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Cooperaçao União Europeia - Mercosul

Contrato de Financiamento N° DCI – ALA/2009/19707

Projeto de Apoio ao aprofundamento do proceso
de integração económica e ao desenvolvimento
sustentável do MERCOSUL

http://www.econormas-mercosur.net

Relatório:
Madeira e Móveis
Autor:

Associação Espanhola de Normalização e Certificação
(AENOR)
Contrato: ECONORMAS 010/2011/ - Análise comparativa do
contexto normativo, RTyPECs
Data:
Janeiro 2013

Este Proyeto é
financiado pela
UNIÃO EUROPEIA

É realizado
pela
MERCOSUL

ECONORMAS MERCOSUL

« O conteúdo desta publicação é da exclusiva responsabilidade da Associação Espanhola de Normalização e Certificação
(AENOR) e de nenhuma maneira ser tomado como expressão das posições da União Europeia, MERCOSUL ou seus EstadosMembros ".

Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai
Avda. Italia 6201, Montevideo 11500, Uruguai
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ECONORMAS MERCOSUL

Introdução
O projecto ECONORMAS, dentro do qual se enquadra este contracto, tem como objectivo produzir uma
convergência real das estratégias transversais de cada um dos estados do MERCOSUL numa estratégia
regional coerente e executável em 4 grandes linhas, sendo uma delas a convergência de base normativa
e regulamentar “qualidade e segurança de produtos seleccionados em áreas específicas – madeiras e
móveis (no Uruguai e Paraguai), produtos eléctricos, metalomecânica – e criação de capacidades
regionais de avaliação da conformidade”, definida no SGT Nº3.
O contracto “ECONORMAS/010/2011 – Análise comparativa do quadro normativo, Regulamentação Técnica e
Procedimentos de Avaliação da Conformidade, implicou a realização de uma análise comparativa dos
requisitos legais, técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade entre o MERCOSUL e a União
Europeia que podem dar lugar a uma maior transparência dos requisitos, a um maior entendimento de
ambos os mercados por agentes socioeconómicos públicos e privados, assim como facilitar o
cumprimento do Acordo sobre os Obstáculos Técnicos ao Comércio (OTC) da Organização Mundial do
Comércio (OMC), da qual todos os EEPP do Mercosul e os Estados Membros da União Europeia são
signatários.
O presente relatório para o sector da Madeira e dos Móveis é parte integrante de uma série de
relatórios que reúnem a análise comparativa realizada em matéria de normas, regulamentação técnica
e procedimentos de avaliação da conformidade para os produtos metalomecânicos, madeira e móveis e
eléctricos. Em particular, este relatório para o sector da madeira e dos móveis cobre as seguintes
categorias de produto:

Aberturas (portas e janelas);

Pavimentos em soalho;

Chapas estratificadas;

Multilaminados;

Móveis de cozinha e banho;

Móveis escolares.

Este relatório recolhe e compara as legislações do MERCOSUL e dos seus Estados Partes com as
da União Europeia, no que concerne às famílias dos produtos já mencionados, seguindo a
ordem lógica.

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.................................................................................................................... 43 6....................................................................................... 8 2.................................... 14 3...... 7 2 ARGENTINA ....................................................................... Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.................. 50 Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.....................2 PRODUÇÃO E TRATAMENTO ...... Fax: +598 2600 4763 http://www..1 MATÉRIA-PRIMA ............................................................................................................................................................................................... 30 6................................................................................................................................. 13 3...........................1 MATÉRIA-PRIMA .............................3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO ..................................................................................................................3 LANÇAMENTO NO MERCADO ................ 7 2.......... 6 SEQUÊNCIA LÓGICA SEGUIDA PARA A ELABORAÇÃO DESTE RELATÓRIO ...................econormas-mercosur.......................... 25 4........ 12 3................ 12 BRASIL ...........................................................................................................................4 FIM DE VIDA.............................. REMOÇÃO......................................... DESPERDÍCIOS................................................................... 6 1 MERCOSUL ........... DESPERDÍCIOS........4 FIM DE VIDA. 24 4..... 27 5..................2 PRODUÇÃO E TRATAMENTO .............................................................................................. 3 RELATÓRIO SOBRE NORMAS............................................................................................ 24 4...................4 INSTALAÇÃO E USO .......................................................... 26 4...... DESPERDÍCIOS..............................................................5 NORMAS TÉCNICAS NO ÂMBITO REGULAMENTÁRIO ................................................................................................................................................... 30 UNIÃO EUROPEIA . 28 5..................................................................................... 1356......................................................................................................................................................................................... RESÍDUOS E RECICLAGEM ............................................................................2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS.................................... 27 PARAGUAY ................................................................................................................. 31 6..............................................................4 FIM DE VIDA.........1 Matéria-prima .. 7 3 4 5 6 2.......................................... REGULAMENTOS TÉCNICOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIACÃO DA CONFORMIDADE PARA PRODUTOS SELECCIONADOS DO SECTOR DA MADEIRA E MÓVEIS ...................................................... 10 2........................... RESÍDUOS E RECICLAGEM ............................................................................................................................ RESÍDUOS E RECICLAGEM ..3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO .......................................... 28 5..... 30 6.............. Italia 6201................................................ 14 3....................................................................................................net Página 4 de 69 .2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS....... 12 2................ REMOÇÃO...........1 MATÉRIA-PRIMA ...........................................4 NORMAS TÉCNICAS NO ÂMBITO DO REGULAMENTO DE PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO 47 6............ECONORMAS MERCOSUL ÍNDICE Introdução ......................................... 24 URUGUAY...............1 Matéria-prima ......................3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO ...........................................................................................3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO ......................................................................... RESÍDUOS E RECICLAGEM ............................................................................... 27 5.......5 FIM DE VIDA................................................ DESPERDÍCIOS................................................................................................................ REMOÇÃO............................................................................... Montevideo 11500......... REMOÇÃO............................................................................2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS.........................................

. Italia 6201..econormas-mercosur............................ECONORMAS MERCOSUL 7 6.............7 PROCEDIMENTOS DEAVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE ........................................................ 63 ANEXO B ...................3 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE ........................... REMOÇÃO........................................................................... Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext...................................... DESPERDÍCIOS.......... 1356...Comités técnicos de normalização de ISO e CEN ...........................................................................................net Página 5 de 69 .... 65 Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda....................................................... 62 ANEXO A ............................... 51 6.....2 NORMAS TÉCNICAS ....... Montevideo 11500...Normas UNE relacionadas com a Directiva e o Regulamento de Produtos da Construção mencionados neste relatório.......8 FIM DE VIDA... 53 6............ 58 COMPARAÇÃO DE REGULAMENTOS E NORMAS ENTRE MERCOSUL E A UE ...........................................................................................6 NORMAS TÉCNICAS NO ÁMBITO DO REGULAMENTO ......................................................................................... Fax: +598 2600 4763 http://www............... 59 7.......1 REGULAMENTOS TÉCNICOS..... RESÍDUOS E RECICLAGEM .............. 59 7........... 59 7.............................

econormas-mercosur. sem ter que as repetir para cada uma das diferentes categorias de produtos. desenvolveu-se uma ordem lógica. Italia 6201. foi necessário desenvolver uma sequência lógica que permitisse realizar um estudo de cada país. correspondentes ao sector da madeira e dos móveis. resíduo.  Desperdícios. decidiu-se realizar um único relatório para todas elas.  Fim de utilização.ECONORMAS MERCOSUL RELATÓRIO SOBRE NORMAS. facilitando a sua comparação para cada categoria de produto. REGULAMENTOS TÉCNICOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIACÃO DA CONFORMIDADE PARA PRODUTOS SELECCIONADOS DO SECTOR DA MADEIRA E MÓVEIS SEQUÊNCIA LÓGICA SEGUIDA PARA A ELABORAÇÃO DESTE RELATÓRIO Devido à grande quantidade de legislação que se aplica.  Remoção.  Produção e tratamentos. traçando o ciclo de vida dos produtos e distinguindo entre quatro pontos-chave e fases intermédias:  Matéria-prima. utilização do produto.  Vida útil. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.net Página 6 de 69 . Com este objectivo. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Figura 1 – Sequência utilizada para o desenvolvimento do relatório Esta sequência lógica facilitará a análise das legislações. Assim. 1356. comummente. Fax: +598 2600 4763 http://www. às diferentes famílias de produtos considerados neste relatório.  Reciclagem ou reutilização como matéria-prima. Montevideo 11500.  Produto posto no mercado.

Montevideo 11500. Aplicável às matérias-primas dos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X X X Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. na versão consolidada pela Lei de 1995. segundo INFOLEG). 24/11/1995. os donos de florestas protegidas ou permanentes de propriedade privada poderão solicitar uma indemnização.1 MATÉRIA PRIMA Regulamentação Defesa da riqueza florestal Na Argentina. tendo-se criado para o efeito. nem de procedimentos de avaliação da conformidade harmonizados ao nível do MERCOSUL.net Página 7 de 69 . caso esta seja solicitada. poderá declarar obrigatória a conservação de determinadas árvores mediante indemnização. Italia 6201. nem. sujeitos a expropriação. em cada província. nem de normas técnicas. um organismo responsável por aplicar a mencionada lei. de nenhuma adopção nacional relacionada no que diz respeito às famílias dos produtos contempladas neste relatório. as florestas classificadas como protegidas. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. a autoridade competente.ECONORMAS MERCOSUL 1 MERCOSUL Não foram encontradas evidências de regulamentos técnicos. consequentemente. o Decreto nº 710/1995 B. todas as províncias seguem a Lei Nacional de Defesa da Riqueza Florestal. em particular. e declara de utilidade pública. A Lei 13273 de 1948 foi rectificada várias vezes durante a sua vigência (36 vezes. proíbe o desbravamento de florestas e terras florestais e a utilização irracional dos produtos florestais. Actualmente. 2 ARGENTINA 2. através de leis provinciais. relativa à Defesa da Riqueza Florestal.O. Fax: +598 2600 4763 http://www. as Direcções de Florestas ou entidades equivalentes. tendo sido introduzidas reformas ao nível da autoridade responsável. Por outro lado. entre outras reformas em regime de promoção. a Lei 13273 do ano de 1948. Veja-se. que determina a obrigatoriedade de criar.econormas-mercosur. 1356.

modificar e suspender Certificados ou Autorizações CITES para importação.econormas-mercosur. Esta Resolução foi modificada ou completada pelas seguintes: Resolução 358/2004 SECRETARIA DA AGRICULTURA.2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS Regulamentos técnicos Resolução Nº 626/2003 SAGPyA-Argentina Cria o Registo Nacional (argentino) de Centros de Aplicação de Tratamentos a Embalagens de Madeira. 1356. estabelece as medidas fitossanitárias para reduzir o risco de introdução de pragas quarentenárias associadas aos materiais de embalagens de madeira que se utilizam no comercio internacional de mercadorias.ECONORMAS MERCOSUL CITES Em 1980 foi aprovada. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. e a forma de Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. PESCA E ALIMENTAÇÃO . CRIAÇÃO DE GADO. cancelar. exportação. CRIAÇÃO DE GADO.net Página 8 de 69 . CRIAÇÃO DE GADO. PESCA E ALIMENTAÇÃO 20-Janeiro-2005 FITOSSANIDADE: EMBALAGENS DE MADEIRA E OUTROS . pela Lei 22344. Montevideo 11500. reexportação ou introdução precedente do mar. a “Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres” (CITES) na Argentina. PESCA E ALIMENTAÇÃO .25-Março-2004 FITOSSANIDADE Resolução 503/2004 SECRETARIA DE AGRICULTURA. Aplicável às matérias-primas dos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X X X 2. da FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION (FAO) “Instruções para a Regulação do Material de Empacotamento de Madeira em Comércio Internacional”. revogar.TRATAMENTO A especificação de Medidas Fitossanitárias (NIMF) Nº 15. A norma mencionada indica os tratamentos a que se podem submeter as embalagens de madeira e as madeiras de suporte e acomodação que são eficazes contra a maioria das pragas. convenção que compreende um sistema para conceder. e modificada ou complementada por 6 resoluções.13-Maio-2004 PAUTAS Resolução 3/2005 SECRETARIA DE AGRICULTURA. Italia 6201. Fax: +598 2600 4763 http://www. aprovada pelo Decreto 522/1997 de 5 de Junho. de Março de 2002.

no âmbito do SERVIÇO NACIONAL DE SANIDADE E QUALIDADE AGROALIMENTARES. o Registo Nacional de Centros de Aplicação de Tratamentos a Embalagens de Madeira (CATEM). Esta Resolução estabelece. pirogravadas). deve incluir. Fax: +598 2600 4763 http://www. As marcas deverão ser legíveis. O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-alimentares.: HT (térmico).net Página 9 de 69 . Montevideo 11500.econormas-mercosur. Italia 6201. As marcas deverão ser colocadas pelo menos em dois lados visíveis e opostos da embalagem de madeira ou madeiras de acomodação que se certifique. seguido de um código numérico que atribua SENASA ao CATEM ou CITRAFEM e a abreviatura do tratamento aplicado de acordo com a Convenção Internacional de Protecção Fitossanitária Ex. pelo menos: O símbolo. MB (brometo de metilo) e as letras DB que indicarão o descasque da madeira tratada. 1356. O código de DUAS (2) letras do país segundo normas ISSO. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.ECONORMAS MERCOSUL identificá-las mediante marcas apropriadas reconhecidas pelas Organizações Nacionais de Protecção Fitossanitária (ONPFs) dos países importadores. Procedimento de avaliação da conformidade associado à NIMF 15 da Argentina IDENTIFICAÇÃO DAS EMBALAGENS DE MADEIRA E MADEIRAS DE SUPORTE E/OU ACOMODAÇÃO TRATADOS A marca para identificar que uma embalagem de madeira ou madeiras de acomodação foi submetida a um tratamento apropriado para o controle da maioria das pragas que podem ser transportadas por estes materiais. fiscaliza o cumprimento do disposto na presente resolução. permanentes e não transferíveis (gravadas a fogo. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.

mediante apresentação do Despacho Aduaneiro. Determinación del contenido de formaldehído por el método de extracción denominado del perforador. madeira de suporte e acomodação detalhadas na entrada no país.2 Normas técnicas Identificaram-se as seguintes normas técnicas argentinas: IRAM 9559 Maderas. Definiciones.ECONORMAS MERCOSUL 2. IRAM 9661 Madera laminada encolada estructural. Concedem-se. IRAM 9707 Tableros derivados de la madera. Adopta medidas fitossanitárias para a entrada das embalagens de madeira e madeira de suporte e acomodação. aos inspectores mencionados poderes para que ordenem as medidas fitossanitárias tidas por convenientes. Todas as embalagens de madeira. Montevideo 11500. Clasificación de compensados de madera para uso interior según el aspecto de las caras. IRAM 9660-2 Madera laminada encolada estructural.net Página 10 de 69 . Italia 6201. estabelecidas nesta resolução.1 Regulamentos técnicos Resolução Nº 19/2002 Fitossanidade. IRAM 9560 Piezas de madera. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. igualmente. IRAM 9741 Compensados de madera. qualquer que seja a carga que contenham e/ou ou transportem para a entrada no país.3. Parte 1: Clases de resistencia y requisitos de fabricación y de control. Parte 2: Métodos de ensayo. bem como os meios de transporte. Aplicáveis aos seguintes produtos: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.3. SENASA-Argentina. Clasificación y definiciones de piezas. Madera laminada encolada estructural. Requisitos de los empalmes por unión dentada. devem ser declaradas perante a Direcção Geral de Alfândega. com o objectivo de determinar o seu estado fitossanitário. Criterios de evaluación de defectos IRAM 9561 IRAM 9660-1 Compensados de madera. 2. Esta resolução estabelece o Procedimento Geral de Inspecção Fitossanitária das Embalagens de Madeira e tratamentos e possíveis períodos de tempo de fumigação. IRAM 9662-3 Madera laminada encolada estructural. Os inspectores do SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE E QUALIDADE AGRO-ALIMENTARES podem inspeccionar as embalagens de madeira. 1356. Fax: +598 2600 4763 http://www. Clasificación visual de las tablas por resistencia. Parte 3: Tablas de pino taeda y elliotti (Pinus taeda y elliottii).econormas-mercosur.3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO 2. as madeiras de acomodação e suporte.

Sillas de madera con asiento tapizado.econormas-mercosur. Cola de caseína. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Pehuén. para madera. Pino Paraná. Marcos metálicos de chapa de acero para puertas de abrir común. para interiores. IRAM 9511 Preservación de maderas. IRAM 11541 Carpintería de obra. Parte 4 . IRAM 26505 Material escolar.ECONORMAS MERCOSUL Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares Ademais. Material escolar. IRAM 26506 IRAM 26507 Material escolar. Montevideo 11500. encontraram-se e analisaram-se as seguintes normas: IRAM 26501 Material escolar. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Aplicáveis aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados X E as normas: IRAM 9509 IRAM 9510 Maderas para carpintería.net Página 11 de 69 . Puertas placa de madera.Práctica recomendada para su instalación. Vocabulario IRAM 9552-4 Pisos de madera. Fax: +598 2600 4763 http://www. Sillas de madera. 1356. Requisitos para las ventanas de madera. Sillas con brazo de escritura. de abrir común. Pino del cerro. Carpintería de obra. plicável aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X E às seguintes normas argentinas: IRAM 11506 IRAM 11508 Puertas y ventanas de madera. Maniu y Maniu macho. Bancos fijos. Coníferas tipo I. Italia 6201. en frío.

