A COMPUTAÇÃO PESSOAL E O SISTEMA OPERACIONAL LINUX

ANTONIO GOMES JUNIOR

NOTAS INICIAIS
Este e-book foi escrito por Antonio Gomes Junior com o objetivo de ser um guia para iniciantes em Linux completamente gratuito e constitui-se de uma adaptação de monografia do mesmo autor. permitido!
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"opiar o ar#uivo digital para #uais#uer tipos de m$dias% &istribuir livremente o conte'do( sempre na totalidade e sempre gratuitamente% )mprimir o conte'do desde #ue para uso pessoal e para fins não-comerciais% *tili+ar partes do conte'do em trabal,os acad-micos( desde #ue citada a fonte%

.ão / permitido!
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Alterar o conte'do ou a capa( total ou parcialmente% 0ender o material digital( impresso ou sob #ual#uer outra forma ou circunst1ncia% &istribuir parcialmente a obra% *tili+ar os textos sem a devida citação de refer-ncia%

Espera-se( com estas regras( #ue seja mantida a gratuidade do material e de suas posteriores atuali+aç2es( permitindo o acesso a #uais#uer pessoas #ue desejarem obt--lo. &istribua 3 vontade( leia 3 vontade e sinta-se livre para enviar sugest2es de mel,orias para o endereço linuxnodesktop4gmail.com. As mel,orias implementadas certamente terão seus autores citados nas pr5ximas ediç2es.

Guariba( 67 Jun,o 8 9::;

&edico( Aos meus pais( #ue sempre me apoiaram nos estudos% 3 min,a #uerida namorada Juliana( #ue mostrou-se paciente comigo% 3 mem5ria de min,a amada e ines#uec$vel amiga canina Lassie e ao meu mais novo e fiel compan,eiro( meu muito amado cão+in,o 6imba.

AGRADECIMENTOS
Ao professor <arco Antonio( pela paci-ncia( compet-ncia e prestatividade como meu orientador da faculdade e pelas bril,antes aulas sobre sistemas operacionais. Aos amigos =ernando "amilo( >icardo Leite( 0ict5rio( &iogo( professor >ubens e todos os demais( pelas id/ias compartil,adas sobre Software Livre em nossas diversas ediç2es do Chopp Nerd. A toda comunidade Software Livre( pela inestim?vel contribuição com o desenvolvimento de uma sociedade onde o trabal,o de cada membro / utili+ado em benef$cio de todos e onde o recon,ecimento intelectual e o compartil,amento de con,ecimento são as 'nicas c,aves para o sucesso. A todos #ue colaboraram( direta ou indiretamente( com meu processo de aprendi+ado( desde o in$cio de min,a vida acad-mica e aos autores das obras utili+adas como fonte de pes#uisa( sem as #uais este trabal,o não seria poss$vel. Ao João =ernando "osta Junior( respons?vel pela )niciativa Esp$rito Livre @,ttp!88AAA.espiritolivre.orgB( ao "/lio 6im2es( da .et Come )nformação e Decnologia @,ttp!88AAA.simoes.com.brB e ao D,iago Cerrera &ameto( do site C& Linux @,ttp!88AAA.,dlinux.comB( por apoiarem este material e cederem ,ospedagem para doAnload do mesmo em seus sites. Ao professor &r. Antonio 7aulo 6. <isaka( pelas observaç2es enviadas ao meu e-mail sobre algumas mel,orias a serem implementadas. E professor <isaka foi o respons?vel pela implantação da min,a amada =ADE"-DF( em GHH9. =i#uei muito feli+ em receber seus coment?rios. A todos #ue publicaram not$cias e links sobre esta obra e aos leitores #ue me enviaram mensagens.

SUMÁRIO
.EDA6 ).)")A)6......................................................................................................................I L)6DA &E =)G*>A6...............................................................................................................G: ).D>E&*JKE........................................................................................................................GL G M E 6)6DE<A E7E>A")E.AL L).*N.............................................................................GO G.G M Erigens de *nix e Linux.............................................................................................GO G.G.G M Erigem do *nix e sua relação com a )nternet.....................................................GO G.G.9 M G.*( =ree 6oftAare =oundation e o kernel de Linus Dorvalds..........................G; G.G.I M Pernel modular e monol$tico...............................................................................GQ G.9 M <otivação para migrar para Linux..............................................................................GH G.9.G M 6egurança.............................................................................................................GH G.9.9 M "usto....................................................................................................................9: G.9.I M &isponibilidade de programas.............................................................................9: G.9.L M 6uporte e &esenvolvimento.................................................................................9G G.I M Estrutura e regras b?sicas do sistema Linux................................................................9G G.I.G M A estrutura de ar#uivos em Linux.......................................................................99 G.I.9 M 7rincipais diret5rios em Linux e sua utili+ação...................................................9I G.I.I M 7ermiss2es de acesso a ar#uivos e diret5rios......................................................9R G.I.L - "omandos 'teis....................................................................................................9O G.L M 6uporte a ,ardAare no Linux......................................................................................9; G.L.G M *nidades de arma+enamento e m$dia externa.....................................................9Q G.L.9 M *nidades 6"6).....................................................................................................9H G.L.I M &is#uetes.............................................................................................................9H G.L.L M 6istema de ?udio e multim$dia.............................................................................9H G.L.R M 7ortas seriais e paralelas......................................................................................I: G.L.O M 7lacas de v$deo com aceleração I&.....................................................................I: G.R - "omo buscar ajuda nos programas e na )nternet.........................................................IG 9 M A &)6D>)S*)JKE &ES)A. G.*8L).*N.....................................................................IL 9.G M E 7rojeto &ebian.........................................................................................................IR 9.9 M Es pacotes e seu gerenciamento no &ebian G.*8Linux............................................IO 9.9.G M Es pacotes no &ebian G.*8Linux......................................................................IO 9.9.9 M Gerenciamento de pacotes...................................................................................I; 9.9.I M )nstalação b?sica de um aplicativo pelo m/todo apt............................................IQ 9.9.L - E ar#uivo sources.list...........................................................................................L: 9.I M 6istema de distribuiç2es &ebian @&ebian >eleasesB...............................................L9 9.I.G M *nstable...............................................................................................................L9 9.I.9 M Desting.................................................................................................................L9 9.I.I M =ro+en..................................................................................................................LI 9.I.L M 6table...................................................................................................................LI 9.I.R M "odinomes das distribuiç2es &ebian...................................................................LL 9.L M <otivaç2es para utili+ação de &ebian G.*8Linux....................................................LL I M A<S)E.DE "E<7*DA")E.AL....................................................................................LO I.G M >e#uisitos de CardAare para &ebian G.*8Linux......................................................LO I.9 M )nstalação do sistema &ebian G.*8Linux..................................................................L; I.9.G M Ebtenção das m$dias de instalação......................................................................L; I.9.9 M )niciar a instalação de &ebian G.*8Linux L.:...................................................LQ I.9.I M 6eleção de idioma e pa$s de locali+ação..............................................................LH I.9.L M )ndicação do tipo de teclado................................................................................RG I.9.R M "onfiguração de rede( ,ostname e dom$nio........................................................R9 I.9.O M 7articionamento de discos...................................................................................RR I.9.; M Escol,a de fuso ,or?rio.......................................................................................OI

I.9.Q M &efinição da sen,a de root e criação de usu?rio comum.....................................OI I.9.H M =inali+ação da instalação e gravação do gerenciador de partida.........................OO I.G: M Adicionar "&s ao reposit5rio e instalar 6Tnaptic.................................................O; L M A<S)E.DE G>U=)"E E< L).*N.................................................................................OH L.G M Nfree e N.org...............................................................................................................OH L.9 M Gerenciadores de janelas tradicionais.........................................................................;: L.9.G M Slackbox 8 =luxbox.............................................................................................;: L.9.9 M Enlig,tenment......................................................................................................;: L.9.I M )ceAm e =0V<..................................................................................................;: L.9.L M N="E...................................................................................................................;G L.9.R M VindoAmaker.....................................................................................................;G L.9.O M Gerenciador de janelas I& "ompi+ =usion..............................................................;G L.9.; M Ambiente gr?fico G.E<E.................................................................................;L R M A<S)E.DE G>U=)"E P&E............................................................................................;O R.G M >e#uerimentos para P&E............................................................................................;O R.9 M "onfiguraç2es iniciais.................................................................................................;; R.I M 6eleção do idioma do sistema.....................................................................................;Q R.L M E ambiente de trabal,o de P&E..................................................................................;H R.L.G M Urea de trabal,o...................................................................................................;H R.L.9 M E painel do P&E.................................................................................................QI R.L.I M E menu P.............................................................................................................QL R.R M E "entro de "ontrole P&E.........................................................................................QR R.R.G M Administração do sistema....................................................................................QO R.R.9 M Apar-ncia e temas................................................................................................Q; R.R.I M Urea de trabal,o...................................................................................................QH R.R.L M "omponentes do P&E.........................................................................................HG R.R.R M "ontrole de energia..............................................................................................HI R.R.O M )nternet W rede.....................................................................................................HI R.R.; M 7erif/ricos............................................................................................................HR R.R.Q M >egional W acessibilidade...................................................................................HO R.R.H M 6egurança W privacidade.....................................................................................HQ R.R.G: M 6om W multim$dia.............................................................................................HH R.R.GG M Eutras ferramentas de configuração..................................................................HH R.R.G9 - )nstalando novas fontes no sistema..................................................................G:: R.R.GI - Alterar o tema de $cones...................................................................................G:G R.R.GL - 7ersonali+ando os atal,os de teclado...............................................................G:I R.R.GR - Exibindo $cones de dispositivos na ?rea de trabal,o........................................G:R R.R.GO - Alterar o fundo de tela @papel de paredeB.........................................................G:O R.R.G; - Dipos de ar#uivos e aç2es.................................................................................G:Q R.O M Gerenciador Pon#ueror.............................................................................................G:H R.O.G M >ecursos de navegação......................................................................................G:H R.O.9 M )ntegração com aplicativos nativos....................................................................GG9 R.O.I M >ecursos de )nternet..........................................................................................GGI R.O.L M =erramentas especiais do Pon#ueror.................................................................GGL O M A7L)"AJXE6 7A>A ).DE>.ED..................................................................................GGH O.G M .avegador Aeb )ceAeasel.........................................................................................GGH O.G.G M )nstalação do navegador....................................................................................GGH O.G.9 M >ecursos de )ceAeasel.......................................................................................G9: O.G.I M "onfiguraç2es de )ceAeasel..............................................................................G9I O.9 M "omunicador instant1neo Popete.............................................................................G9L O.9.G M )nstalação do Popete.........................................................................................G9R O.9.9 M "onfiguraç2es para utili+ação de Popete com uma conta <6........................G9R

O.9.I M "onfiguraç2es gerais do programa Popete........................................................G9Q O.9.L M =uncionamento b?sico do Popete......................................................................GI9 O.9.R - )nstalando Aebcam e testando com "am6tream e Popete.................................GII O.I M Leitor de e-mail Evolution........................................................................................GIR O.I.G M "onfiguração inicial de Evolution....................................................................GIR O.I.9 M >ecursos de e-mail no Evolution.......................................................................GI; O.I.I M A agenda de contatos.........................................................................................GL: O.I.L M A agenda de compromissos...............................................................................GLG O.I.R M Darefas e memorandos.......................................................................................GL9 O.I.O M "onfiguraç2es adicionais de Evolution.............................................................GLI O.L M Agregador de >66 Akregator....................................................................................GLL O.L.G M >ecursos b?sicos de Akregator..........................................................................GLR O.L.9 M "onfiguraç2es do programa...............................................................................GL; O.R M "ompartil,amento de ar#uivos com PDorrent..........................................................GLQ O.R.G M A configuração de PDorrent..............................................................................GLH O.R.9 M >ecursos de PDorrent........................................................................................GR: O.O M 0E)7 em G.*8Linux com 6kTpe.............................................................................GR9 O.O.G M A instalação de 6kTpe em &ebian G.*8Linux.................................................GR9 O.O.9 M "onfiguraç2es de 6kTpe....................................................................................GRI O.O.I M >ecursos de 6kTpe para Linux..........................................................................GRL O.O.L M "onsideraç2es adicionais...................................................................................GRR O.; - "onectando-se 3 )nternet discada...............................................................................GR; O.Q - "onectando-se 3 )nternet banda larga........................................................................GRH ; M A7L)"AJXE6 7A>A E6">)DY>)E..............................................................................GO9 ;.G M A su$te EpenEffice.org 9.:.......................................................................................GO9 ;.G.G M EpenEffice.org Vriter.......................................................................................GOL ;.G.9 M EpenEffice.org "alc..........................................................................................GO; ;.G.I M EpenEffice.org )mpress....................................................................................GOQ ;.G.L M EpenEffice.org &raA........................................................................................GOH ;.G.R M EpenEffice.org Sase.........................................................................................GOH ;.G.O M EpenEffice.org <at,.........................................................................................G;G ;.G.; M Geração nativa de ar#uivos 76 e 7&=...............................................................G;9 ;.9 M Gerenciamento de informaç2es pessoais utili+ando Pontact....................................G;I ;.I M Gerenciamento de projetos utili+ando 7lanner..........................................................G;R ;.L M Editoração eletrZnica com 6cribus............................................................................G;O ;.R M "riação de diagramas com &ia e Pivio.....................................................................G;; ;.O M Gerenciador de finanças PmT<oneT........................................................................G;Q ;.O.G M 7rincipais funç2es disponibili+adas por P<T<oneT........................................G;H ;.O.9 M "onfiguraç2es de P<T<oneT..........................................................................GQ: Q M A7L)"AJXE6 <*LD)<[&)A........................................................................................GQG Q.G M >eprodução de ?udio.................................................................................................GQG Q.G.G M Amarok..............................................................................................................GQG Q.G.9 - Ebter informaç2es de m'sicas( ?lbuns( letras e artistas com Amarok....................GQI Q.G.I M .oatun...............................................................................................................GQO Q.9 M "odificação de ?udio.................................................................................................GQ; Q.9.G M "odificação utili+ando PAudio"reator.............................................................GQQ Q.9.9 M "odificação utili+ando Pon#ueror.....................................................................GQQ Q.I M >eprodução de v$deos...............................................................................................GQH Q.I.G M <plaTer..............................................................................................................GQH Q.I.9 M Paffeine.............................................................................................................GHG Q.I.I M Nine...................................................................................................................GH9 Q.L M "onversão e edição de v$deos...................................................................................GHI

Q.L.G M ==<peg.............................................................................................................GHL Q.L.9 M Edição de v$deo.................................................................................................GHL Q.L.I - Gravar um v$deo da tela com N0id"ap.............................................................GHR Q.R M Gravação de "& e &0&............................................................................................GH; Q.R.G M PIS....................................................................................................................GHQ Q.R.9 M N-"&->oast.......................................................................................................GHH Q.R.I - "lonando &0&s com PH"opT...........................................................................GHH Q.O M Edição de imagens.....................................................................................................9:G Q.O.G M E G)<7.............................................................................................................9:G Q.O.9 M )nkscape.............................................................................................................9:O Q.O.I - "apturar a imagem da tela com P6naps,ot.......................................................9:; Q.; M <odelagem I&..........................................................................................................9:H Q.;.G M Slender...............................................................................................................9:H Q.Q M Gerenciamento de imagens.......................................................................................9GG Q.Q.G M 7icasa.................................................................................................................9GG Q.Q.9 - )nstalação do Google 7icasa...............................................................................9GI Q.Q.I M =-6pot................................................................................................................9GL Q.H M "omunicação com c1meras digitais e outros dispositivos *6S................................9GO Q.H.G M &igikam e as c1meras digitais...........................................................................9GO Q.H.9 M Docadores de ?udio port?teis( pendrives e o desktop Linux..............................9G; Q.G: M Jogos........................................................................................................................99: Q.G:.G M Jogos simples do ambiente P&E.....................................................................99: Q.G:.9 - )nstalar o driver I& da n0idia..........................................................................99I Q.G:.I M Jogos #ue utili+am placa gr?fica I&................................................................99O Q.GG M 7lacas de captura e D0............................................................................................9I: Q.GG.G M Escol,a do ,ardAare ideal...............................................................................9I: Q.GG.9 M &escobrindo #ual ,ardAare est? instalado......................................................9IG Q.GG.I M )nstalando e configurando a placa de D0........................................................9I9 Q.GG.L M 0isuali+ando com D0Dime.............................................................................9II H M *D)L)DU>)E6( )<7>E66E>A6 E >E&E......................................................................9IO H.G M Sackup.......................................................................................................................9IO H.G.G M Sackup em desktop com Peep..........................................................................9IO H.9 M Editores de texto e calculadora..................................................................................9I; H.I M 6uporte a impressoras................................................................................................9IH H.I.G M 6istema de impressão com "*76......................................................................9IH H.L M Drabal,o em rede.......................................................................................................9L9 H.L.G M Cabilitando os compartil,amentos....................................................................9LI H.L.9 M >edes sem fios...................................................................................................9LR H.R - =ireAall......................................................................................................................9LO H.R.G M =irestarter...........................................................................................................9L; G: M L).G*AGE.6 &E 7>EG>A<AJKE E 6">)7D6....................................................9LH G:.G M Linguagem "...........................................................................................................9LH G:.9 M Gambas....................................................................................................................9LH G:.I M 7Tt,on......................................................................................................................9RG G:.L M 7C7..........................................................................................................................9RG GG M 6E=DVA>E L)0>E .A6 E<7>E6A6........................................................................9RI GG.G M "aixa EconZmica =ederal........................................................................................9RI GG.9 M <etrZ de 6ão 7aulo.................................................................................................9RL GG.I M Eutros casos de migração para Linux.....................................................................9RL ES6E>0AJXE6 =).A)6 &E A*DE>................................................................................9RO S)SL)EG>A=)A....................................................................................................................9RQ

LISTA DE FIGURAS
=)G*>A G - Exemplo de busca no Google .............................................................................I9 =)G*>A 9 - Susca de pacotes pela ferramenta apt..................................................................IH =)G*>A I - Dela inicial para instalação do sistema &ebian G.*8Linux................................LH =)G*>A L - 6eleção de idioma para o processo de instalação.................................................R: =)G*>A R - 6eleção de pa$s do utili+ador...............................................................................RG =)G*>A O - 6eleção do laTout de teclado................................................................................R9 =)G*>A ; - 6eleção de interface de rede prim?ria..................................................................RI =)G*>A Q - &igitar o nome do computador............................................................................RL =)G*>A H - Dela de escol,a do dom$nio de rede a #ue pertence o computador.....................RL =)G*>A G: - 6eleção do m/todo de particionamento.............................................................RO =)G*>A GG - Lista de discos r$gidos e partiç2es.....................................................................R; =)G*>A G9 - Dela inicial de configuração de partição............................................................RQ =)G*>A GI - 6eleção do tipo de sistema de ar#uivos para uma partição................................RH =)G*>A GL - 6eleção do ponto de montagem de uma partição...............................................O: =)G*>A GR - =inali+ar a configuração da partição..................................................................OG =)G*>A GO - =inali+ando o particionamento...........................................................................O9 =)G*>A G; - "onfirmar as mudanças nos discos....................................................................O9 =)G*>A GQ - 6elecionar fuso ,or?rio......................................................................................OI =)G*>A GH - &igitar sen,a do root..........................................................................................OL =)G*>A 9: - &igitar o nome completo do usu?rio comum.....................................................OR =)G*>A 9G - .ome de login do usu?rio comum.....................................................................OR =)G*>A 99 - )nstalar G>*S na <S>.....................................................................................OO =)G*>A 9I - Escrever na tela com fogo usando "ompi+ =usion............................................;I =)G*>A 9L - 0isuali+ação em cubo no "ompi+.....................................................................;L =)G*>A 9R - Assistente de "onfiguraç2es para a Urea de Drabal,o......................................;Q =)G*>A 9O - 6elecionar idioma 7ortugu-s do Srasil..............................................................;H =)G*>A 9; - Urea de trabal,o P&E........................................................................................Q: =)G*>A 9Q - "onfigurar a ?rea de trabal,o.............................................................................QG =)G*>A 9H - Janela 6istema no Pon#ueror............................................................................Q9 =)G*>A I: - <enu r?pido P&E..............................................................................................QI =)G*>A IG - <enu r?pido arrastar-e-soltar.............................................................................QI =)G*>A I9 - 7ainel do P&E @barra de tarefasB.......................................................................QL =)G*>A II - "entro de controle @administração do sistemaB..................................................QO =)G*>A IL - "entro de controle @apar-ncia e temasB..............................................................QQ =)G*>A IR - "entro de controle @?rea de trabal,oB................................................................H: =)G*>A IO - "entro de controle @componentes do P&EB.......................................................H9 =)G*>A I; - "entro de controle @componentes do P&EB.......................................................H9 =)G*>A IQ - "entro de controle @)nternet W redeB..................................................................HL =)G*>A IH - "entro de controle @perif/ricosB.........................................................................HR =)G*>A L: - "entro de controle @regional W acessibilidadeB.................................................H; =)G*>A LG - "entro de controle @segurança W privacidadeB..................................................HQ =)G*>A L9 - "entro de controle @som W multim$diaB.............................................................HH =)G*>A LI - )nstalador de fontes..........................................................................................G:G =)G*>A LL - Alterar tema de $cones.....................................................................................G:9 =)G*>A LR - Ajustes avançados em $cones...........................................................................G:9 =)G*>A LO - "onfigurar atal,os de teclado..........................................................................G:I =)G*>A L; - "onfigurar um atal,o.......................................................................................G:L =)G*>A LQ - Atal,os globais de P&E..................................................................................G:L =)G*>A LH - <enu suspenso de P&E...................................................................................G:R =)G*>A R: - [cones de dispositivos de P&E........................................................................G:R

=)G*>A RG - <$dia >emov$vel.............................................................................................G:O =)G*>A R9 - >emoção segura de m$dia remov$vel...............................................................G:O =)G*>A RI - Drocar fundo de tela @papel de paredeB............................................................G:; =)G*>A RL - Ebter novos planos de fundo com ferramenta P&E........................................G:; =)G*>A RR - Dipos de ar#uivos e associaç2es com programas.............................................G:Q =)G*>A RO - Pon#ueror com cinco abas abertas..................................................................G:H =)G*>A R; - &ividir a navegação em pain/is no Pon#ueror................................................GG: =)G*>A RQ - 7ain/is na visão Es#uerda8&ireita de Pon#ueror............................................GG: =)G*>A RH - Dr-s formas de visuali+ação de ar#uivos de Pon#ueror..................................GGG =)G*>A O: - <enu r?pido.....................................................................................................GG9 =)G*>A OG - 0isuali+ação de ar#uivo compactado no Pon#ueror.......................................GG9 =)G*>A O9 - >eprodução de v$deo em uma aba do Pon#ueror............................................GGI =)G*>A OI - .avegação =D7 no Pon#ueror........................................................................GGL =)G*>A OL - 7ar1metros para criação de galeria de imagens...............................................GGR =)G*>A OR - Galeria de imagens gerada pelo Pon#ueror.....................................................GGO =)G*>A OO - "odificação de "&s com o Pon#ueror............................................................GGQ =)G*>A O; - .avegação em abas com )ceAeasel.................................................................G9G =)G*>A OQ - )nstalar plugins adicionais em )ceAeasel.........................................................G9G =)G*>A OH - Epç2es de busca integradas ao )ceAeasel........................................................G99 =)G*>A ;: - Aceitar extensão...............................................................................................G99 =)G*>A ;G - Janela de configuraç2es de )ceAeasel..............................................................G9I =)G*>A ;9 - Exemplo de instalação de Popete....................................................................G9R =)G*>A ;I - Escol,a de protocolo para utili+ação no programa Popete.............................G9O =)G*>A ;L - &efinição de conta para o protocolo escol,ido em Popete.............................G9; =)G*>A ;R - Janela principal de Popete...............................................................................G9Q =)G*>A ;O - "onfiguração da seção "omportamento de Popete.........................................G9H =)G*>A ;; - 6eção Apar-ncia das configuraç2es de Popete...............................................GI: =)G*>A ;Q - <enu "onfiguraç2es do Popete.....................................................................GIG =)G*>A ;H - "onfiguração de plugins de Popete.................................................................GI9 =)G*>A Q: - "am6tream.......................................................................................................GIL =)G*>A QG - Ajustar Aebcam em Popete.............................................................................GIL =)G*>A Q9 - &ados para criação de conta no Evolution.......................................................GIO =)G*>A QI - "onfiguração para recebimento de e-mails no Evolution................................GI; =)G*>A QL - Dela inicial do cliente de e-mails Evolution....................................................GIQ =)G*>A QR - >5tulos no Evolution.......................................................................................GIH =)G*>A QO - "adastro de contato no Evolution....................................................................GL: =)G*>A Q; - Adicionando compromisso no Evolution........................................................GLG =)G*>A QQ - Agenda de compromissos de Evolution...........................................................GL9 =)G*>A QH - Darefas no Evolution........................................................................................GLI =)G*>A H: - "onfiguraç2es gerais de Evolution..................................................................GLL =)G*>A HG - Adicionar fonte de not$cias no Akregator........................................................GLR =)G*>A H9 - 7ar1metros para nova fonte de not$cias...........................................................GLO =)G*>A HI - Exibição de fonte de not$cias >66 do portal *EL..........................................GLO =)G*>A HL - Leitura de mat/ria completa no Akregator......................................................GL; =)G*>A HR - "onfiguraç2es de Akregator............................................................................GLQ =)G*>A HO - "onfiguração de PDorrent...............................................................................GLH =)G*>A H; - Janela principal de PDorrent............................................................................GRG =)G*>A HQ - Janela de configuraç2es de 6kTpe...................................................................GRI =)G*>A HH - 6kTpe com uma conversação ativa..................................................................GRR =)G*>A G:: - "onfiguração do sistema AL6A para captura de som...................................GRO =)G*>A G:G - 0olume do som em P<ix.............................................................................GR; =)G*>A G:9 - "onexão 3 )nternet discada............................................................................GRH

=)G*>A G:I - )nterface principal de SrEffice.org Vriter....................................................GOR =)G*>A G:L - "onfiguraç2es de SrEffice.org Vriter..........................................................GOO =)G*>A G:R - Estilo de p?gina em EpenEffice.org Vriter..................................................GOO =)G*>A G:O - Janela principal de SrEffice.og "alc.............................................................GO; =)G*>A G:; - Janela principal de SrEffice.org )mpress......................................................GOQ =)G*>A G:Q - Janela principal de SrEffice.org &raA..........................................................GOH =)G*>A G:H - Janela principal de SrEffice.org Sase...........................................................G;: =)G*>A GG: - "riação de f5rmula no SrEffice.org <at,.....................................................G;G =)G*>A GGG - Geração de ar#uivos 76 no SrEffice.org Vriter...........................................G;9 =)G*>A GG9 - Exportação de documentos em formato 7&= no Vriter................................G;I =)G*>A GGI - Pontact exibindo informaç2es de P<ail.......................................................G;L =)G*>A GGL - Janela principal de 7lanner............................................................................G;R =)G*>A GGR - &emonstração de 6cribus...............................................................................G;O =)G*>A GGO - Janela principal de Pivio...............................................................................G;; =)G*>A GG; - Janela principal do softAare &ia....................................................................G;Q =)G*>A GGQ - Janela principal de P<T<oneT.....................................................................G;H =)G*>A GGH - "onfiguraç2es de P<T<oneT.......................................................................GQ: =)G*>A G9: - >eprodução de ?udio em Amarok.................................................................GQ9 =)G*>A G9G - Editar informaç2es em Amarok.....................................................................GQI =)G*>A G99 - Escol,er informaç2es da faixa.......................................................................GQL =)G*>A G9I - Suscar capa do ?lbum com Amarok..............................................................GQR =)G*>A G9L - "apa encontrada por Amarok........................................................................GQR =)G*>A G9R - Letra de m'sica recuperada por Amarok.......................................................GQO =)G*>A G9O - .oatun............................................................................................................GQ; =)G*>A G9; - Janela principal de PAudio"reator................................................................GQQ =)G*>A G9Q - "odificação de ?udio pelo Pon#ueror...........................................................GQH =)G*>A G9H - <plaTer reprodu+indo um filme....................................................................GH: =)G*>A GI: - Janela principal de Paffeine..........................................................................GHG =)G*>A GIG - <enu Paffeine...............................................................................................GH9 =)G*>A GI9 - >eprodutor de m$dia Nine..............................................................................GHI =)G*>A GII - )nterface principal de N0id"ap.....................................................................GH; =)G*>A GIL - Janela principal de PIS.................................................................................GHQ =)G*>A GIR - Sackup de &0& com PH"opT......................................................................9:: =)G*>A GIO - "onfigurar PH"opT.......................................................................................9:G =)G*>A GI; - Janela de ferramentas de G)<7.....................................................................9:I =)G*>A GIQ - Janela de trabal,o de G)<7( com menu suspenso ativado............................9:L =)G*>A GIH - Aplicação do 6cript-=u Drançar sobre uma imagem.....................................9:R =)G*>A GL: - Janela de prefer-ncias de G)<7....................................................................9:O =)G*>A GLG - )nkscape! Lamborg,ini Gallardo( por <ic,ael Grosberg..............................9:; =)G*>A GL9 - 6naps,ot de janela sem bordas......................................................................9:H =)G*>A GLI - Urea de trabal,o de Slender..........................................................................9GG =)G*>A GLL - 7icasa do Google...........................................................................................9G9 =)G*>A GLR - >eposit5rios de A7D ajustados por 6Tnaptic.................................................9GL =)G*>A GLO - )nterface de =-6pot........................................................................................9GR =)G*>A GL; - Lista de c1meras digitais de &igikam............................................................9GO =)G*>A GLQ - Janela principal de &igikam..........................................................................9G; =)G*>A GLH - Ação para dispositivo *6S............................................................................9GQ =)G*>A GR: - Ar#uivos presentes no dispositivo port?til de ?udio......................................9GH =)G*>A GRG - =ro+en Subble................................................................................................99G =)G*>A GR9 - Psokoban! o almoxarifado japon-s................................................................999 =)G*>A GRI - Jogo educativo PAtZmico.............................................................................999 =)G*>A GRL - 7enguin >acer................................................................................................99O

=)G*>A GRR - GLDron..........................................................................................................99; =)G*>A GRO - 6imulador de vZo =lig,tGear.........................................................................99Q =)G*>A GR; - =oobillard.......................................................................................................99Q =)G*>A GRQ - Jogo de xadre+ em I& Srutal",ess...............................................................99H =)G*>A GRH - *m dos cen?rios de Dremulous.....................................................................9I: =)G*>A GO: - D0Dime..........................................................................................................9IL =)G*>A GOG - Gerenciador de c5pias de segurança Peep.....................................................9I; =)G*>A GO9 - <arcação para 7C7 com PVrite...................................................................9IQ =)G*>A GOI - A calculadora de P&E P"alc........................................................................9IQ =)G*>A GOL - 7?gina inicial de "*76..................................................................................9L: =)G*>A GOR - )mpressoras no "entro de "ontrole de P&E.................................................9LG =)G*>A GOO - &i?logo de seleção de impressora de P&E....................................................9L9 =)G*>A GO; - "ompartil,amento de Ar#uivos pelo "entro de "ontrole.............................9LI =)G*>A GOQ - &i?logo de compartil,amento........................................................................9LL =)G*>A GOH - Acesso a compartil,amento com Pon#ueror.................................................9LR =)G*>A G;: - Janela principal de PAi=i<anager................................................................9LO =)G*>A G;G - Janela principal de =irestarter........................................................................9LQ =)G*>A G;9 - )&E de Gambas..............................................................................................9R:

INTRODUÇÃO
A criação dos computadores pessoais foi um marco muito importante na ,ist5ria da inform?tica atualmente con,ecida. A miniaturi+ação dos componentes possibilitou uma redução nos custos de fabricação dos computadores pessoais( tornando-os acess$veis( na d/cada de Q:( a uma boa parte das empresas( ajudando a transformar muitos processos de trabal,o. &e GHQG @ano de lançamento do primeiro computador pessoal( pela )S<B a GHQL( foram comerciali+ados mais de 9R: mil computadores pessoais. As projeç2es de analistas apontavam para aproximadamente Q: mil,2es de computadores pessoais at/ finais do s/culo NN( n'mero #ue foi absurdamente maior( c,egando a R:: mil,2es de 7"s @Personal Computers M "omputadores 7essoaisB vendidos at/ o ano 9:::. .o in$cio da d/cada de H:( o desenvolvimento de aplicaç2es gr?ficas facilitou o uso dos 7"s @tamb/m c,amados desktopsB por parte de #uais#uer pessoas e permitiu a sua introdução nos lares( onde( a partir de GHHL( com a c,egada do "&->E<( o computador fe+ sucesso por possibilitar o trabal,o no campo do entretenimento com m'sicas( v$deos e jogos. As universidades tiveram sua parcela de contribuição para a expansão do uso do 7"( com a utili+ação pelos estudantes na preparação de tarefas e trabal,os. Ainda na mesma d/cada( com a evolução da Internet( os computadores pessoais assumiram pap/is ainda mais importantes no cotidiano das pessoas( facilitando a comunicação( a interação e o trabal,o dos usu?rios. Dudo isto somente foi poss$vel graças 3 evolução do conjunto #ue forma a base da computação! os componentes f$sicos( os programas e as pessoas. E foco desta pes#uisa são os programas( mais especificamente os sistemas operacionais. E sistema operacional / o software @programaB #ue permite a interação entre os outros dois componentes de um sistema computacional. interagindo com o sistema operacional #ue os usu?rios @pessoasB podem obter resultados a partir de seus computadores. Existem diversos sistemas operacionais( alguns deles espec$ficos a uma plataforma de hardware @componentes f$sicos( como placas e dispositivosB e outros mais abrangentes. Es sistemas dividem-se tamb/m entre propriet?rios - a#ueles #ue pertencem a uma organi+ação e geralmente exigem pagamento de licenças por sua utili+ação - e livres M sistemas #ue podem ser utili+ados sem o pagamento de licenças. 7raticamente todos os sistemas operacionais livres tamb/m são de fonte aberta @open sourceB( o #ue significa #ue o c5digo fonte do sistema / disponibili+ado ao usu?rio. E sistema operacional livre focado neste trabal,o / G.*8Linux( sob a distribuição do projeto &ebian. &esde sua criação( o sistema Linux sempre foi considerado um sistema operacional de dif$cil utili+ação por pessoas com pouco con,ecimento t/cnico sobre computação. Esta crença

fe+ com #ue o sistema fosse adotado muito mais em servidores de empresas do #ue em computadores pessoais de usu?rios dom/sticos( onde o reinado dos sistemas propriet?rios se estabeleceu. .os 'ltimos anos( isto desencadeou uma busca( por parte dos desenvolvedores de Linux( pela criação de distribuiç2es do sistema com ferramentas mais amig?veis ao utili+ador e mais compat$veis com os hardwares dos 7"s dom/sticos. &esde o ano de 9::R( o Governo =ederal do Srasil tem incentivado a comerciali+ação de computadores pessoais com o sistema Linux instalado. A força conjunta entre desenvolvedores independentes e os governos de diversos pa$ses est? tornando cada ve+ mais poss$vel a adoção do Linux nos desktops dos usu?rios dom/sticos e de empresas. Es sistemas operacionais propriet?rios( utili+ados na grande maioria dos computadores pessoais no Srasil( #uase sempre não possuem licença de uso por parte de seus utili+adores( estando estes sujeitos a multas por uso de software ilegal. E preço da licença de um sistema operacional propriet?rio / alto se relacionado com o poder a#uisitivo da sociedade brasileira de forma geral. Este fator encarece o processo de a#uisição de um microcomputador com software legali+ado para as fam$lias de m/dia e baixa rendas( onde o Linux entra em cena( barateando consideravelmente os custos. <esmo contando com um conjunto completo de ferramentas alternativas gratuitas e livres @#ue podem permitir a obtenção dos mesmos resultados de ferramentas propriet?riasB( o sistema Linux tem encontrado certa dificuldade para atingir os computadores pessoais. E presente trabal,o pretende demonstrar funcionalidades e ferramentas em um desktop Linux( identificando programas #ue atendem satisfatoriamente 3s necessidades de um usu?rio comum( em termos de obtenção de resultados( facilidade de operação e compatibilidade com softwares propriet?rios. Este livro destina-se principalmente aos usu?rios iniciantes em Linux( por este motivo( preocupa-se em demonstrar programas sem maiores aprofundamentos t/cnicos e priori+a o uso da interface gr?fica em ve+ da lin,a de comandos.

1 – O SISTEMA OPERACIONAL LINUX
E Linux / um sistema operacional de c5digo fonte aberto( derivado do *nix e poderoso o suficiente para ser adotado em servidores do mundo todo para as mais diversas tarefas. 7or este motivo( durante v?rios anos( os usu?rios de computadores pessoais acreditavam #ue a utili+ação de Linux estava reservada a administradores de redes e servidores. &e fato( durante um bom tempo( a grande preocupação dos desenvolvedores era somente com as funcionalidades de servidor oferecidas pelo Linux. =eli+mente( um grande esforço tem sido reali+ado pela comunidade de software livre em geral para tornar o Linux uma alternativa bastante atrativa aos usu?rios de desktops do mundo todo. Este cap$tulo aborda um pouco da ,ist5ria do Linux e as ra+2es para sua utili+ação.

1.1 – Origens e Uni! e Lin"!
&evido 3 sua origem( Linux implementa boas caracter$sticas dos sistemas *nix( como por exemplo( a maioria dos comandos de lin,a de comando @#ue são v?lidos nos dois sistemas operacionaisB.

1.1.1 – Orige# $ Uni! e s"% re&%'($ )$# % Internet
Linux deriva de *nix e este( por sua ve+( possui ligação com um dos primeiros sistemas de compartil,amento de tempo! o <*LD)"6 @Multiplexed Information and Computing Service M serviço de informaç2es e computação simult1neoB( desenvolvido por Sell Labs da ADWD( <)D e General Eletric. A Sell Labs abandonou o projeto( mas dois desenvolvedores( Pen D,ompson e &ennis >ic,ie @criador da linguagem "B trabal,aram para construir um sistema menor #ue fosse baseado no <*LD)"6. Eles ac,avam #ue o <*LD)"6 não progredia tão bem #uanto gostariam e iniciaram o desenvolvimento de um sistema

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;

operacional multiusu?rio #ue pudesse ser robusto e poderoso e tamb/m obtivesse mel,or desempen,o na execução de pe#uenos programas @ferramentasB. E nome *nix foi dado ao novo sistema por Srian Pernig,an( pes#uisador da Sell Labs. A ADWD alterou o *nix e lançou o System )))( sendo #ue este foi seguido pelo lançamento do comercial *nix System )0. A empresa enfrentou problemas com a comerciali+ação do sistema *nix e acabou por distribuir o sistema com o c5digo-fonte para as universidades( mas sem garantia. Esta pr?tica deu origem ao termo open source @fonte abertaB e fe+ com #ue diversas instituiç2es de ensino e pes#uisa pudessem alterar e adaptar o sistema sem problemas jur$dicos. .a d/cada de GHQ:( a ADWD conseguiu comerciali+ar *nix com direitos autorais( mas novamente não obteve sucesso e vendeu os direitos para o 6"E Group. .a#uela /poca( a A>7A @ dvanced !esearch Pro"ect gency # Ag-ncia de 7rojeto de 7es#uisa AvançadaB( foi designada pelo &epartamento de &efesa dos E*A para criar uma rede de computadores resistente a ata#ues militares. Esta rede recebeu o nome de A>7A.ED e utili+ava *nix na sua base( pois o D"78)7 @$ransmission Control Protocol8Internet Protocol M 7rotocolo de controle de transmissão87rotocolo de InternetB era o protocolo utili+ado para troca de dados e era montado em *nix. <ais tarde( a A>7A.ED tornou-se a Internet #ue / con,ecida e os sistemas derivados de *nix ainda constituem um dos mais importantes fatores para o correto funcionamento desta rede. Es sistemas *nix e seus derivados são confi?veis e muito famosos por sua segurança( mas ao contr?rio do #ue possa parecer( o alto n$vel de segurança de *nix não era um dos principais objetivos do projeto de D,ompson e >ic,ie.

1.1.* – GNU+ Free Software Foundation e $ kernel e Lin"s T$r,%& s
A id/ia de software livre de >ic,ard 6tallman @formado em =$sica pela *niversidade de %arvard - E*AB nasceu #uando ele ainda era integrante de um grupo de hackers do laborat5rio de intelig-ncia artificial do <)D. 6tallman utili+ava uma impressora para colocar no papel os c5digos de programação #ue escrevia e resolvia #uais#uer problemas eventuais com o e#uipamento( pois era con,ecedor de seus c5digos. Fuando a impressora foi substitu$da( 6tallman pediu ao fabricante do novo e#uipamento os c5digos-fontes e não recebeu resposta positiva. Assim( iniciou uma busca por tornar acess$veis os c5digos guardados secretamente pelos fabricantes. 6urgiu então a id/ia de software livre e da &ree Software &oundation @=undação do software livre( comumente referenciada como =6=B. Em meados de GHQL( >ic,ard 6tallman iniciou seus trabal,os em uma parte do projeto G.*( pretendendo criar um grupo de livre compartil,amento de software( pois acreditava #ue

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQ

se ele gostasse de um programa( precisava compartil,ar o mesmo com outras pessoas #ue tamb/m gostavam dele. E projeto G.* tin,a como objetivo a criação de um sistema operacional #ue fosse compat$vel com o padrão *nix. Este fato ia de encontro aos direitos autorais do *nix( motivo pelo #ual a =6= criou uma licença denominada G7L @General Pu'lic (icence ) Licença 7'blica GeralB. A licença tin,a como base a livre distribuição do software( o direito ao estudo( 3 modificação e ao aperfeiçoamento por #uais#uer pessoas( sem #ue fosse exigido pagamento de licenças. *m novo sistema operacional estaria sendo criado pelo projeto G.*( seguindo os re#uisitos da G7L. A =6= ,avia criado grande parte de um sistema operacional com base em *nix( mas o componente essencial @o kernelB não fora desenvolvido at/ meados de GHHG. .este ano( Linus Senedict Dorvalds era formando de "i-ncia da "omputação na universidade de %elsink @=inl1ndiaB e ,avia iniciado trabal,os no desenvolvimento de um sistema operacional baseado no <inix @sistema para fins acad-micos desenvolvido pelo &r. AndreA DanenbaumB. Linus enviou uma mensagem a um grupo pela *senet @uma esp/cie de grupo de not$cias em uma rede anterior 3 InternetB( na tentativa de conseguir pessoas #ue auxiliassem em seu projeto e disponibili+ou( em :R de Eutubro de GHHG( a versão :.:9 de seu trabal,o @o kernel de Linux e seu c5digo-fonteB para #ue todos pudessem contribuir. E kernel de Linux( o gerenciador de 'oot @iniciali+açãoB e o compilador G"" eram compilados em <inix e depois de um certo ponto( era poss$vel iniciar o sistema no pr5prio Linux e compilar os outros programas. Em GHHL( a versão G.: do kernel foi disponibili+ada e em GHHR( surgiram as primeiras distribuiç2es Linux( advindas da união entre o kernel de Dorvalds e as ferramentas desenvolvidas pelo projeto G.*. Esta união fe+ com #ue o sistema fosse recon,ecido pela =6= como G.*8Linux( mas esta denominação não / uma regra.

1.1.- – Kernel #$ "&%r e #$n$&./i)$
E kernel / a parte principal do sistema operacional. ele o respons?vel por manter o funcionamento de todos os dispositivos do sistema( bem como o gerenciamento da mem5ria e dos processos. 7ara #ue os dispositivos funcionem ade#uadamente( os drivers associados a eles podem ser configurados dentro do kernel ou como m5dulos separados. )sto define os conceitos de kernel monol$tico e kernel modular @microkernelB( respectivamente. Ambos os tipos de kernel possuem sua aplicação. E monol$tico( utili+ado mais em servidores de produção( onde o suporte aos dispositivos precisa de pouca ou nen,uma alteração( ou seja( compila-se o kernel somente com os drivers dos dispositivos instalados no

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GH

sistema e #ue provavelmente não sofrerão mudanças( ou seja( não serão removidos. Este / o tipo de kernel utili+ado por Linux. E microkernel @modularB / flex$vel e usado #uando se necessita adicionar ou remover o suporte a determinados dispositivos de forma din1mica e pr?tica( ou seja( os m5dulos são carregados en#uanto o dispositivo estiver em uso e depois são descarregados( liberando a mem5ria do sistema. E microkernel mant/m o suporte aos componentes mais b?sicos no espaço de mem5ria do kernel e os serviços como redes e v$deo são executados no espaço de mem5ria do usu?rio.

1.* – M$/i,%'($ 0%r% #igr%r 0%r% Lin"!
7ara alguns usu?rios de desktops( substituir seus sistemas operacionais atualmente em funcionamento pelo Linux representa um desafio dif$cil e um processo doloroso( para outros( a troca representa uma evolução pra+erosa. &iversos pontos devem ser analisados #uando se considerar a ,ip5tese de utili+ar Linux no lugar de outros sistemas operacionais( como Microsoft +indows( por exemplo. .a an?lise destes fatores( a maioria deles aponta diretamente as vantagens de um sistema Linux( dentre os #uais destacam-se neste trabal,o! segurança( custo( compatibilidade de programas( mel,or aproveitamento do hardware e suporte.

1.*.1 – Seg"r%n'%
6istemas de bases de dados p'blicas de segurança( como ,ug-illa( fa+em com #ue os softAares livres @Linux e seus aplicativosB possuam uma possibilidade de correção de erros em menor intervalo de tempo. E c5digo-fonte dispon$vel e a programação na linguagem "( possibilitam #ue #uais#uer programadores possam descobrir( corrigir e at/ mesmo disponibili+ar as correç2es para o sistema em #uestão de poucos dias ou ,oras. &e encontro a isto( os sistemas Microsoft +indows somente recebem manutenção pelo fabricante( o #ue acaba tornando o tempo para a correção de fal,as relativamente maior. Este tipo de agilidade na correção de vulnerabilidades e a estrutura do sistema com relação 3s permiss2es de acesso( fa+em de Linux um sistema operacional muito seguro e dif$cil de violar. Soa parte dos boletins de segurança de Microsoft +indows referem-se a fal,as #ue permitem a um atacante remoto tomar o controle da m?#uina ou executar c5digos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:

maliciosos no computador atingido. =al,as nos aplicativos tamb/m fa+em os sistemas Microsoft perderem pontos com relação 3 segurança( como no caso do 'rowser Internet Explorer e controles de tecnologia ctive. @ambos da MicrosoftB. Linux possui navegadores de c5digo aberto( mas isto não significa #ue eles estão livres de fal,as( entretanto( como citado anteriormente( a comunidade est? sempre trabal,ando para corrigir os problemas o mais r?pido poss$vel( o #ue merece um voto de confiança dos usu?rios.

1.*.* – C"s/$
Excelentes distribuiç2es de Linux estão dispon$veis para download na Internet e sem #ue se exija pagamento por elas. Eutros sistemas( como Microsoft +indows e <A"E6 @da ppleB( custam algumas centenas de d5lares e no caso da Microsoft( se um usu?rio desejar migrar para o mais novo +indows @no momento desta escrita( c,amado 0istaB( dever? considerar o investimento em hardware tamb/m. Al/m da licença do sistema operacional( / preciso considerar tamb/m as licenças dos programas #ue serão utili+ados e de antiv$rus. Em #ual#uer caso( Linux / imbat$vel( pois #uando um usu?rio precisar comprar uma m$dia de instalação de uma distribuição de &ebian G.*8Linux( por exemplo( pagar? somente o valor referente 3 m$dia aos revendedores autori+ados( o #ue custar?( em moeda brasileira( em torno de >\ L:(:: @menos de \ 9:(:: por I &0&s ou 99 "&sB. importante lembrar #ue o custo da m$dia / pago somente uma ve+ e #ue &ebian tamb/m est? dispon$vel gratuitamente para download. *ma c5pia de Microsoft +indows custa em torno de \ I::(:: e de <A"E6 N( \ L::(::. 6obre os programas a serem utili+ados em Linux( a maioria dos aplicativos / liberada de forma gratuita e com c5digo fonte( sob a G7L.

1.*.- – Dis0$ni1i&i % e e 0r$gr%#%s
7ara reali+ar as tarefas poss$veis em outros sistemas operacionais( os usu?rios de Linux t-m 3 sua escol,a uma vasta gama de aplicativos livres. Soa parte destes aplicativos estão dispon$veis nas m$dias de instalação das distribuiç2es @&ebian L.: conta com mais de GQ9:: pacotes de softAareB. Es bons aplicativos constru$dos para G.*8Linux tendem a ser compat$veis com formatos propriet?rios de outros sistemas e tamb/m buscam manter a facilidade de uso dos programas comerciais. )nfeli+mente( em alguns casos( a compatibilidade não / total( devido 3

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9G

caracter$stica do c5digo fec,ado dos programas comerciais( #ue dificulta o desenvolvimento de softwares livres compat$veis. .ormalmente( as comparaç2es entre aplicativos referem-se ao Linux e +indows. *m bom exemplo de programas substitutos e compat$veis #uase totalmente são as su$tes de escrit5rio Microsoft /ffice e /pen/ffice0org. Es navegadores Mo1illa &irefox( /pera e 2on3ueror são tr-s das alternativas em Linux ao Internet Explorer da Microsoft. 7rogramas para desen,o como E G)<7 e Inkscape visam substituir Photoshop( &ireworks e Corel4raw0 A grande vantagem dos aplicativos de Linux / #ue estes sofrem atuali+aç2es mais fre#]entes( al/m de serem gratuitos. 7ara um usu?rio #ue est? migrando de outro sistema operacional( / fundamental #ue con,eça os programas substitutos para #ue possa adaptar-se ao uso de Linux sem sentir a falta de alguns aplicativos essenciais ao seu trabal,o di?rio.

1.*.2 – S"0$r/e e Desen,$&,i#en/$
E suporte para Linux pode ser vendido por algumas distribuiç2es ou pode ser obtido diretamente na Internet( atrav/s dos in'meros sites dedicados 3 solução de problemas dos mais variados n$veis de dificuldade. A documentação existente para Linux / tão boa #uanto 3 documentação existente para Microsoft +indows. <il,ares de p?ginas de manuais são criadas pela comunidade de software livre( com explanaç2es sobre a instalação de programas( configuraç2es e utili+ação geral do sistema e seus aplicativos. Em Linux( / poss$vel entrar em contato com os desenvolvedores e relatar fal,as encontradas nos c5digos dos aplicativos ou durante a utili+ação dos mesmos( obtendo uma resposta r?pida e precisa acerca do assunto tratado. Assim( o suporte e o desenvolvimento camin,am juntos na comunidade de software livre( pois a cada fal,a relatada( uma correção / desenvolvida e liberada. Em alguns casos( o desenvolvimento de novas vers2es de aplicativos @para solucionar problemas dos usu?rios ou para mel,orar a funcionalidade dos softwaresB inspira os fabricantes de programas propriet?rios( como / o caso do sucesso dos navegadores com abas( funcionalidade j? con,ecida nos 'rowsers de Linux e #ue foi implementada posteriormente no Internet Explorer. Es ciclos de lançamento de novas vers2es de Linux e de seus aplicativos são mais curtos do #ue os de lançamento de outros sistemas( como Microsoft +indows( por exemplo.

1.- – Es/r"/"r% e regr%s 13si)%s $ sis/e#% Lin"!

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99

"on,ecer um sistema operacional por completo( entendendo todos os recursos oferecidos pelo mesmo( pode levar anos de estudo e utili+ação. E Linux oferece muitas ferramentas para desktops e servidores e tem um grande e importante grupo de comandos de shell @interface de lin,a de comandoB. .o est?gio de desenvolvimento das distribuiç2es atuais( os comandos c,egam a ser dispens?veis aos usu?rios iniciantes #ue gostam de facilidade( salvo alguns essenciais. "om o tempo e a pr?tica( se as necessidades surgirem( os usu?rios entenderão os motivos de se falar tanto no poder do shell( mas / importante #ue os usu?rios con,eçam pelo menos a estrutura b?sica do sistema para um primeiro contato com Linux.

1.-.1 – A es/r"/"r% e %r4"i,$s e# Lin"!
E sistema de ar#uivos de Linux esconde os detal,es dos discos( apresentando ao usu?rio um modelo #ue não depende dos dispositivos f$sicos #ue arma+enam a informação( ou seja( os ar#uivos não precisam pertencer 3 mesma unidade de disco. 7or exemplo( #uando um usu?rio visuali+a a estrutura de ar#uivos( enxerga diret5rios do sistema como 8etc( 8var e criados por ele mesmo( como 8dados. "ada um destes diret5rios pode estar em um disco diferente( mas todos serão vistos como se estivessem em um mesmo dispositivo. E modelo l5gico de organi+ação baseia-se no conceito de diret5rio( onde os ar#uivos são organi+ados em diret5rios @pastas( em outros sistemas operacionaisB e cada diret5rio pode possuir v?rios subdiret5rios e conter diversos ar#uivos. E conjunto de diret5rios e ar#uivos forma um sistema de ar#uivos rai+( ou ^?rvore_ de diret5rios. Em Linux( todos os diret5rios possuem nomes formados por letras( n'meros ou s$mbolos @exceto o diret5rio rai+( representado por 8 e c,amado de ^barra_( ^slash_( ^rai+_ ou ^diret5rio rai+_B. E diret5rio rai+ encontra-se no topo da ,ierar#uia e possui diversos subdiret5rios( como 8etc( 8var e 8usr. Esses subdiret5rios tamb/m são subdivididos( como em 8etc8init.d8 e 8usr8local8bin8. ",ama-se de ?rvore de diret5rios a representação do conjunto de diret5rios e subdiret5rios da ,ierar#uia do sistema. Fuando se deseja apontar para um ar#uivo em Linux( 3s ve+es / necess?rio informar a se#]-ncia completa de subdiret5rios #ue devem ser percorridos a partir de 8 para se c,egar ao ar#uivo( o #ue se c,ama de ^nome de ar#uivo totalmente #ualificado_( ^camin,o absoluto_ ou simplesmente ^camin,o_. 7or exemplo( se um usu?rio deseja referenciar um ar#uivo #ue est? no diret5rio 8usr8local8bin e / c,amado de iceweasel( o nome do ar#uivo / simplesmente iceweasel( mas o camin,o @pathB ou nome absoluto / 8usr8local8bin8iceweasel. *ma barra @8B sempre / colocada entre cada nome de diret5rio ou ar#uivo para identificar uma ramificação @note #ue em Linux usa-se uma barra comum( ao contr?rio de Microsoft +indows( #ue usa

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9I

uma barra invertida ^`_ para identificar camin,os de ar#uivosB. Linux possui diversos tipos de ar#uivos( dentre regulares @comuns( como ar#uivos texto por exemploB( do tipo dispositivo @#ue representam dispositivos f$sicos como 8dev8,daB( diret5rios @#ue são apenas ar#uivos especiais em LinuxB e v$nculos simb5licos. Estes 'ltimos( mais con,ecidos como sym'olic links ou links( são de muita utilidade aos usu?rios e administradores de Linux( pois possuem a capacidade de apontar para um camin,o absoluto de um ar#uivo ou diret5rio( substituindo o mesmo durante a execução de comandos no sistema. 7ara elucidar este conceito( segue o exemplo! se o sistema possui duas vers2es diferentes do mesmo programa instaladas( / poss$vel criar um link #ue aponte sempre para o programa mais recente. .este caso( se o usu?rio possuir duas vers2es do programa =irefox @G.R e 9.:B instaladas em 8usr8lib8firefox-G.R8firefox e 8usr8lib8firefox-9.:8firefox( / poss$vel criar um link em 8usr8bin8firefox apontando para 8usr8lib8firefox-9.:8firefox( #ue / a versão mais nova do programa( bastando referenciar ^firefox_ para #ue o sistema execute a versão indicada pelo link( neste caso( a versão mais recente. <uitas outras utilidades existem para os links( bastando #ue o usu?rio familiari+e-se com o sistema para identific?-las facilmente. )ndependentemente de serem links( ar#uivos regulares ou diret5rios( os nomes de ar#uivos em Linux são case#sensitive( o #ue e#uivale di+er #ue diferenciam-se as letras mai'sculas e min'sculas. Assim( Ar#uivo:G / diferente de A>#uivo:G( simplesmente pelo fato da letra > ser mai'scula no segundo caso e min'scula no primeiro. Este / um ponto importante e #ue exige adaptação de usu?rios de outros sistemas operacionais não baseados em *nix. Al/m do camin,o absoluto dos ar#uivos( / comum #ue os usu?rios ouçam o termo ^camin,o relativo_. Esta expressão significa o camin,o de um ar#uivo( partindo-se do diret5rio atual. 6e o diret5rio em #ue se encontra o usu?rio / 8,ome8simba( um ar#uivo de camin,o absoluto 8,ome8simba8Aeb8pagina.,tml / referenciado de forma relativa por 8Aeb8pagina.,tml( uma ve+ #ue o diret5rio we' est? abaixo do diret5rio atual do usu?rio. Em um shell de comandos( o diret5rio corrente / representado por um ponto @.B e o diret5rio imediatamente superior ao atual / representado por dois pontos @..B( assim( seria e#uivalente di+er #ue o camin,o relativo do ar#uivo citado / .8Aeb8pagina.,tml ou ..8simba8Aeb8pagina.,tml.

