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ALEPE Câmara

João Carlos/ Maria Sandra
Ficha 01: História de PE

Histórico da Capitania de Pernambuco
Vincent Yanes Pinzón, para Pereira da Costa, foi o primeiro navegador a chegar a PE, antes mesmo de
“achamento” do Brasil por navegadores portugueses. O território que constituiu a primeira Capitania de
Pernambuco foi estabelecido quando da doação feita por D. João III a Duarte da Costa Pereira, em 10
de março de 1534. Capitania Duartina abrangia todo o atual do Estado das Alagoas e terminavam ao
Sul, no Rio S. Francisco, fazendo fronteira com o atual Estado das Minas Gerais. Maior área territorial
distribuída por D. João III.

Capitania de Pernambuco – Século XVI
Duarte Coelho – Chega à Feitoria de Pernambuco em nove de março de 1535, acompanhado de sua
mulher, Brites de Albuquerque, do seu cunhado Jerônimo de Albuquerque, e de algumas famílias do
norte de Portugal. Coube a ele a implantação, de forma sistemática, das bases da agroindústria
açucareira, novas técnicas de fabrico de açúcar e de mestres especializados da ilha da Madeira e,
sobretudo, da importação de capital judeu para o financiamento do empreendimento.
Com os seus engenhos espalhados pelas várzeas dos rios Capibaribe, Beberibe, Jaboatão e Uma, a
Capitania Duartina viu florescer a Civilização do Açúcar, fonte de riqueza responsável pela construção de
todo um patrimônio artístico e cultural ainda hoje presentes.
Foi o açúcar o grande impulsionador econômico; em 1583, era produzido em 66 engenhos, com o porto
mais frequentado da colônia.

Economia canavieira
As fronteiras da capitania abrangiam todo o atual Estado de Alagoas e terminavam ao Sul, no rio São
Francisco, fazendo fronteira com o atual Estado de Minas Gerais. Graças à posse deste importante rio,
em toda sua extensão e largura, Pernambuco crescia na orientação Sudoeste, ultrapassando em largura
em muito as 60 léguas estabelecidas na carta de doação. Na observação de Francisco Adolfo de
Varnhagen possuía a capitania 12 mil léguas quadradas, constituindo-se na maior área territorial entre
todas que o rei distribuiu.
Ao receber a doação, Duarte Coelho Pereira partiu para o Brasil com a esposa, filhos e muitos parentes.
Ao chegar ao seu lote, fixou-se numa bela colina, construindo uma fortificação (o Castelo de Duarte
Pereira), uma capela e moradias para si e para os colonos: seria o embrião de Olinda, constituída vila
em 1537. Pioneiros na terra foi o seu próprio engenho, o do Salvador, e o do seu cunhado, o de
Beberibe.
Tudo estava por fazer e o donatário organizou o tombamento de terras, a distribuição de justiça, o
registro civil, a defesa contra os índios Caetés e Tabajaras. Ao falecer, em Lisboa, em 1554, legou aos
filhos uma capitania florescente. O seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque, em correspondência com a

