Táxon Cannabaceae

Vanessa Claudino Miguel
RESUMO – Cannabaceae é uma pequena família de angiospermas. O objetivo desse
trabalho é apresentar a caracterização morfológica, diversidade e distribuição
geográfica da família no mundo, Mata Atlântica e estado do Rio de Janeiro. Apresentase o posicionamento da família de acordo com a filogenia e ilustrações morfológicas,
bem como os principais gêneros e usos.
Palavras chave: Cannabaceae, morfologia, diversidade, distribuição, taxonomia
ABSTRACT – Cannabaceae is a small family of angiosperms. The aim of this paper is
to present the morphological characterization, diversity and geographic distribution of
family in the world, Atlantic Forest and state of Rio de Janeiro. It presents the
positioning of the family according to the phylogeny and illustrations, as well as the
genres and major uses.
Key words: Cannabaceae, morphology, diversity, distribution, taxonomy

Introdução

Resultados e discussão

A circunscrição de Cannabaceae tem
sido
bastante
controvertida.
Tradicionalmente seus gêneros eram
incluídos em Moraceae ou Urticaceae,
ou sua delimitação confundia-se com o
complexo
Ulmaceae-CeltidaceaeCannabaceae. Porém, o acúmulo de
estudos recentes em filogenia (Wiegref
et al.1998; Song et al.2002; Sytsma et
al.2002;
Sattarian
2006)
vem
contribuindo para a delimitação de um
grupo monofilético bem corroborado.
Assim, a circunscrição tradicional de
Cannabaceae foi ampliada, tendo sido
incluídos na família os gêneros Celtise
Trema, tradicionalmente reconhecidos
como
membros
de
Ulmaceae
subfamília Celtidoideae (e.g.Engler
1907, Cronquist 1981). A família está
incluída na ordem Rosales.

A família Cannabaceae compreende 11
gêneros e 180 espécies amplamente
dispersas em regiões tropicais e
temperadas (Judd et al. 2009). No
Brasil encontram-se quatro gêneros:
Celtis L. e Trema Lour. (nativos) e
Cannabis
L.
e
Humulus
L.
(introduzidos), com aproximadamente
15 espécies (Souza & Lorenzi 2008).
No domínio da Mata Atlântica, tal como
no estado do Rio de Janeiro, ocorrem
dois gêneros, Celtis L. e Trema Lour., e
7 espécies. Três espécies são
endêmicas no Brasil, pertencentes ao
gênero Celtis L., que inclui Celtis
fluminensis Carauta, com distribuição
no Sudeste; Celtis orthacanthos
Planch, no Nordeste e Sudeste; e
Celtis pubescens (Kunth) Spreng., no
Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
(Instituto de Pesquisas Jardim Botânico
do Rio de Janeiro, 2013).

Possui Importâncias econômicas tal
como
potencial
madeireiro
e
ornamental (Celtis), fonte de fibra
(hemp, Cannabis) e de drogas
psicotrópicas
(maconha,
haxixe).
Humulus (úpulo) é utilizado como
aromatizante da cerveia, fornecendo
óleos essenciais amargos (Judd et al.
2009).

Os principais gêneros são Celtis (100
spp.) e Trema (55). Esses gêneros
mais Humulus e Cannabis ocorrem nos
Estados Unidos e/ou no Canadá. Celtis
L. é o gênero com maior número de
espécies da família, distribuindo-se
pela Ásia, África e pelo continente

estigmas alongados e estendendo-se ao longo de um lado do estilete. dois carpelos. conatos. ovário súpero com placentação apical. Os frutos drupáceos e coloridos da maioria das espécies apresentam uma polpa doce que atrai as aves dispersoras (Judd et al. Estudos mais detalhados devem ser realizados para identificar sinapomorfias da família (Yang. livres a ligeiramente conatas. Carpelos 2. Tépalas geralmente 4 ou 5. et al 2013). grãos de pólen 2-3 porados. reduzidas nas flores carpeladas de alguns cultivares de Cannabis. Cannabaceae pode ser identificada pelos seguintes caracteres morfológicos: presença de cistólitos. mas também ervas (Cannabis) ou lianas (Humulus). e geralmente dísticas. geralmente com três nervuras basais principais. estípulas presentes. ausência de laticíferos. grãos de pólen 2-3 porados. imbricadas. ou palmadas. retos ou curvos no botão. No entanto. simples (mas palmadolobadas em Humulus e compostas palmadas em Cannabis) inteiras a serreadas. Geralmente árvores ou arbustos. As flores de Cannabaceae são inconspícuas e polinizadas pelo vento. 2009. estames opostos às tépalas. a maioria desses caracteres são partilhados com Moraceae e/ou Urticaceae. 2009). Flores unissexuals (plantas monóicas ou dióicas). filetes livres. embrião curvo.americano. com venação intermediária entre peninérvea e palmada. racemosas ou reduzidas a uma flor solitária. Estames 4 ou 5 e opostos às tépalas. Folhas alternas (mas opostas em Humulus e opostas ou alternas em Cannabis). com muitas nervuras principais (Humulus. ovário súpero com placentação apical e 1 lóculo. ligeiramente adnatos ou livres das tépalas. Fruto drupa ou aquênio (em Humulus. Cannabis). Inflorescências determinadas. Souza & Lorenzi 2008). Mei-Qing. base da lâmina simétrica a assimétrica. às vezes divididos. sementes globosas. axilares. Cannabis). . às vezes fasciculadas. Com base na recente filogenia. radiais. (Judd et al. Um óvulo.

