You are on page 1of 40

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS

UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

LABORATORIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II – REV06
Professor: MSc. Edson Carlos de Araújo

Cel. Fabriciano, Julho de 2014.
Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo -

Email: edson.unileste@gmail.com

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS
UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II

ALUNO:________________________________________________________

RA: ______________________

FONE:____________________

DATA: ___/____/_____.

Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo -

Email: edson.unileste@gmail.com

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS
UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II

INDICE
1.

Laboratório - Materiais de Construção II ............................................................................... 4

1.1.

Controle tecnológico do concreto ...................................................................................... 4

1.2.

Argamassas ....................................................................................................................... 4

1.3.

Materiais cerâmicos ........................................................................................................... 4

1.4.

Tintas e vernizes................................................................................................................ 4

1.5.

Metais ................................................................................................................................ 4

1.6.

Laboratório – 20 pontos. .................................................................................................... 4

1.7.

Referências bibliográficas básicas..................................................................................... 5

1.8.

Bibliografia complementar ................................................................................................. 5

2.

Planejamento ........................................................................................................................ 6

3.

Divisão de grupos.................................................................................................................. 8

4.

Modelo do Relatório. ............................................................................................................. 9

5.

Planejamento das Aulas...................................................................................................... 11

5.1.

Aula 01 - Apresentação da Prensa Hidráulica ................................................................. 11

5.2. Aula 02 – Resolução Dosagem do concreto de acordo com ABCP Adequação do cálculo
de dosagem do concreto ............................................................................................................ 16
5.3.

Aula 03 – Execução do estudo de dosagem. .................................................................. 22

5.4.

Aula 04 – Aditivos ............................................................................................................ 25

5.5.

Aula 05 – Execução de Argamassa ................................................................................. 27

5.6.

Aula 06 – Análise dos CP’s de Argamassa ..................................................................... 31

5.7.

Aula 07 – Materiais Cerâmicos ........................................................................................ 32

5.8.

Aula 08 – Metais tração do aço ....................................................................................... 34

5.9.

Aula 09 – Tintas e Vernizes. ............................................................................................ 38

5.10. Exercício de laboratório – valor 05 pontos....................................................................... 39
6.

Conclusão ........................................................................................................................... 40

Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo -

Email: edson.unileste@gmail.com

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS
UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II

1. Laboratório - Materiais de Construção II
As aulas de laboratório terão a seguinte determinação:
- Informação teórica da pratica a ser executada;
- Elaboração dos ensaios;
1.1. Controle tecnológico do concreto
- Dosagem do concreto;
- Aditivos/Impermeabilizantes para concretos;
- Confecção de corpos de prova;
- Propriedades do concreto fresco;
- Ensaios de resistência à compressão axial e diametral;
- Propriedades do concreto endurecido;
1.2. Argamassas
- Especificação;
- Aditivos/ Impermeabilizantes;
- Confecção de corpos de prova;
1.3. Materiais cerâmicos
- Especificação e Ensaios
- Apresentação de produtos e aplicações;
1.4.
Tintas e vernizes
- Especificação técnica de tintas e vernizes;
- Ensaios e analises de aplicação de tintas e vernizes;
1.5. Metais
- Ensaios de tração em aço para construção civil.
1.6. Laboratório – 20 pontos.
• O acompanhamento das práticas de laboratórios terá o valor total de 20 pontos assim distribuídos:
1º Relatório – valor 05 pontos – práticas das aulas 01 a 03 – entregar na aula 04;
2º Relatório – valor 05 pontos – práticas das aulas 04 a 06 – entregar na aula 07;
3º Relatório – valor 05 pontos - práticas das aulas 07 a 09 – entregar na aula 10;
4º Exercício avaliativo – valor 05 pontos.


Os relatórios deverão ser entregues na data estipulada, cada dia de atraso acarretará a perda de 10% dos
pontos, podem ser manuscrito ou impressos. (Não podem ser manuscritos e impressos).
Deverão ter o nome completo dos participantes, RA e assinatura. (É importante ressaltar que se o
relatório for impresso e tiver algum nome inserido manualmente, o mesmo não será avaliado).
O relatório deverá ter no máximo 10 páginas.

Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo -

Email: edson.unileste@gmail.com

Página 4

G. 12. Roberto de. Concreto. SP. Materiais de Construção. . por falta o aluno perderá 1. ou seja. Future materials: for architecture & design. Manual do concreto dosado em central. Materiais de Const. MONTEIRO. Carmen Couto.. Paulo. Ed. IBRACON.. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. Ed.M. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras.ABNT NBR 5733. _____ NBR 5738 – Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova. P.M.8. Livros Técnicos e Científicos. Ed.ABESC. São Paulo: Luxmídia. Els. Ed. V 1 e 2. Rotterdam: Matéria. Harlow: Longman. .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 1. A presença é fundamental na somatoria das notas referentes aos relatorios entregues.ZIJLSTRA. Pini. . Materiais de Construção.5 pontos do relatório.VAN VLACK. S. . Bibliografia complementar .Nesta condição o aluno será considerado ausente. Ed. R. 1. Ed.J. Materiais de construção civil.RIBEIRO.unileste@gmail. sandálias) e bermudas .. 2. 1. Referências bibliográficas básicas .SOUZA. . • • Regras Laboratório Por questões de segurança. Paulo: Pini. IBRACON. H. Manual Prático de Materiais de Construção.FALCÃO BAUER. . não serão aceitos alunos no ambiente de laboratório com calçados abertos (chinelo. ABESC..9.com Página 5 . . E. Geraldo.ISAIA. Blücher Ltda. . Civil e Princípios e Eng. .7. Prof. L. MEKBEKIAN.Paulo.PETRUCCI. – Cimento Portland de Alta Resistência Inicial. . E. Properties of concrete. S.RIPPER. K. Belo Horizonte: UFMG.MEHTA. Materiais. P. Globo.NEVILLE. Princípios de Ciência dos Mat. A. _____ NBR 5739 – Ensaios de compressão de corpos de prova cilíndricos. V1 e 2.

