Universidade do Algarve Escola Superior de Tecnologia Curso de Engenharia Mecânica Física III 2008/2009

- Trabalho Laboratorial nº 1

Trabalho realizado por:
Bruno Damião Nº 30387 Carlos Gouveia Nº 31740

Henrique Sousa Nº 28602 Zé Barros Nº 34430 Índice
Introdução……………………………………………………………… ………………….pág. 3 Conceitos Teóricos………………………………………………………………… ……pág. 4 Lista de Equipamentos…………….. …………………………………………….pág. 23 Procedimento Experimental………………………………………………………..p ág. 26 Conclusão……………………………………………………………… …………………….pág. 37

Introdução
Esta experiência foi realizada, servindo como mais uma ferramenta de avaliação para o docente da disciplina, e também permitiu aos alunos uma aprendizagem experimental dos tópicos teóricos aprendidos nas aulas, ajudando a uma melhor compreensão e confirmação da veracidade da matéria aprendida. Na realização deste trabalho era pré-requisito ter em posse o conhecimento de vários tópicos teóricos, nomeadamente e principalmente a Associação de Resistências em série e em paralelo, as Leis de Kirchhoff, a Lei de Ohm, Teorema de Thévenin, Teorema de Norton, existindo ainda outras também importantes. A Experiencia foi realizada com a supervisão e acompanhamento de um docente, os materiais requeriam cuidado na sua utilização (estes vão ser enunciados mais adiante).

Conceitos Teóricos
Carga eléctrica Qualquer tipo de matéria é formado por átomos. Os átomos não são as menores partículas da matéria: eles próprios se compõem de partículas ainda menores, chamadas partículas subatómicas. No centro de todo átomo existe um conjunto formado por dois tipos de partículas: os protões e os neutrões. Esse conjunto de partículas é o núcleo do átomo. À volta deste núcleo, como se fossem satélites, giram os electrões, partículas em movimento permanente. As trajectórias desses electrões organizam-se em camadas sucessivas chamadas órbitas electrónicas. Os protões do núcleo e os electrões das órbitas atraem-se entre si. A esta força de atracção recíproca chamamos de força eléctrica. É a força eléctrica que mantém os electrões girando à volta dos protões do núcleo. Sem ela, os electrões perderiam-se no espaço e os átomos não existiriam. Os electrões, entretanto, repelem outros electrões e os protões repelem outros protões. Dizemos, por isto, que as partículas com carga igual repelem-se e as partículas com carga oposta atraem-se. Convencionou-se chamar a carga dos protões de positiva (+) e as cargas dos electrões de

negativa (-). Normalmente, cada átomo é electricamente neutro, em outras palavras, tem quantidades iguais de carga negativa e positiva, ou seja, há tantos protões no seu núcleo, quantos electrões ao seu redor, no exterior. Os protões estão fortemente ligados ao núcleo dos átomos. Somente os electrões podem ser transferidos de um corpo para outro. Podemos dizer que um corpo está electrizado quando possui excesso ou falta de electrões. Se há excesso de electrões, o corpo está electrizado negativamente; se há falta de electrões, o corpo está electrizado positivamente. A quantidade de electrões em falta ou em excesso caracteriza a carga eléctrica Q do corpo, podendo ser positiva no primeiro caso e negativa no segundo.

Bons e maus condutores de electricidade Os metais são bons condutores porque os electrões que se encontram mais afastados do núcleo atómico têm grande mobilidade (estes electrões podem movimentam-se

desordenadamente no interior dos metais (electrões livres), mas ao fechar-se um circuito eléctrico, estes organizam-se de imediato num movimento ordenado, formando a corrente eléctrica. • Bons condutores de electricidade Os materiais bons condutores são aqueles que se deixam atravessar pela corrente eléctrica. O melhor exemplo desses materiais é os metais (Cobre, ferro, alumínio, ouro, prata, etc.).