Ordens na capitania: Jesuítas (1551). Importante Economia Açucareira A produção de açúcar sempre desempenhou um papel de destaque na economia de Pernambuco. o Colégio dos Jesuítas. sem contar os que viviam nos engenhos. Em 1710. Essa riqueza. Recife. Em Olinda.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE Coroa. segundo a Carta de Foral passada a 12 de março de 1537. A Guerra dos Mascates ocorreu de 1710 a 1712. não aceitam a emancipação do Recife. na América Portuguesa. Carmelitas (1588) e Beneditinos (1592). Nela era recitado o ofício divino e a missa solene. chamados de forma pejorativa de mascates. Por sua vez. Trabalho compulsório Administração Colonial Colonizar é ocupar economicamente uma terra. O pequeno porto de Olinda era pouco significativo. Felix José de Mendonça. Franciscanos (1585). tendo entregado a eles a Ermida de Nossa Senhora das Graças. sendo causa da segunda das Invasões holandesas do Brasil. Recife foi atacada por tropas de proprietários rurais. invadindo Olinda em 1711. fonte de desigualdade de renda entre ricos e pobres. Os mascates contra-atacaram. os principais conventos e o pequeno cais do Varadouro.como o que existiu entre os senhores de terra e de engenho pernambucanos de Olinda e os comerciantes portugueses do Recife. É tomar essa terra capaz de produzir riquezas que favoreçam a metrópole. fez de Pernambuco palco de diversos conflitos . somada à grande concentração de terras. A burguesia mercantil recebeu o apoio da metrópole. fugiu. veio a ser o porto principal da capitania. Vida religiosa A vida religiosa da capitania tinha como centro a matriz do Salvador do Mundo. O governador nomeado. se instalaram as autoridades civis e eclesiásticas. Os donos de engenhos. cerca de 700 famílias ali residiam. em 1551. sede administrativa da capitania. e o Recife manteve sua autonomia. o que agravaria sua situação com os portugueses. povoado chamado pelo primeiro donatário de "Arrecife dos navios". A educação da juventude era através da catequese. depois da Sé da Bahia. Sebastião de Castro Caldas Barbosa. segunda igreja em importância no século XVI. Em fins do século XVI. na mais alta elevação da vila de Olinda. sem profundidade para receber as grandes embarcações que cruzavam o Oceano Atlântico. em dívida com os comerciantes devido à queda do preço internacional do açúcar. e a atuação de tropas mandadas da Bahia pôs fim à guerra. A nomeação de um novo governador. . pedia autorização para importar escravos africanos. que abrigavam de 20 a 30 moradores livres.

João Cabral de Melo Neto Após o seu descobrimento por Vicente Yáñez Pinzón. naquele janeiro de 1500. Olinda era habitada por inúmeros moradores. formados do mesmo período com o recuo do oceano. por isso. e dentro delas há infinitos engenhos de fazer açúcares. por causa da produção em PE. Após vagar pela costa em busca de um lugar seguro dos ataques dos índios e corsários. bons edifícios e igrejas. que se assemelhava a uma Lisboa pequena. Capibaribe. chamado do mesmo nome". de uma delas se forma o cabo tão conhecido no mundo por de Santo Agostinho. ao sul . e a outra se chama de Jesus. muitas aves de volataria e outras domésticas. até o sopé de das colinas de Olinda. durante cerca de cinco milhões de anos. de uma delas se forma o cabo tão conhecido no mundo. "formavam ilhas e coroas. consagrada depois pelo nome de Olinda. o primeiro donatário fixou a sede da capitania na Vila de Marim. porcos. por nela estar situado um formoso templo dos padres da Companhia. ovelhas. Porto movimentado. Tejipió. chamado do mesmo nome. e a vir. a única alternativa para dar início à colonização era entregar imensos lotes de terras para que outros administrassem e financiassem desde que pagassem tributos ao Estado português. sendo assim descrita por Ambrósio Fernandes Brandão em Diálogos das grandezas do Brasil (16l8). Os arrecifes de arenito. cabras. De sua torre podia ele vislumbrar toda a planície flúvio-marinha. trazidas pelas enxurradas dos deltas dos rios Beberibe. lançando braços em muitas direções". que se estendia da ponta rochosa do ponto de chegada de Vicente Yáñez Pinzón rebatizado pelos portugueses por Cabo de Santo Agostinho. despertando a cobiça de corsários e piratas. tornara-se a barreira natural que veio a facilitar o trabalho dos rios tributários da antiga baía. tudo em tanta cópia que causa maravilha a quem o contempla e com curiosidade o nota. os rios. As terras de aluvião. que toma princípio de onde parte com a Ilha de Itamaracá até o Rio São Francisco. diversos gêneros de frutas. criações sem conto de gado vacum. algum dia. o que só vem acontecer. Porque aquela que então confessa “a terra de mais luz da Terra” Ele talvez nessa luz tanta tenha pressentido a arma-branca com que tudo se expressaria a gente que lá. Está esta vila situada em uma enseada. Pernambuco continuou nos primeiros anos do século XVI como uma feitoria do Rei de Portugal. Foi assim que o Brasil foi dividido em imensos lotes de terra denominados capitanias hereditárias. Jaboatão e Pirapama. Foi esta a primeira paisagem vislumbrada pelo homem. e a outra se chama a Ponta de Jesus.1 O Arrecife dos Navios Ele o primeiro a vê-lo. não deixou lá quando nem ondes: só anos depois se confessou. na observação de Tadeu Rocha. Leitura Complementar . sem uma diretriz para o seu povoamento e desenvolvimento.. por entre os quais passaram a divagar. muitas mercadorias.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE Portugal estava empobrecido devido à perda do comércio com o Oriente. descritos pelo poeta Bento Teixeira (1601) como "cinta de pedra inculta e viva". muitas lavouras de mantimentos de toda sorte. vieram a formar esta planície quaternária erguida entre as colinas terciárias e os arrecifes que detêm a fúria do mar. enquanto que o manguezal facilitava a sedimentação e a fixação dos aluviões. O açúcar passa de gênero de alto luxo a produto acessível às classes de menor poder aquisitivo no final do século XVI.quando o personagem Brandônio diz a Alviano que Olinda se localiza "em uma enseada. anteriormente ocupada pela baía do Recife. da qual saem duas pontas ao mar. que chegou a Pernambuco no início do século XVI da nossa era. (na barra do Suape) ao Brasil. A um só tempo em que o mar construía suas praias e restingas. da qual saem duas pontas ao mar. quando da chegada da comitiva do donatário Duarte Coelho Pereira que aqui implanta as bases da Civilização Duartina. ao norte. por de Santo Agostinho. Contém em si toda a Capitania 50 léguas de costa. trinta e cinco anos depois. por nela estar situado um famoso templo dos padres da Companhia. A paisagem não surpreenderia o navegador português por suas belezas naturais: Em Roteiro de todos os .