1.-.* – Prin)i0%is ire/5ri$s e# Lin"! e s"% "/i&i6%'($

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9L

Alguns diret5rios em Linux assumem um papel padrão dentro do sistema( independentemente da distribuição utili+ada. Es ar#uivos são organi+ados nos diret5rios( na maioria dos casos( por seu objetivo ou utilidade. &esta maneira( o sistema fica sempre organi+ado( sendo f?cil encontrar um ar#uivo #uando necess?rio. Alguns diret5rios principais são!
● ● ●

8 - representa o diret5rio rai+( o topo da ,ierar#uia% 8bin M diret5rio #ue cont/m utilit?rios b?sicos de lin,a de comando% 8'oot M inclui os comandos e ar#uivos necess?rios para Linux iniciali+ar( como 8dev M dispositivos( #ue podem ser acessados por programas #ue processam

G>*S e o kernel( por exemplo%

ar#uivos convencionais. &ispositivos como 8dev8,daG( representam uma partição do disco r$gido e / preciso ter cautela na manipulação destes dispositivos para evitar problemas no sistema%

8etc M diret5rio onde são gravados os ar#uivos de configuração globais do 8home M os usu?rios #ue interagem com o sistema e não possuem privil/gios

sistema e da maioria dos aplicativos e ferramentas%

administrativos possuem seus ar#uivos guardados em um diret5rio com seu nome dentro do diret5rio home. 7or exemplo( os ar#uivos do usu?rio simba ficam guardados em 8home8simba( #ue / c,amado o diret5rio principal de simba @representado no shell de comandos por um sinal gr?fico til @aB%

8lib M guarda as bibliotecas exigidas por diversos aplicativos e tamb/m pelo 8proc M diret5rio virtual @não existe fisicamenteB mantido pelo kernel do Linux.

kernel do Linux%

.ele são guardadas informaç2es sobre os processos ativos( sobre o estado das portas( sobre as redes( m5dulos e sobre o funcionamento geral do computador no momento%

8root M o diret5rio principal do usu?rio root( separado dos diret5rios de 8home0

7or padrão( os ar#uivos deste diret5rio pertencem ao usu?rio root e não podem ser modificados por usu?rios comuns do sistema%
● ●

8sbin M guarda muitos comandos de administração do sistema% 8tmp M dedicado a ar#uivos tempor?rios do sistema e geralmente / esva+iado 8usr M diret5rio #ue arma+ena programas e dados dispon$veis a todos os 8var M cont/m dados vari?veis da sessão( como ar#uivos de registros @logsB(

pelo programa ^cron_ em um intervalo de dias%

usu?rios do sistema( podendo ser compartil,ado entre diversas estaç2es de trabal,o%

grupos de impressão e ar#uivos tempor?rios%

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9R

1.-.- – Per#iss7es e %)ess$ % %r4"i,$s e ire/5ri$s
Dodos precisam de uma conta de usu?rio para interagir com um sistema Linux e cada conta tem privil/gios #ue variam de acordo com o comando ou diret5rio utili+ado. As contas são organi+adas em grupos e por padrão( os usu?rios com o nome igual ao do grupo são os 'nicos membros dele. *m grupo / criado automaticamente #uando se adiciona um usu?rio ao sistema( mas / poss$vel organi+ar usu?rios em novos grupos( podendo configurar direitos e privil/gios tanto individualmente #uanto por grupos. 7or exemplo( o grupo simba possui como membro o usu?rio simba( #ue por sua ve+( pode pertencer a outros grupos do sistema como um grupo c,amado de usuarios0)7. Assim( as permiss2es do usu?rio simba( do grupo simba e do grupo usuarios0)7 são aplic?veis ao usu?rio simba. 7ara prover segurança e integridade ao sistema( Linux possui um es#uema de permiss2es de acesso para cada ar#uivo ou diret5rio( #ue são especificadas separadamente para tr-s categorias de usu?rios!
● ● ●

o usu?rio #ue / dono do ar#uivo @userB% usu?rios #ue fa+em parte do grupo ao #ual o ar#uivo pertence @groupB% todos os outros usu?rios @othersB. ler @readB! para examinar o conte'do do ar#uivo% escrever @writeB! para modibcar o ar#uivo% executar @executionB! para executar o ar#uivo como um comando. ler! para listar o conte'do do diret5rio% escrever! para adicionar ou remover ar#uivos no diret5rio% executar! para acessar ar#uivos no diret5rio.

7ara ar#uivos( cada permissão correspondente possibilita!
● ● ●

7ara os diret5rio( cada permissão correspondente possibilita!
● ● ●

A permissão de execução no diret5rio significa tamb/m #ue / permitida a visuali+ação dos atributos dos ar#uivos pertencentes a ele. Estes atributos podem ser resumidos como sendo o taman,o de cada ar#uivo e a data e ,ora de sua 'ltima modibcação. Em um ambiente gr?fico( / f?cil identificar as permiss2es aplicadas sobre determinado ar#uivo( mas em uma interface de lin,a de comando( existem algumas definiç2es #ue devem ser elucidadas. Fuando se executa o comando ^ls -l_ @sem aspasB em um terminal( uma sa$da / obtida semel,ante ao seguinte exemplo! drAxr-xr-x 9 simba simba OL: 9::;-:G-I: G9!I; &iversos Demas-G -rA-r--r-- G simba usuarios0)7 IO;OR9O 9::;-:G-I: GG!LQ Amenoc>emix.ogg -rA-r--r-- G simba simba Q::I;H: 9::;-:G-9R GO!L9 "on#uestcofc7aradise.ogg -rA-r--r-- G simba simba I;9RHQH 9::;-:G-9I G:!R; &ondtcVorrTcSecCappT.ogg

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9O

E primeiro caractere da lin,a representa o tipo de ar#uivo. 6e este caractere não for um ,$fen( então não / um ar#uivo normal( podendo ser um diret5rio @se o caractere for ^d_B ou um v$nculo @lB( ou outros tipos de ar#uivos. As permiss2es do ar#uivo são representadas pelos pr5ximos nove caracteres( tr-s caracteres para o dono( mais tr-s para o grupo propriet?rio e mais tr-s para todos os outros usu?rios do sistema( respectivamente. Em seguida( tem-se o n'mero de ligaç2es diretas @hard linksB para o ar#uivo( o nome do usu?rio #ue / o dono do ar#uivo( o nome do grupo ao #ual o ar#uivo pertence( o taman,o do ar#uivo em 'ytes @usar o modificador -, no comando para #ue o taman,o do ar#uivo seja exibido de uma forma mais amig?velB( a data e ,ora do ar#uivo e o nome do mesmo. Es caracteres r( A e x( significam ler( escrever e executar( nessa ordem. 6e for considerada a segunda lin,a da sa$da do comando citado( para usu?rio simba @dono do ar#uivoB( tem-se os tr-s primeiros caracteres como ^rA-_ @pode ler e escrever( mas não executarB( para o grupo usuarios0)7 tem-se ^r--_ @apenas leituraB e para os demais usu?rios a mesma permissão de usuarios0)7 @r--B.

1.-.2 8 C$#%n $s 9/eis
Apesar de contar com ferramentas gr?ficas muito boas( o verdadeiro poder de Linux encontra-se nas lin,as de comandos. Atrav/s de um shell / poss$vel reali+ar tarefas #ue muitas ferramentas gr?ficas não conseguiriam e al/m disso com muita efici-ncia e velocidade. Es comandos geralmente possuem modificadores( #ue são argumentos @letras ou palavrasB digitados ap5s os nomes dos comandos para #ue se obten,a resultados diferentes e adaptados 3s diversas necessidades. 7or exemplo( o comando ^ls_( utili+ado para listar os ar#uivos em um diret5rio( se digitado desta forma apenas exibe os ar#uivos sem detal,es( al/m de não exibir ar#uivos ocultos no diret5rio. Es modificadores l( a e , reali+am as tarefas de exibir os ar#uivos em uma lista( os ar#uivos ocultos e exibir o taman,o dos mesmos em uma forma de f?cil leitura por ,umanos @<S( GS( etcB. A ordem dos modificadores neste caso não / importante( desta maneira( o comando completo ficaria! \ ls -la, A#ui serão apresentados apenas alguns comandos b?sicos do sistema( dentre os muitos existentes. 7ara obter mais informaç2es sobre os comandos( recomenda-se ao usu?rio ler as p?ginas de manuais dos mesmos( digitando e man comando

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9;

Ende ^comando_ / substitu$do pelo comando propriamente dito. 7ara fec,ar uma p?gina de manual( basta pressionar a tecla #. 6egue a breve lista!
● ●

ls! listar ar#uivos em um diret5rio. <odificadores mais comuns! l( a( ,% cd! mudar o diret5rio de trabal,o ativo. 6e digitado na sua forma mais simples(

leva o usu?rio ao seu diret5rio home. 6e utili+ado com um argumento indicando o camin,o absoluto ou relativo de outro diret5rio( torna este o diret5rio atual. Exemplo! cd 8usr8local( cd 8etc8apt( cd .. @um diret5rio acimaB( cd a @vai para home do usu?rio tamb/mB%
● ●

pAd! exibe a informação de #ual / o diret5rio de trabal,o ativo no momento% mv! mover ou renomear um ar#uivo. Exemplo! mv 8etc8ar#uivoG 8etc8ar#uivo9(

fa+ com #ue o ar#uivoG seja renomeado para ar#uivo9( ao final do comando( ar#uivoG deixa de existir%

cp! copia ar#uivos entre diret5rios. Exemplo! cp 8etc8ar#uivoG 8etc8ar#uivo9(

fa+ uma c5pia de ar#uivoG para ar#uivo9 e ambos continuam existindo ao final da execução do comando%

rm! remove ou apaga um ar#uivo. 6e utili+ado com os argumentos r e f pode

apagar um diret5rio mesmo #ue conten,a dados. Exemplo! rm 8etc8ar#uivoG( apaga ar#uivoG. <uito cuidado com este comando( pois se utili+ado de maneira e#uivocada com o usu?rio root pode comprometer seriamente o sistema%

cat( less e more! utili+ados para ler ar#uivos em formato texto. E cat gera uma

sa$da 'nica( en#uanto #ue less e more geram uma sa$da #ue pode ser paginada com as teclas direcionais @setas do tecladoB%

ps! exibe um instant1neo dos processos atualmente em execução. Es uso mais

comum deste comando /! ps aux( #ue exibe todos os processos( mesmo de outros usu?rios%

top! permite um monitoramento cont$nuo dos processos em execução( ao lsmod! exibe os m5dulos carregados no sistema% rmmod @ou modprobe -rB! remove um m5dulo do kernel( por isso exige como modprobe! carrega um m5dulo do kernel( por isso tamb/m exige o nome do

contr?rio de ps #ue apenas exibe uma p?gina fixa. 7ara encerrar( basta pressionar #%
● ●

argumento o nome do m5dulo a ser removido( por exemplo! rmmod spcaRxx%

m5dulo como argumento%

1.2 – S"0$r/e % hardware n$ Lin"!

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9Q

Es dispositivos @device drivers ou somente devicesB são ar#uivos especiais utili+ados pelo sistema Linux para obter acesso aos recursos presentes no computador. Dodos os perif/ricos e recursos do sistema são acessados pelo kernel atrav/s de dispositivos. 7or exemplo( para acessar a Internet( ser? necess?rio um dispositivo( para utili+ar um terminal( outro( para acessar um disco r$gido( outro dispositivo. .os sistemas G.*8Linux encontram-se duas categorias de dispositivos! os do tipo caractere e do tipo de bloco. Es dispositivos do tipo caractere são a#ueles em #ue a transfer-ncia de dados / reali+ada de modo serial( ou seja( um caractere por ve+. Estes dispositivos são identificados na sa$da do comando ^ls -l_ tendo um ^c_ como o primeiro caractere da lin,a. Alguns exemplos para estes dispositivos são portas paralelas @impressorasB( portas seriais @modemsB( dispositivos de ?udio( terminais( teclado( mouse( etc. Es dispositivos do tipo bloco diferenciam-se do tipo caracter no #ue tange 3 transfer-ncia de dados( #ue neste caso / feita por blocos( oferecendo grande #uantidade de dados por ve+. Estes são identificados na sa$da do comando ^ls -l_ por possu$rem o caracter ^b_ como primeiro da lin,a. A#ui( em geral( encontram-se os dispositivos de arma+enamento tais como dis#uetes( discos r$gidos( "&->E<s( dispositivos *6S @mem5ria eletrZnicaB( dentre outros. Existe uma grande #uantidade de dispositivos espec$ficos( entretanto( no presente documento( somente os mais utili+ados pelos usu?rios de desktop serão abordados.

1.2.1 – Uni % es e %r#%6en%#en/$ e #. i% e!/ern%
Es discos r$gidos ligados 3s controladoras )&E recebem uma identificação padrão de Linux para depois serem acessados pelo sistema atrav/s de um dispositivo. E es#uema de nomenclatura para estes discos / constitu$do do prefixo ^,d_( seguido de uma letra( começando em ^a_( para a se#]-ncia de discos encontrados nas controladoras( iniciando em )&EG8mestre @,daB( depois )&EG8escravo @,dbB( em seguida )&E98mestre @,dcB e )&E98escravo @,ddB. As partiç2es existentes nos discos recebem uma identificação composta da identificação do dispositivo e um n'mero se#]encial( sendo #ue para cada disco( a contagem começa em G. &esta maneira( a primeira partição do disco ,da / ,daG( a segunda / ,da9( a primeira partição do disco ,db / ,dbG( e assim sucessivamente. Fuanto aos dispositivos de "&->E<( existem atal,os simb5licos #ue indicam em #ual dos dispositivos reais eles se encontram. )sto / necess?rio por#ue os "&s podem ser instalados em #uais#uer dos canais )&E @prim?rio( secund?rioB em #ual#uer posição @mestre( escravoB e antigos hardwares de "&->E< #ue não utili+avam a controladoras )&E para

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9H

serem conectados ao sistema. Geralmente o link simb5lico utili+ado / 8dev8cdrom.

1.2.* – Uni % es SCSI
.a versão 9.L do kernel( os gravadores de "&->V e &0&->V são acessados como se fossem dispositivos 6"6). 7or este motivo( eles devem utili+ar os dispositivos 6"6) do sistema( #ue são nomeados segundo uma regra semel,ante 3#uela aplicada para os discos )&E( diferenciando-se pelo prefixo utili+ado( ^sd_ em ve+ de ^,d_. Es dispositivos de mem5ria remov$veis como pendrives e c1meras digitais modernas tamb/m são recon,ecidos( na maioria das ve+es( como dispositivos 6"6)( recebendo uma denominação como sda( sdb( etc.

1.2.- – Dis4"e/es
Es dis#uetes em G.*8Linux são acessados pelos dispositivos com prefixo 8dev8fd @fd vem de floppy diskB( seguidos de um n'mero indicando a se#]-ncia das unidades( iniciando em :. Assim( a primeira unidade de dis#uete ser? fd: @corresponde a A! em +indowsB. Epcionalmente( pode existir a indicação da densidade do disco( como a seguir!

fd:dIO: - primeira unidade de dis#uete( formato baixa densidade( capacidade fd:uGLL: - primeira unidade de dis#uete( formato alta densidade( capacidade fdG M segunda unidade de dis#uete( em +indows corresponde a S!.

IO: PS - corresponde aos dis#uetes de R.G8L_ && @dou'le densitT M dupla densidadeB%

GLL: PS - corresponde aos dis#uetes de I.G89_( C& @high density M alta densidadeB%

Em algumas situaç2es( como no caso de formatação via shell( / necess?rio referir-se a um dispositivo espec$fico( indicando a densidade da m$dia.

1.2.2 – Sis/e#% e 3" i$ e #"&/i#. i%
A partir do kernel 9.O( o sistema AL6A @ dvanced (inux Sound rchitectureB foi inclu$do e aperfeiçoado em Linux( provendo novas funcionalidades @existe tamb/m AL6A para kernel 9.LB e substituindo o antigo sistema de som E66 @/pen Sound SystemB. AL6A corrige problemas com vel,os drivers( #ue somente funcionavam considerando uma 'nica "7* por desktop. )mportantes funcionalidades como o suporte para hardwares mais novos @incluindo

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - I:

dispositivos *6S de ?udio e <)&)B( suporte para a utili+ação de dispositivos de som em conjunto e diferentes dispositivos de som no mesmo sistema tamb/m são dignos de desta#ue. Entretanto( os usu?rios de desktops precisam de suporte não somente a placas de som( mas tamb/m a we'cams( adaptadores de r?dio8D0 e gravadores de v$deo digital. Em todos os casos( o suporte em Linux foi mel,orado com o kernel 9.O. E sistema 0LL @5ideo for (inux ) 0$deo para LinuxB( recebeu atuali+aç2es durante o desenvolvimento do kernel 9.O( incluindo o suporte a mais funcionalidades das placas de D0 e c1meras de v$deo. E kernel Linux 9.O tamb/m inclui o primeiro suporte interno para e#uipamentos de &0S - 4igital 5ideo ,roadcasting @Emissão de 0$deo &igitalB. E &0S / um padrão europeu utili+ado por muitas operadoras de D0 por assinatura e possibilita( por exemplo( transmitir mais de um programa por canal ao mesmo tempo. Es dispositivos internos utili+ados para acesso a recursos multim$dia são diversos( em geral( placas de captura de v$deo e we'cams são recon,ecidas em 8dev8video: e 8dev8videoG e as placas de ?udio podem utili+ar mais de um dispositivo( dependendo do sistema de som instalado @E66 ou AL6AB.

1.2.: – P$r/%s seri%is e 0%r%&e&%s
As placas de fax-modem( em geral( são divididas em hardmodem e softmodem. As placas do tipo hardmodem utili+am dispositivos de portas seriais( con,ecidos em Linux por ttT6: @"E<GB( ttT6G @"E<9B( etc. Es softmodems( tamb/m c,amados winmodems6 utili+am um dispositivo especial criado pelos drivers para sua instalação. Este tipo de modem possui bom suporte na versão 9.O( mas em algumas distribuiç2es são encontradas dificuldades na sua instalação( devido ao fato de serem hardware espec$fico para determinados sistemas operacionais @Microsoft +indows( de onde vem o nome winmodemB. As portas paralelas são referenciadas pelo sistema utili+ando os dispositivos lp:( lpG e no caso das impressoras #ue utili+am o barramento *6S( estes dispositivos ficam locali+ados em 8dev8usb( onde são mantidos as mesmas definiç2es de nomenclatura.

1.2.; – P&%)%s e ,. e$ )$# %)e&er%'($ -D
As placas de v$deo( de uma forma geral( são bem suportadas em Linux. E hardware / detectado pelo instalador e o driver b?sico / instalado automaticamente( entretanto( a aceleração I& destes dispositivos @importante para a utili+ação de jogos e softwares de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - IG

trabal,os gr?ficosB / suportada por drivers espec$ficos dos fabricantes do hardware. As principais fabricantes de placas deste tipo desenvolvem drivers de seus produtos para Linux. )nfeli+mente( os c5digos-fontes destes drivers são indispon$veis 3 comunidade( o #ue impede um mel,or trabal,o na construção de tais programas pelos desenvolvedores de Linux. &entre os fabricantes mais con,ecidos( como AD) @comprada pela A<&B e n0idia( este 'ltimo / o #ue oferece mel,or suporte 3 plataforma Linux. Es drivers oferecidos pela A<&8AD)( na ocasião desta escrita( são de instalação mais complexa e não oferecem o devido suporte( obrigando os desenvolvedores da comunidade de Software Livre a criarem alternativas. A compra da AD) pela A<& gerou expectativas nos usu?rios de Linux no sentido de #ue o suporte fosse mel,orado e depois de algum tempo indecisa( a A<& iniciou um processo de abertura das especificaç2es das placas a partir da >R::( permitindo aos interessados desenvolverem drivers de c5digo aberto. E descaso de algum tempo da compan,ia AD) com a comunidade foi irritante para >ic,ard 6tallman( #ue durante uma palestra no <)D por um engen,eiro da AD) @<aio de 9::OB( levantou uma placa com os seguintes di+eres! 4on7t 'uy from $I ) enemy of your freedom @.ão compre da AD) M inimiga da sua liberdadeB. A n0idia( ao contr?rio da concorrente( mostra-se bastante interessada em colaborar com o suporte de suas placas no Linux j? ,? algum tempo( oferecendo drivers de f?cil instalação e com suporte mais completo( al/m de atuali+aç2es fre#]entes para os mesmos. Es drivers para as placas n0idia encontram-se em um est?gio de maturidade muito satisfat5rio e oferecem uma excelente experi-ncia em suporte I& no Linux para seus usu?rios. 7ara efeito de comprovação( no presente trabal,o( uma placa AD) !adeon HO:: 6E de G9Q <S de mem5ria era o hardware de v$deo existente no sistema. E autor foi obrigado a substituir o dispositivo por uma placa n0idia =N RR:: para #ue os jogos e efeitos I& pudessem ser demonstrados. extremamente v?lido reforçar #ue a aceleração I& no presente trabal,o foi ,abilitada na primeira tentativa com o driver propriet?rio da n0idia.

1.: 8 C$#$ 1"s)%r %<" % n$s 0r$gr%#%s e n% Internet
muito dif$cil descrever todas as funcionalidades dos programas e de &ebian em um 'nico livro( pois muitos programas merecem livros exclusivos pela #uantidade de recursos #ue oferecem. A primeira coisa #ue um usu?rio de software livre deve ter em mente / #ue seja l? #ual for o problema #ue esteja enfrentando ou a d'vida #ue ten,a( certamente encontrar? pessoas

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - I9

na comunidade #ue possuem a experi-ncia necess?ria para auxiliar ou encontrar? muita documentação e tutoriais sobre cada um dos programas #ue deseja utili+ar. 7ara encontrar manuais de utili+ação pode acessar o menu Ajuda #ue a maioria dos os programas possuem. L? podem ser esclarecidas muitas d'vidas sobre o uso de bot2es da interface ou configuraç2es dos programas. Algumas ve+es( o usu?rio at/ con,ece de cor as funcionalidades dos bot2es do programa( mas não sabe exatamente #ual o efeito #ue eles provocam #uando pressionados( afinal( a leitura fa+ com #ue o usu?rio memori+e os passos( mas somente a pr?tica pode fa+er com #ue ele aprenda e entenda realmente o #ue est? fa+endo. "asos como estes podem ser encontrados #uando se trata da produção de documentos ou at/ mesmo na edição de imagens( por exemplo. Es mil,ares ou talve+ mil,2es de tutoriais( artigos( dicas e revistas digitais espal,ados na Internet podem fa+er de um programa descon,ecido uma ferramenta valiosa para a comunidade. 7ois bem( para encontrar estes valios$ssimos documentos nada mel,or do #ue uma boa ferramenta de buscas e alguns bons we'sites especiali+ados. E autor recomenda o Google como buscador( pois / muito completo em recursos( basta ler a ajuda do pr5prio site. Al/m de ser uma boa ferramenta( o Google tamb/m possui uma seção destinada aos usu?rios de Linux( acess$vel pelo endereço AAA.google.com8linux( onde os resultados exibidos são mais objetivos. .a =)G. G pode ser observada uma busca sobre Inkscape( feita no endereço citado.

=)G*>A G - Exemplo de busca no Google Eutros we'sites especiali+ados #ue merecem cr/ditos pela boa #uantidade de material

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - II

dispon$vel são AAA.debian.org( AAA.forumdebian.com.br( ,ttp!88rautu.cipsga.org.br( todos espec$ficos sobre o sistema operacional &ebian G.*8Linux. Eutros sites tratam de software livre de forma mais abrangente e acabam destacandose pela #ualidade dos materiais disponibili+ados pelos seus mantenedores ou seus membros( sendo lembrados pelo autor( na ocasião desta escrita! AAA.vivaolinux.com.br( AAA.dicasl.com.br( AAA.linuxsecuritT.com.br( AAA.noticiaslinux.com.br( AAA.softAarelivre.org( ,ttp!88under-linux.org( AAA.bestlinux.com.br( AAA.guiado,ardAare.net( AAA.linuxmall.com.br. Estes agrupam not$cias( dicas( artigos( f5runs( tutoriais( c5digos( scripts( imagens( venda de livros( "&s e outros produtos sobre software livre. Al/m destes( cita-se tamb/m o we'site do distribuidor de cada sistema operacional( caso o usu?rio experimente outros ^sabores_ de Linux( como 6lackAare( >edCat( =edora( Purumin( 6*6E( *buntu( etc. A #uantidade de informaç2es dispon$vel no presente trabal,o e nestes endereços pode suprir de forma satisfat5ria 3s necessidades b?sicas de um usu?rio desktop( mas sempre #ue uma d'vida surgir e estiver dif$cil encontrar a solução( / prov?vel #ue o usu?rio volte ao Google e então / necess?rio ter noção de como fa+er uma pes#uisa eficiente por palavrasc,aves. Fuando se procura algo em ferramentas de buscas( / mais eficiente digitar termos relevantes ao assunto e fa+er ^perguntas curtas_( como exemplo! deseja-se buscar uma forma de iniciar um programa automaticamente #uando o ambiente P&E for carregado. .este caso( não / necess?rio digitar toda a expressão descrita da d'vida( mas simplesmente digitar ^P&E iniciar programa_ @sem as aspas( pois elas são utili+adas para buscar express2es fixasB. Sasta fa+er o teste e conferir como os resultados #ue aparecem são exatamente os #ue resolvem o problemaf

* – A DISTRI=UIÇÃO DE=IAN GNU>LINUX
As pessoas podem montar seus sistemas G.*8Linux da maneira #ue desejarem( seja compilando os componentes do sistema @kernel e aplicativosB( seja baixando imagens de instalação de sistemas compilados completamente para sua ar#uitetura de ,ardAare. Ao contr?rio do #ue o usu?rio inexperiente em Linux pode pensar( Linux não / uma marca de computador e tamb/m não / uma marca de sistema operacional. &iferente do sistema +indows( cujas vers2es são produ+idas por uma 'nica empresa( as vers2es de Linux são disponibili+adas por muitos fornecedores diferentes. 7ode-se pensar nisso como times de futebol( onde os instrumentos @bolas( c,uteirasB são os mesmos( variando um pouco na marca( mas os componentes das e#uipes e a forma de jogar / completamente diferente para cada time. .o caso de Linux( o n'cleo do sistema @kernelB / o mesmo( variando um pouco na versão @9.L( 9.O( etcB mas o conjunto de programas final( ou seja( o sistema operacional de forma completa( comporta-se de maneira distinta de um fornecedor para o outro. Es fornecedores de imagens do sistema prontas para instalação são con,ecidos como distribuidores e eles existem em grande n'mero. A diferença entre as distribuiç2es est? nos objetivos para #ue foram criadas( os programas e padr2es usados para distribuir pacotes de aplicativos aos usu?rios( al/m do sistema de instalação( praticidade de utili+ação e ferramentas de manutenção( documentação e suporte. Es conjuntos de software resultantes recebem o nome de &istribuiç2es G.*8Linux. <uitas distribuiç2es são mantidas por organi+aç2es ou empresas( como / o caso de !ed %at( <andriva( &ebian e Gentoo( por exemplo. Entretanto( devido 3 caracter$stica de c5digo aberto( nada impede #ue #ual#uer pessoa possa criar sua pr5pria versão de Linux e distribu$-la( o #ue explica as mais de I:: distribuiç2es dispon$veis. E #ue fa+ a diferença neste caso / a #ualidade do software produ+ido( uma ve+ #ue as organi+aç2es costumam testar muito bem seus conjuntos de software antes de torn?-los dispon$veis aos usu?rios( o #ue acaba tornando apenas 9: ou I: distribuiç2es mais con,ecidas e utili+adas. Escol,er #ual distribuição ser? utili+ada cabe a cada usu?rio( de acordo com o atendimento 3s suas necessidades. Em geral( recomenda-se #ue os usu?rios escol,am distribuiç2es #ue sejam atuali+adas e suportem todo o hardware de seus e#uipamentos.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - IR

A escol,a de uma distribuição vai al/m da opinião al,eia sobre ela( afinal( o #ue / bom para um usu?rio pode não ser satisfat5rio para outro. "omo base para escol,a( o usu?rio pode definir o #ue espera da distribuição e pes#uisar na Internet sobre cada item( por exemplo!
● ●

<in,as placas de v$deo( som( rede e modem são suportadas pela distribuiçãog poss$vel instalar os programas dos #uais necessito e consigo fa+er isto 6e eu precisar de ajuda( existem comunidades na Internet( f5runs( suporte

so+in,og

gratuito ou mesmo pagog Ende encontro documentação sobre o sistema para #ue possa aprender mais sobre a distribuiçãog
● ●

E sobre as atuali+aç2es do sistema( o desenvolvimento dela / ativog A distribuição / est?vel ou existem muitas fal,asg

"onforme a busca / reali+ada( o usu?rio notar? #ue algumas distribuiç2es providenciam certas facilidades aos usu?rios( mas não possuem estabilidade suficiente( outras são leves e est?veis( mas não possuem uma comunidade ativa. .o presente trabal,o( baseando-se nas caracter$sticas de estabilidade( suporte a hardware( documentação( comunidade ativa e facilidade de instalação de programas( ser? utili+ada a distribuição &ebian G.*8Linux( em sua versão L.:.

*.1 – O Pr$<e/$ De1i%n
E objetivo do projeto &ebian / criar um sistema operacional livre( de alta #ualidade( completo e compat$vel com *nix. Este sistema / con,ecido por &ebian G.*8Linux ou &ebian. E nome &ebian foi dado por )an <urdock( fundador do projeto( sendo uma contração de seu nome com o da sua esposa( &ebra. )an teve participação tamb/m na diretoria da (inux Standards ,ase e da (inux &oundation( onde esteve at/ <arço de 9::;( #uando foi contratado pela 6un Microsystems para ser o respons?vel pela evolução das estrat/gias da empresa no #ue di+ respeito ao Solaris e ao Linux. E 7rojeto &ebian foi criado por <urdock em GHHI( inicialmente patrocinado pelo projeto G.* da &ree Software &oundation @de GHHL a GHHRB0 .o in$cio( compun,a-se de uma e#uipe pe#uena( não existiam depend-ncias entre pacotes e destinava-se apenas 3 ar#uitetura iIQO. "om o passar do tempo( aumentaram o n'mero de pacotes e de pessoas envolvidas com o projeto( sendo #ue os n'meros subiram para mais de GR::: pacotes( portados na #uase totalidade para mais de G: ar#uiteturas( por cerca de GR:: colaboradores. <uitos dos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - IO

aplicativos #ue comp2em o &ebian G.*8Linux foram desenvolvidos pelo projeto G.*. 6urgindo apenas dois anos depois da criação do kernel de Linus Dorvalds( &ebian / uma das mais antigas distribuiç2es de Linux e não possui #uais#uer ligaç2es comerciais com corporaç2es( sendo todo o trabal,o feito por desenvolvedores volunt?rios espal,ados pelo mundo. E ciclo para lançamento de novas vers2es est?veis de &ebian aumentou desde a primeira versão devido ao crescimento do projeto( c,egando a tr-s anos de uma versão a outra. 7ara compensar( o &ebian( em sua versão L.:( disp2e de mais de GQ9:: pacotes( ou seja( softwares pr/-compilados e empacotados em um formato amig?vel( o #ue fa+ com #ue sejam de f?cil instalação e prov- uma estabilidade ao sistema #ue / dif$cil de ser encontrada em outras distribuiç2es. A #ualidade do sistema &ebian fa+ com #ue ele seja uma base sobre a #ual novas distribuiç2es podem ser constru$das. Alguns exemplos de distribuiç2es baseadas em &ebian são Pnoppix( 4reamlinux( Purumin e *buntu( cada uma com suas particularidades( mas com a origem comum.

*.* – Os 0%)$/es e se" geren)i%#en/$ n$ De1i%n GNU>Lin"!
Fual#uer pessoa #ue j? ten,a utili+ado uma distribuição de G.*8Linux ter? observado o componente fundamental da maioria das distribuiç2es! os pacotes. Es pacotes fa+em parte de um conceito utili+ado no mundo *nix ,? um bom tempo. .as distribuiç2es Linux( este conceito ad#uire um -nfase particular( dado #ue os sistemas de pacotes levam funcionalidades adicionais( com o interesse de liberar o usu?rio de tarefas #ue poderiam ser mel,or gerenciadas de forma autom?tica. &este interesse surgem os conceitos de pacotes #ue dependem de outros pacotes( pacotes #ue entram em conflito com outros( etc. Em #ual#uer caso( / necess?rio diferenciar entre o #ue / o sistema de pacotes e o formato de pacotes( para #ue não ,aja confusão.

*.*.1 – Os 0%)$/es n$ De1i%n GNU>Lin"!
Es pacotes em &ebian( de forma resumida( são programas colocados dentro de ar#uivos identificados pela extensão .deb( #ue incluem o necess?rio para a instalação do programa( um sistema de c,ecagem de depend-ncias( scripts de automati+ação para remoção do pacote( listagem de ar#uivos e outras informaç2es. &ois tipos de pacotes são distintos em &ebian! bin?rio e fonte @sourceB. Es pacotes

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - I;

fontes @sourceB possuem o c5digo original do programa( descriç2es sobre os ar#uivos componentes dos pacotes e são compactados( podendo ser manipulados pelo utilit?rio dpkgsource. Es c5digos fontes destes pacotes( #uando compilados( geram os pacotes bin?rios. Es pacotes bin?rios são a#ueles #ue cont-m ar#uivos execut?veis( de configuração( imagens e documentação. .ativamente( &ebian utili+a a extensão .deb para este tipo de pacote e possui a ferramenta dpkg para sua manipulação @instalação( remoção( verificaçãoB. Estes tipos de pacotes são os mais comuns entre os usu?rios( uma ve+ #ue facilitam a instalação dos programas. 6em os pacotes( ainda / poss$vel instalar um programa atrav/s da compilação do c5digo fonte do mesmo( mas isto dificulta o processo para os iniciantes em Linux. Es pacotes bin?rios em &ebian utili+am uma nomenclatura do tipo ^nomec000>>>.deb_( onde 000 / o n'mero de versão especificado pelo desenvolvedor original do programa e >>> / o n'mero da revisão &ebian( descrito pelo mantenedor &ebian do pacote ou por um usu?rio #ue faça modificaç2es em #uais#uer de seus componentes. Eutros formatos de pacotes podem ser utili+ados para a instalação de softwares no &ebian( como por exemplo( o formato ^rpm_( comum ao !ed %at Linux e seus derivados. 7ara tal tarefa( os pacotes precisam ser convertidos em pacotes ^deb_( utili+ando o programa alien.

*.*.* – Geren)i%#en/$ e 0%)$/es
7ara #ue os pacotes possam ser utili+ados e organi+ados( conjuntos de regras são criados para cada distribuição( informando o local de instalação de serviços do sistema @daemonsB( #uais ar#uivos de configuração são modific?veis e a relação entre pacotes. )sto recebe o nome de sistema de pacotes. &entre todas as distribuiç2es de Linux( pode-se di+er #ue o sistema de gerenciamento de pacotes do &ebian G.*8Linux / o mais completo e o #ue oferece as ferramentas mais interessantes ao administrador de tais sistemas @#ue no caso de usu?rios dom/sticos coincide com o usu?rio finalB. A instalação de software pelo sistema de pacotes usa depend-ncias apontadas pelos mantenedores dos pacotes. As depend-ncias ocorrem #uando um pacote a ser instalado precisa de outro para seu correto funcionamento. "ada pacote possui um ar#uivo de controle associado #ue documenta essas depend-ncias. 7or exemplo( o pacote #ue cont/m o programa Popete @comunicador instant1neoB depende( dentre outros( do pacote ^kdelibsLc9a_ e se um usu?rio tentar instalar Popete sem antes instalar o ^kdelibsLc9a_ e outras depend-ncias( o sistema mostrar? uma mensagem de erro de depend-ncia indicando #ue ^kdelibsLc9a_ dever?

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - IQ

ser instalado e não instalar? o Popete ou deixar? desconfigurado. Apesar disso( esse recurso pode ser desativado se ,ouver necessidade real. As depend-ncias de pacotes podem parecer um pouco confusas para os usu?rios iniciantes( mas são na verdade uma grande vantagem dos sistemas G.*8Linux( pois não / necess?rio esperar pela versão mais nova de um aplicativo #ue utili+a um determinado pacote para #ue o pacote seja atuali+ado e suas funcionalidades sejam colocadas em pr?tica( uma ve+ #ue a maioria das ferramentas possui uma interação pela lin,a de comandos @shellB. Em &ebian( o gerenciador de pacotes fundamental / uma ferramenta criada por )an <urdock e )an Jackson( c,amada dpkg. Esta ferramenta / a base de uma estrutura aperfeiçoada constantemente( sempre buscando oferecer mais facilidade e mel,ores recursos de administração do sistema para os usu?rios. Eutras ferramentas são executadas sobre o dpkg( como a biblioteca ^apt_ e interfaces de gerenciamento de pacotes( como dselect( aptitude( Synaptic( Ppackage( entre outras. E sistema ^apt_ de &ebian / capa+ de resolver as depend-ncias de pacotes automaticamente( instalando os ar#uivos necess?rios para o correto funcionamento dos aplicativos sem #ue o usu?rio ten,a de obt--los e instal?-los separadamente. Este sistema / muito completo e funcional.

*.*.- – Ins/%&%'($ 13si)% e "# %0&i)%/i,$ 0e&$ #?/$ $ %0/
A instalação de programas pela ferramenta apt / algo #ue pode ser feito por usu?rios de #uais#uer n$veis de con,ecimento( desde #ue ten,am explicaç2es b?sicas sobre o funcionamento da mesma. &evido 3 instalação de programas ser algo de import1ncia para um sistema( o usu?rio deve obter acesso a um terminal com privil/gios de root. 7ara isto( dentro do ambiente P&E( basta acessar o menu P( na seção 6istema( subseção <ais Aplicativos( item Derminal M <odo 6uper-*su?rio. A sen,a de root ser? solicitada e o shell padrão do usu?rio ser? aberto em uma janela. "aso o usu?rio esteja utili+ando outro ambiente gr?fico( dever? procurar o terminal no menu correspondente e digitar o comando ^su_ @sem aspasB( teclar Enter e depois informar a sen,a. *ma terceira opção para obter acesso ao terminal( seria solicitar ao sistema um novo console em modo texto( combinando as teclas Control( lt e =9( por exemplo. .este 'ltimo caso( para #ue o usu?rio possa voltar 3 interface gr?fica( basta pressionar a combinação lt e =;. "om o terminal aberto( / preciso #ue o usu?rio atuali+e sua lista de pacotes( com o comando!

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - IH

e apt-get update v?lido observar #ue o sinal e somente indica #ue os comandos devem ser executados com o usu?rio root( ou seja( o e não fa+ parte do comando. Esta / uma notação #ue ser? encontrada pelo usu?rio em #uase todos os tutoriais( artigos e dicas sobre Linux encontrados na Internet e em livros como este. E sinal \ / utili+ado #uando se pode executar um comando com um usu?rio sem permiss2es de root. &esta forma( o comando acima( por exemplo( /! aptget update. 6e o comando pudesse ser executado com um usu?rio comum @o #ue não se aplica a este caso particular de apt-getB( seria indicado da seguinte forma! \ apt-get update *ma ve+ #ue ten,a executado o comando( &ebian G.*8Linux con,ecer? todas as novas vers2es de programas dispon$veis segundo as fontes apontadas no ar#uivo de configuração 8etc8apt8sources.list. Este ar#uivo / escrito em formato de texto puro( contendo uma sintaxe de f?cil compreensão e podendo ser editado a #ual#uer momento pelo root ou por um usu?rio #ue possua permissão de escrita sobre ele. 7ara visuali+ar as opç2es dispon$veis sobre os programas( o usu?rio deve digitar o comando! e apt-cac,e searc, nomecoucdescriçãocdocprograma .este caso( a expressão nomecoucdescriçãocdocprograma deve ser substitu$da pelo nome ou expressão pretendida pelo usu?rio. A =)G. 9 mostra um exemplo de busca pela expressão ^personal finance_( #ue listar? os programas relacionados com finanças pessoais.

=)G*>A 9 - Susca de pacotes pela ferramenta apt

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - L:

*ma ve+ #ue ten,a encontrado o programa8pacote desejado @nome antes do ,$fenB( o usu?rio pode partir para a instalação do mesmo( digitando! e apt-get install nomecdocprograma A ferramenta apt resolver? todas as depend-ncias entre os pacotes e caso algum deles não esteja instalado no sistema( ela automaticamente buscar? o mesmo e reali+ar? a instalação completa( sem mais intervenç2es do usu?rio.

*.*.2 8 O %r4"i,$ s$"r)es.&is/
*m ar#uivo muito importante para o sistema A7D de &ebian / 8etc8apt8sources.list. .este ar#uivo são indicadas as fontes de onde serão obtidos os pacotes de softAare a serem instalados no sistema. <uitos programas são disponibili+ados nos reposit5rios &ebian e seus espel,os espal,ados pelo mundo todo( mas alguns programas são disponibili+ados em outras fontes @como / o caso de 7icasa do GoogleB e fre#]entemente / necess?rio adicionar ou remover endereços de reposit5rios do ar#uivo sources.list. As lin,as neste ar#uivo indicam não somente o endereço do reposit5rio( mas tamb/m apontam #uais vers2es das distribuiç2es &ebian devem ser locali+adas. A seguir( um exemplo de conte'do de um ar#uivo sources.list para uma distribuição $esting. Es reposit5rios de pacotes podem ter seus endereços alterados( assim( pode ser #ue algum dos endereços listados abaixo não esteja dispon$vel #uando testes forem efetuados. Sasta #ue o usu?rio procure em f5runs e artigos #uais reposit5rios estão em funcionamento e são de seu interesse. E importante a#ui / #ue se entenda a finalidade do ar#uivo e sua estrutura b?sica. e 7acotes &ebian @alguns reposit5rios duplicados propositalmenteB deb ,ttp!88securitT.debian.org8debian-securitT testing8updates main deb ,ttp!88ftp.us.debian.org8debian testing main contrib non-free deb ,ttp!88ftp.br.debian.org8debian testing main contrib non-free deb ,ttp!88AAA.debian-multimedia.org testing main deb ,ttp!88securitT.debian.org8 testing8updates main contrib deb ,ttp!88mirrors.kernel.org8debian8 testing main contrib non-free deb-src ,ttp!88mirrors.kernel.org8debian testing main contrib non-free deb-src ,ttp!88securitT.debian.org testing8updates main contrib deb-src ,ttp!88ftp.br.debian.org8debian testing main contrib non-free

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - LG

e Google softAare repositorT deb ,ttp!88dl.google.com8linux8deb8 stable main e 0L" deb ,ttp!88doAnload.videolan.org8pub8videolan8debian8 sid main e <ultim$dia deb ,ttp!88AAA.debian-multimedia.org sid main deb ,ttp!88AAA.debian-multimedia.org experimental main As lin,as #ue possuem um sinal e na frente são lin,as comentadas #ue serão desconsideradas pelo A7D. A primeira palavra da lin,a / deb ou deb-src. .o primeiro caso( indica-se um reposit5rio de pacotes bin?rios preparados para instalação e no segundo( c5digo-fonte dos pacotes e alguns ar#uivos de controle( 'til a programadores ou pessoas #ue gostam de @ou precisamB compilar os programas em seu pr5prio computador. E segundo argumento / o endereço( #ue pode ser acessado por protocolos ,ttp( ftp( etc. E terceiro argumento indica a distribuição( onde valem os codinomes. 7or exemplo( em uma lin,a ^deb ,ttp!88ftp.br.debian.org8debian8 etc, main contrib_( o codinome usado / ^etc,_ e deve existir no endereço citado um diret5rio ou uma refer-ncia com o nome ^etc,_ #ue aponte para os pacotes desta versão de &ebian @L.:B. Eutra forma de indicar a distribuição / com os termos sta'le( testing e sid. As indicaç2es main( contri' e non#free significam o tipo de licença dos pacotes. Es pacotes da seção main fa+em parte da distribuição oficial &ebian( os da seção non#free são pacotes #ue possuem distribuição restrita e os da seção contri' cont/m pacotes #ue podem ser livremente distribu$dos mas dependem de pacotes da seção non#free. <ais informaç2es sobre os pacotes das distribuiç2es &ebian podem ser encontradas no seguinte endereço! ,ttp!88AAA.debian.org8distrib8packages. Eutros reposit5rios podem ser encontrados em AAA.apt-get.org. &epois de alterar o ar#uivo sources.list( / preciso executar o comando para #ue sejam recuperadas as informaç2es sobre os pacotes dispon$veis nos reposit5rios. E comando referido /! e apt-get update

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - L9

*.- – Sis/e#% e is/ri1"i'7es De1i%n @De1i%n ReleasesA
Em &ebian( uma distribuição / uma coleção de vers2es espec$ficas de pacotes. &e tempo em tempo( uma distribuição / declarada pronta e liberada. As distribuiç2es &ebian recebem codinomes para identificar seus diret5rios de ar#uivos nos servidores &ebian @geralmente( nomes de personagens do filme $oy StoryB. Fuando uma distribuição / lançada( suas liberaç2es são referenciadas basicamente por tr-s tipos de marcaç2es( cada uma apontando para uma liberação ativa. As marcaç2es unsta'le @inst?velB( testing @em testeB e sta'le @est?velB( identificam o estado do ciclo de liberação. Em alguns casos( existe tamb/m a marcação fro1en @congeladaB.

*.-.1 – Unstable
Fuando são criados novos pacotes e novas vers2es de pacotes( eles entram no ciclo de lançamento de &ebian pela distribuição unsta'le @inst?vel( codinome 6)&B. Esta cont/m sempre as mais novas vers2es de todos os pacotes( o #ue significa #ue as mudanças não foram ainda testadas por completo para garantir #ue instalar estes programas não causar? comportamentos inesperados. *ma vantagem de usar a distribuição unsta'le / estar sempre em dia no projeto de software &ebian( por/m( seu uso / recomendado somente aos desenvolvedores( devido aos problemas #ue podem ser causados pela falta de testes. As ocorr-ncias sobre 'ugs da unsta'le são relatadas na p?gina we' 7roblemas da *nsta'le( pelo endereço ,ttp!88ftpmaster.debian.org8testing8unsta'lecprobs.,tml.

*.-.* – Testing
*ma ve+ #ue um pacote esteve na ?rea unsta'le por alguns dias e testes mostrem #ue não ,? erros significativos( ele / importado para a ?rea testing @em testeB. Es pacotes nesta ?rea ainda estão abertos 3 modificaç2es. Es pacotes precisam estar sincroni+ados em todas as ar#uiteturas onde eles foram compilados e não podem ter depend-ncias #ue impeçam sua instalação. &evem tamb/m possuir menos erros cr$ticos ao lançamento do #ue as vers2es atualmente na unsta'le. A testing est? sempre perto de ser uma candidata ao lançamento. E 'ltimo estado da distribuição testing est? relatado nos endereços!

desculpas

de

atuali+ação

@,ttp!88ftp-master.debian.org8testing8update9

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - LI

excuses.,tmlB
● ● ● ●

problemas da testing @,ttp!88ftp-master.debian.org8testing8testingcprobs.,tmlB 'ugs cr$ticos ao lançamento @,ttp!88'ugs.debian.org8release#critical8B 'ugs do sistema b?sico @,ttp!88'ugs.#a.debian.org8cgi-bin8base.cgiB 'ugs em pacotes standard e em tarefas @,ttp!88'ugs.#a.debian.org8cgi-bin8 outros 'ugs e notas sobre festas de matança de 'ugs

standard.cgiB

@,ttp!88'ugs.#a.debian.org8B

*.-.- – Frozen
Ap5s um per$odo( os pacotes na testing atingem uma certa maturidade e seus erros j? são poucos. Eles podem então ser movidos para o estado fro1en @congeladosB. .esta fase( somente modificaç2es necess?rias para corrigir erros comprometedores são implementadas. )sto significa #ue nen,um c5digo novo / aceito( exceto se for para correção de erros cr$ticos #ue ainda não tin,am sido detectados. Este processo leva meses( com atuali+aç2es e congelamentos profundos( c,amados de ^ciclos de testes_. As vers2es de testes são recomendadas aos usu?rios #ue colaboram com os desenvolvedores( reali+ando os testes na versão e relatando os erros encontrados. 7or/m( uma distribuição na ?rea de testes / normalmente bastante est?vel @seja em testing ou em fro1enB e pode ser utili+ada sem problemas em um desktop de uso di?rio. &epois de corrigir todos os erros cr$ticos na fro1en( o gerenciador de liberaç2es declara #ue a versão est? pronta e se tornar? a versão sta'le.

*.-.2 – Stable
Ap5s um longo ciclo de desenvolvimento e testes @em alguns casos c,ega a mais de um anoB( os desenvolvedores anunciam a nova distribuição est?vel do sistema &ebian. .a ocasião desta escrita( a atual versão da distribuição est?vel do sistema &ebian / a L.:. Esta / a versão recomendada aos usu?rios #ue desejam estabilidade( segurança e confiabilidade no seu sistema. Dodos os pacotes estão livres de fal,as cr$ticas e eventuais correç2es são liberadas pelos desenvolvedores( podendo ser instaladas pela utili+ação de um sistema de gerenciamento e atuali+ação de pacotes de &ebian( como apt( por exemplo.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - LL

*.-.: – C$ in$#es %s is/ri1"i'7es De1i%n
7ara manter uma mel,or organi+ação no projeto e tornar o espel,amento das distribuiç2es mais f?cil( evitando downloads desnecess?rios por parte dos usu?rios( as distribuiç2es em fase de desenvolvimento e testes não possuem n'mero de versão( mas sim codinomes. A distribuição unsta'le sempre recebe o codinome ^6)&_. As outras distribuiç2es recebem codinomes diferentes a cada liberação. 7or exemplo( antes do lançamento da versão est?vel L.: @Etc,B( o codinome Etc, apontava para testing e o codinome 6arge apontava para sta'le. Ap5s o lançamento oficial da versão L.:( a distribuição testing recebeu o codinome de ^LennT_( #ue se tornar? uma nova versão est?vel no futuro( #uando receber? um n'mero. Eutros codinomes #ue j? foram usados são! ^Su++_ para a versão G.G( ^>ex_ para a versão G.9( ^So_ para as vers2es G.I.x( ^Camm_ para a versão 9.:( ^6link_ para a versão 9.G( ^7otato_ para a versão 9.9( ^VoodT_ para a versão I.:( e ^6arge_ para a versão I.G. Estes codinomes foram personagens tirados do blme $oy Story feito pela 7ixar.

*.2 – M$/i,%'7es 0%r% "/i&i6%'($ e De1i%n GNU>Lin"!
Algumas caracter$sticas fa+em do sistema &ebian uma excelente escol,a tanto para organi+aç2es #uanto para usu?rios de computação pessoal. 7or ser um sistema robusto e conter um ciclo de testes muito bom( dificilmente os programas da versão est?vel conterão fal,as cr$ticas. A organi+ação do 7rojeto &ebian e a forma de desenvolvimento global de &ebian são mais dois fatores importantes a favor da distribuição. Algumas caracter$sticas #ue representam motivos para a escol,a de &ebian são listadas na =AF @perguntas fre#]entesB do &ebian!