e.Fonseca20 et al.C.Figura 1 – a-b. b. c-d.Pederneiras 475).S. ramo. folha da base do ramo (L. – a. Celtis spinosa Spreng – e. Celtis brasiliensis (Gardner) Planch. . ramo (Araujo 9474). ramo. Celtis iguanaea (Jacq.) Sarg. – c.). d. detalhe do indumento da lâmina foliar (V.

Ramo fértil. E. Flor estaminada. C. Fruto. Trema micrantha. F. E: Martins 56. (AC: Pirani CFSC 6691. G. H. D: Martins 92. J. I. D. B. Celtis iguanaea. Flor estaminada. Pedúnculo com frutos. Ramo fértil.Figura 2 – A-E. F-J. I e J: Martins 93. Detalhe do pedúnculo com fruto. Fruto. Flor pistilada. H: França 363). A. F. Flor bissexuada. .

.

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sessiliflora é endêmica para o estado. A recente filogenia de Salicaceae pode ser identificada pelos seguintes caracteres morfológicos: Árvores ou arbustos. do ponto de vista econômico.2009) Os gêneros nativos do Brasil são Abatia. Salix. pauciflora. muitas especiais podem ser importantes fontes de extração de sais. algumas vezes com espinhos. Logo. Lunania. diversidade. luetzelburgii. geralmente dísticas. (Judd et Al) C. distribution. Eucearea. Neste trabalho. distribuição e características morfológicas. Resultados e discussão Salicaceae é uma família que ocorre no Brasil com 19 gêneros e cerca de 100 espécies e no mundo com cerca de 50 gêneros e 1000 espécies. A circunscrição tradicional de Salicaceae foi ampliada com os recentes estudos em filogenia tendo sido aí incluídos diversos gêneros antes reconhecidos em Flacourticaceae. fato que. C. Também será apresentado o a posição da família de acordo com a filogenia e ilustrações morfológicas. (Judd et AL. Casearia. C. Xylosma e 4 gêneros introduzidos Dovyalis. C. raramente opostas (Abatia). A ordem à qual pertence esta família está incluída na classe Magnoliopsida (dicotiledôneas).era originalmente obtido pela mesma. Banara. In this job. C. Hecatostemon. será possível vizualizar sua diversidade. sessiliflora e C. merece destaque. que pertence à ordem Malpighiales. luetzelburgii e C. Key words: Salicaceae. (Judd et AL. taxonomia ABSTRACT – Salicaceae is a family of angiosperm. morphology. Hasseltia.Táxon Salicaceae Fernanda Duarte Ribeiro da Costa RESUMO – Salicaceae é uma família de angiospermas. frequentemente com pontuações . Ryania. oblongifolia. simples. Homalium. C. Palavras chave: Salicaceae. C. Prockia. Neosprucea.folhas alternas. selloana. como por exemplo o gênero Salix merece destaque já que o ácido-acetil-salicíco.2009) . selloana são registradas como novas ocorrências no Rio de Janeiro. melliodora. 2007). C.Nesta família. decandra. Laetia. morfologia. C. C. distribuição. estípulas geralmente presentes. (Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. C. raramente lianas. Marge inteira ou mais comumente serreada. sylvestris. you can visualize their diversity. e é a base para diversos analgésicos. Pleuranthodendron. Oncoba e Populus. Neoptychocarpus. diversity. Azara. enquanto C. distribution and morphological characteristics. taxonomy Introdução Salicaceae é uma família de plantas angiospérmicas. Macrothumia. Also the the position of the family in accordance with the phylogeny and morphological illustrations is displayed and the major genres and their uses. commersoniana. Além dos principais gêneros e seus usos. lasiophylla. obliqua. Flacourtia. desenvolvem embriões com dois ou mais cotilédones. Tetrathylacium.

