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FLUXOGRAMA COMO FERRAMENTA DE

GESTÃO DE COMPRAS
Cristovão de Carvalho Costa
Professor-Orientador: Paulo
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
Administração (ADG0135) – Estágio
05/11/2014
RESUMO
O presente trabalho de pesquisa irá abordar assuntos relacionados a planejamento estratégico
delimitando o assunto para a implantação de uma ferramenta como um fluxograma para melhorar
o sistema de gestão de compras na Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas resumo
deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem recuo na
primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 12, itálico. O resumo deve
apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões do
trabalho, formando uma sequência corrente de frases concisas, e não de uma.
Palavras-chave: Fluxograma. Licitações. Compras Governamentais. Lei 8.666/98
1 INTRODUÇÃO
“O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões
presentes”. (Peter Drucker).
“O planejamento determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e o
que deve ser feito para alcança-los da melhor maneira possível”. (Chiavenato).
Planejamento de compras é o processo de determinar objetivos relacionados a aquisições,
mediante a definição e coordenação dos meios e recursos para atingi-los.
Atualmente, o Governo é responsável pela maior parte das transações comercias do país,
movimentando milhões de reais, comprando praticamente de tudo, desde materiais de expediente,
computadores, alimentos, e etc. (HUTT; SPEH,2002).
A função dos do Setor de COMPRAS é ser responsável pela aquisição de equipamentos e
mercadorias, mediante pagamento de bens e serviços, conforme a solicitação do setor que
pretendem fazer a compra.
O setor de compras e contratos ocupa uma oposição de destaque nas organizações, pois em
geral os componentes e suprimentos comprados representam, em geral 40% a 60% do valor final

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das vendas de qualquer produto. (FONTE: Caderno de estudos da UNIASSELVI – Logística de
suprimentos e distribuição).
O objetivo da gestão de suprimentos está na manutenção do foco da atividade, bem como na
busca das excelências individuais de fornecedores e prestadores de serviços, de modo a garantir os
critérios de qualidade e a satisfação do cliente final.
Internamente os órgãos públicos, saber utilizar as ferramentas da qualidade em metodologia
de trabalho são úteis e permitem uma maior rapidez e transparência nas comunicações internas e
agilização na tomada de decisão.
O objetivo geral deste trabalho de redação do paper é verificar a aplicação da ferramenta do
fluxograma como meio de melhoria na agilização do processo de Licitação no setor de Compras e
Contratos.
As ferramentas da qualidade estão divididas em: Estatísticas e não estatísticas. Há quem as
subdivida em ferramentas gerenciais e estatísticas, também há quem selecione apenas sete
ferramentas da qualidade.
As ferramentas não-estatísticas, como o fluxograma, folhas de verificação, cartas de
tendência e, etc, são relativamente simples e podem ser utilizadas tanto pelo novel gerencial quanto
operacional da organização. O uso dessas ferramentas exige pouco treinamento.
As ferramentas estatísticas, como o histograma, diagrama de Pareto, estratificação, e etc, são
de complexidade média. Essas, em geral, são utilizadas pela gerência intermediária e por técnicos,
desde que sejam submetidos a treinamentos especifico e tenham facilidade para trabalhar com
dados numéricos. (FONTE: Apostila do SEBRAE, 2005).
Neste trabalho de pesquisa a ferramenta que será usada é o fluxograma. Mas o que é o
fluxograma? É a representação esquemática de sequência (setas) das etapas (caixas) de um processo
e tem por objetivo ajudar a perceber sua lógica. O fluxograma serve para compreender e melhorar o
processo de trabalho, criar um procedimento padrão de operação e mostrar como o trabalho deve ser
feito.(FONTE: Apostila do SEBRAE, 2005).
As Licitações e Contratos dentro da esfera pública se dar pela Lei n◦ 8.666/93, regulamenta
o art. 37, Inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para Licitações e Contratos
Administrativos, pertinentes a Obras, Serviços, Compras, Alienações e Locações no âmbito dos
Poderes da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
Todas as contratações com terceiros, serão necessariamente precedidas de Licitação,
ressalvadas as hipóteses previstas na Lei (Art. 2º 8.666/93).