chegando outras aos nossos dias como as do Recife. que comandava uma das embarcações da frota de seis navios da expedição. Em 16 de janeiro de 1505. a ilha esteve ocupada pelos holandeses. que abrigou um alojamento para reclusos de mau comportamento. tanto através de relatos escritos como na forma iconográfica. soldadas ao continente algumas ilhas fluviais formadas pelos deltas dos rios. de onde surgiram as primeiras modificações. comandada por Gonçalo Coelho. missionários e aventureiros e foram. a partir dos registros documentais existentes do navegador e escritor Florentino Américo Vespúcio. além de expulsarem os franceses. o arquipélago foi abordado por navegadores. de Thomas Coque. mediante uma quantia em dinheiro para construção de uma penitenciária agrícola modelo. como primeira Capitania Hereditária do Brasil. que ampliaram as fortificações. que afundou próximo ao arquipélago. Algumas delas permaneceram isoladas. Em 1505/1506. pela mão dos artistas da época.. A paisagem continuou a sofrer transmudações em épocas mais recentes. Em 1938. e a da Quixaba. onde a brancura da areia se confunde com o brilho excessivo do sol. do Leite. É desta época. Luiz Teixeira registra o Cabo de Santo Agostinho a oito graus e meio. do Maruim. pois seu donatário nunca se interessou por ela. cronistas. Leonardo Dantas Julho de 2003 Silva – Especial para o Diário de Pernambuco Leitura Complementar . solicitou ao interventor de Pernambuco. até recentemente. a ilha ficou novamente abandonada. os viajantes estrangeiros que registraram a vida e a beleza da ilha nesse período. Olegário Marcondes Considera-se como data oficial do descobrimento de Fernando de Noronha o dia 10 de agosto de 1503. das quais. Agamenon Magalhães. cujos contornos estão registrados nos mapas da atualidade. como as do Retiro. através da Capitania de Pernambuco. De 1635 a 1654. hoje. Depois que foram expulsos. aqui e ali abrandado pelas sombras dos coqueiros. Em 1737. o Governo Federal. a criação de animais e construções. sem dúvida. como sendo "terra baixa e tem muito arvoredo junto ao mar e parecendo alguns campos sem árvores". utilizando-a como presídio. na época. mas a ilha permaneceu em total abandono.2 Fernando de Noronha "a ilha é encantada. como os experimentos agrícolas. os portugueses. do Nogueira. o início da Colônia Correcional para presos comuns. as vilas de Nossa Senhora dos Remédios. um pequeno e verdejante oásis balouçando sobre as ondas do mar profundo. de Joaneiro. na Ilha de Itamaracá e de uma ponte ligando-a ao Continente. Os holandeses a fortificaram.. diante da necessidade de um local para recolher os presos políticos das intentonas de 1935 e 1937. devido à distância e às dificuldades de comunicação. Vespúcio descreve a ilhas e relata o acidente ocorrido com Nau-capitânia. onde hoje é a fortaleza dos Remédios. fidalgo financiador da expedição que a descobrira. ergueram fortificações. Manoel doa a ilha a Fernan de Loronha. através de inúmeros aterros. que durou até 1938. o presídio de Fernando de Noronha era um peso para o Governo de Pernambuco. de Santo Antônio. emoldurada de lindas e sinuosas praias. a cessão da ilha que servia de presídio do Estado de Pernambuco. e só em 1736 caiu nas mãos dos franceses. . Fernando de Noronha é para ser vivida e não descrita". só existem ruínas. El Rei D. quando pela mão do homem foram. De 1505 a 1630. da Boa Vista.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE sinais (c 1582/85). de Joana Bezerra. Foram eles que ergueram um pequeno reduto. do Pina. com dois presídios. Ressalte-se que.

