segundo é o gráfico da energia elástica armazenada na corda. (UNICAMP-SP) – O lixo espacial é composto por partes de naves espaciais e satélites fora de operação abandonados em órbita ao redor da Terra. FR = F0 – Kt. Determine a) o peso P do praticante e o comprimento L0 da corda. O primeiro é o da energia potencial gravitacional. seguindo uma trajetória vertical. K = 5. calcule a intensidade da força máxima. Os dois blocos se grudam e se deslocam juntos após o impacto. b) O gráfico a seguir mostra.15m/s. Ugravitacional. (UFLA-MG) – Um menino de 40kg brinca num balanço preso a um cabo de 4. além de pôr em risco astronautas em atividades extraveiculares. O astronauta estava inicialmente em repouso em relação à estação e ao abandonar o painel no espaço.15s. FÍSICA A 3. Despreze o efeito do ar. em função da distância entre suas extremidades. q MÓDULO 8 – Quantidade de Movimento 1. A aceleração da gravidade tem módulo igual a g. o praticante atinge o maior afastamento da plataforma. d) a potência da força resultante no instante t = 10s. c) a intensidade da força que traciona o cabo no ponto mais alto da trajetória. a uma altura de 0. (VUNESP) – Um praticante de esporte radical. de encontro ao marcador. lança-o com uma velocidade de módulo vp = 0. a zero. As massas das cordas podem ser consideradas desprezíveis.0kg . cujo módulo pode ser obtido pela área do gráfico. 102 kg é acelerado a partir do repouso em trajetória retilínea. de massa mp = 80kg. e sabendo-se que o impulso transferido para o martelete nessa ação tem módulo de 3. (EFEI-MG) – O bloco B encontra-se em repouso sobre uma superfície livre de atrito preso a uma corda de comprimento R. a intensidade da resultante das forças que nele atuam é dada por: 10 – 4. Adote g = 10m/s2 e despreze o efeito do ar. Fmáx.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 10 5. Uelástica. calcule o módulo de sua velocidade de recuo. a) Sabendo-se que a massa do astronauta é ma = 60kg. em que F0 = 1.0 N/s e t é o tempo a contar desde o instante da partida. Nesta posição. 2. b) o módulo da velocidade com que o martelete atinge o marcador. Determine a) a velocidade escalar do móvel após os 10s. b) a constante elástica k da corda. m/s. de forma simplificada. no ponto mais baixo da trajetória. um astronauta substitui um painel solar. Esses objetos podem colidir com satélites. (VUNESP-UFTM-MG) – O punção é uma ferramenta utilizada pelo serralheiro para criar sobre o metal uma pequena reentrância que guiará o perfeito posicionamento da broca nos momentos iniciais da perfuração. amarrado a uma corda elástica.0 .a S 6. Durante os primeiros 10s. .0m de comprimento suposto sem massa e inextensível. Um modelo de punção muito prático conta com a liberação de um martelete que se movimenta rapidamente.

Em experimento idêntico na Terra. relativamente ao solo. calcule qual deverá ser o raio da órbita do satélite. (UNESP) – Para demonstrar que a intensidade da aceleração da gravidade na superfície de Marte é menor do que na superfície terrestre. As massas de ambos são iguais. ora de outro. → → b) Obtenha os módulos de VA e VB em função de V0. o ano de Mercúrio é mais longo ou mais curto que o ano terrestre? Dado:  5  2. a) calcule a velocidade escalar do automóvel relativamente ao solo e ao vagão. realizam uma colisão oblíqua em um plano horizontal sem atrito. (Olimpíada Brasileira de Física) – Dois satélites de massa m se movem em uma mesma órbita circular de raio r em torno de um planeta de massa M. A e B. A distância média da Terra ao Sol é equivalente a 1 ua (unidade astronômica). Nos seus desenvolvimentos abaixo. como ilustra a figura. após alguns instantes. a esfera A tinha velocidade com módulo V0 e a esfera B estava em repouso. a) Demonstre que a colisão é elástica. Após um número muito elevado de colisões. b) Se quisermos que o satélite seja geossíncrono. Não considere rotação das esferas. Num instante qualquer. calcule qual deverá ser o módulo da velocidade orbital do satélite. que contém em seu interior um automóvel B. quanto duraria o ano deste planeta (tempo para dar uma volta em torno do Sol)? b) De acordo com a terceira Lei de Kepler. em termos de G.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 11 5.a S a) Qual o módulo da velocidade dos dois blocos imediatamente após o impacto? b) Que altura máxima ambos atingirão. Os dois satélites estão sempre em extremidades opostas de um mesmo diâmetro enquanto realizam seu movimento. Adotando-se o raio de Marte igual à metade do raio da Terra e sua massa um décimo da massa da Terra. Antes das colisão. em termos de G. a) Se quisermos que o raio da órbita do satélite seja R. Os asteroides são corpos sólidos que teriam sido originados do resíduo de matéria existente por ocasião da formação do sistema solar. b) Choques do automóvel B contra as paredes do vagão A se sucederão.00m/s e.50. imediatamente após a primeira colisão entre eles. M e T. é uma constante”. os freios do automóvel estão soltos e pode-se considerar que para esta situação não há atritos apreciáveis entre B e A. em repouso. Duas esferas idênticas. também em repouso. para quanto tenderá a velocidade escalar do automóvel B. a) Entre Marte e Júpiter. 6. calcule. utilizando-se o mesmo corpo e a mesma velocidade inicial de lançamento. se quisermos que seu período de translação seja igual ao período T de rotação da Terra. calcule. onde g = 10. ocorre uma colisão entre a parede do vagão contra o para-choque do automóvel. o vagão A é posto em movimento retilíneo com velocidade escalar igual a 1. ora de um lado.0m/s2. Se no lugar do cinturão de asteroides essa matéria se tivesse aglutinado formando um planeta. use a seguinte notação: G = constante de gravitação universal e M = massa da Terra. a partir do solo marciano. Calcule o período do movimento orbital. as esferas A e B têm → → velocidades VA e VB perpendiculares entre si.0 m. (OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA) – A figura representa um vagão A. 4. Após a colisão. (UNICAMP-SP) – A terceira Lei de Kepler diz que “o quadrado do período de revolução de um planeta (tempo para dar uma volta em torno do Sol) dividido pelo cubo da distância média do planeta ao Sol 3. desprezando-se a atmosfera e a rotação dos planetas. (UFV-MG) – Considere um satélite artificial que será colocado em uma órbita circular em torno da Terra. M e R. Considerandose que o coeficiente de restituição ao choque devido às propriedades das paredes do vagão e às dos para-choques do automóvel é igual a 0. q MÓDULO 9 – Gravitação 1. – 11 FÍSICA A 3. ou seja. a altura atingida foi 12. medida a partir da superfície onde está B? . um jipe-robô lança um pequeno corpo verticalmente para cima.2 2. existe um cinturão de asteroides (vide figura).

a S 2.27 anos. a força de resistência ao seu movimento tem intensidade F dada pela Lei de Stokes: F = 6π ␩x Ry Vz A viscosidade ␩ tem equação dimensional em relação a massa M.25. b) represente. Determine a) a função trabalho do alumínio.6 . A força de resistência do ar.usp.0 . respectivamente. a massa do isótopo de cobalto-60 encontrado em seu interior correspondia a 3. Na figura. na figura localizada acima. Sabe-se que o tempo de meia-vida do cobalto-60 é de 5. o que tem impulsionado o desenvolvimento de técnicas de armazenamento e de conservação de alimentos. c) determine as energias dos fótons emitidos.0eV. 10–19C 4. em elétron-volt (eV). Nos equipamentos utilizados para a geração dessas radiações. 108m/s Carga do elétron (em módulo): e = 1. cujas energias. a energia mínima de um fóton para extrair elétrons do alumínio. Quando uma esfera de raio R se desloca em linha reta. Na figura abaixo. Dados: Constante de Planck: h = 6. além de eliminar ou reduzir micro-organismos. (UnB) – A biotecnologia tem aumentado a produtividade agrícola. (UFRN) – Sobre um átomo de hidrogênio no estado fundamental. Suponha que o comprimento de onda dos fótons incidentes seja reduzido à metade. no momento em que um equipamento de radiação de alimentos foi desativado. ocorre a seguinte sequência de decaimento de radioisótopos. o átomo de hidrogênio decairá. sem causar prejuízo ao alimento. tais como brotamento. Expresse sua resposta em eV. 12. 13.20. as possíveis transições dos elétrons que se encontram nos níveis excitados. A partir dessas informações: a) determine quais desses fótons incidentes podem ser absorvidos pelo átomo de hidrogênio no estado fundamental e explique qual o estado final do átomo em cada caso. Calcule o tempo decorrido. quando havia 100% da massa do isótopo de cobalto-60 em seu interior. 3. parasitas e pragas.cena. comprimento L e tempo T dada por: [␩] = M L–1 T –1 Obter os expoentes x. b) a razão entre os módulos da velocidade de Plutão no periélio e no afélio.0 . q MÓDULO 10 – Física Moderna e Dimensões 1. A radiação ionizante é uma técnica eficiente na conservação dos alimentos. (OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA) – Para que ocorra efeito fotoelétrico no alumínio. Internet: <www. no interior de um líquido de viscosidade ␩. apenas uma delas é empregada para radiar alimentos. 1012m e a excentricidade de sua órbita vale e = 0. desde a fabricação do referido equipamento. O semieixo maior ou raio médio da órbita de Plutão vale 6. os fotoelétrons mais energéticos têm energia cinética igual a 2. y e z . até o instante da desativação do referido equipamento. emitindo energia na forma de fótons. em eV? FÍSICA A 3. Uma vez num estado excitado. são. Determine a) a distância mínima (dmín) e a distância máxima (dmáx) entre Plutão e o Sol.0 . em um automóvel. 5. isto é. b) a energia cinética máxima dos elétrons ejetados do alumínio quando incide luz ultravioleta com comprimento de onda de 1500Å. maturação e envelhecimento.125% da massa inicial quando o equipamento foi fabricado. representamos a órbita elíptica do planeta-anão Plutão em torno do Sol. Considere que. 60 Co 27 ⎯→ 60 Ni 28 ⎯→ instável 60 Ni 28 estável Apesar de ocorrerem duas emissões diferentes de radiação. 10–7m (Efóton = 3. com velocidade de módulo V. y e z. a radiação eletromagnética incidente deve ter um comprimento de onda máximo de 3000Å.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 12 a) a intensidade da aceleração da gravidade na superfície de Marte. 10–34 J . incidem três fótons. tem intensidade F dada pela seguinte expressão: F = k ρx Ay Vz k = coeficiente adimensional ρ = densidade do ar A = área da secção transversal do carro. (UFPE) – Quando um feixe de luz de comprimento de onda 4. em anos. estão representadas as energias dos quatro primeiros níveis de energia do átomo de hidrogênio.6 . 5. pois reduz perdas naturais causadas por processos fisiológicos.br> (com adaptações). s Módulo da velocidade da luz no vácuo: 3. feita por um plano perpendicular à direção da velocidade V = módulo da velocidade do carro. As radiações ionizantes utilizadas no tratamento de alimentos se limitam àquelas classificadas como ondas eletromagnéticas de alta frequência.20.0 eV) incide sobre a superfície de um metal. Obtenha os expoentes x. b) a altura máxima atingida pelo corpo no experimento em Marte.09 e 10. 12 – 6. após a emissão dos respectivos fótons. ou seja. Qual será a energia cinética máxima dos fotoelétrons.

em mm2. à temperatura de 20°C. o que ocorre com o fluxo de calor? 4. são 1. A e B. Os comprimentos das barras 1 e 2 valem. com temperatura interna constante e igual a 22°C e a externa igual a 0°C. Determine. Com base no exposto.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 13 q MÓDULO 11 – Termologia I a) O termômetro esquematizado está indicando um quadro febril. 10– 4 ºC–1. Após ser submetido a uma variação de temperatura de 250°C. no qual se notam duas câmaras. o tradicional termômetro a mercúrio está sendo trocado por termômetros eletrônicos cujo funcionamento conta com o uso de semicondutores.0cm.0cal/s cm °C e 0. b) Estabelecido o regime permanente de condução. são associadas como se indica.0cm. Considere a origem do gráfico na extremidade esquerda da barra 1.a S 1. Qual a temperatura desse paciente às 12 horas e 30 minutos. . ainda.000cm3. c) Dobrando-se a área da janela e usando-se o mesmo tipo de vidro com espessura 10. 10cm e 16cm e os coeficientes de condutibilidade térmica. II. agora.0cm. Responda: a) Qual o sentido do fluxo de calor? Justifique. • o coeficiente de dilatação volumétrico do mercúrio é 1. Um paciente internado em um hospital apresentou o seguinte gráfico de temperaturas (em Celsius). O esquema a seguir representa o aparelho de Searle. montou-se o arranjo experimental ilustrado na figura a seguir. a) 2.0cm. (UFG) – Para realizar a medida do coeficiente de dilatação linear de um objeto. e à espessura. Quando o conjunto é aquecido até 100°C. b) Considere as seguintes informações sobre esse termômetro: • a distância entre a marca dos 37ºC até a marca dos 39ºC é de 18mm. contamina os mananciais e provoca danos irreversíveis quando ingerido. as extremidades da associação adentram as câmaras A e B. cujo material é desconhecido.5 x 10–3°C–1.4cal/s cm °C. o volume do mercúrio contido no termômetro é de 6mm3. Duas barras metálicas. está completamente cheio de glicerina a essa temperatura. na razão inversa”. Considere.8 . calcule o valor do coeficiente de dilatação linear do objeto. a área da secção transversal do cilindro que constitui o tubo capilar desse termômetro. A antiga escala de temperaturas Réaumur assinala zero (0) para o ponto do gelo e oitenta (80) para o ponto do vapor.0cm e D = 150. Ela diz o seguinte: “A quantidade de calor que flui por unidade de área em um dado material homogêneo é proporcional à variação da temperatura. uma cabana de inverno. 6. qual é a temperatura na junção da associação das barras? Construa o gráfico da temperatura ao longo das barras. feita de vidro e cuja dimensão é 1. Considere. Uma lei para transferência de calor em regime estacionário é a Lei de Fourier. expressa na escala Réaumur? 3.0m x 1. por onde circulam fluidos a temperaturas constantes e respectivamente iguais a 100°C e 0°C. respectivamente. do momento da internação (10 horas) até a sua alta (18 horas).0m e espessura 5. 5. sua imagem projetada na tela aumentou 1. – 13 FÍSICA A 3. (UFTM-MG) – Em hospitais.0cm. na razão direta. A constante de proporcionalidade é chamada condutibilidade ou condutividade térmica. Você conta com seus conhecimentos de Física e com as seguintes informações: I. Dado: coeficiente de dilatação volumétrico da glicerina = 0. por ser um metal pesado. a cabana bem isolada termicamente. e que ocorra perda de calor somente pela única janela. b) Qual o valor do fluxo de calor através dessa janela? Dê a resposta em watts. na mesma ordem. 1 e 2.0cm3 de glicerina. A tendência vem ao encontro do movimento de preservação do planeta uma vez que o mercúrio. são entornados 38. • a 37ºC. O objeto tem um comprimento inicial de 4. de mesma secção transversal. Determine o valor correspondente a essa temperatura na escala Fahrenheit. cujo volume é exatamente 1. na qual d = 3. (UFG) – Um recipiente.

até entrar em equilíbrio térmico com ele. (UEG) – Foi realizado o seguinte experimento em uma aula de Laboratório de Física: Uma jarra de vidro aberta foi aquecida até que a água no seu interior fervesse. provocando a sublimação do CO2 e a produção de uma “névoa”. q MÓDULO 12 – Termologia II 1.0 cal/g°C. eles entram em equilíbrio térmico a uma temperatura θ. que o roqueiro tem de comprar. móvel e impermeável. é constituída por gotículas de água. a) Justifique o motivo que levou a água a voltar a ferver. na verdade. c) o valor do coeficiente de dilatação volumétrica do recipiente. 3. a temperatura no interior do recipiente adiabático é 2°C. determine o calor específico do líquido. a temperatura de ebulição da água aumentaria. à temperatura ambiente. Suponha que o gelo seco seja adquirido a – 80ºC. FÍSICA A 3. 14 – 4. no início do show. supondo que o gás. Cessando-se o aquecimento. Volume de 1 mol de um gás em CNTP = 22. Massa de 1 mol de CO2 = 44 g. a densidade da água vale 1. b) a dilatação do frasco. Para um gás ideal. iguais aos da água. densidade da água ␳a  1. (VUNESP-FMJ-SP) – Num calorímetro ideal.a S Sabendo que desde a abertura do calorímetro até ser atingido o equilíbrio término com o ambiente o sistema perdeu 18 400cal. q MÓDULO 13 – Termologia III 1. em kg. Dados: calor específico sensível do gelo cg  0. que quantidade de água fervendo e à temperatura ambiente a dona de casa deve misturar? b) Quanta energia a dona de casa gastou para aquecer a quantidade de água à temperatura ambiente determinada no item anterior até que ela fervesse? Considere que a dona de casa está no nível do mar. Considere que a densidade e o calor específico do refrigerante sejam. são misturados 300g de um líquido a 80°C com 700g do mesmo líquido a 20°C e. Mgelo. As latas são de alumínio e quando foram colocadas no recipiente estavam a uma temperatura de 22°C. responda ao que se pede. NOTE E ADOTE: Sublimação: passagem do estado sólido para o gasoso. que foi colocada no recipiente. Sabendo-se que. aproximadamente. 2. A parte visível da “névoa”. esteja em CNTP. diminuiria ou permaneceria constante? Justifique. Calor latente de sublimação do gelo seco = 648 J/g. Então. de modo que a partição . (UFF-RJ) – Um grupo de amigos se reúne para fazer um churrasco. a) Para obter o que deseja sem que haja desperdício de água. Estime: a) A massa de gelo seco. e o sistema passa a perder calor para o ambiente. a água parou de ferver. observou-se que a água voltou a ferver. provocando a sublimação de parte do gelo seco. Indique claramente quais as hipóteses utilizadas e os quantitativos estimados das variáveis empregadas. b) Se esse mesmo experimento fosse realizado a uma altitude superior em relação ao anterior. b) A massa de água. Em seguida.0 g/cm3 5. calor específico sensível do alumínio cA  0. por uma parede diatérmica.01g de água por cm3 de gás formado. no equilíbrio térmico. 2 kg de gelo seco devem ser jogados em um tonel com água. que se transforma em “névoa” com a sublimação de todo o CO2. calcule a) a quantidade de calor cedida pelas latas e pelo refrigerante. em cal/(g°C). ambas de volumes iguais.0 x 103kg/m3 e o calor específico da água vale 1. PV = nRT. Levam um recipiente térmico adiabático contendo uma quantidade de gelo a – 4°C e 60 latas com 350m de refrigerante. ainda restem os 2 kg necessários em sua “geladeira”. b) a massa de gelo. é dividido em partições A e B. (UNICAMP) – Uma dona de casa dispõe de água à temperatura ambiente (25ºC) e de um fogão. em kg. Sobre esse experimento.22 cal/g°C. mantendo-o em uma “geladeira” de isopor. Embora o início do show seja à meia-noite (24 h). Cada partição é preenchida com um gás ideal. para que. incorporando 0.0 litro de água a temperatura de 50ºC. em suspensão. a jarra foi tampada e em cima dela despejou-se água à temperatura ambiente. após alguns minutos. (FUVEST-SP) – Um roqueiro iniciante improvisa efeitos especiais utilizando gelo seco (CO2 sólido) adquirido em uma fábrica de sorvetes. Posteriormente. cada uma. Para produzir os efeitos desejados. à medida que ele passa pela água do tonel.50 cal/g°C. Mágua. calor específico latente de fusão do gelo L  80 cal/g. completamente isolado. massa de alumínio em cada lata mlata  30 g. o calorímetro é aberto. que está uma temperatura constante de 15°C. (UFC) – Um cilindro de área de seção reta S e comprimento L.4 litros. que são carregadas pelo CO2 gasoso para a atmosfera. mas não de um termômetro. Dados: M (O2) = 32g M(N2) = 28g 2. ele o compra às 18 h. ao deixar a água. Temperatura de sublimação do gelo seco = – 80º C. em quilogramas.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 14 Calcule: a) a dilatação real da glicerina. Ela necessita de 1. calor específico sensível da água ca  1.0 x 103cal/kgºC. (ITA) – Estime a massa de ar contida em uma sala de aula. que absorve calor a uma taxa de aproximadamente 60 W.

b) Desprezando as capacidades térmicas do cilindro. A extremidade superior da mola está presa à base superior do cilindro. no instante t0 = 0. a imagem de uma bela garota G. A garota caminha em movimento retilíneo e uniforme. no sentido indicado na figura. e sabendo que o êmbolo se eleva lentamente de 0. g = 10m/s2.3J mol–1 K–1. entre o pistão e a base superior. As paredes do cilindro são adiabáticas.3 . um rapaz R. 2. a) Supondo-se que um raio de luz parta de A e atinja C por reflexão no espelho. a) Determine a quantidade de calor fornecida ao sistema. Não é suficiente apenas escrever as respostas. em repouso. com o auxílio de um êmbolo pesado. T (K) = T (°C) + 273 Indique a resolução da questão. dizendo se ela é real ou virtual.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 15 3. O peso do êmbolo mais o peso da coluna do ar acima dele é de 300N. No esquema a seguir. com pressão igual à pressão atmosférica local (Patm) e temperatura T = 27°C? b) Qual a massa total de ar M2. quando o sistema estiver em equilíbrio. Entre a base inferior e o pistão. 106 N/m.a S A possui o dobro do número de mols da partição B. c) a quantidade de calor recebida pelo gás durante esse processo. a) Sabendo que o sistema se encontra em equilíbrio inicialmente a uma temperatura 200K e com o pistão a uma distância h0 = 4.tra-se um pistão de massa nula preso a uma mola ideal de constante elástica 8. b) o módulo do deslocamento da parede em função de L. exceto a base inferior. se totalmente inflado. (FUVEST) – Um balão de ar quente é constituído de um envelope (parte inflável). encon. classifique a imagem formada no espelho. Aceleração da gravidade na Terra. após este ser totalmente inflado com ar quente a uma temperatura de 127°C e pressão Patm? c) Qual a aceleração do balão. com velocidade escalar de módulo igual a V. Despreze quaisquer efeitos de atrito e. por reflexão no espelho plano E. A temperatura do gás é. 4. AB e CD. faça o que se pede. (UFES) – No interior de um recipiente cilíndrico. 5. Determine b) a variação de energia interna sofrida pelo gás durante esse processo. . que pode deslizar livremente.030 m durante o processo. vê. A figura representa um espelho plano E vertical e dois segmentos de reta. direita ou invertida e de tamanho igual.0Ω. justificando. a) Que massa de ar M1 caberia no interior do envelope. ao ser lançado nas condições dadas no item b) quando a temperatura externa é T = 27°C ? NOTE E ADOTE: Densidade do ar a 27°C e à pressão atmosférica local = 1. perpendiculares ao espelho.10 A durante 10 min. – 15 FÍSICA A 3. em vez de uma vela. Despreze o empuxo acarretado pelas partes sólidas do balão. é feito vácuo. Ambas as partições encontram-se em uma mesma temperatura T durante o processo. A fosse um cartão no qual existissem as letras EAF. aumentada muito lentamente até que a distância do pistão à base seja 3h0/2. queimador e tanque de gás. êmbolo e resistência. fixo. se faz circular uma corrente elétrica de 0. determine a variação de energia interna do gás. (VUNESP-SP) – Certa quantidade de um gás é mantida sob pressão constante dentro de um cilindro. no interior do envelope. cesta para três passageiros.0cm da base inferior. que é diatérmica. A massa total do balão. com três passageiros e com o envelope vazio. é de 400kg. em contato térmico com o gás. Considere todas as operações realizadas ao nível do mar. paralelamente ao espelho. encontram-se 2. então. d) Se. como seria a imagem formada no espelho? Responda. Com base nessas informações e considerando a constante universal dos gases 8. a que distância de D está o ponto de incidência do raio de luz nesse espelho? b) A que distância do espelho se encontra a imagem de A? c) Supondo que A é uma vela de 10cm de altura. maior ou menor do que a própria vela. Através de uma resistência elétrica de 5. determine a compressão inicial da mola.2 kg/m3. O envelope totalmente inflado tem um volume de 1500m3. q MÓDULO 14 – Óptica (I) 1. com os passageiros. determine: a) os volumes das partições A e B em função de S e L.0 mols de um gás ideal monoatômico e.

quando a sua imagem vista pelo motorista ocupa todo o espelho plano (Fig. o vértice V e o raio de curvatura R do espelho. em cm/s. (FUVEST-SP) – Um observador O olha-se em um espelho plano vertical. uma imagem ampliada duas vezes. a) Trace os raios que.a S 4. conforme a figura abaixo.) 9. é comum que o espelho retrovisor modifique a altura aparente do carro que vem atrás. b) Determine o deslocamento d em função de r0. 6. o sentido de percurso da luz. e limite E. Determine: a) o raio de curvatura R. Determine graficamente o centro de curvatura C. e explicar o resultado observado (Figura 2). 2). A distância entre O e a parede é 2m e entre a parede e o espelho. Ao aproximarmos o objeto 10cm do vértice do espelho. utilizando linhas cheias para indicar esses raios e linhas tracejadas para prolongamentos de raios ou outras linhas auxiliares. nas duas situações descritas. 3 2 Determine: a) o índice de refração de A em relação a C. A razão entre o tamanho da imagem (i) e o tamanho da pessoa (o) é igual a r0 (aumento linear: i/o = r0). 8. r1 e f. a uma distância p0 do seu vértice. Durante quanto tempo a pessoa consegue ver sua imagem no espelho de corpo inteiro. o olho do motorista (situado a 50cm do retrovisor) e o topo da imagem no espelho estejam alinhados horizontalmente. separados por uma borracha de vedação. de distância focal f. um professor entregou a seus alunos um tubo de ensaio contendo água e óleo. (UNICAMP-SP) – Em alguns carros. pela abertura de uma porta. por reflexão no espelho plano E. Dado: g = 10m/s2 FÍSICA A 3. conjuga. novamente ampliada duas vezes. 1? b) A que distância o carro detrás se encontra. A nova distância entre a pessoa e o vértice do espelho passa a ser p1 e o aumento linear passa a ser r1. de raio de curvatura R. para avaliar os limites da região que consegue enxergar por meio do espelho (limite D. (Escala: 10cm por divisão. com 1m de largura. Segurando uma régua longa. a alguns centímetros acima dela. O espelho é. 10. a partir do instante t = 10s.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 16 O rapaz R deixará de ver a imagem da garota G. a) Qual é (qualitativamente) a curvatura do retrovisor da Fig. b) Identifique D e E no esquema. então. (UFSCar) – Em uma experiência. ele a mantém na posição horizontal. 3. b) o módulo da velocidade escalar da garota. cuja altura é de 4. 2). (FEI-SP) – O esquema a seguir representa um objeto AB e sua imagem A’B’ obtida em relação a um espelho côncavo de eixo e e foco F. b) a razão entre o módulo da velocidade de propagação da luz em A e o módulo da velocidade de propagação da luz em C. atingem os olhos do observador O. de estatura 180cm. com uma flecha. a um objeto real colocado entre o centro de curvatura e o foco principal. Determine: a) a distância percorrida pela garota entre os instantes 0 e 10s. paralela ao espelho. (UFU-MG) – Uma pessoa está diante de um espelho esférico convexo. obtemos outra imagem. 1m. mantendo imóvel sua cabeça e simplesmente mudando a direção do olhar? a) Com base nas informações dadas. b) as distâncias do objeto ao espelho. A experiência consistia em colocar o tubo de ensaio sobre a inscrição. e uma folha de papel com a inscrição “ÁGUA DE COCO” (Figura 1). em metros.6m e que o teto do carro. 1) e em um retrovisor plano (Fig. Abandona-se o espelho do repouso na posição indicada. 16 – 7. sendo r1 > r0. à sua direita. . partindo dos limites D e E da região visível da régua. O índice de refração da substância A em relação à substância B é 1 3 igual a –– e o da substância B em relação à substância C é –– . Indique. paralela ao espelho e na altura dos ombros. 5. o espelho foi aproximado ou afastado da pessoa? Justifique sua resposta. estimando.0cm? Considere que a altura real do carro seja de 1. à sua esquerda). deslocado de d. Um espelho esférico côncavo. As imagens abaixo são vistas pelo motorista em um retrovisor curvo (Fig. cujos olhos distam 10cm do topo de sua cabeça. a distância L entre esses dois pontos da régua. Construa a solução. (FEI-SP) – A figura mostra um espelho plano AB retangular e vertical de altura 175cm e uma pessoa ereta.

