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CURSO

LETRAS- LICENCIATURA
EM LÍNGUA PORTUGUESA
EAD
Projeto Pedagógico

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1 – Apresentação ........................................................................................................... 5
1.1 – Sobre a Universidade Estácio de Sá: breve histórico .................................................... 5
1.2 – Missão Institucional ............................................................................................ 7
1.3 – Princípios norteadores na concepção de educação ...................................................... 9
1.4 – Concepção de ensino e aprendizagem na modalidade EAD ...........................................10
1.5 – Metodologia de ensino e de aprendizagem na modalidade EAD ...................................... 13
1.5.1 – Procedimentos metodológicos no ambiente virtual de aprendizagem ...........................14
1.5.2 – Dinâmica de funcionamento do Campus Virtual .................................................... 18
2 – O Curso Superior de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa na Universidade Estácio de Sá . 21
2.1 Apresentação ..................................................................................................... 21
2.2 Missão do Curso Superior de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa EAD ................... 22
2.3 – Objetivo geral.................................................................................................. 23
2.4 – Objetivos específicos ........................................................................................ 23
2.5 – Público-alvo .................................................................................................... 25
2.6 – Perfil do egresso .............................................................................................. 25
2.6.1 Competências e Habilidades Gerais e Específicas .................................................. 26
2.7 – Formas de ingresso .......................................................................................... 28
2.8 – Concepção do currículo no Curso Superior de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa EAD
.......................................................................................................................... 28
2.9 – Estrutura curricular ........................................................................................... 28
2.9.1 – Princípio da flexibilidade na estrutura curricular .................................................... 32
2.9.2 – Princípio da interdisciplinaridade na estrutura curricular .......................................... 33
2.9.3– Princípio da ação-reflexão-ação na estrutura curricular ........................................... 34
2.9.4– Princípio da contextualização na estrutura curricular .............................................. 37
2.9.5 – Atividades Acadêmicas Complementares ........................................................... 38
2.10 – Integralização do curso .................................................................................... 42
2.11 – Estágio CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................... 42
2.12 – Familiarização com a metodologia em EAD (nivelamento instrumental) .......................... 47
2.12.1 – Apresentação do curso ............................................................................... 47
2.12.2 – Ambientação à sala de aula virtual .................................................................. 48
2.12.3 – Ambientação no polo de apoio presencial ......................................................... 50
2.13 – Programa de nivelamento acadêmico .................................................................... 51
2.13.1 – Programa de nivelamento acadêmico no AVA ..................................................... 51
3 – Atendimento ao aluno ............................................................................................. 52
3.1 – Atendimento voltado para os processos de ensino e aprendizagem ................................ 53
3.1.1 – Mediação/facilitação acadêmica do tutor a distância .............................................. 53
3.1.2 – Mediação/facilitação acadêmica do tutor presencial ............................................... 56
3.2 – Atendimento voltado para a administração acadêmica ................................................ 56
3.2.1 – Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) ......................................................... 57
3.2.2 – Secretaria do polo de apoio presencial .............................................................. 57
3.2.3 – Funcionalidade de autogestão do aluno ............................................................. 58
3.2.4 – Funcionalidade de autogestão do tutor a distância ................................................ 59
3.2.5 –Apoio psicopedagógico .................................................................................. 59

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3.2.6 – Atendimento aos alunos com necessidades educacionais

especiais .................... 60

4 – Sistemas de comunicação ....................................................................................... 60
4.1 – Canais de comunicação no AVA ............................................................................ 61
4.4.1 – Comunicação assíncrona no AVA ........................................................................ 61
4.4.2 – Comunicação síncrona no AVA ....................................................................... 65
4.5 – Canais de comunicação externos ao AVA ............................................................... 67
4.5.1 – Comunicação via telefonia ............................................................................. 67
4.5.2 – Comunicação via mensagem eletrônica ............................................................. 67
4.5.3 – Comunicação avançada ................................................................................ 68
5 – Material didático.................................................................................................... 68
5.1 – Material didático online ...................................................................................... 69
5.2 – Material impresso ............................................................................................. 70
5.3 – Aulas transmitidas via web ................................................................................... 71
5.4 – Biblioteca virtual .............................................................................................. 73
6 – Avaliação ............................................................................................................ 73
6.1 Avaliação Formativa ............................................................................................ 74
6.2 Avaliação Somativa ............................................................................................ 75
6.3 Sistema de Elaboração de Avaliação ........................................................................ 77
6.4 – Avaliação institucional ....................................................................................... 77
7 – Equipe multidisciplinar ............................................................................................ 80
7.1 – Equipe responsável pela concepção/criação do curso ................................................. 80
7.1.1 – Núcleo Docente Estruturante (NDE) .................................................................. 81
7.1.2 – Coordenador do curso .................................................................................. 82
7.1.3 – Docente conteudista .................................................................................... 82
7.1.4 – Docente da aula transmitida via web ................................................................. 83
7.1.5 – Professor convidado .................................................................................... 84
7.1.6 – Tutor a distância ......................................................................................... 84
7.1.9 – Tutor presencial .......................................................................................... 85
7.2 – Política de atualização e capacitação do corpo docente ............................................... 85
7.3 – Equipe de produção de conteúdo .......................................................................... 86
7.3.1 – Gestor da área de produção de conteúdo – Fábrica de Conhecimento ........................ 87
7.3.2 – Analista de projeto educacional ....................................................................... 87
7.3.3 – Designer instrucional .................................................................................... 87
7.3.4 – Web designer ............................................................................................ 88
7.3.5 – Programador ............................................................................................. 88
7.3.6 – Revisor .................................................................................................... 88
7.4 – Equipe responsável pela aula transmitida via web ...................................................... 88
7.4.1 – Gestor dos estúdios de tele transmissão ............................................................ 89
7.4.2 – Editor ...................................................................................................... 89
7.4.3 – Câmera .................................................................................................... 89
7.4.4 – Assistente de produção................................................................................. 89
7.4.5 – Intérprete de LIBRAS ................................................................................... 90
7.5 – Equipe GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD ......................... 90

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7.5.1 – Diretor de EAD- NEAD ................................................................................. 90
7.5.2 – Gerente acadêmico ...................................................................................... 91
7.5.3 – Gerente de polos ......................................................................................... 91
7.5.4 – Gerente de avaliações ................................................................................... 91
7.5.5 – Coordenador do polo ................................................................................... 92
7.5.6 – Secretaria do polo ....................................................................................... 92
7.5.7 – Orientador de inclusão digital .......................................................................... 92
8 – Infraestrutura de apoio ............................................................................................ 93
8.1 – Infraestrutura física da sede da EAD na Universidade Estácio de Sá ............................... 93
8.2 – Infraestrutura física dos polos de apoio presencial ..................................................... 94
8.3 – Infraestrutura de suporte técnico do AVA ................................................................ 94
8.4 – Infraestrutura técnica do setor de produção de conteúdo ............................................. 95
8.5 – Infraestrutura técnica dos estúdios para gravação das aulas transmitidas via web ............... 95
9 – Plano das disciplinas .............................................................................................. 96
ANEXO I ................................................................................................................ 310
ANEXO II ............................................................................................................... 315

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1 – APRESENTAÇÃO
Este projeto pedagógico apresenta o histórico da Instituição, sua missão, sua concepção
de educação a distância, ensino e aprendizagem, dentre outros aspectos, com ênfase à
metodologia de ensino adotada no Curso Superior de Letras-Licenciatura em Língua
Portuguesa.
Em seguida, são apresentados o currículo, o perfil do egresso, os objetivos deste curso,
os sistemas de comunicação adotados, a concepção, elaboração e entrega do material didático
e as formas de avaliação. Ainda, apresenta a equipe multidisciplinar responsável por este curso
e como está organizada sua operação acadêmica, especialmente no que se refere à
infraestrutura e à gestão.

1.1 – SOBRE A UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: BREVE HISTÓRICO
A Universidade Estácio de Sá é oriunda da então Faculdade de Direito Estácio de Sá,
criada em 1970 com o nome do fundador da cidade do Rio de Janeiro. Concebeu-se à época
uma faculdade de Direito com um projeto pedagógico inovador. Em pouco tempo o curso
transformou-se em um paradigma do ensino do Direito no Brasil, a partir da implantação de
disciplinas pouco comuns aos currículos da época, como lógica, filosofia e português, em todos
os períodos.
Em 1972, a Instituição se transformou em Faculdades Integradas Estácio de Sá, com a
incorporação dos cursos superiores de Economia, Comunicação e Turismo.
Vários projetos foram desenvolvidos durante os anos de 1970 e 1980, a criação de um
hotel pousada para a prática acadêmica do curso de Turismo; a parceria com empresas de
renome para a criação de centros de treinamentos; a criação de cursos de extensão para
alunos; a criação de uma editora própria; e a parceria com as principais universidades
francesas (Universidade de Paris e Universidade de Strasbourg).
Em 1988, a Estácio de Sá conquistou o status de Universidade. O forte investimento em
tecnologia e a criação do programa estratégico de qualidade foram fundamentais para o
desenvolvimento institucional e a oferta de novos cursos. Nessa época também foram
implantados os cursos de extensão para a comunidade, inicialmente com a oferta de 80 cursos
e chegando à marca de 2.000, atendendo a mais de 150 mil pessoas por período.
5

Em 1992, a Universidade Estácio de Sá iniciou sua expansão pelo município do Rio de
Janeiro com a abertura de um campus no bairro da Barra da Tijuca, no qual foram oferecidos
os cursos de Direito, Relações Internacionais, Psicologia e Administração. Para atender à
grande demanda de alunos, foi criado também o Campus Centro I – Presidente Vargas.
A partir de 1996, a Estácio ultrapassou os limites municipais com a criação das unidades
nas cidades de Resende, Niterói e Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Ainda naquele
ano, a Estácio de Sá obteve autorização para a criação do curso de Medicina, implantado no
ano seguinte, focado na formação de profissionais de alto nível técnico e com sólida base ética
e humanista.
No ano de 1997, a instituição foi pioneira na criação do Instituto Politécnico
Universitário – o primeiro centro superior de formação para o trabalho do País. Inspirado em
uma instituição de ensino superior instalada em Guadalajara, no México, o Instituto foi
responsável pela oferta de cursos com foco no ensino de competências voltadas para nichos
específicos do mercado de trabalho, conhecidos como cursos sequenciais de formação
específica. Muitos destes cursos, em virtude da nova legislação, deram origem aos cursos de
graduação tecnológica.
A partir deste mesmo ano, a UNESA expande suas ações para outros municípios do
Estado do Rio de Janeiro: Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Cabo Frio, Macaé, Queimados,
São João de Meriti, São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.
No que se refere à pós-graduação stricto sensu, em 2003 a Universidade contava com
quatro cursos de mestrado reconhecidos, dos quais dois acadêmicos –Direito e Educação– e
dois profissionalizantes – Administração e Desenvolvimento Empresarial e Odontologia.
Em 2004, foi procedida nova avaliação relativa aos anos de 2001, 2002 e 2003, tendo a
Universidade encaminhado à CAPES o projeto de um novo curso de mestrado
profissionalizante, parte do trabalho realizado pelo grupo de Saúde da Família do Curso de
Medicina, que foi recomendado no mesmo ano.

Atualmente1 a Universidade Estácio de Sá

possui, além dos programas de mestrado já citados, 3 cursos de doutorado (Direito, Educação
e Odontologia).
Em 2006 e início de 2007, a Estácio passou a oferecer as disciplinas online integradas ao
currículo dos cursos presenciais, consolidando as experiências adquiridas anteriormente na

1

Dados de 2011.

6

oferta de cursos livres e de extensão na modalidade semipresencial para alunos e para a
sociedade. Naquele momento, a então fundada Diretoria de Educação a Distância passou a ser
uma referência para a instituição no que tange aos processos de ensino e aprendizagem
balizados pelas novas tecnologias de informação e comunicação.
Em 2007, a Universidade Estácio de Sá tornou-se uma entidade com fins lucrativos, a
partir da transformação da SESES2 em uma sociedade empresária limitada.
Em 2009, a portaria 442 credenciou a Universidade Estácio de Sá (e respectivos polos
de apoio presencial) para oferta de cursos superiores na modalidade a distância. Hoje, a EAD
faz parte da cultura da Estácio, contribuindo na qualidade dos cursos desta instituição e
situando-a no estado da arte dessa modalidade de ensino no Brasil, integrando seu corpo
docente e discente à excelência acadêmica.
Desde 2008 a UNESA integra a rede de ensino do Grupo Estácio composta atualmente
por uma universidade, três centros universitários e 31 faculdades, contando com mais de 260
mil alunos de graduação e pós-graduação matriculados.

1.2 – MISSÃO INSTITUCIONAL
A Universidade Estácio de Sá tem como missão, definida em seu PDI (2002),

contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e
social do país, com comprometimento ético e responsabilidade social,
proporcionando o acesso de diferentes segmentos da população ao
ensino de qualidade articulado aos benefícios da pesquisa, da extensão
e da formação continuada, privilegiando a descentralização geográfica e
o valor acessível das mensalidades, buscando ao mesmo tempo a
inclusão social na construção, pelo conhecimento, de uma sociedade
mais justa, mais humana e mais igual.

Em atendimento à legislação vigente, ao construir seu Projeto de Auto avaliação
Institucional, a Universidade reconheceu que sendo a Missão e o PDI eixos norteadores do

2

Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá Ltda.

7

Projeto – em razão da abrangência dos seus indicadores – seria necessário que os mesmos
fossem rediscutidos com a comunidade acadêmica e os membros da sociedade civil organizada
integrante de seus diferentes Colegiados e/ou Conselhos.
Alicerçando seu Projeto de Auto avaliação Institucional na metodologia do
empowerment3, a Universidade destacou entre suas estratégias de trabalho: debater os
valores e os princípios contidos na Missão com diferentes setores/áreas /segmentos; obter
consenso, sobre a mesma, entre os principais gestores; e ampliar sua divulgação objetivando
contribuir para a internalização desses valores e princípios.
Após diversas reuniões e considerando as sugestões apresentadas III Seminário de
Avaliação Institucional, realizado em 2005, foi divulgada para as comunidades interna e
externa, a versão final da Missão Institucional, assim expressa:
A Universidade Estácio de Sá tem como missão, através da formação de
recursos humanos qualificados, contribuir para o desenvolvimento
científico, tecnológico, cultural e social do País com comprometimento
ético e responsabilidade social, proporcionando o acesso de diferentes
segmentos da população ao ensino de qualidade articulado aos
benefícios da pesquisa, da extensão e da formação continuada,
privilegiando a descentralização geográfica e o valor acessível das
mensalidades, buscando ao mesmo tempo a inclusão social na
construção, pelo conhecimento, de uma sociedade mais justa, mais
humana e mais igual.
Diante de novas expectativas e mudanças do cenário sócio-político-educacional, a
Estácio de Sá prosseguiu trabalhando com base na participação e na responsabilidade dos
atores sociais envolvidos – conforme seu PDI, cujo alicerce se faz no binômio Qualidade e
Inclusão Social –, reafirmando sua Missão Institucional.
Entenda-se, nesse contexto, que a inclusão social deve ser o resultado de toda a política
voltada para proporcionar de fato os direitos e garantias fundamentais definidos na
Constituição de 1988. Com efeito, sem a ação direta de instituições que tenham esse objetivo,

3

Metodologia que possui, dentre outras características: a delegação de poder, o comprometimento dos
envolvidos em contribuir para as decisões estratégicas e a busca de consenso em torno das propostas referentes
aos diversos setores/áreas da comunidade acadêmica.

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em especial as de ensino superior, cidadania poderia não passar de figura de retórica, deixando
de ser consciência e prática de quem vive em estado de direito.
Com essa intenção, a Universidade define duas grandes diretrizes de ação política: a) a
expansão das propostas online no ensino de graduação, de pós-graduação e nas atividades de
extensão; b) inclusão digital dos participantes do processo educativo. Essas duas diretrizes
caminham juntas e são vistas de forma indissociável.
De fato, o PDI de 2008-2012 reafirmou a Missão Institucional anteriormente expressa
ao estabelecer como metas, dentre outras, a consolidação da EAD na Universidade Estácio de
Sá. Em 2008, através da Portaria n.º126, a UNESA foi credenciada para a oferta de cursos de
Pós-Graduação Lato Sensu a distância. Um novo credenciamento concretizado através da
publicação da Portaria n.º442, de 11 de maio de 2009, ampliou a oferta para todos os cursos
superiores na modalidade a distância, incluídos também os de graduação, e autorizou os polos
de apoio presencial.

1.3 – PRINCÍPIOS NORTEADORES NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO
O ser humano está inserido em um contexto social, econômico, cultural, político e
histórico e, quando tomado como sujeito, intervém na realidade a partir de uma percepção do
contexto que o encerra. Pressupõe-se, assim, uma dimensão ativa, criadora e renovadora. Na
sua interação com outros sujeitos e com a realidade, produz e dissemina conhecimento.
A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é produto dessa interação
social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua
produção e atualização, colocando-o a serviço da sociedade. Para tal, entende ser necessário
provocar um papel ativo desse sujeito da/na educação.
Sob esse diapasão, há necessidade de se promover a participação dos indivíduos como
sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e a
conscientização, materializando assim aquilo que epistemologicamente se entende por
educação.
De acordo com a identidade da Universidade Estácio de Sá e sua interpretação sobre os
conceitos de sociedade, sujeito e educação, a concepção de Educação a Distância incorpora o
rompimento dos paradigmas de tempo e espaço, as novas tecnologias de informação e
comunicação e uma proposta pedagógica alicerçada na concepção do sujeito sócio-histórico
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Atenta para ao objetivo de contribuir para o crescimento político-econômico e social brasileiro. 1993)5. partindo do pressuposto de que a educação constitui mola propulsora do conhecimento. com ênfase em estratégias que ofereçam perspectivas de mudanças. Nesse sentido. São Paulo: Martins Fontes. no segundo semestre de 2011. P. São Paulo: Editora 34. de tomar decisões. da moral. Aprender a ser possibilita a construção e a busca da identidade pessoal e coletiva. construção de conhecimentos gerais e específicos e desenvolvimento de habilidades cognitivas aplicáveis ao projeto de vida pessoal e profissional. e objetiva um processo no qual o aluno seja capaz de construir conhecimentos e aprender a aprender. Nessa convivência. 1984. A formação social da mente. além de permitir propostas de soluções e abertura para o desenvolvimento de valores de qualidade e de produtividade. opiniões. UNESCO. esperanças e representações necessárias à capacidade de iniciativa. L. 1993. As novas tecnologias da inteligência e o futuro do pensamento na era da informática. da ética e da construção do cidadão que pretendemos formar. inclui-se a capacidade de realizar trabalhos diversificados. crenças.(cf. Lévy. aprender a conviver e aprender a fazer (cf. Aprender a aprender é saber investigar e buscar elementos que auxiliem na produção acadêmica. considera a aprendizagem como fruto da interação entre indivíduos em contextos sócio-técnicos específicos (cf. Vygotsky. aprender a ser. Ainda.4 – CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD 4 VYGOTSKY. ou por meio da vivência de estágio e prática profissional. LÉVY. 1984)4. aprender a aprender é um princípio norteador que visa a uma prática pedagógica reflexiva. S. do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida. de trabalhar em equipe e de conviver com as diferenças locais e regionais. 1. de comunicação. Aprender a fazer estimula o desenvolvimento das habilidades necessárias à atividade profissional. cujas dimensões de prática científica (teóricas e técnicas) precisam ser adquiridas formalmente. Informe Delors. 1996). a Universidade Estácio de Sá concebeu a oferta do Curso Superior em Letras Língua Portuguesa na modalidade a distância. estimuladas pelas relações sociais através do desenvolvimento psicossocial. Aprender a conviver propicia a construção do desenvolvimento de atitudes. 5 10 .

1992. Tem um caráter bilateral. o ensino visa associar a construção do conhecimento à crítica ao conhecimento produzido. O processo de aprender em rede inclui a contribuição ativa do aluno e ocorre no âmbito de uma situação interativa.). B. e não como um processo que se limita à transmissão de conteúdos. via Central de Mensagens. num processo contínuo e articulado. ele é concebido como um processo de investigação do conhecimento. busca estabelecer um fazer pedagógico comprometido com o processo de construção e reconstrução do conhecimento. Ernan (ed. como fóruns de discussão. exige uma nova forma de educar que carece de novas estratégias para aprender e ensinar de forma cooperativa. através da contextualização dos saberes evocados neste curso. o Curso Superior de Letras Língua Portuguesa na modalidade EAD considera o aluno como sujeito de seu processo educativo. Paralelamente. nas quais o tutor a distância atua como mediador e facilitador. em última instância. Ensinar é um processo intencional e sistemático. unindo as dimensões social e afetiva ao relacionamento entre teoria e prática.Notre Dame: University of Notre Dame Press. 11 .In: MCMULLIN. One More Turn after the Social Turn. nos quais é necessário aprender permanentemente em contínuas trocas de conhecimento. no qual se destaca a influência da cultura e das relações sociais. propondo estratégias em uma prática pedagógica que deve levar o aluno a produzir e refletir. 1992)6. Sendo assim. The Social Dimensions of Science. com autonomia. Assim. direcionado para o desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos. provocando e estimulando novos descobrimentos. 6 LATOUR. experimentando e registrando o resultado de suas observações. Latour. compartilhamento de arquivos online e troca de mensagens (e-mails).Aprender e ensinar no universo educativo da EAD. através de modalidades tecnológicas. como um processo ativo e integral do sujeito na construção do conhecimento. Compreendendo a aprendizagem como um processo eminentemente social. já que combina a atividade do docente com a do discente. como uma prática voltada para a construção da progressiva autonomia do aluno na busca do domínio científico e profissional de um determinado campo do conhecimento. O processo de ensino busca. o desenvolvimento das capacidades cognitivas dos alunos e a sua preparação para a vida social e profissional. constituído de atores humanos e recursos tecnológicos organizados em rede (cf.

O papel reservado ao tutor a distância. e não exclusivamente do ensino. coerentes com os objetivos e os conteúdos de ensino e que considerem a experiência concreta do estudante como ponto de partida do trabalho pedagógico. 7 No projeto de EAD da Universidade. Para tal. no que tange à organização de estudo. valem-se tutores e alunos de um modelo de concepção de curso no qual a disponibilização deste se dá por intermédio da convergência de meios de oferta de conteúdo e informação. 12 . estabelecendo uma capilaridade física ao atuar na formação de uma rede integradora. nas demais atividades pedagógicas previstas no PPC de curso. Privilegia-se ainda a adoção de metodologias ativas. de acordo com os princípios balizadores da Universidade Estácio de Sá. no que tange ao processo de ensino. a troca de conhecimentos. instigador. com ênfase à exploração do conhecimento acadêmico-profissional que integre e convirja tais meios através de um ambiente virtual de aprendizagem especialmente concebido para promover a colaboração e a cooperação como vetores dos processos de ensino e aprendizagem. tutor online ou professor-tutor é a função docente no que se refere às atividades acadêmicas do curso conforme será explicitado no item 3. inclusive. da cidadania. e direcionando-as ao atendimento das necessidades da comunidade regional e local. A modalidade EAD. vinculando-os aos ideais da ética.1.1. aquele que vai levar os alunos ao trabalho cooperativo e colaborativo. tutor a distância. ensino e aprendizagem. da responsabilidade. Em ambos. o domínio e a proficiência tecnológica na interação e uso das ferramentas e meios disponíveis na sala de aula virtual. pretende-se que as competências profissionais em formação sejam construídas processualmente. é. o tutor a distância é tido como um profissional da aprendizagem. Busca-se então promover ações pedagógicas que articulem os saberes e as práticas. mas também saber problematizar e estimular os alunos a fazerem o mesmo. Nos polos de apoio presencial os tutores presenciais apoiam os alunos de forma contínua. Não lhe cabe somente saber as respostas para as perguntas dos alunos. o que implica na adoção de métodos de ensino que envolvam práticas de ação/reflexão/ação. o de orientar e não mais o de ser o único detentor do saber. da solidariedade e do espírito coletivo. Em última instância. O tutor a distância7 que potencializa o diálogo. a produção coletiva dos seus discentes. sobretudo. valoriza o professor-tutor orientador.

iii) material didático. encerrando um espaço de objetos técnicos e tecnológicos aliados às redes sociais ali constituídas. de modo a garantir a efetividade do aprendizado a partir dos desdobramentos estimulados na comunicação entre alunos e professores/tutores/coordenadores. busca-se desenvolver o espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. No que se refere à convergência de meios8 para a construção do conhecimento. as quais conduzirão ao autodesenvolvimento. a Universidade Estácio de Sá desenvolveu um modelo híbrido. ii) conteúdo online. já que este integra um conjunto de interfaces de conteúdos e de comunicação. tanto o ambiente virtual de aprendizagem quanto o polo de apoio presencial foram concebidos como um espaço de comunicabilidade constante. cuja metodologia valoriza os processos de ensino e de aprendizagem. Nesse sentido. permitindo integrar conteúdo à comunicação entre atores durante os processos de ensino e de aprendizagem. 13 . iv) biblioteca virtual. que se constituem pela convergência de meios na oferta de conteúdo e pela integração em rede através da interação entre aluno e professor-tutor. v) ferramentas comunicacionais. à aprendizagem colaborativa e à interação entre professor-tutor e alunos para a formação de sujeitos críticos. Além do aspecto de disponibilização dos conteúdos programáticos previstos nos planos de ensino. tendo como propulsores desse movimento a 8 As particularidades de cada meio de oferta/entrega de conteúdo serão detalhadas no item “material didático” deste projeto.1. A partir dessa reflexão. autônomos e cidadãos.5 – METODOLOGIA MODALIDADE EAD DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM NA O desenvolvimento de uma metodologia para educação a distância que tenha como objetivo repensar o papel do professor-tutor e do aluno no processo de ensinar e aprender motivou um processo de reflexão sobre as experiências individuais de cada participante juntamente com a abordagem pedagógica. Essa metodologia toma como ponto focal o ambiente virtual de aprendizagem. concebeu-se um ambiente virtual de aprendizagem que integraliza i) aulas transmitidas via web. proprietário.

Atualmente a Universidade Estácio de Sá adota o AVA webaula.5. consumidor e produtor de conhecimento.interação. especialmente com o intuito de caracterizar a educação online para além das práticas exclusivamente auto instrucionais. estimula-se o 9 BLOOM. possibilitam compartilhar informações e desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de análise. S. ou pela intervenção pedagógica no ambiente virtual de aprendizagem como uma ação restrita a organizar um repositório para arquivamento de textos. O trabalho cooperativo. 11 Esses canais serão pormenorizados neste projeto no item Sistemas de Comunicação. 1972. ao mesmo tempo.domínio cognitivo. Portanto. 1972)9. de maneira geral. neste item do projeto. Essa dinâmica faz com que o estudante seja. 1. serão pormenorizados os princípios e seus desdobramentos da metodologia adotada neste curso. à reflexão. são valorizadas no ambiente virtual por levarem ao aprofundamento do conteúdo. ao estimularem o aluno a buscar e gerir a informação. afastando-se também da concepção de “interação” (virtual ou presencial) pautada apenas na formalização de “tira-dúvidas”. bem como a interatividade na construção e reconstrução do conhecimento. O AVA adotado pela Universidade Estácio de Sá10 disponibiliza canais de interatividade11 para serem utilizados efetivamente. está presente na troca e na busca por um objetivo comum para a construção do saber. assim como colaborar com os pares. síntese e avaliação (Bloom. Acontece por meio do compartilhamento de informações e de conhecimentos entre os atores do processo. 10 14 . à aplicação de conceitos e à reconstrução do conhecimento. B. favorecendo o processo de aprendizagem. Taxionomia dos objetivos Educacionais . palavras-chave nesta concepção de educação. igualmente. a cooperação e a colaboração entre os diversos atores.1 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA). da construção e reconstrução do conhecimento. Na aprendizagem colaborativa. customizado especialmente para esta instituição. esquivando-se da necessária mediação integrada às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A colaboração e a cooperação. em um processo de aprendizagem que o estimula a desenvolver uma conduta que favoreça o trabalho individual e coletivo. à avaliação de diversos pontos de vista. Porto Alegre: Ed Globo.

colaboram e interagem. 12 Os aspectos referentes à gestão acadêmica serão pormenorizados no item correspondente. da publicação compartilhada de resumos e rascunhos de alunos. torna a aprendizagem significativa. A interação é encorajada visando principalmente ao estímulo ao conhecimento compartilhado. o mesmo acesso aos serviços disponíveis aos que atuam na modalidade presencial (matrículas. aulas transmitidas via web. através de tecnologias específicas para a hospedagem de aulas online. Esse trabalho pode ser feito através das comunidades virtuais.trabalho em conjunto a fim de que se alcance um propósito em comum. no qual todos efetivamente cooperam. por mensagem. O trabalho cooperativo. entre outros mecanismos de comunicação. biblioteca de apoio individualizada por disciplina e biblioteca virtual utilizada pela IES. professores-tutores e gestores que atuam na modalidade EAD. os meios de comunicação favorecem o trabalho cooperativo. de compartilhamento de arquivos online. No ambiente virtual de aprendizagem. Além disso. distribuição e construção de conteúdo. o AVA adotado neste curso apresenta uma integração ao sistema de gestão acadêmico-administrativa da Universidade Estácio de Sá. dos fóruns de discussão. 15 . todos podem contribuir uns com os outros. o AVA integra as interfaces relacionadas à publicação de conteúdo. a partir daí. individualiza-se. Tal integração permite aos alunos. desenvolvendo suas competências e habilidades. dentre outras ferramentas para armazenamento. pois com as trocas o conhecimento é construído em conjunto e. Quadro 1 – visão geral do conteúdo online Quanto aos aspectos gerenciais12.

secretaria. o AVA é parte do Campus Virtual. 16 . Este. tutores e gestores. não-ambígua e intuitiva. o registro de exercícios e atividades. requisições. no qual há o rompimento das fronteiras de tempo e espaço. Mediada pela internet e concebida para ser uma interface simples. a conclusão de tópicos de conteúdo. Destacam-se. portanto. a sala de aula virtual é a extensão acadêmica do Campus Virtual. paralelamente.inscrições. tempo de acesso etc. os relatórios gerenciais específicos que tratam do registro de participação de alunos no fórum (tanto quantitativo quanto qualitativo). é o campus universitário no qual seus usuários compartilham um espaço logado 13 de ensino e aprendizagem. requerimentos etc. No entorno educativo proporcionado pela sala de aula virtual. acesso às informações institucionais. sistematicamente integrado ao sistema da Universidade Estácio de Sá e ao AVA. o aluno é o centro do processo de ensino-aprendizagem.). progressão e atuação do corpo discente e corpo docente durante os eventos de acesso e do uso das funcionalidades ali disponibilizadas. tesouraria. Trata-se de um espaço específico para docentes e discentes em que se apresentam as disciplinas e os módulos extracurriculares deste curso. entre outros. Não obstante. 13 O acesso ao ambiente virtual exige número de matrícula e senha individual. o AVA também possui ferramentas internas de gestão acadêmica. Quadro 2 – Interface do relatório sobre participação no fórum de discussão Para os alunos. em especial no que se refere ao andamento.

com autonomia e como sujeito ativo e participativo. Quadro 3 – Sala de aula virtual 17 . Já o tutor a distância tem papel fundamental. como protagonista. pois oferece ao estudante as ferramentas para construção do seu próprio processo de aprendizagem. bem como uma avaliação contínua como meio de favorecer o êxito dos estudantes. em seu ritmo. a sala de aula virtual está baseada em um projeto que prevê as práticas educativas em um contexto de mudança constante e de volatilidade das informações. Tendo seu modelo pedagógico centrado no estudante.que ocorre de maneira interativa. de forma personalizada. com vistas ao ensino para a competência e ao atendimento às necessidades individuais e coletivas. que apresenta materiais didáticos multimídia e estimula o tutor a distância para que ele estabeleça estratégias diferenciadas de aprendizagem.

o que proporciona uma influência positiva na motivação dos estudantes e uma nova forma de conviver: em rede.2 – DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CAMPUS VIRTUAL De acordo com nosso modelo. Quadro 4 – Interface do acesso logado ao Campus Virtual (integração AVA e SIA) No tocante à metodologia. transferência. após o acesso ao AVA (sala de aula virtual). o aluno presta vestibular14 e. 18 . 15 As especificações sobre conteúdo serão pormenorizadas no item Material Didático. 1. ocorrem a alocação de docentes nas turmas dentro do AVA. criando um clima afetivo nos intercâmbios comunicativos entre alunos e tutores a distância. a partir da publicação do conteúdo instrucional no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para cada disciplina. organizado em aulas e atividades. inicia o processo de matrícula acadêmica no SIA. o acesso ao ambiente logado (Campus Virtual) se efetiva. Em termos de administração acadêmica. em cada um de seus componentes curriculares. após aprovação. 14 Salvo nos casos em que há outra forma de ingresso. o curso toma corpo. resumidamente.5.A sala de aula virtual traz muitas possibilidades de interações online. segunda graduação e/ou ENEM. e é nesse ambiente que o aluno pode utilizar o sistema acadêmico e acessar o AVA. tais como reabertura de matrícula. o aluno visualiza toda a oferta de disciplinas do período acadêmico em questão (além dos módulos de ambientação e de nivelamento). Trata-se do conteúdo15. nas quais a convergência de meios é efetivada. Após a publicação. por intermédio de integração deste ao Sistema de Informações Acadêmicas da instituição (SIA). Após ter sua matrícula efetivada.

balizar a organização de estudo do corpo discente. em particular no fórum de discussão. em cada aula. apresenta abas específicas para cada meio de disponibilização de conteúdo.Em relação à convergência de meios (cf. o tópico Orientações de Estudo funciona como guia para que o aluno possa efetivar a convergência de meios (online. Quadro 5 – Interface das Orientações de Estudo. o tutor a distância media o diálogo entre os diversos meios que são utilizados na composição do arcabouço teórico das disciplinas. estando todos esses meios sob moderação dele. incluindo-se a biblioteca virtual e o tópico relacionado àquela aula no fórum de discussão. em particular no que se refere aos desdobramentos do conhecimento e ao estímulo frequente para a cooperação e colaboração nos espaços de 19 . Cada estudo dirigido. sobre a aula transmitida via web. assim. no qual se apresentam as orientações sobre o conteúdo online. de modo a garantir efetividade na entrega de conteúdo e. tópico de introdução ao conteúdo de cada aula online No tocante à atuação docente. ao mesmo tempo. foi desenvolvida uma ferramenta para organizar a entrega do material didático (livro) e das aulas/atividades transmitidas via web. o tópico denominado Orientações de Estudo. constante de todas as aulas. Concebeu-se. Em outras palavras. sobre o material impresso e como ocorre a interação com o professortutor a distância e colegas de sua turma. no que se refere à aplicação da metodologia online. item 1.5). aula transmitida via web e leitura da bibliografia básica) de modo a direcionar suas ações no ambiente virtual – e na disciplina como um todo.

na capacidade de autoavaliação e de autorregularão pelo próprio desenvolvimento acadêmico. 17 20 . gerais. cabe ao aluno demonstrar a efetividade de tal domínio para cumprir as etapas do processo de aprendizagem exigidas durante a disciplina/curso. A metodologia online adotada neste curso exige do aluno o desenvolvimento de habilidades particulares e. Nesse diapasão entre a enturmação17. atendendo os critérios acadêmicos e regulatórios. ao mesmo tempo. Em outras palavras. Paralelamente. está associado ao desenho didático do conteúdo online. consolidando assim o atributo online da metodologia. muito mais do que uma perspectiva auto instrucional focada na individualização do processo de aprendizagem. O aprender a fazer. o ensino a distância na Universidade Estácio de Sá entende o aluno como sujeito ativo do processo. pois se apropria de um ambiente virtual no qual todos os usuários são estimulados a aprender a usar o ferramental e os procedimentos essenciais para seu estudo visando a construção coletiva e cooperativa do conhecimento. Nesse sentido. aluno . de cada disciplina. e que se reflete nos objetos de aprendizagem adotados no desenho didático das aulas. tais como a capacidade de iniciativa. a cooperação e a aprendizagem em comunidade. os princípios aprender a aprender e aprender a fazer são concretizados. Paralelamente. justamente por concentrar as principais ações acadêmicas do corpo discente no AVA ou no Campus Virtual. Enfatiza-se. de acordo com o conteúdo programático e os objetivos de cada disciplina. e a metodologia adotada para este curso justamente valoriza intensamente a interação do aluno com seus colegas e tutores a distância. a construção de atividades e ações baseadas na resolução de problemas. Enturmação é o processo de alocação dos tutores a distância nas turmas. aluno-aluno. Concomitantemente.professor tutor. Esse processo ocorre em cada turma. o princípio aprender a conviver toma forma pela mobilização de competências inerentes à metodologia adotada.aluno. Essa perspectiva demanda uma atitude responsiva e funcional no decorrer da formação do discente. continuamente. a exigência de interação como espinha dorsal da 16 A interação entre corpo docente e corpo discente será pormenorizada no item Sistemas de Comunicação.interação16professor tutor . a entrega de conteúdo e a atuação docente. o desempenho do aluno está diretamente relacionado ao desenvolvimento de habilidades inerentes à instrução/ensino mediados e ao domínio dos recursos e funcionalidades envolvidas no processo de aprendizagem. portanto.

por exemplo). visão crítica e questionamentos. do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida. do ponto de vista educacional/linguístico. onde se concentram as expectativas de espaços profissionais do corpo discente. visando à democratização de seu acesso em diferentes localidades e a interiorização deste nível e desta modalidade de ensino. aprimoram-se as habilidades de uso da língua. leitura e escrita em diferentes contextos. implantado. implementou ações de graduação a distância. conhecimento. buscando a disseminação do ensino superior em nosso país. representa a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas nacionais. O Curso de Letras Licenciatura em Língua Portuguesa a distancia. Sendo assim. Para esse crescimento.1 APRESENTAÇÃO A Universidade Estácio de Sá tem como um de seus objetivos contribuir para o crescimento político-econômico e social brasileiro. partindo do pressuposto de que a educação constitui mola propulsora do conhecimento. 2 – O CURSO SUPERIOR DE LETRAS – LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 2. da Universidade Estácio de Sá. Este curso de graduação à distância busca planejar e realizar ações bem sucedidas que incentivem a criação de um ambiente de aprendizado cooperativo.metodologia permite (e enfatiza) uma melhor compreensão dos mecanismos sociais envolvidos na troca constante de opiniões. sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado. atrelando as competências individuais às estratégias docentes. visando à formação dialógica e reflexiva de profissionais capazes de conduzir um processo competente. e o processo de crescimento educacional. indiretamente associados aos eventos em que a participação do aluno frente aos colegas e tutores a distância é obrigatória (como fóruns de discussão. Sua estrutura curricular obedece às Diretrizes Curriculares Nacionais e está organizada de modo a oferecer ao aluno referenciais teórico-práticos que possibilitem a constituição de 21 .

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) introduziu novos conceitos e filosofias para a educação superior no nível de graduação no Brasil. permite que ele conviva com a interdisciplinaridade. objetivando a qualificação para o trabalho e a elevação do nível de escolaridade e de maturidade do profissional. Esse aspecto dinâmico só é viável dentro de uma estrutura flexível. devido a seu caráter dinâmico e flexível. O itinerário percorrido pelo aluno. aspecto fundamental para uma boa formação. 2. a graduação é uma etapa inicial da formação. necessárias ao desempenho de atividades no campo produtivo. que permite ao aluno fazer itinerário formativo e alcançar competências intermediárias.competências. De acordo com a LDB. adaptando-os às mudanças sociais. O currículo do curso foi construído com base na organização em períodos.Licenciatura Língua Portuguesa na modalidade EaD. de acordo com sua progressão no curso. cidadão e profissional qualificado para o mercado de trabalho. na constituição do homem e da sociedade. utiliza os conceitos de itinerário formativo e organização curricular modular. O Decreto nº 5.2 MISSÃO DO CURSO SUPERIOR DE LETRAS – LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA EAD O curso de Letras . Tal reflexão envolve a conscientização de que o professor de língua materna tem um papel transformador. possibilitando o aproveitamento contínuo e articulado dos estudos. O curso de Letras .154 da LDB introduz o conceito de itinerário formativo como sendo o conjunto de etapas que compõem a organização da educação profissional em uma determinada área.Licenciatura em Língua Portuguesa deve ter o compromisso de promover no estudante um processo contínuo de reflexão sobre o papel da linguagem. e não um momento de esgotamento do conhecimento. habilidades e atitudes que promovam o seu pleno desenvolvimento como sujeito. que permita aos cursos definirem diferentes perfis para os seus egressos. pois deve apresentar ao aluno a 22 . ao longo de sua trajetória.

b . propiciando o acesso à modalidade escrita da língua e aos diferentes estratos sociais. preservando valores éticos e garantindo um espaço de interlocução crítica e reflexiva entre os membros de sua comunidade. 2.3 – OBJETIVO GERAL O Curso de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa tem por objetivo habilitar o licenciando para o exercício do magistério. é papel do professor de língua materna apresentar a seus alunos os diferentes registros de língua. assim.norma culta. de modo a fazer com que o aprendiz possa utilizar a língua funcional adequada a cada interação social e. Os fundamentos do Curso de Letras podem ser expressos da seguinte forma: a . formando um profissional comprometido com o domínio da linguagem em suas diferentes modalidades discursivas. o futuro profissional de Letras poderá oferecer aos seus alunos condições indispensáveis ao exercício pleno da cidadania. intermediário e específico. Deste modo.4 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS 23 . 2. difundindo conhecimento. c . visto que ele participará de sua comunidade integrando-a. tanto na sua variação no uso da língua quanto nas expressões artísticas presentes nos textos literários. portanto.o domínio da norma culta é fundamental para o cidadão ter acesso a uma participação mais efetiva na sociedade e.a formação do futuro profissional de Letras dá-se na articulação entre os eixos pedagógico.a linguagem é uma capacidade da espécie humana. e como tal deve ser estudada nas suas diversas manifestações. o que compreende também o desenvolvimento da prática oral em situações formais ou semiformais. bem como conduzir esse licenciando a adquirir base conceitual e científica norteadora da compreensão dos fenômenos da linguagem e sua aplicação ao ensino. tenha condições de buscar todo o conhecimento registrado nas modalidades escrita e falada da língua.

analisar os processos de formação da identidade latino-americana.conceituar valores específicos da cultura latino-americana. formando leitores e produtores de textos de diferentes gêneros discursivos. situações formais em língua portuguesa (na modalidade do ensino a distância a habilidade escrita é a que é desenvolvida). fundamentalmente. . .desenvolver habilidades de oratória que integram. . .diferenciar conteúdos concernentes a padrões da literatura através de sua formação histórica e diversidade contemporânea.desenvolver.aplicar a prática metodológica para a pesquisa avançada na área de Letras. o sistema educacional. atividades didáticas de planejamento. no ensino básico. de execução e de avaliação relativas à língua portuguesa e sua literatura. 24 .identificar os componentes de interação dos processos literários brasileiro e português.compreender os diferentes contextos de uso da língua e suas variações.compreender. . . . de modo integrado. a sociedade e a instituição escolar.O Curso de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa especifica seus objetivos considerando os seguintes pontos: . . . . que atendam a diferentes objetivos.desenvolver a competência textual.conhecer as teorias recentes de linguagem e sua contribuição para o ensino de língua materna e sua literatura. e o domínio epistemológico que norteia sua literatura. . em língua portuguesa.diferenciar as mais recentes teorias sobre o texto literário. . de modo a promover nos seus alunos a capacidade de identificar o registro adequado a cada situação de comunicação.discernir o emprego diferencial dos conceitos formadores de cada teoria literária.

6 – PERFIL DO EGRESSO A graduação em Letras . 2. A habilidade de utilização da linguagem pelo profissional licenciado no curso de Letras permitirá que ele seja capaz de fazer reflexão crítica e criativa em relação à linguagem no contexto sociocultural.buscar autoaperfeiçoamento constante como pessoa e como profissional do magistério. o trabalho de formação humana e intelectual. da Instituição. para desenvolver. 2. pós-graduados. tem por objetivo formar profissionais comprometidos com o domínio e utilização da linguagem em diferentes situações sociais.Licenciatura em Língua Portuguesa..Licenciatura em Língua Portuguesa. . o que compreende língua escrita e língua falada. considerando sua adequação. e de sua literatura. o licenciado em Letras poderá atuar como professor de língua materna.refletir criticamente acerca do contexto em que se situa a educação. além do exercício estrito do magistério. podendo inserir-se em configurações empresariais que requisitarem o seu conhecimento e formação técnica. professores e outros que tenham interesse no Curso de Graduação a Distância em Letras . . participando como cidadão. Português brasileiro. O profissional de Letras poderá atuar como professor de língua portuguesa e de literaturas de língua portuguesa nos ensinos fundamental e médio. o profissional de Letras poderá desempenhar também a tarefa de trabalhar na revisão de editoriais. seguramente. formulando alternativas de ação comprometidas com um ensino de qualidade. participar de editoriais de jornais e periódicos 25 . especificidades discursivas e modalidades. Dessa forma.analisar propostas político-pedagógicas. Assim. graduados.5 – PÚBLICO-ALVO Estudantes que concluíram o ensino médio.

. O curso de Letras capacita profissionais para proporcionarem visão abrangente da utilização da linguagem. vivenciada em diversas disciplinas do curso.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES GERAIS E ESPECÍFICAS A fim de atuar como professor de Língua Portuguesa e de Literaturas. . A modalidade do Ensino a Distância (EaD). missão da instituição de ensino. de forma a entender a educação através dos sistemas que permeiam o corpo social. A Competência Humana traduz-se pela: 26 . de comunicação e de exercício da cidadania. Este perfil é acrescido de domínio de novas tecnologias. já que o domínio do registro formal da língua efetiva-se como instrumento de cultura.fazer a leitura dos diferentes contextos interculturais e sua interação.literários ou pedagógicos. .6. o aluno deverá construir competências políticas. além da possibilidade de ser redator dos mais variados meios de comunicação.propor alternativas de ação que se comprometam com a democratização do ensino.discutir e formular propostas político-pedagógicas. 2.participar como cidadão consciente. a sociedade e a instituição escolar como um todo.perceber o sistema educacional. humanas e técnicas. pretende a sua formação capacitá-lo a: . através das quais o formando será capaz de gerir sua formação nos âmbitos da pesquisa e extensão. . supervisionar relatórios que exijam conhecimento da língua. Ao desenvolver a Competência Política.refletir criticamente acerca do contexto em que se situa a educação. o profissional estará apto a atuar como professor das Redes Pública e Privada. concentrando-se nas investigações do campo linguístico e nas diversas correntes teóricas que discutem o ensino de língua materna e de sua literatura. além de estar qualificado também para atuação no mercado editorial nas funções de revisor e de comentarista de livros. Ao final de sua formação. especialmente em seu aspecto formal. . contribui para a formação de profissional competente em relação ao autoaprendizado.

entre eles. .preocupação permanente com as necessidades humanas e o desenvolvimento das pessoas.planejamento.capacidade de compreender e ser proficiente em métodos.habilidade de trabalhar em equipe multidisciplinar.empregar reforços de aprendizagem.desenvolvimento de atitudes favoráveis ao trabalho educativo em si próprio e nos outros. procedimentos e técnicas de organização do trabalho docente.formular perguntas. 27 . . . . A Competência Técnica envolverá: . . . organização e direção de situações de aprendizagem que envolvam outras habilidades específicas.variar a situação de estímulo à aprendizagem.capacidade de gerenciar seu auto-aperfeiçoamento como pessoa e como profissional do magistério.conduzir à integração dos conteúdos desenvolvidos e aprendidos. . Dentre as habilidades relacionadas à Competência Humana estão: .compreensão.propiciar feedback que possibilite controle e avaliação da situação de ensinoaprendizagem. . aceitação. . processos. . .pesquisa.capacidade de trabalhar de maneira eficaz com os demais membros da equipe escolar e com o aluno.capacidade de compreender e produzir textos de diferentes gêneros e registros.. empatia e consideração pelo outro. entre elas as de: .habilidade com técnicas de dinâmica de grupo.domínio dos conteúdos básicos trabalhados nos ensinos fundamental e médio. .organizar o contexto de ensino-aprendizagem.criatividade. . . .ilustrar com exemplos.autonomia discursiva.utilização de recursos tecnológicos à disposição da educação. . . a informática. As habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos em relação à Competência Técnica são as de: . leitura e interpretação de textos e documentos.

Com base nesses quatro princípios é que a matriz curricular do curso foi organizada. b) transferência interna ou externa. desenvolvido na perspectiva da educação continuada. propiciando a integração teoria e prática. de 8h às 20h.capital).9 – ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular do curso Licenciatura em Língua Portuguesa obedece aos seguintes princípios: a) flexibilização.8 – CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO NO CURSO SUPERIOR DE LETRAS – LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA EAD O curso Letras . 2. o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. habilidades e atitudes e que promovam o seu pleno desenvolvimento como pessoa. de 8h às 18h. inclusive com possibilidade de ligação telefônica18. e as atividades facilitadoras da construção de competências. O atendimento funciona nos seguintes dias e horários: segunda a sexta-feira. flexível. c) ação-reflexão-ação. é concebido como uma realidade dinâmica.2. com a intenção de promover a produção e construção do conhecimento de modo 18 3231 0000 (Rio de Janeiro . c) alunos já formados em outros cursos superiores. aos sábados. 2.Licenciatura em Língua Portuguesa obedece às Diretrizes Curriculares Nacionais e está organizado de modo a oferecer ao aluno referenciais teórico-práticos que colaborem na aquisição de competências cognitivas. d) Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 0800 282 3231 (demais regiões). 28 . b) interdisciplinaridade. Seu currículo. e são: a) vestibular. d) contextualização. o diálogo entre as diferentes ciências e saberes.7 – FORMAS DE INGRESSO As formas de acesso a este curso seguem as determinações institucionais. Todas as informações sobre as formas de ingresso podem ser fornecidas diretamente no polo de apoio presencial ou pelo Portal da Instituição na internet (“fale conosco”).

o projeto pedagógico e a matriz curricular do curso de Letras apresentam a educação ambiental como prática educativa integrada. assim está disposta a grade curricular: É importante. contínua e permanente. de 27/04/1999 e o Parecer CNE/CP nº 14/2012.(CNE/CP Resolução 1/2004). em que cada sujeito aprende com conhecimentos científicos e com o reconhecimento dos saberes tradicionais.EA. A EA avança na construção de uma cidadania responsável voltada para culturas de sustentabilidade socioambiental. será desmembrada no que se refere a seus princípios. a estrutura do curso será apresentada em sua totalidade (grade). Portanto. de acordo com a Lei Federal 9795. destacar que em relação ao determinado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações étnico-raciais e para o Ensino da História e Cultura Afrobrasileira e Africana . que no Curso Superior de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa. também. partindo da reflexão. Quanto à Educação Ambiental . numa perspectiva criativa e interdisciplinar. que trata as questões socioculturais. atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente. do debate e da crítica. Desta forma. a mesma está representada pelos processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais.sistematizado. e Seminários Integrados em Língua Portuguesa que desenvolvem o tema nas questões socioculturais e História dos Povos Indígenas e Afrodescendentes. social e cultural da Nação Brasileira. 29 . de 6 de junho de 2012. A Educação Ambiental envolve o entendimento de uma educação cidadã. a partir do meio ambiente natural ou construído no qual as pessoas se integram. crítica. responsável. possibilitando a tomada de decisões transformadoras. econômico. incorporados nos conteúdos de diferentes disciplinas. que tem o objetivo de fornecer conhecimentos acerca da formação destas sociedades e da sua integração nos processos físico. bem essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade.  Em disciplinas como Análise Textual. A título de organização. refletidas por meio de textos. participativa. estas questões são tratadas da seguinte forma:  No projeto pedagógico e na matriz curricular. conhecimentos. em seguida. habilidades.

será desmembrada no que se refere a seus princípios. assim está disposta a matriz curricular: ESTRUTURA CURRICULAR LETRAS . que trata questões ambientais. Portanto.908 horas mínimas. A título de organização. como tema de iniciação científica e pesquisa. em seguida. refletidas por meio de textos.LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA . no curso de Letras. entre outras.20133 1º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE CULTURA BRASILEIRA OBRIGATÓRIA 36 0 0 ANÁLISE TEXTUAL OBRIGATÓRIA 36 0 0 ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO OBRIGATÓRIA 36 0 44 FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO OBRIGATÓRIA 36 0 44 PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL OBRIGATÓRIA 36 0 0 OFICINA LITERÁRIA OBRIGATÓRIA 72 0 0 PRODUÇÃO TEXTUAL I OBRIGATÓRIA 36 0 0 2º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE LINGUÍSTICA I OBRIGATÓRIA 36 0 0 PRODUÇÃO TEXTUAL II OBRIGATÓRIA 36 0 0 30 .representando um eixo transversal em atividades curriculares dos cursos. a temática está contemplada diretamente na disciplina de Seminários Integrados em Língua Portuguesa e na disciplina de Análise Textual. A Matriz Curricular do Curso Superior de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa é integralizada em 2.GRADUAÇÃO . Vale destacar também o importante papel que desempenha no estudo da ética ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas por nossos estudantes. distribuídas em 6 (seis) semestres mínimos para sua conclusão. a estrutura do curso será apresentada em sua totalidade (matriz). Além desta transversalidade.

I OBRIGATÓRIA 36 0 132 LITERATURA BRASILEIRA II OBRIGATÓRIA 36 0 0 LITERATURA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 0 EDUCAÇÃO ESPECIAL OBRIGATÓRIA 36 0 44 LITERATURA COMPARADA OBRIGATÓRIA 36 0 44 5º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE EDUCAÇÃO AMBIENTAL OBRIGATÓRIA 36 0 0 METODOLOGIA DA PESQUISA OBRIGATÓRIA 36 0 0 LITERATURA HISPANO-AMERICANA OBRIGATÓRIA 36 0 0 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP.PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM OBRIGATÓRIA 36 0 44 METODOLOGIA CIENTÍFICA OBRIGATÓRIA 36 0 0 FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 72 0 0 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL OBRIGATÓRIA 36 0 44 CULTURA CLÁSSICA:CONTRIBUIÇÕES LINGUÍSTICAS OBRIGATÓRIA 36 0 0 3º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE DIDÁTICA OBRIGATÓRIA 72 0 44 LITERATURA BRASILEIRA I OBRIGATÓRIA 72 0 0 MORFOLOGIA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 22 POLÍTICAS PÚBLICAS E ORG. DA EDUCAÇÃO BÁSICA OBRIGATÓRIA 36 0 0 LINGUÍSTICA II OBRIGATÓRIA 36 0 0 TEORIA DA LITERATURA I OBRIGATÓRIA 72 0 0 4º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE TEORIA DA LITERATURA II OBRIGATÓRIA 36 0 0 LINGUAGENS DA ARTE E REGIONALIDADES OBRIGATÓRIA 36 0 0 SINTAXE DO PORTUGUÊS I OBRIGATÓRIA 36 0 0 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. PORTUGUÊS. PORTUGUÊS II OBRIGATÓRIA 36 0 132 LITERATURA BRASILEIRA III OBRIGATÓRIA 36 0 0 SINTAXE DO PORTUGUÊS II OBRIGATÓRIA 72 0 0 SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 0 TEORIA DA LITERATURA III OBRIGATÓRIA 36 0 0 TEORIAS DO DISCURSO OBRIGATÓRIA 36 0 44 6º PERÍODO Carga Horária Tipo T P AE TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO OBRIGATÓRIA 36 0 0 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. PORTUGUÊS III OBRIGATÓRIA 36 0 154 31 .

apesar de incentivada a sua realização pelos alunos. proporcionando o cenário no qual o aluno possa. de fato. oferecendo condições de acesso a conhecimentos.672 Carga Horária das Eletivas 36 Total 2.TCC EM LETRAS (LÍNGUA PORTUGUESA) OBRIGATÓRIA 36 0 0 LITERATURA POPULAR REGIONAL OBRIGATÓRIA 36 0 44 ASPECTOS SEMIOLÓGICOS DO DISCURSO OBRIGATÓRIA 36 0 0 LITERATURA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 0 LINGUÍSTICA APLICADA AO ENS. Essas atividades são importantes para a formação do aluno e constituem o pilar de apoio para diversidade. quanto pela horizontalidade. A flexibilização vertical prevê diferentes formas de organização do saber ao longo do período de formação. 32 . pois permite ao aluno ir além de seu campo específico de atuação profissional. habilidades e atitudes formativas em outras áreas profissionais. a estrutura curricular possibilita a ampliação dos horizontes do conhecimento e o desenvolvimento de uma visão crítica mais abrangente. DA LÍNGUA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 0 HISTÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES ELETIVA 36 0 0 FORMAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA OBRIGATÓRIA 36 0 0 FUNDAMENTOS DA TRADUÇÃO EM LÍNGUA INGLESA ELETIVA 36 0 0 ESTUDOS CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA ELETIVA 36 0 0 Composição da Carga Horária do Curso Atividades Complementares: 200 Estágio (Fora da Matriz): 0 Disciplinas Obrigatórias: 2. A flexibilização do currículo se caracteriza tanto pela verticalidade. A flexibilização curricular horizontal possibilita ao aluno o aproveitamento de várias atividades acadêmicas complementares.9.1 – PRINCÍPIO DA FLEXIBILIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR No que tange ao princípio de flexibilização. entretanto não são componentes curriculares obrigatórios. ter à disposição as variadas alternativas de percurso curricular.908 2.

Promove. propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento e a integração do conhecimento. nem implica uma comunicação reduzida entre as disciplinas. intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas. os processos de intervenção e busca de soluções. Envolve a elaboração de um contexto mais geral. Expressa ainda a necessidade de reconstruir o pensamento em novas bases. Além disso. resultante da compartimentalização que marca a produção científica de caráter positivista. Propicia a reorganização e a recomposição dos diferentes âmbitos do saber por meio do estabelecimento de intercâmbios cognitivos. A interdisciplinaridade. permite integrar o saber. fragmentadas. As propostas de ensino baseadas na interdisciplinaridade têm um grande poder estruturador. os contextos e os procedimentos estudados pelos alunos passam a ser organizados em torno de unidades mais globais. que coloca as disciplinas como realidades estanques. permitindo uma compreensão mais abrangente do saber. no qual as disciplinas em contato são modificadas. analisar e solucionar novas questões. A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes. pois as definições. o da interdisciplinaridade. dessa forma. favorecendo. que agregam estruturas de conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas. portanto.2 – PRINCÍPIO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR Outro princípio.2. A integração entre as disciplinas do currículo cria condições para a pesquisa e para a elaboração de modelos explicativos que efetivamente consigam captar a complexidade da realidade. propiciando a compreensão da relevância e do significado dos problemas estudados. busca favorecer uma visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade. capacitando os alunos para enfrentar problemas que transcendem os limites de uma disciplina concreta e para detectar. passando a depender claramente uma das outras. a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. consequentemente. isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno.9. Visa superar uma organização curricular tradicional. recuperando dimensões como a criatividade. a interdisciplinaridade favorece a realização 33 . A interdisciplinaridade. A interdisciplinaridade tem sua origem na necessidade de corrigir os desvios causados pela fragmentação disciplinar. portanto.

) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações19. e seus conteúdos são apenas um dos meios para o desenvolvimento de competências que ampliem a formação dos alunos e sua interação com a realidade. sobre a ação ou na reflexão sobre a ação. contextualizado. No ensino por competências o conhecimento é trabalhado de forma Inter transdisciplinar. Essas atividades se constituem como componente curricular obrigatório vinculado às disciplinas da matriz curricular. tendo o professor-tutor como mediador entre o conhecimento acumulado e os interesses e necessidades do aluno. Embasadas no Art. A concepção dessas atividades deve privilegiar a articulação entre a teoria e a prática. a partir do trabalho discente. a reflexão crítica e o processo de autoaprendizagem. seja na ação. O currículo deste curso foi concebido também como um conjunto integrado e articulado de situações organizadas de modo a promover aprendizagens significativas. Para atender a esse propósito. com autonomia. 2. o ensino deve ser centrado na aprendizagem. de forma crítica e dinâmica.9. Dez novas competências para ensinar. 34 .3– PRINCÍPIO CURRICULAR DA AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO NA ESTRUTURA A ação-reflexão-ação é um princípio norteador do processo ensino-aprendizagem neste curso. privilegiando a construção de conceitos e a criação do sentido.de transferências das aprendizagens já adquiridas em outros contextos e contribui para ampliar a motivação para aprender. as atividades estruturadas implicam a construção de conhecimento. capacidades. item II da Resolução CNE/CES nº 3. 2º. que pode 19 Cf. de 2 de julho de 2007. 2001. Esta última (a reflexão sobre a ação) é que determina a construção do saber. que se concretiza através da realização das atividades estruturadas pelos alunos. Porto Alegre: Artmed. O Curso Superior de Letras Língua Portuguesa adotou a estratégia de possuir em sua matriz curricular a disciplina de Ética e Responsabilidade Social que cumpre a função de tratar das questões relativas à responsabilidade social das empresas e a ética nas relações profissionais. PERRENOUD. necessárias à atuação dos futuros formandos. P. informações etc. visando mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes. Os professores-tutores a distância das disciplinas que oferecem tais atividades devem estimular e incentivar seus alunos a refletirem.

No quadro abaixo. habilidades e valores. ATIVIDADES ESTRUTURADAS Período Cód. sínteses. associações e transferências. a discussão e o interesse pela busca de novas ideias e conceitos. Discipli na Disciplina Prática Estruturada Total de créditos Carga Horária da disciplina 2 2 4 80 2 2 4 80 2 2 4 80 2 2 4 80 Créditos teóricos 1º SEMESTRE 1 CEL046 6 1 CEL046 8 ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 2º SEMESTRE 2 2 CEL024 1 CEL024 2 PSICOLOGIA DO DESENVLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL 3º SEMESTRE 35 . além de pesquisas. inferências. A realização dessas atividades deve proporcionar aos alunos a curiosidade. Para tanto. As tarefas propostas constituem desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos. analogias. essas atividades foram estruturadas em projetos. As atividades estruturadas possibilitam aos alunos a observação e a reflexão sobre a aplicação dos conhecimentos estudados em diferentes contextos da realidade. são apresentadas as disciplinas deste curso que possuem atividades estruturadas na composição de suas cargas-horárias. Atividades estruturadas na composição de suas cargas-horárias. generalizações.ser considerada uma consequência das reflexões intencionais efetuadas. bem como por resolução de problemas. Privilegiam análises.

36 . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.3 3 CEL030 4 CEL026 8 DIDÁTICA MORFOLOGIA PORTUGUESA 4 2 6 116 2 1 3 58 2 6 8 168 2 2 4 80 2 2 4 80 2 6 8 168 2 2 4 80 2 7 9 190 2 2 4 80 4º SEMESTRE 4 4 4 CEL030 3 CEL024 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EDUCAÇÃO 9 ESPECIAL CEL025 0 LITERATURA COMPARADA 5º SEMESTRE 5 5 CEL029 5 CEL029 9 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. propondo um ensino fundamentado em múltiplas visões que proporcionem aos alunos aprendizagens que desenvolvam a visão crítica. de acordo com Behrens21. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. situa-se a problematização que possibilita uma visão pluralista. 2001. Jornadas temáticas idealizadas e dirigidas por Edgar Morin. tendo como ponto de partida o questionamento que vincula articulações 20 Cf. E. criativa e transformadora. Nesse contexto. Tradução e notas de Flávia Nascimento. II TEORIAS DO DISCURSO 6º SEMESTRE 6 6 CEL029 0 CEL026 6 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. III LITERATURA POPULAR REGIONAL As Atividades Estruturadas atendem também ao paradigma da complexidade20. MORIN.

diferenciadas. especialmente. no conteúdo online da disciplina e são discutidas e trabalhadas ao longo da disciplina. articular essas aquisições à medida que as relacionam ao problema a ser resolvido e mobilizar essas aquisições na prática22. I. 2. Com as atividades estruturadas. com a finalidade de produzir conhecimento. 22 ROEGIERS. integrando sociedade – educação – trabalho. Metodologia de aprendizagem baseada em problemas. Campinas. 37 . (Org. SP: Papirus. uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal. Jean-Marie. quando os examinam minuciosamente.4– PRINCÍPIO CURRICULAR DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESTRUTURA O princípio da contextualização permite pensar o currículo de forma abrangente. social e cultural dos alunos. A. P. As atividades estruturadas estão disponibilizadas na sala de aula virtual. oportunidade de autonomia de estudos e o acesso a diferentes modos de aprender. novas configurações. reflexivo. empreendedor.163-187. Porto Alegre: Artmed. Os alunos podem simultaneamente realizar a apropriação de conceitos. DE KETELE. Dessa forma. reforça-se a percepção do aluno como sujeito ativo. Desse modo. favorecendo uma aprendizagem significativa. envolvendo participação individual e em grupo. 2. a aprendizagem se dará como resultado do aprendizado ativo. 2006.Técnicas de ensino: novos tempos. com o planejamento de atividades que surgem das situações do próprio cotidiano social do aluno e do trabalho profissional.p. In: VEIGA. criativo. M. 2004. A contextualização envolve o estabelecimento de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento. inclusive com fórum de discussão específico para esse fim na sala de aula virtual. com uma ampla rede de significações. ed. de aprender a aprender. inovador. e não apenas como um lugar de transmissão e reprodução do saber. com base na própria prática do sujeito e nas sucessivas mudanças provocadas pela informação gradativamente assimilada.A. Xavier.9. que tenha autonomia nos estudos. a metodologia de ação das atividades estruturadas visa trazer uma mudança no processo de aprendizagem. Tradução de Carolina Huang. convivência com a diversidade de opiniões.). Uma pedagogia da integração: competências e aquisições no ensino. 21 BEHRENS.

9. a contextualização ocorre primordialmente nos eventos de interação e reflexão sobre o conhecimento. A participação dos alunos nessas atividades é sistematicamente registrada no SIA.5 – ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Como visto anteriormente.Sistema de Informação Acadêmica. bem como atualização permanente dos alunos acerca de temas emergentes.Neste curso. As Atividades Acadêmicas Complementares (AAC) visam estimular o aluno a realizar desde os primeiros períodos do Curso. Essa exigência é considerada um fator diferencial na qualificação da formação. 38 . As atividades complementares. dentre outros. de acordo com o Manual de Atividades Acadêmicas Complementares do Curso. As atividades complementares são programadas pela coordenação e disponibilizadas para os alunos através do SIA . visando à complementação curricular. A cada AAC realizada. Elas envolvem aquelas atividades realizadas pelo aluno. Também contextualiza-se o conteúdo nas diferentes atividades solicitadas ao aluno. leituras complementares para posterior discussão. pois os alunos para conclusão do Curso precisam cumprir 200 horas em atividades complementares culturais internas e externas previamente agendadas. vinculadas à sua formação e/ou promovidas pelo seu curso. é atribuída uma carga horária pré-definida. como atividades estruturadas. referemse ao curso como um todo e à formação geral do aluno. ações práticas relacionadas à futura profissão. por sua vez. possibilitando uma melhor qualificação para o mercado de trabalho. as atividades estruturadas estão relacionadas e contextualizadas no âmbito da disciplina. 2. Essas atividades também estarão registradas no histórico de atividades complementares dos alunos. espaço privilegiado para integrar diferentes perfis socioeconômicos e diferentes perspectivas de compreensão e interpretação da realidade. a contextualização imprime forte parceria com o espírito cooperativo adotado na interação. As AACs e são desenvolvidas em espaços de tempo não coincidentes com os horários das aulas na graduação. em especial nos fóruns de discussão. conforme a duração da mesma. Nesse sentido.

palestras e workshops. sempre que participar de uma atividade. de várias atividades acadêmicas complementares. congressos. O programa cria as condições para a realização de atividades acadêmicas complementares como: palestras. palestras online ou transmitidas via web durante o semestre. as ações e ganhos de aprendizagem que obteve realizando a atividade. para fins de integralização do curso. atividades de extensão. em ficha elaborada especificamente para esse fim pelo professor. enriquecendo sua formação. A instituição possibilita ao aluno o aproveitamento. o que permite um momento singular para que o aluno enriqueça sua rede de relacionamentos com o mercado em que atua ou atuará e atualize-se com os conceitos e as práticas empregadas nas empresas.São planejadas. O sistema de contabilização das horas é cumulativo e não há limite de carga horária. tais como participação e apresentação de trabalhos acadêmicos em seminários. As atividades realizadas e as respectivas horas são creditadas para o aluno. em projetos realizados nos campi ou externamente. com profissionais de destaque nas áreas relativas à educação e às áreas afins. Na conclusão do Curso. além de ampliar a flexibilização curricular. pois promove o acompanhamento dos novos conceitos e processos tecnológicos do mercado de trabalho. no âmbito do Curso. vivência profissional complementar. Esta atividade torna-se fundamental para o desenvolvimento da relação entre teoria e prática. constituindo-se num diferencial do currículo para a formação de profissionais críticos e conscientes da importância da cidadania. o aluno recebe um histórico das atividades acadêmicas complementares desenvolvidas ao longo da graduação. já que o aluno pode realizar atividades além do que é estabelecido no currículo. bem como o aperfeiçoamento acadêmico. o aluno registra. e engajados em atividades e situações inerentes à carreira por ele escolhida De acordo com os procedimentos do programa. O objetivo das atividades é proporcionar ao aluno contato com o mercado de trabalho. realizadas sob a orientação de professores ou profissionais. Com as atividades complementares a instituição incentiva a pesquisa. cursos de curta duração. incluindo atividades discentes. como parte da estrutura curricular dos cursos. pela realização de cursos que visam ampliar o conhecimento 39 . dentre outras.

com temas voltados para a área de atuação do Curso. facilitar a atuação do aluno na profissão e/ou no mercado de trabalho. por meio da participação em trabalhos voluntários. podemos destacar:  Consultar bibliotecas virtuais para pesquisas de assuntos específicos  Assistir a vídeoaulas. As atividades complementares previstas pelo Curso viabilizam a integração ensino. o desenvolvimento da responsabilidade e do compromisso social.  Visitas técnicas externas. Desta forma. as atividades complementares previstas pelo curso viabilizam a integração ensino. projetos comunitários e campanhas sociais elaboradas e desenvolvidas pela universidade ou por outras instituições sociais. pelo desenvolvimento da responsabilidade ambiental. por exemplo. proporcionando 40 . Dentre as atividades acadêmicas complementares planejadas pelo Curso. como as realizadas em diversas instituições.Licenciatura em Língua Portuguesa na modalidade EaD. enquanto representação da realidade futura. realizadas na Universidade e em outras instituições. pesquisa. destacamos as atividades inseridas nos ambientes virtuais. acompanhados de análises e debates. as videoconferências acompanhadas de debates. videoconferências. pela preparação para o mundo do trabalho.geral. proporcionando aos alunos a vivência de situações que contribuem para o seu crescimento como cidadãos e profissionais. pelo contato com a realidade social. pelas experiências de monitoria. que visam desenvolver competências como: iniciativa. aprofundar o conhecimento referente ao planejamento de cenários possíveis. extensão e o desenvolvimento de ações de responsabilidade social. No caso do curso de Letras . através de uma variedade de atividades complementares voltadas para a prática profissional. como enriquecimento para sua formação. como. pesquisa e extensão e o desenvolvimento de ações de responsabilidade social.  Participar de Cursos e palestras de aperfeiçoamento acadêmico. viável pela participação nas atividades de extensão. liderança e habilidades para gerenciar mudanças.

visitas. que visam desenvolver competências como: empreendedorismo.aos alunos a vivência de situações que contribuem para o crescimento dos alunos como cidadãos e profissionais. f) o contato com a realidade social. etc. palestras e workshops. festivais. Dessa forma. d) o aperfeiçoamento acadêmico. aprofundar o conhecimento referente à área de graduação do aluno. realizadas sob a orientação de professores ou profissionais. facilitar a atuação do aluno na profissão e/ou no mercado de trabalho. i) o desenvolvimento da responsabilidade e do compromisso social. iniciativa. filmes. liderança e habilidades para gerenciar mudanças. por meio da participação em trabalhos voluntários. elaboradas e desenvolvidas pela Universidade Estácio de Sá ou por outras instituições sociais.). essas atividades buscam propiciar aos alunos: a) o incentivo à pesquisa e iniciação científica. congressos. vídeos. viabilizado pela participação nas atividades de extensão. mediante a realização de visitas a exposições. que têm este tema como eixo de estudo. etc. j) o oferecimento de atividades concernentes às relações étnico-raciais. g) o desenvolvimento da responsabilidade ambiental. através da inclusão de atividades do tipo: participação e apresentação de seminários. por meio da oferta de oficinas e outras atividades práticas. em projetos realizados na Instituição ou externamente. propiciado pela realização de cursos que visam: ampliar o conhecimento geral. b) a integração teoria e prática. vivência profissional. projetos comunitários e campanhas sociais. projetos de treinamento profissional.. propiciada pela presença em campanhas. e) as experiências de monitoria. c) a ampliação do universo cultural e artístico. h) a preparação para o mundo do trabalho. através de uma variedade de atividades complementares voltadas para a prática profissional (apresentação de produtos ou serviços de empresas. etc. 41 ..

a distância. Para sua conclusão. São elas: Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Português I. no máximo. de forma sistemática. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Português II e Prática de ensino e Estágio Supervisionado de Português III. bem como quanto à normatização legal e pedagógica que exigem. contribuindo assim para uma formação mais adequada do futuro professor.10 – INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO O Curso Superior de Letras Língua Portuguesa é integralizado em 2. No desenvolvimento do trabalho de formação didática do Curso de Letras. 2.Licenciatura em Língua Portuguesa para que o aluno integre 42 .11 – ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado nos cursos de licenciatura da Universidade Estácio de Sá objetiva a superação de uma visão fragmentada do conhecimento e o estabelecimento da relação teoria/prática. Concepção do estágio curricular supervisionado Os estágios supervisionados obrigatórios são a oportunidade proporcionada pelo currículo do Curso de Letras . mediante a elaboração de um Relatório de Estágio e a entrega de documentação comprobatória específica no Polo de Apoio Presencial.908 horas. os acadêmicos deverão participar tanto de uma orientação teórica/aplicada. já que integra os conhecimentos adquiridos durante o curso e possibilita o desenvolvimento de um profissional questionador e reflexivo. 12 (doze) semestres letivos. distribuídas em 6 (seis) semestres e. o saber e o fazer.Licenciatura em Língua Portuguesa disciplinas se destacam pela importância quanto aos seus aspectos formativos e interdisciplinares. os acadêmicos deverão cumprir uma carga horária. como também serão supervisionados pelo tutor presencial no polo. definida no Projeto Pedagógico do Curso de acordo com as Diretrizes Curriculares. sob supervisão do tutor da disciplina. Para o seu desenvolvimento.2. cuja função é a de mediar a relação entre o acadêmico e a instituição cedente do estágio.

em instituições hospitalares e/ou instituições de ensino não-formal[1]. Estas são cumpridas. Com o exercício da autoavaliação. O Curso de Letras . maturidade acadêmica. pois integra em seu currículo as disciplinas Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Português I.conhecimentos teóricos e práticos. desenvolvendo a reflexão crítica da realidade constante de modo a levar o discente a repensar esta prática no sentido de assumila. como um compromisso ético. respectivamente. O desenvolvimento de atividades que busquem a excelência dos processos de ensino e de aprendizagem deverá aproximar a teoria da prática. político e social. condição indispensável à aquisição da autonomia requerida ao exercício do magistério. eventualmente. mas também em instituições que envolvam a educação de jovens e adultos e de educação especial. um total de 418 horas em campo. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Português II. voltada para o Ensino Fundamental. como pré-requisito. Objetivos do estágio supervisionado 43 . respectivamente. em 36 horas teóricas. O estágio supervisionado possibilita ao aluno estagiar não apenas em instituições de ensino regular. voltada para o Ensino Médio e Prática de Ensino e Estágio Supervisionado de Português III. bem como no sentido de reconhecer o seu compromisso de fazer com que os seus futuros alunos desenvolvam a cidadania. Ambas perfazem. estará o aluno-professor caminhando no processo de construção de sua identidade profissional. ensejando a sua formação global que propicia ao futuro professor vivenciar atividades de sua profissão. 5º e 6 períodos do curso e exigem. Sendo assim. particulares. supervisionado e avaliado de acordo com normas estabelecidas pela Instituição. voltada para alfabetização de jovens e adultos e ensino a distância. possibilitando a vivência da educação na inclusão social.Licenciatura em Língua Portuguesa atende também a essa determinação. Essas disciplinas são oferecidas. O estágio deve ser executado. em conjunto. cada uma delas. os créditos estruturados podem ser cumpridos em unidades escolares públicas. e 132 horas campo. instituições de educação especial e. em 36 horas teóricas e 132 horas campo e 36 horas teóricas e 154 horas campo. nos 4º.

atendendo aos objetivos propostos no PPC. a orientação e o acompanhamento do Estágio Supervisionado. Coordenação do Estágio Supervisionado A preparação. Atuam junto ao coordenador o tutor a distância e o tutor presencial da disciplina. ou seja. A proposta das disciplinas Prática de Ensino e Estágio Supervisionado em Português I. propiciando ao estudante a realimentação do ensino e da aprendizagem e sua vinculação ao mundo do trabalho. entre outras. d) sensibilizar o aluno para uma futura atuação como agente transformador na solução de problemas sociais relacionados à educação. cujas atribuições serão vistas no item 7 deste projeto. oportunidade de integração de conhecimentos teórico-práticos específicos e pedagógicos por meio da participação do aluno em situações reais do trabalho escolar. haverá um aperfeiçoamento da formação acadêmica. Nesse sentido. em ação conjunta. estimular o senso de oportunidade. as quais apresentam os seguintes objetivos específicos: a) introduzir o aluno na realidade prática da profissão. localizado na sede. no campo da língua portuguesa. desenvolver capacidades de cooperação e de iniciativa. Pretende-se. Contudo. c) possibilitar ao aluno e ao professor. torna-se relevante que não seja entendido apenas como uma exigência legal para a formação. de modo a ajustá-la ao perfil desejado dos egressos do curso. como licenciado em Língua portuguesa. ficarão sob a responsabilidade de um Coordenador de Estágio. mas como uma atividade que tem uma função pedagógica precípua. também. b) proporcionar situações-problema que estimulem a criatividade e o emprego de conhecimento e habilidades. a intenção maior das disciplinas é proporcionar ao aluno a oportunidade de uma reflexão crítica da realidade e de efetiva relação entre a teoria aprendida e a prática vivenciada do ensino da Língua portuguesa.O estágio tem como objetivo complementar a formação dos alunos. Por consequência. o confronto e análise da prática docente com os conhecimentos teórico-práticos já recebidos. em Português II e em Português I II é propiciar. é obrigatório cursar as disciplinas de estágios. é visto como uma oportunidade para aplicar os conhecimentos de forma supervisionada. Suporte administrativo ao Estágio Supervisionado 44 . oferecer ao aluno oportunidade de atuar em equipe. Para o aluno obter sua titulação.

O Coordenador de Polo é o profissional responsável. a ser enviada pelo tutor presencial. o Termo de Compromisso assinado por todos os envolvidos no processo. b) gerenciar tal documentação e seus fluxos (aluno. catalogar e arquivar a documentação comprobatória da realização do estágio. c) esclarecer os envolvidos sobre o Seguro de Acidentes Pessoais Coletivo. e) Entregar o Coordenador de Polo. por supervisionar a ação da Secretaria do Polo no que concerne ao registro. respeitando as especificidades de cada uma das disciplinas referentes ao estágio supervisionado. g) Cumprir o Plano de Atividades de Estágio. 45 . Atribuições do aluno estagiário Para a realização do Estágio Supervisionado. o aluno deverá cumprir as seguintes atribuições: a) Entrar em contato com a Direção da instituição em que pretende realizar o estágio para que sejam definidas as estratégias para o desenvolvimento das atividades. c) Solicitar ao Coordenador de Polo sua assinatura na carta de apresentação do aluno estagiário à instituição escolhida. para que seja acordado o Seguro de Acidentes Pessoais Coletivo. a serem assinadas pela direção da instituição onde será realizado o estágio. em três vias. d) recepcionar. d) Apresentar a documentação ao Tutor presencial para conferência. f) Elaborar o Plano de Atividades de Estágio sob orientação do tutor a distância da disciplina. e) enviar cópia da documentação para arquivamento na sede. catalogação e arquivamento do documental referente ao Estágio Supervisionado. dentre outras funções. instituição). destacando-se as seguintes ações: a) disponibilização da documentação de estágio e do Termo de Compromisso. em 3 (três vias). para serem assinadas pela direção da instituição onde será realizado o estágio. pela Universidade e pelo aluno estagiário. tutor. ou setor que o represente (Secretaria). b) Solicitar ao coordenador de Polo o Termo de Compromisso. pela Universidade e pelo aluno estagiário.

ao tutor a distância da disciplina para análise e discussão de alternativas de solução. 46 . c) apresentação de Relatório Final das Atividades desenvolvidas de acordo com a orientação fornecida pelo tutor a distância.h) Apresentar as dificuldades conceituais. Esse processo será realizado em conjunto: pelo tutor presencial. pelo tutor a distância. Avaliação do Estágio Supervisionado O processo de acompanhamento do estágio permite que se detectem distorções e se faça a correção necessária em tempo hábil. A avaliação do aluno estagiário será feita pelo tutor a distância da disciplina. j) Encaminhar ao tutor a distância da disciplina o Relatório Final das atividades de estágio. Para aprovação do aluno serão considerados os seguintes quesitos: a) comprovação do cumprimento da carga horária mínima de estágio. b) apresentação de todos os documentos comprobatórios de estágio. k) l) Encaminhar ao tutor presencial uma cópia em papel do Relatório Final de Estágio. encontradas no campo de estágio. i) Apresentar ao tutor presencial as necessidades operacionais vividas nos locais de estágio para análise e discussão de alternativas de solução. bem como a participação nas atividades previstas à distância. teóricas e práticas. Encaminhar ao tutor presencial. pelo aluno estagiário e pelo responsável pelo estágio na instituição cedente. A avaliação quantitativa levará em consideração o cumprimento da carga horária mínima de estágio na instituição. A avaliação qualitativa compreenderá a apreciação do desempenho do aluno estagiário frente às competências inerentes às propostas de cada estágio. elaborado conforme orientação recebida deste professor. levando em consideração aspectos qualitativos e quantitativos. no prazo pré-determinado. os documentos comprobatórios de realização do estágio.

por meio das aulas inaugurais. que traduz o resultado do desenvolvimento das atividades pelos acadêmicos. Além disso.3.d) desempenho acadêmico com pontuação igual ou superior ao mínimo exigido pela Universidade. Nela constam os objetivos do curso. tanto na sala de aula virtual.12. sobre a navegação no ambiente. os tutores presenciais do curso estarão disponíveis para apoiar os alunos nos esclarecimentos necessários quanto à metodologia EAD. orientando-os quanto ao uso e à aplicação dos recursos e meios envolvidos no processo de ensino e aprendizagem do modelo pedagógico do ensino a distância da Universidade Estácio de Sá.1 – APRESENTAÇÃO DO CURSO A apresentação do curso é um tópico de conteúdo livre. sobre as ferramentas de informação e comunicação e sobre a dinâmica de funcionamento dos processos de ensino e de aprendizagem. de ambientação ao Campus Virtual e de recepção no polo de apoio presencial. A apresentação do curso também faz parte do programa de recepção ao aluno no polo de apoio presencial. disposto para todos os alunos no AVA.11. mas que é essencial para o acolhimento do aluno na modalidade EAD. 2. Sua finalidade é a de orientar o aluno sobre o curso. conforme item específico deste projeto (item 6). Fazem parte do módulo introdutório as ações de apresentação do curso. apresentadas no Relatório Final. com a seguinte peculiaridade: o acadêmico só recebe uma nota registrada na AV3. como será visto no item 2. 2. a matriz curricular e outras informações pertinentes relativas ao curso. do Campus Virtual e do polo de apoio presencial.12 – FAMILIARIZAÇÃO (NIVELAMENTO INSTRUMENTAL) COM A METODOLOGIA EM EAD O programa de ambientação à metodologia apresenta-se como uma necessidade externa à matriz curricular deste curso. 47 . o perfil do egresso. A avaliação será realizada em consonância ao Regimento da Universidade.

assim como prover uma familiarização à metodologia e ao modus operandi da EAD neste curso. 48 . respectivamente. ao mesmo tempo. assegurando a todos os alunos um ponto de partida comum e. 23 A oferta em duas versões tem por finalidade permitir o acesso ao módulo a alunos com conexão à internet de baixa ou alta velocidade. garantindo um nivelamento no que se refere ao uso das TICs na modalidade EAD. optou-se por uma metodologia de desenho didático que abriga um forte apelo visual aliado a uma sequência de simulações e tutoriais interativos24.2.12. a ambientação à sala de aula virtual tem por objetivos i) apresentar a estrutura e os profissionais que atuam na produção e operação da EAD na instituição. e iv) nivelar as habilidades técnicas e tecnológicas necessárias para a consecução das atividades acadêmicas. ii) apresentar as ferramentas de comunicação que serão utilizadas ao longo do curso e iii) apresentar os eventos que compõem a frequência e os critérios de avaliação do curso. Quadro 6 – Ambientação Como Estudar Online (versão 3D) A concepção desse módulo norteou-se a partir da necessidade de se prover um acolhimento inicial voltado para as tecnologias de comunicação e informação que são articuladas na sala de aula virtual. 24 Tomou-se o princípio “guide me” (guia-me) na concepção das simulações e tutoriais.2 – AMBIENTAÇÃO À SALA DE AULA VIRTUAL Produzido em duas versões (2D e 3D)23. Em termos de navegação.

assim como tem seu uso altamente difundido no meio profissional. em especial para apresentação de projetos 26. nesse caso. em formato de serious game25 (versão 3D). Tal ferramenta é amplamente usada na entrega de trabalhos e na apresentação de aulas. no qual constam a ambientação à modalidade/ambiente e ao software PowerPoint. nas quais se utiliza o mesmo formato adotado nos jogos recreativos virtuais. Adotou-se. Quadro 7 – Tela de conteúdo do curso livre PowerPoint Através do programa de ambientação à metodologia online. bem como a possibilidade de ambientar-se ao ferramental mais usual para apresentação de trabalhos acadêmicos. percebeu-se a necessidade de fornecer ao aluno um ferramental básico para atividades relacionadas à apresentação de trabalhos acadêmicos e ao resultado de pesquisas. tal qual presente no módulo de ambientação. a ambientação à sala de aula virtual. 49 . 26 O software em questão é o PowerPoint. licenciado pela Microsoft e presente em todas as versões desse sistema operacional. Não obstante. com alto grau de atratividade e navegabilidade.com ênfase nas linguagens visual e verbal. por exemplo. a metodologia de simulação e tutorial. entende-se que o aluno terá condições de suprir a carência natural oriunda da mudança de paradigma em termos de oferta de ensino (presencial para EAD). 25 Serious Game é o nome que se dá a atividades voltadas para treinamento/educação. entre outros.