"ompleto! na versão Etc,( inclui mais de GQ::: pacotes de software 3 escol,a Dodos os pacotes parte do &ebian são livres para redistribuição sob os termos

do usu?rio%

da G7L e todos são convidados a participar do desenvolvimento e testes sem #uais#uer pagamentos de taxas. Es reposit5rios =D7 de &ebian possuem tamb/m muitos pacotes @aproximadamente LR:( em non#free e contri'B #ue são distribu$dos com licenças individuais espec$ficas%

E sistema de manutenção de pacotes de &ebian / robusto e 'nico(

possibilitando uma atuali+ação de parte do sistema ou dele inteiro sem #ue ar#uivos de configuração sejam perdidos e na #uase totalidade dos casos( sem #ue seja necess?rio

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - LR

reiniciali+ar o computador%

E desenvolvimento / aberto e din1mico! v?rias outras distribuiç2es Linux são

desenvolvidas por pe#uenos grupos ou empresas com fins lucrativos e &ebian / a 'nica #ue / mantida e desenvolvida por volunt?rios atrav/s da Internet( no mesmo esp$rito do Linux e de outros programas open source. E projeto conta com mais de G:O: mantenedores de pacotes e os desenvolvedores &ebian contribuem com a criação de novos aplicativos( empacotamento de software( com relat5rios de fal,as e suporte aos usu?rios%

&evido 3 caracter$stica aberta de desenvolvimento( desenvolvedores do mundo

todo colaboram com o projeto &ebian. )sto criou a necessidade de ferramentas efica+es de controle e comunicação r?pida de fal,as @'ugsB( para acelerar o desenvolvimento do sistema. Existe um estilo formal de envio de fal,as pelos usu?rios( #ue / acess$vel de forma r?pida por sites da Internet ou e#mail%

Dodos os pacotes &ebian obedecem a uma grande especificação de padr2es de

#ualidade( definidos em um documento c,amado 7ol$tica do &ebian @&ebian PolicyB. Al/m disso( &ebian L.: conta com um bom recon,ecimento de ,ardAare e com grandes empresas fornecendo suporte a seus produtos para o sistema. A &ell( por exemplo( fornece uma versão de &ebian modificada para oferecer suporte 3s suas placas controladoras de >A)& aos seus clientes. A %ewlett#Packard @C7B fornece v?rios servidores e estaç2es de trabal,o para o &ebian e emprega v?rios desenvolvedores para trabal,ar nos ports @porte do sistema para ar#uiteturasB C77A e )A-OL do &ebian. A empresa tamb/m oferece suporte oficial para seus clientes em &ebian G.*8Linux. A Sun Microsystems fornece v?rias m?#uinas *ltraSP !C para o &ebian assim como sistemas de demonstração para uso em apresentaç2es comerciais. &ebian G.*8Linux não / uma simples distribuição criada por um pe#ueno grupo de pessoas por diversão ou passatempo( muito pelo contr?rio( / uma grande e respeitada distribuição Linux #ue pode ser utili+ada tanto em servidores como em desktops.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - LO

- – AM=IENTE COMPUTACIONAL
A maioria das distribuiç2es Linux pode ser executada em v?rias plataformas de hardware e exige poucos recursos computacionais para seu funcionamento. .o entanto( alguns recursos do ambiente de computação pessoal possuem re#uisitos m$nimos de hardware para funcionarem satisfatoriamente. 7ara usu?rios #ue possuem computadores modernos esta não / uma preocupação( j? #ue o sistema operacional &ebian G.*8Linux / executado perfeitamente e recon,ece automaticamente grande parte do hardware instalado. Em alguns casos( / necess?rio #ue sejam instalados m5dulos de suporte a alguns dispositivos( como we'cam e ativação de aceleração I& de algumas placas de v$deo. .estes casos( uma busca na Internet revela rapidamente os m5dulos necess?rios e at/ mesmo os procedimentos para a instalação dos mesmos. A instalação de sistemas operacionais e sua devida configuração geralmente ficam a cargo das assist-ncias t/cnicas e8ou revendedores de computadores( não sendo uma preocupação muito grande para o usu?rio final. E objetivo deste cap$tulo / descrever a instalação do sistema &ebian G.*8Linux L.: em um microcomputador.

-.1 – Re4"isi/$s e Hardware 0%r% De1i%n GNU>Lin"!
E sistema &ebian L.: oferece suporte a do+e ar#uiteturas e diversas variaç2es( a saber! )ntel xQO-'ased( A<&OL e )ntel E<OLt( &E" Alp,a( A>< e 6trongA><( C7 7A->)6"( )ntel iaOL-'ased( )ntel iaOL-'ased( <)76 @'ig endianB( <)76 @little endianB( <otorola OQ:x:( )S<8<otorola 7oAer7"( 6un 67A>"( )S< 68IH:. .este trabal,o ser? feita uma instalação de ambiente desktop( utili+ando a ar#uitetura )ntel xQO-'ased( uma ar#uitetura bastante comum( contando com o seguinte hardware! placamãe A6*6 7LGE-<N( processador )ntel Pentium L com fre#]-ncia de 9.L GC+( mem5ria >A< 6amsung de RG9 <S( 7laca de v$deo n0idia GE=orce =N RR:: com 9RO <S de mem5ria( teclado AS.D9( mouse P-<EN 5ptico com scroll( placa de captura e D0 Po+umi(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - L;

we'cam Speed spA-9:G( discos r$gidos )&E com L: e Q: GS de capacidade( placa de som @on'oardB )ntel Q9Q:G&S( caixas de som com mini Su'+oofer Speed( fone de ouvido Satellite( modem A&6L &-(ink &6L-R::S( &0& >V )&E LG. 7ara o ambiente desktop( recomenda-se( no m$nimo( um Pentium G:: com OL <S de >A<. 7ara #ue seja instalada uma #uantidade ra+o?vel de programas e um ambiente gr?fico( / preciso pelo menos L:: <S de espaço livre em disco. 7ara uma instalação mais completa de um desktop( em torno de 9 giga'ytes.

-.* – Ins/%&%'($ $ sis/e#% De1i%n GNU>Lin"!
E sistema &ebian pode ser instalado de diversas formas( sendo mais comum @e adotada pela maioria dos usu?riosB a instalação via "&->E<. E sistema &ebian L.: conta com um conjunto de 99 "&s ou I &0&s( organi+ados pela maior utili+ação dos pacotes( ou seja( os pacotes mais utili+ados estão mais pr5ximos do primeiro "&. Apesar da grande disponibilidade de software encontrada no conjunto completo de m$dias da distribuição( para uma instalação satisfat5ria de um desktop( somente #uatro "&s são necess?rios( sendo dois deles a instalação b?sica do sistema com G.E<E e P&E e o segundo e terceiro "&s do conjunto.

-.*.1 – O1/en'($ %s #. i%s e ins/%&%'($
Es "&s e &0&s de instalação podem ser obtidos de vendedores oficiais ou pelo download de imagens a partir dos mirrors @espel,osB &ebian( por sistemas 'ittorrent ou jigdo. .o primeiro caso( um valor simb5lico referente ao custo das m$dias e mão-de-obra para sua criação serão cobrados do usu?rio @a distribuição / gratuita( mas #uem gravou as m$dias pagou por elas e espera receber pelo trabal,oB. .os demais casos( o usu?rio pode reali+ar os downloads #uantas ve+es forem necess?rias( gratuitamente e sem necessidade de autenticação. E projeto &ebian recomenda a utili+ação de sistemas 'ittorrent e jigdo para reali+ação dos downloads( uma ve+ #ue são mais garantidos e mais r?pidos do #ue o sistema convencional via ,ttp. Dodos os links para os downloads e as instruç2es necess?rias podem ser encontrados na p?gina oficial do projeto &ebian( em ,ttp!88AAA.debian.org8"&( ficando a crit/rio do usu?rio o m/todo desejado. .este estudo( foi utili+ado o m/todo jigdo. Ap5s a reali+ação dos downloads dos ar#uivos )6E( antes da gravação das m$dias( recomenda-se o processo de c,ecagem de integridade dos ar#uivos pelo sistema de checksum.

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E cheksum / o resultado da aplicação de um algoritmo de hash sobre os 'its componentes do ar#uivo )6E( sendo 'nico para cada um deles. 6e o checksum calculado do ar#uivo baixado for igual ao checksum encontrado na refer-ncia oficial do projeto &ebian( isto significa #ue a m$dia para o referido ar#uivo de imagem pode ser gravada com segurança( pois a integridade do mesmo est? garantida. A lista de checksums geralmente encontra-se em um ar#uivo c,amado <&R6*<6( no mesmo diret5rio dos ar#uivos )6E da distribuição. E conte'do da lista / semel,ante 3s lin,as descritas abaixo! ILQefIORLHbOIb:IdbLOQIO;ebbaGcb9 debian-testing-iIQO-"&-G.iso fHHOQQa:GRGffG;aQaQfROdedGb9eOOR debian-testing-iIQO-"&-9.iso Iafcf;RHQcafde;dfaLdfbde;e;:e:Ld debian-testing-iIQO-"&-I.iso OOHH:IRRLGQGHRcebe9Q;GGeOeIIeOHQ debian-testing-iIQO-kde-"&-G.iso 7ara cada m$dia componente da distribuição( uma nova lin,a / criada no ar#uivo <&R6*<6 e cada lin,a / composta do checksum e do nome do respectivo ar#uivo para o #ual o checksum foi calculado pelo projeto &ebian. Em ambiente Linux( utili+a-se o comando mdRsum hnomecdocar#uivoi( onde hnomecdocar#uivoi / substitu$do pelo nome do ar#uivo a ser verificado( para a c,ecagem dos valores. "aso a c,ecagem seja executada em outro sistema operacional( o usu?rio dever? obter o software espec$fico #ue reali+e a tarefa.

-.*.* – Ini)i%r % ins/%&%'($ e De1i%n GNU>Lin"! 2.B
.a versão &ebian L.:( al/m do instalador em modo texto( o usu?rio tem a opção de reali+ar o processo atrav/s de um instalador em modo gr?fico( tornando o processo mais f?cil( visualmente limpo e mais compreens$vel. E primeiro passo para a instalação do sistema &ebian G.*8Linux / o usu?rio estar de posse das m$dias de instalação @neste caso os "&sB e configurar o sistema para dar partida atrav/s da unidade de "&. Em alguns casos( as unidades de "& exigem controladores espec$ficos( estando indispon$veis nos primeiros passos da instalação( entretanto( se não for poss$vel iniciali+ar o sistema a partir do "&( o usu?rio poder? utili+ar outra m$dia na iniciali+ação @como dis#uetesB e a partir da$ instalar os pacotes do sistema b?sico e os pacotes adicionais indicando a unidade de "&->E<. 6e a partida no computador pelo "& de instalação do &ebian @neste caso com P&EB

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for bem sucedida( o usu?rio ser? direcionado 3 tela de seleção de 'oot do &ebian. 6e o usu?rio não digitar #ual#uer par1metro e pressionar a tecla Enter( ser? iniciado o processo de instalação em modo texto. 7ara selecionar o processo de instalação em modo gr?fico( o usu?rio deve digitar installgui e pressionar Enter.

=)G*>A I - Dela inicial para instalação do sistema &ebian G.*8Linux E m/todo installgui / o processo mais simples para a instalação do sistema( pois oferece um assistente #ue guiar? o procedimento passo a passo( orientando o usu?rio e solicitando uma escol,a de sua prefer-ncia para cada opção. 7ara selecionar uma opção( o usu?rio pode marc?-la com a seta do mouse e depois clicar em continuar ou simplesmente efetuar cli#ue duplo sobre a opção desejada. Eutros m/todos estão dispon$veis( como expertgui( exigindo do usu?rio uma maior experi-ncia em instalação de sistemas &ebian.

-.*.- – Se&e'($ e i i$#% e 0%.s e &$)%&i6%'($
Ap5s selecionar o m/todo de instalação( algumas perguntas serão feitas pelo assistente para #ue as configuraç2es b?sicas do sistema sejam estabelecidas. A primeira solicitação do assistente / o idioma do utili+ador. Esta escol,a refletir? na linguagem padrão utili+ada por &ebian ap5s o t/rmino da instalação( bem como ser? utili+ada em todas as mensagens do

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - R:

processo.

importante( no caso do usu?rio final ser brasileiro( escol,er o idioma selecionado

na =)G. L @Portuguese @,ra1ilBB( pois ,? diferenças nas mensagens e menus do sistema &ebian #uando o idioma c,amado apenas Portuguese / selecionado. Este 'ltimo / recomendado para usu?rios residentes em 7ortugal. Algumas diferenças entre os termos utili+ados nestes dois idiomas podem ser exemplificadas como ficheiros em ve+ de ar#uivos( c1mara em ve+ de c1mera( ecr: em ve+ de tela( atr;s em ve+ de voltar e diversos outras particularidades. Apesar de intelig$veis( estes termos podem confundir um usu?rio final #uando um termo descon,ecido para ele for referenciado em uma determinada mensagem do sistema.

=)G*>A L - 6eleção de idioma para o processo de instalação 7ara selecionar o idioma( o usu?rio pode efetuar um cli#ue duplo sobre a opção ou marc?-la e clicar no botão Continue. A pr5xima solicitação do assistente / o pa$s onde se encontra o utili+ador. *ma lista de alguns pa$ses #ue falam o idioma selecionado / exibida e o usu?rio dever? escol,er a sua locali+ação correta para #ue algumas configuraç2es sejam acertadas. &entre as definiç2es( estão o fuso ,or?rio( um espel,o de ar#uivos &ebian no pa$s mais pr5ximo da locali+ação do computador e definiç2es locais do sistema.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - RG

=)G*>A R - 6eleção de pa$s do utili+ador

-.*.2 – In i)%'($ $ /i0$ e /e)&% $
E pr5ximo passo para a instalação / a seleção do tipo de teclado #ue ser? utili+ado no sistema. <uitos layouts @estilosB e idiomas de teclados são suportados pelo sistema &ebian G.*8Linux e a detecção autom?tica do hardware deve funcionar na maioria dos casos( tra+endo a opção ade#uada na lista como padrão. A =)G. O mostra a seleção de teclado para o padrão do Srasil AS.D9( layout #ue pode ser recon,ecido pela presença da tecla ^ç_ @cedil,aB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - R9

=)G*>A O - 6eleção do layout de teclado

-.*.: – C$nCig"r%'($ e re e+ hostname e $#.ni$
6e o computador possuir mais de uma interface de rede( o usu?rio precisa informar #ual delas ser? utili+ada como padrão na instalação. )sto / 'til para instalaç2es #ue buscarão pacotes via rede em um tipo de instalação &ebian con,ecida como netinst. A primeira interface detectada pelo instalador / selecionada por padrão e o usu?rio precisa apenas clicar no botão continuar para prosseguir.

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=)G*>A ; - 6eleção de interface de rede prim?ria E sistema então solicita o nome #ue ser? usado para o computador como sua identificação na rede. A seleção do nome do computador / completamente livre ao usu?rio. Em alguns casos de empresas( os nomes dos computadores são padroni+ados de acordo com os departamentos( filiais e em #uais pontos de rede eles se encontram( para facilitar o trabal,o do pessoal de suporte de D). "omo exemplo( um computador #ue se encontre em uma filial de 6ão 7aulo( no departamento financeiro e esteja ocupando o ponto de rede n'mero 9:( pode ser c,amado de =).-p9:-67. *m usu?rio dom/stico pode digitar um nome #ue l,e agrade( seu pr5prio nome( o nome de seu time de futebol preferido ou seu apelido( por exemplo.

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=)G*>A Q - &igitar o nome do computador A pr5xima seleção consiste em escol,er o nome do dom$nio de rede ao #ual o computador pertence. .ovamente( em casos de empresas( o administrador da rede dever? escol,er o dom$nio ade#uado para a estação e um usu?rio dom/stico pode selecionar #ual#uer nome #ue l,e agrade.

=)G*>A H - Dela de escol,a do dom$nio de rede a #ue pertence o computador

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-.*.; – P%r/i)i$n%#en/$ e is)$s
A pr5xima etapa da instalação @ap5s alguma detecção de hardware pelo instaladorB / a seleção da unidade de disco r$gido onde o sistema &ebian ser? instalado. Esta talve+ seja a etapa mais complexa e #ue causa mais receio na maioria dos usu?rios #ue estiverem migrando de outros sistemas operacionais para o Linux. 7ara a execução desta tarefa( / necess?rio algum con,ecimento sobre o sistema de ar#uivos Linux e sobre a #uantidade de mem5ria @discos r$gidos e >A<B instalada no computador. A definição do sistema de ar#uivos Linux / apresentada no "A7. G do presente trabal,o( en#uanto a #uantidade de mem5ria >A< pode ser obtida no processo de iniciali+ação do computador ou no programa SE$*P. A capacidade do disco ou dos discos r$gidos não / uma informação #ue precisa ser obtida externamente( uma ve+ #ue estes dados serão exibidos pelo instalador. preciso informar ao programa de instalação em #ual disco e partição devem ser copiados os ar#uivos componentes do sistema @em #ue lugar serão instaladosB. Este espaço dever? ser antecipadamente reservado e devidamente preparado para a c5pia. #ue entram em cena o particionador e o formatador de discos. E particionador de discos / um utilit?rio #ue marca pontos do disco r$gido como sendo divis2es l5gicas( criando assim as c,amadas partiç2es. *ma partição / con,ecida pelo sistema como um espaço separado( independente do restante do disco. As alteraç2es em uma partição não são refletidas em outras partiç2es do disco( em outras palavras( se os dados dos usu?rios encontram-se em uma partição e os ar#uivos do sistema operacional em outra( / poss$vel reinstalar ou at/ mesmo remover todo o sistema operacional de uma partição sem tocar nos dados arma+enados na outra. &iversos particionadores estão dispon$veis para Linux( entre os mais con,ecidos destacam-se cfdisk e fdisk para o modo texto e <parted para o modo gr?fico. E sistema &ebian L.: utili+a o programa Partman para esta tarefa. &epois de dividir o disco da maneira desejada( / preciso preparar os espaços @partiç2esB para a utili+ação com o programa formatador( #ue ser? automaticamente executado e aplicar? as mudanças de acordo com a seleção do usu?rio. 7ara facilitar o trabal,o dos iniciantes( &ebian fornece opç2es de particionamento assistido com algumas configuraç2es pr/-definidas para o usu?rio. neste ponto

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=)G*>A G: - 6eleção do m/todo de particionamento 6e o usu?rio escol,er o particionamento assistido( ter? tr-s opç2es! criar partiç2es diretamente no disco r$gido @m/todo cl?ssicoB( criar usando o Gerenciamento L5gico de 0olumes @L0<B ou cri?-las usando L0< criptografado. Eptando por L0< ou L0< criptografado( o instalador criar? todas as partiç2es dentro de uma grande partição( permitindo( posteriormente( redimensionar as partiç2es de maneira relativamente f?cil. E L0< criptografado exigir? uma c,ave especial para #ue a partição grande seja lida( aumentando a segurança dos dados. Em #ual#uer dos casos de particionamento assistido( o usu?rio / #uestionado sobre #ual disco dever? utili+ar e deve verificar se todos os discos estão listados. *ma ve+ #ue o disco ser? reparticionado e formatado( todos os dados at/ então contidos nele serão apagados ap5s a confirmação do processo. Sasicamente( o #ue o particionamento assistido fa+ / criar algumas partiç2es do sistema Linux de acordo com um padrão estabelecido. 7or exemplo( para a primeira opção @usar disco inteiroB( serão criadas as partiç2es ra$+ @8B e swap. 7ara outras definiç2es podem ser criadas as partiç2es 8home( 8var( 8usr( 8tmp( ra$+ e swap separadas. *ma outra opção para o particionamento / a manual. .este caso( o usu?rio assume total controle sobre o processo de criação de partiç2es( definindo a #uantidade de espaço dispon$vel para cada partição( #uais os pontos de montagem para o sistema de ar#uivos( r5tulos e flag de iniciali+ação( al/m de informar se determinada partição ser? formatada ou

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não @'til no caso de reinstalaç2es para não perder dados pessoaisB. .a presente obra ser? coberto o uso do particionamento manual. A =)G. G: mostra a seleção #ue deve ser feita para este prop5sito. E cen?rio exibido na =)G. GG / o de um desktop de uso dom/stico #ue j? possu$a uma instalação &ebian( ou seja( o particionamento j? fora reali+ado anteriormente( por/m( a criação de partiç2es em discos novos / uma tarefa simples( bastando o usu?rio clicar duas ve+es sobre o espaço não utili+ado @mostrado pelo particionadorB( escol,er a opção de criação de nova partição prim?ria( informar o taman,o em <S ou GS e confirmar. &epois disso( o a configuração da partição / feita exatamente como ser? abordado neste cap$tulo. A =)G. GG mostra um sistema com dois discos r$gidos )&E. E sistema Linux recon,ece cada disco r$gido e atribui aos mesmos um prefixo ^,d_ e uma letra( de acordo com a ordem em #ue encontram-se dispostos no cabo de ligação( por exemplo( o primeiro dispositivo da primeira porta )&E recebe a letra ^a_( o segundo recebe a letra ^b_( o primeiro dispositivo da segunda )&E recebe a letra ^c_ e o segundo( a letra ^d_. .o caso apresentado( tem-se ,da e ,db. E disco con,ecido como ,da @com capacidade de L: GSB possui tr-s partiç2es e o disco ,db @Q: GSB possui uma partição. E sistema Linux recon,ece as partiç2es dos discos utili+ando o nome l5gico atribu$do ao dispositivo( adicionado de um n'mero se#]encial iniciando geralmente em G. &esta maneira( tem-se ,daG( ,da9 @#ue ser? usado como swapB( ,daI e ,dbG.

=)G*>A GG - Lista de discos r$gidos e partiç2es 7ara iniciar o processo de configuração de uma partição( basta efetuar duplo cli#ue

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sobre a mesma e uma tela semel,ante 3 mostrada na =)G. G9 ser? exibida.

=)G*>A G9 - Dela inicial de configuração de partição A primeira coisa a ser feita / informar como a partição ser? formatada( ou seja( #ual sistema de ar#uivos ser? utili+ado. 7ara isto( o usu?rio efetua cli#ue duplo sobre o item ^*sar como_ e uma lista semel,ante 3 da =)G. GI ser? exibida( possibilitando ao usu?rio escol,er o sistema de ar#uivos a utili+ar. Es sistemas de ar#uivos >eiser=6 e extI @mais comuns para LinuxB possuem suporte a um um recurso con,ecido como "ournaling. Este recurso consiste em guardar um registro de todas as alteraç2es #ue estão sendo reali+adas no disco antes de efetiv?-las e eliminar o registro depois da efetivação. &esta forma( se o sistema for interrompido inesperadamente( a c,ecagem do sistema de ar#uivos no processo de iniciali+ação do Linux recuperar? todas as transaç2es #ue estiverem marcadas como não efetivadas no registro "ounal( garantindo assim a integridade do sistema. Este recurso mostra-se muito 'til 3s pessoas #ue não possuem no# 'reaks. 6e ocorrer um desligamento incorreto( o >eiser=6 conseguir? recuperar toda a ?rvore do disco e a consist-ncia do sistema de ar#uivos em alguns instantes. Entretanto( as alteraç2es #ue estavam sendo feitas em ar#uivos abertos no momento do desligamento serão perdidas. E acesso aos ar#uivos ser? normal( mas o conte'do poder? estar incompleto ou embaral,ado. Es sistemas mais antigos @com kernel 9.9B utili+avam ext9 e a cada desligamento incorreto( um utilit?rio de c,ecagem c,amado fsck era c,amado no processo de iniciali+ação. E fsck / lento e oferece muitos riscos de perdas de ar#uivos e at/ de pastas inteiras. E suporte

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a extI foi efetivado a partir do kernel 9.L do Linux. E >eiser=6 usa uma t/cnica de arma+enamento #ue permite o acesso r?pido aos metadados dos ar#uivos( al/m de permitir #ue os dados sejam gravados pr5ximos aos metadados( possibilitando a leitura de pe#uenos ar#uivos com um 'nico movimento do braço de leitura do disco r$gido. Damb/m usa uma forma de alocação de espaço #ue / din1mica( ou seja( o espaço alocado para um ar#uivo depende somente do taman,o do mesmo( o #ue evita desperd$cios( pois não ,? um taman,o fixo de alocação. "omo uma analogia( imagine o disco como sendo um galpão onde serão guardados objetos dentro de caixas. 6e todas as caixas tiverem o mesmo taman,o( alguns objetos pe#uenos estarão ocupando um espaço muito grande no galpão( uma ve+ #ue sua caixa / do mesmo taman,o da caixa de um objeto bem maior @um l?pis e um ventilador( por exemploB. Danto >eiser=6 #uanto extI oferecem boa proteção contra o comprometimento do sistema de ar#uivos originado de um desligamento acidental e apesar de extI ser muito difundido no mundo Linux( neste trabal,o( recomenda-se o uso de >eiser=6( dadas as caracter$sticas apresentadas. 7ara prosseguir com a configuração da partição( basta #ue o usu?rio cli#ue duas ve+es sobre o item ^sistema de ar#uivo com "ournaling >eiser=6_( como mostrado na =)G. GI.

=)G*>A GI - 6eleção do tipo de sistema de ar#uivos para uma partição Ap5s a seleção do tipo de sistema de ar#uivos( o usu?rio / enviado 3 tela anterior @de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - O:

configuração da partiçãoB. E pr5ximo passo / informar se a partição ser? formatada ou não. A seleção / feita com duplo cli#ue sobre o item ^=ormatar a partição_. 6e a escol,a for sim( todos os dados existentes at/ o momento na partição serão perdidos. 6e a escol,a for não( os dados serão preservados( o #ue seria coerente para uma partição #ue contivesse os dados dos usu?rios em casos de reinstalação do sistema. &epois de escol,er sobre a formatação ou não da partição( o usu?rio deve informar #ual ser? o ponto de montagem da partição para o Linux( em outras palavras( como o Linux dever? utili+ar a partição. 7ara #ue um sistema Linux b?sico possa funcionar( / necess?rio #ue existam pelo menos dois pontos de montagem! a rai+ do sistema e a ?rea de troca @swapB. "omo a configuração #ue est? sendo aplicada neste momento / para a partição >eiser=6 com 9: GS de espaço( ser? definida como sendo a partição rai+ do sistema. "licando sobre o item ^7onto de montagem_( o usu?rio tem 3 sua escol,a os pontos listados( devendo escol,er a primeira opção para esta partição @rai+B.

=)G*>A GL - 6eleção do ponto de montagem de uma partição E item ^Epç2es de montagem_ deve ser deixado( de prefer-ncia( como defaults. Esta opção / 'til na montagem de partiç2es com permiss2es especiais de acesso( por exemplo. E ^>5tulo_ não precisa ser modificado( ser? dado como ^7asta >ai+_ pelo sistema e ^ &lag iniciali+?vel_ / 'til #uando o gerenciador de partida @G>*S ou L)LEB ser? instalado na partição e não na <S> do primeiro disco. Esta opção pode ser deixada como desligada ou ligada no caso particular desta instalação.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OG

*ma ve+ #ue as alteraç2es ten,am sido completadas( o usu?rio deve clicar em ^=inali+ar a configuração da partição_( como mostrado na =)G. GR. Es passos devem ser repetidos para a configuração das outras partiç2es e para cada uma delas( o usu?rio dever? selecionar o tipo de utili+ação #ue o sistema far? da partição. recomend?vel #ue se configure a ?rea de troca @swapB com o mesmo taman,o da mem5ria >A< instalada ou G.R ve+es a #uantidade de mem5ria >A<.

=)G*>A GR - =inali+ar a configuração da partição *m detal,e interessante na configuração mostrada na =)G. GO / a utili+ação de um dos discos como ?rea para gravação de dados. )sto foi feito para #ue não se percam os dados no caso de uma reinstalação do sistema. E ponto de montagem deve ser informado manualmente e neste caso foi escol,ido como 8dados. Es pontos de montagem são vistos no sistema como diret5rios #ue permitirão acesso aos dados da partição. *ma partição @,daIB ficou va+ia para futuras instalaç2es de outros sistemas ou vers2es &ebian.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - O9

=)G*>A GO - =inali+ando o particionamento Antes de efetivar as mudanças nas tabelas de partiç2es( o instalador solicita ao usu?rio #ue confirme a operação( como mostrado na =)G. G;.

=)G*>A G; - "onfirmar as mudanças nos discos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OI

-.*.D – Es)$&E% e C"s$ E$r3ri$
*ma ve+ #ue ten,a terminado o particionamento( o sistema solicita ao usu?rio #ue selecione o seu fuso ,or?rio @=)G. GQB.

=)G*>A GQ - 6elecionar fuso ,or?rio

-.*.F – DeCini'($ % senE% e root e )ri%'($ e "s"3ri$ )$#"#
Dodos os sistemas baseados em *.)N possuem um superusu?rio para sua manutenção e administração. Este usu?rio geralmente recebe o nome de root @rai+( não confundir com a rai+ do sistema de ar#uivosB e o pr5ximo passo da instalação / definir a sen,a do root. importante #ue o usu?rio saiba escol,er uma boa sen,a para o superusu?rio( uma ve+ #ue este possui poderes ilimitados dentro do sistema e seu mau uso pode causar grandes danos.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OL

=)G*>A GH - &igitar sen,a do root &evido ao fato de possuir acesso irrestrito aos ar#uivos de sistema( comandos e configuraç2es( o usu?rio root geralmente não / utili+ado para tarefas comuns como acessar a Internet( ouvir m'sica( assistir a um filme ou escrever uma carta. 7ara estas tarefas recomenda-se criar um outro usu?rio( com poderes limitados sobre o sistema. Este ser? utili+ado para todas as tarefas( com exceção das administrativas @instalar novos programas( alterar configuraç2es( atuali+ar o sistemaB. 6empre #ue for necess?rio privil/gios administrativos para executar alguma operação( o usu?rio dever? fornecer a sen,a do root( solicitada automaticamente pelo sistema. A correta utili+ação da pol$tica de permiss2es do Linux em conjunto com a escol,a de boas sen,as garante #ue o sistema estar? livre de problemas decorrentes da sua utili+ação( como o usu?rio acidentalmente apagar um ar#uivo importante @8etc8fstab( por exemploB. &epois de digitar a sen,a do root( o instalador solicita o nome completo do usu?rio #ue ter? privil/gios limitados no sistema( como pode ser visto na =)G. 9:.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OR

=)G*>A 9: - &igitar o nome completo do usu?rio comum E nome completo pode ser #ual#uer se#]-ncia de caracteres( não sendo exigido #ue seja o nome verdadeiro do utili+ador. E usu?rio dever? fornecer tamb/m um nome de login e uma sen,a( #ue serão utili+ados para as tarefas comuns do sistema desktop.

=)G*>A 9G - .ome de login do usu?rio comum

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OO

-.*.G – Fin%&i6%'($ % ins/%&%'($ e gr%,%'($ $ geren)i% $r e 0%r/i %
E assistente de instalação perguntar? sobre a exist-ncia de um espel,o de rede para a instalação. )sto / bastante 'til #uando se tem um reposit5rio de pacotes local em uma rede onde v?rios computadores receberão o sistema &ebian. 7ara o caso desta instalação( o usu?rio deve escol,er a opção ^.ão_. 7rovavelmente uma tela informando #ue não foi poss$vel acessar as atuali+aç2es de segurança ser? exibida. )sto se deve ao fato de #ue o computador ainda não est? configurado para acessar a Internet( onde &ebian pode buscar as vers2es mais novas de pacotes. E instalador solicitar? então #ue usu?rio escol,a participar ou não do popularity# contest. Este / um sistema criado para #ue os desenvolvedores recebam( anonimamente( uma ve+ por semana( algumas estat$sticas sobre a utili+ação de pacotes para inclur os mais usados nas pr5ximas vers2es de &ebian( nos primeiros "&s. =ica 3 escol,a do usu?rio ,abilitar ou não esta opção( isto não influenciar? no uso normal do sistema. 7ara encerrar( são detectados outros sistemas operacionais instalados @se ,ouverB e informado ao usu?rio sobre a instalação do gerenciador de partida G>*S na <S> do disco r$gido. A =)G. 99 mostra a tela de instalação do G>*S. 7ara o caso desta instalação( o usu?rio dever? escol,er seguramente a opção ^6im_.

=)G*>A 99 - )nstalar G>*S na <S> *m gerenciador de partida / um software #ue permite aos usu?rios selecionarem( na iniciali+ação do computador( um de seus sistemas operacionais instalados. &iversos gerenciadores estão dispon$veis para Linux( sendo padrão para &ebian L.: o G>*S @G!and

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - O;

*nified ,ootloaderB( do 7rojeto G.*. E usu?rio poder?( posteriormente( escol,er outro gerenciador.

-.1B – A i)i$n%r CDs %$ re0$si/5ri$ e ins/%&%r Synaptic
7ara instalar um programa em &ebian G.*8Linux por meio de uma interface gr?fica bastante amig?vel( recomenda-se o uso do programa Synaptic. .o ambiente P&E( por padrão( o softAare instalado / 2package( assim( cabe ao usu?rio instalar o programa Synaptic( utili+ando o pr5prio 2package ou diretamente a ferramenta apt. 6e a instalação sugerida neste documento est? sendo seguida 3 risca( neste momento( talve+ o usu?rio precise utili+ar um dos "&s8&0&s de instalação do sistema. 7ara #ue isto seja feito( / preciso informar ao sistema &ebian #uais "&s8&0&s estão dispon$veis( para #ue ele possa recon,ecer #uais programas estão gravados nestas m$dias. E procedimento / simples( basta obter acesso ao terminal como root @da mesma forma como se fosse instalar um programaB e digitar o comando! e apt-cdrom add E sistema solicita #ue seja colocado um "&8&0& na bandeja e então fa+ a leitura do mesmo( identificando todos os programas dispon$veis. E mesmo processo deve ser repetido para os demais "&s8&0&s do conjunto. Sasta reali+ar estes passos uma 'nica ve+ e o sistema &ebian se encarregar? de manter as informaç2es sobre os "ds8&0&s e con,ecer todos os programas dispon$veis em cada m$dia. Agora( basta digitar! e apt-get install sTnaptic &ebian solicita ao usu?rio #ue colo#ue o "&8&0& de n'mero correto para instalar o programa. importante lembrar-se de anotar os n'meros dos "&s8&0&s nas m$dias #uando estas forem gravadas( para facilitar o processo de instalação. *ma ve+ instalado Synaptic( um atal,o para a execução do programa / adicionado automaticamente no menu de P&E( na seção 6istema @SystemB. Ao abrir o programa( / solicitada a sen,a de root( uma ve+ #ue instalar e remover programas / um processo #ue exige permiss2es especiais em Linux. E usu?rio deve fornecer a sen,a correta e aguardar a exibição da janela principal de Synaptic( onde 3 es#uerda são mostradas categorias de programas( 3 direita os pacotes @programasB considerados dentro da#uela categoria e abaixo a descrição da utilidade do pacote. Esta descrição geralmente est? em idioma )ngl-s( mas uma simples busca na Internet pode revelar( em 7ortugu-s( tudo sobre um pacote.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - OQ

7ara instalar outros programas( basta #ue o usu?rio escol,a a categoria e mar#ue a caixa de seleção do mesmo( clicando sobre ela e escol,endo ^<arcar para instalação_. As depend-ncias são automaticamente resolvidas e marcadas. 6e não souber a categoria do programa( o usu?rio pode buscar um pacote( clicando no menu Editar( item 7rocurar. 6e tamb/m não souber o nome do pacote procurado( mas souber #ual o tipo de programa #ue procura @por exemplo( um programa para reprodu+ir ar#uivos em mpI( ogg( etcB( deve então selecionar na janela de busca( no item ^7rocurar em_( o valor ^&escrição e .ome_. .o item ^7rocurar_( deve digitar simplesmente um dos termos relacionados( como por exemplo( ^mpI_ @novamente( sem as aspasB. =eito isso( um simples cli#ue no botão ^7rocura_ exibir? todos os programas relacionados com ar#uivos mpI( de codificação a reprodução. &ependendo da busca( a #uantidade de pacotes exibida pode ser muito grande( motivo pelo #ual são recomendados os programas #ue se seguem neste trabal,o( nos pr5ximos cap$tulos. Estes foram selecionados e testados com bastante cuidado( para #ue se sugerisse os programas mais 'teis e f?ceis de usar em um ambiente pessoal de computação. "om o passar do tempo( o usu?rio con,ecer? novos programas e#uivalentes e poder? optar livremente por eles( afinal( isso fa+ parte da alma da comunidade de software livre! liberdade de escol,af

2 – AM=IENTE GRÁFICO EM LINUX
Em Linux( o ambiente gr?fico / simplesmente uma camada do sistema e não representa papel fundamental para o funcionamento do mesmo( entretanto( em um ambiente pessoal moderno( a interface gr?fica auxilia no trabal,o e permite obter trabal,os mais refinados. C? um servidor gr?fico c,amado N #ue se encarrega do controle das funç2es de entrada pelo teclado e mouse e de sa$da( controlando o acesso 3@sB placa@sB de v$deo. Em conjunto com o servidor N trabal,am os gerenciadores de janelas( #ue são respons?veis pelas tarefas comuns como abrir( maximi+ar( encol,er e movimentar as janelas. Em outras palavras( o servidor fornece o devido suporte para #ue os gerenciadores de janelas possam permitir a interação do usu?rio com o sistema em Linux.

2.1 – XCree e X.$rg
.a ocasião desta escrita( estão dispon$veis duas vers2es diferentes do servidor N! E Nfree e o N.org. E Nfree / um projeto #ue durante algum tempo foi o padrão de muitas distribuiç2es( mas por apresentar certos problemas não resolvidos( motivou desenvolvedores a criarem o N.org( atualmente utili+ado como padrão em &ebian e v?rias outras distribuiç2es. Em Linux( a #uase totalidade dos programas guardam suas configuraç2es em ar#uivos de texto puros. E ar#uivo principal de Nfree / 8etc8NGG8N=QOconfig-L( e o de N.org / 8etc8NGG8xorg.conf. Apesar das diferenças de nomenclatura( a estrutura interna dos ar#uivos / praticamente a mesma. *ma grande vantagem do N / sua capacidade de trabal,ar como cliente-servidor( comunicando-se com os programas e com os recursos de v$deo do computador. &esta forma( não importa se um programa est? sendo executado localmente ou remotamente( o servidor ter? a mesma função e se comportar? da mesma maneira.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;:

2.* – Geren)i% $res e <%ne&%s /r% i)i$n%is
7ara casos em #ue o usu?rio não disp2e de muita mem5ria >A<( existem algumas interfaces gr?ficas leves e bastante funcionais #ue disponibili+am os recursos indispens?veis e não comprometem o bom desenvolvimento das atividades. &o grupo de gerenciadores leves( excluem-se P&E e G.E<E( #ue são ambientes desktop completos e são mais exigentes #uanto ao hardware. Esta exig-ncia / compensada com os recursos oferecidos pelos ambientes. 7ara .egus @9::OB( P&E e GN/ME são os mais populares ambientes desktop e podem rivali+ar em #uais#uer sistemas operacionais( entretanto( para as pessoas #ue desejam gerenciadores de janelas mais leves( uma variedade de gerenciadores simples estão dispon$veis para um bom uso em Linux( citando ,lack,ox8&lux,ox( =0V<( entre outros.

2.*.1 – lackbo! " Flu!bo!
Ambos são interfaces gr?ficas simples( leves e r?pidas. ,lack'ox possui poucas depend-ncias de bibliotecas e pode ser executado em diversas plataformas. Damb/m / dotado de bons recursos para configuração de cores e estilos. E &lux,ox / derivado do c5digo-fonte do ,lack,ox @versão :.OG.GB e possui mel,orias no aproveitamento da barra de tarefas e funcionalidades( como( por exemplo( possibilidade de organi+ar as janelas em ta's @guias ou abasB e utili+ar a roda do mouse para trocar de ambiente de trabal,o( recursos não encontrados no seu predecessor. C? tamb/m compatibilidade entre os temas para os dois ambientes.

2.*.* – #nlightenment
7ossui um gerenciador de autenticação c,amado Entrance( #ue / mais leve do #ue P&< do P&E e G&< do G.E<E( al/m suportar os menus de aplicaç2es de ambos. Enlightenment destaca-se tamb/m por implementar o suporte a temas. Exige apenas I9 <S de mem5ria >A< do sistema e apenas 9 <S de mem5ria da placa de v$deo.

2.*.- – Icewm e FHIM
6imples( leve e pr?tico( Icewm disp2e de uma interface bastante semel,ante 3 do Microsoft +indows HR( contendo um botão 3 es#uerda da tela e uma barra de tarefas #ue exibe a ,ora do sistema. Assim como a grande maioria de programas em Linux( Icewm permite

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;G

personali+aç2es( contando com pain/is de configuração IcePref e Ice+MConf. E =0V< / um gerenciador de janelas #ue suporta internacionali+ação completa @o #ue se refere aos idiomas do ambienteB e configuraç2es de fontes. 7ermite sombras nas janelas e t$tulos laterais @incluindo textos mostrados verticalmenteB.

2.*.2 – XFCE
.este ambiente ,? uma barra no centro da tela( na parte inferior( #ue disponibili+a atal,os para as principais aplicaç2es instaladas no sistema( al/m de ter suporte aos menus com aplicaç2es do P&E e G.E<E. 6eu gerenciador de ar#uivos( o $hunar( possui todos os recursos comuns necess?rios 3 navegação do usu?rio pelo sistema de ar#uivos. N="E / um ambiente leve de desktop cujos objetivos são a produtividade( rapide+ e baixa utili+ação de recursos do sistema. N="E possui uma interface muito bonita( #ue adota um estilo limpo e provsimplicidade de uso( al/m de ser bastante est?vel. 7or estes motivos( / o ambiente padrão de v?rias distribuiç2es de Linux( como 4reamlinux( Slackware e Morphix. &ebian G.*8Linux L.: tamb/m disponibili+a um "& de instalação com o ambiente N="E integrado.

2.*.: – $indowmaker
+indowmaker foi desenvolvido pelo brasileiro Alfredo Pojima( fa+endo sucesso nos sistemas Linux por consumir poucos recursos de m?#uina e ter boa flexibilidade. ",egou a ser a interface gr?fica padrão de "onectiva Linux I e L. E acesso aos itens de menu principal / feito de forma id-ntica ao ,lack'ox( onde o usu?rio clica sobre um espaço va+io da ?rea de trabal,o. Este gerenciador possui uma ferramenta de configuração c,amada +makerConfig( com diversas opç2es para ajustes e de simples utili+ação. Es temas são de f?cil criação( bastando as imagens necess?rias e um ar#uivo de texto puro( formatado conforme o padrão exigido pelo gerenciador. Apesar de não possuir alguns recursos dispon$veis nos ambientes gr?ficos atuais e do projeto encontrar-se com o desenvolvimento #uase parado( +indowmaker / uma opção consider?vel para ser utili+ada em e#uipamentos antigos.

2.*.; – Geren)i% $r e <%ne&%s -D %ompiz Fusion

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;9

Em G.*8Linux( / poss$vel ter gerenciadores de janelas instalados no sistema #ue permitam a aplicação de efeitos tridimensionais sobre os objetos componentes do ambiente de trabal,o( como as janelas( bot2es( desktops virtuais( etc. *m bom gerenciador I& dispon$vel para &ebian L.: / "ompi+ =usion( o resultado da ^adoção_ do projeto SerTl @descontinuadoB pelo projeto "ompi+. Apesar desta adoção( deve ficar claro #ue a base para "ompi+ =usion / "ompi+ @não são o mesmo projetoB. E gerenciador funciona perfeitamente com o servidor N.org( instalado por padrão em &ebian G.*8Linux L.:( entretanto( alguns ajustes devem ser feitos nas configuraç2es do mesmo para ativar alguns recursos de aceleração gr?fica. muito importante ressaltar #ue o usu?rio deve possuir uma placa de v$deo I& devidamente configurada em seu sistema para este ou outros aplicativos I& funcionem ade#uadamente. A instalação do driver I& da n0idia / coberta no cap$tulo Q( subt$tulo Q.G:.9( recomendada neste momento antes de se prosseguir com a instalação citada logo abaixo. Es testes foram reali+ados com placa n0idia e mais informaç2es sobre Compi1 podem ser obtidas no site do projeto @AAA.opencompositing.orgB. )nstalação! 7asso G! Adicionar a c,ave G7G para poder obter os pacotes! e Aget ,ttp!88doAnload.tuxfamilT.org8s,ames8AL9AO"=R.gpg -E- j apt-keT add 7asso 9! )nstalar os pacotes! e apt-get install compi+-fusion-kde @usu?rios de G.E<E compi+-fusion-gnomeB. 7ara configurar o ar#uivo do servidor N @8etc8NGG8xorg.confB( o usu?rio deve editar como root para #ue possa ser regravado. Este ar#uivo possui uma estrutura pr5pria e se divide em seç2es #ue informam os par1metros de iniciali+ação e funcionamento de dispositivos @como teclado( mouse( monitorB( usados pelo servidor N. As alteraç2es #ue devem ser feitas neste ar#uivo são!
● ●

.a seção Module! remover a lin,a Load ^dri_ e adicionar a lin,a Load ^glx_% .a seção Screen6 logo abaixo de &efaultdept, 9L( adicionar as lin,as! Eption ^>enderAccel_ ^Drue_ Eption ^AlloAGLNVit,"omposite_ ^Drue_ Eption ^AddA>GSGLN0isuals_ ^Drue_ "riar uma seção no final do ar#uivo! 6ection kExtensionsk Eption ^"omposite_ ^Enable_ End6ection

)sto far? com #ue o servidor N possa aproveitar ao m?ximo a aceleração I& da placa gr?fica. &epois de gravar o ar#uivo e fec,?-lo( o usu?rio deve reiniciar o servidor N

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;I

pressionando as teclas Control( lt e ,ackspace( simultaneamente. Ao efetuar a nova entrada no sistema( pressionar ALDl=9 e digitar! compi+ --replaceW

=)G*>A 9I - Escrever na tela com fogo usando Compi1 &usion As funcionalidades de Compi1 &usion são configuradas em uma janela acess$vel inicialmente pelo menu P( em "onfiguraç2es( item Compi1Config Settings Manager. Es temas são configurados em um item c,amado Emerald D,eme <anager. "om isso / poss$vel definir v?rios temas para as janelas( alterando sua apar-ncia e funcionalidades. E usu?rio pode tamb/m escol,er os efeitos aplicados a cada evento dos objetos( como por exemplo( o efeito de #ueimar as janelas ao fec,?-las( cubo( como mostrado na =)G. 9L( efeitos de neve e ?gua na tela( etc. As ?reas de trabal,o são transformadas cada uma em um lado de um cubo( #ue pode ser movimentado #uando o usu?rio segura as teclas "ontrol e Alt e ao mesmo tempo clica com o mouse em um ponto da tela( mant/m o botão pressionado e arrasta para os lados. At/ a escrita deste documento( o projeto ,avia disponibili+ado a versão :.O de Compi1 &usion.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;L

=)G*>A 9L - 0isuali+ação em cubo no Compi1

2.*.D – A#1ien/e gr3Ci)$ GNOME
G.E<E / um dos maiores e mais poderosos ambientes gr?ficos para Linux. &iferente dos gerenciadores de janelas( oferece mais recursos de software( sendo assim( mais completo. .a ocasião desta escrita( G.E<E / um dos ambientes mais utili+ados nas distribuiç2es G.*8Linux. E G.E<E @G.* Network /'"ect Model EnvironmentB disputa com P&E pela prefer-ncia dos usu?rios. =oi desenvolvido com aproveitamento de recursos de uma biblioteca c,amada GDP( criada para a construção do aplicativo ^E G)<7_. E projeto foi fundado em GHH;( pelo mexicano <iguel de )ca+a( com a intenção de se criar um ambiente gr?fico G::m livre( libertando-se das restriç2es de licença da biblioteca Ft( de P&E. A filosofia de G.E<E / simplicidade e efici-ncia. 7or este motivo( o conjunto de funcionalidades apresentado por ele / menor #ue o conjunto de P&E. Apesar disso( G.E<E tem um excelente gerenciador de ar#uivos e 'rowser c,amado Nautilus( uma su$te de escrit5rios e 5timos utilit?rios para Internet como o Gnome)"*( o Galeon( g=D7( entre outros. At/ a versão testada neste trabal,o( não executa nen,um assistente de configuração em

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;R

sua primeira iniciali+ação( deixando para o usu?rio a tarefa de acessar o menu de 7refer-ncias e reali+ar os ajustes necess?rios para personali+?-lo( mas suporta a definição do idioma do sistema como 7ortugu-s do Srasil. G.E<E exige poucos recursos de mem5ria e processamento( sendo suficiente um Pentium de 9OO <,+( com OL <S de mem5ria >A<. E ambiente merece um cap$tulo espec$fico para demonstração de suas funcionalidades( entretanto( como seus recursos são mais modestos do #ue os recursos de P&E( este 'ltimo foi escol,ido para ser o ambiente padrão utili+ado neste trabal,o( sendo detal,adamente exposto adiante.

: – AM=IENTE GRÁFICO JDE
&urante algum tempo( ,ouve resist-ncia dos usu?rios em aceitar Linux nos desktops por#ue não ,aviam ambientes gr?ficos #ue fi+essem integração entre aplicativos. As aplicaç2es de forma isolada funcionavam muito bem( mas faltavam recursos como permitir arrastar e soltar ar#uivos( lançar a aplicação correta para trat?-los( manter o estado de sess2es de aplicativos( dentre outros. E P&E foi criado com o objetivo de disponibili+ar um ambiente de alta #ualidade para Linux e *nix( integrando as ferramentas para controlar ar#uivos( janelas( m'ltiplas ?reas de trabal,o e aplicaç2es. 7or exemplo( / poss$vel arrastar e soltar um documento de um diret5rio em uma janela @Pon#uerorB at/ o $cone da lixeira para remov--lo ou para um $cone do /pen/ffice0org para abr$-lo. P&E permite #ue o usu?rio cli#ue com o botão direito do mouse sobre um ar#uivo de imagem( por exemplo( escol,a entre abrir com visuali+adores de imagens( editores de imagens( fa+er exibição de slides ou trat?-la com outras aplicaç2es. 7ara #ue os usu?rios possam ter aplicaç2es suficientes para suas necessidades( o ambiente disp2e de uma plataforma para #ue desenvolvedores possam criar programas( compartil,ar informaç2es e tratar diferentes tipos de dados. P&E possui uma interface muito bem elaborada e muito rica em funcionalidades( / a opção ideal para os usu?rios iniciantes( entretanto( tamb/m / o ambiente preferido de muitos usu?rios Linux experientes( tudo uma #uestão de gosto pessoal e escol,a. &iversas vers2es diferentes estão dispon$veis deste ambiente( para o presente trabal,o( ser? utili+ada a versão I.R de P&E.

:.1 – Re4"eri#en/$s 0%r% JDE
P&E exige um pouco mais de hardware do #ue G.E<E( entretanto( considerando-se os e#uipamentos dispon$veis no mercado na data desta escrita( a exig-ncia / pouca( uma ve+ #ue o ambiente pode ser executado em um Pentium )) de LR: <C+ @ou e#uivalenteB e pelo menos G9Q <S de mem5ria >A< @recomendado para #ue o desempen,o seja mel,orB. *ma importante observação est? na distribuição em uso( pois a performance geral

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;;

pode variar( c,egando a necessitar de um e#uipamento Pentium ))) com 9RO <S de mem5ria >A< nas distribuiç2es !ed#like @distribuiç2es baseadas na !ed %at ou #ue possuem diversos elementos desta( como o sistema de iniciali+ação System 0 e o gerenciador de pacotes >7<B. .o Slackware e na maior parte dos live-"&s @distribuiç2es #ue executam diretamente de um "&->E<( sem necessidade de instalação no disco r$gidoB( um Pentium de I:: <C+ com OL <S de >A< deve ser suficiente( ainda #ue seja uma configuração modesta para um desktop moderno.

:.* – C$nCig"r%'7es ini)i%is
Ao iniciar pela primeira ve+( P&E executar? o Assistente de "onfiguraç2es para a Urea de Drabal,o( um programa #ue orientar? o usu?rio a reali+ar uma r?pida e eficiente configuração inicial do ambiente gr?fico. Assim como em todo assistente de configuração( basta #ue o usu?rio selecione as opç2es desejadas e siga as instruç2es na tela. E Assistente de configuraç2es do P&E executar? R passos importantes para o ajuste final do ambiente gr?fico!
● ● ● ● ●

Soas vindas e seleção da linguagem do ambiente% "omportamento do sistema% Enfeites% Dodo mundo gosta de temas% Dempo para refinar.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;Q

=)G*>A 9R - Assistente de "onfiguraç2es para a Urea de Drabal,o Dodas as etapas são bastante intuitivas e f?ceis de ajustar( dispensando coment?rios para sua reali+ação. Ao final( P&E mostrar? a opção Lançar o "entro de "ontrole P&E @(aunch P&E Control CenterB( onde outras diversas alteraç2es e personali+aç2es podem ser feitas @=)G. 9RB.

:.- – Se&e'($ $ i i$#% $ sis/e#%
6e o idioma 7ortugu-s do Srasil não foi disponibili+ado pelo Assistente de "onfiguraç2es para a Urea de Drabal,o do P&E( provavelmente ele não foi instalado. 7ara adicionar este recurso( deve-se instalar o pacote de internacionali+ação kde-iGQn-ptbr. A instalação / simples( basta apenas abrir o gerenciador de pacotes do P&E @2packageB( locali+ado no menu P( na divisão sistema @systemB e digitar o nome do pacote no campo de busca. =eito isso( basta selecionar o pacote e clicar no botão instalar.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - ;H

=)G*>A 9O - 6elecionar idioma 7ortugu-s do Srasil &epois de instalado o pacote( o usu?rio deve acessar o P&E Control Center( nas opç2es de idiomas e adicionar o idioma 7ortugu-s do Srasil como padrão. Ao reiniciar o ambiente gr?fico @teclas "D>LlALDl, C2SP CEB( todas as telas e mensagens do sistema estarão em 7ortugu-s.

:.2 – O %#1ien/e e /r%1%&E$ e JDE
Dodos os avançados ambientes gr?ficos disponibili+am em seu ambiente de trabal,o alguns elementos fundamentais para a operação do sistema. P&E disp2e basicamente dos seguintes!
● ● ●

Urea de Drabal,o% 7ainel do P&E% <enu P.

:.2.1 – Áre% e /r%1%&E$
P&E disponibili+a uma ?rea de trabal,o #ue conta com um visual limpo e bonito( apresentando( por padrão( uma interface semel,ante 3 da =)G. 9;.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - Q:

=)G*>A 9; - Urea de trabal,o P&E A ?rea de trabal,o pode ser rapidamente ajustada com o uso da opção "onfigurar Urea de Drabal,o( acess$vel com um simples cli#ue do botão direito do mouse na tela da ?rea de trabal,o. .a janela #ue se abre( as opç2es são intuitivas( permitindo o ajuste da ?rea de trabal,o de acordo com as prefer-ncias do usu?rio. A janela / dividida em categorias( listadas do lado es#uerdo da mesma( semel,ante 3 imagem da =)G. 9Q. "ada categoria possibilita ajustes de acordo com o contexto( por exemplo( na categoria =undo de Dela( / poss$vel ajustar o plano de fundo @papel de paredeB( definindo se ,aver? ou não uma imagem( se ser? uma exibição de slides( a posição da imagem na tela( as opç2es de cores da tela e das fontes dos $cones( ajustar o cache para o plano de fundo( escol,er o programa #ue far? o desen,o do plano de fundo e at/ mesmo obter mais pap/is de parede. Dudo isso aplicado a uma ou a todas as ?reas de trabal,o. .a categoria "omportamento( / permitido definir se serão exibidos $cones na ?rea de trabal,o ou não( se ,aver? alguma barra de menus no topo da tela( as aç2es para o cli#ue de cada botão do mouse( #uais $cones de ar#uivos possuirão pr/-visuali+ação( se serão exibidos $cones de dispositivos( como $cones de "& e pendrives #uando conectados ao computador( entre outros ajustes. interessante destacar a possibilidade de personali+ar o cli#ue com o botão do meio do mouse( #ue em alguns casos pode ser feito com a roda do mouse( nos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QG

dispositivos modernos. E item <'ltiplas Ureas de Drabal,o deixa 3 escol,a do usu?rio o n'mero de ?reas de trabal,o desejadas por sessão. 7ara cada ?rea de trabal,o podem ser definidas opç2es personali+adas e a cada uma delas pode ser atribu$do um nome personali+ado. 7or padrão( P&E oferece #uatro ?reas de trabal,o por sessão( n'mero #ue pode ser aumentado de acordo com o gosto ou necessidade do usu?rio. A categoria 7rotetor de Dela permite os ajustes com relação 3 proteção de tela utili+ada pelo sistema( bem como a personali+ação para cada uma das proteç2es dispon$veis( como velocidade e n$vel de detal,es( tempo para in$cio autom?tico e sen,a para finali+ação. As proteç2es de telas estão agrupadas por categorias( e existe um amplo le#ue de opç2es dispon$veis ao usu?rio. 7ara ajustar as opç2es relacionadas com resolução de tela( cores e controle de energia do monitor( basta #ue o usu?rio acesse o item Dela( na janela de configuraç2es. Ali encontram-se opç2es de taman,o da tela( taxas de atuali+ação( gama do monitor e tempori+ação para Stand'y( 6uspensão e &esligamento autom?tico do monitor ap5s certo per$odo de ociosidade.