diclamídeas. prefloração imbricada ou valvar. 2-9(-13)- carpelar. raramente drupa.translúcidas. actinomorfas. monoclamídeas ou aclamídeas. . 2012). flores geralmente não vistosas. Fruto Cápsula ou baga. bi a pluriovulado. raramente ínfero (Homalium). disco nectarífero geralmente lobado ou nectários alternados com os estames. livres ou unido entre si. bissexuadas ou raramente unissexuadas (neste caso plantas geralmente dioicas). placentação parietal. Cálice dialissépalo ou gamossépalo (2-3-6mero). estames(1-)2. unilocular (às vezes falsamente plurilocular pelo desenvolvimento das placentas). raramente poricidas. ovário súpero (flores hipóginas ou perígenas).numerosos. terminal ou axilar. anteras rimosas. (Judd et Souza. Inflorescências cimosa ou racemosa.

pdf>Acesso em: 14/07/2014 Lorenzi.J.A. Stevens. 632p. W.S. 2009. H. Nova Odessa: Instituto Plantarum. O gênero Casearia no Estado do Rio de Janeiro. baseado em APGII. Marquete .S. um enfoque filogenético.M. 1. M. Brasil. Árvores brasileiras. v. Souza..gov. 384 p.Referências Bibliográficas Judd. 640p.F. . Sistemática vegetal. 2000. A. H. & Lorenzi.. R. Botânica Sistemática: Guia ilustrado para identificação das famílias de angiospermas da flora brasileira. Disponível em: <Http://rodriguesia. V. Campbell. P. & Donoghue. Porto Alegre. Artmed. ed. C.C. 4..jbrj. Kellogg. Instituto Plantarum. Nova Odessa.S.br/FASCIC ULOS/rodrig58_4/005-06. 2005. 3a ed. E.M & Vaz.

whose seeds are appreciated worldwide. conhecida popularmente como "jarana" na região amazônica (Mori 1981) e "sapucainha ou inhaíba" na região norte do Estado do Rio de Janeiro. cujas sementes são apreciadas no mundo todo. Gustavia and Barringtonia. taxonomy Introdução As Lecythidaceae formam uma família de difícil caracterização e o seu monofiletismo não tem sido investigado. com principal centro de diversidade na região amazônica. The objective of this paper is to present the main characteristics of this family containing 20 genera and approximately 300 species. Mori 1995). um caráter incomum nas Ericales. Lecythis lurida é uma espécie com registros na floresta amazônica e na floresta atlântica (Mori 1980. A família é bem sustentada como membro de Ericales (APG 1998. os maiores são: Eschweilera. 2002). Gustavia e Barringtonia. Gustavia. A família inclui 20 gêneros e cerca de 300 espécies principalmente de florestas pluviais do Novo Mundo e África Ocidental. pobres em nutrientes. 1995). the largest are: Eschweilera. 2002. destacando-se Eschweilera. 2000). Bremer et al. 2002) ou das Ebenaceae (Bremer et al. Palavras chave: Lecythidaceae..Táxon Lecythidaceae RESUMO – Lecythidaceae forma a família botânica da castanheira-do-pará ou castanheira-do-brasil. Lecythis. ocorre em oxissolos e ultissolos. . No Brasil. contradizendo as classificações tradicionais que a posicionavam próximo à Myrtales ou como grupo isolado dentro da polifilética Dilleniidae (Cronquist 1981). não sendo encontrada em solos excessivamente compactados (CLEMENT. taxonomia ABSTRACT – Lecythidaceae form the botanical family of nut-nut or nut-in-Brazil. ocorrem cerca de 150 espécies em 13 gêneros. APG II 2003). O objetivo deste trabalho é apresentar as principais características desta família que contém 20 gêneros e aproximadamente 300 espécies. Dos 20 gêneros. Of the 20 genera. castanha-do-pará. Prefere solos argilosos ou argilo-arenosos de textura média a pesada (MULLER et al. diferentes análises moleculares geram hipóteses distintas. onde sua ocorrência foi descrita nos remanescentes de mata sobre tabuleiro terciário (Silva & Nascimento 2001).. Os maiores gêneros são Eschweilera (cerca de 90 espécies). Sua posição em Ericales é ainda obscura. No leste da Amazônia. Key words: Lecythidaceae. além do ovário ínfero. Eschweilera. porém bem estruturados e drenados. Os estames numerosos (até 1. e se estabelece melhor em locais mais secos em mata de terra firme não inundável (ARAUJO et al. Adenberger et al. nut-nut. 2001). Cariniana e Couratari. mas sempre com baixo suporte para a relação. Gustavia (40) e Barringtonia (40).200) conatos em lígula (não presente em todos os gêneros) são caracteres diagnósticos. Eschweilera. 2002. Algumas as colocam como grupo irmão das Sapotaceae (Ardenberger et al.

