UNIESP

Bauru
Redes de computadores

SISTEMAS DE ARQUIVOS

Fernando Araújo Ferreira
Manassés Gomes Soares
William das Neves Silva

Bauru/SP
2014

Fernando Araújo Ferreira
Manassés Gomes Soares
William das Neves Silva

SISTEMAS DE ARQUIVOS

Pesquisa para nota semestral do curso de
Tecnologia em Redes de computadores
da UNIESP.

Professor: Marco Aurélio M. Antunes

Bauru/SP
2014

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................3
2 CONCEITOS DE SISTEMAS DE ARQUIVOS ..................................................................................4

2.1 FAT16 ................................................................................................................ 4
2.2 FAT32 ................................................................................................................ 5
2.3 NTFS.................................................................................................................. 5
2.4 EXT2 .................................................................................................................. 6
2.5 EXT3 .................................................................................................................. 7
2.6 RAID .................................................................................................................. 8
3 DIFERENÇAS E COMPARAÇÕES ..................................................................................................11

3.1 Outras comparações ........................................................................................ 12
3.2 Seguranças entre os sistemas de arquivos ..................................................... 16
4 FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO ...............................................................................................21

4.1 Auslogics Disk Defrag ...................................................................................... 24
4.2 Scandisk .......................................................................................................... 27
5 PARTICIONAMENTO ..................................................................................................................... 28
REFERÊNCIAS .....................................................................................................................................30

e estes podem ser programas executáveis. figura. utilização. lista de usuários que podem acessar o arquivo. data e hora da última alteração.3 1 INTRODUÇÃO Os sistemas de arquivos é a parte do SO responsável pelo gerenciamento dos arquivos (estrutura. etc. a manipulação. Ou seja. texto. A forma como os dados são dispostos dentro de um arquivo determina sua estrutura interna. Entenda que um arquivo é um recipiente no qual os dados são armazenados. identificação. Cada tipo de arquivo possui uma estrutura interna apropriada para a sua finalidade. Todos os arquivos possuem um nome o qual o usuário faz referência a ele. proteção e implementação). Por exemplo. arquivos de texto são organizados em linha ou parágrafos. etc. tamanho. Além do nome. . a organização hierarquia. acesso. é um conjunto de tipos abstratos de dados que são implementados para o armazenamento. navegação. acesso e recuperação de dados. cada arquivo possui uma série de outros atributos que são mantidos pelo sistema operacional como tipo de conteúdo. tendo ele um significado para o sistema ou usuário. data e hora do último acesso.

Existe um inconveniente que quando ficheiros são apagados e novos ficheiros são escritos no suporte. utilizando clusters com no máximo 32 KB. Vale lembrar que 1 KB é representado por 1024 bytes. normalmente. os caracteres excedidos (do nome do ficheiro) desaparecerão e no lugar deles aparecerá ~1 ou ~2 (se já existir um outro arquivo com os 8 primeiros caracteres iguais). Normalmente é reconhecido por todos os Sistemas Operacionais. e não 1000 bytes como muitos pensam. 512 bytes de informações. será necessário particioná-lo em pedaços máximos de 2GB. mas sim com unidades de clusters que são conjuntos de setores. Caso seja excedido o valor de caracteres. Outro problema é que o FAT16 não reconhece mais que 2GB por ser de 16 bits. precisamos desfragmentar o disco para um melhor desempenho na sua função de leitura e gravação. Para isso. Graças a isto. Para descobrir a capacidade total de um HD.4 2 CONCEITOS DE SISTEMAS DE ARQUIVOS Discos Rígidos Os discos rígidos são compostos por vários discos internos. e não trabalham com setores. Cada setor possui. Uma característica marcante é a capacidade de nomear os arquivos somente com 8 caracteres + extensão. o SO saberá onde determinado arquivo está. onde cada um deles é dividido em círculos concêntricos chamados de cilindros ou trilhas.1 FAT16 O significado da palavra FAT é Tabela de Alocação de Arquivos (File Allocation Table) que seria um mapa de utilização do disco. as suas partes tendem a dispersar-se. basta multiplicar o tamanho do setor pela quantidade total de setores que ele tem. 2. também é utilizado em cartões de memória de estado sólido. Caso haja um disco com mais de 2GB. . tornando a leitura e a escrita um processo lento. e nestas trilhas temos uma certa quantidade de setores. fragmentando-se por todo o espaço disponível.