Relat.01 (5 pts) 02 Dosagem Racional e verificações do concreto.03 (5 pts) 08 Metais . . . .Relat. 02 Dosagem Racional e verificações do concreto.Relat.02 (5 pts) 05 Execução de Argamassa com/sem aditivos.03 (5 pts) 08 Metais . Compressão.Relat. .02 (5 pts) 07 Materiais Cerâmicos. .03 (5 pts) 09 Tintas e Vernizes.Relat.01 (5 pts) 03 Execução do estudo de dosagem.02 (5 pts) 05 Execução de Argamassa com/sem aditivos.02 (5 pts) 06 Analise dos corpos de prova.02 (5 pts) 07 Materiais Cerâmicos.unileste@gmail. .Relat. . Compressão.Relat.Relat.Relat.Relat. . .02 (5 pts) 06 Analise dos corpos de prova. . de Materiais de Construção II TA2 (CEC) .Relat.com Página 6 .tração do aço.Relat.(05 ptos)/Entrega dos Resultados Lab.Relat.Relat. .03 (5 pts) 10 Exercícios de laboratório . . . 10 Exercícios de laboratório . .(05 ptos)/Entrega dos Resultados Prof. .E-109 MCC II TA2 Data MCC II TA1/TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 LAB MCC II TA2 Aula Descrição 01 Apres/planejamento + Ens.03 (5 pts) Email: edson.tração do aço. de Materiais de Construção II TA1 (CEC) .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 2.01 (5 pts) 03 Execução do estudo de dosagem. Planejamento Lab.01 (5 pts) 04 Aditivos.Relat.Relat. .01 (5 pts) . MSc: Edson Carlos de Araujo - .03 (5 pts) 09 Tintas e Vernizes.Relat. MCC II TA1 Data MCC II TA1/TA2 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 LAB MCC II TA1 Aula Descrição 01 Apres/planejamento + Ens.E-109 .Relat.01 (5 pts) 04 Aditivos.

Relat.Relat.Relat.Relat.Relat.com Página 7 . . de Materiais de Construção II TB2 (CEC) . .E-109.02 (5 pts) 05 Execução de Argamassa com/sem aditivos.Relat.Relat. .Relat. Compressão.Relat. . Compressão.02 (5 pts) 06 Analise dos corpos de prova.01 (5 pts) Email: edson.(05 ptos)/Entrega dos Resultados Prof. 02 Dosagem Racional e verificações do concreto. . .01 (5 pts) 03 Execução do estudo de dosagem.E-109 MCC II TB2 Data MCC II TB1/TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 Aula Descrição 01 Apres/planejamento + Ens.(05 ptos)/Entrega dos Resultados .02 (5 pts) 07 Materiais Cerâmicos. .Relat.02 (5 pts) 06 Analise dos corpos de prova. de Materiais de Construção II TB1 (CEC) .03 (5 pts) 08 Metais .Relat.tração do aço.03 (5 pts) 09 Tintas e Vernizes.unileste@gmail.01 (5 pts) 04 Aditivos.03 (5 pts) Lab.tração do aço. MSc: Edson Carlos de Araujo - . . . .01 (5 pts) 04 Aditivos.03 (5 pts) 08 Metais . . . .Relat.03 (5 pts) 10 Exercícios de laboratório .Relat.02 (5 pts) 07 Materiais Cerâmicos.01 (5 pts) 03 Execução do estudo de dosagem.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Lab. MCC II TB1 Data MCC II TB1/TB2 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 LAB MCC II TB1 Aula Descrição 01 Apres/planejamento + Ens.02 (5 pts) 05 Execução de Argamassa com/sem aditivos. 10 Exercícios de laboratório . .Relat.Relat. .Relat.01 (5 pts) 02 Dosagem Racional e verificações do concreto.Relat. .03 (5 pts) 09 Tintas e Vernizes.Relat.

. .Relat.03 (5 pts) 09 Tintas e Vernizes. . MSc: Edson Carlos de Araujo - .01 (5 pts) Email: edson.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II MCC II TC1 Data MCC II TB1/TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 LAB MCC II TB2 Aula Descrição 01 Apres/planejamento + Ens.Relat.(05 ptos)/Entrega dos Resultados Prof.Relat. Compressão. 02 Dosagem Racional e verificações do concreto. .Relat.02 (5 pts) 05 Execução de Argamassa com/sem aditivos. .tração do aço.02 (5 pts) 07 Materiais Cerâmicos.Relat.Relat.unileste@gmail.03 (5 pts) 10 Exercícios de laboratório .Relat.02 (5 pts) 06 Analise dos corpos de prova.com Página 8 . .01 (5 pts) 03 Execução do estudo de dosagem. .Relat. .03 (5 pts) 08 Metais .01 (5 pts) 04 Aditivos.Relat.

unileste@gmail.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 3.com Página 9 . Divisão de grupos GRUPO 01 NOME RA _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ GRUPO 02 NOME RA _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ GRUPO 03 NOME RA _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ GRUPO 04 NOME RA _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.

Ref.1 .3 . Prof. Resultados Conclusão Nota: __________ Aluno Recomendações / Sugestões RA Assin.Pratica ____ .com Página 10 .unileste@gmail. _____________-_______-________ _____________-_______-________ _____________-_______-________ _____________-_______-________ _____________-_______-________ Laboratório de Materiais de Construção II . Modelo do Relatório. Bibliográficas.Relatório num: ___ Práticas das aulas: 01 – xxxxxxxxxxxxxx 02 – xxxxxxxxxxxxxx 03 – xxxxxxxxxxxxxx 2. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. FOLHA DE ROSTO Laboratório de Materiais de Construção II .Aula ______ Laboratório de Materiais de Construção II 6º Período Resumo Objetivos Descrição das atividades Data prevista: ___/___/____ Data Entrega: ___/___/____ Relatório : 01. Resultados Conclusão Recomendações / Sugestões Ref.Aula ______ Resultados Resumo Conclusão Objetivos Recomendações / Sugestões Descrição das atividades Ref. Bibliográficas.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 4.6º Período 1 .6º Período UNILESTE – MG Engenharia Civil 2.2 . Bibliográficas.Pratica ____ .6º Período Laboratório de Materiais de Construção II .Pratica ____ .Aula ______ Resumo Objetivos 2 – Desenvolvimento Descrição das atividades 2.