27 A Instituição viabiliza a Aula Inaugural que poderá contar com a participação presencial do aluno. biblioteca. laboratório etc. sobre o ambiente virtual. sob supervisão do coordenador de polo. sobre as etapas presenciais e sobre o modelo de tutoria presencial. horários de atendimento e a estrutura física disponibilizada aos alunos. bem como na formação de uma comunidade de aprendizagem que integre as etapas presenciais ao ambiente virtual. b) visita guiada a todas as instalações do polo (secretaria.2. especialmente em relação ao funcionamento do AVA. c) divulgação dos horários de tutoria e de atendimento. viabiliza-se27 uma aula inaugural. bem como familiarizar o discente ao corpo social. o coordenador de polo envia mensagem-convite aos alunos. sobre o curso. d) aula inaugural. O segundo princípio está refletido na explicação e na reiteração das ferramentas de ensino e de aprendizagem concebidos neste curso para a modalidade EAD. em dia e horário fixos. assim como orientar os alunos quanto ao suporte técnico da sala de aula virtual. estabelecendo-se assim uma rede colaborativa e interpessoal. suas funções. cujo teor versa sobre a modalidade EAD. de acordo com seu interesse e/ou disponibilidade de deslocamento. bem como apresentar o curso.3 – AMBIENTAÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL O programa de recepção ao aluno tem por objetivo acolhê-lo no polo de apoio presencial e explicitar as atividades ali desenvolvidas.). em duas datas ou mais datas com o objetivo de integrar os alunos pertencentes ao polo. Nesse sentido. Dois princípios regem o programa de recepção: o aprender a conviver e o aprender a aprender. com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes e estimular sua autonomia em relação à interface e às funcionalidades/softwares utilizados no AVA. tanto do polo quanto da IES que o sedia. 50 . Esse profissional estará presente nos laboratórios de informática dos polos. O primeiro está refletido na recepção e integração dos alunos ao polo. Fazem parte deste programa as seguintes etapas: a) recepção do aluno pelo coordenador de polo e pelos tutores presenciais. haverá em cada laboratório o orientador de inclusão digital. bem como no permanente atendimento aos alunos para questões referentes à tecnologia. Em relação ao primeiro princípio.12. Para fomentar esta aula.

notadamente. 2. e contam com material acadêmico complementar (exercícios de fixação.2. Todos os professores convidados para o programa possuem experiência em Ensino Médio. mas não exclusivamente aos alunos do primeiro período deste curso. tais atividades destinam-se prioritariamente.13 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO As modalidades de nivelamento objetivam criar condições para que os alunos desenvolvam as habilidades e competências necessárias ao cumprimento das atividades propostas pelo curso. as quais.13. Sua abordagem versa sobre os tópicos que apresentam maior dificuldade nas 28 Ação de nivelamento operacional da sala de aula virtual.9) A carga-horária de cada curso é de 20 horas. representam uma carência em termos de base acadêmica. somadas ao material complementar (leitura e exercícios). pretende-se oferecer ao corpo discente os conhecimentos básicos em disciplinas consideradas fundamentais aos estudos universitários. Com esse programa. Desta forma. conforme item 2. Quadro 8 – Interface do Programa para a disciplina reforço acadêmico As aulas do Reforço Acadêmico são transmitidas via web 29. pretende-se minimizar a deficiência de conhecimento apresentada pelos egressos do Ensino Médio. material do professor etc.). sendo 3 horas de transmissão via web para cada aula. 29 51 .1 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO NO AVA Como ação subsequente à familiarização com a metodologia EAD28. o programa de nivelamento denominado Reforço Acadêmico tem por finalidade apresentar classes extracurriculares com ênfase às disciplinas e conhecimentos que permeiam (direta ou indiretamente) qualquer curso superior. Com elas. oferecidas de forma livre no AVA.

especialmente daqueles que concluíram há mais tempo o Ensino Médio. 52 . será descrito como o atendimento ao aluno foi concebido e quais são seus participantes diretos e indiretos. Quadro 9 – Interface do programa para a disciplina Língua Portuguesa Dentre os benefícios do programa. c) apoio psicopedagógico. para fins explicativos.disciplinas Língua Portuguesa e Matemática. d) atendimento para alunos com necessidades especiais. b) atendimento voltado para a administração acadêmica. vale destacar: a) o reconhecimento das limitações individuais. d) o sentimento de segurança por parte do aluno ao reconhecer o programa como uma ação institucional em prol da qualidade acadêmica. c) o caráter de adesão voluntária. consideradas essenciais para qualquer formação superior30. b) a função de ambientação para ingresso no ensino superior. Neste momento. Quanto aos detalhes técnicos das 30 Também consta o programa para a disciplina Cálculo nos cursos em que há exigência maior de base matemática. aberto a todos os alunos. 3 – ATENDIMENTO AO ALUNO A concepção do atendimento ao aluno prevê 4 (quatro) vertentes: a) atendimento voltado para os processos de ensino e de aprendizagem. sem qualquer ônus financeiro ou de progressão curricular (o programa fica disponível a todos. por toda a duração do curso).

1 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA OS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM O corpo docente que atua nos cursos de graduação na modalidade a distância da Universidade Estácio de Sá é especialmente capacitado. bem como está habilitado a trabalhar em uma metodologia concebida para estimular os alunos a uma participação cooperativa e colaborativa. 53 . Concebeu-se. a troca de saberes. 3. para atuar em ambientes virtuais de aprendizagem. estes serão discutidos no item Sistemas de Comunicação.tecnologias de informação e comunicação. a produção individual e coletiva dos discentes. Ainda. portanto. as ações de capacitação/aprimoramento são permanentes. há o objetivo primordial. de se valorizar o docente para que o padrão de qualidade do curso em questão seja respeitado.1 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR A DISTÂNCIA O tutor a distância é um docente com formação acadêmica compatível com o plano de ensino da disciplina ao qual está vinculado e que possui domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente nesta modalidade de ensino. Para os tutores presenciais. bem como estimular uma interação cooperativa e colaborativa entre todos os envolvidos neste processo educativo.1. A particularidade da metodologia adotada pela UNESA preconiza fortemente o direcionamento do corpo docente. de forma a que todos os papéis exercidos pelo professor-tutor a distância sejam orientados para excelência. um modelo de tutoria (presencial e a distância) como uma etapa fundamental no acompanhamento e orientação dos alunos durante seu processo de aprendizagem. com cursos de capacitação/aprimoramento para diversos fins. com vistas a criar uma identidade uníssona no planejamento pedagógico e na atuação docente. Dentre tais cursos. dentro de uma abordagem na qual o aprendiz é o agente do processo de construção do conhecimento. em consonância com o projeto pedagógico da Instituição. 3. sob a supervisão do coordenador do curso. 31 A Universidade Estácio de Sá criou o Programa de Incentivo à Qualificação Docente. tanto presenciais quanto a distância. destacam-se os de Formação de professores para docência online e o de Formação de professores conteudistas. Esse trabalho deve potencializar o diálogo. a partir de programas específicos31.

Suas principais tarefas são a de mediar. sempre sob a égide da cooperação e da colaboração em prol da aprendizagem. Nesse sentido. acompanhando as atividades do aluno no ambiente web. bem como outras ferramentas de interação. encaminhar e gerenciar o processo de aprendizagem. A participação dos alunos nos fóruns de discussão compõe parte da nota das avaliações somativas33.Em termos práticos. bem como para desenvolver as limitações e reconhecer as particularidades regionais. procurando sempre orientá-lo quanto ao desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo. 34 Sistema de comunicação assíncrona. portanto. facilitar. retifica. Não obstante a ferramenta fórum de discussão. sua aplicação prática e as particularidades desse conhecimento na formação acadêmico-profissional do aluno. O tutor a distância. através do desdobramento do conteúdo e da mediação pedagógica entre o conhecimento teórico. a mediação no fórum é concebida a partir de discussões e temas abordados nas aulas. Trabalhos a Concluir e Central de Mensagens34. Nesse sentido. por sua vez. ratifica e sugere novos desdobramentos ao(s) questionamento(s) temático(s) a partir da postagem dos alunos. 54 . a mediação também ocorre em outras ferramentas: Anotações. o tutor a distância atua no sentido de valorizar o conhecimento e a experiência do discente. com regras de participação. sejam esses registros 32 O Fórum de discussão. Na ferramenta Anotações. cuja interface possibilita a troca de mensagens no formato de e-mail. sobretudo a partir dos conteúdos e experiências apresentados. estabelecendo assim uma postura de mediação também voltada para o respeito às individualidades de cada aluno. serão descritas no item Sistemas de Comunicação. o tutor a distância atua a partir da observação dos registros produzidos pelos alunos relativos ao conteúdo das aulas. Vale apontar também que. no fórum de discussão de cada turma. tem o tutor a distância o fórum de discussão32 como principal interface na (re)construção do conhecimento. nesse diapasão. sob um viés de transversalidade em relação ao conteúdo das aulas. 33 A composição da nota e outros aspectos referentes a composição da nota serão vistos no item Avaliação. comenta. com vistas a desenvolver no corpo discente a autonomia. de estudo cooperativo e colaborativo e à melhoria do processo ensino-aprendizagem. já que se trata de um espaço concebido para promover questionamentos e provocações entre os alunos. é responsável pela condução didática da(s) disciplina(s). é o agente indispensável na rede de comunicação que vincula os alunos ao curso e à Instituição. Em termos de mediação. pois possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo educativo. portanto.

). ou manter a individualidade. 35 O aluno pode optar por disponibilizar publicamente seus registros. um emprego cooperativo da ferramenta. o atendimento do tutor a distância ocorre preferencialmente por meio dos fóruns de discussão. exclusivo ao AVA. e não de conteúdo. o fórum de discussão.). objetivando a construção colaborativa do conhecimento. dentro da ferramenta. quando o acesso ao registro é exclusivo do autor (aluno) e do professor. seja por uso autônomo do aluno ao usar tal ferramenta como auxiliar no processo de aprendizagem. alunoaluno. Quanto ao primeiro canal. por meio de discussões sobre temas e conceitos abordados nas aulas e dúvidas surgidas. central de mensagens e newsletter. uma interface do AVA com o intuito de cadastrar atividades acadêmicas36. Quanto à Central de Mensagens. a ferramenta disponibiliza espaço para comentários do professor-tutor a distância sobre a produção do aluno. como uma ferramenta de atendimento administrativo. situações especiais etc. trata-se de uma ferramenta de interação com a finalidade de promover a interlocução entre aluno-tutor a distância. permitindo assim um feedback interno. alunoaluno. questionamento sobre resultado da avaliação. Em termos de facilitação. quando o plano de ensino assim o exigir. Em virtude de ser um canal de comunicação direto. ele é tratado. e consequente postagem do trabalho por parte do aluno. dúvidas pontuais. A ferramenta permite comentários do professor-tutor a distância aos registros do aluno. nesse caso. Sua dinâmica gira em torno da disponibilização da tarefa por parte do tutor a distância. em termos de comunicação. com a finalidade de estabelecer comunicação direta entre aluno-tutor a distância. inclusive no caso de rejeição de trabalho. atribuindo-se assim um caráter de mediação individualizada à produção de conhecimento do aluno. informações pessoais etc. bem como permite a disponibilização pública35 de tais registros para todos os alunos da turma. 55 .criados por solicitação do professor-tutor a distância em uma determinada atividade. Em termos de interação. estimulando. Finalmente. temos a ferramenta Trabalhos a concluir. individual. 36 Nem todas as disciplinas deste curso possuem atividades cadastradas nesta ferramenta. trata-se de um correio eletrônico interno. A orientação dos tutores a distância é a de usar tal ferramenta como um canal facilitador para atendimento ou encaminhamento de questões relacionadas à administração acadêmica (como acerto de nota. além de haver um tópico que busca a integração da turma (apresentação pessoal.

sob sua orientação. atuando como facilitador na organização do estudo do aluno a partir da relação deste com as formas de entrega do conteúdo. como consulta de nota e vista de prova.2 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR PRESENCIAL O tutor presencial atua diretamente no polo de apoio presencial junto aos estudantes. renovação de matrícula etc. os alunos são estimulados a usá-lo. bem como esclarecer dúvidas em relação ao ambiente virtual de aprendizagem. por 56 .Finalmente. evitando-se assim deslocamento desnecessário ao polo para tratar de ações relativamente simples. tais como abertura de requerimento. as estratégias de estudo e a lidar com as especificidades da educação a distância previstas neste projeto. estimulando o corpo discente a fazer uso da biblioteca do polo e da biblioteca virtual para aprofundamento acadêmico. sobre a disciplina e sobre assuntos acadêmicos em geral é altamente ampliado. Em virtude de o Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) desenvolvido pela Universidade Estácio de Sá praticamente abordar todas as variáveis de ordem administrativa. Da mesma maneira ocorre com o ambiente virtual de aprendizagem. ainda em termos de facilitação. já que a concepção dessa ferramenta justamente é exteriorizar o canal interno (central de mensagens) de atendimento.2 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA A ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Para as ações e necessidades de cunho administrativo-acadêmico. Também cabe ao tutor familiarizar o aluno com o material didático disponibilizado. o aluno tem a sua disposição canais de comunicação (virtuais e presenciais) para diversos fins. ao orientar o aluno sobre a sua navegação e uso da sala de aula virtual. 3. O potencial de divulgação de informações sobre o curso. No que se refere à mediação. canal de comunicação que permite envio de mensagens eletrônicas para os endereços eletrônicos pessoais dos alunos via AVA.1. Com formação superior na área do curso. cabe ao tutor presencial auxiliar a fomentar o hábito da pesquisa. servir de facilitador no uso das tecnologias disponíveis e participar de momentos presenciais obrigatórios. 3. incentivar o hábito da pesquisa. o tutor a distância online possui a sua disposição a ferramenta newsletter. cabe ao tutor presencial auxiliar em atividades individuais ou em grupo.

Aos alunos é disponibilizada uma gama de serviços que os auxiliam no dia-a-dia acadêmico. pode fazer vários tipos de consultas acadêmicas e contato virtual com os setores da Universidade. através do seu login e senha.exemplo. gerenciando-as também virtualmente. à consulta de notas. 57 .1 – SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (SIA) O Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) é um ambiente seguro no qual os alunos. mesmo estando distantes do polo de apoio presencial. 3. têm acesso a todas as turmas em que lecionam. requerimentos. além de outras opções. igualmente. Como o acesso ao AVA já ocorre via Campus Virtual37. Quadro 10 – Tela do Campus Virtual. com acesso ao AVA e à Secretaria Virtual (SIA) Através dele o aluno obtém diversas informações.2. uma vez que o SIA pode ser acessado de qualquer computador conectado à internet. 3. Os tutores a distância. vinculada à home page institucional. a maioria dos alunos utiliza o sistema para tais fins.2. datas de prova. têm acesso ao cadastro.2 – SECRETARIA DO POLO DE APOIO PRESENCIAL 37 Interface geral de acesso seguro (login/senha).

proceder à guarda. bem como tempo de acesso. o aluno pode visualizar as disciplinas já cursadas e as em andamento.A secretaria acadêmica do polo de apoio presencial conta com profissionais para atendimento presencial ao estudante.2. compete à secretaria organizar documentos institucionais pertinentes aos cursos (portarias de autorização. financeiros e acadêmicos dos alunos. tempo de permanência por tópico de conteúdo etc. 3. durante o andamento do curso e até 5 (cinco) anos após o término. facilitando assim a obtenção de informações sobre a progressão curricular.). supervisionar e orientar a execução dos procedimentos administrativos. disponibilizada no acesso inicial da sala de aula virtual 58 . sob supervisão do coordenador de polo. renovação de reconhecimento etc. através do controle de arquivos e relatórios. estão as ações de coordenar. Dentre as macro atribuições da secretaria. Nesse caso. Também compete à secretaria. Ainda. garantindo assim que todas as exigências legais sejam cumpridas.3 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO ALUNO Alguns aspectos relacionados diretamente à gestão acadêmico-administrativa do curso são disponibilizados no AVA para o aluno. sigilo e atualização dos documentos relacionados às atividades acadêmicas do aluno. por exemplo. além de atendimento ao aluno. Quadro 11 – Tela “histórico” do AVA. reconhecimento. caso este tenha dificuldades ou dúvidas que não puderem ser resolvidas pela secretaria virtual.

bem como sobre o próprio desempenho do docente. permitindo assim uma integração entre as diversas interfaces disponibilizadas. trabalhos a serem corrigidos. 3.A funcionalidade de autogestão para o aluno foi concebida para oferecer acesso a informações específicas sobre o andamento do curso. 3.2. o tutor a distância conta também com algumas ferramentas desenvolvidas em parceria com o AVA para permitir melhor e maior controle sobre o desempenho dos alunos em termos quantitativos. no qual constam o quantitativo de acesso esperado por docente. e também para evitar a necessidade de acesso a outros ambientes e/ou consultas desnecessárias à secretaria. disponibilizada no acesso inicial ao AVA A Universidade Estácio de Sá desenvolveu esse sistema de autogestão para os docentes que atuam na tutoria a distância (online).5 –APOIO PSICOPEDAGÓGICO 59 . mensagens pendentes. Uma ferramenta que possibilita ao coordenador de curso acompanhar o desempenho dos docentes ligados ao curso no atendimento dos alunos.2.4 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO TUTOR A DISTÂNCIA Paralelamente à autogestão do aluno. Quadro 12 – Interface de autogestão do tutor a distância (gauges). postagens no fórum de discussão e acesso dos alunos.

base para a orientação de todo o corpo social que constitui o polo de apoio presencial. garantindo. sob supervisão do curso de Psicologia. integrando tal adaptação à política institucional da Universidade Estácio de Sá.Quanto ao atendimento psicopedagógico. assim. em especial no conteúdo online e nas aulas transmitidas via web38. 3. assistência psicoterápica e psicodiagnóstico. buscando criar um ambiente educacional que reconheça as possibilidades e as limitações dos alunos com necessidades educacionais especiais. Este curso segue as sugestões e procedimentos recomendados no documento em questão. a sua plena inclusão no processo educativo. A materialização dessa política encontra-se no documento Política institucional para atendimento aos alunos com deficiência ou com dificuldades específicas de aprendizagem. Tal política busca manter a qualidade de ensino para todos os seus alunos de forma a assegurar aos alunos com necessidades educacionais especiais as condições necessárias para o seu pleno aprendizado. sob supervisão do coordenador de polo.2. a Universidade Estácio de Sá proporciona.6 – ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Além das ações de acessibilidade presentes no AVA. 4 – SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO 38 As ações de acessibilidade relativas ao conteúdo online e às aulas transmitidas via web serão pormenorizadas no item “material didático”. Tal atendimento ocorre por intermédio de compartilhamento com a estrutura já presente na IES que sedia o polo. atendimento psicopedagógico. 60 . o polo de apoio presencial deve adaptar-se às normas e princípios que garantem os direitos do aluno com necessidades educacionais especiais. através do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicopedagógico (NAAP) e do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA).

a revisão para as provas e a integração dos alunos/tutores a distância. 4. por exemplo).O sistema de comunicação adotado neste curso tem por objetivo articular diversos canais de atendimento ao aluno para oferecer segurança. situações específicas. Por meio desses espaços dialógicos o tutor a distância se relaciona. No item anterior (item 3). bem como a possibilidade de pesquisa/estudo para oferecer resposta. outros ligados à organização administrativa do curso/disciplina (tópicos de integração e “tira-dúvidas”. ou seja. para interagir. serão abordados os aspectos técnicos sobre o atendimento no AVA.1 – COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA NO AVA A comunicação assíncrona caracteriza-se pela não-simultaneidade.4. portanto.a estrutura do fórum é organizada a partir da criação de tópicos. que objetivam a discussão do conteúdo estudado. Ou seja. bem como os canais de comunicação exteriores ao AVA e ao atendimento no polo de apoio presencial. pois permite estruturalmente a possibilidade de reflexão sobre a comunicação do outro. a) Fórum de discussão . de maior potencial acadêmico. alguns tópicos estão relacionados à concepção/discussão de cada disciplina. os canais de comunicação do AVA oferecem a possibilidade de interação entre dois ou mais atores. como atendimento psicopedagógico e atendimento a alunos em condições especiais. ainda. e tais possibilidades remetem à concepção de cada ferramenta em termos de instrumento para comunicação. foram descritas as dinâmicas de atendimento no AVA e no polo de apoio presencial. 4. Trata-se do tipo de comunicação mais amplamente utilizado neste curso e.1 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO NO AVA Em termos técnicos. o esclarecimentos de dúvidas. a comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por outra pessoa sem a necessidade de sincronia. flexibilidade e agilidade nas diversas situações de comunicação inerentes à modalidade. ao mesmo tempo. se 61 . Neste item. com ênfase aos aspectos didático-pedagógicos e aos aspectos acadêmico-administrativos. Abordou-se.

as quais são encadeadas hierarquicamente por data de envio. tabela. inclusive com possibilidade de anexar arquivos nas mensagens. coordenadores e tutores a distância. Quadro 13 – Interface de fórum de discussão O fórum de discussão. Para que tal possibilidade de 62 . a postagem do tutor a distância apresenta-se com destaque (fundo azul). particulares. como a Central de Mensagens. que pode editar qualquer postagem. trata-se da ferramenta mais utilizada. gestores do AVA. correção ortográfica etc. Além disso. bem como o acesso direto a outras ferramentas. ainda. com gestores acadêmicos. e todos podem responder a todos. A Central de Mensagens permite ao aluno pesquisar usuários do AVA. A dinâmica do fórum inicia-se a partir da publicação do tópico e de seus dados de cadastro (como data de encerramento da discussão.comunica e interage com a turma sob sua regência. A título de organização. facilitando assim a comunicação com outros alunos. b) Central de Mensagens – em termos de atendimento ao aluno. é uma ferramenta que permite a edição de textos em suas várias possibilidades (inserção de imagem. por exemplo).). cabendo a possibilidade de edição da resposta somente ao autor da postagem. especialmente no que se refere a aspectos administrativo-acadêmicos e a comunicações individuais. com exceção do tutor a distância. dando-se início ao processo de postagens. a possibilita a impressão do histórico de discussões e comentários postados.

organização de grupos de destinatários/emissores. a ferramenta newsletter é um dispositivo de envio de mensagens que se particulariza pela possibilidade de envio por turma através do endereço eletrônico particular do aluno (sem necessidade de vínculo direto ao AVA). com possibilidade de organização de mensagens em pastas. recuperação de mensagens excluídas. a Central de Mensagens possui ferramenta de busca de usuários. bem como a possibilidade de cópia oculta para garantir também a inviolabilidade do endereço eletrônico particular do aluno. classificação por ícone de mensagem recebida etc. c) Newsletter – Semelhante à Central de Mensagens. Tal particularidade permite ao tutor a distância manter-se no AVA e. Quadro 15 – Interface da ferramenta Newsletter 63 . ao mesmo tempo. Quadro 14 – Interface da Central de Mensagens A Central de Mensagens é um sistema construído aos moldes de um correio eletrônico tradicional. comunicar-se com os alunos de uma determinada turma guardando-se sua inviolabilidade no campo “destinatário”.múltiplos destinatários se efetive.

trata-se de uma comunicação “um para todos”. que não responderam aos exercícios de participação. um aplicativo que permite que ele extraia. por meio de categorias pré-definidas e parametrizadas alguns filtros de informações que o auxiliam na gestão acadêmica de sua turma e no acompanhamento do processo de interação e participação dos alunos. d) Central de Monitoramento . que não acessaram a plataforma nos últimos N dias etc. cuja resposta.A ferramenta Newsletter permite o envio de comunicados gerais e/ou comunicados a alunos que ainda não acessaram o AVA. Quadro 16 – Interface da ferramenta Central de Monitoramento 64 . já que possui um filtro específico para categorizar alunos ausentes ao AVA. deverá ocorrer pela ferramenta central de mensagem. que não realizaram um atividade Y. propositadamente. Em termos técnicos. mantendo-se assim o propósito de comunicar para entrar no ambiente.o tutor a distância utiliza a Central de Monitoramento. Um aplicativo que o auxilia na gestão e no acompanhamento dos alunos. Ou seja. por meio dessa interface o tutor a distância pode selecionar dentro de uma determinada turma quais são os alunos que não participarão do tópico X.

o que permite a sensação de aproximação e de conforto da interação simultânea. Eventualmente. por exemplo. aos moldes do que ocorre no ensino presencial. como disciplina e turma. ao mesmo tempo. No segundo caso. No primeiro caso. mantendo-se assim a possibilidade de conversação “on time”. Trata-se do tipo de comunicação menos utilizado neste curso e. a comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por outra imediatamente. a) Chat no AVA – No AVA. de menor potencial acadêmico. o chat funciona a partir de agendamento prévio ou por atendimento individual. diminuindo assim o sentimento de “isolamento” que pode ser um fator de desmotivação para o aluno na modalidade EAD. mediante demanda. Vale ressaltar que a sincronia guarda um caráter de pessoalidade à comunicação.2 – COMUNICAÇÃO SÍNCRONA NO AVA A comunicação síncrona é o oposto da assíncrona. como nas vésperas de avaliação. a funcionalidade “agendamento” customiza o acesso ao chat a partir de filtros. cabendo ao tutor a distância abrir a ferramenta para atendimento particular.4. tal ferramenta pode ser usada em atividades acadêmicas nas quais se exige interlocução imediata. para alunos que se 65 . pois exige conexão simultânea entre os interlocutores. já que se caracteriza pela simultaneidade.4. ou seja. não há necessidade de agendamento prévio. estabelecendo uma interlocução imediata.

em simultaneidade ao tutor a distância.encontram online no ambiente. indicando a presença do tutor da turma. Quadro 17 – Interface da ferramenta chat no ambiente do tutor a distância (online) O mesmo ocorre para os alunos que querem conversar com colegas via chat. Quadro 18 – Interface da ferramenta chat (“colegas online”) no ambiente do aluno 66 . já que há a possibilidade de verificar quem está online. Para o aluno há um destaque no ícone da funcionalidade presente na sala de aula virtual.

40 67 .5. 39 As informações existem também na Sala Virtual. com periodicidade trimestral. a emissão de mensagem para atendimento segue script de categorização para produção do comunicado.capital).). bem como em todas as comunicações externas realizadas pela instituição (outdoor. Aos moldes do telefone. e) especificação do chamado.2 – COMUNICAÇÃO VIA MENSAGEM ELETRÔNICA Além do telefone. no qual há um protocolo de filtragem para maior clareza do chamado. através do portal da Instituição. a partir das seguintes premissas: a) identificação do remetente. de 08h às 20h. A Central de Atendimento Telefônico é treinada especialmente para atender as particularidades de alunos.1 – COMUNICAÇÃO VIA TELEFONIA Através do portal Estácio na internet39. de 8h às 18h. e a outra trata de chamadas das demais localidades. como a central geral de atendimento telefônico. via ícone “Fale Conosco”. b) assunto da mensagem. o aluno tem acesso às linhas telefônicas disponíveis para atendimento40. Além de treinamento41. No polo de apoio presencial.4. especialmente no que se refere a processos administrativoacadêmicos e dúvidas gerais sobre a modalidade e a progressão acadêmica. d) curso. disponível na página da internet. foi criado um protocolo de script com padrão de categorização para os operadores da central de atendimento 4. o aluno também possui a sua disposição o atendimento via mensagem eletrônica.5. cartazes etc. 41 Os treinamentos são permanentes. o atendimento é feito pela secretaria do polo. Uma delas trata de chamadas locais oriundas da cidade sede da Universidade Estácio de Sá. O atendimento via telefonia está disponível de segunda a sexta-feira. 4. 0800 282 3231 (demais regiões). c) região/polo.5 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO EXTERNOS AO AVA O atendimento externo ao AVA para o aluno da modalidade a distância na Universidade Estácio de Sá conta com diversos canais de comunicação. uma linha 0800 para atendimento a alunos de todo o Brasil e atendimento via mensagem eletrônica. publicidade. e aos sábados. Central de atendimento – 3231-0000 (Rio de Janeiro .

O atendimento avançado permite a resolução de todos os chamados. jogos. projetos e outras atividades relacionadas com a realidade do estudante. Quando isso ocorre. estudos de casos. há também um serviço interno. dos livros customizados (material didático). 5 – MATERIAL DIDÁTICO Conforme explicitado nos itens referentes à metodologia (item 1.5. desde dúvidas relacionadas à administração acadêmica. 68 .4. em consonância. textos online. quanto dúvidas relacionadas à utilização do AVA e à dinâmica de funcionamento do curso. Para tal. o operador da central de atendimento transfere o chamado para o operador técnico avançado. o material didático deste curso foi concebido de forma a integrar um conjunto de mídias compatível com a concepção de educação deste curso e da modalidade EAD. com as práticas encontradas no mercado de trabalho de acordo com o perfil do egresso que se deseja formar. O objetivo do atendimento avançado é o de assistir o aluno quando os canais de atendimento originários necessitam de uma intervenção técnica especializada. denominado atendimento avançado. no qual os operadores são especializados em EAD e atendem diretamente dentro da sede da Diretoria de Educação a Distância da Universidade. vídeos. existentes dentro do conteúdo online das disciplinas. hipertextos. animações. de forma a facilitar a construção do conhecimento e garantir o desenvolvimento de habilidades e competências específicas. Todos os materiais educacionais e atividades propostas encontram-se baseados nas metodologias e estratégias de ensino atuais e.5 e seguintes). O processo de elaboração do design instrucional deste curso resultou no desenvolvimento de aulas transmitidas via web. o qual assume o atendimento ao aluno. dos tópicos de Orientações de Estudo.3 – COMUNICAÇÃO AVANÇADA Como a Central de Atendimento se presta a um protocolo de primeiro nível (que enseja a resolução para a maioria dos chamados). o material didático adotado neste curso concretiza a metodologia de convergência de meios na entrega do conteúdo.

69 .1 – MATERIAL DIDÁTICO ONLINE Quanto ao conteúdo online. web designers. na sala de aula virtual. O quadro abaixo explicita o fluxo de produção do conteúdo online. construídas em base HTML com objetos de aprendizagem em flash e outras linguagens. arquitetados juntamente com o hipertexto. o aluno encontra. programadores. Todas as disciplinas deste curso possuem 10 aulas interativas. A construção do material didático online integra a atuação do docente responsável pela produção dos textos originais (professor conteudista) junto à atuação dos demais atores do processo de elaboração das aulas: designers instrucionais. através de uma visão esquemática. o desdobramento do conteúdo de forma interativa. Quadro 19 – Visão esquemática da metodologia de convergência de meios na entrega de conteúdo 5. de modo a garantir dialogicidade e interatividade na exploração do conteúdo programático. especialmente pela utilização de objetos de aprendizagem. ilustradores. com o uso de diversas ferramentas pedagógicas adequadas ao meio em que são veiculadas. todos especializados na concepção técnica de produção de conteúdo online em ambientes virtuais de aprendizagem. revisores.O quadro abaixo explicita a concepção da convergência de meios adotada neste curso. de modo a permitir novas perspectivas de arquitetura da informação na integração entre os outros meios que disponibilizam o conteúdo das disciplinas constantes na grade curricular deste curso.

Tal material contempla um conjunto de leituras integradas à bibliografia básica prevista no plano de ensino de cada disciplina. proporcionando a organização e o alinhamento do conteúdo do material didático com a 70 . 5. A finalidade dessa entrega. é a de disponibilizar um material necessário para o estudo e pesquisa. quanto aos aspectos de usabilidade e navegabilidade. denominados controle de qualidade. de modo a garantir vários eventos de pré-testagem da qualidade do material. É importante ressaltar que o conteúdo online foi concebido como principal vetor de convergência dos meios de entrega de material didático.2 – MATERIAL IMPRESSO Além do material online disponibilizado na sala de aula virtual. como complementar à sua bibliografia de referência. tanto no que se refere ao conteúdo propriamente dito. concentrando na ferramenta “estudo dirigido” a integração das aulas transmitidas via web e a indicação de leitura do material impresso. há diversos pontos de checagem.Quadro 20 – Fluxo de produção do conteúdo online No fluxo de produção do material online. inserido no funcionamento dos cursos de graduação a distância. cada aluno recebe material impresso referente às disciplinas do período em que está cursando.

via correios. Quadro 21 – Fluxo de produção do material didático impresso O projeto do material didático customizado para o aluno é fruto de uma parceria entre a Universidade Estácio de Sá e a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). em sua casa. Assim. O quadro abaixo aponta o fluxo de seleção do material didático impresso. a concepção do material didático impresso evita cópias ilegais de livros didáticos. acondicionados em embalagem específica. constituindo-se em um fio condutor na abordagem do conteúdo. diminuindo assim a reprodução fotocopiada de livros. 5. através do portal “Pasta do Professor”. Com a iniciativa.formação acadêmica e as demandas que dela são originadas. O material impresso configura um agrupamento dos livros de referência presentes no mercado editorial e constantes da bibliografia das respectivas áreas de conhecimento.3 – AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB A produção das aulas transmitidas via web é feita de modo a integrar o conteúdo online e o material didático através da explanação do professor no momento da gravação nos estúdios desta Universidade. prática infelizmente ainda comum em diversas instituições de ensino superior. garante-se a possibilidade de entrega de conteúdo similar ao que ocorre na modalidade presencial. Ao mesmo tempo. O aluno recebe seus livros por período acadêmico. garante-se um processo de “batimento” para balizar a noção 71 . Além de estimular a leitura e avançar em direção à qualificação do ensino. a Universidade Estácio de Sá acredita estar contribuindo também para demonstrar aos alunos a importância do direito autoral e da referência à autoria.

o docente é treinado tecnicamente para poder adequar sua exposição aos recursos comuns a qualquer estúdio. 72 . quadro multitoque etc. sonorização etc. devido à flexibilização de tempo e espaço inerente à modalidade. Além disso. Para poder desempenhar tal papel. movimentação. concomitantemente. pode ter dificuldades em estabelecer um plano de controle e acompanhamento da progressão da disciplina. Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital. adota-se a técnica de autoconfrontação para que o docente possa avaliar seu desempenho e. há uma nova gravação. a partir de estúdios de teletransmissão da Universidade Estácio de Sá. em termos cronológicos. para ajuste fino do processo. Quadro 22 – Fluxo de produção da aula transmitida via web O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica que promove uma corporalidade no processo de ensino mediante a transmissão (ao vivo ou gravada). vestimenta. com pré-testagem por parte do coordenador de curso. realidade expandida. a equipe técnica do estúdio possa adequar os recursos ao professor. como iluminação.de tempo e progressão da disciplina. jogo de câmeras.) e sua publicação ocorre em tópico específico de conteúdo na sala de aula virtual. quadro digital. já que o aluno da modalidade EAD. podendo o aluno assistir quantas vezes desejar. Após isso.

distribuição e comercialização. O acesso à biblioteca virtual ocorre no AVA. ou máquinas similares. Isso permite. tentando resgatar o potencial de cada um dos alunos. ao seu acervo editorial que constitui a biblioteca virtual universitária e outras obras ou materiais. Utilizando-se de critérios claramente explicitados. a partir das necessidades observadas na prática social e profissional. permite ao aluno um expressivo aumento ao acesso à literatura de excelência nas diversas áreas do conhecimento. dispondo de um acervo sobre o qual detêm direitos autorais de produção. o uso de outros recursos. como marcadores de texto e memorização da última página lida. sendo licenciada pela Digital Pages para uso de um software que permite o acesso por computadores. tecnológicos e gerenciais. por meio e através do Sistema Digital Pages. e a interface de publicação permite.5. distribuição e comercialização de obras. uma reorientação no processo de formação dos alunos. consulta e aquisição de livros por parte dos alunos desta Instituição. O docente que elabora o conteúdo pode incorporar ao estudo dirigido a recomendação de leitura das obras ali disponibilizadas. 73 . 6 – AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem tem como princípio o desenvolvimento de competências. com atividades de apoio. são avaliados os conhecimentos e o modo como os alunos fazem uso deles.4 – BIBLIOTECA VIRTUAL A Universidade Estácio de Sá estabeleceu uma parceria com o grupo Pearson Education. próprios ou de terceiros. Tal parceria. mais especificamente na sala de aula virtual. A avaliação é vista como um processo indispensável para o replanejamento das ações educativas. além da visualização do conteúdo. somada ao acervo atual da biblioteca virtual da Estácio. como recurso auxiliar de estudo. A Pearson é uma empresa que se dedica ao ramo de edição. parceria esta que incorpora milhares de obras de referência para acesso. de forma a permitir o suprimento de suas dificuldades. Compreende-se a avaliação como uma atividade que fornece informações e questões para que se possa refletir sobre o melhor caminho a ser construído durante a formação do profissional. da capacidade de construir conhecimentos técnicos. quando necessário.

permitindo avanços sem ferir as normas pré-estabelecidas institucionalmente. no ambiente virtual da aprendizagem. Outro aspecto relevante é o princípio da autoavaliação como instrumento que favorece o exercício de análise crítica. sempre tendo por norte a autonomia e a cooperação como princípios básicos da educação. medir e quantificar. tratamento e desdobramento. Além disso. a partir de indicadores relacionados à concepção das tarefas/atividades/simulações solicitadas ao aluno e à experiência na ação colaborativa. 6. a necessidade de ampliar o programa de reforço acadêmico. a composição/concepção da avaliação somativa e. Nesse sentido. presente ao longo do curso. tanto no que concerne às ações de recuperação paralela dos discentes. de maneira contínua e dialógica. interativa. os resultados do simulado são analisados pelos coordenadores de curso. pelo coordenador do curso e pela supervisão pedagógica da 74 . a avaliação formativa será realizada ao longo do processo. o seu processo de aprendizagem e de construção do conhecimento. quanto ao momento e formas de registrar os resultados obtidos pelos alunos. para que os alunos possam se autoavaliar e verificar. Nessa perspectiva. Como o ato de avaliar não se limita a testar. de percepção do crescimento do aluno. quanto aos aspectos de melhoria do material didático e das questões de provas. observado o desempenho revelado pelos alunos nas diferentes ações solicitadas. com o propósito de avaliar o que o aluno produziu. profundidade. avalia-se o conteúdo e sua forma de exposição. nos cursos de graduação a distância há aplicação de um simulado. Tal diagnóstico permite rever a abordagem dos conteúdos. mas faz parte de um processo contínuo e permanente. professores conteudistas e tutores a distância para o planejamento de ações pedagógicas. e tal percepção é compreendida como parte do processo de aprendizagem.Ela não ocupa um espaço único e específico. pelo tutor presencial. inclusive. a seleção do material didático.1 AVALIAÇÃO FORMATIVA A avaliação formativa e continuada consiste em uma prática educativa contextualizada. O desempenho e o progresso do aluno são acompanhados continuamente pelo tutor a distância. permitindo a aquisição de uma autonomia intelectual e uma visão real de sua própria formação. ao longo do processo de ensino. flexível.

complementam ou trazem novas informações à discussão. sendo avaliado pelo critério da pertinência e da interatividade.2 AVALIAÇÃO SOMATIVA As avaliações somativas são realizadas de forma presencial (provas) e a distância (atividades acadêmicas). leituras e exercícios sob a orientação dos tutores a distância (online). tem à disposição a possibilidade de verificar o padrão de resposta esperado e os comentários do professor conteudista. Nos cursos de graduação na modalidade a distância a avaliação da aprendizagem dos alunos nas disciplinas ocorrerá através das provas presenciais AV e AVS. sendo o desempenho dos alunos. Nesse caso. serão observados os trabalhos a serem desenvolvidos na sala de aula virtual. c) expansão da temática solicitada através da produção de textos originais que desdobram. de forma a atender o estabelecido no Regimento Interno da Universidade Estácio de Sá. 6. nos quais o aluno deverá produzir textos de acordo com a dinâmica da discussão.Universidade Estácio de Sá. Todas as atividades/exercícios possuem opção de “gabarito”. Nesse sentido. que registram e acompanham as atividades realizadas pelos alunos. As avaliações a distância podem compreender até 20% da pontuação total de cada avaliação e caracterizam-se pela produção textual de trabalhos acadêmicos solicitados e/ou os fóruns de discussão do conteúdo. nas diferentes atividades desenvolvidas. sendo a cada uma delas 75 . será consolidado em notas. de forma a permitir ao aluno verificar seu desempenho acadêmico nas temáticas abordadas no conteúdo. responsável pela proposta de verificação de conteúdo. o aluno é estimulado a verificar sua aprendizagem e. b) comentários originais à produção de um colega. os critérios de aceitação da produção textual do aluno no fórum de discussão baseiam-se em três vertentes: a) produção original. é atribuído 20% da nota do aluno na disciplina por meio da sua participação/rendimento nas atividades anteriormente citadas. para se estabelecer um diagnóstico acerca da formação do discente. Dessa forma. foram desenvolvidas diversas atividades entremeadas ao conteúdo online para verificação da aprendizagem. envolvendo fóruns. a fim de melhor planejar suas ações e promover estratégias de intervenções pedagógicas diferentes. atividades. Em outras palavras. ao final de cada atividade. abaixo descrito. No processo de avaliação somativa. individualmente ou em grupo.

garantindo-se assim a possibilidade de abranger todo o corpo discente de maneira individualizada. o sistema gera automaticamente uma transferência de dados para o SIA. A nota de participação nos fóruns temáticos de discussão.0 (dois). Uma avaliação suplementar que tem por objetivo oportunizar a recuperação do aluno. discutir com os seus colegas e sanar suas dúvidas. a qual será atribuído grau de 0. cada tutor a distância tem acesso à avaliação dos alunos de suas turmas. podendo gerar estatísticas de aproveitamento por questão e por turma. As questões dissertativas privilegiam o desenvolvimento de competências e da capacidade de construir conhecimentos teóricos. nos laboratórios de informática. interagir no fórum de revisão para essa etapa avaliativa. Essas avaliações são corrigidas pelos tutores a distância alocados nas disciplinas/turmas do curso. no qual cada tutor a distância.0 (seis). As avaliações presenciais são compostas por questões dissertativas e objetivas de múltipla escolha. cada aluno pode agendar previamente a data. devendo esta mesma nota ser considerada 20% da nota de cada etapa avaliativa. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. possui um perfil de usuário-gestor. Inclusive. Sendo assim.0 (zero) a 8. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. tanto pelo fórum de discussão quanto pela Central de Mensagens. As provas de AV e AVS são realizadas presencialmente. hora e local que deseja realizar sua avaliação. Caso o aluno não obtenha sucesso na realização da AV para aprovação. Ou seja. não será substituída. responsável pela disciplina/turma. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). e da nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. poderá realizar a AVS . 76 . seja a AV ou a AVS para se obter o resultado final da disciplina.0 (oito). fornecendo assim forte subsídio para adequar/aperfeiçoar o banco de questões de sua disciplina. técnicos e aplicados.0 (zero) a 2. Dessa maneira.antes de realizar a AVS o aluno poderá rever as aulas de revisão. após a divulgação e o feedback de sua nota na AV. por sua característica de avaliação processual e contínua. nos polos de apoio presencial. aulas online.atribuído ograu de 0. A partir do momento em que o aluno conclui sua avaliação (prova).

integrado ao Sistema de Informações Acadêmicas (SIA). que possibilita a geração de provas categorizadas em níveis de complexidade distintos. no enunciado de cada questão. possuem questões dissertativas e objetivas de múltipla escolha geradas randomicamente pelo sistema. sendo que. de acordo com as competências previstas no Plano de Ensino de cada disciplina. assegurando ao corpo docente a possibilidade de trazer à confecção da prova diversos elementos audiovisuais que normalmente não poderiam ser usados na elaboração de provas presenciais. ainda que da mesma disciplina e realizando a avaliação no mesmo horário/local. possui um banco de itens de teste. 6. a maior nota obtida.Caso o aluno realize as duas provas presencias (AV e AVS) será considerada. de modo a permitir um nivelamento da complexidade das aferições. em virtude do sistema de banco de questões. gráficos. inclusive. para cada objetivo. que o total sigilo seja mantido. uma questão integrará a avaliação do aluno. 6. visto que para cada aluno será gerada uma prova com um conjunto de questões diferenciadas das demais provas aplicadas aos outros alunos. áudio etc. garantindo-se.4 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A institucionalização de uma cultura de avaliação é um processo que a Universidade Estácio de Sá vem desenvolvendo desde a década de 90 e cujos pilares foram lançados em seu Projeto "Qualidade e Participação". de cada curso. o uso de imagens. elaborado pelo corpo docente da área. Para orientar o docente na elaboração de avaliações. bem como retroalimentar o banco. de acordo com o plano de aula.3 SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE AVALIAÇÃO A Universidade Estácio de Sá desenvolveu um sistema de avaliação. assim. As avaliações presenciais. sob a gestão do corpo docente correlato. filmes. 77 . para a avaliação da aprendizagem na disciplina. Cada disciplina. a Universidade Estácio de Sá possui uma equipe exclusivamente voltada para treinamento na confecção de itens de teste e também para orientar o corpo docente e coordenação de curso no que se refere às práticas de avaliação somativa sob a modalidade a distância. Esta diretoria trabalha com a proporção mínima de 30 questões por objetivo operacional a ser mensurado. Tal sistema permite. portanto.

Ao longo de 11 etapas de trabalho contínuo. norteando-se pelos princípios de descentralização articulada. comprometimento. 3). adesão voluntária. tendo em vista a avaliação institucional. 2). Integrada por 14 membros – representantes dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada –. culturais e econômicas da universidade". criada em julho de 1993 pela SESu/MEC – gerou o seu Plano de Avaliação Institucional objetivando "promover a análise de processos. o então Projeto de Avaliação Institucional da Universidade Estácio de Sá (PAIUNES). desenvolvido no período 1997-2004. isenção. de desempenho organizacional. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade Estácio de Sá foi constituída pela Portaria 105/GR/2004 em 3 de maio de 2004 e homologada pelo CONSUNI em atendimento à Lei nº 10. participação. continuidade e compromisso com a Instituição. pág. recebeu conceito de excelência no MEC/PAIUB e representou uma iniciativa concreta e eficaz para a melhoria contínua do ensino. o PAIUNES mobilizou a comunidade acadêmica sobre a importância e os benefícios do processo de autoavaliação institucional para o aperfeiçoamento da prática educativa. em 1994. Dando continuidade a essas ações avaliativas. instituídas pela Lei 10. de 14 de abril de 2004.861. abrangência. a Estácio criou a Comissão Própria de Avaliação (CPA). a Estácio – integrando-se ao processo de Avaliação das Universidades Brasileiras. de gestão e de qualidade. O número de participantes envolvidos no processo foi ampliado para sedimentar a cultura avaliativa e valorizar a utilização das análises oriundas originariamente do PAIUNES. comprometendo-se a Universidade a "assumir a responsabilidade e aceitar o desafio de promover as mudanças necessárias nos pontos que os diagnósticos apontarem como críticos". a CPA zela para que o Projeto de Autoavaliação Institucional esteja alicerçado em responsabilidade. para organizar seu projeto de autoavaliação Institucional. pág.861 de 14 de abril de 2004.Dentro dessa filosofia. Na geração do plano. considerando como referencial os objetivos institucionais e pedagógicos e o efetivo cumprimento das funções sociais. Diante das novas normas de avaliação determinadas pelo SINAES. (Ibid. expresso pelo documento básico produzido pela Comissão Nacional de Avaliação das Universidades Brasileiras. compartilhamento democrático de ideias e 78 . 1994. a apropriação dos resultados foi reconhecida como uma das questões mais relevantes a serem tratadas. atendendo às Diretrizes disponibilizadas em 26 de agosto de 2004 pela CONAES. (UNESA.

denominadas CPA Setoriais.estacio. atendendo aos princípios e diretrizes do SINAES. a CPA vem zelando para que o Projeto de Autoavaliação Institucional esteja alicerçado em responsabilidade. compartilhamento democrático de ideias e projetos. possui. Os resultados obtidos.php/comissao-propria-de-avaliacao-cpa). Avaliado pela Comissão Técnica em Avaliação/INEP. A EAD. são elaboradas propostas de melhorias administrativas e/ou didático-pedagógicas. mostra-se coerente com os objetivos e funções de uma Instituição de Educação Superior e assegura a identidade institucional” (grifos nossos). comprometimento. o Projeto recebeu – de acordo com o Ofício Circular INEP/DAES/nº000081 de 7 de julho de 2005 – o seguinte Parecer: A Proposta indica que houve articulação entre a realidade da IES e as dimensões da Avaliação Institucional. também uma CPA que por sua especificidade tem os Coordenadores de Polo como seus multiplicadores. integração. nas avaliações institucionais semestrais. com seu Campus Virtual.br/site/cpa/). Em seu Regulamento. (http://estacio. participação.intranet. pelos alunos/ tutores a distância em cada disciplina. Com base nas informações sobre as potencialidades e fragilidades. que obedecem à mesma composição estabelecida no SINAES. Utilizando-se ainda de recursos como a Internet42 e a Intranet43. que a Proposta é resultado da interação entre os atores envolvidos no processo avaliativo.br/index. assim. autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da análise crítica de seus projetos e serviços. a CPA conta com representações instituídas nos campi.projetos. integração. são apresentados e debatidos nas reuniões de Colegiado de Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante. 79 . buscando o aperfeiçoamento constante do projeto pedagógico do curso. 42 43 (http://www. autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da análise crítica de seus projetos e serviços. É possível identificar no texto.

portanto. no qual futuramente o alunado estará inserido.7 – EQUIPE MULTIDISCIPLINAR Um curso oferecido na modalidade EAD exige o estabelecimento de uma equipe multidisciplinar para que seja possível estruturar sua concepção de educação. de maneira a sedimentar uma perfeita sintonia entre a prática profissional e a atuação acadêmica. neste item do projeto estarão contemplados os diversos profissionais que atuam neste curso. 7. o PPC. 80 . Portanto. assim. o NDE atua de modo a validar a pertinência e aderência acadêmicas concernentes ao curso. qualidade. através do Sistema de Gestão do Conhecimento (SGC). sua consolidação e a avaliação do PPC. o Plano de Ensino e os Planos de Aula. Cabe justamente ao NDE discutir. O binômio entre aderência acadêmica e experiência profissional. sua matriz curricular. seus processos de ensino e de aprendizagem e seu funcionamento acadêmico-administrativo. controle. a composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE). norteia as ações do corpo docente responsável pela concepção do curso. Temos. produção. No entanto. a partir de discussão fomentada nos fóruns sobre.1 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO/CRIAÇÃO DO CURSO44 Este curso atribui grande relevância à experiência profissional de seu corpo docente. Tal processo é mediado pelo coordenador de curso. O produto das discussões representa a versão final da cooperação e da colaboração do NDE via mediação/intervenção 44 No Anexo 1 está a listagem do corpo docente responsável pela concepção do curso. seu acompanhamento. de modo a garantir os princípios e procedimentos ali definidos. fomentar e atualizar este Projeto Pedagógico. respectivamente. regime de trabalho etc. atendendo aos critérios preconizados para sua constituição (quantidade. é de grande valia para a formação deste aluno. Quanto às discussões referentes ao Projeto Pedagógico de Curso. o necessário preparo acadêmico também é exigido e oferecido pela própria Instituição ao seu corpo docente. Tal equipe é responsável pela criação. bem como os respectivos Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) das disciplinas constantes da matriz curricular. titulação.). operacionalização da oferta do curso e integridade aos referenciais estabelecidos neste projeto. considerando que a vivência de cada um no mercado.

de quantidade. continuam ocorrendo no SGC. Os PEs apresentam os aspectos programáticos da disciplina (objetivos. bibliografia. Tem-se assim a matriz do Projeto Pedagógico.do coordenador de curso. bem como seu o mapa conceitual. o conteudista passa a fazer parte da mediação da discussão no fórum composto pelo NDE para tais documentos. metodologia. Os Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) também são depositados no SGC. Quadro 23 – Fluxo de concepção/produção dos PE/PA 7. As discussões sobre este PPC. perfil do docente etc. 45 Quando for o caso. Os PAs representam o desdobramento do conteúdo programático estabelecido no PE. ementa.). de modo a garantir sua constante atualização e eventual alteração. 81 .1. assim como as atividades estruturadas relacionadas à aula45 e a referenciação ao material didático impresso fornecido ao aluno. e sua formulação final cabe ao coordenador do curso. formação acadêmica e regime de trabalho compatíveis com as determinações regulamentares. A elaboração do PE/PA cabe ao professor conteudista. ainda. selecionado pelo coordenador de curso.1 – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O NDE deste curso é constituído por um grupo de docentes. Nesse ínterim. titulação.

Seu regime de trabalho contempla o que é preconizado pelo órgão regulador. 7. faz parte de sua atribuição homologar os docentes que irão atuar na tutoria a distância. O conteudista responde diretamente ao coordenador de curso. sob supervisão do coordenador pedagógico nacional. Ainda. normalmente na forma de texto explicativo/dissertativo. Os professores conteudistas são especialistas no assunto da disciplina. 7. titulação de pós-graduação. revisar e auxiliar o coordenador do curso na consolidação deste PPC. de modo a garantir os princípios e os procedimentos concebidos na matriz do PPC.Cabe ao Núcleo conceber. Tal docente atua como mediador das discussões oriundas da interação com o NDE. Criam e selecionam os conteúdos. Cabe a esse docente aplicar as decisões do NDE acerca do PPC.1.1. Cabe a ele também selecionar os docentes conteudistas dos planos de ensino e planos de aula das respectivas disciplinas deste curso. em um trabalho colaborativo. o NDE atua junto ao coordenador de curso. bem como supervisionar e validar tal produção. e preparam o programa da disciplina. bem como verificar a contínua atualização e efetividade deste projeto. 82 .3 – DOCENTE CONTEUDISTA O docente conteudista é um professor com aderência acadêmica à disciplina. Cabe a ele também supervisionar e orientar a atuação dos tutores (presenciais e a distância) e interceder pelos alunos quanto aos aspectos pedagógicos e acadêmico-administrativos. formação na área e titulação compatíveis para a execução do trabalho de elaboração dos originais dos Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) da disciplina sob sua responsabilidade. com o objetivo de consolidar a matriz do PPC a ser aplicada na produção deste projeto.2 – COORDENADOR DO CURSO O coordenador de curso é um docente com formação na área do curso. respeitando as etapas do design instrucional: projeto pedagógico. com consistente formação acadêmica e reconhecida experiência no seu campo profissional. acompanhar. Durante o processo de construção do Projeto Pedagógico. bem como responder pelo cumprimento deste projeto. e sua produção está subordinada a sua validação. preferencialmente stricto sensu e experiência no magistério superior e na modalidade a distância.

criação dos itens de teste e seleção da bibliografia que irá compor o material didático impresso de cada disciplina.).1. Juntamente com a execução da aula propriamente dita. tendo o apoio de equipe específica para esse fim. utilizando os estúdios da Universidade Estácio de Sá. 83 . Esse docente é capacitado para usar as tecnologias disponíveis no estúdio e aplicá-las na execução das aulas. quadro multitoque etc. mapa conceitual. realidade expandida. Juntamente com o conteúdo online e o material didático. elaboração da informação.4 – DOCENTE DA AULA TRANSMITIDA VIA WEB O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica que ministra aulas das disciplinas. sequência instrucional. designers instrucionais. conforme fluxo abaixo: Quadro 24 – Fluxo de produção das aulas transmitidas via web Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital. dentre outros membros da equipe multidisciplinar. Muitas dessas etapas são realizadas com o trabalho cooperativo entre professores conteudistas.planos de disciplina e de aprendizagem. cabe ao docente elaborar material de apoio que também é disponibilizado aos alunos. web designers e revisor gramatical. a aula transmitida via web completa a convergência de meios na oferta do conteúdo de cada disciplina. 7.

acompanhando suas atividades nas disciplinas sob sua responsabilidade. Sua ação é eventual.7. Atua diretamente nas tecnologias de informação e comunicação disponibilizadas no AVA. e pode ocorrer na aula transmitida via web (quando convidado pelo docente responsável pela aula). esse docente é o orientador. É também aquele que potencializa o diálogo. na qual o aprendiz é o agente do processo de aquisição do conhecimento. convidado para disseminar o seu conhecimento entre os discentes. no polo) e em atividades acadêmicas complementares. possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo educativo. a troca de conhecimentos e a produção coletiva dos seus discentes. à promoção de espaços de construção coletiva do conhecimento e a participação nos processos avaliativos. instigador. O papel do tutor a distância é imprescindível para transmitir ao aluno segurança de que ele não está só em seu processo de aprendizagem. Sua principal tarefa é orientar e motivar o aluno. com vistas à interação com o aluno para esclarecimento de dúvidas.1. sobretudo a partir dos conteúdos e experiências apresentados. com visibilidade no mercado e credibilidade entre os pares. 7. conceituado na área. procurando sempre orientá-lo quanto ao desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo. Dentro de uma abordagem construtivista. em aulas inaugurais (inclusive presenciais.1. aquele que vai levar os alunos ao trabalho cooperativo e colaborativo. além de manter a motivação dos alunos. dentre outras possibilidades.6 – TUTOR A DISTÂNCIA O tutor a distância é um ator importante e indispensável na rede de comunicação que vincula os alunos às disciplinas e à Instituição de Ensino. 84 . pois. de estudo cooperativo e colaborativo e à melhoria do processo ensino-aprendizagem. Precisa ter conhecimento do conteúdo da disciplina online em que atua e domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente em suas diversas formas e estilos.5 – PROFESSOR CONVIDADO O professor convidado é um profissional de notório saber.

Metodologia e Estratégias de Ensino. e com o coordenador de curso para questões relacionadas à metodologia e à progressão acadêmica do curso.2 – POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE Para oferecer suporte adequado a nossos docentes. e academicamente interage com o tutor a distância para questões relacionadas ao conteúdo. para fomentar a troca de experiências.1. que se constitui em diversos espaços de interlocução com os professores e tutores que atuam em cada curso. permitindo que o docente encontre na relação. 7.9 – TUTOR PRESENCIAL O tutor presencial46 é responsável pelo atendimento aos discentes nos polos. O primeiro apresenta módulos básicos centrados na prática pedagógica nos quais serão discutidos os temas: Planejamento de Ensino.7. e que se destinam a todos os professores e tutores que atuam nos cursos de 46 No anexo 3 está a lista de tutores presenciais. 85 . Esse profissional detém conhecimento sobre o conteúdo da disciplina. aderência acadêmica e domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente nesta modalidade de ensino. conforme agendamento prévio. no diálogo com o colega. Tem como principal papel orientar o processo de estudos dos discentes e esclarecer suas dúvidas de procedimentos de acesso e sobre a metodologia de ensino. localizada no polo de apoio presencial. O atendimento aos alunos será presencial e individual. uma reflexão conjunta e partilhada que lhe permita superar os desafios enfrentados cotidianamente. já que as dúvidas de conteúdo são orientadas pelo tutor a distância. Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem e Interatividade em sala de aula. O PIQ inclui ações que enfatizam a formação continuada com vistas ao aprimoramento acadêmico elaborado em dois eixos fundamentais: 1. O tutor presencial está subordinado administrativamente ao coordenador do polo. foi criado o Programa de Incentivo à Qualificação Docente (PIQ). ocorrendo em sala de estudos apropriada.

7. Os módulos são disponibilizados ao longo do ano. Os professores contam com a orientação de um tutor da área. e. o módulo Formação de Conteudistas e o módulo Elaboração de avaliação. Graduação Tecnológica e Pós Graduação. nas modalidades presencial e a distância. As inscrições são realizadas online. inclusive de forma simultânea. Além disso. pelo sistema de informações acadêmicas – SIA. 2. Todo o desenvolvimento da produção de conteúdo passa por etapas de checagem de qualidade. quer no formato online ou com aulas transmitidas via web. que poderá cursá-los a qualquer momento. responsável pela transformação dos originais oriundos do professor conteudista em conteúdo interativo. programação e manutenção do AVA e suas funcionalidades. numa perspectiva estratégica. os módulos que integram o PIQ utilizam a metodologia de ensino a distância. O segundo eixo está centrado na formação pedagógica específica. dialógico. abrangendo o público docente nacionalmente. estabelecendo nesse processo a arquitetura. que orienta e incentiva o aprofundamento dos temas. na qual serão oferecidos módulos criados para atender a demandas geradas pelos Projetos Pedagógicos dos Cursos.Graduação.3 – EQUIPE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO A Universidade Estácio de Sá possui equipe própria para desenvolvimento e produção de conteúdo online. por turma. com amplo emprego de tecnologia e objetos de aprendizagem. no limite das vagas disponibilizadas por turma. nas quais o conteudista e o coordenador pedagógico nacional estabelecem 86 . como exemplo o módulo Formação de Professor em Docência online. Frente à necessidade de abrangência nacional. Também cabe à equipe de produção de conteúdo integralizar os outros setores envolvidos na entrega de conteúdo (estúdio e material didático impresso). visando à formação continuada desses atores que atuarão no atendimentos dos alunos EAD. o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estácio de Sá promove capacitações para os tutores presenciais e a distância. todos aliados a uma metodologia de desenho didático proprietária. portanto.

vídeos e imagens. bem como a especificidade do perfil do aluno na sugestão das animações.3. interagir com o coordenador pedagógico nacional para seleção e capacitação de conteudistas e responder pela adequação do planejamento do curso. 7. Cabe a esse profissional orientar a confecção da metodologia de entrega de originais. 7. da atualização das disciplinas e da gestão do curso no que tange à oferta de conteúdo. estabelecendo o plano de execução da produção de conteúdo e da gestão do AVA. tem por função capacitar. assim como pela elaboração dos mapas conceituais.3. pela definição de procedimentos de produção de conteúdo. Responde pela adequação do desenho didático e 87 . 7.2 – ANALISTA DE PROJETO EDUCACIONAL Responsável pela oferta do currículo do curso.1 – GESTOR DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO – FÁBRICA DE CONHECIMENTO Responsável pela gestão do desenvolvimento e produção de conteúdo na modalidade EAD. o gestor da área interage com todos as equipes envolvidas. bem como orientar as outras equipes na integralização da oferta de conteúdo. pela inovação tecnológica e pela supervisão de todos os processos e produtos oferecidos online. organizar e gerir a equipe de produção alocada para este curso.3 – DESIGNER INSTRUCIONAL Responsável pelo planejamento didático dos cursos e disciplinas online. Este profissional é.3. Com experiência em produção de material instrucional. Cabe a ele também administrar no AVA o conteúdo e as funcionalidades ali dispostas.validações acerca da aderência do desenho didático na consecução dos objetivos estabelecidos nos PE e PAs. ainda. o responsável pela identidade visual da instituição no que se refere à oferta de conteúdo na modalidade EAD. elaboração dos hipertextos e orientação do desenvolvimento dos recursos multimídia.

6 – REVISOR Responsável pela revisão linguística dos materiais didáticos veiculados no AVA. assim como pela programação HTML.5 – PROGRAMADOR Responsável pelos processos tecnológicos no AVA e respectiva interface com o Sistema de Informação Acadêmico (SIA).3. coerência etc. Atua diretamente com o designer instrucional. Nele trabalham câmeras. 7. continuidade lógica. produção de aplicativos. 7. a pertinência do gênero discursivo em questão.4 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA AULA TRANSMITIDA VIA WEB O estúdio é o centro que produz e transmite as aulas transmitidas via web para todos os polos de apoio presencial e para o AVA. editores e assistente de produção. bem como executa a redação final dos originais para adequar à metodologia. 7. Atua diretamente com o designer instrucional e com o web designer.3.). coesão. Eventualmente. tendo por referência. integralizando a ação de ambos no AVA.pelos ajustes orientados no controle de qualidade. flash. sistemas e funcionalidades na inteligência e controle de processos. além da correção gramatical.4 – WEB DESIGNER Responsável pelo projeto de design gráfico. 7. Responsável pela transformação do conteúdo de um curso em HTML. propõe redação final ao roteiro elaborado pelo designer instrucional. 88 . tendo em vista suas coerções (dialogia.3. orientando a adequação do roteiro de aula às solicitações do planejamento didático. recursos imagéticos e utilização e orientação da produção de recursos multimídia na execução do planejamento didático estabelecido pelo designer instrucional. operação do LMS.

). sonorização e finalização de gravações realizadas no estúdio em que está alocado. assegurar a captação de áudio e organizar os espaços de captação (como no uso de quadro branco tradicional. bem como a produção de material adaptado (versão em LIBRAS e versão em áudio). uso de púpito/mesa.1 – GESTOR DOS ESTÚDIOS DE TELE TRANSMISSÃO Cabe a esse profissional gerir o pessoal alocado nos estúdios e equipes de apoio. Cabe a ele operar a câmera fixa. 7. 7. assim como a catalogação e depósito de todos os arquivos e versões do material adotado na aula. a gravação.4. pela orientação espacial do professor no momento da captação e pela orientação ao editor de eventuais necessidades de mudança de câmera/enquadramento. bem como organizar e gerir a agenda de alocação de docentes para as aulas. legendas. a captação e edição das aulas transmitidas via web.4.4.2 – EDITOR Profissional responsável pela seleção e cadastro de URL nos sistemas integrados de transmissão via web. É responsável pelo produto final. supervisionando a ação do câmera.4 – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO 89 . bem como manipular o quadro digital utilizado pelo docente e operar a câmera móvel. além de supervisionar o processo de geração e depósito das aulas transmitidas via web no AVA. uso de chroma key. 7. além de orientar o docente no que se refere aos aspectos técnicos de gravação. Também cabe a ele disponibilizar as versões em áudio das aulas e editar a gravação para versão em LIBRAS. corte.3 – CÂMERA Responsável pela captação em vídeo das aulas.4.Consta das atribuições dos responsáveis pelo estúdio o agendamento. do assistente de produção e do intérprete de LIBRAS. 7. bem como pela edição. externas etc.

o atendimento especializado ao aluno. financeiro e administrativo dos cursos na modalidade. sistematizar a atuação do polo de apoio presencial. planos.NEAD Gestor operacional e administrativo dos cursos oferecidos na modalidade EAD. produtos e serviços de Educação a Distância.5 – EQUIPE GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA . programas. 7. Cabe a essa equipe. gerir a logística acadêmica de distribuição de turmas e alocação de tutores presenciais e a distância. a atuação dos polos de apoio presencial e a infraestrutura necessária à execução deste projeto.5. administrar a estrutura física da sede e gerir os processos acadêmicoadministrativos deste curso.4. atuando de forma integrada aos diversos setores da Universidade Estácio de Sá. ainda. promover. Também compete a esse profissional auxiliar o docente na gravação das aulas e produção de material. ações.1 – DIRETOR DE EAD. desenvolver. 7. Também compete ao assistente de produção catalogar e disponibilizar as URLs e arquivos utilizados na aula para depósito no AVA. logístico. administrar e avaliar as políticas. 90 .NEAD As atribuições da equipe responsável pela operação e gestão administrativa deste curso são as de planejar. atua em conjunto com a área acadêmica no dimensionamento da oferta de curso e na viabilização de caráter operacional. 7. efetuando então à execução da aula interpretada em Língua de Sinais. Responde diretamente ao editor. coordenar o atendimento especializado ao corpo docente e discente.Profissional responsável por assessor o editor em todo o evento de captação de vídeo. Para exercer tal função. todo intérprete alocado no estúdio possui contato com a comunidade surda para efetividade do processo.5 – INTÉRPRETE DE LIBRAS Cabe a esse profissional assistir previamente à aula a ser interpretada para verificar o procedimento de versão em LIBRAS. Supervisiona a atuação acadêmico-administrativa da secretaria acadêmica.

7.5.2 – GERENTE ACADÊMICO
A Gerência Acadêmica é responsável pela implementação e gerenciamento de ações
operacionais, acadêmicas e pedagógicas para a operação do curso Letras Língua Portuguesa,
em parceria com o coordenador de curso. Este trabalho versa sobre a proposição e a validação
de calendário acadêmico, planejamento acadêmico, matrícula, atualização das diretrizes e
orientações pedagógicas para cada período/semestre do curso em oferta. Além de apoiar a
coordenação de curso na supervisão dos tutores a distância.

7.5.3 – GERENTE DE POLOS
A coordenação dos polos de apoio presencial é liderada pela Gerência de Polos,
subordinada à Gerência do NEAD, no que se refere aos aspectos logísticos, de infraestrutura e
operação do corpo social. A gerência dos polos tem como principal responsabilidade
supervisionar as atividades ali exercidas, com ênfase aos eventos de avaliação e de tutoria
presencial, em parceria com a coordenação de curso, de forma a que sejam cumpridos os
critérios e procedimentos estabelecidos no Manual de Procedimentos do Polo de Apoio
Presencial da Universidade Estácio de Sá. Cabe também à gerência do polo responder pelo
atendimento especializado aos alunos, bem como orientar as ações e procedimentos dos
tutores presenciais junto ao Sistema de Informações Acadêmicas (SIA).

7.5.4 – GERENTE DE AVALIAÇÕES
Responsável pela orientação, junto com o coordenador de curso, dos professores
conteudistas que irão elaborar os itens de teste para o sistema de avaliação 47. Responde pela
observação das normas regimentais referentes à avaliação. Responde também pela instrução
acerca da construção de questões sob a ótica da proporção de níveis cognitivos e graus de
dificuldade. Faz parte de suas atribuições estabelecer encontros semanais para orientação e
revisão de itens de teste, além de oficinas permanentes de capacitação.
47

O curso de capacitação se dá na modalidade EAD, no PIQ.

91

7.5.5 – COORDENADOR DO POLO
Cabe ao Coordenador do Polo acompanhar e coordenar as atividades administrativas e
as dos tutores presenciais. Supervisiona, ainda, as atividades relacionadas aos discentes. Este
coordenador responde pela infraestrutura, pela gestão acadêmica, pelo acompanhamento e
geração de relatórios, pelo atendimento ao aluno sobre questões administrativas e pela gestão
do corpo social alocado no polo de sua responsabilidade.
Também compete a esse profissional implementar e supervisionar as ações de
secretaria acadêmica e de capacitação de pessoal, no que se refere aos recursos tecnológicos
exigidos neste curso. No caso de polos sediados em IES pertencentes ao mesmo Grupo da
Universidade Estácio de Sá, compete ao Coordenador do Polo de apoio presencial interagir
com o gestor da unidade para as ações de compartilhamento de infraestrutura,
compartilhamento de biblioteca, laboratórios e de garantia de acessibilidade no espaço físico.
O Coordenador de Polo responde ao gerente de polos.

7.5.6 – SECRETARIA DO POLO
Compete à Secretaria do Polo, sob supervisão do Coordenador de Polo, atender o aluno
no que se refere aos aspectos administrativos e de gestão acadêmica, mantendo contato
frequente com a gerência de polos para integração entre as ações locais e as ações em sede.
Ainda, é responsável por toda a documentação do corpo social ali presente e dos alunos
matriculados no polo, no sentido de catalogar, organizar, registrar e arquivar os documentos
inerentes à vida acadêmica do aluno.

7.5.7 – ORIENTADOR DE INCLUSÃO DIGITAL
Sob supervisão do Coordenador de Polo, esse profissional atua nos laboratórios de
informática dos polos com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes, assim
como orientar os alunos no acesso ao Campus Virtual e ao AVA, respondendo por questões
técnicas e tecnológicas.

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8 – INFRAESTRUTURA DE APOIO
Além da equipe de profissionais que atua neste curso em suas diferentes fases e
atribuições, existe uma infraestrutura física e uma infraestrutura de material para que as ações
e determinações expressas neste projeto possam ser executadas.

8.1 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE DA EAD NA UNIVERSIDADE
ESTÁCIO DE SÁ
A sede da EAD ocupa três andares de um prédio com cerca de 4900 metros quadrados,
na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de um amplo espaço exclusivo, dividido em setores como
sala de trabalho dos tutores a distância, 3 salas para trabalho de conclusão de Curso,
biblioteca, sala de convivência, sala de capacitação, estúdios de gravação, salas de reunião,
espaço para as coordenações de curso e demais atores que configuram a equipe técnicoadministrativa que atuam no NEAD da Universidade Estácio de Sá, bem como as coordenações
de curso, a gerência acadêmica, a secretaria geral e a gerência de polos de apoio presencial.
Todo professor tutor a distância possui local próprio para trabalho na sede da EAD, no
qual há equipamentos necessários para a execução da atividade docente nesta modalidade,
bem como um ambiente de trabalho amigável e compatível com as necessidades para
exercício de suas funções.
Atualmente o setor de EAD conta com oito espaços utilizados na gravação das aulas
transmiti-das via web para os cursos a distância, com projeto de ampliação para 2014. Esses
estúdios contam com equipamentos e recursos didáticos de última geração, como quadros
interativos, além do ferramental próprio do meio, como ilhas de edição de áudio e vídeo, entre
outros, conforme será pormenorizado no item sobre infraestrutura técnica. Os estúdios para
gravação das aulas estão localizados na cidade do Rio de Janeiro, ocupando um andar inteiro
do prédio onde estão sediados, e cada estúdio apresenta sala de edição e sala de gravação.

93

8.2 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS POLOS DE APOIO PRESENCIAL
Todo polo de apoio presencial possui as instalações preconizadas pelo órgão regulador,
constando de biblioteca48 (e respectivo acervo bibliográfico, bem como disponibilização de
terminais de computadores para consulta ao acervo virtual), sala de estudo na biblioteca,
laboratório próprio de informática com acesso à internet de banda larga e maquinário
compatível com as exigências do curso e com a possibilidade de uso inclusive fora de eventos
acadêmicos, laboratório específico de ensino49, sala de tutoria, sala de atendimento ao aluno,
secretaria e sala para exames presenciais.
O espaço físico do polo é sinalizado, com placas indicativas representando toda sua
infraestrutura física, bem como quadros informativos de atendimento do tutor, do
coordenador do polo e do orientador de inclusão digital. Sua estrutura é adequada ao número
de alunos ali matriculados, guardando-se a proporção necessária para atendimento aos
estudantes em todas as suas necessidades.
O projeto arquitetônico do polo também contempla os critérios legais de acessibilidade,
de modo a garantir o ingresso e a permanência dos alunos com necessidades educacionais
especiais.

8.3 – INFRAESTRUTURA DE SUPORTE TÉCNICO DO AVA
Para atender ao fluxo de acessos, o AVA reserva servidores dedicados exclusivamente à
EAD, assegurando um serviço contínuo que provê infraestrutura física e conectividade com alta
disponibilidade para hospedagem e aplicação de conteúdo online.
Além disso, o monitoramento técnico oferece acompanhamento de capacidade de CPU,
memória e ocupação de espaço em disco, bem como outras informações técnicas necessárias
para intervenções, caso necessárias.
De acordo com a metodologia de operação da EAD na Estácio, em virtude do amplo uso
da internet como ferramenta de ensino e do expressivo acesso ao ambiente virtual, nossos
servidores atualmente trabalham com a taxa de folga de 20% referente ao pico de acesso.

48

Quando compartilhadas com IES do Grupo Estácio, guarda proporção de acervo bibliográfico para atender
especificamente o quantitativo de alunos matriculados neste curso.
49
Quando for o caso.

94

Sendo assim, no presente momento já há uma capacidade de aumento do número de acesso
sem prejuízo de conexão e geração de conteúdo online. De qualquer maneira, semestralmente
é feita uma análise da capacidade/acesso para redimensionar a necessidade de novos
servidores.

8.4 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DO SETOR DE PRODUÇÃO DE
CONTEÚDO
O setor responsável pela produção de conteúdo possui: a) 27 computadores com
processador Pen-tium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; b) 2 computadores com
processador Pentium IV, Hd de 70Gb e memória RAM de 512Mb; c) 2 computadores com
processador Pentium IV, Hd de 64Gb e memória RAM de
processador Pentium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de

512Mb; d)3 computadores com
1Gb; e) 5 computadores com

processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; f) 1 computadores com
processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de

1GB; g) 3 webcams e

headphones; h) 1 impressora a laser; i)1 fax; j) 1 câmera fotográfica digital Canon A430; k)
2tabletsWacom, modelo intus 4x6; l) 1 câmera de vídeo digital Samsung SC-D 364.
Os softwares utilizados são: a) Windows XP e pacote Office XP; b) Windows 7 e pacote
Office 7; c) Photoshop; d) Pacote Macromedia MX (Flash MX, Dreamweaver MX, Fireworks MX,
Extension Mangager, MX e FreeHand MX); e) Pacote Microsoft Visual Studio 6.0 (SourceSafe
6.0, Enterprise Tools 6.0, Visual Basic 6.0, Visual C++ 6.0, Interdev 6.0 e FoxPro 6.0); f) Oracle;
g) Indesign.
8.5 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DOS ESTÚDIOS PARA GRAVAÇÃO DAS
AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB
Os estúdios contam com: a) 10x Positivo core 2 Duo 2 Gb RAM 80Gb HD; b) 4x Ilha de
Corte - Toaster - Core 2 Duo 2 GB RAM 1TeraByte HD; c) 28x monitores LG LCD; d) 1x servidor
core 2 duo - 2 GB RAM - 8TeraByte HD; e) 1x exibidor Core 2 duo - 2Gb RAM 1 TeraByte HD; f)
5x DVDRW Panasonic; g) 3x mesas de som Behringer 12 canais; h) 8x Distribuidores de vídeo; i)
3x Distribuidores de Vídeo Master; j) 1x Receptor de Satélite Aluno; k) 1x Switch 3Com 24p; l)
1x AudioProfile; m) 1x Switcher; n) 1x Receptor Satélite; o) 1x Modulador Digital; p) 1x VideoEncoder MPG2; q) 2x Câmera Sony Robotic; r) 2x Câmera Sony PD170; s) 2x Ebeam; t) 3x Projetores Epson S5; u) 2x Amplificadores de som; v) 1X Duplicador de DVD.
95

9 – PLANO DAS DISCIPLINAS
Disciplina: ANÁLISE TEXTUAL
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PLANO DE ENSINO DE ANÁLISE TEXTUAL
PERFIL DO DOCENTE
Docente com formação em Letras, com pós-graduação stricto sensu, preferencialmente, em
estudos da língua, podendo ser egresso de curso de Mestrado ou Doutorado em Línguas
estrangeiras, Literatura e em Educação. Em caso de egresso de curso lato sensu,
obrigatoriamente, em estudos da língua. Pesquisador atento às complexidades que envolvem
o funcionamento da língua e às peculiaridades socioculturais que integram a língua materna.
Profissional competente para desenvolver, nos alunos, habilidades para interpretar e escrever
diferentes tipos de textos.
CONTEXTUALIZAÇÃO
A disciplina Língua portuguesa funciona como base para a aquisição de todos os outros
conhecimentos. A habilidade e o bom desempenho no idioma proporcionam ao indivíduo
maior capacidade de entendimento, reflexão e comunicabilidade nas informações, tornandoo "canal" seguro e eficaz na propagação do conhecimento. Em assim sendo, a disciplina Análise
Textual integra todos os primeiros períodos dos diversos Cursos da Universidade,
proporcionando boas condições para contato com novos conceitos e informações.
A necessidade de todos os Cursos compartilharem a disciplina Análise Textual evidencia bem a
questão de assumirmos a importância da boa condução dos estudos linguísticos, já que, em
alguns momentos, pode-se atribuir ao mau desempenho linguístico, a comunicação
equivocada das informações, incluindo interpretações irrelevantes, distorções em informações
fundamentais, que podem comprometer o bom desempenho pessoal e profissional.
EMENTA
Língua, fala, norma, variações e sociedade;
· Modalidades linguísticas falada e escrita;
96

· O português coloquial e a norma culta;
· Leitura e produção escrita;
· Estratégias de leitura: recuperação da informação;
· Compreensão e interpretação de textos;
· Reflexão sobre forma e conteúdo;
· O texto e sua funcionalidade;
· Textualidade: coesão e coerência, intenção comunicativa, habilidades de interpretação;
· Gêneros textuais;
· O estilo na escrita;
· Tipologia textual.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver a competência leitora e a capacidade para a escrita à luz das perspectivas de
estudos cognitivos e gramaticais;
· Desenvolver a capacidade de localizar informações relevantes do texto para entendimento
da mensagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar e buscar adequação a diferentes modalidades e registros da língua portuguesa;
· Identificar a intencionalidade (mensagem) presente em diferentes textos e contextos a partir
do estudo dos diferentes elementos linguísticos;
· Identificar, interpretar, analisar textos de múltiplos gêneros e diferentes tipologias;
· Produzir textos aplicando os conhecimentos adquiridos.
CONTEÚDOS
Unidade 1: Usos da língua. Recuperação das informações do texto
- Linguagem, Língua, Sistema e norma. Fala e escrita. Registros formal e informal.
- Adequação vocabular. Variação linguística. O texto: conceito e mecanismos de construção.
Hipertexto.
- Identificação do objetivo da mensagem. Área de referência, estrutura e recursos linguísticos e
gramaticais.

