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Cuidados e orientações de enfermagem para

pacientes portadores de Lúpus Eritematoso
Sistêmico
Priscila Alves Pistori
Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem.

Valdileia Zorub Pasquini
Docente do Curso de Graduação em Enfermagem. Orientadora.

RESUMO
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica auto-imune,
heterogênea, multissistêmica, caracterizada pela produção de auto-anticorpos contra vários
constituintes celulares, de etiologia não esclarecida, o desenvolvimento da doença está ligada
a predisposição genética e fatores ambientais como luz ultravioleta, sendo o objetivo do
estudo contribuir com a qualidade e humanização da assistência de enfermagem aos pacientes
com Lúpus. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura. O diagnóstico é feito baseado
em pelo menos 4 de 11 critérios de classificação propostos pelo American College of
Rheumatology citados no texto. Conclui-se que é um desafio para enfermagem, cuidar de
vários aspectos da vida dos pacientes lúpicos, pois devido ser um transtorno sem uma clara
delimitação no imaginário popular, o Lúpus é aceito psicologicamente com alguma dificuldade
pelos pacientes.
Descritores: Lúpus; Enfermagem; Diagnósticos de enfermagem.
Pistori PA, Pasquini VZ. Cuidados e orientações de enfermagem para pacientes portadores de Lúpus
Eritamatoso Sistêmico. Rev Enferm UNISA 2009; 10(1): 64-7.

INTRODUÇÃO
O Lúpus Eritematoso Sistêmico é doença inflamatória
crônica auto-imune, heterogênea, multissistêmica,
caracterizada pela produção de auto-anticorpos contra vários
constituintes celulares(1-2). Evolui com manifestações clínicas
polimórficas com período de atividade e remissão(2). A pele
é e um dos órgãos alvo afetados de forma mais variável pela
doença. As lesões cutâneas constituem três dos 11 critérios
estabelecidos pela American College of Rheumatology para
o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico: erupção
malar, lesões discóides e fotossensibilidade(1).
O Lúpus tem como manifestações clínicas mais freqüentes,
lesões na pele, denominadas asa de borboleta, em maçãs do
rosto e dorso do nariz, lembrando um formato de
borboleta(3); lesões isquêmicas de SNC, polineuropatias,
convulsões e psicoses entre outras manifestações como
cefaléia(4), dores articulares e edema principalmente nas
articulações das mãos, inflamação da pleura ou pericárdio,
inflamação nos rins com perda da função renal(5), alterações
sanguíneas como anemia, leucopenia, as vasculites gerando
lesões dolorosas nas mãos e pés, no palato ou membros;
queixa de febre, emagrecimento e fraqueza(3).
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Rev Enferm UNISA 2009; 10(1): 64-7.

O Lúpus afeta em sua maioria mulheres, sendo 10 vezes
mais frequente do que em homens, embora possa ocorrer
em qualquer idade, é mais encontrado entre 20 e 45 anos(3).
De etiologia não esclarecida, o desenvolvimento da doença
esta ligada a predisposição genética e fatores ambientais
como luz ultravioleta(6).
Além da terapia medicamentosa, cuidar de pacientes com
Lúpus requer visão ampla da parte da enfermagem
atentando-se para realização de diagnósticos, intervenções,
vida psicológica e social da pessoa afetada, assim como o
ensino do auto-cuidado ao paciente com lúpus é um aspecto
essencial para promover maior independência(3,7-8).
OBJETIVO
Este estudo teve por objetivo contribuir com a qualidade
e humanização da assistência de enfermagem aos pacientes
com LES.