Apresentação da Prensa Hidráulica O valor mostrado pelo indicador digital está em KGF. 7 – Válvula controladora de velocidade. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. 2 .1. Aula 01 . 4 . 8 – Registro de controle do decremento e descarga total.Botão de RESET do leitor digital (somente para modelo com digital Micro-P). MAX Prof.com Página 11 . Planejamento das Aulas. 3 . 5 1 4 8 7 Painel do Gabinete LEGENDA 1 . 5.Lâmpada piloto da Bomba Hidráulica.Chave Liga-Desliga a energia geral.Botoeira Liga-Desliga da Bomba Hidráulica: Verde Vermelho = Liga = Desliga 5 . aceso indicada bomba ligada.No painel frontal há cinco teclas conforme explicações abaixo: F .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5.Tem a função de zerar o valor mostrado no leitor - MAX MIN Mostra os valores usados no alarme (não utilizado) - Mostra o maior valor alcançado no indicador digital - Mostra o menor valor alcançado no indicador digital Back - Retorna ao parâmetro anterior (não utilizado) O valor de pico pode ser visto apertando ou MAX MIN Para zerar a memória de pico aperte MIN simultaneamente. Instruções para montagem e operação do leitor digital N-1500 1 .Caixa do Leitor Digital.unileste@gmail.

8) controla o decremento nos ensaios que necessitam deste controle. Girando-o lentamente no sentido anti-horário controla a taxa de decremento. Precisão: ± 1% a partir de 10% da escala.14 x 5² = 78. O registro (nº. b) Verificar se o registro de descarga total e decremento (nº.19716 Prof. c) Ligar a máquina (botão-liga n° 4) e deixar funcionando durante 10 minutos.387 MPa 10.12 ton = 17. Rotina de Ensaios: a) Ligar a máquina. Exemplo: Temos a leitura no painel de 17.unileste@gmail. 8) "ABERTO". e) Ligar o sistema digital. para zerar a carga. 8). b) Verifique se o registro de descarga e controle do decremento total n° 8 está aberta.089kgf / cm² = 21. Especificação Técnica Capacidade Máxima: 100. a) Ligar a chave n°. o painel informa o valor em tonelada.com Página 12 . d) Desligar a máquina mantendo o registro de descarga geral e controle do decremento (nº.  Fazer a leitura da tensão utilizada para romper o CP de concreto em “kgf”. Curso útil máximo do êmbolo até 25 mm. no mínimo.5 cm². como no módulo de elasticidade do concreto. f) Controlar a velocidade de aplicação da carga através da válvula controladora da velocidade n° 7: . d) Fechar o registro de descarga total e decremento (n°. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. deverá dar 4 giros.120kgf = 218.000Kgf.Girando no sentido horário = aumento da velocidade . então: A = 3. Procedimentos para calcular Fck a partir da leitura do painel  antes de iniciar o procedimento.  Utilize a formula para encontrar a área A= π x r²  No nosso caso o CP é Ø10 x 20 cm. zerar as informações da memória da prensa.120 kgf Então : 17. E se o operador quiser descarregá-lo totalmente.089 kgf/cm² 78.09807 MPa ou 1 MPa = 10.5cm ² Transformando em MPa → 1 kgf/cm² = 0. c) Posicionar o corpo de prova. sentido anti-horário.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Como operar: Rotina Diária: ou após a máquina ficar parada por mais de 05 (cinco) horas. 1 (Geral de energia). 8) está aberto.19716 kgf/cm² Fck = 218.Girando no sentido anti-horário = diminuem a velocidade Controle de velocidade.

MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. Cadastrar corpo de prova: Prof.com Página 13 .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Utilizando o programa PAVITEST. Criar banco de dados.unileste@gmail. Após criado . selecioná-lo.

unileste@gmail. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Clicar com mouse para abrir edição Prof.com Página 14 .

unileste@gmail. Prof. para carga decrescendo em 5%.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Após salvar e clicar no ícone de ensaiar: Configurar para Tensão em MPa. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.com Página 15 . se o ajuste for realizado para a menor Escala automaticamente acontecerá o reajuste para medições com valores maiores até o limite superior. Finalização Automática.

5. 2010.100 Ton.Manual .Programa PAVITEST – Contenco.I-3025-B . 2009 .unileste@gmail.075 MPa Prof. Aula 02 – Resolução Dosagem do concreto de acordo com ABCP Adequação do cálculo de dosagem do concreto a) Determinar relação a/c fcj = fck + 1.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Criação de relatórios Clicando em relatórios: Referencias: . MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.65Sd fc28 = 25 + 1.2.65 x 5.Prensa Hidráulica .com Página 16 . DIGITAL – Contenco.5 fc28 = 34.

Concreto => Resistência aos 28 dias = 34.0 40 a 60 220 195 190 185 180 60 a 80 225 200 195 190 185 80 a 100 230 205 200 195 190 Fonte: Mehta e Monteiro. em kg/m³ (l/m³) de concreto para as dimensões máximas de agregado Abatimento Diâmetro máximo do agregado graúdo (mm) (mm) 9.0 38.5 19. Consumo de água de acordo com a tabela 3 => Ca = 200 l c) Consumo de cimento: a/c = 0.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Curva de WALZ para o Cimento . 2008.475 (aproximado) b) Consumo de água: Abatimento = 100 mm Diâmetro máximo = 25 mm TABELA 3–Consumo de água.unileste@gmail.0 32. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.475 200/c = 0.com Página 17 .075 MPa De acordo com o gráfico => a/c = 0.ABCP Cimento – CP II E-32 => Resistência aos 28 dias = 32 MPa.0 25.475 c = 421 kg Prof.

76 0.53 19 0.69 50 0.44 12.50 0.71 0.74 0.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II d) Determinação do consumo de agregado graúdo (Cb) MF(areia) = 2.62 0.com Página 18 . Mu = Massa unitária (específica aparente) compactada do agregado graúdo (brita). graúdo) = 25 mm δ = 1500 kg/m³ (massa aparente compacta) . (De acordo com a tabela) => Vb = 0.00 9.60 25 0.78 0.46 0.66 0.87 0.82 0.5 0. em mm Fonte: American Concrete Institute.80 0.85 0. Tabela 4 .75 0.72 75 0.83 0.unileste@gmail.60 2.80 3.55 0.65 38 0.81 agregado.76 150 0.57 0.40 2.Volume de agregado graúdo por unidade de volume de concreto Volume de agregados secos por unidade de volume de concreto para os seguintes módulos de finura da areia Dimensão máxima característica do MF MF areia areia MF areia MF areia 2.5 0.69 x 1500 Cb = 1035 kg/m³ Prof.73 0.69 0.48 0. Cb = 0.71 0.67 0.78 0.69 m³ Vb = Volume do agregado graúdo (brita) seco por m³ de concreto. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.60 Dmax (Agr.59 0.64 0. 2005.