IRAM 9651 Perfiles de madera no estructurales para puertas y ventanas. Medidas y tolerancias.ECONORMAS MERCOSUL Requisitos.1 Regulamentos técnicos Regulamentos técnicos sobre instalação e uso de materiais com características especiais de propagação e reacção ao fogo Não foram encontradas evidências de regulamentos técnicos de âmbito nacional na Argentina. IRAM 9650 Perfiles de madera.net Página 12 de 69 .3. Requisitos. encontraram-se evidências de códigos de edificação nos âmbitos urbanos. Aplicáveis aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X 2.4 INSTALAÇÃO E USO 2.4. encontram-se fora do âmbito de estudo. 2.4.econormas-mercosur. RESÍDUOS E RECICLAGEM Não foram encontradas evidências de regulamentos. DESPERDÍCIOS. 2. correspondente a “produtos postos no mercado”.2 Normas técnicas Veja-se o disposto no ponto 2. 3 BRASIL Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. de madera y metálicas. ou de procedimentos de avaliação da conformidade aplicáveis directamente aos produtos contemplados pelo estudo. para puertas y ventanas. Italia 6201. IRAM 3570 Puertas contra incendio. 1356. Todavia. no estructurales. REMOÇÃO. Porém. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.4. normas.2 normas técnicas.3 Procedimentos de avaliação da conformidade Existem procedimentos de avaliação da conformidade (certificação de produtos) desenvolvidos no âmbito voluntário por organismos de certificação de produtos acreditados pelo organismo nacional de acreditação (OAA). Montevideo 11500.5 FIM DE VIDA. 2. Fax: +598 2600 4763 http://www. que estão fora do âmbito do presente estudo (exemplo: Código de Edificação da Cidade Autónoma de Buenos Aires).

(21/09/2000). existe alguma regulamentação técnica aplicável às matérias-primas das famílias dos produtos considerados. que estabelece procedimentos para a emissão de licenças de exportação.1 MATÉRIA PRIMA No âmbito da protecção florestal. Igualmente.net Página 13 de 69 . devem ser tidos em consideração:  Portaria 03. importação. que reconhece como lista oficial de espécies de flora Brasileira ameaçadas de extinção a relação que se indica na mesma.Procedimentos para a emissão de licenças CITES para flora. e outras proveniências. 1356. na República Federativa do Brasil.ECONORMAS MERCOSUL 3.  Decreto 3607/2000 . etc. de Janeiro de 2004 . Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. da origem da madeira. Fax: +598 2600 4763 http://www. que dispõe sobre a implementação sobre a Convenção CITES. também de 1975.  Instrução Normativa IBAMA 77/2005. Montevideo 11500. nativas e exóticas. (07/12/2005). produtos e subprodutos de flora silvestre. aprovado pelo Decreto Legislativo nº 54. CITES A República Federativa do Brasil aderiu à Convenção sobre o Comercio Internacional de Espécies de Flora e Fauna Selvagem em Perigo de Extinção (CITES) em 1975 mediante Decreto nº 76623/1975. II e III da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagem em Perigo de Extinção – CITES. foram analisados os seguintes Regulamentos: Regulamentação Em geral. como sendo:  Lei de Gestão de Bosques Públicos para a Produção Sustentável (2006)  Código Florestal (2011) Esta regulamentação é posteriormente mencionada. que regulamenta a exportação de produtos e subprodutos madeireiros oriundos de florestas naturais e plantadas.econormas-mercosur. certificado de origem e reexportação de especímenes vivos.  Portaria IBAMA 37-N/1992 (03/04/1992).. da matéria-prima. Italia 6201. das espécies de madeira utilizadas. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.  Portaria IBAMA 03/2004 (08/01/2004). incluídos nos Anexos I.

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. emissão do atestado de conformidade. como serralharias e máquinas de laminação. tratamento de desvios. foram encontradas evidências na seguinte directiva: Directiva Normativa IBAMA 64/2005 (31/03/2005) que determina as pessoas jurídicas dedicadas ao processamento das madeiras em troncos. incluindo os seguintes elementos: Etapas do processo de avaliação da conformidade Candidatura. avaliação periódica do sistema de gestão de qualidade. Montevideo 11500.º 443. análise da documentação. de 04 de Dezembro de 2008. Italia 6201. avaliação da manutenção. Fax: +598 2600 4763 http://www.net Página 14 de 69 . sobre Requisitos de avaliação da conformidade para painéis de madeira compensada para uso estrutural e não estrutural Estabelece requisitos para o processo de avaliação da conformidade de painéis de madeira compensada.ECONORMAS MERCOSUL Exportação produtos de madeira Directiva Normativa dl 17 de Abril de 2004 . e a obrigação de realizar o inventário de madeiras em troncos ou serradas. não conformidade. testes de manutenção. Tratamento de reclamações Selo de identificação de conformidade Autorização para uso do selo de identificação de conformidade Responsabilidades e obrigações Penalizações Uso de laboratórios de ensaio Actividades executadas por Organismos de Avaliação da Conformidade estrangeiros Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos Chapas Multilaminados Móveis de Móveis Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS Para além da aplicação da especificação FAO NIMF 15.3. 3.3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO 3. 1356. testes iniciais.Legislação sobre exportação de produtos madeireiros 3.1 Regulamentos técnicos Portaria n.econormas-mercosur.

ABNT NBR ISO 2426-3 .Madeira compensada – Qualidade de colagem . Italia 6201. Part 2: Folhosas.Compensado laminado para uso geral .Classificação pela aparência superficial. Esta portaria estabelece os procedimentos de avaliação da conformidade a aplicar a estes produtos. Fax: +598 2600 4763 http://www. sobre Requisitos de Avaliação da conformidade para móveis escolares. Portaria n. ABNT NBR ISO 1954 . Montevideo 11500.Métodos de ensaio ABNT NBR ISO 12466-2 . ABNT NBR ISO 2426-2 .Qualidade de colagem – Requisitos.º 105. Parte 3: Coníferas. Part 1: Geral.Madeira compensada – Vocabulário.Madeira compensada – Tolerâncias dimensionais.Madeira Compensada . ABNT NBR ISO 1098 .Classificação pela aparência superficial. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.Madeira compensada .Madeira compensada . de 06 de Março de 2012. ABNT NBR ISO 1096 . 1356.Madeira compensada .Classificação pela aparência superficial.Madeira compesada .Classificação. Conjunto de cadeiras e mesas para alunos individuais.ECONORMAS MERCOSUL (portas e janelas) em soalho estratificadas X X cozinha e banho escolares Esta portaria faz referência às seguintes normas brasileiras (todas elas normas internacionais): ABNT NBR ISO 12466-1 . ABNT NBR ISO 2074 .econormas-mercosur. reentrâncias ou orifícios com bordas cortantes Saliências perfurantes Requisitos de acabamento e segurança Requisitos de acabamento e segurança Requisitos de acabamento e segurança Requisitos de acabamento e segurança Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. baseando-se nos seguintes critérios: CRITÉRIO CATEGORIA Resistência ao impacto Testes de acabamento de superfície da mesa Estabilidade Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Resistência à corrosão Requisitos para pintura e tratamento das partes metálicas Dimensões Requisitos dimensionais Deformações de molde Requisitos de acabamento e segurança Acabamento uniforme e livre de defeitos Elementos removíveis sem utilização de ferramentas Saliências. ABNT NBR ISO 2426-1 .Requisitos gerais.net Página 15 de 69 .

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Montevideo 11500. Italia 6201.econormas-mercosur. Fax: +598 2600 4763 http://www. 1356.ECONORMAS MERCOSUL CRITÉRIO CATEGORIA Salpicos de soldadura Requisitos de acabamento e segurança Isolamento dos tubos Requisitos de acabamento e segurança Vão Requisitos de acabamento e segurança Furos Requisitos de acabamento e segurança Rugosidades da superfície da mesa. Requisitos de acabamento e segurança do assento e do encosto Requisitos de acabamento e segurança Nivelamento dos pés Carga estática vertical Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Sustentação da carga Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Carga estática horizontal Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Impacto vertical Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Fadiga horizontal Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Capotamento Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as mesas Carga estática no assento Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Carga estática no encosto Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Fadiga no assento Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Carga estática no encosto Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Impacto no assento Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Impacto no encosto Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Repousa-pés Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Estabilidade frontal e lateral Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Estabilidade até trás Requisitos de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.net Página 16 de 69 .

Italia 6201. deterioração e características das lâminas) Requisitos para tolerância ao aço devem cumprir com os requisitos dimensionais de ABNT NBR 8261 e ABNT NBR 11888.dimensões Saliências cortantes e perfurantes Requisitos relativos à madeira Requisitos relativos à madeira Requisitos relativos aos materiais metálicos Verificação dimensional Requisitos de acabamento e identificação Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.ECONORMAS MERCOSUL CRITÉRIO CATEGORIA Tipos de informação Requisitos de marcação e identificação Identificação de forma indelével Requisitos de marcação e identificação Informação em local externo e visível Resistência à luz ultravioleta Requisitos de marcação e identificação Brilho da superfície Testes de acabamento da superfície da mesa Testes de acabamento da superfície da mesa Dureza da película de revestimento Testes de acabamento da superfície da mesa Resistência à abrasão Testes de acabamento da superfície da mesa Aderência da película Testes de acabamento da superfície da mesa Resistência a manchas de produtos Testes de acabamento da superfície da mesa domésticos Resistência à corrosão em câmara Requisitos para pintura e tratamento das partes metálicas de névoa salina Requisitos para pintura e tratamento das partes metálicas Espessura da capa de pintura Aderência da capa de pintura Requisitos para pintura e tratamento das partes metálicas Origem da madeira maciça Requisitos relativos à madeira Características da madeira maciça Requisitos relativos à madeira Origem da madeira dos derivados da madeira Requisitos mínimos da madeira Contraplacado (adesivo. 1356. Critérios essenciais para comodidade . Fax: +598 2600 4763 http://www. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.net Página 17 de 69 . Montevideo 11500.econormas-mercosur.

1356. ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos 3.Madeira compensada – Tolerancias dimensionales.Vocabulário.3.ECONORMAS MERCOSUL CRITÉRIO CATEGORIA Salpicos de soldadura Requisitos de acabamento e identificação Rugosidade da superfície da mesa. Aplicables a los siguientes productos: Aberturas Piso parquet Chapas (puertas y terciadas Multilaminados Muebles de cocina y baño Muebles escolares Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. ABNT NBR ISO 2426-1 .Madeira Compensada .Madeira compensada . ABNT NBR ISO 1098 .Classificação pela aparência superficial . Part 2: Folhosas. ABNT NBR ISO 2426-2 . ABNT NBR ISO 2074 .Compensado laminado para uso geral . Italia 6201.net Página 18 de 69 . Part 1: Geral.Madeira compensada .2 Normas técnicas ABNT NBR ISO 12466-1 .Requisitos gerais.Madeira compensada – Clasificación por su aspecto superficial – Parte 3 – Coníferas.Classificação.Qualidade de colagem Parte 2: Requisitos.Cadeiras e mesas para conjunto aluno individual. ABNT NBR ISO 2426-3 .Madeira compesada . ABNT NBR ISO 1096 .Madeira compensada . Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. assento e encosto Carga de fadiga no assento Requisitos de acabamento e identificação Carga de fadiga no encosto Testes de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Sustentação de carga (se aplicável) Testes de resistência mecânica e estabilidade da mesa Qualidade do adesivo Requisitos para madeira compensada Testes de resistência mecânica e estabilidade para as cadeiras Esta portaria é aplicável à seguinte categoria de produtos contemplada no estudo: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X Esta portaria faz referência e menciona as seguintes normas brasileiras: ABNT NBR 14006 – Móveis escolares .Madeira compensada – Qualidade de colagem Parte 1: Métodos de ensaio.econormas-mercosur. ABNT NBR ISO 12466-2 . Fax: +598 2600 4763 http://www. Montevideo 11500. ABNT NBR ISO 1954 .Classificação pela aparência superficial .

Medição e quantificação de defeitos .Procedimento ABNT NBR 9488:2011 Amostragem de compensado para ensaio – Requisitos ABNT NBR 9489:2011 Condicionamento de corpos de prova de compensados para ensaios – Requisitos ABNT NBR 9533:2012 Compensado — Determinação da resistência à flexão estática ABNT NBR 9535:2011 Compensado .Método de ensaio ABNT NBR ISO 1030:2010 Madeira serrada de coníferas — Defeitos — Medição ABNT NBR ISO 1032:2010 ABNT NBR ISO 1096:2006 Madeira serrada de coníferas — Dimensões — Termos e definições Madeira compensada . para uso geral .Anulada por versión 2012 ABNT NBR ISO 2074:2012 Madeira compensada — Vocabulário Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.Especificação ABNT NBR 12297:1991 Madeira serrada de coníferas provenientes de reflorestamento. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.Especificação ABNT NBR 9484:2011 Compensado — Determinação do teor de umidade ABNT NBR 9485:2011 ABNT NBR 9486:2011 Compensado — Determinação da massa específica aparente Compensado – Determinação da absorção de água ABNT NBR 9487:1986 Classificação de madeira serrada de folhosas .Dimensõe ABNT NBR 14810-1:2006 ABNT NBR 14810-2:2006 Chapas de madeira aglomerada Chapas de madeira aglomerada ABNT NBR 14810-3:2006 Chapas de madeira aglomerada ABNT NBR 15316-1:2009 ABNT NBR 15316-2:2009 Chapas de fibras de média densidade Chapas de fibras de média densidade ABNT NBR 15316-3:2009 Chapas de fibras de média densidade ABNT NBR 7190:1997 Projeto de estruturas de madeira ABNT NBR 7203:1982 ABNT NBR 8764:1985 Madeira serrada e beneficiada Madeiras para embalagens para isoladores .Determinação do inchamento .ECONORMAS MERCOSUL ventanas) X X ABNT NBR 10024:1987 Chapa dura de fibra de madeira .Requisitos ABNT NBR 14807:2002 Peças de madeira serrada . Fax: +598 2600 4763 http://www.Tolerâncias dimensionais ABNT NBR ISO 2074:2006 Madeira compensada — Vocabulário .Dimensões e lotes .Padronização ABNT NBR 12551:2002 ABNT NBR 14806:2002 Madeira serrada . 1356. Italia 6201. Montevideo 11500. para uso geral .econormas-mercosur.Inspeção e recebimento .Classificação ABNT NBR ISO 12466-1:2012 Madeira compensada – Qualidade de colagem ABNT NBR ISO 12466-2:2012 Madeira compensada – Qualidade de colagem ABNT NBR ISO 1954:2006 Madeira compensada .Procedimento ABNT NBR 12498:1991 Madeira serrada de coníferas provenientes de reflorestamento. para uso geral .net Página 19 de 69 .Terminologia Madeira serrada de eucalipto .Especificação ABNT NBR 11869:1991 Madeira serrada de coníferas provenientes de reflorestamento.

Fax: +598 2600 4763 http://www.econormas-mercosur.Cadeiras e mesas para conjunto aluno individual.Classificação pela aparência superficial Madeira serrada de coníferas – Dimensões nominais ABNT NBR ISO 4470:2011 Madeira serrada – Determinação do teor de umidade média de um lote ABNT NBR ISO 737:2011 Madeira serrada de coníferas — Dimensões — Métodos de medição ABNT NBR ISO 738:2011 Madeira serrada de coníferas — Dimensões — Desvios permitidos e retração ABNT NBR ISO 8903:2011 Madeira serrada de folhosas — Dimensões nominais Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X X X Igualmente.Classificação pela aparência superficial ABNT NBR ISO 2426-2:2006 Madeira compesada .net Página 20 de 69 . foi ainda identificada a seguinte norma brasileira: ABNT NBR 14006 – Móveis escolares . 1356.Classificação pela aparência superficial ABNT NBR ISO 2426-3:2006 ABNT NBR ISO 3179:2011 Madeira compensada .ECONORMAS MERCOSUL ABNT NBR ISO 2299:2010 Madeira serrada de folhosas — Defeitos — Classificação ABNT NBR ISO 2301:2011 Madeira serrada de folhosas – Defeitos – Medição ABNT NBR ISO 2426-1:2006 Madeira compensada . Italia 6201. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Montevideo 11500.