A parte que contém óleo funciona como uma lente divergente e. sofre refração ao atravessar o tubo de ensaio. à orientação e à natureza? Determine: a) a distância focal da lente L1.0di. Uma tampa circular. na mesma posição. por isso. Determine: a) quantas imagens nítidas o pesquisador verá e a que distância estará a lente da lâmpada nessas situações. Assim. Determine o índice de refração do líquido em relação ao ar. da lâmpada até a tela. Colocando um determinado líquido no recipiente até a borda. a parte do tubo que contém água funciona como uma lente convergente e.” a) Comente. está completamente cheia de água. q MÓDULO 15 – Óptica (II) 1. conforme representa a figura a seguir.000 e o da água igual a 1. Um pesquisador deseja projetar a imagem nítida de uma lâmpada. com o auxílio de uma lente esférica convergente (L) de distância focal 60cm. Esse efeito não ocorre com a palavra COCO porque ela foi escrita com letras pretas. conforme ilustra a figura a seguir. Adote o índice de refração do ar igual a 1. separadamente. b) a altura da imagem nas situações descritas no item anterior. como elas não refletem luz. tanto na parte que contém água quanto na que contém óleo. o qual funciona como uma lente cilíndrica.” (III) “A palavra ÁGUA aparece de ponta-cabeça porque a luz branca. b) a distância entre as lentes. qual foi o erro cometido pelo aluno. Para realizar tal experiência. é colcada sobre a caixa. opaca e plana. de altura 10cm. – 17 . com altura h = 36cm e diâmetro D = 86cm. refletida pelas letras. Um raio de luz monocromática R incide paralelamente ao eixo principal de um sistema óptico composto de duas lentes convergentes. passa a ter seu limite de visada na intersecção do fundo com a mesma geratriz (ponto D). não ocorre refração e a palavra não aparece de ponta-cabeça. 12. a palavra COCO não aparece de ponta-cabeça. que absorvem a luz que nelas incide. com uma abertura central de diâmetro d. A vergência da lente L2 é igual a 4. sobre uma tela situada a 2. ele desloca lentamente a lente ao longo da reta r. por isso.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 17 11. L1 e L2. o observador. Diga se cada uma está correta ou errada e. produzindo um raio emergente R’. A palavra COCO também está de ponta-cabeça. R representa o raio de sua abertura. cada uma das três justificativas dos alunos para explicar o efeito observado na Figura 2. quando for o caso.a S As três respostas seguintes foram retiradas dos relatórios dos alunos. a imagem da palavra ÁGUA aparece de ponta-cabeça. 2. No esquema a seguir. (UERJ) – Uma caixa-d’água cilíndrica. sem refletir nas paredes verticais internas. em vez de ter sido colocado distante dela. (IME-RJ) – Um recipiente cilíndrico de paredes opacas está posicionado de tal forma que o observador só tenha visada até a profundidade indicada pelo ponto E sobre a geratriz oposta ao observador.” (II) “O tubo de ensaio funciona como uma lente cilíndrica convergente. Determine o menor valor assumido por D para que qualquer raio de luz incidente na abertura ilumine diretamente o fundo da caixa. (I) “Como o índice de refração da água é maior que o do óleo. como mostra a figura. b) Se o tubo de ensaio tivesse sido colocado diretamente sobre a inscrição.7m da lâmpada. Como a distância do objeto à lente é maior que a distância focal desta. FÍSICA A 3. embora pareça estar correta.345. como seriam as imagens observadas quanto ao tamanho. a imagem da palavra ÁGUA aparece de ponta-cabeça.

delgada. Calcule: a) a velocidade de propagação das ondas na corda. em repouso. 5. b (constante positiva) e ␭.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 18 3. v é a velocidade das ondas do sonar no ar.84m. A Figura 2 mostra o perfil da corda no ins tante t1 = 0. b) A pulga. Uma luz monocromática.5 para este comprimento de onda. A imagem gravada no slide tem 2. A fim de detectar a profundidade p do oceano num determinado local. FÍSICA A 3. numa rua bastante larga.. Uma escultura de 2.18m de altura foi fotografada com uma câmara abastecida com filme para slides. b) a velocidade de propagação de um pulso na corda. Na Figura 1. ao passar exatamente pelo ponto médio entre o foco principal objeto e o centro óptico da lente. (FUVEST) – O gráfico representa a coordenada vertical y. em função do tempo t. propagando-se no vácuo com um comprimento de onda ␭ = 6 000Å (1Å = 10–10m). determine a intensidade da aceleração da imagem da pulga em relação ao estudante durante o salto. 5.40m. esteja vibrando no modo que é mostrado de forma esquemática na figura. resolve dar um pequeno salto vertical. (FMTM) – Um oftalmologista recomenda a um paciente míope lentes de – 4. começa a ouvir outros passos além dos seus. 2. Recomeça.0 di. v’ = bv é a velocidade das mesmas ondas na água e ␭ é o comprimento das ondas do sonar no ar. calcule: a) a frequência das ondas do sonar na água. O resultado dessas medições está apresentado no gráfico da figura B. incide sobre um vidro de índice de refração n = 1. deverá ficar a lente do projetor? Calcule: a) o comprimento de onda da onda na corda. cheia de prédios altos.050s. de comprimento AB = 2. b) a profundidade p do oceano. A festa terminara tarde.a S a) Obtenha a distância focal da lente. (UFU-MG) – Um estudante de Física olha através de uma lupa uma pulga que foi condicionada a andar apenas sobre o eixo principal da lente. olha em todas as direções e não observa ninguém. No instante t0 = 0. Um sonar instalado na proa de um navio está a uma altura h acima da superfície da água. quando a primeira frente de onda produzida por F atinge o ponto B. Considere a velocidade de propagação do som no ar igual a 340m/s.90m. 4. a caminhar e os passos estranhos também recomeçam (. uma fonte F começa a produzir em A ondas senoidais que se propagam ao longo da corda. conforme representa a figura A. A corda produz no ar um som com comprimento de onda de 0. em seguida. o fotógrafo dispõe de um projetor de slides de lente biconvexa. tem-se uma corda esticada. a que distância da tela. Se o fotógrafo deseja ver a imagem da escultura na tela em seu tamanho natural. de uma rolha que se move verticalmente em um tanque onde são produzidas ondas com cristas sucessivas a uma distância de 0. fixa em B. v. Para.0m. b) a frequência de operação de F. com distância focal de 10cm. a) Qual é a velocidade de propagação das ondas? b) Em que instantes a velocidade da rolha é nula? 3.0m da lente e qual a natureza dessa imagem (real ou virtual)? q MÓDULO 16 – Ondas 1.0cm de altura. em metros. 4. De repente. Ele mediu a distância p entre o inseto e a lupa e a distância p’ entre a lupa e a imagem real da pulga. Você resolveu ir para casa caminhando pelas ruas desertas.) 18 – . cujo comprimento é L = 0. Desprezando a resistência do ar. t. (Considere a velocidade da luz no vácuo como 300 000km/s.. Não foi possível encontrar um só táxi. Para ver essa imagem numa tela. em vários pontos. adotando g = 10m/s2 e admitindo como válidas as condições de Gauss. só então nota que os “outros passos” também pararam. a) De que tipo são essas lentes (divergentes ou convergentes) e qual a sua distância focal? b) A que distância de uma dessas lentes se localiza a imagem de um objeto real situado a 1. o aparelho emite um sinal num determinado instante que a ele retorna t segundos após a emissão. 6.) Essa situação pode ter alguma explicação física? Justifique sua resposta. (UFMG) – Suponha que uma das cordas de um violão. Supondo conhecidos h.

Duas fontes. espectadores próximos às caixas de som ficam expostos a níveis sonoros em torno de 110dB. portanto. ␭. A e B. a frequência da onda vale 10Hz e o comprimento de onda é igual a 28cm. a outra emite um vale) e a distância entre elas é d = 10m. Qual a relação entre I e I0? 13. ao assistir a um show de rock. (UFPB) – A figura representa a refração de uma onda plana de um meio I para um meio II.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 19 Determine: a) a frequência da luz no interior do vidro. que se propagam no ar com uma velocidade V = 340m/s. Os níveis sonoros necessários para uma pessoa ouvir variam de indivíduo para indivíduo. independentemente da frequência. respectivamente. no meio I. Se a frequência do diapasão é de 1080Hz e s = 15. . uma das cordas tem massa igual a 150g e comprimento de 1. 8.a S Considerando  2  1. Qual será a velocidade de propagação dos pulsos transversais que percorrem essa corda. I a intensidade sonora correspondente a 110 dB (nível sonoro nas proximidades das caixas de som nos shows de rock) e I0 a intensidade sonora correspondente a 0 dB (silêncio). pela primeira vez. 10. responda: a) Qual deveria ser a duração máxima de um show de rock para os espectadores próximos às caixas de som? b) De 90dB para 105dB. 9. que. De acordo com as informações acima. O nível sonoro acima do qual um ser humano começa a sentir dor é aproximadamente de 120 dB. a) Determine o comprimento de onda. (UNICAMP) – É usual medirmos o nível de uma fonte sonora em decibels (dB). b) a velocidade de propagação da onda nos meios I e II. Nesse ponto. b) a velocidade de propagação e o comprimento de onda da luz no interior do vidro. o intervalo de tempo máximo de exposição reduz-se à metade. que vibra no seu modo fundamental a uma frequência igual a 400Hz. Sabe-se que. determine: a) o valor de d. Observa-se que a intensidade do som atinge. Em que porcentagem deve ser aumentada a tensão em uma corda de violão. – 19 FÍSICA A 3. No gráfico a seguir. Um diapasão de frequência f é colocado próximo à extremidade aberta de um tubo. 7. tem-se uma interferência construtiva ou destrutiva das duas ondas sonoras? Justifique sua resposta.0m de F1. Esses dados são apresentados na tabela a seguir. Nível sonoro (dB) Intervalo de tempo máximo de exposição (h) 85 8 90 4 95 2 100 1 Observe. As figuras que se seguem representam um aparelho simples que pode ser utilizado para a medição da velocidade do som no ar pelo método da ressonância.0cm. F1 e F2. Por isso. Baixando-se gradualmente o nível da água no tubo. 12. Numa harpa.20m. que redução percentual ocorre no intervalo de tempo máximo de exposição? c) Sejam. calcule: a) o comprimento de onda no meio II. se ela for tracionada com força igual a 50N? 11. O nível em dB é relacionado à intensidade I da fonte pela fórmula I Nível sonoro (dB) = 10 log10 –– I0 em que I0 = 10–12W/m2 é um valor-padrão de intensidade muito próximo do limite de audibilidade humana. parcialmente cheio de água. Sabe-se ainda que. (CESGRANRIO-Modificada) – Quando o ouvido humano é submetido prolongadamente a ruídos de nível sonoro superior a 85dB. atinge-se um novo máximo de intensidade sonora a uma distância s abaixo do nível d. o Ministério do Trabalho estabelece o intervalo de tempo máximo diário que um trabalhador pode ficar exposto a sons muito intensos. do som emitido pelas fontes. para que passe a vibrar a 440Hz (ainda no modo fundamental)? Sabe-se que a velocidade das ondas na corda é diretamente proporcional à raiz quadrada da intensidade da força de tração. emitem ondas sonoras de mesma frequência f = 170 hertz. As fontes estão permanentemente defasadas de 180° (isto é. estes níveis estão representados em função da frequência do som para dois indivíduos. b) Considere um ponto P situado entre as fontes (sobre a linha F1 F2) e a uma distância x1 = 8. seu ponto máximo quando o nível da água está a uma distância d da boca do tubo. a cada aumento de 5dB no nível sonoro. quando uma delas emite uma crista. sofre lesões irreversíveis. b) a velocidade do som no local do experimento.4.

para afinar a corda número 4. das ondas de ultrassom utilizadas.10mm. Assim. Os gráficos representam a intensidade I em uma escala arbitrária. atenda às solicitações seguintes. Os gráficos I e II representam. 108m/s. explique como esse fenômeno ocorre no processo de afinação do violão. . Quando isso ocorre. b) Com base em seus conhecimentos de acústica. as intensidades em função do tempo dos pulsos emitidos e dos pulsos captados no receptor. a distância das fendas ao anteparo da direita.5 MHz. Em um teste de controle de qualidade. observa se a corda 4 vibra e o quão intensamente vibra em consequência desse procedimento.) e usar tal corda para afinar as outras que ficam abaixo dela. pede-se determinar: a) o comprimento de onda ␭ da luz utilizada. em ␮s. afina inicialmente a corda número 5. emitindo um ruído que atinge o ouvinte com um nível de 10 dB. acostumada a afinar seu violão. piano. e a velocidade da luz no local da experiência. da placa.a S Flavita. Iluminando-se as fendas F1 e F2 com uma fonte de luz monocromática. essa corda está afinada. percute-a. d = 0. Uma forma usual de se afinar um violão consiste em afinar uma das últimas cordas (valendo-se de memória musical ou da comparação com algum som padrão. Cada pulso só é emitido depois da recepção do pulso anterior.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 20 NOTE E ADOTE 1 ␮s = 10–6s 1 MHz = 106Hz Velocidade do ultrassom no plástico = 1200 m/s. b) a frequência f da radiação. (FEI-Modificado) – A figura representa esquematicamente o arranjo experimental de Young para obtenção de franjas de interferência. V = 3. Quanto a intensidade I deste ruído precisa ser amplificada para ser audível pelo indivíduo B? 14. a) Determine o intervalo de tempo Δt. em mm. obtido por meio de um diapasão. (A figura seguinte ilustra em detalhe o braço de um violão. 15. (FUVEST) – Imagens por ultrassom podem ser obtidas a partir da comparação entre o pulso de um sinal emitido e o pulso proveniente da reflexão em uma superfície do objeto que se quer analisar. Flavita vai ajustando a tensão na corda 4 e repetindo tal procedimento até que ela vibre com a maior amplitude possível. para conferir a espessura de uma placa de plástico. flauta etc. em uma certa parte da placa. Com base no acima exposto.2mm.0 .) FÍSICA A 3. a) Que frequências o indivíduo A consegue ouvir melhor que o indivíduo B? b) Qual a intensidade I mínima de um som (em W/m2) que causa dor em um ser humano? c) Um beija-flor bate as asas 100 vezes por segundo. c) Determine o comprimento de onda ␭. (UFRN) – Afinar a corda de um instrumento musical é ajustar a tração dessa corda até que a frequência de seu modo fundamental de vibração coincida com uma frequência predeterminada. D = 20cm. Cada pulso é composto por inúmeros ciclos da onda de ultrassom. a) Dê o nome do fenômeno físico que fundamenta esse processo de afinação do violão. em mm. ela pressiona a corda 5 entre o quarto e o quinto trastes. são usados pulsos de ondas com frequência f = 1. cujos máximos consecutivos apresentam-se separados de y = 1. respectivamente. 16. 20 – Sendo dadas a distância entre as fendas F1 e F2. obtém-se no anteparo à direita um sistema de franjas. entre os pulsos emitidos e os pulsos captados. b) Estime a espessura D.

b) a massa do corpo.0kg. 3. 2. abandonado. As massas de A.0kg e 3. Considere dois veículos. 3. o que ocorrerá com ele se for deslocado ligeiramente para baixo e. em seguida. (Olimpíada Brasileira de Física) – Uma ponte homogênea de 40m de comprimento e peso 1. a) Qual a intensidade da força que cada pilar exerce sobre a ponte quando um caminhão de peso 2. Como mostra a figura. – 21 . considera-se g = 10. O bloco tem massa de 200kg. de frequência constante igual a 720Hz. 106 N está parado com o centro de gravidade a 10m de um dos pilares? b) O que acontece com estas forças à medida que o caminhão transita por toda a extensão da ponte? → 4.80.0 . retilíneo e fixo entre o teto e o solo.0cm e de massa 5. A polia e os fios são ideais. analisando as forças que atuam no bloco A. – a roldana é fixa e ideal. q MÓDULO 17 – Estática 1. a condição de equilíbrio do sistema. (UFPB) – O corpo representado na figura abaixo está em equilíbrio. Considere g = 10m/s2 – o corpo A tem massa mA e pode deslizar ao longo do eixo vertical. Sabendo-se que o motor de B emite um ronco de grande intensidade.0kg.0 . Sabendo-se que mB > mA e desprezando-se todos os atritos. Sabendo-se que o bloco está simultaneamente na iminência de tombar e de deslizar. suspenso pelos fios AB e CD.0kg está apoiada no suporte S. (UFG-GO) – Aplica-se uma força F na direção perpendicular à face de um bloco em um ponto sobre a vertical que divide essa face ao meio. a barra homogênea de comprimento L = 54.0m/s2 e despreza-se o efeito do ar. situada num local em que o som se propaga com velocidade de intensidade 330 m/s.25.0m de lado. sen␣ = cos␤ = 0. → c) calcule a altura h do ponto de aplicação da força F. sendo que o coeficiente de atrito estático entre ele e a superfície de apoio é de 0. pede-se determinar a variação aparente na frequência percebida pelo motorista de A para o ronco do motor de B entre a aproximação e o afastamento dos dois veículos.a S Sabendo-se que o módulo da força exercida pelo fio CD sobre o corpo vale 40N. FÍSICA A 3. a) escreva. 5.0m de altura e base quadrada com 1. b) explique. – o fio que liga os corpos A e B é inextensível. trafegando em sentidos opostos ao longo de uma mesma rodovia retilínea.60. determine a) o módulo da força exercida pelo fio AB sobre o corpo. a) desenhe na figura as demais forças que atuam sobre o bloco. 2. → b) calcule a intensidade da força F. como mostra a figura. envolvendo o ângulo ␪ e as massas de A e B. A e B. – o eixo vertical é rígido. O veículo A é uma caminhonete que se desloca com velocidade de módulo constante igual a 72 km/h e o veículo B é um automóvel. na forma de uma expressão trigonométrica. (UERJ) – Considere o sistema em equilíbrio representado na figura a seguir. Dados: módulo da aceleração da gravidade g = 10m/s2.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 21 17. – o corpo B tem massa mB. B e C são respectivamente iguais a 1. e que A cruza com B. que tem o sistema de escapamento danificado e se desloca com velocidade de módulo constante igual a 108 km/h. 106 N está apoiada em dois pilares de concreto conforme ilustra o esquema da figura a seguir. sen␤ = cos␣ = 0.

g = 10m/s2 Sabe-se que um calibrador de pneus mede a diferença entre a pressão interna e a pressão atmosférica. Em seguida. o corpo B é de uma liga metálica e tem volume de 30cm3. A distância entre os eixos das rodas. 4. 103kg/m3 (3) g = 10m/s2 2. 22 – a) Represente todas as forças que atuam nos corpos A e B. é de 1. 105N/m2) no traseiro. o submarino afundar no mar. contendo 200cm3 de água. Com base nessas informações. abaixo de qual profundidade. nestas condições. g = 10.0 . b) O centro de gravidade dessa motocicleta está mais próximo do eixo da roda traseira ou do eixo da roda dianteira? Justifique sua resposta. Se. especificada no manual da motocicleta. • um corpo de alumínio de 270g de massa e de volume igual a 100cm3. b) a intensidade da força tensora no fio que liga B a C. (UFMG) – Paulo Sérgio verifica a calibração dos pneus de sua motocicleta e encontra 26 b/pol2 (1.0 .0g/cm3. conforme indica a figura a seguir. Os dois corpos estão ligados entre si por um fio ideal (inextensível e de massa desprezível). os valores indicados no dinâmometro e na balança-dinamômetro? Justifique cuidadosamente a sua resposta.0 . 6. ␳ = 1. nomeando-as. 103kg/m3. Dados: densidade da água: 1. A e B.0m/s2 3. qual a fração do volume do corpo A que permanece imersa na água na nova posição de equilíbrio? . Quais foram. Um sistema formado por dois corpos maciços e homogêneos. em metros. a) calcule o peso aproximado dessa motocicleta.2 . está em equilíbrio totalmente imerso em água. Dados: densidade da água.a S Calcule o valor marcado pela balança. os alunos suspenderam o corpo de alumínio de um dinamômetro e mergulharam-no totalmente no recipiente com água. obtendo 25cm2 em cada um deles. 105N/m2) no dianteiro e 32b/pol2 (2. O corpo A é de madeira e tem volume de 500cm3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 22 Determine. A densidade da madeira vale 6. b) Calcule a densidade do corpo B. (Olimpíada de Portugal) – Numa aula experimental de Física. Justifique sua resposta aplicando o Príncipio de Arquimedes e as Leis de Newton. conforme ilustrado na figura abaixo. c) o valor de x. um grupo de alunos colocou sobre o prato de uma balançadinamômetro: • um recipiente de 120g de massa. a) o módulo da aceleração dos blocos B e C. sabendo-se que a barra fica em equilíbrio na posição horizontal. 105 Pa (2) densidade da água: 1. em gramas. ele mede a área de contato dos pneus com o solo.0 atm sem se romper. por acidente. (UFPE) – O casco de um submarino suporta uma pressão externa de até 12. e o bloco de chumbo não toca no fundo.0 . 102kg/m3 e a densidade da água vale 1. calibrada em newtons.25m.8 . q MÓDULO 18 – Hidrostática 1. (UFF) – Um corpo de chumbo com volume de 12cm3 é preso por um fio e mergulhado em um recipiente de 50g de massa contendo 60g de água.0 . b) Na fase seguinte da experiência. 103kg/m3. como mostrado nesta figura: a) Indique qual o valor indicado na balança-dinamômetro. o casco romper-se-á? Dados: (1) 1 atm = 1. FÍSICA A 3. c) Se o fio arrebentar. Todo o sistema está apoiado sobre uma balança.