65 kg Cb(Consumo de brita) = 1035 kg Ca (Consumo de água) = 200 l Prof.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II e) Consumo de agregado miúdo (Cm) Cm = γ m x Vm Onde: Vm volume de areia Cc consumo de cimento Cb consumo de brita Ca consumo de água Cm consumo de areia γc massa específica do cimento γb massa específica da brita γa massa específica da água γm massa específica da areia Vm = 1 – (Cc / γc + Cb / γb + Ca / γa) Vm = 1 – ( 421 / 3100 + 1035 / 2700 + 200 / 1000 ) Vm = 1 – 0.719 Vm = 0.unileste@gmail. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.281 Cm = 744.46 : 0.com Página 19 .65 / 421 : 1035 / 421 : 200 / 421 1 : 1.65 kg / m³ f) Apresentação do traço Cimento : areia : brita : a/c 421 / 421 : 744.475 g) Para 1 m³ de concreto teremos: Cc (Consumo de cimento) = 421 kg Cm (Consumo de areia) = 744.77 : 2.281 m³ Cm = γ m x Vm Cm = 2650 x 0.

item 5.item 3. Traço C 421 1 : : : A 744. Consumo de água .65 1.com Página 20 . MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.2 c) Para concreto Armado “CA” Aplicar tabela 2. calculado 0. cimento = 333 kg.60.considerando = 200 l a/c = 0.unileste@gmail.46 - a/c 200 0. 280 kg.6 200/0.5 MPa 1º Cálculo realizado para 1 m³ de concreto.2.2.66 sc de cimento/m³ e) Argamassa ( em nossa região as concreteiras usualmente trabalham com 50~55% do total – Fonte Ipamix. → 6.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Adequação do cálculo de dosagem do concreto Dados iniciais a) Cimento : CP II E-32 ɣc = 3100 kg/m³ (massa específica) b) Agregado miúdo (areia lavada natural) ɣm= 2650 kg/m³ (massa específica ) s/ vazios δ= 1470 kg/m³ (massa aparente) MF=2.1.6 b) Classe II – Moderado → urbana Tabela 1 – item 5. d) Considerações iniciais a/c = 0.60 .77 : : : B 1035 2.2. entre (2000 < x < 2800) kg/m³ Vamos adotar 2400 kg/m³ .1 Relação água/cimento ≤ Classe de concreto ≥ Consumo de cimento/m³ ≥ → Risco Pequeno 0.6 = c .48 (muito cimento e pouco volume de água) – utilizado para concreto de alto desempenho. C25.475 Considerações De acordo com a NBR 12655:2006 a) Concreto Normal. 2007) Prof.6 c) Agregado graúdo (brita) ɣb= 2700 kg/m³ (massa específica ) s/ vazios δc= 1500 kg/m³ (massa aparente compacta) δs= 1430 kg/m³ (massa aparente solta) Dmax=25 mm Especificação para o concreto Concreto para pilares de Edifícios urbanos Fck = 25 MPa Abatimento = 100 mm Controle razoável = 5.

MONTEIRO. 2001. São Paulo.60 De acordo com agregados da região (200 a 220 l/m³) Vamos trabalhar com a média = 210 l. Referencias Bibliográficas - MEHTA.6 7.M. 1998.30 : 15.. 1995. Concreto.6 6.5 4. 1.unileste@gmail. P. 2008. G. A.. 438 p.. IBRACON. (Fonte Ipamix. MSc: Edson Carlos de Araujo - of concrete. - ABESC. 2007) Nesta fase vamos diminuir a argamassa (água+cimento+areia) para 55% da mistura total do concreto que é 2400 kg/m³. R. 210 + 350 Areia = 760 kg + areia = 1320 kg.15 Para 50 kg - g) Considerações finais: Consumo de cimento: 350 kg/m³ = 7 sc/m³ (racionalizando) a/c = 0.655:2006 – Rio de Janeiro.5 - 4. E. Brita = 2400 - (210+350+760) = 1080 kg C : A : B - a/c 350 1 : : 760 2. ABESC. - NEVILLE. Ed.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II f) 200 l + 333 kg + areia = 55% de 2400 kg (2400 kg x 55% = 1320 kg) Areia → 1320 – (200 + 333) = 787 kg Brita → 2400 – 1320 = 1080 kg Traço: C : A : B - a/c 333 1 : : 787 2.J.com Longman. Materiais de Construção. P. São Paulo: Luxmídia. Propriedades e Materiais. Ed. 427 p. Globo. Página 21 .08 - 210 0. ou calcular a umidade da areia e rever as quantidades de agregado miúdo e água.80 : 22.24 - 200 0. Manual do concreto dosado em central. - PETRUCCI.36 : : 1080 3.17 : : 1080 3. Microestrutura. K. 1997.4 Traço indicado 01: Para 50 kg * Utilizar areia seca. Properties Prof.40 : 22.M.95 : 16. Harlow: Email: edson. - ABNT 12.

colocá-lo sobre a placa metálica. retira-se o complemento troncocônico. a placa metálica em torno do molde. com o auxílio do complemento troncocônico. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.3. Slump Test. preenchê-lo com três camadas de concreto em volumes iguais. igualmente limpa e umedecida. com adensamento manual aplicando 15 golpes por camada Prof.com Página 22 . 3) Cada camada deve ser adensada com 25 golpes da haste de socamento. realizar o slump test e preencher os CP’s Com a betoneira em movimento: Adicionar: 1) 50% Brita.unileste@gmail. 7) 50% Brita. Preenchimento do corpo de provas CP’s (10x20) 1) Preenchimento com concha. 5) Eleva-se o molde pelas alças. 2) 30% Água. remove-se o excesso de concreto com o auxílio da colher de pedreiro. Vamos fazer a concretagem. limpando-se após isto. sendo que a última deve preenchê-lo totalmente. 1) Limpar e umedecer o molde. com velocidade constante. 5) Restante da água. Aula 03 – Execução do estudo de dosagem. levantando-o pela posição vertical. 8) Esperar 3 minutos. 4) Após o adensamento.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5. não excedendo 100 mm. 4) 100% do cimento. 6) 100% da areia. num tempo de (8 + 2) s. distribuídos uniformemente. 2) Com o molde fixo pelos pés do operador. 3) Esperar 1 minuto.