Puxadores e espelhos e guias para guias chaves ABNT NBR 14049:1998 Móveis . 1356.Niveladores Móveis . Fax: +598 2600 4763 http://www. Montevideo 11500.Suportes ABNT NBR 14048:1998 Móveis .Ferragens e acessórios .net Página 21 de 69 .Ferragens e acessórios – Dobradiças ABNT NBR 14044:1998 Móveis .Requisitos e ensaio para superfície pintadas ABNT NBR 15485:2007 Mobiliário .Ferragens e acessórios .Requisitos e métodos de ensaio ABNT NBR 15761:2009 Móveis de madeira .Ferragens e acessórios .ECONORMAS MERCOSUL Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X ABNT NBR 14042:1998 Móveis .Ferragens e acessórios Rodízios e suportes para pé ABNT NBR 14535:2008 Movéis de madeira .Requisitos e métodos de ensaios para laminados decorativos Aplicable a los siguientes productos: Aberturas (puertas y ventanas) Piso parquet ABNT NBR 14033:2005 Chapas terciadas Multilaminados Muebles de cocina y baño Muebles escolares X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares Móveis para cozinha Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados X E às normas: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.Ferragens e acessórios – Conectores ABNT NBR 14043:1998 Móveis .Ferragens e acessórios .Ferragens e acessórios – Corrediças ABNT NBR 14045:1998 Móveis .econormas-mercosur.Dispositivos de fechamento e limitadores de movimento ABNT NBR 14046:1998 ABNT NBR 14047:1998 Móveis . Italia 6201. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.Acessórios aramados .

econormas-mercosur. ou o uso de um organismo de avaliação da conformidade estrangeiro. 1356.3.Parte 2: Requisitos Dobradiças de abas .Especificação e desempenho Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X 3.3 Procedimentos de avaliação da conformidade Portaria n. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. de 04 de Dezembro de 2008. Fax: +598 2600 4763 http://www. após um processo de certificação voluntária.º 443. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. sobre Requisitos de avaliação da conformidade para painéis de madeira compensada para uso estrutural e não estrutural O selo de identificação de conformidade respeitante à Portaria INMETRO 73/2006. Italia 6201. contempla a possibilidade do organismo de avaliação da conformidade acreditado pelo INMETRO. Montevideo 11500.net Página 22 de 69 . incluindo avaliação do sistema de gestão da qualidade em fábrica. classificação e métodos de ensaio ABNT NBR 11742:2003 Porta corta-fogo para saída de emergência ABNT NBR 15281:2005 Porta corta-fogo para entrada de unidades autônomas e de compartilhamentos específicos de edificações ABNT NBR 15930-1:2011 Portas de madeira para edificações Parte 1: Terminologia e simbologia ABNT NBR 15930-2:2011 ABNT NBR 7178:1997 Portas de madeira para edificações .ECONORMAS MERCOSUL ABNT NBR 10821-1:2011 Esquadrias externas para edificações ABNT NBR 10821-2:2011 Esquadrias externas para edificações Parte 2: Requisitos e classificação ABNT NBR 10821-3:2011 ABNT NBR 14913:2011 Esquadrias externas para edificações Parte 3: Métodos de ensaio Fechadura de embutir – Requisitos.

Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Fax: +598 2600 4763 http://www. permitindo escolher entre dois modelos (modelo ISO nº 5. e modelo ISO nº 7) de certificação distintos:  Modelo nº 5: modelo com avaliação do sistema de gestão de qualidade do processo de fabricação e testes sobre o produto.º 105.ECONORMAS MERCOSUL Portaria n. Italia 6201. Conjunto de cadeiras e mesas para alunos individuais. sobre Requisitos de Avaliação da Conformidade para móveis escolares.net Página 23 de 69 . 1356. Montevideo 11500. de 06 de Março de 2012.  Modelo nº 7: modelo com avaliação por lotes. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Esta portaria estabelece uma certificação obrigatória.econormas-mercosur.

qualquer que seja o seu tipo. estabelecendo a proibição do abate da mesma. nos casos em que esta confina a sua melhor utilização. aprovada em Dezembro de 1987 (Lei nº 15. da qualidade do ar. é a principal referência de defesa da floresta natural. ou quando exista autorização da Direcção Florestal baseada num relatório técnico onde estejam detalhadas quer as causas que justifiquem o abate. Italia 6201. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. 4 URUGUAY 4. Outras legislações aplicáveis à madeira Lei de Áreas Naturais Protegidas (2000) Estabelecimento de um sistema nacional de área naturais protegidas. Fax: +598 2600 4763 http://www. excepto nos casos de uso para lenha na zona de exploração. RESÍDUOS E RECICLAGEM Não foram encontrados nem regulamentos técnicos. quer em relação à exploração destinada ao uso doméstico. REMOÇÃO. eliminação. quer à autorização para o abate e qualquer outra operação sobre a floresta indígena. E) A protecção dos recursos ambientais repartidos e daqueles situados nas zonas submetidas a jurisdições nacionais. da água.econormas-mercosur. mitigação e compensação dos impactos ambientais negativos. do solo e da paisagem. nem normas técnicas. especialmente quando atente contra a sobrevivência da floresta indígena. DESPERDÍCIOS. Consagram-se categorias. C) A redução e a adequada utilização de substâncias tóxicas ou perigosas e dos resíduos. Lei Geral de Protecção de Ambiente (2000) Declaram-se de interesse geral: A) A protecção do ambiente. O artigo 39 da Lei Florestal (regulamentada pelo decreto 452/1988) estabelece que as florestas naturais declaradas protegidas gozarão de benefícios fiscais para promover a sua protecção. O Decreto 452/1988 contém disposições aclaratórias respeitantes ao parágrafo anterior. Lei Florestal A nova lei florestal. administração responsável e competências. quer os planos de exploração a efectuar-se em cada caso. D) A prevenção.1 MATÉRIA-PRIMA Lei 15939 de 1987. 1356. Montevideo 11500.ECONORMAS MERCOSUL 3. B) A conservação da diversidade biológica e da configuração e estrutura da costa.net Página 24 de 69 .939).4 FIM DE VIDA. nem procedimentos de avaliação da conformidade associados. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. que sejam declaradas de interesse.

4. 1356. São estabelecidas. Montevideo 11500. instrumentação e aplicação da política nacional ambiental e de desenvolvimento sustentável. Ministério da Agricultura. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. a placas. e aprovada por Resolução do Ministério da Criação de Gado. Agricultura e Pescas. a madeira de acomodação e contentores. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. a taipais de soalho ou de paletes. a tambores e bobinas. foi submetida a uma mediada aprovada segundo o disposto pela DGSA. entre outros. Criação de Gado e Pescas. a gaiolas. Italia 6201. de 11 de Novembro de 2008. a caixas e caixotes. A formulação. no cumprimento da especificação internacional.econormas-mercosur. a madeira de estiva. CITES A referida Convenção CITES fui ratificada pelo Uruguai pela Lei nº 14205. a tábuas para carga. de 19 de Janeiro de 2005. compensações e sanções. Fax: +598 2600 4763 http://www. a calços. responsabilidades.net Página 25 de 69 . a barris. Procedimento de avaliação da conformidade Norma fitossanitária para embalagens de madeira A marca que se mostra a seguir certifica que a embalagem de madeira e madeiras de suporte e acomodação de mercadorias de exportação que a exiba. de 4 de Junho de 1974. baseado na “Especificação Internacional de Medidas Fitossanitárias” NIMF 15. para o estabelecimento de um sistema de certificação de embalagens de madeira.ECONORMAS MERCOSUL F) G) A cooperação ambiental regional e internacional e a participação na solução dos problemas ambientais globais. Aplica-se a soalhos ou paletes. entre outras medidas.2 PRODUÇÃO E TRATAMENTO Regulamentação técnica Norma fitossanitária para embalagens de madeira Foram encontradas evidências de uma “norma fitossanitária” da Direcção Geral dos Serviços Agrícolas. e regulamentada pelo Decreto nº 550/2008.

Valores aplicables a los ensayos mecánicos Identificación de conductores mediante colores o números UNIT-ISO 6612:1994 Ventanas y puertas ventanas. Puertas y ventanas. Ensayo de resistencia al viento UNIT-ISO 6613:1994 Ventanas y puertas ventanas. Terminología y definiciones UNIT 925:1993 Aberturas. Ensayos mecánicos Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Determinación del contenido de humedad UNIT-ISO 9427:2003 Tableros derivados de la madera. Vanos modulares y sus cerramientos UNIT 428:1975 Medidas de vanos de puertas y puertas no expuestas a la intemperie UNIT 88:1952 UNIT 924:1993 Ventanas de madera Aberturas. entre outros. Métodos de ensayo de ventanas y puertas ventanas. estanquidad al agua y resistencia al viento UNIT 960:1994 Aberturas. Comportamiento frente a la permeabilidad al aire.3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO Normas técnicas Foram identificadas as seguintes normas técnicas: UNIT-ISO 16979:2003 Tableros derivados de la madera. 1356. Orden cronológico y criterios UNIT 964:1994 UNIT 965:1998 Ventanas. 4. Ensayo de estanquidad al agua bajo presión estática UNIT 959:1994 Ventanas. Criterios de clasificación. Determinación de la densidad Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) X Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X E às normas UNIT 368:1974 Coordinación modular de la construcción. Argentina. Clasificación y representación de acuerdo con el sistema de apertura UNIT 926:1993 Aberturas.econormas-mercosur. Metodología de ensayos. Medidas normalizadas para puertas y ventanas exteriores UNIT 940:1994 Ventanas y puertas ventanas. Ensayo de permeabilidad al aire UNIT-ISO 8248:1994 Método de ensayo de ventanas. Fax: +598 2600 4763 http://www. Italia 6201. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Montevideo 11500. Brasil ou Paraguai.net Página 26 de 69 .ECONORMAS MERCOSUL Este sistema de certificação é homólogo ao estabelecido nos Estados Membros da União Europeia. Presentación del informe de ensayo UNIT 963:1994 Ventanas.

nem procedimentos de avaliação da conformidade associados.4 FIM DE VIDA.352/94. 5 PARAGUAY 5.1 MATÉRIA-PRIMA CITES A Lei nº 583/1976 ratificou a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES). e em São José da Costa Rica. II e III. aprovada em Washington a 3 de Março de 1973. da vida silvestre LEI Nº. porém. adoptadas em reuniões celebradas em Berna. o Paraguai regulamentou a aplicação da lei. por Decreto 9710 de Setembro de 2012.net Página 27 de 69 .econormas-mercosur. Finalmente. Italia 6201. nem normas técnicas. 294/93. bem como as modificações aos Apêndices I. 422/73. das áreas silvestres protegidas LEI Nº. em Novembro de 1976. 123/91. que aprova o acordo sobre cooperação para o combate ao tráfico ilícito de madeira Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Montevideo 11500. muitos anos até este país ter regulamentado a sua aplicação. passaram. em Março de 1979. Fax: +598 2600 4763 http://www. 1356. 751/95. DESPERDÍCIOS. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.ECONORMAS MERCOSUL Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X 4. Apesar do Paraguai ter adoptado a Convenção muito pouco tempo depois da sua aprovação. lei florestal LEI Nº. estabelece as novas formas de protecção fitossanitárias LEI Nº. RESÍDUOS E RECICLAGEM Não foram encontrados nem regulamentos técnicos. REMOÇÃO. 96/92. OUTRAS LEIS APLICÁVEIS À MADEIRA COMO MATÉRIA-PRIMA LEI Nº. da avaliação do impacto ambiental LEI Nº.

Método de determinación del contenido de humedad.econormas-mercosur.2 PRODUÇÃO E TRATAMENTO RESOLUÇÃO nº 042 pela qual se aprova a norma para a habilitação e registo de empresas que aplicam tratamentos quarentenários a embalagens de madeira (EMATREM). Italia 6201. instruções. Análise do risco de pragas para pragas quarentenárias RESOLUÇÃO nº 1105/04 “Segundo a qual se estabelecem novos alinhamentos técnicos e princípios para elaborar as análises de risco de pragas para pragas quarentenárias. etc. Maderas. ainda. os seus riscos. 5.3 PRODUTOS POSTOS NO MERCADO Regulamentos técnicos Lei N°. considerando aspectos como informação fiável do produto ou serviços que se ofertam. Montevideo 11500. Acondicionamiento de las maderas destinadas a ensayos tecnológicos NP 8 005 77 Madera. de defesa do consumidor e do utilizador Esta lei cobre o consumidor e o utilizador perante produtos e serviços (incluído os públicos). RESOLUÇÃO nº 234 “Segundo a qual se aprova um regime de excepção à resolução nº 1105/04. para a importação de madeiras processadas e madeiras semi-processadas para território nacional”. 1356. Fax: +598 2600 4763 http://www. segundo requerimentos da NIMF Nº 15. Terminología de la Madera NP 8 002 68 Maderas. RESOLUÇÃO nº 043 pela qual se implementa a NIMF Nº 15 “directrizes para Regulamentar a embalagem de madeira em comércio internacional” e a norma para a habilitação e registo de empresas que aplicam tratamentos quarentenários a embalagens de madeira (EMATREM). para a importação de produtos e subprodutos de origem vegetal de países ou regiões onde existem pragas de importância quarentenária”. NP 8 006 77 Madera. segundo requerimentos da NIMF Nº 15. 1344/98. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Selección y colección de muestras. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Método de determinación del peso especifico aparente. que se destacam especialmente pela sua antiguidade: NP 8 001 68 MADERAS.ECONORMAS MERCOSUL 5.net Página 28 de 69 . Normas técnicas Foram identificadas e analisadas as seguintes normas técnicas paraguaias. Contempla. os contractos e as sanções correspondentes em caso de danos ou de frade. Medición y cubicación NP 8 003 77 NP 8 004 77 Maderas.

NP 8 016 77 Carpintería de obra. Ventanas y puertas exteriores. NP 8 014 77 Maderas aserradas y cepilladas. medidas de los defectos de planicidad general de las puertas planas NP 8 029 93 Carpintería de obra. PNA 45 010 10 Accesibilidad de las personas al medio físico. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Método de determinación de dureza. NP 8 009 77 Madera. Características generales NP 8 021 93 Compensados de madera. Carpintería de obra. Puertas. A Aplicável aos seguintes produtos: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X E às normas: NP 21 039 00 Seguridad industrial. Montevideo 11500.net Página 29 de 69 . Método de determinación de de la compresión axial. NP 8 013 77 Maderas.ECONORMAS MERCOSUL NP 8 007 77 Maderas. Edificios. Ventanas de madera con hojas de abrir común NP 8 018 93 Carpintería de obra puertas placa de madera de abrir común para interiores. Métodos de ensayo. Fax: +598 2600 4763 http://www. Método de determinación de cillamiento paralelo al grano. NP 8 011 77 NP 8 012 77 Maderas. Puertas cortafuegos. Puertas. NP 8 010 77 Maderas. Italia 6201. Método de determinación de flexión estática. Método de determinación de contracción NP 8 008 77 Madera. Maderas. Puertas de madera para interiores de abrir común. Definiciones NP 8 020 93 Compensado de madera para usos generales. Métodos de ensayo mecánicos NP 8 027 93 NP 8 028 93 Carpintería de obra. Método de determinación de la compresión perpendicular al grano.econormas-mercosur. Aplicable a los siguientes productos: Aberturas Piso parquet Chapas (puertas y terciadas ventanas) X X X Multilaminados Muebles de cocina y baño Muebles escolares X X X NP 8 019 93 Compensados de madera. Generalidades. Puertas accesibles. NP 8 017 77 Carpintería de obra. o paralela al grano. 1356. Definición de los defectos. Medidas de las dimensiones y de los defectos de escuadra de las hojas. Método de determinación tenacidad.

intenção de compra. exposição ao público com fins comerciais. REMOÇÃO.net Página 30 de 69 .  Para espécimes adquiridos ou introduzidos antes da aplicação da Convenção CITES ou da Regulamentação Comunitária. Sem prescindir. O controle destas actividades está disposto no artigo 8 do Regulamento (CE) 338/97.  Para autorizar a mudança de espécimes vivos de espécies do Anexo A do Regulamento (CE) 338/87. estudadas casuisticamente. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Fax: +598 2600 4763 http://www.1 MATÉRIA-PRIMA Regulamentação técnica Protecção de espécies da fauna e flora silvestres mediante o controle do seu comércio (CITES) Regulamento (CE) nº 338/97 A realização de actividades comerciais no âmbito da UE de espécimes de espécies incluídas no Anexo A do Regulamento (CE) 338/97 é proibida.econormas-mercosur. o transporte ou a tendência para a venda. Montevideo 11500. RESÍDUOS E RECICLAGEM Não foram encontrados nem regulamentos técnicos. colocação no mercado.ECONORMAS MERCOSUL Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X 5. Entende-se por actividade comercial a compra. 1356.  Para demonstrar que os espécimes do Anexo A ou B que vão ser (re)exportados foram importados no cumprimento da Regulamentação Comunitária. nem procedimentos de avaliação da conformidade associados. utilização com fins lucrativos e a venda. nem normas técnicas. DESPERDÍCIOS. Italia 6201.  Para outras excepções contempladas no número 3 do artigo 8 do Regulamento (CE) 338/87. mediante expedição de um Certificado CITES válido unicamente para transacções dentro da UE. no qual se indiquem as actividades a que podem destinar-se os espécimes.4 FIM DE VIDA. 6 UNIÃO EUROPEIA 6. nos seguintes casos:  Para demonstrar que os espécimes do Anexo A do Regulamento (CE) 338/97 procedem da criação em cativeiro ou foram adquiridos legalmente. poderão ser concedidas excepções. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. aquisição.