METODOLOGIA
A metodologia trata se de uma pesquisa descritiva obtida
através da revisão de literatura. As coletas de dados foram

b)teste positivo para anticoagulante lúpico ou teste falso positivo para sífilis. As lesões podem apresentar prurido. 2) Lesão discóide: lesão eritematosa. descamativas. são metabolizados(2. apud Sato et al(2). 10) Alterações imunológicas: anticorpo anti-DNA nativo ou anti-Sm. como reação não usual à exposição a luz solar. estão em consonância com a realidade encontrada nos campos de prática. 5) Artrite: artrite não erosiva envolvendo duas ou mais articulações periféricas. alimentação. 1) Eritema malar: lesão eritematosa fixa em região malar. hemorragia pulmonar. Principais diagnósticos de enfermagem relacionados aos LES Dentre as várias funções da enfermagem. que evolui com cicatriz atrófica e discromia. usualmente indolores. repouso como forma de amenizar sinais e sintomas que comprometam a auto-estima e auto-imagem do paciente. Para elaboração dos diagnósticos é necessário relacionamento terapêutico Rev Enferm UNISA 2009. O tratamento individualizado depende do comprometimento dos órgãos e sistemas assim como a gravidade de cada caso. comprometimento cardiopulmonar: aterosclerose. atrito ou evidência de derrame pericárdico). e quando recorrem. o fazem nos locais que já foram afetados. baseado nos problemas reais e potenciais. É caracterizada por áreas de vários tamanhos. controlar sinais e sintomas e reduzir complicações. enfermagem. manifestações neuropsiquiátricas: convulsões. 4) Úlceras orais/nasais: úlcera orais ou nasofaríngeas. embora não contra indicada deve ser planejada. nefrite membranosa(2). 2007 “Os dados epidemiológicos referentes ao LES. atividade física. existem lesões cutâneas. vacinas com vírus vivos não devem ser prescritas a pacientes com lúpus(10). De acordo com Reis. que se baseia na presença de pelo menos quatro dos 11 critérios citados a seguir Tan et al. por causa da toxicidade das drogas. 10(1): 64-7. cuidados de enfermagem. diagnósticos de enfermagem. descritos como medicamentoso e não medicamentoso. e intervenções de enfermagem. 11) Anticorpos antinucleares: título anormal de anticorpo anti-nuclear por imunofluorescência indireta ou método equivalente. 65 .realizadas por meio de consulta eletrônica a biblioteca Milton Soldani Afonso e a biblioteca regional de medicina [bireme]. sendo recomendado intervalo de quatro horas entre medicação e mamadas. hipertensão pulmonar. de acordo com a história do paciente ou conforme observado pelo médico. Como resultados foram recuperados 24 referências. As vacinas contra pneumococo e influenza são seguras e tem eficácia. 3) Fotossensibilidade: exantema cutâneo. observadas pelo médico. RESULTADOS Descrição dos sinais e sintomas O LES é uma doença inflamatória da pele que atinge em sua maioria adultos. 7) Comprometimento renal: proteinúria persistente (>0. Foram utilizados os descritores de assunto: Lúpus. com escamas queratóticas aderidas e tampões foliculares. 9) Alterações hematológicas: anemia hemolítica ou leucopenia (menor que 4. destacamos a realização de diagnósticos. desordens humor. sobre lesões discóides preexistentes em áreas expostas ao sol. acometendo preferencialmente áreas expostas à luz solar. assim como apoio psicológico e social(8). psicoses. em qualquer época. borda palpebral(1).10). das quais apenas 13 apresentaram grau de relevância e pertinência ao estudo. No Lúpus Eritematoso Neonatal. As lesões são predominantes na região da face. hipertensão induzida pela gravidez e diabetes. cefaléia. as demais foram excluídas. infiltrada. A fertilidade não é comprometida no Lúpus e a gravidez. plana ou em relevo. e o segundo inclui-se orientações sobre a doença e seu tratamento. 8) Alterações neurológicas: convulsão (na ausência de outra causa) ou psicose (na ausência de outra causa). Existe também o Lúpus Verrucoso. sem presença de cicatrizes. porém não devem ser tomadas nos períodos de exarcebação da doença. doença cerebrovascular. que evoluem deixando cicatriz desfigurante na face ou no couro cabeludo caso haja demora no inicio do tratamento. 6) Serosite: pleuris (caracterizada por história convincente de dor pleurítica ou atrito auscultado pelo médico ou evidência de derrame pleural) ou pericardite (documentado por eletrocardiograma. época em que os anticorpos maternos. As lesões desaparecem espontaneamente. surgindo entre 5º e 15º meses de vida em cerca de 50% dos pacientes e apresentando se em áreas de exposição do sol. eritematosas. caracterizadas por dor e edema ou derrame articular. O primeiro tem a finalidade de melhorar a atividade inflamatória. pleurite. assim como alterações na pigmentação(9). pneumonite. O diagnóstico é feito baseado nos critérios de classificação propostos pelo American College of Rheumatology. como plaquetopenias. leucopenias. surgem lesões papulonodulares verrucosas. com maior incidência de retardo do crescimento intra-uterino. bem definidas. prematuridade. É uma gravidez considerada de alto risco. meningite asséptica. descritos na literatura.000 leucócitos/ml em duas ou mais ocasiões) ou plaquetopenia (menor que 100. transmitidos via transplacentária. por no mínimo 6 meses. ansiedade. como máculas e pápulas(1). mas podem afetar membros.5g/dia ou 3+) ou cilindrúria anormal. No LES temos comprometimento hematológico. A amamentação pode determinar risco para criança. e na ausência de drogas conhecidas por estarem associadas à síndrome do Lúpus induzido por drogas. ou presença de anticorpo antifosfolípide baseado em: a) níveis anormais de IgG ou IgM anticardiolipina. comprometimentos renais: nefropatia. déficit de memória. proteção contra luz solar. doença auto-imune. lábio. junto às bases de dados Lilacs e Scielo e livros didáticos referentes ao tema.000 plaquetas/ ml na ausência de outra causa).