instalada para construir o novo aeroporto. grandes investimentos de capital e a maioria da mão de obra. o arquipélago ficou sob o comando dos militares. Os engenhos multiplicaram-se rapidamente pela costa brasileira. No topo da sociedade açucareira estavam os senhores de engenho. de 9 de janeiro de 1942. então. como as vilas hierarquizadas. por gerar elevados lucros comandava a economia colonial. escravista e exportador. em seguida. uma base avançada de guerra. colocando-se como fornecedor de bens materiais e prestador de ampla assistência. como Gregório Bezerra. devido à ameaça da Segunda Guerra. Inaugurava-se. a base econômica da colonização portuguesa no Brasil. já que os senhores também eram obedecidos e temidos como chefes incontestáveis. dominando as câmaras municipais e quase toda a vida colonial. um padrão de exploração agrícola denominado plantation. década de 30. assim. de ascendência lusitana. permanecendo nesta condição até 1942. De 1942 a 1988. em geral. ou seja. as casas variavam de tamanho de acordo com a patente do militar. teve praticamente sob seu comando toda a vida da população civil. Miguel Arraes.102. Estes eram fazendeiros que não possuíam as instalações de fabricação do açúcar e eram obrigados a moer a cana no engenho próximo. o regime militar.o senhor de engenho -. O responsável pela produção -. À produção canavieira destinavam-se as melhores terras. mas geralmente apresentavam um caráter complementar e secundário.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE No Estado Novo. o arquipélago foi novamente anexado ao Estado de Pernambuco.. proprietários das unidades agroexportadoras. As mulheres administravam as casas. onde mais de três mil homens do Destacamento Misto moraram. em razão de sua localização estratégica no Atlântico. e controlavam o trabalho dos escravos domésticos. pagando. com metade do açúcar obtido. assentava-se a agricultura brasileira no início da colonização de nosso território. durante o período de dominação na ilha. Nesse período. Sobre em latifúndio monocultor. ao lado de uma companhia americana. Efetivamente. Agildo Barata Ribeiro. . Era uma sociedade patriarcal. Noronha tornase. onde deveriam permanecer recolhidas. Sociedade açucareira Martin Afonso de Souza trouxe as primeiras mudas de cana-de-açúcar da ilha da Madeira e instalou o primeiro engenho da colônia em São Vicente. Outras lavouras desenvolveram-se na colônia. Refletia-se também no âmbito privado. chegando a 400 em 1610. Pela Constituição de 1988. A produção do açúcar voltava-se exclusivamente para a exportação e. no ano de 1533. tornou-se presídio político. surgindo várias modificações no espaço urbano. que possuíam algum capital e haviam recebido as terras como recompensa por serviços prestados à Coroa. o que lhes garantia prestígio social e influência política. O poder dessa aristocracia expandia-se pelas vilas. os senhores obrigados ou lavradores de cana. Uns e outros eram geralmente homens brancos. podem-se citar alguns presos políticos importantes para a história do Brasil. quando então é declarado Território Federal pelo Decreto-Lei nº 4.usufruía de enorme prestígio social.

em substituição ao mel. sob vigilância de um feitor e constantes castigos físicos. causou na Europa do século XVI uma revolução comportamental e comercial uma vez que o produto era usado anteriormente apenas como remédio. comerciantes e artesãos. mas era muito pouco provável: devido à concentração de terras. os escravos formavam a base econômica da sociedade e eram responsáveis por quase todo o trabalho executado na colônia. como grande produtor de açúcar. fosse trabalhando de sol a sol nas lavouras e na produção de açúcar. padres. no mercado europeu. As pessoas livres. capatazes. como feitores.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE A mobilidade social não era explicitamente vedada. renda e escravos eram praticamente impossíveis que um branco livre e pobre chegasse à condição de senhor de engenho. fosse realizando serviços domésticos na casa-grande. Considerados simples mercadorias. dedicavam-se a atividades complementares no engenho e nos poucos núcleos urbanos dessa época. Importante A utilização do açúcar como adoçante. Esse Fato destacou o Brasil. . militares.