5 2. porém. o NTFS também suporta redundância de dados. o sistema operacional consulta um arquivo de log que registra todas as operações efetuadas e entra em ação ao identificar nele os pontos problemáticos. e passou a ser bem aceito e utilizado nas outras versões do Windows posteriormente. como o que é feito por sistemas RAID.2 FAT32 Já neste. suporta partições de até 2 TB. como o desligamento repentino do computador. tamanho de arquivos de 4 GB e o nome dos arquivos passou de 8 para 256 caracteres e superou o antigo limite de 3 caracteres para a extensão. porque. apesar de ficarem fisicamente vazios. Uma dessas vantagens diz respeito ao quesito “recuperação”: em caso de falhas. replicação. utilizava clusters de até 64 KB enquanto o FAT32 pode utilizar clusters de 4 KB. o NTFS é capaz de reverter os dados à condição anterior ao incidente. Este procedimento é ineficiente. temos o tamanho limite do arquivo de acordo com o tamanho do volume. isto é. Utiliza uma cópia backup da tabela de alocação como sistema de segurança para corrupções de arquivos. Se um arquivo ocupa 4 KB de espaço. 2. Algumas características são:  Neste modelo. tanto no FAT16 como no FAT32 a ocupação será de 1 cluster. O FAT16. no caso do FAT16 os 60 KB restantes serão alocados. em parte. durante o processo de boot. Tem a desvantagem de ser 6% mais lenta que FAT16 e a incompatibilidade com SO antigos. embora este padrão ainda seja largamente utilizado. Isso é possível. o desperdício em disco foi sensivelmente reduzido.3 NTFS O NTFS (New Technology File System) é um sistema de arquivos que surgiu com o lançamento do Windows NT. seu antecessor. pois uma queda de energia durante uma operação que modifique os metadados pode tornar a partição inacessível ou corromper severamente diversos arquivos. Não possui recursos de segurança como o NTFS. Ainda neste aspecto. Com o FAT32. . por exemplo.

Esse comportamento reduz o movimento da (s) cabeça (s) de leitura-gravação da unidade de disco.  Caso seja usado em mídias.. 2. a priori. Em um sistema de arquivos ocorrem dois tipos de fragmentação: (i) a fragmentação interna (ou de espaço) é causada pelo fato do tamanho do arquivo geralmente não ser múltiplo do tamanho do bloco (portanto o último bloco terá um espaço não utilizado) — a consequência é a perda de espaço.  Recuperação de erros mais fácil. arquivos de texto e de logs são muito modificados. é a menor unidade de alocação para o Ext2. Utiliza a tabela MFT (Master File Table) para registrar a utilização de cada cluster de um disco. podem se corromper mais facilmente.  Menos fragmentação. prejudicando o desempenho. A influência do UNIX pode ser vista. sempre que possível.ex. O bloco. Melhor desempenho. Para . O tamanho pode ser de 1024. indexação e compactação.  Seus clusters podem chegar a 512 bytes.  Tem suporte a criptografia.  Permite política de segurança e gerenciamento. (ii) a fragmentação externa (ou de arquivo) decorre da impossibilidade do sistema determinar. É um pouco mais lenta que o FAT32 devido as diretivas de segurança que o FAT32 não tem e precisam ser acessados durante leitura e gravação de dados. 2048 ou 4096 bytes e é definido na formatação. o Ext2 tenta.4 EXT2 Ext2 foi projetado e implementado para corrigir as deficiências do Ext e prover um sistema que respeitasse a semântica UNIX. que consiste num conjunto de setores (cada setor tem 512 bytes). por exemplo. que são análogos aos grupos de cilindros utilizados pelo FFS.6  Os nomes dos arquivos podem ter 32 caracteres. É mais seguro que o FAT. Quando é realizada uma operação de escrita em um arquivo. e o seu tamanho pode aumentar ou diminuir) — assim um arquivo pode alocar blocos não contíguos. alocar blocos de dados no mesmo grupo que contém o nó. na utilização de grupos de blocos. qual o tamanho do arquivo (p.

devido a necessidade de todos os dados serem escritos no disco duas vezes. Writeback . A segunda estratégia é alocar a parte final de um arquivo. diminui a fragmentação e perda de espaço. [CARD.5 EXT3 O Ext3 (Third Extended file system) é um sistema de arquivos desenvolvido por Stephen C. que acrescenta alguns recursos ao Ext2. O Ext2 permite tamanhos de blocos de 1024. o menor tamanho de bloco possível. Um tamanho de bloco pequeno. O tamanho de bloco padrão para volumes grandes é de 4096 bytes. existem duas estratégias básicas. são adjacentes ao último bloco utilizado pelo arquivo. como 1024 bytes. 2048 e 4096 bytes. mas em contrapartida gera um impacto negativo no desempenho. Apesar do Ext2 possuir. Para diminuir o impacto da fragmentação externa.7 diminuir o impacto do primeiro tipo. o Ext2 pré-aloca (reserva) até oito blocos quando um arquivo é aberto para gravação. quando possível. esse método não foi implementado. O Reiserfs chama esse método de tail packing. o UFS usa fragmentos. a previsão para uso de fragmentos. dos quais o mais visível é o journaling. que são submúltiplos do tamanho do bloco. Isso aumenta a confiabilidade do sistema com uma perda de desempenho. 1994] 2. que consiste em um registro (log ou journal) de transações cuja finalidade é recuperar o sistema em caso de desligamento não programado. na formatação. Há três níveis de journaling disponíveis na implementação do Ext3: Journal Os metadados e os dados (conteúdo) dos arquivos são escritos no journal antes de serem de fato escritos no sistema de arquivos principal. pois acarreta o gerenciamento de uma maior quantidade de blocos. no superbloco. TS'O e TWEEDIE. juntamente com pedaços de outros arquivos. Tweedie para o Linux. Esses blocos reservados. A primeira. menor que o tamanho de um bloco. mais simples. é determinar.