=)G*>A 9Q - "onfigurar a ?rea de trabal,o 6eguindo o padrão de todos os bons ambientes gr?ficos( P&E possui alguns atal,os em sua ?rea de trabal,o com o objetivo de facilitar ao m?ximo o acesso 3s tarefas mais fre#]entes. Em algumas distribuiç2es( estes $cones são numerosos( devido 3s personali+aç2es feitas pelos mantenedores.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - Q9

&ebian G.*8Linux mant/m a configuração padrão do ambiente P&E( apresentando inicialmente apenas tr-s $cones! 6istema( 7asta do *su?rio e Lixo. E $cone 6istema permite o acesso ao Lixo( 3s pastas remotas( 3s unidades do sistema @partiç2es( "&->E< e dis#uetesB( 3 pasta de documentos padrão e 3s pasta dos usu?rios( tudo atrav/s do Pon#ueror @=)G. 9HB.

=)G*>A 9H - Janela 6istema no Pon#ueror E $cone denominado 7asta do *su?rio / apenas um atal,o para o gerenciador de ar#uivos Pon#ueror( algo de forma semel,ante 3 pasta <eus &ocumentos do Microsoft +indows. "licando sobre ele( o usu?rio tem acesso ao seu diret5rio pessoal. E Lixo guarda os ar#uivos desnecess?rios #ue foram removidos( at/ #ue seja feita uma limpe+a e estes sejam definitivamente exclu$dos do sistema. .ovos $cones podem ser adicionados( utili+ando as funç2es dispon$veis no menu r?pido( na seção "riar .ovo @=)G. I:B. 7odem ser criadas novas pastas( ar#uivos de texto( ar#uivos CD<L( atal,os para ar#uivos e locali+aç2es @*>LB( atal,os para aplicativos e para dispositivos. Estes 'ltimos são 'teis para montagem e desmontagem de dispositivos f$sicos @partiç2es( dis#uetes( "&->E<s( etcB. 7ara cada tipo de atal,o( uma caixa de di?logo espec$fica surgir? com o objetivo de orientar o usu?rio na criação do link desejado e auxiliar na definição de uma s/rie de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QI

propriedades( como por exemplo( o $cone #ue o representar?.

=)G*>A I: - <enu r?pido P&E Eutra forma bastante pr?tica de criar atal,os para a execução de aplicativos est? na utili+ação da função arrastar-e-soltar com o mouse. Sasta selecionar o atal,o desejado #ue se encontra dispon$vel nas seç2es do <enu P( manter o botão es#uerdo do mouse pressionado sobre ele e arrast?-lo para a Urea de Drabal,o. Em seguida( ser? apresentado um menu r?pido solicitando a ação desejada.

&IG*! => # Menu r;pido arrastar#e#soltar .este caso apenas est? se arrastando um atal,o j? definido no <enu P( então o ideal ser? utili+ar a opção "opiar A#ui( para #ue fi#ue dispon$vel na ?rea de trabal,o tamb/m. A #uantidade de atal,os criados não possui limites( dependendo apenas do gosto pessoal do usu?rio.

:.2.* – O 0%ine& $ JDE
E painel do P&E / con,ecido tamb/m como barra de tarefas em outros sistemas. composto de alguns elementos por padrão( como o menu P( atal,os para a pasta do usu?rio( para o Pon#ueror( um seletor de ?rea de trabal,o @uma ve+ #ue se podem definir m'ltiplas em uma 'nica sessãoB( o $cone do 2lipper @#ue gerencia os dados da ?rea de transfer-nciaB( do 2organi1er @organi+ador pessoalB( o rel5gio do sistema e um botão para esconder o painel( representado por uma seta abaixo e 3 direita da tela #ue possibilita ocultar o painel do P&E. poss$vel reali+ar diversos ajustes no painel do P&E( bastando clicar com o botão direito do mouse sobre ele e selecionar a opção desejada para personali+ação. &entre as

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QL

personali+aç2es dispon$veis( tem-se a inclusão de novos atal,os para aplicativos e programas com funcionalidades espec$ficas con,ecidos como mini-aplicativos. 7ara isto( o usu?rio dever? acessar as opç2es Adicionar ao 7ainel e >emover do 7ainel( para respectivamente adicionar e remover esses elementos. .a opção Adicionar ao 7ainel( item <ini-aplicativo( / exibida uma grande variedade de mini-aplicativos #ue podem ser embutidos no painel do P&E( podendo ser instalados outros #uando for necess?rio. Damb/m / poss$vel adicionar ao painel atal,os para #uais#uer aplicaç2es #ue estejam dispon$veis no menu P.

=)G*>A I9 - 7ainel do P&E @barra de tarefasB Atrav/s da opção "onfigurar 7ainel @no menu r?pido do painel do P&EB( permite-se configurar as cores de todos os elementos componentes do menu P e da barra de tarefas( sua posição na tela( opç2es para ocultar a barra e sua animação( escol,er menus opcionais para o menu P @como documentos recentes( por exemploB( definir um plano de fundo para a barra( as aç2es para os bot2es do mouse( entre outras opç2es.

:.2.- – O #en" J
.a instalação padrão( o menu P encontra-se dispon$vel em forma de um $cone no canto es#uerdo do painel do P&E e disponibili+a ao usu?rio uma entrada para os principais aplicativos instalados no sistema. Dodas as aplicaç2es estão agrupadas em diversas categorias( tornando o menu organi+ado e permitindo a f?cil locali+ação dos itens desejados. As principais categorias de aplicaç2es dispon$veis no menu P são!

"onfiguraç2es! assistentes de configuraç2es( controle de impressoras( editor de

menus e atuali+ador do menu P( configuração do painel( centro de controle( entre outros%

&esenvolvimento! )&Es( editores de c5digo( construtores de interfaces &ebian! este item est? presente obviamente apenas em &ebian G.*8Linux.

gr?ficas( depuradores de erros( controles de vers2es( terminais de comandos( etc%

>epresenta uma personali+ação do menu feita por &ebian e disponibili+a uma grande #uantidade de atal,os para aplicativos #ue( em alguns casos( não são encontrados no menu P padrão%

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QR

Educativo! para o entretenimento do p'blico infanto-juvenil( subdividido nas

classes "i-ncia( =erramentas de Aprendi+ado( )diomas( <atem?tica e Eutros( guarda aplicativos como tabela peri5dica( planet?rio( exerc$cios com fraç2es( etc%

Escrit5rio! su$tes de escrit5rio @processamento de texto( planil,as eletrZnicas e

apresentaç2esB( agendas pessoais( editores de f5rmulas( geradores de relat5rios( gerenciadores de endereços( fluxogramas( entre outros%

Gr?ficos! editores de imagens 'itmaps( vetoriais e $cones( visuali+adores(

capturas de tela( programas para diagramação( manipuladores de ar#uivos PostScript( modelagem I&( comunicação com c1meras digitais( faxes e scanners( etc%

Internet! discadores dial#up( navegadores( gerenciadores de downloads(

clientes de correio eletrZnico( clientes de bate-papo( mensagens instant1neas e )>"( clientes de =D7( leitor de not$cias >66( gerenciador de wireless( dicion?rio online( clientes torrent( e outros%

Jogos! diversos jogos para o entretenimento. Alguns são subdivididos por

categorias! arcade( jogo de cartas( jogos de tabuleiro( jogos infantis e t?ticas W estrat/gias. Al/m dos jogos instalados de forma padrão( tem-se tamb/m os jogos instalados pelo usu?rio%

<ultim$dia! ferramentas de ajuste e configuração de ?udio( tocadores

multim$dia @"&s( &0&s e ar#uivos de ?udio e v$deoB( gravadores de ?udio( gravadores de m$dia @"&->8V e &0&->8VB( programas de visuali+ação de D0( codificadores e conversores de ?udio e v$deo%

6istema! ferramentas gerais de ajuste e configuração do sistema. &iferente da

seção "onfiguraç2es pelo fato destas intervirem no sistema em geral( como gerenciamento de pacotes( conexão A&6L( terminais de lin,a de comando( etc%

*tilit?rios! calculadoras( formatador de dis#uetes( mapa de caracteres(

organi+adores pessoais( editores de texto( sincroni+ação com palmtops( conex2es infravermel,o( sinteti+ador de fala( conversor de texto para fala( telefonia m5vel( fax( trabal,os de impressão( gerenciadores de notas r?pidas e todos os aplicativos #ue não se encaixam nas demais categorias. E menu P / organi+ado e em recursos. Fuando um novo programa / instalado( o atal,o correspondente / adicionado automaticamente 3 lista de aplicativos deste menu.

:.: – O Cen/r$ e C$n/r$&e JDE

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QO

As ferramentas de ajustes do ambiente gr?fico fa+em deste flex$vel e adapt?vel 3s prefer-ncias dos usu?rios. Fuanto mais recursos são disponibili+ados pelo ambiente( maior / a necessidade de ferramentas de ajustes e personali+ação. E "entro de "ontrole P&E / a principal ferramenta de configuração deste ambiente gr?fico. =?cil de usar e compreender( esta ferramenta divide as opç2es em seç2es( organi+adas por utilidade e subdivididas em m5dulos( permitindo #ue o usu?rio encontre facilmente as configuraç2es desejadas e configure o ambiente e o comportamento geral de suas aplicaç2es.

:.:.1 – A #inis/r%'($ $ sis/e#%
6e encontram dispon$veis diversos m5dulos para facilitar a reali+ação de atividades administrativas tanto do ambiente gr?fico #uanto do sistema Linux.

=)G*>A II - "entro de controle @administração do sistemaB .esta seção permitem-se as seguintes configuraç2es!

"amin,os! gerenciar a locali+ação de onde alguns ar#uivos importantes serão

gravados. 6ão configur?veis o camin,o da ?rea de trabal,o @desktopB( o camin,o de auto-in$cio do P&E e o camin,o padrão dos documentos do usu?rio%

&ata W Cora! clicando no botão c,amado <odo Administrador( a sen,a do

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - Q;

superusu?rio @rootB / solicitada e o usu?rio pode alterar a data e ,ora do sistema e o fuso ,or?rio%

Gerenciador de (ogin! o gerenciador de login / o programa #ue solicita

identificação de usu?rio e sen,a para iniciar uma sessão no ambiente gr?fico. E gerenciador padrão para P&E / kdm e neste m5dulo / permitido configurar opç2es como idioma( saudação inicial( estilo do gerenciador( cores( imagem de fundo( fontes( #uais usu?rios podem desligar o sistema local e remotamente( fotos de usu?rios e login autom?tico @'til para computadores não compartil,ados e para usu?rios #ue não desejam digitar sua sen,a sempre #ue iniciali+arem o sistemaB%

[ndice de )magens! permite indexar pastas #ue conten,am imagens para

reali+ação de buscas de imagens não simplesmente por nome de ar#uivo( mas sim por conte'do( ou seja( / poss$vel especificar um ar#uivo #ue conten,a uma imagem parecida com a #ue se deseja encontrar no sistema e solicitar a busca por este padrão%

)nstalador de =ontes! o processo de instalação de fontes no sistema Linux /

diferente da instalação em outros sistemas( onde basta copiar os ar#uivos referentes 3s fontes em um determinado diret5rio. Em Linux( / necess?rio reali+ar uma preparação dos ar#uivos e camin,os para a instalação. =eli+mente( P&E possui este m5dulo #ue automati+a a instalação das fontes( bastando acessar o <odo Administrador e adicionar as fontes( apontando o camin,o dos ar#uivos das mesmas. P&E se encarrega de todo o processo de instalação e disponibili+ação das fontes para todos os programas%

(aptop )S< $hinkpad! permite personali+ar aç2es para algumas teclas do (aptop 6onT 0aio! permite a visuali+ação da carga da bateria do note'ook

note'ook )S< $hinkpad%

0aio da 6onT e configuraç2es sobre alertas de carga.

:.:.* – A0%rKn)i% e /e#%s
.o item Apar-ncia W temas são permitidas as personali+aç2es do ambiente gr?fico no #ue tange ao visual do sistema( como escol,a de fontes( cores( fundos( dentre outras opç2es.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QQ

=)G*>A IL - "entro de controle @apar-ncia e temasB "ores! permite configurar as cores para as barras das janelas( links( textos e poss$vel importar

seleç2es( dispondo de uma lista de seleção de es#uema de cores. es#uemas e salvar as modificaç2es feitas no es#uema utili+ado%

&ecoraç2es da Janela! permite a escol,a de como serão desen,adas as barras das janelas( bem como as posiç2es dos bot2es minimi+ar(

de

t$tulo

maximi+ar8restaurar( fec,ar e ajuda. E usu?rio pode por exemplo( desejar #ue o botão fec,ar da janela seja locali+ado do lado es#uerdo da mesma e desejar tamb/m #ue as bordas da janela sejam maiores ou menores. Estes ajustes são facilmente reali+ados nesta tela%

Estilo! permite configurar a apar-ncia de itens como bot2es( barras de

progresso( abas( caixas de verificação( caixas de combinação( efeitos sobre menus e outros itens( comportamento com as barras de ferramentas e outras opç2es%

=ontes! neste m5dulo ajustam-se todas as definiç2es de fontes utili+adas na

?rea de trabal,o( janelas( menus( barras de ferramentas e opç2es de anti#aliasing @recurso para aumentar a #ualidade de exibição de fontesB%

=undo de Dela! permite modificar o aspecto de cada ?rea de trabal,o( com

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - QH

relação ao plano de fundo @papel de paredeB e tamb/m obtenção de novas imagens%

Gerenciador de Demas! esta / uma das opç2es mais interessantes e diferenciais

de P&E. Es temas permitem o gerenciamento da apar-ncia do sistema de forma simples( possibilitando a escol,a entre visuais existentes ou a instalação de novos temas. *m dos recursos mais fascinantes / a possibilidade de se escol,er pacotes de $cones diferentes e configurar os taman,os e efeitos separadamente para a ?rea de trabal,o( barras de ferramentas( painel e gerenciador de ar#uivos. poss$vel alterar a proteção de tela e as fontes do tema( tudo centrali+ado na mesma janela%

[cones! opção id-ntica 3 oferecida no item Gerenciador de Demas. 7ermite

escol,er o pacote de $cones e modificar as opç2es de taman,o e animação dos mesmos%

Lançador r?pido M Cist5rico! ,abilita a ação do cursor do mouse en#uanto um 7rotetor de tela! definição da animação @screensaverB e tempo de inatividade

programa est? carregando( al/m da indicação na barra de tarefas%

para iniciar seu funcionamento. Damb/m / poss$vel definir uma sen,a para retomar as atividades no computador ap5s o in$cio da proteção de tela%

Dela de apresentação! con,ecida tamb/m como splash. Esta / a tela #ue poss$vel escol,er entre as telas dispon$veis ou

aparece #uando o P&E est? iniciando. instalar novas telas de splash.

:.:.- – Áre% e /r%1%&E$
Es m5dulos desta seção permitem definir alguns itens de apar-ncia e aç2es do ambiente de trabal,o.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - H:

=)G*>A IR - "entro de controle @?rea de trabal,oB Sarra de Darefas! define o comportamento do painel do P&E. permitido

personali+ar #uais janelas aparecerão na barra @se todas as janelas ou somente as minimi+adasB( a ordem de exibição das janelas( se serão mostrados $cones de aplicativos( #uando agrupar aplicaç2es semel,antes para economia de espaço e a apar-ncia de exibição dos itens. Damb/m neste m5dulo / poss$vel configurar as aç2es para o cli#ue de cada botão do mouse sobre o painel( por exemplo( se o usu?rio desejar #ue ao clicar com o botão do meio do mouse seja mostrado um menu de operaç2es( basta selecionar esta ação para o item escol,ido%

"omportamento! este m5dulo / dividido em tr-s abas. .a primeira @GeralB( o

usu?rio pode escol,er se serão mostrados $cones na ?rea de trabal,o( se ,aver? alguma barra de tarefas no topo da tela @como <A" E6B e as aç2es para cada botão do mouse ao clicar na ?rea de trabal,o. A segunda @[cones de ar#uivosB( configura o alin,amento de $cones( exibição de itens ocultos e trata da pr/-visuali+ação de itens. A pr/visuali+ação / o recurso #ue permite( por exemplo( exibir uma amostra de uma imagem ao manter o ponteiro do mouse sobre o ar#uivo. &iversos tipos de ar#uivos permitem pr/-visuali+ação. A terceira aba @[cones de dispositivosB( permite configurar se serão exibidos $cones de discos( pendrives( &0&s e outros( recurso 'til para a desmontagem do hardware antes de sua desconexão f$sica. P&E detecta o dispositivo

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HG

e cria dinamicamente o $cone na ?rea de trabal,o%

"omportamento da Janela! um dos itens #ue permite ajustar as aç2es mais

impressionantes e poderosas do ambiente P&E. &ividido em v?rias abas( permite configurar recursos como obtenção de foco na janela @se / preciso clicar ou somente passar o mouse( por exemploB( a navegação entre janelas e ?reas de trabal,o( o #ue os bot2es e a roda do mouse fa+em #uando usados sobre a barra de t$tulo e #ual a opção de maximi+ação #uando usados sobre o botão maximi+ar. poss$vel definir( por exemplo( #ue o cli#ue com o botão do meio do mouse sobre o botão de maximi+ar far? somente a maximi+ação vertical da janela. "om relação 3s aç2es da janela( o #ue os cli#ues com diferentes bot2es do mouse fa+em sobre a janela e #uais as teclas de atal,o #ue permitem mover( maximi+ar( fec,ar( redimensionar e alternar entre janelas. .a aba <ovendo( ajustam-se os par1metros relativos 3 exibição de conte'do da janela en#uanto / arrastada( animação das janelas e encaixe @as janelas #uando aproximadas de outras( ajustam automaticamente suas posiç2esB. Eutras opç2es são configur?veis( mas talve+ as #ue despertem mais interesse do usu?rio sejam as opç2es de transpar-ncia das janelas.

"onfiguraç2es Espec$ficas da Janela! permite aç2es e propriedades diferentes

para cada janela de aplicativo escol,ida pelo usu?rio. 7or exemplo( deseja-se configurar apenas uma janela de um determinado aplicativo com relativa opacidade ou mesmo atal,os para determinadas janelas( seu taman,o e muitas outras opç2es%

<'ltiplas Ureas de Drabal,o! define a #uantidade de ?reas de trabal,o

permitidas para cada sessão( sendo em P&E( por padrão( vinte ?reas de trabal,o dispon$veis%

7ain/is! regular taman,o e comprimento do painel do P&E( configurar suas

cores( definir planos de fundo para bot2es e painel( opç2es de ocultação( menus dispon$veis e posição do painel na ?rea de trabal,o @abaixo( direita( es#uerda ou no topoB.

:.:.2 – C$#0$nen/es $ JDE
A seção "omponentes do P&E permite configurar par1metros b?sicos( associados aos diversos utilit?rios do P&E.

Associaç2es de Ar#uivos! permite #ue se ajuste os aplicativos associados a

diferentes tipos de ar#uivos e a ordem de prefer-ncia destes aplicativos. "ada ar#uivo pode ter diversos aplicativos associados 3 sua abertura e edição( por exemplo( ar#uivos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - H9

de m'sica podem ter diversos tocadores associados e um deles / preferencial%

=)G*>A I; IO - "entro de controle @componentes do P&EB

"orretor Ertogr?fico! para definir o verificador de ortografia padrão do

sistema( #ue depende dos idiomas instalados. Damb/m outras opç2es de correção estão associadas a este m5dulo%

=onte de &ados do P&E! basicamente define a locali+ação dos ar#uivos #ue Gerenciador de Ar#uivos! opç2es b?sicas do gerenciador de ar#uivos( como

guardam os dados de calend?rios e outros itens como notas e contatos%

fontes( camin,o inicial da abertura( opç2es de menus @como exclusão diretaB( navegação em janelas separadas( pr/-visuali+ação e opç2es de copiar e mover%

Gerenciador de 6erviços! permite ajustar #uais serviços @ daemonsB do P&E Gerenciador de 6essão! opç2es para pedir confirmação de sa$da do ambiente

serão executados na iniciali+ação( bem como parar e iniciar os mesmos%

P&E( padrão do desligamento @sair( reiniciar ou desligarB( #ual a definição do pr5ximo login @P&E permite restaurar a sessão anterior( reabrindo todos os documentos e janelas #ue estavam ativos no momento da 'ltima sa$da do usu?rioB e aplicativos exclu$dos das sess2es%

7erformance do P&E! opç2es para uso de mem5ria do Pon#ueror e opção para

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HI

desabilitar a verificação da configuração do sistema ao iniciar. Esta 'ltima opção desabilita uma c,ecagem autom?tica #ue P&E fa+ na iniciali+ação( sobre os aplicativos instalados( tipos <)<E e deixa o carregamento mais r?pido. Entretanto( elementos podem ter sido alterados e programas removidos na 'ltima sessão e P&E não saber? disso sem a verificação. )sto pode ocasionar problemas como perda de aplicativos no menu P( por exemplo. .ão / recomend?vel a utili+ação desta opção%

6eletor de "omponentes! define #uais aplicativos serão utili+ados como

padr2es do ambiente como( por exemplo( cliente de e#mail( navegador de Internet( mensageiro instant1neo( editor de textos integrado e emulador de terminal.

:.:.: – C$n/r$&e e energi%
Encontra-se apenas um m5dulo na seção "ontrole de energia. Este m5dulo( c,amado de Sateria do (aptop( permite ajustes no gerenciamento de energia das baterias de note'ooks.

:.:.; – Internet L re e
E m5dulo Internet W rede permite configurar par1metros para a rede e diret5rios compartil,ados. poss$vel definir os padr2es de navegação na rede local e na Internet.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HL

=)G*>A IQ - "entro de controle @Internet W redeB "ompartil,amento de 4esktop! permite #ue o desktop seja compartil,ado pela "onfiguraç2es de "onexão! tempori+ação de conexão e opç2es b?sicas de =D7% "onfiguraç2es de rede! permite ajustar @no modo administradorB as interfaces poss$vel definir rotas( endereços )7( dom$nios e

rede( para #ue se possa manipular remotamente o computador atrav/s do servidor N%
● ●

de rede instaladas no sistema. gerenciar perfis de rede%

.avegação em >ede Local! configuração para cliente do 6A<SA. E 6A<SA

fornece recursos para compartil,amento de ar#uivos e impressoras via rede entre Linux e +indows%

.avegador +E,! o Pon#ueror / o navegador we' padrão de P&E e possui um

m5dulo 3 parte de configuração( dedicada 3 sua funcionalidade de navegação para a Internet. Este m5dulo / subdividido nas seguintes partes! Atal,os da +E,( Sarra Lateral de Cist5rico( Cache( "omportamento +e'( Cookies( =iltros d,lock( =ol,as de Estilo( =ontes( )dentificação do .avegador( Java W ?avaScript( plugins( Scripts 6G)%

Proxy! possibilita definir um servidor proxy para acesso 3 Internet. Este

recurso / mais utili+ado em empresas( onde uma 'nica m?#uina concentra e gerencia o

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HR

acesso 3s redes externas @como p?ginas we' na InternetB e compartil,a os recursos permitidos com as estaç2es dos usu?rios%

>ede 6em =io! no modo administrador( permite criar e controlar at/ #uatro 6erviço 4iscovery! tamb/m con,ecido como 1eroconf do P&E( este recurso

redes wireless%

possibilita ao usu?rio adicionar dom$nios nos #uais serão pes#uisados recursos compartil,ados @como desktops e servidores de ss, M s,ell seguroB para conectar-se. Estes recursos podem estar na rede local ou em uma rede distante. o usu?rio permite a publicação de serviços para outros dom$nios. tamb/m a#ui #ue

:.:.D – PeriC?ri)$s
Em 7erif/ricos( são configurados todos os dispositivos de entrada e sa$da do sistema( desde teclado e mouse at/ "oystick e controle remoto.

"1mera digital! permite configurar c1meras digitais e os modos de

comunicação com as mesmas. *ma lista contendo modelos de c1meras suportadas / disponibili+ada( entretanto( mesmo se a c1mera desejada não estiver na lista( o sistema Linux ser? capa+ de detect?-la e comunicar-se com ela%

=)G*>A IH - "entro de controle @perif/ricosB

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HO

"ontroles >emotos! consiste de um conjunto de configuraç2es para controle

infravermel,o. Alguns aplicativos( como o player multim$dia Paffeine( o kdetv e at/ mesmo o navegador Pon#ueror( suportam funcionalidades via controle remoto. E software de controle infravermel,o utili+ado pelo Linux / o L)>"%

)mpressoras! permite escol,er o sistema de impressão utili+ado pelo P&E

@"*76( L7&( etcB( instalar e gerenciar impressoras e pseudo-impressoras @enviar para fax( e#mail( imprimir para pdfB( configurar o estado do serviço de impressão @iniciar e pararB e gerenciar a fila de documentos a serem impressos por cada dispositivo%
● ●

?oystick! são configurados os hardwares de controle para jogos% <$dia de arma+enamento! para diversos tipos m$dias detectadas pelo P&E(

algumas aç2es são poss$veis( por exemplo( para um &0& / poss$vel explorar o conte'do e reprodu+ir um filme( para uma c1mera digital( permite-se descarregar as fotos com software espec$fico ou navegar pelo dispositivo de arma+enamento da c1mera. Este m5dulo destina-se a configurar #uais aç2es serão disponibili+adas para os ar#uivos e m$dias detectadas pelo P&E%

Mouse! configuraç2es gerais do mouse( como ordem dos bot2es( aç2es para o

cli#ue duplo( tema do cursor( aceleração e intervalos de tempo e navegação pelo teclado%

Declado! taxa de repetição( estado de Num(ock #uando iniciar P&E e efeitos

sonoros das teclas @recurso #ue depende das caracter$sticas do teclado e do servidor N( não estando dispon$vel em todos os sistemasB%

Dela! permite ajustar resolução da tela( cores e gerenciamento de energia do

monitor( escol,endo um tempo para stand'y ou desligamento autom?tico do mesmo.

:.:.F – Regi$n%& L %)essi1i&i % e
A seção >egional W acessibilidade( permite configurar formatos associados a v?rias naç2es e idiomas. Damb/m permite configurar o teclado com sinos e respostas a diferentes controles.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - H;

=)G*>A L: - "entro de controle @regional W acessibilidadeB Acessibilidade! configura ajustes para sinos de teclado( teclas lentas e Aç2es de Entrada! permite ajustar comandos a serem executados #uando

repetidas%

determinada tecla ou combinação de teclas for pressionada( bem como comandos de vo+%

Atal,os do Declado! permite configurar todos os atal,os para executar

aplicativos e comandos em geral no ambiente P&E( al/m do mapeamento de teclas. poss$vel( por exemplo( configurar o conjunto "D>LlP para exibir o menu P. 6ão permitidas as mais diversas combinaç2es de teclas modificadoras @Control( Shift( lt( +in2eyB e teclas regulares para executar comandos ou abrir aplicativos%

"onversão de Dexto para =ala! permite configurar( dentre outras coisas( #ue o

sistema fale as notificaç2es #ue estão sendo exibidas. 7or exemplo( ao exibir a janela de aviso de um programa( o sistema pode falar o aviso tamb/m%

(ayout do Declado! permite configurar o desen,o de teclado utili+ado( ou seja( 7a$s8>egião W )dioma! selecionar o pa$s e região do usu?rio( configuraç2es de

como as teclas estão dispostas e #ual o idioma do perif/rico%

n'meros( moeda( formato de data e ,ora( formato do papel padrão e sistema de medidas.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HQ

:.:.G – Seg"r%n'% L 0ri,%)i % e
Em 6egurança W privacidade( são reali+ados ajustes relativos 3 criptografia( gerenciamento de sen,as e outras opç2es #ue afetam o n$vel de segurança do sistema.

=)G*>A LG - "entro de controle @segurança W privacidadeB "arteira do P&E! trata-se de um reposit5rio( um local seguro para guardar

todas as sen,as( c,amado 2wallet. E 2+allet utili+a uma 'nica sen,a para proteger os dados arma+enados e / respons?vel por gerenciar as sen,as de we'sites para o Pon#ueror e sen,as para outros aplicativos como o Popete @cliente para mensagens instant1neasB%
● ●

"riptografia! gerenciamento de certificados de segurança e criptografia% 7rivacidade! trata basicamente da limpe+a de ar#uivos tempor?rios de Internet.

interessante #ue o usu?rio mar#ue as opç2es ade#uadas e reali+e uma limpe+a periodicamente( para evitar #ue poss$veis atacantes remotos consigam acesso a n'meros de "7= e outras informaç2es importantes #ue estejam( eventualmente( guardadas como itens tempor?rios%

6en,a W "onta do *su?rio! permite a seleção de uma imagem representativa

do usu?rio no sistema e a inserção de seus dados( como nome( organi+ação e e#mail. Damb/m / poss$vel alterar a sen,a e configurar o n'mero de asteriscos #ue aparecerão nas caixas de sen,a durante a digitação de cada caractere.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - HH

:.:.1B – S$# L #"&/i#. i%
Em 6om W <ultim$dia( os m5dulos dispon$veis permitem ajustar propriedades de ?udio em geral e sons de notificação do sistema.

=)G*>A L9 - "entro de controle @som W multim$diaB

"ampain,a do 6istema! configura volume( espaçamento e duração da "&s de Uudio! permite informar ao sistema #uais as opç2es dos codificadores

campain,a do sistema @opção utili+ada em conjunto com acessibilidadeB%

de <7I e EGG 0orbis dispon$veis. Es codificadores são programas #ue permitem converter ar#uivos em outros formatos%

.otificaç2es do 6istema! #uais aç2es devem ser tomadas para cada evento de poss$vel( por exemplo( tocar um som #uando um contato

cada programa de P&E.

ficar dispon$vel no Popete( registrar o evento em um ar#uivo ou at/ mesmo executar outro programa para esta situação%

6istema de 6om! neste m5dulo( o sistema de som pode ser ,abilitado ou

desabilitado( as opç2es de #ualidade e execução remota de sons podem ser configuradas e o dispositivo de som do sistema pode ser selecionado.

:.:.11 – O"/r%s Cerr%#en/%s e )$nCig"r%'($
Algumas ferramentas de configuração do ambiente P&E possuem entradas no menu P( são elas! Assistente de "onfiguraç2es para a Urea de Drabal,o( "onfigurar o 7ainel(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G::

=erramentas de Gerenciamento da "arteira( Gerenciador de )mpressão( Editor de <enus e =erramenta de atuali+ação de menus. &ois destes itens merecem um detal,amento! Editor de <enus e =erramenta de Atuali+ação de <enus. E Editor de <enus fornece os recursos necess?rios para #ue o usu?rio possa ajustar o <enu P conforme suas necessidades. &e forma simples( o usu?rio pode adicionar( editar ou remover atal,os para aplicativos ou at/ mesmo submenus no menu P. A =erramenta de Atuali+ação de <enus permite buscar novas aplicaç2es instaladas no sistema. )sto / 'til para adicionar a#uelas desenvolvidas com o uso de outras bibliotecas gr?ficas @como a GDPl de G.E<EB( por elas não terem sido concebidas para se integrar ao ambiente P&E. As aplicaç2es desenvolvidas para o ambiente P&E normalmente criam atal,os diretamente no menu P durante a instalação e em &ebian( / comum #ue os atal,os para aplicativos não integrados ao P&E sejam adicionados ao menu P( na seção &ebian. 7ara #ue possam ser detectadas pela ferramenta( as novas aplicaç2es deverão incluir seus execut?veis no diret5rio 8usr8local8bin ou 8usr8bin( ou um link para os execut?veis nestes diret5rios.

:.:.1* 8 Ins/%&%n $ n$,%s C$n/es n$ sis/e#%
Algumas fontes j? con,ecidas e bastante utili+adas podem não estar instaladas no sistema &ebian8P&E padrão( fa+endo com #ue alguns documentos não sejam exibidos de forma correta. .este caso( P&E disp2e de um utilit?rio no "entro de "ontrole c,amado )nstalador de =ontes. Drata-se de um m5dulo da seção Administração do 6istema #ue permite o gerenciamento completo das fontes no ambiente. Ap5s acess?-lo( o usu?rio deve clicar no botão c,amado <odo Administrador( locali+ado na parte inferior da janela. A sen,a de root / solicitada e a lista de fontes j? instaladas / exibida. Ao clicar sobre uma delas( um exemplo / exibido do lado direito( mostrando exatamente #ual o desen,o da fonte selecionada. 7ara instalar as fontes padrão do sistema +indows( por exemplo( mantendo a compatibilidade com os documentos de usu?rios deste sistema( basta copiar os ar#uivos de fontes @#ue geralmente possuem a extensão .ttfB para um diret5rio de Linux ou para uma m$dia remov$vel e clicar no botão Adicionar =ontes( apontando em seguida o camin,o dos ar#uivos. Eutra forma de instalar especificamente as fontes de +indows / utili+ar Synaptic e instalar o pacote msttcorefonts( #ue tra+ as fontes principais do sistema em #uestão.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:G

=)G*>A LI - )nstalador de fontes .o we'site AAA.kde-look.org tamb/m encontram-se dispon$veis muitas fontes para download e instalação.

:.:.1- 8 A&/er%r $ /e#% e .)$nes
Es $cones assumem um papel importante no visual da interface gr?fica de um sistema operacional. .a maioria dos casos( os usu?rios não dão tanta import1ncia aos $cones #ue estão sendo utili+ados( talve+ por#ue não saibam #ue em P&E tudo pode ficar da maneira #ue bem desejarem. )sto #uer di+er #ue os usu?rios podem modificar o tema de $cones de acordo com sua personalidade. 7ara a#ueles #ue gostam de interfaces leves( alguns pacotes de $cones como Crystal ou 3ua podem ser bem agrad?veis( bem como o pacote 2ids pode agradar a usu?rios #ue preferem $cones ^desen,ados com l?pis_. <uitos temas estão dispon$veis no AAA.kde-look.org e os usu?rios mais avançados podem at/ mesmo criar seus pr5prios pacotes de $cones e disponibili+?-los para a comunidade. 7ara modificar o pacote de $cones utili+ado( basta acessar a seção Apar-ncia W Demas( do "entro de "ontrole de P&E. .esta seção( um m5dulo c,amado [cones / dividido em duas abas! a primeira para escol,er o tema de $cones e a segunda para escol,er o taman,o dos $cones em cada ponto da ?rea de trabal,o e os efeitos para cada estado dos mesmos @padrão( ativo e desabilitadoB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:9

=)G*>A LL - Alterar tema de $cones v?lido lembrar #ue o taman,o dos $cones exibidos no gerenciador Pon#ueror podem ser modificados dinamicamente com um simples pressionamento da tecla Control e a rolagem da roda do mouse @#uando aplic?velB ou pelo menu 0er( na opção Daman,o do $cone. 7ara instalar um novo pacote( ap5s obter o tema desejado( o usu?rio deve clicar sobre o botão )nstalar Dema( exibido na primeira aba do m5dulo de configuração dos $cones. *ma janela então / aberta e / solicitado o camin,o em #ue o ar#uivo se encontra( sendo permitido tamb/m navegar pelo sistema de ar#uivos para escol,er o camin,o absoluto com maior precisão.

=)G*>A LR - Ajustes avançados em $cones

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:I

Dão f?cil #uanto modificar o tema de $cones / modificar o tema de decoração das janelas( no "entro de "ontrole de P&E. E leitor poder? perceber nesta obra #ue estilos diferentes de janelas foram utili+ados nas ilustraç2es e muitos outros estilos estão dispon$veis. Fue tal uma tentativag

:.:.12 8 Pers$n%&i6%n $ $s %/%&E$s e /e)&% $
Es atal,os de teclado são criados geralmente para #ue aplicativos ou ar#uivos possam ser acionados sem a necessidade de utili+ação do mouse. Em um ambiente P&E padrão alguns atal,os são pr/-definidos( mas nada impede #ue o usu?rio crie seus pr5prios atal,os ou modifi#ue os padr2es do ambiente. *m exemplo simples #ue pode ser citado / o comando ALDl=9( usado para abrir o aplicativo de execução de comandos do P&E. E sinal de adição na expressão significa #ue o pressionamento das teclas deve ser simult1neo. 7ara gerenciar os atal,os do sistema( o usu?rio deve acessar o "entro de "ontrole de P&E( na seção >egional e Acessibilidade( m5dulo Atal,os de Declado. Dr-s abas estão dispon$veis( mostrando a configuração atual e possibilitando as modificaç2es.

=)G*>A LO - "onfigurar atal,os de teclado *m dos aplicativos bastante utili+ados em um ambiente desktop &ebian / o navegador Iceweasel. 7ara evitar os cli#ues do mouse( um atal,o pode indicar o pressionamento de teclas correspondente #ue far? com #ue o programa seja lançado. 7ara tal( na aba Atal,os de "omando( basta #ue o usu?rio escol,a o aplicativo Iceweasel e selecione o item 7ersonali+ar( locali+ado na parte inferior da janela. Fuando clicado( este item abre uma nova janela #ue

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:L

solicita ao usu?rio pressionar a combinação de teclas #ue deseja utili+ar para abrir o programa sempre #ue desejar. &ois atal,os são permitidos por programa( sendo #ue para programar o atal,o secund?rio( o usu?rio deve clicar no botão correspondente na janela de configuração.

=)G*>A L; - "onfigurar um atal,o A tecla Vin / padrão em alguns teclados e utili+ada no sistema +indows com atal,os fixos( como por exemplo! VinlE para abrir +indows Explorer( Vinl> para abrir a janela executar( etc. poss$vel para o usu?rio de +indows #ue est? se adaptando ao sistema Linux e #ue possua um teclado deste tipo( configurar as teclas de forma semel,ante( como VinlE para Pon#ueror( por exemplo. importante frisar a liberdade de escol,a dos atal,os de teclado em P&E( pois / poss$vel não somente configurar atal,os para lançar aplicativos( mas modificar as teclas para muitos outros comandos do ambiente gr?fico( na aba Es#uemas de Atal,o da janela de configuração do "entro de "ontrole.

=)G*>A LQ - Atal,os globais de P&E

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:R

:.:.1: 8 E!i1in $ .)$nes e is0$si/i,$s n% 3re% e /r%1%&E$
A exibição de $cones de dispositivos como "&s e pendrives na ?rea de trabal,o / um recurso de P&E #ue facilita o acesso 3s m$dias e auxilia principalmente na sincroni+ação dos dados e desmontagem das mem5rias remov$veis @pendrivesB.

=)G*>A LH - <enu suspenso de P&E 7ara exibir estes $cones( o usu?rio deve configurar a opção desejada pelo "entro de "ontrole de P&E( na seção Urea de Drabal,o( m5dulo "omportamento. *ma aba c,amada [cones de &ispositivos guarda as opç2es de dispositivos para os #uais est? dispon$vel o recurso. *m camin,o alternativo para acessar a configuração / clicar com o botão direito do mouse sobre uma região va+ia da ?rea de trabal,o e escol,er a opção "onfigurar a Urea de Drabal,o no menu suspenso( exibido como na =)G. LH. .a janela #ue ser? aberta existe a mesma opção do "entro de "ontrole( onde o usu?rio pode selecionar os tipos de m$dias #ue terão $cones exibidos na ?rea de trabal,o. 7ara exibir os $cones de pendrives e c1meras digitais( basta selecionar! "1mera( "1mera &esmontada( "1mera <ontada( <$dia >emov$vel &esmontada e <$dia >emov$vel <ontada.

=)G*>A R: - [cones de dispositivos de P&E

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:O

Fuando o usu?rio inserir uma mem5ria remov$vel( P&E criar? o $cone correspondente na ?rea de trabal,o ativa. Fuando o usu?rio clicar sobre o $cone( Pon#ueror ser? ativado e exibir? os ar#uivos #ue estão contidos na m$dia.

&IG*! @> # MAdia !emovAvel 7ara sincroni+ar os dados e desmontar logicamente o dispositivo para poder remov-lo( basta clicar com o botão direito sobre o $cone e escol,er a opção >emover de <odo 6eguro. 7ara os dispositivos como "&s e &0&s( ,aver? uma opção para ejetar a m$dia.

=)G*>A R9 - >emoção segura de m$dia remov$vel

:.:.1; 8 A&/er%r $ C"n $ e /e&% @0%0e& e 0%re eA
E papel de parede da ?rea de trabal,o pode ser alterado pelo "entro de "ontrole ou escol,endo a opção "onfigurar a Urea de Drabal,o no menu suspenso exibido #uando se clica com o mouse em uma região va+ia da ?rea de trabal,o. A primeira seção exibida / =undo de Dela @#ue corresponde ao con,ecido papel de paredeB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:;

=)G*>A RI - Drocar fundo de tela @papel de paredeB Sasta escol,er a #ual ?rea de trabal,o ser? aplicado o novo plano de fundo @ou a todasB e modificar a opção 7lano de =undo( escol,endo .en,um @para apenas exibir coresB( =igura @onde podem ser escol,idas as mesmasB e Show de Slides @para um fundo din1micoB. 6e desejar obter mais figuras( o usu?rio pode clicar no botão Ebter .ovos 7ap/is de 7arede #uando estiver conectado 3 Internet e escol,er entre as figuras exibidas do site AAA.kde-look.org. Dr-s abas ajudam a ordenar as figuras( classificando entre as mais bem votadas( as mais baixadas e as mais recentes. A figura esco,ida ser? obtida e adicionada 3 lista de escol,a #uando o usu?rio clicar no botão instalar.

=)G*>A RL - Ebter novos planos de fundo com ferramenta P&E 0oltando 3 janela principal da alteração do plano de fundo( depois de escol,er a figura desejada( o usu?rio deve clicar no botão Aplicar para ver imediatamente as figuras aplicadas

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:Q

3s ?reas de trabal,o escol,idas.

:.:.1D 8 Ti0$s e %r4"i,$s e %'7es
Fuando se est? explorando o conte'do dos diret5rios com Pon#ueror e um determinado ar#uivo / clicado( o gerenciador de ar#uivos far? uma c,amada ao programa correto para tratar o ar#uivo. Algumas ve+es( principalmente no caso de v$deos e m'sicas( deseja-se associar um tipo de ar#uivo a um programa espec$fico ou definir a prioridade deste programa para abrir o tipo de ar#uivo referido. *m exemplo simples / o tratamento de ar#uivos de ?udio mpI ou ogg. &iversos programas em Linux possuem capacidade de reprodu+ir este tipo de multim$dia( mas certamente o usu?rio deseja #ue o seu programa predileto seja o primeiro a tentar tratar o ar#uivo. *ma maneira bem simples de se definir os programas corretos e sua prioridade para tratar ar#uivos / acessar o "entro de "ontrole de P&E( na seção "omponentes do P&E( m5dulo Associaç2es de Ar#uivos. .a janela #ue se abre( muitos tipos de ar#uivos são exibidos e o usu?rio precisa escol,er o #ue deseja na lista para então associar a ele um ou mais programas( indicando pela ordem na lista de programas #ual a prioridade de cada um deles. =eitas as modificaç2es necess?rias( deve-se clicar em Aplicar para #ue o comportamento de P&E seja alterado.

=)G*>A RR - Dipos de ar#uivos e associaç2es com programas

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G:H

:.; – Geren)i% $r J$n4"er$r
E Pon#ueror / o gerenciador de ar#uivos e navegador de Internet padrão do ambiente P&E. Este software possui uma interface bonita( consistente e bem estruturada( al/m de ser uma das ferramentas mais utili+adas e evolu$das do P&E. Pon#ueror possui integração com diversas ferramentas importante( como editores de texto( compactadores de ar#uivos e visuali+adores de imagens e multim$dia. &esta forma( / poss$vel editar textos( assistir a v$deos e exibir imagens( visuali+ar $cones e ar#uivos ,tml e pdf diretamente no Pon#ueror( de forma embutida. &evido ao grande n'mero de recursos e funcionalidades #ue possui( Pon#ueror / mais do #ue um simples gerenciador de ar#uivos( motivo pelo #ual merece um estudo mais aprofundado.

:.;.1 – Re)"rs$s e n%,eg%'($
Pon#ueror suporta a navegação em abas desde a versão I.G de P&E. Este recurso / muito 'til para #ue diversos itens e p?ginas sejam vistos em uma 'nica janela do navegador( tornando a ?rea de trabal,o mel,or organi+ada. 6ão disponibili+ados bot2es para abertura de novas abas e fec,amento da aba atual. 7ara abrir um ar#uivo em uma nova aba( basta #ue o usu?rio cli#ue com o botão direito do mouse sobre o mesmo e selecione Abrir em uma nova aba.

=)G*>A RO - Pon#ueror com cinco abas abertas

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GG:

&a mesma forma #ue / poss$vel trabal,ar com m'ltiplas abas de navegação( Pon#ueror tamb/m possibilita dividir a janela em um ou mais pain/is. )sto pode ser feito pelo menu Janela ou adicionando a Sarra de =erramentas Extra do Pon#ueror( clicando com o botão direito sobre os $cones da barra de ferramentas e selecionando-a. E usu?rio pode então dividir a ?rea de dados de uma aba em v?rias partes( visuali+ando conte'dos diferentes em cada uma delas.

=)G*>A R; - &ividir a navegação em pain/is no Pon#ueror E item 6eparar a 0isão em Es#uerda8&ireita( cria uma divisão vertical na janela( como mostrado na =)G. RQ e a opção 6eparar a 0isão em Dopo8Sase cria uma divisão ,ori+ontal.

=)G*>A RQ - 7ain/is na visão Es#uerda8&ireita de Pon#ueror

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGG

Al/m de fornecer recursos para a navegação em abas e pain/is( Pon#ueror oferece opç2es de visuali+ação diferentes #ue podem ser utili+adas a contento do usu?rio. Estas opç2es são a visuali+ação em $cones( em ?rvore e ?lbum de fotos. A visuali+ação em $cones mostra os $cones dos tipos de ar#uivos @em alguns casos uma pe#uena miniatura de seu conte'doB e o nome do respectivo ar#uivo ou diret5rio. J? a visuali+ação em ?rvore( fornece informaç2es mais detal,adas sobre os ar#uivos e diret5rios e permite #ue o usu?rio navegue entre os itens expandindo e recol,endo elementos. A visuali+ação em ?lbum de fotos / 'til para pastas #ue cont-m imagens( fotos e outras figuras. .este caso( a maior parte da janela exibe a imagem e do lado direito( uma separação exibe miniaturas #ue( #uando acionadas( exibem a imagem real na parte principal da janela. As tr-s formas de visuali+ação podem ser acompan,adas na =)G. RH( onde a janela foi dividida em tr-s pain/is ,ori+ontais e foi aplicada um tipo de visuali+ação em cada um deles. E taman,o dos $cones nas vis2es em ?rvore e em $cones tamb/m / vari?vel( bastando #ue o usu?rio acione os bot2es em forma de lupa @aumentar e diminuir $conesB( presentes na barra de ferramentas principal. Damb/m estão dispon$veis na barra principal os itens de navegação para voltar( avançar( subir um diret5rio e o item para impressão de ar#uivos selecionados.

=)G*>A RH - Dr-s formas de visuali+ação de ar#uivos de Pon#ueror

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GG9

:.;.* – In/egr%'($ )$# %0&i)%/i,$s n%/i,$s
A compactação de ar#uivos e diret5rios( a visuali+ação de imagens( documentos e v$deos( podem ser reali+adas diretamente no Pon#ueror. "ompactação e descompactação estão dispon$veis no menu r?pido( #ue / exibido #uando o usu?rio clica com o botão direito do mouse sobre um ar#uivo ou diret5rio.

=)G*>A O: - <enu r?pido A visuali+ação dos ar#uivos compactados se fa+ naturalmente( sem #ue seja necess?rio descomprim$-los( como mostrado na =)G. OG. Entretanto( para ar#uivos com extensão rar( fa+se necess?rio( em alguns casos( instalar um manipulador para este tipo de ar#uivo( sugerindose( neste trabal,o( o rarlinux. As extens2es mais comuns para ar#uivos compactados em Linux são .tar.g+ e .tar.b+9. A utili+ação de ar#uivos com extensão +ip / necess?ria para a compatibilidade com outros sistemas operacionais e tamb/m / suportada no Linux.

=)G*>A OG - 0isuali+ação de ar#uivo compactado no Pon#ueror A integração de Pon#ueror com o reprodutor de multim$dia Paffeine( permite obter

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGI

resultado semel,ante ao exibido na =)G. O9( onde o usu?rio v- um filme em uma das abas do Pon#ueror. .este caso( no rodap/ da janela( serão exibidos os controles do aplicativo #ue reprodu+ o filme( facilitando o controle da m$dia.

=)G*>A O9 - >eprodução de v$deo em uma aba do Pon#ueror

:.;.- – Re)"rs$s e Internet
Al/m de gerenciador de ar#uivos( Pon#ueror pode assumir a função de 'rowser e cliente =D7. 7ara a função de 'rowser( basta #ue no campo denominado Locali+ação( o usu?rio digite a *>L #ue deseja acessar. *m atal,o para a p?gina principal de Pon#ueror encontra-se dispon$vel no painel do P&E. A funcionalidade de navegador we' de Pon#ueror fica um pouco a#u/m de grandes navegadores( como o =irefox da <o+illa &oundation( entretanto( Pon#ueror / simples( leve e completamente integrado ao ambiente P&E. Pon#ueror possui suporte a plugins como &lash e Java. 7ara este 'ltimo( fa+-se necess?rio um ajuste na ,abilitação do suporte a applets Java. .este caso( basta indicar a locali+ação do ar#uivo execut?vel pelo menu de configuraç2es do Pon#ueror( na seção Java W ?avaScript. A transfer-ncia de ar#uivos por =D7 pode ser autenticada ou não( dependendo do site

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGL

=D7 #ue o usu?rio deseja acessar. Em ambos casos( Pon#ueror pode ser utili+ado para a navegação e manipulação de ar#uivos por este protocolo. 7ara os sites p'blicos( ou seja( #ue não exigem autenticação( basta #ue o usu?rio digite no campo Locali+ação de Pon#ueror( o endereço do site =D7( como em ftp!88ftp.debian.org.br8. 7ara conex2es autenticadas( ser? solicitada a sen,a de acesso. 7ara comodidade do usu?rio( se desejar acesso direto( sem necessidade de digitação da sen,a( pode utili+ar uma lin,a de *>L #ue descreva sua autenticação( informando o nome de usu?rio e sen,a de acesso( como em ftp!88usu?rio.sen,a4ftp.dom$nio.estensão.

=)G*>A OI - .avegação =D7 no Pon#ueror

:.;.2 – Ferr%#en/%s es0e)i%is $ J$n4"er$r
E Pon#ueror possui alguns recursos muito 'teis #ue podem ser acessados pelo seu menu principal( no item =erramentas. *m deles / Abrir Derminal( #ue permite abrir o terminal de comandos em um diret5rio espec$fico( onde se esteja navegando. Fuando o terminal @PonsoleB / aberto pelo menu P( o diret5rio padrão / o diret5rio do usu?rio. A facilidade #ue Pon#ueror oferece pode ser obtida tamb/m pressionando-se a tecla especial de função =L( en#uanto se navega em um diret5rio% 7rocurar ar#uivos / uma ferramenta de busca de ar#uivos e diret5rios embutida na

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGR

janela do gerenciador.

poss$vel buscar por nome( tipo de conte'do e propriedades de

ar#uivos. Esta pes#uisa aceita tamb/m a utili+ação de express2es regulares e c,aves de busca. E =iltro de visuali+ação disponibili+a a visuali+ação de ar#uivos por formato. 6up2ese a situação em #ue o usu?rio navega em um diret5rio #ue possui muitos ar#uivos( com formatos variados. 6e o usu?rio deseja encontrar ar#uivos espec$ficos e con,ece seu formato( pode utili+ar o recurso de filtragem para exibir somente os ar#uivos do formato desejado. Pon#ueror disponibili+a 3 escol,a do usu?rio somente os tipos de ar#uivos #ue constam no diret5rio( facilitando a busca. 7ara os usu?rios #ue guardam diversas imagens ou utili+am c1meras digitais e scanners para capturarem suas imagens preferidas( Pon#ueror oferece a possibilidade de criação de uma galeria de imagens. A ferramenta( c,amada "riar Galeria de )magens( solicita alguns par1metros ao usu?rio( como t$tulo da p?gina ,tml #ue ser? gerada( a #uantidade de imagens por lin,a( a pasta e sub-pastas #ue serão utili+adas( o taman,o das miniaturas( a fonte utili+ada e as cores da p?gina.

=)G*>A OL - 7ar1metros para criação de galeria de imagens &epois de escol,er os par1metros e confirmar( o usu?rio precisa apenas aguardar alguns segundos para visuali+ar a gelaria de imagens gerada por Pon#ueror. E resultado / algo parecido com a imagem mostrada na =)G. OR. "ada miniatura / uma 1ncora #ue aponta para a imagem no seu taman,o original.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGO

=)G*>A OR - Galeria de imagens gerada pelo Pon#ueror Al/m dessas facilidades( Pon#ueror permite #ue sejam executados comandos do shell para um ar#uivo selecionado( utili+ando a ferramenta Executar "omando do Shell. Ao selecionar o ar#uivo e esta opção( uma caixa de di?logo / exibida( solicitando par1metros adicionais ao usu?rio( se estes forem necess?rios. Damb/m est? dispon$vel no menu =erramentas uma opção de seleção de conjunto de caracteres remotos( 'til para a navegação na we'. <uitas outras tarefas podem ser executadas pelo Pon#ueror( desde o acesso ao centro de controle at/ a codificação de "&s de ?udio. 7ara #ue possa desfrutar destas funcionalidades( o usu?rio deve digitar o 7rotocolo no campo de locali+ação do gerenciador de ar#uivos. 7rotocolos são simples aplicaç2es embutidas #ue permitem trocar mensagens entre si( sendo estas funcionalidades tamb/m con,ecidas por Ioslaves.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GG;

<* 4!/ > ) Principais protocolos e funcionalidades de 2on3ueror audiocd!8 devices!8 floppy!8 ftp!88 ,ttp!88 ,ttps!88 info!8 "odificação de ?udio em ar#uivos de diversos formatos Exibe as unidades dispon$veis no sistema( com opç2es para montagem e desmontagem Acesso 3 unidade de dis#uete do sistema .avegação em =D7( como se fosse diret5rio local 7ara acesso a recursos de Internet Acesso 3 Internet com recursos de segurança @we' seguraB Exibe documentação eletrZnica mais completa dos comandos do sistema. E comando info!8g exibe as opç2es dispon$veis Exibe a documentação padrão dos comandos do sistema. 6e nen,um comando for informado( ser? exibido um menu com todas as categorias Lista as impressoras instaladas no sistema( al/m das ferramentas padrão do ambiente gr?fico Exibe todas as entradas do "entro de "ontrole

man!8

print!8

setting!8

&entre as funcionalidades e protocolos exibidos no F*A&>E G( talve+ a mais interessante seja a opção de codificação de ?udio. Ao inserir um "& de ?udio no computador( o usu?rio pode utili+ar o Pon#ueror para codificar as faixas de ?udio em ar#uivos <7I( EGG e outros formatos( bastando para isso( abrir o gerenciador e digitar no campo Locali+ação o comando ^audiocd!8_ @sem aspasB. Pon#ueror mostrar? v?rias pastas e ar#uivos e se o usu?rio copiar as pastas ou ar#uivos para seu diret5rio home( por exemplo( o gerenciador inicia o processo de codificação automaticamente @veja detal,es no cap$tulo QB. Pon#ueror permite ajustes avançados em suas funcionalidades( pelo menu "onfiguraç2es( no item "onfigurar Pon#ueror. .a janela #ue se abre( encontram-se( de forma organi+ada e estruturada( diversas opç2es de configuraç2es. As seç2es encontradas para a configuração do gerenciador são as mesmas encontradas no "entro de "ontrole( no item .avegador +e'.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GGQ

=)G*>A OO - "odificação de "&s com o Pon#ueror Pon#ueror / considerado um dos mel,ores gerenciadores de ar#uivos existentes( devido aos recursos #ue facilitam a interação do usu?rio com o sistema.