Na figura temos um cabo de cobre (bom condutor)

• Maus condutores de electricidade Os materiais maus condutores ou isolantes são aqueles que quase não se deixam atravessar pela corrente eléctrica e que, portanto, dificilmente a conduzem. A borracha, a madeira, vidro, o plástico são alguns exemplos de maus condutores.

Tábua de madeira (mau condutor) Campo Eléctrico Um campo eléctrico é uma região do espaço onde se manifesta a acção das cargas eléctricas. Esta acção verifica-se à distância, sem contacto entre as cargas. Uma carga eléctrica que se encontre num campo eléctrico fica sujeita a uma força F. Há cargas eléctricas positivas e negativas. Se a carga for positiva, a força que sobre ela se exerce tem o sentido do campo eléctrico. Se for negativa dá-se o inverso. O campo eléctrico é originado em cargas positivas e termina em cargas negativas. O seu sentido pode representar-se por imaginárias linhas de força.

Potencial eléctrico Com relação a um campo eléctrico, interessa-nos a capacidade de realizar trabalho, associada ao campo em si, independentemente do valor da carga q colocada num ponto desse campo. Para medir essa capacidade, utiliza-se

a grandeza potencial eléctrico. Para obter o potencial eléctrico de um ponto, coloca-se nele uma carga de prova q e mede-se a energia potencial adquirida por ela. Essa energia potencial é proporcional ao valor de q. Portanto, o quociente entre a energia potencial e a carga é constante. Esse quociente chama-se potencial eléctrico do ponto.

• V é o potencial eléctrico e é dado em Volt (V) • Ep é a energia potencial e é dado em Joule (J) • q é a carga e é dado em Coulomb (C)

Diferença de potencial ou DDP A diferença de potencial entre dois pontos, numa região sujeita a um campo eléctrico, depende apenas da posição dos pontos. Assim, podemos atribuir a cada ponto um potencial eléctrico, de tal maneira que a diferença de potencial entre eles corresponda exactamente à diferença entre os seus potenciais, como o próprio nome indica. Fisicamente, é a diferença de potencial que interessa, pois corresponde ao trabalho da força eléctrica por unidade de carga.

Corrente eléctrica

A corrente eléctrica é um movimento ordenado de cargas elementares. Aplicando uma diferença de potencial num fio metálico, surge nele uma corrente eléctrica formada pelo movimento ordenado de electrões. No fio metálico, mesmo antes de aplicarmos a diferença de potencial, já existe movimento de cargas eléctricas. Todos os electrões livres estão em movimento, devido à agitação térmica. No entanto, o movimento é caótico e não há corrente eléctrica. Quando aplicamos a diferença de potencial, esse movimento caótico continua a existir, mas a ele se sobrepõe um movimento ordenado, de tal forma que, em média, os electrões livres do fio passam a se deslocar ao longo deste. É assim que se forma a corrente eléctrica.

Intensidade de corrente A intensidade de corrente, I, num condutor é igual ao quociente entre a carga eléctrica Q que percorre esse condutor (em Coulomb, C), e o intervalo de tempo (em segundo, s):

A unidade do sistema internacional da intensidade de corrente é o ampere (A). Tipos de corrente • Corrente contínua É aquela cujo sentido se mantém constante. Ex: corrente de uma bateria de carro, pilha, etc. • Corrente alternada É aquela cujo sentido varia alternadamente. Ex: corrente usada nas residências.

Efeitos da corrente eléctrica A carga eléctrica em movimento, isto é, a corrente eléctrica, possui certas propriedades que a carga eléctrica em repouso não possui. As mais importantes são: • Efeito térmico • Campo magnético produzido pela corrente eléctrica • Efeito químico • Efeito luminoso Efeito térmico: Quando a corrente eléctrica passa num condutor, produz-se calor: o condutor se aquece. Este fenómeno, também chamado efeito Joule. Campo magnético produzido pela corrente eléctrica: Quando a corrente eléctrica passa num condutor, ao redor do condutor produz-se um campo magnético. A corrente eléctrica comporta-se como um íman, tendo a propriedade de exercer acções sobre ímanes e, sobre o ferro. Efeito químico: Fazendo-se passar uma corrente eléctrica por uma solução de ácido sulfúrico em água, por exemplo, observa-se que da solução separa-se hidrogénio e oxigénio. A corrente eléctrica produz, então, uma acção química nos elementos