arquivos que são apensados durante um crash podem ter adicionados a eles trechos de lixo na próxima montagem. portanto. sem a necessidade de realizar um backup e restaurar posteriormente os dados. mas trabalhando como apenas . porém introduz o risco de escrita fora de ordem onde. Ordered É como o writeback. Embora o seu desempenho (velocidade) seja menos atrativo que o de outros sistemas de arquivos (como ReiserFS e XFS). Essa opção permite um melhor desempenho em relação ao modo journal. em termos de “recuperabilidade” isso dá ao ext3 uma significante vantagem sobre sistemas de arquivos que possuem-nas. cuja palavra redundante neste caso quer dizer algo que trabalha em paralelo com diversas unidades físicas. Os metadados do sistema de arquivos estão todos em locais fixos e bem conhecidos. sendo. e há certa redundância inerente à estrutura de dados. bem como o menor consumo de processamento. mas força que a escrita do conteúdo dos arquivos seja feita após a marcação de seus metadados como escritos no journal. ele tem a importante vantagem de permitir que seja feita a atualização direta a partir de um sistema com ext2. Esse é considerado um meio-termo aceitável entre confiabilidade e performance. Enquanto em alguns contextos a falta de funções de sistemas de arquivos “modernos”.8 Os metadados são escritos no journal mas não o conteúdo dos arquivos. por exemplo. 2.6 RAID RAID é primeiramente uma sigla que significa Redundant Array of Independent Disks que traduzindo para o português significa Matriz Redundante de disco independente. como alocação dinâmica de inodes e estruturas de dados em árvore. em que sistemas de arquivos em árvore não seriam recuperáveis. o nível padrão. que permite que sistemas ext2 e ext3 sejam recuperáveis no caso de uma corrupção de dados significante. poderia ser considerada uma desvantagem.

seu foco e o espelhamento dos dados. porém sendo identificado pelo sistema como apenas uma unidade. .O acesso à informação pode se tornar mais rápido. 2. oferecer praticamente os mesmos resultados. RAID 1 = Chamado de MORRORING (espelhamento). os dados existentes nele não serão perdidos.9 uma unidade lógica. pois os dados são distribuídos a todos os discos. Onde podemos exemplificar três deles: RAID 0 = Chamado STRIPING (fracionamento). pois podem ser replicados em outra unidade (redundância). caso . toda informação que é gravado e/ou modificada em um dos discos a mesma mudança é feita no outro HD.Se um HD sofrer danos. Com esse procedimento acaba-se ganhando em taxa de transferência uma vez que ao invés de buscar informações de apenas um HD tendo assim um tempo maior para pegar a informação por se tratar de uma única unidade ele divide a informação em vários HDs onde ele busca os diversos pedaços do arquivo somando assim a velocidade de todas as unidades alocadas. 4. . mas sim a soma da velocidade de transmissão. . no sistema RAID temos vários HDs trabalhando em paralelo. onde caso ocorra alguma falha em um dos HDs os dados serão perdidos ou corrompidos. 5. ou seja. Muitas pessoas confundem o espelhamento com backup achando que uma vez que se você possui um servidor com sistema RAID 1 não há a necessidade de backup.Um sistema RAID pode ser mais barato que um dispositivo de armazenamento mais sofisticado e.É possível aumentar a capacidade de armazenamento a qualquer momento com a adição de mais HDs. ao mesmo tempo. seu foco não é a redundância. ele fraciona a gravação dos dados em vários HDs onde o sistema vê apenas como uma única unidade. 3. ou seja.Dependendo do caso. Podemos identificas algumas vantagens do sistema RAID como: 1. mas não é só isso deverá ser definido nível para o sistema de acordo com a necessidade da empresa. Isso é um conceito errado pois como a duplicação dos dados é feita em tempo real. . . ou seja. há maior tolerância a falhas. Para que seja implantado um sistema RAID é necessário no mínimo dois HDs. Seu grande problema é a proteção contra falhas. pois o sistema não é paralisado se uma unidade parar de funcionar.

no RAID 1+0. o sistema assume o nível RAID 1. Assim. no RAID 0+1. RAID 10 = Chamado de HYBRID RAID (combinação de parâmetros). Já no backup esta situação é diferente pois os dados são gravados de acordo com os critérios estabelecidos pela empresa por um período predefinido. ele combina os dois níveis RAID 0 e RAID 1. ou seja. a diferença essencial é que. Para isso serão necessários no mínimo quatro HDs. tem-se uma solução RAID que considera tanto o aspecto do desempenho quanto o da redundância.10 alguma informação seja gravada indevidamente ou exposta a algum vírus ou ainda algum dado for apagado esse arquivo não será recuperado. o sistema se transforma em RAID 0 em caso de falha. . Há uma variação chamada RAID 1+0 de funcionamento semelhante. seu foco é a rapidez e a proteção de dados contra falhas de hardware.