; – APLICAÇMES PARA INTERNET
Es usu?rios de desktops( em sua grande maioria( precisam de recursos #ue satisfaçam suas necessidades de navegação na Internet( de comunicação instant1nea( transfer-ncia de ar#uivos( downloads e gerenciamento de e#mail. &ebian G.*8Linux possui uma gama muito boa de aplicativos destinados a estes usu?rios e os principais serão abordados neste cap$tulo.

;.1 – N%,eg% $r web Iceweasel
Iceweasel foi o nome escol,ido para representar um fork @adaptaçãoB do navegador =irefox em &ebian G.*8Linux. E motivo da mudança de nome e logotipo foi um conflito de licenças entre a fundação <o+illa e o projeto &ebian. Es aplicativos portados para &ebian recebem( de seus mantenedores( atuali+aç2es constantes de segurança e fal,as comuns encontradas ap5s sua distribuição. =irefox / software livre( entretanto( a fundação <o+illa det/m os direitos sobre o logotipo e o nome =irefox. Demendo #ue alteraç2es pudessem prejudicar a reputação do navegador( a fundação resolveu impedir as mudanças no software e sua posterior distribuição com logotipo e nome oficiais. &esta forma( o projeto &ebian criou uma adaptação do c5digo do =irefox e mudou o nome e logotipo do navegador( sempre mantendo as funcionalidades encontradas no programa original. Assim( o projeto &ebian não precisa esperar as alteraç2es de segurança da fundação <o+illa para prover aos seus usu?rios a versão mais recente dos pacotes do software( assumindo total controle sobre sua versão do navegador. poss$vel #ue os usu?rios de &ebian G.*8Linux utili+em o 'rowser =irefox da fundação <o+illa sem problemas e sem conflitos com Iceweasel( entretanto( as atuali+aç2es de um dos dois programas não garantem #ue o outro tamb/m estar? com o mesmo n$vel de segurança contra fal,as.

;.1.1 – Ins/%&%'($ $ n%,eg% $r

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9:

"omo / um software mantido pelo projeto &ebian( Iceweasel pode ser instalado pela ferramenta apt ou pelo gerenciador gr?fico de pacotes escol,ido pelo usu?rio( a partir de um reposit5rio oficial do projeto &ebian. Es pacotes necess?rios para #ue o software funcione ade#uadamente e no idioma 7ortugu-s do Srasil são dois! iceweasel e iceweasel-lG:n-pt-br. E primeiro / o navegador propriamente dito e o segundo / o pacote respons?vel pela tradução para o idioma oficial do Srasil. Ap5s a instalação( um atal,o para o programa ser? criado no menu P( na seção Internet( de forma autom?tica.

;.1.* – Re)"rs$s e Iceweasel
6egundo dados de uma pes#uisa reali+ada pela empresa Net pplications @9::;B( o navegador =irefox registrou um crescimento de utili+ação durante do+e meses consecutivos em 9::O. Em Janeiro de 9::;( o 'rowser ocupava a segunda posição entre os mais utili+ados no mundo( representando GI(O;m dos usu?rios. Es recursos de =irefox( j? presentes em alguns outros navegadores da fundação <o+illa( são transportados para Iceweasel( oferecendo uma excelente experi-ncia ao usu?rio. A navegação em abas( os agregadores de not$cias >66 integrados( a total compatibilidade com as definiç2es +e' Standards @padr2es we'B da VI" @5rgão regulador de padr2es para tecnologias we'B( os recursos de =D7( de blo#ueio de janelas popup e as in'meras extens2es existentes( #ue ampliam as funcionalidades deste navegador( são apenas algumas das excelentes caracter$sticas do 'rowser. Dalve+ a funcionalidade de abas seja a #ue mais mereça desta#ue( liberando o usu?rio das in'meras janelas #ue podem ser abertas durante uma navegação we'( o recurso possibilita abrir uma *>L diferente em cada aba( tornando a experi-ncia do usu?rio mais organi+ada e controlada @=)G. O;B.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9G

=)G*>A O; - .avegação em abas com Iceweasel Assim como &irefox( Iceweasel possui tamb/m um recurso de busca e instalação autom?tica de plugins necess?rios ao funcionamento de alguns tipos de multim$dia( como a tecnologia &lash( por exemplo. A =)G. OQ mostra a janela de solicitação de instalação de plugins de Iceweasel. Ao acionar o botão )nstalar Plugins( o 'rowser leva apenas alguns segundos para locali+ar os ar#uivos necess?rios e instal?-los no computador.

=)G*>A OQ - )nstalar plugins adicionais em Iceweasel

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G99

Eutro plugin #ue se fa+ necess?rio em muitos casos / o de JA0A( utili+ado em teclados virtuais de digitação de sen,a de acesso a Internet ,anking. .este caso( a instalação prefer$vel / feita manualmente( pela ferramenta A7D @ou SynapticB. 7ara instalar manualmente os plugins( basta #ue o usu?rio digite em um terminal @como rootB! apt-get install flas,plugin-nonfree! para o plugin =las,% apt-get install sun-javaR-plugin! para o plugin JA0A. *m item interessante de Iceweasel / #ue ao contr?rio de muitos outros navegadores( #ue pedem a instalação de barras de ferramentas de sites de buscas( Iceweasel j? possui uma barra com diversas opç2es( aceitando ainda #ue o usu?rio adicione sites segundo uma farta lista dispon$vel e acess$vel pela janela de configuração do recurso. )sto torna o visual do navegador mais limpo e organi+ado.

=)G*>A OH - Epç2es de busca integradas ao )ceAeasel Al/m de tudo isso( pode-se contar com as extens2es do =irefox( #ue adicionam funcionalidades de acordo com o gosto do usu?rio. *ma bastante re#uerida / 5ideo 4ownloader( #ue permite baixar v$deos de sites como Boutu'e com um simples cli#uef 7ara instalar esta extensão( o usu?rio deve visitar a *>L! ,ttps!88addons.mo+illa.org8en-*68firefox8addon89IH:. .esta p?gina( ,? um botão c,amado )nstall Now( #ue deve ser clicado para iniciar o processo. *ma ve+ feito isso( uma nova janela se abrir? pedindo a confirmação da instalação( basta confirmar e o complemento / instalado. 7ara #ue o efeito seja vis$vel( / necess?rio fec,ar e abrir novamente o navegador.

=)G*>A ;: - Aceitar extensão

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9I

&epois de instalada esta extensão( um $cone surgir? no canto inferior direito da janela de Iceweasel( onde bastar? o usu?rio clicar #uando estiver assistindo a um v$deo para #ue o programa detecte-o e prepare o download do ar#uivo.

;.1.- – C$nCig"r%'7es e Iceweasel
Iceweasel possui diversas opç2es de configuração( acess$veis pelo menu Editar( item 7refer-ncias.

=)G*>A ;G - Janela de configuraç2es de Iceweasel A seção c,amada 7rincipal da janela de configuraç2es de Iceweasel( permite ao usu?rio definir sua p?gina inicial( o comportamento de Iceweasel com relação aos downloads e at/ mesmo se ao iniciar o programa( serão abertas as abas das 'ltimas p?ginas visitadas #uando o navegador foi fec,ado ou uma p?gina em branco( em ve+ da p?gina principal definida. Em se#]-ncia( apresenta-se a seção Abas( onde o usu?rio pode definir o comportamento padrão para as abas do navegador. Algumas destas configuraç2es permitem informar se novas p?ginas serão abertas em abas da janela ativa ou em novas janelas( se alertas sobre fec,amento e carregamento de m'ltiplas abas serão exibidos e se as abas abertas por links devem ser colocadas em primeiro plano.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9L

.a seção "onte'do( / permitido definir o blo#ueio de janelas popup e as excess2es 3 regra( permissão de Java e ?avaScript( a fonte padrão( seu taman,o e as cores( al/m do tratamento aplicado a determinados tipos de ar#uivos. A seção >66 define as aç2es tomadas #uando o usu?rio clicar em um link para >66. >66 / uma tecnologia de distribuição de not$cias #ue permite ao utili+ador verificar um pe#ueno trec,o das not$cias de seus sites prediletos( sem #ue seja necess?rio acessar o we'site do fornecedor e aguardar o carregamento de todos os elementos das p?ginas. &esta maneira( o usu?rio seleciona rapidamente o #ue l,e for conveniente e pode ler a mat/ria completa ao clicar no link desejado. Em 7rivacidade( são definidas as opç2es de arma+enamento de cookies( do ,ist5rico de p?ginas visitadas e a limpe+a dos dados pessoais( como sen,as de sites arma+enadas. A seção 6egurança oferece recursos para prevenir a instalação de conte'dos por sites visitados( alertas sobre sites falsos @incluindo busca autom?tica no Google para cada p?gina visitadaB( memori+ação e gerenciamento de sen,as e tipos de alertas desejados. As configuraç2es de acessibilidade e recursos de navegação @como locali+ação de texto automaticamente ao começar a digitaçãoB( idiomas favoritos para as p?ginas( uso de cache( forma de conexão( gerenciamento de atuali+aç2es e criptografia( podem ser definidos na seção Avançado.

;.* – C$#"ni)% $r ins/%n/Nne$ J$0e/e
E software de comunicação instant1nea permite o envio e recebimento de mensagens de texto #uase em tempo real. .este tipo de programa( o usu?rio / informado #uando algum de seus contatos est? dispon$vel para trocar mensagens( ou seja( est? conectado 3 rede. .ormalmente estes programas apresentam outros recursos como envio de figuras ou imagens animadas( conversação em ?udio( utili+ação de we'cam e at/ mesmo o envio de ar#uivos. E software )"F foi um dos primeiros a ser lançado e rapidamente alcançou o sucesso em todo o mundo( abrindo espaço para outras empresas criarem novos protocolos e softwares destinados 3 troca de mensagens instant1neas. &entre estes( at/ a escrita deste trabal,o( destaca-se o <6. Messenger( da Microsoft. *m protocolo pode ser resumido como sendo um conjunto de regras e padr2es #ue permite a comunicação entre programas( assim( neste caso espec$fico dos mensageiros( um protocolo representa um serviço @<6.( AEL( )"F( etcB. &evido 3 #uantidade de protocolos criados e empresas disputando seu espaço( v?rios softwares tamb/m foram criados( cada um para determinado protocolo. 7ara um usu?rio #ue seja cliente de diversas redes pode ser um pouco complicado gerenciar todos os programas de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9R

comunicação instant1nea instalados em seu computador. Popete permite #ue o usu?rio ten,a v?rias contas de v?rios protocolos diferentes( todas funcionando ao mesmo tempo e com gerenciamento na mesma janela( em outras palavras( o usu?rio pode conectar-se 3s redes <6.( )"F( ?a''er( dentre outras( com diversas contas ao mesmo tempo( com uma 'nica inst1ncia do programa em execução.

;.*.1 – Ins/%&%'($ $ J$0e/e
Em &ebian G.*8Linux( com o ambiente P&E instalado( basta #ue o usu?rio reali+e o procedimento de instalação #ue mais l,e agrade( pela ferramenta apt ou pelo gerenciador gr?fico de pacotes. E pacote a ser instalado c,ama-se kopete. 7ara instalação pela ferramenta apt( com privil/gios de root( em um terminal( o usu?rio deve digitar! e apt-get install kopete

=)G*>A ;9 - Exemplo de instalação de Popete

;.*.* – C$nCig"r%'7es 0%r% "/i&i6%'($ e J$0e/e )$# "#% )$n/% MSN
.a primeira ve+ #ue o usu?rio iniciar o programa Popete( ser? solicitado #ue o mesmo crie uma conta em um dos protocolos dispon$veis. 7ara o caso deste trabal,o( ser? criada uma conta #ue d? acesso 3 rede <6..

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9O

=)G*>A ;I - Escol,a de protocolo para utili+ação no programa Popete Es protocolos dispon$veis na versão de Popete utili+ada para a confecção deste trabal,o são! A)<( Gadu-Gadu( GroupVise @.ovellB( )"F( )>"( Jabber( Janela de "ontexto @integração com o serviço mensageiro de Microsoft +indowsB( <eanA,ile( <6.( 6<6( um protocolo de teste de Popete( c,amado $est'ed e na,oo Messenger. As configuraç2es para o protocolo escol,ido são feitas na etapa posterior( onde o usu?rio dever? definir a conta #ue ser? associada( a sen,a utili+ada @somente no caso de usar o recurso ^lembrar sen,a_B e adicionar contatos se necess?rio. A =)G. ;L ilustra a configuração de uma conta para <6. Messenger.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9;

=)G*>A ;L - &efinição de conta para o protocolo escol,ido em Popete .o caso apresentado( depois de configurar os itens b?sicos da conta( o usu?rio pode navegar entre as abas <6. Settings( )nformaç2es do *su?rio( "ontatos e "onexão( clicando no botão 7r5ximo ou selecionando a aba desejada. Em <6. Settings( são definidos os par1metros para compartil,amento de emoticons( comportamento do programa #uando receber uma nova mensagem @se abre uma janela automaticamente ou somente um aviso em forma de balãoB( envio de identidade do cliente( entre outras. Estas configuraç2es serão v?lidas para todas as contas #ue o usu?rio criar com o protocolo <6.. .a aba )nformaç2es do *su?rio( uma imagem de exibição pode ser escol,ida( o nome de exibição @o nome #ue aparecer? para os contatosB pode ser alterado e os n'meros de telefones comercial( residencial e celular do utili+ador podem ser adicionados. A aba "ontatos serve unicamente para visuali+ar e configurar usu?rios permitidos e blo#ueados. *su?rios permitidos são a#ueles contatos #ue podem ver o status do utili+ador e comunicar-se normalmente com ele. Es usu?rios blo#ueados são a#ueles usu?rios impedidos de efetuarem comunicação com o utili+ador da conta e sempre o enxergarão em suas listas de contatos com o status de offline @desconectado da redeB. A 'ltima aba( "onexão( como o pr5prio nome sugere( possui informaç2es sobre a ligação do programa com a rede de comunicação escol,ida. .o caso de <6.( / poss$vel

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9Q

@apesar de pouco prov?velB #ue o usu?rio altere a configuração do servidor de mensagens e a porta padrão para c,amadas de we'cam. Ap5s reali+adas as devidas alteraç2es( o programa solicita a sen,a de acesso para a conta e recupera a lista de contatos do usu?rio para a janela principal do programa.

=)G*>A ;R - Janela principal de Popete

;.*.- – C$nCig"r%'7es ger%is $ 0r$gr%#% J$0e/e
Popete possibilita muito mais do #ue simples bate-papo entre os usu?rios. um programa muito flex$vel e permite v?rias modificaç2es( desde 3s contas at/ os dispositivos integrados. 7ara #ue o usu?rio ten,a acesso 3s configuraç2es( deve clicar no menu "onfiguraç2es da janela principal de Popete e escol,er o item "onfigurar. *ma janela semel,ante 3 =)G. ;O ser? aberta e a primeira seção @"ontasB ser? exibida( possibilitando a alteração ou exclusão de contas existentes( al/m da criação de novas contas. E usu?rio pode configurar as aç2es do programa na seção "omportamento. Esta seção / dividida em #uatro abas! Geral( Events( way Settings e Chat. .a aba Geral definem-se( basicamente( as aç2es de exibição de $cone na bandeja do sistema @no painel do P&E( neste casoB( manipulação de mensagens e conexão ao iniciar.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G9H

=)G*>A ;O - "onfiguração da seção "omportamento de Popete A guia @abaB Events permite #ue o usu?rio defina formas para os avisos de mensagens recebidas( a opção de ignorar uma mensagem sem abrir uma janela para a mesma( tempori+ação da bol,a de aviso( mudança de desktop ativo #uando do recebimento de mensagens( janelas em primeiro plano #uando receber uma mensagem( entre outros itens. A aba way Settings configura a definição autom?tica de aus-ncia do usu?rio por inatividade do programa( a mensagem de aus-ncia para este caso e o n'mero de mensagens de aus-ncia #ue devem ser lembradas pelo programa. Es usu?rios de Popete podem definir uma s/rie de mensagens de aus-ncia @#uando precisam sair da frente do computador e #uerem alertar os contatos de #ue não estarão respondendo 3s c,amadasB e utili+arem a mensagem mais apropriada( selecionando-a. Popete arma+ena as 'ltimas mensagens utili+adas( segundo o n'mero de mensagens definidas no item .'mero de mensagens para lembrar. Em Chat( são informadas as opç2es da janela padrão a ser utili+ada pelo programa @duas opç2es de janelasB( a abertura de novas janelas para outros protocolos ou a reutili+ação de janelas para o mesmo protocolo ou at/ mesmo a utili+ação de uma 'nica janela com todos os chats @janelas de conversaçãoB ativos de todos os protocolos. A seção )dentidade / destinada 3 ,abilitação de uma identidade global do usu?rio( ou seja( a identidade #ue cont/m informaç2es gravadas no servidor do protocolo. Esta identidade arma+ena( basicamente( os dados sobre o apelido do usu?rio @nicknameB e imagem do mesmo.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GI:

A seção Apar-ncia permite #ue sejam definidos diversos par1metros relativos 3 interface do software Popete. &ividida em #uatro abas( esta seção permite!

Escol,er o tema de emoticons @figuras #ue representam emoç2es por meio de

express2es faciais M geralmente c,amados smillesB a ser utili+ado( baixar novos temas( instal?-los e remover temas existentes%

&efinir a forma de visuali+ação das mensagens nas janelas de bate-papo(

informando se ,averão lin,as divis5rias para os textos de diferentes usu?rios( se as imagens de exibição serão mostradas junto com as mensagens recebidas e enviadas( entre outros itens%

Arranjar a lista de contatos por grupo de metacontatos @agrupar os contatos de

acordo com as relaç2es #ue são estabelecidas com eles( por exemplo( comerciais( amigos( fam$liaB( definir o modo de exibição dos contatos @informaç2es detal,adas ou $cones 3 direita ou es#uerdaB( as animaç2es para #uando ocorrerem eventos na lista de contatos @como a mudança de estado de um contatoB( se a lista de contatos ser? escondida pelo programa e #uais informaç2es se deseja ver sobre um contato #uando se passar o mouse sobre seu nickname%

"onfigurar as fontes e cores para a lista de contatos e janela de bate-papo.

=)G*>A ;; - 6eção Apar-ncia das configuraç2es de Popete As configuraç2es de dispositivos de ?udio e v$deo podem ser reali+adas na seção

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIG

&ispositivos da janela de configuração de Popete. .esta etapa( o usu?rio pode selecionar #ual dispositivo de v$deo deseja utili+ar @we'cam( placa de captura e o #ue mais possuir instalado em seu sistemaB( ajustar as propriedades de imagem( como padrão utili+ado( bril,o( contraste( saturação( controle de branco e ajustes autom?ticos. Eutras opç2es do programa podem ser alteradas pelo menu "onfiguraç2es( como mostrado na =)G. ;Q.

=)G*>A ;Q - <enu "onfiguraç2es do Popete Em "onfigurar Sarras de =erramentas( o usu?rio pode personali+ar os itens @bot2esB componentes das barras principal( pes#uisa r?pida e identidade global do Popete. A opção de configuração de plugins permite #ue funcionalidades adicionais sejam ativadas ou desativadas. Estas funcionalidades envolvem tradução de mensagens recebidas de um idioma a outro( apelidos( uso de criptografia( notas de contato( desta#ues e efeitos de texto( favoritos( ,ist5rico( c,amadas de v$deo-confer-ncia( o item ouvindo agora @publica para os contatos #ual o nome do ?udio #ue o usu?rio est? ouvindoB( status de conexão( substituição autom?tica de texto e alguns outros itens. A opção do menu c,amada "onfigurar .otificaç2es( serve para #ue o usu?rio associe aç2es aos eventos do programa( como por exemplo( tocar um determinado som #uando um contato conectar-se 3 rede ou registrar o evento em um ar#uivo de texto. "onfigurar Atal,os Globais / o item #ue permite #ue o usu?rio construa seus atal,os de teclado para executar determinadas aç2es no programa @ler mensagem( mostrar ou ocultar lista de contatos e definir aus-ncia e disponibilidadeB. 7ara #ue o usu?rio possa definir atal,os para outras aç2es do programa( o item "onfigurar Atal,os dever? ser usado. de ar#uivos e muitos outros. permitido #ue sejam associados atal,os de teclado a comandos como adição de contatos( criação de grupos( definição de estado do usu?rio( envio

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GI9

=)G*>A ;H - "onfiguração de plugins de Popete

;.*.2 – F"n)i$n%#en/$ 13si)$ $ J$0e/e
Assim como outros comunicadores instant1neos( Popete / um programa com interface intuitiva e de f?cil operação. 7ara iniciar um bate-papo com um contato( basta #ue o usu?rio cli#ue sobre o mesmo na sua lista de contatos e uma janela ser? aberta para a comunicação. .a versão dispon$vel durante esta escrita( não se permite deixar mensagens para contatos offline( como no programa (ive Messenger da Microsoft. <uito provavelmente em vers2es futuras do Popete este recurso seja implementado. Dodas as aç2es relacionadas a um contato podem ser acionadas com o cli#ue do botão direito do mouse sobre o mesmo( na lista de contatos. Algumas destas aç2es envolvem! blo#ueio e desblo#ueio de contatos( envio de mensagens( personali+aç2es de reprodução de sons para eventos associados a ele( movimentação entre grupos de contatos( alteraç2es nas propriedades de exibição( envio e recebimento de ar#uivos e imagens da we'cam( entre diversas outras funç2es. Alguns testes efetuados com envio e recebimento de v$deo de we'cam mostraram #ue o recurso funciona muito bem. &entre os programas testados para este trabal,o @Popete(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GII

GA)<( a<6. e PmessB( Popete mostrou-se o mais completo da categoria de comunicadores instant1neos para as necessidades de um usu?rio de desktop Linux.

;.*.: 8 Ins/%&%n $ webcam e /es/%n $ )$# %amStream e J$0e/e
E suporte 3s c1meras mais comuns em &ebian / provido pelo m5dulo spcaRxx. Este suporte deve ser instalado pela ferramenta A7D @ou pelo Synaptic( como de costumeB. 7ara descobrir se o e#uipamento est? conectado corretamente ao sistema @c1mera *6SB( a maneira mais segura / desconectar os dispositivos *6S @menos teclado e mouse( se for o casoB e plugar a we'cam( depois abrir um terminal como root e digitar o comando! e lsusb Algum texto deve surgir indicando #ue um dispositivo de c1mera est? conectado. A partir da$ existem diversas maneiras de fa+--lo funcionar( das #uais duas serão explicadas a#ui. A primeira maneira / instalar pela ferramenta A7D! com o terminal do root( digitar o comando! e uname -a Este comando retorna a versão do kernel em execução @algo como 9.O.GQ-L-OQOB. &epois disso( verificar se o pacote correto est? dispon$vel! e apt-cac,e searc, spcaRxx 6e o comando retornar um pacote spcaRxx-modules-9.O.GQ-L-OQO então / este #ue deve ser instalado com! e apt-get install spcaRxx-modules-9.O.GQ-L-OQO Lembrando #ue todo o procedimento pode ser feito no Synaptic tamb/m. A segunda forma de instalar o m5dulo @e a mais simplesB / utili+ando a ferramenta module#assistant. Esta ferramenta automati+a a preparação e at/ mesmo a instalação de m5dulos de suporte a dispositivos como c1meras e placas de v$deo. 7ode-se instalar pelo comando! e apt-get install module-assistant &epois de instalado o programa( o usu?rio deve manter o dispositivo conectado ao sistema e digitar! e m-a auto-install spcaRxx E m5dulo ser? instalado e deve ser carregado pela primeira ve+ de forma manual! e modprobe spcaRxx 7ara testar o funcionamento da we'cam( os usu?rios de P&E podem utili+ar o

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIL

programa CamStream @instalar pelo SynapticB( o Camorama @G.E<EB e at/ mesmo o Popete( no menu de configuraç2es de dispositivos. 7ara abrir CamStream( acessar a opção Executar "omando do menu P e digitar ^camstream_ @sem aspasB e clicar em Executar. "om o programa em execução( clicar no menu &ile( item /pen 5iewer( escol,er o dispositivo de c1mera @tamb/m / listada a placa de D0B e escol,er um modo @6)= / satisfat5rioB. Sotão EP e a imagem ser? mostrada.

=)G*>A Q: - "am6tream .o Popete( pelo menu "onfiguraç2es( item "onfigurar( existe uma seção c,amada &ispositivos( onde deve ser indicada a we'cam e podem ser regulados os itens de bril,o( contraste( claridade( saturação e tonalidade. .a aba opç2es existem dois itens para ajuste autom?tico de bril,o e contraste e correção de cor.

=)G*>A QG - Ajustar we'cam em Popete

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIR

;.- – Lei/$r e e&mail #'olution
Em um ambiente desktop( seja dom/stico ou corporativo( / essencial a presença de pelo menos um software destinado a enviar e receber mensagens de correio eletrZnico. Em G.*8Linux( uma #uantidade ra+o?vel de boas ferramentas estão dispon$veis para tais tarefas. &entre estes programas( foram alvo de estudo para este trabal,o! Icedove @fork do <o+illa $hunder'ird para &ebianB( Pmail e Evolution. Es tr-s programas apresentam funcionalidades semel,antes( tra+endo filtros anti#spam( opç2es de regras de mensagens e boa flexibilidade oferecida ao usu?rio no gerenciamento de suas mensagens. Embora destinados 3s mesmas atividades( estes softwares possuem algumas diferenças entre si e um deles( o Evolution( implementa funcionalidades #ue o tornam mais do #ue um simples leitor de e#mails. Al/m de sua função principal( Evolution gerencia agenda de contatos( agenda de compromissos( bloco de tarefas e memorandos. E Evolution / um programa #ue permite organi+ar e compartil,ar as informaç2es sobre os contatos de forma f?cil.

;.-.1 – C$nCig"r%'($ ini)i%& e #'olution
.as apresentaç2es de programas efetuadas neste trabal,o( uma abordagem breve da instalação dos softwares foi reali+ada( entretanto( a instalação de Evolution ou #uais#uer outros programas em um sistema &ebian G.*8Linux( tendem a ser tarefas f?ceis( uma ve+ #ue todas as depend-ncias de pacotes são resolvidas automaticamente pela ferramenta apt( estando o usu?rio a utili+ar uma G*)( como Synaptic ou o modo de comandos do shell. 7or este motivo( a instalação de tal software não ser? detal,ada neste cap$tulo( bastando di+er #ue o usu?rio deve escol,er a instalação do pacote evolution( para #ue todos os outros componentes sejam instalados. Ap5s a instalação do programa( um assistente de configuração inicial / aberto e os dados para cadastro de uma conta de recebimento e envio de e#mails são solicitados ao usu?rio. 6e esta etapa for pulada( o usu?rio poder? adicionar novas contas mais tarde( acessando o menu Editar( no item 7refer-ncias( na seção "ontas. A =)G. Q9 exibe um exemplo da primeira etapa da criação de uma conta fict$cia no Evolution.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIO

=)G*>A Q9 - &ados para criação de conta no Evolution Ap5s preenc,er os dados sobre a identidade do usu?rio @nome e endereço de e#mailB( uma tela ser? exibida( solicitando os dados para recebimento de e#mails. .esta etapa( o usu?rio dever? informar o tipo de servidor ao #ual deseja conectar-se. E mais comum para um ambiente desktop / efetuar conex2es a servidores de mensagens 7E7. Alguns par1metros adicionais são condicionados 3 escol,a do tipo de servidor. .o caso deste trabal,o( ser? exemplificada uma conexão fict$cia a um servidor 7E7 do provedor Derra. Es par1metros 6ervidor e .ome de *su?rio devem ser preenc,idos com o endereço do servidor de mensagens e o nome de login do usu?rio para este servidor( respectivamente. A opção *sar "onexão 6egura deve ser configurada de acordo com as regras do servidor de e#mails( por exemplo( no caso do Gmail do Google( este par1metro deve ser apontado como 66L @Security Socket (ayerB. )sto oferece uma certa proteção( uma ve+ #ue o usu?rio estar? conectando-se ao servidor e trocando dados de forma criptografada. E tipo de autenticação normalmente suportado / 6en,a. &esta maneira( uma sen,a de acesso ser? solicitada ao usu?rio #uando o mesmo tentar efetuar uma operação com sua conta de e#mails. A =)G. QI demonstra um exemplo gen/rico de configuração.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GI;

=)G*>A QI - "onfiguração para recebimento de e#mails no Evolution *ma ve+ fornecidos os dados para conexão com o servidor( o usu?rio tem a possibilidade de definir um intervalo de tempo #ue ser? utili+ado para a c,ecagem de novas mensagens em sua caixa de entrada do servidor e uma opção #ue deixar? as mensagens no servidor mesmo depois de recebidas no cliente de e#mail. Ap5s preenc,idos os dados de recebimento de mensagens( o assistente solicitar? os dados para envio das mesmas. Sasicamente os mesmos par1metros serão configurados( normalmente mudando-se apenas o endereço do servidor de mensagens. =inalmente( na etapa posterior( o assistente pede ao usu?rio #ue escol,a seu fuso ,or?rio. Esta / a 'ltima etapa da configuração de uma conta no Evolution( então o usu?rio est? ,abilitado a utili+ar este cliente de e#mails.

;.-.* – Re)"rs$s e e&mail n$ #'olution
A tela inicial de Evolution( como cliente de e#mails( / semel,ante 3 exibida na =)G. QL. 7ara #ue o usu?rio possa efetuar suas tarefas( precisa con,ecer as funcionalidades dos bot2es da barra de tarefas e con,ecer os recursos adicionais #ue Evolution oferece atrav/s de seus menus. A primeira tarefa a ser executada / o recebimento das mensagens arma+enadas no servidor. E usu?rio deve conectar-se 3 Internet e solicitar ao programa #ue trabal,e em modo

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIQ

online. 7ara tanto( o utili+ador deve clicar no menu 0er( na opção 0er Sarra de Estado. Esta barra mostrar? o modo de trabal,o #ue est? selecionado( no canto inferior es#uerdo da janela principal do programa. "aso o $cone mostrado conten,a a imagem de conexão interrompida @com um N vermel,o entre dois pontosB( o programa est? operando em modo offline e não serão recebidas mensagens at/ #ue o usu?rio inverta o estado( clicando sobre o referido $cone e fa+endo com #ue o mesmo se pareça com o exibido na =)G. QL( onde dois pontos estão unidos. *ma ve+ em modo online( o botão de envio e recebimento de mensagens @Enviar8>eceberB ser? ,abilitado na barra de ferramentas principal do Evolution.

=)G*>A QL - Dela inicial do cliente de e#mails Evolution Sasta #ue o usu?rio cli#ue sobre Enviar8>eceber para #ue a sen,a de sua conta seja solicitada e suas mensagens sejam recebidas. A barra de ferramentas principal de Evolution possui $cones e textos auto-explicativos( como >esponder( >esponder a todos( Encamin,ar( )mprimir( "ancelar e dois itens #ue j? são um diferencial do programa! )ndesejada e .ão / )ndesejada. Es dois servem para controle de spams( ficando a crit/rio do usu?rio informar( na primeira ve+( se o e#mail / indesejado ou não( a partir da$( Evolution far? o controle autom?tico das mensagens enviadas pelo mesmo remetente. 6e uma mensagem se encaixar na regra de indesejada( no momento do recebimento( ser? ar#uivada na pasta )ndesejado( presente na lista de pastas( na lateral

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GIH

es#uerda do programa. Eutro recurso interessante de Evolution / a pes#uisa de mensagens( #ue pode ser feita de forma pr/-definida( onde o usu?rio tem a opção de buscar por palavras no Assunto( no >emetente( no "orpo da mensagem ou de forma avançada( onde o criar? seus pr5prios filtros e condiç2es combinadas. A barra de pes#uisa encontra-se logo acima da lista de e#mails( mas o recurso tamb/m pode ser acessado pelo menu 7es#uisar. Algumas mensagens possuem imagens exibidas em seu corpo( por/m( a pol$tica padrão da maioria dos clientes de e#mails / não baixar automaticamente tais imagens. 7ara #ue o usu?rio de Evolution possa ver estas imagens( basta clicar no menu 0er e selecionar a opção "arregar )magens. *ma funcionalidade #ue merece desta#ue / a possibilidade de adicionar r5tulos 3s mensagens( classificando-as segundo um contexto. Es r5tulos podem ter cores diferentes( facilitando a identificação das mensagens. Es r5tulos pr/-definidos são! )mportante( Drabal,o( 7essoal( A =a+er e <ais Darde. 7ara adicionar um r5tulo 3 mensagem( basta #ue o usu?rio cli#ue com o botão direito do mouse sobre a mesma e selecione o item >5tulo( escol,endo em seguida a rotulação desejada.

=)G*>A QR - >5tulos no Evolution "omo pode ser observado na =)G. QR( muitas outras funcionalidades estão dispon$veis no menu de contexto( mensagem. acionado com o cli#ue do botão direito do mouse sobre uma poss$vel marcar a mensagem como um lembrete( como importante( indesejada(

não lida( manipul?-la( convert--la para uma tarefa e outras aç2es.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GL:

;.-.- – A %gen % e )$n/%/$s
"licando no botão "ontatos( locali+ado abaixo de "orreio( na lateral es#uerda de Evolution( o usu?rio tem acesso ao gerenciamento completo de seus contatos. Evolution permite um cadastro efica+ e organi+ado( possibilitando #ue muitas informaç2es sejam adicionadas a um contato( incluindo associação de imagens( diversos endereços de e#mail( diversos endereços f$sicos de correspond-ncia( telefones( #uatro informaç2es sobre comunicação instant1nea @3 escol,a! <6.( )"F( na,oo( Jabber( A)<( GroupViseB( endereços da we'( profissão( cZnjuge( datas de nascimento e bodas( al/m de notas adicionais.

=)G*>A QO - "adastro de contato no Evolution Es telefones não se limitam aos exibidos na =)G. QO( mas expandem-se em at/ oito n'meros poss$veis( ficando 3 escol,a do usu?rio classificar cada n'mero( de acordo com de+essete tipos diferentes de telefones @pager( residencial( comercial( etcB. Al/m de todas estas opç2es( os contatos podem ser organi+ados por categorias( #ue por sua ve+( possuem cores e $cones de representação. Es contatos tamb/m podem ser salvos em um servidor ou localmente.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GLG

;.-.2 – A %gen % e )$#0r$#iss$s
Apesar de G.*8Linux contar com ferramentas espec$ficas para organi+ação pessoal( Evolution tra+ consigo uma excelente agenda de compromissos( #ue pode ser acessada clicando-se sobre o botão Agendas( na lateral es#uerda do programa. &iversas vis2es de agendas estão dispon$veis( entre dia( m-s( semana 'til( semana normal e lista. &esta forma( o usu?rio pode facilmente manipular seus compromissos. 7ara criar um novo compromisso( basta #ue o usu?rio efetue um cli#ue duplo com o mouse sobre uma ?rea de uma data ou sobre uma lin,a de ,or?rio do calend?rio.

=)G*>A Q; - Adicionando compromisso no Evolution E compromisso pode ser adicionado em uma agenda 3 escol,a do usu?rio @pessoal( contatos( bodas( etcB. Alarmes podem ser programados para as agendas( como( por exemplo( tocar um som ou executar um programa determinado tempo antes do in$cio do compromisso. Evolution / realmente uma poderosa ferramenta e possibilita at/ mesmo agendar reuni2es e gerenciar os participantes a partir de um compromisso cadastrado.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GL9

=)G*>A QQ - Agenda de compromissos de Evolution

;.-.: – T%reC%s e #e#$r%n $s
Es itens <emorandos e Darefas são os dois recursos #ue auxiliam o usu?rio no gerenciamento pessoal. <emorandos trata apenas de notas di?rias do usu?rio( en#uanto Darefas permite ao usu?rio delegar tarefas( acompan,ar o progresso das mesmas e manipul?-las de acordo com as suas necessidades. E recurso de tarefas diferencia-se dos recursos de gerenciamento de projetos por ser mais simples( sendo assim( se o #ue o usu?rio procura / uma ferramenta para acompan,amento de projetos e delegação de tarefas dentro do mesmo( dever? utili+ar-se de outros programas dispon$veis em Linux e exibidos mais adiante neste trabal,o.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GLI

=)G*>A QH - Darefas no Evolution

;.-.; – C$nCig"r%'7es % i)i$n%is e #'olution
Es recursos de Evolution podem ser ,abilitados e configurados pelo menu Editar( no item 7refer-ncias. *ma janela dividida em seis seç2es permite ao usu?rio efetuar as mais diversas personali+aç2es sobre o programa. A primeira seção trata das contas de e#mails cadastradas no cliente. poss$vel adicionar novas contas( remover( editar e desativar8ativar contas existentes. A seção Autocompletar apenas trata do recurso de sugestão de palavras na digitação do usu?rio e a terceira seção( c,amada 7refer-ncias de "orreio( / dividida em abas( permitindo muitas configuraç2es por parte do usu?rio. A seguir uma breve descrição das opç2es de cada uma das abas!
● ●

Geral! trata das fontes das mensagens( exibição( exclusão e notificação% "orreio CD<L! opç2es de envio de mensagens no formato CD<L( exibição de "ores! gerencia as cores e r5tulos para as mensagens% "abeçal,os! permite selecionar #uais itens aparecerão na lista de e#mails( como )ndesejada! estabelece filtros para a c,ecagem de spams%

animaç2es e imagens nas mensagens%
● ●

remetente( destinat?rio( data e ,ora do envio( etc%

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"ontatos autom?ticos! permite adicionar endereços de e#mail automaticamente

3 lista de contatos #uando o usu?rio responde a uma mensagem e tamb/m sincroni+ar as informaç2es dos contatos com a#uelas disponibili+adas no mensageiro instant1neo do mesmo @desde #ue esteja na lista de contatos de mensagens instant1neas do usu?rioB%

Agenda e Darefas! procura por conflitos de reuni2es.

=)G*>A H: - "onfiguraç2es gerais de Evolution

.a seção 7refer-ncias do >edator( o usu?rio define as opç2es para digitação( formatação( alertas( correção ortogr?fica e assinaturas de suas mensagens. A seção Agenda e Darefas permite configurar a apar-ncia das tarefas( suas cores( os alarmes( fuso ,or?rio( semana de trabal,o @escol,endo o dia #ue a semana começa e #uais dias comp2em a semanaB( al/m da publicação de agendas. 7or fim( a seção "ertificados permite controlar os certificados digitais de segurança do usu?rio e os recebidos de contatos( para garantia de autenticidade na troca de mensagens.

;.2 – Agreg% $r e RSS AOreg%/$r
>66 / uma forma simples de publicação de conte'do adotada na Internet por muitos we'sites #ue possuem seç2es de not$cias. Esta forma de publicação permite #ue o leitor

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GLR

receba apenas pe#uenas partes das mat/rias( como( por exemplo( o t$tulo e algumas palavras do in$cio do texto. &esta forma( o leitor pode escol,er o #ue l,e c,amar a atenção e ler a mat/ria na $ntegra. E recurso de >66 vai al/m de poupar o leitor de textos longos e cansativos para uma simples escol,a( ele tamb/m permite( atrav/s de programas c,amados agregadores( #ue os leitores escol,am diversas fontes de not$cias para serem exibidas e atuali+adas constantemente em seu computador. Assim( os usu?rios de agregadores >66 não precisam visitar de+enas de sites em busca de not$cias( basta #ue adicionem as fontes em seus programas e aguardem a atuali+ação do conte'do. *m excelente agregador de conte'do >66 para G.*8Linux vem integrado ao ambiente P&E e recebe o nome de Akregator. Eutros agragadores podem ser encontrados( com diferentes formas de trabal,o( como / o caso do 2news$icker. Este 'ltimo funciona como uma barra #ue atravessa o desktop e exibe as c,amadas para as mat/rias das fontes definidas pelo usu?rio.

;.2.1 – Re)"rs$s 13si)$s e AOreg%/$r
&entre os diversos recursos de Akregator( o mais b?sico e primordial para manter a organi+ação dos conte'dos / a criação de pastas. A estrutura de pastas permite #ue o usu?rio separe conte'dos por contextos( tornando mais f?cil a navegação entre eles. *ma ve+ criadas as pastas( o usu?rio pode adicionar endereços de >66 e imediatamente @se conectado na InternetB( visuali+ar os conte'dos escol,idos.

=)G*>A HG - Adicionar fonte de not$cias no Akregator Alguns par1metros são solicitados #uando o usu?rio insere uma nova fonte de not$cias( como o nome amig?vel #ue deseja utili+ar para referenci?-la( definição de um intervalo de atuali+ação personali+ado( ar#uivamento de not$cias e marcação de artigos lidos. A =)G. H9 mostra um exemplo de par1metros para um recurso disponibili+ado pelo portal *EL( na sua seção de tecnologia. .a ocasião desta escrita( grandes portais como Derra(

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*EL e )G( disponibili+am bons conte'dos em formato >66.

=)G*>A H9 - 7ar1metros para nova fonte de not$cias *ma ve+ configurada a fonte de not$cias( a mesma ser? exibida na janela principal de Akregator( permitindo ao usu?rio obter os conte'dos da fonte e selecionar o #ue for de seu interesse para leitura completa.

=)G*>A HI - Exibição de fonte de not$cias >66 do portal *EL A leitura de mat/rias em sua totalidade pode ser feita abrindo-se o conte'do todo em uma nova aba dentro do pr5prio Akregator( como mostrado na =)G. HL( onde o usu?rio l-( na

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GL;

$ntegra( a segunda mat/ria exibida na lista da =)G. HI.

=)G*>A HL - Leitura de mat/ria completa no Akregator

;.2.* – C$nCig"r%'7es $ 0r$gr%#%
As configuraç2es adicionais de Akregator locali+am-se sob o menu "onfiguraç2es( #ue possui os itens "onfigurar .otificaç2es( "onfigurar Akregator( "onfigurar Atal,os e "onfigurar Sarras de =erramentas. As notificaç2es referem-se 3 forma como o usu?rio deseja ser avisado sobre novos conte'dos dispon$veis e novas fontes adicionada remotamente ao Akregator. aplicativos nativos do P&E. Es itens referentes a atal,os e barras de ferramentas( tratam de atal,os de teclado para aç2es do programa e seleção e organi+ação dos itens componentes das barras de ferramentas de Akregator( respectivamente. E item mais interessante nas configuraç2es deste software / "onfigurar Akregator( onde uma janela dividida em seç2es / exibida e diversas personali+aç2es podem ser efetuadas. As seç2es Geral( 7acote( Apar-ncia( .avegador e Avançado possuem suas funç2es descritas abaixo! poss$vel reprodu+ir sons( gravar eventos em ar#uivos e todas as outras possibilidades oferecidas aos

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Geral! define os par1metros de iniciali+ação e notificação( bem como a 7acote! trata do ar#uivamento dos conte'dos( como limites para ar#uivamento Apar-ncia! cuida apenas do aspecto visual das mat/rias( como tipo e taman,o .avegador! permite configurar o comportamento do navegador #uando

utili+ação de cache do navegador%

e remoção de conte'dos antigos%

de fontes%

acionados os bot2es do mouse( bem como definir #ual navegador ser? acionado #uando o usu?rio desejar abrir uma mat/ria fora do programa Akregator%

Avançado! define o mecanismo para ar#uivamento das mat/rias e

tempori+ação para marcar artigos como lidos( bem como a limpe+a da barra de pes#uisas.

=)G*>A HR - "onfiguraç2es de Akregator

;.: – C$#0%r/i&E%#en/$ e %r4"i,$s )$# JTorrent
*ma das mel,ores maneiras de se obter as m$dias de instalação de &ebian e outras distribuiç2es / o compartil,amento de ar#uivos. &iversos protocolos estão dispon$veis para

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GLH

esta finalidade( dentre eles( o 'ittorrent. E sistema de torrents permite #ue os usu?rios obten,am pe#uenos pacotes componentes dos ar#uivos compartil,ados( enviando os #ue j? baixaram para outros usu?rios. &esta forma( não existem filas de espera @como em outros protocolosB e o desempen,o da rede / mel,orado( uma ve+ #ue não ,? servidores sobrecarregados @como no amule( por exemploB. E objetivo deste trabal,o não / demonstrar o funcionamento de uma rede torrent( mas demonstrar um bom software para utili+ação do protocolo 'ittorrent em G.*8Linux. .ão / preciso procurar muito para encontrar 2$orrent( uma aplicação integrada ao ambiente P&E e #ue possui uma interface amig?vel e bem organi+ada( al/m de cumprir muito bem a função para a #ual se destina.

;.:.1 – A )$nCig"r%'($ e JTorrent
P$orrent possui diversos par1metros #ue condu+em seu funcionamento. As opç2es de personali+ação estão dispon$veis no menu "onfiguraç2es( na janela principal do software.

=)G*>A HO - "onfiguração de P$orrent 6eguindo o padrão das aplicaç2es nativas de P&E( a janela de configuraç2es de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GR:

2$orrent tamb/m / dividida em seç2es. A primeira das seç2es / 4ownloads( onde o usu?rio indicar? ao programa algumas regras do compartil,amento( como o n'mero m?ximo de downloads( de fontes de recebimento( as taxas m?ximas de envio e recebimento @para controle de tr?fego localB e as portas utili+adas pelo software. A seção geral permite #ue o usu?rio indi#ue as pastas para ar#uivos tempor?rios e downloads efetuados( o comportamento do $cone do programa no painel de P&E( mensagens de aviso sobre downloads terminados( utili+ação de mem5ria( personali+ação do endereço de )7 publicado na rede( encriptação de dados do protocolo( entre outras. As funcionalidades de 2$orrent podem ser ampliadas com a ativação de plugins( tarefa #ue pode ser executada pela seção Plugins. .esta seção( podem ser adicionados diversos recursos( como informaç2es adicionais sobre transfer-ncias( filtragem de )7 para evitar conex2es indesejadas( busca autom?tica de ar#uivos torrent nas pastas( entre outros. Em 7rocura( o utili+ador define alguns mecanismos de busca #ue serão utili+ados pelo software. *m texto explicativo / exibido nesta janela( indicando o procedimento para #ue o usu?rio possa adicionar buscadores. Alguns pr/-definidos no software são mininova.org( 2$orrents.com e 'ittorrent.com. A seção Janela de )nformaç2es serve apenas para tr-s par1metros. E primeiro controla a exibição da lista de peers @pessoas ainda baixando os ar#uivos do torrentB. E segundo par1metro mostra a lista de pedaços #ue estão sendo transferidos e o terceiro mostra a lista de locali+adores de pacotes. poss$vel tamb/m configurar atal,os para aç2es e a barra de ferramentas de 2$orrent( assim como nas outras aplicaç2es nativas de P&E.

;.:.* – Re)"rs$s e JTorrent
E software possui uma interface simples e de f?cil entendimento para os usu?rios acostumados com a utili+ação do protocolo 'ittorrent. As principais aç2es estão dispon$veis na barra de ferramentas da janela principal e as informaç2es sobre os ar#uivos estão organi+adas em abas.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRG

=)G*>A H; - Janela principal de P$orrent

A barra de ferramentas principal possui um botão para criação de ar#uivos torrent( onde o usu?rio tem a opção de compartil,ar um ar#uivo ou pasta na rede. Eutros bot2es como abrir ar#uivo torrent e colar conte'do da ?rea de transfer-ncia fa+em parte desta barra. Eutra barra de ferramentas dispon$vel / a de 4ownload( #ue cont/m os bot2es para controle do download dos ar#uivos @in$cio( parada e gerenciamento da fila localB. .a parte superior do programa( tr-s abas permitem ao utili+ador acompan,ar os recebimentos( os envios e reali+ar procura de ar#uivos torrent para download( respectivamente. As abas de recepção e envio exibem informaç2es como o nome do ar#uivo( o status @baixando ou paradoB( o taman,o do ar#uivo( a #uantidade de mega'ytes enviados( as velocidades de envio e recepção( o tempo restante para t/rmino do download( a #uantidade de pessoas compartil,ando a#uele ar#uivo e a porcentagem de reali+ação do download. Es ar#uivos #ue constam na aba de envios são a#ueles #ue j? foram baixados completamente pelo usu?rio e continuam dispon$veis na rede ou #ue foram criados pelo utili+ador e disponibili+ados. A aba de pes#uisas utili+a os mecanismos de busca adicionados nas configuraç2es do programa para #ue o usu?rio possa pes#uisar ar#uivos torrent por termos relacionados ou palavras-c,aves. *m exemplo / a pes#uisa pelo termo &ebian( no mecanismo 'ittorrent.com( #ue resulta em diversas imagens )6E para download.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GR9

Eutros programas desta categoria estão dispon$veis para &ebian G.*8Linux( como o pr5prio ,it$orrent( A+ureus e SitDornado( entretanto( alguns dependem de JA0A( o #ue os torna um tanto lentos no carregamento da interface( outros possuem os mesmos recursos de 2$orrent( mas uma interface menos rica. 2$orrent satisfa+ todas as necessidades dos usu?rios de programas de compartil,amento 'ittorrent( com adicionais de um visual bonito e uma interface de utili+ação f?cil( al/m de ser completamente integrado ao ambiente P&E.

;.; – HOIP e# GNU>Lin"! )$# Skype
*ma forma bastante comum e econZmica de comunicação por vo+ entre os usu?rios de desktops / o software Skype. Este programa não / software livre( entretanto( usu?rios de G.*8Linux com certe+a sentirão necessidade de comunicar-se com seus contatos utili+ando Skype. .a ocasião desta escrita( a versão de Skype para Linux @G.IB não / a mesma versão do software para outros sistemas operacionais @I.:B( contudo( / poss$vel desfrutar dos recursos de comunicação por vo+ com esta versão. "omo o projeto depende da atuali+ação pelo fabricante e o protocolo de comunicação / propriet?rio( a comunidade de software livre( no caso do Skype( somente aguarda pelo lançamento de novas vers2es para Linux.

;.;.1 – A ins/%&%'($ e Skype e# De1i%n GNU>Lin"!
A instalação de Skype em &ebian pode ser feita de duas maneiras! baixando-se o pacote em formato deb e instalando pelo gerenciador de pacotes escol,ido ou instalando pela ferramenta apt ou Synaptic. 7ara a primeira opção( o usu?rio e deve acessar o o we'site de do Skype ar#uivo @,ttp!88AAA.skype.com8download8skype8linux8B efetuar download

correspondente ao seu sistema( no caso deste trabal,o( &ebian. Ap5s este procedimento( basta #ue o usu?rio cli#ue sobre o ar#uivo baixado para #ue o gerenciador padrão de pacotes seja automaticamente acionado e a instalação possa ser efetuada. Em caso de escol,er a instalação pela ferramenta apt( seja em modo texto ou pelo gerenciador gr?fico( como Synaptic( por exemplo( uma simples configuração deve ser feita no ar#uivo de reposit5rios @fontes de pacotesB. E ar#uivo referido / 8etc8apt8sources.list e a entrada #ue deve ser adicionada /! deb ,ttp!88download.skype.com8linux8repos8debian8 sta'le

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRI

non#free. importante lembrar #ue o ar#uivo deve ser aberto pelo super-usu?rio @rootB( caso contr?rio( o usu?rio poder? não conseguir salvar as mudanças. 7ara abrir o ar#uivo usando root( o usu?rio pode acessar o menu P( na seção 6istema( na divisão <ais Aplicativos( o item Gerenciador de Ar#uivos @<odo 6uper-*su?rioB. A adição de uma fonte de pacotes pode ser feita tamb/m pelo gerenciador Synaptic( pelo menu "onfiguraç2es( item >eposit5rios. &epois de fa+er isto( o usu?rio pode abrir o gerenciador Synaptic @ou seu gerenciador preferidoB e pressionar as teclas Control e >( simultaneamente( para #ue a lista de pacotes dispon$veis nos reposit5rios seja atuali+ada. *ma ve+ #ue a lista esteja atuali+ada( basta #ue o usu?rio procure pelo pacote skype em Synaptic e selecione o mesmo para instalação( aplicando as mudanças em seguida.

;.;.* – C$nCig"r%'7es e Skype
7ara #ue o programa Skype funcione corretamente( / preciso #ue o usu?rio verifi#ue as suas configuraç2es. E acesso 3s configuraç2es deste software pode ser acessada pelo menu =erramentas( no item Epç2es. &iversas personali+aç2es do programa estão dispon$veis.

=)G*>A HQ - Janela de configuraç2es de Skype A seção Geral permite o usu?rio definir o comportamento do programa( no #ue di+

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRL

respeito a cli#ues duplos sobre os contatos da lista( exibição de emoticons em um bate-papo( estado autom?tico de aus-ncia( 'rowser e cliente de e#mail padr2es. Em 7rivacidade( definem-se as opç2es com relação 3 exposição do usu?rio na rede( ou seja( #uais pessoas poderão iniciar c,amadas ou bate-papos( se o estado do usu?rio ser? exibido na rede e se ,ist5ricos de interaç2es serão mantidos. Al/m disso( / poss$vel blo#uear os contatos indesej?veis. A seção de .otificaç2es prov- opç2es para alertas #ue devem ser exibidos #uando determinados eventos ocorrerem no programa. 7or exemplo( o usu?rio pode escol,er ser notificado #uando algu/m solicitar seus detal,es de contato ou #uando receber uma c,amada e não ser notificado #uando algu/m deixar correio de vo+. Al/m disso( pode-se escol,er exibir mensagens de informação para ajuda e dicas. .a seção denominada 6ons( as prefer-ncias sobre alertas sonoros são definidas( personali+ando os sons para os eventos de conexão a c,amada( campain,a( sinal de discagem( sinal de ocupado( c,amada em espera( retorno de c,amada( desligamento( mensagem de batepapo e contato online. Dalve+ a parte mais importante das configuraç2es de Skype seja a seção &ispositivos( onde o usu?rio deve definir #uais dispositivos presentes no sistema serão utili+ados pelo programa para a correta comunicação por vo+ e o sistema de ?udio #ue ser? utili+ado. &ebian L.: permite a utili+ação de diversos sistemas de som( mas preferencialmente o sistema AL6A. =eli+mente( a versão de Skype utili+ada neste trabal,o suporta o sistema de som AL6A( diferentemente das vers2es anteriores( #ue precisavam do sistema E66 @um sistema de som antigo em Linux( com poucos recursosB. A seção Avançado permite definir opç2es de atuali+ação do programa( atendimento de c,amadas e in$cio de bate-papo( bem como as portas utili+adas para conex2es. Em Skype 5oice#mail( o usu?rio define as prefer-ncias de sua caixa postal de mensagens de vo+( como uma mensagem de saudação e comportamento do programa #uando recusar uma c,amada( estiver em uma ligação e receber outra e não atendimento em uma #uantidade de segundos definidos. Este serviço depende de assinatura paga e não foi testado neste trabal,o.