60 4.44 OBS.85 50.77 15.com Página 23 .TURMA ________ Cimento Areia : : Brita : : Água : : Total = = OBS.TURMA ________ Cimento Areia : : Brita : : Água : : Total = = OBS.48 4.17 15.46 21.: Prof.: 4º Dosagem (____/_____/_____).30 : : : Areia 760 2. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.TURMA ________ Cimento Areia : : Brita : : Água : : Total = = OBS.56 : : : Água 200 0.77 : : : Areia 744 1.16 = = = Total 2400 5.00 7.04 kg kg kg (m³) tr unit p/ 50 kg = = = Total 2400 6.: 2º Dosagem (____/_____/_____).80 : : : Brita 1080 3.55 : : : Brita 1035 2.5 : : : Água 210 0.08 22.unileste@gmail. TURMA ________ Cimento Areia : : Brita : : Água : : Total = = OBS.: 3º Dosagem (____/_____/_____).70 50.: 1º Dosagem (____/_____/_____).04 kg kg kg (m³) tr unit p/ 50 kg kg kg tr unit p/ 50 kg kg kg tr unit p/ 50 kg kg kg tr unit p/ 50 kg kg kg tr unit p/ 50 kg Cálculo readequado Cimento 350 1.00 8.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Tabela 1 – Dosagem do concreto 1º Cálculo Cimento 421 1.

TA1.46:0.TB1.1:1.concretagem dia 21/11/2011 Traço .6 Slump=18 cm (5 kg cimento.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Tabela 2 – Media dos testes de Resistência a compressão axial.6) . 10 kg areia um=5%.TA2.2. 12 kg brita 1.concretagem dia 14/11/2011 Traço .5 kg cimento.77:2. 10 kg areia seca.6 Slump=19 cm (5 kg cimento.unileste@gmail. 11 kg brita 1. 3 l água) 2- CP’s (4.4:0. Turma TA1 TA2 TB1 TB2 Id CP CP__ CP__ CP__ CP__ CP__ CP__ CP__ CP__ __/__/__ __/__/__ __/__/__ __/__/__ TA 1 TA 2 TB 1 TB 2 Data Romp.1:2:2. 3 l água) 3- CP’s (16) . Dias Fck (MPa) OBS.1:2:2.3) . 11 kg areia seca.55 Slump=12 cm (5.5. 3 l água) Prof.com Página 24 . MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.4:0.: Exemplos de práticas realizadas anteriormente 1- CP’s (1.concretagem dia 30/11/2011 Traço . 12 kg brita 1.

Aditivo Superplastificante ADIMENT SUPER (VEDACIT) .unileste@gmail.Aditivo Superplastificante de Pega Normal MURAPLAST FK 22 .Aditivo Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 99 .Aditivo Plastificante e Retardador de Pega CENTRAMENT 500 RÁPIDO CENTRAMENT 600 RÁPIDO CENTRAMENT 640 RÁPIDO CENTRAMENT N3 .com Página 25 .Aditivo Multifuncional Retardador de Pega MURAPLAST FK 102 .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MC-POWERFLOW 2141 MC-POWERFLOW 2250 .Aditivo Multifuncional Retardador de Pega MURAPST FK 91 MURASAN BWA 14 .Aditivo Retardador de Pega com Propriedades Plastificantes CENTRAMENT STABI 520 CENTRIPOR SK 100 .Aditivo Superplastificante de Pega Normal MURAPLAST FK 49C .Hidrofugante Disperso em Água a Base de Silano/Siloxano EMCORIL S .Aditivo Incorporador de Ar para Argamassa e Concreto CENTRAMENT 315 .Aditivo Plastificante Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 100B .Aditivo Plastificante/ Superplastificante polifuncional CEMIX AIR .Agente de Cura Química com Alto Fator de Eficiência MC-POWERFLOW 1100 .Aditivo Plastificante de Pega Normal CENTRAMENT N5 .Aditivo Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 110 MURAPLAST FK 120 MURAPLAST FK 200 .Aditivo Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 97 .Aditivo Superplastificante de Pega Normal MURAPLAST FK 50 . MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.Aditivo Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 22 .Aditivo Plastificante e Retardador de Pega CENTRAMENT 319 .Espumante Concentrado para Concreto Celular EMCEPHOB W-AC .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MC-POWERFLOW 1159 .Aditivo Plastificante para Concreto sem Slump Prof.Aditivo Plastificante Multifuncional de Pega Normal MURAPLAST FK 101 .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5.Verniz acrilico Indicado para Áreas Internas e Externas (Fachadas) EMCEPHOB W-SX .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MC-POWERFLOW 1259 . Aula 04 – Aditivos Disponibilidade de ADITIVOS no laboratorio • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • ADIMENT (VEDACIT) .Aditivo Superplastificante de Pega Normal MURAPLAST FK 25 .Aditivo Superplastificante Retardador de Pega MURAPLAST FK 91 .Aditivo Plastificante de Pega Normal CENTRAMENT N4 .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MC-POWERFLOW 1130 .Aditivo Superplastificante de Pega Normal MURAPLAST FK 49B .Aditivo Plastificante de Pega Normal CENTRAMENT N6 .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MURAPLAST FK 100 .Aditivo Plastificante de Pega Normal CENTRAMENT RETARD 350 .Aditivo Superplastificante para concreto CEMIX 2000 .Aditivo Superplastificante de Alto Desempenho MC-POWERFLOW 1160 MC-POWERFLOW 1230 .4.

.br. Cal.www.     Aglomerantes: Cimento.vedacit.br.com.Aditivo Impermeabilizante Verificar componentes necessários para elaboração de Argamassa (Volume proposto de argamassa ( 2 a 3 kg).com.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II • • • • • • MURASAN BWA 16 . Aditivo: Pesquisar sobre o aditivo escolhido pelo grupo e especificar o melhor proporcionamento para execução da argamassa.www.Aditivo Retardador de Pega Superficial para Concreto Aplicado em Forma PRESS MIX SIKA_1 .com Página 26 . Prof. Agregado Miúdo: Areia.Aditivo Plastificante e Hidrofugante para Concreto sem Slump MURASIT INIBIDOR .unileste@gmail.Aditivo Plastificante para Concreto sem Slump MURASAN BWA 21 . Exemplo: Utilizando SIKA_1 Referencias Bibliográficas . Água: Verificar volume necessário. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.Aditivo para Controle de Hidratação do Cimento ORTOLAN SR .sika.