• Conta com menos fragmentação. exFAT comparação com FAT e FAT32 • Conta com leitura e escrita de arquivos maiores que 4 GB. • Conta com on-the-fly a criptografia de arquivos usando o EFS (Encrypting File System. FAT e FAT32 RELAÇÃO AO NTFS • É compatível com todos os sistemas operacionais. • Possui melhor gerenciamento de espaço. . • Conta com melhor gestão de espaço. assim.11 3 DIFERENÇAS E COMPARAÇÕES NTFS em comparação com FAT e FAT32 • Cria partições maiores que 32GB. • Ocupa menos espaço no disco USB. o Windows Professional). • Capacidade de criar partições do disco com mais de 32 GB. • Trabalha de forma mais rápida e com menos uso de memória. • Tem capacidade de compactar arquivos e economizar espaço em disco. • Possui menos espaço desperdiçado. gerando menos fragmentação.

12 Abaixo uma comparação entre os três sistemas de arquivos: Critério NTFS5 NTFS exFAT FAT32 FAT16 FAT12 Sistema operaciona l Windows 2000 XP 2003 Server 2008 Vista 7 Windows NT 2000 XP 2003 Server 2008 Vista 7 Windows CE 6. 4GB for some OS 65536 16MB Máximo de arquivos em volume Tamanho máximo de arquivos 32GB for all OS. de modo que a informação requerida pode ser recebida. . sempre que necessário. Com a ajuda de um sistema de ficheiros. Os dados e metadados (dados sobre os dados) é acessado a partir dos arquivos e diretórios.3 Extende d .29 5 (232-1) 4.294.0 Vista SP1 7 WinXP+KB9 55704 DOS v7 and higher Windows 98 ME 2000 XP 2003 Server Vista 7 DOS All versions of Microsoft Windows DOS All versions of Microsoft Windows 264 clusters minus 1 cluster 232 clusters minus 1 cluster 128PB 4.up to 255 Up to 254 Limitações Tamanho máximo de volume 4080 3.967.967. É um meio de classificar e organizar arquivos e armazenamento de dados.1 Outras comparações Um sistema de arquivos é uma parte crítica de qualquer dispositivo de computação.8. o espaço disponível em um dispositivo é administrado de forma eficiente para armazenar dados.294. 2TB for some OS 4194304 264 bytes (16 ExaBytes) minus 1KB 244 bytes 16EB (16 TeraBytes) minus 64KB 4GB minus 2 Bytes 16MB (Limit Only by Volume Size) Número máximo de Clusters Comprimen to máximo do nome do arquivo 264 clusters minus 1 cluster Up to 255 232 clusters minus 1 cluster Up to 255 4294967295 4177918 2GB (Limit Only by Volume Size) 65520 Up to 255 Up to 255 Standard .2 95 (232-1) Nearly Unlimited 2GB for all OS.

que envia chamadas do sistema para a interface de chamada do sistema. Em resumo. 2. fornecendo os recursos solicitados. 3. O espaço do disco: O driver de dispositivo no espaço do kernel envia o pedido .13 utilizando o mecanismo previsto pelo sistema de arquivos. etc. um sistema de ficheiros é um conjunto de tipos de dados que é utilizado para:  Armazenamento de dados  Categorização hierárquica  Gerenciamento de dados  Arquivo de navegação  Acessando os dados  Recuperação de dados Linux Filesystem Arquitetura Antes de explorar os sistemas de arquivos estendidos de Linux. para um serviço. Todo o espaço do sistema de arquivos Linux é dividido em três partes diferentes. Chamada de sistema nada mais é que um pedido que é enviado para o kernel do sistema operacional. gerenciamento de arquivos. como ext2. a gestão dos dispositivos de I / O (input / output). 1. ext3 e ext4. Sistemas de arquivos são usados em dispositivos de armazenamento. como discos ópticos e discos de armazenamento magnéticos. Espaço Kernel: Kernel é o núcleo do sistema operacional que atende as chamadas do sistema a partir do espaço do usuário. dispositivos de memória. Espaço de utilização: As aplicações estão localizadas no espaço de utilizador. é necessário conhecer os princípios básicos da arquitetura de sistema de arquivos Linux.

Journaling filesystem é um recurso adicional em ext3. As alterações feitas na revista. até ext3 foi introduzido. ext2 é usado para a mídia de armazenamento baseados em flash. que contém dados de arquivos críticos. Vamos agora discutir os fundamentos da ext2. Em um sistema de arquivos nãodiário de recuperação de dados. como pode ter que ir através da estrutura de dados inteiro do diretório. NFS etc. O tamanho máximo do arquivo e o nome . Ext2 foi um dos sistemas de arquivos mais eficientes e amplamente utilizados em Linux. para detectar os erros ou recuperar os dados. como ext2. Sistemas de arquivos do Linux Existem vários sistemas de arquivos usados em sistemas operacionais Linux. cartões SD. ext3.14 de I / O no disco rígido do sistema. que não estava em ext2. são monitoradas por ext3 que é chamado de journaling. Filesystem prolongado terceiro (Ext3) O sistema de arquivos ext3 foi desenvolvido por Stephen Tweedie. que é um presente de log circular no sistema de arquivos. Mas mesmo agora. ext3 e ext4 sistemas de arquivos Linux. procfs. A compressão e descompressão do sistema de arquivos ext2 é suportado por e2compr. O tamanho máximo de arquivo de sistema de arquivos ext2 está na faixa de 16 Gigabytes a 2 Terá bytes e o comprimento máximo do nome do arquivo (metadados sobre um arquivo) é de 255 bytes. ext4. etc. como unidades flash USB. Assim. ext2 foi usado como um sistema de arquivos padrão. No Debian e Red Hat Linux. Mas. O sistema de arquivos ext2 todo é dividido em numerosos blocos de dados. entre os quais apenas os últimos blocos podem ser preenchidos por dados. apenas requer a leitura do jornal em vez de processar a estrutura de dados inteiro. Filesystem prolongado segunda (Ext2) O sistema de arquivos ext2 foi desenvolvido com cartão de Remy e foi introduzida pelo Linux em 1993. em um sistema de arquivos journaling. sysfs. e detectando os erros envolvidos mais tempo. depois de um acidente. temos um jornal que mantém o controle das mudanças que fazemos no sistema de arquivos.