hipanto geralmente prolongado acima do ovário. rompendo-se na antese (Bertholletia). curto. Folhas alternas. menos freqüentemente indeiscente e bacáceo. às vezes agrupadas no ápice dos ramos. 1 a numerosos óvulos por lóculo. como a castanha-de-macaco (Couroupita guianensis). Algumas espécies são cultivadas como ornamentais. sendo um importante produto extrativista da região amazônica. nos táxons apétalos os estames do ciclo externo são estaminoidais. sementes geralmente com arilo carnoso e alongado ou aladas. sincárpico.000) com maturação centrífuga. Estípulas pequenas ou ausentes. simples. de dossel. imbricadas. conatos a uma corona. grandes e vistosas. filetes soldados na base. Resultados e discussão Árvores ou arbustos. Lecythis (sapucaias) e Cariniana (jequitiba) fornecem madeira. carnosas. a qual pode ser dobrada sobre o ápice do ovário como um capuz. morcegos e outros pequenos mamíferos. As sementes de Bertholletia excelsa possuem sementes (castanha-do-pará) bastante calóricas. raramente conatas e fechadas no botão. presumivelmente por aves. plana ou cocleariforme. em um anel estaminal geralmente prolongado unilateralmente em uma lígula achatada. Pétalas 4-6. geralmente uma cápsula com deiscência transversal (pixídio) claramente diferenciado em urna e opérculo lenhosos. geralmente de grande porte. imbricadas. mas também por morcegos. estilete 1. geralmente zigomorfas por modificações do androceu. Ovário 2-6carpelar.São polinizadas principalmente por abelhas. peninérveas. Inflorescências racemos ou panículas axilares ou terminais. livres. placentação axilar a basal. livres. tantos lóculos quanto são os carpelos. epíginas. Sépalas 4-6(-12). enquanto espécies de Eschweilera (matamatá). Fruto contornado no ápice por uma cicatriz calicina. às vezes caulifloros. As sementes aladas são dispersadas pelo vento e aquelas com arilo. inteiras ou denteadas. Flores bissexuadas. . Estames numerosos (às vezes mais de 1. menos freqüentemente períginas. às vezes ausentes. estames do capuz parcial ou totalmente estaminoidais.

d) base da cápsula poricida.Bertholletia excelsa Humboldt & Bonpland. pd-pedúnculo. . me-mesocarpo. f-fruto. o-poro.Figura 1 .: a) hábito do fruto imaturo. Detalhes do fruto. e) secção transversal do fruto. ex-exocarpo. s-semente. go-goma. b) base do fruto imaturo. c)ápide da cápsula poricida.

res-restos seminais. rp-raiz principal. b)prefolheação involuta dos eófilos.: a)hábito. ep-epicótilo. rs-raiz secundária. c) face abaxial do eófilo.Bertholletia excelsa Humboldt & Bonpland. Detalhes da plântula. d) eófilo em face adaxial.Figura 2 . . ca-catáfilo.

(2001 onwards). F.. 21. P. R.Figura 3 . Lorenzi.Inflorescência de Lecythis lurida e flor em corte bilateral. 1. J. A. Fernandes. sementes. set. Manaus: INPA. 1. Acta Amazonica. C. Almeida. Biodiversidade amazônica: exemplos e estratégias de utilização. Gurgel. 270p. G. 163-198. H. C. Monograph no. Lecythidaceae . v. li-lígula. (Coleção Plantar. In: CLAY. germinação e plântulas de leguminosas presentes em uma vegetação de mata secundária na Amazônia Central. 2000. 384 p. Nova Odessa: Instituto Plantarum. Prance. Brasília: EMBRAPA-SPI. C. 2000. P. Castanha-do-pará (Bertholletia excelsa). Angiosperm Phylogeny Website. S. Stevens. J. Clement. . 65 p. Manaus. 4. ae-anel estaminal. ed. CLEMENT . C. Version 9. W.Part I: the actinomorphic . June 2008 and more. 119-132.. 1979. 9. Referências bibliográficas Alencar.. v. R. Manaus. 1995. S.flowered New World Lecythidaceae. Ca-capuz. R. p. Müller. 160 f. Dissertação (Mestrado) Universidade do Amazonas. C. E. A cultura da castanha-do-brasil. Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental. n.. T. A. e Mori. P. Morfologia de frutos. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Árvores brasileiras. 2000. N. T. es-estigma. Flora Neotropica. Fenologia de espécies florestais em florestas tropicais úmidas de terra firme da Amazônia Central. H. 1979. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. B. p. SAMPAIO. 23).