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Unidade 2: Processamento da leitura. Compreensão e interpretação de textos
- Habilidades de leitura: identificação das marcas linguísticas e relações sintático-semânticas.
- Reconhecimento do tópico do texto, ideia principal, tema, conflito central.
- Relações entre o texto e recursos suplementares (gráficos, tabelas, desenhos, fotos etc.).
- Relações do texto com aspectos socioculturais (relações étnico-raciais e cultura afrobrasileira) e ambientais (educação ambiental).
Unidade 3: Reflexão sobre forma e conteúdo
- Validação ou reformulação sobre o conteúdo do texto.
- Articulação de conhecimento de mundo e informações textuais. Inferências semânticas e
pragmáticas. Pressuposição.
- Identificação de ambiguidades, implícitos, ironias, sentidos figurados etc.
PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto
ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.
RECURSOS
Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados
PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno
será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão

98

construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o conteúdo
estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e demais
atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota
igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS)
com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ABAURRE, Maria Luiza M.; ABAURRE, Maria Bernadete M. Produção de texto interlocução e gêneros. São Paulo: Moderna, 2007.
2. ABAURRE, Maria Luiza M.; PONTARA, Marcela. Gramática - Texto: Análise e construção
de sentido. São Paulo: Moderna, 2010.
3. AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 2. ed. São Paulo:
Publifolha Houaiss, 2008.
4. FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 5ª ed.
São Paulo: Ática, 2006.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508105946

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABREU, Antonio Suarez. Curso de Redação. São Paulo: Ática, 2008.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508091386
2. FAVERO, Leonardo Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, 2002.
3. FIORIN, José; SAVIOLI, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática,
2007. http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508108664
4. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
5. KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender - os sentidos do
texto. São Paulo, Editora Contexto, 2011.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/8572443274

99

Abaurre. Capítulo 3: Os gêneros do discurso (pp. 1. Abaurre Editora: Moderna Ano: 2007.interlocução e gêneros Autores: Maria Luiza M. Abaurre. 30 a 42) Livro: Produção de texto . L. Maria Bernadete M. Abaurre.Texto: análise e construção de sentido Autores: Maria Luiza M. Luiza M. 2 . Bernadete Abaurre Editora: Moderna Ano: 2007 Capítulo 12: Texto de divulgação científica (pp.13) Capítulo 2: A interlocução e o contexto (pp.interlocução e gêneros Autores: Maria Luiza M. Capítulo 1: Discurso e texto (pp. 1. ed.interlocução e gêneros Autoras: M. Abaurre. Maria Bernadete M.21) Capítulo 3: A dimensão discursiva da linguagem (pp. 14 a 29) Livro: Produção de texto . bernadete M. Marcela Pontara Editora: Moderna Ano: 2006. 170 a 177) Livro: Produção de texto . Abaurre.INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: Gramática .15 . ed. 22-36) Livro: Produção de texto .interlocução e gêneros Autoras: M. 1. ed. Capítulo 1: Linguagem e variação linguística (pp. Abaurre Editora: Moderna 100 . Abaurre Editora: Moderna Ano: 2007. M.14) Capítulo 2: Oralidade e escrita (pp. M. 2 .

é necessário. Ciências Sociais.argumentativo II: elaboração de um projeto (pp.argumentativo I (pp.interlocução e gêneros Autoras: M. História ou Comunicação Social e familiaridade com Pesquisa Científica. que certamente contribuem para a compreensão de noções de cidadania. M. para prosseguimento nos estudos. 301 a 315) Disciplina: CULTURA BRASILEIRA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com pós-graduação. 244 a 251) Livro: Produção de texto . Os estudantes da área de Letras. Abaurre Editora: Moderna Ano: 2007 Capítulo 20: Texto dissertativo . identidade cultural. Editora: Moderna Ano: 2007 Capítulo 21: Texto dissertativo . Bernadete M. Editora: Moderna Ano: 2007 Capítulo 22: Texto dissertativo .interlocução e gêneros Autoras: M. M. que o estudante reflita acerca da identidade cultural de um 101 . CONTEXTUALIZAÇÃO A importância da disciplina se justifica por sua pertinência e atualidade traduzidas em seu conteúdo amplo. Abaurre. Luiza M. memória coletiva e sua importância na construção da democracia e do futuro do país. Luiza M. Abaurre.interlocução e gêneros Autoras: M. Abaurre. Abaurre. Bernadete M. da área de Comunicação e/ou de áreas afins.Ano: 2007 Capítulo 18: Resenha (pp. inserido num sistema global e multicultural. M. 290 a 300) Livro: Produção de texto .argumentativo III: a introdução e a conclusão (pp. 274 a 289) Livro: Produção de texto . Bernadete M. preferencialmente stricto sensu em Letras. sociais e culturais na composição da identidade do cidadão. Luiza M. necessitam refletir constantemente acerca das questões que envolvem valores morais. Abaurre. Além da necessidade de reflexão sobre os aspectos que compõem a identidade/ personalidade do cidadão. também.

3.1 .3 . Unidade 2: Formação do povo brasileiro 2.6 . 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1.Os pilares da cultura: língua.Refletir sobre conceitos de Cultura e Identidade cultural. e como isso se reflete. numa perspectiva histórico-sociológica.Diferenças entre raça e etnia 2.Etnocentrismo. as políticas alternativas. no Brasil. indústria cultural de massas e sociedade de consumo.inclusive.3 .4 ? O popular e o erudito 1.5 ? Os intelectuais e o poder 1. a cultura afrobrasileira e a construção da cidadania dos povos indígenas. baseando-se no conhecimento de matrizes fundadoras das explicações do Brasil.2 .A dialética Literatura e História 102 . Interpretação da sociedade brasileira e da construção da identidade cultural através dos intelectuais em seus textos teóricos e literários.4 . Globalização e multiculturalismo.A construção da identidade cultural: nação e identidade nacional 2. CONTEÚDOS Unidade 1: Cultura e Identidade 1. OBJETIVO GERAL Compreender o papel da cultura na construção da sociedade brasileira e de promoção do país no contexto mundial. Analisar as relações étnico-raciais.povo. num mundo globalizado. em termos comunicacionais. Identificar a Cultura e Identidades nacionais num contexto de Globalização e Multiculturalismo.Miscigenação e sincretismo: o mito da "democracia racial". Cultura e Identidade nacional brasileira.2 .uma perspectiva histórico-sociológica.6 ? Cultura nas sociedades de classes. diversidade cultural e Relativismo 1. 5.5 .Discursos fundadores 2. 2. EMENTA Conceitos básicos.Dominar os conceitos fundamentais das principais linhas de interpretação da sociedade brasileira no século XX. literatura e religião 1. 4.Do lusotropicalismo ao homem cordial 2.1 .Problematizar a questão da identidade cultural brasileira.Definições de Cultura e identidade cultural 1. identificando.

Sociedade global 4.4. em ambiente virtual de aprendizagem. Com relação ao segundo critério. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. a qual será atribuído grau de 0. 4.7. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. quiz interativo. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). regional e local. flash player. hipertextos. A identidade cultural de hoje. Globalização e meio-ambiente: por uma Educação Ambiental. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. links orientados. simulados.0 (oito). 4. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. biblioteca virtual etc. javascript.1 . Na sala de aula virtual. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. O Brasileiro como cidadão global e os outros.Da relação entre tradição e modernidade 3.1. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. leitura de textos pertinentes ao assunto. simuladores virtuais.8. 4.3.0 (dois).5. atividades animadas de aplicação do conhecimento.0 (zero) a 2.0 (zero) a 8.).2. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. RECURSOS Acesso à internet. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão 103 .Cultura afro-brasileira Unidade 3: Tradição e modernidade 3.2 .2. A Globalização e os desafios para a cultura brasileira: integração ou resistência? 4.Relações étnico-raciais 2. estudos de caso. leitor de PDF. recursos HTML etc.A ?moderna tradição? brasileira Unidade 4 . Nesta disciplina. A sociedade global: identidade nacional. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.

Claude. 2008.bv3. Rio de Janeiro: D. 2005. Brasil: uma identidade em construção Rio de Janeiro: Ed.bv3. Rosa Lydia Teixeira. 22 ed. A diversidade cultural como prática na educação. 2011 http://estacio. P&A. LEVI-STRAUSS. Cultura: um conceito antropológico. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2010. Roque de Barros. Curitiba: IBPEX. Antropologia estrutural II.br/users/publications/9788578385262/pages/_1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LARAIA. Cultura e diversidade.bv3.digitalpages.do?select_action&co_ob ra=16221 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro: Antropologia . Coleção Educação para todos. vol. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Identidades culturais na pós-modernidade. Curitiba: IBPEX. CORREA. 2007 RANIERI. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.digitalpages. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Bosi Alfredo. Carli. Ática. 2008 HALL. Rio de Janeiro: J. Rio de Janeiro: Ed.construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. 7 http://www.com. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.Cultura Brasileira: temas e situações. 1976. 2008. Carmen (Org. Brasília: UNESCO. Fátima e Silvia. Curitiba: IBPEX.com.dominiopublico. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. 2003 Lauerhass.uma introdução Nome do autor: Marina de Andrade Marconi e Zélia Maria Neves Presotto 104 .0 (seis).com. Zahar. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV).br/users/publications/9788578387051/pages/5 Ministério da Educação.br/pesquisa/DetalheObraForm. Stuart. http://estacio. Educação como exercício de diversidade. http://estacio.). ANPED. Ática.gov.br/users/publications/9788578380823/pages/5 FREITAS de. aulas online. Educação e cultura na história do Brasil.digitalpages. MEC. Ludwig e Nava.

12 .Plural. Cultura social do capitalismo. Antropologia ou Educação. mas não caótico (p.O significado de cultura de Gilberto Freyre em Casa Grande & senzala ( p.O indígena brasileiro (p. Novas técnicas sociais e culturais. Natureza. 31) Nome do livro: Brasil: uma identidade em construção Nome do autor: Ludwig Lauerhass e Carmen Nava Editora: Ática Ano: 2007 Edição: 1ª Nº páginas: Capitulo 3 . Homem e cultura. Experiência Profissional: Experiência na Educação Básica CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina situa-se no campo de conhecimentos da Sociologia e da Antropologia que busca compreender as práticas sociais e culturais e seus reflexos nos processos educacionais.Brasiliana: obras e coleções publicadas (p. Globalização. sendo capaz de discutir a relação entre diversidade cultural e as práticas nas instituições educativas a partir da interface Antropologia e Educação.69) e Capítulo 4 . 7 à 15) . Antropologia ou Educação.219 à 224) Nome do livro: Cultura Brasileira: temas e situações Nome do autor: Alfredo Bosi Editora: Atica Ano: 2008 Edição: 4ª Nº páginas: Capítulos 1 . ou mestrado/doutorado em Sociologia. Trata-se de uma disciplina do Núcleo Básico de formação docente das licenciaturas. 21 à 47) e cap. Antropologia ou Pedagogia. A 105 .e 2 . Modernidade. 55 à p.Cultura (p. 95) Disciplina: ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Formação Acadêmica: Graduação: Licenciatura em: Sociologia. 81 à p. Teorias explicativas.16 à p. EMENTA Ciências sociais e Educação. Especialização em Sociologia.Cultura e desenraizamento (p.Editora: Atlas Ano: 2008 Edição: 7ª Nº páginas: Capítulos 2 . Sociedade.

as convergências e as contribuições teóricas. Antropologia da Educação. contextualizando-a e enfatizando as orientações. reprodução e transformação da sociedade e cultura pós-moderna. tecnologias e conhecimentos. saberes e práticas. programas e projetos educacionais públicos e privados. mídias. · Construir conhecimentos. Instituições e sistemas educacionais. Abordagem sociológica do processo educacional e da escolarização. Antropologia como ciência. OBJETIVO GERAL · Refletir sobre a educação como objeto social e cultural. do Estado e da comunidade. métodos e metodologias com aplicação na investigação da prática educacional. nos efeitos materiais e ideológicos da produção e circulação de técnicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Relacionar as emergências societárias e culturais recentes (o universo sociotécnico. políticas sociais. na ação institucional educacional. políticoideológico e cultural-comportamental) da pós-modernidade com as significativas implicações na constituição. planejamento social). Temáticas contemporâneas em Antropologia e Educação. b) expressas nas modernas técnicas de socialização (indústria cultural. · Identificar. Abordagem antropológica da prática educacional e da escolarização. · Refletir criticamente sobre os rumos da Educação: a) sob a influência das lógicas do mercado. mostrando como se aplicam e se inserem na realidade educacional. metodológicas e estratégicas da Sociologia e da Antropologia na análise do processo e das práticas educacionais. · Identificar os fundamentos científicos que norteiam o campo social/cultural. redes mundiais de comunicação e integração real e virtual. · Caracterizar as principais abordagens. bem como a orientam. O método etnográfico aplicado. A construção cultural e educacional da realidade. Estrutura e Processo social como conceitos centrais. no contexto ampliado da produção. implementação e desenvolvimento de modelos econômicos. cotidiana e profissional. desenvolvendo competências e habilidades referentes ao manejo da complexidade do universo educacional.pesquisa social Sociologia como ciência. propiciando modelos explicativos e possibilitando a competência analítica para a formação de conhecimentos do campo da Educação. Sociologia da Educação. Cultura como conceito central. Sociologias aplicadas. como fatores primordiais para o sucesso profissional e acadêmico e inserção de qualidade no mercado de trabalho. c) na percepção das resistências comunitárias. caracterizando as categorias e as noções da analítica social que funcionem como conceitos centrais e/ou operadores para a compreensão da prática educacional. Temáticas contemporâneas em Sociologia e Educação. regionais e/ou locais para a compreensão das 106 .

A Antropologia como ciência: pensamento antropológico: teorias culturais e enfoque etnográfico da realidade.2. 1. educação e (des)construção da violência. educação e construção cultural da personalidade. educação e diversidade cultural. CONTEÚDOS Unidade 1 1. 107 .1. 2.2. educação ambiental e cidadania. hegemonia e representações sociais. a violência e o meio educacional. ambiental e produtiva do meio educacional. A formação social capitalista. abordagens. modelos educativos e controle social. sociedade. A Antropologia da Educação: sistemas culturais como estratégias educativas. como caminho. Unidade 2 2. 2.estratégias educacionais.2. 1. conceitos centrais: estrutura e processo social. Ciências sociais e Educação. abordagens. A educação no 3º milênio: visões. cultura material. Teorias explicativas e conceitos fundadores: natureza. risco ambiental e responsabilidade social. sociedade do conhecimento.3. Sociologias da vida cotidiana e abordagens do processo educacional: a condição social. a aprendizagem midiática e informática. homem e cultura. ideologia e prática para a emancipação e transformação social: d) na formação do educador e das necessidades e oportunidades do mercado educacional. Educação e Cultura: Antropologia e Educação. cultura. currículo. ensino e construção de subjetividades. simbólica e contextualização da estratégia educacional. a globalização e a educação na pós-modernidade. reprodução. temáticas sociais relacionadas: 3. A Sociologia como ciência. sociedade de classes e práxis educacional.1. dilemas e desafios. pensamento sociológico: teorias explicativas e Sociologia da prática. Educação em Perspectiva Social e Cultural: 1. 3. as ciências humanas e a pesquisa social. 2. Leituras em Sociologia da Educação: educação e processo de trabalho. A Sociologia da Educação: instituições e processo educacional. Plano de Revisão 1 Unidade 3 3. controle social e prática educacional. temáticas sociais relacionadas: 2.1.4. O debate contemporâneo sobre educação e as perspectivas para o Brasil: crise econômica e formação para o trabalho. Educação e Sociedade: Sociologia e Educação. cultura como conceito central.3.

sociedade multicultural e educação das minorias. quiz interativo.0 (dois). os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. educação. links orientados. simulados. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) 108 .0 (seis).4. educação e construção imaginária da realidade. aulas online. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. Nesta disciplina. em ambiente virtual de aprendizagem. informática. hipertextos. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. simuladores virtuais.0 (zero) a 8. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. etnografia e estudo de caso. RECURSOS Acesso à internet. atividades animadas de aplicação do conhecimento. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.0 (zero) a 2. estudos de caso. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. 3. Plano de Revisão 2 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. mídias. javascript.3. biblioteca virtual etc.3. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. a cultura curricular e a formação da personalidade. o cotidiano da educação: cultura da experiência educacional e cultura acadêmica. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). a cultura da escola e novos contextos de ensino e aprendizagem. recursos HTML etc.). Leituras em Antropologia da Educação: a escola como ambiente cultural. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. flash player. Na sala de aula virtual. Abordagem antropológica da prática educacional. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. leitura de textos pertinentes ao assunto. ensino e representações culturais. gênero e sexualidade. a qual será atribuído grau de 0. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.0 (oito). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Com relação ao segundo critério. leitor de PDF.

Petrópolis. CARLI. 2000.com.digitalpages. Ranieri. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GEERTZ. Fundamentos socioculturais da educação. São Paulo: Zahar. São Paulo: Unesp.br/users/publications/9788578381257/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARENDT.º de páginas: 26 Livro: Introdução à Sociologia da Educação 109 . MELLO. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. São Paulo: Companhia da Letras. 2008. 2010.br/users/publications/9788578386351/pages/5 PILLETIS. Miséria do mundo. 2.com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.bv3. Cultura um conceito antropológico. http://estacio. http://estacio. Curitiba: IBPEX.digitalpages.br/users/publications/9788508131631/pages/7 PINSKY. Roque de Barros. RJ: Vozes.com.com. 2009. ed. Clifford. São Paulo: LTC.digitalpages. Sociologia da educação. BOURDIEU. Curitiba: IBPEX. Walter.br/users/publications/9788572440905/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: Sociologia: ativa e didática Autor: Pedro Scuro Neto Editora: Saraiva Ano: 2004 Edição: 1ª EAN-13: 9788502040045 Capítulo: Cultura e socialização – n. OLIVEIRA. 2010. Jaime. http://estacio. A Interpretação das Culturas. Hannah. ed. LARAIA. Nelson.bv3. 2008. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2011. 2009. O trabalho do antropólogo.bv3. Alessandro de. São Paulo: Editora Ática. Eichmann em Jerusalém. PRAXEDES. 2003. 5.digitalpages. São Paulo: Contexto. Pierre. Roberto Cardoso de. ed.: um relato sobre a banalidade do mal. Cidadania e Educação.com.bv3. 23. Antropologia Filosófica. http://estacio.

º de páginas: 16 110 .um conceito antropológico Autor: Roque de Barros Laraia Editora: Jorge Zahar Ano: 2009 Edição: 23ª EAN-13: 9788571104389 Capítulo 3: Antecedentes históricos do conceito de cultura – n.° de páginas: 12 Capítulo 2: A Educação como processo social .° de páginas: 20 Capítulo: O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem – n.n° de páginas: 14 Livro: Cultura .° de páginas: 07 Capítulo 4: O desenvolvimento do conceito de cultura – n.° de páginas: 25 Livro: A interpretação de culturas Autor: Clifford GEERTZ Editora: LTC Ano: 1989 Edição: 1ª EAN-13: 9788521613336 Capítulo: Uma descrição densa: por uma teoria interpretativa da cultura – n.Autor: Persio Santos de Oliveira Editora: Ática Ano: 1998 Edição: 3ª EAN-13:978-85-08-04355-2 Capítulo 1: A Educação como objeto de estudo sociológico – n.

EMENTA A origem da Filosofia enquanto pensamento crítico e sua consagração no mundo antigo. A metafísica e a escolástica no caminho do pensar filosófico medieval. conhecimento e sociedade presentes nas abordagens da prática pedagógica. para além de preparar profissionalmente. OBJETIVO GERAL De acordo com a concepção apontada. 3. Trata-se de uma disciplina do Núcleo Básico de Formação Docente das Licenciaturas. com vistas à clareza acerca do compromisso com atitudes transformadoras da realidade. é a formação do sujeito enquanto agente social. 2. A idéia de progresso e as novas abordagens da educação. Compreender a Filosofia como forma específica de pensamento destinada à apreensão do real (sob a forma conceitual) cuja finalidade é a superação das fragmentações oriundas de impressões não fundamentadas. a disciplina Filosofia da Educação se coloca no rol das disciplinas dos cursos de licenciatura com a finalidade mais elevada de: 1. compreendendo e avaliando as grandes linhas do pensamento filosófico ao longo da história e seus reflexos na visão de homem. A filosofia na trajetória moderna: do Renascimento ao Iluminismo.Disciplina: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Formação Acadêmica: Graduação: Licenciaturas em Filosofia ou Pedagogia Mestrado/Doutorado: Filosofia ou Educação Experiência Profissional: Experiência na Educação Básica CONTEXTUALIZAÇÃO Esta disciplina situa-se no campo da reflexão crítica sobre os problemas que afetam o homem em suas atividades e em relação ao conhecimento e a educação. Desenvolver a capacidade de reflexão crítica sobre os problemas que afetam o 111 . Perceber que a formação universitária.

5. Compreender que o nascimento da Filosofia representou uma ruptura com as formas míticas de pensar e agir.homem tanto em suas atividades. com vistas a compreender a relação necessária entre a formação escolar e o pensamento de uma época histórica. com vistas à compreensão do conhecimento e da própria filosofia como processo reflexivo acerca do real. Da origem da filosofia à sua consolidação no mundo antigo. visando a apreensão crítica da realidade. A primazia do pensamento cristão medieval e suas consequências na educação: a consagração de Santo Agostinho e Tomas de Aquino. Compreender a concepção moderna da filosofia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Tendo em vista os propósitos elencados. Identificar na prática pedagógica antiga e medieval os vínculos com o pensamento filosófico. a partir de suas convicções sobre a sociedade e indivíduo. A tradição metafísica e as primeiras formas de educação formal na historia: da Paidéia à Patrística. se propõe alcançar. leituras. 6. Refletir sobre as questões filosóficas contemporâneas. 3. assim como a convicção da necessidade da participação coletiva como atributo básico da cidadania. ciência e educação. 3. CONTEÚDOS Unidade 1 . enquanto ideal explicitado por cada pensador. 4. enquanto processo de ruptura com os fundamentos políticos medievais. Unidade 2 . esta disciplina ? por meio das aulas. Identificar as teorias pedagógicas em todas as épocas como formulações de natureza política que visam a formação de um determinado tipo de homem. 2. Compreender a natureza do processo educativo. debates e demais atividades a serem realizadas ?. visando favorecer a descoberta de que as transformações da realidade concreta ocorrem em sintonia com a formulação de teorias explicativas deste real. de modo específico. os seguintes objetivos: 1. 2. particularmente dos processos de ensinar e de aprender.Do Esboço da Modernidade às Transformações da Ciência e da Educação 112 .A Filosofia na História: do Enfrentamento do Mito à Razão Dialética ? Breves considerações: 1. com vistas à compreensão da não neutralidade prática pedagógica. como em relação ao conhecimento atual e ao longo da história. que foi se consolidando com o decorrer da história. os quais refletem o compromisso com a formação crítica dos educandos.

leitura de textos pertinentes ao assunto. A educação como prática da liberdade em Paulo Freire. javascript. O ideal escolanovista e sua estruturação no Brasil: De Dewey a Anísio Teixeira. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. A educação na versão marxista: Gramsci e Saviani.1. RECURSOS Acesso à internet. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. os jesuítas e Comenius. Rouseau e seus discípulos. Filosofia e educação no Renascimento. 2. Na sala de aula virtual. links orientados. 3. em ambiente virtual de aprendizagem. biblioteca virtual etc. leitor de PDF. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 3. flash player. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Hobbes. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. Com relação ao segundo critério. a qual será atribuído grau de 0. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.0 (dois).0 (zero) a 8. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. recursos HTML etc. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Bacon. simulados. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. estudos de caso.0 (zero) a 2. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Nesta disciplina. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.A Idéia de Progresso e as Novas Abordagens da Educação 1. A Filosofia do Iluminismo no pensamento educacional de Kant. simuladores virtuais. atividades animadas de aplicação do conhecimento. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos 113 . O empirismo e o racionalismo como vertentes modernas do pensamento e sua reflexão na formação humana no século XVII: Descartes. Unidade 3 . Locke.0 (oito).). 2. quiz interativo. hipertextos.

http://estacio. Curitiba: IBPEX. Pensamento filosófico: um enfoque educacional. Marilena. 1999. http://estacio. São Paulo: Ática. 2001. http://estacio. Luiz Gonzaga Godoi. 20012.br/users/publications/9788578385149 MENDONÇA.Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). 1999. Moacir. Barueri: Manole. GHIRALDELLI JR. Everaldo et NODARI. São Paulo: ÁTICA. (p. ___ Para que Filosofia? Introdução do livro Convite à Filosofia. Fundamentos filosóficos da educação.com. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. onze teses sobre educação e política. 2009. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. 32. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. Imortais do pensamento: grandes filósofos do ocidente. Marilena. 12 ed. 12 ed.br/users/publications/9788533918412 VASCONCELOS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUÍ. 2011. http://estacio. História das Idéias Pedagógicas. GADOTTI. Danilo. Convite à Filosofia. 6 ed. Curitiba.digitalpages. A Aventura da Filosofia: de Parmênides a Nietzsche. Paulo. Escola e democracia: teorias da educação. aulas online. Paulo César. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2010. Ibpex. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CESCON. Convite à Filosofia.br/users/publications/9788508044368 MARCONDES. Iniciação à história da filosofia: Wittgenstein. São Paulo: Rideel.bv3. (p.br/users/publications/9788578381899 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO CHAUI. Dermeval.com.digitalpages. José Antônio. curvatura da vara.digitalpages. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. São Paulo: Ática. 8 ed.digitalpages. 2011. ___Capítulo 1 do livro Convite à Filosofia.0 (seis).bv3.bv3. rev. Campinas: Autores Associados.com.com.9-18).bv3.19-23) 114 . 2001. Jacy de Souza. dos pré-socráticos a SAVIANI. Caxias do Sul: Educs. 2009. Rio de janeiro: Jorge Zahar. ed. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. TRIGO.

(p. Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. capítulo 6 ( 8 páginas).ufsc. 6ª ed.___ Capítulo 2 e 3 do livro Convite à Filosofia. Nessa aula o texto Texto básico: O nascimento da Filosofia. 19-23) Fonte: CHAUÍ. Convite à Filosofia. 2001. (p. capítulo 1 (2 páginas). Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática. Autores sugeridos: Descartes. Locke. Maria Lúcia de Arruda. capítulo 4 (21 páginas). capítulo 5 (9 páginas).São Paulo Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2000. Filosofia da Educação. Azevedo. Parte III.cfh. capítulo 3 (8 páginas) capítulo 5 (8 páginas). disponíbilizado pela autora CHAUI. Marilena. ARANHA. Parte I. 12 ed. Rousseau. (p. Anísio Teixeira. Aulas nº 2 ? Para entender o que é a Filosofia e sua importância na formação docente Texto básico: Para que filosofia? Introdução do livro Convite à Filosofia. Capítulo 1do livro Convite à Filosofia. 25 a 41) FONTE INTERNET http://www. MARCONDES. 2001. Marilena. pois está disponibilizado pela 115 . 2001 Aula nº 3 ? Sobre a origem da filosofia Texto básico: A origem da Filosofia. São Paulo: Ática. Convite à Filosofia. capítulo 3 (9 páginas). Comenius. Hobbes. Gramsci.br/~wfil/convite. Capítulo 1 (25 páginas).3ª ed. capítulo 2 (15 páginas). Aula nº 4 ? O mundo antigo e o nascimento da Filosofia.cfh. Freire. Kant. São Paulo: Ática. Bacon.pdf . 9-18) Fonte: CHAUÍ.br/~wfil/convite. (p. Froebel. Danilo. Saviani. (páginas 207 a 217). etc. 2333). ____Capitulo 13: A Pedagogia nos séculos XVIII e XIX. Este capítulo deverá ser consultado pela internet no site http://www.pdf. Pestalozzi. 12 ed. Capítulo 2 do livro Convite à Filosofia. Parte II.ufsc. capítulo 2 (10 páginas). Lourenço Filho. Nietzsche.

Aulas nº 5. Comenius. Anísio Teixeira. 6 (19 páginas). Danilo. portanto. 5 (9 páginas) e capítulo 6 (8 páginas). Esta concepção se propõe a romper com os padrões tradicionais do ato de avaliar. Locke. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. conferir em que medida os alunos alcançam os ensinamentos e refletem os objetivos almejados. Lourenço Filho. Abaixo a lista de autores sugeridos por época histórica: Autores sugeridos: Descartes. São Paulo: Ática. 3 (9 páginas). Parte 1 . Kant. isto é.: Este conjunto de aulas será destinado à apresentação de trabalhos produzidos nas atividades que compõem a prática como componente curricular. etc. Nietzsche. 7. 8 e 9 ? O itinerário filosófico da antiguidade clássica à metafísica patrística medieval. Rousseau. isto é. Saviani. Visa. 12 ed. Convite à Filosofia. O diagnóstico não poderá ser estático. Hobbes. A atividade compõe a avaliação do segundo bimestre. Assim sendo. Froebel. Parte 2 . Aulas nº 11. Marilena. a avaliação deverá ser entendida como processo a ser construído ao longo de sua realização e terá com critério diagnosticar a efetiva aprendizagem no contexto em que é aplicada. Trata-se de atividades feitas em grupos. assim como do alcance dos objetivos propostos. Azevedo. Freire. Texto básico: MARCONDES. 2001. As apresentações deverão ser feitas a partir de estratégias do tipo Painel Verbalizado.Capítulo 4 (21 páginas). Pestalozzi. 3 (8 páginas) e 5 (8 páginas) Parte 3 ? Capítulo 1 (25 páginas). 12 e 13 ? A imagem do homem ideal segundo o pensamento filosófico dos grandes vultos históricos Obs. Outras orientações serão oferecidas no portal que trata destas atividades. 5 (16 páginas). a atividade consiste numa pesquisa nas obras dos autores sugeridos pelo professor e terá como produto final a apresentação em sal de uma síntese das idéias destes autores e ainda a entrega de um trabalho escrito ao professor. Bacon. a qual consiste numa exposição criativa das descobertas pelos grupos.autora. 2 (15 páginas). 6. 2 (10 páginas). simplesmente constatar e pontuar. em caráter de atividades de pesquisas temáticas acerca da produção intelectual de grandes vultos do pensamento educacional. 2001. Gramsci. OUTRAS INFORMAÇÕES Ainda sobre a avaliação: Para a sondagem da efetivação da aprendizagem. AV2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Fonte: CHAUÍ. a prática avaliativa da disciplina é concebida a partir da concepção diagnóstica de avaliação. 6 ed. mas 116 .Capítulo 1 (2 páginas).

preferencialmente com pós-graduação stricto sensu na área de Literatura. Ao final. Av2 e Av3. OBJETIVO GERAL · Desenvolver a habilidade reflexiva acerca da arte e do objeto artístico.. a aplicação de instrumentos específicos de avaliação tais como prova escrita. etnia.destina-se à retomada do processo quando necessário. EMENTA Fronteiras das linguagens da Arte: conceito(s) de Arte e de obra de arte. como indicado. CONTEXTUALIZAÇÃO Ao falar e refletir sobre Literatura. classe socioeconômica. em que se verificam manifestações artísticas locais. e exigem do profissional de Letras conhecimento de Arte. por exemplo. trabalho individual. trabalho em grupo etc. Arte e ideologia na construção de identidade(s): representações artíticas de território. Disciplina: LINGUAGENS DA ARTE E REGIONALIDADES DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em Letras. identificando as 117 . pressupostos estéticos e ideológicos que motivaram a criação de uma determinada obra de ficção ou poesia. Cultura Clássica. o profissional de Letras não se limita apenas às superficialidades do texto literário. advindo por vezes de outros discursos artísticos. gêneros e opções sexuais. quer seja num contexto de regionalidades. a avaliação da aprendizagem será efetivada através de procedimentos como: observação e acompanhamento do desempenho dos alunos durante as atividades propostas. Neste sentido. quer seja num âmbito mais universal. Tais pressupostos não são exclusivos à Literatura. será sistematizada nas Av 1. no que diz respeito a diversos gêneros de Arte. Suas considerações levam em conta. limites do fazer artístico. Intercâmbios entre linguagens da arte: Literatura e artes plásticas. Literatura e música. participação nas aulas. Literatura e cinema.

UNIDADE II -INTERCÂMBIOS ENTRE LINGUAGENS DA ARTE 2. Limites do fazer artístico: o cânone e a censura. a partir de representações artísticas de identidade(s). como fatores determinantes do fazer artístico. a atuação da censura no Brasil e a resistência dos artistas na música. no humor e no teatro. · Desenvolver visão crítica acerca do cânone e da censura. o poema musicado. a expressão da arte homoerótica. Arte e etnia: representações de identidades étnicas. A arte e a obra de arte: conceitos de arte e de objeto artístico.2. relação de gêneros: o feminino e o masculino na Literatura.3.1. · Estabelecer relações entre a Literatura e outras manifestações artísticas. a formação do cânone no Ocidente. Arte e status quo: representações de identidades socioeconômicas. manifestações artísticas locais. 118 . o índio na literatura brasileira. 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Desenvolver a habilidade reflexiva acerca da arte e do objeto artístico. 1. a Literatura marginal.4. Arte e território: representações de identidades nacional e regional. 3.relações entre arte e ideologia. CONTEÚDOS UNIDADE I .2.3. Literatura e música: semelhanças e diferenças entre poesia e música. a censura religiosa e a censura política. · Observar relações entre arte e ideologia. os estudos acadêmicos sobre música popular. contribuição das culturas africanas para a identidade nacional. 2.IDEOLOGIA E LINGUAGENS DA ARTE NA CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE(S) 3.1. mímeses e realidade. Arte e sexualidade: representações de identidades sexuais.2. Literatura e artes plásticas: a poesia concreta e o diálogo com as artes plásticas.1. o processo de criação e a elaboração estética da obra de arte. a recepção subjetiva da obra de arte. · Exercitar a capacidade de observação do vínculo entre arte e ideologia. UNIDADE III .FRONTEIRAS DAS LINGUAGENS DA ARTE 1. 3. Literatura e cinema: adaptações de obras literárias para o cinema. 2.

Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. a qual será atribuído grau de 0. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. flash player. Na sala de aula virtual. simulados.0 (oito). recursos HTML etc. hipertextos.). tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. leitura de textos pertinentes ao assunto.0 (zero) a 8. RECURSOS Acesso à internet. simuladores virtuais. Nesta disciplina. links orientados.0 (zero) a 2. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.a arte das periferias urbanas. Com relação ao segundo critério. javascript. atividades animadas de aplicação do conhecimento. aulas online. 119 . o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. de acordo com o calendário acadêmico institucional. quiz interativo. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. biblioteca virtual etc. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. em ambiente virtual de aprendizagem. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). leitor de PDF. estudos de caso.0 (seis). fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.0 (dois). com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.

2001.bv3. Neide. BOSI. São Paulo. Campinas: Papirus.ensaios sobre o individualismo contemporâneo. 7. 120 . São Paulo: Companhia das Letras. 2005. Arnold. Antonio Carlos (org.digitalpages. 2000 http://estacio.br/users/publications/9788508032518/pages/3 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Autor: Alfredo Bosi (org) Livro: Leitura de poesia Editora: Ática. Giulio Carlo. 2006. JOLY. MORAIS. 2010. Benedito.bv3. Arte moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos.com. Autor: Giles Lipovetsky Livro: A Era do Vazio . http://estacio. Brasil na visão do artista: o país e sua gente.com. OLIVIERI. São Paulo: Editora Ática. 2007.br/users/publications/9788508103133/pages/3 FILHO.br/users/publications/9788508109432/pages/3 NUNES. 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HAUSER.ed. São Paulo: Prêmio. São Paulo: Ática. Valentim .digitalpages. Frederico. Introdução à Filosofia da arte. Poesia brasileira: romantismo.digitalpages. REZENDE. 11. 2003.bv3. Capítulo: 4 : Modernismo e Pós-modernismo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARGAN. Capítulo: Sobre alguns modos de ler poesia: memórias e reflexões. São Paulo: Editora Ática. http://estacio.com. A linguagem literária. Martine.br/users/publications/9788508012718/pages/3 FACIOLI. 2004. Introdução à análise da imagem.). Domício Proença. 2006. São Paulo.bv3.digitalpages. Alfredo. São Paulo: Editora Ática. A semana de arte moderna. História social da arte e da literatura. http://estacio. ed. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Editora Ática. Editora: Manole.com. 1992. Reflexões sobre arte.

2006. 121 . atento às questões pessoais. muito possivelmente. e. estudante das questões linguísticas e literárias. que serão delineados pelo viés do diálogo crítico e inteligente. a partir das tragédias e dos textos homéricos A Ilíada e a Odisseia. culturais e sociais que envolvem a construção do texto/discurso literário. elegia. a escrita de âmbito ficcional representa-se por intermédio da mímese (imitação) da realidade (Aristóteles). origina-se de uma tradução do grego "grammatikee". Por esta razão. inventor da escrita. Capítulo: 3: Narciso ou a estratégia do vazio.). condições básicas para prosseguir nos estudos. Utilizando-se da menção de Manuel Bandeira como conceituação. a novela. Destarte. Cabe acrescentar ainda que o vocábulo em voga provém do latim "littera". cujos tentáculos ficcionais abarcam inúmeras possibilidades de registro. ao se relacionar com as artes da gramática.Autor: Giles Lipovetsky Livro: A Era do Vazio . As peculiaridades pertencentes ao discurso literário são devidamente analisadas nesta disciplina. soneto etc. o conto. preferencialmente. iniciante no mundo literário. de modo que a disciplina Oficina Literária abarque aspectos e habilidades de interpretação. Disciplina: OFICINA LITERÁRIA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com graduação em Letras. da retórica e da poética. ou da investigação constante em busca do absoluto. o romance e o teatro. se refere aos registros compostos por poetas e prosadores. através da essência da palavra escrita (Platão). escrita em verso e prosa. proporcionando ao estudante.ensaios sobre o individualismo contemporâneo. ode. o termo literatura vem a significar instrução ou um conjunto de habilidades por sobre a escrita e a leitura. a descoberta do Deus Thoth. Editora: Manole. escritura: o poema (epopeia. a arte literária vem a ser a alma de um povo. Em latim. São Paulo. letra. Os primeiros estudiosos que se debruçaram por sobre a temática foram os filósofos gregos Platão e Aristóteles. CONTEXTUALIZAÇÃO O discurso literário integra a variabilidade de discursos que fazem parte das possibilidades à disposição do usuário. pós-graduado stricto sensu em estudos literários. a crônica. Algumas proposições de análise reflexiva serão apresentadas.

· Escolher textos identificando a tipologia textual. leitor e contexto. 1. Unidades básicas de texto. evidenciando as várias possibilidades de leitura. Relações entre autor. Avaliação e identificação de diferentes tipos de texto.2.2. CONTEÚDOS Unidade 1 . Unidade 3 .1. em ambiente virtual de aprendizagem.3.Análise crítica 3. · Fazer análise de texto considerando as possibilidades semânticas (polissemia e homonímia. Modalidades textuais e práticas de leitura.2. Textos e intertextualidades. · Analisar a intertextualidade. Avaliação de textos literários. 3.Tipologias textuais. Leitura como conhecimento do mundo. Modos de ler.1.EMENTA O ato de ler na construção dos sentidos de textos. Unidade 2 . Analisar a intertextualidade e a identidade da tipologia textual para caracterizar o texto literário. Marcas essenciais do texto e sua inscrição cultural.O ato de ler 1. Constituição da rede de significados. nas quais o conhecimento é 122 .1. 2. texto. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · O aluno irá proceder ao ato interpretativo estimulado pela prática de crítica literária e pelo exercício do prazer da leitura. significação contextual). OBJETIVO GERAL Identificar as estratégias de organização textual. 2.Práticas de leitura 2. · Desenvolver textos com visão crítica.

digitalpages. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PROENÇA FILHO.br/users/publications/9788508109432/pages/_1 123 . flash player. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. a qual será atribuído grau de 0. recursos HTML etc.0 (zero) a 8. javascript. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.0 (dois). Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. atividades animadas de aplicação do conhecimento. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. simulados.0 (oito). leitor de PDF. http://estacio. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. biblioteca virtual etc. estudos de caso. Com relação ao segundo critério. hipertextos. Na sala de aula virtual. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.com. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.). A linguagem literária. leitura de textos pertinentes ao assunto. RECURSOS Acesso à internet. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.0 (seis). a metodologia de entrega de conteúdo contempla.exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. links orientados. Domício. 2007. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (zero) a 2. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. São Paulo: Ática. aulas online.bv3. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). Nesta disciplina. simuladores virtuais. quiz interativo.

5 a 11 Capítulo 4: Arte literária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARACO. 2007 Capítulo 3: O Texto. a Teoria .br/users/publications/9788508103614 BOSI. Petrópolis: Vozes.ed. Gêneros literários.bv3. 1967 BRAIT.digitalpages. 2007. Personagem de ficção. Livro: Gêneros literários Autor: Angélica Soares Editora Ática. SOARES. 2007 124 .História e Literatura Autor: Maria Aparecida Baccega Editora: Ática.com. São Paulo: Ática. Maria Aparecida. Para entender o texto: leitura e redação.com. 2009. Livro: Palavra e discurso . São Paulo: Perspectiva. http://estacio. ed. Oficina de texto. SAVIOLI. Rio de Janeiro: Tecnoprint.pp. Dom Casmurro. 30 a 39. 8. São Paulo: Ática. São Paulo: Ática. Francisco Platão. língua e cultura .pp. CANDIDO. Leitura de Poesia. Carlos Alberto. São Paulo. Beth. São Paulo. São Paulo: Ática. 2007. 7. "Texto literário e não literário". 2006. Alfredo org. 2000. 11. http://estacio. A personagem.bv3.pp.História e Literatura.digitalpages.com.br/users/publications/9788508061211 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: A linguagem literária Autor: Domício Proença Filho Editora: Ática. São Paulo. José Luiz. http://estacio. 23 a 70. FIORIN. Angélica.digitalpages. Antônio et al.bv3.BACCEGA. 16. 2007 Introdução. 2007.br/users/publications/9788508108664 ASSIS. São Paulo: Ática. ed. Machado de. 2009. Palavra e Discurso . ed.

63 a 70 Capítulo 5: Discurso da Literatura .Capítulo 4: pp. 125 . 82 a 89.pp.pp. 71 a 80 Capítulo 6: História e Literatura: aproximações e distanciamentos .

coerentes. com destaque para a vida profissional. já que se pressupõe que a competência textual capacidade de construir e produzir ideias encadeadas . OBJETIVO GERAL Reconhecer o papel central do texto escrito como instrumento de interação social nas mais diversas situações da vida. nesse sentido. mais tarde. tanto numa realidade falada quanto numa realidade escrita. de modo a encontrar formulações coesas. · Reescrever os textos. Assim sendo. o estudante de Letras precisa adquirir e aperfeiçoar a fluência na produção de variados tipos de texto escrito. é condição básica para a boa condução da disciplina que o aluno tenha plena consciência do encadeamento das informações que se processa na língua. línguas estrangeiras. constantemente. o domínio eficaz da expressão escrita é vital não somente para o sucesso no mundo do trabalho. Literatura ou em Linguística. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu. Sendo assim. em busca de melhor adequação. em contato com textos diversos. EMENTA O texto escrito e sua importância no mundo contemporâneo.. CONTEÚDOS 126 . Analisar os diferentes recursos de coesão e escolher os mais adequados a cada situação de comunicação. Profissional comprometido em estimular os alunos a se aventurar nas práticas escritas e a desenvolver as habilidades necessárias para tal.Disciplina: PRODUÇÃO TEXTUAL I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PRODUÇÃO TEXTUAL I PERFIL DO DOCENTE Docente graduado com formação em estudos de língua materna. com atenção especial às exigências da norma gramatical. observando a centralidade da construção do parágrafo para a eficácia da comunicação em prosa. Tal habilidade será imprescindível ao longo de todo o curso e.componha o perfil do usuário da língua. · Desenvolver a prática contínua da produção de textos escritos. lidar com os mecanismos que fazem parte da construção do texto são requisitos que necessitam ser constantemente revistos. CONTEXTUALIZAÇÃO No mundo em que vivemos. como também para o exercício da cidadania. Os alunos do curso de Letras estão. Variedades de texto e sua aplicação para a eficácia e o aprimoramento da expressão escrita. atento às questões de complexidade que envolvem as produções textuais. · Desenvolver estratégias que permitam reestruturar o texto. · Exercitar e aprimorar a capacidade de expressão por meio da escrita.. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Perceber a importância dos elementos formais na produção de sentidos e na estruturação lógica dos textos escritos. em seu cotidiano como profissional de Letras.

simulados. Conceitos de coesão e coerência. Recursos coesivos: emprego dos elementos de referência e dos conectores. A linguagem como fator primordial da condição humana. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. estudos de caso. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.). Relevância do parágrafo como unidade de organização do texto em prosa. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Adequação vocabular. Nesta disciplina. O tópico frasal. 2. 2. Unidade 2 .A norma padrão e a correção do texto 1.0 (oito). quiz interativo. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). o narrativo e o dissertativo. 127 . Aprender a pensar e aprender a escrever. biblioteca virtual etc. 3. recursos HTML etc. Conceito de texto. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. leitura de textos pertinentes ao assunto.0 (zero) a 2. Textos orais e textos escritos. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. 3. leitor de PDF. Unidade 3 . atividades animadas de aplicação do conhecimento.0 (zero) a 8. Produção de textos e variação linguística.0 (dois). Noções fundamentais de tipologia textual: o parágrafo descritivo. 2. 4. 3.Aperfeiçoando o texto: a coesão e a coerência 1. RECURSOS Acesso à internet. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. Unidade 4 . Na sala de aula virtual. simuladores virtuais. O léxico e a coesão textual: uso de sinônimos e hiperônimos. Concordância Nominal e Verbal. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. flash player. 2. Regras básicas de pontuação. Regência e Crase. a qual será atribuído grau de 0.O parágrafo como unidade básica de composição do texto 1. Regras fundamentais de acentuação. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. links orientados. 3. em ambiente virtual de aprendizagem. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. sua importância para a eficácia do texto. O desenvolvimento do parágrafo.Unidade 1 . javascript. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. hipertextos.A produção de textos no cotidiano 1.

aulas online. 2007. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.digitalpages. José Luiz. Norma et al. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. ed.digitalpages. Autores: ANDRADE. São Paulo: Ática. Maria M. Rio de Janeiro: Ed. Othon M. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). 2009. http://estacio.br/users/publications/9788508126842 GUIMARÃES. Coesão e coerência textuais. 2002 GOLDSTEIN. http://estacio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU. 2005. A articulação do texto. Leonardo Lopes. Autor: ABREU. ed. Editora: Ática Edição: 17a. Antonio S. Capítulos: 5 e 6 Número de páginas: 45. Livro: Curso de Redação. Comunicação em prosa moderna. 9. http://estacio. Lições de texto: leitura e redação. HENRIQUES. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. 2008. FIORIN. 5. Francisco Platão. Elisa. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.br/users/publications/9788508108664 GARCIA. FAVERO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.. São Paulo: Contexto. DISCINI. Antonio. São Paulo: Ática. Autores: FIORIN.digitalpages. 2006.bv3. 10. Para entender o texto: leitura e redação.bv3. FGV. ed.bv3. http://estacio. FIORIN. 31. 29. São Paulo: Ática. São Paulo: Contexto. Francisco Platão. ed.com. 3. Luciano Martins. Escrever com criatividade. São Paulo: Ática. José Luis. O texto sem mistério: leitura e escrita na universidade. Norma.. Antonio Suarez. Capítulos: 1. 2011. Editora: Atlas Edição: 8a.br/users/publications/9788508105946 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: Para entender o texto: leitura e redação.com.com. SAVIOLI. Comunicação nos textos. 5. 2007. 30.0 (seis). de acordo com o calendário acadêmico institucional.bv3. Número de páginas: 40.digitalpages. São Paulo: Ática.com. Livro: Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 2006. São Paulo: Ática.Com relação ao segundo critério.. Platão. SAVIOLI. 128 .br/users/publications/9788508101894 SAVIOLI. José. Curso de Redação.

Francisco Platão. sua mobilidade nas dependências físicas e laboratoriais e seu comportamento e conduta. enquanto um estudante do ensino superior. a estudar corretamente. Capítulo: 8. a disciplina também se propõe ensinar o estudante a "aprender a aprender". José Luis. 3 e 9 Número de páginas: 32. com mestrado e/ou doutorado na área de gestão. um diploma. Para isso. profissional e na vida pessoal. a construir individualmente e com autonomia seu conhecimento. Psicologia. a fim de maximizar o aproveitamento das disciplinas e transformá-lo num profissional com os conhecimentos técnicos necessários para o seu desenvolvimento 129 . Apontará para as informações necessárias visando a transformação do estudante ingressante em um sujeito autônomo e municiado de informações que permitirão o melhor aproveitamento da infraestrutura física do Campus da Estácio. SAVIOLI. Professor responsável pela disciplina nas unidades: preferencialmente com a formação acima indicada. Apresentará ao estudante o mundo acadêmico e a sua estrutura organizacional. Editora: Ática Edição: 1a. a disciplina "Planejamento de Carreira e Sucesso Profissional" partirá do processo de formação universitária. Livro: Lições de texto: leitura e redação. Disciplina: PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO Disciplina obrigatória de 1º período voltada para a ambientação do estudante no ensino superior e no planejamento de sua carreira profissional PERFIL DO DOCENTE Tutor online: professor com graduação. a formação de conteúdo técnico. Capítulo: 2. Há necessidade também de outras habilidades e competências importantes para o desenvolvimento acadêmico e que são valorizadas pelo mercado de trabalho. preferencialmente. Aprender a aprender é essencial para o êxito acadêmico que pavimenta o sucesso profissional. a vocação e o talento para uma determinada carreira. empreendedorismo ou inovação. Autores: FIORIN. na área de Gestão. não garantem o sucesso profissional. A disciplina "Planejamento de Carreira e Sucesso Profissional" se propõe a orientar o estudante a planejar a sua vida acadêmica.Editora: Ática Edição: 12a. por si só. Número de páginas: 14. pessoal e profissional. CONTEXTUALIZAÇÃO O estudante adulto necessita dominar o processo de ensino aprendizagem para ter êxito na construção do conhecimento. Economia. Não apenas isso. estimulando o desenvolvimento das habilidades e competências necessárias ao sucesso na carreira acadêmica. com aptidão para organização de eventos muitidisciplinares. Entretanto. Pedagogia.

. como priorizar as aquisições na vida pessoal e garantir uma base sólida no processo de construção do futuro da vida material.Desenvolver o comportamento empreendedor e o domínio das ferramentas necessárias à concepção e ao planejamento de empreendimentos.Nivelamento 130 . servirão de estímulo para o desenvolvimento profissional e para a construção de uma carreira de sucesso. Planejamento financeiro . Nesta parte.Conhecer as ferramentas de suporte ao ensino e a estrutura de funcionamento da instituição de ensino. . gastos. também. . a partir vídeos gravados exclusivamente para a ilustração destas habilidades e competências.Planejar sua carreira profissional de sucesso.Compreender a filosofia e a execução da gestão financeira individual: conceitos de receita. cases de sucesso profissional e suas trajetórias e elementos importantes para se atingir uma meta e outros.Compreender e vivenciar métodos de estudos orientadores de aprendizagem no ensino superior. .profissional e estimular o despertar das suas responsabilidades enquanto um agente de transformação social.Compreender a organização das Instituições de Ensino Superior. OBJETIVO GERAL . como empreender seu próprio negócio. empréstimos. a disciplina apresentará informações sobre como participar de processos seletivos.orçamento doméstico. . . a apresentação de como planejar a vida privada do estudante. Empreendedorismo e Cases de Sucesso. CONTEÚDOS Unidade 1 .Valorizar o processo de construção acadêmica como fator de sucesso profissional.Planejar de modo eficaz sua vida financeira pessoal e profissional. passando pelo marketing pessoal. Matemática/Lógica e conhecimentos gerais. Habilidades e Competências para a Empregabilidade. Mostrar como fazer um orçamento familiar. . serão trabalhados cases de desenvolvimento destas características.Conhecer e desenvolver as competências necessárias à atuação profissional. . .Desenvolver plenamente todas as possibilidades concretas da vida acadêmica no ensino superior. . investimentos. Por fim e não menos importante. como se comportar em dinâmicas de grupos. como ser um líder.Planejar o cumprimento dos componentes curriculares obrigatórios. OBJETIVOS ESPECÍFICOS . financiamentos. EMENTA Ambientação na Vida Universitária. Objetiva-se. Métodos de Estudos no Ensino Superior. .Apropriar-se do Modelo de Educação Superior da Estácio. A importância de assumir as responsabilidades contraídas de forma consciente e programada. . desde a elaboração de um currículo denso e objetivo.Realizar um autoavaliação de conteúdo: Português.Reconhecer a relevância da atuação acadêmica e profissional de acordo com os princípios éticos. dentro do tempo de integralização do curso.

A estrutura da organização acadêmica: Gestão Acadêmica. atividades complementares. Unidade 2 . marketing pessoal. comprometimento.Relacionamento interpessoal. . O estágio como atividade significativa de aprendizagem. .Projeto e metas empreendedoras na carreira profissional.Ambientação na Vida Universitária . competências no âmbito acadêmico e profissional. . Unidade 6 . provas (preparação. . gráfico de rendimento. com indicador de performance.O mundo acadêmico dentro e fora da sala de aula: aulas presenciais e aulas online.Administração do tempo: organização do plano de estudos e da rotina acadêmica. .Cases de sucesso 131 .orçamento doméstico . técnicas de apresentação. licenciaturas e tecnológicos. aulas teóricas e aulas práticas. realização e avaliação). Unidade 3 .Economia e inovação na sociedade do conhecimento.Ética geral e profissional . Cursos de Pós-Graduação : stricto e lato sensu. pesquisa (produção acadêmica) e extensão. . comunicação. Matemática/Lógica. Conhecimentos Gerais). fluência digital. leitura digital e impressa e produção de sentido. foco na empregabilidade. com questões de 3 grandes áreas (Linguagem.O significado do Ensino Superior na vida profissional.Acompanhamento do desempenho acadêmico: estilos de aprender e métodos de estudos.Planejamento do curso: Tempo de integralização. Unidade 4 .Gestão da autoaprendizagem.Currículos.Habilidades e Competências para a Empregabilidade . o papel das mídias sociais no aprendizado. captação de recursos: financiamento e empréstimos.Plano de empreendimento: estratégia e estrutura . portfólio.Simulador virtual de prova. pontualidade.Freqûencia mínima. atividades estruturadas. desenvolvimento da autonomia estudantil. competitividade e criatividade.Além da técnica . laboratórios de informática e biblioteca. Componentes curriculares obrigatórios: carga horária das disciplinas.Finanças Pessoais.Métodos de Estudos no Ensino Superior . autonomia e disciplina nos estudos. . estágio curricular. Planejamento Financeiro. Centros Universitários e Faculdades. vídeo-aulas explicativas sobre as questões do simulador. dinâmicas de grupo e painéis . sistema de avaliação da aprendizagem.Motivação-leitura: leitura crítica.Empreendedorismo e Cases de Sucesso . Curso de Graduação: bacharelados.Infraestrutura: laboratórios dos cursos. Instituições de Ensino Superior: Universidades.O Modelo de Educação Superior da Estácio: processo de construção da aprendizagem.Planejamento financeiro . atividades individuais e coletivas. trabalho de conclusão de curso e ENADE . educação continuada. resiliência. Investimentos e aplicações financeiras Unidade 5 . Orçamento e fluxo de caixa. . ferramentas de suporte ao ensino. Coordenação de Curso: funções e interfaces. . foco em resultados.

0 (seis). bem como nas outras ferramentas de comunicação disponibilizadas na sala de aula virtual (chat. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. anotações etc. caso não os tenha já instalados. simuladores virtuais. simulados. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.0 (oito). biblioteca virtual etc.).0 (zero) a 2. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. de acordo com o calendário acadêmico institucional. aulas online. nas quais o conhecimento é exposto ao estudante de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. hipertextos. em ambiente virtual de aprendizagem. RECURSOS Acesso à internet. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Quanto à metodologia de ensino. com vistas ao aprendizado cooperativo e colaborativo. links orientados. Na sala de aula virtual. atividades animadas de aplicação do conhecimento. a qual será atribuído grau de 0. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). a metodologia de entrega de conteúdo contempla. leitor de PDF. central de mensagem. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Com relação ao segundo critério. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. javascript. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. flash player. quiz interativo. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 132 . Nesta disciplina. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.0 (zero) a 8. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. leitura de textos pertinentes ao assunto. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.0 (dois). Para tal. estudos de caso. norteando-se pelo incentivo à troca constante entre os atores envolvidos e à construção coletiva do conhecimento. o docente é responsável por mediar o conteúdo e sua integralização. cabe ao docente organizar e orientar as discussões no fórum. recursos HTML etc.).

Modelos de Gestão. Disciplina: LINGUÍSTICA I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em Letras. LUQUET. São Paulo: Pearson. MESADRI. Planeje seu futuro financeiro: o guia sobre investimentos para multiplicar seu patrimônio.digitalpages. 2012. PASSETO.Campus.FARIA. GALLAGHER.digitalpages.bv3. Como Desenvolver Melhor Seus Talentos e Competências. 8. Profissional atento à responsabilidade de formar a base para o bom andamento dos futuros estudos linguísticos. Ano: 2009 ORLICKAS.br/users/publications/9788578387945 SOUSA. para que ele compreenda o real papel do professor de língua portuguesa. São Paulo: Cengage Learning. Elizenda.com. 9. 14 e 15.digitalpages. com pós-graduação em estudos da língua. Mara.br/users/publications/9788578389000 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR XAVIER. ORLICKAS. http://estacio. Lilian.com. 11. em Linguística. 2011. Fernando Eduardo.com. CONTEXTUALIZAÇÃO O objetivo da disciplina é proporcionar ao aluno o conhecimento para que reflita sobre a ciência linguística e seu papel na formação do professor de Língua Portuguesa. 2009. Rio de Janeiro:IBPEX. 2010. O Meu Guia de Finanças Pessoais . Fabio. Rio de Janeiro: Elsevier. Faz-se imprescindível ao aluno de Letras o conhecimento do conceito de linguagem.bv3.digitalpages. 2010. não mais como um 133 . DANA. Como passar de devedor para investidor . http://estacio.Empreendedorismo – Construindo seu projeto de vida. 5.Como gastar sem culpa e investir sem erros. Elizenda. Curitiba: Ibipex. 2011.São Paulo: Saraiva. Modelos de Gestão. 2008. 2009. 2013. http://estacio.com. Capítulos 2. Vivian Maerker. Antonio Cesar Amaru. Comportamento organizacional: integrando conceitos da administração e da psicologia. Samy. http://estacio. São Paulo: Saraiva. Editora Pearson Education. Luiz Arnaldo .br/users/publications/9788564574342/pages/-6 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO FARIA. Ricardo de Almeida Prado. Manual de Carreira.br/users/publications/9788576050605 BIAGIO.bv3. Ano 2005. 12. Vivian Maerker. Editora :Manole. Neusa Vítola. Rio de Janeiro: Elsevier . Rio de Janeiro: IBPEX.bv3. Manual de Carreira. Capítulo 4. MAXIMIANO. com visão atenta e observadora dos processos constituintes do vernáculo.Um guia de finanças pessoais. Empreendedorismo.

Compreender a importância da linguagem na formação do profissional de Letras. 4. Diferenciando língua e linguagem. na descrição da gramática da língua portuguesa. EMENTA Conceituação de linguagem. introduziremos o conceito de linguística como a ciência da linguagem. 2. Definir linguagem de forma ampla e de forma restrita. Os estudos na época da pré-linguística. A linguagem verbal e a linguagem não verbal. A contribuição de Saussure. OBJETIVO GERAL 1. A linguagem animal. Compreender a importância de Ferdinand de Saussure na evolução da ciência linguística no século XX. A linguagem humana: características da linguagem humana. 2. Ao apresentar aos alunos os conceitos de Ferdinand de Saussure. Relacionar o conceito de linguagem à vida diária. para que o aluno possa contrapô-la à linguagem animal. demonstrando o caráter descritivo desta em contrapondo ao caráter prescritivo da gramática normativa. mas sim como um estimulador da capacidade reflexiva dos alunos acerca das mais diferentes formas de linguagem existentes nos dias atuais. pretendemos que eles compreendam a importância desse autor no surgimento das teorias lingüísticas surgidas ao longo do século XX. assim como compreendam a importância da análise estrutural nos estudos das línguas. 3. Distinguir o caráter descritivo da Linguística do caráter prescritivo da Gramática Normativa. Linguística: o estudo científico da linguagem. Uma vez que os conceitos de língua e linguagem estejam aprendidos. Conhecer os fundamentos da ciência linguística. 3. CONTEÚDOS Unidade 1. Compreender os conceitos saussurianos. nos estudos de Mattoso Camara Jr.reprodutor das regras existentes na gramática. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Compreender a ciência linguística e sua importância para o profissional de Letras. A LINGUAGEM 134 . trataremos das características da linguagem humana. 5. principalmente.

1 Linguagem. As funções da linguagem Unidade 2 .4 Sincronia e diacronia 3.3.2 Linguagem verbal e linguagem não verbal 1.1 As noções de língua e fala 3. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. hipertextos. links orientados.3. estudos de caso.1 independência de estímulo 1.1.5 O Estruturalismo PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. língua e fala 1.2 arbitrariedade 1. Na sala de aula virtual.1 Conceituação de linguagem 1. atividades animadas de aplicação do conhecimento.1 . em ambiente virtual de aprendizagem.4 produtividade 1.2 A linguagem humana e a linguagem animal 1. leitura de textos pertinentes ao assunto. Os elementos da comunicação 1.3 As características da linguagem humana: 1.3.1.1.4 Tipos de gramática: a) prescritiva b) descritiva Unidade 3 .2 O estudo científico da linguagem 2.A LINGUÍSTICA 2.4.3.Estudos de linguagem na pré-linguística 2. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.5.AS PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES DE SAUSSURE À LINGUÍSTICA 3.3 dupla articulação 1. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. 135 .3 Relações sintagmáticas e relações paradigmáticas 3.2 O signo linguístico: significante e significado 3.3 Linguística e gramática: descrição x prescrição 2.

bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). Introdução à Linguística. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. John. aulas online.0 (oito). Objetos teóricos. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SAUSSURE. Nesta disciplina. Curso de Linguística geral. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. LYONS. leitor de PDF. São Paulo: Cultrix. javascript. a qual será atribuído grau de 0. Linguagem e Linguística: uma introdução.0 (dois). Para Compreender Saussure: fundamentos e visão crítica. I.0 (seis). v. biblioteca virtual etc. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.0 (zero) a 8. RECURSOS Acesso à internet. CARVALHO. recursos HTML etc. José Luiz. Rio de Janeiro: LTC. de acordo com o calendário acadêmico institucional. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). São Paulo: 136 . quiz interativo. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. 2000. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Ferdinand de. simulados. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. 1987. Petrópolis.simuladores virtuais. flash player. RJ: Vozes. 9ª. ed. Com relação ao segundo critério.0 (zero) a 2. FIORIN.). Castelar de.

14 páginas Livro: Introdução à Linguística. LUFT. Celso Pedro.bv3. I: Objetos Teóricos. Capítulo: A língua como objeto de estudo da línguística (Antônio Vicente Pietroforte) 20 páginas OUTRAS INFORMAÇÕES Ao aluno de Letras. 2010. http://estacio. (Margarida Petter) . v. http://estacio. 8ª ed. Funções da linguagem.br/users/publications/8572441921 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHALHUB.bv3.) Editora Contexto.digitalpages. Língua e Fala. é imprescindível a leitura do CURSO DE LINGUÍSTICA GERAL de FERDINAND DE SAUSSURE. 2008. I: Objetos Teóricos. da editora Cultrix. língua e fala.com. Mário E. que inicia seus estudos em Linguística. 1997. (org.bv3. v.com.com. especialmente quando entrará em contato com o Estruturalismo linguístico. São Paulo: Scipione. Convite à Linguística.digitalpages.br/users/publications/9788572443869 NORMAND. Autor: José Luiz Fiorin (org. São Paulo: Ática.com. Samira. Capítulo: Linguagem. A indicação desta leitura deve ser 137 . 12ª ed. 2009. São Paulo: Ática. Ernani.) Editora Contexto. MARTELOTTA.br/users/publications/9788572444521 TERRA.digitalpages. 2006. que lhe dará uma boa base para os estudos linguísticos. 2001.105 páginas Livro: Introdução à Linguística. http://estacio. São Paulo: Contexto.bv3.Contexto. Claudine.digitalpages. São Paulo: Contexto. Autor: José Luiz Fiorin (org. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna.br/users/publications/9788526272149 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: Para compreender Saussure Autor: Castelar de Carvalho Editora: vozes Capítulo: A Linguística Saussuriana . Linguagem. http://estacio.) Manual de linguística.

O desenvolvimento do parágrafo OBJETIVO GERAL Desenvolver. a prática da escritura do texto em suas diversas modalidades e contextos de produção. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 138 .sugerida pelo professor nos momentos em que julgar oportunos Disciplina: PRODUÇÃO TEXTUAL II DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PRODUÇÃO TEXTUAL II PERFIL DO DOCENTE Profissional graduado. Profissional. Narração. Argumentação. Descrição. para qualquer situação em que seja necessário redigir. atento à complexidade que envolve o texto escrito. não apenas como técnica. principalmente. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu em estudos de Língua Portuguesa. Tipos de descrição. como instrumentos de intercâmbio em todas as instâncias sociais. Considerando o ato de escrever como uma prática inerente ao ser humano na construção e registro do conhecimento. com experiência em práticas sociais de leitura e escrita tanto com relação ao ensino fundamental e médio. Definição. do ponto de vista técnico e criativo. Elementos Narrativos. acadêmicas e profissionais. Tipos de argumentação. EMENTA A produção escrita. Definição. mas também como aprimoramento de competência e habilidade discursiva. Elementos constitutivos do texto descritivo. Mesmo com o advento das novas tecnologias. e nos espaços sociais do cotidiano. como na graduação. devemos promover nos espaços acadêmicos o exercício da escrita. Dissertação. em Linguística ou em Literatura. com formação em Letras. Escrever como atividade intelectual e profissional deve ser ato de contínua reflexão e formação crítica. do computador e da internet. nota-se uma valorização da escrita como meio fundamental na interação das relações coletivas e sociais constitutivas do jogo da linguagem. CONTEXTUALIZAÇÃO Produzir textos é uma atividade extremamente necessária tanto na vida acadêmica como na vida profissional. Escrever ainda é uma prática contínua e sempre enriquecedora do universo linguístico.

.3 Foco Narrativo: tipos 2.O ATO DE ESCREVER 1.4 Elementos da Narrativa: personagens e enredo 2. CONTEÚDOS UNIDADE I . Os mitos da produção escrita 2.5 Tempo e Espaço 2. .1 Definição: O que é narrar 2.OS TEXTOS DISSERTATIVO E ARGUMENTATIVO 4. Ter a capacidade de elaborar e organizar as idéias.. A distinção entre tipologia textual e gênero textual. Ser capaz de relacionar texto e contexto nos diferentes espaços de produção.2 Tipos de Descrição: objetiva e subjetiva 3. UNIDADE II . Desenvolver a competência verbal e lógica. . Produzir diversos tipos de texto. . em termos de estrutura/coerência/vocabulário/clareza/correção da linguagem.7 Tipos de Discurso UNIDADE III . Assunto e mensagem do texto narrativo 2.3 Elementos constitutivos do texto descritivo: percepção sensorial UNIDADE IV .2 A estrutura da dissertação 139 .1 Conceito de dissertação e de argumentação 4. .6 Partes da Narrativa 2.1 Definição 3. Adquirir o domínio necessário para atuar como professor. .O TEXTO DESCRITIVO 3.2 Tema. Aprimorar a capacidade de interpretar e identificar a tipologia dos textos.TEXTO NARRATIVO 2. Ter o domínio da língua e o conhecimento de seus mecanismos básicos.

a qual será atribuído grau de 0. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.0 (oito). Com relação ao segundo critério. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. leitor de PDF. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. leitura de textos pertinentes ao assunto.3 A estrutura da argumentação . javascript. biblioteca virtual etc. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. Na sala de aula virtual. recursos HTML etc.4 Características das linguagens dissertativa e argumentativa 4. de acordo com o calendário acadêmico institucional. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.5 Tipos e desenvolvimento dos parágrafos referentes a cada modalidade textual PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. em ambiente virtual de aprendizagem. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. quiz interativo. flash player. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.).tipos de argumento 4. atividades animadas de aplicação do conhecimento. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Nesta disciplina. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. links orientados. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). simulados.0 (zero) a 8.0 (zero) a 2. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. estudos de caso. aulas online. RECURSOS Acesso à internet. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. hipertextos.4. simuladores virtuais. 140 . caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.0 (dois). softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.0 (seis).

. SAVIOLI. 2007. José Luiz.com.432p.Cap. A articulação do texto.bv3.br/users/publications/9788508105946 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABREU..digitalpages. Cap. . Como analisar narrativas. São Paulo. I (páginas 13-24) Cap. GARCIA. 11. Rio de Janeiro: ZAHAR.digitalpages.432p. 2006 . ed. Cândida Vilares. Othon. Curso de redação. II (páginas 27-38) Livro: A articulação do texto. 2002. Modos de Organização do Discurso.São Paulo: 2006 .digitalpages. São Paulo: Scipione.com. 5ª Ed. http://estacio.bv3. http://estacio. Fundamentos de Gramática do Português. São Paulo: Ática. 2005. São Paulo.com.pp. 7. 10ª ed. http://estacio. São Paulo: Ática.com.br/users/publications/9788508091386 AZEREDO. 5ª ed. Redação: qualidade na comunicação escrita. editora FGV.5ª Ed. 2000. Curitiba: IBPEX.O texto e suas modalidades .BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHARAUDEAU. São Paulo. 141 . Comunicação em prosa moderna.bv3. GUIMARÃES. editora Ática. 2007. Adilson. Elisa. SILVA.. 2006. http://estacio. M. UNIDADE II Lições de Texto: leitura e redação Autores: Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin . 2006. ed. Lições de texto: leitura e redação.. Editora Ática.. 14 a 20.São Paulo: Ática. 2008. Rio de Janeiro. Autora: Elisa Guimarães Editora Ática. Patrick.bv3. 2001. São Paulo: Contexto. Editora: Ática . José Carlos. Linguagem e persuasão. . 10ª ed.br/users/publications/9788599583999/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO UNIDADE I Lições de Texto: leitura e redação Autores: Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin. 2010 CITELLI. Francisco Platão e FIORIN. Laine de Andrade.br/users/publications/9788508091065 GANCHO. Antônio Suarez. Capítulo 3 .digitalpages.

Refletir sobre as demandas de intervenção na prática pedagógica. 13. OBJETIVO GERAL Conhecer as principais etapas e teorias do desenvolvimento e da aprendizagem e compreender as suas contribuições para a prática pedagógica. Demandas de intervenção na prática pedagógica: Principais Transtornos de Aprendizagem.432p. buscando compreender e aplicar os conceitos que envolvem o processo de ensino e de aprendizagem durante as fases de desenvolvimento nos diferentes domínios. .5ª Ed. . a partir de diferentes teóricos. 14 e 15 (páginas 173.432P. de crianças. adolescentes e adultos. Perspectivas Contemporâneas de Aprendizagem: .São Paulo: Ática. 16 (páginas 239-247) UNIDADE IV Lições de Texto: leitura e redação Autores: Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin 5ª Ed. com o propósito de discutir os processos de intervenção em aprendizagem.12. 2006 . 17 (páginas 251-262) .236) UNIDADE III Lições de Texto: leitura e redação Autores: Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin . Cap. utilizando as teorias estudadas. 2006 . Cap. 19 (páginas 281-301) Disciplina: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Formação Acadêmica: Graduação: Licenciatura em: Psicologia ou Pedagogia Especialização: Psicologia ou Educação ou Mestrado/Doutorado: Psicologia ou Educação Experiência Profissional: Experiência na Educação Básica CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina se situa no campo da Psicologia.São Paulo: Ática. Cap. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 142 . EMENTA Desenvolvimento Humano: Teorias e Etapas. Trata-se de uma disciplina do Núcleo Básico de Formação Docente das Licenciaturas.

Unidade III: OHLWEILER. São Paulo: Artmed / Bookman. Introdução à Psicologia .1 ed. São Paulo: Pearson education 2003 Capítulo: capítulo 9 . 1. Newra Tellechea. RIESGO. Transtornos da Aprendizagem .Unidade III: OHLWEILER.2 .· Identificar conceitos referentes a cada teoria em relação às etapas de desenvolvimento e sua aplicação na prática pedagógica. CONTEÚDOS UNIDADE I . São Paulo: Artmed / Bookman. · Estabelecer relações entre os principais aspectos teóricos e epistemológicos de teoria de aprendizagem · Identificar os principais transtornos das demandas atuais da prática pedagógica.Inteligências e Capacidade de Aprendizagem. Rudimar dos Santos. UNIDADE III .Perspectivas Contemporâneas de Aprendizagem.transtorno da memória nº p: 15 143 .4 .transtornos da linguagem nº p: 20 . nº p: 12 -Capítulo: capítulo 18 . 3.Questões Teóricas Básicas.Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: TDAH.Demandas de intervenção na prática pedagógica: Principais Transtornos de Aprendizagem.O Desenvolvimento ao Longo da Vida.A aprendizagem Significativa e a Teoria da Assimilação. UNIDADE II . Diane e.1 ed. 2ª ed .Teoria e Pesquisa nº p: 35 . PROCEDIMENTOS DE ENSINO ..Perspectivas Teóricas. 2006 Capítulo: capítulo 10 . Newra Tellechea. 2.1 . e MAISTO Albert A. 2006 Capítulo: capítulo 2 . ROTTA.Unidade I: PAPALIA.3 .1 ..Transtorno da Memória.2 .3 .. bem como intervenções apropriadas às teorias estudadas. 3. Transtornos da Aprendizagem . 3. 2.Transtorno da Habilidade em Matemática: Discalculia.discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. Charles G. Desenvolvimento Humano 8ª ed São Paulo: Artmed / Bookman. ROTTA. 3. 2006 Capítulo: capítulo 14 .2 .Desenvolvimento Humano: Teorias e Etapas.1 .Unidade I: MORRIS. Lygia. 1. Rudimar dos Santos. Lygia.o desenvolvimento ao longo da vida nº p: 48 .Transtornos de Linguagem. 1. RIESGO.

2 ed. Transtornos da aprendizagem . Etapas decisivas da infância.Capítulo: capítulo 24 . de acordo com o calendário acadêmico institucional. nº p: 10 RECURSOS Acesso à internet. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.). Álvaro: COLL. aulas online. César e Palácios.0 (oito). fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.com.. Françoise. Psicologia da Educação. flash player. Lygia. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. São Paulo: Martins Fontes.intervenções escolares no transtorno de déficit de atençãohiperatividade.0 (zero) a 2. Com relação ao segundo critério. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. ROTTA. a qual será atribuído grau de 0. 2006 MARCHESI. 2007. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à prática 144 . O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. 8 ed. Paula Márcia Pardini di Bonis. 2004. São Paulo: Artmed/ Bookman.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PAPALIA. Diane E. 2006 RACY. OHLWEILER. Desenvolvimento Humano. GOULART.bv3. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. http://estacio. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.br/users/publications/9788578385316/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLTO. Jésus.0 (dois). javascript. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV).0 (zero) a 8. São Paulo: Artmed / Bookman. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). Rudimar dos Santos. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. 2010. recursos HTML etc. RIESGO. Curitiba: IBPEX. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.0 (seis). leitor de PDF. Desenvolvimento Psicológico e educação. São Paulo: Artmed / Bookman. Newra Tellechea. Iris Barbosa. Nesta disciplina. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.digitalpages.

nº p: 10 OUTRAS INFORMAÇÕES Ainda sobre a avaliação: O processo avaliativo contemplará todo o desenvolvimento. Newra Tellechea. ROTTA.Teoria e Pesquisa nº p: 35 . participação e expressão dos alunos durante as aulas.Unidade I: MORRIS. 2012. 2010. 145 . Introdução à Psicologia . Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. O processo será sistematizado nas avaliações AV1. São Paulo: Contexto.digitalpages. participação em relatórios.Unidade I: PAPALIA. individuais ou em grupo.com. Rudimar dos Santos.com.com. Newra Tellechea. trabalhos de grupo e atividades externas.. Psicologia da aprendizagem. Rudimar dos Santos. 2006 Capítulo: capítulo 10 . ROTTA.Unidade III: OHLWEILER.discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. Transtornos da Aprendizagem . Lygia.. ed... Transtornos da Aprendizagem . RIESGO. Curitiba: IBPEX. João dos Santos.intervenções escolares no transtorno de déficit de atençãohiperatividade. Nelson. 2007. São Paulo: Pearson education 2003 Capítulo: capítulo 9 . Serão utilizados instrumentos diversos. São Paulo: Artmed / Bookman. apresentação de seminários e discussão de temas previamente selecionados pelo grupo e apresentação dos registros das atividades propostas. Charles G. ROSSATO.br/users/publications/9788572446617/pages/5 CARMO. Célia Silva Guimarães. RIESGO.. 13.pedagógica. resenha de textos. Desenvolvimento Humano 8ª ed São Paulo: Artmed / Bookman.digitalpages. 2006 Capítulo: capítulo 2 . Diane e.br/users/publications/9788508023851/pages/1 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO . PILLETI.transtorno da memória nº p: 15 Capítulo: capítulo 24 . Solange. Lygia.bv3. Petrópolis: Vozes.1 ed. como provas escritas.br/users/publications/9788578384197/pages/5 BARROS. e MAISTO Albert A. Fundamentos psicológicos da educação. http://estacio. São Paulo: Artmed / Bookman.digitalpages.transtornos da linguagem nº p: 20 . http://estacio. http://estacio.bv3.o desenvolvimento ao longo da vida nº p: 48 .1 ed.Unidade III: OHLWEILER.bv3. 2006 Capítulo: capítulo 14 . AV2 e AV3 marcadas pela IES. nº p: 12 -Capítulo: capítulo 18 . 2ª ed .

A pesquisa científica. Método científico. como o conhecimento científico tem metodologias próprias de análise. com pós-graduação stricto sensu. § Avaliar a importância do método para a prática científica. Compreender a relevância do Projeto Pedagógico na formação superior. a relação entre ensino. pesquisa e extensão. CONTEXTUALIZAÇÃO Esta disciplina é comum a todos os cursos e visa mostrar ao recém-chegado a importância do saber no mundo contemporâneo e. A construção e produção do conhecimento na Universidade. OBJETIVO GERAL Compreender o papel da educação superior na produção de conhecimento. preferencialmente. Também vai apresentar aos alunos as regras básicas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos ao longo do curso. EMENTA Os modos de conhecer. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O aluno deverá: § Identificar os diversos modos de conhecer. O projeto pedagógico e a perspectiva teórico-metodológica dos cursos superiores. Conceito e classificação da ciência. § Compreender a classificação das ciências. 146 . resumo e resenha. com experiência em pesquisa e. Normas técnicas da produção científica. em especial. § Aplicar diferentes técnicas de estudo. Identificar a importância da pesquisa e da redação de trabalhos acadêmicos com embasamento científico e segundo as normas da ABNT. A leitura e a técnica de fichamento.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Profissional graduado em qualquer área do conhecimento. tendo como base as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

resumo e resenha. 1. em ambiente virtual de aprendizagem. 1. dedutivo. Na sala de aula virtual. CONTEÚDOS .1. 3. O sistema Lattes e a importância dos periódicos científicos Unidade 4 – O projeto pedagógico 4. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. O que é metodologia científica? 1. A leitura e redação científica: fichamento. Unidade 2 – Metodologia Aplicada 2. 3. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. 4. A educação superior e a construção do conhecimento. § Reconhecer o papel das agências de fomento e a importância do sistema lattes. O papel do projeto pedagógico na organização dos cursos superiores.4. Unidade 1 – O conhecimento 1.1.3. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. O que é um projeto pedagógico? 4. conhecimento científico.1. 2.2. Tipos de conhecimentos: senso comum. hipotético-dedutivo.2.3.2. O método científico: indutivo. § Identificar no Projeto Pedagógico os elementos essenciais a sua formação. O perfil profissional: desenvolvimento de competências e habilidades. As ciências: classificação.§ Analisar as diferentes modalidades da pesquisa científica. § Aplicar as normas da ABNT nos trabalhos acadêmicos. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.3.1. A pesquisa científica: modalidades e metodologias 2.3. A atividade científica: a produção científica e as agências de fomento à pesquisa. filosófico e discurso religioso.2. As normas da ABNT para elaboração de trabalhos acadêmicos Unidade 3 – A construção do conhecimento na Universidade 3. leitura de 147 .

hipertextos. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. Nesta disciplina. Fundamentos de metodologia 148 . Para tal. Aidil Jesus da Silva e LEHFELD. links orientados. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.0 (seis). com vistas ao aprendizado cooperativo e colaborativo.0 (dois). RECURSOS Acesso à internet. Quanto à metodologia de ensino. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.). com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.textos pertinentes ao assunto. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. caso não os tenha já instalados. flash player.). cabe ao docente organizar e orientar as discussões no fórum. Neide Aparecida. Com relação ao segundo critério. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). estudos de caso. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (oito). simuladores virtuais. norteando-se pelo incentivo à troca constante entre os atores envolvidos e à construção coletiva do conhecimento. javascript.0 (zero) a 8. biblioteca virtual etc. aulas online. quiz interativo. recursos HTML etc. leitor de PDF. simulados. bem como nas outras ferramentas de comunicação disponibilizadas na sala de aula virtual (chat. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. a qual será atribuído grau de 0.0 (zero) a 2. anotações etc. atividades animadas de aplicação do conhecimento. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS. central de mensagem. o docente é responsável por mediar o conteúdo e sua integralização.

2006.bv3. R. TOFFANO. http://estacio. C. 5.com. Introdução à Metodologia Científica: caminhos da ciência e tecnologia. Celicina Borges. 2007.bv3.científica. B. http://estacio. Sidnei Augusto.com.com. GIL.br/users/publications/9788520428979/pages/_7 MAGALHÃES. 10. Gildo.br/users/publications/9788564574595/pages/-6 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KAHLMEYER-MERTENS. CASTRO. http://estacio. Redação científica: a prática de fichamentos. A prática da pesquisa. S. São Paulo: Manole.digitalpages. São Paulo: Atlas. São Paulo: Pearson Education. MASCARENHAS. 3. 2009. 4. http://estacio. 2005. São Paulo: Atlas. São Paulo: Pearson.com. Como elaborar projetos de pesquisa: linguagem e método. 2012.digitalpages. SIQUEIRA. resumos. Claudio de Moura.br/users/publications/9788576050858/pages/_5 AZEVEDO. 2002. 2012.digitalpages... Metodologia Científica. F.bv3.digitalpages.ed. 1 – Evolução dos conhecimentos Número de páginas: 12 Nome do livro: Fundamentos de Metodologia Nome do autor: Odília Fachin Editora: Saraiva Ano: 2006 Nome do capítulo: Cap..ed.ed. Fundamentos de metodologia. Odilia.bv3. Rio de Janeiro: FGV. M. 2008 FACHIN. FUMANGA. resenhas. 2 – Métodos científicos Número de páginas: 12 149 .ed.br/users/publications/9788508097777/pages/3 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro: Fundamentos de Metodologia Nome do autor: Odília Fachin Editora: Saraiva Ano: 2006 Nome do capítulo: Cap. Como elaborar projetos de pesquisa. Metodologia Científica ao alcance de todos. MEDEIROS. São Paulo: Pearson. São Paulo: Saraiva. Antonio Carlos. 2008. São Paulo: Ática. João Bosco.