;.;.- – Re)"rs$s e Skype 0%r% Lin"!
Skype tem uma interface limpa( atraente e funcional. A barra de ferramentas principal do programa permite adicionar um contato( buscar contatos( reali+ar uma confer-ncia( enviar mensagens de bate-papo @textoB( ar#uivos e obter informaç2es sobre o perfil de um contato.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRR

Logo abaixo da barra de ferramentas( tr-s abas organi+am a interface! a primeira exibe os contatos do usu?rio( a segunda possui um teclado num/rico virtual imitando o tecla do de um aparel,o telefZnico e a terceira exibe o ,ist5rico das conversaç2es. E n'mero de abas pode variar( sendo adicionada uma aba para cada conversação ativa. .a parte inferior do programa( um campo para digitação de um nome de contato Skype ou n'mero de telefone e os bot2es de in$cio e encerramento de c,amada. .o rodap/ da janela( um botão permite ao usu?rio mudar rapidamente seu estado @online( ausente( ocupado( etcB e publicar o seu perfil( al/m de exibir o n'mero de usu?rios online no momento.

=)G*>A HH - Skype com uma conversação ativa

;.;.2 – C$nsi er%'7es % i)i$n%is
Skype possui um serviço c,amado Skype $est Call( utili+ado para c,ecar as configuraç2es de ?udio e gravação de vo+. &urante os testes reali+ados no programa( um

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRO

'nico problema foi detectado. Dratava-se de #uando o usu?rio falava ao microfone e ouvia sua vo+ nas caixas de som( por/m( sua vo+ não era gravada pelo serviço de teste de Skype. E problema encontra-se nas configuraç2es do sistema de som AL6A. 7ara solucionar esta situação( o usu?rio deve acessar o terminal de comandos @<enu P( em 6istema( item PonsoleB e entrar na configuração do sistema AL6A( digitando o seguinte comando! e alsamixer Este utilit?rio permite ajustar a entrada e sa$da de sons do sistema. Ao ingressar na tela principal( o usu?rio deve pressionar a tecla de função =L( para ter acesso 3s definiç2es de entrada de ?udio e deve reali+ar algumas configuraç2es( de acordo com o hardware utili+ado em seu sistema de som. 7ara a solução do problema( no caso deste trabal,o( bastou #ue o usu?rio selecionasse o item <ic como "A7D*> e aumentasse o volume do item Capture( indicando tamb/m "A7D*> para o mesmo. 7ara #ue o usu?rio movimente-se entre os itens( basta pressionar as setas es#uerda e direita do teclado e para aumentar e diminuir o volume( as setas direcionais para cima e para baixo( respectivamente. 7ara definir a captura( basta selecionar o item e pressionar a barra de espaço.

=)G*>A G:: - "onfiguração do sistema AL6A para captura de som Em alguns casos de hardware( / necess?rio ,abilitar outras opç2es( #ue certamente

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GR;

serão encontradas em uma busca na Internet( digitando-se os termos de pes#uisa ^microfone gravação Linux_ e a marca ou modelo da placa de som utili+ada. Ao terminar de efetuar as configuraç2es( o usu?rio deve deixar o utilit?rio pressionando a tecla E6". Estar? novamente no Ponsole e deve efetivar as mudanças efetuadas digitando o comando! e alsactl store Adicionalmente( o utilit?rio P<ix( respons?vel pelo controle do volume de som( deve ser acessado e devidamente configurado( segundo a imagem da =)G. G:G( onde o item de microfone aparece completamente ,abilitado @c$rculo verde acima da barra de volume e vermel,o abaixoB.

=)G*>A G:G - 0olume do som em P<ix .ão existe uma definição padrão para o correto funcionamento do hardware do usu?rio( uma ve+ #ue a detecção efetuada pode ser diferente para outros modelos de placas. &e forma geral( a versão de Skype utili+ada neste trabal,o não apresentou problemas #uanto 3 configuração e funcionamento( exceto pelo fato acima relatado( #ue refere-se mais 3 configuração de gravação dos sons do microfone em &ebian G.*8Linux L.: do #ue ao Skype.

;.D 8 C$ne)/%n $8se P Internet is)% %
7ara configurar uma conexão discada( o usu?rio de P&E pode utili+ar o utilit?rio P777 @ferramenta gr?fica( pacote kpppB ou pppconfig @interface de comandos( pacote pppconfigB. "omo neste momento / poss$vel #ue não esteja conectado ainda( os "&s de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRQ

instalação de &ebian devem ser usados se os pacotes citados ainda não estiverem instalados. 7ara se conectar com pppconfig( o usu?rio deve acessar o terminal do root e digitar o comando! e pppconfig Es passos para preparar uma conexão estão nesta ordem!

"riar uma conexão! a primeira tela do programa solicita a escol,a( basta

apertar Enter. A mesma tecla deve ser pressionada para passar por cada tela do processo%

)nformar o nome do provedor! apenas um nome para identificar a conexão( o

padrão / ^provider_ e se este nome for escol,ido( ficar? mais f?cil discar. 6e o usu?rio for alterar o nome da conexão( deve procurar usar nomes sem acentos( espaços ou caracteres especiais( usar ago como! conexaoG( ou apenas ig( itelefonica( etc%

)7 &in1mico! para escol,er( usar as teclas de seta e espaço para marcar a Autenticação 7A7! Password utentication Protocol. Geralmente os

opção%

provedores discados usam este m/todo( onde o usu?rio deve fornecer um nome e uma sen,a e somente o computador do usu?rio se identifica ao provedor( não ,avendo autenticação na via oposta%

.ome de usu?rio e sen,a! ser? solicitado o nome do usu?rio e depois a sen,a 0elocidade! taxa de transmissão serial do modem( a velocidade sugerida por </todo de discagem! se #uando o usu?rio pressiona teclas de seu aparel,o

da conta no provedor%

padrão @GGR9::B serve para a maioria dos e#uipamentos atuais%

telefZnico ouve tons de v?rias fre#]-ncias( a opção escol,ida deve ser $one @tom( discagem multifre#]encial por lin,a digitalB( caso contr?rio( a outra opção%
● ●

.'mero a ser discado! inserir o n'mero do provedor% Encontrar o modem! escol,er a opção ^h6imi_ para #ue o programa tente 6alvar e retornar.

detectar automaticamente o modem%

7ara iniciar a conexão discada #ue acabou de ser configurada com pppconfig( o usu?rio deve digitar! e pon nomecdacconexão 6e o nome informado da conexão foi ^provider_ então basta digitar o comando ^pon_ @sem aspasB para conectar-se. 7ara desligar a conexão( digitar o comando ^poff_. 7ara verificar a conexão( digitar o comando ^plog_.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GRH

E utilit?rio P777 / simples e mais f?cil de se configurar( sua interface / intuitiva e as opç2es são basicamente usu?rio( sen,a( nome do provedor e n'mero a ser discado. preciso escol,er o m/todo de configuração manual em uma das perguntas feitas pelo assistente. &urante a escrita desta obra( um pe#ueno problema foi encontrado! o atal,o para P777 no menu P não era aberto e o comando kppp no terminal dava acesso negado. 7ara resolver esta situação( basta abrir o terminal do root e digitar! e c,mod ;RR 8usr8bin8kppp &epois disso( o atal,o passa a funcionar normalmente.

=)G*>A G:9 - "onexão 3 Internet discada

;.F 8 C$ne)/%n $8se P Internet 1%n % &%rg%
Apesar da grande maioria dos usu?rios de Internet no Srasil utili+arem lin,as discadas( a conexão banda larga tem crescido e est? dispon$vel em muitas regi2es do pa$s. Fuando se trata de conex2es banda larga com autenticação( esta pode ser feita diretamente pelo modem @nem todos os modelos suportamB ou pelo programa de conexão. 7ara este trabal,o( ser? utili+ado o programa pppoeconf e exemplificada uma conexão b?sica para Speedy da DelefZnica com provedor Derra. E pacote pppoeconf deve ser instalado antes de iniciar o processo. Estando devidamente configurado no sistema o referido pacote e estando os e#uipamentos ligados @modem A&6L na lin,a telefZnica e computador ao modem pela interface de redeB( o usu?rio deve acessar o terminal do root e digitar o comando! e pppoeconf E utilit?rio / simples( apesar de ser executado em modo texto. 6eguem os passos!

)dentificação da interface! o programa detecta as interfaces de rede no sistema

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GO:

e as exibe( pedindo para #ue o usu?rio responda se as interfaces listadas são todas as #ue realmente existem. Ao responder ^6im_( inicia-se uma busca para detectar em #ual das interfaces est? conectado o acesso%

"onfirmar o prosseguimento! depois de encontrar a interface correta( o

programa pergunta ao usu?rio se deseja continuar com a configuração( informando #ue um ar#uivo ser? modificado. Sasta responder ^6im_%

Epç2es populares! algumas opç2es padrão @noauth e defaultrouteB são

sugeridas e podem ser aceitas sem problemas. 7ara aceitar ou recusar @sim e nãoB( o usu?rio deve pressionar a tecla DAS e Enter para escol,er%

.ome de usu?rio! o nome fornecido pelo provedor de acesso( geralmente 6en,a! a sen,a de acesso para a conta informada. .este caso( a sen,a / exibida "onfigurar &.6! o sistema de resolução de nomes #ue torna poss$vel encontrar

nome4provedor.com.br%

em texto claro para #ue não existam enganos na digitação%

endereços de Internet apenas digitando os nomes( por exemplo! AAA.google.com / apenas um nome associado a um n'mero real de endereço )7 @#ue seria mais dif$cil de lembrar( por exemplo( OL.9II.GO;.GL;B. .esta etapa( o programa pergunta se a lista de servidores &.6 enviada pelo provedor deve ser adicionada ao ar#uivo de configuração 8etc8resolv.conf. >esponder ^6im_ a esta #uestão / uma atitude fortemente recomendada%

<66 Limitado! escol,a ^6im_ apenas se outros computadores estiverem se "onectar na iniciali+ação! E programa informa #ue a conexão est? configurada

conectando 3 Internet por meio do computador onde est? sendo feita a configuração%

e pergunta se deve inici?-la automaticamente ao iniciar o computador. A não ser #ue ten,a uma forte ra+ão para não fa+er isto( recomenda-se escol,er ^6im_%

Estabelecer a conexão! o programa informa os comandos ^pon dsl-provider_

para in$cio de conexão e ^poff_ para t/rmino da mesma e pergunta se deve iniciar a conexão imediatamente. >espondendo ^6im_ a esta pergunta( j? ser? poss$vel abrir Iceweasel ou o navegador preferencial e navegar na Internet. "aso ,ajam problemas na conexão #uando o computador for reiniciado( / v?lido verificar o ar#uivo 8etc8netAork8interfaces. Ele deve parecer-se com o seguinte @considerando apenas uma interface de redeB! auto lo iface lo inet loopback auto dsl-provider

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GOG

iface dsl-provider inet ppp pre-up 8sbin8ifconfig et,: up e line maintained bT pppoeconf provider dsl-provider auto et,: iface et,: inet manual 6e algo estiver diferente( o usu?rio pode tentar editar o ar#uivo como root e deix?-lo semel,ante ao exemplo( gravando ap5s efetuar as alteraç2es. Então deve digitar os comandos ^poff_ e ^pon dsl-provider_ para desconectar e conectar o acesso. 6e a conexão est? normal mas o computador não navega( duas coisas podem estar acontecendo! A primeira / #ue o ar#uivo 8etc8resolv.conf não possui nen,um servidor &.6 listado( provavelmente o usu?rio escol,eu ^.ão_ na etapa de configuração de &.6 do pppoeconf. Sasta refa+er o processo e escol,er ^6im_. Lembrando #ue ap5s o processo ser refeito( pode ser necess?rio editar novamente o ar#uivo 8etc8netAork8interfaces. A segunda / a rota padrão não definida. E computador tem uma conexão mas o sistema não sabe #ue deve enviar e receber as informaç2es por esta conexão( ou seja( não con,ece a rota para sair para a Internet. .este caso( o usu?rio deve acessar o terminal e digitar! e route del default e route add default ppp:

D – APLICAÇMES PARA ESCRITQRIO
Es softwares desenvolvidos para atender 3s tarefas de produção de textos( planil,as de c?lculos e apresentaç2es são comumente agrupados em um pacote( denominado su$te de escrit5rio. *ma su$te bastante famosa e utili+ada #ue pode servir de exemplo e merece m/ritos pela #ualidade de recursos oferecidos( / a su$te Microsoft /ffice. )nfeli+mente( esta / destinada aos usu?rios de outro sistema operacional( não sendo portada para Linux. 7ara suprir a necessidade de aplicativos desta categoria( a comunidade de software livre mant/m um projeto c,amado /pen/ffice0org( #ue desde meados do ano 9::: vem desenvolvendo um excelente trabal,o( produ+indo uma su$te livre e completa. A su$te resultante do projeto recebeu o nome do mesmo @/pen/ffice0orgB e pode ser utili+ada em diversos sistemas operacionais. Eutros aplicativos para escrit5rio completam o trabal,o das su$tes e tamb/m serão abordados neste trabal,o( entre eles( gerenciamento de finanças pessoais( desen,o I& e vetorial.

D.1 – A s"./e (pen(ffice)org *.B
Fuando a Sun Microsystems decidiu liberar o c5digo de sua su$te Star/ffice( em meados do ano 9:::( teve in$cio o projeto /pen/ffice0org( com o objetivo de fornecer uma su$te de fonte aberta e de #ualidade suficiente para suprir todas as necessidades dos usu?rios. E projeto obteve muito sucesso e /pen/ffice0org / uma das mel,ores e mais completas opç2es livres de su$te de aplicativos para escrit5rio. *ma das caracter$sticas mais importantes de /pen/ffice0org / a portabilidade dos documentos produ+idos entre plataformas distintas( ou seja( uma ve+ #ue o programa pode ser instalado em diversos sistemas operacionais @G.*8Linux( Microsoft +indows( 6olaris e <A"E6 NB( os documentos criados com a su$te em um sistema operacional são abertos e editados naturalmente em outro sistema completamente diferente. .a versão G.G do software( ,ouve uma iniciativa brasileira c,amada /pen/ffice0org0'r #ue disponibili+ou a su$te com um corretor ortogr?fico para 7ortugu-s do

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Srasil. .a versão 9.: do pacote de aplicativos( ele est? bem integrado com o ambiente gr?fico @seja P&E ou G.E<EB e possui um banco de dados c,amado Sase( opção livre para o popular Microsoft ccess. Es aplicativos #ue comp2em basicamente /pen/ffice0org são!
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/pen/ffice0org +riter! processador de textos e p?ginas CD<L% /pen/ffice0org Calc! planil,as eletrZnicas% /pen/ffice0org Impress! editor de apresentaç2es de slides% /pen/ffice0org 4raw! editor de gr?ficos vetoriais% /pen/ffice0org ,ase! banco de dados% /pen/ffice0org Math! editor de f5rmulas matem?ticas.

A su$te /pen/ffice0org pode ser obtida diretamente da p?gina oficial do projeto @AAA.openoffice.orgB( pelo download de um ar#uivo compactado em torno de G:: <S. .ão ,? preocupação com depend-ncias de pacotes por#ue este / pr/-compilado de forma est?tica. E 'nico caso em #ue devem ser instalados pacotes adicionais / no de inserir applets Java. Em &ebian( a instalação pode ser feita pelas ferramentas de gerenciamento de pacotes @apt( Synaptic( etcB. Es usu?rios brasileiros podem instalar SrEffice.org 9.:( #ue / a personali+ação de /pen/ffice0org 9.: para o Srasil e vem inclusa na coleção de "&s de &ebian G.*8Linux L.:. E nome SrEffice.org foi escol,ido para evitar disputas judiciais( uma ve+ #ue uma empresa privada do >io de Janeiro c,amada SV6 )nform?tica mant/m o registro da marca /pen/ffice no ).7) @)nstituto .acional da 7ropriedade )ntelectualB desde GHHO. Es re#uisitos m$nimos para o funcionamento da su$te são! processador Pentium )) 9OO <C+ ou e#uivalente( I:: <S livres no disco r$gido e pelo menos OL <S de mem5ria >A< @G9Q <S para mel,or desempen,oB. .ota de revisão! E /pen/ffice0org grava documentos nativamente no padrão /pen4ocument( aprovado pela )6E @)6E8)E" 9OI::B. )sto permite aos utili+adores trocar documentos sem preocupaç2es de vers2es de softAare( o #ue significa #ue( um documento criado na su$te EpenEffice G.G( poder? ser aberto e modificado da mesma forma em #uais#uer vers2es posteriores e vice-versa. E mesmo não acontece com a su$te Microsoft /ffice( #ue( a cada versão lançada( adota um padrão propriet?rio normalmente não compat$vel com o anterior. 6egundo relato do 7rof. &r. Antonio 7aulo 6. <isaka( #ue sugeriu a inserção deste par?grafo sobre padrão )6E( um de seus importantes documentos #ue fora escrito na versão do <6 Vord H; não pZde ser aberto em uma versão mais nova da su$te da <icrosoft( depois de G: anos. Em 9::Q( a <icrosoft submeteu um formato propriet?rio para a aprovação da )6E( c,amado EEN<L. E padrão foi aprovado depois de muitas ressalvas( demonstraç2es de

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fal,as t/cnicas e omiss2es de membros de alguns pa$ses. E comit- do Srasil foi contra a adoção do formato EEN<L. A Google )nc. declarou em seu blog #ue ap5ia o padrão E&= @usado pelo /pen/ffice0orgB e di+ ter considerado o padrão EEN<L da <icrosoft como insuficiente para ser aceito globalmente. Es seguintes trec,os foram retirados do blog do Google( no endereço ,ttp!88googleblog.blogspot.com89::Q8:98reneAed-Ais,-for-opendocument.,tml( em 9I de &e+embro de 9::H( na ocasião da #uarta revisão deste e-book! CGoogle supports open document standards and the /pen 4ocument &ormat # /4&6 the recogni1ed international standard DIS/ EF=GGH0I @A Google ap5ia padr2es de documento abertos e o E&=( o recon,ecido padrão internacional @)6E 9OI::BB. C+e "oin the /4& lliance and many other experts in our 'elief that //.M( doesn7t meet the criteria re3uired for a glo'ally#accepted standard0I @.os unimos 3 /4& lliance e muitos outros especialistas na nossa crença de #ue o EEN<L não satisfa+ o crit/rio re#uerido para um padrão globalmente aceitoB

D.1.1 – (pen(ffice)org $riter
+riter / o processador de textos da su$te /pen/ffice0org. 6eriam necess?rios diversos cap$tulos para mostrar as funcionalidades completas e o poder deste software( no entanto( foge do escopo do presente trabal,o tratar detal,adamente da utili+ação dos programas apresentados. *ma das caracter$sticas mais importantes de +riter / sua capacidade de trabal,ar com diversos formatos de ar#uivos( entre eles( os formatos con,ecidos pelos usu?rios de Microsoft +ord. v?lido registrar #ue os formatos de ar#uivos mantidos pela Microsoft em sua su$te de escrit5rio geralmente não permitem interoperabilidade com outras su$tes( dificultando a construção de filtros para portar estes documentos. *m dos recursos distintos implementado pela empresa / a criação de macros do Microsoft +ord. Es formatos de ar#uivos aceitos por +riter são diversos( mas os principais podem ser resumidos em!
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odt! formato livre e padrão do +riter% sxA! documento de texto de /pen/ffice% rtf! formato leg$vel por diversos processadores de texto% ,tml! linguagem de marcação de ,ipertexto para we'% sdA! texto do Star+riter% txt! ar#uivo texto comum% lAp! (otus +ordPro 4ocument% doc! Microsoft +ord.

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A interface de +riter / bastante familiar aos usu?rios acostumados a outras su$tes( o #ue fa+ com #ue a migração para este programa seja um processo de baixa dificuldade para empresas e usu?rios dom/sticos. Sasicamente( a interface padrão inclui o documento #ue est? sendo editado( algumas barras de ferramentas com aç2es mais comumente executadas e o menu principal da janela.

=)G*>A G:I - )nterface principal de SrEffice.org +riter +riter oferece todos os recursos necess?rios para editoração profissional de documentos( incluindo capitulação( manipulação de $ndices autom?ticos( estilos personali+ados de formatação( cabeçal,os( rodap/s e muitos outras facilidades. 7ara efeito de comprovação( a =)G. G:I mostra a editoração deste cap$tulo do presente trabal,o( em uma estação &ebian G.*8Linux L.:( com ambiente P&E e SrEffice.org +riter 9.:. As opç2es de configuraç2es para o software podem ser acessadas pelo menu =erramentas( no item Epç2es( onde uma janela organi+ada em algumas seç2es ser? apresentada( permitindo ao utili+ador definir desde opç2es de autoria de documentos at/ opç2es de Internet( passando por gr?ficos( idiomas( camin,os e bancos de dados.

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=)G*>A G:L - "onfiguraç2es de SrEffice.org +riter Apesar de ser muito parecido com Microsoft +ord( a forma com #ue /pen/ffice0org +riter lida com cabeçal,os e estilos de par?grafos / diferente do primeiro. 7ara acessar as opç2es de cabeçal,os( o usu?rio deve clicar no menu =ormatar( item 7?gina( ou clicar com o botão direito do mouse sobre a ?rea de texto e escol,er 7?gina. A janela de ajustes ser? exibida e então / poss$vel adicionar cabeçal,os e rodap/s.

=)G*>A G:R - Estilo de p?gina em /pen/ffice0org +riter 7ara usar diferentes cabeçal,os em um documento( / preciso criar novos estilos de p?ginas( #ue facilitarão muito o trabal,o @apesar de parecer mais complexoB. Es estilos de p?gina e de texto podem ser definidos pressionando-se a tecla =GG( ou pelo menu =ormatar( item ^Estilos e formatação_. "om tudo bem definido( a produtividade aumenta com certe+a(

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pois o programa oferece o recurso de estipular estilos de par?grafos em se#]-ncia( #ue são aplicados automaticamente en#uanto o usu?rio digita o texto.

D.1.* – (pen(ffice)org %alc
*m dos aplicativos mais importantes de computadores pessoais( seja em escrit5rios ou em casa( / a planil,a eletrZnica. "om este tipo de software / poss$vel fa+er c?lculos de simulação( projetar financiamentos( controlar contas( an?lise estat$stica e an?lises de dados comerciais. &a$ a import1ncia de sua presença em uma su$te de escrit5rio como /pen/ffice0org. Calc / a planil,a eletrZnica de /pen/ffice e assim como +riter( possui funcionalidades #ue garantem sua utili+ação por usu?rios adaptados a outras su$tes( como interoperabilidade de formatos de ar#uivos e interface amig?vel( al/m de contar com um grande conjunto de funç2es para c?lculos e formatação. A =)G. G:O exibe a tela principal de SrEffice.org Calc( lembrando #ue SrEffice.org / apenas uma personali+ação de /pen/ffice0org para o Srasil( sendo #ue todos os recursos e funcionalidades são mantidos.

=)G*>A G:O - Janela principal de SrEffice.og Calc Calc possui um bom conjunto de funç2es( agrupadas por finalidades( como banco de dados( data e ,ora( financeiro( matem?tico( l5gico( matri+( estat$stico( entre outras. 7ossibilita trabal,ar com ordenação e classificação de dados( criação e formatação de gr?ficos( proteção

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de dados com sen,as( formataç2es condicionais( fontes de dados externas e macros. importante frisar #ue as macros diferem de Calc para Microsoft Excel( sendo assim( apesar de possuir filtros para trabal,ar com formatos de outras su$tes( Calc pode não conseguir reprodu+ir de forma exata os comandos de macros gravadas por Excel e vice-versa. Es demais recursos de funç2es de Excel são tratados normalmente por Calc. /pen/ffice0org Calc consegue trabal,ar com ar#uivos de diversos formatos( sendo alguns deles os #ue possuem extens2es csv( dif( dbf( sdc( stc( sxc( slk( vor( Aks( xls( xlt e ,tml.

D.1.- – (pen(ffice)org Impress
Gerentes( diretores( palestrantes( estudantes e at/ mesmo usu?rios #ue não utili+am apresentaç2es de slides de forma profissional t-m 3 sua disposição o Impress( software livre para criação de apresentaç2es de slides com efeitos de ?udio e imagens( pertencente 3 su$te /pen/ffice0org.

=)G*>A G:; - Janela principal de SrEffice.org )mpress

Impress possui opç2es #ue permitem manter os slides de forma organi+ada( separando os componentes da apresentação em abas( dispostas no centro da janela principal. E programa tamb/m exibe uma r?pida visuali+ação dos efeitos aplicados sobre os elementos da apresentação( de forma integrada em sua interface principal.

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As facilidades de Impress vão al/m da simples utili+ação de imagens e textos( permitindo inserir v$deos( sons e mini-aplicativos nas apresentaç2es. Es mini-aplicativos para Impress podem ser criados em JA0A. 7ara #ue o usu?rio aponte *>Ls desejadas na sua apresentação( o programa permite o mapeamento de imagens e para #ue possa ser impressa uma refer-ncia( Impress cria fol,etos com miniaturas de todos os slides. Impress possui modelos de apresentaç2es e um assistente #ue tem como objetivo guiar os usu?rios na criação r?pida de apresentaç2es com estilos elegantes e profissionais.

D.1.2 – (pen(ffice)org *raw
E 4raw / o editor vetorial @imagens e ilustraç2esB de /pen/ffice0org. Este programa visa suprir( de forma mais simples( algumas necessidades b?sicas de editoração( onde os usu?rios geralmente utili+am Corel4raw. 4raw permite a execução de macros e a inserção dos mesmos objetos #ue Impress( ou seja( v$deo( som e mini-aplicativos. 6uas configuraç2es são acessadas de forma semel,ante aos outros programas da su$te /pen/ffice0org e sua interface dispensa explicaç2es( por ser bastante intuitiva.

=)G*>A G:Q - Janela principal de SrEffice.org 4raw

D.1.: – (pen(ffice)org ase
,ase / o software de banco de dados da su$te /pen/ffice0org e tem como finalidade suprir de forma livre as necessidades dos usu?rios de Microsoft ccess.

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=)G*>A G:H - Janela principal de SrEffice.org ,ase ,ase permite aos usu?rios conectarem-se 3 bancos de dados <T6FL e 7ostgre6FL( al/m de seu pr5prio formato de banco de dados( #ue dispensa o uso de um sistema completo de gerenciamento de banco de dados. Ele / uma implementação nova em /pen/ffice0org e talve+( por este motivo( ainda gere alguns problemas ao utili+ador. &urante o desenvolvimento deste trabal,o( um banco de dados novo foi criado com ,ase( por/m( algumas tentativas de execução de aç2es dentro do programa causaram congelamentos na su$te /pen/ffice0org( obrigando o usu?rio a reiniciar o servidor N. =eli+mente( o recurso de recuperação de documentos pareceu estar bem desenvolvido e funcionou corretamente( tra+endo a 'ltima versão gravada dos ar#uivos abertos antes da ocorr-ncia do problema. Al/m dos travamentos( ,ase apresentou uma certa demora no carregamento do programa e na execução do assistente de criação de banco de dados( demora essa não demonstrada em nen,um dos outros aplicativos da su$te. Apesar destes problemas( presumese #ue as pr5ximas vers2es de ,ase sejam mais est?veis( uma ve+ #ue o trabal,o da comunidade /pen/ffice0org / constante e de alt$ssima #ualidade.

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D.1.; – (pen(ffice)org +ath
Math / uma alternativa livre ao Microsoft E3uation e individualmente. 7ara inserir uma f5rmula em um documento do +riter( por exemplo( basta #ue o usu?rio cli#ue no menu )nserir( categoria Ebjeto( item =5rmula. E editor de Math ser? aberto de forma integrada e a imagem da f5rmula automaticamente inserida conforme a criação da mesma. "onforme exibido na =)G. GG:( o Math( executando de forma independente( ou seja( não integrada( possui uma interface simples #ue exibe na parte inferior o c5digo gerador da f5rmula e na parte superior( o desen,o da f5rmula. 7ara #ue o usu?rio construa suas f5rmulas( pode utili+ar uma pe#uena janela suspensa #ue cont/m diversas formas de funç2es e s$mbolos 'teis para a tarefa( ou digitar os comandos diretamente na parte inferior do programa. 0ale lembrar #ue as express2es constru$das com Math ou E3uation são apenas textos e não são calculadas ou resolvidas pelos respectivos programas. possibilita ao usu?rio desenvolver f5rmulas matem?ticas #ue podem inseridas em outros documentos ou exportadas

=)G*>A GG: - "riação de f5rmula no SrEffice.org Math

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;9

D.1.D – Ger%'($ n%/i,% e %r4"i,$s PS e PDF
Es formatos de ar#uivos 76 @Post ScriptB e 7&= @Porta'le 4ocument &ormat ) =ormato de &ocumento 7ort?velB foram criados pela do'e Corporation e permitem a leitura de documentos em plataformas distintas( sem alteração no formato de visuali+ação dos mesmos. A su$te de aplicativos /pen/ffice0org 9.: permite a geração deste formato de ar#uivos de forma nativa( ou seja( sem a necessidade de instalação de ferramentas de terceiros ou comerciais( como acontece no Microsoft +indows( por exemplo( onde / necess?rio instalar a su$te propriet?ria da Adobe( #ue custa algumas centenas de d5lares ou comprar licenças de programas mais baratos( por/m com menos recursos. Apenas dois re#uisitos b?sicos são necess?rios para a geração dos ar#uivos 76 e 7&= em G.*8Linux( ambos j? presentes em &ebian!
● ●

6istemas de impressão L7>8L7>ng ou "*76% 7acote Ghostview.

A forma mais simples para #ue seja gerado um ar#uivo 76 ou 7&= / a utili+ação do sistema de impressão dispon$vel nos aplicativos. Em +riter( por exemplo( a criação de ar#uivos no formato 76 / feita pelo acesso ao menu de impressão de documentos @menu Ar#uivo( item )mprimirB. .a janela de seleção de impressoras( existe um item c,amado )mprimir para ar#uivo( #ue deve ser marcado antes da confirmação da impressão. &epois disso( o programa solicitar? o nome do ar#uivo a ser gravado no formato 76.

=)G*>A GGG - Geração de ar#uivos 76 no SrEffice.org +riter

7ara a criação de ar#uivos 7&=( o usu?rio deve acessar no menu Ar#uivo( o item c,amado Exportar como 7&=. E +riter solicitar? o nome e o local de arma+enamento do ar#uivo. E usu?rio dever? clicar no botão Exportar e então configurar opç2es adicionais(

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como proteção do conte'do contra alteraç2es( compressão de imagens( layout padrão de visuali+ação e criptografia. Es passos para a criação de ar#uivos nos formatos citados são os mesmos em todos os aplicativos da su$te /pen/ffice0org. Esta / mais uma das vantagens da su$te livre( pois / poss$vel distribuir #uais#uer trabal,os em formato totalmente port?vel e padrão de distribuição de ar#uivos na Internet( com segurança e sem custos.

=)G*>A GG9 - Exportação de documentos em formato 7&= no +riter

D.* – Geren)i%#en/$ e inC$r#%'7es 0ess$%is "/i&i6%n $ J$n/%)/
Pontact / uma ferramenta integrada ao ambiente P&E #ue disp2e de diversos tipos de programas em uma s5 janela( permitindo #ue o usu?rio possa organi+ar-se de forma mais clara e r?pida. A janela principal do programa subdivide-se em seç2es( sendo a primeira delas simplesmente um resumo das informaç2es do usu?rio. A seção "orreio exibe o cliente de e#mail do ambiente P&E( o 2mail. A barra de

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ferramentas principal varia de acordo com a aplicação executada e neste caso( como pode ser visto na =)G. GGI( a barra de ferramentas de 2mail / exibida. Em seguida( existe uma seção denominada "ontatos( #ue permite ao usu?rio gerenciar diversos livros de endereços @do programa 2 ddress,ookB e muitas informaç2es sobre as pessoas com #uem se relaciona. poss$vel inserir informaç2es pessoais como nome( endereço( telefones e e#mails( informaç2es profissionais e at/ mesmo dados de locali+ação geogr?fica( c,aves de criptografia do contato( foto( logotipo( som e campos personali+ados.

=)G*>A GGI - Pontact exibindo informaç2es de P<ail A seção "alend?rio exibe o programa 2/rgani1er( um sistema de agenda pessoal bem completo( #ue conta com visuali+aç2es di?rias( semanais( em listas( mensais e muitas outras. 2/rgani1er oferece a possibilidade de cadastro de compromissos com t$tulo( locali+ação( diversos tipos de recorr-ncias( os participantes dos eventos e os ar#uivos associados( al/m de exibir um gr?fico de ocupação do tempo do usu?rio. 7ara adicionar tarefas #ue ainda devem ser executadas( ser? feito uso da seção Lista de 7end-ncias( onde são administradas tarefas com n$vel de prioridade( informaç2es de recorr-ncia( participantes e ar#uivos associados. *ma seção denominada &i?rio / listada abaixo das pend-ncias e difere muito pouco da seção "alend?rio. .a verdade a 'nica diferença entre as duas interfaces / #ue o &i?rio permite apenas um registro das atividades por dia( um texto longo( en#uanto #ue o "alend?rio permite dividir as tarefas por ,or?rios. A seção seguinte( .otas( / como um bloco de rascun,o para o usu?rio( onde o mesmo

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;R

dever? anotar informaç2es tempor?rias #ue podem ser descartadas posteriormente. A seção =onte de .ot$cias exibe o programa kregator( j? exposto detal,adamente neste trabal,o e a 'ltima seção( c,amada 6incroni+ação( permite #ue o usu?rio manten,a atuali+adas as informaç2es dos livros de endereços e calend?rios do organi+ador pessoal.

D.- – Geren)i%#en/$ e 0r$<e/$s "/i&i6%n $ ,lanner
Linux disp2e de diversas ferramentas para gerenciamento de projetos( dentre as #uais se destaca Planner. Esta ferramenta / uma evolução do antigo software Mr0 Pro"ect( e torna os projetos bem mais organi+ados. 7rojetos #ue contam com planejamento ade#uado demonstram profissionalismo e seriedade aos clientes( al/m de possu$rem mel,or cumprimento de pra+os e gerenciamento de recursos e cronogramas.

=)G*>A GGL - Janela principal de Planner Planner tem uma interface simples( limpa e poderosa. 7ermite o acompan,amento de utili+ação de recursos( custos e gerenciamento de tarefas( incluindo sua porcentagem de conclusão( as pessoas envolvidas e outras tarefas vinculadas 3 primeira. Em mat/ria publicada no site ,ttp!88AAA.portalproject.Gbr.net( uma comparação entre Planner :.GI( MS Pro"ect 9::I da Microsoft e GanttPro"ect 9.: @outro software livreB( a avaliação final classificou MS Pro"ect com m/dia Q.I( Planner com m/dia O.G e GanttPro"ect com L.O.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;O

A an?lise apresentada levou em consideração os seguintes pontos! amigabilidade do ambiente( alocação de tarefas e recursos( v$nculos( calend?rios( controle de custos( relat5rios( controle de andamento do projeto( importação e exportação de ar#uivos( recursos adicionais( preço do software e trabal,o usando multicomputadores. Planner destacou-se em alocação de tarefas e recursos( calend?rios( amigabilidade do ambiente e preço.

D.2 – E i/$r%'($ e&e/rRni)% )$# Scribus
Scri'us / um programa de editoração eletrZnica semel,ante ao Page Maker. ar#uivos em 7&=. f?cil de usar se comparado com outros programas e#uivalentes e possui suporte 3 exportação de

=)G*>A GGR - &emonstração de Scri'us Scri'us tem suporte a um formato )6E de 7&= de alta #ualidade( al/m de "<nP( um sistema de cores muito utili+ado em gr?ficas e 60G( um padrão para desen,os vetoriais. Al/m destes recursos( o programa pode receber expans2es de funcionalidades por meio de plugins(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;;

assim como acontece com &irefox( por exemplo. E formato de ar#uivo utili+ado por Scri'us baseia-se em N<L( assim como em EpenEffice.org.

D.: – Cri%'($ e i%gr%#%s )$# Di% e Ji,i$
Analistas de sistemas e engen,eiros eletrZnicos estão entre os profissionais #ue t-m necessidade de utili+ar ferramentas de criação de diagramas. Linux oferece diversas opç2es de software nesta categoria( destacando-se &ia( aplicação desenvolvida com maior compatibilidade com G.E<E e Pivio( integrada ao ambiente P&E. As ferramentas G.E<E geralmente podem ser executadas em um ambiente P&E sem maiores problemas( desta forma( o presente trabal,o possibilita a demonstração destas duas ferramentas.

=)G*>A GGO - Janela principal de Pivio Danto Pivio como &ia possuem conjuntos de coleç2es de formas #ue variam de diagramas *<L a diagramas de eletricidade. *ma das diferenças entre os dois programas est? na #uantidade de tipos de ar#uivos suportados( #ue / maior no &ia. Apesar disso( nen,um dos dois possui capacidade de abrir projetos criados no Microsoft 0isio( programa de objetivo e#uivalente da plataforma Microsoft.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - G;Q

=)G*>A GG; - Janela principal do software &ia *ma das vantagens de se executar Pivio no ambiente P&E / sua integração com outras ferramentas nativas( como por exemplo( o 2mail( permitindo #ue o usu?rio envie um projeto por e#mail a partir do pr5prio Pivio. Eutros detal,es tamb/m são notados( como a separação de vis2es dentro da janela do software( permitindo comparaç2es entre diferentes ar#uivos de forma mais f?cil do #ue no &ia( onde os ar#uivos são abertos em janelas diferentes.

D.; – Geren)i% $r e Cin%n'%s Kmy+oney
2MyMoney foi criado com a intenção de ser o gerenciadores de finanças pessoais mais f?cil e j? foi premiado com o segundo lugar no ranking dos softwares escol,idos pela comunidade Sourceforge0net. confiabilidade. Es relat5rios financeiros oferecidos pelo 2myMoney( na versão utili+ada neste trabal,o( não são muito arrojados( mas o programa serve bem ao usu?rio dom/stico. um programa #ue apresenta facilidade de uso e bastante

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D.;.1 – Prin)i0%is C"n'7es is0$ni1i&i6% %s 0$r K+y+oney
Ao ser aberto pela primeira ve+( o software solicita ao usu?rio #ue crie um novo ar#uivo de gerenciamento financeiro e forneça alguns dados pessoais( de forma opcional. E software permite o trabal,o com v?rias moedas( dentre elas a moeda oficial do Srasil( sendo solicitado ao utili+ador #ue informe #ual a moeda padrão para as transaç2es.

=)G*>A GGQ - Janela principal de 2MyMoney Ap5s o procedimento de criação de ar#uivo( o programa exibe um resumo da conta do usu?rio e permite #ue todas as funç2es sejam acessadas. As opç2es dispon$veis no programa permitem #ue sejam controladas instituiç2es( as contas gerenciadas pelas instituiç2es( os lançamentos( livro de registros( investimentos e at/ mesmo cotaç2es e contas online. E programa permite tamb/m #ue se ten,a o controle de benefici?rios. 2MyMoney possibilita #ue pagamentos sejam agendados e #ue os lançamentos sejam parcelados de acordo com livre escol,a do usu?rio. As contas são classificadas em categorias e a visuali+ação dos pagamentos agendados pode ser feita em calend?rio ou em lista. Es relat5rios oferecidos incluem receitas e despesas( saldos( valores l$#uidos( todos por data ou instituição. C? tamb/m relat5rios de taxas( investimentos e transaç2es( sendo #ue alguns deles podem ser analisados por tipo( conta( benefici?rio( m-s e semana.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQ:

D.;.* – C$nCig"r%'7es e K+y+oney
As principais configuraç2es de 2MyMoney tratam de opç2es da p?gina inicial do usu?rio( filtros( incrementos de n'meros de c,e#ues( agendamentos( criptografia( cores e fontes do programa e endereços de cotaç2es online.

=)G*>A GGH - "onfiguraç2es de 2MyMoney

F – APLICAÇMES MULTIMSDIA
E aprimoramento das aplicaç2es multim$dia no Linux / um fator importante para #ue o sistema possa gan,ar espaço nos desktops. Al/m de programas relacionados ao entretenimento( existem tamb/m diversas opç2es de aplicativos de criação de conte'do profissional. Dodos os formatos de ?udio suportados em outros sistemas podem ser reprodu+idos em Linux( inclusive formatos propriet?rios como <7I( V<A( <7EG( entre outros. Algumas distribuiç2es não incluem( por padrão( suporte para estes formatos( entretanto( a instalação dos codecs necess?rios para a reprodução deste conte'do / bastante simples. 7ara os usu?rios #ue necessitam de recursos profissionais mais espec$ficos( Linux disponibili+a programas como L<<6 @(inux Multimedia StudioB( #ue cont/m editores de <)&)( som( se#]enciador de ritmos e um conjunto de efeitos sonoros via software. 7ara a edição de partituras ,? diversas opç2es de software( dentre elas( NoteEdit( um programa integrado ao ambiente P&E.

F.1 – Re0r$ "'($ e 3" i$
0?rios programas de reprodução de ?udio podem ser utili+ados em Linux( a maioria deles merecedores de bons coment?rios de usu?rios em f5runs de discussão. &evido 3 grande #uantidade de softwares destinados a esta tarefa( serão mostrados dois dos principais e mais con,ecidos em &ebian G.*8Linux! Amarok e .oatun.

F.1.1 – A#%r$O
Amarok oferece uma boa experi-ncia ao usu?rio( ao mesmo tempo em #ue implementa uma interface intuitiva( #ue facilita a manipulação das listas de m'sicas. Em sua primeira execução( exibe um assistente de configuração r?pida( #ue solicita ao usu?rio o diret5rio padrão de suas m'sicas. Este software arma+ena as listas de m'sicas em

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQ9

um banco de dados #ue pode ser 7ostgre6FL( <T6FL ou 6FLite( este 'ltimo / preferencial por não precisar de intervenção do usu?rio para configuração. Amarok l- a estrutura do diret5rio apontado e adiciona os ar#uivos de m'sica encontrados no banco de dados( permitindo ao usu?rio escol,er se o player dever? monitorar os diret5rios em busca de mudanças ocorridas @adição( exclusão ou movimentação de ar#uivosB ou não. &epois de constru$do o banco de dados com as coleç2es de m'sicas( Amarok exibe uma lista bem organi+ada e #ue permite ao usu?rio selecionar coleç2es rec/m-adicionadas ou mais antigas. 7ara reprodu+ir um ar#uivo( basta #ue o usu?rio cli#ue duas ve+es sobre o nome do mesmo na lista.

=)G*>A G9: - >eprodução de ?udio em Amarok *m recurso bastante interessante neste software / o recurso de listas inteligentes. Estas são listas constru$das de acordo com a utili+ação do player e pr/-definiç2es do usu?rio. As listas dispon$veis permitem reprodu+ir R: faixas aleatoriamente( faixas favoritas( as mais reprodu+idas( faixas mais novas( nunca reprodu+idas( bastante reprodu+idas( a coleção inteira( g-neros e 'ltima reprodução. Damb/m são oferecidas listas din1micas( streams de r?dio online e podcasts. 7ara #ue o usu?rio possa ouvir uma estação de r?dio( basta clicar com o botão direito do mouse sobre a lista streams de r?dio e escol,er o item ^adicionar_. &epois( inserir o endereço de uma r?dio online( como a Jovem 7an 67( por exemplo! mms!88server:H.virgula.com.br8jovempanfm8.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQI

Al/m dos recursos de listas( Amarok possui um gerenciador de capas de ?lbuns e gerenciador de fila de m'sicas para reprodução( permite salvar listas( reprodu+ir e gravar "&s de ?udio. As configuraç2es de Amarok seguem o padrão de P&E( separando uma janela em seç2es. poss$vel #ue o usu?rio personali+e a apar-ncia do programa baixando novos temas pelo menu de configuraç2es( configure as mensagens exibidas na tela #uando eventos espec$ficos acontecem @mudança de faixa( por exemploB( opç2es de reprodução e mecanismos utili+ados( al/m de detectar dispositivos de m$dia( como i7od( para poder reali+ar sincroni+aç2es posteriormente. Amarok possui nativamente o recurso de minimi+ação para a bandeja do sistema( mostrando apenas um $cone no painel do P&E en#uanto reprodu+ as m'sicas( permitindo ao usu?rio controlar a reprodução com um cli#ue do botão direito do mouse sobre o $cone citado. Damb/m disponibili+a o controle de e#uali+ação do ?udio( a partir da barra de ferramentas principal.

F.1.* 8 O1/er inC$r#%'7es e #9si)%s+ 3&1"ns+ &e/r%s e %r/is/%s )$# A#%r$O
E programa Amarok tem capacidades impressionantes e facilita muito a organi+ação das m'sicas digitais dos usu?rios( principalmente #uando se trata de recuperar informaç2es sobre as m'sicas @nome( ?lbum( artista( ano( etcB. A funcionalidade de recuperação de informaç2es / feita gerando-se uma identificação 'nica da m'sica( baseada no ?udio do ar#uivo e comparando esta identificação com um banco de dados na Internet( mantido pela comunidade <usicSrain+. 7ara utili+ar o recurso o usu?rio deve ter o ar#uivo desejado na sua lista de reprodução e então clicar com o botão direito sobre ele e selecionar Editar )nformaç2es da =aixa @tamb/m / preciso ter o pacote libmusicbrain+Lc9a instaladoB.

*ma

nova

=)G*>A G9G - Editar informaç2es em Amarok

janela ser? aberta e na aba Eti#uetas basta clicar sobre o botão ^7reenc,er Eti#uetas *sando o <usicSrain+_ para #ue o programa d- in$cio ao processo de geração de identidade e busca no banco de dados. &epois de aguardar alguns segundos @dependendo da conexão do usu?rioB(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQL

algumas informaç2es são retornadas e o usu?rio pode escol,er o ?lbum sugerido pelo Amarok para preenc,er as informaç2es sobre a m'sica. Ap5s escol,ido o item desejado( clicar em EP e depois em ^6alvar W =ec,ar_.

=)G*>A G99 - Escol,er informaç2es da faixa Al/m disso( / poss$vel solicitar ao programa #ue bus#ue a capa do "& de origem da m'sica( utili+ando o site de vendas de m'sicas Ama+on @não ,? motivo para preocupação( nada ser? cobrado por obter a capa do "&B. 7ara utili+ar esta facilidade( na mesma janela de edição de informaç2es( na aba 6um?rio( basta clicar sobre a figura do "& e escol,er ^Ebter do Ama+on.com_.

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=)G*>A G9I - Suscar capa do ?lbum com Amarok Ap5s reali+ada a busca( o programa exibe as capas encontradas e o usu?rio pode escol,er 3 vontade( clicando em 6alvar depois de decidir #ual delas ir? utili+ar.

=)G*>A G9L - "apa encontrada por Amarok 7ara ver a letra da m'sica e as informaç2es sobre o artista( deve ser ativada a visuali+ação por "ontexto( do lado es#uerdo da janela principal de Amarok. Dr-s abas estão dispon$veis! <'sicas @onde são exibidas as capas dos ?lbuns e suas m'sicasB( Letras e Artista @onde são recuperadas informaç2es sobre o artista na VikipediaB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQO

6e ,ouver dificuldades na recuperação da letra( talve+ um dos scripts respons?veis por reali+ar a tarefa não esteja sendo executado. 7ara corrigir este problema( deve-se acessar o menu =erramentas( item Gerenciador de Scripts( #ue exibir? uma janela contendo a pasta Letras e dentro dela o script LTrc( #ue deve ser selecionado e executado. A ajuda de Amarok exibe outros diversos tru#ues e atal,os para uma utili+ação eficiente dos recursos deste maravil,oso tocador de m'sicas.

=)G*>A G9R - Letra de m'sica recuperada por Amarok

F.1.- – N$%/"n
.oatun / um programa bem integrado com o ambiente P&E e pode reprodu+ir tanto ar#uivos de ?udio como v$deos. 7ossui recursos b?sicos( sem controles em bancos de dados e listas inteligentes( entretanto( permite a gravação de listas de reprodução e sua posterior recuperação e execução. Damb/m pode ficar dispon$vel na bandeja do sistema( disponibili+ando al/m dos controles b?sicos( repetição de faixas( visuali+ação da lista atual e acesso 3s configuraç2es. E #ue torna .oatun interessante são os plugins #ue podem ser ,abilitados em suas opç2es. &entre eles( est? LTrics( #ue permite #ue a letra da m'sica seja mostrada en#uanto a mesma / reprodu+ida.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQ;

=)G*>A G9O - .oatun

F.* – C$ iCi)%'($ e 3" i$
*ma das principais vantagens de se ter ar#uivos de ?udio gravados em um computador / o fato de não depender da troca de "&s para ouvir uma in'mera #uantidade de m'sicas. 7ara #ue isto seja poss$vel( / necess?rio #ue o usu?rio efetue a conversão dos ar#uivos de ?udio contidos em "&s para ar#uivos de m'sica digital( utili+ando seu formato preferido. Es formatos dispon$veis variam desde o consagrado <7I( #ue / propriet?rio( at/ EGG 0orbis( um formato livre #ue / padrão nas distribuiç2es Linux e ser? utili+ado nos exemplos deste trabal,o( #uando necess?rio. E processo de conversão de faixas de ?udio / composto de duas fases! a extração do ?udio para um ar#uivo no formato Aav e o processo de encoding @codificaçãoB( #ue efetivamente converte o ar#uivo Aav para o formato desejado. &ois exemplos de bons codificadores para <7I são LA<E e Sladeenc( sendo este 'ltimo open source. As ferramentas para conversão geralmente aceitam execução pela lin,a de comandos( mas diversas interfaces gr?ficas para estas ferramentas estão dispon$veis. 7ara os usu?rios de G.E<E( G>ip talve+ seja a mel,or opção e para usu?rios de P&E( PAudio"reator e Pon#ueror podem reali+ar a tarefa de forma excelente. v?lido salientar #ue a intenção deste trabal,o não / o incentivo 3 pirataria( onde as m'sicas são disponibili+adas em redes de compartil,amento no formato de ar#uivo <7I( mas sim( mostrar como um usu?rio de desktop pode usufruir dos recursos computacionais de seu e#uipamento e seus players port?teis( para obter maior comodidade na execução de suas m'sicas prediletas( advindas da codificação de seus "&s originais e ad#uiridos legalmente. 6e a intenção do usu?rio for codificar os "&s para reprodu+ir os ar#uivos de ?udio em players port?teis( o formato de ar#uivo EGG 0orbis / uma boa escol,a( pois j? possui suporte em modelos de players recentes( al/m de oferecer uma #ualidade igual ou superior ao <7I( com relativa redução de taman,o de ar#uivo.

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F.*.1 – C$ iCi)%'($ "/i&i6%n $ K-udio%reator
2 udioCreator / mais uma das ferramentas integradas ao ambiente P&E #ue dispensa a instalação de outros pacotes de software para a tarefa de codificação de ?udio. *ma das vantagens deste software / sua interface( #ue / limpa e simples( permitindo ao usu?rio reali+ar as tarefas b?sicas como editar as informaç2es do ?lbum e selecionar as faixas #ue serão convertidas. &urante a conversão( o usu?rio pode acompan,ar o progresso por meio de uma lista criada pelo software em uma nova aba @Drabal,osB( na sua janela principal. E programa pode utili+ar-se de recursos de "&&S( #ue / uma busca de informaç2es sobre ?lbuns( geralmente reali+ada via Internet. .a janela de configuraç2es de 2 udioCreator( o usu?rio poder? escol,er o codificador desejado para a conversão( a pasta onde serão gravadas as faixas e a estrutura de diret5rios e nomes de ar#uivos #ue ser? criada pelo programa( al/m de opç2es de busca "&&S.

=)G*>A G9; - Janela principal de PAudio"reator

F.*.* – C$ iCi)%'($ "/i&i6%n $ J$n4"er$r
*ma alternativa aos softwares de conversão de ?udio / a utili+ação do gerenciador de ar#uivos Pon#ueror para a tarefa. Este recurso / uma particularidade bastante interessante de Pon#ueror e pode ser acessado facilmente( bastando #ue o usu?rio insira o "& desejado no drive e abra o navegador( digitando no campo de locali+ação o comando audiocd!8. E resultado do pode ser observado na =)G. G9Q( onde Pon#ueror exibe diversos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GQH

diret5rios com nomes de diferentes formatos de ar#uivos de ?udio e os pr5prios ar#uivos em formato Aav. 7ara #ue o usu?rio possa codificar as m'sicas( deve copiar os diret5rios ou os ar#uivos desejados para um local em seu disco r$gido ou dispositivo de arma+enamento port?til. Pon#ueror utili+ar? o codificador correspondente e criar? os ar#uivos no local de destino da c5pia.

=)G*>A G9Q - "odificação de ?udio pelo Pon#ueror

F.- – Re0r$ "'($ e ,. e$s
A reprodução de v$deos em Linux( no momento desta escrita( / muito bem suportada por uma grande diversidade de softwares. Alguns destes merecem desta#ue por sua #ualidade( amigabilidade e suporte a muitos formatos de v$deo.

F.-.1 – +player
E MPlayer / um reprodutor de v$deos #ue funciona em sistemas baseados em *.)N. "onsegue reprodu+ir uma grande #uantidade de formatos @<7EG-G( <7EG-9( <7EG-L( &ivN( Nvi&( &0&( 0"&( 60"&( >eal <edia( <E0( entre outrosB( seja nativamente ou

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GH:

fa+endo uso de codecs externos. 7ossui suporte a legendas e tamb/m a reprodução de v$deos via streaming >D7 e CDD7. MPlayer não tem como objetivo principal a reprodução de v$deos via streaming( então esse suporte não / configurado na instalação padrão. "omo possui aproveitamento superior do hardware de v$deo( consegue reprodu+ir mel,or os filmes #ue exigem maior #ualidade( al/m de suportar formatos de sa$da de v$deo como NGG( Nv( &GA( /penG(( 60GAlib( fbdev( AAlib( &irect=S.