que constituem a solução. Esta acção, que se chama electrólise. Efeito luminoso: Em determinadas condições, a passagem da corrente eléctrica através de um gás rarefeito faz com que ele emita luz. As lâmpadas fluorescentes e os anúncios luminosos. São aplicações esse efeito. Neles há a transformação directa de energia eléctrica em energia luminosa. Elementos de um circuito

Todo circuito eléctrico deve ter quatro elementos básicos: • Gerador • Condutor • Receptor • Interruptor

O circuito eléctrico também poderá apresentar outros elementos que iremos enunciar de seguida.

Gerador: O gerador é o elemento que cria a corrente eléctrica. Ele tem dois, um positivo e outro negativo. É representado esquematicamente por duas linhas paralelas, uma mais comprida do que a outra. A mais comprida representa o pólo positivo, e a mais curta, o negativo.

Condutor: O condutor é o meio pelo qual as cargas se deslocam. O mais usado, pelo seu custo e baixa resistividade, é o cobre.

Receptor: O receptor transforma a energia eléctrica em outras formas de energia. O desenho pode ser simples ou complexo: uma lâmpada ou um motor eléctrico. Os que transformam energia eléctrica em calor são chamados de resistências.

Interruptor: O interruptor é a chave situada no condutor que permite ou impede a passagem de cargas. Se permite, diz-se que o circuito está fechado, caso contrário, está aberto.

Resistências: A resistência eléctrica é um componente que opõe uma certa dificuldade à passagem da corrente eléctrica. As funções que podem ser desempenhadas por resistências num circuito são: limitadores de corrente, divisores de tensão, atenuação, filtragem, polarização, carga, etc. Existe vários tipos de resistências fixas: resistências aglomeradas (de grafite), resistências de camada ou película (de carvão ou liga metálica) e resistências bobinadas (de fio de liga de metais: cobre-níquel ou cobremagnésio).

Dispositivos de controlo: São utilizados nos circuitos eléctricos para medir a intensidade da corrente eléctrica e a ddp existentes entre dois pontos, ou, simplesmente, para detectá-las. Os mais comuns são o amperímetro e o voltímetro. Hoje em dia também é muito comum ser utilizado o multímetro.

Voltímetros: O voltímetro é um aparelho que realiza medições de tensão eléctrica em um circuito e exibe essas medições, geralmente, por meio de um ponteiro móvel ou um mostrador de cristal líquido (LCD). A sua montagem é em paralelo com o dispositivo que se pretende obter a tensão eléctrica. A unidade apresentada geralmente é o Volt (V).

Amperímetro: O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente eléctrica que passa através da sessão transversal de um condutor. A sua montagem é feita em serie. A unidade usada é o Ampere (A).

Multímetro: Destinado a medir e avaliar grandezas eléctricas, um Multímetro ou Multiteste (Multimeter ou DMM - digital multi meter em inglês) é um instrumento que pode ter mostrador analógico (de ponteiro) ou digital. Utilizado na bancada de trabalho (laboratório) ou em serviços de campo, incorpora diversos instrumentos de medidas eléctricas num único aparelho como voltímetro, amperímetro e ohmímetro por padrão e capacímetro, frequencímetro, termômetro entre outros, como opcionais conforme o fabricante do instrumento disponibilizar.

Lei Ohm A lei de ohm indica que a diferença de potencial (V) entre dois pontos de um condutor é directamente proporcional à corrente eléctrica (I) que o percorre e á resistência (R) que o condutor apresenta.