A mistura mecânica deverá ser contínua. possuindo baixa consistência. areia grossa. constituída de cimento. A mistura seca de cimento e areia deverá ser preparada com auxilio de enxada e pá. a fim de se evitar o início do seu endurecimento.com Página 27 . seja em masseira. água e. Emboço/Reboco Trata-se da camada de argamassa de revestimento. destinada a promover maior aderência entre a base e a camada de revestimento. água e. Prof. Fabricação em misturador mecânico A ordem de colocação no misturador deverá ser a seguinte:  areia. Os emboços e os rebocos serão considerados como uma camada única de revestimento. quando necessário.  parte da água. Para amassamento manual. areia média. com tempo mínimo de 6 minutos. Chapisco Trata-se da camada de argamassa constituída de cimento. Geralmente usada no traço 1:4 (cimento e areia). A quantidade de água será determinada pelo aspecto da mistura. impermeável e resistente. dimensionado de acordo com o seu inchamento médio. mais um pouco de água para conferir a consistência adequada a argamassa. 25 ou 50 kg por saco. Deverá ser preparada apenas a quantidade de argamassa necessária para cada etapa. a mistura será disposta em forma de coroa e adicionada a água no centro da cratera formada. acrescentando-se. A dosagem prevista. antes do seu emprego. A areia poderá ser medida em peso ou em volume. tablado de madeira ou cimentado.7 litros. deverá ser em volume seco e deverá ser obedecida rigorosamente para cada aplicação. aditivo. podendo constituir-se no acabamento final. arenoso. até que apresente coloração uniforme. destinada à regularização da base. aceleradores ou retardadores). a mistura deverá ser executada em superfície plana. Fabricação manual Só será permitido o amassamento manual para volumes inferiores a 0. especificada pela proporção. e quando autorizado pela Fiscalização. de cada vez.  resto da água com o aditivo.  cimento e outro aglomerante. eventualmente aditivo. respectivamente.5. Aula 05 – Execução de Argamassa Argamassas As argamassas utilizadas constituem-se da mistura de cimento. com prejuízos para a resistência. areia e água. A evasão de água acarreta a perda de aglutinantes. a fim de melhorar determinadas propriedades.85 ou 35. se houver. O cimento deverá ser medido em peso. A masseira destinada ao preparo das argamassas deverá encontrar-se limpa e bem vedada.10 m³ . não sendo permitido tempo inferior a 3 minutos. para efeito desta Especificação.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5. podendo conter adições de cal hidratada e aditivos (impermeabilizantes. a aparência e outras propriedades dos rebocos. O procedimento para a execução das argamassas deverá obedecer ao previsto na NBR 7200. se for o caso. Em seguida. limpa.unileste@gmail. em recipiente limpo e íntegro. que deverá estar coesa e com trabalhabilidade adequada à utilização prevista. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. podendo ser adotado volume correspondente a 17. Fabricação As argamassas deverão ser misturadas até a obtenção de uma mistura homogênea. eventualmente. A mistura prosseguirá até a obtenção de uma massa homogênea.

em 02 camadas com adensamento manual aplicando 10 golpes por camada Prof.1:6 (cimento:areia media)  Chapisco . MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. . 2008. Fonte: Isaia.unileste@gmail.1 : 3 ( cimento:areia media) (aditivos impermeabilizantes)  Argamassa para alvenarias de elevação (assentamento de tijolos).1 : 2 : 9 (cimento:cal:areia fina) Ensaios Vamos elaborar os traços manuais de Argamassa para emboço e moldar os corpos de provas cilíndricos de 05x10 cm. Preenchimento do corpo de provas cilíndrico CP’s (5x10) Preenchimento com concha.1 : 2 : 8 (cimento:cal:areia media para fina)  Reboco/massa fina .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Orientação para traços (mais comuns):  Argamassa para alvenarias de fundação e revestimentos e pisos impermeáveis.com Página 28 .1 : 2 : 7 (cimento:cal:areia media)  Argamassas para alvenaria de blocos de concreto .1:4 (cimento:areia grossa)  Emboço . .

Composição Básica : Solução aquosa de silicatos coloidais.Água para amassamento= (Volume anterior) . acrescentando-se. Em seguida. deixar em cura úmida durante 15 dias.Aproximadamente = 8 ml de sika_1 para 200 gr de cimento.com Página 29 .  Areia – 8 x Massa do Cimento = 1600 gramas  Água – Iniciar com 2 x Massa do cimento. Cal – 2 x Massa Cimento = 400 gramas. a mistura será disposta em forma de coroa e adicionada a água no centro. A mistura deverá ser executada em superfície plana. A masseira deverá encontrar-se limpa e bem vedada.75 a 2 litros de Sika_1 para 50kg cimento) Traço: (em volume) -1:2:8     Cimento – 200 gramas. com a seguinte adequação: . . Prof. Fazer o relatório. com tempo mínimo de 6 minutos. Densidade : 1. Areia – 8 x Massa do Cimento = 1600 gramas Água – Iniciar com 2 x Massa do cimento.Aproximadamente . que reage com o cimento durante o processo de hidratação.Adicionar na mistura aos poucos até obtenção de uma massa homogênea. O segundo traço: com aditivo impermeabilizante (SIKA_1) Sika® 1 é um impermeabilizante de pega normal para argamassa e concreto. Procedimentos finais Colocar o corpo de prova em repouso. Medir a quantidade de água utilizada e anotar.Total da solução = (Água de amassamento + 8 ml de sika_1). MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.  Cal – 2 x Massa Cimento = 400 gramas. dando origem a substâncias minerais que bloqueiam a rede capilar.00 – 1. A mistura seca de cimento e areia deverá ser preparada com auxilio de enxada e pá. Aproximadamente:  Cimento – 200 gramas.2 litros de sika_1 para 50 kg de cimento. A mistura prosseguirá até a obtenção de uma massa homogênea.2400 gramas de Argamassa.1 : 2 : 8 . Usar o mesmo volume da pratica anterior. . proporcionando elevada impermeabilidade à argamassa e concreto. quando necessário. .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II O primeiro traço referencia: sem aditivos/impermeabilizante: Traço: (em massa) . mais um pouco de água para conferir a consistência adequada a argamassa. até que apresente coloração uniforme. verificar o comportamento da absorção por capilaridade na próxima prática .unileste@gmail.10 kg/l Revestimento interno/externo 1.