O tamanho máximo do volume de dados suportados pelo ext4 é 1exbibyte (1 exbibyte = 260 bytes) e tamanho do arquivo é de até 16 tebibytes. . A fragmentação em termos de blocos físicas. Características do Ext4 mais Ext2 e Ext3 Introdução de extensão. é substituído por extensões. a característica de um dispositivo para processar a entrada a partir de dispositivos mais velhos é uma característica adicional da ext4.15 do arquivo ext3 comprimento é o mesmo que o do ext2. é habilitado por padrão em ext4. onde os dados são armazenados. Esta modificação. Retrocompatibilidade. Uma única extensão no sistema de arquivo pode ser de até 128 mebibyte (1 mebibyte = 220 bytes) e cada bloco em uma extensão é de 4 kibibyte (1 kibibyte = 210 bytes). que não estava disponível em ext2 e ext3. Características do Ext3 mais Ext2  Backup e restauração de dados não é necessária  Indexação Htree é implementado para diretórios maiores quando o recurso está ativado  Journaling filesystem Filesystem prolongada quarta (Ext4) A versão estável do sistema de arquivos ext4 foi introduzido em 2008 pelo Linux. O comprimento máximo do nome do arquivo é de 56 bytes. aumentou o desempenho do sistema de arquivos. isto é. Extensão é uma área de armazenamento de dados que reduz a fragmentação de arquivos e de espalhamento do arquivo. Os índices HTree que é uma estrutura de árvore especializado de dados utilizada para a indexação de diretório.

. no entanto. um pacote de software essencial. você precisa ter um sistema operacional Linux distribuído para utilizar este software. Para obter os recursos adicionais do sistema de arquivos. 3. assim. que é usado em fluxo contínuo e bases de dados multimídia. No Windows temos os arquivos do sistema concentrados nas pastas "Windows" e "Arquivos de programas". e você pode criar e organizar suas pastas da forma que quiser. A escrita sequencial de dados é muito mais rápida do que os sistemas de arquivos mais antigos. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e espera-se que você armazene seus arquivos pessoais dentro da sua pasta no diretório "/home". Naturalmente. mas isso nem sempre é uma boa ideia. No Linux é basicamente o contrário. é altamente recomendado para instalar a versão mais recente. Técnica Atribuir-on-flush é implementado em ext4. é possível ajustar as permissões de uma maneira que você possa salvar arquivos em outros locais. Para trabalhar com qualquer outro dos sistemas mencionados acima. Esse recurso reduz granularidade do timestamp. atendendo à velocidade de processamento do computador. que não lembra em nada o que temos no Windows. você precisa ter e2fsprogs. o que reduz a fragmentação do disco e uso da CPU. Você também pode baixar e instalar o software. Uma sequência timestamp dos dados ou de eventos gravados e é medido em nanossegundos é implementado em ext4.2 Seguranças entre os sistemas de arquivos O primeiro choque para quem está chegando agora é a estrutura de diretórios do Linux.16 A atribuição pré-de-espaço no disco de certos ficheiros no sistema é criado em um espaço contíguo.

. Ele é complementado pelo diretório "/sbin". o "adduser". mas se diferencia por armazenar aplicativos que podem ser usados apenas pelo root. como. pwd. drive de disquete e outros dispositivos. que permite criar novos usuários. por exemplo. D: E: do Windows. cat. Dentro deste diretório temos não apenas todos os arquivos e as partições de disco. como o su. pois é aqui que ficam os executáveis e bibliotecas de todos os principais programas instalados: . formando a estrutura que você vê no gerenciador de arquivos: O diretório "/bin" armazena os executáveis de alguns comandos básicos do sistema. mesmo que você resolva armazenála em um diretório separado. A maior parte dos aplicativos e outros componentes ficam instalados dentro do diretório /usr(de "Unix System Resources". rm. Este é de longe o diretório com mais arquivos em qualquer distribuição Linux. como o C. Tudo faz parte de um único diretório. mas também o CD-ROM. ou recursos de sistema Unix). O principal motivo de eles ficarem separados dos outros executáveis do sistema (que vão dentro da pasta /usr) é permitir que eles continuarem acessíveis desde o início do boot. um conjunto que na maioria das distribuições ocupa de 6 a 8 MB. tar.17 A primeira coisa com que você precisa se habituar é que no Linux os discos e partições não aparecem necessariamente como unidades diferentes. que tem a mesma função básica. etc. chamado diretório raiz ou simplesmente "/". pouca coisa.