Potência dissipada na resistência:

Unidade de potência no SI: W (watt)

Energia Consumida

No SI a unidade de energia é o joule (J), mas também é muito utilizado o kWh. 1kWh é a energia consumida, com potência de 1kW, durante 1 hora Associação de resistências As resistências eléctricas podem ser apresentadas de três formas: • Em serie • Em paralelos • Numa combinação das duas anteriormente faladas. numa única resistência total, normalmente Qualquer que seja o tipo da associação, esta sempre resultará designada como resistência equivalente - e sua forma abreviada de escrita é Req.

Em serie:

Em paralelo:

Teorema de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (Vth) (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma resistência (Rth) (igual à resistência do circuito vista desse ponto). A esta configuração chamamos configuração Thévenin.

O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (In) (igual à corrente do porto em curtocircuito) em paralelo com uma resistência (Rn) (igual à resistência do circuito vista desse ponto). A esta configuração chamamos configuração Norton.

Leis de Kirchhoff:

Lei dos nós A soma das correntes que chegam a um nó é igual à soma das correntes que dele saem. Se as correntes que se dirigem para um nó são consideradas positivas, e negativas as que dele se afastam, a lei estabelece que é nula a soma algébrica de todas as correntes que concorrem em um mesmo nó.

Nó formado pelas resistências R1, R2 e R3 Lei das malhas A soma das elevações de potencial ao longo de qualquer circuito fechado é igual à soma das quedas de potencial nesse mesmo circuito. Noutras palavras, a soma algébrica das diferenças de potencial, ao longo de um circuito fechado, é nula. Se existir mais de uma fonte e os sentidos não forem iguais, será considerada positiva a tensão da fonte cujo sentido coincidir com o admitido para a corrente.

Lista de Equipamentos • Fonte DC - Thur by Thandar Instrument

• Multímetro – Amprobe Instrument AM-15

• Placa de Ligações / Breadboard

• Fios condutores de cobre isolados

• Crocodilos de Ligação

• Resistências

Seis Resistências: R1 = 1KΩ R2 = 3,3 KΩ R3 = 2,2 KΩ R4 = 3,3 KΩ RL1 = 1 KΩ RL2 =15 KΩ

Procedimento experimental. 1- Calculo da resistência total do circuito Montagem do circuito com curto-circuito entre D e E.

A

R1 = 1 K Ω
D

U AB = 30 V

R2 = 3, 3 K Ω R4 = 3, 3 K Ω R3 = 2, 2 K Ω
E

B

F

Rtotal = R1 + ( R2 / / R4 ) + R3 = 1000 + (

33000*3300 )+ 2200= 4850 Ω 3300 + 3300

Desfazendo o curto-circuito entre D e E.

A

R1 = 1 K Ω
D

R2 = 3, 3 K Ω R4 = 3, 3 K Ω R3 = 2, 2 K Ω
B F E

U AB = 30 V Rtotal = R1 + R2 + R3 = 1000 + 3300 + 2200 6500 Ω =

Pratico ( )

Teórico ( )

Resistência total com curto-circuito entre D e E Resistência total sem curto-circuito entre D e E

5550

4850

7520

6500

Quadro 1

2- Medição da tensão entre o ponto C e F, E e F. Calculo da intensidade da corrente que passa no circuito.

U AB = I * RT ⇔ I =

U AB = 4, 6*10−3 A RT

Cálculo da tensão entre o ponto C e o ponto F

Como na resistência 4 não passa corrente não vamos utiliza-la para calcular a resistência equivalente.

REq1 = R2 + R3 = 5500Ω U CF = REq1 * I = 5500* 4, 6*10 −3 = 25,3V

Cálculo da tensão entre o ponto D e o ponto F

U EF = R3 * I = 2200* 4, 6*10 −3= 10,12V

Pratico (V)
U EF

Teórico (V) 25,3 10,12

26 12,91

U EF

Quadro 2

3- Medição da tensão entre o ponto C e F e a corrente na resistência 1 com curto-circuito entre o ponto E e o ponto F.

A

R1 = 1 K Ω
D

U AB = 30 V

R2 = 3, 3 K Ω

R4 = 3,3KΩ
E

R3 = 2, 2 K Ω
B F

Calculo da intensidade que passa na resistência 1.