7 – Comunicação da pesquisa: estrutura. Número de páginas: 58 Nome do livro: Como elaborar projetos de pesquisa Nome do autor: Antonio Carlos Gil Editora: Atlas Ano: 2002 Nome do capítulo: Cap. 16 – Como redigir o projeto de pesquisa Número de páginas: 11 Nome do livro: Como elaborar projetos de pesquisa Nome do autor: Antonio Carlos Gil Editora: Atlas Ano: 2002 Nome do capítulo: Cap. 1 – A metodologia e a universidade Número de páginas: 17 OUTRAS INFORMAÇÕES Esta disciplina será ministrada pelo modelo da EAD.Nome do livro: Metodologia científica Nome do autor: Amado Cervo. 12 – Como formular um problema de pesquisa? redigir o projeto de pesquisa Número de páginas: 8 Nome do livro: Fundamentos de metodologia científica Nome do autor: Aidil Jesus da Silva Barros. forma e conteúdo dos relatórios acadêmicos. Bervian. Pedro A. Roberto da Silva Editora: Pearson Prentice-Hall Ano: 2006 Nome do capítulo: Cap. Neide Aparecida de Souza Lehfeld Editora: Pearson Education Ano: 2007 Nome do capítulo: Cap. 150 .

de modo a prepará-lo para ser um profissional autônomo e crítico. classificação e comparação. o aluno de Letras. no entanto. Seu principal objetivo é preparar os alunos não só para a identificação da estrutura fonológica do português do Brasil. é preciso proporcionar-lhe atividades de reflexão e pesquisa. abandonar explicações diacrônicas que porventura se façam necessárias. O primeiro deles diz respeito ao conhecimento necessário à compreensão de fenômenos morfológicos e sintáticos. Dois outros motivos estão relacionados ao ensino: permitir. Processos fonológicos: assimilação. no ensino de língua estrangeira. as habilidades de análise. Por essa razão. dar suporte ao futuro profissional para explicar os problemas de ortografia presentes nos textos que venha a revisar. síntese. na medida em que muitos destes são decorrentes de alterações do plano fonológico. harmonização vocálica. revisar ou explicar variadas estruturas linguísticas e discursivas. a fim de permitir a identificação da diversidade lingüística e explicar alterações morfofonológicas ocorridas ao longo da história da língua. sob uma perspectiva sincrônica. debordamento. o desenvolvimento de estratégias que auxiliem a minimizar as transferências das características fônicas da língua materna para a língua que está sendo aprendida. Além disso. A disciplina Fonética e Fonologia da Língua Portuguesa proporciona isso. Assim. CONTEXTUALIZAÇÃO O profissional de Letras. além de sólidos conhecimentos do sistema fonológico da língua. Diversos motivos podem ser apresentados a fim de demonstrar a relevância dos estudos realizados na disciplina para a formação do aluno de Letras. com vistas a desenvolver entre os discentes a análise lingüística. Sua interdisciplinaridade é decorrente da relação com os conceitos adquiridos nas disciplinas de teoria lingüística e aplicados nas atividades de análise fonológica. neutralização e arquifonema. POSSUIDOR DE ESPÍRITO INVESTIGATIVO QUE O CONDUZIRÁ A PESQUISAR AS ESPECIFICIDADES DA LÍNGUA E A ESTIMULAR OS ALUNOS A DESENVOLVER TAIS HABILIDADES. é instado permanentemente a observar. mas também de outras comunidades lusófonas. sem. na abordagem das relações entre os fonemas da língua e os símbolos que os representam. terá desenvolvidas.Disciplina: FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE DOCENTE COM FORMAÇÃO EM LETRAS. de qualquer habilitação. indispensáveis para a sua atividade profissional. Conceitos de Fonética e Fonologia. entre outras. após cursar a disciplina Fonética e Fonologia da língua portuguesa. oferece subsídios para a análise poética realizada em determinados textos literários. com plenas condições de enfrentar desafios que exigirão mais que o simples acúmulo de informações. EMENTA Fonação: constituição do aparelho fonador. A disciplina é centrada na articulação entre teoria e prática. COM MESTRADO OU DOUTORADO. 151 . e. ESTUDOS DA LÍNGUA.

Analisar a sílaba em português. Noções básicas de prosódia: acento. comutação. ritmo e entoação.6 Fone. Empregar o Alfabeto Fonético Internacional nas transcrições fonética e fonológica. em procedimentos de análise linguística. Descrever os padrões silábicos da língua portuguesa. conceitos referentes à fonética e à fonologia. objetivos e procedimentos de análise 1. Reconhecer a diversidade linguística no plano fonológico. Identificar os processos fonológicos de assimilação. Verificar a função do acento na língua portuguesa.4 Transcrição fonética 1.1 Classificação articulatória das vogais 2. Regras ortográficas vigentes.5 Fonologia: conceituação. neutralização e arquifonema. debordamento.Fonética e Fonologia do português do Brasil: os sistemas vocálico e consonantal.2 Nasalidade fonética e nasalidade fonológica 152 .2 A representação dos sons da fala: símbolos do Alfabeto Fonético Internacional aplicados ao português do Brasil 1.3 Fonética: conceituação. divisões e procedimentos de análise 1. Classificar segmentos dos sistemas fonológico e fonético do português brasileiro.1 O processo de fonação e a constituição do aparelho fonador 1. Associar alterações ocorridas no subsistema fonológico aos demais subsistemas linguísticos. Analisar criticamente as atividades de ortografia presentes em livros didáticos CONTEÚDOS Unidade I – Fonética e fonologia 1. OBJETIVO GERAL Identificar e aplicar. Desenvolver estratégias de ensino de ortografiaV OBJETIVOS ESPECÍFICOS Caracterizar a fonética e a fonologia. alofonia e fonema Unidade II – Fonologia do português brasileiro 2. harmonização vocálica. Interpretar as interferências fonológicas no registro escrito. Sílaba: conceito e estrutura.

softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.).1 – Tipos de acento e suas funções em português 4.4 Transcrição fonológica 2.2 – O ensino de ortografia 5.2 . links orientados. javascript. ortografia e ensino 5.5 Neutralização e arquifonema 2. o aluno 153 . leitor de PDF. Na sala de aula virtual.7 Evolução dos estudos fonéticos e fonológicos: as abordagens contemporâneas Unidade III – A sílaba 3. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. simulados.6 Processos fonológicos 2.2.Ritmo e entoação Unidade V – Fonologia. Nesta disciplina. atividades animadas de aplicação do conhecimento. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. dígrafo Unidade IV – Noções de prosódia 4.1 – Relações entre letra e fonema 5. em ambiente virtual de aprendizagem. RECURSOS Acesso à internet.3 – Regras de acentuação gráfica vigentes PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. biblioteca virtual etc. flash player. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. estudos de caso. hipertextos.3 Encontros vocálicos e consonantais.2 Padrões silábicos do português 3.1 Sílaba: definição e estrutura 3. simuladores virtuais. recursos HTML etc. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. leitura de textos pertinentes ao assunto.3 Classificação articulatória das consoantes 2. quiz interativo.

0 (dois).com. Elementos de fonética general. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). http://estacio. 2009. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Rio de Janeiro: J.0 (zero) a 2. 2010. Com relação ao segundo critério.digitalpages. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. GILI Y GAYA. Dicionário de lingüística e gramática: referente a língua portuguesa. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier. Iniciação à fonética e à fonologia. 21 CRYSTAL. de acordo com o calendário acadêmico institucional. São Paulo: Contexto. Madrid: Gredos. 1988 HENRIQUES. Rio de Janeiro: Zahar.0 (zero) a 8. 3. CASTILHO. Thaïs Cristófaro.bv3. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. & Leite.br/users/publications/9788572448079/pages/5 CÂMARA JÚNIOR. http://estacio. aulas online. David. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Fonética.bv3. José Luiz. 5. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.0 (seis). 2009. São Paulo: Contexto. ed. 154 . 2009. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLOU. Zahar. Dicionário de lingüística e fonética.com.0 (oito). Introdução à Linguística II: princípios de análise.br/users/publications/9788572443579 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABAURRE. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. a qual será atribuído grau de 0. A construção fonológica da palavra. 9. ed.digitalpages. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. Samuel. Joaquim Mattoso.ed. FIORIN. 2000. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. fonologia e ortografia: estudos fono-ortográficos do português. São Paulo: Contexto. Maria Bernadete. e atual. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. ed. Cláudio Cezar. Ataliba de. Y. 2013. D. SILVA. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 11. rev.

LIVRO: INICIAÇÃO À FONÉTICA E À FONOLOGIA AUTORES: DINAH CALLOU E YONNE LEITE EDITORA ZAHAR. 11ª ed. FONOLOGIA E ORTOGRAFIA: ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS. LIVRO: INICIAÇÃO À FONÉTICA E À FONOLOGIA AUTORES. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 1: TERMINOLOGIA BÁSICA LIVRO: FONÉTICA. 11ª ed.digitalpages. RIO DE JANEIRO. 2009. Thaïs Cristófaro. Dicionário de fonética e fonologia São Paulo: Contexto. 2009 CAPÍTULO 3: DESCRIÇÃO FONOLÓGICA DO PORTUGUÊS. 2009 CAPÍTULO 5: DOMÍNIO DA FONÉTICA E FONOLOGIA: DUAS APLICAÇÕES. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 2: ALFABETO FONÉTICO LIVRO: FONÉTICA. RIO DE JANEIRO.digitalpages. 2011.bv3. 2009 CAPÍTULO 1 : O OBJETO DA FONÉTICA E DA FONOLOGIA.br/users/publications/9788572442213/pages/5 SILVA. 11ed. RIO DE JANEIRO. http://estacio.br/users/publications/9788572446204/pages/-2 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO : INICIAÇÃO À FONÉTICA E À FONOLOGIA AUTORES: DINAH CALLOU E YONNE LEITE EDITORA ZAHAR. LIVRO: FONÉTICA. AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER.http://estacio. DINAH CALLOU E YONNE LEITE EDITORA ZAHAR...bv3. 2009 .com. FONOLOGIA E ORTOGRAFIA: ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS. 155 .com. FONOLOGIA E ORTIGRAFIA: ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS.. AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER.

ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 6: PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA. AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER. História ou Pedagogia. AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER. Especialização: História ou Educação ou Mestrado/Doutorado: História ou Educação. 2009. FONOLOGIA E ORTOGRAFIA. FONOLOGIA E ORTOGRAFIA: ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS. FONOLOGIA E ORTOGRAFIA: ESTUDOS FONO-ORTOGRÁFICOS DO PORTUGUÊS. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 10: GRAFIA DE PALAVRAS. Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO História da Educação no Brasil PERFIL DO DOCENTE Formação Acadêmica: Graduação:Licenciaturas. AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 9: GRAFIA DE VOGAIS E CONSOANTES LIVRO: FONÉTICA. 2009.AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER. Experiência Profissional: Experiência na Educação Básica 156 . LIVRO: FONÉTICA. LIVRO: FONÉTICA. 2009. RIO DE JANEIRO CAPÍTULO 7: ACENTUAÇÃO GRÁFICA. 2009.

o aluno deverá ser capaz de: • Analisar o sentido da Educação ao longo da História do Brasil. tendo por base as relações mais amplas dos diversos setores da sociedade. compreendendo que a educação é fruto de construção histórica de uma dada sociedade. apontando sua contribuição para a construção da identidade brasileira Reconhecer a importância da reforma Pombalina e de suas consequências para o desenvolvimento educacional brasileiro até os dias atuais Caracterizar a Educação Imperial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os estudantes deverão ser capazes de: Apresentar as características da educação difusa entre os povos indígenas Identificar as finalidades da Educação Jesuítica.CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina está localizada no núcleo comum das licenciaturas e visa fornecer aos futuros professores uma visão da História da Educação no Brasil desde a prática educacional jesuíta até as modificações ocorridas durante o regime militar. • Situar a educação de cada período histórico do Brasil em seu contexto sócio-econômico. estabelecendo paralelo com a educação atual Definir que a organização escolar durante a monarquia reflete a desigualdade na organização 157 . EMENTA Educação difusa nas comunidades indígenas A catequese como prática de dominação colonial A educação jesuítica para os colonos Práticas escolares na sociedade imperial A criação das escolas normais A educação no projeto republicano de Brasil A crítica da educação de elite: o grande debate da educação A Escola Nova no Brasil O Estado Novo e as instituições escolares Capanema e as leis orgânicas A Educação na República Populista A escola brasileira na Ditadura Militar As perspectivas atuais da educação OBJETIVO GERAL Ao concluir a disciplina de História da Educação no Brasil. entendendo a atuação político-educacional como uma das possibilidades de intervir no mundo. • Reconhecer que toda a ação pedagógica é resultado de um projeto político que atende a uma proposta de sociedade. • Identificar a importância da disciplina para a formação do futuro professor. as conseqüências e transformações na organização do ensino brasileiro.

A importância da educação na montagem do projeto colonial português 2.1.2 . A educação na construção do Estado nacional: a monarquia escravista 3. iniciado nos anos de 1960 durante a ditadura militar.4.1.social que se reflete nos dias atuais Explicitar que o advento da república no Brasil não significou educação para todos Relacionar o movimento da Escola Nova ao processo de debate nacional que culminou com a elaboração do Manifesto dos Pioneiros e suas implicações nos dias de hoje Identificar a reforma de Capanema como resultado de um projeto histórico do governo Vargas Identificar os projetos de educação popular desenvolvidos no período da república populista Demonstrar que o processo de ampliação do acesso à educação. A reforma pombalina e a expulsão dos jesuítas: a influência iluminista 2. Crise do Império: as idéias positivistas no Brasil 4. não representou a democratização do ensino CONTEÚDOS 1. A organização da escola e as Leis Orgânicas de Capanema 4.3.6. nas quais o conhecimento é exposto 158 .4 . A educação nas comunidades indígenas: a importância da oralidade 2. As Perspectivas atuais da Educação PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.3 . O grande debate na educação: o Manifesto dos Pioneiros 4.4.5.2. Introdução: A História da Educação 1.1 .1. A educação religiosa na colônia: a catequese dos índios 2. A formação do professor: a escola normal 3.2. A implantação das Aulas Régias 3. Os projetos republicanos para a educação brasileira 4. A primeira lei do ensino no Brasil escravista 3. A educação reprimida: o projeto de educação da ditadura militar 4. em ambiente virtual de aprendizagem.3. As medidas educacionais no governo joanino: a continuidade 3. A importância do conhecimento histórico para a formação docente 2. O projeto de educação pública excludente 4. As reformas da instrução pública nos estados brasileiros 4.

bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 2000.br/users/publications/9788508110957/pages/5 ROMANELLI. História da Educação no Brasil (1930/1973). de acordo com o calendário acadêmico institucional. M. VEIGA. simulados. Nesta disciplina. Cyntia História da Educação. simuladores virtuais. aulas online. biblioteca virtual etc. STEPHANOU. São Paulo: Companhia das Letras. Alfredo. estudos de caso. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. javascript. 3. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.com. Dialética da colonização. Otaíza. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI.).0 (zero) a 2. 2007. Helena C.bv3. Petrópolis. http://estacio.RJ: Vozes. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. links orientados. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. ed. . hipertextos.0 (oito). classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. quiz interativo. 159 . 2004. RECURSOS Acesso à internet. atividades animadas de aplicação do conhecimento. Na sala de aula virtual. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. recursos HTML etc. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. ed. flash player. vol II . caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. São Paulo: Ática. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. Petrópolis. 26.digitalpages.0 (seis).0 (dois). leitor de PDF. Histórias e Memórias da Educação no Brasil Séc. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. XVIXVIII.ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. leitura de textos pertinentes ao assunto. a qual será atribuído grau de 0. M.0 (zero) a 8.RJ: Vozes. BASTOS. Com relação ao segundo critério.

& BASTOS. Werner Wilhelm. I. Cynthia Greive. Petrópolis: Vozes. M.bv3.com. M. Eliane Marta Santos Teixeira. Rio de Janeiro: J. 2000. 2003. Moacir. São Paulo. (orgs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURKE. Maria Helena C. vol II . São Paulo: Martins Fontes. XVI-XVIII. LOPES. & BASTOS. 2004.br/users/publications/9788508010882/pages/_1 JÉLVEZ. Capítulo: Educação e colonização: as idéias pedagógicas no Brasil (p. São Paulo: Ática. M. Paidéia: a formação do homem grego. História das Idéias Pedagógicas. GADOTTI. vol II . XVII-XVIII. Petrópolis: Vozes.104-115) Autora do capítulo: Heloísa de Oliveira Santos Villela STEPHANOU. Helena C. vol. Perspectivas históricas da educação. História da Educação. vol.br/users/publications/9788508044368 JAEGER. III. Otaíza de O.digitalpages. (orgs. 2007.com. Zahar. Histórias e Memórias da Educação no Brasil séc. M. Maria Helena C.bv3. São Paulo: Ática. Petrópolis: Vozes. 8. Peter. 4.digitalpages.181) Autor do capítulo: Marcos Cezar de Freitas ROMANELLI. XVI-XVIII.digitalpages. Petrópolis: Vozes. Ática. http://estacio.br/users/publications/9788582124925/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO VEIGA. ed. 2005. http://estacio. XX. 2003. Maria & BASTOS.com. Capítulo: Educação Brasileira: dilemas republicanos nas entrelinhas de seus manifestos ( pp.(orgs). 26ª Ed. Maria & BASTOS. Capítulo: As Aulas Régias no Brasil (p. 165 .(orgs). Júlio Alejandro Quezada. Petrópolis: Vozes. 121-130) Autor do capítulo: Dermeval Saviani STEPHANOU.2001. Histórias e Memórias da Educação no Brasil Séc. Capítulo: Do artesanato à Profissão (p.bv3. 49-78) STEPHANOU. História social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot. Histórias e Memórias da Educação no Brasil Séc. 2004. 2000. Histórias e Memórias da Educação no Brasil Séc. ed. 2005. Capítulo: 2 Circulação de conhecimentos e práticas de educação no Brasil Colonial (séculos XVI a XVIII) (pp. ed.179-191) Autora do capítulo: Tereza Fachada Levy Cardoso STEPHANOU.). 160 . 2001. Helena C. 4.). http://estacio. História da Educação no Brasil (1930/1973).

As atividades de Prática devem ser entendidos como parte fundamental para uma educação para a cidadania. que se estabeleça da forma mais evidente. literatura e idioma. Outro exemplo de aplicação no campo das Ciências Biológicas: a atividade tem como objetivo pesquisar sobre o ensino da Biologia em seu município. mitologia. mitologia. Rudimentos da gramática do Latim. EMENTA Grécia e Roma. que remonta ao passado linguístico das civilizações grega e latina. pensamento filosófico. que propiciam o conhecimento da realidade social e. assim. CONTEXTUALIZAÇÃO Sendo o Português uma língua de longa tradição.Capítulo 4: A Organização do Ensino e o contexto sócio-político após 1930 (pp. a autonomia. é fundamental que sejam bem elaboradas e adequadamente desenvolvidas. portanto. artes visuais. a criatividade. Permite. quais as instituições que ofereciam o curso. Disciplina: CULTURA CLÁSSICA: CONTRIBUIÇÕES LINGUÍSTICAS DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Graduação em Letras. os antigos currículos. a valorização patrimonial. para que essas atividades sejam eficientes. um imprescindível recurso estratégico para a ação pedagógica. Roma: história. mitologia. como surgiu. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu em Literaturas. Contribuições do Grego e do Latim para 161 . Entretanto. no caso da disciplina de História. quem eram os professores. artes visuais.127-191) OUTRAS INFORMAÇÕES A Prática como componente curricular facilita a visualização e a compreensão de conceitos apresentados ao longo das aulas. Torna-se. Grécia: história. a disciplina "Cultura Clássica: contribuições linguísticas" visa a oferecer ao profissional de Letras em formação subsídios para a compreensão da história de seu idioma. literatura e idioma. a relação entre teoria e prática. como se organizavam os cursos de Biologia. como a observação. como esses se formavam. O objetivo geral da Prática como Componente Curricular é principalmente desenvolver nos estudantes algumas habilidades básicas. a pesquisa.

a sátira latina. nas quais o conhecimento é 162 .3 .Sistema nominal latino: flexões de gênero. número e pessoa. elementos culturais e linguísticos oriundos da Grécia e de Roma.Observar os benefícios do estudo do Latim para melhor compreensão do Português. 1. estatuária e arquitetura. 1. na atualidade.o Português. em ambiente virtual de aprendizagem.3 . mosaico e pintura parietal.Heranças lexicais greco-latinas: termos e expressões greco-latinas nos jargões técnico-científicos.1 . 3.As artes visuais: cerâmica.Identificar. .Sistema verbal latino: tipologia de radicais verbais. 3.3 .Alfabeto grego X alfabeto latino 2. OBJETIVO GERAL Desenvolver a habilidade de se compreender as origens culturais e linguísticas do ocidente. literatura e pensamento filosófico. história. CONTEÚDOS UNIDADE I : O LEGADO CULTURAL DA ANTIGUIDADE 1. a épica e o drama.Estudar aspectos relevantes da história e cultura greco-latinas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS . radicais greco-latinos na composição de palavras. os superlativos eruditos de adjetivos. UNIDADE II : O LEGADO LINGUÍSTICO DA ANTIGUIDADE 2. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. presença do grego e do latim na variante de prestígio social do Português.Mitologia.Benefícios do estudo do latim para melhor compreensão do sistema verbal do Português: a irregularidade verbal e verbos abundantes.Benefícios do estudo do latim para melhor compreensão do sistema nominal do Português: o acusativo e as três formas dos pronomes demonstrativos.2 .1 . UNIDADE III: CONTRIBUIÇÕES DO GREGO E DO LATIM PARA O PORTUGUÊS 3. Benefícios do estudo do Latim para melhor compreensão do Português.2 .1 . .2 . 2.Os gêneros literários: a lírica.

biblioteca virtual etc. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). leitura de textos pertinentes ao assunto. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. estudos de caso. Com relação ao segundo critério. 5. simuladores virtuais. hipertextos. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. 2004.0 (zero) a 2. Zelia Almeida.0 (dois). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO. quiz interativo. a qual será atribuído grau de 0. Iniciação ao latim. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. flash player.bv3. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. aulas online. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.0 (oito).digitalpages. de acordo com o calendário acadêmico institucional. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. São Paulo: Ática. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.ed. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. http://estacio. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Nesta disciplina.).0 (seis). links orientados. recursos HTML etc. atividades animadas de aplicação do conhecimento. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.br/users/publications/9788508103577 163 . simulados. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.com. Na sala de aula virtual. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. RECURSOS Acesso à internet. javascript.0 (zero) a 8. leitor de PDF. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.

São Paulo: Martins Fontes. Autor: Jean-Pierre Vernant Editora: Companhia das Letras.pro. Capítulo. os deuses. Mitologia grega. 2000. os homens. Introdução Disciplina: DIDÁTICA 164 . 2002-2005. São Paulo: Martins Fontes. O universo. 2001. os homens. TOSI. 3 v.casadehistoria. pp.htm http://www. 4. Jean-Pierre. 2. pp. http://www. 2004 Capítulo: Sistema verbal latino. Junito de Souza.com. Petrópolis: Vozes. São Paulo. Paidéia: a formação do homem grego. 1984.ed. ed.ed. 2004 Capítulo: Morfologia nominal latina. JAEGER. Werner Wilhelm..pro. VERNANT. Dicionário de sentenças latinas e gregas. os deuses. São Paulo.65-96 Livro: O Universo.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO. 2000.18-64 Autor: Zélia de Almeida Cardoso Livro: Iniciação ao latim Editora: Ática. 2000. ed.culturabrasil. 5.br/conteudo/historia-antiga/cultura-classica-grega http://www. Renzo.RÓNAI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.br/grecia. 4.latim-basico. Não perca o seu latim.ed.br/ INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Autor: Zélia de Almeida Cardoso Livro: Iniciação ao latim Editora: Ática. 5. Paulo. São Paulo: Companhia das Letras.

privilegiando o espaço escolar. procedimentos e atitudes apropriados para planejar. Projetos pedagógicos e sua aplicabilidade A organização do trabalho docente e a construção dos projetos didáticos: planejamento. Reconhecer a importância da construção de conceitos. execução e avaliação. A formação docente.DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE O professor de Didática deverá ter: Graduação em Pedagogia Especialização em docência do ensino superior Mestrado e /ou Doutorado em Educação Ter experiência profissional na Educação Básica. CONTEXTUALIZAÇÃO Esta disciplina situa-se no campo da reflexão teórica e prática sobre os processos de ensinar e aprender nos diferentes espaços sociais. instrumentos e resultados. O Plano de Aula/ação e seus elementos: elaboração e desenvolvimento. as abordagens/tendências pedagógicas e seus impactos na prática docente. inclusiva e transformadora. EMENTA Conceito e histórico da Didática. executar e avaliar as práticas pedagógicas vividas na e a partir da escola. A Didática e a perspectiva multicultural e intercultural. concepções. 2-Identificar as diferentes abordagens/tendências pedagógicas. organizar. a multidisciplinaridade e a transdisciplinaridade. OBJETIVO GERAL Refletir acerca das contribuições da Didática para construção de uma prática pedagógica fundamentada. A Didática e a organização do conhecimento escolar: a interdisciplinaridade. procedimentos e atitudes com relação ao planejamento. Avaliação: conceituação. considerando o contexto no qual o aluno está inserido e as situações favoráveis à construção do conhecimento. 3-Identificar as diferentes questões presentes no cotidiano escolar que dificultam o processo ensino/aprendizagem. funções. privadas e alternativas. compreendendo seu campo de conhecimento numa perspectiva histórico-político-social. articulada às concepções teóricas do conhecimento. Trata-se de uma disciplina do Núcleo Básico de Formação Docente das Licenciaturas e para tanto pretende desenvolver conceitos. 165 . Refletir sobre a prática pedagógica desenvolvida em instituições de ensino oficiais. 4-Elaborar projetos didáticos e planos de aula. a partir das diferentes abordagens da prática pedagógica. A disciplina na sala de aula e a questão da autoridade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1-Conceituar Didática. caracterizando-as. comprometida com uma ação educativa reflexiva. A didática e os pressupostos da prática pedagógica. execução e avaliação de processos de aprendizagem. no sentido de compreender suas possíveis causas e pensar em alternativas de solução.

a qual será atribuído grau de 0. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.0 (zero) a 8. leitor de PDF.2 Práticas didáticas multi/interculturalmente orientadas.3 Formação do professor: competências humanas. criativa. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.0 (dois). fazeres e atitudes) 2. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.1 A organização pedagógica da escola e do processo de ensino-aprendizagem 3. estudos de caso. na perspectiva da construção de uma prática didática crítica.4 Avaliação: conceituação. quiz interativo. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.1 Conceituação e histórico 1. recursos HTML etc. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. flash player. RECURSOS Acesso à internet. biblioteca virtual etc. multi e transdisciplinaridade) e seleção de conhecimentos.4 Espaço Escolar como espaço de construçao cultural e promotor de aprendizagens significativas e de inclusão social: critérios para a construção. Plano e Projeto: conceitos e aplicação 3.Planejamento e Avaliação: Elementos e Etapas 3. Conhecimento Pedagógico e Didática 1. 2. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.1 Abordagens/Tendências Pedagógicas e suas implicações na prática docente. concepções e funções. em ambiente virtual de aprendizagem. simuladores virtuais.Formação do Professor e Prática Pedagógica 2.2 Pressupostos da Prática Pedagógica Unidade 2 . organização (inter.).2 Planejamento. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Na sala de aula virtual.3 Instrumentos de Planejamento: do projeto político pedagógico ao projeto didático e ao plano de aula 3. Nesta disciplina.0 (zero) a 2. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). atividades animadas de aplicação do conhecimento.0 (oito). 2. hipertextos. políticas e técnico pedagógica (saberes. simulados. leitura de textos pertinentes ao assunto.5-Identificar as competências necessárias à ação docente. links orientados.Educação. tendo por parâmetro as métricas de 166 . inclusiva e transformadora CONTEÚDOS Unidade 1 . Unidade 3 . javascript.

CARVALHO. Maria Teresa. Com relação ao segundo critério. http://estacio. Profissão docente: novos sentidos. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. FREIRE. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.com.0 (seis). 2006 Cap 1 páginas 13 a 31 167 .). (Orgs. aulas online. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.digitalpages.digitalpages.Didática para a Escola Fundamental e Média. Ilma Passos. Ana Gracinda (Orientação).br/users/publications/8530804236 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. O que sabe e quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar.com. Didática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESTEBAN. ALONSO.com. http://estacio.bv3. Curso de didática geral. Repensando a didática. http://estacio. Myrtes (Organização). novas perspectivas. CRISTINA D’AVILA. São Paulo: Papirus. O Trabalho Docente Teoria & Prática. Ilma Passos A. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. VEIGA. Anna Maria Pessoa de (Organizadoras). Ensinar a Ensinar. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Regina. Amélia Domingues de. Campinas. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Paulo. CARVALHO. 2000.br/users/publications/9788508106004 KENSKI. 2003. 2001. Amélia Domingues de. HAYDT. http://estacio. 2010. São Paulo: Cortez. Ensinar a Ensinar.com.bv3.br/users/publications/9788530808730 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO CASTRO.bv3. Anna Maria Pessoa de (Organizadoras).digitalpages.digitalpages.pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. de acordo com o calendário acadêmico institucional.bv3. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.br/users/publications/9788530808280 QUELUZ. Campinas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Rio de Janeiro: DP & A.Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. São Paulo: Papirus. LIBÂNEO. 2001. São Paulo: Papirus. 2006. 2001. 2001 VEIGA. 2007. José Carlos. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. São Paulo: Ática. Vani Moreira.

sociologia.seed.sp. São Paulo: Atica.br/arquivos/File/OTP/tendencias_pedagogicas.pdf As Teorias Pedagógicas Modernas Revisitadas pelo Debate Contemporâneo na Educação José Carlos Libâneo* http://www. Myrtes (Organização).ufrrj.scielo. 2006.html AS CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA1 Dermeval Saviani http://www.gov. Regina Célia C.org. ALONSO. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.pdf Os desafios da indisciplina na sala de aula http://www. Ana Gracinda (Orientação).crmariocovas.pr.pdf A Docência contemporânea: entre saberes docentes e práticas http://webeduc.br/pdf/ideias_28_p227-252_c. Cap 4 páginas 94 a 110 OUTRAS INFORMAÇÕES Sites para estudo: http://www. O Trabalho Docente Teoria & Prática. Didática Geral.pdf Direitos humanos. 2003.br/pdf/rbedu/v13n37/05.histedbr. Cap 2 páginas 19 a 36 Cap 5 páginas 61 a 74 HAYDT.ia. educação e interculturalidade: as tensões entre igualdade e diferença http://www.br/navegando/artigos_frames/artigo_036.Cap 2 páginas 33 a 52 Cap 6 páginas 108 a 124 Cap 7 páginas 125 a 141 Cap 9 páginas 165 a 175 Cap 10 págnas 177 a 195 QUELUZ.gov. dentre outros. 8 ed.fae.br/pdf/es/v23n79/10852.br/tex/ap40.br/ppgea/conteudo/T1SF/Akiko/03.pedagogia.scielo.mec.pdf CONCEPÇÕES E TENDÊNCIAS DA EDUCAÇÃO E SUAS MANIFESTAÇÕES NA PRÁTICA PEDAGÓGICA ESCOLAR1 http://www.br/midiaseducacao/material/introdutorio/pdf/etapa2_as_novas_co mpetencias.unicamp.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/192_353.pdf Sociedade. cotidiano escolar e cultura(s): uma aproximação http://www.gov. os seguintes instrumentos: 168 .pdf Dez novas competências para uma nova profissão. Para verificação dos resultados da aprendizagem discentes serão considerados.pucpr. Observação: A avaliação será de caráter contínuo e cumulativo do desenvolvimento discente baseando-se nas suas produções orais e escritas.htm A transdisciplinaridade e a modernidade http://www.

As tarefas propostas devem constituir desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos. O currículo dos cursos deve ser concebido como um conjunto integrado e articulado de situações organizadas de modo a promover aprendizagens significativas e seus conteúdos são apenas um dos meios para o desenvolvimento de competências que ampliem a formação dos alunos e sua interação com a realidade. 2004) O que se pretende estimular nos alunos não é a memorização de informações e. de forma crítica e dinâmica. contextualizado. além de serem imprescindíveis. (DAVINI. propondo um ensino fundamentado em múltiplas visões que proporcionem aos alunos aprendizagens que desenvolvam a visão crítica. 2001). criativa e transformadora. As Atividades Estruturadas atendem também ao paradigma da complexidade (MORIN. tendo como ponto de partida o questionamento que vincula articulações diferenciadas. generalizações. articular essas aquisições à medida que as relacionam ao problema a ser resolvido e mobilizar essas aquisições na prática. (PERRENOUD) Para tanto. (ROEGIERS. visando mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes.) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. 169 . as atividades devem ser estruturadas em projetos. a investigação e compreensão dos problemas. quando os examinam minuciosamente. a construção de seu próprio conhecimento por meio da participação ativa neste processo. mas de retomá-las com um posicionamento crítico e reflexivo que enriqueça a produção do conhecimento em um novo paradigma. associações e transferências. Os alunos podem simultaneamente realizar a apropriação de conceitos. sim. de acordo com Behrens (2006). a partir do trabalho discente.. de 2 de julho de 2007 implicam a construção de conhecimento. Devem privilegiar análises. DE KETELE. inferências.] Não se trata de negar a pertinência das técnicas de ensino tradicionais. tendo o professor como mediador entre o conhecimento acumulado e os interesses e necessidades do aluno. o ensino deve ser centrado na aprendizagem. item II da Resolução CNE/CES nº 3. 2º. sínteses. além de pesquisas. analogias. bem como por resolução de problemas. capacidades. e serão sistematizadas nas datas oficiais de avaliação previstas no calendário institucional. Pelo contrário. informações etc. 1999) Se a proposição de memorizar e repetir precisa ser ultrapassada. habilidades e valores. A concepção destas atividades deve privilegiar a articulação entre a teoria e a prática.. embasadas no Art. como proceder para contemplar uma prática pedagógica que acolha os pressupostos da abordagem crítica? [.produções cotidianas individuais e coletivas. produções de sistematização: provas. com autonomia. Nesse contexto. auto-avaliação. relatórios. a atividade assimiladora do sujeito que aprende se aplica sempre a um objetivo ou assunto que requer ser assimilado. situa-se a problematização que possibilita uma visão pluralista. a reflexão crítica e o processo de auto-aprendizagem. O que são as atividades estruturadas: Atividades Estruturadas. (BEHRENS. etc. 2006) Isto não quer dizer também que os conhecimentos em si sejam negligenciados. Para atender a este propósito. com a finalidade de produzir conhecimento. No ensino por competências o conhecimento é trabalhado de forma intertransdisciplinar. privilegiando a construção de conceitos e a criação do sentido.

O fundamental é criar condições para que o aluno possa construir ativamente o seu próprio conhecimento. identifique princípios ou regularidades.  Elaborar um mapa conceitual/estrutura de conteúdos. envolvendo participação individual e em grupo. busque causas e conseqüências. enquanto as atividades complementares referem-se ao curso como um todo e à formação 170 . princípios e técnicas para o desenvolvimento de tais conjuntos de conteúdos/competências. alguns passos devem ser trilhados:   Definir conteúdos e competências e organizá-los por categorias. Assim.  Destacar. Em cada categoria definir conceitos. integrando sociedade – ensino – trabalho. poderão ser indicados como objetivos específicos de aprendizagem. a partir da organização anterior. ou seja. classifique. São exemplos de atividades que não podem ser consideradas atividades estruturadas aquelas em que o professor é o principal ator. As atividades estruturadas estão relacionadas e contextualizadas no âmbito da disciplina. que tenha autonomia nos estudos. sínteses etc. execute. priorize objetivos de ação. Dessa forma. uma mesma atividade poderá atender várias disciplinas. que se definem como estruturas pedagógicas dinâmicas orientadas por determinados objetivos comuns de aprendizado. Obs: As atividades poderão ser interdisciplinares. criativo. as unidades de aprendizagem. variando os materiais e as estratégias. oportunidade de autonomia de estudos e o acesso a diferentes modos de aprender.Com as atividades estruturadas pretende-se preparar o aluno como sujeito ativo. Desse modo.  Planejar atividades de aprendizagem originadas das situações do próprio cotidiano social do aluno e do trabalho profissional. no mapa conceitual. e que reverterão em ação. analise. quando faz demonstrações. que o aluno compare. de acordo com Davini (1999): PRÁTICA/REALIDADE REFLEXÃO TEORIA SELEÇÃO DE PRINCÍPIOS E MÉTODOS PARA AÇÃO FUTURA NOVA PRÁTICA / TRANSFORMAÇÃO DA REALIDADE Sendo assim. as que estão descontextualizadas dos conteúdos das disciplinas a que se referem. a aprendizagem se dará como resultado do aprendizado ativo. com o planejamento de atividades que surgem das situações do próprio cotidiano social do aluno e do trabalho profissional. a busca de conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas curriculares que contemplem atividades estruturadas. avalie etc. selecione métodos e técnicas adequadas. diferencie. convivência com a diversidade de opiniões. as que não tem caráter significativo. com base na própria prática do sujeito e nas sucessivas mudanças provocadas pela informação gradativamente assimilada. empreendedor. Cada atividade percorrerá um caminho. mas sempre no mesmo sentido. que incentivem a reflexão.  Definir o conjunto de disciplinas mais apropriadas para incorporarem as atividades estruturadas supervisionadas. especialmente. inovador. processos. reflexivo. resumos. na concepção/elaboração de um currículo integrado que contemple atividades estruturadas. a metodologia de ação das atividades estruturadas visa trazer uma mudança no processo de aprendizagem. de aprender a aprender.

Apresentação e debate das notícias publicadas diariamente nos periódicos Resumos.(Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). Xavier. Jornadas temáticas idealizadas e dirigidas por Edgar Morin. de. C. Capacitação em desenvolvimento de recursos humanos de saúde.resenhas 5. CASTRO. DAVINI. 2004. Grupos de estudos sobre temáticas da atualidade ou relacionadas aos estudos do período da disciplina. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Campinas. P. Currículo integrado. 281-289. Porto Alegre: Artmed. DE KETELE. Tradução de Carolina Huang. ROEGIERS. M. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. MORIN. Jean-Marie.p. M.A.geral do aluno. J. teatro etc. Relatórios. resenhas. prática vivenciada ao longo do curso. novas configurações. 2001. PERRENOUD. estudos comparativos etc. ed. J. Referências: BEHRENS. relatórios 171 . Natal: EDUFRN. (Org. A. Porto Alegre: Artmed. Apresentação de filmes/vídeos. 2.. obrigatória pela Resolução CNE/CP2. Uma pedagogia da integração: competências e aquisições no ensino.1999.EDUCAÇÃO E LICENCIATURA Estudos Temáticos 1. Relatórios 2. músicas.). p. Estudo Dirigido com exercícios de autocorreção e debate. P. Oficinas de Leitura e discussão com os textos obrigatórios das disciplinas com debate Resumos. Exercícios autocorrigidos 4. 2006.L. E. resenhas.Técnicas de ensino: novos tempos. Nas licenciaturas. P. SP: Papirus. In: VEIGA. Seguem algumas modalidades de Atividades Estruturadas: CENTRO DE CONHECIMENTO . com debates (no fórum do portal). de 19 de fevereiro de 2002. as atividades estruturadas fazem parte da prática como componente curricular. estudos comparativos 3.163-187. Dez novas competências para ensinar. Tradução e notas de Flávia Nascimento. Metodologia de aprendizagem baseada em problemas. 2001. I. In: SANTANA.

Realização de entrevistas. saraus de literatura. Produção de jogos didáticos voltados para o aprendizado A criação do jogo 14. locais de atuação profissional Relatório técnico sobre a visita 8. visando à solução de problemas. Produção de materiais didáticos. Trabalhos vinculados a questões culturais como. Relatório da entrevista frente a outras fontes de informação Disciplina: LITERATURA BRASILEIRA I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO 172 . exposições de arte.6. Gincana Científica: a partir do espírito de competição os alunos investigam e discutem temas da área. arquivos e outras instituições de pesquisa a fim de produzir conhecimento prático Os produtos podem ser: levantamento bibliográfico. Elaboração de artigos individuais ou coletivos Artigo produzido 9. teatros. quantitativo ou qualitativo. Registro do evento da gincana 13. cinemas. documental. Visitas a bibliotecas. 7. apresentações musicais. pedagógicos da área (Licenciaturas) Material produzido 11. Pesquisas orientadas para a busca de informações específicas na internet Anexar relatório (anexar arquivo de texto ou outro formato) 10. desenvolvimento do raciocínio lógico e tomada de decisões Registro dos estudos de caso e das simulações 15. que estejam associados a disciplinas Registro do evento 12. objetivando o conhecimento cotidiano. Estudos de caso e simulações. Visitas a museus.

também se ocupa da produção literária do Brasil colônia ao Segundo Reinado.Adquirir ampla visão da produção poética e da prosa de ficção vistas no Brasil ao longo do século XIX. Adquirir visão diacrônica da evolução literária brasileira nos séculos XVI. A obra e a época de Gregório de Matos Guerra. XVII e XVIII. EMENTA Período literário. à criação de códigos constrastivos diferenciadores em relação à matriz colonial e à diversidade de apropriações de estilos de escrever. O simbolismo. da produção poética e do romance do Brasil do século XIX. pois ao mesmo tempo em que propõe o debate acerca da formação da literatura brasileira. com formação em Letras. Abordar a estética e o pensamento romântico como atitudes modernas. A estética do Parnasianismo no Brasil. Os poetas românticos. sempre em confronto com matrizes canônicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Problematizar o conceito de período literário. O Romantismo e sua eclosão no Brasil no século XIX. A questão da origem da literatura brasileira – as perspectivas de Antônio Cândido e Afrânio Coutinho. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina é de fundamental importância na medida em que apresenta noções gerais de períodos literários e de linguagem literária.PERFIL DO DOCENTE Docente graduado. A disciplina é de fundamental importância para o curso. sinalizando as principais teses sobre o tema. também.Estudar as manifestações literárias do século XVI até Romantismo sob perspectiva crítica. Os séculos XVI e XVII na Literatura Brasileira. O século XVIII e a Arcádia mineira: a obra de Cláudio Manuel da Costa e Tomas Antonio Gonzaga. . O século XIX é um período de fundamental importância para a literatura brasileira cuja formação de uma tradição começa a ser delineada. OBJETIVO GERAL . A reação anti-romântica. à produção de discursos fundadores. A narrativa de Machado de Assis. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu em Literatura. A prosa realista-naturalista. somados a informações sobre os processos de constituição da literatura como sistema. . do ponto de 173 .Refletir sobre a questão fundacional na literatura brasileira. discutindo a obra de autores determinantes desse período Ocupa-se.

2. A “invenção da nação Brasil” 5.2. O Barroco no Brasil 3. artístico e filosófico. Desenvolver atitude compreensiva e crítica em relação à produção do romance no Brasil do século XIX CONTEÚDOS Unidade 1 . Conceito tradicional e visão moderna 1.1. Poemas religiosos Unidade 4 .O SÉCULO XVIII 4.O BRASIL NO SÉCULO XVI 2. Literatura dos viajantes 2. Panorama ideológico e político da Europa e do Brasil no Século XVIII 4. O Romantismo no Brasil 174 .1. A linguagem barroca.2. Compreender o novo gosto literário articulado às contingências históricas e culturais brasileiras.vista histórico.1.2. Literatura catequista Unidade 3 .2. A obra e a época de Gregório de Mattos Guerra 3. Alguns exemplos Unidade 2 . 3.2.4.2.1.1. Articular a eclosão do Romantismo no Brasil à “invenção da nação brasileira” Desenvolver atitude compreensiva e crítica em relação ao desenvolvimento estético da poesia brasileira.2. A Arcádia Mineira Unidade 5 – A emergência da modernidade e a eclosão do Romantismo no Brasil 5.A PERIODIZAÇÃO LITERÁRIA 1. Poemas satíricos 3.1.O BRASIL NO SÉCULO XVII 3.

1 A poética do palimpsesto. atividades animadas de aplicação do conhecimento. Na sala de aula virtual. leitura de textos pertinentes ao assunto.1 Articulações histórico-sociais 7.2 Confronto entre as três gerações 7.AS TRÊS GERACÕES DE POETAS ROMÂNTICOS 7. A emergência de uma nova estética Unidade 9 . A estética do Parnasianismo 9.PARNASIANISMO E SIMBOLISMO 9. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.2.4 Álvares de Azevedo 7. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.A REACÃO ANTI-ROMÂNTICA 8. links orientados. Fundamentação do novo gosto 8.3.Unidade 6 – O romance de José de Alencar Unidade 7 . simulados.4.2 O esgarçamento do tecido escritural romântico.1.2.A narrativa de Machado de Assis 11. em ambiente virtual de aprendizagem. hipertextos. simuladores virtuais. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. Cruz e Souza 9.5 Castro Alves Unidade 8 . A tríade Parnasiana: Olavo Bilac.1.3 A obra de Gonçalves Dias: lirismo e indianismo 7. 11. Raimundo Correa e Alberto de Oliveira 9. biblioteca virtual etc. 175 . A estética do Simbolismo 9. estudos de caso.1 O Naturalismo e o romance de tese Unidade 11 .5 O caso Augusto dos Anjos Unidade 10 – A prosa de ficção 10. quiz interativo.

Com relação ao segundo critério. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. ed. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI. 2003. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. javascript.0 (zero) a 8. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Literatura Brasileira: do quinhentismo ao romantismo.0 (zero) a 2. flash player.com.br/users/publications/9788582125786/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 176 . fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. http://estacio. 2. A. 2003 AZEVEDO. inferno: ensaios de crítica literária e ideológica. aulas online.RECURSOS Acesso à internet. São Paulo: Salamandra. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. RHEIHEIMER. Nesta disciplina. Alfredo. São Paulo: Duas Cidades. Conversa de poeta. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).ed.41. São Paulo: Cultrix. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Curitiba: Intersaberes. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. leitor de PDF. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.0 (oito).digitalpages. BOSI. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. 2012. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (seis). História concisa da literatura brasileira. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.). Álvares de et al. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. recursos HTML etc. Marione et ali. Céu.0 (dois).bv3. 1994. a qual será atribuído grau de 0.

ed. ZÉLIA THOMAZ AQUINO. BELLODI EDITORA: VOZES.bv3. ZÉLIA THOMAZ AQUINO. Alexei. 2006 CAPÍTULO: PERÍODO COLONIAL : PRIMÓRDIOS.com. s/d.BOSI. ZINA C.br/users/publications/9788508061211 CANDIDO. AUTOR: AFRÂNIO COUTINHO EDITORA : VOZES 2ª edição. Dialética da colonização. 2009. 2008. 1994. Leitura de Poesia (org. São Paulo: Companhia das Letras. 2007. 2007.NATURALISTA Páginas: de 117 até 155 (38 páginas) LIVRO: ANTOLOGIA COMENTADA DA LITERATURA BRASILEIRA 177 . Na sala de aula: caderno de análise literária. ZÉLIA THOMAZ AQUINO. 2006 CAPÍTULO: PERÍODO ROMÂNTICO Páginas: 49 até 112 (63 páginas) LIVRO: ANTOLOGIA COMENTADA DA LITERATURA BRASILEIRA AUTORES: MAGALY TRINDADE GONÇALVES. ZINA C.). http://estacio. 3.bv3. Uma história da poesia brasileira. Formação da Literatura Brasileira.digitalpages.digitalpages. A.br/users/publications/9788508061211/pages/5 BUENO. AUTORES: MAGALY TRINDADE GONÇALVES. CANDIDO. BARROCO. São Paulo: Ática. ARCADISMO E PRÉROMANTISMO Páginas: de 23 a 47 (25 páginas) LIVRO: ANTOLOGIA COMENTADA DA LITERATURA BRASILEIRA AUTORES: MAGALY TRINDADE GONÇALVES. São Paulo: Ática.com. Antônio. 2006 CAPÍTULO: PERÍODO REALISTA . CAPÍTULO: CONCEITO DE LITERATURA BRASILEIRA. ZINA C. http://estacio.digitalpages. Páginas: de 13 a 35 (23 páginas) LIVRO: ANTOLOGIA COMENTADA DA LITERATURA BRASILEIRA. Alfredo. Rio de Janeiro: G. BELLODI EDITORA: VOZES. São Paulo: Livraria Martins.ed.br/users/publications/9788508012725/pages/3 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO: CONCEITO DE LITERATURA BRASILEIRA. http://estacio. BELLODI EDITORA: VOZES. A. BOSI.Ermakioff Casa Editorial.bv3.com. 3.

. ZÉLIA THOMAZ AQUINO. Conceitos de morfologia e seus aspectos componentes. 2006 CAPÍTULO: PERÍODO PARNASIANISTA páginas: 179 até 193 (15 páginas) LIVRO: ANTOLOGIA COMENTADA DA LITERATURA BRASILEIRA AUTORES: MAGALY TRINDADE GONÇALVES.Conhecer as características das classes de palavras e os processos de formação do léxico da língua. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 178 .Conhecer os aspectos gerais da morfologia da Língua Portuguesa.AUTORES: MAGALY TRINDADE GONÇALVES. BELLODI EDITORA: VOZES. OBJETIVO GERAL . . com mestrado ou doutorado na área de Letras. recursos e conceitos. enfocando a importância dos estudos morfológicos na descrição da língua. 2006 CAPÍTULO: PERÍODO SIMBOLISTA Páginas: 210 até 218 (9 páginas) Disciplina: MORFOLOGIA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras. Processos formais de formação do léxico. EMENTA Gramática: história. ZINA C. ZINA C. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina tem o caráter de proporcionar ao aluno oportunidades de aprofundar conhecimento acerca da constituição formal dos vocábulos em português.Compreender o conceito e a importância dos estudos gramaticais da Língua Portuguesa. bem como levá-lo a focalizar a determinação da função dos estudos morfológicos para a gramática e suas distintas modalidades de aplicação. estudos da língua. Classes de palavras e categorias gramaticais. ZÉLIA THOMAZ AQUINO. BELLODI EDITORA: VOZES.

Distinguir e relacionar a presença de variados processos de formação de palavras. CONTEÚDOS Gramática e seus recursos: história. . abreviação. reconhecendo-os na aplicabilidade e na estruturação da língua. bem como distinguir na análise linguística os conceitos de norma e variação. biblioteca virtual etc. reduplicação). . sigla. javascript.Identificar a importância dos estudos gramaticais para a descrição da língua. atividades animadas de aplicação do conhecimento.Relacionar as diferentes classes de palavras. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. onomatopéia. morfema zero. links orientados.Processos de formação de palavras e suas funções (neologismos. . prefixação. alomorfia. leitor de PDF. tradição. . Nesta disciplina. a dupla articulação da linguagem. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. demonstrando conhecimento da constituição e utilização das mesmas na língua. desinências. sufixação. . simuladores virtuais. gênero. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.Características das classes de palavras: flexão verbal e nominal. concepção de linguagem. leitura de textos pertinentes ao assunto. estrutura e formação das palavras: principais constituintes do vocábulo formal. hipertextos. ensino e conceitos (norma. Na sala de aula virtual. variação). em ambiente virtual de aprendizagem. morfe.Conceituação de morfologia na NGB: morfema (lexical e gramatical). nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. . o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. simulados. RECURSOS Acesso à internet. quiz interativo. bem como pelo seu desempenho nas 179 . estudos de caso. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. derivação. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. recursos HTML etc. empréstimos linguísticos. .Classe de palavras.).Distinguir os conceitos relativos aos estudos morfológicos. flash player.

0 (zero) a 2. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. http://estacio.bv3. KEHDI.br/users/publications/857244145X BASILIO. Editora Parma.0 (oito). 2012. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.M. Prática de Morfossintaxe. Claudio Cezar. ed. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Morfologia. aulas online.0 (zero) a 8.digitalpages.ed. São Paulo. Rio de Janeiro: Impetus. Formação e classes de palavras do português brasileiro.digitalpages.avaliações presenciais (AV e AVS). classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). Ignez. http://estacio. São Paulo: Manole. São Paulo: Contexto. de acordo com o calendário acadêmico institucional.digitalpages.0 (seis).digitalpages. São Paulo: Ática.com. Flávia de Barros. 2011. Estrutura da Língua Portuguesa. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. Rio de Janeiro.br/users/publications/9788572442718 CARONE. 2000. Com relação ao segundo critério.com. http://estacio. Teoria lexical.bv3. 2011. Petrópolis. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. J. 2007. Maria Carlota. Valter. São Paulo: Contexto.com. Margarida. a qual será atribuído grau de 0. 2010. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. Margarida. 7. 2005. JÚNIOR.bv3. 4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASILIO.0 (dois). Morfossintaxe. 37ª edição. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Editora Vozes.bv3. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. 1982. 180 .com. Estrutura Da Língua Portuguesa.br/users/publications/9788520431108 ROSA. 9ª edição. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Introdução à Morfologia.br/users/publications/9788508108701 HENRIQUES. CAMARA Jr. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SAUTCHUK. Joaquim Mattoso Câmara. Formação de palavras em português. Rj: Vozes. 2004. http://estacio. São Paulo: Ática.

2007.8 páginas.3 páginas 181 . 2010 CAPÍTULO 1: POR QUE FORMAÇÃO DE PALAVRAS ? . PALAVRA E MORFEMA .6 páginas.INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO: ENSINO DE GRAMÁTICA . 8ª edição. LIVRO: MORFOLOGIA AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA: CAMPUS / ELSEVIER. 2ª edição.3 páginas. VARIAÇÃO E NORMAS (DINAH CALLOU) .) EDITORA CONTEXTO. CAPÍTULO: GRAMÁTICA. CAPÍTULO 8: PROCESSOS ESPECIAIS . CAPÍTULO 7: COMPOSIÇÃO E DERIVAÇÃO . AUTORAS: SILVIA RODRIGUES VIEIRA E SILVIA FIGUEIREDO BRANDÃO (orgs. CAPÍTULO 2: SINTAGMA. 2007.6 páginas.6 páginas.7 páginas. CAPÍTULO: CLASSES DE PALAVRAS (MARIA DA APARECIDA DE PINILLA) .9 páginas. CAPÍTULO 8: DERIVAÇÃO IMPRÓPRIA . LIVRO: TEORIA LEXICAL AUTOR: MARGARIDA BASILIO EDITORA: ÁTICA.5 páginas.8 páginas.4 páginas CAPÍTULO 3: FORMAÇÃO DE PALAVRAS: AS VÁRIAS ABORDAGENS .descrição e uso. CAPÍTULO 3: ESTRUTURA DOS VVOCÁBULOS .6 páginas CAPÍTULO 2: A PALAVRA E SUA ESTRUTURA .3 páginas CAPÍTULO 2: PROCESSOS NEOLÓGICOS NO PORTUGUÊS CONTEMPORÂNEO . CAPÍTULO 9: PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS E SUAS FUNÇÕES . 3ª edição. CAPÍTULO 1: NEOLOGIA E NEOLOGISMO . 2009. LIVRO: NEOLOGISMO CRIAÇÃO LEXICAL AUTOR: IEDA MARIA ALVES EDITORA: ÁTICA.5 páginas CAPÍTULO 6: OUTROS PROCESSOS DE FORMAÇÃO .

O significado de uma Lei de Diretrizes e Bases na educação nacional e as reformas educacionais.11 páginas CAPÍTULO 9: SENTIMENTO DE NEOLOGIA . .3 páginas. O sentido do sistema educacional brasileiro. propondo soluções para os problemas e transformando a realidade. 4ª ed. A política educacional brasileira nos anos 80 e 90. sociedade.CAPÍTULO 8: NEOLOGISMOS POR EMPRÉSTIMO . Mestrado e/ou Doutorado em Educação com linha de pesquisa na área de políticas públicas em educação. Evolução Histórica da política Educacional nas Constituições. O Estado e sua caracterização. DA EDUCAÇÃO BÁSICA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Licenciatura em Pedagogia ou História. E reconhecer a organização e a estrutura da educação nacional na legislação vigente.11 páginas. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina de Políticas Públicas e Organização da Educação Básica tem como finalidade possibilitar a compreensão acerca das políticas que envolvem a educação na atualidade a fim de permitir que o futuro professor possa analisar as conjunturas e as condições de fato.. LIVRO: A NOVA ORTOGRAFIA AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA: CAMPUS ELSEVIER. economia e cultura. Disciplina: POLÍTICAS PÚBLICAS E ORG. 2009 CAPÍTULOS: ESTUDO GRAMATICAL DO VERBO (NOÇÕES GERAIS E FLEXÕES VERBAIS) 14 páginas. 17ª ed. CAPÍTULO 5 : EMPREGO DO HÍFEN . EMENTA      182 Relação entre educação. ÁTICA.. 2009. LIVRO: CONJUGAÇÃO DOS VERBOS EM PORTUGUÊS AUTOR: MARIA APARECIDA RYAN EDITORA.

destacando os avanços e os problemas. OBJETIVO GERAL Ao final da disciplina. OBJETIVOS ESPECÍFICOS               Compreender a relação entre Estado. Reconhecer a organização e a estrutura da educação nacional. Educação na atualidade. O contexto internacional da educação. Compreender que os textos legais refletem a organização da sociedade brasileira Analisar as políticas educacionais a partir do contexto histórico em que se inserem Compreender que a primeira LDB foi o resultado dos embates entre setores antagônicos da sociedade brasileira Identificar e caracterizar as duas fases da elaboração da lei de diretrizes e bases Analisar o contexto histórico em que se desenrolam os debates para a construção da lei de diretrizes e bases Apontar os objetivos do governo militar para as reformas na educação Identificar os objetivos da reforma educacional introduzida pela lei 5692 Reconhecer os interesses presentes na reforma do ensino superior expressa na lei 5540. O Estatuto da Criança e do Adolescente: a importância para a educação. A LDB 9394/96: o processo de elaboração e suas características. Organização e Estrutura da Educação Brasileira. Compreender que a promulgação de uma lei é resultado do embate de diferentes forças. para a definição de políticas públicas. Identificar as tensões e interesses nacionais e internacionais envolvidos no debate constituinte. de acordo com a legislação vigente. e que vai se expressar também no campo educacional. Analisar as principais questões estabelecidas para a educação. Identificar a organização do ensino no país: a estrutura da educação básica 183 . Identificar as relações entre a organização da educação básica e as constituições nacionais. o aluno/a deverá ser capaz de: · Compreender a evolução histórica da legislação educacional brasileira · Concluir que a legislação educacional reflete um determinado momento histórico · Identificar as conquistas e os retrocessos presentes na legislação educacional · Analisar as condições da educação brasileira nos dias atuais a partir da legislação educacional .       A Constituição de 1988 e os movimentos sociais e sindicais. educação e sociedade. O Plano Nacional de Educação.

FUNDEF e FUNDEB 4. Estado 1. A educação e o Estatuto da Criança e do Adolescente 4. Reconhecer o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como um avanço no plano legal. O século XXI: o Plano de Desenvolvimento da Educação PROCEDIMENTOS DE ENSINO 184 . A elaboração da segunda LDB 4.2. Financiamento da Educação e suas vertentes .o neoliberalismo e suas implicações na Educação no cenário internacional e brasileiro 4. As Reformas educacionais a partir dos anos de 1990 4. A trajetória da Legislação Educacional no Brasil 2.3. Conceitos Iniciais 1.3. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBN 9394/96. A elaboração da Carta Constitucional de 1988 3. A construção do Plano Nacional de Educação 4. A transição democrática 3. Analisar o processo histórico de construção da lei 9394.4. Sociedade 1.3.1. Identificar o Estatuto da Criança e do Adolescente como conseqüência dos debates sociais iniciados durante a elaboração da Constituição.7. A primeira LDB DE 1961 2.2. bem como em que aspectos deixou de avançar rumo a uma educação de qualidade para a sociedade. Organização e Estrutura da Educação Nacional. oportunidades e desafios introduzidos pela lei 9394.2. A educação nos textos constitucionais 2.     brasileira. A política educacional dos anos 90 .6. 4. Identificar os avanços. CONTEÚDOS 1. As reformas educacioanis da Ditadura Militar 1.1. 4.5.1.1. entendendo as crianças e os adolescentes como cidadãos.Emenda 14. Educação 1. Identificar a importância do professor no processo de formação e do exercício da cidadania.2.

185 . a metodologia de entrega de conteúdo contempla.0 (seis). simuladores virtuais. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. aulas online. Na sala de aula virtual. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. javascript.). tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. de acordo com o calendário acadêmico institucional. simulados. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.C. Podem ser usados Filmes / Documentários PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Educação Escolar:Políticas.2003. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).J.Estrutura e Organização. recursos HTML etc.0 (zero) a 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIBÂNEO. links orientados. leitor de PDF. Nesta disciplina. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. S. de. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. leitura de textos pertinentes ao assunto.0 (oito). M. Com relação ao segundo critério. em ambiente virtual de aprendizagem. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. F. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). a qual será atribuído grau de 0. RECURSOS Acesso à internet. atividades animadas de aplicação do conhecimento. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. flash player. biblioteca virtual etc. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.OLIVEIRA. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.0 (zero) a 8. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.São Paulo: Cortez.0 (dois). caso não os tenha já instalados. TOSCHI. quiz interativo.J .Aulas interativas. hipertextos. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. estudos de caso.

D. LIBÂNEO.HADDAD.J.digitalpages.com.com. Gestão Escolar: democracia e qualidade do ensino.Legislação Educacional Federal Básica. http://estacio. Gestão Democrática da escola: artes e ofícios da participação coletiva.WARDE. 2004. OUTRAS INFORMAÇÕES É de suma importância a leitura e análise do inteiro teor das seguintes legislações: 186 . OLIVEIRA.bv3. Maria Célia. São Paulo: Ática.C. Banco Mundial e as Políticas Educacionais. http://estacio.P. A Nova Lei da Educação:trajetória. Dinair Leal da. Eneida. Política Educacional. 3ª Parte do livro: Capítulos I.2003.São Paulo: Papirus. Olinda.M.III. 2.N. 2ª Parte do livro: Capítulos I. 2007.digitalpages.2000.A Nova LDB:ranços e avanços.São Paulo:Autores Associados. 2011. MORAES.Estrutura e Organização. DE TOMMASI. Márcia Cristina de.São Paulo: Cortez.br/users/publications/9788508108688/pages/7 HORA. 2000.com. RJ: DP&A.J.II.L.br/users/publications/8530804481 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIES. São Paulo:Cortez.SAVIANI.bv3.TOSCHI.Educação Escolar:Políticas.II. EVANGELISTA. Caminhos para a gestão compartilhada da educação escolar.OLIVEIRA. 1ª Parte do livro: Capítulo II.V e VI.2004.digitalpages. http://estacio.bv3.bv3.F. http://estacio. 2002 DEMO.2003. São Paulo:Cortez. limites e perspectivas.S. ed.com.br/users/publications/853080287X/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO 0.III e IV.de. Campinas: Papirus.J. SHIROMA. Curitiba: IBPEX.br/users/publications/9788578388164/pages/5 PARO. Vitor Henrique.digitalpages.M.S.

de 20 de dezembro de 1996. Ao propor a existência de uma base biológica para a aquisição de uma língua. Estudar os pressupostos teóricos básicos dessas correntes é fundamental ao aluno do curso de Letras. Assim como o Estruturalismo. Chomsky apresenta um modelo teórico que vai contra a ideia de que as línguas devem ser interpretadas como um comportamento socialmente condicionado. uma vez apresentada a visão funcionalista.BRASIL. 1. Também se conscientizará de que um professor.1996. com mestrado ou doutorado. a Teoria Gerativa concebe a língua como uma estrutura. brevemente. a saber: Gerativismo.Lei 10.172. nos dias de hoje. apresentam padrões de regularidade e exercem funções comunicativas específicas. Inicialmente. Por fim. na área de Linguística e experiência em ensino e pesquisa. Após entender a relação entre língua e sociedade e suas implicações. representada pelo 187 . Com a Sociolinguística. fazse necessário retomar a visão estruturalista apresentada na disciplina Linguística I. não pode mostrar-se preconceituoso em relação a determinadas variedades de uso da língua. contrapô-la à visão formal. A teoria funcionalista é importante para o reconhecimento de que certos usos.2001. deve conhecê-las para. Sociolinguística e Funcionalismo. 0. comuns entre os falantes da língua e condenados pela visão normativa. mais especificamente após a primeira avaliação da disciplina. cabe.Brasília. Ao contrário. BRASIL.Lei n° 9394. No entanto. seu foco consiste nos aspectos biológicos que envolvem a linguagem. o aluno aprenderá que variação e mudança são fenômenos inerentes às línguas do mundo. o aluno será apresentado aos pressupostos fundamentais do Funcionalismo. que tem como nome principal o linguista Noam Chomsky. corrente da Linguística. ampliar sua visão de mundo em relação aos fenômenos linguísticos. ciência que investiga os fenômenos relacionados à linguagem. o aluno verá outras duas correntes teóricas. desse modo. mostra-se importante na formação de qualquer indivíduo que se proponha a trabalhar com ensino de língua.de 09 de janeiro de 2001:Aprova o Plano Nacional de Educação 2001-2010.Diretrizes e Bases da Educação Nacional. As primeiras aulas destinam-se à apresentação do Gerativismo (ou Teoria Gerativa). Disciplina: LINGUÍSTICA II DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras. CONTEXTUALIZAÇÃO O objetivo da disciplina é proporcionar ao aluno o conhecimento acerca de três importantes modelos teóricos da ciência linguística.Brasília. Em seguida. uma vez que não é possível ignorar o quanto a Linguística.

Tipos de variação linguística: diatópica. seus objetivos e objetos de estudo. Língua: visão formalista e visão funcionalista. Behaviorismo e Gerativismo. à luz da Sociolinguística. Fenômenos linguísticos em variação. OBJETIVO GERAL : 1) Compreender a importância do Gerativismo. EMENTA Características de cada modelo linguístico: Gerativismo. Competência Pragmática e Competência Gramatical. Sociolinguística. A Faculdade da Linguagem. CONTEÚDOS Unidade I. A variação linguística. da Sociolinguística e do Funcionalismo. diastrática. Gramaticalidade e Aceitabilidade. 3) Compreender o processo de aquisição da linguagem segundo o Gerativismo. Aquisição da linguagem. no que concerne ao ensino e à pesquisa linguística. as relações entre língua e sociedade. da Sociolinguística e do Funcionalismo.1 A Faculdade da Linguagem. Gramática Universal (GU). 2) Reconhecer a importância desses três modelos teóricos na formação do aluno de Letras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : 1) Identificar os pressupostos teóricos básicos do Gerativismo. A noção de erro e o preconceito linguístico. Funcionalismo: europeu e norte-americano. Competência e desempenho. As noções de variável e de variante. a importância da investigação das circunstâncias discursivas que envolvem as estruturas linguísticas.Estruturalismo e pelo Gerativismo. de acordo com os pressupostos funcionalistas. 188 . Empirismo e Racionalismo. diacrônica. 4) Estabelecer. 5) Reconhecer. a partir da caracterização de seus pressupostos teóricos principais. GERATIVISMO 1. Princípios e Parâmetros. Fenômenos inerentes às línguas do mundo: variação e mudança linguística. Alguns princípios do funcionalismo norteamericano: gramaticalização e iconicidade. diafásica e diamésica. 2) Distinguir o modo como cada uma das correntes teóricas apresentadas na disciplina concebe a língua.

1. SOCIOLINGUÍSTICA 2. 1. 3. 2.1 As noções de variável e de variante. 2.4. 1.3 Aquisição da linguagem.3.2 Alguns princípios do funcionalismo norte-americano: iconicidade e gramaticalização.3.2 Gramática Universal (GU): princípios e parâmetros.2. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.4 Competência e desempenho.3. em ambiente virtual de aprendizagem.1 Funcionalismo: europeu e norte-americano. Na sala de aula virtual. links 189 .1 A pesquisa sociolinguística 2. 2. Unidade II. 1.1 Fenômenos inerentes às línguas do mundo: variação e mudança linguística 2. 1. diacrônica.3 Língua: visão formalista e visão funcionalista.2.3.2 A variação linguística. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.2 A noção de erro 2.2 Diferenças entre Behaviorismo e Gerativismo.1. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. diastrática. hipertextos.2 Competência Gramatical. 3. FUNCIONALISMO 3.4.3.3 Gramaticalidade e Aceitabilidade.2 Tipos de variação linguística: diatópica. 1. diafásica e diamésica.1 Competência Pragmática 1.1 Bases filosóficas: empirismo e racionalismo. Unidade III.3 Língua e sociedade 2.3 Preconceito linguístico.2.3 A variação no português brasileiro: fenômenos linguísticos em variação 2. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. leitura de textos pertinentes ao assunto.4.

os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. SECHEHAYE. de acordo com o calendário acadêmico institucional. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Curso de lingüística geral. John.). aulas online.).0 (dois). Ferdinand de. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). flash player. leitor de PDF. Rio de Janeiro: LTC. atividades animadas de aplicação do conhecimento. RECURSOS Acesso à internet. Charles. BALLY. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. 1987. a qual será atribuído grau de 0. estudos de caso. FIORIN. simuladores virtuais. v. I.0 (oito). 2004. Nesta disciplina. 190 . 26.0 (zero) a 8. biblioteca virtual etc. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).0 (zero) a 2. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.0 (seis). Linguagem e linguística: uma introdução. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. quiz interativo. javascript. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. José Luiz (org. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SAUSSURE. São Paulo: Contexto. Objetos teóricos. Albert (Org. recursos HTML etc. São Paulo: Cultrix. LYONS. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.orientados. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. simulados. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Introdução à linguística. 2002.). As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Com relação ao segundo critério. ed.

http://estacio.). educação e fonoaudiologia.MARTELOTTA. 2001.bv3.com. Argumentação e linguagem. Linguagem para formação em letras. Manual de linguística. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: Conversa de bebê No. 2009. A língua de Eulália . 2006. São Paulo: Contexto. Maria Cecília (orgs.com.digitalpages. de páginas do capítulo: 5 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana.com. Ingedore Grunfeld Villaça. http://estacio. MOLLICA.digitalpages. KOCH. Texto e gramática.digitalpages. São Paulo: Contexto.br/users/publications/9788572443869 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAGNO. Mário Eduardo T.).br/users/publications/8572442227 MOLLICA. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 191 .br/users/publications/9788572444422 NEVES. São Paulo: Cortez.bv3. Maria Helena de Moura.bv3. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: Do choro à palavra No. Maria Cecília (org.com. São Paulo: Contexto. de páginas do capítulo: 8 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana. São Paulo: Contexto. de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana. http://estacio. 2010.bv3. São Paulo: Contexto. Marcos. 2009. http://estacio.novela sociolinguística. ed.br/users/publications/9788572443319/pages/_1 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Biblioteca virtual Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana. 2000.digitalpages. Maria Cecília & BRAGA. 6. Introdução à Sociolinguística. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: Sotaques e dialetos No.

de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: Gíria No. de páginas do capítulo: 14 OUTRAS INFORMAÇÕES Material na Internet  192 Flagrante da linguagem no cérebro (Revista Ciência Hoje número ? mai/05) . Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: A varação linguística No. de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana. de páginas do capítulo: 23 Nome do livro: Linguagem e linguística: uma introdução. de páginas do capítulo: 20 Nome do livro: Linguagem e linguística: uma introdução. Nome do autor: John Lyons Editora: LTC Ano: 1987 Edição: 1a Nome do capítulo: Algumas escolas e movimentos modernos No. Nome do autor: David Crystal Editora: Saraiva Ano: 2012 Edição: 1a Nome do capítulo: As mudanças linguísticas No. de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Linguagem e linguística: uma introdução. Nome do autor: John Lyons Editora: LTC Ano: 1987 Edição: 1a Nome do capítulo: Linguagem e sociedade No. de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Pequeno tratado sobre a linguagem humana.Edição: 1a Nome do capítulo: A linguagem de sinais No. Nome do autor: John Lyons Editora: LTC Ano: 1987 Edição: 1a Nome do capítulo: A linguagem e a mente No.

htm 0. ?Por que há erros mais errados do que outros?? de Marcos Bagno Disponível em http://marcosbagno. pp.htm) 1.br/conteudo/arquivos/for_crystal.htm 2.Disponível em http://cienciahoje.br/textos.br/site2/conteudo/arquivos/liv_lingua_eulalia.br/site2/conteudo/textos.youtube. 1987.org.com. 4-5.uol. o empirismo e o funcionalismo nos estudos da linguagem? de Fabio Bonfim Duarte Disponível em http://www.com. ?O mentalismo.com.filologia.uol.htm  ?Preconceito linguístico.com.br/superarquivo/2003/conteudo_279478. ?Nada na língua é por acaso: ciência e senso comum na educação em língua materna? de Marcos Bagno Disponível em http://marcosbagno.marcosbagno.br/revista-ch/revista-ch-2005/212/flagranteda-linguagem-no-cerebro  Dentro da cabeça de Chomsky Disponível em http://super. Comentário sobre o livro A língua de Eulália (novela sociolinguística) de Marcos Bagno. O sotaque dos sinais Disponível em http://revistalingua. Cambridge University Press.com/watch?v=9rPvTBrIZSQ · Verbete "Mudança linguística" (The Cambridge Encyclopedia of Language.br/soletras/2/07. Vídeo sobre as teorias de aquisição da linguagem Disponível em http://www.com.shtml 0.asp?codigo=11431 0. Tradução: Marcos Bagno) Disponível em http://www.htm 0. variação e o papel da universidade? de Mariangela Rios de Oliveira Disponível em 193 .com.br/site2/conteudo/arquivos/art_carosamigos-nov09.com. Disponível em http://marcosbagno.abril.

br/seb/arquivos/pdf/livro01. CONTEXTUALIZAÇÃO O profissional de Letras necessita de uma formação que dê conta do estudo da Literatura como manifestação artística e como modo de dizer o mundo. Profissional comprometido com as questões teóricas e sociais que envolvem os estudos do texto literário.ufrj.com.com/watch?v=36gjCKJH2DE  Justiça guarani Disponível em http://revistalingua. Profissional atento à responsabilidade de preparar os alunos para as questões que formam a base dos estudos literários.asp?codigo=12042  Parâmetros Curriculares Nacionais Disponível em http://portal.discursoegramatica. a fim de que o futuro profissional saiba não só o conteúdo.uol.ufrj.gov.br/textos. com formação em Letras.pdf  Trecho do filme Lisbela e o Prisioneiro Disponível em http://www. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu em Literatura. mas também seja capaz de refletir sobre o 194 .youtube.mec.pdf Disciplina: TEORIA DA LITERATURA I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO TEORIA DA LITERATURA I PERFIL DO DOCENTE Docente graduado.br/cadernosdeletrasuff/36/artigo6.pdf  Corpus do Projeto NURC-RJ (Projeto da Norma Urbana Oral Culta do Rio de Janeiro) Disponível em http://www. evidenciando as características que o diferenciam de outros textos.br/download/natal.http://www.letras. É neste sentido que a disciplina de Teoria da Literatura o guiará.letras.uff.br/nurc-rj/  Corpus do Projeto Discurso e Gramática (núcleo Natal) Disponível em http://www. Também atento ao desvendamento das questões epistemológicas pertinentes aos estudos literários.

Gêneros Literários 2.Teoria da Literatura 1. OBJETIVO GERAL Estabelecer uma ponte entre o conhecimento de mundo do aluno e a Literatura. 2.1 Modos de dizer e de ler. lírico e dramático.1 Introdução à noção do texto literário. O aluno de Letras precisa estar aguçado e provocado para se familiarizar com o discurso literário.mesmo em suas relações com a cultura e o cotidiano. 1.3 Problematização dos gêneros.2 As visões clássica. 195 .Estudos de poesia e narrativa 3. 1. Identificar os diferentes gêneros literários e suas implicações na representação da realidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver o entendimento da Literatura. Convenções de leitura poética. A problematização dos gêneros e da arte. Unidade III . 1. políticos e culturais. moderna e contemporânea.2 Algumas definições de Literatura.1 Constituição dos gêneros literários: épico. romântica. 2. Reconhecer os elementos estruturais da narrativa. Unidade II . Compreender os principais conceitos da teoria da Literatura.3 Introdução à(s) Teoria(s) da Literatura. sua inserção no fazer artístico humano e sua relevância na história da humanidade.2.4 Interdisciplinaridade e intertextualidade. sociais. Atento a valores morais. EMENTA A Literatura em questão: introdução aos conceitos de teoria e crítica literárias. 3. CONTEÚDOS Unidade I .

atividades animadas de aplicação do conhecimento. quiz interativo.4 Atos e fatos narrativos. RECURSOS Acesso à internet.0 (zero) a 2.0 (dois).0 (oito). sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Com relação ao segundo critério. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.0 (zero) a 8. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. estudos de caso. leitor de PDF.0 (seis). classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). a metodologia de entrega de conteúdo contempla. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. simulados. javascript. Nesta disciplina.3 Introdução à narratologia. flash player. hipertextos. a qual será atribuído grau de 0. de acordo com o calendário acadêmico institucional. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. links orientados. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. 196 . com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. leitura de textos pertinentes ao assunto. Na sala de aula virtual. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.3. 3. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). biblioteca virtual etc. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. aulas online. em ambiente virtual de aprendizagem. simuladores virtuais. recursos HTML etc.).

Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 2009.Estudos de poesia e narrativa Sugestão de material para esta unidade encontram-se no item "Outras informações" 197 . 2007. 7ª ed. EAGLETON.Teoria da Literatura 1. Curitiba: IBPEX. Salvatore. 2007. Roberto Acízelo Quelha de. SOUZA.br/users/publications/9788508107629 ZILBERMAN.com. São Paulo: Ática.bv3. Livro: PROENÇA FILHO. Laura da Silveira. SP.com. ed. 61 páginas Unidade III . conto. http://estacio.digitalpages. Estética da Recepção e história da Literatura. ed. 8. Teoria da Literatura: uma introdução. 3. 2007. Teoria da Literatura. A.bv3. 8. Gêneros Literários.bv3. São Paulo: Ática. SP: Editora Ática. 2 e 4. http://estacio. Antônio. ed. Teoria da literatura. SOARES. São Paulo: Peixoto Neto. Editora Ática: São Paulo. São Paulo: Ática. Rei Édipo.digitalpages. Regina. novela. ed. 2007. Queiroz. 4.br/users/publications/9788508110773 CANDIDO. 2004 D'ONOFRIO.BIBLIOGRAFIA BÁSICA PROENÇA FILHO. trama.br/users/publications/9788578387716/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SÓFOCLES. Domício. São Paulo: Ática. 7.br/users/publications/9788508033225 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Unidade I . Livro: SOARES. São Paulo. A Linguagem Literária. fábula. Trad. 2011. 2004. A Linguagem Literária.digitalpages. http://estacio.com. 19 páginas. Capítulos 2 e 3.digitalpages. Capítulos 1. 2002. São Paulo: Ática. 7. 2007. 7ª ed. crônica.bv3.Unidade II . ed. romance.Gêneros Literários 1. 2001. São Paulo: T. Angélica. Waltensir Dutra. Gêneros Literários. São Paulo: Martins Fontes. PAULA.com. Terry. Forma e sentido do texto literário: mito. Domício. épica. http://estacio. Angélica.

A seguir. das poéticas clássicas ao anti-classicismo romântico. especialmente as relações e divergências entre as perspectivas teóricas e seus desdobramentos nos modos de ser da crítica literária. para compreensão de seus conceitos fundamentais.Disciplina: TEORIA DA LITERATURA II DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO TEORIA DA LITERATURA II (ONLINE (EAD)) PERFIL DO DOCENTE Docente graduado em Letras. Afrânio Coutinho e a Nova Crítica. A Sociologia da Literatura. crítica naturalista. Pata tanto. enfatizando seus conceitos fundamentais. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina Teoria da Literatura II aborda inicialmente um panorama das poéticas classicas e suas repercussões até a emergência do anti-classicismo romântico. estimula-se a leitura de textos de crítica e historiografia literária Brasileiras. OBJETIVO GERAL Apresentar o percurso das reflexões acerca da Literatura. Profissional comprometido com a discussão conceitual pertinente aos estudos literários. propõe a discussão acerca dos modos de ser da crítica no século XIX. crítica impressionista. Analisar os pressupostos e formas de atuação da crítica literária no século XIX : crítica naturalista. biografismo e impressionismo crítico. Além disso. Formalismo Russo e |Nova Crítica: conceitos fundamentais. Estabelecer um mapeamento contrastivo das correntes teóricas desenvolvidas na primeira metade do século XX. com pós-graduação stricto sensu em Literatura.e a análise extrínseca desenvolvida pela chamada Sociologia da Literatura. para contrastar tais perspectivas com os pressupostos das correntes teóricas surgidas na primeira metade do século XX. Crítica e Sociedade no Brasil. EMENTA As 'poéticas clássicas e o anti-classicismo romântico.Formalismo Russo e Nova Crítica . 198 . Enfatiza-se o contraponto entre correntes teóricas que privilegiam a análise intrínseca do objeto literário . Panorama dos estudos literários no século XIX: crítica biográfica. propõe-se a leitura de textos fundadores dessas correntes teóricas. tendo em vista a detecção dos pressupostos teóricos subjacentes às análises desenvolvidas e a reflexão acerca das transposições conceituais neles configuradas.

simulados.1 As poéticas clássicas 1. O Formalismo Russo 2. Crítica cultural: a Escola de Frankfurt 3. em ambiente virtual de aprendizagem. Estudos literários no século XIX Unidade II .1. 2..As primeiras teorias 2. quiz interativo. Depreender os pressupostos teóricos subjacentes às diferentes abordagens da crítica e da historiografia literária no Brasil. Fortalecer princípios metodológicos de análise de texto. Na sala de aula virtual. Crítica e Sociedade no Brasil. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.1 Método e pressupostos 2.2.1. links orientados.1 Conceitos fundamentais 2. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.2 O método formal 2. atividades animadas de aplicação do conhecimento.2 Afrânio Coutinho e a Nova Crítica Unidade III Crítica Literária e Sociedade 3. biblioteca virtual etc.3.2 A poética romântica 1.1 . A teoria da Literatura de Lukacs 3. simuladores virtuais.2. A Nova Crítica 2. CONTEÚDOS Unidade I – Antecedentes 1. RECURSOS Acesso à internet.1 .2. estudos de caso.OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1.3 . PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.2. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. leitura de textos pertinentes ao assunto. hipertextos. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual 199 .

Rio de Janeiro.digitalpages. Luiz.br/users/publications/9788508107629 PROPP. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).Teoria da Literatura em suas fontes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA LIMA. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.0 (oito). os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.). MATOS. Vladimir I. Forense Universitária. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. luzes e sombras do iluminismo. Nesta disciplina.0 (seis).(como players. javascript.0 (zero) a 2. http://estacio. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (dois). Teoria da Literatura. Trad. A Escola de Frankfurt.com.São Paulo: Moderna. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Olgária C. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). aulas online. a qual será atribuído grau de 0. e prefácio de Boris Schaiderman. Com relação ao segundo critério.bv3. 200 . flash player. Org. leitor de PDF. Jasna Paravich Sarhan.F. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.0 (zero) a 8. 1984. recursos HTML etc. 2002. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. Roberto Acízelo de. Morfologia do conto maravilhoso. SOUZA. São Paulo: Ática. 1995. 2000.