enquanto as terminadas em “.dll no Windows. so. Outro diretório com um enorme volume de arquivos é o "/usr/lib". que é reservada a programas e scripts que você instalar manualmente. Como pode imaginar.1. A pasta "/usr/X11R6" era originalmente destinada a armazenar os componentes do X. que é reservada a executáveis que podem ser usados apenas pelo root (similar à pasta "/sbin") e a "/usr/src". o que permite que os aplicativos que utilizavam os arquivos antigo continuem funcionando. a pasta "/boot" armazena o kernel e alguns arquivos usados na fase inicial do boot. Subindo de novo.so. onde ficam armazenadas bibliotecas usadas pelos programas. Como os executáveis de quase todos os programas instalados são armazenados nela. que é usada para armazenar o código fonte de programas e também o código fonte do kernel (caso disponível). etc. Elas são gerenciadas de maneira automática pelo gerenciador de pacotes. por exemplo. usadas por vários programas. ele é o primeiro componente carregado pelo gerenciador de boot durante a inicialização do sistema.so. A função destas bibliotecas lembra um pouco a dos arquivos . Outras pastas dignas de nota são a "/usr/local".) são bibliotecas compartilhadas.3. que fazem parte de um programa específico. yyy.18 A pasta "/usr/bin" (bin de binário). As bibliotecas com extensão “.versão" (xxx. responsável pelo ambiente gráfico. o número só faz crescer conforme você instala novos pacotes. . A" são bibliotecas estáticas. armazena cerca de 2. são deixados links apontando para a nova versão.000 programas e atalhos para programas em uma instalação típica do sistema. quando uma biblioteca é atualizada. por exemplo. a "/usr/sbin". mas ela está caindo em desuso.

Por exemplo.. não são arquivos armazenados no HD. . substituindo de certa forma o registro do Windows. "/dev/dsp". o "arquivo" "/dev/mouse" contém as informações enviadas pelo mouse. os arquivos do "/etc" não se corrompem sozinhos e é fácil fazer cópias de segurança caso necessário. "/dev/sda". por exemplo. O diretório "/etc" concentra os arquivos de configuração do sistema. que não armazena arquivos.conf. Concluindo.conf". etc. Na maioria das distribuições atuais ele é substituído pelo diretório "/media". Todos os arquivos contidos aqui.19 Logo a seguir temos o diretório "/dev". ele é montado pelo sistema na pasta "/media/disk". o diretório "/mnt" (de "mount") recebe este nome justamente por servir de ponto de montagem para o drive óptico ("/mnt/cdrom" ou "/mnt/dvd") e outros dispositivos de armazenamento. O comando "cat /proc/net/dev" mostra informações sobre as interfaces de rede. por exemplo. deixando que o kernel se encarregue da parte complicada. ao plugar um cartão de memória ele é visto como "/media/card" e assim por diante. Os arquivos recebem o nome dos programas seguidos geralmente da extensão. Ele é complementado pelo diretório "/proc". Ao plugar um pendrive no Ubuntu. enquanto o "/dev/dsp" permite acessar a placa de som. o "cat /proc/cpuinfo" mostra informações sobre o processador e assim por diante. que é de longe o exemplo mais exótico de estrutura de diretório no Linux. como. enquanto o do servidor FTP é o "/etc/proftpd. A vantagem é que enquanto o registro é uma espécie de caixa preta. os scripts e arquivos de configuração do diretório "/etc" são desenvolvidos justamente para facilitar a edição manual. graças aos vários utilitários de configuração disponíveis. Esta organização visa facilitar a vida dos programadores. ao contrário do registro do Windows. Claro. "/dev/modem". mas a possibilidade continua disponível. que tem a mesma função.conf". o arquivo de configuração do servidor DHCP (que pode ser configurado para atribuir endereços IP aos outros micros da rede) é o "/etc/dhcpd. mas podem ser úteis também quando você quer checar alguma configuração manualmente. mas sim informações sobre o hardware e sobre a configuração do sistema. mas sim ponteiros para dispositivos de hardware. Por exemplo. que podem acessar o hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos. É verdade que na maioria dos casos isto não é necessário. Estas informações são usadas por utilitários de detecção e configuração do sistema.

desde que faça a montagem de forma manual. . por exemplo. que é um dos arquivos básicos de configuração do sistema.20 Na verdade. Você pode perfeitamente montar o seu pendrive dentro da pasta "/home/fulano/pendrive". o uso do diretório "/media" ou "/mnt" é apenas uma convenção. Os diretórios padrão de montagem das partições são configuráveis através do "/etc/fstab".