RT = R1 + R2 + ( R3 / / R4 ) = 1000 + 3300 + ( U AB = I * RT ⇔ I =

2200*3300 ) = 5620 Ω 2200 + 3300

U AB 30 = = 5,3*10−3 A RT 5620

I R1 = I = 5,3*10−3 A

Calculo da queda de tensão entre o ponto D e o ponto E.
REq=R2+R3//R4 REq=3300+3300×22003300+2200=4620 Ω UDE=REq×I=4620×5,3×10-3=24,486 V

Pratic o
U DE (V )
I R1 ( A)

Teóric o 24,486 0,0053

24,6 0,005 3

Quadro 3

4- Calcular a queda de tensão entre o ponto E e F colocando entre o ponto D e o ponto E uma resistência de 1k

e de 15k

de cada vez, retirando o curto-circuito entre

o ponto E e F.
A

R1 = 1 K Ω
D

U AB = 30 V

R2 = 3, 3 K Ω R4 = 3, 3 K Ω R3 = 2, 2 K Ω
E

R5 = 1 K Ω

B

F

Calcular a resistência total do circuito acima mostrado. Calculando em seguida a intensidade na resistência 1 e a queda de tensão entre o ponto E e F.

RT = R1 + ( R2 / /( R5 + R4 )) + R3 = 1000 + ( U AB = RT * I ⇔ I =

3300 *(1000 + 3300) ) + 2200 = 5067,11Ω 3300 + 1000 + 3300

U AB 30 = = 5, 9*10−3 A RT 5067,11

REQ1 = R2 / /( R4 + R5 ) = U DE = I * REQ

3300* (3300 + 1000) = 1867,11Ω 3300 + 3300 + 1000 = 5,9 *10−3 *1867,11 = 11, 02V U DE 11, 02 = = 2,5*10−3 A REQ 2 4300

REQ 2 = R4 + R5 = 3300 + 1000 = 4300 Ω U DE = I R5 * REQ2 ⇔ I R5 =

U EF = R3 * I = 2200 *5, 9*10−3 = 12, 98V

A

R1 = 1 K Ω
D

U AB = 30 V

R2 = 3, 3 K Ω R4 = 3, 3 K Ω R3 = 2, 2 K Ω
E

R6 = 15 k Ω
F

B

Calcular a resistência total do circuito acima mostrado. Calculando em seguida a intensidade na resistência 1 e a queda de tensão entre o ponto E e F.

RT = R1 + ( R2 / /( R6 + R4 )) + R3 = 1000 + ( U AB = RT * I ⇔ I =

3300 *(15000 + 3300) ) + 2200 = 5995,83Ω 3300 + 15000 + 3300

U AB 30 = = 5*10−3 A RT 5995,83

REQ1 = R2 / /( R4 + R6 ) = U DE = I * REQ1

3300*(3300 + 15000) = 2795,83Ω 3300 + 3300 + 15000 = 5*10−3 * 2795,83 = 13, 98V U DE 13,98 = = 0, 76*10−3 A REQ 2 18300

REQ 2 = R4 + R6 = 3300 + 15000 = 18300Ω U DE = I R6 * REQ2 ⇔ I R6 =

U EF = R3 * I = 2200*5*10−3 = 11V

R ( kΩ )

1 Teórico Pratico 22,2 0,0025 Teórico 11

15 Pratico 15,36 0,0006

U EF ( V )
I R(1e15 k Ω) (A )

12,98 0,0025

0,00076

Quadro 4 5- Com os valores da Alina 2 e 3 calcular a resistência total.