Referencias Bibliográficas ESPER.  Adicionar os Aglomerantes: Cimento e cal. aditivo. W. 2000. Propriedades e Materiais. ISAIA. ed.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Vamos fazer a execução da argamassa e preencher os CP’s 1 – Preparar equipamentos. Curso de Pós-Graduação em Engª Urbana e de Construção Civil. Ed. com ferramenta manual (Colher de pedreiro).  Identificar devidamente os CP’s com nome do grupo. tipo de cura e etc. RIPPER.  Misturar até 5 minutos.. IBRACON. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. preparar para receber a água de amassamento (fazer um monte com formato de vulcão com abertura para receber água). Livros Técnicos e Científicos Ltda. Orientação para execução manual  A masseira deverá encontrar-se limpa e bem vedada. 2010 MEHTA. 2008. R.  Após a mistura estiver homogênea e com a tonalidade cinza. Carmen Couto. 2008. Estudo do método de dosagem ACI/ABCP. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. PINTO. São Paulo.. São Paulo. IBRACON. 2.  Homogeneizar bem a mistura.  Preencher o s CP’s.M.  Adicionar o Agregado Miúdo. pesar todos os componentes para confecção do volume proposto (4 a 5 kg). turma. data. E. Pini. Belo Horizonte: UFMG. MESSAROS. Volumes 1 e 2. 1. 1998.com Página 30 .  Adicionar a água necessária para o amassamento (Se utilizar Aditivo.. 2 . Ed.. Manual Técnico. 101 p. G.A. traço.  Deixar os CP’s em repouso e cura por tempo definido. M. P. Microestrutura.J.De acordo com o traço especificado. 263 p Prof. São Paulo. ferramentas e verificar produtos para execução da argamassa. MONTEIRO. Materiais de Construção. Sika . verificar se foi dosado na quantidade certa e devidamente homogeneizado). K. Manual Prático de Materiais de Construção. FALCÃO BAUER. P. Joana dDarc da Silva. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais..unileste@gmail. STARLING. Tadeu. São Paulo. C. Ed. 2002. Materiais de Construção Civil. Concreto.M. L. RIBEIRO. mecanicamente ou manualmente.

Comportamento Higroscópico dos CP’s de argamassa quando inseridos em uma lamina de 2 cm de água. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. .unileste@gmail.Resistência a compressão axial . Prof.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5.com Página 31 . levando a prensa hidráulica utilizando o módulo de Rillen para comprovação da resistência.6. Aula 06 – Análise dos CP’s de Argamassa Verificar : .

270:2005 Acompanhar teste de resistência do tijolo cerâmico utilizado em paredes de elevação como vedação.5 MPa para blocos usados com furos na horizontal.1. Definição Conforme a NBR15270-1. Preparação a) Fazer o preenchimento e nivelamento com argamassa com o traço: 1:3:6 – cimento. Aula 07 – Materiais Cerâmicos NBR 15. cal e areia (resistência maior que o tijolo) Na superfície a ser analisada. válida desde 3Ode setembro de 2005.unileste@gmail. . caracteriza-se como bloco cerâmico para vedação o componente cerâmico da alvenaria de vedação que possui furos prismáticos perpendiculares às faces que os contêm. referida à área bruta. paralelo as paredes dos tijolos (utilizados como vedação) ou perpendicular as paredes dos tijolos (usando tijolos em pé) b) De acordo com a NBR 15270:2005 A resistência a compressão (fb) dos blocos cerâmicos de vedação tem os seguintes valores mínimos: . É produzido para assentamento com furos na horizontal e na vertical.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5.0 MPa para blocos com furos na vertical.com Página 32 . Prof.3. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.7.

como nas figuras 3. • Espessura das paredes dos blocos e dos septos A espessura mínima das paredes dos blocos deve ser de 7 mm e a espessura mínima dos septos.0 MPa(min) Resist. • Planeza das faces ou flecha (F) Flecha máxima de 3 mm (F ≤ 3 mm). para cada grandeza considerada: largura. altura e comprimento. como nas figuras 1 e 2.unileste@gmail.com Página 33 .CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Desvio em relação ao esquadro (D) Máximo de 3 mm (D ≤ 3 mm). • Tabela de resultados DESCRIÇÃO RESULTADO NORMA Resist.ebah. a medida das paredes externas corresponderá à menor espessura. de 6 mm. Quando a superfície do bloco apresentar ranhuras.5 MPa(min) Desvio em relação ao esquadro 3 mm(max) Planeza das faces ou flecha 3 mm(max) Tolerancias dimensionais 3 mm(max) Espessura das paredes dos blocos 7 mm(min) Espessura das paredes dos septos 6 mm(min) OBS Referencias Bibliográficas .br/content/ABAAABIi8AK/nbr-15270-3-blocos-ceramicos-alv-estrut-vedacao Prof. 5 e 6. 1. Horiz.com. Bl cer. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. 4.http://www. • Tolerâncias dimensionais (relacionadas às dimensões de fabricação) As tolerâncias dimensionais individuais são de ± 5 mm e as tolerâncias dimensionais relativas à média das dimensões são de ± 3 mm. Bl cer vertical 3.