(UFMS) – Considere parte de um circuito elétrico mostrado na figura abaixo. Marque os valores da escala utilizada no eixo da intensidade da força tensora T. sendo mantido em equilíbrio estático por um fio fino ao qual se aplica uma força tensora de intensidade T0. respectivamente.a S Determine a) a intensidade da corrente no resistor AN. com velocidade constante e de intensidade muito pequena.0 m da lâmpada e será ligada a um fio de 1. Dar a resposta com dois algarismos significativos. (008) a potência dissipada no trecho AB é RI2. Quando ligada corretamente durante 30.050m2. Ligando-se em paralelo os dois resistores na mesma fonte de tensão.0W e 1. .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 23 5. está imerso em água. Entre os pontos M e N constata-se tensão de 10V.7 x 10–8 ⍀. Use g = 10m/s2 e considere a massa específica da água ␳m = 1. 106 L deslocando-se horizontalmente a uma altitude constante na qual a pressão atmosférica e a temperatura são iguais. determine a) a intensidade da corrente elétrica que atravessa o gerador. em 20 min. onde as correntes elétricas de intensidade I1 e I2 chegam ao nó A.70m até y = + 0. de acordo com a especificação citada. O esquema abaixo representa uma associação de quatro resistores. em joules. (004) a ddp entre A e B é 2RI. A corrente elétrica que passa pelo nó B tem intensidade I. Qual a potência real dissipada pela lâmpada. para o deslocamento descrito no item a.0289kg/mol e a constante universal dos gases perfeitos vale 8. A corrente medida produzida pela pilha em curto circuito foi de 20 A.0 . de massa m = 45kg.0A. (FUVEST) – Um cilindro maciço.m. desde y = – 0. o resistor AN tem 10⍀. a lâmpada consome _____ kWh de energia. Para o circuito esquematizado abaixo. Com a primeira ligada.0 min. (MACKENZIE-SP) – Uma pessoa resolveu estudar o consumo de energia elétrica decorrente do uso de uma determinada lâmpada. (016) a potência dissipada no trecho AB é R(I 21 + I 22).5⍀ e é percorrido por corrente de 2.3J . b) o valor de R.5 mm de diâmetro e resistividade de 1. Porém. em newtons. 3. a 50kPa e 283K. A pilha ficará a uma distância de 2. b) Determine o trabalho total W. – 23 FÍSICA A 3. para cima. 103kg/m3. A massa molar média do ar vale 0. liga-se uma pilha seca de 1. como mostra a figura. novamente por 30. (UnB-Adaptado) – Considere um balão com volume igual a 5. Um recipiente contém dois resistores de resistências elétricas R1 e R2.0 min. Quais os valores de energia elétrica que preenchem corretamente as lacunas? 5. É correto afirmar que (001) a resistência elétrica equivalente entre A e B é 2R. 2. da intensidade da força tensora T no fio em função da posição y da base inferior do cilindro. 6. (ITA) – Para iluminar o interior de um armário. altura H = 0. nessa montagem? 4. (002) I = I1 + I2.50m. se ficar ligada a uma tomada de 110V. realizado pela força aplicada pelo fio. mol–1 K–1. Os resistores BM e BN são iguais (R). Sendo g = 10m/s2 calcule a massa total do balão e de seu conteúdo. O resistor AM tem 2.30m e base de área S = 0.0V. ferve-se a água do recipiente em 10 min e com a segunda.5 V a uma lâmpada de 3. q MÓDULO 19 – Eletrodinâmica I 1. seu consumo de energia será de _____ kWh.0 . qual o intervalo de tempo para a fervura da água? 6. Começase então a puxar o cilindro na direção y. de especificação nominal 220V — 100W. a) Trace no papel de gráfico a seguir o valor. b) a carga elétrica armazenada pelo capacitor.

são. S2 e S3. R2 = 2R e R3 = 3R 4. 18W. Para que nenhum fusível queime. • R1 = R. em todas as situações em que apenas duas das chaves S1. 12A e 15A. 1. Sejam E e r. 9. É dado um amperímetro de resistência elétrica 10⍀ que suporta no máximo uma corrente elétrica de 4. qual o máximo valor que a corrente i pode assumir? 24 – Determine: a) a corrente que atravessa a fonte de tensão. P2 = 60W e P3 = 100W. de resistência R. Três geradores elétricos idênticos estão ligados em série. B e C do circuito. – quando todas as três chaves. em um mês com 30 dias. (UFC) – Determine os módulos das correntes elétricas nos pontos A. uma das preocupações na compra de um aparelho eletrodoméstico é levar em conta o seu consumo de energia elétrica. (UFPB) – Nestes tempos de crise de energia elétrica. a fim de que a associação dissipe a máxima potência? b) Qual a potência dissipada pela associação. respectivamente. respectivamente. da fonte de tensão. foi ligado aos terminais dessa fonte de tensão. ela representa uma fatia apreciável nas contas domésticas do mês. Na figura abaixo. é importante pensarmos em sua economia e principalmente porque. em reais. e S3 estejam fechadas. e os terminais da associação são ligados ao gerador. a) Como devem ser ligados os resistores. S2. L1 e L2. Na figura. . e de um gerador ideal de f. A2 e A3. F2 e F3 são fusíveis de resistências iguais que suportam correntes máximas de 10A.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 24 q MÓDULO 20 – Eletrodinâmica II 5. formando uma fonte de tensão. P1 = 40W. ligados por chaves a uma fonte de tensão de 200 V. para cada uma das situações descritas no item anterior? 3. são associadas em série e a associação é ligada a uma bateria ideal de 12V. F1. Suponha que cada quilowatt-hora custe R$0. nas condições do item anterior? 8.m.e. (UFES) – No circuito mostrado na figura. – quando somente a chave S1 está fechada. E = 24V. de valores nominais 12V. respectivamente.a S a) Determine a corrente que passa pelo ponto P e alimenta os aparelhos. b) a corrente que atravessa a resistência R3. estão fechadas. Duas lâmpadas incandescentes. 6. Determine a) a intensidade da corrente que atravessa o circuito. temos três aparelhos. Qual será o custo. Dispõe-se de três resistores.30. 2. os aparelhos fiquem ligados 10 horas por dia. considere que • ε é a f. a força eletromotriz e a resistência interna de cada gerador.e.0W e 12V.m. Associam-se os resistores. A intensidade da corrente que atravessa o gerador ideal do circuito abaixo é igual a a) 6A b) 10A c) 12A d) 20A e) 24A FÍSICA A 3. b) Suponha que. S1. Um condutor.0A. respectivamente. c) a potência dissipada em R2. Por isso. cada um com resistência R = 12⍀. b) a potência elétrica dissipada no condutor. mostrado na figura abaixo. As potências consumidas por cada um dos aparelhos A1. a) Qual a intensidade da corrente elétrica que percorre cada lâmpada? b) Qual delas apresenta maior brilho? 9. em cada caso. estando cada vez mais cara. a) Qual deve ser o valor da resistência “shunt” para medir até 12A? b) Qual deve ser o valor da resistência multiplicadora para medir até 120V? 7.

para o experimento. e resistividade elétrica ␳0 de 2. O comportamento da resistividade ␳ versus temperatura t é mostrado na figura 2. Pd = 0. conclui-se que: a) Qc = 14␮C.a S 2. de G1 e G2 é: 1 a) –– 4 b) 2 1 c) –– 2 d) 4 Sendo Qc a carga do capacitor e Pd a potência total dissipada depois de estabelecido o regime estacionário.0⍀ 8.1W c) Qc = 28␮C.0.m.m. determine a variação da temperatura nesse reservatório. d) inferior a 5. (AFA) – Aqueceu-se certa quantidade de um líquido utilizando um gerador de f. Determine a intensidade da corrente elétrica que passa pelo ponto A do circuito representado na figura. e uma régua graduada em cm. Considere desprezíveis as resistências elétricas dos fios e a resistência interna da bateria. o circuito de uma ponte de Wheaststone foi montado. Pd = 0. Pd = 0.1W b) Qc = 28␮C. todos ideais.0⍀ b) R = 3. no máximo.105J. 5. Os fios de ligação têm resistência desprezível.e. área da seção transversal de 0. Sabe-se que Rx é um resistor de fio metálico de 10m de comprimento.0 minutos. os geradores G1 e G2.e.0 x 10–8 ⍀. a 20°C. Pd = 10W e) Qc = 32␮C.m. Se a potência dissipada por R2 é nula.0⍀ e um resistor de resistência 2. A fim de estudar a variação da temperatura do reservatório. A garra 1 é fixa no ponto A e a garra 2 pode ser colocada em qualquer posição ao longo do condutor de grafite.2W d) Qc = 32␮C. Sabendose que o resistor Rx foi variado entre os valores de 10⍀ e 12⍀ para que o circuito permanecesse em equilíbrio. a fim de que elas funcionem segundo suas especificações? A instalação está protegida por um fusível de 30A. tem resistência praticamente nula. como mostra a figura. .0␮F. podem ser ligadas a essa fonte. um amperímetro. Trata-se de um reostato (resistor de resistência variável) de grafite apoiado em suportes isolantes. (AFA) – No circuito representado abaixo. a) 42 b) 82 c) 100 d) 112 e) 120 4. são ideais e os resistores têm a mesma resistência R. 3. Analise os casos: a) R = 6. 1 e 2. Utilizam-se. (ITA-SP) – Um resistor Rx é mergulhado num reservatório de óleo isolante. conforme mostra a figura 1. pode-se afirmar que o tempo de aquecimento foi: a) superior a 15 minutos.0 e 10 minutos. o amperímetro indica iB e quando ela é colocada em C.1mm2. Pd = 0. então a razão entre as f. A intensidade de corrente elétrica indicada no amperímetro A é de: a) i = 1A b) i = 2A c) i = 3A d) i = 4A e) i = 5A 7. duas pilhas. 10V e 20V.e. de f. (UABC) – O esquema mostra um equipamento utilizado num laboratório didático para verificar a dependência da resistência elétrica com o comprimento de um condutor de espessura constante.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 25 q MÓDULO 21 – Eletrodinâmica III 1. Quantas lâmpadas.2W 6. Determine a relação iB/iC. Duas baterias. respectivamente. (VUNESP) – O amperímetro A indicado no circuito é ideal. ε = 50V e resistência interna r = 3. – 25 FÍSICA A 3. b) entre 6.m. fios de ligação e duas garras. Quando a garra 2 é colocada na posição B. c) entre 12 e 15 minutos. isto é. Você dispõe de várias lâmpadas idênticas de valores nominais (40W – 110V) e de uma fonte de tensão constante e igual a 110V. o amperímetro indica iC. estão ligadas a duas resistências de 200⍀ e 300⍀ e com um capacitor de 2.

b) O que aconteceria com o valor das resistências se a espessura da camada de polímero fosse reduzida à metade? Justifique sua resposta. Sobre cada resistor é aplicado um material que muda de cor (“acende”) sempre que a potência nele dissipada passa de um certo valor. obtém-se uma relação entre I (corrente) e V (tensão). e os resistores (cinza escuro) são feitos de uma camada fina (10␮ de espessura. 4. O testador é formado por 3 resistores em paralelo como mostrado esquematicamente na figura abaixo. o circuito testador da questão anterior é construído sobre uma folha de plástico. cujas características ideais são mostradas no gráfico abaixo. Uma pilha nova é capaz de fornecer uma diferença de potencial (ddp) de 9. . a) Qual a potência total dissipada em um teste com uma pilha nova? b) Quando o indicador do resistor de 200⍀ deixa de “acender”. um esboço do gráfico da potência fornecida pelo painel solar em função da tensão entre seus terminais.a S Com a passagem de corrente. A resistência R de um resistor está relacionada com  a resistividade ␳ por R = ␳ ––– o n d e  é o comprimento e A é a A área da seção reta perpendicular à passagem de corrente. no circuito esquematizado. Com uma ddp menor que 9. A ddp da pilha vai diminuindo à medida que a pilha vai sendo usada. (UNICAMP) – Na prática. 3.0 V. Os condutores (cinza claro) consistem em uma camada metálica de resistência desprezível. substitui-se a resistência por um aparelho elétrico. a pilha é considerada descarregada. (UNICAMP) – Algumas pilhas são vendidas com um testador de carga. o que faz os 3 indicadores “acenderem”. c) Estime a resistência Rmax. b) Estime a eficiência máxima (␩max) de transformação de energia solar em energia elétrica do painel. que não obedecem à lei de Ohm. conforme gráfico abaixo. o indicador de 300⍀ já não “acende”. como mostra o diagrama abaixo. variando-se R em uma ampla faixa de valores). de 2m2. q MÓDULO 22 – Eletrodinâmica IV 1. Quando. que é o mesmo para os três indicadores. no sistema de coordenadas da folha de respostas. (UNICAMP) – Grande parte da tecnologia utilizada em informática e telecomunicações é baseada em dispositivos semicondutores. 26 – Para as condições acima: a) Construa. A partir de qual ddp a pilha é considerada descarregada? 2. ou seja. As dimensões (em mm) estão indicadas no diagrama. Nas aplicações práticas. transformando energia luminosa em energia elétrica. FÍSICA A 3. (Os valores de I e V são os indicados pelo amperímetro A e pelo voltímetro V.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 26 a) Determine o valor da resistividade ␳ do polímero a partir da figura.0 V. 10x10 –6m) de um polímero condutor. incide uma densidade superficial de potência luminosa de 400W/m2. Entre eles está o diodo. sobre a área de captação do painel. (FUVEST) – Um painel de células solares funciona como um gerador. quando a potência elétrica gerada pelo painel for máxima. os resistores dissipam potência e se aquecem.

o interior da cápsula de vidro é preenchido com um gás inerte. qual a resistência equivalente a esse par de fios paralelos? (Adote π = 3. possui uma seção transversal de 1.7 V entre esses terminais. ele se comporta como uma chave fechada. Determine a) a leitura do amperímetro ideal A.0 mm de diâmetro e comprimento  = 10 m cada um. Caso contrário (VD > 0). – 27 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 27 O gráfico deve ser interpretado da seguinte forma: se for aplicada uma tensão negativa sobre o diodo (VD < 0). Explicite se o material sofreu contração ou dilatação. descoberto em 1947. a base (b) e o emissor (e).0 V.3 mA e que a diferença de potencial entre o pólo positivo da bateria e o coletor é igual a 3. a) Qual é a corrente que atravessa o resistor R = 1000 ⍀? ic b) O ganho do transistor é dado por G = ––– . FÍSICA A 3.) Dada a constante de permeabilidade magnética: ␮0 = 4π x10–7 T .0 A a leitura do amperímetro A.) b) Sendo i = 2. Calcule qual a resistência elétrica R do filamento de tungstênio quando a lâmpada está operando a uma temperatura de 3 000°C. onde ic é a corrente no ib coletor (c) e ib é a corrente na base (b). 8. Para evitar o desgaste do filamento condutor. em funcionamento. (UNIFESP) – Para demonstrar a interação entre condutores percorridos por correntes elétricas. a) O gráfico apresenta o comportamento da resistividade do tungstênio em função da temperatura. A passagem de corrente entre a base e o emissor produz uma queda de tensão constante Vbe = 0. 6. é considerado por muitos como a maior invenção do século XX. Componente chave nos equipamentos eletrônicos modernos. a) Sendo ␳Ni-Cr = 1. b) Faça uma estimativa da variação volumétrica do filamento de tungstênio quando a lâmpada é desligada e o filamento atinge a temperatura ambiente de 20°C. (UNICAMP) – O transistor. Considere uma lâmpada incandescente cujo filamento de tungstênio. 10–6 (ºC)–1. 7. Esses importantes dispositivos elétricos da vida moderna constituem-se de um filamento metálico envolto por uma cápsula de vidro. como argônio ou criptônio. Dado: O coeficiente de dilatação volumétrica do tungstênio é 12 . b) a resistência elétrica R2. sabendo que estão separados pela distância d = 2. m/A. (UFSCar) – As lâmpadas incandescentes foram inventadas há cerca de 140 anos. se aquece e passa a brilhar. sabe-se que o resistor de resistência R1 = 25⍀ dissipa potência de 16W.a S 5.0cm? (Considere desprezíveis as resistências dos demais elementos do circuito. Sabendo-se que ib = 0.5 x 10–6 ⍀·m a resistividade do níquel-cromo. No circuito esquematizado abaixo. apresentando hoje em dia praticamente as mesmas características físicas dos protótipos iniciais. Quando o filamento é atravessado por uma corrente elétrica. b) Determine os valores lidos no voltímetro e no amperímetro para U = +5 V e U = –5 V. ele tem a capacidade de amplificar a corrente em circuitos elétricos. como indica o circuito seguinte.6 × 10–2 mm2 e comprimento de 2 m. não haverá corrente (ele funciona como uma chave aberta). Considere o circuito abaixo: a) Obtenha as resistências do diodo para U = +5V e U = –5 V. A figura a seguir representa um circuito que contém um transistor com seus três terminais conectados: o coletor (c). um professor estende paralelamente dois fios de níquel-cromo de 2. encontre o ganho do transistor. qual a força de interação entre esses fios.

NOTE E ADOTE D = 6. com que cada bateria é alimentada. determine o seu sentido. (FUVEST) – Utilizando-se um gerador. c) Determine a tensão V0. cuja resistência elétrica R0 é igual a 12⍀ . através de um orifício O. c) Estime a razão P/P0. que expressa quantas vezes mais potência é fornecida na situação II (P). a intensidade do campo magnético. em ohms.5T. → b) Sabendo que B é o campo magnético perpendicular ao papel. L • O torque na espira é ␶ = F . em volts. utiliza. cortando o filamento inicial em partes não iguais. respectivamente. metade da massa total de água (M/2).C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 28 9. Está passando pela espira uma corrente elétrica de intensidade i = 100A. b) Determine os valores de R1 e R2. pois deseja que R1 aqueça a água com duas vezes mais potência que R2. ligadas à mesma fonte (situação II). que geram respectivamente 15 V e 10 V. para que no recipiente onde está R1 a água receba duas vezes mais potência do que no recipiente onde está R2. a) Determine a intensidade da corrente i. na situação I.a S 10. um filamento enrolado. coloca. ligado a uma fonte de 120 V (situação I). em watts. Uma espira quadrada de lado 40cm está imersa num campo → magnético uniforme B . R1. NOTE E ADOTE: V = RI . 10–8kg/C q B = 0. (UNICAMP-SP) – Uma jovem. A e B. Para analisar essas situações: a) Estime a potência P0. 28 – P = VI q MÓDULO 23 – Eletromagnetismo I 1.50T a) Determine o módulo da velocidade com que o próton deve ser lançado no campo para que ele saia pelo ponto S.0 . direção e sentido das forças magnéticas que agem em cada lado da espira b) o torque na espira. NOTE E ADOTE • A força magnética é F = B . de massas mA = m e mB = 2m. com respectivamente 25⍀. L 2. nas posições indicadas. determine: a) a intensidade. é utilizada a montagem do circuito elétrico representada abaixo. Sendo B = 0. i . de tal forma que as correntes que alimentam as duas baterias durante o processo de carga mantenhamse iguais (i1 = i2 = i). Um próton é injetado numa região de campo magnético uniforme. indicada pelo voltímetro. na situação II. . b) Determine a tensão VA. em direção perpendicular às linhas de in→ dução de B. no sentido indicado na figura. que produz uma tensão V0. inicialmente. para que sejam aquecidos por resistências R1 e R2. 30⍀ e 6⍀. em volts. conforme está representando na figura. em cada um. 3. para aquecer uma certa quantidade de massa M de água. Um voltímetro é inserto no circuito para medir a tensão no ponto A. quando o sistema opera da forma desejada. FÍSICA A 3. Determine a relação (vA/vB) entre os módulos de suas velocidades para que os corpúsculos descrevam trajetórias de mesmo raio. Para isso.0mm m próton: ––– = 1. do gerador. ao conjunto dos dois recipientes. B-1 e B-2. para que o sistema opere da forma desejada. que inclui três resistores. que é fornecida à massa total de água. Dois corpúsculos. carregados eletricamente com cargas +2q e +q. em ampères. deseja-se carregar duas baterias. em relação à situação I (P0). R2 e R3. A jovem obtém essas duas resistências. penetram num → campo magnético uniforme B. Desejando aquecer a água em dois recipientes.

109 N .0 .0␮C é transportada de A até B. de massa m = 1.0) e (0. Determine a) o potencial elétrico do ponto C. a) Esboce a trajetória helicoidal descrita pela partícula. determine a intensidade do vetor campo elétrico na origem do sistema cartesiano. no deslocamento de A até C. estão representadas algumas linhas de força e superfícies equipotenciais de um campo eletrostático uniforme.0 .6 . Considere duas regiões de campos magnéticos uniformes com valores B1 = 4T e B2 = 15T. 2.0 . estão representados dois fios metálicos longos. –––– sendo AM = 9. 10–19 C Considere π = 3. Os campos são paralelos entre si e paralelos ao plano que os separa. separados por uma interface plana. – 29 FÍSICA A 3. Uma partícula eletrizada com carga elétrica q = 2. 10–4C.a S q MÓDULO 24 – Eletrostática I .8 . Nos extremos A e B foram fixadas duas cargas puntiformes de valor + 4. Na figura abaixo. Duas partículas eletrizadas A e B.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 29 4. 3. Calcule a relação entre d2 e d1. b) Determine o potencial resultante em M. b) o trabalho da força elétrica que age sobre uma partícula de carga 8. Em cada um dos pontos de coordenadas (d. conforme ilustra a figura.0␮C.d) do plano cartesiano. c) O elétron partiu do infinito e deverá passar por M. m2 / C2 • Trabalho do campo entre os pontos 1 e 2: ␶1. cuja di→ reção é perpendicular à interface e dirige para a região do campo B1. Uma partícula eletrizada com carga q = 2 . 10–14kg.0 . 10–19C. 105m/s num → campo magnético uniforme de indução B cuja intensidade é 2. são lançadas perpendicularmente às linhas de indução de um campo magnético uniforme com as mesmas velocidades. Determine o trabalho realizado pela força do campo quando uma carga elétrica puntiforme q = 1. de massas iguais. M é ponto médio do segmento AB. (V1 – V2) • e = 1. No ponto P mostra-se um elétron sendo atraído por A e B. a) Determine o potencial de cada uma das cargas no ponto M. 1. 4. é lançada com velocidade v = 2. Na figura proposta. 2. O potencial elétrico resultante no ponto A do campo gerado pelas cargas elétricas puntiformes +Q e – Q é igual a 10V. Na figura. Estando essas cargas no vácuo (constante dielétrica = k0). 103T. e em cada um dos pontos de coordenadas (–d. b) Calcule o passo da hélice cilíndrica. O vetor indução magnética resultante é nulo no ponto P.0 .–d) coloca-se uma carga puntiforme (–Q). perpendiculares ao plano da página. q MÓDULO 25 – Eletromagnetismo II e Eletrostática II 1.0) e (0. 10–6 kg parte do ponto A situado na interface com velocidade 30m/s.0cm. percorridos por correntes i e 2i de mesmo sentido. coloca-se uma carga elétrica puntiforme (+Q). Calcule a) a razão entre as cargas elétricas de A e B. As trajetórias seguidas por elas são mostradas na figura.2 = – e . NOTE E ADOTE • No infinito o potencial vale zero • O potencial de cada carga é: kQ V = –––– d • Constante eletrostática: k = 9. b) a razão entre os intervalos de tempo em que A e B descrevem as trajetórias indicadas. Calcule o trabalho da força elétrica do infinito até M. 5. 10–5C e massa m = 2 .

o fio permanece em equilíbrio na posição horizontal.200T d) 0. Nessas condições. fechando-o. determine 30 – . Quando a tensão elétrica está desligada.5cm e as molas. P3 e P4 estão sempre no mesmo plano.100T 6. Dado que o campo magnético é perpendicular ao plano da figura. A área do circuito é perpendicular ao campo → de indução magné tica uni forme B. quando acionadas. FÍSICA A 3. B: → → a) esboce as forças elétrica FE e magnética FM quando a partícula está atravessando os campos cruzados. A resistência do circuito é R = 3.75 10–3N a intensidade da força constante aplicada à barra. As extremidades P1.0mm. Sendo m a massa da partícula. sendo que duas pequenas chaves. para restabelecer o equilíbrio e manter o fio na posição horizontal. A e C. b) Estime a intensidade do campo magnético B0.0A. no meio do segmento P3 – P4. utilizase o aparato ilustrado na figura abaixo.a S 3. estabelecem diferentes percursos para a corrente.0N/m. quando o gerador é ligado com a chave A. 5.008 kg. E. Indique onde deve ser colocada essa massa. NOTE E ADOTE: F = iBL Desconsidere o campo magnético da Terra. uniforme e horizontal. a) Determine a intensidade da força eletromagnética F1. sendo de 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 30 Quando o gerador é ligado.225T c) 0. fechada. Determine a) a distância entre A e C. A figura abaixo reproduz os dois campos. (FUVEST-SP) – Para estimar a intensidade de um campo magnético B0. O fio condutor tem comprimento 2. que age sobre o segmento P3P4 do fio. Para medir a intensidade do campo magnético uniforme. apoiado sobre suportes fixos. aberta. é necessário pendurar uma pequena massa M1 = 0. P2. o módulo deB é: a) 0. o elétrico E e o → magnético B . q = +3e a sua carga elétrica e conhecidos os módulos do campo. as molas apresentam deformação de 2. Esse arranjo funciona como uma “balança para forças eletromagnéticas”. fechada. para mantê-la em movimento uniforme com velocidade → V = 2. podendo girar livremente em torno do eixo OO’. aberta e C. ajustado para que a corrente contínua fornecida seja sempre i = 2. levando em conta que a massa M1 foi retirada. as molas retornam ao estado natural. Despreze os efeitos da corrente e do campo sobre as molas.300T b) 0. em newtons. dobrado com a forma e dimensões indicadas na figura. b) determine o módulo da velocidade para que o experimento tenha sucesso. aberta e C. Em um experimento há necessidade de que uma partícula atravesse uma região de “campos cruzados” em movimento retilíneo → uniforme. num ponto C.00m/s.150T e) 0.00⍀. perpendiculares. em kg. em teslas. têm constante elástica 5. Inicialmente. Uma barra metálica de comprimento L = 50.0 A. condutoras de eletricidade. c) Estime a massa M2. 4. Com a tensão ajustada para produzir uma corrente de 1.0cm faz contato com um circuito. O fio é ligado a um gerador. é utilizado um fio condutor rígido. b) o intervalo de tempo decorrido para realizar a trajetória descrita (A → B → C). necessária para equilibrar novamente o fio na horizontal. quando a chave A está fechada e C. Após a partida. Considere π = 3. com a chave A. pela segunda vez. ela cruza a interface uma primeira vez num ponto B e. com o gerador desligado.

pela carga +Q e pelas cargas induzidas na placa. no ponto A. b) Determine a intensidade do campo elétrico E0.0kV. respectivamente. NOTE E ADOTE F = k Q1Q2/r2. acelerado pela força elétrica. +Q e –Q. mas acima dela. que age sobre a carga +Q. em equilíbrio estável. distanciadas de 1. como na figura 1. 0). de carga elétrica – e. iguais a +2. 10–19J TEC (Teorema da Energia Cinética) ␶tot = Ecin – Ecin . Determine a energia cinética nesse instante em que passou por (2). apenas na parte do espaço acima da placa. As linhas tracejadas indicam duas superfícies fi 0 10. Em um plano cartesiano de coordenadas (x. → b) a intensidade e o sentido do campo magnético B. com carga elétrica positiva Q = 1. em V/m. Respectivamente nos pontos A. 7. que as cargas negativas induzidas na placa criam no ponto onde se encontra a carga +Q. a) Determine a intensidade da força F. cujo lado é L. qual o valor de sua massa? 12.6 . no diagrama da folha de resposta. No circuito da figura. em V/m. 11. a diferença de potencial entre elas é U e o esforço máximo que o fio pode suportar é igual ao quádruplo do peso da esfera. sendo positiva a carga +Q. As placas A e B de um capacitor plano apresentam potenciais. os → → vetores campo elétrico E+ e E–. A esfera se encontra entre as placas paralelas de um capacitor plano. devida às cargas induzidas na placa. determine. para a origem do sistema cartesiano (0.0kV e –2. d). 0) e D (0. equipotenciais (1) e (2). B. d) Determine a intensidade do campo elétrico resultante EA.5 x 10–9C. m2/C2 1 V/m = 1 N/C 9. 104N. ao campo gerado por uma carga +Q e uma carga –Q. B(0. c) Represente. respectivamente. NOTE E ADOTE: 8. induzindo sobre essa superfície cargas negativas. O ponto A está a uma distância D do ponto O da figura e muito próximo à placa. Um elétron. E = k Q/r2. Estando o sistema no vácuo onde a constante eletrostática é K0. Uma esfera de massa m e carga q está suspensa por um fio frágil e inextensível. No triângulo equilátero ABC da figura. Determine a força elétrica: a) entre B e C b) entre A e C c) resultante em C Elétron-volt 1eV = 1. –d). determinar a energia elétrica total armazenada na associação. passou pela superfície (2). bem como o campo → resultante. C e D são colocadas quatro cargas elétricas puntiformes : +Q. causados. onde k = 9 x 109 N .0mm uma da outra. 0): a) o potencial elétrico resultante b) o campo elétrico resultante – 31 FÍSICA A 3. C (–d. (FUVEST) – Uma pequena esfera. estando distanciadas de 2. O conjunto dessas cargas estabelece um campo elétrico que é idêntico. Adote g = 10m/s2.a S Mediu-se a força elétrica de atração entre A e B e se obteve 1. como mostra a figura. no ponto A. A distância entre as placas é d. em N. como se indica. EA.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 31 a) a massa do fio. foi abandonado em repouso num ponto da superfície (1) e. está a uma altura D = 0. foram colocadas três cargas elétricas nos seus vértices.05m acima da superfície de uma grande placa condutora. ligada à Terra.0mm uma da outra. feito de um material eletricamente isolante.y) constrói-se um quadrado cujos vértices são A(d. –Q.6 . como se fosse uma “imagem” de Q que estivesse colocada na posição representada na figura 2. Para que a esfera permaneça imóvel.