Com Circuito Aberto

U AB = 30V U CF = 26V U R1 = U AB − U CF = 30 − 26 = 4V U R1 = R1 * I R1 ⇔ I R1 = I = I R1 U AB = RT * I ⇔ R T = U AB 30 = = 7500 Ω I 4*10−3 U R1 R1 = 4 = 4*10−3 A 1000

Curto-circuito

U AB = 30V U DE = 24, 6V U R1 = U AB − U DE = 30 − 24, 6 = 5, 4V U R1 = R1 * I R1 ⇔ I R1 = I = I R1 U AB = RT * I ⇔ RT = U AB 30 = = 5555,56Ω I 5, 4*10 −3 U R1 R1 = 5, 4 = 5, 4*10 −3A 1000

Assim comprando os valores obtidos na alinha 1 com estes valores temos que pelo medição da resistência total para o circuito aberto 7520

enquanto com os cálculos

temos 7500

e com curto-circuito entre o ponto D e o e

ponto E o valor da resistência total medida é de 5550

através dos cálculos deu-nos 5555,56 . Como podemos ver

a diferença entre estes os valores calculados e os medidos é mínima, esta diferença pode ter nascido derivado a alguns erros de medição. 6-A expressão que relaciona tensão entre o ponto E e o ponto B com a tensão aplicada a entrada.

U EB = R3 * I U AB = RT * I RT = R1 + R2 + R3 U AB = (R1 + R2 + R3 )* I R3 * I R3 U EB = = = 0,338 U AB (R1 + R2 + R3 )* I R1 + R2 + R3

7-Calcular o Equivalente de Thévenin aplicando entre o ponto E e F uma resistência de 15k

A

R1 = 1 K Ω
D

U AB = 30 V

R2 = 3, 3 K Ω R4 = 3, 3 K Ω R3 = 2, 2 K Ω
E

U TH
F

R6 = 15 k Ω

B

RTH = R4 + ( R3 / /( R1 + R2 )) = 3300 + (2200 / /(3300+ 1000)) = 3300 + (2200 / /4300) = 3300+ ( 2200* 4300 ) = 4755,38 Ω 2200 + 4300

U AB = R1 * I + R2 * I + R3 * I

30 = 1000* I + 3300* I + 2200* I U TH = 2200* I

U TH = R3 * I I=

30 = 0.0046 A 6500

U TH = 2200 *0.0046

U TH = 10,12V

RTH = 4755, 38 Ω

8 – Calcular o equivalente de Norton aplicando entre o ponto D e F uma resistência de 15KΩ
U TH = 10,12 V

RN = R1 //( R2 + R3 ) =

1000× (3300 + 2200) = 846,15Ω 1000 + 3300 + 2200

IN =

V AB 30 ⇔ IN = = 0,03 A RT 1000

RN=846.15Ω IN=0.03A

Conclusão

Como se pode verificar nos quadros, através da relação de valores obtidos na experiência e os valores obtidos teoricamente através de cálculos, os valores estão muito próximos, ou seja, pode ser muito útil para calcularmos um circuito pretendido, seja ele qual for, calculando as intensidades de corrente, as voltagens e as resistências pretendidas para posteriormente ser montado a nível experimental. Confirmou-se experimentalmente que um circuito aberto com resistência ou não (é indiferente) não é percorrido por corrente eléctrica. Confirmou-se experimentalmente que num circuito em série a intensidade de corrente mantém-se constante, e a queda de Tensão é maior ou menor consoante a resistência percorrida. Confirmou-se experimentalmente que num circuito em paralelo as quedas de Tensão mantém-se constantes, e a intensidade de corrente subdivide-se consoante as Resistências percorridas. Ainda em relação à comparação de valores, além de estarem muito próximos também conhecemos algumas das razões pelas quais os valores não são exactamente iguais. Sendo elas o factor humano, este factor muito dificilmente desaparece das experiências em todos os campos podendo ser erros de medidas, erros físicos, má conduta, etc. Então depois, temos os erros por parte do material utilizado. Erros por parte da Placa de Ligação por exemplo, ou por parte do Multímetro. A incapacidade da Fonte de Alimentação de manter a tensão fornecida sempre constante. As resistências também são outra potencial fonte de erro (todas elas apresentaram valores diferentes do “rótulo”).

Como a relação de valores é muito próxima, estas razões ditas obviamente que produzem erros relativamente muito pequenos.