as substâncias que se encontram submetidas a supervisão alfandegária e que estão depositadas temporariamente. Montevideo 11500. à avaliação e à autorização não se aplicarão às substâncias utilizadas em medicamentos para uso humano ou veterinário. REACH aplica-se a todas as substâncias. Mais ainda. Italia 6201. O Regulamento pretende garantir um nível elevado de protecção da saúde pública e do meio ambiente. comercializadas ou utilizadas como tal. e a adoptar as mediadas necessárias para gerir qualquer risco identificado. através do qual se cria a Agência Europeia de Substâncias e Produtos Químicos.2. Fax: +598 2600 4763 http://www. Excluem-se. autorização e restrição de substâncias e produtos químicos. com o fim de voltarem a ser exportadas. avaliação. assim como a Directiva 76/769/CEE do Conselho e as Directivas 91/155/CEE.2 PRODUÇÃO E TRATAMENTOS 6. avaliação. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. numa zona franca ou num depósito franco. relativo ao registo. sejam estas fabricadas ou importadas. se modifica a Directiva 1999/45/CE e se revogam o Regulamento (CEE) nº 793/93 do Conselho e o Regulamento (CE) nº 1488/94 da Comissão. do Parlamento Europeu e do Conselho. de 18 de Dezembro de 2006. ou em forma misturada.net Página 31 de 69 . 93/105/CE e 2000/21/CE da Comissão (Vejam-se os actos modificativos). as substâncias intermediárias não isoladas. 93/67/CEE.ECONORMAS MERCOSUL Aplica-se a qualquer madeira coberta por esta convenção internacional: Aberturas Pavimentos Chapas Multilaminados Móveis de (portas e em soalho estratificadas cozinha e janelas) banho X X X X X Móveis escolares X 6. 1356. O sistema REACH é um sistema integrado de registo. do âmbito de aplicação do Regulamento as substâncias radioactivas (cobertas pela Directiva 96/29/Euratom).econormas-mercosur. bem como fomentar a competitividade e a inovação no sector das substâncias e produtos químicos. O ónus da prova da segurança das substâncias e produtos químicos fabricados ou comercializados recai sobre a indústria e os seus representantes legais autorizados na UE.1 Regulamentos técnicos Regulamento 1907/2006 (REACH) Regulamento (CE) nº 1907/2006. todavia. ou colocadas em circulação. nem a produtos Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. REACH obriga todas as empresas que fabricam ou importam substâncias e produtos químicos a avaliar os riscos advindos da sua utilização. o transporte de substâncias perigosas e os resíduos. aos consumidores finais. as normas relativas ao registo. autorização e restrição de substâncias e produtos químicos (REACH).

econormas-mercosur. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. A intervenção da Comissão para propor uma Directiva Comunitária deve-se ao estabelecido no Considerando 4: Considerando que a contaminação devido a compostos orgânicos voláteis num Estado Membro costuma afectar a atmosfera e as águas de outros Estados Membros que. As referências a MADEIRA são para impregnação de fibras de madeira e para laminação. em conformidade com o artigo 130 R do Tratado. que se referem às obrigações para as instalações novas e para as existentes. 1356. os considerandos 5 e 10 falam de instalações. de 11 de Março de 1999. O Regulamento REACH aplica-se a qualquer substância que se possa aplicar sobre a madeira ou a produtos de madeira: Aberturas (portas e janelas) Pavimentos em soalho Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X X X Directiva de Compostos Orgânicos Voláteis (COV) DIRECTIVA 1999/13/CE DO CONSELHO. a contaminação por COV pode passar de um Estado para o outro. De igual forma. nem a alimentos (incluindo os aditivos) sempre que se incluam no âmbito de aplicação da normativa comunitária em matéria de medicamentos ou alimentos. mas sempre em relação à actividade e não ao produto final. Italia 6201. relativa à limitação das emissões de compostos orgânicos voláteis devido ao uso de solventes orgânicos em determinadas actividades ou instalações. Fax: +598 2600 4763 http://www. requerem uma acção comunitária para esse fim. Ou seja.net Página 32 de 69 .ECONORMAS MERCOSUL alimentares. e não a produtos. Tal como se indica no Título da Directiva. Isto é corroborado pelo disposto nos artigos 3 e 4. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. refere-se a instalações ou actividades. actividades e processos. Montevideo 11500.

net Página 33 de 69 . seus azeites e outros derivados do óleo de alcatrão de hulha. qualquer que seja a sua finalidade (é o caso de portas. O objectivo é que cada Estado controle para evitar a contaminação atmosférica que pode passar para outro Estado. Directiva sobre conservantes para madeira Directiva 2001/90/CE sobre CONSERVANTES PARA MADEIRAS. em particular. produtos intermediários ou produtos acabados destinados ao consumo humano ou animal. entre eles: a) Compostos de Arsénico.  outros materiais que podem contaminar os produtos acima mencionados.ECONORMAS MERCOSUL Não corresponde aplicá-la a produtos. mas às emissões de COV a partir das instalações ou das actividades realizadas em processos produtivos. — na fabricação. 1356. A Directiva 2001/90/CE faz referência ao uso de substâncias e produtos perigosos e. nos quais exista o risco de contacto frequente com a pele. Montevideo 11500. cobre. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. — em parques. jardins e instalações recreativas e de ócio ao ar livre.  recipientes que podem entrar em contacto com matérias-primas. móveis de cozinha e banho. como mesas de acampamento. como por exemplo. Isto complementa medidas próprias que cada Estado possa ter para proteger o seu território. argumentando a protecção do meio ambiente global. — em brinquedos. de multilaminados ou chapas estratificadas que se usem para revestimentos de elementos de edifícios). — em terrenos de jogos. janelas. pavimentos em soalhos ou. Italia 6201. São introduzidas importantes limitações no uso de madeiras conservadas. nalguns casos. o facto de que a madeira a que se faz referência nas letras ii) e iii) do ponto 2 da Directiva não poderão usar-se: — no interior de edifícios. arsénico b) Pentaclorofenol c) Creosote (estaria proibido directamente pela 2001/90/CE).econormas-mercosur. Fax: +598 2600 4763 http://www. — na fabricação de móveis de jardim. ao creosote ainda que o mesmo conste do Anexo 1 que modifica o Anexo da Directiva 76/769/CEE. uso e reprocessamento de:  contentores para cultivos. Apenas poderia afectar a potenciais exportadores do MERCOSUL se a UE decidisse exigir que as instalações ou actividades do exportador cumpram a Directiva. tais como sais CCA : cromo.  Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. A Directiva 769/69 introduz importantes limitações para madeiras tratadas com conservantes.

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Não devem ser introduzidos no mercado artigos tratados. Montevideo 11500.net Página 34 de 69 . Fax: +598 2600 4763 http://www. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) X X Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda.ECONORMAS MERCOSUL Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) X X Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X X X Critérios ecológicos para a concessão da etiqueta ecológica comunitária aos revestimentos de madeira para solos. tenham sido aprovadas em conformidade com este Regulamento. Italia 6201.econormas-mercosur. e cumprir os critérios ecológicos do anexo da presente Decisão. DECISÃO DA COMISSÃO de 26 de Novembro de 2009 Para obter a etiqueta ecológica comunitária em conformidade com o Regulamento (CE) nº 1980/2000. nem usados biocidas que não tenham sido autorizados em conformidade com o presente Regulamento. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X Comercialização e uso dos biocidas Regulamento (UE) n ° 528/2012 Não devem ser comercializados. os revestimentos de madeira para solos deverão pertencer a uma categoria de produtos “revestimentos de madeira para solos” definida no artigo 1. 1356. salvo no caso de todas as substâncias activas com as quais tenham sido tratados ou que levem incorporadas as biocidas.

e para a medição de emissões aplicáveis a adesivos e a pinturas/vernizes: UNE-EN 13999-2:2007 UNE-EN ISO 11890-1:2007 UNE-EN ISO 11890-2:2007 UNE-EN ISO 17895:2006 Adhesivos. Parte 1: Muestreo por aspiración.net Página 35 de 69 . (ISO 16017-1:2000) Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Italia 6201. Parte 10: Determinación de la emisión de compuestos orgánicos volátiles de los productos de la construcción y del mobiliario. Parte 9: Determinación de la emisión de compuestos orgánicos volátiles de los productos de la construcción y del mobiliario.ECONORMAS MERCOSUL 6. (ISO 16000-9:2006/Cor 1:2007) UNE-EN ISO 16000-10:2006 Aire de interiores. Determinación del contenido en compuestos orgánicos volátiles (COV). (ISO 17895:2005) Foram. 1356. Fax: +598 2600 4763 http://www. identificados e analisados métodos de testes aplicáveis a ambientes interiores. (ISO 118901:2007). Parte 5: Estrategia de muestreo de los compuestos orgánicos volátiles. Método del ensayo de emisión en cámara. (ISO 16000-5:2007) UNE-EN ISO 16000-9:2006 Aire de interiores. igualmente. Método del ensayo de emisión en célula.2. UNE-EN ISO 16017-1:2001 Aire de interiores. Determinación del contenido en compuestos orgánicos volátiles (COV). Parte 1: Método por diferencia. (ISO 11890-2:2006). Pinturas y barnices.econormas-mercosur. (ISO 16000-10:2006) UNE-EN ISO 16000-11:2006 Aire de interiores. Determinación del contenido en compuestos orgánicos volátiles en las pinturas en emulsión con bajo contenido en COV (COV en envase).2 Normas técnicas sobre Compostos Orgânicos Voláteis (COV) Foram encontradas e analisadas as seguintes normas europeias e internacionais ISO no âmbito da determinação de conteúdos em COV. (ISO 16000-9:2006) UNE-EN ISO 16000-9:2006/AC:2008 Aire de interiores. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Método corto para la medición de las propiedades de emisión de adhesivos con bajo contenido de disolventes o libres de disolventes tras su aplicación. Almacenamiento y toma de muestras y preparación de las probetas. Parte 2: Determinación de los compuestos orgánicos volátiles. Parte 2: Método por cromatografía de gases. Método del ensayo de emisión en cámara. Pinturas y barnices. Parte 9: Determinación de la emisión de compuestos orgánicos volátiles de los productos de la construcción y del mobiliario. Parte 11: Determinación de la emisión de compuestos orgánicos volátiles de los productos de la construcción y del mobiliario. que correspondem à adopção europeia de normas internacionais ISO: UNE-EN ISO 16000-5:2009 Aire de interiores. Muestreo y análisis de compuestos orgánicos volátiles por tubo adsorbente/desorción térmica/cromatografía de gases capilar. Pinturas y barnices. ambiente y ocupacional. Montevideo 11500.

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. (ISO 16017-2:2003). Procedimientos de muestreo para la evaluación de la conformidad. Evaluación De Conformidad Y Marcado Suelos de madera. Montevideo 11500. Fax: +598 2600 4763 http://www. Tablas macizas de madera de coníferas para revestimientos de suelo. expuestos al ataque térmico provocado por un único objeto ardiendo. Italia 6201. Suelos de madera. Suelos de madera. incluido bloque inglés. Suelos de madera. Determinación de la resistencia a los agentes químicos. Productos de construcción. (ISO 16017-1:2000) Aire de interiores. Muestreo y análisis de compuestos orgánicos volátiles por tubo adsorbente/desorción térmica/cromatografía de gases capilar. Perfiles simples y perfiles semiacabados de madera para utilización no estructural. ambiente y ocupacional. Elementos de parqué multicapa. Parte 1: Muestreo por aspiración. Suelos de madera. Elementos de parqué multicapa. Tablas pre-ensambladas macizas de madera de frondosas. Características. Parte 1: requisitos.ECONORMAS MERCOSUL UNE-EN ISO 16017-1:2002 ERRATUM Aire de interiores. UNE-EN ISO 16017-2:2004 Normas técnicas aplicáveis a pavimentos em soalho Normas aplicáveis ao produto: UNE-EN 13227:2003 UNE-EN 13228:2011 UNE-EN 13307-1:2007 UNE-EN 13488:2003 UNE-EN 13489:2003 UNE-EN 13489:2004 ERRATUM UNE-EN 13629:2003 UNE-EN 13756:2003 UNE-EN 13990:2004 UNE-EN 14342:2006+A1:2009 UNE-EN 14761:2006+A1:2008 Suelos de madera.net Página 36 de 69 . Suelos De Madera. Determinación de las características geométricas. Productos de lamparqué macizo. listoncillos y tacos de parquet. ambiente y ocupacional. Ensayos de reacción al fuego de productos de construcción. Parqué de recubrimiento de madera maciza con sistema de interconexión. Suelos de madera y revestimientos de madera para paredes y techos. Suelos de madera. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Muestreo y análisis de compuestos orgánicos volátiles por tubo adsorbente/desorción térmica/cromatografía de gases capilar.econormas-mercosur. Suelos de madera y parqué y revestimientos murales interiores y exteriores de madera. Parte 2: Muestreo por difusión. Normas de testes e amostragem: UNE-EN 14762:2007 UNE-EN 13442:2003 UNE-EN 13823:2012 UNE-EN 13647:2011 Suelos de madera. 1356. Terminología. Tablillas verticales. excluyendo revestimientos de suelos. Parquet de madera maciza. Suelos de madera. Suelos de madera. Elementos de parqué mosaico.

Parte 2: puertas. Método de ensayo. Especificaciones y clasificación. Puertas. Clasificación de los requisitos de resistencia mecánica. Ventanas y puertas. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.net Página 37 de 69 . Eficiencia térmica de ventanas. Ventanas y puertas. Influencias climáticas. toldos y celosías. Puertas. Métodos de ensayo para la determinación de la elasticidad. Método de ensayo. Estanquidad al agua. Determinación de la transmitancia térmica por el método de la caja caliente. puertas y persianas. Ventanas y puertas peatonales. Determinación de la transmitancia térmica por el método de la caja caliente. Eficiencia térmica de ventanas. Puertas. Puertas y ventanas.ECONORMAS MERCOSUL UNE-EN 13696:2009 Suelos de madera y parqué. Permeabilidad al aire. Ventanas y puertas. Comportamiento entre dos climas diferentes. Resistencia a la carga de viento. la resistencia a la abrasión y la resistencia al impacto. Métodos de ensayo. Parte 2: puertas. Durabilidad mecánica. Puertas. Método de ensayo. Método de ensayo. Ventanas y puertas. Clasificación. Normas técnicas aplicáveis a portas e janelas Normas aplicáveis a portas e janelas: UNE-EN 1192:2000 UNE-EN 1192:2001 ERRATUM EN ISO 12567-2:2005 UNE-EN 1026:2000 UNE-EN 1027:2000 UNE-EN 1121:2000 UNE-EN 1191:2000 UNE-EN 1191:2001 ERRATUM UNE-EN 12045:2000 UNE-EN 12046-1:2004 UNE-EN 12046-2:2000 UNE-EN 12046-2:2001 ERRATUM UNE-EN 12194:2000 UNE-EN 12211:2000 UNE-EN 12207:2000 UNE-EN 12208:2000 UNE-EN 12210:2000 UNE-EN 12210:2000/AC:2010 UNE-EN 12217:2004 UNE-EN 12219:2000 UNE-EN 12219:2001 ERRATUM 2 UNE-EN 12400:2002 UNE-EN 12412-2:2005 UNE-EN 12412-4:2005 Puertas. Parte 2: marcos. Montevideo 11500. Puertas. Fax: +598 2600 4763 http://www. Resistencia a aperturas y cierres repetidos. Persianas y celosías motorizadas. Ventanas y puertas. Método de ensayo. Parte 4: cajón de Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. puertas y persianas. Método de ensayo. Resistencia al viento. Permeabilidad al aire.econormas-mercosur. Ventanas y puertas. Medición de la fuerza transmitida. Estanquidad al agua. Requisitos y clasificación. Seguridad de uso. Método de ensayo. Método de ensayo. Parte 1: ventanas. Requisitos y clasificación. Persianas. Comportamiento térmico de puertas y ventanas. Ventanas y puertas. Clasificación de los requisitos de resistencia mecánica. 1356. Requisitos y clasificación. Clasificación. Fuerzas de maniobra. Clasificación. Influencias climáticas. Resistencia al viento. Clasificación. Método de ensayo. Resistencia a aperturas y cierres repetidos. Fuerzas de maniobra. Falsas maniobras. Determinación de la transmitancia térmica mediante el método de la caja caliente. Parte 2: ventanas para tejados y para otros fines (ISO 12567-2:2005) (en inglés) Ventanas y puertas. Fuerzas de maniobra. Fuerzas de maniobra. Italia 6201.

Determinación del comportamiento bajo variaciones de humedad en sucesivos climas uniformes Ventanas.ECONORMAS MERCOSUL UNE-EN 1294:2000 UNE-EN 13049:2003 UNE-EN 13115:2001 UNE-EN 13120:2010 UNE-EN 13123-1:2001 UNE-EN 13123-2:2004 UNE-EN 13124-1:2001 UNE-EN 13124-2:2004 UNE-EN 13420:2011 UNE-EN 14220:2007 UNE-EN 14221:2007 UNE-EN 143511:2006+A1:2011 UNE-EN 14600:2006 UNE-EN 14608:2004 UNE-EN 14608:2004 ERRATUM:2010 UNE-EN 14609:2004 UNE-EN 14609:2004 ERRATUM:2010 UNE-EN 1522:1999 UNE-EN 1523:1999 UNE-EN 15269-1:2011 UNE-EN 15269-20:2010 persianas enrollables. Ventanas y puertas. Ventanas. Madera y materiales derivados de la madera para ventanas interiores. Resistencia a la torsión estática. Fax: +598 2600 4763 http://www. Requisitos y especificaciones. Parte 2: ensayo al aire libre. requisitos de seguridad y clasificación. Ventanas. persianas y ventanas practicables. Ventanas. Requisitos y clasificación. Ventanas. Madera y materiales derivados de la madera para ventanas exteriores. Requisitos de prestaciones incluyendo la seguridad. Ventanas. Ventanas. Parte 1: tubo de impacto. Resistencia a la explosión. Ventanas. Hojas de puerta. hojas de puertas exteriores y cercos de puertas exteriores. Ventanas. incluyendo sus herrajes para la edificación. Determinación de la resistencia a la carga vertical. Norma de producto.net Página 38 de 69 . Métodos de ensayo. Parte 1: ventanas y puertas exteriores peatonales sin características de resistencia al fuego y/o control de humo. persianas y celosías. Carga vertical. Método de ensayo. Resistencia a la torsión estática. Resistencia a la explosión. Requisitos y especificaciones. Italia 6201. puertas y persianas. Parte 1: tubo impacto. Extensión de la aplicación de los resultados de ensayo de resistencia al fuego y/o control de humos para puertas. Método de ensayo. puertas y persianas. Ventanas. Clasificación de propiedades mecánicas. Parte 20: control de humos para Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. incluyendo sus herrajes para la edificación. Resistencia a la explosión. Montevideo 11500. Ventanas. torsión y fuerzas de maniobra. Requisitos y clasificación. Impacto de cuerpo blando y pesado. Celosías interiores. Resistencia a la bala. Ventanas. Puertas y ventanas practicables con características de resistencia al fuego y/o control de humos. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. puertas. Resistencia a la bala. puertas. hojas de puertas interiores y cercos de puertas interiores. Extensión de la aplicación de los resultados de ensayo de resistencia al fuego y/o control de humos para puertas. Ventanas. persianas y celosías. Determinación de la resistencia a la carga vertical. Métodos de ensayo. Comportamiento entre ambientes diferentes. Parte 1: requisitos generales. características de prestación. Requisitos y clasificación. Método de ensayo. Parte 2: ensayo al aire libre. Requisitos y clasificación.econormas-mercosur. puertas y persianas. persianas y ventanas practicables. 1356. Resistencia a la explosión. puertas y persianas.