5) ––– + 1. 10.4) –––– (m) 2 2 30.0 = 0 + 5.5 + 2.0m/s2 3) Cálculo do instante t2 em que o lobo atinge sua velocidade máxima: V = V0 + ␥ t 30.0 . que gastou menos (181s).0 V12 = 0 + 2 .a S V1 = 12.0 + 4. 90 = 900 V1 = 30.20 400 = 0 + –––– T12 2 Respostas: a) vide gráfico b) não 2) T12 = 4000 10s = 20 . a aceleração escalar é constante e é dada por: 2) Cálculo da velocidade final do lobo: V2 = V02 + 2 ␥ ⌬s ΔV 5.0 d = (10.5m t1 = 10.2s = 64s T1 = 20 2) Ttotal = T1 + 117s = 181s Como João gastou 200s para completar a corrida.0m/s .0s b) De a 0 a 2.4m/s b) Distância percorrida pelo lobo até o instante t = 10. 12.5 (m) L = 1879m ␥ b) 1) ⌬s = V0 t + ––– t2 (MUV) 2 Quando a lebre chega à toca.5 (m) 2 a) 1) Instante t1 em que a lebre chega à toca: Δs = 5.5 – 5.5 + 1691.0m/s2 Δt 1. 0.0s. 3. não conseguiu alcançá-la.0 t1 ⇒ Δs = 12.0m desta e.0m/s Respostas: a) 12. então Maria.0 + 7.5 170 L = –––––––––– + (12.5 (m) ⌬s = Vt (MU) 200 = 20.0s: ⌬s = área (V x t) 2) L = área (V x t) 30. a) Respostas: a) 1879m 4) Δs = área (V x t) 32 – b) Maria a) (1) ⌬V = área (a x t) ⌬V1 = 2.0 .0 (m/s) = 20. foi a ganhadora.0s 4) gráficos V = f(t) 1) Cálculo de V1: ⌬V ⌬V a = ––––– ⇒ –3.0 ␥ = ––– = ––– (m/s2) ⇒ ␥ = 5.0 Δs = (7.1 (m/s) = 7. portanto. 10–2 = ––––– ⇒ ⌬V = –5.1m/s ⌬t 170 FÍSICA A 3.0) ––––– (m) = 210m 2 L = 187.00 .0 . 5.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 32 RESOLUÇÃO DOS EXERCÍCIOS-TAREFA q MÓDULO 1 1) 1.0 t2 ⇒ 3) a) t2 = 6.5 + 7.5m b) 5. 7. o lobo está a 30.0 .

5m V2 Respostas: a) ––– =3 V1 Δs 54.0m/s (2) Na 2.a metade do tempo: 3V V + 2V V2 = –––––– = ––– 2 2 V2 Portanto: V2 = 3V1 e ––– = 3 V1 b) ⌬s = área (V x t) 3H1 H2 b) Ainda: ––– = –––– ⇒ H2 = 3H1 T T 20.0 ⌬s2 = (20.0 ⌬s1 = (15.80 = –––– ⇒ 5. 0.0 R Δs2 = 20 .60 (m/s2) ⇒ ␥2 = 9.0 a) v3 = 5. a velocidade escalar média é dada por: V 0+V V1 = ––––– = ––– 2 2 ⌬V3 = –5. 9.5m Respostas: a) vide gráfico 5) b) 262.0) –––– (m) = 200.50 = ––– 5.5 (m) = 450m Δs3 = Δs1 = 225m v1 = 10.5m/s v32 →  = a sen ␪ = 2) a ––– – cp R c) vide gráfico v32 –⇒ 10. 3.0m/s.6m/s2 c) 5. –––– (m/s2) ⇒ ␥3  = 5. vem: 5. 0 b) 8.0m/s FÍSICA A 3.0 + 5. 5.0 900 a) Vm = ––– ⇒ –––– = –––– ⇒ T = 60s Δt 3.0 (m/s) = –15. 0.a S (60 + 20) 900 = –––––––– Vmáx ⇒ 2 →  = a sen ␪ b) 1) ␥2  = a t ␥2  = 16.0 .0 .5m 2 H 3H 3H1 + H1 = H ⇒ H1 = ––– e H2 = ––– 4 4 ⌬s = ⌬s1 + ⌬s2 = 262.0 v2 = 8.0 .0m 2 Como H2 + H1 = H.6 T H 3H b) H1 = ––– e H2 = ––– 4 4 b) No gráfico V = f(t).0 . 22.0m/s →  = a cos ␪ c) 1) ␥3  = a t  3 3m/s2 ␥3 = 10.0) ––– (m) = 62.0m/s.5m/s q MÓDULO 2 1) 20 . Isto ocorre pela primeira vez para: – 33 . 0.0m/s Respostas: a) 10.0  3m/s2 2) a) B e C deverão dar um número completo de voltas e o intervalo de tempo deverá ser múltiplo dos dois períodos. a área mede o deslocamento escalar: Δs = área (V x t) Vmáx = 22.0m/s.a metade do tempo. 22.0 = –––– ⇒ 5.6m/s2 v2 →  = a cos ␪ = –––– 2) a cp R v22 16.5 c) Δs1 = ––––––––– (m) = 225m 2 a) A aceleração vetorial só tem componente centrípeta: → = 0 1) ␥1  = a t v12 v2 → 2) a cp  = –––– ⇒ 20.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 33 ⌬V2 = 0 Na 1.0  2 Respostas: a) 60s 6) b) 22.0 + 5.0 .

10–2s ⇒ Δt = 5.0s A moto B terá dado 8 voltas e a moto C terá dado 5 voltas. 0. 0.2m/s 34 – 2 . 10–3s = 5.0 .0 ⌬t 6 16.90 H = ––––––––– = ––––––––– (m) = 9.0 –––– = –––– – –––– = –––––––– ⌬t 5. C: 5 voltas 40.0cm T = 500s 0 = V0 sen ␪ – g ts V0 sen ␪ ts = –––––– –– g 2) Cálculo da velocidade relativa: ⌬srel Vrel = ––––– ⌬t 100 Vrel = –––– (m/s) ⇒ Vrel = 0.4 .0 A velocidade angular ␻ de rotação do cilindro é dada por Δ␸ ␻ = ––– = 2πf Δt π/20 –––––––––– = 2πf 5.4 . 10 –3 4 5 c) nB = –– .0 .0 9° …………… Δ␸ 180° …………… π rad 4 nB 1 nB c) fB = –––– ⇒ –––– = ––––––– ⇒ nB = ––– ⌬t 3 10.0 40.27s .50 .0 .0 Δs Δs 3.12m = 12cm T = 0.0Hz 2 + 2 ␥y Δsy a) Vy2 = V0y 0 = V02 sen2 ␪ + 2 (–g) H V02 sen2 ␪ 1. TC) = mmc (10.0 b) –––– s 3.32 . 10 –3s ou 5.5 f = –––– (Hz) ⇒ 10 –1 f = 5.0 40.0 16.0 ––––– 3 9 π Δ␸ = –––– .27 (m) D = 0. T = 1.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 34 ⌬t = mmc (TB .0 Δt = 0.95 2V0 sen ␪ –– = –––––––––– (s) ⇒ T = 2ts = –––––––– 9.a S 0.0ms b) Como o cilindro não completou uma rotação. 4) b) Movimento relativo: C é suposto parado e B girando com a velocidade angular relativa: ␻ rel = ␻B – ␻ C ⌬␸rel 2␲ 2␲ –––––– = ––– – ––– ⌬t TB TC a) Supondo-se constante a velocidade da bala.0 V = ––– ⇒ Δt = ––– = –––– (s) Δt V 600 1 1 1 8. 10–2m 19. π rad = ––– rad 180 20 nC 5 nC 1 fC = ––– ⇒ –––– = ––––––– ⇒ nC = ––– 40. 1. T ⇒ H = 9. 16.0ms 5) b) 5.6 2g 1) Cálculo do tempo gasto usando o movimento de arrastamento: b) Vy = V0y + ␥y t D = VARR .0Hz Respostas: a) 5. 0.0 .0s. 0.2m/s 500 Resposta: 0.0 ––––– 3 Respostas: a) B: 8 voltas.8 g c) Δsx = Vx T D = V0 cos ␪ .0s) = 80.96 .0 8.0 . T 500 = 1.0 ⌬t = ––––– s 3.0 – 5. temos: 40. vem: Para ficarem alinhados pela primeira vez: ⌬␸rel = ␲ rad 2␲ ␲ 2␲ ––– = –––– – –––– ⌬t 10. nC = –– 3 6 π = 2πf ––––– 10 –1 3) FÍSICA A 3.

2.0 H = 121 H = 6.0m/s2 b) 12.8 Respostas: a) 9.0 (2.0 = 10.0m/s ␥y 2) ⌬sy = Vy t + ––– t2 (MUV) ↑ (+) 2 2. 103 N 4) V02 = Vx2 + Vy2 Far = Tx Como o ângulo vale 45°.0)2 + 2 (–10.0 = Vy .0  2m/s Tx = Ty 2 b) Vy2 = V0y + 2 ␥ y ⌬sy Far = 6.0 .0 N 2) a) 1) ⌬sx = Vx t (MU) 22.43 .0)2 ⇒ Vx = 11.0m/s a) Para que a velocidade seja constante.0 – 5.0 = Vx .0 N a ––––  100 g b) 0. 103N 0 = (11.0 .0 .0m/s2 – 35 .05m q MÓDULO 3 1) a) Far T1x = ––––– tg 37° = –––––– P1 T1y 0.0cm c) 12cm 6) T = 2.0) H b) Como a velocidade tem módulo constante.0a a = 6.05m 2 m/s Respostas: a) ␪ = 45° e V0 = 11.0 .80 ma = M1 – M ⇒ ma = 200kg ou Va = 200 Respostas: a) 6. devemos ter: 3) Vx = Vy ⇒ ␪ = 45° Ty = P = mg = 6. temos: V0 = 11.0 ⇒ Vx = 11. a força de resistência do ar tem a mesma intensidade Far = 6. 103 N 20. 102 3) PFD (A): T = mA a PFD (B): T = mB a PFD (C): PC – 2T = mC a PFD (A + B + C): PC = (mA + mB + mC)a 60. 2.0  FÍSICA A 3.0 .a S b) H = 6.60 6.27s d)  979m/s2 e  100 Respostas: a) 6.0 . 10–3 Δt a 979 ––– = ––––– g 9. 103 ––––– = –––––––– ⇒ P1 = 8000 N ⇒ M1 = 800kg P1 0.0 kN b) 2.0 (N) T = 12. 6.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 35 b) T = mA a 1.4 ΔV (m/s2)  979m/s2 d) a = –––– = ––––––––– 1.

0 .3 .0a ⇒ a = 2.0m/s2 b) V2 = V02 + 2␥ Δs (MUV) 0 = (4.4m/s2 2mg 2TB = ––––– + 2 m a  3 mg TB = ––––– + m a ⇒ T B = m  3    g –––– + a  3 5) → aB c) 28.0 ⇒ c) T = 2π T=2.3 a = –––– g = –––– .0 – 2.0 = 5.0 .0) Δs b) A aceleração de A é vertical.3 + 0.3.8N (0.0 = 2. 4. ↓ V ↑ → a): Fmola = Pap PFD (A): T – Pap = mAa’ A kx2 = m (g + a) (II) PFD (B): Pap – T = mBa’ B Fazendo-se (II) – (I).4m/s2 4.0 .0 Δs = 16. vem: PFD (A + B): Pap – Pap = (mA + mB) a’ B A mB (g + a) – mA (g + a) = (mA + mB) a’ (3.8N mA 0.2 mB a = 15m/s2 g + a  3 Resposta: –––––––––– g – a  3 → c) A força F é a resultante que acelera todo o sistema (A + B + C): PFD (A + B + C): F = (mA + mB + mC)a 4) a) 1) A gravidade aparente no interior do elevador é dada por: F = (0. 103 .4 ⇒ 1 (TB – TA) –– = ma ⇒ TB – TA = 2 m a (II) 2 (I) + (II): Respostas: a) 2.0m L ––––– g+a 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 36 (1) Na direção vertical: TA cos 30° + TB cos 30° = mg  3 2mg (TA + TB) –––– = mg ⇒ TA + TB = –––––– (I) 2  3 c) 1) T – Pap = mA a’ (em relação ao elevador) A T – 2.5) 15 (N) F = 30N → ↑a ⇔ gap = g + a = 12. PFD (B): T = mB a mA g = mB a TB g + a  3 ––– = ––––––––– 3 TA g – a   → b) ↑ aA (4.0m c) 1.0) 12.0 Respostas: a) 2.4m/s2 k (x2 – x1) = ma 1.4m/s2) a) Para que o bloco A não se movimente verticalmente.0m/s2 T = 1.8N 2) T – PA = mAaA (em relação ao solo terrestre) (2) Na direção horizontal: TB cos 60° – TA cos 60° = m a T – 20.48 ––––– (s) ⇒ 12.0 . 10(N) ⇒ T = 3.0 . para baixo e com módulo a’ – a = 0. 12. 2. 10(m/s2) 0.2s .4m/s2) ↓ 2mg (I) – (II): 2TA = –––––– – 2 m a  3 g TA = m ––––– – a  3 T = 28. para cima e com módulo a’ + a = 4.4 ⇒ T = 28. 2.2s b) 4.0 = 2. temos: T = PA = mA g = 0. a’ ⇒ a’ = 2.0 .0N b) A força aplicada pelo fio é a resultante que acelera o bloco B.0N c) 30N 2) FÍSICA A 3. 10–2 = 10.0m/s2 b) 15m/s2 Respostas: a) 3.2 + 1.a S 6) a) 1) Com velocidade constante: Fmola = P kx1 = mg (I) 2) Com aceleração dirigida para cima (descendo e frean→ do. A aceleração de B é vertical.4m/s2 36 – Δs = 4.0)2 + 2 (– 2.

12 .28g d) 0. 3 mg + m .28g fat = 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 37 q MÓDULO 4 1) b) FN = P + F sen ␪ ␮E P sen ␪ FN = P + –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ 1) a) Para iniciar o movimento: F > Fat destaque F > ␮e 6mg ⇒ Fmín  6 ␮e mg ⇒ Fmín = 1.12 .a S ␮ = 0. 0.60 b) 12.4mg – 0.0N F cos ␪ > ␮E (P + F sen ␪) F cos ␪ – ␮E F sen ␪ > ␮E P F (cos ␪ – ␮E sen ␪) > ␮E P ␮E P F > –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ ␮E P Fmín  –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ 4) a) → P2: peso do bloco de massa m2 → FN: reação normal do apoio → Fat: força de atrito → T: força de tração exercida pelo fio – 37 .84mg T = 1.4 mg PFD : F’ – Fat din = Mtotal a FN = P 2.28g cos ␪ – ␮E sen ␪ + ␮E sen ␪ ––––––––––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ ␮E P Respostas: a) ––––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ T = 0.0 (N) A FN = P + Fy = P + F sen␪ T = 12.0N Para a caixa se mover: Fx > Fat máx Respostas: a) 0. 3mg = 3m .32 F = fat + fat ␮’mín = 0.0N A a) Fx = F cos ␪ Sendo a velocidade constante: Fy = F sen ␪ T = fat = ␮ PA ⇒ T = 0. 0.0 = ␮ 30. 6mg = 6 m a 0.60 2) b) Isolando-se o bloco A: FN = PA = 20. a força resultante no sistema é nula.60 .28g d)   P cos ␪ b) –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ 3) fat = 0.64 mg 2) fat ⭐ ␮’ 2mg a) Sendo a velocidade constante. 20.12g = a ⇒ a = 0.32 Respostas: a) 1. 0.32 18.2mg  ␮E sen ␪ FN = P 1 + –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ b) F’ = 2 Fmín = 12 ␮e mg = 2.36mg + 0.2mg A B F = ␮PA + ␮PB F = ␮ (PA + PB) b) 0.64mg ⭐ ␮’ 2mg ␮’ ⭓ 0.12 .2mg 1) PFD(m): fat – Fat = m a  P cos ␪ FN = –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ c) PFD: T – 0.0 FÍSICA A 3.2mg c) 1. 40g – 0.

0.0 – 18.a S 125 – 50 = 10.4 .60(N) = 12.0N .0a ⇒ ␲ ␮e R3 Vmáx = –––––––– c.15) 10.0 (N) ⇒ h tg ␪ = ––– R T = 6. 0. temos: Em (2): 2.75 b) 1) PN = Pcos 37º = 20. 0.6 10. 7.0N c) 0.0 + Fat ⇒ Fat = 12. a 22. 100 (N) ⇒ π R2 h π R2 Vmáx = –––––– = ––––– .0 – T = 2.0 .5m/s2 b) (1) Força normal que A aplica em B: 7) NAB = PB = mBg = 40N (2) Força de atrito que A aplica em B: PFD(B): Fat AB Fat AB = mBa = 4. isto é. a força de atrito terá sua intensidade máxima (força de atrito de destaque). um grão de areia estará na iminência de escorregar.q. a força resultante em cada bloco é nula: T = Fat = ␮ P2 T = P1 Portanto: ␮ m2 g = m1 g m1 ␮ = ––––– m2 c) Bloco (m1): T – ␮ m1g = m1 a (1) Bloco (m2): m2 g – T = m2 a (2) (1) + (2): m2 g – ␮ m1 g = (m1 + m2) a FN = PN = mg cos ␪ 0.4 Pt = Fat destaque mg sen ␪ = ␮e mg cos ␪ tg ␪ = ␮e (2.5m/s2 2) Da figura. 38 – 2) FN = PN + Fmola sen 37º FN = 16.5 = 3.80(N) = 16. 7.0 .5 T = 24.d 3 a = 7.6 . ␮e R 3 3 Fat = 50 N (2)PFD (A + B): F – Fat = (mA + mB) a FÍSICA A 3. 102 . 0.60(N) ⇒ FN = 34.80 = 12.5m/s2 b) 50 N ␮E = 0. 0.4 – ––– 2.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 38 b) Sendo a velocidade constante.30(N) = 30.0 . a ⇒ a = 7.5 (N) = 30N (3) Força resultante que A aplica em B: 2 2 F AB = N2AB + Fat AB a) 1) Fmola = k x = 1.0 .0 .0a 2.0 .50 . cos 37º = Pt + Fat c) Fat AB = ␮E NAB ⇒ 30 = ␮E 40 Respostas: a) 7.0N 3) Fmola .0 . 0.0N 5) h –––– = ␮e ⇒ R h = ␮e R a) (1) Força de atrito que o chão aplica em A: Fat = ␮ (PA + PB) 3) O volume máximo é dado por: Fat = 0.0N Respostas: a) ver figura b) demonstração c) T = 6.75 30.0N 6) 1) Na situação de volume máximo.0 = 3.4 .0N FAB = 50 N 2) Pt = P sen 37º = 20.0 + 30. 10.0 = 3.4 – 0.0 .

comprimida 10) Quando F for máxima.5 a ⇒ a = 3.50 .0 .6m/s2 b) 2.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 39 c) Fat = ␮E FN 1) Na direção y: FN cos ␪ = Fat .25 . 4. 0.16N O sinal de menos indica que a força T é dirigida para cima e portanto o bloco A reage sobre a haste para baixo e ela está sendo comprimida por uma força de intensidade 0.0 FN cos ␪ = ␮E FN sen ␪ + P ␮E  0.0N c)  0.35 Respostas: a) 12. 0.a S Pt – Fat = M a 5.40 .0 .40 + T – 0.5 .44 T = – 0. 3. 1.a Lei de Newton para o sistema A + B: FÍSICA A 3.0 .8 = 0. 0. a tendência do bloco é escorregar para baixo e a força de atrito será dirigida para cima A Fat = ␮B mB g cos 37° = 0.a Lei de Newton para o bloco A: Pt + T – Fat = mA a A A 4.0 = ␮E 34. Respostas: a) 3.60 – 1. a força resultante é nula e a força aplicada pelo plano vai equilibrar o peso do bloco: Respostas: a) ––––––– 3 9) FN (sen ␪ + ␮E cos ␪) = Ma (2) a (2) sen ␪ + ␮E cos ␪ ––– : ––– = –––––––––––––– g (1) cos ␪ – ␮E sen ␪  sen ␪ + ␮E cos ␪ a = g –––––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪ F = P = 20N  3 FN sen ␪ + ␮E FN cos ␪ = Ma 3) PFD (M + m) : b) 20N a) (1) Força de atrito nos blocos A e B: Fat = ␮A mA g cos 37° = 0.80 = 0.6 FN .80 = 1.80 (N) = 0.16N.80N   sen ␪ + ␮E cos ␪ Fmáx = (M + m) g –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪  Quando F for mínima. FN (cos ␪ + ␮E sen ␪) = Mg (1) FN sen ␪ – ␮E FN cos ␪ = Ma FN (sen ␪ – ␮E cos ␪) = Ma (2) a (2) sen ␪ – ␮E cos ␪ ––– : ––– = –––––––––––––– g (1) cos ␪ + ␮E sen ␪ (sen ␪ – ␮E cos ␪) PFD (M + m) : Fmín = (M + m) g ––––––––––––––– cos ␪ + ␮E sen ␪ Resposta:  sen ␪ + ␮E cos ␪ Fmáx = (M + m) g –––––––––––––– cos ␪ – ␮E sen ␪  e (sen ␪ – ␮E cos ␪) Fmín = (M + m) g ––––––––––––––– cos ␪ + ␮E sen ␪ – 39 . 0. a ⇒ 1.2 = 0. cos ␪ + ␮E FN sen ␪ = Mg 2.16N.80 (N) = 0.35 FN (cos ␪ – ␮E sen ␪) = Mg (1) 2) Na direção x: 8) a) Pt = Fat P sen ␪ = ␮ P cos ␪  3 ␮ = tg ␪ = tg 30° = ––––– 3 b) Sendo a velocidade constante.40N B (2) 2. a tendência do bloco é escorregar para cima e teremos.6m/s2 b) 0. sen ␪ + P 12.0 .0N b) 34.60 + T – 0.

102 N → → R 4π 2 m f 2 R ––––––––– = ––– ⇒ T  → F = 1.0 (N) = 1.0 –––– 5 –– 8 b) T = 4π 2 m f 2  d) n = 2 B FN + P = 2FN – P FN = 2 P 4) Para o equilíbrio do bloco B. 16.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 40 q MÓDULO 5 1) 6R –––– =  18R2 g d =  3g R .0 .0 (N) = 5.0 . ––– ⇒ h 4π 2) FÍSICA A 3. R Tx c) tg ␪ = ––– = ––– Ty h g –––– ␮R Respostas: a) ␻mín = 103 T = 4π2 m f2  → i + 5. 103 i + 5.0 . temos: T = PB = mg m V2 Em (1): ––––– = 3mg ⇒ V =  3g R R b) 1) Cálculo do tempo de queda do pacote: ␥y ⌬sy = V0y t + ––– t2 (MUV) 2 g 2 3R = 0 + ––– 2 T ⇒ T= 6R –––– g 2) Cálculo do alcance horizontal: ⌬sx = Vx t (MU) 40 – a) Na condição de rmáx. 2π Respostas: a) Fcp = 4π 2 m f 2 R c) Demonstração  10. 102 k (N) → b) F = 1. o bloco A tende a escorregar radialmente para fora da curva e a força do atrito estática será dirigida para o centro da curva.6 . 103 N Fz = Fat = mg = 50.6 . T + Fat = Fcp = m ␻2 r mg + Fat = m ␻2 r Para r = rmáx ⇒ Fat = Fat mg + ␮E mg = m␻2 rmáx máx = ␮E mg . 102 R 4π 2 m f 2 R –––––––––– = ––– mg h → k (N) g 1 f 2 = –––2 . a) 1) Fat = P = mg d = 3 2R 2) FN = Fcp = m␻2 R Respostas: a) V =  3g R 3) Fat ⭐ ␮ FN b) d = 3 2R mg ⭐ ␮ m ␻2 R 3) ␻2 a) g ⭓ ––––– ␮R 2) Tx = Fcp = m␻2 R = m 4π2f2R g –––– ␮R ␻⭓ Fcp = 4π2 m f2 R g –––– ␮R ␻mín = 1) Ty = P = mg b) R Tx sen ␪ = ––– = ––– T  b) Fx = FN = m␻2 R = 50.6 .a S a) No ponto B: Fcp = FN + P (1) n 1 d) ––– = ––– Δt 2π B No ponto A: Fcp = 2 FN – P (2) Como o movimento é circular e uniforme: A  g ––– h n 1 ⇒ ––– = ––– 3.0 6 n=2 A Fcp = Fcp  g ––– h 1 f = –––– .0 .0 . 2. 10.0 .