sistemas de apoio inadequados. .Avaliar frequentemente o local do acesso venoso quanto à permeabilidade.Conversar com a paciente durante a assistência. outros). . . 66 Rev Enferm UNISA 2009. uso de filtro solar.Ansiedade moderada. acompanhamento ginecológico.Incentivar aceitação da alimentação pela via estabelecida. nutricional e nível de dependência. 10(1): 64-7. . relacionada à circulação alterada. . .Déficit de lazer. . relacionado à imobilidade. infiltração. sinais flogísticos e condições da fixação. .Conversar com o paciente encorajando o enfrentamento da situação. relacionado ao tratamento e prognóstico. além de conhecimento sobre a fisiopatologia(8). . . . dependência de outros para auxílio). . dor e repouso no leito.Dor aguda relacionada a agentes causadores de lesão (processo inflamatório disseminado e trauma tissular).Mucosa oral alterada relacionada às condições patológicas.Integridade tissular prejudicada. . . urina I. o repouso versus as exigências da atividade. resposta inflamatória suprimida) e imunossupressão (doença crônica. .Fazer controle de pressão arterial. .Solicitar avaliação/parecer/acompanhamento do psicólogo. hipertensão.Fazer controle de peso. negação da doença. hemograma. agressão à auto-estima e doença que ameaça a vida.Medo relacionado à ameaça de morte percebida ou real. . . incapacidade de cuidar de si mesmo e depressão.Realizar glicemia capilar.Adaptação prejudicada. . . relacionados à mudanças biofísicas (lesões na pele. . falta de controle sobre resultados. perda de cabelos. hospitalizações frequentes e prolongadas. relacionado à falha nos mecanismos regulares (supra-renais.Déficit de volume de líquidos. potássio. relacionada à redução de volume de sangue.Atentar para sinais e sintomas de hiperglicemia. . os sinais e sintomas de complicações.Avaliar nível de consciência. níveis elevados de glicose. . resistência vascular sistêmica alterada e aumento da atividade simpática (hipertensão). hospitalizações frequentes.Oferecer recipientes durante episódios de vômitos.Fazer controle de diurese. . relacionado às defesas primárias e secundárias inadequadas (lesões de pele. evitar contato com pessoas portadoras de infecção. relacionado à doença auto-imune. . . .Fazer controle de edemas. acesso venoso. emagrecimento) e psicossociais (mudanças no estilo de vida.Risco para senso percepção alterado. . relacionada à fatores externos (punção venosa) e internos (medicamentos.Realizar curva térmica. náuseas e vômitos.Proteção alterada. relacionada à incapacidade que exige mudança de estilo de vida.Estratégias ineficazes de resolução individual relacionada ao curso imprevisível e a aparência alterada.Realizar balanço hídrico rigorosamente. . esquema terapêutico e nutricional. hiperglicemia).Realizar higiene corporal (considerar nível de dependência) com sabonete neutro. uréia.Impotência (nível pessoal). processo inflamatório. assistente social e do líder espiritual.Fadiga relacionada à mobilidade diminuída e aos efeitos da inflamação crônica. . . .Desempenho de papel alterado. importância de adesão e manutenção do tratamento.Déficit de conhecimento (necessidade de aprendizagem) relacionado à falta de informação sobre a doença. mudança de capacidade física. relacionado à alteração da química endógena (desequilíbrio entre níveis de glicose/insulina e eletrólitos). relacionada à incapacidade para ingerir nutrientes adequados (náusea/vômitos) e restrições alimentares terapêuticas. os fatores de risco e os recursos comunitários (11). Os principais