Método de medida. anchura. Hojas de puerta. Italia 6201. espesor y escuadría. Parte 1: generalidades. (ISO 10077-1:2006) Comportamiento térmico de ventanas.ECONORMAS MERCOSUL UNE-EN 15269-7:2011 UNE-EN 1529:2000 UNE-EN 1530:2000 UNE-EN 1530:2001 ERRATUM UNE-EN 1634-1:2010 UNE-EN 1634-2:2010 UNE-EN 947:1999 UNE-EN 947:2000 ERRATUM UNE-EN 948:2000 UNE-EN 949:1999 UNE-EN 949:2000 ERRATUM UNE-EN 950:2000 UNE-EN 950:2002 ERRATUM UNE-EN 951:1999 UNE-EN 951:2000 ERRATUM UNE-EN 952:2000 UNE-EN ISO 100771:2010 UNE-EN ISO 100772:2008 UNE-EN ISO 125671:2011 UNE-ENV 1627:2000 conjuntos de puertas pivotantes y batientes de madera. Parte 7: resistencia al fuego de conjuntos de puertas deslizantes de acero. persianas y ventanas practicables. Determinación de la transmitancia térmica por el método de la caja caliente. Método de medida de la altura. Montevideo 11500. puertas. Método de medida de la altura. Hojas de puerta. elementos de cerramiento de huecos y ventanas practicables. Ventanas y muros cortina. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Planitud general y local. ventanas practicables y herrajes para la edificación. Planitud general y local. 1356. Parte 1: ensayos de resistencia al fuego de puertas. Hojas de puerta. acero y elementos de puertas acristaladas con marco metálico Extensión de la aplicación de los resultados de ensayo de resistencia al fuego y/o control de humos para puertas. Parte 2: ensayo de caracterización de resistencia al fuego de herrajes. espesor y escuadría. Determinación de la resistencia al impacto de cuerpo blando y pesado para puertas. Hojas de puerta. Comportamiento térmico de ventanas. Ensayos de resistencia al fuego y de control de humo de puertas y elementos de cerramiento de huecos.net Página 39 de 69 . Hojas de puerta. (ISO 100772:2003). puertas. Hojas de puerta. Parte 1: puertas y ventanas completas. cierres y persianas. Clases de tolerancias. Determinación de la resistencia a la carga vertical. Comportamiento térmico de puertas y ventanas. cierres y persianas. Puertas batientes o pivotantes. puertas. Determinación de la resistencia a la carga vertical. Clases de tolerancias. anchura. Cálculo de la transmitancia térmica. Cálculo de la transmitancia térmica. Clases de tolerancias. Puertas batientes o pivotantes. Determinación de la resistencia a la torsión estática. incluyendo sus herrajes para la edificación. Determinación de la resistencia al impacto de cuerpo blando y pesado para puertas. Ventanas y muros cortina. anchura. Planitud general y local. Altura. Puertas batientes o pivotantes.econormas-mercosur. Hojas de puerta. persianas. Fax: +598 2600 4763 http://www. Resistencia a la efracción. Parte 2: método numérico para los marcos. puertas y persianas. (ISO 12567-1:2010) Ventanas. Determinación de la resistencia al impacto de cuerpo duro. Requisitos y Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Ensayos de resistencia al fuego y de control de humo de puertas y elementos de cerramiento de huecos. espesor y escuadría. Determinación de la resistencia al impacto de cuerpo duro. Hojas de puerta. ventanas practicables y herrajes para la edificación. puertas y persianas.

Método de ensayo para la determinación de la resistencia bajo carga estática. Parte 1: OSB. Parte 2: Madera de frondosas. Resistencia a la efracción. Parte 2: Método numérico para los marcos. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Italia 6201. persianas. (ISO 10077-2:2012). Montevideo 11500. UNE-EN 12369-2:2011 Tableros derivados de la madera. puertas. UNE-EN 13017-2:2001 Tableros de madera maciza. Clasificación según el aspecto de las caras. Resistencia a la efracción. puertas. Valores característicos para el cálculo estructural.econormas-mercosur. Dimensiones y tolerancias. Parte 3: Tableros de madera maciza. Valores característicos para el cálculo estructural. persianas. UNE-EN 386:2002 Madera laminada encolada. Ventanas. Prestaciones térmicas de ventanas. puertas. Especificaciones y requisitos de los tableros estructurales para utilización en forjados. muros y cubiertas. Ensayo de delaminación de líneas de adhesivo UNE-EN 391:2004 ERRATUM Madera laminada encolada. puertas y persianas. UNE-EN 13017-1:2001 Tableros de madera maciza. UNE-EN 390:1995 Madera laminada encolada. Método de ensayo para la determinación de la resistencia a ataques de efracción manual. Ensayo de delaminación de líneas de adhesivo UNE-EN 392:1995 Madera laminada encolada. Método de ensayo para la determinación de la resistencia bajo carga estática. persianas. Empalmes mediante uniones dentadas de grandes dimensiones.net Página 40 de 69 . persianas. tableros de partículas y tableros de fibras. UNE-EN 387:2002 Madera laminada encolada. Normas aplicáveis a chapas estratificadas e multilaminados UNE-EN 12369-1:2001 Tableros derivados de la madera. Ventanas. Ventanas. Cálculo del coeficiente de transmitancia térmica. Parte 2: Método numérico para los marcos. Fax: +598 2600 4763 http://www. (ISO 10077-2:2012). UNE-EN 12871:2010 Tableros derivados de la madera. Puertas batientes o pivotantes. Método de ensayo para la determinación de la resistencia bajo carga dinámica. puertas y persianas.ECONORMAS MERCOSUL UNE-ENV 1628:2000 UNE-ENV 1628:2001 ERRATUM UNE-ENV 1629:2000 UNE-ENV 1630:2000 UNE-EN 947:1999 UNE-EN ISO 100772:2012 UNE-EN ISO 100772:2012/AC:2012 clasificación. Prestaciones térmicas de ventanas. Resistencia a la efracción. Especificaciones y requisitos de fabricación. Determinación de la resistencia a la carga vertical. Parte 1: Madera de coníferas. UNE-EN 12369-3:2009 Tableros derivados de la madera. Resistencia a la efracción. Cálculo del coeficiente de transmitancia térmica. Clasificación según el aspecto de las caras. UNE-EN 391:2002 Madera laminada encolada. Parte 2: Tablero contrachapado. 1356. Ventanas. Ensayo de esfuerzo cortante en líneas de adhesivo. Valores característicos para el cálculo estructural. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Especificaciones y requisitos mínimos de fabricación. puertas.

devem registar-se obrigatoriamente numa base de dado central gerida pela Agência Europeia de Substâncias e Produtos Químicos. como sendo:  os polímeros (todavia. Moisés y cunas balancín de uso doméstico. Moisés y cunas balancín de uso doméstico. Muebles contenedores y planos de trabajo para uso doméstico y en cocinas. que podem ser objecto de um registo prévio. Parte 1: requisitos de seguridad. aplicar-se-á um regime transitório que.net Página 41 de 69 . Não pode ser fabricada ou comercializada na União Europeia qualquer substância que não esteja registada. Requisitos de seguridad y métodos de ensayo. os monómeros que compõem os polímeros devem ser registados) Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Mobiliario. durará até 01 de Junho de 2018. Parte 1: requisitos de seguridad. Otros muebles no directamente aplicables: UNE-EN 1130-1:1996 UNE-EN 1130-2:1996 UNE-EN 12221-1:2009 UNE-EN 12221-2:2009 Muebles. 6. Cambiadores para uso doméstico. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Muebles. Dimensiones de coordinación para muebles de cocina y aparatos electrodomésticos. Italia 6201. Parte 2: métodos de ensayo. O registo é obrigatório desde 01 de Junho de 2008. Cambiadores para uso doméstico. Parte 2: métodos de ensayo. 1356. Montevideo 11500. Normas aplicáveis a móveis escolares Móveis directamente aplicáveis: UNE-EN 1729-1:2007 UNE-EN 1729-2:2007 Mobiliario. Fax: +598 2600 4763 http://www. ou superiores. Sillas y mesas para centros de enseñanza. mas no caso de algumas substâncias. alguns grupos de substâncias (enumeradas no regulamento) estão isentos da obrigatoriedade de registo.econormas-mercosur. Parte 2: requisitos de seguridad y métodos de ensayo.ECONORMAS MERCOSUL Normas aplicáveis a móveis de cozinha e banho UNE-EN 1116:2006 UNE-EN 14749:2006 Muebles de cocina. Porém. As substâncias químicas fabricadas ou importadas em quantidades de uma tonelada anuais.2. Sillas y mesas para centros de enseñanza. nalguns casos. Parte 1: dimensiones funcionales.3 Procedimentos de avaliação da conformidade Âmbito do Regulamento REACH O registo constitui o elemento fundamental do regulamento REACH.

com base na qual a Agência Europeia de Substâncias e Produtos Químicos pode solicitar um registo.net Página 42 de 69 . Fax: +598 2600 4763 http://www. provas generalizadas de toxicidade relativas a substâncias fabricadas ou importadas em quantidades superiores a 1000 toneladas). é solicitada uma informação mais detalhada.  determinadas substâncias que existem na natureza e cuja composição química não se modificou. etc. Caso sejam transportadas más de 1000 toneladas desta substância. devem registar-se algumas substâncias integradas nos artigos.). prevê-se que aproximadamente 80% das substâncias registadas não necessitem de mais nenhuma formalidade. O registo é obrigatório quando a substância em questão se desprende normalmente ao utilizar o referido produto. De igual forma. No caso das substâncias que não se desprendem naturalmente. Nestes casos. Um registo menos exigente é aplicado a produtos intermediários isolados que permanecem na planta. Durante os onze primeiros anos de aplicação do sistema REACH é expectável que se registem cerca de 30 000 substâncias já comercializadas. Italia 6201. assim como as autoridades competentes na aplicação destas disposições. Por outro lado. as medidas de gestão de riscos e a informação já disponível das propriedades. 1356. sempre que se fabriquem em condições estritamente controladas. e está presente no mesmo a uma taxa de mais de uma tonelada por produtor ou importador por ano. Montevideo 11500. que estão contidas numa concentração mínima de 0.econormas-mercosur. glicose. é aplicado um regime especial ao registo das substâncias presentes nos artigos: tendo em conta os milhões de artigos que se comercializam na UE e o risco potencial que alguns deles representam para a saúde pública e para o meio ambiente. bem como os diferentes cenários de exposição possíveis e as medidas de gestão desses riscos (relatório relativo à segurança química). os pedidos de registo referentes a substâncias fabricadas ou importadas em quantidades superiores a 10 toneladas anuais ou superiores devem enumerar os riscos vinculados a estas substâncias. Ademais. em determinadas condições.1% e que se comercializam uma taxa de mais de uma tonelada por produtor ou importador por ano. mas apresentem uma perigosidade particular. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Os dados requeridos são proporcionais ao volume de produção e aos riscos apresentados pela substância (por exemplo.  as substâncias utilizadas no âmbito da investigação e desenvolvimento. apenas se exige a classificação. receber os processos e elaborar guias técnicas destinadas a ajudar os fabricantes e importadores.ECONORMAS MERCOSUL  determinadas substâncias cujo risco estimado é mínimo (água. utilizações e precauções do uso das substâncias químicas (expediente técnico). A Agência Europeia de Substâncias e Produtos Químicos é responsável por administrar a base de dados. esta obrigação toma a forma de uma simples notificação. e aos produtos intermediários isolados que se transportem e utilizem sob um controle estreito em quantidades inferiores 1000 toneladas. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. O registo exige que a indústria (fabricante e importadores) proporcione informação relativa às propriedades.

6. 1356.1 Regulamentos técnicos No âmbito do lançamento no mercado de madeira e produtos de madeira.net Página 43 de 69 .econormas-mercosur. e é exigido que aqueles realizem medições contínuas ou periódicas. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. O artigo 9 menciona que deve demonstrar-se o cumprimento dos valores limites de emissões estabelecidos na Directiva. de modo a assegurar o cumprimento da Directiva. não sendo necessária qualquer certificação adicional. Bases e embalagens de madeira NIMF 15 A norma fitossanitária da FAO para a embalagem de madeira utilizada em comércio internacional também é aplicável à União Europeia da mesma forma que é aplicável aos Estados Parte do Mercosul.ECONORMAS MERCOSUL Âmbito da Directiva de Compostos Orgânicos Voláteis (COV) No artigo 8 da Directiva COV são indicados os controles que devem ser exercidos pelos Estados Membros sobres os operadores de instalações.3 LANÇAMENTO NO MERCADO 6. Em princípio. a marca autorizada pela Administração da União Europeia é suficiente para efeitos do cumprimento internacional e de inspecção alfandegária. de modo a evitar a disseminação de organismo nocivos nas massas florestais. procedentes de outros Estados Membros ou de terceiros países. Italia 6201.3. Exemplos de marcas segundo NIMF 15 Para a marca segundo NIMF-15. conformidade e rastreabilidade dos materiais e produtos cobertos. deve ser apresentado um registo interno. Montevideo 11500. são aplicáveis as seguintes regulamentações técnicas: Medidas de protecção contra a introdução nos Estados Membros de organismos nocivos para os vegetais ou produtos vegetais Directiva 2000/29/CE Esta Directiva refere-se às medidas de protecção contra a introdução nos Estados Membros de organismo nocivos para os vegetais ou produtos vegetais. Fax: +598 2600 4763 http://www. Consagra o estabelecimento de um “passaporte fitossanitário”. sendo objecto de inspecções periódicas pela Administração. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.

produtos vegetais ou outros objectos. relativo ao estabelecimento de um sistema de licenças FLEGT aplicável às importações de madeira na União Europeia.econormas-mercosur. Aplicável a qualquer tipo de madeira e aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos Chapas Multilaminados (portas e em soalho estratificadas janelas) X X X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. e originários de países sócios Regulamento (CE) 2173/2005 Regulamento (CE) Nª 2173/2005 do Conselho. de 17 de Outubro de 2008. Fax: +598 2600 4763 http://www. de acordo com os requisitos especiais estabelecidos na parte A do anexo IV. na medida em que os requisitos especiais estabelecidos na parte A do anexo IV possam cumprir-se também em lugares distintos do país de origem. for suficiente que seja descascada. que estabelece um sistema de licenças FLEGT aplicável às importações de madeira na União Europeia. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. excepto: . . produtos vegetais ou outros objectos a que se apliquem os requisitos particulares estabelecidos na parte A do anexo IV. FLEGT (o programa da UE para a Aplicação de Leis.ECONORMAS MERCOSUL No caso dos vegetais. 1356. Regulamento (CE) 1024/2008 Regulamento (CE) Nº 1024/2008 da Comissão. de 20 de Dezembro de 2005. Governação e Comércio Florestais) é uma iniciativa da UE estabelecida em 2003.nos restantes casos. o certificado fitossanitário oficial exigido de acordo com as disposições do artigo 7 deverá ser expedido no país de origem dos vegetais. através do qual são estabelecidas as normas que desenvolvem o Regulamento (CE) nº 2173/2005 do Conselho. Italia 6201. a melhoria da governação e a promoção do comércio de madeira produzida legalmente. cujo objectivo é:  melhorar a governação e reduzir o abate ilegal mediante  o fortalecimento de uma gestão florestal legal e sustentável.net Página 44 de 69 . Aplicável a qualquer tipo de madeira e aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos Chapas Multilaminados (portas e em soalho estratificadas janelas) X X X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X Estabelecimento de um sistema de licenças FLEGT aplicável às importações de madeira na Comunidade Europeia.no caso da madeira se. Montevideo 11500.