01 gA ␻2r – [␻ 2 (r – h)] < 0.5 + 1) 10.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 41 (0.a S gA = ␻ 2 r gB = ␻ 2 (r – h) gA – gB < 0.d b) demonstração 6) rmín = 0.0m r > –––––– 0.01 r ⇒ r > –––– 0.0 ␻2 Respostas: a) demonstração L cos␪ ––––––– g T = 2π c.5) 10.q.q.60m b) Na condição de rmín.0 (1 – ␮E) g ⇒ rmín = –––––––––––––– (m) rmín = ––––––––– 25.20m Respostas: a) rmáx = 0.01 r mV2 2) Tx = Fcp = ––––– R h h < 0.d 7) 2π R ⌬s b) V = –––– = –––– (2) T ⌬t R Da figura: sen ␪ = –––– ⇒ R = L sen ␪ L a) Fat = P = mg FN = Fmag Fat ⭐ ␮E FN mg ⭐ ␮E Fmag mg Fmag ⭓ ––– ␮E – 41 . em que m é a massa da pessoa e x a distância do ponto considerado ao centro de rotação: Pap = m gap = m ␻ 2 x gap = ␻ 2 x FÍSICA A 3. –––––– –––––––––– 2 T cos ␪ 4π2 L cos ␪ T2 = –––––––––– ⇒ g T – Fat = Fcp = m ␻2 r mg – Fat = m␻2 r Para r = rmín ⇒ Fat = Fat = ␮E mg máx mg – ␮E mg = m ␻2 rmín (1 – 0.01 mV2/R tg ␪ = ––––––– mg r > 200m rmín  200m V2 tg ␪ = ––––– gR Resposta: 200m  V = gR tg ␪ (1) c. sen ␪ 4π2 L sen ␪ = g .01 Tx 3) tg ␪ = ––––– Ty 2.01 ␻ 2 r a) 1) Ty = P = mg r – r + h < 0. o bloco A tende a escorregar radialmente para o centro da curva e a força de atrito estática será dirigida para fora da curva.0 ␻2 (1) = (2) 2π R g R tg ␪ –––– =  T 4π2 R2 = g R tg ␪ –––––– T2 rmáx = 0.60m b) rmín = 0.20m 5) A gravidade é provocada pela força de inércia centrífuga que vale m␻2 x.0 (␮E + 1) rmáx = –––––––– g ⇒ rmáx = –––––––––––––– (m) 25.

0 (m/s) ⇒ V1 = 2.0m 2 6. 16.0)2 (m) ⇒ h = 4. d . 10 mg Fmag (mín) = –––– = –––––––––––– (N) 0.5 .0 (m/s) ⇒ 8) → → a) ␶F = F   d  cos 0° d) ␶F = 49 .12 N F = 630N b) PFD (bloco): F = M a2 2) ␶at = Fat . 2.0m/s Respostas: a) 2.80 ␮E H = 2␮d Resposta: H = 2␮d Fmag (mín) = 0.0m/s Procedimento 1: TEC : ␶atrito = ⌬Ecin b) 1.0 .0m/s2 c) 2.0 .0 (J) 2 2 ␶i = 2400 + 120 + 5040 (J) FÍSICA A 3. 3.50 . 0.4 . 0.0 .0 + ––––– . 103 J Respostas: a) 147 J b) 7.0N b) 1) O trabalho de atrito é dado por: → → ␶at = | Fat | | d | cos 180° ⇒ ␶at = 50.20 N = 0. (–1) (J) ␶at = –2. 4.25 N b) 1) Fat din Fat din = ␮D FN = ␮D Fmag 11) a) PFD (atleta): F – P = m a1 F – 600 = 60 .56kJ m V02 ␮C mg d (–1) = 0 – ––––– 2 12) a) A intensidade da força de atrito é dada por: V02 ␮C = ––––– (1) 2 gd Procedimento 2: Fat = Fcp m V02 ␮E mg = ––––– d V02 ␮E = ––––– (2) gd Comparando-se (1) e (2) resulta: ␮E = 2 ␮C 10) TEC: ␶total = ΔEcin ␶P + ␶at = 0 mg H – ␮mg 2d = 0 42 – Fat = ␮ FN ⇒ Fat = 0.0 ␶F = ––––––––––––– (J) 2 ␶F = 225J . 10 –1 N b) –2.0 147 = ––– V2 2 V2 = 49 ⇒ V = 7. 10 –2 J V2 = 1. 100 (N) ⇒ Fat = 50.0 + ––– .0 m/s 60 630 ␶i = 600 . 10 –3 .50 h = ––––– (4.56 .50 ⇒ = 0. 4.a S ␶i = 7. cos 180° 630 = 630 a2 ⇒ ␶at = 0. (–1) (J) ␶at = –100J → 2) O trabalho da força F é medido pela área sob o gráfico (F x d): (150 + 75) 2. 4. 0.60 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 42 20 .20 .50 .4 .12 .0 (J) ⇒ ␶F = 147 J b) TEC: ␶F = ⌬Ecin mV02 mV2 ␶F = ––––– – –––––– 2 2 ␶i = ΔEmecânica m V12 M V22 ␶i = m g h + ––––– + ––––– 2 2 ␥ h = h0 + V0 t + –– t2 2 0. 4.0m/s2 c) V = V0 + ␥ t V1 = 0.0 m/s Respostas: a) 630N 9) V2 = 4.0m/s d) 7. 10 –2 J a2 = 1.0m/s e 4.

10 . ––––– (N) 8.6 Potf = 3.0 . 103 .0m = 60m – 43 . 20. então Pot’U = 3 PotU e o aumento foi de 200% Respostas: a) 30m Respostas: a) 3. 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 43 3) O trabalho total é dado por: ␶total = ␶F + ␶at 2) TEC: ␶motor = ⌬ Ecin ␶total = 125J carro m Vf2 m V02 ␶motor = ––––– – ––––– 2 2 c) O módulo da velocidade (V) é calculado pelo teorema da energia cinética: 1.0kN b) 1. 104 W b) 3. 10 . H ⇒ Pot’U = F’at .5 .4 . 103 N c) 6. 50 (W) ⇒ PotU = 1. 103 . Vlim 120kWh E b) PotC = ––– ⇒ PotC = –––––––– ⇒ PotC = 2. 10 4 W 1) ⌬V b) PFD: FR = ma = m –––– ⌬t 20.0 .0 Fat.0 . 0.0 FR = 3.0 FR = 1. 103 J = 2.0 .0 125 = –––– V2 ⇒ 2 a) 1) Cálculo do trabalho: ␶motor = 240 . 103 . 103 . 105 W c) 200% H = 30m 4) b) 2.0 .0 . 103 (N) Fat m3  Z = 1000 ––– = 1.0kW a) Sendo a massa do contrapeso igual à do elevador vazio. teremos: 2 Fat = F = 1.2 (50)2 (N) Potf = 6.5 .40 ␩ mgH Vol ␶P 2) PotM = –––– = –––––– = ␮ ––––– gH Δt Δt Δt ’ = Pt + F Fat PotM = ␮ Z g H ’ = Mg sen ␪ + F Fat ’ = 1.0 . 103 N Fat 300 . 10 4 W Fat = 3. 105 J 2) Cálculo da potência média: V = 5.0 . 104 W PotE a) 1) ␩ = –––––– PotM 120kW PotE PotM = –––––– = –––––– = 300kW 0. 10 3 N b) PotU = Fat Vlim PotU = 3. 10 5 W 3) c) FÍSICA A 3. 103 ␶motor = –––––––– (20.0)2 (J) 2 mV2 mV02 ␶total = ––––– – ––––– 2 2 10.0 (W) Fat = 1. 10 3 N a) Ao ser atingida a velocidade limite.60 + 3.4 .0 .0 . 1.a S Respostas: a) 3.0kW 60h Δt Como F’at = 3.0 ––– s s ’ = 9. 105 J ␶motor = ––––––––– Potm = –––––– 8.0m/s Respostas: a) 50.2 .0 . 103 .2 .0s ⌬t c) 5.0m/s q MÓDULO 6 Potm = 3.0 .0N b) 125J 2.2 Vlim c) Potf = F Vf 180 Vlim = 180km/h = –––– m/s = 50m/s 3.0 . a energia consumida é usada apenas para elevar as pessoas de uma altura H = 20 .0 . 103 = 1.

103J 192 .4 .60 m TB = 80.80 Ec ⇒ mg ΔHCG = 0. ␶ ␶ ␩ = –– ⇒ E = –– = –––––––––– ⇒ 103J ␩ E 0. 103W Δt 30s 40 – h = 16 Pot = 8.0 .0 . 105J b) 8.25 (m/s) VB = 5.0 – 4.0kW h = 24m Respostas: a) 2. 10–2 8.4 .0 + ––––––––– 1.0kW Resposta: 24m q MÓDULO 7 1) 3) a) a) Usando-se a conservação da energia mecânica: Eelástica = Ecin → P = peso da esfera → TB m V02 k x2 –––– = –––––– 2 2 V0 = x k –– m b) = força de tração aplicada pelo fio EB = EA (ref.0m/s VB =  b) Para um referencial na pista horizontal.0 N Respostas: a) 4. 103 –––––––– (m/s) 0.00 = 0.0 m b) 0. 50 2 44 – mVB2 ––––– L 4) a) vide desenho b) 5.0 . temos: m V02 m V12 = –––––– +mgh –––––– 2 2 c) TB – P = Fcp = B 16. Pot = –––– = –––––––––– ⇒ Pot = 8.80 Ee = 0. 105J (2) Fe = P b) Sendo a velocidade constante. 10. 80 .4 . uma pequena parcela de energia cinética de Yelenita no ponto mais alto de sua trajetória e em energia térmica (energia mecânica dissipada internamente na vara e devida ao efeito do ar). Energia potencial elástica da vara é transformada em energia potencial de gravidade de Yelenita. 60 (J) = 192 . ––––– 2 10.5 h = 0. 25.a S 2g (L – h) =  2 . temos: k (H – h – L) = mg H H 60 V = –––– ⇒ Δt = –––– = –––– (s) = 30s Δt V 2.60 m Respostas 2) (1) EB = EA (referência em B) k x2 –––– = m g H 2 k .0 175 ––––– (50 – h – 10) = 700 4 105J E 2. 10 . em A) V0 = 2. 1.0 (N) TB = 30. 10 . 4.0m/s b) 1.0m/s c) 80.0 .0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 44 ␶ = Epot = m g H ⇒ ␶ = 4 .0m/s FÍSICA A 3.40 V02 ⇒ V02 = 100 ⇒ V0 = 10. 1600 ––––––– = 70 . .0 .0 V02 – V12 h = ––––––– ⇔ h = ––––––––– (m) 20 2g 3.80 .80 700 175 k = –––– N/m = –––– N/m 16 4 E = 2.20 mVB2 ––––– = mg (L – h) 2 V0 = 4. Energia cinética do sistema “Yelenita + vara” é transformada em energia potencial elástica da vara.0N mV02 a) ΔEp = 0. 2.

2 cos ␪ = ––– = 0. vB = 4.0   2 vB g + ––– R  (N) TB = 560N c) 3. Na queda. 10 . toda a energia mecânica está na forma elástica. ⌬t 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 45 vB =  2gh =  2 .0 10 + –––– 4. 0. a energia mecânica de Yelenita (potencial + cinética) é transformada em energia cinética com que chega ao solo e em energia térmica devida ao trabalho negativo da força de resistência do ar. 0. V ⇒ V = 30m/s 2 m vB ––––– = m g h 2 Respostas: a) 20 N b) 30m/s – 45 FÍSICA A 3.8 (N) TA = 320N b) k = 480N/m L0 = 20m Respostas: a) 4. Na posição A. 102N.0 .a S P = 8. EB = EA TA = Pn = P . a resultante centrípeta é nula e.10 .0 = 0.8 (m/s) 3.0m/s 6) 1) a) b) 560N c) 320N EB = EA (referência em B) q MÓDULO 8 1) a) TI: I = Fm . 103 ⇒ k = 480N/m 2 2 Respostas: a) P = 8. Isto significa que o comprimento natural da corda é L0 = 20m. 30 2) A energia elástica começa a ser armazenada a partir do valor y = 20m.8 4. portanto: b) Quando a pessoa atinge o ponto B.0 = Fm . cos ␪ (referência em B) kx 2 k ––– = mg H ⇒ ––– (10) 2 = 24 . TA = 400 .15 ⇒ Fm = 20 N b) I = ⌬Q = m V – mV0 3. 103 = P .0 . a velocidade é nula.0m/s b) 5) TB – P = Fcp 2 m vB TB = mg + ––––– = m R TB = 40  16.0 a) 1) A energia potencial gravitacional para y = 0 é dada por U=mgH 24 . tomado como referência. 10 2N . 0.

0.5 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:18 Página 46 2) a) 4) a) 1) Conservação da energia mecânica antes da colisão: Ei = Ef (ref.3) ––––– = 60 . 102 J ⇒ 102 R gR 2m 2 2mgH = ––– V2 ⇒ 2gH = ––– ⇒ H = ––– 4 2 2 1. 103 J Respostas: a) ␶R c) Potm = –––– ⇒ Potm = 1.75 .9 102 W ⌬t 2 d) Pot1 = F1 . 102 N .20 2 0.5 . 102 = 1.5 .50 ’ ⇒ V B = 0. 5.25m/s Vrel = VB’ – V’A = 0. 102 W d) 2. 0. V1 ⇒ Pot1 = 50 .9 .5 . 102 .9 kJ c) 1. 102 – 5.9 + 0.0m/s (ref. isto é.6 Fmáx = 12 Fmáx = 20N Respostas: 46 – 1) Qapós = Qantes a) Va = 0.20m/s b) Fmáx = 20N (1) 2) Vaf = 0. 102 W FÍSICA A 3. 10 W 5)  gR ––– 2 R b) –– 4 a) Na 1.0 (W) ⇒ Pot1 = 2. ⇒ ␶R = ––––––– (5.20m/s N b) I = área (F x t) = ΔQ = maVa Fmáx (0.0m/s b) 1. a velocidade relativa vai-se reduzindo à metade e após um número muito grande de colisões ela tende a zero.50 (2) (1) + (2) : 2VB’ = 1.5 . s) ⇒ IR = 7.0 .75 + V’A = 1.0)2 (J) 2 ␶R  1.5 Vap VB’ – VA’ = 0. o astronauta e o painel formam um sistema isolado e haverá conservação da quantidade de movimento total: → → Qapós = Qantes → → → → → Qa + QP = 0 ⇒ QA = QP ma Va = mP .0t (SI) Qapós = Qantes 1) IR = área (F x t) 10 IR = (100 + 50) ––– (N . no solo) b) TEC: ␶R = ⌬E cin ⇒ ␶R = m V12 –––––– 2 ␶R = 18.50m/s b) Em cada colisão.75m/s ’ Em (1) : 0. s 2 2mV2 = mV1 ⇒ 2) TI : IR = ⌬Q = m V1 gR ––– 2 Ef = Ei V1 = 5.5 .a colisão: a) 5.15 V’B + V’A = 1.00 ⇒ VA = 0. VP mVB’ + mVA’ = mVA 60 Va = 80 .9 . no solo) mV12 mgR = ––––– ⇒ V1 =   2gR 2 2) Conservação da quantidade de movimento no ato da colisão: FR = 1. as velocidades do carro e do vagão tendem à igualdade: . V1 Respostas: V1 = V2 = ––– 2 a) No ato de lançar o painel.a S 3)  b) Conservação de energia mecânica após a colisão: 7.00 Va = 0.

é da ordem de 2.a S 6) GM T2 –––––– 4π2 Fcp = FCA + FBA A GMm Gmm m ␻ 2 r = –––––– + ––––––– r2 4r2 4 GM + Gm Gm GM ␻2 r = –––– + –––– = ––––––––––– 2 2 4r2 4r r 2π G (4M + m) = ––– ␻2 = ––––––––––– 3 T 4r   2 Respostas: a) Demonstração 4 b) VA = ––– V0 5 T –––– = 2π 4 r3 –––––––––– G (4M + m) – 47 . b) O ano de Mercúrio é mais curto que o terrestre. de acordo com a escala apresentada.7)3 (1) 3 –––– = ––––– 2 12 TP Q2f = QA2 + QB2 = Qi2 2 TP = (2. ––– V0 ⇒ 5 3 r= 3) 3 VB = ––– V0 5 4 VA = ––– V0 5 GM –––– R 4 π 2 r2 r3 GM GM –––– = ––––––– ⇒ ––– = –––– 2 T T2 r 4π2 (2) 16 VB + 9 VB = 15 V0 V= GM 2 π r –––– = –––– r T b) V = 3 4 VA . VBA = 0. ––– + VB . haverá conservação da quantidade de movimento total.7)3  20 ⇒ TP = 2  5 anos m2 VA2 + m2 VB2 = m2 V02 TP  4. ––– = V0 5 5 2) Conservação da quantidade de movimento na direção y: m VA cos 53° = m VB cos 37° 4 VA = ––– VB 3 GMT2 r3 = –––––– 4π2 3 4 (2) em (1): 4 . o período T é função crescente do raio médio da órbita. mVB2 mVA2 mV02 –––––– + –––––– = –––––– 2 2 2 Como RMercúrio < RTerra ⇒ Esta expressão revela que a energia cinética final é igual à inicial. ––– VB + 3 VB = 5 V0 3 25 VB = 15 V0 ⇒ 3 4 VA = ––– . vem: 3 a) V’B = 0.50m/s 2 Respostas: a) O raio médio da órbita do hipotético planeta. b) (1) Conservação da quantidade de movimento na direção x: m VA cos 37° + m VB cos 53° = m V0 4 3 VA .75m/s. comparando-se a Terra com o planeta hipotético.a Lei de Kepler. ––– 5 5 3 V A = 4 VB ⇒ Respostas: a) Aproximadamente 4.4 anos terrestres m Dividindo-se por ––– : 2 b) De acordo com a 3. Isto é: o ano de Mercúrio é menor que o ano da Terra. RT = 1ua e TT = 1a a) O sistema é isolado e. o que demonstra ser elástica a colisão. (2. ––– = VB .50m/s 3 RP RT –––– = –––– 2 2 TP TT b) 0.50m/s RP = 2.4 anos terrestres. a) FG = Fcp mV2 GM m = –––– ⇒ –––––– R R2 4 VA + 3 VB = 5 V0 (1) (2) TMercúrio < TTerra FÍSICA A 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 47 q MÓDULO 9 ’ = V’ = V VA B Qfinal = Qinicial 1) 2mV = mVA VA V = –––– = 0.7ua.7 ua. Aplicando-se a 3ª Lei de Kepler. portanto.

6 .0 (eV) ⇒ Aplicando-se a Equação de Torricelli: 2 2 Resposta: 5. temos: 100 2n = –––––– = 32 ⇒ 3.5 . 1012m n=5 2) Δt = nT = 5 .27 anos = 26.25(m) ⇒ dmáx = 7. 5.6 .5 .a S 5) 3. 10–10 ␭máx 1 e V = 1.5 . como a elipse é uma figura simétrica. vem: a) Sendo g = ––––– R2 2) Ec = hf – ␶ 2 –––– R  MM gM –––– = –––– gT MT RT c Ec = h –– – ␶ ␭ M gM 1 = –––– (2)2 ⇒ –––– 10.125 . 3.5 = –––––– ––– = ––– VA dmín 4. 1012m dmáx = 6.0 . m0 1) m = ––– 2n m0 = massa inicial do material radioativo m = massa final do material radioativo após n meias-vidas Portanto. 1012m b) Tanto no periélio como no afélio.5 Respostas: a) dmín = 4. o raio de curvatura R. a força gravitacional aplicada pelo Sol é exclusivamente centrípeta.1 eV .6 . 10 –34 .0m/s2 hc E’c = 2 ––– – ␶ ␭ b) Cálculo da altura máxima atingida em função da velocidade inicial: E’c = 2 . Respostas: a) 4. 10–2 = 2–n m0 b) 30.0 eV b) EC máx EC máx = hf – ␶ hc = ––– – ␶ ␭ ␶  4.0 – 1.0eV VB = VA + 2␥ Δs 0= 2 V0 + 2(–g) H 2 V0 H = –––– 2g 2) HM 10.0 .35 anos dmín = 6. 3.0 – ␶ 4) ␶ = 1. 1012 . 10 –19J 3000 . 10–19 ␶ = ––––––––– (eV) ⇒ 1.0m m ––– = 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 48 T = 2π 4 r3 –––––––––– G (4M + m) T = 4π r3 –––––––––– G (4M + m) q MÓDULO 10 1) 1) Ec = Ef – ␶ 2.0 10 hc E’c = ––– – ␶ ␭ ––– 2 gM = 4. no periélio e no afélio.75 (m) ⇒ dmín = 4. tem o mesmo valor.0 .0 HT gM FÍSICA A 3. 10–19J Vp 5 VP 15/2 15 = –––– = ––– ⇒ –––– = ––– ––– 3 V 9/2 VA 9 A 6.35 anos VP dmáx 7.0 HM gT = –––– –––– ⇒ ––––– = –––– ⇒ 12. 1.0m/s2 E’c = 5.0 4. 0. 3) a) EC = h f – ␶ EC = 0 ⇒ h fmín = ␶ c c = ␭ f ⇒ fmín = –––– ␭máx hc 6.5 . 108 ␶ = –––– = ––––––––––––––––––– (J)  6. 1012m.0 eV GM .125 dmín = R – e R = R (1 – e) dmáx = R + e R = R(1 + e) FG = Fcp  GMR GMR GMm mV2 ⇒ V = ––––––– = ––––– ⇒ V2 = ––––– ––––– 2 2 d R d d Observar que. 10–19 Vp 5 b) –––– = ––– 3 VA 48 – Resposta: 26.125 Dado: m = ––––– m0 100 HM = 30. dmáx = 7. H é inversamente proporcional a g.6 .0m a) Da figura.6 . 1012 .0 = 3.

10–19 – 6. (L T –1)z Às 12h30min.6 .o nível) b) vide figura c) 10. A conversão para a escala Fahrenheit é feita através da expressão: ␪F – 32 ␪c ––– = –––––––– 9 5 fundamental – 2.2 .09 eV.6 .09eV 5) [F] = [␩]x [R]y [V]z MLT–2 = (ML–1 T –1)x .1 eV – 3x + 2y + z = 1 Respostas: a) 4. 68.2 . temos: ΔV = V0 ␥ Δ␪ Ah = V0 ␥ Δ␪ A .4ºF b) Na dilatação do mercúrio. (39 – 37) A = 1.5°C.09 eV fundamental – x=1 z=2 y=1 q MÓDULO 11 fundamental – 1.o nível: 12. 108 = ––––––––––––––––––– – 6. Fazendo-se a conversão para a escala Réaumur.20 eV e 12. 10–34 . 10–19 (J) M L T–2 = Mx L–3x + 2y + z T–z x=1 = 6. 3. 10–4 .4 = ␪F – 32 b) ␪F = 100. 10–10 EC máx EC máx [F] = [ρ]x [A]y [V]z M L T–2 = (M L–3)x (L2)y (L T–1)z = 13.4ºF No gráfico.09eV (2. supondo que o vidro não dilatou.2 .75 eV ␪F – 32 38 ––– = –––––––– 5 9 Podem ser absorvidos as fótons com energia de 10.20 eV (1. a temperatura do paciente era 37.o ⇒ Resposta: nível: 12. z = 1 Resposta: 30°R 3) a) O fluxo de calor é de A para B. 10–4mm2 c) As energias dos fótons emitidos são as mesmas dos fótons absorvidos: 10. 1.2 eV 3.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 49 EC 6. sua energia deve coincidir com aquela de um salto quântico.o nível: 10.o nível).5 ␪R –––– = ––––– 80 100 –x + y + z = 1 (1) –x – z = –2 (2) ␪R = 30°R Em (2) –1 – z = –2 ⇒ z = 1 Em (1) –1 + y + 1 = 1 ⇒ y = 1 Resposta: x = 1.20eV (1.0 . pois o fluxo de calor tem sentido do meio de maior temperatura para o de menor temperatura.8 .o nível) e 12. 10–19J  4. – 49 . Ly . y = 1. 10–19 (J) máx 1500 .1 eV a) Para o fóton ser absorvido.6 .6 . 10–4mm2 Respostas: a) 100. vem: MLT–2 = Mx L–x + y + z T– x – z Identificando-se os expoentes: ␪R – 0 37.20eV e 12. Respostas: a) fótons com energia de 10. 18 = 6 .a S 2) b) 1. isto é. temos: FÍSICA A 3.o nível) e 12.5 – 0 –––––– = –––––––– 80 – 0 100 – 0 x=1 37. diferença de energias entre dois níveis: –z=–2 1) a) O termômetro indica a temperatura de 38ºC.1 eV 4) 6) b) 4.09 (2.

0 .0cm ΔL = –––––––– 50 b) Lei de Fourier Q C S Δ␪ ⌽ = ––– = –––––– Δt L 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 50 A imagem projetada é invertida. temos: q MÓDULO 12 1) a) Utilizando-se o balanço energético. Dobrando-se a espessura do vidro da janela. C–1 ⌽’ = 352 W Resposta: 2. 10–5 °C–1 4 ␪ = 1600 – 16 ␪ ⇒ ␪ = 80°C Respostas: a) 40.0cm3 c) 2. temos: Qcedido + Qrecebido = 0 (m c Δ ␪)água quente + (m c Δ ␪)água fria = 0 mq c (50 – 100) + mf c (50 – 25) = 0 25 mf = 50 mq mf = 2mq Respostas: a) 80°C b) ver gráfico 5) Mas: m ␮ = ––– ⇒ m = ␮ V V 1) Cálculo do aumento linear produzido pela lente esférica.0 . Assim. temos: ΔL = L0 ␣ Δ␪ 2.5 . K2 A Δ␪2 K1 A Δ␪1 –––––––– = –––––––– L2 L1 temos: ΔV = V0 ␥ Δ␪ 2. 2) Se a imagem aumenta de 1.a S ␥ = 2.80 .0cm3 b) 2. 1.0cm. 250 ␣ = 2. 10–2 ⌽ = 352 W ΔL = 2. 10–5 . 1.5 .5 .0cm3 b) Cálculo da dilatação volumétrica do frasco: ΔVf = ΔVg – ΔVap K A Δ␪ ⌽ = –––––––– L ΔVf = (40. o resultado dessas duas ações é manter o mesmo fluxo. ␥ .0 (100 – ␪) 0.0 . Assim: – p’ A = ––– P ␮Vf = 2 ␮ Vq Como: 50 – Assim: – D = – 150cm A = ––– –––––––– 3cm d Vem: A = – 50 2Vq + Vq = 1 Vf + Vq = 1 . 10–5 °C–1 Respostas: a) De A para B b) 352 W c) 352 W 4) a) 6) a) Cálculo da dilatação real da glicerina.0 .0 .0 – 38.0 = 1000 .0 . o fluxo dobra.0 . 0. 10–2 = 4. 10–3 (100 – 20) (cm3) No regime estacionário vale a relação: ⌽1 = ⌽2 Os fluxos através das barras 1 e 2 são iguais.0) cm3 ΔVf = 2. com tamanho 50 vezes ao objeto. (22 – 0) (W) ⌽ = ––––––––––––––––––––– 5. 3) Aplicando-se a equação da dilatação linear. o objeto correspondente aumenta: 1.0 . 10–2cm c) Dobrando-se a área da janela.4 (␪ – 0) –––––––––––– = ––––––––––– 10 16 FÍSICA A 3. ΔVg = V0 ␥g Δ␪ ΔVg = 1000 .0cm3 vem: c) Aplicando-se a dilatação volumétrica para o recipiente. ␣ . Utilizando-se a Lei de Fourier: ΔVg = 40. (100 – 20) 1. 10–5 °C–1 b) Representando os valores em um gráfico temperatura (␪) x comprimento (L). o fluxo de calor se reduz à metade.