cuidados de enfermagem à pacientes com Lúpus. glicemia e outros) e de diagnostico (raios-X.Intolerância a atividade relacionada à fraqueza generalizada. alterações nutricionais e irritantes químicos e mecânicos. planejamento familiar. valorizando suas queixas e permitindo que ela participe de seus cuidados. urocultura. cálcio. após episódio de vômito. . .Proporcionar condições para sono e repouso: ambiente silencioso e com pouca luz.Orientar paciente e acompanhante durante a hospitalização quanto a: patologia. se necessário.entre enfermagem e paciente. agentes farmacêuticos. a terapia farmacológica. restrições do tratamento. . hiperglicemia. . tomografia computadorizada.Integridade da pele prejudicada.Risco para controle ineficaz do regime Terapêutico. . . . redução do fluxo sanguíneo renal.Perfusão tissular alterada. fadiga e indisposição. relacionado à doença crônica.Sistema imune comprometido.Promover repouso (relativo ou absoluto considerando a gravidade e tolerância de cada paciente). . . ultrassonografia. . vômitos).Avaliar resultados de exames laboratoriais – de controle/ terapêuticos – (bioquímica: sódio.Avaliar ocorrência de reações adversas (boca amarga. procedimentos invasivos e desnutrição).Excesso de volume de líquidos relacionado a mecanismo regulador comprometido e terapia com corticosteróides.Distúrbio de auto-estima /auto-imagem.Realizar higiene oral com bicarbonato de sódio. . relacionada à natureza crônica da doença. prevenção de complicações. . .Avaliar estado geral. creatinina. . interpretação incorreta das informações e limitações cognitivas. . . déficit/excesso de líquidos. déficit imunológico). relacionado ao conhecimento insuficiente sobre a condição.Interagir com a nutricionista para reformulação da dieta.Nutrição alterada: ingestão menor do que as necessidades corporais.

Santiago MB et al. como dieta. 65(4-b):1196-9. se apresentar artralgia matinal. Mancione A: Lúpus eritematoso. pois é uma doença incomum e com sinais e sintomas diversos. Bittencout GKGD. Consenso brasileiro para o tratamento do lúpus eritematoso sistêmico (LES).Observar sinais de edema nos membros inferiores e na face. Mattje GD. manter unhas limpas e aparadas.Aplicar corticosteróides tópicos nas lesões segundo prescrição. Rev Bras Enferm 2007.Explicar reações adversas da corticoterapia(8. CONCLUSÃO Percebe-se que é uma doença com muitos aspectos e devido ser um transtorno médico sem uma clara delimitação no imaginário popular. Barboza JS. 17(3): 168-70. 2. 8. Assistência de enfermagem a paciente com Lúpus eritematoso sistêmico utilizando o CIPE. realizar atividades físicas moderada. . pode deixar as pessoas inicialmente confusas e inseguras. Arq Neuropsiquiátr 2007. 80(2): 119-31. sendo confundidos com outros transtornos de saúde pelos pacientes.Controlar de obesidade e a dislipidemia. . Brenol JCT. Brenol JCT. os pacientes permanecerão despreparados para alta hospitalar e provavelmente aumentará o número de re-internações por falta de adesão ao tratamento. . Prado AD. proporcionando raciocínio clínico ao profissional. Santiago MB et al. Loureiro MDR. 44 (6): 458-63. cuidar dos vários aspectos da vida dos pacientes lúpicos. . a dieta deve acompanhar as modificações do quadro clínico. Costallat LTL. Keiserman MW. . 