E) O estabelecimento de contratos de arrendamento da exploração do pau-brasil entre o rei e comerciantes portugueses. Sobre este período são corretas as afirmações abaixo. as atividades portuguesas no Brasil se caracterizaram principalmente por: A) Estabelecimento de um sistema de produção agroexportador. B) Extração de especiarias. D) O compromisso de as ordens religiosas defenderem os interesses da Coroa portuguesa. C) A devastação dos recursos naturais e a consequente eliminação das populações nativas que ocupavam as áreas de ocorrência do pau-brasil. A denominação de “Costa do Pau-Brasil”. A) Favorecer a nobreza portuguesa. teve por finalidade principal. Com exceção de uma: A) O estabelecimento do escambo entre nativos e portugueses. 03. 05. demonstra a importância que a exploração dessa madeira tintorial desempenhou durante o chamado Período Pré-Colonizador. D) Nunca rendeu a Portugal o que a metrópole desejava. E) Iniciou-se no Sul criando uma sociedade baseada em duas classes. A colonização do Brasil se fez sob forte impulso da economia europeia. o Foral constituía-se em um documento que estabelecia: A) O número mínimo de escravos negros necessários para a instalação de um engenho de açúcar. B) Veio retardar o desenvolvimento da economia portuguesa interessada exclusivamente no comércio proveniente das feitorias asiáticas. garantindo-lhes o monopólio. então em ritmo acelerado de expansão. E) Entrega da colonização à iniciativa particular. uma vez descoberto o . logo abandonado pela mineração aurífera descoberta no sertão centro-sul do Brasil. Sob esse prisma. 04. B) A obrigatoriedade de os bandeirantes oferecerem índios cativos para o trabalho de mineração. E) O princípio do “utipossidetis”. limitando o crescimento da burguesia. O sistema de Capitanias Hereditárias. o qual consagrou a superfície aproximada do Brasil atual. D) Realização de expedições para o conhecimento do litoral e combate ao contrabando. os quais atuavam como administradores reais. D) O papel secundário da nova colônia no conjunto do circuito mercantil controlado pelos portugueses. C) Foi um momento inicial da exploração colonial. por ter sido o litoral brasileiro invadido por holandeses durante grande parte do período colonial. através da divisão do território em capitanias. dada ao trecho do litoral brasileiro compreendido entre o Cabo de São Roque e Cabo Frio. B) A ocupação esparsa do litoral brasileiro. C) Os direitos e os deveres dos donatários. No período colonial. 02. restrita à construção de feitorias. Nas primeiras décadas posteriores ao descobrimento. possibilitando a presença de contrabandistas estrangeiros. estabelecido no Brasil por D. João III. C) Instalação de um aparelho burocrático destinado a organizar a administração da colônia. que passou a colocar o produto brasileiro em larga escala nos mercados europeus. a economia açucareira: A) Permitiu o início da ocupação efetiva do Brasil e gerou lucros para a metrópole. a utilização do trabalho indígena nas tarefas de corte e transporte do pau-brasil. até a de 1530.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE Exercícios Complementares 01.

C) Incentivar o desenvolvimento da lavoura algodoeira. D) Utilizar a costa brasileira como entreposto e centro de abastecimento das expedições que se encaminhavam à África em busca de especarias. em virtude dos altos preços do produto no mercado europeu.ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE caminho das Índias. E) Povoar a faixa litorânea e o interior do território. podendo assim desenvolver povoados além da linha de Tordesilhas. B) Povoar o litoral em toda a sua extensão. utilizando a iniciativa privada. . para assegurar a posse do território brasileiro contra estrangeiros.

ALEPE Câmara João Carlos/ Maria Sandra Ficha 01: História de PE GABARITO: 1. 3. 4. 2. 5. D D C A B .

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