no mercado interno de madeira aproveitada ilegalmente ou de produtos derivados da mesma. empresa ou organização que venda madeira pela segunda. a legislação e RT do país de aproveitamento da madeira. Esta informação deve ser guardada durante. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. e a aplicação no dito país das convenções internacionais pertinentes: base para definir o que é o abate ilegal.econormas-mercosur. incluindo aqueles utilizados pelos consumidores no âmbito de uma prestação de serviços). o sistema será mais ou menos complexo. Por enquanto. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Os operadores devem colocar em marcha um sistema de diligência devida definido no regulamento. Aplicável a qualquer tipo de madeira e aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos Chapas Multilaminados (portas e em soalho estratificadas janelas) X X X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X Directiva de Segurança Geral dos Produtos Directiva 2001/95/CE Esta Directiva da UE impõe uma obrigação geral de segurança para qualquer produto destinado ao consumidor (ou que possa ser utilizado pelos consumidores. Fax: +598 2600 4763 http://www. Qualquer comerciante ou retalhista deverá identificar:  A quem comprou a madeira ou produtos de madeira.  Análise de riscos (sobre a origem da Madeira ou objectos de madeira). Em função da complexidade de uma cadeia de distribuição. como é o caso dos móveis de cozinha. Uma pessoa. terceira ou mais vezes na UE é tido por comerciante. No âmbito deste Regulamento Europeu estabelece-se uma necessidade de subscrever acordos entre a UE e terceiros países. e deve estar disponível para comprovação. caso seja solicitado.  Redução do risco identificado e analisado. Italia 6201. pela primeira vez.  A quem vendeu a madeira ou produtos de madeira. banho ou infantis.ECONORMAS MERCOSUL Obrigações dos agentes que comercializam madeira e produtos de madeira Regulamento (UE) 995/2010 Proíbe-se a comercialização. cinco anos. pelo menos. 1356. Montevideo 11500.net Página 45 de 69 . que inclui três elementos inerentes à gestão de riscos:  Acesso à informação.

ou caso não existem as mencionadas regras. apesar de não se englobar no conjunto das Directivas conhecidas como “de Novo Enfoque”.do?uri=OJ:C:2012:059:0004:0007:ES:PDF quanto à última lista de normas aplicáveis no âmbito da Directiva de Segurança Geral dos Produtos.  a segurança expectável por parte dos consumidores. A Directiva de Segurança Geral dos Produtos. Por produto seguro deve ser entendido qualquer produto que não apresente nenhum risco ou apenas riscos mínimos (compatíveis com o uso do produto) e considerados inadmissíveis dentro do respeito de um nível elevado de protecção da saúde e segurança das pessoas. colaborarão com aquelas. Um produto considerar-se-á seguro se cumpre todas as disposições de segurança previstas pela legislação europeia.ECONORMAS MERCOSUL Os móveis antigos que sejam vendidos como antiguidades e os móveis que sejam vendidos para serem recuperados. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. não estão sujeitos a esta obrigação.eu/LexUriServ/LexUriServ.  os códigos de boa conduta em matéria de saúde e segurança.net Página 46 de 69 . No anexo I da Directiva estabelecem-se requisitos específicos para esta obrigação de informação. chamada de 1 Veja-se http://eur-lex. Italia 6201. 1356. neste caso. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. alerta rápido. a segurança do produto avalia-se tomando em consideração:  as normas nacionais não obrigatórias (através das quais se transpõem as normas europeias pertinentes). Montevideo 11500. Os produtores e distribuidores informarão imediatamente as autoridades competentes quando determinem que um produto é perigoso sendo que. Na falta das mencionadas normas.  as normas do Estado Membro sobre produção ou comercialização do produto.europa.  a situação dos conhecimentos ou da técnica.econormas-mercosur. se cumpre as normas nacionais específicas de cada Estado Membro quanto à sua comercialização. a utilização de normas europeias mediante referência imediata1. as recomendações da Comissão (que estabelecem directrizes para a avaliação da segurança dos produtos). Por exemplo. colaboração com as autoridades. certos requisitos da Directiva de Segurança Geral dos Produtos (informação sobre produtos potencialmente perigosos. Fax: +598 2600 4763 http://www. apresenta muitas características similares a estas. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) Chapas estratificadas Multilaminados Móveis de cozinha e banho Móveis escolares X X Da mesma forma. Considera-se também que o produto é seguro quando o mesmo está em conformidade com a norma europeia estabelecida no âmbito do procedimento previsto na presente directiva.

ECONORMAS MERCOSUL produtos e remoção de produtos potencialmente perigosos) também se aplicam a qualquer dos produtos incluídos neste estudo. a única referência no âmbito da Directiva de Segurança Geral dos Produtos aplicável a móveis escolares é a seguinte norma europeia: UNE EN 1273:2005 Artículos de puericultura. isto é. produtos que fazem parte integrante dos edifícios.Muebles – Moisés y cunas balancín de uso doméstico – Parte 2: Métodos de ensayo.4 NORMAS TÉCNICAS NO ÂMBITO DO REGULAMENTO DE PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO No caso dos painéis derivados da madeira (chapas estratificadas). Regulamento dos Produtos da Construção O Regulamento de Produtos da Construção aplica-se aos produtos anteriormente cobertos pela Directiva dos Produtos da Construção. Fax: +598 2600 4763 http://www.net Página 47 de 69 . Todavia. conter requisitos que sejam de interesse para a família de produtos de móveis escolares: UNE EN 1:1996 UNE EN 2:1996 1130. Normas técnicas no âmbito da Segurança Geral dos Produtos para madeira e móveis No âmbito dos móveis escolares. Igualmente.Muebles – Moisés y cunas balancín de uso doméstico – Parte 1: Requisitos de seguridad. data em que substituirá completamente a I Directiva dos Produtos da Construção. Andadores.econormas-mercosur. Aplicável aos seguintes produtos: Aberturas Pavimentos (portas e em soalho janelas) X X Chapas estratificadas Multilaminados X X Móveis de cozinha e banho Móveis escolares 6. no mesmo âmbito. foram encontradas e analisadas as seguintes normas que. apesar de não aplicadas directamente ao estudo. porém. 1130. a norma harmonizada aplicável é: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. as partes principais dos seus requisitos somente se aplicarão a partir de 1 de Julho de 2013. Requisitos de seguridad y métodos de ensayo. 1356. por se referirem a móveis de uso doméstico. Italia 6201. O Regulamento de Produtos da Construção encontra-se actualmente em vigor. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. podem. Montevideo 11500.

Tableros de partículas. 1356. Definiciones. semiduras e brandas)  painéis de fibras elaborados por processo seco (MDF) As especificações dos diferentes tipos de painéis derivados da madeira consagrados na norma UNE EN 13986:2006 aparecem discriminados a seguir: Código norma EN 300 EN 309 EN 312 EN 313-2 EN 316 EN 622-1 EN 622-2 EN 622-3 EN 622-4 EN 622-5 EN 633 Título norma Tableros de virutas orientadas (OSB). revestidas.net Página 48 de 69 . Especificaciones. Parte 2: Terminología. Montevideo 11500. os requisitos e os métodos de teste correspondentes a placas de madeira nua. Especificaciones. Os painéis derivados da madeira contemplados na norma são os seguintes:  painéis de madeira maciça. folheadas ou revestidas utilizadas em ambientes fechados ou ao ar livre.  painéis laminados LVL. Tableros de fibras. Parte 3: Especificaciones para los tableros de fibras semiduros. em ambientes húmidos ou secos.  painéis de aparas orientadas OSB. Parte 1: Requisitos generales Tableros de fibras. Parte 5: Requisitos de los tableros de fibras fabricados por proceso seco (MDF). Definición y clasificación. Especificaciones Tableros contrachapados. Tableros de partículas. Especificaciones. evaluación de la conformidad y marcado Observações Anula a la UNE-EN 13986:2002 A norma define e especifica as características. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Definición y clasificación. Tableros de fibras. Definición.econormas-mercosur. como elementos estruturais ou não estruturais.  painéis de partículas aglomeradas com resinas ou com cimento. Italia 6201. clasificación y símbolos.  painéis de fibras elaborados por processo húmido (painéis de fibras duras. Tableros de partículas aglomeradas con cemento. Especificaciones. Especificaciones. Tableros de fibras. Tableros de fibras.ECONORMAS MERCOSUL Código UNE-EN 13986: 2006 Título Tableros derivados de la madera para utilización en la construcción.  painéis contraplacados. Clasificación y terminología. Parte 4: Requisitos para tableros de baja densidad. Tableros de fibras. Fax: +598 2600 4763 http://www. clasificación y especificaciones. Parte 2: Especificaciones para los tableros de fibras duros. Características. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.

as quais são enumerados a seguir: Utilização interior Elemento estrutural Característica de desempenho Norma Resistência à flexão Rigidez em flexão (Módulo de elasticidade) Utilização exterior Elemento não estrutural Ambiente húmido Elemento estrutural Ambiente seco Ambiente húmido EN 310. EN 622-3. 1356. Especificaciones. EN 717-2 X X X X X X X Reacção ao fogo EN 13501-1 X X X X X X X Permeabilidade ao vapor de agua EN 12524. húmedo y exterior. Italia 6201. Para a determinação destas características de desempenho são identificadas as normas dos testes. EN 14755 X X X X X X X Durabilidade (Dilatação em espessura) EN 317. EN 314-2 X X X X X X X Coesão interna (Resistência à tracção) EN 319. E em função do tipo de painéis. Montevideo 11500.ECONORMAS MERCOSUL Código norma EN 634-2 EN 636 EN 12775 EN 12871 EN 13353 EN 14279 EN 14755 Título norma Tableros de partículas aglomeradas con cemento. EN 789 X X X X Durabilidade face ao envelhecimento Ambiente seco Isolamento estrutural de forjado/ coberta/muro X X Elemento não estrutural X Qualidade de colagem CEN/TS 13354. Tableros contrachapados.econormas-mercosur. EN 326-1. EN ISO 12572:200 X X X X X X X Isolamento face ao ruído aéreo EN ISO 717-1. Clasificación y terminología. Tableros derivados de la madera. muros y cubiertas. Tableros de madera maciza (SWP). EN 326-1. Especificaciones y requisitos de los tableros estructurales para utilización en forjados. EN 326-1 X X X X X X X X X X X Durabilidade (Resistência à humidade) Emissão de formaldeído EN 300.EN 789. Tableros de madera maciza. Requisitos. ENV 717-1. EN 1087-1 EN 120. EN ISO 140-3 X X X X X X X Absorção acústica EN ISO 354 X X X X X Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Madera microlaminada (LVL). clasificación y especificaciones. EN 314-1. Especificaciones. EN 326-1. EN 622-2. EN 326-1. Tableros de partículas de extrusión. a sua utilização (interior ou exterior). EN 319.net Página 49 de 69 . EN 622-5. Definiciones. EN 321. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. A norma UNE EN 13986:2006 requer a determinação de certas características de desempenho que devem ser incluídas na marcação em função do sistema de avaliação da conformidade que se aplique ao produto. Requisitos. EN 14755 X X X X EN 310. o ambiente que se utilizará (seco ou húmido) e o seu carácter estrutural. Fax: +598 2600 4763 http://www. Parte 2: Especificaciones para los tableros de partículas aglomeradas con cemento portland ordinario para su utilización en ambiente seco.

net Página 50 de 69 .ECONORMAS MERCOSUL Condutividade térmica EN 12664 X X Resistência e rigidez para utilização estrutural EN 636:2003. Suelos de madera. 1356. Código norma UNE-EN 13226:2009 Observações Anula a la UNE-EN 13226:2003 UNE-EN 13227:2003 Anula a la UNE 56807:1986 UNE-EN 13228:2011 Anula a la UNE-EN 13228:2003 UNE-EN 13488:2003 UNE-EN 13489:2003 Anula a la UNE 56807:1986 y a la UNE 56809-2:1986 - UNE-EN 13629:2012 Anula a la UNE-EN 13629:2003 Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. EN 1058. Os solos contemplados na norma são os seguintes: Tipo de solo Suelos de madera. Suelos de madera. ENV 1099 X X X X X X X Conteúdo em pentaclorofenol CEN/TR 14823 X X X X X X X Pavimentos em soalho 6.econormas-mercosur. EN 12871 EN 1195. EN 12871 Durabilidade mecânica ENV 1156. Fax: +598 2600 4763 http://www. Tablas macizas individuales y preensambladas de madera de frondosas. EN 12369 X Resistência ao impacto para utilização estrutural Resistência e rigidez concentrada para uso estrutural X X X X X X X X X X EN 596. evaluación de conformidad y marcado. Características. Italia 6201. os requisitos e os métodos de teste. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. EN 789. EN 1995-1-1 X X Durabilidade biológica EN 335. Suelos de madera. Parqué de recubrimiento de madera maciza con sistema de interconexión. Suelos de madera. Elementos de parqué macizo con ranuras y/o lengüetas. Elementos de parqué mosaico. Suelos de madera. A norma define e especifica as características correspondentes. os produtos de solos de madeira e pavimento utilizados no interior. incluido bloque inglés. Montevideo 11500. Também se aplica aos revestimentos de solos de madeira. a norma harmonizada aplicável é: Código UNE-EN 14342:2006+A1:2009 Título Suelos de madera. Productos de lamparqué macizo. Observações Anula a la UNE-EN 14342:2006 y a la UNE-EN 14342:2006/AC:2007 Incluem-se no campo de aplicação desta norma.5 NORMAS TÉCNICAS NO ÂMBITO REGULAMENTÁRIO No caso dos solos em madeira. Elementos de parqué multicapa.

Revestimientos de suelos rechapados con madera. a norma harmonizada aplicável é a seguinte: Código UNE-EN 14374:2005 Título Estruturas de madeira. Madeira microlaminada (LVL). UNE-EN 13990:2004 - UNE-EN 14354:2007 Anula a la EN 14354:2004 UNE-EN 14761:2006+A1:2008 Anula a la UNE-EN 14761:2006 A norma UNE-EN 14342:2006+A1:2009 requer a determinação de certas características que devem ser incluídas na marcação em função do sistema de avaliação da conformidade que se aplique ao produto. Italia 6201. listoncillos y tacos de parquet. Tablas macizas de madera de coníferas para revestimientos de suelo. A norma UNE-EN 14374:2005 requer a determinação de certas características de desempenho que devem ser incluídas na marcação. Montevideo 11500. Para a determinação destas características de desempenho são identificadas as normas dos testes. Requisitos Observações - A norma define e especifica os requisitos da madeira microlaminada (LVL). as quais são enumeradas a seguir: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Tablillas verticales. Tableros derivados de la madera. Para tanto.ECONORMAS MERCOSUL Suelos de madera. Fax: +598 2600 4763 http://www.6 NORMAS TÉCNICAS NO ÁMBITO DO REGULAMENTO No caso das estruturas de madeira microlaminada (LVL). 1356.econormas-mercosur. Suelos de madera. Parquet de madera maciza. enumeram-se a seguir as normas dos testes correspondentes: Característica Norma Reacção ao fogo EN 13501-1 Emissão (libertação) de formaldehído EN 717-1 e EN 120 Emissão (conteúdo) de pentaclorofenol Relatório Técnico CEN/TR 14823 Resistência à ruptura (para solos autoportantes) EN 1533 Deslizamento Especificação Técnica CEN/TS 15676 Condutividade térmica EN 12664 ou EN ISO 10456:2007 Durabilidade biológica EN 335-1 e EN 335-2 (veja-se o Anexo B) 6. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Esta norma não contempla a madeira microlaminada tratada contra os ataques biológicos ou o fogo.net Página 51 de 69 .

Assim como os requisitos das uniões macro dentadas com madeira laminada colada. EN 789 Durabilidade EN 350-1. EN 350-2 Resistência da colagem EN 14374 Reacção ao fogo EN 13501-1 Emissão de formaldehido EN 717-1. como à madeira não tratada. Para a determinação das referidas características de desempenho foram identificadas as normas de testes correspondentes.econormas-mercosur. a norma harmonizada aplicável é a seguinte: Código UNE-EN 14080:2006 Título Estructuras de madera. 1356. Montevideo 11500. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.ECONORMAS MERCOSUL Requisito essencial Norma Módulo de elasticidade EN 408.net Página 52 de 69 . no que concerne ao campo de aplicação desta norma. Italia 6201. Fax: +598 2600 4763 http://www. A madeira laminada colada. e que se enunciam a seguir: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. A norma UNE EN 14080:2006 requer a determinação de certas características de desempenho que devem ser incluídas na marcação. tanto respeita à madeira tratada contra ataques biológicos. EN 717-2 (Veja-se o Anexo B) No caso das estruturas de madeira laminada colada. Requisitos observações - A norma define e especifica os requisitos da madeira laminada colada para a sua utilização em estruturas de suporte. EN 14358 Resistência à flexão EN 408 Resistência à compressão EN 408 Resistência à tracção EN 408 Resistência à lâmina cortante EN 408. Madera laminada encolada.