10. Rost CE. São Paulo: Editora Médica LTDA. Silva NA. o lúpus é aceito psicologicamente com alguma dificuldade pelos pacientes. An Bras Dermatol 2005. . Staub HL. 14(4). os significados também variam. Nóbrega MML. . . Costallat LTL. creme hidratante a base de água para o corpo. O fato de ser uma doença que afeta diversos órgãos. Skare TL. 5. Cossermelli W. REFERÊNCIAS 1.Incentivar boa higiene oral e inspecionar boca à procura de úlceras orais. . . tabagismo. Perfil clínico-laboratorial de pacientes do Ambulatório de Lúpus Eritematoso Sistêmico do Hospital São Lucas da PUCRS.Orientar a evitar alimentos quentes ou condimentados que possam irritar a mucosa oral. Berbert ALCV. como hipertensão arterial. Rev Gaúcha Enferm 2008. Enquanto não houver profissionais de enfermagem que proporcionem um atendimento sistematizado. Sato EI.considerando estilo de vida de cada paciente a partir de sua história.Usar filtro solar n°15 ou maior(12). Bettero RG. Cefaléia no lúpus eritematoso sistêmico: prevalência e condições associadas. 1995.Orientar repouso e compressas mornas antes do banho morno.Orientar quanto à necessidade de ingestão protéica adequada com redução de sal. . Rev Bras Reumatol 2004. Lúpus eritematoso cutâneo: Aspectos clínicos e laboratoriais.An Bras Dermatol 2003. sedentarismo e níveis lipídicos sanguíneos. Brenol JCT. . . Aplicação da metodologia da assistência a pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico em pulsoterapia: Uma experiência docente.Ensinar quanto á limpeza das lesões com sabonete antibacteriano. 10(1): 64-7. 9. participação em eventos sociais significativos para a paciente. . Carpenito LJ. Silva NA. .Orientar quanto à proteção contra luz solar e outras formas de irradiação ultravioleta. Sampaio SAP. 1978. 42(6): 362-8. Lúpus Eritematoso Cutâneo Crônico: estudo de 290 pacientes.Incentivar o auto cuidado adequado preferências e limitações como uso de shampoo e sabonete neutros. Experiências de vida com Lúpus Eritematoso Sistêmico como relatadas na perspectiva de pacientes ambulatoriais no Brasil: um estudo clínicoqualitativo. 6. 4. Sato EI. Bonfá ED. . Bonfá ED.Usar roupas protetoras. leves. 29(1):26-32.Orientar mudança de decúbito. insuficiência cardíaca. Bonfá ED. 67 . Proença NG. Freitas THP. evitar tinturas nos cabelos e produtos desconhecidos sobre a pele. Lúpus eritematoso sistêmico: Acometimento Cutâneo/Articular. Rev Latino-am Enfermagem 2006.O paciente deve ser orientado a controlar fatores de risco relacionados à doença coronária. de mangas compridas e chapéus. Reis MG.13). . fatos e pessoas significativas a paciente. Turato ER. . 12. et al. de lipídios e de carboidratos. Silva NA. orientando a necessidade e de interação social. Rev Enferm UNISA 2009. Manual de diagnósticos de enfermagem. 78(6): 703-12.Sugerir cortes de cabelos alternativos e uso de perucas para cobrir áreas significativas de alopecia. sugerir formas de aliviar o estresse(8). Rev Bras Reumatol 2004. 11. Sato EI. Mantese SAO. A utilização dos diagnósticos de enfermagem na prática de enfermagem possibilita o aperfeiçoamento e a utilização dos conhecimentos de enfermeiros. obesidade. respeitando a tolerância. 60(2):229-32. Lúpus eritematoso sistêmico: Tratamento do acometimento sistêmico. . Porto Alegre: Artes Médicas Sul. Scientia Médica 2007. considerando tipo de repouso apropriado. 44(6): 454-7. Com suas diferentes manifestações.Examinar diariamente a pele. Rev Bras Reumatol 2002.Transmitir informações positivas sobre os filhos. 6ª Ed. Conclui-se que é um desafio para enfermagem. usar maquiagem hipoalergênica. 7. Beserra PJF. Santiago MB. Rahal MY. Costallat LTL.Interagir com acompanhante e pessoas próximas. insuficiência renal. diabetes mellitus. 3. Silva MG. movimentação ativa e passiva das articulações.