0 . 10–3 .0 (2 – 22)] (cal) Q = (–7920 – 420 000) (cal) 2 Vf = —— 3 b) Usando-se a equação fundamental da Calorimetria.80 cal/g°C Assim: Respostas: a) 38°C b) 0. 104 . 103. procure exercitar a criatividade do aluno.5 . 60 .80 cal/g°C 3) 2 – Refrigerante m d = ––– ⇒ m = d V V 1cm3 Mágua V(cm3) Como cada 44 g de CO2 ocupam 22.18 · 103 · 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 51 1 Vq = —— e 3 mR = 1. b) Em uma altitude maior. – 427 920 + 2m + 80m + 2m = 0 Qcedido + Qrecebido = 0 84m = 427 920 (m c Δ ␪)quente + (m c Δ ␪)frio = 0 m  5094g 300 .01 g Mágua = V · 0.0 . temos: 44 g de CO2 22.4 V = –––––––––  ⇒ V = 1018. Assim. Assim.1 .4  2000 g de CO2 V() 2000 · 22. 103 (100 – 25) (cal) 3 |Q| = 427 920 cal O sinal negativo indica que essa energia saiu das latas e do refrigerante. (2 – 0) = 0 2) 1) Cálculo da temperatura ␪. temos: Q=mcΔ␪ Q=␮VcΔ␪ 1 Q = 1. 0. A redução de pressão diminui a temperatura de ebulição.0 .0 .5 . Q = Qlatas + Qrefrigerante Q = (m c Δ ␪)latas + (m c Δ ␪)refrigerante Mas: 1 – Latas mL = 60 . 30g = 1800g 0. destinada a 45 alunos. 104cal b) Utilizando-se o balanço energético. ––– .a S 15°C. 350g = 2.01 (g) a) A água fria provoca condensação de parte do vapor existente no interior do recipiente.1 . o líquido volta a entrar em ebulição. Respostas: a) ver justificativa b) Diminuirá. 104 cal 2 1 Respostas: a) –––  e –––  3 3 b) 2. de 38°C para 5) Assim: Pot ⌬t = (Mgelo – m)Ls Q=mcΔ␪ 60 · 6 · 3600 = (Mgelo – 2000) · 648 –18 400 = (300 + 700) c (15 – 38) Mgelo = 4000 g –18 400 = –23 000 c 18 400 c = –––––––– (cal/g°C) 23 000 Mgelo = 4 kg b) A sublimação de 2 kg de CO2 “carrega” uma massa Mágua de vapor. 1. Dessa forma.0m.1kg ␪ = 38°C 2) No resfriamento de toda a massa líquida. 4) a) Cálculo da massa inicial Mgelo da barra: Respostas: a) 4 kg b) 10 kg q MÓDULO 13 1) Professor.01 (g) Mágua  10. c (␪ – 80) + 700 . deve ter área próxima de 50m2 e pé-direito (altura) de 3. a pressão atmosférica fica menor. c (␪ – 20) = 0 m  5. 104g Assim: Q = [1800 . Q = 2. Uma sala de aula típica. a ebulição do líquido ocorre em uma temperatura menor do que aquela no laboratório. o sistema perdeu 18 400cal .01 g/cm3.50 [0 – (– 4)] + m 80 + m . que representa 0.22 .18 · 103cm3 44 Portanto: Mágua = 1018. o volume de ar contido nessa sala fica determinado por: – 51 FÍSICA A 3.d’água. vem: Qcedido + Qrecebido = 0 – 427 920 + [(m c Δ ␪)gelo + (m LF)gelo + (m c Δ ␪)água] = 0 – 427 920 + m 0.1kg 3␪ – 240 + 7␪ – 140 = 0 10␪ = 380 Respostas: a) 427 920cal b) 5. (2 – 22) + 2. c = 0.18 · 103 g Mágua  10 kg a) Cálculo do calor cedido pelas latas e pelo refrigerante. 1. 1. Esse fato produz redução na pressão sobre o líquido.4 .

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 52

No final, o volume da parte A vale:
3L
VA = S –––
2
Assim, o deslocamento da parede diatérmica foi de:
2L
L
4L – 3L
Δx = S ––– – —— = ––––––––
3
2
6
L
Δx = –––
6
V = Ah = 50 . 3,0 (m3) ⇒ V = 150m3

1
2
Respostas: a) –– S L; –– S L
3
3
L
b) ––
6

Supondo-se que o ar se comporta como gás perfeito, pode-se
aplicar a Equação de Clapeyron:
pVM
m
pV = ––– RT ⇒ m = ––––––
M
RT
Adotando:
p = 1,0 atm, R = 0,082 atm /mol. K, T = 27°C = 300K,
Mar = 30% O2 + 70% N2 = 29,2 . 10–3kg e V = 150 . 103,

3)

a) Usando-se a equação da densidade volumétrica, temos:
m
␮ = –––
V
Assim:
M1
1,2 = –––––
⇒ M1 = 1800 kg
1500

calculemos a massa de gás contida na sala:
1,0 . 150 . 103 . 29,2 . 10–3 (kg) ⇒
m = ––––––––––––––––––––––––
m  178kg
0,082 . 300
Atenção que M(O2) = 32g e M(N2) = 28g
Resposta: 178kg

2)

b) Da Equação de Clapeyron, vem:
pV = nRT
m
pV = ––– RT
M
pV M
–––––– = mT = constante
R

a) No equilíbrio, as pressões exercidas nas faces da parede
diatérmica (que separa as porções de gás) são iguais:
PA = PB

Assim:

FÍSICA A 3.a S

M1T1 = M2T2

Como, a equação de Clapeyron garante que:

1800 . (27 + 273) = M2 (127 + 273)

nRT
P = –––––
V
temos:

1800 . 300
––––––––– = M2
400

nA R T
nB R T
= ––––––––
––––––––
VA
VB

Sendo nA = 2 nB, vem:

M2 = 1350 kg
c) Nas condições do item b, temos:

2 nB
nB
–––––
= ––––
⇒ V A = 2 VB
VA
VB

E – P = ma
␮ar g V – mg = ma
1,2 . 10 . 1500 – (1350 + 400) . 10 = (1350 + 400) . a

mas: V = S . h

18000 – 17500 = 1750 . a
500 = 1750 . a

Sendo S constante, temos hA = 2hB e hA + hB = L
2
Assim: hA = –– L
3
1
hB = –– L
3
Portanto:
1
2
VA = –– S L e VB = –– S L
3
3
b) No início os volumes são iguais.
L
VA = S –––
2

52 –

a  0,29m/s2
Respostas: a) 1800 kg
b) 1350 kg
c)  0,29m/s2
4) a)

A pressão exercida pelo gás, no êmbolo, é dada por:
F
p0 = ––– ⇒ p0A = kx0
A
Da equação de Clapeyron, obtemos:
pV = nRT

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 53

5)

Sendo V = Ah, temos:
pAh = nRT

a) A energia elétrica dissipada no resistor será fornecida ao
sistema na forma de calor.

nRT
pA = ––––
h

Ee = Q = P . Δt
Ee = Q = R i2 Δt = 5,0 . (0,10)2 . 600 (J)

Assim:

Ee = Q = 30,0J

nRT0
kx0 = ––––– (I)
h0

b) As forças de pressão do gás têm um valor F, em módulo,
igual ao peso do êmbolo mais a força aplicada pela
atmosfera sobre o êmbolo (F = 300N).

2 . 8,3 . 200
8,3 . 106 . x0 = ––––––––––
4,0 . 10–2

O trabalho ␶ das forças de pressão do gás será dado por:

x0 = 1 . 10–2m

␶=F.h

x0 = 1,0cm

␶ = 300 . 0,030 (J)

␶ = 9,0J

A variação da energia interna do gás nesse processo será
dada por:

b) A nova altura h do êmbolo é dada por:
3h0
3 . 4,0cm
h = –––– = –––––––––
2
2

ΔU = Q – ␶
ΔU = 30,0 – 9,0 (J)

h = 6,0cm
ΔU = 21,0J

Dessa forma, o êmbolo subiu 2,0cm fazendo a mola ficar
comprimida de 3,0cm (x = 3,0cm).
Usando-se a expressão (I) do item a, tem-se:
nRT
kx = ––––
h
2 . 8,3 . T
8,3 . 106 . 3,0 . 10–2 = ––––––––––
6,0 . 10–2
T = 900K

Respostas: a) 30,0J

b) 21,0J

q MÓDULO 14
1)

a)

Sendo o gás monoatômico, a energia interna é calculada
por:

FÍSICA A 3.a S

3
U = ––– nRT
2
3
ΔU = ––– nRΔT
2
3
ΔU = ––– . 2 . 8,3 . (900 – 200) (J)
2
ΔU = 17430J

Os triângulos BA’P e DCP são semelhantes; assim:

c) O trabalho realizado pelo gás na sua expansão transfere
energia para a mola. Assim:
2

kx 2
2

kx
0
␶gás = –––– – ––––
2

(48 – x) . 2 = x ⇒ 96 – 2x = x ⇒ 3x = 96 ⇒

8,3 . 106
2

␶gás = –––––––– [(3 . 10–2)2 – (1 . 10–2)2] (J)
8,3 . 106
2

␶gás = –––––––– (9 . 10–4 – 1 . 10–4) (J)
8,3 . 106
␶gás = –––––––– 8 . 10–4 (J)
2

b) Pela propriedade fundamental do espelho plano (simetria),
a distância da imagem A’ ao espelho é igual à distância do
objeto A ao espelho.
d = 25cm

d) A imagem formada é enantiomorfa ao objeto.

Da 1.ª Lei da Termodinâmica, temos:
Q = ␶ + ΔU
Q = (3320 + 17 430) J

FAE

Q = 20 750J
b) 17 430J

x = 32cm

c) A imagem formada no espelho é virtual (encontra-se atrás
do espelho), direita e de tamanho igual ao do objeto (10cm).

␶gás = 3320J

Respostas: a) 1,0cm

25
(48 – x)
––––––– = –––
x
50

c) 20 750J

Respostas: a) 32cm
b) 25cm
c) Virtual, direita e de mesmo tamanho
d) FAE

– 53

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 54

2)

O tempo de queda até este instante é t1, dado por:

a)

g
10
⌬s1 = ––– t21 ⇒ 3,2 = ––– t21 ⇒
2
2

t1 = 0,8s

A pessoa deixará de ver sua imagem de corpo inteiro no
instante em que a borda superior do espelho estiver a uma
altura equivalente a x + y = 175cm em relação ao nível dos
seus pés. Neste instante, a borda inferior do espelho estará no
nível dos pés da pessoa, tendo descido ⌬s2, tal que:
⌬s2 = 225cm + 180cm
⌬s2 = 405cm = 4,05m
Da semelhança entre os triângulos R’MN e R’OP, obtémse:
D
x
10
(⌬s + 1,0)
⌬s = 6,5m
––– = ––– ⇒ ––– = –––––––––
d
y
4,0
3

O tempo de queda até este instante é t2, dado por:
10 2
g 2
⌬s2 = ––– t 2 ⇒ 4,05 = ––– t 2 ⇒
2
2

Assim, o intervalo de tempo perdido é ⌬t, calculado por:

b) Como o movimento da garota G é retilíneo e uniforme,
temos:
⌬s
6,5
V = –––– ⇒ V = –––– ⇒
⌬t
10
Respostas: a) 6,5m
3)

⌬t = t2 – t1 = 0,9s – 0,8s ⇒

V = 0,65m/s ou V = 65cm/s

b) 65cm/s

No esquema seguinte, está determinado o campo visual para
que a pessoa “se veja” no espelho de corpo inteiro.

t2 = 0,9s

⌬t = 0,1s

Resposta: 0,1s
4)

FÍSICA A 3.a S

a) Nos espelhos planos, a imagem é simétrica ao objeto, em
relação à superfície refletora. Assim, inicialmente, devemos
determinar o ponto O’ (imagem do observador), simétrico
de O em relação à superfície do espelho.
A seguir, para avaliar os limites da região DE que o observador O consegue ver, através da porta, por reflexão no
espelho, devemos ligar o ponto O’ ao contorno periférico
da porta AB. O traçado dos raios que partem dos limites
D e E, da região visível da régua, e que atingem os olhos
do observador O está representado na figura a seguir.

Determinemos os valores dos comprimentos x e y indicados.
x
d
⌬ABC ~ ⌬DCE: ––– = ––––
H
2d
H
180cm
x = ––– = ––––––– ⇒
2
2

x = 90cm

y
d
⌬BFC ~ ⌬BEG: ––– = ––––
h
2d
h
170cm
y = ––– = ––––––– ⇒
2
2

y = 85cm

Durante o intervalo de tempo em que a pessoa vê sua imagem
de corpo inteiro, deve-se ter, a cada instante, um comprimento
x = 90cm de espelho inserto no campo visual mostrado na
figura anterior. O homem começa a ver sua imagem de corpo
inteiro a partir do instante em que a altura da borda inferior
do espelho, em relação ao nível de seus pés, é y = 85cm. Até
este instante, a borda inferior do espelho desceu ⌬s1, tal que:
⌬s1 = 225cm + 180cm – 85cm
⌬s1 = 320cm = 3,2m

54 –

b) Da semelhança entre os triângulos O’AB e O’ED, obtémse:
–––
AB
4
1
x
––––– = ––– ⇒ ––– = ––– ⇒ L = 1,5m
–––
6
L
y
ED
Cumpre salientar, no entanto, que a questão solicita uma
estimativa da distância L entre os pontos D e E e, portanto,
tal distância pode ser obtida pela observação direta da
figura.
Respostas: a) Figura

b) 1,5m

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 55

a) O espelho foi aproximado da pessoa para que i1 > i0.

6)

I) Primeira situação

a) Pelo que se pode notar da comparação entre as Figuras 1
e 2, há no espelho da Figura 1 uma redução na altura da
imagem, isto é, o carro apresenta-se “achatado” na direção vertical. Isso permite concluir que o retrovisor da
Figura 1 é convexo, como esquematizado a seguir.

b)
II) Segunda situação

A figura acima traz um esquema fora de escala da situação proposta. Os triângulos retângulos destacados no
esquema são semelhantes; logo:
x + 50
160
–––––– = –––– ⇒ x + 50 = 2000
50
4,0
x = 1950cm = 19,5 m
f
i
b) A = –– = –––––
f–p
o

Assim, o carro de trás está a 19,5 m do espelho ou a 19,0m
do motorista do veículo da frente (observador).

f
Assim: –––––– = r0
f – p0

Respostas: a) Espelho convexo
b) 19,0m do motorista ou 19,5m do espelho

f = f r0 – p0r0
p0r0 = f r0 – f

7)

f r0 – f
p0 = ––––––
r0

a) (1) Quando o objeto está posicionado entre o centro de curvatura e o foco principal, o espelho esférico côncavo
conjuga uma imagem real, invertida e maior.

f
–––––– = r1
f – p1
f = f r1 – p1r1
p1r1 = f r1 – f
f r1 – f
p1 = –––––––
r1
Sendo d = p1 – p0, temos:
Como a imagem é invertida e ampliada duas vezes,
temos: i1 = – 2o.
Aplicando a equação do aumento linear transversal,
obtemos:
i1
f
– 2o
f
––– = –––––– ⇒ –––– = ––––––
o
f – p1
o
f – p1

f r1 – f
f r0 – f
d = ––––––– – –––––––
r1
r0  

1
1
d = f 1 – ––– – 1 + ––– ⇒
r1
r0

Respostas: a) Aproximado  

1
1
d = f –––
– –––
r0 r1  

1
1
b) d = f ––– – –––
r0
r1

3
p1 = ––– f
2

(I)

– 55

FÍSICA A 3.a S

5)

C = –––– 2 nC O índice de refração de A em relação a C será: nA nB nA nA.C = –––– = –––– . Resposta: 40cm 56 – . Na direção da seção longitudinal.a S b) Substituindo f = 10cm em (I). FÍSICA A 3.B .C VC 1 Respostas: a) ––– 2 VA ––––– = 2 VC b) 2 10) Consideremos o esquema a seguir. 9) a) Os índices de refração relativos são dados por: nA 1 = ––– nA. obtemos: 3 3 p1 = ––– f ⇒ p1 = ––– . nB.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 56 (2) Quando o objeto se aproxima 10cm do espelho e se obtém novamente uma imagem ampliada duas vezes. portanto: R = 2 . não há inversão alguma. formando uma imagem virtual. como representa o esquema a seguir: A reta definida pelos extremos A e A’ corta o eixo principal e no centro de curvatura C.C = ––– 2 b) A razão entre os módulos das velocidades é o inverso da razão entre os índices de refração absolutos das substâncias: VA nC VA 1 –––– = –––– = ––––– ⇒ ⇒ –––– nA VC nA. portanto. O raio de curvatura R corresponde a quatro divisões e. direita e maior.C = ––– . 10 2 2 ⇒ p1 = 15cm Mas p2 = p1 – 10. em que um cartão contendo duas setas perpendiculares é colocado diante de um copo cilíndrico transparente cheio de água. concluímos que o objeto deve estar posicionado entre o foco principal e o vértice do espelho. R = 40cm. O vértice V do espelho é obtido ––– –– lembrando-se que CF = FV. (10) ⇒ R = 20cm Da qual: 1 nA. ––– 3 2 De acordo com a figura.B = –––– 3 nB nB 3 = ––– nB. Um observador posicionado do lado oposto do copo em relação ao cartão vai observar a imagem produzida pela lente cilíndrica convergente constituída pelo copo e a água.C = nA. observamos que: p2 = p1 – 10 i2 = 2o Aplicando novamente a equação do aumento linear transversal.C 1 3 nA. 5cm 8) A lente cilíndrica vai produzir uma imagem real e invertida apenas na direção da seção transversal da lente. portanto: p2 = 15 – 10 ⇒ Respostas: a) 20cm p2 = 5cm b) 15cm. vem: i2 f 2o f f + 20 ––– = ––––– ⇒ ––– = –––––––––– ⇒ p1 = –––––– (II) o f – (p1 – 10) 2 o f – p2 3 f + 20 (3) Igualando (I) e (II). temos: ––– f = ––––––– ⇒ f = 10cm 2 2 Mas R = 2f. –––– nB nC nC nA.

sendo a água mais refringente que o óleo. também difunde luz que se refrata através da lente cilíndrica. Essa inversão não é evidente pelo fato de as letras que compõem a palavra coco serem simétricas em relação ao eixo longitudinal do tubo. a inversão apenas na direção da seção transversal do tubo. (2) Para determinar o valor de sen r. temos:   3 x2 = L2 + –– L 4 Neste caso. provocando o mesmo efeito de inversão notado na palavra água. podemos afirmar que i = 45°. analisamos a situação em que o tanque ainda está vazio. deve refratar-se para o interior do líquido atingido o fundo da caixa d’água. Pela Lei de Snell. O triângulo ABD é retângulo e isósceles. conforme mostra a figura a seguir: 25 x2 = ––– L2 16 5 x = –– L 4 (2. (II) Correta (III) Errada A parte direita do cartão. Essa “lâmina” produziria uma imagem virtual. temos: nLíq sen i = nAr sen r nLíq sen r –––––– = –––––– sen i nAr nLíq sen r nLíq –––––– = ––––––– ⇒ –––––– = sen r  2 nAr  2 nAr ––––– 2 (I) – 57 . praticamente como uma lâmina de faces paralelas. juntamente com os dois líquidos. b) Imagem virtual. o raio de luz que parte do ponto D sofre refração na fronteira líquido-ar e atinge o olho do observador (O). entretanto. É importante notar que. Esse aumento aparente se dá devido ao aumento do ângulo visual de observação. o que não altera.a S b) 2 nLíq (3) Substituindo II em I. (2. têm medidas iguais (opostos pelo vértice). Utilizando o Teorema de Pitágoras.1) O triângulo destacado AEC é retângulo. comentada anteriormente. direita e do mesmo tamanho do objeto. portanto: sen r = sen ␤ L L 4 sen r = ––– ⇒ sen r = ––––– ⇒ sen r = –– (II) 5 5 x ––– L 4 FÍSICA A 3. a vergência da lente de água é maior do que a vergência da lente de óleo. direita e do mesmo tamanho do objeto. Respostas: a) Somente a resposta 2 é correta. vem: ––––– = sen r  2 nAr nLíq 4 2 ––––– = ––  5 nAr 4 Resposta: –– 5  2 12) Um raio luminoso que incida praticamente rasante à superfície da água numa das bordas do furo existente na tampa. o tubo comportar-se-ia.2) Os ângulos r e ␤ (opostos pelo vértice). lentes cilíndricas convergentes.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 57 No caso proposto. o tubo constitui. em relação à inscrição. a) (I) Errada A lente de óleo é também convergente. A imagem vista por um observador situado acima do tubo apresentar-se-ia aparentemente maior que o objeto. portanto. 11) (1) Com o tanque completamente cheio de líquido. conforme representa o esquema a seguir. onde está grafada a palavra coco.

0 p2 = 180cm Portanto. invertida e maior.0cm FÍSICA A 3. há uma lente convergente.0cm p’ = 270 – p Utilizando a Equação de Gauss. como está representado a seguir: | i1 | = 20cm 2) i2 f i2 60 –– = ––––– ⇒ ––– = ––––––– ⇒ i2 = – 5. pode-se afirmar que o foco principal imagem de L1 coincide com o ponto antiprincipal objeto de L2.0 = ––– ⇒ f2 = ––– (m) f2 f2 4. concluímos que serão formadas duas imagens nítidas sobre a tela. temos: Logo: d = 2r ⇒ d = 2 .90 36  (1. b) Utilizando a equação do Aumento Linear Transversal para cada posição da lente obtida acima.0cm 1 1 1 ––– = ––– + ––– ⇒ f p p’ d = 6. 58 – 3) No projetor de slides.0cm 10 60 –180 o f – p2 | i2 | = 5. temos: Logo: f2 = 0. resulta: f1 50 ––– = ––– ⇒ 20 25 1 nA sen L = 1 ⇒ sen r = ––– nA (II) sen2 L + cos2 L = 1 ⇒ 1 ––– n  2 + cos2 L = 1 b) f1 = 40cm A distância entre as lentes é dada por: A D = f1 + 2f2 ⇒ D = 40 + 50 ⇒ 2   1 1 – –––– nA cos L = Respostas: a) 40cm 2) D = 90cm b) 90cm Esquematicamente. obtemos: Da definição de vergência.0cm Respostas: a) Duas imagens nítidas (90cm.0cm 1 270 – p + p ––– = –––––––––––– ⇒ p2 – 270p + 16 200 = 0 60 p (270 – p) Resposta: 6. observamos que: p + p’ = 2. .0cm Como o raio incidente R é paralelo ao eixo principal.7m Da qual: r = 3. com o slide posicionado entre o ponto antiprincipal e o foco para obter-se uma imagem real.25m ou 25cm 1) i1 f i1 60 ––– = ––––– ⇒ ––– = –––––– ⇒ i1 = – 20cm 10 60 – 90 o f – p1 Podemos concluir que o raio emergente R’ passa pelo ponto antiprincipal imagem de L2. 180cm) b) 20cm. 5. temos: sen L R–r (III) tg L = –––––– = –––––– cos L h 1 ––––– nA R–r R–r 1 –––––––––––––––––– = ––––– ⇒ ––––––– = ––––– 2 h h  nA – 1 2 1 1 – ––– nA   86 ––– – r 1 36 2 ⇒ ––––– = 43 – r –––––––––––– = ––––––– 0. 3.a S q MÓDULO 15 1) a) 1 1 1 ––– = ––– + ––––––––– 60 p (270 – p) Resolvendo a equação de 2º grau.345)2 – 1 a) De acordo com a figura.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 58 (I) Lei de Snell: nA sen L = nAr sen 90° Da semelhança entre os triângulos A2I1O1 e A2I2O2. obtemos: p1 = 90cm 1 1 1 V2 = ––– ⇒ 4.

p p’ b) 1 1 1 ––– = ––– + ––– p’ p f 1 1 2 ––– = ––– – ––– ⇒ p’ f f p’ = –f 1 –4 – 1 100 ––– = –––––– ⇒ p’ = – –––– (cm) p’ 100 5 1 + ––– p’ i = 2o A altura máxima alcançada pela imagem virtual da pulga será o dobro da altura máxima alcançada pelo objeto. obtém-se ––– = 1m–1.0 2 200 5) Da qual: 1 1 a) Do gráfico.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 59 v0 + v ⌬s vm = ––––– e vm = ––– 2 ⌬t v0 + v ⌬s Donde: ––––– = ––– 2 ⌬t h v0 + 0 Objeto: –––––– = ––– 2 ⌬t 2h v1 + 0 Imagem: –––––– = –––– 2 ⌬t v1 = 2v0 Equação de Torricelli: v2 = v20 + 2␣ ⌬s Objeto: 0 = v20 + 2␣0 h Imagem: 0 = (2v0)2 + 2␣ i 2h Da equação do aumento linear transversal. virtual q MÓDULO 16 1) ␭ ␭ a) 3 ––– = L ⇒ 3 ––– = 0.0 p’ = 1 100cm ou 11m Resposta: 11m 4) ␣ i = 2␣0 gi = 2g0 = 2 . Assim.0 10 – p Como p’ < 0. Respostas: a) Divergentes.90 ⇒ 2 2 ␭ = 0.0 2 200 –––––– 218 –218 –218p’ ––––– = ––––––– ⇒ 2. a imagem é virtual. para os quais valem as expressões: p’ = –20cm Da qual: (imagem virtual) (– f) i p’ i –– = – ––– ⇒ ––– = – –––– f o p o ––– 2 Da qual: 1 1 1 1 1 1 – –––– = –––– + ––– ⇒ ––– = – –––– – –––– p’ 25 100 25 p’ 100 f = 0. pode-se calcular a distância focal de lente (f). 1 1 f = ––– ⇒ f = –––– (m) V –4. 10 (m/s2) ⇒ gi = 20m/s2 2 200 Da qual: p = ––––––– cm 218  FÍSICA A 3.40fsom Da qual: fsom = 850Hz – 59 .60m b) Som: Vsom = ␭somfsom ⇒ 340 = 0.50m = 50cm 1 1 1 1 1 ––– = ––– + ––– ⇒ ––– = ––– f f p p’ f ––– 2 f = – 25cm b) Equação de Gauss: aplicando-se a Equação de Gauss.0 di As lentes de correção da miopia são divergentes (lentes “negativas”).a S  i f –218 10 ––– = –––––– ⇒ ––––– = ––––––– o f–p 2. 1 1 1 1 ––– = ––– + ––– ⇒ ––– = 1 + 1 f p p’ f 1 ––– = 2 ⇒ f a) V = –4. A pulga e sua imagem descreverão em relação ao estudante movimentos uniformemente variados. obtemos: i –p’ ––– = ––– ⇒ o p Respostas: a) 50cm b) 20m/s2 –218 –p’ ––––– = ––––––– 2. durante o mesmo intervalo de tempo. –25cm b) 20cm. para ––– = 1m–1.