EN 386:2001 Reacção ao fogo EN 13501-1 Emissão de substâncias perigosas EN 717-1 (Veja-se o Anexo B) 6. b) o organismo de certificação do produto notificado emitirá um certificado de consistência de desempenho do produto em virtude:  da determinação do produto tipo com base nos testes do tipo (incluindo a amostrar). 1356.7 PROCEDIMENTOS DEAVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE Regulamento de Produtos da Construção (RPC) SISTEMAS DE AVALIAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DO DESEMPENHO Os novos sistemas de avaliação que se usam em RPC são os seguintes (eliminou-se o segundo sistema): AVALIAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DE DESEMPENHO Sistema 1+ — Declaração de desempenho das características essenciais do produto de construção. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.ECONORMAS MERCOSUL Requisito essencial Norma Módulo de elasticidade EN 1194:1999 Resistência à flexão EN 1194:1999 Resistência à compressão EN 1194:1999 Resistência à tracção EN 1194:1999 Resistência à lâmina cortante EN 1194:1999 Durabilidade EN 350-1.  da vigilância. avaliação e supervisão permanentes do controle de produção em fábrica. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. EN 1194:1999. Italia 6201. de acordo com um plano de testes determinado. Montevideo 11500. pelo fabricante.net Página 53 de 69 .  da inspecção inicial da planta de produção e do controlo de produção em fábrica. valores tabelados ou documentação descritiva do produto. EN 350-2 Resistência da colagem EN 301. cálculos de tipo.econormas-mercosur.  testes adicionais de amostras escolhidas na fábrica. Fax: +598 2600 4763 http://www. com base nos seguintes elementos: a) o fabricante efectuará:  o controle da produção em fábrica.

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.net Página 54 de 69 . pelo fabricante. avaliação e supervisão permanentes do controle de produção em fábrica.  testes mediante sondagem de amostras escolhidas antes da introdução do produto no mercado. com base nos seguintes elementos: a) o fabricante efectuará:  o controle da produção em fábrica. Sistema 1 — Declaração de desempenho das características essenciais do produto de construção.2011 b) o organismo de certificação do produto notificado emitirá um certificado de conformidade do controle de produção na fábrica com base em:  na inspecção inicial da planta de produção e do controlo de produção em fábrica.. com base nos seguintes elementos: a) o fabricante efectuará:  o controle da produção em fábrica.  testes adicionais de amostras escolhidas na fábrica. Italia 6201. 1356.  da vigilância.4. pelo fabricante. b) o organismo de certificação do produto notificado emitirá um certificado de consistência de desempenho do produto em virtude:  da determinação do produto tipo com base nos testes do tipo (incluindo a amostrar).econormas-mercosur. de acordo com um plano de testes determinado.  testes adicionais de amostras escolhidas na fábrica. Sistema 3 — Declaração de desempenho das características essenciais do produto de construção. pelo fabricante. valores tabelados ou documentação descritiva do produto. com base nos seguintes elementos: a) o fabricante efectuará um controle de produção na fábrica. de acordo com um plano de testes determinado  testes de amostras escolhidas na fábricas. valores tabelados ou documentação descritiva do produto. de acordo com um plano de testes determinado.  na vigilância. com base nos seguintes elementos: Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. cálculos de tipo. avaliação e supervisão permanentes do controle de produção em fábrica. Sistema 2+ — Declaração de desempenho das características essenciais do produto de construção. pelo fabricante. Fax: +598 2600 4763 http://www.ECONORMAS MERCOSUL  testes mediante sondagem de amostras escolhidas antes da introdução do produto no mercado. ES L 88/42 Diário Oficial da União Europeia 4. b) o laboratório de testes notificado procederá à determinação do produto tipo com base nos testes de tipo (baseados na amostragem realizada pelo fabricante). Sistema 4 — Declaração de desempenho das características essenciais do produto de construção. Montevideo 11500. cálculos de tipo.  da inspecção inicial da planta de produção e do controlo de produção em fábrica.

Montevideo 11500. deve testar-se a reacção ao fogo em função do uso previsto.econormas-mercosur.  o controle da produção em fábrica.ECONORMAS MERCOSUL a) o fabricante efectuará:  a determinação do produto tipo com base nos testes de tipo. b) o organismo notificado não intervém. cálculos de tipo. C 1 Para elementos não estruturais em aplicações de interior ou exterior A2. Avaliação da conformidade para chapa estratificada Os sistemas de verificação/avaliação da conformidade para os painéis derivados da madeira são aqueles que aparecem enumerados na tabela seguinte. B. governamental ou não. F 2+ A2. ORGANISMOS QUE AVALIAM E VERIFICAM A CONSISTÊNCIA DO DESEMPENHO O regulamento especifica. estabelecendo uma distinção entre: 1) organismo de certificação do produto: organismo notificado. examina. C. C 1 A2. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. D. no que diz respeito à função dos organismos notificados que avaliam e verificam a consistência do desempenho dos produtos de construção. com a competência e a responsabilidade necessárias para levar a cabo uma certificação do produto de cordo com normas de procedimento e gestão dadas. B. (B a E). Para identificar o sistema de avaliação da conformidade que se aplica ao produto. B. calibra ou determina por outros meios as características ou o desempenho dos materiais ou dos produtos de construção. Italia 6201.net Página 55 de 69 . B. governamental ou não. C. 2) organismo de certificação do controle de produção em fábrica: organismo notificado. Fax: +598 2600 4763 http://www. com a competência e a responsabilidade necessárias para levar a cabo uma certificação do produto de acordo com normas de procedimento e gestão dadas. E. 3 (B a E). 1356. F 4 Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Produtos Painéis derivados da madeira nus. E. testa. D. cobertos ou revestidos Uso previsto Níveis ou classes Sistema de verificação da conformidade Para elementos estruturais em aplicações de interior ou exterior A2. 3) laboratório de testes: laboratório notificado que mede. valores tabelados ou documentação descritiva do produto.

estanquidade e segurança de uso Apenas para comunicação interna Sistema de verificação da conformidade 1 1 3 4 Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. energia. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. a Efl). Italia 6201.econormas-mercosur. A2fl. 1356. incluindo locais de transporte público Avaliação da conformidade para Portas e Janelas Os sistemas de verificação da conformidade para as portas exteriores pedonais e janelas (incluindo as janelas dos telhados) são os seguintes: Produtos Portas e portões (com ou sem ferragens relacionadas) Uso previsto Níveis ou classes Compartimentação de fogo/fumo e em percursos de evacuação Percursos de evacuação Outros usos específicos declarados e/ou usos sujeitos a outros requisitos específicos. devem ser declaradas as seguintes propriedades:  Reacção ao fogo. Ffl 4 Uso previsto Produtos de revestimento de solo rígidos Componentes: solos de Madeira e pavimentos em soalho Para utilização em interiores. Produtos Níveis ou classes Sistema de verificação da conformidade (A1fl. Fax: +598 2600 4763 http://www.ECONORMAS MERCOSUL Avaliação da conformidade para Pavimentos em soalho Os sistemas de verificação/avaliação da conformidade para os solos de madeira são os que aparecem na próxima tabela.net Página 56 de 69 . A2fl. Montevideo 11500. em particular ruído. Tal como anteriormente indicado.  Emissão (libertação) de formaldehído  Emissão (libertação) de pentaclorofenol  Resistência à ruptura (para solos autoportantes)  Deslizamento  Condutividade térmica  Durabilidade biológica Para identificar o sistema de avaliação da conformidade que se aplica ao produto. Bfl y Cfl) 1 (A1fl. deve testar-se a reacção ao fogo em função do uso previsto. Bfl y Cfl) Dfl y Efl 3 (A1fl.

Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. importador ou representante legal autorizado na União Europeia. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. é o responsável para avaliar a conformidade dos móveis com os requisitos da Directiva de Segurança Geral dos Produtos. Italia 6201. recuperar os produtos já adquiridos pelos consumidores.econormas-mercosur. quando estes não sejam imediatamente perceptíveis. Deverá ser realizada uma declaração de conformidade e ser mantido (à disposição das autoridades competentes) o expediente técnico correspondente ao móvel que se introduza no interior do mercado europeu.  proporcionar a documentação necessária para garantir a rastreabilidade dos produtos. advertir os consumidores. Os distribuidores estão. móveis de banho e móveis escolares O fabricante. B(*).  adoptar medidas apropriadas para evitar os referidos riscos (ex: retirar os produtos do mercado. E (A1 a E)(***). Fax: +598 2600 4763 http://www.ECONORMAS MERCOSUL Janelas (com ou ferragens relacionadas) Compartimentação de fogo/fumo e em percursos de evacuação Qualquer outro Para usos sujeitos a regulamentação de resistência ao fogo (por exemplo. F Produtos que requerem testes Produtos “considerados que satisfazem” sem testes (listas CSEA) Para usos que contribuam para tornar rígida a estrutura da cobertura Para usos distintos dos especificados anteriormente 1 3 4 3 4 − 3 − 3 Avaliação da conformidade para móveis de cozinha. A2(*). além de garantirem a comercialização de produtos que cumpram os requisitos gerais de segurança. D. Montevideo 11500. 1356. conforme for adequado.net Página 57 de 69 . igualmente. compartimentação de fogo) Para usos sujeitos a regulamentação de reacção ao fogo a Janelas de telhado Para usos sujeitos a regulamentação de desempenho ao fogo exterior b 1 3 Qualquer 3 A1(*). B(**). A2(**). C(*) A1(**). obrigados a:  cumprir a obrigação geral de segurança:  participar na vigilância dos produtos. Os produtores. etc). devem:  proporcionar ao consumidor a informação adequada que permita avaliar os riscos inerentes a um produto. C(**).

ECONORMAS MERCOSUL

Avaliação da conformidade para multilaminados
O sistema de verificação/avaliação da conformidade para as estruturas de madeira microlaminada (LVL)
é o que aparece na seguinte tabela:

Produtos

Uso previsto

Produtos estruturais colados
laminados - Madeira
microlaminada

Edifícios e pontes

Níveis ou classes

Sistema de
verificação da
conformidade

A1-F

1

Avaliação da conformidade para multilaminados
O sistema de verificação/avaliação da conformidade para a madeira laminada colada estrutural é o que
aparece na seguinte tabela:

Produtos

Uso previsto

Madeira laminada colada
(com ou sem uniões macro
dentadas)

Níveis ou classes

Sistema de
verificação da
conformidade

Euroclasses de reacção
do fogo
Edifícios e pontes

Classes de
formaldehido

1

6.8 FIM DE VIDA, REMOÇÃO, DESPERDÍCIOS, RESÍDUOS E RECICLAGEM
DIRECTIVA 2009/125/CE de 21 de Outubro de 2009, através da qual se cria um quadro para o
estabelecimento de requisitos de desenho ecológico aplicáveis aos produtos relacionados com a
energia, estimando-se que vá ter um impacto nos próximos anos em produtos como portas e,
sobretudo, janelas.
Muitos produtos relacionados com a energia têm um importante potencial de melhoria para reduzir as
consequências meio ambientais e conseguir poupar energia, graças a um melhor desenho que gera,
também, uma poupança económica para as empresas e para os consumidores finais. Para além dos
produtos que utilizam, geram, transferem ou medem a energia, determinados produtos relacionadas
com aquela, incluindo produtos utilizados na construção, como janelas, materiais isolantes ou alguns

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ECONORMAS MERCOSUL

produtos que utilizam água, tais como alcachofras de duche ou as torneiras, também podem contribuir
para uma poupança energética importante durante a sua utilização.
7

COMPARAÇÃO DE REGULAMENTOS E NORMAS ENTRE MERCOSUL E A UE

Em geral, existe um maior número de referência regulamentarias, normas técnicas e sistemas de
avaliação da conformidade na União Europeia do que nos Estados Parte do Mercosul.
Os âmbitos correspondentes à Convenção CITES, logicamente, estão muito mais harmonizados entre a
União Europeia e os Estados Parte do Mercosul (e também relativamente aos demais estados
signatários da Convenção). A mesma situação se verifica no caso da utilização da Especificação da FAO
NIMF 15 relativa a acondicionamentos e embalagens de madeira e sua correspondente avaliação da
conformidade.
Sem prescindir, nos restantes âmbitos (com a excepção dos móveis escolares no Brasil, que estão mais
detalhados) encontram-se menos desenvolvidos tanto do ponto de vista regulamentário, como de
aplicação voluntária de normas técnicas para o resto das famílias dos produtos considerados neste
relatório.
7.1 REGULAMENTOS TÉCNICOS
Para todas as famílias dos produtos considerados no presente estudo, foram identificados os seguintes
novos regulamentos no MERCOSUL com respeito à União Europeia:

Registo e restrições de substâncias químicas perigosas (âmbito REACH, compostos orgânicos
voláteis, limitações no uso de biocidas e de conservantes, como por exemplo, creosote e outras
regulamentações de substâncias perigosas);

Requisitos de rastreabilidade sobre a origem da madeira e sistemas de diligência devida, prévia
à comercialização da madeira e produtos de madeira;

Requisitos associados à segurança dos produtos de madeira a serem utilizados como produtos
de construção, especialmente quanto a requisitos legais de desempenho face ao fogo.
7.2 NORMAS TÉCNICAS

Portas e janelas
Portas e janelas é, provavelmente, a família de produtos com maior número de normas entre os Estados
Parte do MERCOSUL, em comparação com os demais produtos considerados neste relatório sobre
madeira e móveis.
Argentina conta com normas de requisitos para portas e janelas (IRAM 11506, IRAM 11508). De igual
forma, conta com uma norma de portas contra incêndio (IRAM 3570) sujeita a certificação voluntária.
Brasil conta com normas para portas e janelas (ABNT NBR 10821, partes 1, 2 e 3, assim como ABNT
NBR 15930 partes 1 e 2). De igual forma, conta com uma norma de portas corta-fogo para saídas de

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emergência e entrada de unidades autónomas (ABNT NBR 11742 e ABNT NBR 15281) sujeitas também
a certificação voluntária.
Uruguai conta com normas nacionais sobre requisitos e métodos de teste para portas e janelas
elaboradas na década de 90 (UNIT 924, UNIT 925, UNIT 926, UNIT 940, UNIT 959, UNIT 960, UNIT 963,
UNIT 964), e algumas mais antigas Também conta com três normas de testes, adopção de normas
internacionais (UNIT-ISO 6612, UNIT-ISO 6613 e UNIT-ISO 8248). Uruguai não conta com normas com
requisitos específicos de comportamento ao fogo para portas, excepto em caso de erro ou omissão.
Paraguai conta com diversas normas para portas e janelas, também da década de 70 e de 90 (NP 8016,
NP 8017, NP 8018, NP 8027, NP 8028, NP 8029). Conta com uma norma sobre requisitos gerais para
portas corta-fogos (NP 21039) do ano 2000. De igual forma, conta com uma norma de portas acessíveis.
Na União Europeia foram encontradas um número muito superior de normas com requisitos para
portas e janelas (incluindo condições de comportamento face ao fogo) e uma grande quantidade de
normas de métodos de teste.
Pode-se afirmar que no âmbito das portas e janelas existe uma grande lacuna ao nível de normas
técnicas voluntárias.
Multilaminados e Chapa estratificada
Argentina conta com diversas normas (IRAM 9559, IRAM 9560, IRAM 9561, IRAM 9660-1, IRAM 9660-2,
IRAM 9661, IRAM 9662-3, IRAM 9707 e IRAM 9741) de classificação e métodos de teste.
Brasil conta com muitas mais normas do que o resto dos países da região (ABNT NBR ISO 12466-1,
ABNT NBR ISO 12466-2, ABNT NBR ISO 1954, ABNT NBR ISO 1098, ABNT NBR ISO 2074, ABNT NBR ISO
1096, ABNT NBR ISO 2426-1, ABNT NBR ISO 2426-2, ABNT NBR ISO 2426-3), contudo este país apoia-se
completamente em normas internacionais ISO. No âmbito da madeira serrada e chapa apoia-se em
normas nacionais (ABNT NBR 10024:1987, ABNT NBR 11869:1991, ABNT NBR 12297:1991, ABNT NBR
12498:1991, ABNT NBR 12551:2002, ABNT NBR 14806:2002, ABNT NBR 14807:2002, ABNT NBR 148101:2006, ABNT NBR 14810-2:2006, ABNT NBR 14810-3:2006, ABNT NBR 15316-1:2009, ABNT NBR 153162:2009, ABNT NBR 15316-3:2009, ABNT NBR 7190:1997, ABNT NBR 7203:1982, ABNT NBR 8764:1985,
ABNT NBR 9484:2011, ABNT NBR 9485:2011, ABNT NBR 9486:2011, ABNT NBR 9487:1986, ABNT NBR
9488:2011, ABNT NBR 9489:2011, ABNT NBR 9533:2012, ABNT NBR 9535:2011, ABNT NBR ISO
1030:2010, ABNT NBR ISO 1032:2010, ABNT NBR ISO 1096:2006, ABNT NBR ISO 12466-1:2012, ABNT
NBR ISO 12466-2:2012) muitas das quais se destacam pela sua actualidade, ainda que também o faça
com recurso a normas ISO (ABNT NBR ISO 1954:2006, ABNT NBR ISO 2074:2006, ABNT NBR ISO
2074:2012, ABNT NBR ISO 2299:2010, ABNT NBR ISO 2301:2011, ABNT NBR ISO 2426-1:2006, ABNT NBR
ISO 2426-2:2006, ABNT NBR ISO 2426-3:2006, ABNT NBR ISO 3179:2011, ABNT NBR ISO 4470:2011,
ABNT NBR ISO 737:2011, ABNT NBR ISO 738:2011, ABNT NBR ISO 8903:2011), também relativamente
actuais.