o arquivo A teve se ser salvo em dois fragmentos: A (com os dados originais deproposta1. Ao salvar estes arquivos.doc B = arquivo de imagem logotipo.xls E = arquivo do PowerPoint apresentação. O mesmo acontece com o arquivo E: ele teve se ser salvo em dois fragmentos: E (com os dados originais de apresentação.ppt) e E1 (contendo os dados que no apresentação.xls D = arquivo do Excel custos_2004. eles serão armazenados da maneira abaixo no disco rígido.xls.doc) e A1 (contendo os dados que foram adicionados no proposta1. todos os seus dados estão em um único fragmento: Suponha agora que você alterou a proposta1.jpg C = arquivo do Excel custos_2003. incluindo dados ali.doc). Note que como não há espaço entre A e E.ppt Inicialmente estes cinco arquivos estão desfragmentados.doc e o custos_2004.ppt original): foram adicionados .21 4 FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO Suponha que você tenha cinco arquivos quaisquer no seu disco rígido: A = arquivo do Word proposta1. isto é.

xls não é mais necessário e com isso apagou-o.xls e também modificado ologotipo. Veja o que acontece quando você altera novamente o arquivo proposta1. aumentando ainda mais a taxa de fragmentação: .doc: o espaço que antes havia o arquivo C (e que foi apagado) está parcialmente ocupado com o terceiro fragmento deste arquivo (A2)! Suponha que você tenha alterado novamente o arquivo custos_2004.doc: mais um fragmento de arquivo é adicionado aos demais. Resultado: o local aonde havia este arquivo ficou vazio: Veja o que acontece quando você salvar novas modificações do arquivo proposta1.jpg: aparecem novos fragmentos de arquivo B1 e D2 quando estes arquivos são salvos.22 Agora você decidiu que o arquivo custos_2003.

jpg não ficou boa e você resolve reverter o arquivo. o local aonde estava o fragmento B1 (que continha as alterações feitas em logotipo. fazendo com que ele seja composto de apenas um fragmento maior. . havia o B1.ppt e parcialmente o local aonde salvá-lo.jpg e que você não gostou) ficou vazio: Agora ao modificar fragmento E1 ocupa o arquivo apresentação. o que novo foi apagado: Conclusão: veja como o trecho mostrado ficou fragmentado após algumas poucas alterações nos arquivos que estavam salvos ali! Perceba que este exemplo envolve apenas CINCO arquivos. deixando-o como estava.23 Você decidiu agora que a modificação que você fez no logotipo. Ao salvá-lo. pois desta maneira o acesso a eles seria muito mais rápido. O ideal seria que todos os arquivos estivessem unidos em um só. É exatamente isso que a desfragmentação de disco faz: ela reúne os diversos fragmentos de um arquivo. como mostrado abaixo. quando na prática *centenas* de arquivos são alterados em um dia de trabalho.

acessando o seu arquivo executável. pastas e do sistema de seu PC. desfragmentando-os e melhor organizando a sua disposição. pois é possível que milhares arquivos sejam alterados em um único dia – então imagine o nível de fragmentação dos arquivos neste servidor depois de algumas semanas – ou meses! 4. Tão eficiente quanto o desfragmentador nativo do Windows.24 Em servidores a fragmentação de arquivos torna-se ainda mais complicada.1 Auslogics Disk Defrag Defraggler é um eficiente desfragmentar de discos rígidos do computador. Porém. também é possível utilizá-lo em qualquer computador. totalmente guiada por opções cheias de informações. este aplicativo conta com várias modalidades de desfragmentação. Com seus procedimentos iniciados pelas opções do menu “Ação”. Totalmente em português e com uma interface bastante agradável. uma apresentação melhor e não precisa estar instalado para ser executado. que pode ser armazenado em um Pen Drive ou na nuvem. Este software possui uma instalação rápida e simples. este programa possui mais funções. que possui um visual simples e ótimos recursos para Windows. a interface do . uma série de mostradores com informações sobre os dados durante e após seus procedimentos e das condições de “saúde” dos arquivos. Como Utilizar Contando com uma interface intuitiva e bastante fácil de utilizar. o Defraggler foi desenvolvido para realizar varreduras nos dados de seu HD e nos espaços livres.

porém exigindo um pouco do processamento do computador. podendo ser mais facilmente selecionados pelas seções do disco rígido que se localizam. com várias informações sobre as operações executadas e o computador. Procedimentos A operação de desfragmentação feita pelo Defraggler acontece em segundo plano. outro apresentando um mapa do conteúdo do disco analisado e um último dividido em abas. Além disso. exibidas no mostrador da interface com o conteúdo do HD selecionado.25 programa se divide em três espaços: um os discos rígidos do PC. permitindo que o usuário escolha a data e o momento que a operação ira se iniciar. Recursos adicionais O Defraggler informa de maneira prática e acessível uma série de informações sobre as condições dos discos rígidos selecionados. O aplicativo ainda conta com duas opções para direcionar a eliminação da fragmentação de dados para pastas ou arquivos específicos. mas arruma melhor o conteúdo em seu HD. podendo realizar um procedimento mais rápidos e superficiais ou a operação completa. o software conta com um ótimo e prático recurso para configurar agendamentos de desfragmentações. Seus relatórios não são tão extensos e detalhados. mas mostram de forma bem eficiente todos os erros de leitura e no armazenamento de dados que forem encontrados durante a desfragmentação. sem ultratrapar a execução de outros programas. aumentando a eficiência e o desempenho do computador. O Deflaggler também possui um buscador extremamente eficiente para que os usuários possam pesquisar por arquivos e pastas em seus discos rígidos de acordo com o tamanho ou pelo nome. . Os processos podem ser realizados em qualquer disco rígido de seu PC. mostrando também vários detalhes técnicos de seu computador e fazendo ainda uma análise rápida de suas condições. que é mais metódica e longa.