=)G*>A G9H - Mplayer reprodu+indo um filme Mplayer pode ser acionado por meio de uma interface gr?fica ou pela lin,a de comandos. 7ara #ue se possa( por exemplo( reprodu+ir um ar#uivo de v$deo em modo de tela inteira e com legendas( basta #ue o usu?rio digite em um terminal! \ mplaTer -fs -sub ar#uivocdasclegendas ar#uivocdecv$deo. Ap5s o inicio da reprodução do v$deo desejado( a mesma pode ser controlada pela utili+ação de algumas teclas pr/-definidas!

6etas es#uerda e direita! permitem recuar ou avançar alguns segundos na Page4own e Page*P! recuar ou avançar alguns minutos na reprodução% p e espaço! pausar a reprodução% f! alternar entre modo de tela inteira e modo de janela% o! desligar e ativar legendas( indicação da posição de execução no filme sob a 8 e o! controlam o volume do ?udio.

reprodução%
● ● ● ●

forma de um pe#ueno gr?fico( etc%

As configuraç2es de MPlayer são feitas pelo menu 7refer-ncias( acessado pelo $cone

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GHG

de uma c,ave no canto es#uerdo do controlador principal @=)G. G9HB. .este local( / poss$vel definir os drivers de ?udio e sa$da de v$deo( legendas( fontes utili+adas( codecs @decodificadoresB( opç2es de uso de cache e camin,o dos dispositivos de "& e &0&.

F.-.* – Kaffeine
2affeine / reprodutor de v$deos para G.*8Linux #ue exibe formatos como !eal Player( +indows Media e <uick$ime. Ele utili+a recursos do software Nine e se integra facilmente a ele. Al/m disso( possui o kaffeineplugin para navegadores <o+illa e =irefox( #ue permite ao usu?rio visuali+ar v$deos e ouvir ?udio direto no navegador( redirecionando os ar#uivos para o 2affeine0 Es ar#uivos kaffeineplugin0so e kaffeineplugin0la são os respons?veis pela reali+ação da tarefa citada anteriormente e locali+am-se no diret5rio 8usr8lib8mo+illa8plugins8( possuindo( no caso de =irefox( ligaç2es simb5licas dentro da pasta de plugins do navegador.

=)G*>A GI: - Janela principal de 2affeine Em sua janela principal( 2affeine exibe cinco opç2es simples( para reprodução de diversos formatos de m$dia( entre &0&( "& de ?udio e 0"&. 7or ser um software de muito

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GH9

boa #ualidade( 2affeine vai al/m da função de visuali+ador de m$dia e pode ser utili+ado tamb/m para a codificação de "& de ?udio. A instalação de um pacote c,amado AI9codecs aumenta o potencial deste programa( fa+endo com #ue ele ten,a recursos suficientes para executar os formatos mais con,ecidos entre usu?rios de outros sistemas operacionais. "omo 2affeine utili+a um motor de execução @Nine como padrãoB( possui duas opç2es de configuração! uma b?sica do pr5prio 2affeine e outra para a configuração do motor escol,ido. Ambas estão dispon$veis pelo menu "onfiguraç2es. Este player possui recursos interessantes #ue podem ser notados durante a reprodução de um &0&( por exemplo. .a janela principal do software( existem dois campos do tipo combo( para a escol,a r?pida de ?udio e legendas( sem necessidade de parar a reprodução para modificar os par1metros. Eutro recurso interessante relacionado 3s legendas / o controle da velocidade de exibição( com atrasos ou saltos( para #ue se possa sincroni+ar o ?udio e o texto da m$dia em caso de problemas. Fuando minimi+ado para o painel do sistema( 2affeine / inteligente o suficiente para suspender a reprodução temporariamente @pausaB. E menu suspenso exibido por 2affeine #uando o usu?rio clica com o botão direito do mouse sobre a região do filme permite controlar a execução do filme( gravar o fluxo( escol,er o canal de ?udio @7ortugu-s( )ngl-s( etcB( o modo de ?udio @est/reo( mono( etcB( as legendas dispon$veis( acessar os cap$tulos de &0&s( saltar a reprodução para um ponto exato( como por exemplo( uma ,ora de filme @G!::!::B( dentre outras opç2es.

=)G*>A GIG - <enu Paffeine

F.-.- – Xine
Nine / capa+ de reprodu+ir v$deos <7EG-G @?udio l v$deoB( <7EG-9( 0"&( 60"& e &0&( al/m de <7EG-L e A0) @usando bibliotecas VinI9B( uma boa combinação de formatos

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para o usu?rio de desktop. Eutra boa caracter$stica deste software / sua capacidade de sincroni+ação entre ?udio e v$deo( proporcionando ao usu?rio uma perfeita reprodução audiovisual. Assim como outros programas( Nine pode ser executado a partir do console shell ou pela interface gr?fica( onde oferece suporte a skins @pelesB( com as #uais o utili+ador pode mudar a apar-ncia do reprodutor de acordo com seu gosto. A interface de Nine divide-se em controlador de reprodução e janela de exibição. E controlador / uma janela em forma de aparel,o de &0& #ue possui o acesso a todas as funç2es do player( como reprodu+ir( pausar( abrir nova m$dia( capturar a cena ativa( atal,os para formatos &0&( 0"&( "&( etc. .esta janela tamb/m / poss$vel acessar a janela de configuraç2es do reprodutor( onde par1metros para interface gr?fica( reprodução de m$dia( decodificador( legendas e muitas outras podem ser definidos.

=)G*>A GI9 - >eprodutor de m$dia Nine A biblioteca principal de xine( libxine( pode ser compartil,ada por diversos outros reprodutores( como por exemplo( 2affeine( Dotem e gNine.

F.2 – C$n,ers($ e e i'($ e ,. e$s
Linux possui boas ferramentas para #ue o usu?rio crie e distribua seus v$deos. 7ara

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GHL

a#ueles #ue necessitam apenas converter um formato de ar#uivo em outro( um software executado pelo console c,amado ==mpeg / uma ferramenta simples e 'til. .o caso de filmes no formato A0) #ue precisam de edição( um software c,amado A0)&emux pode ser utili+ado. 7ara a edição profissional( Linux tamb/m possui diversos programas.

F.2.1 – FFM0eg
==<peg / 5timo para conversão de formatos de v$deo combinando isto 3 flexibilidade da lin,a de comandos de Linux. En#uanto este documento / escrito( novos formatos de v$deos tornam-se populares na Internet( não sendo compat$veis com players comuns( como o caso do formato =L0 @utili+ado em sites de v$deos online( como Bou$u'eB. .este caso( a conversão se torna algo muito 'til para a personali+ação de taman,o( #ualidade e formato. Este software pode converter ?udio e v$deo e / bastante configur?vel. A t$tulo de exemplo( a lin,a de comando digitada para converter um ar#uivo =L0 @Macromedia &lash 5ideoB para um formato mais comum( em <7G( pode ser escrita da seguinte maneira! \ ffmpeg -i video.flv -ab RO -ar 99:R: -b R: -s I9:x9L: teste.mpg .este caso( os par1metros para conversão possuem o seguinte significado!
● ● ● ● ●

-i! especifica o ar#uivo a ser convertido% -ab! define a taxa de 'its do ?udio% -ar! define a fre#]-ncia do ?udio% -b! taxa de 'its do v$deo% -s! resolução do v$deo em pixels%

Es nomes gen/ricos video.flv e teste.mpg representam o ar#uivo de entrada e de sa$da( respectivamente. <uitos outros par1metros estão dispon$veis para este programa( podendo ser consultados no manual dele @comando! man ffmpegB. ==<peg possui tipos de convers2es padr2es( usando-se o argumento --target e eliminando #ual#uer outro par1metro. Este par1metro aceita padr2es pr/-definidos( como( por exemplo( converter no formato( dimensão e #ualidade padrão de &0& usando o par1metro ^-target dvd_.

F.2.* – E i'($ e ,. e$
Es programas de edição citados neste t5pico são capa+es de obter o v$deo tanto atrav/s da porta &irewire @dispon$vel nas c1meras mais modernasB #uanto atrav/s de uma placa de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GHR

captura de v$deo. )sto possibilita ao usu?rio editar( aplicar efeitos e comprimir o v$deo em diversos formatos( para poder grav?-lo em &0& ou "&. 7ara edição profissional de v$deo( a opçãos / "inelerra( #ue / software livre e gratuito. 6eu mercado-alvo / a edição de v$deos @não a composição digitalB. "onsegue trabal,ar em clusters @grupos de computadores para processamentoB( onde cada computador pode processar um determinado n'mero de frames @#uadrosB e envi?-los para se#]enciamento no computador principal( tornando a tarefa mais r?pida e eficiente. Eutros bom programa de edição de v$deo / Ja,saka( #ue permite criação de efeitos em tempo real( inserção de tril,a sonora( legendas e possui uma interface bastante intuitiva. Este software / open source. 7ara ediç2es mais simples( um software recomendado / <J7EG( #ue permite editar v$deos capturados com softwares de captura para placas de D0( como NaAD0( possibilitando copiar e colar trec,os de v$deo e comprimi-los em <peg.

F.2.- 8 Gr%,%r "# ,. e$ % /e&% )$# XHi C%0
0?rios são os motivos #ue levariam um usu?rio a gravar um v$deo do #ue est? acontecendo em sua ?rea de trabal,o( por exemplo! o usu?rio deseja demonstrar a utili+ação de um novo programa ou de uma nova funcionalidade de um programa j? con,ecido e em ve+ de escrever v?rias p?ginas de instruç2es( grava o procedimento em v$deo. Eutro exemplo seria demonstrar a instalação de um jogo ou mesmo registrar a #uebra de um recorde do mesmo jogo. Enfim( seja #ual for a ra+ão( um excelente programa c,amado Nvid"ap ser? muito 'til nesta tarefa. A instalação de N0id"ap não tem segredos( basta instalar o pacote c,amado xvidcap pela ferramenta A7D e um atal,o ser? adicionado automaticamente 3 seção <ultim$dia do menu de P&E @Nvid"ap 6creen "aptureB. Este programa possui dois modos de captura!

<odo 6imples! Single &rame Capture( para capturar a tela v?rias ve+es e

gravar cada captura em um ar#uivo de imagem diferente. 6eria o e#uivalente a tirar v?rias fotografias de uma região da tela e gravar cada fotografia individualmente( sem se#]enciamento autom?tico. Este modo / recomendado #uando as imagens precisam ser pr/-processadas antes da codificação do v$deo( #ue pode ser feita posteriormente com ffmpeg ou mencoder( por exemplo%

<odo <'ltiplo! Multi &rame Capture( usado para realmente capturar os

movimentos e montar a se#]-ncia de imagens em um 'nico ar#uivo de v$deo. *m

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GHO

v$deo nada mais / do #ue uma se#]-ncia de imagens individuais exibidas em um determinado intervalo de tempo #ue cria a ilusão do movimento. Fuando iniciado o programa( apenas uma estreita janela de controles e uma região em vermel,o são exibidos. p es#uerda da janela tem-se o nome do ar#uivo #ue ser? gerado com a gravação e o menu principal do programa( seguido de!

Sarra de medição de captura! indica se a #uantidade de #uadros capturados por

segundo / satisfat5ria segundo o #ue foi estabelecido nas configuraç2es do programa. Fuando o sistema est? com muita carga( / recomend?vel capturar uma ?rea menor da tela ou redu+ir a taxa de #uadros nas prefer-ncias. Fuando o indicador est? verde( significa #ue a captura / satisfat5ria( mas #uando est? amarelo ou vermel,o( significa #ue / preciso fa+er alguns ajustes nas prefer-ncias de captura ou capturar em uma m?#uina mais poderosa%

Stop ou 7arar! usado para interromper definitivamente a gravação do v$deo Pause! interrompe a exibição do v$deo mas permite a continuação do mesmo

atual%

#uando clicado novamente. Geralmente os usu?rios preferem iniciar a gravação do v$deo em modo de pausa%

)niciar Gravação @Start !ecordingB! para dar in$cio a uma sessão de captura de "aptura individual @Single SnapshotB! ativo somente #uando o modo simples

v$deo%

est? em modo de pausa. "om este botão / poss$vel obter uma captura de tela de forma individual @foto da telaB%

>etorno e Avanço @!ewind e &orwardB! possuem funcionalidades diferentes

conforme o modo de captura. 7ara captura simples( servem para posicionar a gravação em uma determinada imagem @mover o $ndice atual da gravaçãoB( por exemplo( se o usu?rio capturou cinco #uadros e percebe #ue os #uadros a partir do terceiro estavam incorretos( pode retroceder at/ o terceiro #uadro e reiniciar a gravação( momento em #ue as imagens antigas serão sobrescritas. 7ara o modo de captura m'ltipla( estes servem para posicionar em um determinado ar#uivo de v$deo( não sobre imagens individuais%

Drava de captura! com um $cone de cadeado( serve para movimentar o

ret1ngulo vermel,o da ?rea de gravação junto com a barra de controles da janela principal. 6e estiver liberado( o controle central pode ser movimentado e a ?rea de gravação permanece na mesma posição%

6eleção da ?rea de captura! permite indicar #ual região da ?rea de trabal,o ser?

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GH;

capturada. 7ara facilitar o trabal,o( um simples cli#ue na ferramenta e um cli#ue em uma janela deve ajustar o taman,o para a região exata da janela em #uestão. 6e o fundo da ?rea de trabal,o for clicado( então ser? indicado um modo de captura da tela toda. "aso seja necess?rio capturar somente uma região determinada( basta arrastar e redesen,ar o ret1ngulo da ?rea de captura%

Edição! em modo de captura simples c,ama um programa de edição de

imagens @E G)<7( por padrãoB para #ue a imagem mais recentemente capturada seja trabal,ada. Em modo de captura m'ltipla não c,ama um programa por padrão( mas isto pode ser modificado na janela de prefer-ncias.

=)G*>A GII - )nterface principal de N0id"ap 7ara acessar o menu principal de Nvid"ap( basta clicar com o botão direito do mouse sobre o nome do ar#uivo a ser gerado e as opç2es serão exibidas em um menu suspenso. A primeira delas / 7refer-ncias( onde pode-se escol,er( por exemplo( capturar o ponteiro do mouse( o nome do ar#uivo de sa$da( a taxa de #uadros por segundo @G9 são suficientesB( os formatos de ar#uivos e os editores externos #ue serão usados por padrão. Damb/m / poss$vel no menu principal escol,er o modo de captura e executar um comando de codificação #ue ten,a sido previamente indicado nas prefer-ncias. Es bot2es seguintes são sugestivos! ajuda @exibe uma ajuda sobre o programaB( sobre @exibe cr/ditosB e sair @encerra o programaB.

F.: – Gr%,%'($ e CD e DHD
6eja para criar c5pias de segurança de ar#uivos( para copiar m$dias ou para criar um "& ou &0& a partir de outros formatos de ar#uivos( Linux oferece sofisticados programas #ue auxiliam o usu?rio em tais tarefas.

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F.:.1 – J-=
PIS / o software padrão de gravação de "&s no ambiente P&E. Ele oferece uma interface pr?tica( com opç2es para gravar "& e &0& de dados( copiar "& @incluindo clonagemB( codificação de "& de ?udio( codificação de &0&( conversão de m'sicas e v$deos em diversos formatos( limpar "& regrav?vel( etc. PIS / bastante intuitivo( possui funç2es bem acess$veis e oferece facilidades ao usu?rio. 7or exemplo( ao criar um "& de ?udio( o usu?rio arrasta os ar#uivos desejados para a janela de gravação e PIS se encarrega de converter ar#uivos do formato <7I ou EGG para VA0 automaticamente. PIS possui uma excelente integração com o ambiente P&E e no menu de contexto deste( ao clicar com o botão direito sobre uma pasta ou ar#uivo( aparece a opção de grav?-los num "& de dados( dentro do menu Aç2es.

=)G*>A GIL - Janela principal de PIS E software suporta gravação do fomato e<ovix( um tipo de "& boot?vel #ue permite ao usu?rio #ue não possui um player espec$fico( reprodu+ir o filme da m$dia sem a necessidade de instalar programas adicionais. Ap5s o 'oot( <ovix detecta o v$deo e placa de som e depois de alguns segundos( inicia a exibição dos ar#uivos de v$deo ou ?udio #ue estão dentro do "&( sem intervenção do usu?rio. PIS tamb/m oferece recursos para a criação de imagens )6E de m$dias e sua posterior gravação em "& ou &0&.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - GHH

F.:.* – .&%*&Roast
Apesar de encontrar-se em fase de desenvolvimento en#uanto este documento / escrito( .#C4#!oast / um programa est?vel e suporta todos os principais recursos de um bom gravador de m$dias. Em sua primeira execução( antes de poder utili+ar o programa( o usu?rio deve abr$-lo como usu?rio root( para acessar o seu menu de configuraç2es( pelo botão "onfiguração de sua janela principal. 7ara #ue isso seja feito( o usu?rio pode simplesmente pressionar a combinação de teclas ALDl=9 @no ambiente P&EB e digitar ^kdesu xcdroast_ @sem aspasB. Ao acessar o menu de configuração( o usu?rio deve definir as opç2es t$picas de #ual#uer programa de gravação de "&s( como velocidade de gravação padrão( o taman,o do 'uffer de dados na mem5ria >A< @#ue complementa o 'uffer do gravadorB e configurar os dispositivos preferenciais de leitura e gravação. A 'nica configuração obrigat5ria encontra-se na aba ^C& Settings_( onde deve ser indicado o diret5rio #ue arma+enar? as imagens a serem gravadas. Esta opção não possui um valor fixo( cabendo ao usu?rio definir um local em seus discos #ue possua espaço suficiente para arma+enar as imagens de suas gravaç2es. Este / um dos pontos não muito amig?veis de .#C4#!oast( pois ele sempre cria uma imagem de "& para depois gravar ar#uivos na m$dia. )sto aumenta a segurança com problemas de 'uffer( mas tamb/m aumenta consideravelmente o tempo total de gravação.

F.:.- 8 C&$n%n $ DHDs )$# K/%opy
0ale a pena conservar um bom filme original em &0&( principalmente #uando ele j? est? fora do cat?logo e fica dif$cil encontrar algu/m #ue se dispon,a a vender sua m$dia. Algumas pessoas preferem manter uma c5pia de segurança bem guardada para não perder totalmente o filme no caso de emprestar o original para um amigo e acidentalmente o &0& voltar #uebrado ou riscado. E programa 2JCopy / excelente na tarefa de criar c5pias de segurança de filmes em &0&. extremamente v?lido ressaltar #ue o autor desta obra não incentiva a pirataria de filmes @#ue / crimeB e não se responsabili+a pelo mau uso feito do programa 2JCopy( #ue est? sendo demonstrado para fins de uso pessoal( apenas como medida de segurança contra acidentes ocorridos com as m$dias originais. *m &0& de filme original tem uma capacidade de arma+enamento muito al/m dos L.; GS ,abituais da maioria das m$dias virgens encontradas 3 venda. 7or este motivo( a #ualidade dos filmes originais / bastante superior 3 de suas c5pias( uma ve+ #ue os programas

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9::

de c5pia precisam ajustar @comprimirB filmes #ue encontram-se em m$dias de #uase Q GS em m$dias de metade desta capacidade. Algumas ve+es( #uando se deseja obter maior #ualidade( / necess?rio remover alguns itens #ue constam em &0&s originais( como extras( menus( jogos( traillers( etc. 6eja #ual for a situação( 2JCopy possui todas as funcionalidades necess?rias em uma interface simples e com um processo de f?cil reali+ação. Sasta colocar o &0& no leitor8gravador e clicar no menu Aç2es( item "opiar.

=)G*>A GIR - ,ackup de &0& com 2JCopy 7ara uma c5pia completa( / preciso deixar selecionada a caixa ^<anter os menus originais_( locali+ada na aba Epç2es de >eprodução @3 direita( na interface principalB. 7ara retirar os itens #ue não se deseja( como linguagens adicionais( legendas e outros anteriormente citados( o usu?rio deve desmarc?-los na ?rea do lado es#uerdo da janela. &esta maneira( os #uase Q GS do &0& original serão redu+idos a pouco menos de O GS( favorecendo a #ualidade da gravação do filme( #ue pode ser acompan,ada pelo ponteiro e a barra na parte inferior da janela @#uanto mais para o lado verde mel,orB. As configuraç2es de taman,o da m$dia de destino estão ajustadas por padrão para os &0&s comuns de L.; GS @L.L GSB( não sendo necess?rio alterar na maioria dos casos. 6e o usu?rio desejar alterar as opç2es do programa( deve clicar no menu "onfiguraç2es( item

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:G

"onfigurar o 2JCopy. *ma janela ser? exibida e permitir?( dentre outras coisas( configurar o taman,o do &0& destino( os dispositivos de &0& existentes( diret5rio tempor?rio para arma+enar os ar#uivos da c5pia( gravar com PIS @/ gerada uma imagem para ser gravada com PISB e automaticamente. 7ara #ue o programa possa gravar a m$dia automaticamente #uando terminar de extrair o conte'do( / preciso #ue a opção Gravação Autom?tica esteja selecionada.

=)G*>A GIO - "onfigurar PH"opT PHcopT tamb/m oferece a possibilidade de copiar um &0& de dupla camada em um &0& simples com uma prov?vel perda de #ualidade devido ao taman,o da m$dia de destino.

F.; – E i'($ e i#%gens
6eja para aplicar efeitos em fotografias ou para criar logotipos e ilustraç2es( profissionais e usu?rios dom/sticos necessitam de ferramentas #ue apresentem recursos satisfat5rios e possam ser executadas em G.*8Linux. Esta seção demonstra dois dos softwares livres mais con,ecidos pela comunidade Linux! E G)<7 e Inkscape.

F.;.1 – O GIMP
E G)<7 @G.* Image Manipulation Program ) 7rograma de <anipulação de )magens G.*B / um excelente programa de criação e edição de imagens( dispon$vel para

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:9

diversos sistemas operacionais sob a licença G7L. E programa foi criado em GHHR por 6pencer Pimball e 7eter <attin como um projeto de universidade e atualmente / mantido por volunt?rios. Este / o programa mais indicado para os usu?rios acostumados ao propriet?rio Photoshop e #ue desejam migrar para Linux. Alguns especialistas comparam o G)<7 com o Photoshop( entretanto( cada um deles tem suas vantagens e desvantagens. At/ o momento da produção deste documento( uma das limitaç2es de G)<7 com relação ao Photoshop / o fraco suporte a perfis de cores e principalmente ao "<nP( formato muito utili+ado para impressão e padrão de gr?ficas. Es perfis de cores permitem #ue a mesma cor vista pelo usu?rio no monitor seja a cor #ue ser? obtida na impressão jato de tinta e em offset. Essa funcionalidade est? prevista para a versão 9.L de G)<7 e uma ve+ implementada( o software poder? ser utili+ado como ferramenta gr?fica profissional( sem a necessidade de processamento posterior das imagens em ferramentas propriet?rias. 6egundo "alligaris @9::OB( tradutor e um dos desenvolvedores envolvidos com o projeto G)<7( outra funcionalidade muito solicitada / a capacidade de trabal,ar com imagens com mais de Q 'its de cor por plano( pois muitas c1meras fotogr?ficas digitais permitem o acesso a imagens com at/ GO 'its de cor por plano e isso pode fa+er diferença em imagens com muitos tons escuros( ou muitos tons pr5ximos do branco( por exemplo. Ainda segundo "alligaris( o maior n'mero de reclamaç2es recebidas de usu?rios / a forma de trabal,o de G)<7 com v?rias janelas( separando ferramentas e imagens em janelas distintas. Ele afirma #ue os desenvolvedores de G)<7 consideram #ue o ideal / deixar um desktop virtual s5 para o programa( o #ue explica as reclamaç2es( uma ve+ #ue boa parte de usu?rios do G)<7 são usu?rios do sistema +indows( #ue não disp2e de desktops virtuais.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:I

=)G*>A GI; - Janela de ferramentas de G)<7 Apesar de ainda possuir algumas limitaç2es( o sucesso de G)<7 entre os usu?rios de software livre fe+ com #ue o programa recebesse( no Srasil( o privil/gio de possuir uma revista digital exclusiva. A G)<7q).E( mantida por volunt?rios e com publicaç2es trimestrais( fornece aos usu?rios dicas( tru#ues( artigos e entrevistas com profissionais do G)<7. 0oltando 3s funcionalidades do software( G)<7 possui suporte a uma grande variedade de formatos de ar#uivos e ferramentas #ue permitem selecionar( pintar( editar e visuali+ar imagens. poss$vel modificar cores de fundo e de primeiro plano e trabal,ar com m?scaras. A maioria das ferramentas possuem paletas de cores e outras opç2es #ue permitem definir efeitos para o desen,o das mesmas. "omo dito anteriormente( G)<7 trabal,a com v?rias janelas( das #uais uma delas cont/m as ferramentas e diversas outras( como a de desen,o ou de camadas( podem ficar vis$veis a contento do usu?rio.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:L

=)G*>A GIQ - Janela de trabal,o de G)<7( com menu suspenso ativado .a =)G. GIQ( / demonstrado como o menu do programa pode ser acessado em #ual#uer janela de trabal,o( bastando #ue o usu?rio cli#ue com o botão direito do mouse sobre a ?rea da imagem. 7or este menu / poss$vel acessar uma das ferramentas mais interessantes de G)<7( c,amada Script#&u. E Script#&u consiste em comandos #ue são agrupados para proporcionar efeitos sobre a imagem tratada. *m destes efeitos( c,amado de Drançar( pode ser observado na =)G. GIH( onde foi aplicado sobre a imagem da =)G. GIQ( dando apar-ncia de cesto trançado 3 imagem.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:R

=)G*>A GIH - Aplicação do Script#&u Drançar sobre uma imagem 7ara #ue o usu?rio possa personali+ar G)<7( pode acessar a janela de configuraç2es pelo menu Ar#uivo( item 7refer-ncias. Estão dispon$veis opç2es para novas imagens( para a grade padrão( camin,os de diret5rios de pinc/is( cores( o tema de G)<7( opç2es de ferramentas( apar-ncia de janelas( dispositivos e muitas outras.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:O

=)G*>A GL: - Janela de prefer-ncias de G)<7

7elo taman,o do projeto( #ualidade do software e demanda de usu?rios por ferramentas gr?ficas livres( G)<7 / um importante programa dispon$vel em Linux e pode ser utili+ado por we'designers sem #uais#uer restriç2es #uanto aos recursos oferecidos. 6uas principais funç2es para a we' são o tratamento de fotos( criação de logotipos( mudanças de cores e conversão entre formatos gr?ficos. A versão do software utili+ada neste trabal,o foi a 9.9.

F.;.* – Inkscape
Inkscape / um software para a criação de imagens vetoriais e produção de documentos. Drata-se de um fork de outro software( c,amado 6odipodi e se comparado a softwares comerciais( tenta suprir as necessidades de usu?rios de Adobe Illustrator( Corel4raw( 5isio e &ree%and( sendo uma versão livre #ue possui ferramentas b?sicas e mais utili+adas. Inkscape utili+a o m/todo vetorial( ou seja( gera imagens a partir de coordenadas de pontos. Estas imagens são mais leves @consomem menos recursos do sistemaB e não perdem a #ualidade ao sofrerem transformaç2es como redimensionamento ou giro( perdas #ue ocorrem com desen,os em formato de mapas de 'its @'itmapsB. E formato de ar#uivo nativo de Inkscape / o 60G @Scalar 5ectorial Graphics M Gr?ficos 0etoriais EscalaresB( um formato aberto definido pela VI"( organi+ação reguladora de padr2es. E software tamb/m trabal,a com os formatos E76( PostScript( 7.G( D)==( G)=(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:;

J7G( A)( 7&=. Alguns recursos de edição oferecem opç2es de edição de n5s @pontos na imagem para ajustes mais finosB( camadas( conversão de texto em traçados e texto em formas. 6obre o 60G( este / uma sub-definição da linguagem N<L. Algumas caracter$sticas suportadas de 60G incluem formas b?sicas( trajetos( texto( marcadores( clones( alfa( transformaç2es( gradientes( e agrupamentos.

=)G*>A GLG - InkscapeK (am'orghini Gallardo( por <ic,ael Grosberg

A interface de Inkscape pode ser observada na =)G. GLG( onde a barra de ferramentas vertical 3 es#uerda mostra as ferramentas de desen,o e edição. .a parte superior da janela( encontra-se a barra de comandos com bot2es de comando gerais e uma barra de controles espec$ficos para cada ferramenta. Al/m destes bot2es( muitas operaç2es estão dispon$veis atrav/s de teclas de atal,o e podem ser con,ecidas pelo usu?rio atrav/s do menu Ajuda( item Declas e Atal,os. &esen,os como pol$gonos( espirais( efeitos de lu+( texto( curvas e muitos outros podem ser facilmente implementados pelo usu?rio( devido 3 construção da interface de Inkscape( simples e objetiva.

F.;.- 8 C%0/"r%r % i#%ge# % /e&% )$# KSnapshot
E trabal,o de capturar ^fotos_ da tela de P&E / bastante simplificado com o uso do utilit?rio 2Snapshot. Este programa conta com recursos impressionantes #ue vão desde a

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:Q

seleção de uma ?rea para obtenção da tela at/ a escol,a de um tempori+ador para capturar a imagem. *ma ve+ fornecido o nome de um ar#uivo para gravar a imagem( as pr5ximas terão seus nomes sugeridos automaticamente de acordo com o primeiro nome( sempre acrescentando uma contagem num/rica. Este recurso / muito 'til na confecção de manuais de instruç2es( para manter a se#]-ncia de capturas bem organi+ada e tamb/m no ambiente corporativo( onde 3s ve+es / necess?rio enviar uma mensagem de sistema ao pessoal de suporte. Graças ao 2Snapshot o leitor desta obra pode observar as figuras geradas na ?rea de trabal,o do autorf 7ara acionar o programa( o usu?rio deve apertar a tecla Print Screen de seu teclado ou executar o comando! \ ksnapshot E primeiro m/todo / mais usual( mas o programa c,amado / o mesmo. .a janela principal existem os bot2es para capturar( salvar a imagem( imprimir e copiar para a ?rea de transfer-ncia @'til #uando se deseja inserir a imagem diretamente em documentos do /pen/ffice0org +riter( por exemploB. *m controle do tipo seleção @comboB / utili+ado para escol,er o tipo de captura a ser feita( sendo poss$vel capturar a ?rea de trabal,o toda( apenas a região sob o cursor do mouse @no caso de uma 'nica janela ou um menu suspensoB( uma região demarcada com o mouse ou uma seção de janela. *m item na parte inferior permite remover ou incluir as bordas das janelas( o #ue pode ser notado observando-se a =)G. GL9( onde as bordas de janela foram suprimidas.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9:H

=)G*>A GL9 - Snapshot de janela sem bordas

F.D – M$ e&%ge# -D
Algumas ve+es( os usu?rios precisam de modelos ou desen,os com apar-ncias reais ou at/ mesmo cenas em tr-s dimens2es. Soas ferramentas para trabal,os com I& podem ser utili+adas em Linux( dentre elas( Slender.

F.D.1 – =&en er
Slender ou SlenderI& / um programa de fonte aberta( desenvolvido pela Slender &oundation e criado inicialmente pela empresa Not a Num'er @ambas do propriet?rio Don >oosendaalB. &estina-se 3 modelagem tridimensional( renderi+ação de gr?ficos e animaç2es tridimensionais( al/m de aplicaç2es interativas em I&( como jogos( apresentaç2es e outros. Est? dispon$vel para diversos sistemas operacionais( principalmente G.*8Linux e disp2e de funcionalidades robustas( similares 3 outros softwares propriet?rios da mesma categoria( como Maya( I& Studio Max e "inema L&. Em Slender( incluem-se avançadas ferramentas de simulação( como rigid 'ody dynamics @din1mica r$gida de corposB( fluid dynamics @din1mica de fluidosB( e soft 'ody

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9G:

dynamics @din1mica de corpos maciosB( ferramentas de modelagem( ferramentas de animação de personagens e sistema de materiais baseados em .5 @Node MaterialsB. Slender tamb/m possui( embutido( um motor de jogo com suporte 3 linguagem de programação Python @tanto para o motor de jogo #uanto para o programaB. Este motor utili+a /penG( para renderi+ação de seus gr?ficos e seu uso pode ser feito em criação de jogos( apresentaç2es( realidades virtuais( planejamento ar#uitetZnico e outros. Este excelente software / muito 'til em ar#uitetura( desen,o industrial( engen,aria( animação( v$deo( e criação de jogos( tanto #ue foi recomendado pela Peugeot( para ser usado em seus concursos de design de carros @Peugeot 4esign ContestB. Slender tamb/m foi utili+ado na produção de filmes como A Era do Gelo 9( Elephant7s 4ream @curta-metragem totalmente feito com softwares livresB( $itanic( entre outros. E ambiente de modelagem consiste em I eixos( N( n e q. A modelagem de objetos tridimensionais no Slender / feita basicamente da mesma forma #ue em outros softwares da categoria e consiste em um processo relativamente f?cil. Alguns profissionais consideram sua interface não muito amig?vel( mas isto / compensado com a utili+ação de muitos atal,os de teclado( conferindo agilidade ao trabal,o. E ambiente de desenvolvimento do Slender divide-se em duas partes principais! a parte inferior da tela / o local onde se encontram as ferramentas de trabal,o e algumas opç2es de configuração( como resolução do objeto renderi+ado( informaç2es sobre materiais e texturas( ajustes de luminosidade( transpar-ncias( colis2es e cores% na parte superior( o usu?rio modela e visuali+a os objetos.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GG

=)G*>A GLI - Urea de trabal,o de Slender .a ocasião desta escrita( Slender encontra-se na sua versão 9.LI( lançada em :9 de =evereiro de 9::;.

F.F – Geren)i%#en/$ e i#%gens
E gerenciamento de imagens consiste no arma+enamento e catalogação dos ar#uivos de imagem dos usu?rios( principalmente fotografias.

F.F.1 – Pi)%s%
E 7icasa / um software gratuito @não open sourceB cuja função / organi+ar a coleção de fotos digitais do usu?rio( visando facilitar a procura( edição e compartil,amento de todas as imagens guardadas no 7". "riado pela empresa 7icasa )nc.( ad#uirida em Jul,o de 9::L pelo Google( passou desde então a ser distribu$do gratuitamente no site da empresa norteamericana. 7icasa possui uma interface muito leve e agrad?vel( sendo tamb/m bastante intuitivo. Al/m da organi+ação dos ar#uivos fotogr?ficos digitais do usu?rio( o programa tamb/m

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9G9

permite reali+ar alteraç2es b?sicas em uma imagem por meio de ferramentas r?pidas. Este software pode locali+ar automaticamente todas as imagens e classific?-las em ?lbuns virtuais( organi+ados por data( com nomes de pastas facilmente recon,ecidos. 7ara reorgani+ar as fotos nos ?lbuns( basta #ue o usu?rio arraste e solte imagens entre eles. Al/m de pastas( a organi+ação das imagens pode ser feita tamb/m por marcadores( #ue são mais din1micos( pois em uma mesma pasta podem existir fotos identificadas por diversos marcadores. As fotos selecionadas ficam na bandeja de imagens( e podem ser usadas de diversas formas. E software simplifica a edição avançada de imagens com bot2es de correção e efeitos( dispon$veis com apenas um cli#ue do mouse. Al/m disso( o aplicativo permite compartil,ar imagens muito facilmente( seja enviando por e#mail( imprimindo( criando um "& ou at/ mesmo publicando no 'log do usu?rio. =ornece tamb/m opç2es para exportação de imagens alteradas( criação de fol,as de contato( montagens pr/-formatadas( protetor de tela( apresentaç2es de slides( entre outras.

=)G*>A GLL - 7icasa do Google As configuraç2es de 7icasa resumem-se em #uais tipos de ar#uivos serão exibidos @al/m de imagens( / poss$vel reprodu+ir ?udio e v$deoB( definiç2es para apresentação de slides( impressão( envio de e#mails e efeitos de tela na visuali+ação do usu?rio.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GI

F.F.* 8 Ins/%&%'($ $ G$$g&e Pi)%s%
7ara instalar este excelente softAare de organi+ação de imagens do Google( / necess?rio reali+ar alguns ajustes no ar#uivo 8etc8apt8sources.list( seja manualmente ou por meio do Synaptic. E Google fornece uma assinatura de verificação de autenticidade #ue deve ser instalada antes de #uais#uer programas fornecidos pela empresa. Esta c,ave pode ser adicionada com um 'nico comando!
e Aget --no-c,eck-certificate -E - ,ttps!88dl-ssl.google.com8linux8linuxcsigningckeT.pub j apt-keT add -

6e preferir( o usu?rio pode acessar a url da empresa pelo navegador Iceweasel! ,ttp!88AAA.google.com8linuxrepositories8aboutkeT.,tml e baixar o ar#uivo manualmente. Ap5s grav?-lo em um diret5rio( o usu?rio deve executar o terminal @ shellB como root e digitar o comando @utili+ando o nome do ar#uivo obtidoB! e apt-keT add linuxcsigningckeT.pub *ma mensagem de EP surgir? e então o usu?rio deve adicionar o reposit5rio do Google na sua lista. 7ara fa+er isto de uma maneira pr?tica( Synaptic disponibili+a o recurso em seu menu "onfiguraç2es( no item >eposit5rios. Fuando acessado( uma janela / aberta e basta então clicar no botão .ovo( informando os dados da seguinte forma! Dipo Sin?rio @debB *>)! ,ttp!88dl.google.com8linux8deb8 &istribuição! stable 6eção@2esB! main &epois de confirmar no botão EP( / preciso atuali+ar a lista de pacotes( #ue pode ser feito pelo Synaptic pelo menu Editar( no item >ecarregar )nformaç2es de 7acotes.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GL

=)G*>A GLR - >eposit5rios de A7D ajustados por Synaptic *ma ve+ carregadas as informaç2es( basta procurar pelo pacote ^picasa_ @sem as aspasB no menu Editar( item 7rocurar. Assim como em #ual#uer outra instalação( deve-se marcar o pacote para instalação e clicar no botão Aplicar. &epois de instalado( um atal,o de 7icasa ser? criado automaticamente no menu de P&E( na seção Gr?ficos.

F.F.- – F8S0$/
=-6pot / um software muito bom #ue permite ao usu?rio catalogar fotos( fa+er pe#uenos ajustes( exportar para galerias na Internet( gravar em "&( enviar por e#mail e muito mais. E programa permite a importação de imagens diretamente de c1meras digitais ou de pastas de arma+enamento. &urante a importação( o usu?rio pode atribuir eti#uetas caso #ueira colocar as imagens diretamente em alguma categoria( ou pular este passo( podendo atribuir eti#uetas mais tarde. Ap5s copiar as fotos( =-6pot não ir? remov--las da c1mera( se este for o desejo do usu?rio( dever? fa+--lo manualmente. A interface do =-6pot pode ser vista na =)G. GLO. &o lado es#uerdo( são listadas as categorias @eti#uetasB para as fotos. Acima( uma lin,a do tempo com gr?ficos #ue mostram os per$odos em #ue foram tiradas fotografias @as imagens são automaticamente catalogadas pela data em #ue foram tiradasB. Ao centro( encontra-se a lista de fotos e no canto inferior direito(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GR

uma barra de rolagem #ue permite diminuir ou aumentar o 1oom do cat?logo( modificando a #uantidade de imagens vistas de uma s5 ve+. 7or padrão( o =-6pot copia todas as imagens para o banco de dados @#ue fica no diret5rio pessoal do usu?rio com o nome de PhotosB. .ão / recomend?vel #ue o usu?rio mexa diretamente no diret5rio de fotos do =-6pot( mas sim #ue faça a manipulação de imagens pelo programa.

=)G*>A GLO - )nterface de =-6pot =-6pot( assim como 7icasa( permite o envio de imagens por e#mail( a publicação em galerias we'( no Picasawe'( a criação de apresentaç2es de slides( exportação para pastas locais ou "&. Al/m disso( permite #ue o usu?rio adicione coment?rios 3 cada imagem de suas galerias. *ma funcionalidade interessante de =-6pot( / o ar#uivamento de vers2es da mesma imagem( ou seja( ap5s feita #ual#uer modificação em uma figura( ela ser? automaticamente gravada como uma c5pia e a versão original ser? preservada( podendo ser acessada posteriormente. Danto =-6pot #uanto 7icasa são excelentes programas gratuitos para organi+ação de imagens( podendo deixar o usu?rio( por ve+es( em d'vida sobre #ual deles utili+ar. Ambos são muito parecidos em recursos( diferenciando-se apenas pela interface muito mel,or elaborada de 7icasa e pelo fato de #ue =-6pot / de fonte aberta.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GO

F.G – C$#"ni)%'($ )$# )N#er%s igi/%is e $"/r$s is0$si/i,$s US=
*ma das necessidades de um usu?rio de desktops / poder transferir imagens entre seus dispositivos port?teis e seus computadores. Estes dispositivos podem envolver c1meras digitais( tocadores de ?udio( discos de arma+enamento e mem5rias do tipo flash @pendrivesB. &ebian G.*8Linux est? totalmente preparado para a detecção destes dispositivos e o ambiente P&E completamente pronto para este tipo de tarefa.

F.G.1 – DigiO%# e %s )N#er%s igi/%is
E software &igikam pode ser considerado mais um gerenciador de imagens dispon$vel para o ambiente P&E. 7ermite muitos ajustes( efeitos e reto#ues nas imagens. As diferenças ficam por conta dos recursos de criação de slideshows e envio por e#mail( #ue este software não possui. E acesso aos ar#uivos de c1meras digitais via *6S / simples( podendo ser feito pelo pr5prio Pon#ueror( por/m( existem modelos de c1meras em #ue o acesso / feito por portas seriais( onde &igikam entra em cena.

=)G*>A GL; - Lista de c1meras digitais de &igikam &igikam / mais voltado para o trabal,o com c1meras digitais( por isso( possui com grande #uantidade de marcas e modelos de c1meras #ue podem ser adicionadas ao software.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9G;

*ma ve+ #ue ten,a importado as imagens( este programa permite criar coleç2es( editar as imagens e organi+ar ?lbuns( assim como outros softwares gerenciadores de imagens.

=)G*>A GLQ - Janela principal de &igikam .as configuraç2es do programa( o usu?rio pode adicionar coleç2es( definir opç2es de edição de informaç2es embutidas das fotos( adicionar ou remover plugins de edição de imagem( gerenciar c1meras e opç2es gerais com relação 3s miniaturas e o camin,o da biblioteca de ?lbuns.

F.G.* – T$)% $res e 3" i$ 0$r/3/eis+ pendri'es e $ desktop Lin"!
A maioria dos dispositivos de arma+enamento e reprodutores de ?udio port?teis possui uma interface de comunicação via *6S. C? algum tempo( era necess?rio #ue o usu?rio de Linux adicionasse entradas em seu ar#uivo 8etc8fstab para suprir a necessidade de acesso a estes dispositivos( por/m( a evolução dos sistemas de detecção de hardware e dos ambientes de trabal,o da plataforma( permitem uma integração f?cil com a maior parte dos modernos dispositivos( dispensando configuraç2es manuais e instalação de m5dulos adicionais. .o ambiente montado para a redação deste trabal,o @&ebian G.*8Linux L.: com P&EB( uma ve+ #ue o dispositivo ten,a sido conectado na porta *6S( este / automaticamente detectado e um di?logo / exibido ao usu?rio( solicitando uma ação a ser tomada @=)G. GLHB.

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=)G*>A GLH - Ação para dispositivo *6S .a janela de di?logo de ação( um botão c,amado "onfigurar permite #ue o usu?rio adicione aç2es #ue podem ser tomadas #uando determinados tipos de ar#uivos forem encontrados em uma m$dia. .o caso da =)G. GLH( um tocador de ?udio foi conectado 3 interface *6S e se o usu?rio escol,er a ação Abrir em uma .ova Janela( o gerenciador de ar#uivos Pon#ueror ser? executado e exibir? automaticamente o conte'do da mem5ria do dispositivo. E mesmo / v?lido para pendrives. &epois de algumas atuali+aç2es do sistema( pode ser #ue Pon#ueror encontre problemas ao tentar montar um pendrive. *ma mensagem de erro / exibida como! mount! Arong fs tTpe( bad option( bad superblock on 8dev8sda( missing codepage or ot,er error )n some cases useful info is found in sTslog - trT dmesg j tail or so *tili+e o comando ^dmesg j tail_ @sem aspas e como rootB para obter a descrição do erro. 6e esta for algo como ^=AD! *nrecogni+ed mount option kflus,k or missing value_( resolva da seguinte maneira! desconecte o dispositivo e abra o ar#uivo 8usr8s,are8,al8fdi8policT8G:osvendor89:-storage-met,ods.fdi. 7rocure uma lin,a igual a happend keTrkvolume.mount.validcoptionsk tTperkstrlistkiflus,h8appendi e comente a mesma( deixando da seguinte maneira! hf-- happend keTrkvolume.mount.validcoptionsk tTperkstrlistkiflus,h8appendi --i &epois disso( digite! e 8etc8init.d8,al restart "omo pode ser visto na =)G. GR:( a manipulação dos ar#uivos do dispositivo / feita da mesma forma como / para os ar#uivos dos discos r$gidos do sistema. E 'nico detal,e

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9GH

importante a ser observado pelo usu?rio / o fato de #ue Linux( por padrão( trabal,ar? de forma ass$ncrona com a gravação de dados nestes dispositivos. )sto significa #ue #uando um usu?rio copia ou remove ar#uivos da mem5ria do e#uipamento port?til( isto não / feito instantaneamente( mas na pr5xima sincroni+ação. E ambiente P&E est? ajustado para reali+ar a sincroni+ação com estes dispositivos a cada trinta segundos( aproximadamente. 6e o usu?rio fe+ alguma modificação no conte'do da mem5ria flash( dever? aguardar at/ #ue o sistema reali+e a sincroni+ação e efetive as operaç2es antes de remover a conexão *6S. As mem5rias flash presentes nestes dispositivos port?teis possuem uma vida 'til estimada( #ue consiste em um determinado n'mero de gravaç2es e leituras. A forma de trabal,o ass$ncrona de G.*8Linux permite prolongar o tempo de vida 'til do dispositivo( uma ve+ #ue( se as operaç2es feitas pelo usu?rio precisam ser desfeitas antes da sincroni+ação( nada / gravado efetivamente na mem5ria do e#uipamento.

=)G*>A GR: - Ar#uivos presentes no dispositivo port?til de ?udio 7ara contornar o inconveniente da espera pela sincroni+ação autom?tica do sistema( o usu?rio pode optar por duas aç2es!
● ●

Abrir um terminal e executar o comando! sync% "onfigurar o ambiente P&E para #ue exiba o $cone dos dispositivos montados

na ?rea de trabal,o( onde bastar? clicar sobre o mesmo para acessar o conte'do das mem5rias flash e tamb/m reali+ar a sincroni+ação com posterior desmontagem. .ão são exigidos procedimentos especiais para a remoção do dispositivo da porta

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99:

*6S( basta #ue não estejam sendo efetuadas operaç2es de troca de ar#uivos ou sincroni+aç2es. .o caso de c1meras digitais( a recomendação de desligamento do e#uipamento tamb/m / v?lida em G.*8Linux. Fuando os ar#uivos são copiados das mem5rias port?teis para os discos do sistema( o processo / reali+ado de forma s$ncrona( ou seja( instantaneamente( sem necessidade de comandos adicionais para efetivação das operaç2es.

F.1B – J$g$s
C? algum tempo( poucos jogos nativos para Linux eram interessantes aos usu?rios. Es jogos eram em sua maioria de gr?ficos simples e com pouco conte'do de intelig-ncia artificial( assim( se os usu?rios desejassem algo mais elaborado( como jogos ricos em recursos gr?ficos I&( precisavam emular um ambiente Microsoft +indows para tentar executar os jogos desta plataforma @#ue sempre estiveram em vantagemB. <uitas empresas investem fortunas na produção de jogos com efeitos especiais( enredos para atrair o usu?rio e gr?ficos sempre mel,orados( imitando a realidade. E mercado de usu?rios Linux torna-se a cada dia mais interessante a este tipo de empresa e jogos comerciais foram portados para Linux( sendo vendidos para os usu?rios. Al/m destes( uma grande #uantidade de bons jogos open source e8ou freeware estão dispon$veis gratuitamente. Es jogos não portados ainda precisam de emulação.

F.1B.1 – J$g$s si#0&es $ %#1ien/e JDE
.este trabal,o( são c,amados jogos simples a#ueles jogos #ue não utili+am o processamento I& das placas gr?ficas( ou seja( podem ser executados na maioria dos computadores( mesmo #ue a placa de v$deo não dispon,a dos recursos de processamento para /penG(. E menu P do ambiente P&E tem um item de jogos #ue divide-se em categorias! Arcade( Srin#uedos( Jogos de "artas( Jogos de Dabuleiro( PidGames e D?ticas e Estrat/gias. &entro de cada categoria( o usu?rio poder? encontrar jogos nativos do ambiente P&E @jogos simples e inteligentesB e tamb/m os jogos instalados posteriormente( #ue exigem processamento gr?fico mais pesado ou não. &entre os jogos #ue não exigem processamento gr?fico muito sofisticado( est? &ro1en ,u''le( um jogo bastante envolvente e bem elaborado( onde o usu?rio controla um ping]im

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99G

atirador de bol,as coloridas( com o objetivo de derrubar a estrutura #ue se forma no topo da tela. Fuando v?rias bol,as da mesma cor se unem( a estrutura desaba. )sto se repete at/ #ue o usu?rio consiga limpar a tela( mas se demorar muito( o teto começa a descer e as bol,as podem atingir o igl' do ping]im( fa+endo com #ue o jogo termine.

=)G*>A GRG - &ro1en ,u''le E antigo e famoso jogo 7aci-ncia tamb/m est? dispon$vel para os amantes de jogos de cartas( acompan,ado de Denente Skat e Poker( na mesma categoria. .a categoria de tabuleiro( jogos de l5gica( gamão( banco imobili?rio e #uebra-cabeças são acess$veis. 7ara crianças( o jogo do ,omem-batata @Potato do desen,o $oy StoryB permite montar diversos rostos com os componentes nari+( c,ap/u( boca e outros. Eutro jogo simples e interessante / P6okoban( onde o usu?rio controla um almoxarifado japon-s #ue precisa organi+ar os rubis em seus devidos lugares. 65 / permitido empurrar as pedras( então( o usu?rio deve ter cautela para não travar os movimentos das mesmas #uando encost?-las nas paredes.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 999

=)G*>A GR9 - Psokoban! o almoxarifado japon-s PAtZmico / um jogo bastante educativo #ue consiste em montar estruturas #u$micas a partir dos ?tomos de elementos dispon$veis. &o lado direito da tela / mostrada a estrutura a ser montada e o nome do composto.