1): Lf-Lo Alongamento: ------. deformação. A tensão não abaixou. determina no corpo de prova uma redução da seção variável ao longo do comprimento. Aula 08 – Metais tração do aço Resistência à Tração É uma das propriedades mais importantes na construção. Chama-se alongamento a expressão (fig. De e a A – forma-se um patamar.1 – Ensaio de tração do aço. Fig. A tensão de tração é obtida dividindo-se a força aplicada pela área inicial de seção transversal. Verificou-se que os metais apresentam dois tipos de diagramas para a tração: De 0 a p – as deformações são diretamente proporcionais às tensões (período elástico). S-So Densidade de estricção: -------. mesmo que a carga estacione ou diminua. esta seção que sofreu maio redução será a que terá maior tensão.unileste@gmail. aparecem tensões internas. a tensão mais alta do ensaio.Metha e Monteiro. tem-se o diagrama tensão-deformação. Segue-se um revigoramento. Prof. houve estricção e a seção diminuiu.2009 Levando-se a um sistema de coordenadas as tensões e as deformações. formando uma estricção. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. “Te” é o limite de escoamento. 2 – Diagrama tensão deformação . TR é a tensão da ruptura.x 100% So So = seção inicial S = seção estricta (afinada) Fig. limite de resistência. esta zona de menor seção é chamada de secção estricta (fig.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5. sendo a deformação permanente. De p a e – há grandes deformações.x 100% Lo Lo = comprimento inicial do corpo de prova Lf = comprimento após ruptura Este alongamento.8. Essa tensão determina aumento do comprimento da barra.2010. 1.com Página 34 . Tr. Submetendo-se uma barra à tração axial.Falcão Bauer.b).

unileste@gmail. com superfície lisa. costuma-se chamá-los de barras de aço. Define-se o aço a ser utilizado através de dois parâmetros: . Prof. Os vergalhões são encontrados sob a forma de rolos para bitolas até 12.resistência (CA-25. o seu diâmetro nominal. Aços CA-50 e CA-25 Produzidos de acordo com as especificações da norma 7480/96.5 mm e em barras retas ou dobradas de 12m. em feixes de 1.000 e 2.com. quando se faz referência a estes tipos de aço.000Kg.gerdau. são fornecidos nas categorias CA-50. CA-50 ou CA-60) . CA-50 e CA-60.com Página 35 . isto é. definida pela sua composição e processo de fabricação. com superfície nervurada e CA-25. Assim. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.br) Os aços são classificados conforme sua resistência.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II O aço estrutural (de acordo com www. tem-se as classificações CA-25.bitola. Geralmente. padronizado de acordo com a EB-3.

Os aços CA-50B e CA-60B são mais usuais e mais baratos. cujos resultados são apresentados em diagramas tensão-deformação. carbono. Área da seção de armadura As (cm2) Composição e processo de fabricação Os aços são ligas contendo ferro. São encruados a frio e perdem a resistência quando aquecidos. alumínio.15 Concreto: γ = 1. Podem ser soldados sem maiores cuidados. A figura abaixo mostra o diagrama tensão-deformação de um aço tipo A.9 ou 1.4 Prof.4 Cargas acidentais: 1.unileste@gmail. Os aços CA-25 têm resfriamento natural. fósforo e cromo. por exemplo durante um processo de solda. Características mecânicas As características mecânicas são levantadas através de ensaios. manganês.com Página 36 . enxofre. silício.2 Resistências: Resistência de cálculo = resistência característica / γ Aço: γ = 1.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II A tabela abaixo mostra os valores nominais para cálculo que devem ser utilizados para os fios e barras. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.4 Deformações: 1. Os aços CA-50A e CA-60A são ligas especiais. Vergalhão nervurado para construção – laminado a quente – CA-50 Coeficientes de segurança Ações atuantes: Cargas permanentes: 0.

o material ainda se comporta como elástico.gerdau. Volumes 1 e 2. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. C. 1997. MEHTA.L. 2008. Materiais de Construção. isto é. MONTEIRO. FALCÃO. São Paulo.M.J. Manual de Siderurgia: Produção. Acesso 12/11/2011 ISAIA.tensão de ruptura da barra de aço Referencias Bibliográficas ARAUJO. fr .. como plástico. Catalogo de aço para construção civil – GERDAU < HTTP://www. Vols. tem-se: fs . IBRACON.unileste@gmail.tensão normal limite de proporcionalidade: da origem até este ponto o material se comporta como elástico linear.tensão de escoamento: até este ponto. São Paulo. Editora Arte & Ciência. G.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II Na figura. K. Prof. Propriedades e Materiais. 2008. além dele. A.br > .com Página 37 . vale a lei de Hooke (σ = E · ε ) fy . Concreto. Microestrutura. São Paulo . v.tensão normal na barra de aço submetida a ensaio de tração εs . P.com. 1.deformação correspondente na barra de aço fp . IBRACON.A. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. L. P. 1 e 2-2010. pois ocorre o escoamento. BAUER. um aumento na deformação com sustentação da tensão normal aplicada.

Fundos Funções:  Diminuir a absorção dos produtos de acabamento Melhorar o nivelamento  Agregar partículas solta  Bloquear alcalinidade  Melhorar / Promover a aderência  Melhorar o poder de cobertura do acabamento  Proteger contra ferrugem Massas Função:  Corrigir pequenas imperfeições existentes na superfície deixando o acabamento final mais liso. Preparação de superfícies Quais as etapas de um sistema de pintura? Preparação Em que consiste a preparação de um sistema de pintura? É o primeiro e mais importante passo no sistema de pintura.  Raspar. http://www.  Eliminar partes soltas/farpas. São Paulo.9.unileste@gmail.com. rachaduras.tintascoral. etc. Jorge M.  Remover bolor/fungos/mofo. 2009.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5.  Tratar infiltrações. contribuindo para a dispersão de iluminação do ambiente e uma melhora na aspecto de higiene. valorizar. Bibliografia Complementar FAZENDA. Ed.  Tratar trincas. gordura. o qual consiste em:  Lixar. R. Acabamentos Função:  Proteger. Aula 09 – Tintas e Vernizes.br Prof.: Blucher. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.com Página 38 .Tintas Imobiliárias de Qualidade. e embelezar as superfícies. .

MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson. manuais..CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 5. Prof. Exercício de laboratório – valor 05 pontos.10. desenvolvido em aula e entregue no mesmo dia.unileste@gmail..com Página 39 . etc. Exercício em grupo com tema a ser definido pelo professor. notas de aula. Os alunos podem executar a pesquisa em livros. bibliotecas.

24 de julho de 2014. Prof. MSc: Edson Carlos de Araujo - Email: edson.CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS UNILESTE-MG – DISCIPLINA MATERIAIS DECONSTRUÇÃO II 6.com Página 40 . Coronel Fabriciano. a intenção destas atividades e fixar conceitos e pesquisas realizadas em sala de aula melhorando o aproveitamento dos alunos e aproximando os mesmos do dia a dia da construção civil. MSc. Conclusão Todos os relatórios devem seguir as regras e normas estabelecidas pelo professor. Edson Carlos de Araujo Prof.unileste@gmail.