o Defraggler também pode ser iniciado de maneira extremamente funcional em outros computadores. Prós  Visual prático. o aplicativo ainda oferece serviços de desfragmentação de dados específicos. sendo iniciado diretamente por seu arquivo executável. agradável e muito intuitivo. auxiliando bastante a resolver problemas e aumentar a performance de seu PC. Com suporte para o idioma português. mostrando poucas informações para uma operação tão longa. que além de realizar suas operações de maneira eficiente e objetiva. com os comandos e as informações distribuídas pela interface de maneira bastante prática. que conta com a opção de substituí-lo pelo desfragmentador nativo do Windows. ainda oferece recursos bastante úteis aos usuários. simples e agradável  Interface com comandos distribuídos de forma intuitiva e com várias informações úteis  Pode ser iniciado pelo arquivo executável e é extremamente fácil de usar  Possui uma opção para substituir o desfragmentador residente do Windows  Pode desfragmentar pastas e arquivos específicos Contras  Os relatórios não mostram muitas informações sobre suas operações . facilitando bastante a sua utilização. o programa possui um visual simples. apesar de exibir várias informações sobre seus processos e as condições do computador de forma contínua. Podendo ser instalado através de uma operação rápida e fácil. os relatórios dos procedimentos de desfragmentação completa são muito simples.26 Nossa opinião O Defraggler é um desfragmentador de dados extremamente útil. No entanto. Além de permitir agendamentos para os seus procedimentos e realizar buscas por arquivos ou pastas.

27 4. conhecido pelo acrônimo chkdsk. Seja para apenas checar o status do HD. Pros  Limpeza e organização do disco  Maior velocidade Contra Lentidão Interface em linha de comando . é um comando do tempo do MSDOS que tem por objetivo fazer a manutenção dos discos magnéticos. bem como continuará ativo na versão 8 do sistema. promovendo a correção de pastas e arquivos corrompidos e também identificando e isolando os setores defeituosos da mídia (problemas de hardware). inclusive contribuindo para a recuperação de dados perdidos.2 Scandisk O Check Disk. seja para realmente corrigir arquivos problemáticos. O comando ainda está disponível no prompt de comando do Windows. o chkdsk é mais uma ferramenta gratuita que pode auxiliar na resolução de muitos problemas.

“F:”. com os dados na unidade (D). o usuário poderá administrar de maneira mais confortável. “E:”. PartitionMagic. tendo em vista que o tempo para a instalação de um sistema operacional como o Windows 7 é muito rápida. pois os dados estarão na outra partição. Caso seu HD seja particionado.28 5 PARTICONAMENTO Permitindo melhorar a organização e o desempenho de atividades no computador. teste Através da criação destes ambientes em separado. o particionamento do disco rígido é um método que divide o HD em uma ou mais partes.  Em vez de tentar levantar o sistema operacional. Bons técnicos talvez tentam outros recursos para tentar levantar o sistema operacional ou tentam fazer o backup antes de formatar o HD. Que vantagem há nisso? Imagine que um vírus impeça a inicialização de seu sistema operacional ou por algum motivo ele não carrega. por exemplo. Caso seu HD não seja particionado. Cinco dicas deixam o computador mais rápido em poucos minutos. temos muitas vantagens. Apesar de aplicativos como EaseUS Partition Master. Normalmente um técnico formataria o computador. desde que estejam na unidade (D). Riscos A formatação nos hds atuais é um processo diferente daquela formatação antiga. Partition Logic fazerem a partição do HD de forma rápida e prática. há um grande risco de perder seus dados. programas e conjuntos de dados. etc. segura e eficiente o gerenciamento de diferentes sistemas operacionais. como:  Não perder tempo com realização de backups. pode-se formatar a partição sem medo. os . caracterizadas pelas unidades “C:”. Com essa simples prática. você poderá formatar o sistema operacional na unidade (C) sem correr riscos de perder seus dados importantes.

Os riscos de se particionar sem formatar são:  As chances de haver perda de dados.. acessível através de algumas bios e programas proprietários dos fabricantes.. Ainda existe 'formatação de baixo nível'..  Necessário ter experiência para que não seja surpreendido com o HD inteiro formatado. mas esses procedimentos são apenas necessários quando há problemas físicos no disco. eles continuam lá.29 hds já vem formatados.  Normalmente o particionamento assim demora muito mais já que o software faz uma varredura e checagem de cada cluster.. a única coisa que fazemos é refazer a tabela de partições quando você formata você está apenas apagando os índices dos arquivos. .

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