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Tel: +598 2601 3724 ext. 1356, Fax: +598 2600 4763
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IRAM 26506. Fax: +598 2600 4763 http://www. Italia 6201. Paraguai conta com três normas para compensados de madeira de carácter nacional (NP 8019. Esta norma está sujeita a certificação obrigatória. IRAM 26505. Pavimentos em soalho Na Argentina existem apenas algumas normas sobre madeira para carpintaria. 1356. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Móveis de cozinha e banho Não constam evidências de normas de móveis de cozinha. partes 1 e 2). Montevideo 11500. excepto normas sobre peças de madeira. conjuntos de cadeiras e mesas para alunos individuais.econormas-mercosur.net Página 61 de 69 . Pode-se. portanto. Uruguai ou Paraguai. Na União Europeia existem normas de requisitos de segurança. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Móveis escolares Argentina conta com uma colecção de normas para secretárias e cadeiras de madeira com ou sem braço de apoio (IRAM 26501. afirmar que a área dos móveis de cozinha e banho é outra área em que se detectam lacunas no âmbito voluntário. excepto uma norma de prática recomendada para a instalação de pisos de madeira. Na União Europeia existe um importante número de normas com requisitos e métodos de teste. Uruguai e Paraguai não apresentam normas sobre mobiliário escolar. não são directamente comparáveis. UNE-EN 14749:2006). Brasil tem uma norma para móveis de cozinha (ABNT NBR 14033:2005) baseada em requisitos nacionais. Brasil conta com a norma ABNT NBR 14006 sobre móveis escolares. bem como de dimensões para a sua coordenação com os electrodomésticos (UNE-EN 1116:2006. métodos de teste. ainda que consagrem requisitos de segurança. nem de banho na Argentina.ECONORMAS MERCOSUL Uruguai conta com duas normas ISO de testes (UNIT-ISO 16979:2003 e UNIT-ISO 9427:2003) para painéis derivados. IRAM 26507). As normas anteriormente descritas apresentam filosofias diferentes e. NP 8020 y NP 8021). A União Europeia conta com requisitos de segurança e dimensões funcionais para cadeiras e mesas para centros de ensino (UNE-EN 1729. Tampouco foram encontradas evidências de normas importantes para pavimentos em soalho no Brasil.

net Página 62 de 69 . UNE-EN 13696:2009). especialmente no âmbito dos produtos da construção. UNE-EN 13489:2003. 1356. na União Europeia existe um importante número de normas com requisitos (UNE-EN 13227:2003.econormas-mercosur. UNEEN 13647:2011. UNE-EN 13756:2003.ECONORMAS MERCOSUL Não foram encontradas evidências de normas para pavimento em soalho no Uruguai ou no Paraguai. UNE-EN 13629:2003. UNE-EN 13489:2004 ERRATUM. UNE-EN 13228:2011. que apresenta um sistema de certificação obrigatória. UNE-EN 13442:2003. 7. UNE-EN 13488:2003. além de normas sobre testes e determinação de características (UNE-EN 14762:2007. Fax: +598 2600 4763 http://www. UNE-EN 14342:2006+A1:2009. UNE-EN 13307-1:2007. UNE-EN 13990:2004. Montevideo 11500. Na União Europeia existem sistemas obrigatórios de avaliação da conformidade no âmbito da regulamentação europeia de produtos de construção.3 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE Com excepção de móveis escolares no caso do Brasil. Pelo contrário. os procedimentos de avaliação da conformidade estão definidos e são mais exigentes na União Europeia. Italia 6201. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. No âmbito voluntário (fora do âmbito deste estudo) destacam-se os sistemas de certificação voluntária para portas em compartimentos especiais face ao fogo na Argentina e no Brasil. UNE-EN 13823:2012. UNE-EN 14761:2006+A1:2008) relativamente actuais. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.

Montevideo 11500. Comités de ISO TC 89: Painéis derivados da madeira. PC 364: Comité de Projecto. Italia 6201. Procedimento para a determinação de condutividade térmica de referência para produtos. Fax: +598 2600 4763 http://www. TC 218: Madeira.net Página 63 de 69 . - Levantamento de normas europeias e internacionais sobre mobiliário Comités de CEN TC 207 Mobiliário. janelas. TC 165: Estruturas de madeira. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. TC 256: Pigmentos corantes e diluentes. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. 1356. Tronas Comités de ISO TC 136: Mobiliário. Isolamento térmico do equipamento de edifícios e instalações industriais.ECONORMAS MERCOSUL ANEXO A . Mobiliário de cozinha e banho TC 207/WG 3: Mobiliário.Comités técnicos de normalização de ISO e CEN Comités de CEN TC 33/WG 2: Portas.econormas-mercosur. Revisão. persianas e ferragens TC 38: Durabilidade da madeira e dos produtos derivados da madeira TC 112: Painéis derivados da madeira TC 124 : Estruturas de madeira TC 175 : Madeira serrada e em toro TC 207/WG 2: Mobiliário. - Levantamento de normas europeias e internacionais sobre pinturas e vernizes Comités de CEN TC 139: Pinturas e vernizes. TC 298: Pigmentos e materiais de carga. Comités de ISO TC 35: Pinturas e vernizes.

Comités de ISO TC 51: Paletes de carga para o transporte e manipulação directa de cargas unitárias. Métodos de teste Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. 1356. - Levantamento de normas europeias e internacionais sobre mobiliário de trabalho Comités de CEN TC 207/SC 3: Mobiliário. Italia 6201. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Mobiliário de trabalho. Cadeiras de trabalho. Comités de ISO TC 136/WG 1: Mobiliário. Fax: +598 2600 4763 http://www. TC 122: Embalagens.net Página 64 de 69 . Montevideo 11500. TC 346/WG 5: Conservação do património cultural.ECONORMAS MERCOSUL - Levantamento de normas europeias e internacionais sobre estruturas de madeira Comités de CEN TC 250: Eurocódigos estruturais Comités de ISO TC 98: Bases de cálculo para estruturas. Métodos de transporte e acondicionamento. - Levantamento de normas europeias e internacionais sobre acondicionamentos e embalagens Comités de CEN TC 261: Acondicionamentos e embalagens.econormas-mercosur.

Parte 1: Método de cocción. Valores característicos para el cálculo estructural. UNE-CEN/TS 15676:2008 Suelos de madera. Valores de diseño tabulados. Determinación del contenido de formaldehído. UNE-EN 1194:1999 Estructuras de madera. (Versión oficial en 120:1992). Determinación cuantitativa del pentaclorofenol en la madera. Madera laminada encolada. muros y cubiertas Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. UNE-EN 1087-1:1996 Tableros de partículas. Método por cromatografía de gases. Fax: +598 2600 4763 http://www. UNE-EN 1058:2010 Tableros derivados de la madera. Parte 2: Tablero contrachapado UNE-EN 12369-3:2009 Tableros derivados de la madera. Resistencia al deslizamiento. 1356. Determinación de la resistencia térmica por el método de la placa caliente guardada y el método del medidor del flujo de calor. UNE-EN 12871:2010 Tableros derivados de la madera. Determinación de la resistencia a la humedad. Métodos de ensayo. UNE-EN 12664:2002 Materiales de construcción. Valores característicos para el cálculo estructural. Determinación de los valores característicos correspondientes al percentil 5 y de los valores característicos medios.econormas-mercosur. UNE-EN 12369-1:2001 Tableros derivados de la madera. Clases resistentes y determinación de los valores característicos. UNE-EN 1195:1998 Estructuras de madera. tableros de partículas y tableros de fibras.net Página 65 de 69 . Especificaciones y requisitos de los tableros estructurales para utilización en forjados. Valores característicos para el cálculo estructural. Propiedades higrotérmicas. Parte 1: OSB. Ensayo del péndulo.Normas UNE relacionadas com a Directiva e o Regulamento de Produtos da Construção mencionados neste relatório Código Titulo CEN/TR 14823:2003 Durabilidad de la madera y e los productos a base de madera. UNE-EN 120:1994 Tableros derivados de la madera. UNE-EN 12369-2:2011 Tableros derivados de la madera.ECONORMAS MERCOSUL ANEXO B . Clasificación y terminología. Parte 3: Medición en laboratorio del aislamiento acústico al ruido aéreo de los elementos de construcción (ISO 140-3:1995/DAM 1:2002) UNE-CEN/TS 1099:2009 EX Tableros contrachapados. Método de extracción denominado del perforador. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Parte 3: Tableros de madera maciza UNE-EN 12524:2000 Materiales y productos para la edificación. Guía para la utilización de tableros contrachapados en las diferentes clases de uso. Montevideo 11500. Medición del aislamiento acústico en los edificios y de los elementos de construcción. Productos secos y húmedos de baja y media resistencia térmica UNE-EN 12775:2001 Tableros de madera maciza. Durabilidad biológica. Comportamiento del cerramiento estructural de forjado. PNE-EN ISO 140-3:1995/A1 Acústica. Italia 6201.

incluido bloque inglés UNE-EN 13353:2009+A1:2011 UNE-EN 13354:2009 Tableros de madera maciza (SWP). UNE-EN 14761:2006+A1:2008 Suelos de madera. Productos de lamparqué macizo. Parte 1: Clasificación a partir de datos obtenidos en ensayos de reacción al fuego. Elementos de parqué mosaico UNE-EN 13489:2003 Suelos de madera. Elementos de parqué multicapa UNE-EN 135011:2007+A1:2010 Clasificación en función del comportamiento frente al fuego de los productos de construcción y elementos para la edificación. 1356. UNE-EN 13488:2003 Suelos de madera. Elementos de parqué macizo con ranuras y/o lengüetas. UNE-EN 13228:2011 Suelos de madera. UNE-EN 13629:2012 Suelos de madera. Requisitos. Tablas macizas individuales y preensambladas de madera de frondosas. Parquet de madera maciza. evaluación de la conformidad y marcado UNE-EN 13990:2004 Suelos de madera. Definiciones. Tablillas verticales. Italia 6201. Características.net Página 66 de 69 . UNE-EN 1533:2010 Suelos de madera. evaluación de conformidad y marcado. UNE-EN 14354:2007 Tableros derivados de la madera. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.econormas-mercosur. Requisitos UNE-EN 14279:2007+A1:2009 Madera microlaminada (LVL). Métodos de ensayo UNE-EN 1995-1-1:2006 Eurocódigo 5. clasificación y especificaciones. UNE-EN 300:2007 Tableros de virutas orientadas (OSB). listoncillos y tacos de parquet. Montevideo 11500. Tableros de madera maciza. Proyecto de estructuras de madera. UNE-EN 13986:2006 Tableros derivados de la madera para utilización en la construcción. Requisitos. Revestimientos de suelos rechapados con madera UNE-EN 14358:2007 Estructuras de madera. Parte 1-1: Reglas generales y reglas para edificación. Cálculo del valor característico del percentil del 5% y criterio de aceptación para una muestra UNE-EN 14374:2005 Estructuras de madera. Fax: +598 2600 4763 http://www. Calidad de encolado. Tablas macizas de madera de coníferas para revestimientos de suelo UNE-EN 14080:2006 Estructuras de madera. Madera microlaminada (LVL). UNE-EN 14342:2006+A1:2009 Suelos de madera. Método de ensayo.ECONORMAS MERCOSUL Código Titulo UNE-EN 13226:2009 Suelos de madera. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. clasificación y especificaciones. UNE-EN 14755:2006 Tableros de partículas de extrusión. Determinación de la resistencia a la flexión bajo carga estática. Definiciones. Madera laminada encolada. Requisitos. Características. Parqué de recubrimiento de madera maciza con sistema de interconexión. UNE-EN 13227:2003 Suelos de madera.

Parte 2: especificaciones.ECONORMAS MERCOSUL Código Titulo UNE-EN 301:2007 Adhesivos fenólicos y aminoplásticos para estructuras de madera bajo carga. UNE-EN 309:2006 Tableros de partículas. Calidad de encolado. Definición. Parte 3: Aplicación a los tableros derivados de la madera UNE-EN 335-3:1996 ERRATUM Durabilidad de la madera y de sus productos derivados. UNE-EN 314-2:1994 Tableros contrachapados. Parte 3: Aplicación a los tableros derivados de la madera UNE-EN 350-1:1995 Durabilidad de la madera y de los materiales derivados de la madera. UNE-EN 317:1994 Tableros de partículas y tableros de fibras. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Definición y clasificación. Determinación de la resistencia a la humedad bajo condiciones de ensayo cíclicas . UNE-EN 326-1:1995 Tableros derivados de la madera. Definición de las clases de uso. Determinación de la hinchazón en espesor después de inmersión en agua. despiece e inspección. Montevideo 11500. Definición de las clases de riesgo de ataque biológico. UNE-EN 335-2:2007 Durabilidad de la madera y de los productos derivados de la madera. UNE-EN 316:2009 Tableros de fibras. Determinación del modulo de elasticidad en flexión y de la resistencia a la flexión. Parte 2: Aplicación a la madera maciza UNE-EN 335-3:1996 Durabilidad de la madera y de sus productos derivados. Parte 1: Generalidades. UNE-EN 335-1:2007 Durabilidad de la madera y de los productos derivados de la madera. Italia 6201. Parte 1: Métodos de ensayo. (Versión oficial EN 319:1993). Clasificación y requisitos de comportamiento. Determinación de la resistencia a la tracción perpendicular a las caras del tablero. UNE-EN 319:1994 Tableros de partículas y tableros de fibras. Fax: +598 2600 4763 http://www. (Versión oficial EN 310:1993).econormas-mercosur. Especificaciones UNE-EN 313-2:2000 Tableros contrachapados. UNE-EN 312:2010 Tableros de partículas. Parte 2: Terminología UNE-EN 314-1:2007 Tableros contrachapados. Calidad del encolado. Definición de las clases de riesgo de ataque biológico. clasificación y símbolos. UNE-EN 310:1994 Tableros derivados de la madera. Durabilidad natural de la madera maciza.net Página 67 de 69 . 1356. Clasificación y terminología. Definición de las clases de uso. (Versión oficial EN 314-2:1993). (Versión oficial EN 317:1993). Parte 1: muestreo y despiece de probetas y expresión de resultados de ensayo. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. UNE-EN 321:2002 Tableros derivados de la madera. Muestreo. Parte 1: guía para los principios de ensayo y clasificación de la durabilidad natural de la madera.

Definición y clasificación. UNE-EN 634-2:2007 Tableros de partículas aglomeradas con cemento. UNE-EN 622-4:2010 Tableros de fibras. UNE-EN 789:2006 Estructuras de madera. Especificaciones y requisitos de fabricación. Determinación de las propiedades mecánicas de los tableros derivados de la madera UNE-EN ISO 10456:2012 Materiales y productos para la edificación. UNE-EN 386:2002 Madera laminada encolada. (ISO 10456:2007) UNE-EN ISO 12572:2002 Prestaciones higrotérmicas de los productos y materiales para edificios. Parte 1: Requisitos generales UNE-EN 622-2:2004 Tableros de fibras. Especificaciones UNE-EN 717-1:2006 Tableros derivados de la madera. Ensayo de choque por cuerpo blando sobre muros entramados de madera UNE-EN 622-1:2004 Tableros de fibras. Valores tabulados de diseño y procedimientos para la determinación de los valores térmicos declarados y de diseño.net Página 68 de 69 . Parte 2: guía de la durabilidad natural y de la impregnabilidad de especies de madera seleccionadas por su importancia en Europa. Parte 5: Requisitos de los tableros de fibras fabricados por proceso seco (MDF). Parte 2: emisión de formaldehído por el método de análisis de gas. Especificaciones. Parte 1: Emisión de formaldehído por el método de la cámara UNE-EN 717-2:1995 Tableros derivados de la madera. Especificaciones. Determinación de la emisión de formaldehído. Montevideo 11500. Métodos de ensayo. Especificaciones. Determinación de la emisión de formaldehído. Determinación de las propiedades de transmisión de vapor de agua. UNE-EN 622-5:2010 Tableros de fibras. (ISO12572:2001). Madera aserrada y madera laminada encolada para uso estructural. Especificaciones. UNE-EN 408:2011+A1:2012 Estructuras de madera. Fax: +598 2600 4763 http://www. Métodos de ensayo. húmedo y exterior UNE-EN 636:2012 Tableros contrachapados. Parte 3: Especificaciones para los tableros de fibras semiduros. UNE-EN 596:1996 Estructuras de madera. Parte 2: Especificaciones para los tableros de partículas aglomeradas con cemento portland ordinario para su utilización en ambiente seco. 1356. Parte 4: Requisitos para tableros de baja densidad. Especificaciones. Determinación de algunas propiedades físicas y mecánicas. Propiedades higrotérmicas. Italia 6201. Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. Durabilidad natural de la madera maciza. Parte 2: Especificaciones para los tableros de fibras duros UNE-EN 622-3:2005 Tableros de fibras. Especificaciones.econormas-mercosur.ECONORMAS MERCOSUL Código Titulo UNE-EN 350-2:1995 Durabilidad de la madera y de los materiales derivados de la madera. UNE-EN 633:1995 Tableros de partículas aglomeradas con cemento. Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext.

Uruguai Tel: +598 2601 3724 ext. Fax: +598 2600 4763 http://www.econormas-mercosur.net Página 69 de 69 . Italia 6201. Evaluación del aislamiento acústico en los edificios y de los elementos de construcción. (ISO 7171:1996). Entidade de Gestão: Laboratório Tecnológico do Uruguai Avda. 1356. Parte 1: Aislamiento a ruido aéreo.ECONORMAS MERCOSUL Código Titulo UNE-EN ISO 354:2004 Acústica. UNE-ENV 1156:1999 Tableros derivados de la madera. Medición de la absorción acústica en una cámara reverberante. Determinación de los factores de duración de la carga y de fluencia. Montevideo 11500. (ISO 354:2003) UNE-EN ISO 717-1:1997 Acústica.