CANDIDO. A.18 páginas. Regina.com. v. pp.COSTA LIMA. http://estacio. A análise sociológica da literatura. In: Teoria da Literatura. São Paulo: Ática. pp. .bv3. Antônio. 5-23 e . 549. A Escola de Frankfurt.digitalpages.pp. 33 a 51.bv3.F.bv3. 2007. São Paulo: T. LUiz. G.Teoria da Literatura em suas fontes.br/users/publications/9788508103133 ZILBERMAN. 32-45 – 14 páginas 3. Neide. http://estacio. São Paulo: ed.30 páginas 2. pp. PP. Estética da Recepção e história da Literatura. COSTA LIMA. 2009. São Paulo: Ática.14 páginas Capítulo 6: Indústria cultural versus imaginação. 69-72 . Capítulo 1 : O que é a Escola de Frankfurt. A semana de Arte Moderna.com.pp.4 páginas 4. Salvatore. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2000. D´ONOFRIO. 2. REZENDE.br/users/publications/9788508033225 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO 1. Capítulo 17: COHEN. 659-689 .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR D´ONOFRIO. Forma e sentido do texto literário.pp. 2007. São Paulo: Ática. 8. ed. Olgária C. MATOS. Salvatore. luzes e sombras do iluminismo. 54-68 . http://estacio.br/users/publications/9788508110773 LUKÁCS. Keith.com. Total: 129 páginas 201 .34 páginas Capítulo 21. São Paulo: Ática.19 páginas. In: Forma e sentido do texto literário. Roberto Acízelo de.digitalpages. Ática. 1995.SOUZA.digitalpages. Teoria do romance. Luiz. 34. Queiroz.583 . 2006. 2000.São Paulo: Moderna. Modalidades de análise. A constituição da Teoria da Literatura. 2002. São Paulo. 2002. Capítulo 5: A teoria crítica hoje. O New Criticism nos Estados Unidos. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária.

com mestrado ou doutorado em Língua Portuguesa ou Linguística. mas fornecer ao futuro professor uma orientação coerente e segura no trato com a língua portuguesa. Analisar a estrutura do período simples segundo abordagens prescritivas e descritivas. Reconhecer o argumento externo e interno. oração e período.Disciplina: SINTAXE DO PORTUGUÊS I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docentes com formação em Letras. Estrutura de constituintes. Abordagem tradicional: termos das orações (essenciais. oração. uma etapa de construção do conhecimento teórico e científico das estruturas sintáticas existentes na Língua Portuguesa. CONTEÚDOS 202 . EMENTA Sintaxe do português contemporâneo. período. A intenção não é apresentar um modelo teórico de análise. Desenvolver a capacidade de reflexão e crítica sobre os fenômenos lingüísticos a partir do confronto da Gramática Tradicional com diferentes abordagens linguísticas. Sintaxe de concordância (nominal e verbal) e de regência (nominal e verbal). no Curso de Letras. etc. Confrontar aspectos da concordância e da regência do português falado com a norma culta. Frase. buscando rumos e apresentando soluções de análise que contribuirão para um melhor desempenho do professor de língua materna na sala de aula. análise e produção de textos. Demonstrar espírito investigativo e científico. OBJETIVO GERAL Aprofundar conhecimentos sobre a estrutura sintática do período simples em Língua Portuguesa. fornecer uma abordagem da estrutura e funcionamento da língua que possa ser útil ao professor de português na tarefa de desmontar frases. importantes objetivos do ensino de língua. Conhecer a relação entre predicados e argumentos. Abordagens lingüísticas. definir funções. identificar relações do enunciador com o contexto pragmático. Objetiva fazer um reexame crítico do modelo tradicional de análise. Projetar as categorias lexicais em constituintes hierarquicamente estruturados (os sintagmas). estimulando os alunos à pesquisa e a construção de um olhar crítico e reflexivo dos fenômenos linguísticos. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina Sintaxe I representa. A pontuação e o sentido. A aquisição desses conhecimentos ajuda na tarefa de leitura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer frase. Análise sintática da estruturação do período simples. Ou seja. descrever os meios de interligar frases no texto. integrantes e acessórios).

2.5 Verbos instrumentais 2.3 Tipos de predicados 2.5 Adjunto adverbial 2.2.2.1 O nome como núcleo funcional 1.1.1.6 Os predicativos: 2.2 O predicativo do objeto 2.2.2.1.1 O objeto direto preposicionado 2.2. Sintagma básico e sintagma derivativo 1. grupos de estudo. sintagma adjetival.8 O adjunto adnominal 2. seminários. Os tipos de sintagmas: sintagma nominal.3. Os complementos verbais e nominais 2.1 O predicativo do sujeito 2. pesquisas orientadas pelo professor.3 O complemento relativo 2.2 O objeto indireto 2.7 O complemento nominal 2. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas expositivas dialogadas.1.1.6. exibição de vídeos.9 O aposto 2.2. O Sintagma Nominal 1.1.1.2.2. A noção de sintagma 1.1.1.1 O objeto direto 2.1. O predicado 2.1.6. oração e período 1.3.2.2.1 Crítica à classificação de sujeito 2. Tipos de sujeito 2.2 Concordância verbal 3. 1.1.2.1 Concordância nominal 3.2. sintagma adverbial.2.5 A pontuação e o sentido.1. O conceito de frase.2. Termos essenciais da oração: sujeito e predicado 2.3. sintagma verbal. A estrutura sintagmática do português 1.2.2. Unidade II -Os termos da oração 2. sintagma preposicionado. Processos de ampliação do sintagma nominal l.2 Os modificadores 1. RECURSOS 203 .2.3.1 O objeto indireto pleonástico 2.3 Regência nominal 3.1.2 O objeto direto pleonástico 2.1.A hierarquia gramatical 1.10 O vocativo Unidade III 3.4 Regência verbal 3.2.4 Construções sintáticas e papeis semânticos: a correspondência.1.2.2.Unidade I .2.2.4 Agente da passiva 2.4 Verbos predicadores 2. discussão de textos.

em ambiente virtual de aprendizagem. BECHARA. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).0 (seis). além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Nesta disciplina. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.bv3. José Carlos. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar.0 (oito). o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Silvia Rodrigues.br/users/publications/9788572443470 204 . simulados. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.0 (dois). Cláudio Cezar. atividades animadas de aplicação do conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEREDO. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (zero) a 8. Silvia Rodrigues (Orgs. Moderna gramática portuguesa. links orientados. 2009. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. 2002. Ensino de gramática: descrição e uso. aulas online. 37ª ed. rev. Na sala de aula virtual.digitalpages. 2001. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. http://estacio. 2010. biblioteca virtual etc.). Com relação ao segundo critério.com. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.0 (zero) a 2. hipertextos.Aulas interativas. leitura de textos pertinentes ao assunto. a qual será atribuído grau de 0. Rio de Janeiro: Lucerna. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. VIEIRA. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. simuladores virtuais. Evanildo. Rio de Janeiro: Elsevier. e ampl. Fundamentos da gramática do português. estudos de caso. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. HENRIQUES. BRANDÃO. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. quiz interativo. São Paulo: Contexto.

Deverá conhecer o ambiente escolar.digitalpages. Cesar Ferrarezi. São Paulo: Ática.br/users/publications/9788508012732 PERINI. 11ª ed.com.br/users/publications/9788572447171 KURY. http://estacio.402) No. SAUTCHUK. 2013. Inêz. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina Estágio Supervisionado de Ensino Português I torna-se fundamental no Curso de Letras. a fim de oferecer ao graduando uma visão real do ensino brasileiro e subsídios para nele atuar com profissionalismo e espírito crítico.com. Mario A. 2012. Perfil: Deve possuir competências didático-pedagógicas. São Paulo: Contexto.bv3. 1999. Nome do capítulo: Sintaxe (Seções 294.digitalpages.br/users/publications/9788572447812 JUNIOR. Nesta disciplina serão propostas discussões acerca do trabalho do professor de Língua 205 . 2007. SP: Manole.bv3. mestrado ou doutorado. Célia Moraes de. conhecimento de técnicas metodológicas. assim como o conteúdo de Língua Portuguesa e Literaturas e a estrutura do relatório de estágio. Para uma nova gramática do português. São Paulo: Contexto.digitalpages. http://estacio. preferencialmente. Fundamentos sintáticos do português brasileiro. bem como habilidade específica para lidar com as dificuldades inerentes à carga horária exigida do aluno que trabalha. http://estacio. INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro: Fundamentos da Gramática do Português Nome do autor: José Carlos Azeredo Editora: Jorge Zahar Ano: 2002 Edição: 2ª.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTILHO. de páginas do capítulo: 121 PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. Barueri. quase sempre em horário integral. a legislação específica e diretrizes estabelecidas para a prática do estágio supervisionado. DE PORTUGUÊS I DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Titulação: Graduação em Pedagogia e/ou em Letras com pós-graduação. Novas lições de Análise Sintática. 9ª ed.com.bv3. Adriano da Gama. São Paulo: Ática. Sintaxe para a Educação Básica. Prática de morfossintaxe: como e por que aprender análise (morfo) sintática. 2004.

Portuguesa em turmas do Ensino Médio e. Discutir as práticas pedagógicas utilizadas. Unidade II . Interdisciplinaridade como condição de integração do saber pedagógico. Reconhecer as dimensões ética. Relacionar objetivos. 1. 1. EMENTA O exercício da prática pedagógica para o desenvolvimento da autonomia necessária ao magistério. Identificar o papel da avaliação e da pesquisa no processo de formação do professor. Projeto Político Pedagógico da Escola. conteúdo e método no processo de ensino-aprendizagem. OBJETIVO GERAL Exercitar a prática pedagógica do futuro professor. conteúdo e método no processo ensino-aprendizagem. por isso.1 Ensino Fundamental : aspectos legais. Análise do programa de ensino de língua no nível médio. Objetivos. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Conhecer a interdisciplinaridade como condição de integração do saber pedagógico. 1.1 O Projeto e a Lei. CONTEÚDOS Unidade I . A importância da participação da equipe na construção do Projeto Político-pedagógico. como fator de desenvolvimento da autonomia necessária ao magistério. Estabelecer a importância da participação da equipe escolar na construção do Projeto políticopedagógico da escola. deverão ser realizadas em colégios que ofereçam tais turmas.2 Elaboração do projeto: etapas e integração. Relacionar competência e utopia na prática docente e no projeto profissional do professor. técnica e política das competências e habilidades envolvidas na prática docente.Os diferentes níveis de ensino no Brasil. discentes. 206 .Autonomia escolar e Projeto Político Pedagógico da escola.3 Composição da equipe escolar: docentes. técnicas. Analisar o programa de ensino de língua no nível médio. as observações de estágio.

Avaliação da aprendizagem escolar. 3.) Formando professores profissionais: quais estratégias? Quais competências? 2ª ed. Unidade III . Críticas sobre as aulas observadas nos colégios. a partir da entrega das seguintes atividades ao professor: Relatório parcial envolvendo a parte geral do relatório: introdução. Apresentação das aulas para a turma. observação diária das aulas assistidas. João Wanderley.2001.O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade. observação da estrutura física. Para aprovação na disciplina o aluno deverá: Atingir resultado igual ou superior a 6. ARTMED. 9ª ed. Trabalho individual: elaboração de um plano de aula. RECURSOS Pesquisa de campo. LUCKESI. Trabalho individuais ou em grupo. 2. Análise do Projeto Político-pedagógico do Colégio. 207 . Ensino fundamental: caminhos para uma educação integral. Philippe(Org.0. 4ª ed. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO Será atribuída uma nota final. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Planejamento de aula para os diferentes níveis.2 Ensino médio: aspectos legais.1 Dimensões crítico-social dos conteúdos. envolvendo todos os itens. 3. São Paulo: Martins Fontes.2. São Paulo: Cortez. PERRENOUD. elaboração de uma prova com questões objetivas e discursivas. Cipriano Carlos. Relatório final do estágio. Conclusão do estágio com apresentação dos documentos comprobatórios dessa conclusão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI.2 Integração e interdisciplinaridade: objetivos. material e humana da escola. 2.4 Formação do professor para os diferentes níveis: habilidades e competências. Portos de passagem. Porto Alegre. 3. Ana Cristina Ribeiro. conteúdo e método no processo ensinoaprendizagem.1994.3 Proeja: aspectos legais.3 Microensino. 2003. COUTO.

MONOGRAFIA.com.bv3. Ensinar a EnsinarDidática para a Escola Fundamental e Média.digitalpages.br/users/publications/9788578386191/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO. Regina. Ana Gracinda (Orientação). CARVALHO. Campinas. Editora: VOZES. 2010. São Paulo: Ática. 2000.digitalpages. 4ª edição.bv3.bv3. 2002. http://estacio.bv3. DISSERTAÇÃO OU TESE" (30 páginas)' Livro: GRAMÁTICA . Autora: MARIA CARMEN SILVEIRA BARBOSA E MARIA DA GRAÇA SOUZA. 2008. Amélia Domingues de. São Paulo: Papirus. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. CRISTINA D’AVILA.). São Paulo: Papirus. Vani Moreira. Ano.br/users/publications/9788530808280 QUELUZ. 2006. Curso de didática geral.com.digitalpages. VEIGA. 2007. http://estacio. Profissão docente: novos sentidos. Autor: EDUARDO MOURÃO VASCONCELOS.com. O Trabalho Docente Teoria & Prática. http://estacio. Campinas.br/users/publications/9788508106004 KENSKI. 2010 Capítulo 1: "ENSINO DE GRAMÁTICA E QUALIDADE DE VIDA" Livro: LITERATURA NA ESCOLA 208 (6 páginas) . novas perspectivas. Capítulo 2: "POR QUE VOLTAR A FALAR EM PROJETOS" (12 páginas) Livro: COMPLEXIDADE E PESQUISA INTERDISCIPLINAR.br/users/publications/9788530808730 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: PROJETOS PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. 2003. HAYDT. Editora: ARTMED.digitalpages. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. (Orgs. Myrtes (Organização).Curitiba: IBPEX. Capítulo 3: "OS CONCEITOS E TIPOS DE PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES E INTERPARADIGMÁTICAS" (27 páginas) Capítulo 10: "SUGESTÕES PARA A REDAÇÃO DO RELATÓRIO DE PESQUISA. Anna Maria Pessoa de (Organizadoras).com.ENSINO PLURAL Autor: LUIZ CARLOS TRAVÁGLIA Editora: CORTEZ. Ilma Passos A. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2010. ALONSO. http://estacio.

CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina apresenta uma perspectiva panorâmica das produções poéticas e ficcionais desenvolvidas a partir de 22. EMENTA Modernismo literário no Brasil: antecedentes. Tropicália e poesia marginal. Discutir as noções de moderno e pós-moderno no contexto da historiografia e da crítica literária brasileira. OBJETIVO GERAL Apresentar uma perspectiva panorâmica da Literatura Brasileira a partir de 22. Panorama das tendências contemporâneas na poesia e na prosa de ficção. preferencialmente mestre ou doutor. A vanguarda concretista e seus desdobramentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Analisar obras representativas das diversas tendências surgidas da segunda década do século XX ao início do século XXI. Pesquisador interessado na discussão acerca dos conceitos de modernidade e pósmodernidade e suas articulações no contexto da historiografia literária brasileira. urbana e intimista. Nelson Rodrigues e o teatro modernista no Brasil.Prosa de ficção modernista: regionalista.Autores: JURACY ASSMANN SARAIVA e ERNANI MÜGGE Editora: ARTMED. Ruptura e permanência nas Poéticas modernistas: manifestos. CONTEÚDOS 209 . 2006. autores e obras. Capítulo 2: "POR QUE E COMO LER TEXTOS LITERÁRIOS" (17 páginas) Disciplina: LITERATURA BRASILEIRA II DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO LITERATURA BRASILEIRA II PERFIL DO DOCENTE Docente graduado em Letras com pós graduação em estudos literários. fases e tendências. Propõe-se a discussão acerca das noções de moderno e pósmoderno no contexto da historiografia e da crítica literária brasileira. enfatizando-se a análise de obras representativas das diversas tendências surgidas da segunda década do século XX ao início do século XXI.

atividades animadas de aplicação do conhecimento.2 Prosa urbana 1.1 Antecedentes.3 Prosa de ficção modernista 1.UNIDADE I .1 Pluralidade na lírica contemporânea 2.3. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.1 Vanguarda concreta e desdobramentos 2.3.2 Neoconcretismo 2. Na sala de aula virtual. leitura de textos pertinentes ao assunto.1. hipertextos.Modernismo literário no Brasil 1.2. simulados.1 Prosa regionalista 1.2.2 Panorama contemporâneo 2.1.2 Tendências da prosa de ficção 2. quiz interativo.2. 210 .2. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.3 Percursos do teatro brasileiro contemporâneo PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.2.2 Antropofagia 1. fases e tendências 1.1.3 Práxis 2. em ambiente virtual de aprendizagem. estudos de caso.1.2 Poéticas modernistas 1.4Tropicália e poesia marginal 2.2.3 Prosa intimista 1.4 Nelson Rodrigues e o teatro modernista no Brasil UNIDADE II . links orientados.1 Pau-Brasil 1. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.1 Concretismo 2.2. simuladores virtuais.DAS vanguardaS AO PÓS-MODERNO 2.3 Verde-Amarelo 1.3.4 Anta 1.

Neide.biblioteca virtual etc. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.. leitor de PDF. 1988. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.0 (dois).digitalpages. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. aulas online. flash player. REZENDE. Gilberto M.0 (zero) a 8. A literatura no Brasil. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. A semana de Arte Moderna. javascript. recursos HTML etc. 19ª ed. São Paulo. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Ática. Volume 5. RECURSOS Acesso à internet. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. 2006.br/users/publications/9788508103133 TELES. 2009. Nesta disciplina. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. Editora Cultrix.0 (zero) a 2.com. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Afrãnio de. PROENÇA FILHO. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 1999. 211 . O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. http://estacio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI. São Paulo.). São Paulo: José Olímpio. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.0 (oito). BIBLIOGRAFIA BÁSICA COUTINHO. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). Com relação ao segundo critério.0 (seis). softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Domicio. Estilos de época na literatura. de acordo com o calendário acadêmico institucional. História concisa da Literatura Brasileira. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. a qual será atribuído grau de 0. 1995. Alfredo. Ática. Petrópolis: Vozes.bv3.

br/users/publications/9788508061211/pages/5 BUENO. ed. 26.bv3. 19ª edição. estudos da língua. Nome do livro: A semana de Arte Moderna Nome do autor: Neide Rezende Editora: Ática Ano: 2006 Capítulos: 2. 607 BOSI.com.digitalpages. Os antecedentes da Semana de Arte Moderna pp. 3. Rio de Janeiro: G. As propostas e as realizações da semana pp. São Paulo: Ática. São Paulo: Livraria Martins. Uma história da poesia brasileira.). preferencialmente com pós-graduação 212 . 2009 Capítulos IV e V. http://estacio.com.digitalpages. São Paulo: Cultrix. Formação da Literatura Brasileira. 2009.bv3. Leitura de Poesia (org. Considerações finais 68 a 73 OUTRAS INFORMAÇÕES Disciplina: LITERATURA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras. Alfredo. 2007. 2007.ed.MOISÉS. CANDIDO.Ermakioff Casa Editorial. http://estacio. Literatura brasileira: através dos textos. Vanguarda europeia & Modernismo brasileiro autor: Gilberto Mendonça Teles Editora: Vozes.br/users/publications/9788508012725/pages/3 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro. Massaud. 48 a 67 6. Na sala de aula: caderno de análise literária. http://estacio.digitalpages. 10 a 29 5. s/d.com. Alexei. Antônio.bv3. 2007. A.br/users/publications/9788508061211 CANDIDO. São Paulo: Ática.

discutir os seus principais textos canônicos. estudar os fundamentos da literatura portuguesa. da Idade Média à Contemporaneidade. instrumentalizar o aluno para abordagens estabelecidas pela via comparativa.1 . Reflexões sobre os elos entre o contexto literário e cultural em Portugal e no Brasil. refletir acerca dos diálogos possíveis entre a literatura brasileira e a literatura portuguesa. Análise de fundamentos da cultura portuguesa e do papel da literatura como elemento integrador da identidade lusitana. ampliará o seu repertório cultural e promoverá o refinamento de seu senso crítico. EMENTA Panorama das principais manifestações canônicas da Literatura Portuguesa. destacando aspectos comparativos e a discussão acerca da dependência e da circularidade cultural.Panorama da poesia medieval portuguesa 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O aluno travará contato com textos seminais da literatura de Língua Portuguesa. OBJETIVO GERAL Estudar as principais manifestações literárias presentes na literatura portuguesa.2. Destarte. CONTEÚDOS Unidade I .Cantigas galego-portuguesas 1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Analisar a importância da literatura como elemento de discussão e delineamento identitário.1. em sua diversidade de estilos e de gêneros.Passagens para um novo mundo 213 .Aspectos do processo de formação da Literatura Portuguesa 1.A Literatura como instrumento de fomento e integração identitária Unidade II.stricto sensu em Literatura Portuguesa ou Literatura Comparada. cujo conhecimento proporcionará a verticalização de conceitos relacionados ao fenômeno literário. Na mesma perspectiva. bem como entre esta e outras manifestações literárias europeias.Narrativa medieval Unidade II . problematização dos diálogos entre a produção literária em Portugal e outros países europeus. o estudo de Literatura Portuguesa proporcionará elementos fundamentais para o estabelecimento de leituras analíticas pela via comparativa. em suas relações com aspectos culturais e sociais. em torno de textos seminais e canônicos.

2 . Unidade VIII . Alexandre Herculano e Camilo Castelo Branco 6.1.O Realismo em Portugal 7.1.A emergência da estética realista em Portugal: a "questão coimbrã" 7.1 .As inovações na poesia de Cesário Verde 8.3.1 .O Romantismo em Portugal 6.1 .A prosa de Eça de Queirós 7.Trânsitos entre o Realismo e o Modernismo em Portugal 8.O Modernismo em Portugal 9.Especificidades do Modernismo em Portugal 9.A poesia de Camões e as contradições de um mundo em devir 3.1.Elementos intertextuais em O Primo Basílio e Madame Bovary.A poesia de Antero de Quental 7.2. Unidade VI .1.A poesia simbolista portuguesa Unidade IX.3.2.2.2.3.Amor de perdição: um Romeu e Julieta lusitano? Unidade VII .A poética de Luís de Camões 3.Três olhares românticos: Almeida Garret.Aspectos da poesia de Pessoa 9.3.O teatro de Gil Vicente Unidade III .A poesia palaciana 2.Parenética e messianismo na obra de António Vieira Unidade V.1.A questão da heteronímia 214 .1.2.1.2.2.A poesia épica camoniana e suas inovações Unidade IV.2.A poética de Fernando Pessoa 9.A poesia de Bocage 5.2-A poesia lírica camoniana 3.O Orphismo 9.Especificidades do Romantismo português 6.1.2.António Vieira 4.Entre o Arcadismo e o Pré-Romantismo: a poética de Bocage.2.

sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.Unidade X. Na sala de aula virtual.0 (oito). tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. RECURSOS Acesso à internet. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. 215 . a qual será atribuído grau de 0. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.2.A ficção de José Saramago: polifonia. simuladores virtuais. links orientados.0 (zero) a 2. Com relação ao segundo critério. Nesta disciplina. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. hipertextos.0 (seis).Do modernismo à contemporaneidade 10.0 (dois). flash player. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. em ambiente virtual de aprendizagem. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. leitura de textos pertinentes ao assunto. experimentação e releitura histórica. recursos HTML etc. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). leitor de PDF.0 (zero) a 8. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).). nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.O grupo de Presença e o movimento neo-realista 10. quiz interativo. aulas online. estudos de caso. atividades animadas de aplicação do conhecimento. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. simulados.1 . PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. de acordo com o calendário acadêmico institucional. biblioteca virtual etc. javascript.

Lisboa: Presença. Editora: Martins Fontes Capítulo: Pessoa:ninguém? 216 .com/autores. http://estacio. São Paulo: Ática. 2000. PASCHOALIN. 1988.br/users/publications/9788572444811/pages/5 ABDALA JÚNIOR..bv3. Porto: Edições Porto. 2012. Estudos camonianos. António José. Cleonice. 2010.portaldaliteratura. São Paulo: Contexto. além do outro.digitalpages. História da Literatura Portuguesa.digitalpages.com. LOPES. http://estacio. A.br/users/publications/9788582124857/pages/5 PIZA. Jane Thompson. 2ed. Para uma leitura de Cesário Verde.digitalpages. http://estacio. São Paulo: Cultrix. Daniel. Ana Silvia. ed. http://www. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.com. BRODBECK. INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Autor: Eduardo Lourenço Livro: A nau de Ícaro e Imagem e miragem da lusofonia Editora: Companhia das Letras Capítulo: Em torno do nosso imaginário Autor: Leyla Perrone-Moisés Livro: Fernando Pessoa: aquém do eu.br/users/publications/8572442820/pages/5 SCOTT. Estratégias de Leitura em Língua Portuguesa. Massaud. São Paulo: Contexto.com. 2004. 1985. B.php?gen=8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERARDINELLI. Rita Sousa. SARAIVA. 2.bv3. e ampl. Perfis & Entrevistas. A Literatura Portuguesa. História social da literatura portuguesa. Curitiba: Intersaberes. rev.BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOISÉS.bv3. Os portugueses. 2000. 2000. M.

sensorial. EMENTA Diversidade e diferença no contexto escolar. Experiência com Educação Especial/Educação Inclusiva na educação básica CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina aborda os fundamentos teóricos e metodológicos para a formação do educador com conhecimentos básicos para atuar na perspectiva da educação inclusiva. Abordagem histórica da Educação Especial no Brasil. O atendimento educacional especializado. que viabilize a oferta dos suportes necessários para a educação de todos os alunos. estratégias e os suportes adequados para a construção de uma prática pedagógica na perspectiva da Educação Inclusiva. suportes. Fundamentos da educação inclusiva. Transtornos Globais de Desenvolvimento.Autor: Cleonice Berardinelli Livro: Estudos camonianos Editora: Nova Fronteira Capítulo: A estrutura d´Os Lusíadas Disciplina: EDUCAÇÃO ESPECIAL DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Licenciatura em Pedagogia ou outra área Especialização / Mestrado e/ou Doutorado em Educação com ênfase em Educação Especial/Educação Inclusiva. Projetos educacionais na escola inclusiva. OBJETIVO GERAL Compreender os fundamentos teóricos e metodológicos da Educação Especial identificando as abordagens. Altas Habilidades. independentemente de suas características ou necessidades especiais. O currículo na perspectiva da educação inclusiva. intelectual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Identificar os fundamentos da Educação Inclusiva. Acessibilidade. -Identificar as estratégias. adequados para o trabalho 217 . A construção de práticas pedagógicas na escola inclusiva requer uma ação docente consciente e competente. meios e mediações. Adaptações de acesso ao currículo. -Reconhecer as características dos alunos do Atendimento Educacional Especializado. O processo de escolarização do aluno com: deficiência física.

1.Educação Inclusiva: princípios e desafios 2.1. 5.Cultura das diferenças 1.Recursos de comunicação alternativa e aumentativa na educação inclusiva. 4. 5. em ambiente virtual de aprendizagem.1 – Fundamentos da Educação Inclusiva 2.6.Adaptações curriculares e de acesso ao currículo na educação inclusiva.O Atendimento Educacional Especializado e a rede de suportes para a educação inclusiva. nas quais o conhecimento é exposto 218 .A escolarização do aluno com deficiência intelectual.O bilingüismo e o processo de ensino-aprendizado do aluno com surdez. Unidade IV. 4.O aluno com deficiência visual e os suportes adaptados para sua escolarização. CONTEÚDOS Unidade I – Diversidade e diferença no contexto escolar 1.Uma abordagem histórica da Educação Especial.3.O paradigma de suportes na educação inclusiva 3.Proposta pedagógica para o aluno com altas habilidades.As linguagens da arte na educação inclusiva. família e comunidade na construção da escola inclusiva Unidade III.1.3. 4.4. 4. -Elaborar as adaptações no currículo e de acesso ao currículo necessárias para o desenvolvimento do trabalho pedagógico na perspectiva inclusiva.2. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.Integração e Inclusão no contexto escolar Unidade II.3.pedagógico com alunos com diferentes tipos de deficiência.O processo de escolarização do aluno com transtornos globais do desenvolvimento 4. 3.2.3 – Parceria escola.1.5.2.1.Acessibilidade e o trabalho pedagógico com o aluno com deficiência física.O currículo na perspectiva da educação inclusiva 3. 4. Unidade V.Projetos educacionais inclusivos.2.2 – O aluno do Atendimento Educacional Especializado 2.Projetos educacionais na escola inclusiva.

Com relação ao segundo critério.br/users/publications/9788599583685/pages/5 LINO. Na sala de aula virtual. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUCCIO. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. leitor de PDF.digitalpages. http://estacio. 2008.0 (zero) a 8. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.com. Educação Especial: uma história em construção. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.0 (dois). flash player. recursos HTML etc. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. de acordo com o calendário acadêmico institucional. simuladores virtuais. Ensaios Pedagógicos: como construir uma escola para todos? Porto Alegre: Artmed. simulados. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. quiz interativo. atividades animadas de aplicação do conhecimento. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.0 (zero) a 2. biblioteca virtual etc. Curitiba: IBPEX. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 219 . Macedo.). links orientados.bv3. RECURSOS Acesso à internet. 2005. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Maria Isabel. Nesta disciplina. a qual será atribuído grau de 0. aulas online. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. javascript.ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. estudos de caso. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.0 (oito). leitura de textos pertinentes ao assunto. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.0 (seis). hipertextos.

bv3. Eugenio. 2010. Rio de Janeiro: WVA. Capítulo 1 (p. Capítulo 2 (p. CARVALHO. http://estacio. & STAINBACK. M. SMITH. Sueli.br/users/publications/9788578387327/pages/5 SILVA.bv3.STAINBACK S. M.240-251). STAINBACK S. Eugenio.bv3. Porto Alegre: Artmed. diagnóstico e educação. 2003. -Capítulo 6. -Capítulo 14 (p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGAMO. Educação especial: pesquisa e prática. FERNANDES. 3. Macedo. Necessidades Educacionais Específicas. Inclusão: um guia para educadores. A nova LDB e a Educação Especial. & STAINBACK.17-30). A criança superdotada: conceitos. 1999. Rosita Edler. IBPEX. Curitiba: IBPEX. 1999.br/users/publications/9788578386696/pages/5 CARVALHO.com.414-431). GONZÁLES. Conquistando e utilizando o apoio da família e da comunidade para o ensino inclusivo. 2007. Porto Alegre: Artmed. Temas em educação especial. Necessidades Educacionais Específicas. ed. Rosita Edler. W.110-128). Ensaios Pedagógicos: como construir uma escola para todos? Porto Alegre: Artmed.com. 220 . Deficiência auditiva. SOMMERSTEIN. A aprendizagem nas escolas inclusivas: e o currículo? -Capítulo 25 (p. Rio de Janeiro: WVA. Curitiba.br/users/publications/9788578387006/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVROS INDICADOS PARA REPRODUÇÃO DO MATERIAL DO ALUNO: LINO. -Capítulo 6 (p. Porto Alegre: Artmed. -Capítulo 18. & RYNDAK. & WESSELS. 2007.digitalpages. Aline Maria da. Inclusão: um guia para educadores. Fundamentos para Educação Especial. 2005. W. STAINBACK S. Porto Alegre: Artmed. http://estacio.com. L. 2002. avaliação e intervenção. W. http://estacio. Curitiba: IBPEX. 2011. & STAINBACK.digitalpages.digitalpages. 2010. GONZÁLES.11-16). Estratégias práticas para a comunicação com todos os alunos. D. Regiane Banzzatto.

desenvolvendo aptidão para compreender que as operações intertextuais são inerentes ao próprio fazer literário. Desenvolver a capacidade de aplicar os conceitos teóricos da disciplina na leitura comparativa de textos literários diversos. Problematização dos conceitos de fonte. 221 . já que as grandes obras nascem do debate e do confronto de ideias e formas de expressão e tal processo ultrapassa as fronteiras de uma só tradição. a) Origens da Literatura Comparada: o diálogo cultural na Europa do século XIX. O diálogo entre a Literatura e as outras Artes. como articulador de interpretações questionadoras dos padrões civilizatórios importados da Europa. Apreender a multiplicidade de formas de expressão literária disponíveis no universo multimidiático da cultura contemporânea. as trocas realizadas entre a Literatura e outras formas de Arte devem ser consideradas como aspecto fundamental da atual etapa da civilização. CONTEXTUALIZAÇÃO Na época em que vivemos. b) O desenvolvimento da disciplina ao longo do século XX. tradição. CONTEÚDOS Unidade 1 . Compreender a dinâmica peculiar ao comparatismo brasileiro. OBJETIVO GERAL Perceber a relevância do comparatismo como instrumento de reflexão crítica e aprofundamento da análise literária.Disciplina: LITERATURA COMPARADA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras. o diálogo constante que as diversas tradições literárias nacionais mantêm. influência e originalidade. Por isso. é mister que os formandos adquiram uma visão que seja capaz de ir além do simples exercício de comparar textos. EMENTA Nascimento e afirmação da Literatura Comparada. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as diferentes etapas da história da Literatura Comparada e sua afirmação como disciplina independente. caracterizada pela emergência de variadas mídias. Aplicar e Problematizar os conceitos teóricos fundamentais da disciplina na leitura de textos de várias épocas e tradições. Além disso. A intertextualidade e seus desdobramentos. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu em Literatura Portuguesa ou Literatura Comparada. estudos da língua. como o Brasil. de um só idioma.Conceituação e percurso histórico da Literatura Comparada. O comparatismo como instrumento de crítica num país de passado colonial. de uma só nação. o profissional de Letras precisar estar preparado para compreender e pensar criticamente a realidade da circulação global das informações culturais.

Nesta disciplina. diferença e dependência. influência e originalidade. b) A intertextualidade e seus desdobramentos. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. simuladores virtuais. links orientados. flash player. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.0 (zero) a 8.0 (oito).0 (dois). a paródia. atividades animadas de aplicação do conhecimento. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos 222 . Na sala de aula virtual. d) Literatura e hipertexto. em ambiente virtual de aprendizagem. a qual será atribuído grau de 0.Fundamentos teóricos da análise comparatista. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). leitor de PDF. c) A antropofagia cultural e releituras críticas da tradição Unidade 4 . estudos de caso.). os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. biblioteca virtual etc. Unidade 3 . o pastiche. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. c) Os textos em diálogo: a paráfrase. leitura de textos pertinentes ao assunto. a) A sobrevivência da Literatura na era do audiovisual e do pleno desenvolvimento da indústria cultural. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.Literatura Comparada e colonialismo cultural a) Analogia.Literatura Comparada e Estudos Culturais. simulados. quiz interativo. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. a) Importância e limites dos conceitos de tradição. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.c) Gênese e desenvolvimento da Literatura Comparada no Brasil. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. b) A Literatura Comparada e a descolonização. recursos HTML etc. Unidade 2 . o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Com relação ao segundo critério. a citação. javascript. RECURSOS Acesso à internet. hipertextos. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.0 (zero) a 2. b) O permanente diálogo entre a Literatura e as outras Artes. fonte. c) A questão da adaptação das obras literárias.

2006. 2. Silviano.com. 2007.bv3.Literatura comparada: os primórdios Cap. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2012.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUERBACH.br/users/publications/9788508061211 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO: LITERATURA COMPARADA. http://estacio. Leitura de Poesia (org.br/users/publications/search?utf8=%C3%A2%C2%9C%C2% 93&amp. São Paulo: Edusp.digitalpages. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. NITRINI.bv3. Rio de Janeiro: G.As contribuições didáticas 223 . com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Literatura Comparada. 2003.Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). 1 . Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. 2004.br/users/publications/9788582125786/pages/5 BOSI. CARVALHAL. Paródia.com. 2000. A educação pela noite e outros ensaios. http://estacio. paráfrase e Cia. 2007. Alexei. 2000. Curitiba: Intersaberes. Literatura nos trópicos: ensaios sobre dependência cultural. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. Rio de Janeiro: Rocco. Erich. AUTOR: TÂNIA CARVALHAL. SANTIAGO.q=literatura+comparada SANT'ANNA. São Paulo: Perspectiva.br/users/publications/9788508061211/pages/5 BUENO. Cap. São Paulo: Ática. São Paulo: Ática.0 (seis). Literatura Brasileira: do quinhentismo ao romantismo.Ermakioff Casa Editorial. Alfredo. http://estacio. ed. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.bv3.bv3. Sandra.com. São Paulo: Ática. São Paulo: Ática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDIDO. ed. Affonso Romano de. Literatura Comparada. Uma história da poesia brasileira. São Paulo: Ática. 2006.digitalpages. 2007. 5. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. http://estacio.digitalpages. 2 .com. Antonio. RHEIHEIMER. Marione et ali.digitalpages. Tânia. aulas online.

A noção de desvio Cap.Intertextualidade: literatura e questão do desvio. PARÁFRASE E CIA. 4 .Cap. Tbilisi. São Paulo: Ática. 4 . EMENTA Abordagem das Correntes Pedagógicas clássicas e recentes da Educação Ambiental (EA). 6 . condutas e hábitos sócio-ambientais na escola e na comunidade.Paráfrase Cap.Reformulando Tynianov e Bakhtin Cap. egresso de um curso de pos-graduação. 11 . discutir o Plano Nacional de Educação Ambiental no contexto educacional brasileiro. 3 .Manuel Bandeira: uso e abuso da intertextualidade Cap. Programas e políticas públicas governamentais em EA. 9 . Educação Ambiental e o Currículo Escolar e desenvolvimento de projetos em EA.Novas orientações comparativistas Cap.Polarizações e modelos Cap.A apropriação Cap. AUTOR: AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA. 5 . OBJETIVO GERAL Oferecer embasamento teórico prático ao aluno para compreensão da disciplina de Educação Ambiental como instrumento de transformação sócio-ambiental OBJETIVOS ESPECÍFICOS 224 . 7 . Total de páginas: 49 Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO Educação Ambiental PERFIL DO DOCENTE Docente capacitado. Produzindo projetos e atividades práticas multidisciplinares na compreensão da disciplina como instrumento de transformação de posturas.Literatura comparada e dependência cultural Total de páginas: 51 LIVRO: PARÓDIA. 3 .Pausa para exemplo e outras anotações Cap. 12 . Moscou e Tessalonique) e Encontros Brasileiros de Educação Ambiental.Paródia Cap. 5 . 8 . CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina de Educação Ambiental com caráter multidisciplinar desenvolve no estudante conteúdos e capacidades de analisar. 2007. Análise crítica das Declarações Internacionais da EA (Belgrado.O reforço teórico Cap. Cap. com experiência aderência na área de conhecimento.

A Rio 92 e a EA 2.3.-Encontro Nacional de Políticas e Metodologias para EA (MEC/Semam... hipertextos.2.resolutiva.. ética. 3. para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares de educação CONTEÚDOS Unidade I: Correntes Pedagógicas em Educação Ambiental 1.1. 2. Tbilisi. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Unidade II: Eventos importantes das preocupações com a questão ambiental e com a educação a ela relacionada 2.-A primeira conferência intergovernamental sobre EA (Tbilisi. científica.Interdisciplinaridade e transdiciplinaridade na Educação Ambiental nos currículos educacionais. 1977).1991) 2.795/99) Unidade III:Interdisciplinaridade e Educação Ambiental.1. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. Tessalonique Rio-92.3. links orientados. 1.1. humanista. crítica.2.Correntes tradicionais: naturalista.origens e conceitos de interdisciplinaridade.1. feminista.3. Na sala de aula virtual. leitura de textos pertinentes ao assunto.-Correntes mais recentes: holística. em ambiente virtual de aprendizagem. 3. práxica..3.O congresso internacional sobre Educação e Formação Ambientais (Moscou. Moscou. 2..-Formação de professores ambientalistas e projetos em EA.4. biorregionalista. 1987).. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.-Os encontros Brasileiros de EA: 2. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. 3.Espaços não-formais de educação ambiental: ONGs. estudos de caso.Introdução. conservacionista.-Conhecer as diferentes correntes pedagógicas da Educação Ambiental -Reflexão crítica das declarações internacionais de Educação Ambiental de Belgrado. da sustentabilidade.2. da ecoeducação.3. etnográfica. -Análise das Políticas e Programas Públicos em Educação Ambiental -Discutir sobre Educação Ambiental no currículo escolar. atividades 225 . empresas privadas e comunidades 3. sistêmica.2.-Política Nacional de Educação Ambiental (Lei N0 9..3.

o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.). bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). CARVALHO. biblioteca virtual etc. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. simuladores virtuais.0 (oito). BIBLIOGRAFIA BÁSICA SATO. de acordo com o calendário acadêmico institucional. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). São Paulo: Manole 2005 CARVALHO. n2c. Com relação ao segundo critério.0 (dois). Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. São Paulo: Artmed. Nesta disciplina.0 (zero) a 8. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.serie documental. leitor de PDF. http://www.0 (zero) a 2. Arlindo Jr. Isabel. flash player. javascript. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. recursos HTML etc. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. 2004.). INEP. RECURSOS Acesso à internet. 2005. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. aulas online. PELICIONI. Educação Ambiental e Sustentabilidade. PANOCCHESCHI. a qual será atribuído grau de 0.Maria Cecïlia.publicacoes. 2003. Educação Ambiental: experiências e perspectivas. PHILIPPI.0 (seis). caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.asp 226 . São Paulo: Cortez. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.v1. Educação Ambiental: Pesquisa e Desafios. simulados. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.gov. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.br/resultados.inep. Bruno (Coord.animadas de aplicação do conhecimento. Isabel Cristina de Moura. Michele. quiz interativo.

. São Paulo:Gaia.bv3.br/users/publications/9788520432006/pages/-14 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: Educação Ambiental: Pesquisa e Desafios Autor: Michèle Sato e Isabel Carvalho e colaboradores Editora: Artmed Ano: 2005 Capítulos: Capítulo 1.) 227 . 2010. Educação e meio ambiente.Uma cartografia das correntes em educação ambiental 28 paginas Capítulo 3.bv3. Daniel..com. Marcelo.-Interdisciplinariedade e educação ambiental:explorando novos territórios epistêmicos. 13 paginas Capítulo 7.digitalpages.Por uma formação dos profissionais ambientalistas baseada em competências de ação. Caxias do Sul: Educs. Homo Ecologicus. Autor: Bruno Panoccheschi (Coord.digitalpages. LUZZI. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Genebaldo Freire. 2011. São Paulo:Gaia 2010.br/users/publications/9788520432075%20/pages/-16 PELIZZOLI.digitalpages. http://estacio. 15 paginas Capítulo 10. 2012.A invenção do sujeito ecológico: Identidade e subjetividade na formação dos educadores ambientais..bv3. Genebaldo Freire. http://estacio. http://estacio. Barueri: Manole.com. 2014.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS. Educação Ambiental . DIAS. 35 paginas OUTRAS INFORMAÇÕES Disponibilizar o link: Educação Ambiental: experiências e perspectivas. Arlindo Jr.Princípios e Práticas. Dinâmicas e Instrumentação para Educação Ambiental.br/users/publications/9788570616128%20/pages/5 PHILLIPE. Barueri: Manole.com.

com experiência em pesquisa e. realizará pesquisa bibliográfica. com base nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).: 1 Nº: 2c Ano: 2003 Serie documental Publicações do INEP (aberta) http://www. identificará o problema da pesquisa. com pós-graduação stricto sensu. o estudante. OBJETIVO GERAL 228 . CONTEXTUALIZAÇÃO Metodologia da Pesquisa é uma disciplina comum a diferentes cursos que pretende mostrar a importância da pesquisa acadêmica e orientar a elaboração dos trabalhos de conclusão de curso. prevendo possíveis limitações do trabalho. O projeto de pesquisa. monografia ou projeto final) em cada curso envolvido.publicacoes. metodologia e fontes. Dessa forma.asp Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Profissional graduado em qualquer área do conhecimento. apresentará o embasamento teórico sobre o tema. Problematização do tema. definirá fontes e procedimentos metodológicos e definirá os resultados esperados. Justificativa. EMENTA O conhecimento científico e a pesquisa acadêmica: escolha do tema. estrutura e formatação. Normas técnicas para formatação do TCC: artigo científico e monografia. definirá o tema a ser desenvolvido. A redação científica: ética e legitimidade do saber.V. Durante o curso dessa disciplina. na forma final estabelecida (artigo.inep. A determinação dos objetivos. preferencialmente. elaborará objetivos e justificativa do estudo. sob orientação do professor.gov. O embasamento teórico. deverá mobilizar competências e habilidades para o desenvolvimento do projeto de TCC.br/resultados. que será plenamente elaborado na disciplina Trabalho de Conclusão.

A disciplina tem como objetivos gerais


Reconhecer a importância da pesquisa acadêmica;
Elaborar o anteprojeto de TCC;
Aplicar as normas técnicas para construção e formatação de projetos de
pesquisa e TCC.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final do curso o aluno deverá:
 Compreender a relevância do uso de técnicas para elaboração de objetivos da
pesquisa;
 Identificar a estrutura e formatação de projetos de pesquisa para TCC;
 Conhecer e aplicar diferentes normas para formatação do trabalho de
conclusão de curso: artigo científico e monografia;
 Estabelecer e delimitar um tema de pesquisa;
 Definir o problema científico;
 Realizar a pesquisa bibliográfica;
 Apresentar a justificativa do projeto e objetivos do estudo;
 Apresentar o embasamento teórico;
 Definir as fontes e procedimentos metodológicos;
 Organizar o cronograma do TCC.
CONTEÚDOS
Unidade 1 – A pesquisa e o conhecimento científico
1.1. Importância e aplicação da pesquisa científica
1.2. A classificação da pesquisa com base em objetivos e procedimentos.
Unidade 2 – O problema científico
2.1. A escolha do tema e importância de sua delimitação;
2.2. Realização da pesquisa bibliográfica e sua discussão;
2.3. Justificativa do estudo;
2.4. A problematização do tema;
2.5. A construção de hipóteses e as questões norteadoras.
Unidade 3 – A construção do projeto de pesquisa
3.1. A determinação dos objetivos da pesquisa;
3.2. A construção do embasamento teórico, levantamento preliminar.
3.3. A redação do projeto de pesquisa: ética e legitimidade do saber.
Unidade 4 – O Trabalho de Conclusão de Curso
229

4.1. Importância do trabalho de conclusão de curso
4.2. Estrutura e formatação do artigo científico;
4.3. Estrutura e formatação da monografia;
4.4. Estrutura e formatação do Projeto Final.
PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é
exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio
de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a
metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das
aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links
orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.
Quanto à metodologia de ensino, o docente é responsável por mediar o conteúdo e
sua integralização, com vistas ao aprendizado cooperativo e colaborativo, norteandose pelo incentivo à troca constante entre os atores envolvidos e à construção coletiva
do conhecimento. Para tal, cabe ao docente organizar e orientar as discussões no
fórum, bem como nas outras ferramentas de comunicação disponibilizadas na sala de
aula virtual (chat, central de mensagem, anotações etc.).
RECURSOS
Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual
(como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de
aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos,
caso não os tenha já instalados.
PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o
aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
diferentes níveis cognitivos

230

Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051565
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991.
CASTRO, Claudio de Moura. A Prática da Pesquisa. 2 ed. São Paulo: Pearson, 2006 ISBN: 9788576050858

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KAHLMEYER-MERTENS, R. S.; FUMANGA, M.; TOFFANO, C. B.; SIQUEIRA, F. Como
elaborar projetos de pesquisa: linguagem e método. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
DIEHL, Astor Antônio; TATIM, Denise Carvalho. Pesquisa em Ciências Sociais
Aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Pearson, 2009 - ISBN: 9788587918949
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918949
FERRAREZI Celso Junior. GUIA DO TRABALHO CIENTÍFICO: DA REDAÇÃO AO PROJETO
FINAL. São Paulo: Contexto, 2011 - ISBN: 9788572446310
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446310
SILVA, Helen de Castro; CASARIN, Samuel José. Pesquisa Científica: da teoria à
231

prática. Curitiba: IBPEX, 2011 - ISBN: 9788578388669
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578388669

INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO
Nome do livro: Metodologia Científica
Nome do autor: Amado L. Cervo; Pedro A. Bervian; Roberto da Silva
Editora:Pearson Prentice Hall
Ano: 2006
Nome do capítulo: Parte 3 – Fases da elaboração da pesquisa
( 17 páginas)
Nome do livro: Metodologia Científica
Nome do autor: Amado L. Cervo; Pedro A. Bervian; Roberto da Silva
Editora:Pearson Prentice Hall
Ano: 2006
Nome do capítulo: Parte 4 – Comunicação da pesquisia: estrutura, forma e conteúdo
dos relatórios acadêmicos.
(58 páginas)
Nome do livro: Fundamentos de metodologia científica
Nome do autor: Aidil Jesus da Silva Barros; Neide Aparecida de Souza Lehfeld
Editora: Pearson Education
Ano: 2008
Nome do capítulo: Cap. 6 – A pesquisa e a iniciação científica ( 24 páginas)
Nome do livro: Fundamentos de metodologia científica Nome do autor: Aidil Jesus da
Silva Barros; Neide Aparecida de Souza Lehfeld
Editora: Pearson Education
Ano: 2008
Nome do capítulo: Cap. 7 – A pesquisa científica: a coleta de dados (13 páginas)

Disciplina: LITERATURA HISPANO-AMERICANA
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PERFIL DO DOCENTE
Graduado em Letras (Português / Espanhol), com pós-graduação lato sensu ou stricto
sensu em Letras Neolatinas, Língua Espanhola ou Literaturas Hispânicas.
CONTEXTUALIZAÇÃO
A importância da disciplina Literatura Hispano-Americana para o curso de Letras se faz
por diferentes aspectos.
Através do estudo desta disciplina de Literatura Hispano-Americana, o aluno
conhecerá os principais fundamentos das culturas hispânicas através dos cronistas de
viagem e, de modo geral, dos principais autores da literatura hispano-americana,
232

desde o período da colonização da América.
O discente entrará em contato com diversos textos teóricos que discutem os
momentos histórico e literário dos diferentes países latino-americanos, assim como os
conceitos ligados à identidade, à história da colonização, a apropriação cultural, à
denúncia social e à busca de identidade nacional.
Através da leitura de textos literários e teóricos, o aluno problematizará conceitos
ligados à cultura hispânica, conhecendo alguns dos mais importantes autores da
literatura hispano-americana.
EMENTA
Ementa:
Fundamentos da cultura hispano-americana e sua literatura.
Introdução à discussão e problematização dos conceitos de hispanidade,
americanidade, nação. Discussões sobre as relações entre cultura, arte.
Literatura, sociedade e nacionalidade. A questão da origem e da transformação de
uma nação.
Estudo dos cronistas de viagem.
A Literatura Hispano-Americana: estudo dos principais autores hispano-americanos.
Estudo das novas narrativas hispano-americanas.
OBJETIVO GERAL
Compreender a produção cultural das principais nações hispano-americanas através da
leitura de textos e obras dos autores hispano-americanos mais representativos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Analisar as manifestações literárias dos diferentes países hispano-americanos em
momentos históricos distintos.
2. Desenvolver o pensamento crítico em relação aos termos e autores abordados.
3. Estudar as principais obras da literatura hispano-americana e sua relação com a
cultura hispânica.
CONTEÚDOS
Unidade I
Literatura da Conquista e Literatura Colonial: O Barroco Hispano-americano.
1.1 Apresentação da disciplina: a) As culturas pré-colombinas; b) A crônica do
descobrimento e seus cronistas.
1.2 O Barroco hispano-americano: a) A poesia de Soror Juana Inés de la Cruz; b) O
teatro de Alarcón.
Unidade II
A expressão neoclássica: Princípios estéticos e literatura de Independência. O
Romantismo e o Realismo na América Hispânica.
2.1 A poesia de Andrés Bello;
2.2 A Literatura Gauchesca e o herói nacional;
2.3 A contística realista: El matadero.
Unidade III
Literatura Nacional: O Modernismo Hispano-Americano: "Nuestra América".
3.1 Características estéticas do modernismo hispano-americano;
3.2 A prosa modernista: Rodó e Horacio Quiroga;
233

3.3 O Pós-Modernismo: a poesia de Gabriela Mistral.

Unidade IV
Os movimentos de vanguarda: as poesias de Jorge Luís Borges, Pablo Neruda e Nicolás
Guillén.
4.1 A simbologia borgiana: A poesia de Jorge Luis Borges;
4.2 Nicolás Guillén: "A Transculturação";
4.3 A poética de Pablo Neruda.
Unidade V
A Nova narrativa Hispano-Americana: A literatura Fantástica.
5.1 A narrativa de Gabriel García Márquez;
5.2 O Estranho, o Maravilhoso e o Fantástico;
5.3 A contística Borgiana;
5.4 A narrativa de MAnuel Puig;
5.5 As obras de Carlos Fuentes e Mário Vargas Llosa.
PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é
exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio
de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a
metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das
aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links
orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.
RECURSOS
Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual
(como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de
aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos,
caso não os tenha já instalados.
PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o
aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
234

conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1) MILLARES, Selena. Rondas a las letras de Hispanoamérica, Colección dos orillas,
Cuadernos de Cultura Hispánica, Edinumen.
2) JOZEF, Bella. História da Literatura Hispano-Americana. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ/
Francisco Alves, 2005.
3) PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de época na literatura. São Paulo, Ática, 15ª ed.,
1995.
LIVRO VIRTUAL:
http://www.letras.ufmg.br/hispanistas/hot/Literatura_Hispano_Americana.pdf
Literatura Hispano-Americana_ Volume III- Org. Ana Cristina dos Santos, Dayala Paiva
de Medeiros Vargens, Talita de Assis Barreto. ABH (Associação Brasileira de
Hispanistas)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAMPI, Irlemar. O realismo maravilhoso. Série debates/ literatura. São Paulo,
Perspectiva, 1980.
GONÇALVES, Magaly Trindade. Teoria da literatura revisitada. Petrópolis, RJ, Vozes,
2005.
LIVRO VIRTUAL:
http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/LiteraturasAmericanas.pdf
GALEANO, Cicero Lopes (org.). Literaturas americanas. Porto Alegre: ediPUCRS, 2012.
books.google.com.br/books?isbn=8576501341
COSTA, Adriane Vidal. Pablo Neruda: uma poética engajada.
books.google.com.br/books?id=F1Cv3TsS_r0C
ECHEVERRÍA, Estéban. El matadero. La cautiva
books.google.com.br/books?id=miT8gIcDIKoC
CORTAZAR, Julio. O jogo da amarelinha.
235

books.google.com.br/books?id=ftbwppV2G9UC
PÉREZ, Matías Barchino; MARTÌN, María Rubio (Coordinadores)
Nicolás Guillén: Hispanidad, vanguardia y compromiso social.
INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO
Livro: TEORIA DA LITERATURA REVISADA.
Autor: Magaly Trindade Gonçalves
Editora Vozes, 9788532631008
Ano: 2005
Capítulo: RENASCIMENTO E NEOCLASSICISMO
Livro: ESTILOS DE ÉPOCA NA LITERATURA
Autor: Domício Proença Filho
Editora Ática, 9788508031047
Ano: 1995, 15ª edição.
Capítulo: O BARROCO
Capítulo: RENASCIMENTO

Disciplina: PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. DE PORTUGUÊS II
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PERFIL DO DOCENTE
Titulação: Graduação em Pedagogia e/ou em Letras com pós-graduação, preferencialmente,
mestrado ou doutorado.
Perfil: Deve possuir competências didático-pedagógicas, conhecimento de técnicas
metodológicas, bem como habilidade específica para lidar com as dificuldades inerentes à
carga horária exigida do aluno que trabalha, quase sempre em horário integral. Deverá
conhecer o ambiente escolar, a legislação específica e diretrizes estabelecidas para a prática do
estágio supervisionado, assim como o conteúdo de Língua Portuguesa e Literaturas e a
estrutura do relatório de estágio.
CONTEXTUALIZAÇÃO
A disciplina Estágio Supervisionado de Ensino Português II torna-se fundamental no Curso de
Letras, a fim de oferecer ao graduando uma visão real do ensino brasileiro e subsídios para
nele atuar com profissionalismo e espírito crítico.
Nesta disciplina serão propostas discussões acerca do trabalho do professor de Língua
Portuguesa em turmas do Ensino Médio e, por isso, as observações de estágio, deverão ser
realizadas em colégios que ofereçam tais turmas.
EMENTA
O exercício da prática pedagógica para o desenvolvimento da autonomia necessária ao
236

magistério. Projeto Político Pedagógico da Escola. A importância da participação da equipe na
construção do Projeto Político-pedagógico. Interdisciplinaridade como condição de integração
do saber pedagógico. Análise do programa de ensino de língua no nível médio. Objetivos,
conteúdo e método no processo de ensino-aprendizagem.
OBJETIVO GERAL
Exercitar a prática pedagógica do futuro professor, como fator de desenvolvimento da
autonomia necessária ao magistério;
Analisar o programa de ensino de língua no nível médio;
Discutir as práticas pedagógicas utilizadas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Conhecer a interdisciplinaridade como condição de integração do saber pedagógico;
Relacionar objetivos, conteúdo e método no processo ensino-aprendizagem;
Estabelecer a importância da participação da equipe escolar na construção do Projeto políticopedagógico da escola;
Identificar o papel da avaliação e da pesquisa no processo de formação do professor;
Relacionar competência e utopia na prática docente e no projeto profissional do professor;
Reconhecer as dimensões ética, técnica e política das competências e habilidades envolvidas
na prática docente.
CONTEÚDOS
Unidade I - Autonomia escolar e Projeto Político Pedagógico da escola.
1.1 O Projeto e a Lei;
1.2 Elaboração do projeto: etapas e integração;
1.3 Composição da equipe escolar: docentes, técnicas, discentes.
Unidade II - Os diferentes níveis de ensino no Brasil.
2.1 Ensino Fundamental : aspectos legais;
2.2 Ensino médio: aspectos legais;
2.3 Proeja: aspectos legais;
2.4 Formação do professor para os diferentes níveis: habilidades e competências.
Unidade III - O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade.

237

Análise do Projeto Político-pedagógico do Colégio.digitalpages. São Paulo: Cortez. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO Será atribuída uma nota final.0. Trabalho individual: elaboração de um plano de aula. Amélia Domingues de. envolvendo todos os itens. João Wanderley. Relatório final do estágio. Cilene da Cunha. http://estacio. Conclusão do estágio com apresentação dos documentos comprobatórios dessa conclusão.) Formando professores profissionais: quais estratégias? Quais competências? 2ª ed.1 Dimensões crítico-social dos conteúdos. elaboração de uma prova com questões objetivas e discursivas. Críticas sobre as aulas observadas nos colégios. Para aprovação na disciplina o aluno deverá: Atingir resultado igual ou superior a 6. Práticas discursivas no Ensino Médio.2001. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Planejamento de aula para os diferentes níveis. CARVALHO. 2012. observação da estrutura física. Ensinar a Ensinar.3. 3. ARTMED.Didática para a Escola Fundamental e Média. Trabalho individuais ou em grupo. 238 . material e humana da escola. Philippe(Org.1994. RECURSOS Pesquisa de campo. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.2 Integração e interdisciplinaridade: objetivos. LUCKESI. 9ª ed. Cipriano Carlos. conteúdo e método no processo ensinoaprendizagem. 2006. a partir da entrega das seguintes atividades ao professor: Relatório parcial envolvendo a parte geral do relatório: introdução. 2003. PEREIRA.bv3. Porto Alegre. Anna Maria Pessoa de (Organizadoras). São Paulo: Martins Fontes.br/users/publications/9788586368936/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO. Rio de Janeiro: Lexikon. Portos de passagem.3 Microensino.com. observação diária das aulas assistidas. 3. Apresentação das aulas para a turma. PERRENOUD. 4ª ed.

Autora: MARIA CARMEN SILVEIRA BARBOSA E MARIA DA GRAÇA SOUZA. (Orgs.digitalpages. Editora: VOZES. novas perspectivas. http://estacio. Curso de didática geral.com.bv3.). 2008. Myrtes (Organização).digitalpages.ENSINO PLURAL Autor: LUIZ CARLOS TRAVÁGLIA Editora: CORTEZ. Ilma Passos A. São Paulo: Ática.digitalpages. Capítulo 3: "OS CONCEITOS E TIPOS DE PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES E INTERPARADIGMÁTICAS" (27 páginas) Capítulo 10: "SUGESTÕES PARA A REDAÇÃO DO RELATÓRIO DE PESQUISA.HAYDT. Profissão docente: novos sentidos.bv3.bv3. 2003. Campinas. São Paulo: Papirus. Campinas. http://estacio. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. O Trabalho Docente Teoria & Prática. DISSERTAÇÃO OU TESE" (30 páginas)' Livro: GRAMÁTICA . Autor: EDUARDO MOURÃO VASCONCELOS. 2002.com. Vani Moreira. 4ª edição. CRISTINA D’AVILA. ALONSO. http://estacio. Capítulo 2: "POR QUE VOLTAR A FALAR EM PROJETOS" (12 páginas) Livro: COMPLEXIDADE E PESQUISA INTERDISCIPLINAR.com. 2006. 239 . 2010. Editora: ARTMED. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. São Paulo: Papirus.br/users/publications/9788530808280 QUELUZ. 2007. Ano.br/users/publications/9788530808730 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Livro: PROJETOS PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.br/users/publications/9788508106004 KENSKI. Ana Gracinda (Orientação). MONOGRAFIA. VEIGA. Regina. 2000. 2010 Capítulo 1: "ENSINO DE GRAMÁTICA E QUALIDADE DE VIDA" (6 páginas) Livro: LITERATURA NA ESCOLA Autores: JURACY ASSMANN SARAIVA e ERNANI MÜGGE Editora: ARTMED.

das produções poéticas e ficcionais desenvolvidas a partir de 22. Pesquisador interessado na discussão acerca dos conceitos de pré. Prosa de ficção modernista: regionalismo. fases e tendências. Modernismo literário no Brasil: antecedentes.modernismo literário no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Analisar obras representativas das diversas tendências surgidas da primeira década do século 240 . experimentalismo. Nelson Rodrigues e o teatro modernista no Brasil.Capítulo 2: "POR QUE E COMO LER TEXTOS LITERÁRIOS" (17 páginas) Disciplina: LITERATURA BRASILEIRA III DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente graduado em Letras com pós graduação em estudos literários. preferencialmente mestre ou doutor. psicologismo e intimismo. modernismo e pós-modernismo e suas articulações no contexto da historiografia literária brasileira. modernismo e pós-modernismo no contexto da historiografia e da crítica literária brasileira. OBJETIVO GERAL Apresentar uma perspectiva panorâmica da Literatura Brasileira a partir do século XX. autores e obras. Propõe-se a discussão acerca das noções de pré-modernismo. EMENTA O pré. modernismo e pósmodernismo no contexto da historiografia e da crítica literária brasileira. Tropicália e poesia marginal. A vanguarda concretista e seus desdobramentos. enfatizando-se a análise de obras representativas das diversas tendências surgidas da primeira e da segunda década do século XX ao início do século XXI.modernismo. Ruptura e permanência nas Poéticas modernistas: manifestos. Panorama das tendências contemporâneas na poesia e na prosa de ficção. Discutir as noções de pré-modernismo. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina Literatura Brasileira III apresenta uma perspectiva panorâmica das produções ficcionais do início do século XX.

fases e tendências 2.2 Antropofagia 2.1 Experimentalismo 2.1.2 Neoconcretismo 3.1 Vanguarda concreta e desdobramentos 3.1 .1.2.2 Regionalismo 2.3 Prosa de ficção modernista 2.XX ao início do século XXI.1.2 Segunda fase 2.1.3 Práxis 3.Primeira fase 2. UNIDADE II .Modernismo literário no Brasil 2.2.2 Poéticas modernistas 2.1.2.1.4Tropicália e poesia marginal 3.3 Psicologismo e intimismo 2.3.1 Antecedentes.3.PRÉ-MODERNISMO LITERÁRIO NO BRASIL 1.1 Concretismo 3.2.1.2.2.período de transição. obras e autores representativos deste período de transição. 1.1.4 Nelson Rodrigues e o teatro modernista no Brasil UNIDADE III .3 Verde-Amarelo 2.3 Terceira fase 2.2 Panorama contemporâneo 241 .3.2.2. conceituação .1 Pau-Brasil 2.4 Anta 2.DAS VANGUARDAS AO PÓS-MODERNO 3. CONTEÚDOS UNIDADE I .1.

leitor de PDF. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. 242 . a metodologia de entrega de conteúdo contempla. Nesta disciplina. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. simulados.1 Pluralidade na lírica contemporânea 3. de acordo com o calendário acadêmico institucional. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.3. Na sala de aula virtual. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). biblioteca virtual etc.2. links orientados.). sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. RECURSOS Acesso à internet. quiz interativo. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. leitura de textos pertinentes ao assunto.2 Tendências da prosa de ficção PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.0 (seis).0 (dois). atividades animadas de aplicação do conhecimento. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos.0 (zero) a 2. flash player.2. a qual será atribuído grau de 0. aulas online. em ambiente virtual de aprendizagem.0 (zero) a 8. estudos de caso. hipertextos. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. recursos HTML etc. Com relação ao segundo critério. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.0 (oito). javascript. simuladores virtuais.

ed. Petrópolis:Vozes. Affonso (Org. São Paulo: Cultrix.digitalpages. Estilos de época na literatura. 46. Ática. http://estacio. 10 a 29 5. Na sala de aula: caderno de análise literária.com. Curitiba: Intersaberes. 2010. Uma história da poesia brasileira.br/users/publications/9788508061211 CANDIDO.br/users/publications/9788508103133/pages/_1 TELES.digitalpages. Beatriz. RESENDE.digitalpages. ed. Alexei. Considerações finais 68 a 73 OUTRAS INFORMAÇÕES A disciplina Literatura Brasileira III apresenta uma perspectiva panorâmica do período 243 . 2012. 2009. expressões da Literatura Brasileira no Século XXI. Contemporâneos.1972. 2. 2002. REZENDE. As propostas e as realizações da semana pp. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. Neide. São Paulo. Rio de Janeiro: G. http://estacio. A semana de Arte Moderna. Literatura Brasileira: do quinhentismo ao romantismo.com. BUENO.Ermakioff Casa Editorial. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro.com.com.digitalpages. História concisa da literatura brasileira. http://estacio. Marione et ali. Antônio. São Paulo: Perspectiva. 2006.bv3.bv3. Alfredo. 2007.BIBLIOGRAFIA BÁSICA PROENÇA FILHO. Domicio. Modernismo. Gilberto M. Ática.bv3.bv3.br/users/publications/9788508012725/pages/3 RHEIHEIMER.). São Paulo. 2008.br/users/publications/9788582125786/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro: A semana de Arte Moderna Nome do autor: Neide Rezende Editora: Ática Ano: 2006 Capítulos: 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI. 1995. ÁVILA. 48 a 67 6. Os antecedentes da Semana de Arte Moderna pp. http://estacio. São Paulo: Ática.

EMENTA Sintaxe do português contemporâneo. Objetiva também contrastar e confrontar as características sintáticas da variedade popular e da norma culta do português brasileiro. Desenvolver o gosto pelo estudo da sintaxe. objetiva fazer um reexame crítico do modelo tradicional de análise. Demonstrar espírito investigativo e científico. A sentença complexa e sua tipologia: a coordenação. por este motivo. é recomendável a ênfase na leitura crítica de textos literários. é considerar que nenhuma delas dá conta de toda a complexidade 244 . participiais. A correlação. Tal como em Sintaxe I.abordado na ementa. Estrutura sintática da variedade popular e da norma culta do Português Brasileiro. buscando rumos e apresentando soluções de análise que contribuirão para um melhor desempenho do professor de língua materna na sala de aula. já que esta se fundamenta na análise das sentenças simples. Constitui-se em um aprofundamento dos conteúdos de Sintaxe I. CONTEXTUALIZAÇÃO A disciplina Sintaxe II representa uma etapa de construção do conhecimento teórico e científico das estruturas sintáticas das sentenças complexas existentes em Língua Portuguesa. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao aluno oportunidades de aprofundar conhecimentos sobre a estrutura sintática do período composto em língua portuguesa. Reconhecer que mais importante do que do que adotar uma classificação única. Disciplina: SINTAXE DO PORTUGUÊS II DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docentes com formação em Letras. a subordinação e subordinadas não conjuncionais: infinitivas. Desenvolver a capacidade de reflexão e crítica sobre os fenômenos lingüísticos a partir do confronto da gramática tradicional com diferentes abordagens lingüísticas. considerando-se um estudo investigativo e não uma classificação artificial e inútil para a análise da língua. estimulando os alunos à pesquisa e a construção de um olhar crítico e reflexivo dos fenômenos linguísticos. Aspectos normativo e estilístico da colocação dos pronomes oblíquos e relativos. com mestrado ou doutorado em Língua Portuguesa ou Linguística. gerundiais. confrontando-os com os conteúdos abordados em Sintaxe I.

3 Subordinadas adjetivas 1.2.2 A subordinação 1. Identificar a coordenação também entre termos da oração (sintagmas simples).a coordenação.1. Reconhecer os mecanismos de organização sintática do período composto . Analisar diferentes gêneros textuais para verificar com que freqüência as estruturas lingüísticas aparecem neles.4 Coordenadas adversativas 1.1.1. CONTEÚDOS Unidade I ?-A sentença complexa e sua tipologia 1.1 A coordenação 1.3 Coordenadas aditivas e alternativas 1.4 Subordinadas adverbais 245 . comparar e contrastar diferenças sintáticas nos padrões oracionais do Português Brasileiro Popular e o Português Brasileiro Culto. Considerar as propriedades sintáticas e discursivas das subordinadas não conjuncionais. confrontando as diferentes descrições da língua.2.2 A coordenação entre termos entre termos da oração 1. a subordinação e a correlação.2.1 Estatuto da coordenação 1.envolvida nas línguas humanas. Observar.1. por isso é necessário compará-las.2 Subordinadas substantivas 1. Confrontar aspectos da colocação pronominal do português falado com a norma padrão Confrontar construções sintáticas do Português Brasileiro popular e culto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer os padrões oracionais da Língua Portuguesa.2. Analisar a estrutura do período composto segundo abordagens prescritivas e descritivas.1 Estatuto da subordinação 1.

3.1.5 O ensino da colocação pronominal Unidade III .3 O uso do pronome ele como objeto direto 3.3 A proposta dos estudos sociolinguísticos 2.2 A abordagem descritiva 2.1.1.1 Colocação pronominal 2.Padrões oracionais do Português Brasileiro 3.1.5 Preferência pela relativa cortada 3.6 Predominância do sujeito expresso e omissão do objeto direto 3.1.1.4.1 Estatuto da correlação 1.1.1.4.2 Correlatas aditivas 1.4 A correlação 1.5 Correlatas consecutivas Unidade II .2 Conceituação e exemplificação de construções de tópico sujeito.3 Correlatas alternativas 1.2 Sentenças gerundiais 1.1.4.3 Sentenças participiais 1.4.4 O uso do pronome ele na oração relativa copiadora 3.3.1 Português brasileiro: língua de tópico 3.1. com retomada pronominal no interior da oração 3.1 Características do português popular e do português culto 3.4 Correlatas comparativas 1.1 Sentenças infinitivas 1.4 Descrição sociolinguística da colocação pronominal brasileira 2.1.3 Subordinadas não conjuncionais 1.1 A abordagem tradicional 2.3.1.1.Sintaxe de colocação 2.7 Simplificação da concordância nominal 246 .4.

recursos HTML etc. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). links orientados. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 247 . RECURSOS Acesso à internet.0 (seis). flash player.0 (zero) a 2. hipertextos. simuladores virtuais. Nesta disciplina. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.0 (zero) a 8. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. em ambiente virtual de aprendizagem. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. leitor de PDF. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. estudos de caso.0 (dois). quiz interativo. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.3. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. javascript. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Com relação ao segundo critério. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.0 (oito). fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. aulas online. simulados. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual.8 Simplificação da concordância verbal PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.1. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). a qual será atribuído grau de 0.). biblioteca virtual etc. atividades animadas de aplicação do conhecimento. leitura de textos pertinentes ao assunto.

3ª ed. 9ª ed. http://estacio. Novas lições de Análise Sintática. 2ª ed.bv3.). http://estacio. Subordinação e coordenação. Moderna Gramática do Português Contemporâneo. São Paulo: Contexto. A articulação do texto.br/users/publications/9788572447812 JUNIOR.bv3.digitalpages. PERINI. GUIMARÃES. 2010. Fundamentos da gramática do português. 2012. CAPÍTULO 4: "PARTE II: ESTRUTURA DA FORMA GRAMATICAL .bv3. São Paulo: Ática. São Paulo: Contexto. LIVRO: SINTAXE AUTOR: CLAUDIO CEZAR HENRIQUES EDITORA ELSEVIER CAPÍTULO 15: COORDENAÇÃO & SUBORDINAÇÃO 248 .com. Elisa.com. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo: Ática. 2009.br/users/publications/9788508012732 MOLLICA. São Paulo: Ática.digitalpages.br/users/publications/9788572447171 KURY. Para uma nova gramática do português. Célia Moraes de. 2009. INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO: FUNDAMENTOS DA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS AUTOR: JOSÉ CARLOS DE AZEREDO EDITORA ZAHAR. Mario A. Rio de Janeiro: Lucerna. 1993. Maria Cecília (org.com. 11ª ed. CARONE. 2002. 2006.br/users/publications/9788508101894 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTILHO. São Paulo: Ática. São Paulo: Contexto.digitalpages. Linguagem para formação em letras. Cesar Ferrarezi. 102 ed.bv3. José Carlos. 2007. BECHARA. Flávia de Barros. 2013. Confrontos e contrastes.SINTAXE (PARTE 1)" 57 PÁGINAS. http://estacio. 1999. Sintaxe para a Educação Básica. http://estacio.com. educação e fonoaudiologia.BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEREDO. Adriano da Gama. Fundamentos sintáticos do português brasileiro.digitalpages. Evanildo.

54 PÁGINAS.

Disciplina: SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PERFIL DO DOCENTE
Docente com formação de Mestre ou Doutor nas áreas de Língua ou Literatura.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Trata-se de uma disciplina integradora e abrangente para acompanhar o processo de aprendizagem e o
desempenho acadêmico dos alunos. Este acompanhamento poderá produzir dados para a construção de
referenciais que permitam a definição de ações voltadas à melhoria da qualidade do curso.
Trabalha os conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas
habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências para
compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a
outras áreas do conhecimento.
A disciplina tem como meta a integração de conteúdos curriculares, competências e habilidades desenvolvidos ao
longo do curso, capacitando o estudante a um bom desempenho profissional, de acordo com o perfil estabelecido
nas diretrizes curriculares específicas para o curso, bem como nas diretrizes estabelecidas, pelo INEP, para a prova
que avalia o curso através do desempenho dos alunos concluintes.
Além da meta específica, pretende abordar os conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares
relacionados às habilidades e competências específicas para a atualização permanente e aos conhecimentos
sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas do conhecimento.

EMENTA
Integração curricular. Revisão programada dos conteúdos. Tópicos de língua portuguesa:
Fonética e Fonologia, Morfologia, análise textos - relações sintáticas e semânticas que os
compõem. Tópicos em Teoria da Literatura. Tópicos em Literatura portuguesa - análise de
textos. Tópicos em Literatura brasileira - análise de textos. Tópicos de História dos povos
indígenas e afrodescendentes. Tópicos em Educação ambiental. Temas transversais de
formação geral. Ciclo SINAES.
OBJETIVO GERAL
A disciplina busca desenvolver competências e habilidades , integrando conteúdos de
formação geral e conteúdos de componente específico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Refletir e discutir sobre os temas relacionados à formações geral e específica, considerando
249

uma formação profissional comprometida com um bom desenvolvimento da sociedade.
- Desenvolver as capacidades de competência leitora e de interpretação.
- Reconhecer o estabelecimento de relações: inferências, deduções, relações de contraste,
comparações, contradições etc. Tanto em relação à leitura de textos como na organização
escrita.
- Analisar os componentes curriculares do curso, destacando, nesse âmbito, o papel do ENADE
no Ciclo SINAES.
- Refletir sobre demais componentes curriculares como: prática como componente curricular,
atividades complementares, de estágio, atividades nos laboratórios do curso, organização de
TCC.
CONTEÚDOS
Unidade 1 - O ciclo SINAES
1.1 - O que é SINAES
1.2 - Os indicadores do SINAES
1.3 - O ENADE
1.4 - Os componentes do ENADE
1.5 - A importância do ENADE para a vida profissional do formando.
Unidade 2 - Integração curricular
2.1 - Reflexão sobre o Projeto Pedagógico da Licenciatura em Língua portuguesa
2.2 - Reflexão sobre a matriz curricular da Licenciatura em Língua portuguesa
2.3 - Perfil do formando voltado para o mercado de trabalho.
Unidade 3 - Aspectos linguísticos
3.1 - Leitura e compreensão de textos em língua portuguesa (características de leitura e
escrita)
3.2 - Aspectos fonológicos e morfológicos de texto e discurso
3.3 - Análise das relações sintáticas e semânticas de textos
Unidade 4 - Tópicos em Literatura
4.1 - textos literários e não literários
4.2 - Análise de textos: características da Literatura portuguesa
4.3 - Análise de textos: características da Literatura brasileira
4.4 - Análise de textos de Literatura contemporânea de português brasileiro
Unidade 5 - Aspectos de formação geral
5.1 - Políticas e programas públicos em Educação Ambiental
5.2 - Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade na Educação Ambiental nos currículos
educacionais
5.3 - A mão-de-obra escrava indígena e africana
5.4 - A Constituição de 1988 e sua importância para o Movimento Negro e para os povos
indígenas
5.5 - Visão panorâmica da atualidade

250

PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto
ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.
RECURSOS
Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados
PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno
será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o conteúdo
estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e demais
atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota
igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS)
com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEREDO, José carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 2ª ed., São Paulo:
Publifolha Houaiss, 2008.
251

SARAIVA, Antônio José. História da Literatura portuguesa. Porto: Edições Porto, 2000.

COUTINHO, A. A Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Josè Olímpio, 1986.
D'ONOFRIO, Salvatore. Forma e sentido do texto literário: mito, épica, romance, conto,
novela, crônica, fábula, trama. São Paulo: Ática, 2007.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508110773

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

KOCH, Ingedore e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender - os sentidos do texto. São Paulo,
editora Contexto, 2011.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 4ª ed., São
Paulo: Martins Fontes, 2001.
SOUZA, Roberto Acízelo Quelha de. Teoria da literatura. 8. ed. São Paulo: Ática, 2004.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508107629
ZILBERMAN, Regina. Estética da Recepção e história da Literatura. São Paulo: Ática, 2009.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508033225
PAULA, Laura da Silveira. Teoria da Literatura. Curitiba: IBPEX, 2011.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578387716/pages/5

INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO

Disciplina: TEORIA DA LITERATURA III
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PERFIL DO DOCENTE
Docente graduado em Letras, com pós-graduação stricto sensu em Literatura. Profissional
comprometido com a discussão conceitual pertinente aos estudos literários, especialmente as
relações e divergências entre as perspectivas teóricas e seus desdobramentos nos modos de
ser da crítica literária.

252

CONTEXTUALIZAÇÃO
O profissional de Letras necessita desenvolver uma "visão crítica das perspectivas teóricas
adotadas nas investigações lingüísticas e literárias que fundamentam sua formação profissional
(Parecer CNE/CES 492/2001). Nesse sentido, dando seguimento às discussões desenvolvidas na
disciplina Teoria da Literatura II, a disciplina Teoria da Literatura III apresenta e discute um
vasto repertório de conceitos que configuram o estado atual dos Estudos Literários.
Enfatiza-se a discussão de pressupostos do Estruturalismo Literário, do Pós-Estruturalismo, da
Estética da Recepção e da Teoria do Efeito Literário.
Além disso, estimula-se a leitura de textos de crítica e historiografia literária Brasileiras, tendo
em vista a detecção dos pressupostos teóricos subjacentes às análises desenvolvidas e a
reflexão acerca das transposições conceituais neles configuradas
EMENTA
As principais correntes teóricas a partir da década de 1960 e suas repercussões nos Estudos
Literários no Brasil: Estruturalismo Literário, Pós-Estruturalismo, Estética da Recepção e Teoria
do Efeito Literário. Perspectivas dos anos 80 e 90: Estudos Culturais.
OBJETIVO GERAL
Mapear as correntes teóricas desenvolvidas a partir da década de 60, enfatizando seus
conceitos fundamentais.
· Desenvolver uma abordagem crítica das perspectivas teóricas adotadas nas nos Estudos
Literários a partir dos anos 60.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fortalecer princípios metodológicos de análise literária;
· Depreender os pressupostos teóricos subjacentes às diferentes abordagens da crítica e da
historiografia literária no Brasil.
CONTEÚDOS
Unidade I - Estruturalismo
1.1 O método estrutural e a herança formalista;
1.2 Estruturalismo literário no Brasil
Unidade II - Desconstrucionismo literário
2.1 Sobre a desconstrução
2.2 A semiologia de Roland Barthes
253

2.2.1 Poder, prazer e leitura
2.2.2 A morte do autor
Unidade III - Teorias da Leitura
1.1 Estética da recepção
1.2 Teoria do efeito literário
1.3 Recepção e crítica Literária no Brasil
Unidade IV - Estudos Culturais
1.1 Histórico da disciplina
1.2 Estudos culturais x Estudos Literários: a questão do cânone
1.3 Estudos Culturais no Brasil
PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto
ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.
RECURSOS
Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados
PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno
será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de

254

questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o conteúdo
estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e demais
atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota
igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS)
com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARTHES, Roland ET alii. Análise estrutural da narrativa. 6.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
COSTA LIMA, Luiz. Teoria da Literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2002. v. 2.
CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini Vasconcelos. São
Paulo: Beca, 1999.
D'ONOFRIO, Salvatore. Forma e sentido do texto literário: mito, épica, romance, conto,
novela, crônica, fábula, trama. São Paulo: Ática, 2007.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508110773

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COMPAGNON. Antoine. O Demônio da Teoria: literatura e senso comum. Tradução de
Cleonice Paes Barreto Mourão, Consuelo Fontes Santiago- Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileiras: estudos
lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, 2004.

HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga (Orgs.). Teorias da comunicação:
conceitos, escolas e tendências. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
ZILBERMAN, Regina. Estética da Recepção e história da Literatura. São Paulo: Ática, 2009.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508033225
PAULA, Laura da Silveira. Teoria da Literatura. Curitiba: IBPEX, 2011.
http://estacio.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578387716/pages/5

INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO
255

1. BARTHES, Roland et al. Análise estrutural da narrativa. 7. ed. Petrópolis, Vozes, 2011.EAN13: 9788532636690 Capítulos: Introdução 14 páginas Introdução à análise
estrutural da narrativa. 44 páginas
2. HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C. & FRANÇA Vera Veiga (orgs.) Teorias da
Comunicação; Conceitos, Escolas e Tendências. 9. Ed. Petrópolis, Vozes, 2010. ( EAN-13:
9788532626158 Capítulo: Estudos Culturais 20 páginas
3. TRINDADE, Magaly & BELLODI, Zina. Teoria da literatura "revisitada" Petrópolis, Vozes, 2005.
EAN-13: 9788532631008 Capítulos: Outras posições teóricas do século xx 16 páginas
Considerações finais 7 páginas
4. ZILBERMAN, Regina. Estética da Recepção e História da Literatura São Paulo, Ática, 1989.
EAN-13: 9788508033225 Capítulo: Helena: um caso de leitura 25 páginas
OUTRAS INFORMAÇÕES
Os textos abaixo são bastante didáticos e podem ser disponibilizados aos alunos na
Biblioteca da Disciplina (Webaula):
PINTO, Fernanda Larossi. ESTUDOS CULTURAIS BRITÂNICOS: CRÍTICAS E TENDÊNCIAS.
Disponível em: http://www.fibbauru.br/files/Estudos%20culturais%20brit%C3%A2nicos%20cr%C3%ADticas%20e%20tend%C3%AAncias.pdf
Acesso em 24/05/2010.
Pereira, André Luis Mitidieri. OS ESTUDOS CULTURAIS VÃO AO PARAÍSO.
Disponível em: http://www.uff.br/cadernosdeletrasuff/34/artigo6.pdf
Acesso em 24/05/2010.
TEIXEIRA, Ivan. O Estruturalismo.Disponível em:
http://textoterritorio.pro.br/alexandrefaria/recortes/cult_fortunacritica_4.pdf
ESTÉTICA DA RECEPÇÃO E TEORIA DO EFEITO. Márcia Hávila Mocci da Silva Costa. Disponível
em:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/L
inguaPortuguesa/artigos/EST_RECEP_TEORIA_EFEITO.pdf

Disciplina: TEORIAS DO DISCURSO
DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO
PERFIL DO DOCENTE
256

Docente com formação em letras, estudos da língua, preferencialmente com pósgraduação stricto sensu.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Compreender as relações de sentido e sua aplicação no mundo que nos cerca é
fundamental para um profissional da área de Letras. Assim, essa disciplina foi
construída levando em conta, primeiramente, a noção básica de signo linguístico e seu
reflexo no estabelecimento do significado. A partir dessa conceituação analisaremos as
relações de sentido entre as palavras, observando, a seguir como esses conceitos são
utilizados em propagandas, charges, manchetes de jornais etc.
Ampliando-se esse estudo do significado, é necessário que esse indivíduo, que lidará
com o ensino não só Língua Portuguesa mas também das diversas literaturas, delimite
os estudos semânticos e os estudos pragmáticos, aplicando, novamente, esses
conceitos em textos de uso corrente. A partir daí, entra-se no campo da análise de
discurso de linha francesa, teoria de ampla divulgação na atualidade, que aplica
conceitos como os de formação discursiva e de formação ideológica nas análises que
realiza.
EMENTA
Modificação do sentido. Relações semânticas de sinonímia e ambigüidade; de
contraste e antonímia; de semelhança e paronímia; de conotação; de homonímia e
polissemia. Sintaxe e Discurso. As diferentes concepções de linguagem e as
abordagens do discurso. Relações entre conhecimento lingüístico e uso da língua,
segundo as várias correntes de estudos da linguagem. Os objetivos e o objeto de
estudo das teorias do discurso. Análise de textos em língua portuguesa com base em
diferentes perspectivas teóricas do discurso.
OBJETIVO GERAL



Conhecer as diferenças entre pragmática e semântica.
Compreender as diversas relações semânticas existentes entre as palavras.
Delimitar os campos de abordagens da análise do discurso de língua francesa.
Confrontar as perspectivas teóricas no campo das teorias do discurso.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS




Relacionar os mecanismos de construção do sentido.
Diferenciar a semântica formal da semântica lexical.
Demonstrar as relações de sentido entre as palavras.
Relacionar os principais conceitos da pragmática.
Exercitar os mecanismos discursivos para análise dos modos de construção
discursiva em instâncias enunciativas diversas, a partir das diferentes
perspectivas teóricas sobre o discurso.
CONTEÚDOS

257

1.7.2.2.2.2.Ambiguidade 1.5. paráfrase.3 Formação discursiva 258 .1 O surgimento da Análise da Conversação 3. As figuras de linguagem 1.8.9 A coerência textual e os significados do texto Unidade II .2Denotação e conotação 1.ANÁLISE DA CONVERSAÇÃO 3.1.2 Estratégias de interação 3.2 Teoria dos atos de fala 2.4 Máximas de Grice Unidade III.2 As relações entre as palavras 1. antonímia e contradição 1.2.ANÁLISE DO DISCURSO FRANCESA 4. Homonímia e polissemia 1. inferência e instrução 2.4 Hiperonímia e hiponímia 1.3 Marcadores conversacionais Unidade IV .3 Sinonímia.1 A arbitrariedade do signo 1.Unidade I . signo e sentido 1.2.2 A condição de produção 4.1 Linguagem.1 Enunciação.2.6 Paronomásia 1.1 Breve histórico da Análise de Discurso de linha francesa 4.2.A SEMÂNTICA LEXICAL E SEMÂNTICA FORMAL 1.Acarretamento e pressuposição 1.A LINGUAGEM EM USO 2.2.3 Teorias da polidez 2.

sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.4. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. simulados.5 A noção de sujeito PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.0 (oito). leitor de PDF. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. aulas online. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. atividades animadas de aplicação do conhecimento. em ambiente virtual de aprendizagem. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). RECURSOS Acesso à internet.0 (zero) a 2. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). a metodologia de entrega de conteúdo contempla. hipertextos. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Com relação ao segundo critério.0 (seis). estudos de caso. flash player. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. a qual será atribuído grau de 0. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. biblioteca virtual etc. 259 . quiz interativo. recursos HTML etc.4 Formação ideológica 4. Nesta disciplina. de acordo com o calendário acadêmico institucional. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. simuladores virtuais.). javascript. leitura de textos pertinentes ao assunto. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina.0 (zero) a 8. links orientados. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.0 (dois). Na sala de aula virtual.

2002.) Introdução à linguística. Argumentação e linguagem. Mário E.bv3.digitalpages.digitalpages. I. Princípios de análise. 2000.) Manual de linguística. São Paulo: Contexto.com. http://estacio. 2002. MARTELOTTA. São Paulo: Contexto. INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO OUTRAS INFORMAÇÕES BUENO. Marli Quadros. ed. Campinas. São Paulo: Contexto. Luiz A. Maria Cecília (org. www.BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIORIN. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIORIN.br/nova/cidinha/marc_artigo1.unisal-lorena. Semântica e pragmática. Análise da conversação.digitalpages. II. Análise de discurso: princípios e procedimentos.br/users/publications/9788508091638 FIORIN.org. LEITE. Linguagem e ideologia. ed. 2010. educação e fonoaudiologia. 6. Maria Lucia Mexias.br/ixsenefil/anais/22. http://www. http://estacio.com.br/users/publications/9788508107872 MOLLICA.). (org. São Paulo: Cortez. São Paulo: Ática. 2009. Semântica.) Introdução à linguística. Linguagem para formação em letras.bv3. 2001. Eni P.br/users/publications/8572441921 ORLANDI.São Paulo: Ática. João W. Ingedore Grunfeld Villaça. José Luiz (org. São Paulo: Ática. KOCH.doc SIMON.digitalpages. São Paulo: Contexto. 2002.bv3. 11ª ed. Rodolfo e GERALDI.bv3. 7a . Marcilene Rodrigues Pereira. Preconceito e intolerância na linguagem. 2006.htm Parte superior do formulárioParte 260 . http://estacio.br/users/publications/9788572442213 ILARI.filologia.com.com. São Paulo: Contexto. 2008. 2003 http://estacio. Análise do discurso de linha francesa: preliminares. MARCUSCHI. 4. SP: Pontes. José Luiz. José Luiz (org. Objetos teóricos.

Além disso. Gustavo Adolfo da.ano em que foi implantada como disciplina obrigatória em todas as licenciaturas da UNESA.org. Maria Lucia Mexias. 261 .htm. Gustavo Adolfo da.filologia.htm.626..htmParte superior do formulárioParte inferior do formulário SIMON. Semântica e pragmática.br/viisenefil/10.htm. passou a ser oferecida também como disciplina optativa em todos os cursos de graduação e nos cursos superiores de tecnologia. A obrigatoriedade da disciplina LIBRAS no currículo dos cursos superiores foi estabelecida pelo Decreto 5.filologia.br/viiifelin/41. antecipando-se aos prazos estabelecidos no citado decerto. Embora a Língua Brasileira de Sinais seja reconhecida como língua oficial da comunidade surda desde 2002. Disponível em http://www. Dessa forma. que determinou sua obrigatoriedade a partir de 2008. de 22 de dezembro de 2005.inferior do formulário SILVA.org.br/viiifelin/41. Disponível em http://www. uma vez que lhes favorece a comunicação. CONTEXTUALIZAÇÃO O domínio da LIBRAS ? Língua Brasileira de Sinais . BUENO. permite a organização do pensamento e torna-se meio de contato e de produção cultural. permanece desconhecida pela maior parte da população ouvinte. a inclusão da disciplina LIBRAS no currículo dos cursos superiores constitui um importante passo em direção à efetiva integração entre surdos e ouvintes.Parte superior do formulárioParte inferior do formulário SILVA. Disciplina: TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Profissional graduado em Pedagogia.filologia.é determinante na configuração identitária dos sujeitos surdos. Teoria dos atos de fala Disponível em www. Teoria dos atos de fala Disponível em www. com formação acadêmica e/ou prática em ensino de Libras.br/viiifelin/41.org. Marcilene Rodrigues Pereira. Análise do discurso de linha francesa: preliminares. art. Letras ou áreas afins. 9º.filologia.org.

abrindo caminho para a efetiva democratização do acesso à educação. Cultura em comunidades sinalizantes UNIDADE 2 . EMENTA Diferença.2. Variação linguística e Padronização 2. comunicação e identidade 1. atendendo às especificidades de sua configuração Espaço-visual. Refletir acerca das dimensões linguística e sociocultural da LIBRAS. Categorias Gramaticais 3.2.Considerando os aspectos acima destacados.2.3. especificidades linguísticas e noções instrumentais em LIBRAS. Advérbios 262 . tendo como referência as categorias ?especificidades lingüísticas? e ?elementos socioculturais?.2.1. INCLUSÃO E IDENTIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA 1. Políticas linguísticas e educacionais 1. OBJETIVO GERAL Construir elementos teórico-práticos que permitam a ampliação do conhecimento acerca do uso e das práticas educativas inerentes à LIBRAS.2.1.2. Bases Instrumentais da gramática da LIBRAS 3. a disciplina LIBRAS pretende viabilizar a intercomunicação entre surdos e ouvintes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Discutir aspectos metodológicos do ensino de LIBRAS.1. aspectos sociolinguísticos da Língua Brasileira de Sinais.1. Formação de sinais e uso da LIBRAS: parâmetros 3. CONTEÚDOS UNIDADE 1 ? DIFERENÇA. Famílias de Línguas e minorias linguísticas UNIDADE 3 -? ESPECIFICIDADES LINGUÍSTICAS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 3. aos bens culturais e ao sistema econômico.ASPECTOS SOCIOLINGUÍSTICOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 2. Mundo moderno. inclusão e identidade na sociedade contemporânea.

3. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco 263 . leitura de textos pertinentes ao assunto. flash player. caso não os tenha já instalados. estudos de caso. hipertextos. a qual será atribuído grau de 0. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Aulas Teóricas: exposição dialogada (interpretada e/ou em LIBRAS).). atividades animadas de aplicação do conhecimento. RECURSOS Acesso à internet. simuladores virtuais. javascript. Na sala de aula virtual. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. em ambiente virtual de aprendizagem. links orientados. trabalhos individuais ou em grupo. recursos HTML etc.1.0 (zero) a 8. Adjetivos 3.2.NOÇÕES INSTRUMENTAIS em LIBRAS 4. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Com relação ao segundo critério. Nesta disciplina. quiz interativo. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). Sugestão de atividade para avaliação: elaboração e operacionalização de proposta de investigação sobre processos educativos voltados para surdos em diferentes espaços com vistas à produção de relatório.3. leitor de PDF. simulados. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.3. Verbos e classificadores 3. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Literatura em língua de sinais PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.3.0 (dois).5 Estruturação de sentenças em LIBRAS UNIDADE 4 . no qual o estudante deve estabelecer relações entre a teoria discutida e a prática observada. biblioteca virtual etc.0 (zero) a 2.3. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.0 (oito).4. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. Conversação Básica em LIBRAS 4. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players.

KARNOPP. da Cunha (org. 2012. Maria Regina. Ronice Muller de. Dicionário enciclopédico ilustrado trilingue da língua de sinais brasileira.0 (seis). 2010. 2004 (v. Nelson.digitalpages. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PIMENTA. . Pearson Prentice Hall.bv3.com. Editora(s) Ministério da educação e Cultura. São Paulo: Plexus. Ensino de língua portuguesa para surdo: Caminhos para a prática pedagógica.br/users/publications/9788576058786 QUADROS. LIBRAS: conhecimento além dos sinais. 2012 264 . M.digitalpages. 2011 http://estacio.br/users/publications/9788578388126/pages/5 SMITH. CAPOVILLA. A. + 1 DVD (Coleção Curso de Libras) ISBN 978856022100X. Adam.). Maria C. aulas online. Língua de sinais brasileiras: estudos lingüísticos. 2011. Heloisa Maria Moreira de Almeida. de acordo com o calendário acadêmico institucional. Porto Alegre: ARTMED. SALLES.digitalpages. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.bv3. D. Curso de libras 1: iniciante. São Paulo: EDUSP. PEREIRA.br/users/publications/9788530807283%20/pages/5 FERNANDES. RAPHAEL. QUADROS. 106 p.com. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). 2001. http://estacio. Educação de pessoas surdas.1).com. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOLDFELD. 2004. 4. 2002. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Campinas: Papirus. F. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.de questões da disciplina.São Paulo. http://estacio. 2 V. Curitiba: IBPEX. ed. Rio de Janeiro: LSB Vídeo. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. Educação de Surdos. Sueli. LECHESI. W. Secretaria de Educação Especial. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Ronice Muller de. Lodenir Becker. A mão invisível.bv3. São Paulo: Pearson. C.

2000.com. Disponível em: <http://www.acessobrasil. Ronice Muller de. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista.posturas socioantropológicas em respeito à minoria surda GOLDFELD. Língua de sinais brasileiras: estudos lingüísticos.digitalpages.bv3. A. Parte II . ed.br/pdf/artigo2.pdf> acesso em 28/06/08 Disciplina: PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. LIBRAS: a Língua de sinais dos surdos brasileiros. 2002. Porto Alegre: ARTMED.org. São Paulo: Plexus. quase sempre em horário integral.Maria Cecília e outros.versão 2. Fonoaudiologia: surdez e abordagem bilíngüe. Surdez: um olhar sobre as diferenças. assim como o conteúdo de Língua Portuguesa e 265 . Deverá conhecer o ambiente escolar. conhecimento de técnicas metodológicas.A sintaxe especial SKLIAR. bem como habilidade específica para lidar com as dificuldades inerentes à carga horária exigida do aluno que trabalha. Lodenir Becker. PORTUGUÊS III DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE : Titulação: Graduação em Pedagogia e/ou em Letras com pós-graduação em Educação. Perfil: Deve possuir competências didático-pedagógicas.A lingüística e a língua de sinais brasileira Capítulo 4 .LIBRAS . 2004. Capítulo 1. KARNOPP.0 web. mestrado ou doutorado. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais .br/libras/> acesso em 28/06/08 RAMOS.http://estacio. Capítulos: Prefácio e introdução Sugestões de leitura: ACESSO BRASIL. Clélia. Disponível em: <http://www. 2005 LIMA. M. a legislação específica e diretrizes estabelecidas para a prática do estágio supervisionado.br/users/publications/9788563560698/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO QUADROS.editora-arara-azul. preferencialmente. São Paulo: Plexus.com. Belo Horizonte: Mediação. Carlos. 3.

O planejamento das aulas. O papel do professor e do aluno na nova sociedade. visual. econômico etc. Dessa forma. Educação de Jovens. Ambiente virtual de aprendizagem. É necessário também a estes alunos de licenciatura o desenvolvimento da sensibilidade para o trabalho adequado às diferentes faixas etárias e nos mais diversos veículos e métodos de aprendizagem. O uso e influência das novas tecnologias devem servir ao docente não só para sua atividade de ensino.Literaturas e a estrutura do relatório de estágio. Desenvolver habilidades técnicas e reflexão crítica para a autonomia necessária ao exercício do magistério.) próprias da cibercultura. Conhecer os conceitos ?pós-moderno? e ?pós-modernidade? e a partir deles avaliar o desafio de educar as novas gerações em nosso tempo. através da associação do conteúdo estudado com a observação da prática docente. . Descrever e analisar o perfil sociocultural dos alunos universitários de licenciaturas na modalidade online. além das demais formas já conhecidas. EMENTA Educação. sociedade e tecnologia: a evolução da informática no Brasil e o panorama atual. a educação precisa repensar seus métodos curriculares e preparar seus docentes tanto para se apropriarem das novas tecnologias de informação e comunicação quanto para a prática da educação a distância que se vê viabilizada. recursos de comunicação como forma de desenvolvimento de atividades pedagógicas. A educação no século XXI. Analisar a legislação atual de EAD no Brasil. OBJETIVO GERAL   Oportunizar a reflexão crítica do uso dos recursos tecnológicos na escola de estágio. OBJETIVOS ESPECÍFICOS     266 : Conhecer o panorama atual e o crescimento desenfreado da EAD no Brasil. CONTEXTUALIZAÇÃO Diante das diversas mudanças propostas para serem realizadas no século XXI e das próprias demandas da sociedade atual. Para tanto. por conta da inserção da linguagem digital na sociedade e da necessidade da escola em lidar com diferentes realidades. Adultos e Idosos: histórico e desafios. mas também na sua atividade de pesquisa continuada. hipermídia etc. o papel dos professores tem que mudar. Neste contexto. mas é preciso pensar também a situação dos jovens.). cultural. profissional. A Internet como fonte de pesquisa. Educação a distância: conceito e regulamentação. adultos e idosos que não tiveram a oportunidade de estudar ou de aprimorar os seus conhecimentos. Os alunos de licenciaturas precisam ser preparados para utilizar os sistemas culturais de representação do pensamento que marcam a sociedade contemporânea. o que implica novas formas de letramento ou alfabetização (sonora. não basta pensar o futuro de crianças e adolescentes. torna-se necessário que se busque possibilidades de melhoria para a vida de todos os cidadãos em seus mais diversos setores (pessoal.

Na sala de aula virtual. 2. · A Internet como fonte de pesquisa · Objetos de aprendizagem Unidade III .Prática pedagógica e tecnologia: possibilidades Recursos de comunicação virtual como forma de desenvolvimento de atividades pedagógicas 2. A escola diante deste novo panorama da sociedade · O papel do professor e dos alunos na nova sociedade · Integração entre tecnologia e sociedade: o desafio da educação no século XXI Unidade II . atividades animadas de aplicação do conhecimento. links orientados. estudos de caso. Discutir a possibilidade de estratégias docentes. O blog como possibilidade pedagógica de interação 1.Educação a distância · Regulamentação brasileira sobre a EAD. Uso das tecnologias no trabalho por projeto Avaliação da aprendizagem em ambientes virtuais Educação para jovens e adultos. leitura de textos pertinentes ao assunto. Desenvolver sugestões de qualidade para a docência online. CONTEÚDOS Unidade I . 267 . Definir qualidade em educação online e saberes docentes para a modalidade online. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.Educação. 3. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. de estratégias de aprendizagem e de estratégias de comunicação na educação a distância.    Contrastar educação presencial e educação online. · O trabalho com projeto de aprendizagem 1. hipertextos. · O panorama atual: programas de inclusão digital do governo federal. sociedade e tecnologia · A história da informática na educação no Brasil 1. estadual e municipal. . nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. em ambiente virtual de aprendizagem.

Trabalho individual: elaboração de um plano de aula. Vani Moreira. 268 . 2006. Maria Antonia de. flash player.0. Conclusão do estágio com apresentação dos documentos comprobatórios dessa conclusão.digitalpages. São Paulo: Papirus. javascript. material e humana da escola.Didática para a Escola Fundamental e Média.com. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI. 9ª ed. Amélia Domingues de. elaboração de uma prova com questões objetivas e discursivas. ARTMED. Trabalho individuais ou em grupo. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. CARVALHO.simuladores virtuais.bv3. Porto Alegre. observação da estrutura física. HAYDT. São Paulo: Cortez. Campinas. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. RECURSOS Acesso à internet.bv3. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. LUCKESI. Regina. simulados. http://estacio. quiz interativo. Cipriano Carlos.1994.). caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO Será atribuída uma nota final. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. João Wanderley. Educação de Jovens e Adultos. Portos de passagem.digitalpages. recursos HTML etc. Avaliação da aprendizagem escolar. Curitiba: IBPEX. Anna Maria Pessoa de (Organizadoras). 2003. Relatório final do estágio. 2000. leitor de PDF. Philippe(Org. 4ª ed.com. São Paulo: Martins Fontes.) Formando professores profissionais: quais estratégias? Quais competências? 2ª ed. envolvendo todos os itens. Para aprovação na disciplina o aluno deverá: Atingir resultado igual ou superior a 6. PERRENOUD. http://estacio. observação diária das aulas assistidas. SOUZA. Curso de didática geral.br/users/publications/9788508106004 KENSKI. 2010. biblioteca virtual etc.br/users/publications/9788599583531/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO. a partir da entrega das seguintes atividades ao professor: Relatório parcial envolvendo a parte geral do relatório: introdução.2001. Ensinar a Ensinar. São Paulo: Ática.

1 Capítulos selecionados (nome e número de páginas) capítulo 3 . novas perspectivas. Ana Gracinda (Orientação). Ilma Passos A. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. O Trabalho Docente Teoria & Prática. Myrtes (Organização). São Paulo: Papirus. Campinas.digitalpages.bv3.digitalpages.br/users/publications/9788530808730 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO 1º livro: Nome do livro . ALONSO. 2003.objetos de aprendizagem para educação a distância (27 páginas) capítulo 4 .1 Capítulos selecionados (nome e número de páginas) Ead: conceitos e teorias (19 páginas) História da ead (19 páginas) Modelos de ead (26 páginas) Novos papéis para o aluno.2009 Edição .2007 Edição .Pearson Education Ano .Artmed Ano .2007. o professor e a instituição (19 páginas) 2º livro: Nome do livro: Modelos pedagógicos em educação a distância Nome do autor: Patricia Alejandra Behar Editora .com. Profissão docente: novos sentidos.com. http://estacio. CRISTINA D’AVILA.abc da ead Nome do autor . 2010.trabalho com projetos: práticas pedagógicas de professores em formação continuada (33 páginas) 269 .).bv3. (Orgs.avaliação da aprendizagem em ambientes virtuais (21 páginas) capítulo 10 .Carmen Maia e João Mattar Editora . http://estacio. VEIGA.br/users/publications/9788530808280 QUELUZ.

Total de páginas: 145 270 .

problema. hipóteses. CONTEXTUALIZAÇÃO A matriz curricular do curso de Letras foi organizada com a intenção de promover a reflexão e a construção do conhecimento. Representa.Projeto de pesquisa 1. a materialização do que foi apreendido pelo aluno ao longo de todo o curso. a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Letras. CONTEÚDOS Unidade 1 . Elaboração de ensaio crítico como resultante da proposta de linguagem do projeto de pesquisa.Disciplina: TCC EM LETRAS (LÍNGUA PORTUGUESA) DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em Língua portuguesa e Literaturas. justificativa e referência bibliográfica. OBJETIVO GERAL Oferecer as condições técnico-linguísticas para a construção das etapas do projeto de pesquisa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : Escrever as partes de um projeto de pesquisa. objetivos. Diante desta constatação. EMENTA : Construção das etapas de elaboração do projeto de pesquisa: tema.1. Linguística. Elaboração do projeto de pesquisa 271 . Produzir um ensaio crítico resultante do planejamento proposto no projeto de pesquisa. português/ Literaturas tem como objetivo conduzir o aluno ao entendimento e domínio de uma linguagem técnico-científica para que ele possa produzir trabalhos acadêmicos em sua área de conhecimento. delimitação do tema. Desenvolver competência lógico-linguística na elaboração do projeto de pesquisa. Testar a resultante eficaz desta realização. portanto.

4. analítica 3. delimitação do tema 1.4.1.4.Produção avançada 5. leitura de 272 . justificativa 1.5.1. objetivos: geral e específico 1.6. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. problema 1.Regras para elaboração de referências em meios eletrônicos Unidade 5 .2.1.2.Pesquisa bibliográfica 2.Elaboração de ensaio crítico PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. seletiva 3. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.Regras para elaboração de referências 4. Fontes bibliográficas 2. exploratória 3.2.3.1.interpretativa Unidade 4 .2.3.Elementos de um projeto de pesquisa 1.2. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. hipóteses 1.5. em ambiente virtual de aprendizagem.notas de rodapé: explicativas e de referência 4.1.2.Sistema de chamada para citação de fontes 4.7.Tipos de leitura 3. Na sala de aula virtual.Normas para apresentação de trabalho científico (ABNT) 4.2.2.2.3. Fontes primárias e fontes secundárias Unidade 3.2. referência bibliográfica Unidade 2 .2. Citações: indireta e direta 4.1.2.tema 1.

caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO O sistema de avaliação da disciplina TCC EM LETRAS é composto de AV e/ou AVS e em cada uma dessas etapas avaliativas a nota será composta de: a) Nota de “Conteúdo do TCC”.00 (três pontos) na nota de “Conteúdo de TCC” OU  Faltar a AV e AVS. atividades animadas de aplicação do conhecimento. Estará reprovado o aluno que:  Não entregar o “Conteúdo de TCC” até o prazo estipulado OU  Obtiver nota inferior a 3. obtendo nota zero na “Defesa escrita de TCC” Deverá realizar a “Defesa Escrita de TCC” na AVS o aluno que:  Faltar a AV OU  Obtiver nota de “Conteúdo de TCC” igual ou superior a 3.00 (seis pontos). Estará aprovado o aluno que obtiver:  Nota de “Conteúdo de TCC” igual ou superior a 3. simuladores virtuais. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos.0). javascript. hipertextos.00 (três pontos) E  Nota final (somatório das notas de “Conteúdo de TCC” e “Defesa escrita do TCC”) igual ou superior a 6. valendo até 5. ou seja. RECURSOS Acesso à internet.5 (cinco pontos e cinco décimos) Haverá a exigência de nota mínima (3. simulados. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. links orientados. no “Conteúdo do TCC”. biblioteca virtual etc.5 (quatro pontos e cinco décimos) b) Nota de “Defesa escrita do TCC”. leitor de PDF. quiz interativo. para realização de AVS. estudos de caso. flash player.). recursos HTML etc. valendo até 4.00 (três pontos) e Nota final (somatório das notas de “Conteúdo de TCC” e “Defesa escrita do 273 .textos pertinentes ao assunto.

com. 2000. MEDEIROS. MEZZAROBA.br/users/publications/9788564574595/pages/-6 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS. Orides. 2012. Como se faz uma tese.digitalpages. 1990. Manual de metodologia de pesquisa no Direito. http://estacio. São Paulo: Pearson. http://estacio. São Paulo: Pearson. MASCARENHAS. Sidnei Augusto.bv3.com.bv3. Cláudia Servilha. São Paulo: Atlas. João Bosco.br/users/publications/9788508097777/pages/3 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Como elaborar Projetos de Pesquisa Nome do autor: Antonio Carlos Gil Editora: Atlas Ano: 1996 Edição: 3.com. A prática da pesquisa.bv3. Metodologia Científica.digitalpages. resenhas.bv3. Neide Aparecida de Souza. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL. 2012. Petrópolis: Vozes. Celicina Borges. pelo professor orientador. resumos. 2003. Como elaborar projetos de pesquisa.ª 274 .br/users/publications/9788576050858/pages/_5 AZEVEDO. Redação Científica: a prática de fichamentos. http://estacio. São Paulo: Atlas. Metodologia Científica ao alcance de todos. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Manole. Aidil de Jesus Paes de. Antonio Carlos.digitalpages. LEHFELD. 2009. CASTRO. 1989. A nota “Conteúdo de TCC” leva em consideração o processo de orientação ao longo do semestre e a correção da versão final. Umberto.br/users/publications/9788520428979/pages/_7 MAGALHÃES.digitalpages. http://estacio.TCC”) inferior a 6. São Paulo: Perspectiva.00 (seis pontos).com. MONTEIRO. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Gildo. ECO. Rio de Janeiro. São Paulo: Ática. Claudio de Moura. 2005. Introdução à Metodologia Científica: caminhos da ciência e tecnologia. 1991.

ª Nome do capítulo: Projeto de Pesquisa Número de páginas do capítulo: 25 Disciplina: LITERATURA POPULAR REGIONAL DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE 275 .ª Nome do capítulo: Como classificar as pesquisas? Número de páginas do capítulo: 18 Nome do livro: Redação Científica Nome do autor: João Bosco Medeiros Editora: Atlas Ano:2000 Edição: 4.Nome do capítulo: Como delinear uma pesquisa bibliográfica? Número de páginas do capítulo: 18 Nome do livro: Como elaborar Projetos de Pesquisa Nome do autor: Antonio Carlos Gil Editora: Atlas Ano: 1996 Edição: 3.ª Nome do capítulo:Como elaborar referências bibliográficas Número de páginas do capítulo: 26 Nome do livro: Manual de Metodologia da pesquisa no Direito Nome dos autores: Orides Mezzaroba e Cláudia Servilha Monteiro Editora: Saraiva Ano: 2003 Edição: 1.

teatro. Em caso de egresso de curso lato sensu. e no que concerne aos estudos pretendidos.Docente com formação em Letras. arquétipos e estilos e identificar as características dos movimentos artísticos das regiões brasileiras. enriquecer as interpretações a partir dos dados bibliográficos do autor. no tocante à vida social. por outro lado. em estudos de literaturas." EMENTA Leitura de textos representativos da literatura popular. etc. com pós-graduação stricto sensu. que ‘desgastada’ pelo uso é substituída por novas formas de expressão. desenvolver a capacidade crítica. sentido e estilo que o vincule imediatamente à tradição literária. Nesse sentido a análise das manifestações culturais populares não deve se desvincular da história da literatura e das várias formas de expressão literárias. Um discurso pode ser considerado ‘literatura’ a partir de determinadas características e valores que o particularizam em relação aos demais tipos de textos. Somado a este fato é de considerável importância aliar aos estudos literários informações. as obras daí resultantes. com a finalidade de não descontextualizar as reflexões sobre literatura popular regional do âmbito da tradição literária. isto é. embora as diversas categorizações acerca da natureza e finalidade da literatura. interpretar a mensagem sem prescindir da realidade intrínseca de cada obra em si mesma. CONTEXTUALIZAÇÃO A compreensão da literatura como atividade artística vincula-se de modo irrefutável ao estudo empreendido pelas disciplinas que têm como objeto o fenômeno literário e. sejam visões de pensadores independentes ou à mercê de instituições políticas. apreender o conteúdo através das possíveis relações de significado. histórico e socialmente contextualizado entre os discursos apresentados. não se configurem suficientes para identificar ou definir a literariedade numa ou em várias obras de ficção. OBJETIVO GERAL Ampliar o conhecimento geral. caracteres. A natureza do discurso literário é fundalmentalmente subordinada ao plano diacrônico. deve transmitir técnica. e se necessário for. Educador preocupado com a formação literária e cultural dos seus alunos. preferencialmente. numa atitude do autor diante de sua obra de recriação. obrigatoriamente. o artista estabelece novos olhares e soluções para temas universais. por vez correlacionando os discursos da literatura a de outros gêneros da expressão artística. suas competências de leitura e interação com a cultura popular de uma maneira geral. em estudos de literaturas. relacionando-os com 276 . o conhecimento. da tradição literária brasileira. por conseguinte. da sociologia. etc. ou de ruptura com a linguagem. símbolos. da História. Docente-pesquisador atento à pluralidade da cultura e literatura popular nacional. conceitos e questões da lingüística. música. cinema. à tradição literária. Avaliar os discursos relacionando-os e descrevendo-os segundo os respectivos contextos históricosociais a fim de remover as balizas que restringem a interpretação a termos unicamente subjetivos. complementada pela apreciação de gêneros diversos da expressão artística regional. Compreender o fenômeno artístico regional à luz da tradição literária. aceitação.

o que é ‘popular’ e ‘não-popular’. Discutir o conceito de ‘povo’. com o objetivo de concluir a questão da literatura denominada popular em relação ao próprio meio onde é criada e em relação aos centros de estudos formais. Unidade 3 – Estudo de obras e de movimentos representativos da literatura popular. Unidade 2 – Apresenção de obras teatrais. filmes e movimentos culturais representativos da cultura popular brasileira. conhecer e analisar a forma e o conteúdo das obras. 277 . Unidade 4 – Conhecidos vários aspectos da realidade artística e histórico-social brasileira através da arte. especificamente a literária. para posterior análise e interpretação acerca dos conteúdos assimilados. que apesar de tantos contrastes e riqueza de aspectos culturais está em geral associada à espontaneidade do povo. Na sala de aula virtual. tudo isso quanto à receptividade dos diferentes tipos de público e esferas sociais. mas convergindo necessariamente à esfera da literatura popular. sistematizar os estudos sobre a cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Difundir o conhecimento sobre a realidade popular brasileira com o foco na literatura. simuladores virtuais. associando a literatura denominada popular à tradição literária brasileira e. biblioteca virtual etc. a música. Além de introduzir questões a respeito das características que definem segundo múltiplas perspectivas a criação literária como tal. estudos de caso. simulados. por conseguinte. o folclore. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. links orientados. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. o problema da identidade nacional. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. o teatro.conteúdo em análise. CONTEÚDOS Unidade 1 – Discussão sobre conceito de ‘povo’ e ‘cultura’. numa visão ampla do universo artístico brasileiro através dos vários tipos de linguagem como o cinema. em ambiente virtual de aprendizagem. o olhar acadêmico sobre as manifestações artístico-literárias que. européia. não pertencem à tradição. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. música. quiz interativo. leitura de textos pertinentes ao assunto. contextualizando-as social e historicamente. a respeito da receptividade do púbico e da realidade social do artista. como por exemplo a literatura de cordel. atividades animadas de aplicação do conhecimento. sobre a situação da expressão artística popular atualmente configurada em relação às instituições de ensino superior. mas no tocante a todo conjunto de reflexões evitando a todo custo entronizar uma determinada classe em detrimento de outras. hipertextos. ao artesão e às classes mais modestas. o poder dos discursos populares e a produção de cultura de massa nas transformações subjetivas e coletivas. a priori.

fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. a qual será atribuído grau de 0. 2002. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. Antônio. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. A linguagem literária.História e Literatura. http://estacio. leitor de PDF. 2007.0 (zero) a 8.0 (dois). SOARES. editora Ática. recursos HTML etc. A.br/users/publications/9788508109432 BACCEGA. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PROENÇA FILHO. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. São Paulo. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. Palavra e Discurso . javascript. São Paulo. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária.bv3. Nesta disciplina. Gêneros literários. aulas online.com.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. flash player.0 (oito). 8. São Paulo. CANDIDO. 2007.0 (seis). Queiroz. Com relação ao segundo critério. editora Ática. São Paulo: T. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Maria Aparecida. Angélica. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.RECURSOS Acesso à internet. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). ed. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Domício.0 (zero) a 2.digitalpages. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 278 . bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 2007. de acordo com o calendário acadêmico institucional. editora Ática.

Ludwig e Nava. Brasil: uma identidade em construção Rio de Janeiro: Ed. novela. Regina. São Paulo: Ática. 2009. Stuart.Bosi Alfredo. Estética da Recepção e história da Literatura. Teoria da literatura.com. CAPÍTULOS: 1. trama. Identidades culturais na pós-modernidade. Forma e sentido do texto literário: mito. 1999. épica. 3 . Roberto Acízelo Quelha de.VILLA LOBOS E OS MODERNISTAS CAP. 5. http://estacio.bv3. D'ONOFRIO. 1 . Ática. LIVRO: MODERNISMO E MÚSICA BRASILEIRA AUTOR: E. Disciplina: ASPECTOS SEMIOLÓGICOS DO DISCURSO DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras.bv3. 2. fábula. OUTRAS INFORMAÇÕES Disciplina com atividade estruturada anunciada nas aulas. 8.FOLCLORE E CULTURA DE MASSA. romance. São Paulo: Ática. Carmen (Org. 2008 HALL. crônica. 3. 2007. Rio de Janeiro: D.br/users/publications/9788508033225 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO LIVRO: CULTURA BRASILEIRA . 6 e 7.br/users/publications/9788508107629 ZILBERMAN.br/users/publications/9788508110773 SOUZA. Rio de Janeiro: Ed. São Paulo: Ática.Cultura Brasileira: temas e situações. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu. 4. Salvatore. CONTEXTUALIZAÇÃO 279 .digitalpages. estudos da língua.digitalpages. AUTOR: ALFREDO BOSI EDITORA: ÁTICA. TRAVASSOS EDITORA ZAHAR. P&A.com. ed.bv3. 2007. 2004. CAPÍTULOS: INTRODUÇÃO CAP. http://estacio.TEMAS E SITUAÇÕES.com. 2003. Ática. 2003 Lauerhass. http://estacio. conto.).digitalpages.

O sentido social da linguagem. da crítica literária e dos estudos culturais. Leitura e análise do texto literário a partir de Roland Barthes. Os conteúdos serão ministrados mediante textos teóricos e práticos. CONTEÚDOS UNIDADE 1. advindas dos estudos de autores renomados.SISTEMAS DE LINGUAGENS _ Semiologia e semiótica: as contribuições de Ferdinand de Saussure e Charles Sanders Peirce _ Leitura: um conceito polissêmico. o aspecto híbrido da disciplina pretende estimular o olhar crítico do aluno em relação aos textos produzidos pela sociedade. A linguagem verbal e a linguagem não-verbal: distinções e articulações _ Os elementos da comunicação: as funções da linguagem e a interpretação discursiva. da linguística. EMENTA Os sistemas de linguagem. A polissemia da noção de leitura. tendo em vista a noção de autoria. desenvolver a capacidade de leitura. - distinguir os objetivos do texto e seu comprometimento ideológico. desenhou-se um curso que agrega conceitos da semiótica. da narratologia. Assim. contextualizando socialmente as demandas interpretativas do discurso e procurando instrumentalizar a compreensão a partir de óticas diversas. - avaliar a participação do leitor na construção do texto literário. A constituição da autoria e o leitor ideal. bem como promover o aprimoramento de sua produção textual. sejam eles verbais ou não.ASPECTOS SEMIOLÓGICOS DO DISCURSO A disciplina Aspectos Semiológicos do Discurso foi criada com o objetivo de dinamizar o conceito de leitura. 280 . OBJETIVO GERAL Compreender os diversos sistemas de linguagem. - relacionar o texto com outros textos: a polifonia. Para tanto. conhecer instrumentos diversos para efetuar a leitura de textos não-verbais e verbais ( inclusive literários). OBJETIVOS ESPECÍFICOS identificar os sistemas de linguagem e analisar textos produzidos com códigos diversos. - analisar o texto literário empregando a semiologia barthesiana. apresentando referenciais teóricos e práticos a partir dos quais o aluno poderá compreender e intervir na realidade mediante o texto.

tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.Temas e figuras --- O sentido social da linguagem: Análise dos Discursos Sociais. _ Autor e Leitor: Umberto Eco. links orientados. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos 281 .0 (zero) a 8. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). biblioteca virtual etc. Na sala de aula virtual. javascript. atividades animadas de aplicação do conhecimento. quiz interativo. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. da Semiótica aos limites da interpretação. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. leitura de textos pertinentes ao assunto. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0.UNIDADE 2-COERÊNCIA E DISCURSO . Nesta disciplina. flash player. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.). A crítica literária. simuladores virtuais.0 (dois). poder e cultura. leitor de PDF.0 (zero) a 2. RECURSOS Acesso à internet. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. estudos de caso. Formação discursiva e formação ideológica.0 (oito). a metodologia de entrega de conteúdo contempla. Com relação ao segundo critério. _ A pós-modernidade e a crítica contemporânea PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. em ambiente virtual de aprendizagem. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. a qual será atribuído grau de 0. UNIDADE 3. Mikhail Bakhtin: Polifonia e intertextualidade. hipertextos. simulados.DA OBRA AO TEXTO _ Roland Barthes: discurso. recursos HTML etc.

Teoria semiótica do texto. São Paulo:Perspectiva. L. São Paulo: Ática. Tratado geral de semiótica. Análise do texto visual: a construção da imagem.ed.bv3. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. São Paulo: Cultrix. FIORIN. D. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. São Paulo: Cultrix.P.com. Antônio.J. FERRARA. http://estacio.São Paulo: Ática. (Coleção Fundamentos).2007. R. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. 4 ed. http://estacio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARTHES.(Trad.br/users/publications/9788508091638 PIETROFORTE.L.ed. aulas online. 2008. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web.0 (seis).L.bv3. Linguagem e ideologia. D. F. http://estacio. 3. São Paulo: Ática. Aula. (Coleção Ática Universidade)17 ed. Lúcia. SANTAELLA. (Coleção Princípios)4.ed. 1987. U.digitalpages.br/users/publications/9788508108664 FIORIN.São Paulo:Ática.Leitura sem palavras. L.SAVIOLI.com.. Semiótica aplicada.( Coleção Princípios).digitalpages. São Paulo: Ática.com.com. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS. PIGNATARI. J.br/users/publications/9788572443593/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática 282 . de acordo com o calendário acadêmico institucional. 1991.Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). Semiótica e Literatura. D. http://estacio. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. 2.br/users/publications/9788508037322 ECO. 1987.bv3. 2007. 1988.P.digitalpages.bv3. 2004.digitalpages. São Paulo: Contexto. Leyla Perrone-Moisés). Para entender o texto: leitura e redação.

Número de Páginas do Capítulo: 8 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: As relações entre textos Número de Páginas:8 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: O texto e suas relações com a história Número de páginas:8 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Níveis de leitura de um texto Número de páginas: 10 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática 283 .Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Considerações sobre a noção de texto.

Número de páginas: 10 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Modos de Citação de Discurso Alheio Número de páginas: 12 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Originalidade Número de páginas: 12 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Texto não-verbal Número de páginas: 14 Nome do Livro: Para entender o texto: leitura e redação Nome do Autor: Francisco Platão Savioli e José Luís Fiorin Editora:Ática 284 .Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: As várias possibilidades de leitura de um texto.

Cabo Verde.Ano:2007 Edição:17 Nome do Capítulo: Análise de uma narração Número de páginas: 8 Nome do Livro: Semiótica Aplicada Nome do Autor: Lucia Santaella Editora: Cengage Learning Ano:2002 Edição:1 Nome do Capítulo: Bases Teóricas para a Aplicação Número de Páginas:27 Nome do Livro: Semiótica Aplicada Nome do Autor: Lucia Santaella Editora:Cengage Learning Ano: 2002 Edição:1 Nome do Capítulo: Matisse: uma semiótica da alegria Número de páginas: 17 Disciplina: LITERATURA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em letras. Guiné-Bissau. CONTEXTUALIZAÇÃO A trajetória das Literaturas de Língua Portuguesa produzidas nos cinco países: Angola. precisa incluir os 285 . estudos da língua. fazem parte dos estudos do curso de Letras. formação e tendências contemporâneas. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu. Num curso de língua portuguesa que focaliza as literaturas. de modo geral. Fundação. Moçambique e São Tomé e Príncipe.

CONTEÚDOS Unidade 1: A importância da Lei 10. EMENTA Lei 10. Alteridade e eurocentrismo: o contato entre portugueses e africanos. Quênia ? berço da humanidade. Guiné Bissau. Identificar os momentos da fundação das literaturas africanas de língua portuguesa. 286 . África e trocas culturais marítimas. Literatura pós-1974. Identificar o Egito como berço da cultura ocidental. A Europa e a expansão mercantilista. do seu hibridismo com as línguas nacionais e o de sua emancipação.639/2003. Contemporaneidade e tessitura. Estudar os processos de conquista nas cinco nações africanas: Angola. a África como berço da humanidade. tão relavantes para o entendimento e consideração do texto literário. Rupturas com o colonialismo: principais marcos. As lutas de libertação e o texto testemunhal. Relacionar escrita literária e dependência política. Expansão marítima portuguesa e eurocentrismo na África e no Brasil. Egito ? berço da civilização. Literatura oral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a imagem do continente africano distanciada do estereótipo de séculos. Conhecer a evolução das Literaturas Africanas: da oralidade à escrita. Identificar o continente africano como berço da humanidade.639. inclusive no que concerne à prática pedagógica. Cabo Verde. Relacionar expansão portuguesa no século XV e colonização na África. OBJETIVO GERAL Analisar a importância destas Literaturas para construção de nossa identidade nacional. Literatura escrita no século XIX. bem como a de seu ensino.estudos de literatura africana. Imprensa e reivindicação no século XIX. Moçambique e São Tomé e Príncipe. A literatura oral.

simulados. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. A revolução dos Cravos em Portugal e reflexos nas nações africanas de língua portuguesa. atividades animadas de aplicação do conhecimento. o docente é responsável por mediar o conteúdo e sua integralização. leitura de textos pertinentes ao assunto. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Quanto à metodologia de ensino. São Tomé e Príncipe e Caetano da Costa Alegre. Moçambique: a revista Msaho. Para tal. biblioteca virtual etc. Guiné Bissau (Tony Tcheka). A poesia como palavra de ordem. O segredo da morta. Prêmio Camões). cabe ao docente organizar e orientar as discussões no fórum. Angola e os escritores Alfredo Tronni e José da Silva Maia Ferreira. bem como nas outras ferramentas de comunicação disponibilizadas na sala de aula virtual (chat. links orientados. estudos de caso. em ambiente virtual de aprendizagem. Cabo Verde e a revista Certeza. Unidade 5: Autores contemporâneos em Angola (Pepetela. simuladores virtuais. Cabo Verde e o mito hesperitano. quiz interativo. Unidade 3: Identidade e literatura em Angola. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. PAIGC. Prêmio Camões). norteando-se pelo incentivo à troca constante entre os atores envolvidos e à construção coletiva do conhecimento. com vistas ao aprendizado cooperativo e colaborativo.Unidade 2: O ensino da língua portuguesa no século XIX: Angola e Moçambique: imprensa e questionamento à colonização. Frelimo. ANANGOLA. Unidade 4: Letras e armas nas Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: MPLA. Moçambique (Paulina Chiziane) e São Tomé e Príncipe e (Conceição Lima) . 287 . Diálogos com o modernismo brasileiro em Cabo Verde e em Angola: a revista Claridade. Angola: a literatura de Agostinho Neto e de Luandino Vieira. Na sala de aula virtual. Fundação das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. hipertextos. Cabo Verde (Armênio Vieira.

javascript. Tania Franco.0 (zero) a 2. e ampl. 94 p MATTOS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ENCICLOPÉDIA do patrimônio da humanidade África 1: Egito. Líbia. Literaturas africanas de expressão portuguesa. História e Cultura Afro-brasileira.br/users/publications/9788572443715/pages/5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 288 . O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. aulas online. http://estacio. ed. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.bv3. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. Nesta disciplina. a qual será atribuído grau de 0. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2009. São Paulo: Ática. anotações etc.digitalpages. recursos HTML etc. caso não os tenha já instalados.).0 (oito). tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. Pires. 80 p. RECURSOS Acesso à internet.central de mensagem. 1995. Lisboa: Universidade Aberta. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. São Paulo. rev. flash player. Com relação ao segundo critério. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. LARANJEIRA. Barcelona: Altaya. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.com.0 (dois).0 (seis). leitor de PDF. Mauritânia. 2007.). sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. CARVALHAL. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). Literatura comparada. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV).0 (zero) a 8. 4. Regiane Augusto. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. 1998. Contexto.

br/literafro/ http://www. Fazenda africana.com. pesquisa linguística e ensino. O ensino da leitura e da escrita. Isak. Uma vez que esses conhecimentos estejam fixados. São Paulo: Cortez. São Paulo: Contexto. serão apresentados aspectos relevantes sobre leitura. 289 . EMENTA As concepções de língua e de gramática e o ensino de língua portuguesa. O ensino de Língua Portuguesa e a variação linguística. As noções de texto e contexto.letras. o aluno deve compreender como os pressupostos teóricos da Sociolinguística podem contribuir para o ensino de Língua Portuguesa. com experiência no ensino de Língua Portuguesa. DINESEN. Escola plural: a diversidade está na sala: formação de professores em história e cultura afro-brasileira e africana. será abordada a relação entre descrição gramatical. A disciplina Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa organiza-se de modo a levar o aluno a refletir sobre o papel da Linguística na sua formação. A norma culta e as modalidades falada e escrita da língua.br/users/publications/9788572443722/pages/5 http://www.br/literafro/aimagemdaafrica INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Disciplina: LINGUÍSTICA APLICADA AO ENS. Concepções e modelos de leitura. Por fim.letras.bv3. CONTEXTUALIZAÇÃO Para um futuro professor de Língua Portuguesa. 2007. Maria Nazaré Mota de (Org. DA LÍNGUA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em Letras. Leitura e a formação de leitores. pesquisa linguística e ensino. http://estacio.ufmg. escrita e ensino. São Paulo: Círculo do Livro. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino de Língua Portuguesa. ed. Diwan. Descrição gramatical.ufmg. com pós-graduação em Língua Portuguesa e/ou Linguística. Tradução Per Johns. 2. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa também serão discutidos ao longo das aulas. instrumentalizar-se para o ensino da língua é fundamental. O conceito de letramento. 340 p PIETRA. 198-?.LIMA. Raça Pura.). Profissional atento à responsabilidade em formar futuros professores. Em seguida. Em um primeiro momento. serão retomados os diferentes conceitos de linguagem e de gramática.digitalpages.

2 Aspectos da formação do português brasileiro.1.2.1 A importância dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (PCN). 1.1 Variação. 2. pesquisa linguística e ensino.OBJETIVO GERAL 1) Compreender a importância da Linguística na formação do professor de Língua Portuguesa. CONTEÚDOS Unidade I. 1. 2) Compreender a relação entre variação linguística e ensino. 1. 5) Identificar aspectos importantes no ensino da leitura e da escrita.3. 3) Entender a relação entre pesquisa linguística e ensino.1 Retomando conceitos: Linguística.2 O livro didático de Língua Portuguesa e os PCN.1 A gramática e o ensino de Língua Portuguesa.2.2 A contribuição da Sociolinguística no ensino de Língua Portuguesa. 1.1. PESQUISA LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 2. 1. mudança e ensino.2 A Linguística na formação do professor de Língua Portuguesa. norma culta e ensino. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Rever os conceitos de linguagem e de gramática. 1.3 A Linguística e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). 290 . LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1. DESCRIÇÃO GRAMATICAL. à luz da Linguística. 1. linguagem e gramática. Unidade II.3. o ensino de Língua Portuguesa nas escolas e o papel do professor. 1.2 As contribuições das pesquisas linguísticas no ensino.1 As concepções de linguagem e de gramática. 4) Relacionar descrição gramatical. 2) Discutir o ensino de língua portuguesa e as mudanças trazidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais. 3) Discutir.

3. 3. 3.0 (zero) a 2. atividades animadas de aplicação do conhecimento. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. RECURSOS Acesso à internet. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que 291 . quiz interativo. A LINGUÍSTICA E O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE LEITURA. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. ESCRITA E COMPREENSÃO DE TEXTOS. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).). hipertextos. recursos HTML etc. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.1 O ensino da leitura e da escrita: o que dizem os PCN. Na sala de aula virtual. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa.3 O ensino de leitura e a formação de leitores: descrição de um modelo de leitura. em ambiente virtual de aprendizagem. Com relação ao segundo critério. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. estudos de caso.Unidade III. leitura de textos pertinentes ao assunto. simulados. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. a qual será atribuído grau de 0.4 O conceito de letramento. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. 3. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. flash player. Nesta disciplina. leitor de PDF.0 (oito).2 A produção escrita na escola: a importância das noções de texto e contexto. biblioteca virtual etc. javascript. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.0 (dois). links orientados. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. simuladores virtuais.0 (zero) a 8. aulas online. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.

Linguística Aplicada. Sílvia Rodrigues e BRANDÃO. 2006. 8ª ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEREDO. Opressão? Liberdade? 8ª ed. de acordo com o calendário acadêmico institucional. 2000. MOLLICA. Petrópolis. 1995. educação e fonoaudiologia. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna.digitalpages. 2013. São Paulo: Contexto. http://estacio. São Paulo: Contexto. São Paulo: Ática.digitalpages. Lúcia.bv3. letramento e inclusão social.). Maria Cecília. 2007. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. 2ª ed. 2000. Curitiba: Intersaberes. São Paulo: Contexto. Fala.bv3. 2009.0 (seis). Renato.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443289 LIBERATO.br/users/publications/9788508107322 VIEIRA. Ensino da gramática. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ILARI. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.).bv3. a língua que falamos. http://estacio. Língua Portuguesa em debate: conhecimento e ensino. http://estacio.br/users/publications/9788572443517/pages/_1 MOLLICA. Angela Renan Acosta et ali. São Paulo: Contexto. Ensino de gramática: descrição e uso.com. O português da gente: a língua que estudamos. São Paulo: Ática. São Paulo: Contexto. Evanildo. Linguagem para formação em letras. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. Celso Pedro.digitalpages.bv3. Yara & FULGÊNCIO.br/users/publications/9788572443517 LUFT.com. Bechara. Sílvia Figueiredo.obtiver nota igual ou superior a 6. 224 p INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Nome do livro: Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna Nome do autor: Celso Pedro Luft Editora: Ática 292 .com. RJ: Vozes. CAPUTO. José Carlos (org. Maria Cecilia (Org. Rodolfo e BASSO. 2009. http://estacio.

) 293 . de páginas do capítulo: 11 Nome do livro: Ensino da gramática. a gramática escolar e o ensino da Língua Portuguesa No. de páginas do capítulo: 7 Nome do livro: Língua Portuguesa em debate: conhecimento e ensino Nome do autor: José Carlos de Azeredo (org. Opressão ou liberdade? Nome do autor: Evanildo Bechara Editora: Ática Ano: 1995 Edição: 8ª Nome do capítulo: A linguística. de páginas do capítulo: 20 Nome do livro: Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna Nome do autor: Celso Pedro Luft Editora: Ática Ano: 2000 Edição: 8ª Nome do capítulo: Sobre a inutilidade e nocividade do ensino gramaticalista da língua materna No. de páginas do capítulo: 22 Nome do livro: Língua Portuguesa em debate: conhecimento e ensino Nome do autor: José Carlos de Azeredo (org.) Editora: Vozes Ano: 2000 Edição: 1a Nome do capítulo: A gramática: conhecimento e ensino No.Ano: 2000 Edição: 8ª Nome do capítulo: Subversão lingüística? No.

(Disponível em http://revistalingua. A língua culta na escola: uma interpretação sociolingüística.br/shlee/Marcuschi_2000. (Disponível em 294 .pdf)  O ensino de Língua Portuguesa e os PCN.com.abril.br/producao-de-texto/)  Em busca da construção do ensino do texto . A gramática em questão: conceitos. de Luiz Antônio Marcuschi (UFPE 2000) (Disponível em http://relin.htm)  Como usar os gêneros nas aulas de Língua Portuguesa.letras.filologia.br/textos.htm)  Tudo sobre leitura ? Revista Nova Escola (Disponível em http://revistaescola.htm)  O Neogramático. de Leonor Werneck dos Santos (UFRJ) (Disponível em http://www.org.org. (Disponível em http://revistaescola.br/revista/index. (Disponível em http://www.br/ixcnlf/9/07.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/generoscomo-usar-488395.br/leitura/)  A leitura na escola primária brasileira: alguns elementos históricos (Disponível em http://www.Editora: Vozes Ano: 2000 Edição: 1a Nome do capítulo: A formação do docente em Letras à luz dos Parâmetros Curriculares Nacionais: códigos e linguagens No.leitura e releitura.php/revistainstrumento/article/view/43/43) 3.asp?codigo=11161) 2.com.com.uol.abril.editoraufjf.abril.br/iel/memoria/Ensaios/escolaprimaria.filologia.shtml)  Produção de texto ? Revista Nova Escola (Disponível em http://revistaescola.com. história e ensino. de páginas do capítulo: 6 OUTRAS INFORMAÇÕES Material na Internet Material disponível na Internet  O papel da linguística no ensino de línguas.com.unicamp.br/viisenefil/06.ufmg. (Disponível emhttp://www.

php?pid=S010173302002008100008&script=sci_arttext&tlng=es) 5. (Disponível em www.abril.dbd. (Disponível em http://www. de páginas do capítulo: 14 Nome do livro: Fala. Corpus do Projeto NURC-RJ (Projeto da Norma Urbana Oral Culta do Rio de Janeiro) (Disponível em http://www.com/conexao/2/cap6. letramento e inclusão social Nome da autora: Maria Cecília Mollica Editora: Contexto Ano: 2007 Edição: 1ª Nome do capítulo: Heterogeneidade linguística e cultura letrada No.br/pergamum/tesesabertas/0115421_03_cap_03.ufrj.com.abril.pdf) 2.br/scielo.http://www2. Compreender. O papel da linguística na formação do professor de língua (Disponível em www. eis a questão! (Disponível em http://revistaescola.letras.br/lingua-portuguesa/praticapedagogica/compreender-eis-questao-423576. de páginas do capítulo: 24 295 .br/linguaportuguesa/pratica-pedagogica/ler-escrever-verdade-423924.br/dlcv/lport/pdf/slp15/01) 3.pdf) 4.scielo.msmidia.pucrio. letramento e inclusão social Nome da autora: Maria Cecília Mollica Editora: Contexto Ano: 2007 Edição: 1ª Nome do capítulo: Rudimentos sobre os princípios dinâmicos da fala No.shtml) 6.shtml) 4.fflch. Sociolinguística aplicada ao ensino/aprendizagem de língua portuguesa.usp. Ler e escrever de verdade (Disponível em http://revistaescola. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura.com.br/nurc-rj/ ) Material disponível na biblioteca virtual no SIA Nome do livro: Fala.

preferencialmente. CONTEXTUALIZAÇÃO 296 . (organizadoras). de páginas do capítulo: 42 Nome do livro: Ensino de gramática: descrição e uso. Nome das autoras: Silvia Rodrigues Vieira e Silvia Figueiredo Brandão. de páginas do capítulo: 15 Nome do livro: Ensino de gramática: descrição e uso. variação e normas. No. a língua que falamos Nome dos autores: Rodolfo Ilari e Renato basso Editora: Contexto Ano: 2006 Edição: 1ª Nome do capítulo: Linguística do português e ensino No. Editora: Contexto Ano: 2008 Edição: 1ª Nome do capítulo: Gramática. de páginas do capítulo: 20 Disciplina: HISTÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS E AFRO-DESCENDENTES DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE Profissional graduado em História com pós-graduação. Editora: Contexto Ano: 2008 Edição: 1ª Nome do capítulo: Saberes gramaticais na escola. stricto sensu em História ou áreas afins. (organizadoras). Nome das autoras: Silvia Rodrigues Vieira e Silvia Figueiredo Brandão. No.Nome do livro: O português da gente: a língua que estudamos.

1 – O primeiro contato: o século XVI. como refletirá na sociedade atual. A política indigenista. A abolição da escravatura e a negação da cidadania negra. A disciplina não tem pré-requisitos e é elegível a eletiva para outros cursos pela necessidade do conhecimento dessas questões para pensarmos a sociedade brasileira.A disciplina "História dos povos indígenas e afro-descendentes no Brasil' visa fornecer ao aluno de História conhecimento acerca da formação dessas sociedades e da integralização destes na idéia de nação brasileira. Refletir sobre as diversas formas de resistência negra: os quilombos. políticos e sociais específicos. Índios e afro-descendentes como sujeitos históricos. social e cultural de construção da Nação Brasileira. a capoeira e o Movimento Negro no Brasil. O impacto do contato. Compreender o impacto de índios e negros no processo físico. As semelhanças e diferenças entre a escravidão indígena e a escravidão negra. Compreender a situação atual dos povos indígenas a partir das condições históricas brasileiras. As contribuições do índio e do negro à cultura brasileira. Conhecer as políticas afirmativas e a inserção do negro na sociedade brasileira contemporânea. EMENTA O impacto cultural do contato entre europeus e índios. Reconhecer a importância cultural dos povos que habitavam o Brasil antes da chegada dos portugueses. OBJETIVOS ESPECÍFICOS        Reconhecer a importância do patrimônio pré-colonial brasileiro como componente cultural da nação. 297 . CONTEÚDOS Unidade 1 – O impacto cultural do contato entre europeus e índios: 1. Desenvolver uma visão teórica e crítica sobre a importância da mão-de-obra escrava indígena e africana dentro do projeto colonial português. Refletir sobre a introdução dos africanos na economia nacional. A guerra justa e a ocupação do interior do território. suas estratégias de resistência à escravidão e sua a luta pelo acesso à cidadania nos séculos XX e XXI. O movimento negro e as políticas afirmativas. OBJETIVO GERAL Compreender as relações raciais brasileiras. Tralhando desde o período colonial até os dias atuais procura-se trabalhar com as questões históricas que vão estimular o racismo e a discriminação dos modelos que não são considerados exemplares e. econômico. Relacionar o processo de aculturação indígena e a extinção de várias tribos. Entender a atuação dos órgãos de proteção aos índios dentro de projetos econômicos.

RIO-92. 4.1. Unidade 4 – As diferentes leituras da questão racial brasileira: 4.4 – O Estado reconhece a existência do racismo no Brasil: a afirmação simbólica feita pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso e as políticas públicas afirmativas decorrentes do fato.1 – Os órgãos de proteção indígenas: do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) à Fundação Nacional do Índio (FUNAI). rebeliões. simulados. Afro-descendentes e Indígenas. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas. leitura de textos pertinentes ao assunto.1 – O saber indígena. links orientados. 3. 3. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas. 4.2 – Formas de resistência ao poder escravista: fugas. Na sala de aula virtual.3 – A Conferência Mundial dos Povos Indígenas sobre Território.3 – A mão-de-obra escrava indígena e africana. As reações variadas dos detentores do poder: tolerância e repressão. a escravidão negra e a resistência: 2. 298 . mas também de integração e de resistência à sociedade escravista. O índio como sujeito histórico. assim como de construção de solidariedades internas às comunidades negras. simuladores virtuais.2 – A cultura afro-descendente. agente de sua própria história.A contribuição de índios e negros à cultura brasileira: 3. 2. Unidade 3 .3 – Os laços que ligam os afro-descendentes no Brasil às sociedades africanas. 2. atividades animadas de aplicação do conhecimento.2 – A Constituição de 1988 e sua importância para o Movimento Negro e para os povos indíenas. Meio Ambiente e Desenvolvimento . 4. estudos de caso. quiz interativo. em ambiente virtual de aprendizagem. hipertextos. a metodologia de entrega de conteúdo contempla. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina.5 – As cotas raciais nas Universidades públicas e sua importância na auto-afirmação do negro enquanto sujeito histórico. 4.3 – O sincretismo religioso: o choque entre as religiões Católica. Unidade 2 – A economia colonial. agente de sua própria história.2 – As novas discussões sobre o apresamento indígena.1 – A religiosidade: campo privilegiado de estudos. 1. quilombos e negociação.

0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Nesta disciplina. Editora: Cia das Letras. Ronaldo A Heresia dos Índios. RECURSOS Acesso à internet. flash player. Em Costas Negras. Com relação ao segundo critério. GOMES. aulas online. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.br/users/publications/9788572447423/pages/5 MONTEIRO. http://estacio.digitalpages. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.com. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.).0 (zero) a 8.bv3. São Paulo: Contexto. História dos índios no Brasil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Os índios e o Brasil: passado.0 (zero) a 2. 1994. M. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Manuela C. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV).0 (oito). com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. Negros da Terra. de acordo com o calendário acadêmico institucional.0 (dois). das Letras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLORENTINO. 1992 299 . O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. futuro. John Manuel. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. da. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. recursos HTML etc. Editora: Cia. presente. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. Mércio Pereira. VAIFAS. leitor de PDF.biblioteca virtual etc. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). javascript. das Letras. das Letras. Editora: Cia. 1995. a qual será atribuído grau de 0. 2012. Editora: Cia.

A diversidade cultural como prática na educação. Nome dos capítulos: "Santidades ameríndias". Crenças: o paraíso tupi e seu profeta". 1995 www.php/rhs/article/download/92/87 GADOTTI. 1994. http://estacio.FUNARI. Diversidade cultural e educação para todos.98 quantidade de páginas: 41 1 edição Autor: Ronaldo Vainfas Obra: A Heresia dos Índios. 1992.br/users/publications/9788572446341/pages/5 GOMES. pp. Editora: Cia. História de uma santidade". São Paulo: Contexto.unicamp. pp: 57 .digitalpages. FREITAS de. Rituais do catolicismo tupinambá" e Ambivalências e adesões". A temática indígena na escola. Pedro Paulo. 1995.com. Editora: Cia. M. das Letras. Nome do capítulo: O sertanismo e a criação de uma força de trabalho.bv3. 2011 http://estacio. 2011. Arquivo nacional. Curitiba: IBPEX. 39-162.br/ojs/index. das Letras. quantidade de páginas: 123 1 edição Disciplina: FORMAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO PERFIL DO DOCENTE 300 .digitalpages.com.bv3. Histórias de quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro século XIX.br/users/publications/9788578387051/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO Autor: John Manuel Monteiro Obra: Negros da Terra. Fátima e Silvia.ifch. F. Rio de Janeiro: Graal.

Conceitos de Pidgin e Crioulo Comunidade linguística e falantes nativos. OBJETIVO GERAL Conhecer a história da formação da língua portuguesa. variação linguística.1. Ele deve concluir que as línguas estão em constante evolução (mudança). História externa da língua portuguesa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as transformações ocorridas nos planos fonético-fonológico. surge algo novo para a manutenção desse equilíbrio. A grande noção estruturadora dos estudos históricos é sempre a variação linguística. preferencialmente com pós-graduação stricto sensu. sintático e lexical. sintaxe e léxico. do funcionamento das línguas a partir do histórico de alterações linguísticas. “perdendo-se” um dado. já que são produtos de cultura. Nesse sentido. é fundamental que o aluno perceba a natureza das línguas no que concerne a sua capacidade de transformação. CONTEXTUALIZAÇÃO A contextualização deve-se dar em torno de questões atuais da língua portuguesa (como a variação existente entre as modalidades brasileira e européia. no sentido de visitar o passado para entender o presente. é importante fazer o aluno notar que os movimentos de alteração linguística são estruturados e regulares. formação do português brasileiro. Além disso. Analisar textos antigos. Português brasileiro : formação linguística. considerando fenômenos filológicos. EMENTA Formação das línguas humanas. Identificar e contrastar características do português brasileiro (em relação ao europeu). análise filológica de textos. Origem da língua portuguesa 301 . Essa disposição alimenta o estudo da história da língua per si e com vistas à atualidade. Caracterização geral 1. objetivando sempre a uma harmonia no sistema da língua. Além disso.Docente com formação em letras. por exemplo). uma vez que. Reconhecê-la diacronicamente permite identificar a regularidade do sistema linguístico para compreender a própria língua em seu momento atual. aspectos históricos da fonologia. não se pode deixar de indicar a importância da ampliação do conhecimento da mudança linguística para atuação profissional. morfologia. História interna: origem e formação. Reconhecer processos de variação e mudança do ponto de vista histórico. estudos da língua. Relacionar processos de variação e mudança linguísticas do português arcaico à atualidade. capacita o “pesquisador-aluno” a prever e a reconhecer mudanças em curso. seja na área educacional ou em outra qualquer. considerando sua história. Continuando ainda no caminho da variação linguística. Língua portuguesa : contexto histórico. CONTEÚDOS Unidade I: as origens 1. a ampliação do conhecimento. morfológico.

O latim vulgar 3. quiz interativo.). Fatores de dialetação 4. O português europeu 3. A mudança do português brasileiro 2. Fontes do latim vulgar 3. O português brasileiro falado 2. leitor de PDF. RECURSOS Acesso à internet.2.3. O aparecimento e a consolidação do galego-português 2. As fases da língua portuguesa 2. Na sala de aula virtual.3. o aluno 302 . A lusitanização do Brasil 1.2.3. morfo-sintáticos e lexicais 2. A implantação do português brasileiro 1.Análise de textos 3. nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. biblioteca virtual etc. A romanização 3. morfo-sintáticos e lexicais 3. a metodologia de entrega de conteúdo contempla.2. Pidgins e crioulos 4. javascript. flash player. além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas.1. hipertextos. links orientados. atividades animadas de aplicação do conhecimento.História externa 2. Outras questões do português brasileiro: norma culta.Análise de textos Unidade III: a formação do português brasileiro 1.2. caso não os tenha já instalados PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição.1.1. estudos de caso. Nesta disciplina.1.1.2.2.2. História externa 3. em ambiente virtual de aprendizagem. simulados.1.Aspectos fonológicos.1. Os romanços 4. A emergência das línguas neolatinas Unidade II: do latim ao português 1.Aspectos fonológicos. recursos HTML etc. A língua portuguesa no mundo 2. A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos. falares crioulos. simuladores virtuais. softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players. Variedades do português brasileiro 2. bilinguismo e fronteira linguística. leitura de textos pertinentes ao assunto. A variedade escolarizada do português brasileiro 2. choque rural x urbano. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas.

2006. 10. 7. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno.com.br/users/publications/9788572444286/pages/1 SILVA. http://estacio.digitalpages. P. Com relação ao segundo critério. Ática (vide 303 . Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.br/users/publications/9788508107810 SILVA. 1990. São Paulo: Martins Fontes. Tempos linguísticos. São Paulo: contexto. COUTINHO. Maurício (org). de acordo com o calendário acadêmico institucional.digitalpages.será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. morfologia. 1976.0 (zero) a 8. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. História da língua portuguesa. TEYSSIER. TARALLO. a qual será atribuído grau de 0. 325 p CARDOSO. O Português Arcaico: fonologia. São Paulo: Ática. R. Capítulos 3. São Paulo: Contexto. São Paulo: Ática. 2006. 2012. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. aulas online. 2005. 11 e apêndice de “Linguística românica”.0 (seis). Ortografia da Língua Portuguesa. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. 2001. Celso Ferreira da.digitalpages.0 (dois). Linguística românica.bv3. I. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ILARI. Ed. Gramática histórica. http://estacio. 7. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. de Rodolfo Ilari.bv3. 357 p.0 (oito). sintaxe. R.com. 2006. MATOS & SILVA. Rosa Virginia Mattos e. ed. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). O português arcaico. CUNHA. V. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.digitalpages.br/users/publications/9788508042500 COUTINHO. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica. ed. Ismael de Lima. Do latim ao português: fonologia e morfologia históricas da língua portuguesa. Estilística e gramática histórica: português através de textos.com. http://estacio.bv3. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1990. http://estacio. Wilton.br/users/publications/9878572443388/pages/5 INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO . São Paulo: Contexto. 5. de L.bv3.com. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WILLIAMS. F. 317 p. Edwin Bucher. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.0 (zero) a 2.

EMENTA O entre-lugar dos Estudos Culturais na contemporaneidade. estáticas e essencializantes. MATOS & SILVA. 2. A literatura comparada e os Estudos Culturais.bibliografia).Analisar obra(s) literária(s) à luz da perspectiva dos Estudos Culturais CONTEÚDOS UNIDADE I: . Trata-se de dar ênfase a investigações atuais que privilegiam interfaces entre várias áreas do conhecimento e o caráter transdisciplinar de reflexões voltadas para as noções de cultura e de identidade. Martins Fontes (vide bibliografia). identidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS . São Paulo: Contexto. V. A consciência diaspórica e novos mapeamentos identitários.Breve histórico dos Estudos Culturais UNIDADE II: 304 . Ed. Relações entre Literatura e contexto cultural OBJETIVO GERAL Fornecer fundamentação teórica adequada para a compreensão da relevância dos Estudos Culturais nas reflexões da contemporaneidade. etnia. Capítulos 2 e 3 de “História da língua portuguesa”.Explorar a estética da hidridação cultural própria do encontro produtivo de culturas . o curso pretende destacar o entre-lugar produtivo desse campo de pesquisa.ESTUDOS CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO ESTUDOS CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA PERFIL DO DOCENTE Docente com formação em Língua inglesa. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO Levando em conta a importância do advento dos Estudos Culturais no panorama crítico das ciências humanas da contemporaneidade. responsável pelas trocas enriquecedoras. Pós-graduação stricto sensu.Desenvolver um olhar crítico e ético em relação a manifestação da diferença .Perceber as migrações pós-coloniais e o surgimento de uma consciência diaspórica . o processo de inacabamento e a descoberta da alteridade. Disciplina: CEL0559 . Longe de serem vistas à luz de concepções fechadas. as mesmas sugerem os movimentos do devir. Revisão crítica dos conceitos de nação. de Paul Teissyer. Cosmopolitismo e hibridações culturais. 2006. diferença e cânone literário. O português arcaico. R.

sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. a qual será atribuído grau de 0. Nesta disciplina. RECURSOS Todos os que julgar necessários PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 305 . Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino.3 .5 . As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. diáspora e hibridismo na era da globalização UNIDADE IV: .Identidade e diferença 3.As culturas nacionais como comunidades imaginadas 3..2 .Identidade em questão 3. aulas online.1 .0 (zero) a 2.0 (zero) a 8. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS). os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV).A noção de identidade cultural 3. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.0 (oito).0 (seis).4 .Interfaces entre Literatura e outros campos do conhecimento UNIDADE III: 3.Leitura crítica de texto(s) literário(s) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Caro (a) professor (a): Você pode utilizar as estratégias mais convenientes para organizar o conteúdo da disciplina. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.Fundamentalismo. Com relação ao segundo critério.0 (dois). o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. de acordo com o calendário acadêmico institucional.

https://sia. Communicative grammar of English. 1975. Recomenda-se. A noção de língua considerando-se também seus aspectos socioculturais envolve o estudo e entendimento de todos os componentes presentes nas línguas humanas. Stuart and GAY. Janet Catherine. São Paulo: EDUSP. 198 p.estacio.asp Culture. É ideal que o docente tenha experiência como tradutor.estacio. que trata da questão do uso linguístico em ambientes específicos. Paul du. Questions of cultural identity. Nestor Garcia.LEECH.asp BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL.asp INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO OUTRAS INFORMAÇÕES Disciplina: CEL0557 .estacio. principalmente o componente pragmático. O estudante de Letras entra em contato não somente com a estrutura da língua. Paul. Geoffrey N. 1998. 2007. DU GAY.br/doc/periodico_redireciona. BERLO. Theory & Critique . minimamente. SVARTVIK. London: Sage Publications Ltd. docente com aguda percepção da tradução como uma quinta habilidade linguística (além da expressão oral. Ruth B. London: Longman.https://sia. Who needs identity? In: HALL.br/doc/periodico_redireciona. 2000 Studies in Modern Society . Stuart. Native North American art.br/doc/periodico_redireciona..https://sia.https://sia. escrita e de compreensão da leitura CONTEXTUALIZAÇÃO A importância da tradução no mercado de trabalho e no mundo acadêmico demanda um enfoque mais cuidadoso para a questão da tradução dentro de um curso de Letras. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Oxford: Oxford University Press. Questions of cultural identity.estacio.br/doc/periodico_redireciona. o que permite que ele perceba que o discurso só 306 . Jan. Stuart. 324 p. CANCLINI. California: Sage. PHILLIPS. mas também com os aspectos socioculturais. 291 p.asp Studying Urban Youth Culture Primer . 2000 HALL.FUNDAMENTOS DA TRADUÇÃO EM LÍNGUA INGLESA DESCRIÇÃO DO PLANO DE ENSINO FUNDAMENTOS DA TRADUÇÃO EM LÍNGUA INGLESA PERFIL DO DOCENTE Docente com formação stricto sensu em língua inglesa . Culture & Religion Review Journal .

estilísticos e culturais. . mas também aspectos estilísticos e culturais. é fundamental tal conhecimento para quem estuda outra(s) língua(s) e busca a proficiência também naquela que não é a sua língua materna.Adquirir visão crítica e ética a respeito das atividades relacionadas à tradução. para melhor entendimento do fenômeno da tradução num mundo cada vez mais globalizado.Gerúndios e Infinitivos . assim como para as características do mercado de tradução. De modo que o trabalho com a tradução envolve muitos aspectos além da estrutura linguística.Artigos .Tradução e Linguística .Aspecto progressivo 307 .Discurso indireto . CONTEÚDOS UNIDADE I: Introdução do universo de Estudos de Tradução (aspectos acadêmicos) e mercado de Tradução (aspectos práticos) . morfológicas e lexicais. EMENTA Fundamentos da tradução sob aspectos gramaticais.Tipos de tradução . OBJETIVO GERAL Desenvolver habilidades de compreender textos na língua fonte em nível médio de proficiência e redigi-los na língua alvo. ressaltando mais os problemas que subjazem às línguas propriamente ditas que os aspectos individuais do tradutor . Nesse sentido.Verbos causativos . OBJETIVOS ESPECÍFICOS Adquirir conhecimento sobre novas tecnologias voltadas para a atividade de tradução.Tradução e Sociolinguística UNIDADE II: Análise contrastiva entre o português e a língua alvo.Tradução e Psicolinguística . aspectos que são focalizados e estudados no curso de Letras. levando em conta não somente características sintáticas.faz sentido se considerado socioculturalmente. .Adquirir visões recentes sobre novas tecnologias e tendências nos estudos de tradução.

RECURSOS Todos os que o professor julgar necessários PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno. para discutir certas noções.Falsos cognatos I .Tipos de registro . de acordo com o calendário 308 .Expressões coloquiais II ."Come X Go" . Até mesmo para corrigir trabalhos.0 (oito). Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6.0 (zero) a 2. O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos. É interessante.Presente Perfeito .Tipos de provérbios PROCEDIMENTOS DE ENSINO Caro (a) professor (a): É bom que você trabalhe com leituras e debates. bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS).0 (seis). classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV). .0 (zero) a 8.Expressões coloquiais I . promover pesquisa de alguns pontos da disciplina. a qual será atribuído grau de 0.Falsos cognatos II UNIDADE III: Registros e gêneros textuais na língua fonte e sua correspondência na língua alvo. também. os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina. com todo o conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web. tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. aulas online. o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa. sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0. Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo. Com relação ao segundo critério.. Nesta disciplina. fóruns de discussão e demais atividades e estratégias de ensino. "Bring X Take" .0 (dois).

. 2007. WATERS.asp BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEECH.https://sia..br/doc/periodico_redireciona. Oficina de tradução: a teoria na prática. Alan. Anna Beatriz. London: Longman.br/doc/periodico_redireciona. Traduzir com autonomia. 324 p. São Paulo: Ática. MAGALHÃES.asp English Journal . C. English Today . Geoffrey N. Alessandra Coutinho.estacio. Martin. Jan. A.asp English in Australia .br/doc/periodico_redireciona.estacio. 4ªed. São Paulo: Contexto. 183 p. Advanced grammar in use: a reference and practice book for advanced learners of English: without answers. F. ALVES. Communicative grammar of English.. PAGANO.https://sia. R. 2nd ed. Cambridge: Cambridge University English in Aotearoa .asp INDICAÇÃO MATERIAL DIDÁTICO OUTRAS INFORMAÇÕES 309 . English for specific purposes: a learning-centred approach.https://sia.br/doc/periodico_redireciona. 2013. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARROJO.estacio. 5ªed.estacio.estacio.https://sia. Cambridge: Cambridge University Press. PAULA . Tom. ISBN HUTCHINSON.br/doc/periodico_redireciona.https://sia. Curitiba: Ibpex. 1975.asp English Teaching & Learning . 2001. 2008. Estratégias para o tradutor em formação. FERNANDES. Compreensão e produção de textos em língua materna e língua estrangeira.acadêmico institucional. Série Princípios. HEWINGS. SVARTVIK. 182 p.

ANEXO I CORPO DOCENTE/COORDENADOR/NDE COMPOSICÃO do NDE Nome do Docente Titulação FÁBIO MACEDO SIMAS MARCIA DIAS LIMA DA SILVA ROSAURA DE BARROS BAIAO LANA MARA RODRIGUES REGO MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB CLÁUDIA DE FREITAS L. S.53% PROFESSOR DISCIPLINA Titulação ACCACIO JOSE PINTO DE FREITAS LITERATURA PORTUGUESA MESTRE ADELAIDE REZENDE DE SOUZA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM MESTRE Regime de Trabalho Tempo Integral Tempo Integral . M.MESTRE PLANILHA DE DOCENTES Titulação CPF_PROF ESSOR 7605944870 4 3018025229 1 310 Total Percentual Especialista 7 8.24% Mestre 41 48.24% Doutor 37 43. FÁBIO MACEDO SIMAS . DA SILVA Regime de Trabalho MESTRE DOUTOR DOUTOR DOUTOR DOUTOR Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral MESTRE Tempo Integral COORDENADOR DE CURSO – EAD Prof.

DA LÍNGUA PORTUGUESA DOUTOR LINGUÍSTICA I DOUTOR 9477335746 FABIO MACEDO SIMAS LINGUÍSTICA APLICADA AO ENS.2500681769 ADRIANA DE SOUZA CARVALHO 4598055170 0 ALDA DA GRACA MARQUES VALVERDE ALEXANDRE DO AMARAL RIBEIRO 1169131778 METODOLOGIA CIENTÍFICA MESTRE ANÁLISE TEXTUAL MESTRE TÓPICOS EM LIBRAS:SURDEZ E INCLUSÃO DOUTOR 1084245701 ALINE GOLDBERG LITERATURA BRASILEIRA III DOUTOR 1084245701 ALINE GOLDBERG TEORIA DA LITERATURA II DOUTOR ALINE GOLDBERG TEORIA DA LITERATURA III DOUTOR METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOUTOR LINGUÍSTICA APLICADA DOUTOR LINGUÍSTICA I DOUTOR METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR 1084245701 2879156700 8806510371 5 9925720370 0 9925720370 0 9164103749 ALINE MARIA FERREIRA DE SOUZA DOS REIS ANA ELISABETE RODRIGUES DE CARVALHO LOPE ANA LUCIA SOUZA DE OLIVEIRA VILLACA ANA LUCIA SOUZA DE OLIVEIRA VILLACA ANA MARIA MONICA MACHADO DE OLIVEIRA 2094626717 ANDRE LUIZ DOS SANTOS ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR 6393957670 0 6393957670 0 6393957670 0 6393957670 0 ANGELA CRISTINA DE SOUZA REGO ANGELA CRISTINA DE SOUZA REGO ANGELA CRISTINA DE SOUZA REGO ANGELA CRISTINA DE SOUZA REGO CULTURA BRASILEIRA DOUTOR CULTURA CLÁSSICA: CONTRIBUIÇÕES LINGUÍSTICAS LINGUAGENS DA ARTE E REGIONALIDADES LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA 7829539723 ANGELO RICARDO GRISOLI METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE 855241748 ANTONIO CARLOS MAGALHAES DA SILVA PLANEJAMENTO DE CARREIRAS E SUCESSO DOUTOR 7388946721 CARLA OLIVEIRA GIACOMINI OFICINA LITERÁRIA MESTRE 8581826776 8 8581826776 8 9940457570 4 9736490874 9 9736490874 9 9736490874 9 6310828371 5 7552832070 4 CARLOS ALBERTO DE CARVALHO CARLOS ALBERTO DE CARVALHO CLARA MARIA CAVALCANTE BRUM DE OLIVEIRA CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA SILVA CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA SILVA CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA SILVA LITERATURA BRASILEIRA I DOUTOR LITERATURA BRASILEIRA II DOUTOR DOUTOR DOUTOR DOUTOR METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE CULTURA CLÁSSICA: CONTRIBUIÇÕES LINGUÍSTICAS MESTRE LITERATURA PORTUGUESA MESTRE OFICINA LITERÁRIA MESTRE CRISTINE ROSE MERA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM MESTRE ELIANE TAVEIRA DO NASCIMENTO ERNANI MACHADO GARRAO NETO ERNANI MACHADO GARRAO NETO EDUCAÇÃO ESPECIAL MESTRE LINGUÍSTICA APLICADA AO ENS. DA LÍNGUA PORTUGUESA MESTRE 9477335746 FABIO MACEDO SIMAS MORFOLOGIA PORTUGUESA MESTRE 9477335746 FABIO MACEDO SIMAS PRODUÇÃO TEXTUAL II MESTRE FATIMA PINTO GOMES LINGUÍSTICA APLICADA MESTRE FATIMA PINTO GOMES LINGUÍSTICA I MESTRE FATIMA PINTO GOMES LINGUÍSTICA II MESTRE FERNANDO PERIARD GURGEL DO AMARAL EDUCAÇÃO AMBIENTAL MESTRE 7144363727 7144363727 6907041570 4 6907041570 4 6907041570 4 6711878078 2 Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral 311 .