0m/s ␭ = 2. Mas: f = fsom = 850Hz V = 0. 10 (cm/s) VI = 280cm/s = 2. As ondas sonoras geradas pelos impactos dos pés contra o solo refletem-se nos prédios.0 – 2. 5.0 b) v = ␭f ⇒ v = ––– f ⇒ 40 = –––– f 4 4 ⇒ ␭v = 4 000Å sen i VI ␭I a) Lei de Snell: –––––– = –––– = –––– ␭II sen r VII 2 –––– sen 45° 28 2 28 –––––––– = –––– ⇒ ––––– = –––– ⇒ 1 ␭II sen 30° ␭II ––– 2 f = 80Hz 4) ␭II = 20cm FÍSICA A 3.5s.0m v = ––––––– ⇒ 0. Logo: v = ␭f ⇒ 8) v f = –––– ␭ a) 20cm a) V = ␭ f ⇒ 340 = ␭ 170 b) Meio I: 2.8m/s Meio II: 2.0m/s Respostas: a) A frequência das ondas na água é igual à frequência das mesmas ondas no ar.5 vv v = 0. 108 = 6 000 .8m/s VII = ␭II f ⇒ VII = 20 .0m b) b) t = 2tar + 2tH O 2 h p h p 2 ––– + 2 ––– ⇒ t = 2 ––– + 2 ––– v v’ v bv 2p h –––– = t – 2 ––– ⇒ bv v 60 –   vt p = b –––– – h 2 ⌬x = x1 – x2 ⇒ ⌬x = 8.60 . 108 = ␭v .050s 7) v = 40m/s L 2.84m e T = 2s (vide figura). o intervalo de tempo entre a recepção do som refletido e o fim do som principal deve ser maior que 0.a S b) VI = ␭I f ⇒ VI = 28 .60m 2) V = 510m/s b) 510m/s ␭ a) v = –––– T 6) a) c = ␭f ⇒ 3.0 . 10 (cm/s) VII = 200cm/s = 2.0m .0 .050s. 1014Hz Sendo ␭ = 0.0 (m) ⌬x = 6.0m e ⌬t = 0.0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 60 Onda na corda: V = ␭f 5) Sim. retornando ao pedestre depois de findo o som principal.0 . temos: 2. temos: 0.0 . 10–7m ⇒ 3) L a) v = –––– ⌬t –– Sendo L = AB = 2. para a ocorrência de um eco. isto é. Os “outros passos” nada mais são do que ecos dos passos propriamente ditos. vv = ␭vf ⇒ 2.42m/s b) A velocidade é nula nos instantes em que ocorre inversão no sentido do movimento. 850 (m/s) ⇒ Respostas: a) 0.50s e t2 = 1.10s. em t1 = 0. 1014 ␭v = 4. 10–10f ⇒ f = 5. Observe-se que.84 v = ––––– (m/s) ⇒ 2 c 300 000km/s b) nV = –––– ⇒ vv = –––––––––––– ⇒ vv = 200 000km/s 1. a frequência de uma onda não se altera. Na refração.

0m é múltiplo par de –– = 1.0W/m2 V = 324m/s b) 324m/s 12) a) Considerando que. no mínimo. obtemos para 110dB: c) Se o beija-flor bate as suas asas à razão de 100 vezes por segundo.o CASO: 440 = –––– 2L 440 ––––– = 400 F1 –––– ␳ I c) Lei de Weber-Fechner: N = 10 log ––– I0 F2 –––– ␳ I I 110 = 10 log ––– ⇒ log ––– = 11 I0 I0 F2 F2 –––– ⇒ –––– = 1. temos: b) Pela Lei de Weber-Fechner.o CASO: 400 = ––– 2L 1 2. extrapolando os dados da tabela.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 61 ␭ Como ⌬x = 6.5cm Fazendo ⌬N = 120dB e I0 = 10–12 W/m2. 1080 (m/s) ⇒ Respostas: a) d = 7.5 = f 4 ⇒ f = 0. Para esta frequência. a amplitude auditiva de A (diferença entre 120dB e o mínimo nível sonoro captado pelo ouvido) é maior que a de B. temos: v= F –––– ⇒ v = ␳ 50 ––––– ⇒ 0.21 F1 F1 ⬖ F2 = 1.150 ␳ = ––– ⇒ ␳ = –––––– ⇒ ␳ = 0. Assim.5% ⇒ 1 1.30 .5% 13) a) O indivíduo A consegue ouvir melhor que o indivíduo B as frequências compreendidas entre 20Hz e 200Hz. 1 f = –––– 2L 9) b) Interferência destrutiva F –––– ␳ b) 90dB ⇒ 4h 105dB ⇒ 0. o som produzido por ele tem frequência igual a 100Hz.25h ou 15min Logo: a tensão é aumentada de 21%.25h = 15min .20m.5% Sendo r(%) a redução percentual pedida.0m e F1 e F2 2 operam em oposição de fase.21F1 I ––– = 1011 I0 Respostas: a) 0. o indivíduo B requer um som de.20 I ⌬N = 10 log ––– I0 Portanto.5cm d = 7. calculemos I: I 120 = 10 log ––––– 10–12 I ––––– = 1012 10–12 Da qual: I = 1. temos: m 0. b) 87.0m ⌬t = 0. 30dB para começar a ouvir.125 v = 20m/s 15.0 = ––– ⇒ 2 2 ␭ = 30.30m V = ␭ f ⇒ V = 0.5h 0.a S Respostas: a) 2.125 ⇒ f(%) = 12.150kg e L = 1. nesses casos. I ⌬N = 10 log ––– I0 – 61 FÍSICA A 3.5% I c) ––– = 1011 I0 10) A velocidade de propagação de uma onda transversal em uma corda tensa pode ser calculada pela Relação de Taylor: v= r(%) = 87. sendo m = 150g = 0. como a força de tração na corda vale F = 50N. em P ocorre interferência destrutiva.125kg/m L 1.0cm = 0. pois. a cada aumento de 5dB no nível sonoro. F –––– ␳ em que ␳ é a densidade linear da corda (razão entre a sua massa m e o seu comprimento L).0 s 11) a) d = ––– ⇒ d = –––– (cm) ⇒ 2 2 ␭ ␭ b) s = ––– ⇒ 15. o intervalo de tempo máximo de exposição reduz-se à metade. temos: (expressão da frequência fundamental) r(%) = 100% – f(%) r(%) = 100% – 12.

Logo: 2 .0 –12 10–12 10 I ––––– = 10 ⇒ 10–12 franja O.2 . Para o indivíduo B. 10–6 D = 24 . y e D é IB ––––– = 103 ⇒ 10–12 2dy ␭ = ––––– ND IB = 10–9 W/m2 (N = 1.80mm 15) a) O fenômeno físico que fundamenta o citado processo de afinação do violão é a ressonância.0W/m2 c) Deve ser amplificada 100 vezes. 10 6Hz ␭ = 8. temos: IB IB ––––– = 3. Esta corda re- 62 – (II) Afastamento entre A e B .10 .0 30 = 10 log ––––– ⇒ log 10–12 10–12 16) a) A expressão de ␭ em função de d. 10–7 Da qual: 14) a) O primeiro pico emitido está no instante t1 = 20␮s e o correspondente pico captado está no instante t2 = 60␮s. 10–7m b) 5. tem-se N = 2. 1. temos: 2D = V Δt 2D = 1200 . tem frequência igual à frequência natural de vibração da corda 4.0 .0 . b) O som fundamental emitido pela corda 5. 2. vibra com amplitude máxima. 0. Portanto: Δt = t2 – t1 Δt = 60 – 20 (␮s) ␭ = 6.a S 17) b) No intervalo de tempo Δt. 10–7m f = 5. Sendo o módulo da velocidade do pulso constante. 1. 10 –3m f0 fF –––––––– = ––––––––– V ± VF V ± V0 (I) Aproximação entre A e B D = 24mm c) Da equação fundamental da ondulatória. 40 . 10–3 ␭ = ––––––––––––––––––––– (m) 2 . 10–3 .0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 15/10/12 15:40 Página 62 cebe pelo ar impulsos provenientes da corda 5 e. 3. temos: Se considerarmos a primeira franja clara adjacente à I I 10 = 10 log ––––– ⇒ log ––––– = 1. temos: V=␭f 1200 = ␭ . b) 1. 3…) Para o som produzido pelo beija-flor. 108 f = –––––––––– (Hz) 6. 1014 Hz Respostas: a) 6.80 mm f0 = 840Hz 1 Respostas: a) Δt = 40␮s b) D = 24mm c) ␭ = 0. no momento em que a afinação está completada. 1014 Hz Δt = 40␮s FÍSICA A 3. pressionada entre o quarto e o quinto trastes. 0. o pulso viaja na ida e na volta uma distância 2D.5 .0 .20 I = 10–11 W/m2 10–9 IB Logo: ––––– = ––––––– ⇒ I 10–11 Da qual: IB = 102 I V V = ␭ f ⇒ f = ––– ␭ b) Respostas: a) Frequências compreendidas entre 20Hz e 200Hz.0 .0 . 10 –4m f0 720 1 –––––––––– = –––––––––– 330 + 20 330 – 30 ␭ = 0.0 .

0. 40 ⇒ 1) NA = 1. 106 N 2) NA + NB = Pc + PP 1. 10 m = 1.a S a) Em II: TAB . 106 . 106 + NB = 3. NB = 2.0 .8 + 3. 106 = NA . NB ↓ e NA + NB = cte 4) a) Para o equilíbrio do corpo: TAB cos ␣ + TCD cos ␤ = P (I) TAB sen ␣ = TCD sen ␤ (II) FÍSICA A 3. 0. na iminência de escorregar.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 63 3) f0 720 2 –––––––––– = –––––––––– 330 – 20 330 + 30 f0 = 620Hz 2 (III) Δf = f0 – f0 ⇒ Δf = (620 – 840) Hz 2 1 Δf = –220Hz a) Para o equilíbrio da ponte: Resposta: –220Hz 1) (∑ torques)B = 0 2. 106 N. 106 ⇒ NB = 2. NA aumenta.0 . NB diminui e a soma NA + NB permanece constante.0 .60 + 40 . 40 q MÓDULO 17 40 .0 .0 .60 ⇒ TAB = 30N b) Em I: 30 . 106 N b) NA ↑.0 . 0. temos: Condição de equilíbrio: . Respostas: a) NA = 1. 106 N b) À medida que o caminhão se desloca de B para A.0kg 2) → → F = força externa aplicada P = peso do bloco → FN → Fat = reação normal de apoio = força de atrito a) b) Para que a resultante seja nula. 10 + 1. 0. 106 . 20 = NA .0 .80 = 40 .2 (kg) ⇒ m = 5.80 = m .0kg Respostas: a) 30N b) 5.0 .

0m – 63 . 10 (N) ⇒ F = 500N → mA cos ␪ = –––– mB b) Com o ângulo ␪ diminuindo.25 . 0.50 h = 2. O somatório dos torques. em relação ao ponto O. deve ser nulo: b F . na iminência de tombar. h = P . T cos ␪ = P T = PB = mBg A = mAg F = Fat máx = ␮E FN = ␮E P F = 0. as forças Fat e → FN estão aplicadas em O.0m Respostas: a) ver figura b) 500N c) 2. ao longo do eixo vertical. a intensidade da componente da força tensora T. aumenta e tende a fazer com que o bloco A retorne à sua posição de equilíbrio inicial. ––– 2 500 . h = 2000 . Isto significa que a posição de equilíbrio do bloco A é estável. c) Para o equilíbrio. 200 .

10– 4 (N) = 5.12 N 2) De acordo com a lei da ação e reação. 105 = 1.12 N ou ainda uma contribuição em massa de 0. 10.0 .2N F = Δp . 103 . Respostas: a) 5.0 .012kg = 12g O somatório dos torques em relação ao centro de gravidade da moto deve ser nulo e portanto: FT . 103N 64 – b) Traseira 3) A balança indicará a massa do recipiente.0 . 10.a S Respostas: a) 2.9N Fbalança = 5.0 – x) + 50. 12 .5cm Fbalança = 1. 4.0N 2) Fdin + E = P Impondo-se. vem: 120 = 10 + H H = 110m T – PB = mBa T – 20. mais a massa de água e mais os 12g que correspondem à contribuição do corpo de chumbo: Mindicada = 50g + 60g + 12g = 122g Resposta: 122g .0 + 1.0 .7N 10.27 .0 Fdin = 1. 25 .0 . para o equilíbrio da barra.5 .0 (N) E = 1.0 (N) = 5. temos: PC – PB = (mB + mC) a a = 2. (54. isto é.0 N Fbalança = 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 64 5) q MÓDULO 18 a) Na Máquina de Atwood.0 . 2.0m/s2 30.2 + 2. 10.0 = 2. que a soma dos momentos em relação ao ponto S seja nula.0 . 25 . 103N 1) Cálculo do empuxo: E=␳Vg b) E = 1. 10–6 . o corpo de chumbo aplicará na água uma força vertical para baixo de 0.0 – x) = 48. 100 . x 540 – 10.0 ⇒ T = 24.0 . resulta dT < dD e o centro de gravidade fica mais próximo da roda traseira.0 .0x 3) Fbalança = PR + Pa + E 1890 = 108 x ⇒ x = 17.0 – 20.0 (N) 6) a) A força que cada pneu exerce no solo é dada por: Fbalança = 4. a ⇒ 1) p = p0 + ␮ g H 12.0x + 1350 – 50.0N 2) a) M = mR + ma + mA M = 120 + 200 + 270 (g) = 590g = 0.0 = 0.0 .0 (N) c) 17.a Lei de Newton ao bloco B. 103 .5 . dT = FD . H b) Aplicando-se a 2.0 .20 . 10– 4 (N) = 4.2N 102N 3) P = FD + Ft = 1. 10 . dD Como FT > FD.7N. 105 + 1. (27.0 + 0. A FD = 1.0x = 48.0 + 1.8 . 105 . 102N Ft = 2. Respostas: a) 1.2 . 10 –6 . a contribuição do chumbo para o peso do sistema é de 0.5cm FÍSICA A 3.12 .0 . 105 . 10 (N) E = 0.9N 1) E = ␮a V g b) E = 1. 103 . 10.12 N.59kg c) P = Mg = 0.0m/s2 b) 24. 10. vem: Fdin + 1.0 = 5.59 .9N b) 1.

0 .5 . (0.62kg/m3 8. T + E = P (resultante nula) → EA : T + ␮LVg = mg empuxo aplicado pela água.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 65 4) a) → PA: peso de A. T = 3.050 . 102 J 1) Cálculo da densidade do ar: m p V = –––– R T M c) 60% a) (1) Enquanto o bloco estiver totalmente imerso.30m.5 + 225 (J) ⇒ W = 457. 103 kg/m3 b) 4.40) + (450 + 300) –––– + 0. 0.30 . 0. 0.0 . 0. a intensidade do empuxo varia e a intensidade da força de tração também varia: força de tração aplicada pelo fio. 10 = 4. aplicado pela Terra.30 W = 300. e então: De (1) e (2): EA – PA = PB – EB EA + EB = PB + PA T = 4. 102J Respostas: a) ver gráfico EA = PA ␮a Vi g = ␮A VA g 6) 600 Vi ␮A ––– = ––– = –––– = 0.5 . 103 . |y| g = mg T + 1. y ⭐ 0. a força tensora terá intensidade constante dada por: pM ␮ –––– p = –––– M RT⇒␮= RT 50 .7 .5J Com dois algarismos significativos. 102 → T: força de tração aplicada pelo fio. 103 kg/m3 c) b) O trabalho realizado é medido pela área sob o gráfico (força x distância).60 (60%) 1000 VA ␮a Respostas: a) ver figura 5) b) 7. 450 (J) 2 W = 120 + 112. T + E = P ⇒ T + ␮L .a S 1000 (530) – 600 .6 .7 . aplicado pela Terra. 500 ␮B = ––––––––––––––––––– (kg/m3) 30 .50 . 10 = 4.0 .0289 ␮ = –––––––––––––– (kg/m3)  0. 103 . T + 1. – T: (2) Quando o bloco estiver saindo do líquido. isto é.6. A . 102N → PB: peso de B. 102N ␮a VA g + ␮a VB g = ␮B VB g + ␮A VA g ␮a (VA + VB) = ␮B VB + ␮A VA ␮a (VA + VB) – ␮A VA ␮B = –––––––––––––––––––– VB ␮B  7. 102 b) Para o equilíbrio dos corpos: corpo A: EA = T + PA (1) T = 450 – 500 |y| ⇒ T = 450 + 500y (SI) corpo B: EB + T = PB (2) (3) Para y = 0. 103 . |y| . o cilindro termina de sair do líquido. → EB: → empuxo aplicado pela água. 0. 283 – 65 FÍSICA A 3.5 . a resposta do item (b) é 4.3 .050 .

(3. 10–2⍀ 20 3) a) UMN = – R1i1 + R2i2 i2 = 1.1 .447 Re i  3.0min. (2.5 – r .36A (5) A potência dissipada na lâmpada será: 1.5 .0 PL = RL i 2 = –––– .0 + 10i2 b) (2) Cálculo da resistência do fio de ligação: R = 20⍀ 10 = R (2. 20 ⇒ r = –––– (⍀) = 0. 10 (N) = 3.76W 3.1t PAB = Req AB I2 ⇒ PAB = RI2 016) FALSA q MÓDULO 19 1) .0 RL (4) Cálculo da intensidade da corrente: (2) Como a tensão nominal da lâmpada é 220V.0 . 10–8 .10kW.1 . 10 m = 3. 1.5A 10 = – 2.7 . Temos: U2 U2 P = –––– ⇒ R = –––– R P Vamos admitir R constante 1.075⍀ = 7. a potência se altera. 10 – 2kWh (3) Cálculo da resistência da lâmpada: U2 1.10 kW) .5 .1 .0) R = –––––––––––––––––––– (⍀) ⇒ 3.5) FÍSICA A 3.1 .5 E i = ––– = ––––––––––––––––––––– (A) = ––––– (A) 0. 2.0 – 1. 103kg ou 3. Δt = (0. 10 –2 ⍀ (1) Estando a lâmpada corretamente ligada à rede de 220V.075 + 0. 5.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 66 2) Cálculo do empuxo: 2) 001) FALSA E = ␮ar V g Req AB E = 0.33⍀ P 3. 104 N 2R = ––– = R 2 002) VERDADEIRA I = I1 + I2 (lei dos Nós) 3) E = mg 3. sua potência é P1 = 100W = 0. Durante o intervalo de tempo de 30. consome uma energia elétrica: Ee = P1 .62 .050kWh ⇒ Ee = 5.0 66 – U22 U22 U12 P2 –––– = –––– ⇒ –––– = –––– P1 U12 P1 P2 P2 ––––– = P1     110 –––– 220 2 = 1 ––– 2 100 W P1 P2 = –––– = ––––––– = 25 W 4 4 2 1 = ––– 4 .0 .0 U2 P = –––– ⇒ RL = –––– = –––– (⍀)  0.5 0 = 1. 104 = m . (1.5 . (0. 2.039 + 0. 10–3) 2 UMN = Ri1 – Ri2 4) R = 3.a S ␳L 4␳L ␳L R = –––– = –––––– = ––––– 2 π d /4 π d2 A 4 . I (1) Cálculo da resistência interna da pilha: U = E – r i 1.50h) Ee = 0.5 1. ao ser ligada em 110V. I ⇒ UAB = R .333 0.9 . 004) FALSA UAB = Req 103kg AB 008) VERDADEIRA Resposta: 3. 103 .36)2 (W) ⇒ PL  3.0 .1 .

a corrente total é no máximo de 30A.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 67 A energia consumida em 30.0 + 4. i iC = 0 S1 e S3 fechadas: S2 e S3 fechadas: 6+4 ⌺E iB = iC = –––– = –––––– = 2. Δt = Q U2 ––– .00 total 6) E a) i = –––– ⌺R 36 i = ––––––––– 2.0 (V) e L2. 10 ⬖ Δt = ––– min  6. (10 x 30)h εe1 = 12kWh U2 ––– . 20 = Q  R2 (P1 + P2 + P3) = Utotal itotal Ee = 1. Portanto. 20 ⬖ R1 = ––– ou R2 = 2 R1 2 R2 b) Somente S1 fechada: εe1 = P1 Δt 2 R1 R1 .0A 3) b) U = R . Esta no máximo pode ser 10A.50h) Ptotal = Utotal itotal 5) Ee = Q U2 ––– .0 .0 .30 = R$ 18.0 (A) i = 6. 10 – 2 kWh (40 + 60 + 100) = 200 .5 .30 = R$ 3. (10 x 30)h 1000 total εe = 60kWh Custo: 60 x 0.5 A e 1+3 ⌺R a) Cálculo das resistências elétricas R1 e R2 das lâmpadas L1 FÍSICA A 3. 2 R1 Rp = ––––––––– = ––––– 3 3 R1 40 1000 εe1 = ––––– kW . S2 e S3 fechadas: Ee = P2 .0A P . 10 = Q  R1 U2 ––– . apresentará MAIOR brilho a que tiver MENOR potência nominal. Δt = (25 . ␮F .7 min 3 2 R1 R1 –––– 3 εe1 = 200 ––––– kW .50 A 12 – 4 E – E’ iA = iC = –––––– = –––––– = 1. vem P1 > P2. são percorridos por correntes de mesma intensidade.25 . 10 – 3 kW) . 10 – 3 kWh ⇒ b) L 1 . Δt = Q  2R ––––1 3 S1.0) .60 U2 ––––– .20A 4) Os fusíveis têm resistências elétricas iguais e estão submetidos à mesma tensão. 24V q MÓDULO 20 1) S1 e S2 fechadas: 12 + 6 ⌺E iA = iB = –––– = –––––– = 6A 2+1 ⌺R e ⬖ (12)2 R1 = ––––– 9. Δt = Q  Rp Custo: 12 x 0. de P 1 = R 1 i 2 e P 2 = R 2 i 2 e sendo R 1 > R 2 . – 67 . S2 e S3 fechadas: εe = Ptotal . Δt = ––– . Logo. iA = 0 Observação: Vale ressaltar que quando lâmpadas são associadas em série. 6. i i = 0.0⍀ 12 = (16 + 8. respectivamente: U = 24V U2 P = ––––– R Q = 48␮C Q = CU = 2.0 ⬖ R1 = 16⍀ ⬖ (12)2 R2 = ––––– 18 ⬖ R2 = 8.0 minutos é: S1. De fato. Δt U2 20 U2 De  e  : ––––– .a S Ee = 12. a) Somente S1 fechada: P1 = U i1 40 = 200 i1 i1 = 0. (0. R2 U2 R1 10 = ––– .6A e iB = 0 2+3 ⌺R 2) U2 R = ––––– P U = (R1 + R2) . itotal itotal = 1. i = 4.

0 ⇒ Rm = 20⍀ Req = R1 + R2. iA 80 = Rm . inicialmente. 68 – Usando os resultados (1) e (4).0 Req ⇒ P = 144W Respostas: a) Os resistores devem ser ligados em paralelo.a S R 2R 3 R23 = –––––––– R2 + R3 6R R23 = –––– (1) 5 Agora. a resistência R1 está associada em série com a resistência R23. Substituindo o resultado (2) na eq. (3).0A i = 10A Resposta: B UA = Us RAiA = Rs . a máxima potência dissipada pela associação corresponde à menor resistência equivalente. ε = Req i (3) a) A tensão elétrica fornecida pelo gerador é constante. a resistência equivalente dessa associação é dada por U = UA + Um 120 = 40 + Um Um = 80V Um = Rm . –––– 11R 5 (24)2 U2 b) P = –––– = ––––– 4. Logo. a resistência equivalente entre A e B. is 10 .3 11R Req = ––––– (2) 5 Respostas: a) 5. os resistores devem ser ligados em paralelo. i (5) ⇒ U = –––– . i ⇒ is = 8.0 = Rs .d.0 ⇒ Rs = 5.0 + is 30 = 3 . Por isso. a resistência equivalente dessa associação é dada por 1 1 1 –––– = –––– + –––– R2 R3 R23 FÍSICA A 3. na resistência equivalente R23 é dada por 5ε 6R U = R23 . b) P = R i2 3E P = R . ––––––– 3r + R   2 9RE2 P = –––––––––– (3r + R)2 6) a) i = iA + is De U = Req . 8. temos: 6ε U = ––– (6) 11 . Portanto. 4.p. vem 12 = 4. b) 144W.0⍀ 9) a) b) Uma vez que as resistências R2 e R3 estão associadas em paralelo. obtemos: 5ε i = ––––– (4) 11R b) A d. i.0⍀ b) 20⍀ 7) Assim. 4.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 68 5) 8) Pela lei de Pouillet a) 3E i = ––––––– 3r + R Calculemos.