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2 DESENVOLVIMENTO
Licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública,
mediante ato convocatório (edital ou convite), convoca interessados na apresentação de propostas
para o oferecimento de bens, serviços ou a realização de obras. A administração Pública com o
objetivo de dar maior transparência aos processos licitatórios, buscando a racionalização dos seus
procedimentos bem como a redução de custos em função do aumento da competitividade, criou
outras formas de comprar e uma outra modalidade de licitação diferente das modalidades da lei
nº8.666/93 (Concorrência, Tomada de Preços, Convite, Concurso Leilão e as Dispensas e
Inexigibilidades), sendo necessária a elaboração de Ato Convocatório para as modalidades de
Licitação.
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA LICITAÇÃO
I.

DA LEGALIDADE: A atuação do gestor público e a realização da licitação devem
ser processadas na forma da Lei, sem nenhuma interferência pessoal da autoridade.

II.

DA IMPESSOALIDADE: O interesse público está acima dos interesses pessoais.
Será dispensado a todos os interessados tratamento igual, independente se a empresa
é pequena, média ou grande.

III.

DA MORTALIDADE: A licitação deverá ser realizada em estrito cumprimento dos
princípios morais, de acordo com a Lei, não cabendo nenhum deslize, uma vez que o
Estado é custeado pelo cidadão que paga seus impostos para receber em troca os
serviços públicos.

IV.

DA IGUALDADE: Previsto no art.37, XXI da Constituição onde proíbe a
discriminação entre os participantes do processo. O gestor não pode incluir cláusulas
que restrinjam ou frustrem o caráter competitivo, favorecendo uns em detrimento de
outros, que acabam por beneficiar, mesmo que involuntário, determinados
participantes.

V.

DA PUBLICIDADE: Transparência do processo licitatório em todas as fases.

VI.

DA PROIBIDADE ADMINISTRATIVA: O gestor deve ser Honesto em cumprir
todos os deveres que lhes são atribuídos por força da legislação.

VII.

DA VINCULAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO (EDITAL OU
CONVITE): A administração bem como os licitantes, ficam obrigados a cumprir os
termos do edital em todas as fases do processo: documentação, propostas,
julgamento e ao contrato.

VIII. DO JULGAMENTO OBJETIVO: Pedidos da administração em confronto com o
ofertados pelos participantes devem ser analisados de acordo com o que está sendo

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estabelecido no Edital, considerando o interesse do serviço público e os fatores de
qualidade de rendimento, durabilidade, preço, eficiência, financiamento e prazo.
CONVITE: Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto,
cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade
administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o
estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestam seu
interesse com antecedência de até 24(vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o Desenvolvimento do
Trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em função da sua natureza e da área de
conhecimento a que pertencem.
Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares no corpo do
texto, especialmente no desenvolvimento.
A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus títulos de
primeiro nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em folha distinta. Não se
utiliza nenhuma pontuação ou caractere entre o número e o título (ABNT, NBR 6024, 2003). Os
títulos das seções e das subseções são destacados gradativamente, usando-se os recursos
apresentados no quadro 1.
TÍTULO
3 ADMINISTRAÇÃO
3.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
3.1.1 Histórico da administração científica
QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO
FONTE: Elaborado pelos autores (2008)

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

FORMATAÇÃO
Letras maiúsculas, em negrito
Letras maiúsculas, sem negrito
Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito

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A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo
realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo
desenvolvido.
As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos propósitos
previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado de suas contribuições.
Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além de sugestões para outros trabalhos.
Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas ou indiretas),
pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico.
Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não foram tratados
no desenvolvimento.

REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em publicação
periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003.
TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial:
Ed. Grupo UNIASSELVI, 2008.