=)G*>A GRI - Jogo educativo PAtZmico

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99I

F.1B.* 8 Ins/%&%r $ dri'er -D % nHi i%
Antes de entrar no mundo dos jogos I&( / fundamental #ue o usu?rio ten,a instalado de forma ade#uada o driver de sua placa gr?fica. *ma justificativa para a escrita deste subt$tulo cobrindo com detal,es especificamente a instalação do driver da n0idia / ressaltar e retribuir a import1ncia #ue a fabricante tem dado aos usu?rios de Linux. Damb/m o procedimento para a instalação do driver da n0idia / praticamente o mesmo( independente do modelo da placa utili+ada. Aos usu?rios de outras placas( como as A<&8AD)( por exemplo( recomenda-se uma busca no Google @AAA.google.com.brB( com os seguintes termos @sem as aspasB! ^instalar driver AD) debian etc,_. Esta consulta retorna v?rios resultados #ue estarão ajudando na instalação de placas A<&8AD)( driver =GL>N( at/ a data desta escrita. 6eguindo os procedimentos disponibili+ados pela comunidade( talve+ seja poss$vel #ue a aceleração I& da placa A<&8AD) do usu?rio funcione com sucesso. Em caso alternativo( pode-se tentar os passos indicados no we'site da AD)! AAA.ati.com @em ingl-sB. Em #uais#uer casos( ser? necess?ria uma conexão com a )nternet( #ue pode ser feita pelos utilit?rios P777 @para lin,a discadaB ou pppoeconf @para banda larga como 6peedT( por exemploB. 7ara iniciar a instalação do driver da n0idia( o usu?rio deve abrir o shell do root e descobrir o modelo de sua placa com o comando! e lspci j grep -i nvidia *m resultado semel,ante ao seguinte dever? ser exibido! :G!::.: 0GA compatible controller! n0idia "orporation .0IL sGe=orce =N R9::t .este caso( trata-se claramente de uma placa =N R9::. E passo seguinte / obter o driver diretamento do we'site da n0idia( neste endereço! ,ttp!88AAA.nvidia.com8content8drivers8drivers.asp. "onsiderando a ar#uitetura utili+ada neste livro( deve-se escol,er na primeira caixa de seleção o valor ^Graphics 4river_( na segunda( ^Ge=orce =N 6eries_ e na terceira( ^Linux xQO_. &epois disso( basta clicar no botão ^Gof_. 6urgir? então uma p?gina #ue cont/m a versão correta e mais atual do driver #ue oferece suporte 3 placa desejada. E usu?rio simplesmente deve procurar o termo ^4ownload_ e clicar sobre o nome do driver( algo parecido com ^.0)&)A-Linux-xQO-G::.GL.GG-pkgG.run_ @notar a extensão .runB. Fuando perguntado sobre o #ue fa+er com o ar#uivo( escol,er salvar ou gravar no disco r$gido( de prefer-ncia em seu diret5rio pessoal. E segundo passo / editar o ar#uivo de reposit5rios( #ue at/ o momento s5 con,ece o conte'do dos "&s( para #ue ele possa obter programas do reposit5rio oficial &ebian na Internet. 7ara tal( o usu?rio deve abrir no <enu P( item 6istema( submenu <ais Aplicativos( o programa Gerenciador de Ar#uivos @modo super-usu?rioB. A sen,a de root ser? exigida e

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99L

depois uma janela do Pon#ueror ser? aberta( exibindo o conte'do dos diret5rios( onde o usu?rio dever? navegar at/ o diret5rio 8etc8apt8 e clicar sobre o ar#uivo sources.list para abr$lo. Ao editar o ar#uivo( as lin,as #ue começam com ^deb cdrom!s&ebian..._ devem ser comentadas( adicionando-se um sustenido @eB ao in$cio das mesmas @^edeb cdrom! s&ebian..._B. A seguir( adicionar a lista de reposit5rios &ebian! deb ,ttp!88securitT.debian.org8 etc,8updates main contrib deb ,ttp!88ftp.br.debian.org8debian8 etc, main contrib deb ,ttp!88ftp.debian.org8debian8 etc, main contrib deb ,ttp!88ftp.debian.org8 etc, main contrib deb-src ,ttp!88ftp.br.debian.org8debian8 etc, main contrib )sto j? deve ser o suficiente para instalar os ar#uivos auxiliares do processo. Ap5s adicionar a lista( o usu?rio deve salvar o ar#uivo e fec,?-lo. Agora / o momento em #ue deve-se ter uma conexão com a Internet devidamente configurada( então no shell do root digitar! e apt-get update Assim( a lista de pacotes dispon$veis nos reposit5rios informados no ar#uivo sources.list estar? atuali+ada. &epois do processo de atuali+ação( instalar os seguintes pacotes! e apt-get install binutils xserver-xorg-dev module-assistant pkg-config build-essential )sto far? com #ue uma ferramenta #ue auxilia bastante no processo seja instalada. 7ara us?-la( ainda no shell do root( digitar! e m-a update &epois! e m-a prepare E instalador da n0idia re#uer #ue pelo menos os cabeçal,os do kernel ativo sejam instalados para a correta compilação do driver( ou então( o c5digo-fonte inteiro esteja dispon$vel. A diferença entre os dois ser? o taman,o do download( #ue / bem menor para apenas os cabeçal,os. .este caso( ser? demonstrada a instalação do c5digo-fonte inteiro( pois( posteriormente( o usu?rio pode precisar para outras finalidades e então ele j? estar? pronto. 7ara descobrir a versão do kernel utili+ada no sistema( digitar! e uname -r E padrão para &ebian Etc, ser? 9.O.GQ @desconsiderar o restante do n'meroB. =eito isso( o usu?rio deve digitar! e apt-get install linux-source-9.O.GQ @ou a versão retornada pelo comando anteriorB. E c5digo ser? baixado e então deve ser descompactado @considerando a versão

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99R

9.O.GQB! e tar -xvjf 8usr8src8linux-source-9.O.GQ.tar.b+9 -" 8usr8src &eve-se então criar uma ligação simb5lica c,amada linux no diret5rio 8usr8src8( apontando para o diret5rio onde foi descompactado o c5digo-fonte! e ln -s 8usr8src8linux-source-9.O.GQ 8usr8src8linux 6e um erro ocorrer( indicando #ue a ligação j? existe( a mesma pode ser removida com o comando! e rm 8usr8src8linux &epois deve ser adicionada com o comando citado anteriormente. E sucesso da instalação do driver re#uer #ue o servidor N esteja inativo na reali+ação da tarefa. 7ara fa+er isto( fec,ar todos os programas da interface gr?fica e pressionar as teclas Control l lt l =9( simultaneamente( para abrir um novo console. .este console( deve-se entrar com o usu?rio rootK mufasa login! root @teclar EnterB 7assAord! @digitar a sen,a do root e teclar EnterB &epois de entrar no console( digitar o comando! e 8etc8init.d8kdm stop )sto deve parar o gerenciador de janelas do P&E( finali+ando a sessão gr?fica. =a+er uma c5pia do ar#uivo de configuração do servidor N tamb/m / interessante( no caso de algo sair diferente do esperado( pode-ser voltar a configuração anterior. 7ara isto( um simples comando! e cp 8etc8NGG8xorg.conf 8 etc8NGG8xorg.conf.bkp Agora o usu?rio deve acessar o diret5rio em #ue baixou o instalador( com o comando cd( por exemplo( para mudar para o diret5rio padrão do usu?rio #ue baixou o ar#uivo! e cd 8,ome8nomecdocusuario Estando no diret5rio( dar permissão de execução @c,mod lx nomecar#uivo.runB para o instalador e executar( fornecendo o camin,o do c5digo fonte de Linux previamente instalado! e .8.0)&)A-Linux-xQO-G::.GL.GG-pkgG.run --kernel-source-pat,r8usr8src8linux E assistente ser? aberto e far? algumas perguntas( mas basta escol,er as opç2es padrão para #ue a instalação funcione. Ao final( o programa pergunta se deve alterar o ar#uivo de configuração do N( o usu?rio pode responder ^sim_ com segurança. Fuando terminar( digitar o comando! e reboot )sto reiniciali+ar? o sistema e #uando o servidor N for ativado novamente( o logotipo da n0idia dever? aparecer( indicando #ue o driver est? instalado corretamente.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99O

F.1B.- – J$g$s 4"e "/i&i6%# 0&%)% gr3Ci)% -D
A demanda por jogos de fonte aberta e8ou gratuitos( fe+ com #ue desenvolvedores ao redor do mundo colaborassem na criação de aplicaç2es muito interessantes e com #ualidade excelente( tra+endo para a plataforma Linux de+enas de opç2es de jogos I&. Es jogos I& para Linux podem ser comerciais( freeware e8ou open source. )ndependentemente da licença( grande parte destes jogos são baseados em guerras ou disputas com armas. A intenção deste cap$tulo não / incentivar o uso de jogos #ue possam estimular a viol-ncia @pelo contr?rio( espera-se #ue os desenvolvedores ten,am bom senso e construam mais jogos tridimensionais da categoria de esportes( como futebol ou bas#uetebol( por exemploB( mas sim( mostrar #ue a plataforma G.*8Linux / excelente para a execução desta categoria de aplicativos. &entre os exemplos de bons jogos tridimensionais( pode ser citado o Penguin !acer @antigo Super$uxB. E objetivo do jogo / fa+er com #ue Dux @o ping]im do LinuxB desça diversas montan,as geladas escorregando e capturando os peixes e bZnus #ue aparecem no camin,o( al/m de desviar de ?rvores( terra e saltar de uma montan,a a outra. .o modo de campeonato( o usu?rio tem objetivos a cumprir( como capturar uma certa #uantidade de peixes @aren#uesB e terminar os trajetos antes do tempo se esgotar. Apesar dos cen?rios serem constitu$dos basicamente de texturas de gelo( os gr?ficos do jogo são bons e o controle sobre o personagem / excelente.

=)G*>A GRL - 7enguin >acer

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99;

Eutro jogo interessante / GLDron( um jogo de corrida bastante r?pido #ue / baseado no filme Dron @lançado em meados dos anos oitentasB. E ,er5i do filme devia combater a mente de um computador diab5lico( c,amado <"7 @Master Control ProgramB( #ue tentava dominar o mundo. &urante o filme( ,avia um jogo c,amado (ightcycle( do #ual surgiu a id/ia para GLDron. E jogo / simples e consiste em controlar uma lightcycle( deixando uma marca de energia colorida( evitando colidir com as paredes e com as marcas coloridas dos oponentes e as pr5prias. 0ence o jogo a#uele #ue conseguir evitar as colis2es por maior tempo.

=)G*>A GRR - GLDron .a categoria de 6imuladores de vZo( destaca-se &lightGear. E objetivo do projeto / criar uma infra-estrutura de simulação de vZo para uso acad-mico e de pes#uisa( visando o desenvolvimento e busca de id/ias interessantes no campo da simulação( al/m de uma aplicação para o usu?rio final. Este / um dos simuladores mais completos( #ue conta com um bom n'mero de aeronaves e aeroportos( todos( inclusive o pr5prio simulador e seu c5digo-fonte( baixados gratuitamente da Internet6 pois &lightGear / distribu$do sob a licença G7L. A id/ia do &lightGear surgiu da insatisfação com os simuladores de vZo comerciais existentes para 7". 7roblemas como a falta de extensiblidade dos jogos foram resolvidos( uma ve+ #ue existem muitas pessoas no mundo com boas id/ias e #ue sabem programar( podendo assim mel,orar os simuladores dispon$veis.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99Q

=)G*>A GRO - 6imulador de vZo &lightGear Jogos de mesa e tabuleiro em I& tamb/m existem( / o caso de &oo'illard e ,rutalchess. E primeiro( um jogo de sinuca #ue permite partidas entre dois participantes e o segundo( um jogo de xadre+( para a#ueles #ue se cansaram do ambiente 9& dos jogos tradicionais.

=)G*>A GR; - =oobillard

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 99H

A =)G. GRQ mostra uma partida do jogo ,rutalChess( onde o usu?rio est? competindo com a intelig-ncia do computador.

=)G*>A GRQ - Jogo de xadre+ em I& ,rutalChess E jogo $remulous / um jogo de estrat/gia mesclado com tiro em primeira pessoa. poss$vel #ue o jogador escol,a entre duas raças @dois timesB! ,umanos e alien$genas. "ada uma possui caracter$sticas 'nicas( vantagens e desvantagens. 7ara vencer o jogo( o usu?rio deve destruir a base do time oponente en#uanto tamb/m protege sua base e seus pontos de spawn @construç2es #ue fa+em com #ue o jogador possa renascer #uando morreB. Ao iniciar( o jogador escol,e entre ser um combatente ou um construtor. Es construtores não possuem poder de ata#ue( mas sim a capacidade de construir( modificar e consertar a base de seu time. Fuando um inimigo for morto por um jogador( este gan,ar? uma recompensa. Cumanos gan,am cr/ditos( #ue são utili+ados para comprar mel,ores armas. Alien$genas gan,am pontos de evolução( utili+ados para evoluir para raças maiores e mais poderosas. $remulous foi eleito pelos usu?rios do site <od&S como o ^Jogo Standalone do Ano_ @Standalone Game of the BearB( no concurso <EDn 9::O @Mod of the BearB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9I:

=)G*>A GRH - *m dos cen?rios de Dremulous <uitos outros jogos do mesmo estilo de $remulous estão dispon$veis( como / o caso de merica7s rmy( Nexui1( <uake e Enemy $erritory. Al/m destes( outras jogos estão dispon$veis e podem ser facilmente encontrados no site $he (inux Game $ome @,ttp!88AAA.happypenguin.orgB.

F.11 – P&%)%s e )%0/"r% e TH
Alguns usu?rios precisam converter suas m$dias 0C6 em &0&( outros simplesmente #uerem ver D0 a cabo no seu computador( alguns desejam converter o conte'do de suas filmadoras para ar#uivos digitais( um outro grupo de usu?rios deseja assistir 3 programação dos canais de D0 aberta em seu desktop e alguns deles( por ve+es( desejam gravar seus programas prediletos. Dodas as opç2es citadas são poss$veis em G.*8Linux.

F.11.1 – Es)$&E% $ hardware i e%&
Assim como outros perif/ricos dos desktops( as placas de captura e D0 podem ter um fabricante disposto a colaborar com a comunidade ou não. 7or esta ra+ão( / necess?rio #ue o usu?rio observe a compatibilidade do hardware com o sistema Linux antes da compra. *ma grande diversidade de placas desta categoria est? dispon$vel no mercado e elas diferenciam-se não somente pelas marcas e modelos( mas assim como as placas-mãe( pelos

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9IG

chipsets #ue as comp2em. Este 'ltimo sim / o fator mais importante para os usu?rios de desktops Linux( pois / atrav/s do chipset da placa #ue o usu?rio passa a con,ecer #uais modelos serão compat$veis com seu sistema. &iversos we'sites podem ser consultados para a obtenção de respostas sobre configuração e suporte destes hardwares em Linux( por/m( o mais recomend?vel / o site do projeto Linux D0( dispon$vel pela *>L AAA.linuxtv.org. .este we'site( o usu?rio encontrar? informaç2es atuali+adas sobre as mel,ores placas para serem utili+adas e com #uais vers2es do kernel de Linux. &evido 3 variedade de chipsets dispon$veis( diversos m5dulos de suporte em G.*8Linux tamb/m foram criados( cada um para suportar determinada fam$lia de chipsets. As placas mais recomendadas são as #ue possuem suporte pelo m5dulo bttv( @chipsets StQLQ( StQLQA( StQLH( StQ;Q( StQ;HB. A variação de nomenclatura de algumas placas pode confundir o usu?rio na ,ora da instalação do hardware( motivo pelo #ual recomenda-se fortemente a pes#uisa pr/via por manuais de instalação e configuração destas placas. .o momento em #ue este documento / escrito( o suporte a placas de captura *6S ainda est? em fase de desenvolvimento( então( recomenda-se #ue o usu?rio prefira as placas com conexão 7"). &entre as placas 7") recentes( encontram-se as placas com chip "onexant 9IQQx( #ue / bem suportado em Linux pelo m5dulo cxQQxx. Eutro chip muito bem suportado / o 6aa;GIx( dispon$vel em placas como as 7innacle( LifevieA( Avermedia( "ompro e Derratec. Al/m do chip de v$deo( o usu?rio deve ficar atento para o chip de ?udio( caso contr?rio( poder? ter surpresas não muito agrad?veis #uando puder ver os programas de D0 e não conseguir ouvir o som de forma ade#uada. Em alguns casos( algumas lin,as a mais de configuração no carregamento dos m5dulos podem resolver o problema( em outros( como no caso da Pixel5iew Play$5 Pro *ltra( pouco se encontra em f5runs e tutorias sobre seu funcionamento perfeito em G.*8Linux.

F.11.* – Des)$1rin $ 4"%& hardware es/3 ins/%&% $
As placas de captura e D0 geralmente possuem em sua c,apa met?lica o modelo do chipset acoplado ao circuito. Entretanto( em alguns casos( os usu?rios não podem simplesmente abrir o gabinete para descobrir #ual placa est? instalada em seu sistema( pois podem perder a garantia do e#uipamento. Existe uma maneira muito pr?tica para con,ecer o hardware com apenas alguns comandos no shell. .o caso das placas 7")( basta #ue o usu?rio abra uma sessão no komander( por exemplo( execute o comando ^lspci_ e analise o resultado obtido para

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9I9

encontrar a lin,a correspondente 3 sua placa de D0. A lin,a #ue di+ respeito a este tipo de hardware / identific?vel pela marcação parecida com o texto ^Multimedia video controller!_( seguido do modelo do chip. A lin,a com a sa$da do hardware para esta pes#uisa parece-se com! GEKGa0G Multimedia controllerK Philips Semiconductors S 4ecoder Drev G>H .este caso( o chipset utili+ado pela placa / o 6AA;GI:( #ue foi configurado com sucesso e facilidade no presente trabal,o. L>=G 5ideo ,roadcast

F.11.- – Ins/%&%n $ e )$nCig"r%n $ % 0&%)% e TH
A ativação de hardware em Linux / dada pelo carregamento de um m5dulo #ue d? suporte ao funcionamento do componente instalado. *m m5dulo pode ser carregado e descarregado a #ual#uer momento( não sendo necess?rio reiniciali+ar o sistema para efetivar as alteraç2es. Dendo em mãos a descrição do hardware instalado( o usu?rio precisa simplesmente carregar o m5dulo #ue d? suporte ao chip de sua placa. Al/m de saber #ual o chip correto de sua placa( / preciso #ue o usu?rio informe ao m5dulo a opção correta de tuner( #ue / o componente respons?vel pela sintonia de canais. 7ara uma placa Po+umi( por exemplo( o usu?rio deveria carregar o m5dulo de uma forma como! e modprobe saa;GIL cardrI tunerrG Essa forma de ativação do hardware / pouco usual( uma ve+ #ue para carregar novamente o m5dulo ap5s a reiniciali+ação do sistema( o usu?rio deveria digitar novamente o comando. 7ara resolver esta situação( basta #ue o usu?rio edite seu ar#uivo 8etc8init.d8bootmisc.s, e insira o comando na 'ltima lin,a do ar#uivo( assim( ele ser? executado automaticamente em cada iniciali+ação. Em &ebian L.:( o usu?rio pode criar um ar#uivo com o nome do m5dulo no diret5rio 8etc8modprobe.d8( #ue conten,a as opç2es card e tuner ade#uadas. Em caso de fal,a na ativação ou de não conseguir sintoni+ar os canais( o usu?rio pode remover o m5dulo da mem5ria com os seguintes comandos! e modprobe -r saa;GIL% modprobe -r tuner *ma ve+ removido( / preciso carregar novamente o m5dulo com uma opção diferente de tuner. Esta etapa exige( 3s ve+es( um pouco de paci-ncia do usu?rio e pes#uisa em sites especiali+ados. "om relação ao n'mero da placa informado no par1metro card( o usu?rio

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9II

pode descobrir #ual o correspondente de seu hardware consultando uma lista existente no site ,ttp!88AAA.linuxtv.org. Algumas placas possuem controle remoto( #ue / suportado em G.*8Linux por um programa c,amado L)>" @(inux Infrared !emote ControlB. Este / um programa de ativação gen/rica de controle remoto e pode ser utili+ado para diversas finalidades al/m do gerenciamento do controle remoto da placa de D0( como controlar o Mplayer e outros reprodutores de m$dia remotamente( controlar o ponteiro do mouse 3 dist1ncia( controlar apresentaç2es de slides( etc.

F.11.2 – His"%&i6%n $ )$# T0Time
&epois de instalada a placa( o usu?rio tem 3 sua disposição diversos programas para visuali+ação de canais de D0( como xawtv( kdetv( $5time( dentre outros. E D0Dime / um programa est?vel e f?cil de ser utili+ado( entretanto( algumas ve+es pode precisar de ajustes. Estes ajustes podem ser feitos pelo menu exibido ao clicar com o botão direito do mouse sobre a tela do programa. E menu Input Configuration @"onfiguração da EntradaB( item $elevision Standard @.orma de DelevisãoB( define o padrão de televisão da região( no Srasil / 7AL-<. E item Change 5ideo Source @Alterar a =onte de 0$deoB deve ser deixado como $elevision. 7ara #ue possa encontrar os canais dispon$veis( na opção Channel Configuration @"onfiguração de "analB( o usu?rio deve acessar o item Scan channels for signal @7rocurar "anaisB. recomend?vel a ligação da placa a uma antena externa( para aumentar a #ualidade de recepção de sinal. Apesar de ser um bom programa( $5$ime não oferece a funcionalidade de gravação dos programas de D0( mas isso pode ser feito com o mencoder( #ue tanto grava a programação da D0 como os dados obtidos de outros e#uipamentos ligados 3 entrada da placa de captura. 7ara compensar( D0Dime suporta a ligação com &0&s( v$deo-games e outros componentes( al/m de Closed Captions @legendas enviadas com o sinal de D0B e exibição +idescreen @'til para receptores via 6at/lite e reprodutores de &0&sB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9IL

=)G*>A GO: - $5$ime E programa $5$ime tem v?rios atal,os de teclado( os mais comuns são!

7ara trocar os canais( pode-se digitar o n'mero do canal ou pressionar as teclas Declas l e -! controlam o volume do ?udio% 7ressionar a tecla =! alterna entre a exibição em janela ou tela c,eia% Decla DAS ou =G! exibe o menu% Decla ,ackspace! para o canal anterior% Decla s! captura um instant1neo da tela @screenshotB% Decla i! muda a fonte de v$deo% Decla d! exibe estat$sticas de depuração% Decla e! modo de ?udio% Decla a! muda o modo de exibição @GO!H( L!I( etcB% Decla v! sempre no topo. Exibe a janela do programa sobre todas as outras =R( =O( =;! Ajustar cor( bril,o( contraste e saturação. A tecla =R seleciona a

de seta do teclado para cima ou para baixo%
● ● ● ● ● ● ● ● ● ●

sempre. 7ressione v novamente para desativar a função%

função e as teclas =O e =; diminuem e aumentam a definição do item escol,ido. Exemplo! para aumentar o bril,o( pressione =R at/ a mensagem Sril,o aparecer na tela( então pressione =O ou =; para diminuir ou amentar o bril,o da imagem%

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9IR

"li#ue do mouse sobre a tela! exibe ou esconde informaç2es sobre o canal desejar colocar os nomes dos canais na tela( edite o ar#uivo

atual e data8,ora. 6e a8.tvtime8stationlist.xml @lembre-se #ue a representa sua pasta home( como 8home8simbaB. Este ar#uivo cont/m a tabela de fre#]-ncias utili+ada pelo programa. 7rocure as entradas abaixo de hlist normrk7AL-<k fre#uenciesrkus-broadcastk audiorkbgki. As lin,as referentes aos canais são semel,antes a hstation namerkLRk activerkGk positionrkLRk bandrk*6 Sroadcastk c,annelrkLRk finetunerk:k normrk7AL-<k audiorkautok8i. As lin,as marcadas com activeMI>I representam os canais ativos. .estas lin,as( basta alterar o item name para #ue o nome da emissora passe a ser exibido com seu n'mero na tela principal do programa. Assim( para o caso acima citado( a lin,a modificada seria hstation namerkD0 "*LD*>Ak activerkGk positionrkLRk bandrk*6 Sroadcastk c,annelrkLRk finetunerk:k normrk7AL-<k audiorkautok8i. &epois de ajustar os nomes( fec,e e abra novamente o $5$ime para #ue as alteraç2es sejam carregadas. 7ode acontecer uma duplicação de canais depois da reiniciali+ação do programa( por#ue o D0Dime cria algumas entradas abaixo da lista de canais normal no ar#uivo stationlist0xml. .este caso( acesse novamente o ar#uivo e remova as entradas duplicadas criadas abaixo da lista de estaç2es na seção citada acima @list normr7AL-<...B.

G – UTILITÁRIOS+ IMPRESSORAS E REDE
*tilit?rios do sistema compreendem programas para 'ackup( editores de texto e outras ferramentas( como calculadoras. As impressoras e o acesso 3 rede tamb/m são itens importantes para um desktop.

G.1 – ackup
A perda de ar#uivos importantes( 3s ve+es( pode acarretar s/rios problemas e grandes preju$+os aos usu?rios. 7or este motivo( recomenda-se #ue 'ackups @c5pias de segurançaB sejam feitos com fre#]-ncia( de prefer-ncia diariamente. G.*8Linux possui diversas ferramentas para a reali+ação de 'ackups( desde utilit?rios para c5pia local de ar#uivos at/ programas para c5pia no es#uema cliente-servidor( para redes corporativas.

G.1.1 – ackup e# desktop )$# Keep
2eep / uma ferramenta de f?cil utili+ação e #ue permite ao usu?rio reali+ar as c5pias de #uais#uer diret5rios ou ar#uivos escol,idos. 2eep permite tamb/m restaurar uma c5pia previamente reali+ada. Al/m disso( / poss$vel iniciar um 'ackup instantaneamente por meio da tela principal de 2eep( editar a lista de 'ackups e ver o registro das c5pias de segurança. A janela principal de 2eep possui poucos bot2es( o #ue torna a interface limpa e simples para o usu?rio. E 'nico inconveniente notado durante os testes deste programa / a falta de opç2es para agendamentos em ,oras( sendo permitido apenas configurar a fre#]-ncia do 'ackup em dias.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9I;

=)G*>A GOG - Gerenciador de c5pias de segurança Peep

2eep / uma solução simples #ue apenas copia os ar#uivos para outros locais especificados pelo usu?rio. 7ara #ue se ten,a uma solução mais completa( o usu?rio tem 3 sua disposição ferramentas de ar#uivamento como tar e de compressão como g+ip e b+ip9. Estas( #uando combinadas( permitem obter excelentes resultados. &iversas outras ferramentas são encontradas( como mondo( amanda( flex'ackup e &A>( entretanto( todas elas são apenas para utili+ação em lin,a de comando.

G.* – E i/$res e /e!/$ e )%&)"&% $r%
.o ambiente P&E( diversos editores de texto são instalados( sendo os principais! 2edit( 2+rite e Pate. E editor mais rico em recursos / 2write( #ue permite correção ortogr?fica( desta#ue de texto( identação @para programadoresB( inserção de coment?rios( alin,amento( alterar entre mai'sculas e min'sculas e tipo de ar#uivos @como N<L( python( etcB. Dalve+ o recurso mais interessante de 2+rite seja a marcação de texto para linguagens de programação e bancos de dados. Este recurso destaca tokens das linguagens de programação e marcação( tornando o c5digo diferenciado por cores( para facilitar o trabal,o do desenvolvedor.

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=)G*>A GO9 - <arcação para 7C7 com PVrite Eutro utilit?rio bastante comum nos desktops / a calculadora. E ambiente P&E oferece uma calculadora ao usu?rio #ue / rica em recursos. Estes recursos vão da escol,a dos bot2es componentes da ferramenta at/ a inserção de valores de constantes utili+adas em diversas ?reas do con,ecimento ,umano. P"alc( a calculadora de P&E( possui funç2es cient$ficas e de engen,aria( estat$sticas( l5gicas e permite reali+ar as contas inversas( por exemplo( o botão de logaritmo( #uando invertido( permite calcular o exponencial.

=)G*>A GOI - A calculadora de P&E P"alc P"alc possui valores para as constantes mais usadas nas categorias <atem?tica(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9IH

Eletromagnetismo( Dermodin1mica( Gravitação e AtZmico8.uclear. Essas constantes vão desde o n'mero 7) @I(GLGRH9ORIRHB at/ Aceleração da Gravidade @H(Q:OORB.

G.- – S"0$r/e % i#0ress$r%s
E sistema Linux tem sido empregado em diversas funç2es( de servidor de Internet a servidor de ar#uivos( assumindo tamb/m em muitos casos( a tarefa de servidor de impressão. .o ambiente de impressão( ar#uivos podem ser descarregados diretamente na porta da impressora ou colocados em uma fila @spoolB0 As portas de impressão no Linux são identificadas como lp:( lpG( lp9 e servem para #ue o sistema possa se comunicar com a impressora. A impressão direta de um documento de texto( c,amado ar#uivo.txt( por exemplo( pode ser feita com um simples comando! \ cat ar#uivo.txt i 8dev8lp: Este comando envia a sa$da do comando cat @#ue lista o conte'do de ar#uivo.txtB para o dispositivo 8dev8lp:( #ue representa a impressora instalada nesta porta paralela. A impressão via spool possui a vantagem de liberar o programa #ue gerou o trabal,o de impressão( transferindo a responsabilidade do gerenciamento desse trabal,o e de outros a um programa denominado de daemon de impressão @em Linux( lpr e lprngB. E funcionamento de lpr e lprng / basicamente gerar um ar#uivo tempor?rio com os dados a serem impressos e coloc?-lo em uma fila de espera( apagando o ar#uivo tempor?rio assim #ue a impressão for finali+ada. 7ara #ue o serviço de spool seja testado( basta #ue o usu?rio digite um comando como! e cat ar#uivo.txt j lpr )mpress2es por spool podem ser compartil,adas( permitindo acesso remoto por outros usu?rios da rede.

G.-.1 – Sis/e#% e i#0ress($ )$# CUPS
E Common *nix Printing System @6istema comum de impressão *nixB / uma ferramenta #ue permite o gerenciamento completo de impressoras em sistemas Linux. E "*76 / um gerenciador de impressão #ue pode ser utili+ado via we' @CDD7B( atrav/s do #ual podem ser adicionadas( exclu$das( alteradas e configuradas muitas impressoras( bem como administrados "o's @serviçosB de impressão de uma ou de todas as

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9L:

impressoras compartil,adas na rede. "*76 / eficiente e proporciona gerenciamento f?cil de impressoras( al/m de navegação pela rede. 7ara o gerenciamento das impressoras( o usu?rio pode acessar o recurso via 'rowser( digitando na *>L o endereço ,ttp!88localhost!OIG8. =eito isto( ser? exibida a p?gina principal de controle de "*76.

=)G*>A GOL - 7?gina inicial de "*76 7ara os usu?rios de P&E( / poss$vel acessar as configuraç2es de impressão pelo centro de controle( em 7erif/ricos8)mpressoras. 7ara #ue o usu?rio possa adicionar uma impressora( basta selecionar o sistema "*76 na janela principal e escol,er o item de adição de impressoras @ dd PrinterB no menu superior. *m di?logo ser? exibido solicitando as informaç2es sobre o tipo de impressora a ser instalada( como impressora local em portas paralelas( seriais e *6S( impressoras em rede( impressoras compartil,adas com 6A<SA( etc. *m detal,e importante para os usu?rios de "*76 / a instalação da lista de drivers de impressoras para este sistema. Al/m dos pacotes de servidor e cliente instalados de "*76( o usu?rio deve adicionar o pacote cupsys#drivers#gutenprint( #ue fornece os drivers para grande #uantidade de modelos e fabricantes de impressoras. Es fabricantes suportados pela versão do pacote utili+ada neste trabal,o são! Apollo( Apple( Srot,er( "anon( "iti+en( &E"( &Tmo( Epson( =ujifilm( =ujistu( C7( )S<( )nfotec( PTocera( Lexmark( <inolta( .E"( Ekidata( Elivetti( ElTmpus( 7anasonic( 7"7)( >aven(

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LG

>aA( >ico,( 6amsung( 6eiko( 6,arp(6onT( 6tar( DallT( Nerox e qebra( al/m de impressoras gen/ricas. A instalação de impressoras tamb/m pode ser feita pelo "entro de "ontrole de P&E( na seção 7erif/ricos( item )mpressoras. .este caso / necess?rio #ue o usu?rio cli#ue no botão <odo Administrador e forneça a sen,a de root para adicionar um dispositivo. &epois disso( deve certificar-se de #ue o gerenciador #ue est? sendo executado / "*76 @abaixo( 3 direita da janelaB e clicar no botão Adicionar( no item )mpressora. *m assistente ser? lançado e basta seguir as instruç2es.

=)G*>A GOR - )mpressoras no "entro de "ontrole de P&E A possibilidade maior / #ue o sistema consiga detectar a impressora conectada ao computador e liste o modelo mais apropriado para o usu?rio. "aso isto não ocorra( o usu?rio pode clicar no botão Eutra( da janela exibida na =)G. GOO @no caso( o botão j? foi clicado e recebeu a descrição Sanco de &adosB e selecionar o ar#uivo de driver correpondente 3 sua impressora @normalmente ar#uivos com extensão ppdB.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9L9

=)G*>A GOO - &i?logo de seleção de impressora de P&E

G.2 – Tr%1%&E$ e# re e
<uitas ve+es( usu?rios de desktops precisam compartil,ar ar#uivos entre seus e#uipamentos e em alguns casos( os ar#uivos podem ser muito grandes para serem copiados em pendrives ou outras m$dias e transferidos de uma estação a outra. 7ara esta finalidade( utili+ar uma conexão de rede pode resolver definitivamente os problemas de compartil,amento. Eutra situação em #ue torna-se necess?rio o compartil,amento de ar#uivos em rede( / no caso dos c,amados servidores de ar#uivos( utili+ados nas empresas para arma+enarem todos os documentos e ar#uivos de usu?rios( centrali+ando o gerenciamento dos mesmos e facilitando compartil,amento e 'ackup. 7ara estas situaç2es( G.*8Linux disp2e de serviços como .=6 @Network &ile SystemB( utili+ado para compartil,amentos em redes ,omog-neas de sistemas operacionais Linux e 6A<SA( mais utili+ado em redes ,eterog-neas( onde / necess?rio reali+ar trocas de ar#uivos entre estaç2es Linux e +indows( por exemplo. 6A<SA tamb/m permite reali+ar compartil,amentos em redes ,omog-neas de Linux( por/m( .=6 possui uma forma mais simples de configuração para tal tarefa. "om 6A<SA tamb/m / poss$vel disponibili+ar impressoras para os usu?rios da rede.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LI

G.2.1 – T%1i&i/%n $ $s )$#0%r/i&E%#en/$s
7ara #ue o usu?rio de &ebian G.*8Linux e P&E possa compartil,ar facilmente seus ar#uivos em redes com .=6 e 6A<SA( dever? instalar os seguintes pacotes!

samba! o gerenciador de compartil,amentos de ar#uivos e impressoras. Em

&ebian G.*8Linux L.:( instalar? tamb/m outros pacotes pertencentes ao conjunto 6A<SA%
● ●

nfs#common e nfs#kernel#server! o serviço de compartil,amento .=6% kdenetwork#filesharing! m5dulo para o Control Center #ue permite gerenciar

os compartil,amentos de ar#uivos em P&E. *ma ve+ instalados os pacotes( o usu?rio pode acessar o "entro de "ontrole de P&E @Control CenterB e na seção Internet W >ede( acessar o m5dulo "ompartil,amento de Ar#uivos para #ue possa executar as tarefas necess?rias.

=)G*>A GO; - "ompartil,amento de Ar#uivos pelo "entro de "ontrole 7ara adicionar os compartil,amentos( basta #ue o usu?rio cli#ue em Adicionar( escol,a a pasta e o tipo de compartil,amento no di?logo #ue ser? aberto. poss$vel compartil,ar uma ou mais pastas ao mesmo tempo com 6A<SA e .=6( para diversas m?#uinas ou para m?#uinas espec$ficas na rede( controlar as permiss2es de acesso por grupos ou usu?rios.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LL

=)G*>A GOQ - &i?logo de compartil,amento *ma ve+ #ue ten,am sido feitos os compartil,amentos( os usu?rios autori+ados( se estiverem executando G.*8Linux em seus desktops( podem acess?-los pelo Pon#ueror( atrav/s do atal,o 7astas de >ede( na tela inicial do navegador ou digitando o endereço remote!8 no campo de *>L do mesmo.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LR

=)G*>A GOH - Acesso a compartil,amento com Pon#ueror 7ara #ue os usu?rios de Linux possam navegar em compartil,amentos de estaç2es +indows( no "entro de "ontrole de P&E existe um m5dulo descrito por .avegação em >ede Local. .este local( o usu?rio deve inserir o login e sen,a utili+ados como padrão para o acesso em redes a estaç2es +indows. Eutro m5dulo do "entro de "ontrole / espec$fico para o controle do serviço 6A<SA. Este m5dulo tamb/m encontra-se na seção Internet W >ede. Eutras formas de compartil,amento podem ser utili+adas( como =D7( +e' e 6"7( entretanto( para o usu?rio de desktops( .=6 e 6A<SA são as mais convenientes( por serem mais f?ceis de se controlar e configurar pelo ambiente P&E.

G.2.* – Re es se# Ci$s
A configuração dos dispositivos wireless( presentes geralmente em note'ooks( pode ser reali+ada tamb/m no "entro de "ontrole de P&E( pelo m5dulo >ede 6em =io. 7ara #ue o usu?rio possa ter mais informaç2es com relação a seus adaptadores wireless( alguns pacotes adicionais são sugeridos para instalação!

kwifimanager! um conjunto de ferramentas #ue permite ao usu?rio gerenciar

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LO

sua conexão de rede wireless atual%

kwirelessmonitor! uma pe#uena aplicação P&E #ue fica residente na bandeja

do sistema( monitorando a conexão sem fio. Exibe a #ualidade do sinal e a taxa de 'its( usando gr?ficos em barras ou em pi++a. *ma boa #uantidade de pacotes de suporte a adaptadores sem fio est? dispon$vel para instalação e pode ser visuali+ada pelo gerenciador Synaptic. A maior parte destes pacotes d? suporte a adaptadores )ntel( os mais comuns em note'ooks.

=)G*>A G;: - Janela principal de PAi=i<anager

G.: 8 Firewall
A necessidade de estar em contato com pessoas em diversos locais do mundo( de acessar ar#uivos e compartil,ar informaç2es com parceiros comerciais ou colegas de trabal,o e a crescente onda de serviços we' fa+em com #ue os usu?rios de desktop cada ve+ mais precisem estar conectados 3 Internet para reali+arem suas tarefas. &entre os problemas acarretados por esta necessidade( talve+ o maior seja o descon,ecimento #ue alguns usu?rios possuem sobre os riscos a #ue se sujeitam #uando seus computadores estão conectados 3 grande rede. *m dos mitos #ue pode iludir alguns usu?rios menos experientes em G.*8Linux / a#uele #ue cria uma falsa sensação de segurança( fa+endo com #ue o usu?rio acredite #ue para estar seguro( basta executar Linux em seu computador. Este tipo de informação pode acarretar s/rios danos aos usu?rios desatentos por#ue #ual#uer sistema mal configurado pode permitir invas2es por atacantes remotos( seja Linux ou #ual#uer outro. E sistema operacional Linux possui uma estrutura de segurança bastante eficiente

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9L;

contra v$rus. Existem scripts @c5digos interpretados pelo shellB maliciosos #ue podem causar s/rios danos ao sistema( mas somente se executados por usu?rios desatentos e com permiss2es de root. Dendo a preocupação com v$rus praticamente eliminada( os usu?rios de Linux precisam preocupar-se com outros tipos de ameaças! atacantes remotos #ue tentam invadir o sistema. Esta preocupação tamb/m se estende a usu?rios de outros sistemas operacionais( por/m( geralmente( os usu?rios de Linux são mais atentos com relação a estes detal,es. p ferramenta #ue auxilia na proteção do desktop contra os ata#ues de crackers( impedindo #ue os mesmos tomem o controle da m?#uina remotamente( d?-se o nome de firewall. A função b?sica do firewall / selecionar os pacotes de dados #ue devem entrar no computador ou sair dele. Linux possui um filtro de pacotes nativo @kernelB c,amado ipta'les. Esta ferramenta / rica em recursos( flex$vel e extens$vel. Apesar de necessitar de um con,ecimento um pouco avançado em redes por parte do usu?rio para #ue sejam criadas regras de filtragem realmente eficientes( ipta'les possui uma estrutura de comandos bastante l5gica e de f?cil compreensão. As regras podem ser passadas diretamente pelo shell( em comandos #ue dinamicamente adicionam ou retiram restriç2es ao tr?fego de rede. 7ara os usu?rios #ue não são administradores de redes( ou seja( são usu?rios de desktops( a #uem o presente trabal,o se destina( o mais interessante / #ue se possa interagir com ipta'les por meio de uma G*) @interface gr?ficaB( #ue facilita a escrita e modificação das regras. =eli+mente( diversas interfaces de interação com ipta'les estão dispon$veis em Linux( sendo &irestarter uma das #ue oferecem maior facilidade para o usu?rio.

G.:.1 – Firestarter
&irestarter / um firewall visual de c5digo aberto #ue tenta ser amig?vel ao usu?rio( manipulando de forma transparente as regras de filtragem de Ipta'les. E programa monitora em tempo real as conex2es de rede ativas( mostrando tentativas de invasão no momento em #ue acontecem e tamb/m exibindo a #uantidade de dados #ue passa pelas interfaces monitoradas. "om este software / poss$vel compartil,ar a Internet e controlar listas de permiss2es de acesso. E assistente executado na primeira ve+ #ue se abre o programa tenta detectar a conexão do usu?rio e pede para #ue o mesmo confirme as informaç2es. "omo trabal,a com pol$ticas( tra+ por padrão algo pr/-definido( mas / importante #ue o usu?rio leia sobre as regras de entrada e sa$da para #ue possa tornar o programa mais eficiente. Dodo tr?fego de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LQ

entrada #ue não / uma resposta a uma conexão estabelecida por um computador seguro / blo#ueada. 7ara a sa$da( existem duas possibilidades! ^negar tr?fego de sa$da #ue não / permitido_ e ^permitir tr?fego de sa$da #ue não / negado_. Apesar de parecer a mesma coisa( a primeira opção / restritiva( ou seja( cria uma lista de permiss2es #ue o usu?rio pode editar e nega a sa$da de todo o resto. A segunda opção / permissiva( ou seja( permite todo o tr?fego de sa$da( exceto o #ue estiver na lista de blo#ueios do usu?rio. Eutros bons softwares de gerenciamento de firewall estão dispon$veis em Linux( como Guard4og e &irewall ,uilder. Este 'ltimo( um programa muito completo #ue permite um controle minucioso do tr?fego de rede( mas #ue exige um n$vel de con,ecimento um pouco maior por parte do usu?rio para #ue possa ser bem configurado.

=)G*>A G;G - Janela principal de =irestarter

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9LH

1B – LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO E SCRIPTS
Em Linux( a programação de aplicativos / poss$vel mediante uma boa gama de ferramentas e linguagens dispon$veis. &entre a grande variedade de linguagens( estão "( "ll( !u'y( Python( 7C7( La+arus e Gambas. Al/m de todas j? citadas( / muito comum #ue os usu?rios de desktops Linux escrevam ou utili+em shell scripts( #ue são se#]-ncias de comandos gravadas em um ou mais ar#uivos e utili+am os comandos e programas do shell( provendo uma grande capacidade de execução de tarefas.

1B.1 – Ling"%ge# C
E kernel de Linux e muitas das suas aplicaç2es são escritos em "( motivo pelo #ual os usu?rios de Linux #ue são desenvolvedores geralmente con,ecem muito bem a linguagem. " / uma linguagem estruturada #ue permite uma programação bem organi+ada em funç2es e uma interação com o ,ardAare de forma mais precisa( o #ue a torna excelente para a programação de sistemas operacionais. A manipulação de ponteiros8endereços de mem5ria tamb/m / um dos pontos fortes de ". " / uma excelente linguagem de programação e deve ser aprendida por a#ueles usu?rios #ue desejam desenvolver ou estudar o kernel de Linux( bem como por a#ueles #ue desejam ter um mel,or controle sobre o hardware( desenvolvendo m5dulos para dispositivos e aplicativos em geral.

1B.* – G%#1%s
E Gambas / uma )&E de desenvolvimento baseado em um interpretador ,asic. mantido por Senoit <inisini( um franc-s #ue afirma #ue Gambas não tenta torna-se compat$vel com 5isual ,asic( mas / uma linguagem com objetos mais ao estilo Java( com

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9R:

ar#uivos representando classes( compilados e interpretados. 7ermite adicionar novas funcionalidades a um projeto( baseando-se em uma biblioteca existente ou criada pelo pr5prio usu?rio. Damb/m possui recursos para geração de pacotes de distribuição dos programas. Gambas aproveita conceitos de 5isual ,asic e de outras linguagens( tentando mel,orar as defici-ncias existentes. Algumas caracter$sticas #ue tornam Gambas diferente de 0S!
● ● ● ● ●

Gambas separa os c5digos de classes e formul?rios% Gambas usa pixels como medida padrão de tela% Gambas utili+a passagem de par1metros por valor como padrão% Em Gambas( as vari?veis precisam ser declaradas antes de serem utili+adas% "om Gambas / poss$vel aproveitar o poder do shell Linux ou de aplicaç2es de Em Gambas( / poss$vel criar janelas de formatos variados @diferentes de

lin,a de comando j? existentes( criando interfaces gr?ficas para elas%

ret1ngulosB( apenas ajustando a propriedade ME0Mask de uma janela( definindo ?reas transparentes.

=)G*>A G;9 - )&E de Gambas A filosofia *nix dita #ue os programas sejam escritos para fa+erem uma 'nica coisa e #ue façam isso muito bem. Damb/m di+ para #ue ,ajam recursos de modo texto( pois esta / uma interface universal. .este ponto( uma das vantagens do Gambas com relação ao 5isual ,asic / #ue o Gambas foi constru$do segundo a filosofia *nix( o #ue significa #ue o usu?rio pode aproveitar o poder do sistema operacional e de mil,ares de ferramentas em ve+ de

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9RG

escrever os c5digos. A t$tulo de exemplo( o usu?rio poderia construir uma interface gr?fica #ue unificasse as funcionalidades de #ueimadores de "&s( tocadores de ar#uivos <7I e gerenciadores de downloads( simplesmente utili+ando os recursos disponibili+ados por v?rios destes programas em Linux.

1B.- – ,ython
Python / uma linguagem interpretada e orientada a objetos #ue pode ser utili+ada para o desenvolvimento de aplicativos e como linguagem de script. Dem uma sintaxe simples e permite reusabilidade de c5digo e f?cil manutenção. Dodos os programa escritos em Python são compostos por objetos e relaç2es entre eles e cada objeto possui uma identidade e um tipo( #ue não podem ser mudados. E controle de blocos de Python / feito por indentação( diferente das outras linguagens( como " ou JA0A( por exemplo( onde um bloco / delimitado pelos caracteres u e v. E interpretador de Python possui recursos de liberação de mem5ria aprimorados #ue permitem liberar espaço #uando objetos j? não são mais necess?rios.

1B.2 – PTP
7C7 significa %ypertext Preprocessor @pr/-processador de ,ipertextoB e / uma poderosa linguagem de programação open source( mundialmente utili+ada como ferramenta de construção de we'sites e tamb/m no ambiente desktop( com a versão 7C7-GDP para construção de aplicaç2es diversas. 7C7 integra-se facilmente ao c5digo CD<L e / usado para se criar p?ginas we' din1micas. Apesar de não ser uma exclusividade dos utili+adores Linux( 7C7 / muito mel,or integrada com o ambiente( provendo mecanismos para c,amadas diretas a comandos do sistema operacional no servidor we' @na maioria dos casos( Apac,e e Apac,e9B. 7C7 permite a utili+ação de diversos bancos de dados( como <T6FL e 7ostgre6FL( al/m de Eracle. 7or ser uma linguagem livre e contar com desenvolvedores no mundo todo( / uma tarefa simples encontrar classes escritas em 7C7 #ue facilitem a conexão com bancos de dados de diversos tipos. A versão R de 7C7 / poderosa o bastante para reali+ar trabal,os com sess2es para controle de acesso no ambiente we'( manipulação de imagens( integração com N<L( e at/ mesmo envio de e#mails @desde #ue se ten,a um servidor de e#mails devidamente

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9R9

configuradoB. E 7C7-GDP / uma ligação entre a linguagem 7C7 e a biblioteca GDP( o #ue significa #ue 7C7-GDP / o pr5prio 7C7 com mais recursos. E 7C7-GDP / a primeira extensão de 7C7 #ue permite escrever aplicaç2es do lado do cliente @client#sideB com interface gr?fica. Esta união gera uma ferramenta independente de plataforma #ue roda tanto em ambientes Linux #uanto +indows. "om 7C7-GDP( / poss$vel criar aplicaç2es #ue comuni#uem-se com servidores @banco de dados( ar#uivos( entre outrosB( mas #ue tamb/m ten,am acesso aos recursos da m?#uina onde estejam sendo executadas @executar aplicaç2es( escrever ar#uivos e acessar dispositivos locaisB. 7ara #ue isto aconteça( o 7C7-GDP precisa ser instalado em cada m?#uina #ue executar? uma aplicação deste tipo.

11 – S(FT$-R# LIHRE NAS EMPRESAS
"om o esforço conjunto de desenvolvedores volunt?rios ao redor do mundo( tanto o sistema Linux como os softwares livres em geral( gan,aram maior confiabilidade e facilidade de uso( tendo força para competir por um importante espaço nas empresas! os desktops.

11.1 – C%i!% E)$nR#i)% Fe er%&
Em Eutubro de 9::I( o governo federal instituiu uma comissão para a instalação de software livre em 5rgãos p'blicos. &entre as pretens2es do projeto( estão! otimi+ar e aumentar investimentos em tecnologia( garantir o compartil,amento de sistemas sem infringir leis( capacitar e formar servidores p'blicos especiali+ados em software livre e formular uma pol$tica nacional para adoção destes softwares. A "E= @"aixa EconZmica =ederalB( com o incentivo governamental( vem implementando internamente o produto SrEffice e uma pol$tica de se ter opç2es aos softwares propriet?rios. Em mat/ria publicada na revista de circulação interna Gente da "aixa( 7aulo <aia( gerente nacional de projetos de tecnologia da informação da "E=( afirma #ue não / pretensão abandonar de ve+ o uso de software propriet?rio( mas oferecer uma alternativa( tendo em mente #ue disponibili+ar esse sistema / #uebrar paradigmas pol$ticos( culturais e tecnol5gicos. Assim( os empregados estão sendo treinados e preparados para a adesão. E projeto da "E= c,ama-se 7rograma "aixa Livre e não visa somente o alin,amento com as estrat/gias do governo federal( mas tamb/m a redução do custo de licenças do sistema de todos os computadores da instituição. 7aulo <aia di+ #ue com o software livre( a "aixa deixa de contratar GIL mil licenças de uso propriet?rias. &entre as muitas aplicaç2es do projeto( merece desta#ue a proposta de estaç2es de loteria em software livre( pioneira no mundo( j? #ue os sistemas lot/ricos estão integrados em um mesmo terminal baseado em software livre( gerando uma economia de cerca de >\ G:.:::.:::(:: com o corte de custos de licenças de sistema operacional propriet?rio.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9RL

11.* – Me/rR e S($ P%"&$
0isando redu+ir custos e controlar as despesas( a "ompan,ia do <etropolitano de 6ão 7aulo @<etrZB( em meados de GHH;( iniciou a busca por soluç2es livres. E <etrZ iniciou o uso de correio eletrZnico livre( abandonando o /ffice 5ision( at/ então no mainframe. A escol,a por software livre foi uma #uestão de custo( por#ue depois de an?lises feitas com softwares similares como (otus Notes e Microsoft Exchange( verificou-se o alto custo destas su$tes de e# mail. Em GHHH( o <etrZ estava em crise financeira e estava negociando com a Microsoft para licenciamento da su$te /ffice( de forma #ue fosse economicamente vi?vel e regulari+asse as licenças em uso. Es custos aproximados de >\ Q::.:::(:: ao ano fi+eram com #ue a empresa adotasse o Star/ffice( at/ então pertencente 3 Star 4ivision da Aleman,a @comprada posteriormente pela Sun MicrosystemsB. Algum tempo depois( a Sun Microsystems disponibili+ou a versão /pen/ffice gratuitamente. E projeto foi bem aceito no Srasil e o <etrZ mant/m parceria estreita com a comunidade /pen/ffice0org( sendo respons?vel pelos testes em todas as novas vers2es do software( al/m de ter em sua e#uipe membros coordenadores do projeto /pen/ffice0org0'r. Eutros projetos como o <icro Livre( servidores Linux e solução de banco de dados livre fa+em com #ue o <etrZ seja uma boa refer-ncia de aplicação de software livre nas empresas.

11.- – O"/r$s )%s$s e #igr%'($ 0%r% Lin"!
Al/m da iniciativa privada( organi+aç2es não governamentais( governos( universidades e muitos outros tipos de entidades migraram e continuam o processo de migração para desktops Linux. As distribuiç2es utili+adas são diversas e a lista de projetos de migração completados e em andamento / muito extensa. Alguns exemplos #ue podem ser citados são as redes de ,ipermercados "arrefour e 7ão de Aç'car% as =orças Armadas Srasileiras! em processo de migração desde 9::R( prev9L::: desktops% a cidade de <uni#ue! com cerca GL::: desktops em 9::O @projeto Li<*NB% cidade de 0iena! projeto de migração desde 9::R( tendo LQ:: dos GO::: 7"s com Linux no mesmo ano% escolas da prov$ncia de Sol+ano( )t?lia! mais de O::: estudantes e I::: desktops6 exemplo #ue se estende at/ o momento desta escrita( com diversas outras cidades italianas% 7rojeto c,in-s Alaco! mais de R:::: desktops em 9::O. <uitas outras entidades no mundo todo continuam adotando Linux como sistema

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operacional de seus desktops. *ma lista detal,ada de usu?rios de &ebian G.*8Linux pode ser encontrada na *>L do projeto! ,ttp!88AAA.debian.org8users.

A computação pessoal e o sistema operacional Linux - 9RO

O=SERHAÇMES FINAIS DO AUTOR
E sistema operacional Linux( mais precisamente sob a distribuição do projeto &ebian( mostra-se completamente satisfat5rio para um ambiente desktop. 6ua estabilidade( performance e segurança( aliadas ao excelente conjunto adaptado de ferramentas da &ree Software &oundation6 são capa+es de impressionar at/ mesmo usu?rios mais experientes de sistemas operacionais propriet?rios. E sistema de gerenciamento de pacotes oferecido por &ebian G.*8Linux soluciona muito bem uma das maiores dificuldades dos usu?rios novatos na plataforma! a instalação( remoção e atuali+ação de programas( ao mesmo tempo #ue poupa tempo dos usu?rios mais adaptados de &ebian. E projeto P&E( fornecedor de um dos ambientes gr?ficos mais completos para Linux( mostrou-se muito bem integrado ao sistema operacional e tamb/m provou ser um 5timo ambiente para utili+ação de ferramentas livres. Pon#ueror( o seu gerenciador de ar#uivos e navegador we' padrão( disp2e de funcionalidades muito interessantes( integrando-se com visuali+adores de imagens e v$deos( funcionando como codificador de faixas de ?udio de "&s e como um navegador leve e poderoso. <uitas das ferramentas escol,idas nesta monografia são nativas do ambiente P&E( #ue vem contribuindo de forma importante e significativa na populari+ação do sistema Linux na computação pessoal. =erramentas para trabal,o com imagens como E G)<7 e Inkscape6 suprem muito bem as necessidades de usu?rios de Adobe Photoshop e &ireworks e de forma b?sica dos usu?rios de Corel4raw. &evido a caracter$sticas de desenvolvimento das ferramentas livres( como velocidade de evolução e implementação de recursos( / poss$vel #ue( em pouco tempo( Inkscape possa competir igualmente com Corel4raw( considerando-se #ue Inkscape ainda / uma ferramenta bastante nova e amadurece rapidamente com o compartil,amento de con,ecimento entre usu?rios e desenvolvedores. .o campo da multim$dia( o sistema comporta-se muito satisfatoriamente( superando as expectativas ao oferecer( em alguns casos( ferramentas de #ualidade superior 3#uelas encontradas para a popular plataforma Microsoft +indows.

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A su$te de escrit5rio /pen/ffice0org demonstra um est?gio bastante avançado e maduro de desenvolvimento( sendo( al/m de exibida no presente trabal,o( citada em casos de sucesso do <etrZ de 6ão 7aulo e "aixa EconZmica =ederal. E suporte a hardware camin,a bem( entretanto( ainda existem muitos componentes f$sicos exclusivamente voltados ao sistema +indows( sem #ue ,aja disponibilidade de drivers por parte dos fabricantes para Linux( atrasando um pouco o suporte dos mesmos na plataforma. Es mecanismos de detecção de hardware de Linux mostram-se bastante eficientes( sendo #ue nen,um ou poucos ajustes são necess?rios para o correto funcionamento de um novo componente. &iante dos resultados positivos obtidos com a instalação do ambiente desktop Linux( pode-se afirmar #ue a maturidade do sistema operacional @tanto com relação ao kernel #uanto com relação 3s ferramentas gr?ficas #ue o completamB( prov- uma solução gratuita de alto n$vel de #ualidade( nos termos de usabilidade( bele+a e ri#ue+a de recursos. A gratuidade das ferramentas auxilia muito na redução do preço final de um e#uipamento( podendo este ser ad#uirido mais facilmente por cidadãos( empresas e instituiç2es de ensino no Srasil e no mundo. A adoção do Linux nos desktops torna-se simplesmente uma #uestão de adaptação dos usu?rios de sistemas propriet?rios( fa+endo com #ue os mesmos con,eçam os recursos e#uivalentes na nova plataforma. 7or/m( / necess?rio tamb/m #ue os vendedores de computadores pessoais com Linux pr/-instalado( ofereçam uma distribuição confi?vel e madura( como &ebian G.*8Linux( para #ue os usu?rios não ten,am frustraç2es( forçando-se a optar pela pirataria de software. Damb/m torna-se necess?ria a reciclagem das assist-ncias t/cnicas de muitas cidades do Srasil( #ue oferecem suporte b?sico aos produtos propriet?rios e demonstram pouco interesse em oferecer o suporte necess?rio ao software livre( seja por motivo de limitação t/cnica( descon,ecimento ou comercial. "om um esforço conjunto entre desenvolvedores( governos e organi+aç2es( Linux pode ser adotado não como uma alternativa( mas sim como um padrão da computação pessoal( pela sua organi+ação( #ualidade e efici-ncia. Agora #ue este material foi 'til a voc-( distribua gratuitamente ao amigos e procure aprofundar-se mais no assunto( ten,o certe+a #ue voc- se fascinar? cada ve+ mais com o Linux( assim como eu. 6e não concorda com alguma coisa escrita a#ui( aguardo atentamente suas d'vidas ou sugest2es no endereço linuxnodesktop4gmail.com( terei pra+er em responder. "olabore ativamente com a mel,oria deste conte'do e seu nome certamente ser? lembrado nas vers2es posteriores. Soa sorte( obrigado por ler e conte sempre com a comunidade do Software Livre.

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