C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 69 Uma vez que a d.0 .p.p.5 nmáx = 82 lâmpadas Uma vez que a d. 105 –––– = –––––––– ⇒ Δt min = 960s ⇒ Δtmin = 16min 3. imáx = 110 x 30 = 3300W Usando a equação (6) na equação (7).020A UAB = E – r i ou UAB = E + r i UAB = 20 – 300 (0.0 Δtmin Se a potência em R2 é nula.d. em R2 é dada por U.5 iC 20 – 10 E – E’ i = –––––– = ––––––– 500 ⌺R i = 0.ª Lei de Ohm: R = ␳ –– (II) A UA De I e II ⇒ i = ––– ␳ UA ––– C iB ␳ B 3 6 Assim: ––– = ––––––– = ––– = –– = –– 2 4  UA iC B –––– ␳ C iB ⬖ ––––– = 1. em R3 é U.ª Lei de Ohm: U = R i (I)  Da 2. a malha ao qual ele pertence não é percorrida por corrente elétrica. obtemos 18ε2 Pot2 = –––––– 121R q MÓDULO 21 1) Assim: 625 (50)2 ε2 = ––– = ––––– = –––– W 4(3) 3 4r máx Pf máx Q = ––––– Δtmin FÍSICA A 3. vem: c) 3) Potência elétrica máxima da instalação: U = R3 i3 (7) Pmáx = U .d. assim: E1 = R3i ⇒ E1 = Ri Resposta: A E2 = (R3 + R4)i ⇒ E2 = 2Ri 1 E1 = –– ––– E2 2 5) Resposta: C 2) Da 1.020) UAB = 10 + 200 (0.020) UAB = 14V UAB = 14V – 69 . obtemos: Número máximo de lâmpadas: 6ε –––– = 3R . a potência dissipada por R2 fica dada por 4) (6ε Pot2 = –––– (9) ⇒ Pot2 = ––––––– R2 2R U2 /11)2 No gerador: Pf = Pg – Pd Pf = Ei – ri2 Usando a equação (6) na equação (9). i3 11 Pmáx 3300 n = –––––– = ––––– P 40 2ε i3 = ––––– (8) 11R n = 82.a S Sendo Pf 625 2.

0␮F x 14V ⇒ Qc = 28␮C .5 Assim: Qc = C .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 70 E 42 i = –––– = –––– ⌺R 3. UAB i = 12A Qc = 2.

i2 . U = 18V U1 = R1 . i = 1.5 . 12 (V) Cálculo da potência dissipada: 1 Pd = Rtotal .

vem: iA = 0 Δ␳ = ␳0 b) Para R = 3.0A = i + 4.4␳0 → 80°C Δ␳ = ␳0 → Δt Portanto: Δt = 200°C (Resposta) q MÓDULO 22 1) U2 a) De P = ––– podemos calcular a potência elétrica que R cada resistor dissipa.20W Temos. ––––––––– 0.e. temos uma Ponte de Wheatstone em equilíbrio: Δ␳ = 2. e f.m.0A 10 Fazendo  – . temos: ⌺E – ⌺E’ i = ––––––––– ⌺R FÍSICA A 3.0 ⍀: Do gráfico.0 = (␳2 – ␳1) . m. ␳0 = 2. também. –––  A A Analisando as f.0⍀. 12 (V) Pd = (500) .e.m. UU == R24Vi = 2. m Sendo. assim. as correntes: Resposta: B 6) 2 Simplificando o circuito: 6.0 . –––  A (60 + 20) – (10 + 50) i = –––––––––––––––––– 4+2+2+4 20 i = –––– (A) ⇒ i = 2. (0. 10–6 Para R = 6.0 = Δ␳ .0 .02)2 2 2 Pd = 0. temos: 0.0A 8) Vamos aplicar a segunda Lei de Ohm para o resistor Rx: L L Rx = ␳ ––– ⇒ 10 = ␳1 . ––– A Resposta: B 7) a) i = 2. vem: L 2.0 .0V (pilha nova): 70 – . 10–8 ⍀. sob tensão de 9.c. 10–8 ⍀.0A 10 2.1 .a S L 12 = ␳2 .

vem: 5 .8⍀ c) 6. b = 10 . tem-se P = V .3 32 P = P1 + P2 + P3 15 2. I.2 Respostas: a) gráfico b) 4% R  6. concluímos que reduzindo-se a espessura à metade a área A fica duas vezes menor e de  R = ␳ . 10– 3 m .0 . O gráfico correspondente é o segmento de reta OA.0 . Com os valores desta tabela completamos o gráfico e obtemos: U2 U2 P = ––– ⬖ 0. 10–3 m e Do gráfico anterior temos que a potência elétrica máxima fornecida pelo painel é da ordem de 33W.5W b)  7. 10 . Respostas: a) 2.5 27 20 0 0 P = 1. 10 –3 ⍀ . podemos calcular a potência luminosa captada: Plum = 400 .0)2 P1 = –––––– W = 0. 33W ␩máx = –––––– 800W ␩máx  0.405W 200 (9. Assim.0) 2 P2 = –––––– W = 0. Portanto. a eficiência máxima de transformação de energia solar em energia elétrica é igual a: A = a .27 (W) 16 2.27W é a menor das potências dissipadas).2A. 10 –3 ⍀ . ––– . tem-se I constante e portanto de P = V . sendo A R = 100⍀.27W (0.8⍀ – 71 FÍSICA A 3.a S 2) .3V Respostas: a)  1. I = 12 .  = 5 mm = 5 .27 = –––– 200 R U2 = 54 (V2) ⬖ U  7.81W 100 (9.0)2 P3 = –––––– W = 0.405 + 0. respectivamente.0 32 18 1. 10 –3 100 = ␳ . onde para V = 0 resulta P = 0 e para V = 12 volts. ––– resulta R duas vezes maior. m b) De A = a . m b) Os valores das resistências dobrariam.04 = 4% c) Nas condições de potência máxima.5 30 Potência elétrica total dissipada: 14 2.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 71 3) (9. 2 (W) ⇒ Plum = 800W  De R = ␳ .485W ou P  1. vem: V R = ––– I 15 (⍀) ⬖ R = –––– 2. temos: V = 15 volts e I = 2. para tensões de 0 a 12V. b. 10–6 m = 10–7 m2. Logo de V = R . 2.5 (W) = 30W.3V a) b) Sendo 2m2 a área de captação do painel e 400W/m2 a intensidade da onda luminosa.2 33 P = 0. I (W) 12 2. Para tensões de 12V a 20V temos a tabela: V (volt) I (A) P = V . A as resistências ficam 200⍀. I resulta P diretamente proporcional a V.5W b) Para que o resistor de 200⍀ deixe de “acender” a potência dissipada por ele deve ser inferior a 0. –––––––– ⬖ 10 –7 ␳ = 2. 400⍀ e 600⍀.81 + 0.27W 300 a) Do gráfico I x V dado concluímos que.

em paralelo com o resistor de 2k⍀. 0.0V (voltímetro) 72 – 2 (⍀) ⇒ R = 8. 102⍀ b) Cálculo da intensidade de corrente lida no amperímetro e da tensão no voltímetro. i2 ⇒ 20 = R2 .6 . O diodo estará submetido a uma tensão negativa. RD é infinita Para U = – 5V.2A U = R1 .o caso: U = + 5V (figura 1) A resistência total é: RT = 2k⍀ + 3k⍀ = 5k⍀ 5V U U = RT . para uma temperatura de 3000°C. após transformar a área de 1.0A O diodo estará submetido a uma tensão positiva e comportase como chave fechada. i21 16 = 25 . Logo: b) i = i1 + i2 ⇒ 1. as leituras são 1. 0. 10–8m2. 0.5mA (amperímetro) No voltímetro lemos 5V.6 . 10–2mm2 para 1.8 + i2 ⇒ i2 = 0.0mA e 2.6 .0(mA) U = 2. Assim.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 72 4) a) 1. 10–7 ––––––––– 1. Malha ␣ FÍSICA A 3.a S 25i1 + 78i + 2. temos 6) a) A resistência elétrica R do filamento de tungstênio é determinada pela 2. 1.0 .5mA e 5.o caso: U = – 5V Isto equivale a inverter o gerador do circuito dado e teremos as polaridades indicadas na figura 2.o caso: U = + 5V Temos as seguintes polaridades (vide figura 1 adiante) 2º caso: U = – 5V (figura 2) O resistor de 3k⍀ fica em curto-circuito e a resistência total é: RT = 2k⍀ 5V U i = ––– = –––– ⇒ RT 2k⍀ i = 2. temos: ␳ = 8.8 (V) ⇒ U = 20V RD = 0 U = R2 . i1 = 25 . as leituras são 2. i12 ⇒ i1 = 0.0V Para U = – 5V.0i – 100 = 0 25 . RD = 0 b) Para U = + 5V. 10–7⍀m Portanto.a Lei de Ohm: L R = ␳ ––– A O valor da resistividade (␳) do filamento é obtido do gráfico. pois ele fica em paralelo com o gerador.0 . Não permite a passagem de corrente (ID = 0) e comporta-se como chave aberta.0 = 0.2 ⇒ R2 = 1.0V 5) a) P = R1 .0mA 5k⍀ RT (amperímetro) No voltímetro. vem: U = R x i = 2(k⍀) x 1.8 + 80i – 100 = 0 80i = 80 ⇒ i = 1. Logo: RD é infinita Respostas: a) Para U = + 5V. i ⇒ i = ––– = –––– ⇒ i = 1. 10–8 R = 100⍀ .0 .8A 2.

i ⇒ i = 0. 10 –4N Os fios se atraem com uma força de intensidade F.0 .3 G = 50 Respostas: a) 0. 10 – 7 . 10–9m3 temos: O sinal negativo confirma a contração térmica.1 .0 .1 . temos: Respostas: a) 2.m/A I = 1. 10–2m ΔV = 2 . o filamento sofrerá uma contração térmica dada por: Sendo: ␮ = 4π . perpendicular a ambos os fios.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 73 b) No resfriamento de 3000°C para 20°C. 1.0) 2 .7 mA b) No trecho superior. 10 – 4N Uac = Rac . 10 F = ––––––––––––––––––– (N) 2π . 4π . ic ic = 15 mA 9) Assim.a S 3.5⍀ b) 1.0 . 10–7 T. 10–9m3 7) F = 1.6 .7 mA 8) O circuito elétrico dado pode ser esquematizado pelo circuito equivalente que se segue: FÍSICA A 3. 10–6 . (1. 10 – 2 ΔV  1. o ganho será dado por: ic 15 G = ––– = ––– ⇒ ib 0. (20 – 3000) (m3) ΔV  –1.0 = 200 .7 = 1000 . a) Cálculo da corrente elétrica no resistor R: Ube = R i 0. em que: . conforme a figura a seguir. 12 .0 .0A ΔV = V0 ␥ Δ␪  = 10m Assim: d = 2. 2.1 . ic ⇒ b) 50 a) Cada fio tem resistência elétrica R. 10–8 . 10–9m3 Respostas: a) 100 ⍀ b) 1.0cm = 2.

I2 .5 . I . Sendo: ␮.  F = –––––––– 2πd U = ε2 + R2 .0A b) O voltímetro lê a ddp do ramo em que se encontra B2 ou B1. 1. r2 R = 5. que funcionam como receptores. b) Em cada fio.0A.  10 ⍀ R = ␳ . 10–6 .I B = ––––– e F = B . percorrendo-a no sentido anti-horário. ––– = 1. temos: +25i1 + 15 – 10 – 30i2 = 0 Fazendo-se i1 = i2 = i +25i + 5.0 ⇒ VA = 40 volts c) Percorrendo-se a malha ␣ no sentido horário: +25i1 + 15 – V0 + 6I = 0 i1 = 1. (1. i2 VA = 10 + 30 .0 .0 ⇒ i = 1.5⍀ 2 a) Na malha ␤.0 – 30i = 0 ⇒ 5i = 5. passa uma corrente de intensidade: 1.  2πd ␮ . 10–2)2 A = π .0A – 73 . –––––––––––––– A 3 .0⍀ O par de fios em paralelo tem resistência: R Req = ––– ⇒ Req = 2.

v . B = –––––– R m. resulta: U2 U2 –––– = 2 . temos: → b) O binário de forças opostas (+F e –F ) produzem um torque na espira e há uma tendência de rotação.0⍀ e 8. P P1 + P2 c) –––– = –––––––– P0 P0 ␶ = 20 . Nos lados NO e RM.v R = ––––– q. sendo U = 120V e R0 = 12⍀. v2 Sendo também Fcp = –––––– .0A ⇒ 25 .40 R2 Portanto: R1 = –––– (1) 2 Resposta: F = 20N Para determinar o sentido usou-se a regra da mão esquerda.L F = 0.B Como os corpúsculos deverão fazer trajetórias de raios iguais. 1. m U2 U2 ––– + ––– R1 R2 P –––– = ––––––––––– P0 U2 –––– R0 1 1 ––– + ––– R1 R2 P –––– = ––––––––––– 1 P0 –––– R0 2) Sendo Fmag = q . vem: R m . OP e QR .0⍀ c) 4.20m. R1 + R2 = 12⍀ (2) R1 = 4. 0. m . vA mB .0 + 15 – V0 + 6 .0 8. v2 Fmag = Fcp ⇒ q .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 74 I = i1 + i2 = 2.5 74 – Como cada corpúsculo penetra perpendicularmente às linhas de indução do campo magnético. todos paralelos ao campo –––– –––– magnético. 2.0 P ––– = –––––– ⇒ –––– = 4. B Substituindo-se: mA = m mB = 2m qA = +2q qB = +q .0A b) 40V c) 52V –––– –––– –––– a) Nos segmentos MN.0 = 0 q MÓDULO 23 1) V0 = 52V Respostas: a) 1. vem mA . vB = –––––––– RA = RB ⇒ –––––––– qA .0 P ⇒ –––– = –––––––––– P0 1 –––– 12 3 –––– P 8.i. v .0 N .L FÍSICA A 3.5 . perpendiculares às linhas do campo.a S Sendo: F = 20N e L = 20cm = 0. B qB . vem: R0 (120)2 P0 = –––––– (W) 12 P0 = 1 200W b) Sendo P1 = 2P2. sen 90° = q . a força magnética faz o papel de resultante centrípeta. B .20 Resposta: ␶ = 4. Mas R1 + R2 = R0 → De (1) e (2). como se indica. B 1 1 ––– + ––– 4. a força magnética é nula. U2 10) a) De P0 = –––– .0⍀ e R2 = 8. 100 . –––– R1 R2 F=B.5 1 P0 P0 ––– 12 Respostas: a) 1200W b) 4. v . 0. há uma força magnética.0⍀ O torque (␶) é dado por: ␶=F.

0 . 10 –3m Há dois modos de dar a resposta: ␶∞. teremos: ⌬tA 1 ––––– = ––– 2 ⌬tB b) +1/2 B1 = B2 ␮i ␮ .5 . RA b) ⌬tA = ––––––– V0 π . 10 –7 V Resposta: 4 3) k. 108 C/kg m q ou fazendo-se as contas: B = 0. B a) RB = 2RA |qA| –––––– = 2 |qB| qA ––––– = +2 qB π . As cargas positivas. B mv2 Fres = Fcp = ––––– R b) VM = VAM + VBM ⇒ mV = R .8 . 109 .5 .6 . geram um campo elétrico de afastamento.q. vA 2m .0mm ⇒ R = 3.0 . B |qB| .4 .0 . ––– d2 → Concluímos que B tem o sentido: do papel para o leitor. 10–3) .0 .0 .v ––––––– = 2 ––––––– |qA| .a S 2) → → → → Q E =  E1 =  E2  =  E3  =  E4  = k0 . 10–26 J V = 1.0mm = 3.6 .5) m/s ␶∞.0 .B V = ––––––– m V∞ = 0 ⇒ ␶∞.M  + 1.5T V = (3. 10–8kg/C ⇒ ––– = 1.6 . B q. os quatro vetores campo elétrico têm também a mesma intensidade. 10–25 J (Resp) b) Usando-se a regra da mão esquerda A distribuição das quatro cargas elétricas no plano cartesiano é dada pela figura que se segue. vB –––––– = –––––– 2q . 10–2 a) F = F res mag = q . enquanto as negativas.M = + 9. 9. M = + e . M = + 1. (1) e (2). V . (1. (3) e (4). (0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 75 q MÓDULO 24 m . 108) .B 2vB vA ––– = –––– ⇒ 2 1 1) vA 4 ––– = ––– 1 vB VAM = VBM = + 4.Q 9.0 .8 . 10 5m/s Resposta ␶∞. 10–7 e V (Resp) q m ––– = 1.v m. 10–19 . 10 –7 V (Resposta) c) ␶∞. 2i ––––– = –––––– 2πd2 2πd1 d2 = 2d1 – 75 . q . B (Resposta) VM = 9. Como as quatro cargas têm mesmo módulo Q e as distâncias ao centro valem d.6 . RB ⌬tB = ––––––– V0 RA ⌬tA ––––– = ––––– RB ⌬tB Respostas: a) +2 5) Na origem do sistema cartesiano. VM Temos: D = 6. 4. geram um campo de aproximação. FÍSICA A 3. M = –e (V∞ – VM) R. 4) m. 10–19 a) VAM = VBM = ––––– = ––––––––––––––––––– d 9. 10–7 (J) ␶∞M = + 15.

0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 76 2 Eres = (2E)2 + (2E)2 2) a) Eres = 2E 2 Q 2 k0 ––– Eres = 2 d2 Resposta: 3) VA = 10V –Q +Q VB = K0 . –––– ⇒ VB = 0 d d ␶AB = q(VA – VB) ⇒ ␶AB = 1. 10–5 J 4) a) .0 .0 . 10–5 J ( mv mv 2mv 1 1 AC = 2 ––––— – 2 ––––— ⇒ AC = ––––— –— – –— q B1 B2 qB1 qB2 Resposta: 1. –––– + K0 . 10–6 (10 – 0) AC = AB – BC ⇒ AC = 2R1 – 2R2 ␶AB = 1.

0 ––––– cm .0 V E = 6. UAB = E . 5. dAB 40 – 10 = E .

a força resultante → → é nula e então FE cancela Fm.a S 1) 3 . 20 Respostas: a) – 80V FÍSICA A 3. 1.0 .0 . (VA – VC) = 8.B q. 120 (J) ⇒ ) ) ) ⌬t = 9. 10–4 . ––––––– q. ––––––––––––––––– 2 2. cos ␪ . ⌬t → p = v . 10–5 B1 B2 4 15 q ( ␶AC = 9. b) Sendo o movimento retilíneo e uniforme. 10–2s a) a) → 1. . p = 2. 10–3 p = 15 .0 . 10–6 [(40) – (–80)] (J) ␶AC = 8.0 . 10–3m 76 – E V = ––– (Resposta) B = 15mm Respostas: a) ver figura E=V. 3 . T →  FE =  FM 2π m p = v . cos ␪ . 10–6 . 10–6 π. 30 1 1 — –— – –— AC = –––––––––––––– 2 . 10–4 J 3) ( ) 15 + 4 ⌬t = 3 .o Para o desenho da força elétrica FE.B b) 15mm A velocidade não depende da massa e nem da carga elétrica. 2 .1m T πm T πm b) ⌬t = –—1 + –—2 = ––––— + ––––— 2 2 q B2 q B1 VC = – 80V b) ␶AC = q .V.0 . 10–4J q MÓDULO 25 ⇒ AC = 1. B 10–14 1 2 .0 . 2 .m 1 1 1 1 ––––––— –— + –— ⌬t = ––––— –— + –— ⇒ ⌬t = ––––— 2 .6 . b) ⌬s = v1 . –– .E=q. 10–5 4 15 ( UAC = E . 2. V . 10–6 . 10 –1 .B +2e E = +2e . basta usar a regra da mão esquerda. 2 . 105 . → o 2.6 . Para o desenho da força magnética Fm.5 . basta lembrar que a carga é positiva e a força tem o sentido do campo. dAC 40 – VC = 6. ––––––— ⇒ 60 b) 9.0 .

2.a S 4) . 3.008kg M2 = 0. basta pendurar em N (ponto médio de P3P4) a massa M2. decorrente da ação do campo → magnético B 0 sobre os lados da espira e obedece à regra da mão esquerda.0 . i . A espira tende a girar em torno de OO’.20T c) Fechando a chave A e abrindo a chave C tem-se um binário de forças como se mostra na figura. portanto. Logo. de mesma intensidade que F1. equilibrando o peso P1.00 B = 0. R –––––––– L2 V ⇒ B= 3.08 = B0 . F2 = F1 = 0.08N B= Fmág . 10–3 .00 ––––––––––––––– (T) (0.08N b) 0.08N.75 . com a chave C fechada e A aberta: F1 = B0 . 5) A corrente elétrica que irá percorrer o circuito. L F1 = 0. g F1 = 0.0A. → F 1 é a força magnética decorrente da ação do campo → magnético B 0 sobre o lado P3 P4 e obedece à regra da mão esquerda. i .20 E = B L V (I) Sendo: B0 = 0. L = 0.C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 77 → → Para equilibrar o binário (F2. 10 Respostas: a) 0.20m O movimento da barra metálica irá provocar uma variação do fluxo magnético que produzirá nas extremidades da barra uma força eletromotriz induzida (E) dada por: 0. utilizando-se a Lei de Pouillet. torque no sentido oposto.150 T Resposta: D – 77 FÍSICA A 3. i = 2.016kg A figura mostra a situação final Logo: F1 = P1 = M1 . anteriormente calculada. 0.20T F1 = 0. tal que M2 = 2M1 ⇒ M2 = 2 . 0. Temos: F2 = B. será: E i = –––– (II) R B LV De I e II: i = –––––––– R A intensidade da força constante aplicada à barra deve ser igual à intensidade da força magnética atuante e esta será dada por: Fmág = B i L sen ␪ → em que ␪ = 90° (ângulo formado entre B e i) Assim: Fmág = B i L B ( B L V) L B2 L2 V Fmág = –––––––––––– ⇒ Fmág = –––––––– R R → F2 é uma força magnética.008 .08N b) Ainda. 2. – F2) devemos provocar um a) Com a chave C fechada e a chave A aberta a força magné→ → tica F 1 será vertical e ascendente.500)2 . L e.

5 . –––––––––––– (N) 4D2 4 . (0. ––––––– 2 r (2D) 2 b) Ligando-se a corrente elétrica: Q2 (1.0) = = FAB = ––––––––––– 2 L2 L L2 B e C se atraem k 8. 4. QC = 3. na figura formada pelos vetores. 10–9 → →  E+ =  E–  = 9 .0 . 10–6 E0 = ––– = ––––––––––––– (V/m) 1. QC k 8. aqui.8 T 7) F 2.2 . QB –––– –––– = 1.2 . 10–3 kg 8) Q1 . ––––––––– ⇒ F = K . Q2 Q2 a) F = K . 10–9)2 F = K . 2. ––––– 2D 2 1.0 . 10 B = –––––––––––––– (T) 1.0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 78 6) a) Com a corrente desligada: → Fe = força elástica 2 Fe = P Observando-se os triângulos equiláteros. 109 . 10–3 .5 . 78 – Q → → d) E+ = E– = K . 2. Usando a regra da mão esquerda.a S A força magnética (Fmag) equilibra o peso ( P). 4. 5. 10 –4N L2 L2 L2 Observação: a constante k tem.0 . g ⇒ B = –––– i.35 . 10 –4N (Resp) m = 2. E0 FÍSICA A 3. 4.5 . concluímos que: 2 kx 2 kx = m . 10 3 V/m . QB . g ⇒ m = –––– g 2 . 10 –4N = –––– FBC = ––––––––––– 2 (2.0 .05)2 F = 2.0) = –––– 2 L L2 L b) A e C se repelem k . 10–3 m = –––––––––––––––– 10 Fres = FBC = FAC ⇒ Fres = 3. ––––––– = 9 . unidade convenientemente acertada para que se trabalhe com nC. determinamos o sentido do campo → B: saindo do papel mg Fmág = P ⇒ B . (2. 109 .025 .0k k k . 10–6N → → b) F = Q .7 .0 . 10–2 B = 0.05)2 → →  E+ =  E– = 2.0k FAC = ––––––––––– = –––– (2. i .5 . 2. ––––––––––– (V/m) 2 .  = m . 103V/m c) (Resposta) a) A e B se atraem.0 .0 . 10 –4N .6 . QA . QA . 10–9 Q E0 = 1.0) = –––– = 3.2 . 10–6N F  2.0k k .025 . (0.0 . –––– r2 Da figura: r = D  2 Q → →  E+ =  E–  = K . 2.

103V/mm 2. 103V sendo P = mg .U –––––– d  2 ⭐ 15 (mg)2 → 11) As forças que agem na esfera são: o peso P. 103eV 2 Resposta: B 2 T 2 ⭐ Tmáx (mg)2 + Q.50J q.35 . U2 10) Epot = ––––––– ⇒ Epot = –––––––––– 2 2 100 . Trabalho para transportar a carga de (1) para (2): ␶1. E = |q| . 103) U F = |q| .50J elétrica q. –––––– 15 g.8 . 10–6 .0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 79 → → → EA2 = E+2 + E–2 → Estando a esfera em equilíbrio. 103 V/m Respostas: a) 2. ⇒ EA = E+ .2 = q .  2 EA  3.0 . 1. a força eletros→ → tática F e a força de tração do fio T.U Ceq .2 = Ecin – Ecin Como Ecin = 0 ⇒ 1 Sendo Tmáx = 4P = 4mg o esforço máximo que o fio pode 1 suportar. vem: Ecin = ␶1.a S 2 . d = U → E = ––– = –––––––––– = 2. (100)2 Epot = –––––––––––––––– 2 |q| .  15 q.0 . T2 = P2 + F2 103 . (V1 – V2) = – e (–2.0V = 2. temos: E .0 . Assim.8 . 103V U E . 103 V/m c) ver figura 9) Entre A e B: 4.2 = +2. 10 –6N b) 1. ␶1. d’ = U’ → U’ = 2. U ––––– d  2 Teorema da Energia Cinética (TEC): ␶1. a linha poligonal das forças é fechada. 103V/m d) EA  3.0 . vem: d unidades 103eV T 2 = (mg) 2 + |q| . U –––––– d  2 ⭐ 15 (mg)2 Sendo a carga positiva. temos: Resposta: 0. U ⭐ (4mg) –––––– d  2 2 ⇒ |q| .0 .U m ⭓ ––––––– .d (Resposta) 12) – 79 FÍSICA A 3. podemos tirar o módulo da carga ⇒ Epot = 0.0 .0mm d Entre (1) e (2): Pelo Teorema de Pitágoras.0 .2 = +2. –– .

então o potencial parcial que cada carga gera em 0 será: (⫾Q) V = K0 ––––– d O potencial resultante valerá: K0 Vres = ––– (+ Q – Q + Q – Q) = 0 d Vres = 0 b) Para o campo elétrico. Da simetria em torno de 0.a S 80 – → → b) E res = 0 .C2_FIS_A_TAREFAS_Alelex 20/09/12 10:19 Página 80 a) A distância de cada carga ao ponto 0. verificamos que os campos se anulam dois a dois. → E res → =0 Respostas: a) Vres = 0 FÍSICA A 3. devemos construir a figura 2. é igual a d. origem do sistema. mos→ trando cada vetor E .