DA EDUCAÇÃO BÁSICA MESTRE MESTRE Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral JOAO MENDES FILHO METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE 3360903749 JORGE MAXIMO DE SOUZA ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR 6614102877 2 6614102877 2 6614102877 2 7584612873 4 JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO JOSE VEIGA DE CARVALHO FILHO 5457384071 0 JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA 2129823785 8 2129823785 8 KARINA LUCIA GARCIA MANTOVANI KARINA LUCIA GARCIA MANTOVANI LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES LINGUÍSTICA II DOUTOR MORFOLOGIA PORTUGUESA DOUTOR 2951308736 LARISSA SANTIAGO DE SOUSA ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR 2951308736 LARISSA SANTIAGO DE SOUSA LINGUÍSTICA I DOUTOR 2951308736 LARISSA SANTIAGO DE SOUSA LINGUÍSTICA II DOUTOR 7309425065 3 LUCIANA SILVA FONSECA PLANEJAMENTO DE CARREIRAS E SUCESSO DOUTOR 4543622359 1 LUCIO MENEZES VALENTIM ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR 4554114767 LUIZ CARLOS DE SA CAMPOS OFICINA LITERÁRIA MESTRE 4554114767 LUIZ CARLOS DE SA CAMPOS TEORIA DA LITERATURA II MESTRE 4554114767 LUIZ CARLOS DE SA CAMPOS TEORIA DA LITERATURA III MESTRE 7837588673 4 LUIZ FERNANDO CONDE SANGENIS FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO DOUTOR 9124612170 0 MARCIA CRISTINA GOMES DE PINHO PLANEJAMENTO DE CARREIRAS E SUCESSO DOUTOR Tempo Parcial 8437139074 9 MARCIA DIAS LIMA DA SILVA LINGUÍSTICA I DOUTOR Tempo Integral 2095121724 2095121724 2095121724 312 FORMAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA TCC EM LETRAS (LÍNGUA PORTUGUESA) TEORIAS DO DISCURSO ESPECIA LISTA ESPECIA LISTA ESPECIA LISTA ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO MESTRE PROPRIEDADE INTELECTUAL DOUTOR EDUCAÇÃO AMBIENTAL MESTRE SUSTENTABILIDADE MESTRE FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA DOUTOR Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral .41541774 FERNANDO REGIS DI MAIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOUTOR 41541774 FERNANDO REGIS DI MAIO METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR 41541774 FERNANDO REGIS DI MAIO METODOLOGIA DA PESQUISA DOUTOR 6937468741 FLAVIA MIGUEL DE SOUZA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL MESTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL MESTRE ASPECTOS SEMIOLÓGICOS DO DISCURSO DOUTOR METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR METODOLOGIA DA PESQUISA DOUTOR ISOLDA CECILIA BRAVIN EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOUTOR JAIRO DA COSTA SANTIAGO FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO DOUTOR JANIMAR LIMA NEVES METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE 1388364778 9802541753 9802541753 9802541753 5298996710 7819734175 3 4665537976 8 8022634573 4 8022634573 4 2646236271 5 GLISIA MARIA DA SILVEIRA NEVES HILDA MONETTO FLORES DA SILVA HILDA MONETTO FLORES DA SILVA HILDA MONETTO FLORES DA SILVA JOANA DARC VENANCIO JOANA DARC VENANCIO ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO POLÍTICAS PÚBLICAS E ORG.

8437139074 9 8437139074 9 7948717374 9 7919105374 9 7919105374 9 7919105374 9 1264395752 1264395752 6001782172 0 8872176077 2 3879359873 4 8888735976 8 8888735976 8 9170677700 9170677700 7790756672 0 5445356973 4 4553767473 4 PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO MESTRE ESTUDOS CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA ESPECIA LISTA Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral MARIA FRANCISCA TERESA V P FERREIRA FUNDAMENTOS CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA ESPECIAL ISTA Tempo Integral MARIA REGINA BORTOLINI DE CASTRO ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO DOUTOR Parcial ANÁLISE TEXTUAL ESPECIA LISTA MARCIA DIAS LIMA DA SILVA LINGUÍSTICA II DOUTOR MARCIA DIAS LIMA DA SILVA TEORIAS DO DISCURSO DOUTOR MARCIA MEDEIROS DE SOUZA METODOLOGIA CIENTÍFICA MESTRE LITERATURA BRASILEIRA I DOUTOR LITERATURA BRASILEIRA II DOUTOR LITERATURA POPULAR REGIONAL DOUTOR ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO MESTRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL MESTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOUTOR LITERATURA HISPANO-AMERICANA MESTRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL MESTRE METODOLOGIA CIENTÍFICA MESTRE MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB MARCOS VINICIUS MENDONCA ANDRADE MARCOS VINICIUS MENDONCA ANDRADE MARIA CECILIA TRANNIN MARIA DA CONCEICAO GUERRA DE MORAES MARIA DE LOURDES DE ARAUJO TRINDADE MARIA DO CARMO DE FIGUEIREDO CISNE MARIA DO CARMO DE FIGUEIREDO CISNE MARIA FRANCISCA TERESA V P FERREIRA MARIA STELA ANTUNES DA SILVA MARILZA PEREIRA DA SILVA ROCO METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA MESTRE MARIZA FERREIRA BAHIA ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR MAURO LEAO GOMES ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO DOUTOR LITERATURA COMPARADA DOUTOR TEORIA DA LITERATURA I DOUTOR TEORIA DA LITERATURA II DOUTOR DIDÁTICA ESPECIA LISTA Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral NANCY SOUZA PALMA CULTURA EMPREENDEDORA ESPECIA LISTA Tempo Integral RACHEL FATIMA DOS SANTOS NUNES ANÁLISE TEXTUAL DOUTOR RAQUEL VASERSTEIN GORAYEB METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR REGINA FATIMA CURY AZEVEDO EDUCAÇÃO ESPECIAL MESTRE REGINA FATIMA CURY AZEVEDO POLÍTICAS PÚBLICAS E ORG. DA EDUCAÇÃO BÁSICA MESTRE 2099491712 REGINA LUCIA FERREIRA CRAVO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL MESTRE 8106670872 0 8106670872 0 8824727972 0 8824727972 0 REGINA VEIGA PAULINO DA SILVA REGINA VEIGA PAULINO DA SILVA ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIA LISTA ESPECIA LISTA REINALDO KELMER PRODUÇÃO TEXTUAL I MESTRE REINALDO KELMER PRODUÇÃO TEXTUAL II MESTRE RODRIGO PEREZ OLIVEIRA HISTÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES MESTRE 259696765 9809465734 7740895075 3 1219399221 5 1219399221 5 1219399221 5 3454516676 8 7719616375 3 8833072975 3 4833741270 4 9141563271 5 9141563271 5 1127832077 6 MARIA ROSSANA PUGLIA SOUZA NADIA REGINA BARBOSA DA SILVA NADIA REGINA BARBOSA DA SILVA NADIA REGINA BARBOSA DA SILVA NAIDINALVA FERNANDES DA SILVA DA COSTA FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral 313 .

PORTUGUÊS III 3609454733 TAISA VLIESE DE LEMOS PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM MESTRE Tempo Parcial Horista 1345572719 5148050721 5148050721 2778843191 5 8397567577 2 8725333070 6 8725333070 6 2332178473 4 2332178473 4 7261698970 0 314 TATIANA FERNANDES DIAS DA SILVA TATIANA VIEIRA BARCELOS FARIAS TATIANA VIEIRA BARCELOS FARIAS DIREITO AMBIENTAL MESTRE LITERATURA POPULAR REGIONAL MESTRE PRODUÇÃO TEXTUAL I MESTRE TEREZA DAS GRACAS RENOU FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO MESTRE THEREZINHA DE JESUS CONDE PINTO DIDÁTICA MESTRE VALERIA CAMPOS MUNIZ ANÁLISE TEXTUAL MESTRE VALERIA CAMPOS MUNIZ TCC EM LETRAS (LÍNGUA PORTUGUESA) MESTRE VALQUIRIA DA CUNHA PALADINO TEORIA DA LITERATURA I MESTRE VALQUIRIA DA CUNHA PALADINO TEORIA DA LITERATURA II MESTRE WELLINGTON TROTTA ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DOUTOR Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral . PORTUGUÊS II 2991458755 SILVANA FERREIRA DOS ANJOS ALVARENGA PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP. PORTUGUÊS I 2991458755 SILVANA FERREIRA DOS ANJOS ALVARENGA PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP.3762708274 9 3762708274 9 4867284076 3 4867284076 3 4867284076 3 4867284076 3 9213803974 9 9213803974 9 3857840978 7 3857840978 7 3693823871 5 7650343790 7650343790 ROSANGELA DA SILVA MORENO Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Integral Tempo Integral Tempo Integral METODOLOGIA CIENTÍFICA DOUTOR ROSANGELA DA SILVA MORENO METODOLOGIA DA PESQUISA DOUTOR ROSAURA DE BARROS BAIAO SEMINÁRIO INTEGRADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA DOUTOR ROSAURA DE BARROS BAIAO SINTAXE DO PORTUGUÊS I DOUTOR ROSAURA DE BARROS BAIAO SINTAXE DO PORTUGUÊS II DOUTOR ROSAURA DE BARROS BAIAO TEORIAS DO DISCURSO DOUTOR ROSEMARY DA SILVA GRANJA PRODUÇÃO TEXTUAL I DOUTOR ROSEMARY DA SILVA GRANJA PRODUÇÃO TEXTUAL II DOUTOR PRODUÇÃO TEXTUAL I DOUTOR PRODUÇÃO TEXTUAL II DOUTOR METODOLOGIA DA PESQUISA MESTRE TEORIA DA LITERATURA I MESTRE TEORIA DA LITERATURA II MESTRE ESPECIAL ISTA ESPECIAL ISTA ESPECIAL ISTA Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial SANDRA MARIA DOS SANTOS RAMOS SANDRA MARIA DOS SANTOS RAMOS SARA SEVERINA MAURICIO SERGIO CARVALHO DE ASSUNCAO SERGIO CARVALHO DE ASSUNCAO 2991458755 SILVANA FERREIRA DOS ANJOS ALVARENGA PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUP.

ANEXO II Contextualização dos Polos EAD com oferta do CURSO DE LETRAS LÍNGUA PORTUGUESA EAD POLO: 35028 – Salvador . a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1985. a terceira mais populosa do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina. Salvador. Devido à sua localização na costa nordeste do Brasil.6 milhões de habitantes numa área de aproximadamente 707 Km². e do Centro Industrial de Aratu (CIA). pela sua gastronomia. além de uma renda per capita era de R$ 17 721. sendo o município mais populoso do Nordeste. 2011.18. iconizado no bairro do Pelourinho. entre Simões Filho e Candeias. capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. em Camaçari. Fonte: IBGE. 315 . constituindo o sétimo maior polo de riqueza nacional. é conhecido pela sua arquitetura colonial portuguesa com monumentos históricos que datam do século XVII até o século XIX e foi declarado como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação. Salvador é uma metrópole nacional com mais de 2. Jardim Atalaia. BA 1. O Centro Histórico de Salvador.BA Endereço: Rua Xingú. A Região Metropolitana de Salvador ostenta um produto interno bruto de R$ 68 512 597. e nas atividades relacionadas ao turismo e ao comércio. mantendo estreitos laços comerciais com Portugal e as colônias portuguesas em África e na Ásia. (dados do Censo 2011 publicados no Diário Oficial da União do dia 31/08/2011). Tais números estão concentrados nas atividades industriais do Polo Petroquímico de Camaçari (PIC). A cidade de Salvador. fundada em 1534 como São Salvador da Bahia de Todos os Santos é um município brasileiro. e sua área metropolitana é a mais rica no nordeste do Brasil. segundo dados do IBGE em 2009. a cidade serviu como um elo importante no Império Português. música e arquitetura. destaca-se. Durante todo o período colonial Salvador era a cidade maior e mais importante da colônia. Contexto histórico Salvador.

1 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.8 3. É calculado com base na: renda familiar per capita.8 5. MEC .805 – Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).inep.7 4. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.2 3.br/resultado/ 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o SALVAD OR 2.5 4.6 3.9 4. A região em indicadores – IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. No tocante à educação.0 2. 316 .2.2 4.INEP .gov. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.8 3. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE SALVADOR 0.8 3.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Fonte: http://ideb. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado o município de Salvador no quadro abaixo: Quadro 1: IDEBs observados em 2005 a 2011 e metas para a rede municipal do Município de Salvador .

Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. UNIP Universidade Paulista– UNICID – Universidade Estado de São Paulo. 06 (seis) das seguintes IES: UNESA. vivenciais e inovadores. O projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos. Os resultados marcados em verde referem-se ao IDEB que atingiu a meta. crítico e um agente transformado. gerando em seu território 4. FATEC de 317 . 3. Maior Estado nordestino. O Polo EAD Unidade Salvador da Universidade Estácio de Sá – UNESA oferece cursos de graduação e graduação tecnológica acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação do ser humano.692.64% do território nacional e cerca de 36. sendo a maior parte deles. Nessa direção. fortalecendo assim. objetiva formar um ser social.3% do PIB nacional e quase 33% do produto nordestino. possa ser compartilhada de forma ética. destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. enquanto cidadão desejando contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária. político. O Estado da Bahia ocupa um território de 564.34% da região Nordeste.Universidade Estácio de Sá.67 km². agregando 417 municípios. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. a Bahia. O Estado da Bahia. que assim como o ensino presencial. o que representa 6. ocupa o sexto lugar entre os maiores Estados brasileiros em volume de produto.*** Sem média na Prova Brasil 2011. Destacamos dos 27 Polos. atualmente. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. resultando em melhoria na qualidade de vida de toda a sociedade e de cada um individualmente. distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos. críticos. a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado. Atualmente a região metropolitana de Salvador possui 18 Instituições de Ensino Superior que oferecem Educação a Distância tendo 27 Polos distribuídos em 13 bairros da grande Salvador.

atividades que permitem maior flexibilidade na atuação profissional e. o Polo EAD em Salvador dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento. Atividades profissionais intrinsecamente dependentes de instalações industriais e/ou voltadas para a administração pública. oferecendo cursos pautados em projetos pedagógicos que proporciona um amplo conhecimento sobre os fundamentos pedagógicos e institucionais nos quais está estabelecido. ao mesmo tempo. da UNESA. desde que atentos às mais recentes transformações conceituais e tecnológicas. especialmente no setor secundário. com o desenvolvimento acelerado do turismo e das atividades vinculadas ao lazer e à cultura. Esse quadro representa um perfil demográfico que tende a favorecer aos profissionais qualificados. a oferta de empregos e o seu mercado consumidor. No seu perfil econômico. Esse processo de desenvolvimento permitirá que a Bahia amplie. Por outro lado. a Educação à Distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A reestruturação das atividades e do mercado de trabalho tende a favorecer aqueles que atendem às diversas demandas das suas áreas segundo um perfil mais flexível da sua empregabilidade. É neste contexto que se insere o Polo Salvador.tecnologia Internacional. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado. tendem a sofrer severos impactos neste novo cenário. significativamente. estão voltadas para o setor devem adaptar-se à nova realidade de modo mais rápido. devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada. verifica-se um permanente processo de ampliação e diversificação da base produtiva estadual. Dessa forma. acreditando que a teoria não pode ser desvinculada da prática e que o papel das instituições de ensino superior é contribuir para a inclusão e para as transformações sociais. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e para a capacitação da população baiana. com a indústria petroquímica e seus desdobramentos. visando o desenvolvimento de ações 318 . no setor terciário. ambas áreas em franco declínio na oferta de empregos. e. visando ampliar seu papel no ensino superior. UNIFACS – Universidade Salvador e UNOPAR (Universidade Note do Paraná).

(IBGE/2010). na rua Municipalidade. ficando conhecida na época como Paris n'América. Belém é um município brasileiro. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.que contribuam com o desenvolvimento econômico e com a demanda do setor produtivo da região em que o curso está inserido.319 habitantes. Num país das dimensões do Brasil. pertencente à Mesoregião Metropolitana de Belém e à Microregião de Belém. Hoje. 319 . é também classificada como a capital com melhor qualidade de vida do Norte do Brasil. o que veio a influenciar grandemente a arquitetura de suas edificações. e uma das dez cidades mais movimentadas e atraentes do Brasil. 12ª do país e 177ª do mundo. quando o município recebeu inúmeras famílias europeias. no início do século XX. A cidade é sede da Região Metropolitana de Belém. além de ser o maior aglomerado urbano da região. entre os quais o período áureo da borracha. capital do estado do Pará. A cidade de Belém. Reduto.392 031 habitantes. das igrejas e capelas do período colonial. é a 2º mais populosa da região. Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões.918 km². distante 2 146 quilômetros de Brasília. fomentando o desenvolvimento da região. maior densidade demógrafica da região norte 1307. considerada a maior da linha do equador. Belém – PA 1. no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará. Contexto Histórico O Polo EAD Estácio-FAP. apesar de ser cosmopolita e moderna em vários aspectos. Em seus quase 400 anos de história.100. oportunizando a inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. que com 2. Belém vivenciou momentos de plenitude. POLO: 35031 – Belém . é conhecida como "Metrópole da Amazônia". 839. está localizado no centro da capital paraense.17 hab/km². Com uma área de aproximadamente 1 064.PA Endereço: Rua da Municipalidade. Com uma população de 1. localizada no norte brasileiro.

é a segunda cidade mais populosa da Amazônia. rio Maguari e rio Guamá.9% em 2008 e manteve a 13ª posição no ranking brasileiro.500 a 0. Em termos reais. Na sua margem direita se situa o campus principal da Universidade Federal do Pará. Entre seus afluentes. do município de São Miguel do Guamá à Baía do Guajará. 2. o Museu Paraense Emílio Goeldi. O Rio Maguari . A navegabilidade é viável nos últimos 160 km do rio. o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58. É formada pelo encontro da foz do rio Guamá com a foz do rio Acará.8% do PIB nacional contra 1.banha a Região Metropolitana de Belém. o PIB apresen Em 2009. A região em indicadores IDH e IDEB Em 2009.aspver=88911. Limita-se com o município de Ananindeua. O Rio Guamá – é um rio localizado no nordeste do Pará. inclusive sua capital. que recebe 11 córregos. como o Círio de Nazaré. parques e museus. sendo considerado baixo de zero 0. A Baía do Guajará é uma baía que banha diversas cidades do estado do Pará. cuja bacia hidrográfica drena uma área de 87 389. econômico ou político. junto ao rio Tocantins. e deságua no oceano Atlântico.936 bilhões de impostos.br/noticia. Cerca de 75% da água consumida na cidade vem deste rio.799 e alto quando maior ou igual a 0. O Estado passou a participar com 1. como o Theatro da Paz. O Rio Amazonas – é o maior rio da Terra. seja do ponto de vista cultural. Sendo uma região peculiar.800. Belém é banhada pelos rios são o rio Amazonas.499. o mercado do Ver-o-Peso.402 bilhões.402 bilhões. O IDH da cidade de Belém do Pará é de Belém do Pará é de 0. tanto em volume d'água quanto em comprimento (6 992.859. e eventos de grande repercussão.800 é considerado alto. o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58. destacam-se os rios Acará. o PIB apresentou uma variação de -3.com. Ocupando uma área de 1 059 km².755. 320 . médio de 0.936 bilhões de impostos. Fonte: http://agenciapara. Em 0. a 0. Em termos reais. à altura de Belém. No rio Guamá é comum ocorrer o fenômeno da pororoca. no sul do Peru.06 km de extensão).A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional. O valor do PIB per capita paraense registrado foi de R$ 7.466 bilhões provenientes do valor adicionado e R$ 5. O índice varia de 0 à 1. Tem sua origem na nascente do rio Apurímac (alto da parte ocidental da cordilheira dos Andes). R$ 52.54 km². Conta com importantes monumentos.466 bilhões provenientes do valor adicionado e R$ 5. Capim e Moju. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Belém conta atualmente com 1 402 056 habitantes (estimativa IBGE/2011).2% no Pará. R$ 52.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. movimenta a economia da Cidade. navais.6 4.2 3. a cidade aguarda um novo ciclo de desenvolvimento. onde destacamos o Curso de Design de 321 . com os eventos Belém Fashion Days (está entre os 5 maiores eventos de moda do País) e o Amazônia Fashion Week (maior evento de moda da Amazônia).6 4. no comércio.2 3. A Grande Belém localiza-se na região mais dinâmica do estado e juntamente com o município de Barcarena. sendo que o Porto de Belém é o maior movimentador de containers da Amazônia. A cidade conta com os portos brasileiros mais próximos da Europa e dos Estados Unidos (Belém. pesqueiras. a implantação da Hidrovia do Tocantins e com a chegada da Ferrovia Norte-Sul. embora seja também desenvolvida a atividade industrial com grande número de indústrias alimentícias. A economia belenense baseia-se primordialmente nas atividades do comércio.5 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Com a revitalização dos distritos industriais de Icoaraci e Ananindeua. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. a maior procissão cristã do planeta. Miramar e Outeiro). 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o BELEM 3. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. As tabelas abaixo representam os dados do IDEB observados em 2005 a 2011 e metas para a rede municipal do Município de Belém do Pará até 2021. serviços e turismo.IDH serve. químicas e madeireiras.2 3. No período há aquecimento na produção industrial.2 3.8 4.0 4. *** Sem média na Prova Brasil 2011. O Círio de Nazaré.3 4. A cidade começa a explorar o mercado da moda. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. no setor de serviços e no turismo.9 5. metalúrgicas.2 5. integra o segundo maior parque industrial da Amazônia.

gov.Com crescimento maior que 3% a. Caeté e Guamá). o volume desse crescimento foi de 1. outras cinco RI’s encontram-se com crescimentos maiores que 2%a. cresce em ritmo e intensidade diferentes em cada município e nas suas respectivas regiões.a.censo2010. a população do Estado era de 6. O maior crescimento populacional encontra-se na RI de Carajás 3.a. pois além do território ser 322 . o menor crescimento intercensitário em quarenta anos. distribuída em 143 municípios. de grande dimensão territorial (1.php?uf=15 O último censo revelou um crescimento da população do Estado de 22% no período 2000-2010. Metropolitana.247. enquanto que o menor encontra-se na RI do Tapajós 0.br/primeiros_dados_divulgados/index.6 milhões de pessoas. São pessoas com necessidades de atenção à saúde. em 2010 aumentou para 7. As regiões administrativas ou Regiões de Integração (RI) são doze.a. Em 2000.a e menores que 3% a. é quase impossível à maioria da população ter acesso à educação de qualidade.57% a.58 % a. cultura.ibge. educação.689 Km2) e de baixa renda per capita. Faculdades ou universidades.. Existe uma grande dificuldade de deslocamento da população para os grandes centros que dispõem de boas escolas.4 milhão de pessoas. trabalho. alimentação. pois esta rompeu as distâncias. entre esses extremos encontram-se quatro RI’s com crescimento entre 1 e 2% a.a encontra-se a região do Araguaia e a já citada região de Carajás. Dados:CENSO/2010 http://www. e possuem crescimentos populacionais bastante distintos no período 2000-2010.2 milhões de pessoas. Com a evolução de novas tecnologias e a disseminação destas houve grandes avanços na educação. (Baixo Amazonas. 3. Inserção Regional do Polo EAD Educação é a promoção do desenvolvimento de todas as dimensões da natureza humana. A EaD está ao alcance das pessoas em qualquer lugar. Num estado como o Pará.. A população do Pará vem aumentando conforme constatado nos últimos censos. considerando os cinco últimos censos. Partindo dessa premissa é que pode-se afirmar que a EaD é uma modalidade de educação que integra os cidadãos em uma sociedade plural e democrática. sem falar em necessidades mais específicas. segurança.Moda da Faculdade Estácio do Pará como fomentador de atividades de pesquisa e extenção realizado pelos alunos do Curso.a. A evolução da EaD foi maior com o advento da Internet.

O Polo EAD Estácio-FAP. particularmente com o Estado do Pará. no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará. econômicas ou outras de ordem pessoal de freqüentar o sistema formal de ensino. educacional e social do Estado. Betim e Contagem). Contrariamente ao que tem ocorrido com as regiões mais deprimidas de Minas Gerais. Seu público alvo é basicamente formado por jovens e adultos excluídos ou impossibilitados. A Educação a Distância é uma prática pedagógica alternativa. onde consciente do seu compromisso com as transformações necessárias à Região Amazônica. e uma expressiva parcela da população economicamente ativa com necessidade de se complementar ou atualizar sua formação e recursos humanos para a Educação sem a formação mínima necessária.entre cortado por grandes rios. na rua municipalidade. podemos encontrar no estado um alto índice de jovens adultos fora da escola. com uma população total de 4. Prado. A Educação a Distância tem sido reconhecida em sua importante estratégia para o desenvolvimento econômico. 839. Como consequência. onde se concentra a população rural de baixa 323 . a Universidade Estácio de Sá através do Ministério da Educação. Contexto histórico O Polo de Ensino a Distância de Belo Horizonte se insere no mais importante polo industrial e de serviços na economia mineira..977 habitantes (dados de 2010). credenciou o Polo Belém que funciona em um espaço definido dentro da Estácio FAP. uma elevada taxa de evasão e repetência. está localizado no centro da capital paraense.3% do total da população do Estado. sendo uma ferramenta de transformação social. populacional. as rodovias estão sempre em condições precárias.882. mediada através de multimeios de comunicação e tutoria. POLO: 35035 . A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) concentra três dos cinco municípios mineiros de maior população (Belo Horizonte.Belo Horizonte Endereço: Rua Erê. democratizando assim o acesso ao saber. Belo Horizonte . iniciou com o curso de Administração Bacharelado sua contribuição para o ensino de graduação de qualidade.MG 1. por questões geográficas. o que representa 25. Diante do quadro educacional.

renda, e com o conjunto do Estado caracterizada pela preponderância dos fatores de expulsão
sobre os fatores de atração de população, tem funcionado como um polo de atração de fluxos
migratórios.
Embora a força atrativa exercida pela Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)
tenha arrefecido em relação ao período que vai de 1950 a 1980, quando recebeu mais de um
milhão de imigrantes de outras regiões do Estado e do País – particularmente do Nordeste –
ainda assim ela continua expressiva. Assim, na década de 1990 a RMBH recebeu quase 336 mil
imigrantes, estimando-se que tenha recebido mais 124 mil no período 2000-2003. Isso explica
as elevadas taxas de crescimento da população residente na Região, que se mantém próxima a
2,1% ao ano, depois de ter atingido o máximo da década de 1960 – mais de 5,6% ao ano. A
manter esse ritmo, a RMBH ainda receberá aproximadamente 182 mil imigrantes até 2012,
quando a população total deverá atingir 5.370.295 habitantes.
Na raiz da atração exercida pela RMBH sobre os fluxos populacionais está a sua
participação na renda estadual, de aproximadamente 34,1%, resultado da concentração das
atividades produtivas – particularmente na área de serviços – no seu território. Outra
consequência dessa concentração de atividades e do alto dinamismo da economia regional –
se comparada com a do restante do Estado – é que a renda per-capita atingiu US$ 3.952,9 em
2002, acima, portanto, da média mineira (US$ 2.830,6).

2. A região em indicadores IDH e IDEB
Segundo dados do relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PENUD (dados de 2000), 35% dos bairros (98 em um total de 284) já são de Alto
Desenvolvimento Humano (IDHM acima de 0,8). Desses, 18 têm IDHM maiores que o
município brasileiro com maior IDHM (São Caetano do Sul com 0,919) e 13 têm IDHM maiores
que o país do mundo com maior IDHM (Noruega com 0,942). O maior índice é o verificado para
o bairro CARMO/SION com 0,973. Por outro lado, os bairros com IDHM mais baixos têm índices
comparáveis com o Desenvolvimento Humano da Bolívia (país da A. do Sul com índice mais
baixo). São eles: TAQUARIL/CASTANHEIRAS, FAVELA DO PERRELA, FAVELA CABEÇA DE PORCO E
NA VILA N.S. DO ROSÁRIO, com IDHM de 0,685.
Educação
324

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP),
tem atingido as suas metas quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB),
tanto para os alunos concluintes do Ensino Fundamental, quanto aos alunos concluintes do
Ensino Médio. Os dados abaixo se referem ao ano de 2011 e estão disponíveis no Relatório do
IDEB 2011.
4ª série / 5º ano
Ideb Observado
Município

Metas Projetadas

2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

BELO
4.6
HORIZONTE

4.8

5.6

5.8

4.7

5.0

5.4

5.7

5.9

6.2

6.4

6.6

8ª série/9º ano
Ideb Observado
Município

Metas Projetadas

2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

BELO
3.6
HORIZONTE

3.6

3.9

4.2

3.6

3.8

4.1

4.5

4.8

5.1

5.3

5.6

Fonte:
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/portal_ideb/o_que_e_o_ideb/nota_informativ
a_ideb_2011.pdf
Se a educação é o componente de maior relevância no valor apresentado pelo Índice de
Desenvolvimento Humano do Município (IDHM) das Unidades da Região Metropolitana de
Belo Horizonte (RMBH) é também a principal responsável pelo crescimento verificado entre
1991 e 2000. Deve ser ressalvado, no entanto, que o IDHM toma indicadores muito pouco
exigentes para conformar o índice educação: a taxa de alfabetização da população acima de 15
anos e o atendimento escolar à população entre 7 e 22 anos.
A definição para alfabetização depende da resposta a uma pergunta muito simples ao
recenseado: se ele sabe ler e escrever um bilhete simples.

325

Se, em vez de medir a proporção de pessoas com mais de 15 anos alfabetizadas fosse
medida a proporção destas pessoas que têm pelo menos 4 anos de estudo formal, os
resultados seriam substancialmente diferentes, não só em termos de magnitude como
também em termos das disparidades entre as UDHs da RMBH - Taxa de alfabetização e
percentual com mais de 4 anos de estudos. População acima de 15 anos de idade – 2000 %
alfabetizadas Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) 93,73% com pelo menos 4 anos
de estudos. Pior da RMBH 81,48 (CONCÓRDIA-Vila Tiradentes) 53,1 (Rio Manso). Melhor da
RMBH 99,5 (GRAJAÚ/Gutierrez) 98,1 (SÃO PEDRO/SANTO ANTÔNIO) 83,36. Em termos da
Média de Anos de Estudo para a população acima de 25 anos os resultados mais baixos
chegam a 4 anos, na FAVELA DA SERRA TAQUARIL/CASTANHEIRAS. Já os mais altos vão a 13
anos de estudos no CARMO/SION, e Em termos do percentual de adultos (mais de 25 anos de
idade) com menos de 8 anos de estudo, isto é, sem o ensino fundamental completo, o pior da
RMBH está em torno de 84% (TAQUARIL/CASTANHEIRAS) e o melhor em torno de 8%
(CARMO/SION) É importante notar que, sem dúvida, as gerações mais jovens estão tendo
melhor acesso ao sistema formal de ensino, mas mesmo assim, as diferenças entre localidades
da RMBH são muito relevantes.

3. Inserção regional do Polo EAD
É notável o processo de desenvolvimento que se verifica na Região Metropolitana de
Belo Horizonte. Entretanto, o município ainda padece de um triste dado: as melhorias na
qualidade de vida e de acesso a educação tem sido de maneira desigual e concentrada.
Nesse contexto, o Polo de Ensino à Distância - situado na Faculdade Estácio de Belo
Horizonte - busca oferecer aos alunos egressos do ensino médio uma sólida formação técnica
estabelecendo uma filosofia educacional sob a égide da necessária identificação com os
problemas que afligem a região onde se insere. Isso conduz à formação de recursos humanos
conscientes da realidade socioeconômica do cenário em que certamente irão atuar.
A meta do Polo EaD de Belo Horizonte para os próximos anos é atuar de modo a
minimizar as diferenças entre os melhores índices e os piores índices de escolarização entre as
diferentes localidades da RMBH. Desta forma, poderá a instituição auxiliar ainda mais a
melhoria do IDHM, pois, o item Educação além de permitir o seu incremento possibilita a

326

concretização de políticas voltadas para o desenvolvimento social e econômico da população
mineira.

POLO: 1880 - CABO FRIO
Endereço: Rod. Gal. Alfredo Bruno Gomes Martins, s/n Lote 19 – Braga, Cabo Frio- RJ

1. Contexto histórico
Cabo Frio foi descoberto por Américo Vespúcio em 1503, tendo sido alvo constante de
ataques piratas franceses e holandeses na exploração do pau-brasil que era de excelente
qualidade. Habitada pelos índios tamoios, os portugueses procuravam a ajuda deles para a
exploração do local.
Somente em 13 de novembro de 1615 foi fundada a cidade de Nossa Senhora de
Assunção do Cabo Frio. Para segurança do local foi construído o Forte de Santo Inácio no local
da "Casa da Pedra" e criou-se uma aldeia para abrigar os índios aliados, atualmente onde se
localiza a cidade de São Pedro da Aldeia.
Atualmente Cabo Frio é um grande centro turístico com vasta rede de hotéis e pousadas
para turistas nacionais e estrangeiros aproveitarem sua beleza natural. Suas praias são famosas
pela areia branca e fina. Seu clima tropical onde o sol brilha forte o ano inteiro e quase não
chove, estimula fortemente este turismo praiano.
O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá foi credenciado em 2009.

2. A região em indicadores
O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá está situado em uma das principais
avenidas, numa área de fácil acesso e excelente localização. O Polo situa-se a microrregião dos
Lagos, usualmente conhecida como Região dos Lagos classificada como Região da Costa do Sol
é uma região do Estado do Rio de Janeiro pertencente à mesorregião das Baixadas Litorâneas.
Possui uma área de 2.004,003 km², sua população atual é de 538.650 habitantes e está dividida
em sete municípios em torno das lagoas de Araruama e Saquarema, a leste da capital do Rio de
Janeiro.

327

Município

Área
(km²)

Cabo Frio 400,693

População
2010
186.222

em PIB (R$ 1.000,00) em PIB per capita em
2008
2008
6.579.881 mil

36.426,39

Segundo estimativa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2011.

O IDH permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão
econômica. É calculado com base na:
 renda familiar per capita (soma dos rendimentos divididos pelo número de habitantes);
 expectativa de vida dos moradores (esperança de vida ao nascer);
 taxa de alfabetização de maiores de 15 anos (número médio de anos de estudos da
população local).
Variando de zero a um, o IDH classifica os municípios segundo três níveis de
desenvolvimento humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5);
municípios com médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) e municípios com alto
desenvolvimento humano (IDH acima de 0,8). Quanto mais próximo de um, mais alto é o
desenvolvimento humano.
O município de Cabo Frio está classificado com um índice de médio desenvolvimento
humano, ocupando a 11ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de
vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.

ÍNDICE DE DESENVVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CABO FRIO
- 0,792 – Médio IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000
Fonte:http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/4021DA1BDB07AB5D8325794C006B
5654/$File/Cabo%20Frio.pdf
Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 5.148.559.625,00 (2003)
Renda Per Capita*:R$ 34.831,34 (2004)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,792 (PNUD - 2000)
Principais Atividades Econômicas: turismo, pesca, vestuário (moda praia), indústria, extração
de petróleo
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município de
Cabo Frio. Rio de Janeiro.

328

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012
4ª série / 5º ano
Ideb Observado

Metas Projetadas

Município 2005

2007

2009

2011

2007

2009

2011

2013

201 201
2019
5
7

202
1

CABO FRIO 3.9

4.0

4.6

4.7

4.0

4.3

4.7

5.0

5.3

6.1

5.6

5.8

8ª série / 9º ano
Ideb Observado

Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o
CABO
FRIO

3.9

3.7

4.0

3.8

3.9

4.1

4.3

4.7

5.1

5.4

5.6

5.8

* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam
divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria INEPnº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.
A via de acesso à capital fluminense se dá pela Via Lagos, ou RJ-124,A BR-101 que liga o
município de Rio Bonito a o Rio de Janeiro, a RJ-102 que liga Búzios até o distrito de Praia
Seca,RJ-106 liga o municípios da região dos lagos passando por Monte Alto, Figueira, Arraial do
Cabo, Praia Seca, Araruama, Saquarema, (Serra da Castelhana e Mato Grosso) Maricá até
Niterói, é uma bela rota que passa pela mata atlântica e serve de rota alternativa a RJ-124 por
não ser pedagiada e mais rápida, e por fim a RJ-128 que conecta a RJ-124(via lagos) a RJ106(via serra) no distrito de Bacaxá em Saquarema. (fonte: wikipedia)
Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior – Universidade
Estácio de Sá, Ferlagos (Faculdade da Região dos Lagos), UNOPAR (Universidade Note do
Paraná), Universidade Cândido Mendes e Universidade Veiga de Almeida.
3. Inserção Regional do Polo EaD
329

O século XX foi caracterizado por mudanças significativas no modo de vida da sociedade.
Dentre as principais mudanças, observamos o desenvolvimento de novas tecnologias da
informação e comunicação. Em destaque, poderíamos citar a informática, desenvolvida pela
criação dos computadores; e da internet, criada a partir da evolução dos computadores e dos
meios de telecomunicações. A informática aliada à internet tem contribuído em diversas áreas
de conhecimento, tornando-se fator de relevância no trabalho e nas práticas sociais. A
tecnologia influencia culturas gerando transformações sociais, ao mesmo tempo em que é
capaz de romper barreiras geográficas, encurtando distâncias em um mundo globalizado.
A vinda do Ensino a Distância para a cidade de Cabo Frio, trouxe relevantes mudanças no
contexto de possibilidades para aqueles que a ida para uma sala de aula não era permitida. Os
cursos ofertados, estão atendendo a diversas demandas sociais, principalmente por ser uma
região petrolífera, onde 75% da população trabalho em escala de “embarque.
Contudo as empresas conscientizaram-se sobre a importância da educação corporativa e
a formação continuada de seus colaboradores, pois o conhecimento desenvolvido pela
organização é um valioso recurso, que agrega vantagem competitiva trazendo a inovação, com
a geração de novos negócios.
POLO: 35059 - CAMPO GRANDE/MS
Endereço: Rua Venâncio Borges do Nascimento; Jardim TV Morena, Campo Grande- MS
1. Contexto histórico
Campo Grande ocupa um espaço geográfico privilegiado na região central do estado, nas
imediações do divisor de águas das bacias dos rios Paraná e Paraguai. Os primeiros moradores
chegaram em 1872, mas a cidade só foi elevada à categoria de distrito pela Lei n.º 793, de
23/11/1889 e a município pela Resolução Estadual 255, de 26/08/1899. Com a criação do
estado de Mato Grosso do Sul, em 1979, tornou-se capital.
O município de Campo Grande possui uma área de 8.092,966 km2 e experimentou um
acelerado desenvolvimento populacional nas últimas décadas. O número de habitantes pouco
maior de 291.000 em 1980 passou a 600.000 em 1996 e, em 2010, atinge em torno de
786.797, representando, aproximadamente, 32 % da população do estado.
A economia regional é uma das mais fortes do país e permite a melhoria dos índices de
desenvolvimento social do estado. A população economicamente ativa de Campo Grande é de
333.597 pessoas (189.202 homens e 144.396 mulheres) e o PIB é de cerca de R$ 10 bilhões.
330

Campo Grande é a cidade de Mato Grosso do Sul em melhores condições em termos de
bens e serviços de apoio à produção, atendendo a todas as demais. Sua estrutura econômica
está vinculada à agroindústria regional, ao comércio e à prestação de serviço.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD
O processo de crescimento da região pode ser avaliado em parte pelo rápido
crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do município. No ano
de 1991 o IDH era de 0,77; em 2000 este índice subiu para 0,814. Isto indica que, em um
período de oito anos, tal índice cresceu a uma taxa média anual de 5,4%.
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE MS
- 0,814 – Médio IDH
O município de Campo Grande - MS está classificado com um IDH de 0,814, índice
considerado alto, ocupando a 2ª posição no critério do IDH estadual atraindo, de acordo com
os dados do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (PLANURB), nos últimos três anos
investimentos estimado em R$ 1,3 bilhão para 181 empreendimentos industriais que juntos
vão gerar 12.941 empregos diretos. Desses projetos, 38 indústrias já estão em funcionamento,
resultado de R$ 912,3 mil de investimento, que garantem emprego para 1.801 trabalhadores.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado pelo Inep/MEC e
busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo
(progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação
Básica (IDEB) observado para o município de Campo Grande - MS no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005-2011 e metas para a rede municipal do Município de
Campo Grande- MS.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012
4ª série / 5º ano

331

Ideb Observado

Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o
CAMPO
4.0
GRANDE

4.9

5.1

5.6

4.1

4.4

4.8

5.1

5.4

5.7

5.9

6.2

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012
8ª série / 9º ano

Ideb Observado

Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o
CAMPO
3.5
GRANDE

4.2

4.4

4.4

3.5

3.6

3.9

4.3

4.7

5.0

5.2

5.5

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam
divulgados.
**
Solicitação
de
não
divulgação
conforme
Portaria
Inep

410.
***
Sem
média
na
Prova
Brasil
2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.
Campo Grande possui 453 escolas de Ensino Fundamental e Médio, sendo 01 federal, 89
estaduais, 176 municipais e 187 privadas, com um total de 5.068 salas de aulas. O número de
matrículas referentes a 2008, no município, foi de 25.855 para a Educação Infantil, 121.992 no
Ensino Fundamental e 32.754 no Ensino Médio, essas escolas empregam aproximadamente
10.382 professores. (SEMAC, 2009).
3. Inserção regional do Polo EAD
A Região de Campo Grande é composta por 10 (dez) municípios: Bandeirantes, Campo
Grande, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo,
Rochedo, Sidrolândia e Terenos, ocupando uma extensão territorial de 8.096,051 km²,
representando 20,07% da área total do Estado de Mato Grosso do Sul.

332

da Federação da Indústria do Estado do Mato Grosso do Sul (FIEMS).50 Trata-se de um mercado altamente promissor e que até 2012. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. 31 projetos estão sendo negociados. manganês e calcário). cultural. UNIGRAN Capital. usinas açucareiras e da indústria de madeira está ampliando o leque de opções para os investidores.pdf 333 . a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. 50 Fonte:http://www.746 indústrias cadastradas. Com o recente incentivo à produção de combustíveis renováveis. Instituto Campo Grande de Ensino Superior (ICGES).br/palestra/6/965. de cimento. Dessa forma. místico. Nesse contexto de crescimento. A maioria oferta cursos na modalidade EAD. Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande (FESCG). Segundo dados referentes a 2011. A instalação de indústrias alimentícias. ecoturismo. de minérios (ferro.org. Instituto Mato Grosso do Sul de Educação e Cultura (ISMEC). representará um investimento de mais de R$ 19 bilhões em Mato Grosso do Sul. Instituto de Ensino Superior da Funlec (IESF). negócios e eventos.sober. O município de Campo Grande possui 10 (dez) Instituições de Ensino Superiores sendo 02 (duas) da rede pública: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e 08 (oito) da rede privada: Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – UNIDERP. Universidade Católica Dom Bosco (UCDB).5 milhões de toneladas de cana/ano. o Estado possui 9. Centro Universitário de Campo Grande (UNAES).O município de Campo Grande se localiza no centro do Estado possuindo um enorme potencial turístico. Mato Grosso do Sul aumentou os seus canaviais e implantou novas usinas de açúcar e álcool: 11 usinas já estão instaladas e processam mais de 15. agro tecnológico. fomentando o desenvolvimento da região. a educação à distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. 31 empreendimentos estão em andamento. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. tendo como destaque os segmentos de turismo rural.

a 279 km da capital. Contexto histórico Campos dos Goytacazes. Matemática. A descoberta do petróleo e do gás natural na plataforma continental da Bacia de Campos tem propiciado o aumento significativo da receita municipal nos últimos anos. O núcleo urbano do município apresenta um relevo suave. Gestão em TI. Avenida 28 de Março. Gestão Financeira. Gestão em Marketing. Campos dos Goytacazes – RJ 1. além de lagoas. o município faz divisa com o estado do Espírito Santo. A pecuária também manteve papel importante na economia da região e o café foi responsável pela prosperidade dos antigos distritos e hoje municípios. inicialmente apoiada nos engenhos a vapor. Sistemas de Informação. Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Ciências Contábeis. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente e. a Oeste com o município de São Fidélis através de componentes estruturais da Serra do Mar. com destaque para a Lagoa Feia e a Lagoa de Cima. teve sua riqueza no século XIX creditada à expansão da produção açucareira. Diversos cursos que são oferecidos na Graduação Tradicional. Também são oferecidos cursos da Graduação Tecnológica: Gestão de Recursos Humanos. POLO: 428 . maior cidade em extensão territorial. Gestão Ambiental. verificasse a inserção de novos cursos. com o Rio Paraíba do Sul atravessando todo o Município. pelo Canal São Bento.Campos dos Goytacazes . de Cardoso Moreira e Italva. a Nordeste com o município de São Francisco do Itabapoana. ao Sul a Lagoa Feia e o rio Macabu limitam o território campista com o município de Quissamã. a Leste com o município de São João da Barra. Ao Norte. tais como: Administração. Gestão Comercial e Gestão Pública. que recebem denominações locais como Serra 334 . através do rio Itabapoana. localizada ao norte do estado do Rio de Janeiro. a Sudeste é banhado pelo Oceano Atlântico desde a Barra do Açu até a foz do rio Furado. Logística. Letras. 423 – Centro. a Sudoeste com Conceição de Macabu e Santa Maria Madalena. mais tarde substituídos por usinas. uma hidrografia abundante. História. Pedagogia.RJ RJ. seja na Graduação Tradicional ou na Graduação Politécnica. por meio do recebimento de royalties excedentes e participações especiais. um clima ameno.O Polo Campo Grande – MS da Estácio atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.

expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. sendo considerado um índice de nível médio pelo programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. no Município de Campos dos Goytacazes. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. formando o grande conjunto de terras altas do território municipal. No tocante à educação.752 – Média IDH O município de Campos dos Goytacazes está classificado com um IDH de 0. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). em boa parte seguindo o Córrego da Onça. Serra dos Três Picos e Serra do Barracão. criado pelo Inep/MEC busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Anuário do Instituto de Geociências – UFRJ. acompanhando o Córrego Santo Eduardo (mapeamento Geológico-Geotécnico Preliminar.0. 335 . podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Campos dos Goytacazes no quadro abaixo. 2008). além de Italva e Bom Jesus do Itabapoana. utilizando Geoprocessamento. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES . A região em indicadores – IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de sua população além da dimensão econômica. 2. Estado do Rio de Janeiro. *** Sem média na Prova Brasil 2011. É calculado com base na renda familiar per capita. a Noroeste com Cardoso Moreira. Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.752.Itacolomi.

na avenida de mesmo nome. UNIVERSO. Uniflu (Centro Universitário do Norte Fluminense – Fafic. Na região. 336 . por abrigar. Foc). O município é referência na área universitária. A população do município está estimada em aproximadamente 450 mil habitantes. No centro da cidade. principalmente à noite. é possível encontrar o segundo centro comercial e financeiro da cidade. a Pelinca é considerada rica e sempre movimentada. a loja Leader e um Loja Americana (as outras estão no Centro e no Boulevard Shopping). também está localizado o Shopping Avenida 28. bairro da cidade que tem na Rodovia BR-101 a sua principal via. na região. FDC. Em abril de 2011. instituições como UENF (Univerdidade Estadual do Norte Fluminese). mas também dos municípios vizinhos. A cidade é um importante polo comercial e financeiro que abrange o nordeste fluminense e o sul capixaba. indica que a educação oferecida pela rede pública de ensino não se mostra suficiente para propiciar o desenvolvimento adequado da população. trazendo grandes lojas e marcas para o município. 3. aquecendo mais ainda a economia na cidade. ESANNF/FGV (Escola Superior de Administração e Negócios do Norte Fluminense) recebendo alunos munícipes e também dos municípios circunvizinhos. foi inaugurado o Boulevard Shopping.Tais índices demonstram que o município de Campos dos Goytacazes vem apresentando um ensino básico com qualidade aquém do projetado. além de auxiliar no crescimento do parque rodoviário. ISECENSA (Instituto Superior de Ensino Nossa Senhora Auxiliadora). IFF (Instituto Federal FlumineNse – antigo Cefet-Campos). além da Universidade Estácio de Sá. Na rua João Pessoa. funciona dentro do Campus Campos dos Goytacazes da Universidade Estácio de Sá. há um forte e diversificado comércio popular. o Shopping Pelinca Square Center. Faculdade Batista Fluminense. que. sendo considerada assim um bairro nobre. Universidade Cândido Mendes. combinado ao IDH. Por conter a maior parte dos bares e restaurantes da cidade. onde estão as lojas mais renomadas e diversos shoppings. está a maior concentração de lojas de roupas populares. FMC (Faculdade de Medicina de Campos). não apenas do município. UFF (Universidade Federal Fluminense). Inserção regional do Polo EAD O polo Campos dos Goytacazes. No bairro da Pelinca.

Além destas. incluindo a criação de Zonas Especiais de Negócios e a privatização do Aeroporto Bartholomeu Lizandro. hoje. As atividades de Extensão têm. O polo Campos dos Goytacazes. o município tem a perspectiva de crescimento econômico e populacional em razão dos investimentos que estão sendo realizados na região. acima de tudo. seis estão em Campos. Dessa forma. a partir de uma interação social atende aos debates da produção e difusão do conhecimento. no oceano Atlântico. Em face deste panorama de desenvolvimento na região vê-se a necessidade cada vez maior de qualificação de mão de obra para atender a demanda das novas vertentes de negócios. além de concentrar a maior parte da indústria cerâmica fluminense. porto seco alfandegado que está sendo cobiçado por empresas do setor aéreo. o poder de contribuir para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. fomentando o desenvolvimento da região. reforçando a importância do polo e da Universidade Estácio de Sá para a região. há um forte polo de exploração de petróleo e gás natural pela Petrobrás. uma vez que as instituições públicas não conseguem atender essa iminente demanda de mão de obra. na plataforma continental. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Das sete usinas de açúcar e álcool do estado. Sobretudo. com as construções dos complexos portuários do Açu. Nesse contexto de crescimento. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. no município de São João da Barra e de FarolBarra do Furado. um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência global. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. o fomento de novos empreendimentos. 337 . a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. A cidade é a maior produtora de petróleo do Brasil. bem como. A responsabilidade social representa. a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. busca caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos problemas.Ao largo de suas costas.

Duque de Caxias – RJ 1. Contexto histórico Duque de Caxias é um município brasileiro integrante da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.2% da área da Região.. Petróleo Ipiranga. além da proximidade do Aeroporto Tom Jobim e a distância de apenas dezessete quilômetros do Centro da cidade do Rio de Janeiro. Transportes Carvalhão. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Sadia S. 86. Os principais segmentos industriais são: químico. possuindo empresas como Texaco. a segunda maior do país. White Martins. correspondente a 8. estimulados pela presença da Refinaria de Duque de Caxias. com uma área total de 468. O segmento está mais concentrado nos setores de química e petroquímica. 338 . A. 25 de Agosto. Jd. Situado na Baixada Fluminense. que representa 7. mobiliário. gás. O maior parque industrial do estado do Rio de Janeiro fica no município. tais como o jornal O Globo . têxtil e vestuário.POLO: 2768 .3 Km2. 2. É calculado com base na: renda familiar per capita. próximo de algumas das principais rodovias brasileiras: Linha Vermelha. metarlúgico. aproveitando a privilegiada posição do município. plástico. Linha Amarela. Rodovia Presidente Dutra. BR-040 e Avenida Brasil. petroquímico. Supermercado Carrefour.2% do contingente da Região. Ciferal. Esso. Shell. IBF. A cidade deve seu nome ao patrono do exército brasileiro. Luís Alves de Lima e Silva. possui uma população estimada em 855 046 habitantes (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010). Empresas de vários segmentos têm se instalado em Duque de Caxias. entre outras.Duque de Caxias Endereço: Rua Major Correa de Melo. o Duque de Caxias. A região em indicadores – IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.

O município de Duque de Caxias limita-se ao norte com Petrópolis e Miguel Pereira..Rio de Janeiro..0 5.3 5. ocupando a posição 52 no critério do IDH estadual. 2011 e metas para a rede municipal do Município de Duque de Caxias . 339 . Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.1 4.. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o DUQUE DE CAXIAS 3.. . ao leste.7 5.6 3.ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS .7 4.7 4. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).4 4. Possui 102 escolas estaduais. 02 (duas) escolas federais e 128 escolas particulares. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.2 3.0. com a cidade do Rio de Janeiro e. com a Baía da Guanabara e Magé. Quadro 1: IDEBs observados em 2005.3 3. ao sul.6 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. com São João de Meriti.4 3. a oeste.753 – Médio IDH O município de Duque de Caxias está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano. Belford Roxo e Nova Iguaçu. *** Sem média na Prova Brasil 2011.

O Polo EAD Duque de Caxias espera contribuir para a disseminação da Educação a Distância de qualidade. bem como para o desenvolvimento local. crítico e um agente transformado.3. levando em conta o perfil. A localização de Fortaleza fica no estado brasileiro do Ceará.Fortaleza Endereço: Rua Vicente Linhares. que assim como o ensino presencial. as potencialidades e a cultura da região. A Educação a Distância . numa área privilegiada no Nordeste do Brasil. à qualificação para o mercado de trabalho. historiadores afirmam que a mesma é bem anterior ao século XVII. que rompa as barreiras geográficas.representa uma oportunidade para muitos excluídos dos processos tradicionais de ensino das Universidades brasileiras e um desafio para educadores e gestores. Contexto histórico Fortaleza foi fundada no dia 13 de Abril de 1726 onde foi elevada de povoado para a condição de vila. Fortaleza . a Universidade Estácio de Sá expandiu seu serviço oferecendo a modalidade EAD para o município de Duque de Caxias contribuindo assim para a democratização de acesso à formação superior e consequentemente ao conhecimento. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. as peculiaridades. um pouco abaixo da linha do Equador. Sendo assim. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional.CE 1. Aldeota. na América do Sul o que garante um 340 . a necessidade de garantir aos cidadãos desta região o direito à aquisição de competências profissionais que os tornem aptos para a inserção em setores profissionais nos quais haja utilização de tecnologias. Nessa direção. à prática. ainda. temporais e tecnológicas que separam professores e alunos e que leve o Brasil a se orgulhar mais de sua Educação. objetiva formar um ser social.EAD . político. Polo: 35030 . Considerou-se. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. O Ensino à distância está sendo ofertado neste Polo para atender às demandas do setor produtivo local bem como as das regiões circunvizinhas.

O Ceará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. A região em indicadores – IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. que recebe uma média de 500 mil visitantes por ano. 2. com a Ponte dos Ingleses e o famoso Pirata Bar e a Praia do Futuro com suas "barracas" de praia. a Praia de Iracema. em Aquiraz.clima cálido o ano todo. passou de 49.38 por cento.8 milhões de habitantes. quando sua participação no PIB estadual. para 48. A Região Metropolitana de Fortaleza. isso por ser constatado pela queda da participação da economia de Fortaleza no total do Estado.527 habitantes.450. 341 . com cerca de 3. é a sexta em população. É calculado com base na: renda familiar per capita. a Av Beira Mar com sua feira de artesanato. na Região Metropolitana.66 por cento em 2002. De acordo com o professor Flávio Ataliba. ou 9. a economia de Fortaleza gerou um PIB de R$ 31. Em 2009. sendo a Capital do estado a 5ª maior cidade do País. É a capital brasileira mais próxima da Europa. o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Está situado na Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlantico ao norte e nordeste.608 km de Lisboa. em Portugal.8 bilhões e um PIB per capita de R$ 12. É também uma das 12 sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014.30 km². conferindo ao território a oitava colocação entre as unidades federativas mais populosas.348. Fortaleza tem se notabilizado pela dinâmica do setor varejista.7% da superfície do Brasil. A população do estado estimada para o ano de 2008 foi de 8. Considerada o segundo maior destino turístico do País e o quarto maior polo de confecções nacional. a preços de mercado.37% da área do Nordeste e 1. Entre 2002 e 2009. segundo o estudo. Em valores. houve uma “ligeira desconcentração” da riqueza em direção ao interior do Ceará. As principais atrações turísticas são o parque temático Beach Park. Sua área total é de 146.Pernambuco a sul ePiauí a oeste. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.688. Fortaleza ocupava a nona colocação dentre as 27 capitais brasileiras e a décima posição em relação ao Brasil. em 2009.Rio Grande do Norte e Paraíba a leste. estando a 5.

Inserção regional do Polo EAD Fortaleza apresenta-se hoje como um dos mais importantes polos têxteis e de confecção do Brasil. porém.3 3. teve o crescimento em 8% de acordo com o portal do IDEB. Vale salientar. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. (Fonte: PNDU – Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento: http://www.0 5. onde o crescimento mais notável acontece nos serviços de comércio ambulante. bem como um destacado polo turístico nacional. serviços. *** Sem média na Prova Brasil 2011. que a capital cearense não se firmou como uma cidade tipicamente industrial.4 4.2 3. do setor terciário da economia (comércio.pnud.7 4. 3. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Município Metas Projetadas 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 FORTALEZA 3.1 em 2011.2 5. a exemplo do Distrito Industrial de 342 .org. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. As indústrias de maior porte que antes se concentravam em Fortaleza instalamse/transferem-se para municípios da Região Metropolitana.884 –que é considerado como alto pelo IDH.9 4.2 que refletiu em apenas 0. de incorporação de imóveis. imperando a inclinação de “cidade terciarizada”. ou seja. o que é uma tendência apresentada mundialmente pelas economias metropolitanas.7 5.5 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.1 4.3 3. transportes). A cidade de Fortaleza teve o IDEB 4.O índice de desenvolvimento humano – IDH do município de Fortaleza é de 0.3 pontos acima da meta que era 4.aspx?indiceAccordion=1& li=li_Ranking2003 ) Segundo O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). hospedagem e alimentação.5 3.br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000.

financeiro mas também no comportamento social. Em 2009.. mais recentemente para outros centros como Horizonte. Para isso. estadual e federal e. De acordo com o MEC. O atual momento de pós-crise que vive a economia mundial trouxe ingredientes de um novo cenário. 343 . que possa verdadeiramente acolher. principalmente. Pacatuba. sendo em Fortaleza 27 polos. por interesses privados (muitos deles. que Internet banda larga a 82% da população do Estado até o fim deste ano. Fortaleza continua sendo uma cidade múltipla neste século. político e tecnológico refletindo no aumento da credibilidade das empresas e da economia brasileira. A cidade continua expandindo-se neste começo de século. o que vai ensejar novas obras e intervenções urbanas na cidade. do povo da cidade. Pacajus.arturbruno.pdf Segundo a Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Ensino à Distância (Abed) pelo Ministério da Educação (MEC) mostra crescimento de 60% da demanda em cursos de especialização a distância. integrar e proteger seu povo. apesar da alarmante concentração de renda. Faz-se necessário o engajamento de todos para que a Fortaleza ordenada e pacata de outrora sirva de inspiração para a construção de uma cidade moderna. Como as grandes metrópoles do mundo. organizada e desenvolvida. é preciso a participação efetiva dos poderes públicos municipal. sendo atualmente a quinta cidade mais populosa do País. com grandes mudanças não apenas no front econômico. seja pela ação pública. Sua economia cada vez mais se dinamiza. Fortaleza foi escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol a se realizar no Brasil em 2014. a cidade de Fortaleza precisa olhar para seu passado e planejar o futuro.br/images/conteudo/file/cartilhaHFortaleza. Caucaia. a expectativa é de que as formações sejam ampliadas. especuladores imobiliários) ou por iniciativa da própria população. cultural. o Ceará tem seis instituições e 120 polos que oferecem cursos de graduação e pós-graduação à distância.Maracanaú e. Continua atraindo multidões de pessoas do interior cearense e até de outros estados. O mercado cearense está absorvendo cada vez mais profissionais com formação à distância. de acordocom o governo do Estado até o final de 2012 o Cinturão Digital estará concluído. de2008 a 2010. http://www.com.

Setor Norte Ferroviário. Um dos motivos da queda dessa barreira de mercado foi sem dúvida o advento da internet. O Polo de Fortaleza. valorizando a nossa marca: a marca de um país que sofreu pouco com a crise e que sai dela mais rápido que os demais países envolvidos. vivenciais e inovadores.Essa credibilidade reacende a idéia de que o Brasil é um país com grande potencial de liderança. Dentro desta configuração. as classes respondem por 13% de todas as compras pela net. a internet leva informações a todos e a logística permite que as transações se tornem reais. O projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos. Goiânia . Quadra 140 . os mercados locais se integram ao grande mercado nacional. demonstrando a complexidade de suas empresas. POLO: 35065 . aumentando rapidamente a concorrência entre empresas de qualidade em escalas nacionais e empresas locais. que antes adotavam estratégias competitivas baseada na segmentação geográfica. assim como o acesso a computadores por parte das camadas de mais baixa renda. resultando em melhoria na qualidade de vida de toda a sociedade e de cada um individualmente. Enquanto o mercado virtual cresce a uma taxa de 40% ao ano. Esse resultado surpreende. da Universidade Estácio de Sá – UNESA oferece cursos de graduação e superior de tecnologia acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação do ser humano. críticos. nº 216. onde os consumidores de mais baixa renda começam a sofisticar suas preferências de consumo. enquanto cidadão desejando contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária. por sua vez tem uma economia bastante diversificado. Contexto histórico 344 . O Estado do Ceará. há bem poucos anos era possível sobreviver carregando os custos da incompetência. possa ser compartilhada de forma ética.GOIÂNIA Endereço: Rua 67 . as barreiras regionais de entrada estão cada vez menores.A.GO 1. já que os mercados locais eram protegidos pelos custos de transporte e logística ineficiente. Do ponto de vista do mercado interno. eficientes e confiáveis. Ou seja. com o setor industrial representando cerca de 28% da estrutura econômica.

Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira-2020. enfatizou: "Prevejo que. Em Goiás algumas Empresas foram destaques como Melhores Empresas Para se Trabalhar em 2011. é um mecanismo de captação e retenção de talentos e exige a presença de um profissional com formação específica em Gestão de Recursos Humanos. Grupo Saga Veículos.2milhões de pessoas . quem num vibrante discurso. como homenagem aos 3 anos do início da Revolução de 1930.090. entre outros aspectos que realmente são importantes e que pode fazer a diferença entre se gostar de trabalhar naquela empresa ou viver frustrado no trabalho.dentre outras. pois a empresa deve dispor de políticas de Gestão de Pessoas que equilibrem e sintonizem os indivíduos e a organização. Sua economia está voltada para as atividades comerciais e industriais. Unimed-Go. dentre elas: SAMA-Mineração. Estar entre as melhores empresas para se trabalhar é uma prática que muitas empresas tem buscado. forte presença de empresas de logística e atacadistas. destacando-se no setor de serviços. grande porção desta área destinada à futura cidade estará coberta de luxuosas e alegres vivendas”. Goiânia é uma cidade moderna. a pesquisa ouviu 402 empresas brasileiras-que juntas empregam 2. entre elas as políticas de recursos humanos da empresa. Todo o ano a revista Exame publica um ranking das melhores empresas para se trabalhar. próxima à capital federal e a menos de 1000 km de São Paulo. localizada bem no centro do país. sendo que 99% é urbana. Segundo o IBGE. o município de Goiânia tem uma população de 1.Portanto. É uma lista que coloca no topo as empresas que realmente valorizem seus funcionários. Está ligada aos principais centros do país por uma moderna malha rodoviária e por todas as companhias de transporte aéreo. salários. pois. Possui diversificada indústria farmacêutica. Diversos aspectos são avaliados na criação desta lista. ambiente de trabalho. a capacitação de seus funcionários. Serasa-Go. benefícios. 345 .quais setores demandarão mais profissionais nos próximos anos.Grupo Votorantim. Anápolis é a principal cidade industrial e centro logístico do Centro-Oeste brasileiro. De acordo com reportagem divulgada em Jornal local do dia 04/06/2012 intitulada como “Conheça as Dez Profissões em Alta”. dentro de cinco anos.737 habitantes. além da visibilidade no mercado. fica evidente a atuação deste na área de recursos humanos. Cargill.A pedra fundamental da cidade de Goiânia foi lançada em 24 de outubro de 1933 por Pedro Ludovico Teixeira.

Goiás. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Goiânia no quadro abaixo. 2.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 27/08/2012 4ª série / 5º ano 346 8ª série / 9º ano . serviços e comércio. ocupando a 18ª posição no critério do IDH Brasil. esperança de vida. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA . defendendo um crescimento de 7. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. No tocante à educação. educação. A região em indicadores – IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. MEC . Quadro 1: IDEBs observados em 2005. É calculado com base na: renda familiar per capita.INEP . o que refere a uma medida comparativa de riqueza.832. Dentre as dez profissões que devem permanecer aquecidas para os próximos anos está o Gerente de Recursos Humanos.7%. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município de Goiânia está classificado com um IDH de 0. 2011 e metas para a rede municipal do Município de Goiânia.832 – Médio IDH IPEA. alfabetização. sendo um índice que mede o bem-estar de uma população.0. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).engenharia. natalidade dentre outros fatores.

reflete o pensamento educacional contemporâneo em um processo de tomada de consciência da importância da educação a distância como estratégia de democratização do saber em nosso país.148 desses habitantes segundo estimativa do IBGE 2011.588 habitantes.206 milhões de habitantes. Goiás tem posição geográfica privilegiada. é fruto do resultado de uma construção coletiva dos representantes do Núcleo Docente Estruturante . Porém a capital não está no topo do ranking. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.080.086 km². está situado na região Centro-Oeste do País ocupando uma área de 340. um dos 26 estados brasileiros. Limita-se ao norte com o Estado do Tocantins. aglomerado de 20 municípios que abriga 2. sendo representada pela escola que aparece em quarto lugar. a leste com a Bahia e Minas Gerais e a oeste com Mato Grosso.318. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. Goiás. De acordo com Ideb 2011 entre as onze melhores escolas públicas de Goiás. sua capital. Nessa direção. Goiás possui 246 municípios e uma população de 6. Sétimo estado em extensão territorial.Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Inserção regional do Polo EaD A Universidade Estácio de Sá concebe educação à distância como uma modalidade de ensino capaz de oferecer o acesso e a permanência de estudantes no Ensino Superior. é o núcleo polarizador da Região Metropolitana. sendo que a cidade de Goiânia conta com 1. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. 347 .NDE com o conjunto do Corpo Docente. Apesar de sediar grandes indústrias. ao sul com Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. *** Sem média na Prova Brasil 2011. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. O presente Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. na modalidade a distância. Nesse sentido. três ficam em Goiânia. 3. Goiânia. rompendo barreiras geográficas de tempo e espaço. é o setor de serviços o pilar de sua economia.

Num país das dimensões do Brasil. a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisa. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. sobretudo com a aclamação. destacando-se também na atividade autônoma. Um mercado em expansão permanente com 70 mil empresas já estabelecidas. o estado está entre os cinco melhores do Brasil na área educação. político. no censo escolar em 1998. a base sólida para o amplo desenvolvimento está sendo construída através da educação. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. nos mais diversificados segmentos. tem sua distribuição concentrada em Goiânia. Goiânia conta hoje com 450 mil consumidores de grande poder aquisitivo. São cerca de 4 mil indústrias instaladas na capital goiana. A tendência em vigor neste início de século XXI é a repetição do que temos assistido 348 . A estrutura privilegiada da cidade permite a implantação de mini polos industriais. calçados e alimentos. com destaque para a indústria de confecção. Grandes corporações do setor alimentício têm sede em Goiânia. Exemplo disso são as 30 mil micro e pequenas empresas. exportando sua produção para países de todo o mundo. Seu custo de vida não é alto. seja na prestação de serviços. de que estamos no século do conhecimento. seja no comércio. fomentando o desenvolvimento da região. Em Goiás. Dessa forma. A indústria química. atualmente uma das mais prósperas do Estado. Goiânia tem grande oferta de empregos. que assim como o ensino presencial. Ao mencionar pois. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. temos que lutar para que haja a socialização do conhecimento e não o contrário. quase que unânime dos especialistas. Grandes shopping centers e dezenas de galerias abrigam milhares de lojas e as mais renomadas marcas de âmbito nacional e internacional. abastecendo o mercado interno e externo. objetiva formar um ser social.O ensino à distância surge como uma importante modalidade. crítico e um agente transformador. a educação como um dos esteios da construção da cidadania. O índice de desemprego é um dos menores entre as capitais. Centro comercial dos mais dinâmicos do país. Ideal para quem deseja investir. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.

quando o governador-geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho. ou mesmo de educação meramente técnica voltada apenas a atender o mercado de trabalho. termo que significa "colina do mar". inverter a lógica do afunilamento. era habitada pelos índios Temiminós que a chamavam de "Ilha de Paranapuã". O nome "Ilha do Governador" surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567. então abundantes na região. "colina". na medida em que a cidade dispõe de inúmeras possibilidades de. Salvador Correia de Sá (o Velho . Contexto histórico A Ilha do Governador foi descoberta em 1502 por navegadores portugueses. Jardim Carioca. para além das suas funções tradicionais – econômica.Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572). Significa assumir o objetivo de formar e promover o desenvolvimento de todos os seus habitantes a começar pelas crianças e pelos jovens. Cidade e Educação. no plano local. social. vistas sob este enfoque. sendo também chamada de "Ilha dos Maracajás" (espécie de grandes felinos. é extraordinária a idéia das cidades educadoras. para atender às demandas do setor produtivo da sociedade. com a sua singularidade”. de escolarização precária.RIO DE JANEIRO (Ilha do Governador) Endereço: Estrada do Galeão. exercer e desenvolver. contribuem para a consolidação de um novo paradigma de desenvolvimento no século XXI. É a formação de ilhas de excelência em detrimento de uma maioria analfabeta. Correia de Sá. de modo a que cada indivíduo seja capaz de “expressar. Na época. "mar" e apuã. transformou-a em uma fazenda onde se plantava cana-de- 349 . Rio de Janeiro – RJ 1. Mediante o contexto citado justifica-se a oferta dos cursos na modalidade EAD formando profissionais .). possibilitando um maior acesso à educação de forma qualificada e para todos. ao mesmo tempo que se fomenta a sua pertença a uma comunidade e “se potencializam as capacidades de diálogo. confronto e solidariedade”. futuro governador da capitania. Portanto. é objetivo das cidades educadoras investir em Educação. Nesse sentido. pela junção de paranã. POLO: 434 . afirmar e desenvolver o seu potencial humano. ou pelo menos para os que estejam sob a sua responsabilidade legal.até então. política e de prestação de serviços – uma função educadora. a cidade será educadora quando reconhecer. Desse modo. mais da metade do seu território.

com uma população total de aproximadamente 210 mil habitantes. A Região em Indicadores – IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. compreende catorze bairros da cidade do Rio de Janeiro. o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais.antigo IPLAN) 350 .157. Jardim Carioca. a presença de dois complexos industriais transnacionais produzindo aditivos e óleos lubrificantes: a Shell e a Exxon. Segundo trabalho realizado pela Prefeitura (através do Instituto Pereira Passos . ainda. 2. Moneró. Localizado na Ilha do Governador. XVII e XVIII. Em 23 de julho de 1981. o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim considerado o maior aeroporto da cidade do Rio de Janeiro. Cocotá. através do Decreto Número 3. o Eisa (ex-Emaq). comércio e serviços. Ribeira. O estaleiro Transnave instalou-se na Ribeira e.açúcar. são eles: Bancários. Jardim Guanabara. A Ilha do Governador conta com a Biblioteca Regional localizada no Cocotá e a Casa de Cultura Elbe de Holanda no Jardim Guanabara.12 km². exportado para a Europa nos séculos XVI. O bairro tem como características a grande importância econômica e cultural. o Ilha Plaza foi o grande responsável pela mudança dos hábitos de lazer e consumo da região. que foi inaugurado em 28 abril 1992. Tauá e Zumbi. Pitangueiras. Portuguesa. Destaca-se. o maior sítio aeroportuário do Brasil. tendo o termo "insulano" um significado especial para quem é dessa região da cidade. com um engenho para produção de açúcar. Praia da Bandeira. Contendo uma superfície de 36. representando um marco do desenvolvimento do varejo da Ilha do Governador. atualmente apresenta características mistas. O bairro possui um shopping. Os moradores da ilha costumam enaltecê-la. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Galeão. Tradicionalmente residencial. no tempo do Governador Chagas Freitas. Cacuia. É calculado com base na: renda familiar per capita. A Ilha do Governador é uma das regiões que mais vem crescendo no Rio de Janeiro. Localizado numa região estratégica do bairro. Freguesia. compreendendo ainda indústrias. posteriormente. do então prefeito Júlio Coutinho. o Ilha Plaza Shopping.

atrás apenas dos bairros Gávea e Leblon. 4ª série / 5ºano 8ªsérie / 9ºano 351 . INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – ILHA DO GOVERNADOR: 0. 0. o Jardim Guanabara possui o 3º melhor IDH do município.e baseado em dados de censo demográfico do IBGE.861 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).963.

Inserção Regional do Polo EAD A Ilha do Governador conta com 77 unidades escolares de ensinos fundamental e médio. através de ações que retratam as necessidades emergentes de seus alunos. Enfermagem. Psicologia. a UNESA – Polo Ilha do Governador vem constantemente aprimorando a oferta dos seus cursos de nível superior à distância. no que se refere especificamente à população da Ilha do Governador e do seu entorno. especialmente para os cursos da área de ciências humanas e saúde. Ambos apresentam crescimento sobre a avaliação anterior. Pedagogia. e. Gestão Comercial. acima da meta de 4. Em relação à educação superior. Gestão Ambiental. sobretudo.1 e o referente à 8ª série é de 4. Logistica. História.4. Em consonância às demandas emergentes do atual estágio de crescimento e desenvolvimento do município do Rio de Janeiro. Direito e Pedagogia. Graduação: Administração. Letras. Gestão Pública. Gestão Financeira. Matemática. apenas na modalidade presencial e a Universidade Estácio de Sá com a oferta de 11 cursos presenciais. acima da meta de 5. Gestão da Tecnologia da Informação. Educação Física. cujo IDEB para 4ª série é de 5. Letras. na modalidade presencial. 3. Direito. a região conta com a Faculdade Lemos Cunha com a oferta dos cursos de Administração. Petróleo e Gás e Gestão de Recursos Humanos e sendo Polo de 17 cursos de Educação a Distância (EAD). em um dialogo constante com as 352 . Marketing e Processos Gerenciais.30%. Sistemas de Informação. ofertando apenas os cursos de Direito e Administração. A Universidade Estácio de Sá. Gestão de Recursos Humanos. com taxa de alfabetização da população de 10 anos ou mais (2010) de 97. Em 2009 passou a ser Polo de Educação a Distância pela UNESA com infraestrutura moderna e completa.2. Ciências Contábeis. Pedagogia e Sistemas de Informação / Graduação Tecnológica: Análise e Desenvolvimento de Sistemas.1.A região da Ilha do Governador está inserida no município do Rio de Janeiro. sendo Graduação e Graduação Tecnológica: Administração. foi inaugurada na Ilha do Governador em janeiro de 2004.

reflexivos e. UPÁ (lagoa) e GUÁ (baixa) A “Baixa lagoa dos jacarés”. dois anos após a fundação da cidade do Rio de Janeiro. com 572. surgiram edificações na atual Freguesia que perduram até hoje: a Sede do Engenho D’Água e a Igreja de Nossa Senhora da Pena. embora existisse uma rica diversidade de seres vivos. Deriva-se de três palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré).030 habitantes. 2. Localiza-se na Baixada de Jacarepaguá. o maior de toda a cidade.64%.70% da área da Cidade do Rio de Janeiro. sendo 437 homens.3 habitantes por km². Rio de Janeiro . Contexto histórico. mas também na formação de sujeitos críticos. já possuía razoável povoamento. 562 mulheres e 906 escravos. a imensa região não tinha dono. POLO: 436 . Nas primeiras décadas do século XVII. essa região de Jacarepaguá.6 km². A História de Jacarepaguá começou em 1567. entre o Maciço da Tijuca e a Serra da Pedra Branca. nessa região. Jacarepaguá é um bairro de classe média da Zona Oeste do Rio de Janeiro. no Brasil.RIO DE JANEIRO (FREGUESIA) Endereço: Estrada do Capenha. com um salto de 786 habitantes para 1. no alto da Pedra do Galo. Experimentou um crescimento de 150. A população da região em 1797 era de 1. 353 . Freguesia – Jacarepaguá.IDH da Região Administrativa Jacarepaguá. em virtude dos diversos arrendamentos feitos pelos Correia de Sá.diretrizes legais para esta modalidade de ensino e também em resposta ao seu papel educacional não só na formação profissional de seus alunos.RJ 1. quando Salvador Correia de Sá assumiu o cargo de primeiro governador da nova cidade. A Região Administrativa Jacarepaguá possui uma extensão territorial de 126.970 pessoas. daí o nome. Verifica-se uma concentração de 4. conscientes de sua atuação na sociedade.274. correspondente a 10. portanto. Antes da chegada dos europeus. A região em indicadores – IDEB e IDH. Na época. Índice de Desenvolvimento Humano . O censo do IBGE de 2010 mostra que a Região Administrativa de Jacarepaguá é a mais populosa do município. Na época da colonização. as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés.905 habitantes.

Cidade de Deus. é importante observar que a taxa média de alfabetização na Região Administrativa (95.ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO . Curicica. *** Sem média na Prova Brasil 2011.1 5.3 4. estão presentes as Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá – oferece EAD. pulando de 6. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metaO Ciep Pablo Neruda. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.6%).3 5.1 6. Freguesia. Em educação.1 5. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o RIO DE 4. em Curicica. é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais.7 para 8. Gardênia Azul. apresenta os bairros: Anil. Jacarepaguá.8 anos). ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH. Pechincha.9 6.4%) é mais baixa que a taxa da Cidade do Rio de Janeiro (95. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Já a Escola Roberto Burle Marx.3 JANEIRO 4.7 5. Tanque.6 5.6 5.8 anos) à média da Cidade (6. em seu entorno.Economia da Região Administrativa Jacarepaguá. Praça Seca. Na região. o que não acontece com a média de anos de estudo que se apresenta igual (6. *** Sem média na Prova Brasil 2011. Taquara e Vila Valqueire. na Taquara.84 –ALTO IDH Instituto Pereira Passos – IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano.4 4.3 este ano. 354 . alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil.4 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB.IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ 0.

494. Inserção regional do Polo EAD. localiza-se no sul do Estado do Ceará. 3. POLO: 35029 .º 9.CE 1. UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade Gama Filho). região que é considerada um oásis no seco sertão nordestino.JUAZEIRO DO NORTE Endereço: Av. com salas de tutoria. Signorelli – oferece EAD.º 2. "educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem. A cidade constituiu-se sobre a riqueza social.). quadra esportiva e estacionamento. Circundado por jardins. e veiculados pelos diversos meios de comunicação.394/96."(definição que consta no Decreto n. dispõe de praça de alimentação. laboratórios de informática. Tenente Raimundo Rocha . coordenação. fundada em 1911. apresentados em diferentes suportes de informação. Atua no compromisso de capacitar indivíduos para que cheguem ao resultado final: o mercado de trabalho. cultural e econômica trazida por 355 . A educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nos vários ramos da sociedade. 80 da LDB lei n. com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados. que regulamenta o art. mais precisamente no Vale do Cariri. Contexto Histórico Juazeiro do Norte. Oferece diversos cursos de Graduação e Superior de Tecnológica na modalidade EAD. O polo Jacarepaguá da Universidade Estácio de Sá está situado na Freguesia.s/n – Planalto. Juazeiro do Norte .FIJ (Faculdades Integradas de Jacarepaguá). O campus é de fácil acesso. área nobre de Jacarepaguá. de 10 de fevereiro de 1998. o Polo Jacarepaguá está investindo na infraestrutura do espaço EAD. interligando-o diretamente às demais localidades do Rio de Janeiro. utilizados isoladamente ou combinados. Seu desenvolvimento deu-se por ter se tornado alvo de um movimento sempre crescente de romeiros provenientes de todas as partes do Brasil por causa da devoção ao Padre Cícero Romão Baptista. De acordo com a legislação educacional brasileira. Com o aumento da população do bairro. etc.

06652. estabelecendo-se na terra considerada sagrada. Fortaleza. Educação. Muitos deles fixaram residência em Juazeiro do Norte. em todos os sentidos. 356 .612 0. e sua área geográfica é de 248. 1991 2000 1991 2000 1991 2000 1991 2000 Juazeiro do Norte 0.697 0. Juazeiro do Norte dista 514 km da capital do Estado. segundo os dados de 2010 do IBGE. O número de habitantes. 2. a diferença será ainda mais expressiva já que. É chamada de “Capital da Fé” do nordeste ou a “Meca do Sertão”. Longevidade.51 Faz parte da recém criada Região Metropolitana do Cariri e seu PIB é de 1.IDHMIDHMIDHMIDHMIDHM.713 0. são quase 3 milhões de pessoas ao ano.606 0. O Estado do Ceará conta com 184 municípios e uma população de 8. Renda.613 0. Como se pode notar pelo quadro abaixo. de acordo com o censo de 2010 é de 244.452. e o Geopark Araripe. hoje. pelo desenvolvimento acontecido na última década. primeira floresta nacional criada em território brasileiro.697 em dados de 2000.esses peregrinos. principal jazida de fósseis cretáceos do Brasil que contém a maior concentração de vestígios de pterossauros do mundo.IDHM. Município IDHM.3%. 52 IBGE.562 51 0. Renda. A região em indicadores – IDH e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH-M do município de Juazeiro do Norte é de 0. publicado no Diário Oficial da União em 4 de novembro de 2010. IDHM. Página visitada em 24 de agosto de 2012. a olhos nus. Longevidade. Produto interno Bruto dos Municípios 2003-1007. Educação. a indústria e os serviços desenvolveram-se para atender a demanda desses “clientes/romeiros” que.596 0. O comércio. Destaca-se nesta região a Floresta Nacional do Araripe.381 habitantes.773 IBGE.165. percebe-se a pujança na região. o terceiro maior do Estado do Ceará. o crescimento entre 1991 e 2000 foi expressivo e certamente.701.558km² com uma densidade populacional de 95. É o único geoparque das Américas e tem como objetivo conservar as riquezas da Chapada do Araripe. Página visitada em 24 de agosto de 2012.

Pedagogia.4 3. Instituição 1. Gestão Financeira. Faculdade de Medicina Estacio de Juazeiro do Norte – FMJ Cursos Medicina. Agronomia.1 4. Serviço Social. Ciências Contábeis. Gestão Tecn. Matemática. Marketing. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Sistemas de Informação.0 5.4 4.3 NORTE 3. Filosofia. Informação. O setor de educação superior experimentou um “boom” de crescimento nos últimos 10 anos. Farmácia.9 4. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Processos Gerenciais. Gestão de Turismo. História. comércial. Engenharia de Categoria Privada (3 cursos presenciais e 23 EaD) Pública (10 cursos) 357 . Fisioterapia (presenciais) e Administração. Comércio Exterior (EaD – Graduação Tecnológica) 2. Educação Musical.7 3. UFC Comunicação Social / Jornalismo.4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o JUAZEIR O DO 3. Federal do Ceará – Engenharia Civil. Hoje a região do Cariri conta com uma diversidade de cursos superiores. cultural e político da Região.2 3. Gestão Hospitalar. Biblioteconomia. Letras.7 5. *** Sem média na Prova Brasil 2011. transformando o contexto sócio-econômico. da construção civil e da saúde. faculdades e universidades tanto na rede pública quanto na rede privada de ensino. Universidade Medicina. passando de apenas dois cursos universitários (dos quais o primeiro foi a Faculdade de Medicina Estacio de Juazeiro do Norte) para mais de ciquenta em diversas instituições de ensino superior.6 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Administração. Gestão Pública. Enfermagem (EaD – graduação tradicional) Análise e Desenvolvimento de Sistemas. conforme tabela abaixo. o que também provocou um “boom” no âmbito industrial. Gestão de Negócios Imobiliários. Gestão Recursos Humanos. Gestão Ambiental.7 4. Logística. Gestão Comercial.3 5.

Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Universidade Regional do Cariri – URCA 4. acabam ficando em segundo plano. Ciências Biológicas.gov. Artes Visuais. Ciências Econômicas. Biomedicina. de Ciências Aplicadas Dr. Teatro. Faculdade Filosofia Católica do Cariri FCC FONTE: http://emec. Ciências Sociais. Enfermagem. Serviço Social. Tecnologia em Ciência e Const. prestado um relevante serviço na construção de uma sociedade onde a cultura 358 . Engenharia de Produção Mecânica. Leão Sampaio – FLS Materiais. Farmácia. ou dispor de grande parte da renda mensal para pagar escolas caras particulares a fim de realizar o desejo de cursar a universidade. Sistema de Informação. Habilitação: Edifícios. especialmente com seus cursos EAD. Administração. Odontologia. a realidade de uma grande parcela da população no interior do nordeste é de. 5. Fac.3. Direito. Ciências Contábeis. Letras. mas a luta para subsistir no dia a dia também é grande. na modalidade EaD. Enfermagem. Fac. Matemática. Direito. de Edificações. Saneamento Ambiental Administração. Manutenção Industrial. Tecnologia em Produção Civil. de uma formação educacional básica que deixa – ainda – muito a desejar. em Juazeiro do Norte. Fisioterapia. Esta Instituição. Irrigação e Drenagem. Paraiso do Ceará – FAP 8. Instituto Federal Licenciatura em Matemática. Fac. Os cursos. nesta região.mec. Psicologia. Com isso a impossibilidade de deixar o trabalho para estudar. Tecnologia do Ceará – IFETE-CE 9. Geografia. Superior de Tecnologia da Construção Civil. Fac. de Juazeiro do Norte . além de uma escolaridade baixa. Física. de Tecnologia – CENTEC 7. o desejo de acompanhar o crescimento educacional de forma geral é visível. Inserção regional do Polo Ead Apesar da grande quantidade de cursos universitários. Educação Física. promovem para toda a Região do Cariri a realização do sonho de muitos: cursar uma universidade sem deixar o trabalho e sem ter que dispor de uma soma avultada do salário para fazê-lo. Gestão de Recursos Humanos. História.FJN 6. Direito. Nutrição Alimentos. Licenciatura em Educação de Educação. Ciências Contábeis. Design de Produtos. Educação Física. Habilitação: Topografia e Estradas. Enfermagem. Eletromecânica.br Pública (15 cursos) Privada (12 cursos) Privada (5 cursos) Pública (5 cursos) Privada (3 cursos) Pública (4 cursos) Privada 3. Apesar disso.tem assim. Sistema de Informação. Física.

a cidade se mostrava receptiva ao debate de ideias. monarquistas. região 359 . contando atualmente comum a população de 517. Característicos da época aconteceram crescimento populacional. republicanos. Embora houvesse conflitos entre eles. volta a se destacar na segunda metade do século pelo crescimento dos setores comercial. Aqui residiam católicos.JUIZ DE FORA Endereço: Av. sem eliminar aquela – como uma aquisição de saber que permite aos cidadãos participar da cultura globalizada do século XXI. o que a mantém como a segunda cidade de Minas Gerais e a Capital da Zona da Mata Mineira.MG 1. POLO: 35060 . percebe-se uma cidade mais aberta. Presidente João Goulart. protestantes. Acompanhando o ritmo de desenvolvimento do final do século.deixa de ser baseada apenas na sabedoria popular e passa a se constituir – também. cidade surgida no século XIX. Juiz de Fora é presença nos grandes momentos históricos do País. em fins de 1960. espíritas. trouxe à cidade uma contribuição fundamental: empregou e atraiu milhares de estudantes. cinemas e intensa atividade literária refletiam a vontade de criar uma nova imagem para cidade. Além de posição geográfica privilegiada – está no centro de maior poder aquisitivo do país – a cidade é polo econômico da Zona da Mata. incentivando um maior consumo de bens e de serviços. Os estudos até agora realizados sobre a vida cultural de Juiz de Fora revelam a existência de várias fases ao longo dos dois últimos séculos. de prestação de serviços e um novo tipo de indústria. Inicialmente. Juiz de Fora . economia baseada na prestação de serviços.Cruzeiro do Sul. Seus teatros. A distância dos centros barrocos. na década de 1940. Durante todo o século XX. liberais. teve seu desenvolvimento industrial pautado pela modernização que trouxe para a cidade a luz elétrica e fábricas. somada à prosperidade econômica. maçons.872 habitantes. Juiz de Fora tornou-se a porta da industrialização mineira. atraiu interesses mais variados. urbanização desordenada. 600 . acirramento das questões sociais e intenso debate político. A criação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Após viver um período de relativa decadência industrial. segundo o Censo 2010 do IBGE. 0Contexto histórico Juiz de Fora.

2 4.4 5. O IDH de Juiz de Fora é de 0. É calculado com base na: renda familiar per capita. A região em indicadores – IDEB e IDB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É a trigésima cidade em educação. Sua influência geoeconômica abrange 137 municípios mineiros e 18 fluminenses.793 e o de São Paulo é de 0. sendo que o IDH de Minas Gerais é 0. destacando-se os setores secundários e terciários.2 Metas Projetadas 20 Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 21 o 360 . Quadro 1 –IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora – MG – 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas 20 Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 21 o JUIZ DE 4. 2. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).6 5.INEP .8 5.4 4.1 5.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira em 28/08/2012.9 6. retirados do MEC .6 Ideb Observado 5.0 FORA 3.9 4. incluindo aí as 27 capitais brasileiras (EBAP/FGV/2009). podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Juiz de Fora nos quadros a seguir. No tocante à educação. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.833.com mais de 2 milhões de habitantes.928.1 4.

1 FORA 3. Quanto às instituições de ensino. e do ensino médio tem-se um total de 59 instituições.9 4. no ensino fundamental estavam matriculados 72. particularmente o ensino superior. 3. 229 do ensino fundamental.504 alunos. 56 agências bancárias.1 Os elevados índices de Juiz de Fora reforçam a crescente demanda pelo ensino.0 4. Possui mão de obra qualificada.5 4. segundo dados do censo do IBGE.3 3. distribuição de energia elétrica para fornecimento a grandes plantas industriais.4 4.0 3. reforçando a vocação da cidade. Juiz de Fora se destaca pelo acesso rápido e fácil aos principais mercados do País. Telefonia Fixa 100% digital.255 alunos e no ensino médio 19. Instituto do Sudeste Mineiro. gás industrial. Banda Larga corporativa. Situada a apenas 180 km do Rio de Janeiro. a UFJF. Possui sistema aeroviário que a coloca a 18 minutos do Rio de Janeiro e 45 minutos de São Paulo.9 5. Ainda segundo o mesmo censo. além de 10 faculdades particulares do ensino superior e outras instituições de qualificação profissional como SENAI. representando a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas da região onde se concentram as expectativas de espaços profissionais para o futuro egresso.7 3.Qua dro 2 – IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora – MG – 8ª série / 9º ano JUIZ DE 3. 361 . A cidade conta com serviços de Fibra Óptica.6 4. Escola Internacional Pangea entre outras. são 236 de pré-escola. Telefonia Móvel. A oferta dos cursos em Juiz de Fora se justifica pelo potencial econômico e humano da cidade e região. Inserção regional do polo EAD O polo Juiz de Fora funciona dentro da Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora. contando com a universidade federal do Brasil. energia elétrica com gestão da CEMIG. gás automotivo. No ano de 2010. sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado. SENAT. cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente competentes. 6 salas de operações de mercado de capitais. a 256 km de Belo Horizonte e a 490 km de São Paulo. a cidade possui 6840 docentes que atuam nos diversos níveis de ensino. despachantes aduaneiros. SENAC.1 3.

além de agências de comunicação. SS White Duflex (USA). teatros. Outro dado importante é o fato de o município contar com 3 afiliadas de grandes emissoras de televisão (TV Panorama. Capital AM. incluindo o Museu Mariano Procópio. tem o mais baixo índice de risco de investimento de todos os tempos.com. Lear Corporation (USA). Diário Regional e JF Hoje).com. 3 jornais diários (Tribuna de Minas. Energia FM. que também absorvem parte da mão-de-obra da área de Comunicação e Artes. afiliada Rede Globo. Onduline do Brasil (França). Carrefour (França. Além disso. além da gastronomia em destaque com cozinha internacional e contemporânea. considerado o segundo em acervo imperial do Brasil.com. casas de cultura. Leoni (Alemanha). Ecaderno. Soma-se a esse quadro local. Catedral FM. além de passar de devedor a credor.com. neonatal. É a cidade mais segura de Minas Gerais e a terceira mais segura da Região Sudeste sendo referência regional em terapia intensiva. foi fator decisivo para atrair novos investimentos para Juiz de Fora. reduzindo o ICMS e concedendo a novas empresas benefícios fiscais idênticos aos oferecidos por outros estados. Fresh Star Bakeries Industrial (USA). JF Notícias. o município possui oportunidades na área da comunicação empresarial. Existem. A assinatura do Decreto pelo governo de Minas Gerais. Novas empresas estão investindo certa de R$ 337 milhões gerando mais de 4000 empregos diretos e indiretos nos próximos anos. a situação econômica vivida pelo Brasil na atualidade. além da afiliada da TVE. com altos índices do aumento de consumo. centros culturais. A cidade conta com transporte urbano eficiente e moderno. grandes shoppings. o aumento do 362 . Com o aquecimento da economia. PlasticOmnium (França). o Brasil como participante do chamado BRIC. dentre outros. segundo dados do IBGE (2010).porto seco. Dotada de uma vida cultural intensa. plantas internacionais instaladas como Arcelor Mital (Bélgica). cirurgia cardíaca. sucursal da TV Record). TV Alterosa.) Fedex (USA) entre outras. em novembro de 2009. com 16 museus. transplante renal e oncologia além de ser a primeira cidade em saúde do Brasil incluindo as 27 capitais (EBAP/FGV/2009). Manchester AM e Solar FM). Mercedes Benz (Alemanha). Zinecultural. como Acessa. cinemas. melhoria de condições econômicas de uma grande fatia da população que se encontrava abaixo da linha da miséria e o País. como Rio de Janeiro e Espírito Santo. médio e pequeno porte. 337 estabelecimentos de saúde na cidade e mais de 20500 empresas instaladas. e portais. 11482 estabelecimentos varejistas. em decorrência da presença de empresas de grande. 9 emissoras de rádio (Atividade FM. Itatiaia FM. afiliada SBT. Globo AM. casas de espetáculos. Cidade FM.

convive com uma localidade que se destaca em termos de qualidade de vida. a cidade se destaca no estado por possuir um PIB per capita de R$ 6. o mercado de consumo tende a se solidificar a cada novo indicador econômico. localizada entre os maiores mercados consumidores do País. de 0. Localizada na Região Norte Fluminense. Contexto histórico Município litorâneo. conhecido como a Princesinha do Atlântico. O nome Macaé. segundo o IBGE.7%53.229. Seu padroeiro é São João Batista. mais a versão mais comum diz que o termo vem de "maca é" – coco doce. ainda. Casimiro de Abreu. Rio das Ostras e Oceano Atlântico. formada pelos distritos de Glicério. Estrategicamente. Com estimativa de cerca de 570 mil habitantes para o ano de 2011. Possui clima quente e úmido. Com o grande afluxo de pessoas para o local formou-se uma grande quantidade de favelas. Ressalta-se.consumo das classes menos favorecidas. o peixe mais abundante da região. se origina na palavra "miquilé" – rio dos bagres. presente em Juiz de Fora. seus limites são: Conceição de Macabu. Macaé mistura serra e mar gerando condições favoráveis ao turismo.2 mil e uma das mais altas expectativas de vida do Brasil. possui 40km de litoral com praias propícias aos esportes aquáticos e uma região serrana. Ocupando lugar de destaque em Minas em qualidade de vida e investimentos. é dotada de toda a infraestrutura exigida para modernos empreendimentos. Trajano de Morais. 29 milhões de pessoas ascenderam para a classe C e essa classe já representa mais da metade da população brasileira. atingindo um IDH considerado de alto desenvolvimento. onde se desenvolve o turismo rural e ecológico. 363 .1 km². Esta realidade. Macaé . Granja dos Cavaleiros. com temperatura média anual de 24º C. Sana e Cachoeiras de Macaé. que de julho de 2009 a julho de 2010. a dois metros acima do mar.92. Carapebus.RJ 1. Ocupando uma área de 1. POLO: 35067 Polo Macaé Endereço: Lote 2. a renda média dos brasileiros cresceu 7. de 2003 a 2009. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas. Nova Friburgo. Juiz de Fora também se destaca no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU). notadamente da Classe C.

pois de lá é extraído mais de 80% do petróleo produzido no País. saúde e trabalho e renda. A região Norte Fluminense representou em 2006. de acordo com dados fornecidos pelo IBGE. É calculado com base na: renda familiar per capita. Macaé se posiciona como abaixo Município IDHM-Educação 2000 Macaé (RJ) 0. O crescimento da indústria do petróleo provocou o aumento populacional. Assim.4 % do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do estado do Rio de Janeiro. de acordo com dados do IBGE.org. nessa região. Dez por cento da população é de estrangeiros.748 mil habitantes. 48. nas esferas de educação. A Bacia de Campos – onde se localiza Macaé – é responsável por 80% da produção de petróleo e 47% da produção de gás natural do país.A 188 Km distante da cidade do Rio de Janeiro. segundo fontes da Fundação Cide.aspx?indiceAccordion=1& li=li_Ranking2003 364 . A região em indicadores – IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. aconteceram 44. é um dos polos de desenvolvimento mais dinâmicos do Estado devido a presença da Petrobrás. 2.br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000. com a chegada de gente de todo o país e do mundo para trabalhar em Macaé. Isso está transformando a vida urbana de Macaé.889 Fonte: http://www. Além disso. O desenvolvimento de Macaé ocorre. estimativa feita com base no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. A população triplicou – são 206.3% do número de empregos com carteira assinada na indústria fluminense. sendo chamada de Capital do Petróleo. e é a sede das unidades de apoio técnico e administrativo das plataformas da Bacia Geológica de Campos.pnud. de acordo com a pesquisa da Firjan.

20011 e metas para a rede municipal do Município de Macaé .229. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o MACAE 4.4 4. Trajano de Morais. ***Sem média na Prova Brasil 2011. principalmente na modalidade EaD. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Macaé no quadro abaixo. Nova Friburgo.4 4.2 6. Universidade Anhanguera e Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora. De outra forma.2 5. **Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Carapebus.5 FONTE: MEC .0 6. os limites de Macaé são: Conceição de Macabu. ocupando a 806ª posição no critério do IDH estadual.7 5.INEP .0 5.4 5.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Casimiro de Abreu.O município de Macaé está classificado com um IDH de 0. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.0 4.8 5. dada a sua característica peculiar de pessoal trabalhando embarcado. Ocupando uma área de 1.889.7 6. Quadro 1: IDEBs observados em 2005. Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá. No tocante ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC. que representa a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). o que demonstra um grande potencial de crescimento no setor de ensino. ficaria muito difícil essa camada de trabalhadores vir a ter um curso superior completo.1 km². no tocante à educação. Rio de Janeiro. Rio das Ostras e Oceano Atlântico. Devido a 365 .

fomentando o desenvolvimento da região e do país. Num país das dimensões do Brasil. Nesse contexto de crescimento. Como então sanar o gap de educação superior se não for através da EAD? Dessa forma. fortalecendo assim. necessita de profissionais qualificados que possam acompanhar a velocidade tecnológica do setor e. Nessa direção. 366 . o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. Macaé. 2 Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. ao mesmo tempo em que as empresas sediadas no município têm grande necessidade de pessoal embarcado. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. Macaé. a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. sendo o centro nervoso brasileiro da exploração de gás e óleo. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. que assim como o ensino presencial. político. ainda percebe-se que a região comporta uma grande expansão no quesito EAD no município. Destacam-se empreendimentos da exploração do petróleo na Bacia de Campos. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. crítico e um agente transformado. quando já se fala em “apagão de mão de obra” no setor petrolífero. objetiva formar um ser social. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos. sendo a maior parte deles. ponto focal da contextualização do Polo EAD.imensa carência do setor petrolífero que traz sempre profissionais estrangeiros para suprir a necessidade de suas bases.

seu clima agradável e suas piscinas naturais.Macéio Endereço: Rua Pio XII. rodeado de coqueiros. tem uma população de 943. econômicas e sociais que ainda hoje se refletem no contexto socioeconômico e político do Estado.2%). Localizada no Nordeste do país. Barra de Santo Antônio. Já na pecuária as principais criações desenvolvidas são: bovinos. tais como: abacaxi. o que corresponde a 1. a capital do estado de Alagoas. o município de Maceió ocupa uma área de aproximadamente 511 km². De acordo com dados do Radar Social do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Além da canade-açúcar o Estado de Alagoas produz outras variedades de culturas. Em relação ao primeiro trimestre de 2010.AL 1. Em relação ao extrativismo mineral destaca-se a produção de gás natural.2%. Contexto histórico Fundada em 1839. a leste com o Oceano Atlântico. Fonte: IBGE 2010. equinos. Jatiúca. Maceió. fumo. unidades políticas. bubalinos. Maceió . Flexeiras e Messias. Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. sob a forma de “plantations”. coco. O desenvolvimento econômico de Alagoas teve como base a cultura da cana-de-açúcar. cravados em um lugar de extrema beleza. feijão. originando os engenhos.110 habitantes (estimativa Censo 2011). suínos e ovinos. Satuba. 62% dos alagoanos são considerados pobres e mais da metade se beneficia do 367 . petróleo e sal gema. seguida pela indústria (1. São Luís do Quitunde. caprinos. arroz. o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado do segundo trimestre de 2010 cresceu 1. A agropecuária registrou o maior aumento (2. extensas lagunas e o mar. com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico. castanha de caju. levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. mandioca. Está localizada na parte central da faixa litorânea do estado de Alagoas. inserida na mesorregião do Leste Alagoano e microrregião que leva seu nome. a oeste faz fronteira com Rio Largo. Atualmente é uma das cidades mais turística e atrativa do nordeste brasileiro. ao sul.1%). Com o seu rico patrimônio histórico e sua excelente gastronomia. Suas praias urbanas são as mais bonitas de todas as capitais brasileiras.POLO: 35026 .76% do território alagoano e limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira.9%) e pelos serviços (1.

O estado possui o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.247 Fonte: INEP . Apesar dos baixos indicadores sociais. Por conseguinte. constitui condição inequívoca para a melhoria de condições de vida em sua acepção mais ampla. A taxa de mortalidade infantil é a mais alta do país. fatores que certamente contribuem para a expansão do ensino médio e provocam um aumento da demanda por vagas no ensino superior. 2. há indicadores de melhoria das condições educacionais ao longo do tempo e.820 8.357 9.5%. 24.994 128. Etapas/ Modalidades Educação Ensino Médio Matrículas nos anos – Alagoas de 2004 2005 2006 2008 2009 2010 9.362. Alagoas vem evoluindo rapidamente desde os anos 90. A elevação da escolaridade. sendo que a cada mil crianças nascidas vivas.031. A insuficiência de saneamento básico é outro fator agravante – menos de 20% das residências possuem rede de esgoto.302 8. 36. 46. Entretanto. analfabetismo funcional. com especial atenção para o quantitativo de matrículas do ensino médio.Censo Escolar EVOLUÇÃO DA MATRÍCULA DO ENSINO MÉDIO 368 2007 . as novas necessidades do mercado de trabalho.Programa Bolsa Família.416 130. consequentemente isso repercute na tendência ascendente das taxas de matrículas. estão exigindo melhor formação escolar e profissional. com média de 0.906. tanto na perspectiva da universalização quanto na garantia de sua qualidade. que é de 22. A taxa de analfabetismo também é a maior do país: analfabetismo. mais que o dobro da média nacional.4 morrem antes de completarem um ano.6%.931 652. A região em indicadores – IDEB e IDD A ausência de políticas públicas eficazes faz com que Alagoas apresente vários problemas socioeconômicos.677. quando mais avançou nas áreas de educação e saúde. e nível de escolarização em crescimento progressivo nos últimos anos. Seguem dados ilustrativos do panorama educacional.169.

Censo Educacional 2010 369 .475 35.319 49.130 34.684 634 17.TURNO ANO 2010 TOTAL DIURNO NOTURNO 119.259 Fonte: INEP .930 9.319 21.CURSOS DE GRADUAÇÃO ALAGOAS ANO 2010 TOTAL CAPITAL INTERIOR 65.528 0 101.768 45760 Fonte: INEP .779 ALAGOAS .ALAGOAS ANO 2010 TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA 119.375 TOTAL DIURNO NOTURNO 65.319 30.085 35.779 ALAGOAS .844 ALAGOAS -SEXO ANO 2010 ALAGOAS .234 ALAGOAS .319 29.944 15.Censo Educacional 2010 EVOLUÇÃO DE MATRÍCULAS .097 0 96.528 73.115 634 17.TURNO ANO 2010 TOTAL DIURNO NOTURNO 65.URBANA ANO 2010 TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA 115.INSTITUIÇÕES ANO 2010 TOTAL PÚBLICA FEDERAL PÚBLICA ESTADUAL PRIVADA 65.

Rio de Janeiro . Num país das dimensões do Brasil.RJ 1. político. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. que assim como o ensino presencial. caracterizando um estado sólido para investimento na região Nordeste. A atividade industrial tem crescido bastante. é inevitável a formação de profissionais qualificados para atender ao mercado. com habilidade e respeito nos relacionamentos sociais e capacidade plena de expressão. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. Alagoas é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do país e tem na agropecuária e no turismo a base de sua economia. sendo uma das menores do Brasil. ponto focal da contextualização do Polo EAD. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. fomentando o desenvolvimento da região. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. Atualmente as empresas que se instalam em Alagoas estão em um franco desenvolvimento. O ensino a distância emerge sob o suporte das novas tecnologias. POLO: 438 . objetiva formar um ser social. Inserção regional do Polo EAD A formação profissional do século XXI impõe rupturas ousadas e inovadoras no processo tradicional de ensino-aprendizagem que permitam melhores níveis de empregabilidade. apresenta uma economia em desenvolvimento. crítico e um agente transformado. Madureira.3. de estar sempre apto para o desempenho de responsabilidades complexas. Contexto histórico 370 . Dessa forma.RIO DE JANEIRO (MADUREIRA) Endereço: Estrada do Portela. O Estado de Alagoas. e a incessante busca por melhores índices de desenvolvimento. Com o desenvolvimento do Estado. de ter mais criatividade que informação. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade.

capital do estado homônimo. que irão melhorar a infra-estrutura da cidade. Foi capital do Brasil Colônia a partir de 1763. maior rota do turismo internacional no Brasil e principal destino turístico na América Latina e em todo Hemisfério Sul. mais empregos e empresas instaladas em todo o Estado do Rio de Janeiro. Portanto. capital do Império Português na época das invasões de Napoleão. responsável por 17% da produção científica nacional – segundo dados de 2005. Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo). O cenário econômico.993. capital do Império do Brasil. a escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede do 7º Congresso Corporativo. cuja população está estimada em. funciona dentro da unidade Madureira. Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável.O Rio de Janeiro. estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007). turismo. após duas décadas do Rio 92. Além dos maiores eventos esportivos do mundo. está plenamente alinhada com novo cenário econômico. e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil. na década de 1960. e capital da República até a inauguração de Brasília. é a segunda maior metrópole do Brasil. culturais e financeiros do país. turístico e empresarial do Rio de Janeiro estão em evidência devido aos grandes eventos que acontecerão na cidade como: os jogos Mundiais Militares em 2011. aproximadamente. Cidade brasileira mais conhecida no exterior. É um dos principais centros econômicos. sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil. político e empresarial. Censo 2010. 2. além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina. e é sede das duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale. A região em indicadores IDH e IDEB O Polo Madureira. a Rio+20. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC). em 2012. 15. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.583 de habitantes. segundo dados do. É calculado com base na: 371 . a Copa em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. situada no Sudeste do país. situada na Universidade Estácio de Sá (Zona Norte) RJ. as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos.

842.800 CONSIDERADO ALTO). Quadro 1: IDEBs observados em 2005. sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6.3 4.4 4.6 5.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012.4 5.4 DEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica .é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. alto. IDH serve. De acordo com essa nota. quando maior ou igual a 0. O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.INEP . no ensino médio até o ano de 2009. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0.500 a 0.9 6. para saber e conhecer melhor realidade de cada região.800. Inserção regional do Polo EAD 372 .7 5.6 nos anos iniciais e 4. de 0. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0.1 4.0 nos anos finais com mais 3.1 5. SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado 3ª série EM Metas Projetadas Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 202 Rio de Janeiro 4.renda familiar per capita.1 6.7 5. ocupava a 16ª posição.499. 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino.4 4. e 0. 3.6 no Ensino Médio.0. MEC . O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição.799. Médio.

Contexto Histórico A ocupação do Rio Grande do Norte pelos portugueses aconteceu a partir do final do século XVI. O Polo EAD e a unidade Estácio. O bairro faz divisa com Cascadura. Caxias. São João de Meriti e os Municípios da zona Oeste: Santa Cruz. Barra da Tijuca. A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu. O bairro é famoso por ser o berço das escolas de samba Portela. Recreio. a mais tradicional escola de samba carioca e a maior vencedora.Madureira é um bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. e Império Serrano. quando a região foi conquistada pelos holandeses que a ocuparam durante 20 anos. campeã do Grupo Especial por nove vezes. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). dando origem à cidade de Natal. Natal – RN 1. Queimados. atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. POLO: 3503 . no entanto. Em 1654 373 . inclusive com algumas comunidades carentes (favelas). foi construída. A população é basicamente de classe média e média baixa . com a expulsão dos franceses que ocupavam a região desde 1535. Cavalcante. sua variedade de estabelecimentos comerciais. que passou a se constituir a mais setentrional defesa do Estado Português na região que viria a ser mais tarde. uma fortaleza. sendo o segundo polo comercial e econômico da cidade e o maior do subúrbio. 708 – Alecrim. se deu lentamente até 1633. e tem cerca de 50 mil habitantes(embora sua população flutuante seja muito maior que isso). atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. O Polo Madureira da UNESA. Engenheiro Leal.Natal Endereço: Av. Turiaçu. o Brasil. Alexandrino de Alencar. tendo os índios nativos como fortes aliados. principalmente. em 1598. o cultivo da cana-de-açúcar e a criação de gado. O povoamento. Vaz Lobo. Campinho e Oswaldo Cruz. Jacarepaguá. esbanjando 21 campeonatos. Mas os destaques do bairro ficam por conta de uma imensa amplitude de linhas de ônibus que levam a diversos lugares da cidade do Rio de Janeiro e. Os holandeses desenvolveram a exploração do sal. Em seguida à vitória contra os franceses. chamada Fortaleza dos Reis Magos.

Essa guerra durou até o final do século XVII. escolhido como local de experiências pioneiras da aviação transatlântica. o Rio Grande do Norte limita-se ao norte e a leste com o oceano Atlântico. Devido à sua posição geográfica estratégica (costa mais próxima da Europa e África). Durante a II Guerra Mundial os norte-americanos construíram no tabuleiro do Parnamirim. 2010). o que se constituiu sério entrave ao seu desenvolvimento.000 a 1.722 . onde a umidade é alta e as temperaturas médias são de 20º C. MUNICÍPIO Natal 374 POPULAÇÃO 785. Estimase que 26% habitem a zona rural e 74% em área urbana. com pequenas variações ao longo do ano e chuvas escassas. criando a "Ponte do Atlântico para a África".000 habitantes. 2010). Nesse período. uma grande base aérea. As temperaturas mais quentes costumam ser registradas no mês de fevereiro (IDEMA. As precipitações no litoral chegam a alcançar 1. Possui uma área de 52. exceto na costa litorânea oriental e regiões de relevo mais elevado no interior.500 mm por ano. Localizado no extremo nordeste do território brasileiro. que enfrentar forte rebelião das tribos indígenas – a Confederação dos Cariris .contra o regime de escravidão a que eram submetidas (TRINDADE. ou base para abastecimento e apoio logístico a operações militares. A partir de 1701 a capitania do Rio Grande do Norte passou a ser subordinado à capitania de Pernambuco. sendo mais intensas nos meses de março e junho. em 1889. correspondendo a 0. o Rio Grande do Norte foi.810. numa extensão litorânea de 410 km. ao sul com o Estado da Paraíba. O clima predominante no Rio Grande do Norte é o tropical semiárido. cujo volume não ultrapassa 800 mm ao ano. a cidade de Natal adquiriu traços de metrópole cosmopolita.7 km². Apenas em 1824 recebeu o status de província.121. Segundo dados do IBGE (2010) o estado tem população de 3. No interior. mas tiveram. tornando-se Estado com a Proclamação da República. de fundamental importância para a dominação do poderio nazista e a vitória dos aliados na guerra. em seguida. por várias vezes. onde conviviam estrangeiros de várias origens (ALVES&LACERDA.62% do território nacional. as médias térmicas ficam em torno de 27º C.os portugueses lograram finalmente expulsá-los. 2008). e a oeste com o Estado do Ceará.

636 São José de Mipibu 39. o que corresponde a 43% da população do Rio Grande do Norte.788) e 375 . 2. Monte Alegre. em seu território merece destaque. que atendeu no RN a mais 336.890 pessoas.032 Parnamirim 195.923 Açu 53. O IPEA não aponta as causas da redução da pobreza. Apesar de apresentar um índice de Gini ainda elevado (5. Extremoz.2%) do Nordeste. A região em indicadores IDH e IDEB Sobre o mercado de trabalho do Rio Grande do Norte. 167 mil pessoas por ano. O estudo do IPEA mostra ainda que o Rio Grande do Norte tem a menor taxa de pobreza extrema (20. para o RN erradicar sua miséria em 2016. podemos considerar que esta Unidade da Federação não apresenta nenhum município com IDH elevado (acima de 0. em média. mas especialistas atribuem a aceleração no ritmo de redução da miséria ao programa Bolsa Família. educação. uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA. a Região Metropolitana de Natal (RMN) que abrange 10 municípios e possui cerca de 1.3 em 2010). sobre o aspecto da dinâmica populacional. Macaíba. Os municípios que mais se aproximam desse patamar são Natal (0.2%) e a segunda menor de pobreza absoluta (44.151 Macaíba 66. São José de Mipibu e Vera Cruz. Desta forma.436 Caicó 61. Parnamirim. Nísia Floresta.322 Fonte: IBGE (2010) Percebe-se que. em 2011.Mossoró 254. saúde e serviços sociais e construção enfrentarão carência de profissionais qualificados. 2011) apontou que os setores da indústria.808 Ceará-Mirim 66. a RMN congrega seis dos municípios de maior população do estado. São Gonçalo do Amarante.011 Currais Novos 42. Os integrantes da RMN são: Ceará-Mirim.274 São Gonçalo do Amarante 86. Natal.330 mil habitantes.800). o Estado precisaria tirar da situação de pobreza absoluta. No que concerne ao índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado.

*** Sem média na Prova Brasil 2011. Inserção regional do polo EAD Conforme dados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). anos mais a frente na presença de jovens com nível satisfatório de leitura.7 4.3 4.0 3. 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NATAL 2. assistente administrativo indicam o crescimento no setor de serviços. como os serviços de portaria e manutenção de edifícios demonstram que este segmento da economia local está aquecido e com fortes demandas de mão de obra qualificada. 376 . Ocupações como auxiliar de escritório.Parnamirim (0.1 4. operações matemáticas e compreensão geral de conteúdos. do Ministério do Trabalho.0 2. Ainda. vigilante. entre os meses de janeiro a outubro de 2011. o setor que mais efetivou contratações foi o de construção civil.760). Esta perspectiva de melhoria nos resultados do IDEB apontam para a pertinência do aumento da oferta dos cursos de formação superior no estado.9 3. recepcionista.9 3. o que refletirá. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. repositor de mercadorias. que busque diversificar a formação profissional e atender a demanda local.3 3. A nota razoável dos alunos do Ensino Fundamental indica melhorias na formação básica. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.9 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.6 4.8 2. vale destacar que o Polo de Apoio Presencial EaD Natal atende em sua base de alunos aqueles localizado nos dois municípios supracitados. Sobre este ínterim. 3. seguido pelo agrícola.0 3. vê-se o elevado número de empregos gerados em decorrência direta ou indireta do crescimento imobiliário de Natal. embalador.

O Estado tem a maior produção terrestre de petróleo e ainda conta com áreas não exploradas. que recuou 0.br/noticias/aeroporto-vai-alavancar-setor-decomercio-e-servicos/204250> Acesso em 01 dez. mostram que a produção de petróleo em terra no RN subiu de 52. que mostra a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) nas unidades da Federação.com. em outubro de 2011. que crescerão bastante com a Copa do Mundo de 2014. 24 nov. o que o torna mais competitivo no mercado por envolver um menor custo de produção. 55 ECONOMIA potiguar cresce acima da média nacional. Leste e Oeste. mas foi apenas o sexto da região Nordeste. Disponível em: < http://tribunadonorte.com. 54 LIRA. 2011. Dados divulgados pela Petrobras. Caderno Economia. nacionais e internacionais. chegando a R$ 27. o comércio varejista. Natal. o qual indica que o PIB potiguar cresceu 1. O turismo deve ganhar grande impulso também. Marcelo Queiroz. Pode-se enfatizar também. A organização espacial da Capital do Estado foi concebida a partir de bairros que constituem a unidade básica dessa organização. imobiliário e turístico.913 barris. O avanço ficou acima da média nacional. regionais. Tal retrato é apresentado no levantamento Contas Regional do Brasil . o novo aeroporto “tende a influenciar diversas cadeias do nosso setor produtor. pelo comércio e serviços. Sobre esta divisão. 2011. Tribuna do Norte. o poder de transformar o nosso cenário econômico direta e indiretamente. Sul. claro. 2011. 377 . infraestrutura e programas de transferência de renda também impulsionaram o resultado no RN. que se mostra muito dinâmico e competitivo. Uma obra deste porte tem. Além dos setores da construção civil. Natal. atraindo grandes empresas para cá” 54. Disponível em: <http://tribunadonorte. Tribuna do Norte.643 barris dia para 53.55 Além do bom desempenho dos serviços. Norte. 30 nov. as atividades relacionadas à administração pública. Caderno Economia.3%. devemos saber que Natal possui 36 bairros divididos em quatro zonas administrativas. em sua maioria terrestre. Segundo o presidente da Fecomércio. Aeroporto vai alavancar setor de comércio e serviços. Isaac. sim.2005/2009. Destaca-se que este é. É interessante destacar que a crise financeira internacional que afetou a economia dos principais estados industrializados em 2009 impactou pouco nos estados em que há um peso maior do setor de serviços na economia . a inauguração do Aeroporto Internacional de Cargas e Passageiros de São Gonçalo do Amarante trará um incremento muito grande à economia local.como é o caso do Rio Grande do Norte. composto por grandes redes locais. 2011.9 bilhões.br/noticia/economia-potiguar-cresce-acima-da-medianacional/203681> Acesso em: 01 dez. desde a indústria até o setor agrícola passando.5%.

o município cresce a passos largos ganhando espaço no cenário nacional. A localidade. que os cursos oferecidos pela Universidade Estácio de Sá. 2010). Niterói sofreu uma pequena desaceleração econômico-social. 1999). 378 . Com a nomeação da cidade do Rio de Janeiro como capital do estado unificado. porém. como consequência da fusão do estado da Guanabara e o Rio de Janeiro. segundo diversos historiadores foi a quarta área de ocupação da cidade. 2012). (SEMURB. em1947 (CASCUDO. visto que estão em sintonia com as demandas do mercado de trabalho local. Para se ter ideia. deixou de ser a capital do estado do Rio de Janeiro. Atualmente. zona Leste da cidade do Natal.096 empresas em atividade em Natal (SEBRAE/RN. a cidade apresenta índices de desenvolvimento que a tornam mais do que simples coadjuvante da capital do estado. em 1975. em sua maioria imigrante. sendo o maior percentual registrado dentre os bairros da capital. Na capital do estado. em busca da sobrevivência. POLO: 440. por ser uma região de pouca habitação. saúde. qualidade de vida e cultura. neste contexto. dos 24. Niterói – RJ 1. somente.O Polo de Natal UNESA. através do Polo de Apoio Presencial Estácio de Natal conciliam qualidade com utilidade pública. está localizado no Bairro do Alecrim. Centro. constituindo ao passar do tempo. oficializado bairro durante a administração do prefeito Sylvio Pedroza. portanto. Este bairro. Referência em setores essenciais como educação. o Bairro do Alecrim contabiliza 12. nenhum outro bairro possui as características e opções de empregabilidade como o Alecrim onde está situado o referido Polo de Apoio. com granjas e casebres de taipas. Contexto Histórico Localizado na cidade de Niterói que. num núcleo habitacional formado por famílias humildes. em sua origem caracterizava-se. Assim sendo. a Região Metropolitana de Natal se mostra em desenvolvimento e abrindo espaços para profissionais qualificados e que se enquadrem no perfil das áreas que mais crescem.Niterói Endereço: Rua Eduardo Luiz Gomes. 2009). E. caracteriza-se pela concentração de negócios dentro do município.4% destes (SEMURB. Atualmente o bairro.

undp. conforme apresentado na Figura 1.866 – Alto IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 http://hdr. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO NITERÓI . O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). sendo considerado: .Médio . Quadro 1: IDEBs observados em 2005.De 0. do Calaboca e da Tiririca. MEC . 20011 e metas para a rede municipal do Município de Niterói.INEP .Igual ou acima de 0.866.800. A Região em indicadores – IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita. No tocante à educação. .0.500 a 0. ponto mais alto do município a 412 metros acima do nível do mar. 2. o Oceano Atlântico (sul). Rio de Janeiro (referentes a 4º e 5º ano). divididos em maciços e colinas costeiras.Alto . . Os maciços predominam ao sudoeste e formam as Serras do Malheiro.499.Entre 0 e 0. apresentando o valor de 0. O índice varia de zero até 1.org/en/reports/global/hdr2011/download/pt/ Niterói é a primeira cidade do Estado do Rio e a terceira do país de maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 379 . podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Niterói nos quadros a seguir.799.375 quilômetros quadrados localizada entre a Baía da Guanabara (oeste). onde está a Pedra do Elefante. O relevo do município é constituído por terrenos cristalinos.Baixo .Niterói tem uma área de 129. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Maricá (leste) e São Gonçalo (norte).

** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.2 5.3 5.8 6. mantendo o índice constante em 2011.INEP .Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NITERÓI 3. Rio de Janeiro (referentes a 8º e 9º ano). *** Sem média na Prova Brasil 2011. atingindo a meta projetada nos anos de 2007 e 2009.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NITERÓI 3.1 Quadro 2: IDEBs observados em 2005.7 5. pode-se observar que o Ideb observado para o município de Niterói apresentou um crescimento no que se refere aos segmentos de 4º e 5º anos.9 4.0 5. 3. Inserção regional do polo EAD O polo Niterói funciona dentro das instalações Universidade Estácio de Sá.8 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.6 4.8 3. Sendo o Crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio 380 .0 4. Pelos dados apresentados acima.3 4. 20011 e metas para a rede municipal do Município deNiterói.8 3.7 4.6 4.5 5.3 4. Um perfil semelhante é observado para o segmento de 8º e 9º anos. Os resultados marcados em verde referem-se a o Ideb que atingiu a meta.8 3. O desenvolvimento apresentado pelos alunos sugere a necessidade de implantação do Projeto de Educação a Distância no Município.9 5.7 3.8 4. com valores constantes entre 2005 e 2009. MEC .4 4.0 4.5 5.

Num país das dimensões do Brasil. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. Através dos seus programas de extensão e de responsabilidade social. a instituição deve contribuir efetivamente para a melhoria da sociedade e possibilitar que alunos e professores envolvidos enriqueçam seus saberes. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. visando ampliar seu papel no ensino superior. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. fortalecendo assim a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica. que assim como o ensino presencial. O Estado do Rio de Janeiro destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. a instituição dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento. através de ações que caracterizam troca de experiências que venham contribuir para o atendimento das demandas locais e da aplicação do conhecimento produzido no meio acadêmico. Nesse contexto de crescimento. crítico e um agente transformado. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. fomentando o desenvolvimento da região. estabelecendo uma relação direta com o meio onde está inserido. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Nessa direção. Sua função social consiste em desenvolver o processo de socialização do conhecimento. 381 . político. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. objetiva formar um ser social. Dessa forma. devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada.de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro.

pelo seu centro histórico e pelo futebol. As atividades de Extensão têm. o poder de contribuir para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. dando crédito a seus experimentos e justificando o que se realiza nas áreas de ensino e pesquisa. A partir de uma interação social. assim como a famoso monumento do cristo redentor. Comunidade esta que tem participação ativa e contribui com a instituição que a beneficia. mas. hoje. com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro. após São Paulo. devem viabilizar uma relação transformadora entre IES e Sociedade. Rio de Janeiro – RJ 1. D.Del Castilho. passando-lhe experiências da vida real. à medida que funde o que se aprende e o que se produz na Academia e aplica no desenvolvimento de uma comunidade. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais. atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil.RIO DE JANEIRO (Nova América) Endereço: Avenida Pastor Luther King Jr. e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque.. 382 .No entanto. acima de tudo. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo. ao contrário. Sebastião. seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565. o polo Niterói atende aos debates da produção e difusão do conhecimento. em homenagem ao então Rei de Portugal. Contexto Histórico O polo Nova América está situado no bairro de Del Castilho . A responsabilidade social representa. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas. município do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. buscando também caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos problemas. POLO: 441 . estas ações não possuem um caráter meramente assistencialista. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial. um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência global. 126 .

e as empresas de telecomunicações: OI. com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Ocupa uma área de 43 696. tais como: os diversos monumentos arquitetônicos. A região em indicadores – IDEB e IDH O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país. TIM. bem como. os de origem Afros. foi de cerca de R$139.04). tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste). como também o Oceano Atlântico (leste e sul). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. Detém também o 30 maior PIB do planeta. No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. dentre as quais as maiores do Brasil (Shell. segundo dados do IBGE.000 EM 2007. 2. ficando apenas atrás do estado de São Paulo. com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23. Carioca é o gentílico da cidade do Rio.06) E PELO AGRONEGÓCIO (0. 354. CLARO. Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste). Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen. O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. El Paso e Repsol YPF). PIB: 383 . Chevron Texaco. Ipiranga.Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade.52%). Esso. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial. No setor de petróleo. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. literalmente “rio”).38%). EMBRATEL. principalmente no aumento de turistas. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11. ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste.054 km2. NET. o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo . 559.

794 com uma probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. segundo dados do. com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0. O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.610.974.799. de renda (IDH-R) 0.800 CONSIDERADO ALTO).000 de habitantes. alto.40 (quinhentos e cinco reais e quarenta centavos). expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. e0.860 IDH serve. É calculado com base na: renda familiar per capita. aproximadamente.Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 95 680 944 15 923 2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 A população do município está estimada em.66 anos de idade. Censo 2010. Médio.INEP . MEC . 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. Quadro 1: IDEBs observados em 2005.499. Logo o IDH do bairro Del Castilho do Rio é de 0. quando maior ou igual a 0.812. SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0.500 a 0. de 0. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 505. 15. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano.800.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 384 8ª série / 9º ano 3ª série EM . EM 0. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0.

6 nos anos iniciais e 4. que está interligada ao "Nova América Shopping". tais como: os cursos da Graduação : Administração. São João de Meriti e os Municípios da zona Norte: Madureira. Irajá.6 5. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição.Ideb Observado Metas Projetadas Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Rio de 4. Pedagogia. Ciências Contábeis. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD).1 6. O Polo Ead e a unidade Estácio. Esta fábrica.3 Janeiro 4.é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6. Queimados. ocupava a 16ª posição.4 4. Caxias. no ensino médio até o ano de 2009. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. Ilha do Governador.9 6. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino. História. O nome Del Castilho é proveniente de um espanhol chamado Henrique de Castela. 3.1 4.4 4. que ocupou o lugar da tradicional fábrica de tecidos Nova América.0 nos anos finais com mais 3. Pilares. Inserção regional do polo EAD O Polo Nova América funciona dentro do Shopping Nova América. A região tem no seu entorno os Munícipios da Baixada: Nova Iguaçu. Os diversos cursos que são oferecidos. De acordo com essa nota.7 5. Letras.4 IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica .4 5. de capital inglês. Del Castilho é um bairro de classe média da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro. Matemática e Sistema de 385 .7 5. atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. muito contribuiu para a formação deste bairro. possuindo até hoje entre seus moradores (também dos bairros entorno) descendentes de imigrantes britânicos (ingleses principalmente) e de outros países europeus.1 5. É servido pela estação do metrô (Linha 2).0.6 no Ensino Médio.

Alguns distritos do município de Nova Friburgo. downhill. estimula a grande demanda turística da região. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. Gestão Ambiental. Duas Barras. Cantagalo. Carmo. parapente. determinada principalmente pela beleza local e a qualidade de seu clima. vestuário. A estrutura econômica da cidade é baseada no Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo. Gestão em TI. off-road. escalada. distando 126 km da capital do Estado do Rio de Janeiro. Gestão em Marketing. Petrópolis. na Mesorregião do Centro Fluminense. com destaque para o Turismo e Moda Íntima. Nova Friburgo. Gestão Comercial. RH. Macuco. localiza-se no centro-norte do estado do Rio de Janeiro. como: canoagem. e a quantidade de rios e cachoeiras.5 km². os cursos Superior Tecnologia: Gestão Processos Gerências. possui grande rede hoteleira do interior do Estado do Rio de Janeiro. Logística. favorecendo a prática de vários esportes radicais. correspondentes a 22. rafting. Nova Friburgo – RJ 1. como Lumiar e São Pedro da Serra. POLO: 442 . Contexto Histórico Nova Friburgo. correspondentes a 13.58 % do total da população da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. e a seus lugares bucólicos. Teresópolis e Trajano de Moraes. Observa-se que as microempresas 386 . fundada em 16 de maio de 1818. O município de Nova Friburgo tem uma população de 182. Analise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão Pública. considerado o maior da América Latina. composta pelos municípios de Bom Jardim. e tem uma extensão territorial de 938.016 habitantes. Pertence à região turística Serrana. Cordeiro. canyoning. Santa Maria Madalena.Nova Friburgo Endereço: Jardim Sans Souci. Gestão Hospitalar. trekking. O relevo de Nova Friburgo. A cidade tem um forte apelo para o turismo devido à sua paisagem pitoresca. Sumidouro. metalúrgica). São Jose do vale do Rio Preto. Gestão Financeira. A maioria da população encontra-se a faixa etária entre 30 e 49 anos de idade. serviços e comércio. montanhismo. rappel. seguida pela faixa de 50 ou mais anos.Informação e.5% da área da Região. O Município está diversificado em seu ambiente competitivo nas mais variáveis formas de negócio incluindo várias indústrias de transformação (têxtil. Braunes. Por isso. têm paisagens naturais famosas. São Sebastião do Alto. aos seus rios e trilhas.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Nova Friburgo possui um IDH de 0.6 % do total dos estabelecimentos formais existentes em Nova Friburgo e que a maior concentração dessas empresas é verificada no setor de Comércio seguido pelo de Serviços.representam 93. ocupa o lugar de uma das maiores potências nacionais na produção de vinhos. Cantagalo. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Nova Friburgo no quadro abaixo: Ideb Observado Metas Projetadas 387 . Senai). Nos últimos anos.8% do ICM do Estado. regido pela FIRJAN. o que fortalece muito a economia local. ocupando a 4a posição no critério do IDH estadual. Santa Maria Madalena.810 e está classificado como um alto índice de desenvolvimento humano. A cidade é a segunda maior produtora de flores do Brasil. além de ser a "Capital nacional da Lingerie". Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): No tocante à Educação. Segundo o IBGE. São José do Vale do Rio Preto. Olericultura e Capri Indústria e Agro Negócios. Lumiar e São Pedro da Serra. A economia do município se beneficia da condição privilegiada de centenas de micro e pequenas empresas produtoras de lingerie. Cordeiro. no setor metal-mecânico. o amplo investimento em Arranjo Produtivo Local (APL) de tecnologia. Nova Friburgo responde por 0. fugindo da violência dos grandes centros. a cidade tem recebido muitos estudantes. A cidade de Nova Friburgo. gastronomia. Além de Nova Friburgo esta Região abrange os municípios de Cachoeiras de Macacu. O Município de Nova Friburgo possui uma densidade demográfica de 195 habitantes por KM2. 2. hotéis. Existem vários circuitos de Turismo de negócios. queijos e chocolate. Macuco. O Polo de Moda Íntima se constitui com mais de 900 empresas do segmento e emprega diretamente 30 mil pessoas. através do sistema S (Sebrae. e Trajano de Moraes. São Sebastião do Alto. Duas Barras. Teresópolis. vasta rede de pousadas. A região em indicadores – IDEB e IDH. Carmo. Senac. que procuram mais tranquilidade. Bom Jardim. os Distritos de Mury. onde mais de 20% das pessoas não possuem carteira de trabalho.

já em 2010 e 2011 o CPM obteve 100% de aprovação para Biomedicina da UFF com o primeiro lugar geral.Centro Preparatório Maximus. a instalação da 388 .Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 PIB .INEP .4 6. Inserção regional do polo EAD Nos últimos anos.7 5. Instituições de ensino superior:  Centro Federal de Educação Tecnológica  Faculdade de Filosofia Santa Doroteia  Polo Universitário de Nova Friburgo da Universidade Federal Fluminense  Instituto Politécnico do Rio de Janeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro  Universidade Cândido Mendes  Universidade Estácio de Sá  Universidade Norte do Paraná  Faculdade Internacional de Tecnologia (com cursos superiores a distância) A Região apresentava pouca oferta de Educação Superior para uma demanda gerada pela população média de 14. contribuindo para a mudança do seu perfil industrial para estudantil.2 6. possui uma escola entre as melhores instituições do Brasil em termos de nível de aprovação: CPM .7 Obs: Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. o Colégio Anchieta ficou em 17º lugar entre as escolas do país.4 4.000 alunos no Ensino Médio. Assim sendo.266. Fonte: MEC .7 5.4 5.0 5. No Exame Nacional do Ensino Médio de 2007. várias instituições de ensino superior têm instalado novas unidades no município de Nova Friburgo.9 5.2 4. No ensino regular e cursos preparatórios.9 6.6 O 4.Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NOVA FRIBURG 4. Em seguida aprovou 96% de seus alunos para Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e teve o 14º do Brasil no Corpo de Bombeiros.Produto Interno Bruto de Nova Friburgo: Município Nova Friburgo PIB (R$ mil) 2.242 3.

Gestão Financeira. Nova Friburgo é bastante expressivo economicamente e influencia fortemente toda a área e será um dos municípios impactados indiretamente pelo COMPERJ no que diz respeito a demanda de mão-de-obra qualificada. A escolha do município de Nova Friburgo se deve à sua representatividade populacional e econômica para a Região. MBA em Finanças. propiciadas pelos diversos cursos oferecidos. Pedagogia). Diante disso. MBA em Gestão de Saúde e Administração Hospitalar. Processos Gerenciais. Responsabilidade Civil e Direito do Consumidor). MBA em Gestão de Pessoas. MBA em Administração Estratégica. cada vez mais próximo do seu público. Dessa forma. Na modalidade EAD são oferecidos 05 cursos de Graduação ( Administração. Processo Civil Contemporâneo. 10 cursos Superiores de Tecnologia ( Gestão de Recursos Humanos. Educação de Jovens e Adultos. Gestão Ambiental. Dos municípios que constituem a Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. criando assim. Marketing. 389 . oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. Ciências Contábeis. Gestão Comercial. através do desenvolvimento de competências. Docência no Ensino Superior: Fundamentos e Práticas Educativas. além de contribuir para o desenvolvimento regional. MBA em Marketing. Letras. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. MBA em Gerenciamento de Projetos. Gestão Pública. bem como ter capacidade analítica e crítica para empreender novos negócios na Região a partir da compreensão das novas demandas ambientais. poderão ser absorvidos nestes segmentos existentes. Direito Constitucional.Universidade Estácio de Sá e do Polo de Educação a Distância vem ao encontro da sua missão que é prestar serviço de qualidade a um preço acessível. MBA em Biodiversidade e Sustentabilidade. condições de nova e variada perspectiva no mercado local. e 17 de Pós-graduação (Comunicação em Mídias Digitais. Educação Física Escolar. Gestão da Tecnologia da Informação. Direito Processual Penal. habilidades e atitudes. Análise e Desenvolvimento de Sistemas). a Universidade Estácio de Sá. se propõe a formar profissionais gestores com amplo conhecimento do mercado e de sua dinâmica que. Políticas e Gestão em Segurança Pública. Gestão Hospitalar. Sistemas de Informação. MBA em Petróleo e Energias. fomentando o desenvolvimento da região. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço.

28 km de extensão máxima transversal. Japeri. 390 . contando com as principais lojas e serviços do país. a nordeste. a oeste. a leste. Seropédica e Tanguá. Centro. além de Nova Iguaçu. Miguel Pereira. a noroeste. como demonstra o marco quilométrico instalado na estação ferroviária da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil. a norte. Em virtude de seu posicionamento geográfico. e fica a 35 km da do Centro da Cidade. O município possui uma população estimada em 2010 em 795. apresenta uma extensão máxima de 36. C. Mesquita. a denominada Região Metropolitana. figurando como o quarto município mais populoso do estado. 35% da cidade é coberta pela Mata Atlântica. Duque de Caxias. Mesquita. a sul. Nova Iguaçu RJ 1. Japeri. Magé. a sudoeste. sendo que 198 km. Tem alta densidade demográfica. contando com grande infraestrutura comercial além do centro. o 21º município mais populoso do Brasil. do estado do Rio de Janeiro. os municípios de Belford Roxo. São Gonçalo. possuindo um dos centros comerciais mais importantes do estado.04 km. Belford Roxo. Queimados. Itaboraí. da qual fazem parte. situados a oeste da Baía de Guanabara. perfazendo uma área de 524. Rio de Janeiro.212 habitantes. a sudeste. a cidade desempenha o papel de centro de negócios e de comércio para os municípios vizinhos. a principal fonte de arrecadação do município é sem dúvidas o comércio e os serviços. Queimados. Niterói.60 hab/km. Maricá. Itaguaí. Guapimirim. Cabuçu. Duque de Caxias. e. Contexto histórico A Cidade de Nova Iguaçu é um município do estado do Rio de Janeiro. Longitudinalmente. Situado na região mais importante econômica e financeiramente. Nilópolis. efetivamente.Nova Iguaçu Endereço: Estrada Doutor Plínio Casado.449.5 km. que é de 1. bem acima da média do Estado. que a torna o maior município da Baixada Fluminense. Mangaratiba. O território possui atualmente uma área de 524. POLO: 2744 . Apresentando-se geograficamente limitada pelos seguintes municípios: Rio de Janeiro. e Seropédica.08. que é de 328. ou seja. São João de Meriti.33 km e 31. nos bairros de Miguel Couto.Num país das dimensões do Brasil. Paracambi. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.

Soares.org/wiki/Nova_Igua%C3%A7u 2. Com relação aos patrimônios históricos da região. Os reservatórios e adutoras de Jaceruba e Tinguá estão em fase de tombamento como patrimônio histórico-cultural municipal. Nova Iguaçu possui um potencial turístico muito forte. e Parque Municipal de Nova Iguaçu. como a Serra do Tinguá e Serra do Vulcão. Austin. Igreja de Santo Antônio da Jacutinga. que ocupa uma área de 1. Fazenda São Bernardino. Área de proteção ambiental da Serra de Madureira. O PIB identifica a capacidade de geração de riqueza do município. enquanto no setor industrial agrega aproximadamente 29%. Cerâmica e Rancho Novo. que no caso de Nova Iguaçu representa 3. temos Iguaçu Velho. A indústria na cidade tem uma grande relevância econômica. Posse. Porto do Iguaçu.5). o IDH classifica os municípios segundo três níveis de desenvolvimento humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0. Igreja de Nossa Senhora de Macapicu. considerada pela Unesco como Reserva de Biosfera. siderurgia e de cosméticos. Cemitério de Nossa Senhora do Rosário que era popularmente conhecido como cemitério dos homens brancos e foi utilizado para os sepultamentos dos integrantes da elite local. reconhecida pela Unesco como patrimônio da humanidade). que é um sítio arqueológico tombado pelo IPHAN e INEPAC. Estrada Real do Comércio. Torre Sineira da Igreja de Nossa Senhora de Piedade e as ruínas com as fundações da igreja matriz que estão localizadas em Iguaçu Velho. A região em indicadores – IDEB e IDD Esta Região concentra suas atividades no setor de comércio e serviços. contando com diversas áreas de interesse histórico. grande parte da arrecadação tributária total do Estado.100 hectares. Assim como áreas de preservação ecológica: Reserva Biológica Federal do Tinguá. Capela Nossa Senhora de Guadalupe. Na cidade há importantes patrimônios ambientais. 391 . o que evidencia a vocação da região ao setor de serviços. A cidade conta com indústrias no ramo alimentício. com aproximadamente 70% do PIB do Estado. Igreja de Santo Antonio da Prata. Dentre igrejas e capelas temos a Capela do Engenho da Posse.59 % do PIB da Região Metropolitana Variando de zero a um. também. próximo ao rio Iguaçu entre os bairros de Vila de Cava e Tinguá. Fonte: http://pt. concentrando.wikipedia. ecológico e cultural. na divisa com o município de Mesquita. Há também O reservatório de Rio D’Ouro é um bem histórico-cultural tombado pelo INEPAC.

1 3. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇU .8 3. Rio de Janeiro.8 .INEP . ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NOVA IGUACU 3.4 8ª série / 9º ano Ideb Observado 392 Metas Projetadas 4.0 5.5 5.9 4.5 e 0.8). MEC . ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual. O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano.6 4. Quanto mais próximo de um.7 5. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano.762 – Médio IDH IPEA.6 3. que demonstra a qualidade de vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.municípios com médio desenvolvimento humano (IDH entre 0.0.0 4. 20011 e metas para a rede municipal do Município de Nova Iguaçu. Quadro abaixo: IDEBs observados em 2005.2 5. mais alto é o desenvolvimento humano. que demonstra a qualidade de vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.8) e municípios com alto desenvolvimento humano (IDH acima de 0.

Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. UNIABEU (Centro Universitário UNIABEU). antiga Estrada Dr. 12 municipais e 36 conveniadas. Nessa direção. a uma quadra da 393 .0 4. FABEL (Faculdade FABEL). na Rua Oscar Soares.4 4.6 4. Dessa forma. CEFET-RJ (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca).6 4. Nesse contexto de crescimento.466. *** Sem média na Prova Brasil 2011. FAETEC (Escola Técnica Federal João Luiz do Nascimento). objetiva formar um ser social. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. UNIG (Universidade Iguaçu). Baixada Fluminense. É local de fácil acesso e grande circulação. político. UNIGRANRIO (Universidade do Grande Rio). ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. 103 e Creches. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.3 3.Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o NOVA IGUACU 3. Municipais. crítico e um agente transformado.2 3.1 3. O Número de escolas Estaduais em Nova Iguaçu é de 87. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças.9 5. a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. Bairro Califórnia. Plínio Casado. UGB (Centro Universitário Geraldo Di Biase).2 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Atualmente a região conta com 6 (seis) Instituições de Ensino Superior – UNESA (Universidade Estácio de Sá).1 3.1 3. 1. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O Polo de EAD de Nova Iguaçu situa-se no Campus da Unidade Nova Iguaçu da Universidade Estácio de Sá. que assim como o ensino presencial. 3.0 3. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.

distribuídos da seguinte forma: Bacharelado – Engenharia de Produção. totalizando 1680 alunos. no estado de São Paulo e Londrina e Ponta Grossa. Letras. Gestão Pública. composta por uma coordenação de polo EAD.Rodovia Presidente Dutra.Nova Ourinhos. Iniciou com a oferta do curso de Administração. Ourinhos . distribuídos em horários e dias de forma a atender aos alunos durante todo o dia e toda a semana. com carga horária semanal de 40 horas. o município de 394 . por conseguinte. capital federal. Atualmente o Polo Nova Iguaçu conta com uma estrutura física e humana capacitados para o atendimento aos alunos. nesse mesmo ano. Contexto histórico Ourinhos é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Atualmente o polo tem um total de 20 cursos ativos.SP 1. Ciências Contábeis. Curso Superior de Tecnologia – Gestão Ambiental. sendo então o 73º mais populoso de São Paulo e o primeiro de sua microrregião. Pedagogia e Matemática. e sua população no ano de 2010 é de 103 026 habitantes. no estado do Paraná. C 1 A . POLO: 35064 .OURINHOS Endereço: Av. Presidente Prudente. São elas Marília. Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão da Tecnologia da Informação. distando desta cerca de 370 km. Bauru. Assim. três colaboradores administrativos e tutoria composta por professores com aderência nas respectivas áreas de abrangência dos cursos acima citados. Pertence à microrregião de mesmo nome e Mesorregião de Assis. Está a 994 km de Brasília. que teve sua autorização pelo MEC. Gestão Financeira. suas áreas de influência. Logística. Gestão Comercial. Marketing. principal via de ligação entre os diversos Municípios da Baixada Fluminense. Sistemas de Informação e Serviço Social. Qd. Ocupa uma área de 296. Gestão de Recursos Humanos. sendo que 12. O ponto central e da analise é a cidade de Ourinhos/SP. localiza-se a oeste da capital do estado. em especial. por ela ser o espaço municipal mais dinâmico economicamente num raio que esbarra em algumas cidades médias e. pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Administração. Processos Gerenciais. Luis Saldanha Rodrigues.203 km². Os Cursos de Ensino na modalidade à Distância tiveram sua origem na instituição no ano de 2009 quando o Polo Nova Iguaçu foi credenciado. Licenciatura – História. Gestão Hospitalar.4015 km² estão em perímetro urbano.

os serviços de transportes terrestres (3.1% dos empregados da região). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2. A indústria de alimentos e bebidas é o principal segmento industrial (9. Cambará.4%). destacam-se os serviços de saúde (4. Canitar. Ipaussu.1 e 5.Ourinhos/SP apresenta-se como o centro desta nova região. passam pelo espaço municipal de Ourinhos/SP. Santa Cruz do Rio Pardo. Timburi. servindo de apoio para os munícipes de Jacarezinho. a cultura de frutas cítricas e a criação de bovinos aparecem com participações relativas regionais bem superiores às médias destes segmentos no Estado de São Paulo (QL de empregados de 5. Taguaí. em decorrência do seu maior porte e da qualidade dos serviços prestados nesta cidade. Ibirarema e Palmital (SP) etc.8). Embora menos expressivos em termos do volume de empregados. Salto Grande.2%).6%) Fonte: Censo Populacional 2010. Na Agropecuária (25.3%) e as atividades de apoio à agricultura (4. A cidade de Ourinhos se insere na região Sudeste do Estado de São Paulo e lidera uma vasta região onde se concentram os municípios de Chavantes.6%) e os serviços prestados às empresas (2. as unidades rurais de uso misto (4. denotando certa especialização regional nestas atividades. concentra as atividades. Afora essas cidades.3% dos empregos da região) seguida das atividades vinculadas à produção de eletricidade. a cidade de Ourinhos. os principais segmentos são a cultura da cana (13% dos empregados).O Comércio. Ibaiti(PR) etc. Santo Antonio da Platina.7% dos empregados). gás e água (3. Esta centralidade é fundamental para a existência da região.4% do total de empregados da região). quase que necessariamente. os negócios e a prestação de serviços para os municípios existentes no Norte Pioneiro do Paraná. Ribeirão Claro. por sua vez. envolve cerca de 18% das pessoas empregadas na região e tem como principais componentes o varejo de produtos diversos (2% dos empregados da região).7%) e varejo de vestuário (1. A região em indicadores – IDEB e IDD 395 . Sarutaiá. Com relação ao setor Serviços (20. Andirá . já que as relações encontradas no local.3% dos empregados da região). Piraju. Economicamente. Bernardino de Campos.2% dos empregados). peças para veículos (1. a Indústria responde pela maior parte dos empregos formais da região (34. Fartura. Isto é percebido quando observamos a quantidade de consumidores e trabalhadores inseridos nas relações comerciais e de prestação de serviços que se destinam às relações regionais.

A renda per capita é de 11. que mede a desigualdade social é de 0.813. a população ourinhense era composta por 73. além dos 389 sem declaração (0. 396 Nivel Matrículas Docentes Escolas Pré escolar 2614 50 34 Fundamental 14854 803 35 Médio 4347 326 18 .46. O coeficiente de Gini. 49.074.723). 14. 305 indígenas (0.882.00 reais.82 habitantes por km². Ourinhos conta com escolas em todas as regiões do município. sendo que 1. de modo a conseguir melhores resultados no IDEB.79% (4 492 habitantes) na zona rural. considerando apenas a educação. mas a prefeitura está criando estudos para tornar a educação pública municipal ainda melhor. 3. A incidência da pobreza.21% (89 376 habitantes) vivia na zona urbana e 4. Cerca de 95. excluíndo o índice de renda. sendo o 96º maior do estado. Em 2010 a população do município segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 103 026 habitantes. Segundo o censo de 2000. 1. O índice da saúde é de 0. medida pelo IBGE.O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0.92% e a incidência da pobreza subjetiva é de 18. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Ourinhos é considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).683 brancos (78. é de 14. No ano de 2007.869 pardos (15. considerado como elevado em relação ao do estado.12%.787) e o de renda é de 0.849. A cidade possui a maioria dos indicadores elevados e.84%). o superior é de 14.864 (o brasileiro é 0.665 (o do Brasil é 0.33%).41%). sendo o 73º mais populoso do estado e apresentando uma densidade populacional de 347.813.90% (97 389 habitantes) mulheres. Seu valor no ano de 2000 era de 0. todos acima da média nacional segundo o PNUD.047 negros (3. Devido à intensa urbanização os poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos. o valor do índice é de 0.50%).92%. enquanto o do Brasil é 0.00 é o pior número e 0.574 amarelos (1.56%. A educação nas escolas estaduais tem um nível ligeiramente superior ao das escolas municipais.25%).10% da população eram homens (46 093 habitantes) e 50. o limite inferior da incidência de pobreza é de 14.68%).00 é o melhor. No ano de 2000.

a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.7 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.6 5.IDEB . porque não realiza um movimento de concentração apenas. Fonte IDH: Censo Populacional 2010.5 5.3 4.Resultados e Metas 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o OURINH 4. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. 397 .5 6. em todos os níveis (fundamental. crítico e um agente transformado. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 3.0 5. político. igual o setor da saúde. que assim como o ensino presencial. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças.0 6. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.8 5.2 6. Nessa direção.1 5. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. objetiva formar um ser social.7 OS 5. diferencia-se. médio e universitário). ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.7 6. É calculado com base na: renda familiar per capita. mas estabelece fluxos de captação e de emissão de estudantes. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. A relação do sistema educacional de Ourinhos/SP com sua região apresenta algumas variações em nível de contribuição para a formação regional. *** Sem média na Prova Brasil 2011.

A contribuição regionalizadora do setor educacional é facilmente percebida.Portanto. Bauru. D. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. pelo Caminho Novo do Proença ou Variante do Caminho Novo da Estrada Real. em 1843. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. Tentou sem sucesso compras as terras e por fim comprou uma fazenda vizinha. conhecido atualmente como Museu 398 . Marilia. Contexto histórico O princípio da história de Petrópolis inicia-se em 1822. o então imperador. Num país das dimensões do Brasil. Dessa forma. Bingen. que geralmente são em sentido as cidades maiores que Ourinhos/SP ou mais equiparadas em relação ao sistema de ensino tanto qualitativamente como quantitativamente (Assis. quando. a caminho das minhas de ouro em Minas Gerais. Pedro II. a área do primeiro distrito de Petrópolis. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. que além de atrair estudantes da região.RJ 1. fazenda do Córrego Seco que passou a ser chamada de Fazenda da Concórdia que com algumas terras acrescidas corresponde. Curitiba e São Paulo). hoje. este acontecimento é mais nítido nas universidades que recebem alunos de toda região de governo de Ourinhos e também do norte paranaense. assinou um decreto determinando o assentamento de uma povoação e a construção de um palácio de verão. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. a diferença entre os dois segmentos estão na dinâmica que as estruturas de ensino juntamente com os moradores da cidade de Ourinhos realizam com sua região e com as cidades maiores do país. POLO: 1483 – PETRÓPOLIS Endereço: Rua Bingen. Petrópolis . esses são os locais de maior incidência na recepção. quando vemos os números de alunos matriculados que não residem em Ourinhos/SP ou aqueles que vieram especialmente para estudar no município. D. Pedro I. se encantou com a região ao hospedar-se na fazendo do Padre Correia. estes desenvolvem um fluxo de sentido contrario e com outras direções. fomentando o desenvolvimento da região.

na França.19 habitantes por quilômetro quadrado. São Sebastião do Alto.Imperial. Brejal e Araras. que também abrange os municípios de Bom Jardim. Nova Friburgo. construído em 1944 para ser o maior Hotel Cassino da América Latina. Segundo o IBGE Petrópolis em 2008 possuía um PIB de R$ 5.594. 2. conhecida. Duas Barras. o Castelo do Barão de Itaipava. Sumidouro e Trajano de Morais. chocolates. a Casa da Ipiranga. O município pertence à Região Serrana. com densidade demográfica de 382. a Casa da Princesa Isabel.52. uma estrutura pré-moldada feita por encomenda do Conde d’Eu. 2010). Teresópolis. principalmente nos polos da Rua Tereza. a Catedral São Pedro de Alcântara com o Mausoléu Imperial. entre esse o Morro do Açu. e o Palácio de Cristal. A cidade possui a economia baseada no turismo e no setor de serviços. sua construção foi considerada em 1870 pelo então Imperador D. com uma população de 295. Como pontos turísticos naturais tem: Circuitos turísticos Rurais do Taquaril. Encontra-se situado a 65 km do Município do Rio de Janeiro. com PIB per capita de R$ 17. Possui área total de aproximadamente 796 quilômetros quadrados. sendo construída nas oficinas da Sociedade Anônima Saint-Souver. Podemos destacar inúmeros pontos turísticos responsáveis por atrair grande parte das pessoas que visitam a cidade.369. Dentre estes temos construções históricas como: o Museu Imperial. Pedro II e sua Filha porém a construção foi iniciada somente em 1884 e foi inaugurada em 1925 faltando a fachada principal e a torre que só foram concluídas em 1969. Santa Maria Madalena. Entre as atividades que têm grande destaque estão o fabricação e comércio de roupas. também. Macuco. o Palácio Quitandinha. trilhas ecológicas pelas elevações montanhosas do Município. Carmo. como Casa dos Sete Erros.917 habitantes (IBGE.432. móveis e cerveja. com arquitetura inspirada no Palácio de Cristal de Londres e no Palácio de Cristal do Porto. Cantagalo. Cordeiro. sendo inaugurado em 1884. Bingen e Itaipava que atraem inúmeros compradores de todo o país. A região em indicadores do IDH e IDEB 399 . São José do Vale do Rio Preto. pertencente ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos. residência de veraneio da família real.316.

Universidade Norte do Paraná. Macuco.9 5. Atualmente conta com 6 (seis) Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá. No tocante à educação.804. uma excelente posição considerando que há 92 municípios no estado. Nova Friburgo.2 5. Teresópolis. Cantagalo. São Sebastião do Alto. De acordo com o MEC. Universidade Católica de Petrópolis.5 4. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Petrópolis no quadro abaixo. Santa Maria Madalena. Carmo. Duas Barras.1 4. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o PETROP OLIS 4. é alcançar IDEB de 6 nas redes municipais e estaduais até 2022. e a meta do país.4 4. O município tem no seu entorno municípios de Bom Jardim.O município de Petrópolis está classificado com um IDH de 0.2 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. *** Sem média na Prova Brasil 2011. Universidade Candido Mendes. valor correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.6 4. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Sumidouro e Trajano de Morais. 400 .0 6.1 4. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Cordeiro. valor considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.7 6. ocupando a 7ª posição no critério do IDH estadual. Sendo que todas com exceção da última citada oferecem cursos a distância. Fundação Getúlio Vargas. o índice é medido de 2 em 2 anos. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Faculdade Arthur de Sá Erp.9 4.4 5. São José do Vale do Rio Preto.

Nesse contexto de crescimento. objetiva formar um ser social. Sola Optical. Impulsionados pela missão institucional. respectivamente. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. político. Nessa direção. Cervejaria Bohemia entre outras. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. que assim como o ensino presencial. no desenvolvimento do polo de comércio e serviços de Itaipava. Os atuais vetores do crescimento da economia petropolitana estão materializados na expansão do turismo. no Projeto Petrópolis-Tecnópolis. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Num país das dimensões do Brasil.RIO DE JANEIRO (PILARES) 401 . a necessidade de especialização de mão de obra no Estado e no Município. com a socialização do conhecimento. Nesse contexto a EAD é uma importante ferramenta para a preparação de recursos humanos. a UNESA implementou o Polo Petrópolis. fornecendo a possibilidade de inclusão social. Petrópolis conta ainda com unidade de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação e terapias celulares com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e a Excellion. no polo moveleiro do Bingen.3. na consolidação dos polos de comércio da Rua Tereza e do Bingen. crítico e um agente transformado. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Cervejaria Itaipava. fomentando o desenvolvimento das diferentes regiões. Werner. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. além da expressiva contribuição para o desenvolvimento econômico do município de empresas do porte da GE-Celma. Aalborg. POLO: 7672 . Huyck. Com o objetivo de atender às necessidades e novas exigências profissionais do mercado além de descentralização da economia. a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico. Dentsply.

92 reais. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Rio de Janeiro (ano 2000). na cidade do Rio de Janeiro . Pilares. a ilha de Paquetá. A renda per capita é de 25. sendo hoje sede das duas maiores empresas brasileiras (Petrobras e a Vale). e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil.754. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta. além de regiões de grande verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca. Considerando apenas a educação o índice é de 0. A região em indicadores do IDH e IDEB 402 . as Organizações Globo. além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina. e o de renda é de 0. sendo declarada decratada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade. Ipanema e Barra da Tijuca. estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007). a Biblioteca Nacional. como: Estádio do Maracanã. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior. A cidade é um dos grandes centros financeiros do país com o segundo maior PIB do país e o 30º maior do mundo. com os sigueintes pontos turísticos: Pão de Açúcar. isto é um importante centro econômico para o sistema econômico mundial. Dom Hélder Câmara.. a Bossa Nova e o samba. e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial. além de termos construções históricas e de referência mundial. responsável por 17% da produção científica nacional . sendo o principal destino turístico na américa latina e em todo hemisfério sul. descrito pelo inventário realizado em 2008 pela Universidade de Loughborough (GaWC). Rio de Janeiro – RJ 1.933 (muito elevado).Endereço: Av. o índice da longevidade é de 0. é de 0. sendo uma das principais rotas de turismo no mundo. a Quinta da Boa Vista.842. O Rio de Janeiro é um dos principais centro cultural do país. é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil. Teatro Municipal do Rio de Janeiro. localizado no bairro de Pilares.segundo dados de 2005. morro do Corcovado onde encontra se estátua do Cristo Redentor. conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. com praias lindissinmas como as dos dos bairros de: Copacabana.121. considerado "elevado" pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).840. Estádio Olímpico João Havelange. o carnaval carioca. Contexto histórico O polo Pilares. o réveillon de Copacabana. 2.

de classe média baixa. Seu IDH. segundo dados do IBGE. o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo . ficando apenas atrás do estado de São Paulo.000 EM 2007. EMBRATEL.e as empresas de telecomunicações: OI. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. Além de estar próximo ao bairro do Méier e de Madureira. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 95 680 944 15 923 2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 3.831. no ano 2000. NET. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11.52%). Esso. com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. é ainda atendido por um grande Shopping Center(Norte Shopping) que se localiza num bairro 403 . principalmente no aumento de turistas. o 68º melhor da cidade do Rio de Janeiro.38%). SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23. era de 0. TIM. ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. Chevron Texaco. 559. dentre as quais as maiores do Brasil (Shell.04). Ipiranga. O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. Inserção Regional do Polo Ead Pilares é um bairro na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. 354. foi de cerca de R$139. El Paso e Repsol YPF). Detém também o 30 maior PIB do planeta. No setor de petróleo. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. vocacionalmente mercantis. No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. CLARO.06) E PELO AGRONEGÓCIO (0.

João Ribeiro). Pilares faz parte da XIII Região administrativa (Méier) da cidade do Rio de Janeiro. Bairros integrantes da região administrativa são: Abolição. Engenho da Rainha e Tomás Coelho. São Francisco Xavier. também fica situado no bairro a escola de samba Difícil é o Nome. havia o entroncamento de três vias muito importantes para o escoamento das mercadorias vindas de Minas Gerais. onde hoje existe a Avenida Dom Hélder Câmara. Estrada da Praia de Inhaúma (hoje Rua Alvaro de Miranda) e Estrada Nova da Pavuna (Av. tendo um centro comercial movimentado junto ao Largo dos Pilares e Avenida João Ribeiro. com isso surgiu a associação chamada CCIP Centro Comercial e Industria de Pilares. Engenho de Dentro. Riachuelo. Encantado. Esta estrada era um novo caminho para Pavuna. O bairro faz divisa com Inhaúma. Ainda hoje há marcos: na rua Otacílio Nunes há o Estabulo Santa Cecilia. que ia até o porto da Pavuna. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0. Engenho Novo. enquanto a Estrada Velha da Pavuna seguia mais perto da linha dos portos. Engenho de Dentro. Pilares. Sampaio. Pilares também tem uma estação de trem que vai de Belford Roxo a Central (centro) e diversas linhas de ônibus. Todos os Santos. de renda (IDH-R) 0. Piedade. Um dos pontos atrativos do bairro é a escola de samba Caprichosos de Pilares. Piedade. Cachambi. Na década de 50 o bairro tinha um forte comércio.932.próximo.831. com um alto índice de 404 . Rocha. que hoje se tornou um clube. A Pilares é um dos bairros que vem crescendo no Rio de Janeiro e onde vive-se um grande crescimento principalmente nos aspecto imobiliário apresentando um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0.[5] A história do bairro surgiu na época do da família real no Brasil. O Largo dos Pilares era uma das paradas do caminho real de Santa Cruz. de São Paulo e do interior da cidade (como Jacarepaguá): eram a Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara). e uma variedade razoável de segmentos comerciais. Méier.antiga Avenida Suburbana.769. Existiam grandes indústrias e um grande comércio no lugar. Jacaré. Os pilares eram para amarrar os cavalos. situada peculiarmente sob o viaduto Cristóvão Colombo. a fim deles beberem água da referida fonte. Lins de Vasconcelos. trazendo para lá pessoas de outras regiões da cidade. No Largo de Pilares. mas ia pelo interior. Água Santa. onde no seu largo havia pequenos pilares em volta de uma fonte de água. Abolição. como ainda é hoje denominado.

Sistema de Informação e Serviço Social e. Os diversos cursos que são oferecidos. Gestão Hospitalar. 405 . verificasse a inserção de novos cursos. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 389. atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente e. O Polo EAD está localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro . em homenagem ao então Rei de Portugal. Gestão em Marketing. Gestão de Recursos Humano. Contexto histórico O polo Presidente Vargas está situado no Centro do município do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. Letras.793 com uma probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72. investe na infraestrutura. aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias. iluminação. Sebastião. Ciências Contábeis. Gestão Ambiental. os cursos Superiores de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O Polo EaD da Estácio. Estes recursos mais o espaço do Polo para ajudar os alunos nas tutorias. tais como: biblioteca. contribuir para que os alunos possam ter o conhecimento e ao mesmo tempo a capacidade de transformá-lo. Presidente Vargas. Logística. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá.RIO DE JANEIRO (Presidente Vargas) Endereço: Av. Centro. Gestão Financeira.RJ 1. O próprio corpo docente. Processos Gerenciais e Gestão Pública. neste caso. D. POLO: 431 . Pedagogia. História. Gestão Comercial. cidade situada na região sudeste do Brasil.55 anos de idade. aparelhos de mídia. tais como: os cursos da Graduação: Administração.longevidade (IDH-L) de 0. pinturas. Por isso é que o polo Norte Shopping. os atendimentos passam a ser um somatório para o resultado final que é a inserção desse aluno no mercado de trabalho. que já foi a capital do País. a fim que os objetivos pretendidos pelo aluno sejam atendidos. etc.81 (trezentos e oitenta e nove reais e oitenta e um centavos). com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro. Gestão em TI.

2. tais como: os diversos monumentos arquitetônicos. como também o Oceano Atlântico (leste e sul). pelo seu centro histórico e pelo futebol. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen. Carioca é o gentílico da cidade do Rio. assim como a famoso monumento do cristo redentor. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais. seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste.06) E PELO AGRONEGÓCIO (0. segundo dados do IBGE.Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11. foi de cerca de R$139. Detém também o 30 maior PIB do planeta. após São Paulo. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial. os de origem Afros.52%). bem como.054 km2.04). 406 . atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil. literalmente “rio”). ficando apenas atrás do estado de São Paulo. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial. 559. 354. ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste). A região em indicadores IDH e IDEB O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país.000 EM 2007. Ocupa uma área de 43 696. Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste). com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas.38%). Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade. e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas.

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 95 680 944 15 923 2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 O Polo Presidente Vargas.800. EM 0. O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. Esso. principalmente no aumento de turistas. 407 . O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1. SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0. NET. com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.583 de habitantes. Médio. e 0.993.e as empresas de telecomunicações: OI. Censo 2010. No setor de petróleo. de 0.799. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. TIM.800 CONSIDERADO ALTO). CLARO. Chevron Texaco. cuja população está estimada em. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. dentre as quais as maiores do Brasil (Shell. Ipiranga.500 a 0.499. segundo dados do. El Paso e Repsol YPF).No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. EMBRATEL. 15. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0. quando maior ou igual a 0.842. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. aproximadamente. funciona no Centro da cidade do Rio de Janeiro. alto. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. É calculado com base na: renda familiar per capita. o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo .

O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino.6 nos anos iniciais e 4. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição. Inserção regional do Polo EAD O polo Presidente Vargas está inserido no Centro que é um bairro da Região Central da cidade do Rio de Janeiro.4 5. Abriga o coração financeiro da cidade. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro.9 6.4 4.IDH serve.4 4.3 Janeiro 4. Quadro 1: IDEBs observados em 2005.é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas.0 nos anos finais com mais 3.6 no Ensino Médio. ocupava a 16ª posição.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado 3ª série EM Metas Projetadas Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Rio de 4.INEP .7 5.1 4. De acordo com essa nota.1 6.4 IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica .0. 3. MEC . sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6.7 5. 408 . ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos.1 5. no ensino médio até o ano de 2009.6 5.

tais como: os cursos da Graduação : Administração. o Centro vem passando por flagrante e rápido processo de valorização e revitalização. no Morro Cara de Cão. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD . Gestão em Marketing. passou a receber crescentes investimentos por parte de empreendedores do mercado imobiliário. O efervescer cultural e social da noite do Centro. Suas áreas residenciais são. iluminação. Gestão Financeira. Logística. Preterido em favor da Zona Sul da cidade durante a maior parte do século XX. os cursos Superior de Tecnológica: Gestão Processos Gerências.O bairro também é eminentemente comercial. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. O Polo. Contexto histórico 409 . passando a ocupar todo o atual Centro. Pedagogia. RH. Ciências Contábeis. bem como à construção de novos edifícios. Gestão Hospitalar. tais como biblioteca. que oferecia melhores condições de expansão. Possui desde prédios históricos até modernos arranha-céus. passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho. Gestão Comercial e Gestão Pública. atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.QUEIMADOS Endereço: Rua Professor Sampaio. principalmente. Gestão em TI. Desde o final do século XX. aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias. investe na infraestrutura.Estes investimentos no Polo. deu um grande impulso à região. Gestão Ambiental. O Polo Ead Presidente Vargas da UNESA. Tem assistido a um grande número de obras de restauração e de modernização de velhos edifícios. Camarim. no Bairro de Fátima e no Castelo. Letras E História e. com o advento do polo cultural da Lapa. Os diversos cursos que são oferecidos. apesar de possuir residências. A história documentada do bairro começou em 1567. quando os 120 portugueses que haviam fundado a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro dois anos antes. POLO: 1969 . A partir desse morro. a cidade se expandiu nos séculos seguintes. aparelhos de mídia. Queimados – RJ 1. Marketing. se transferiram para o Morro do Castelo. etc. pinturas.

Queimados tinha uma população de 137. Queimados elevou-se à condição de distrito por duas vezes. em 1947. são: bordado. Sua taxa de urbanização corresponde a 100. 8 agências bancárias e 1 estabelecimento hoteleiro .Queimados emancipou-se na década de 90 do município de Nova Iguaçu que. O município tem um número total de 33. pois em 1919 retornou a Marapicu.352 domicílios.337 eleitores. Índice de Desenvolvimento Humano . o que não durou muito. caso de Duque de Caxias (que englobava São João de Meriti) em 1943. contra 2.962 habitantes. na Região Metropolitana.37% ao ano. quando a Lei 2008 a transferiu para o atual Município. As principais atividades artesanais desenvolvidas no município. sempre esteve sob a influência direta da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Região Metropolitana.17% na região e 1. trabalhos com material reciclável e com madeira. de Nilópolis. É calculado com base na: renda familiar per capita.5%. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. A densidade demográfica era de 1. levando em consideração as de maior quantidade produzida.IDH do Município de Queimados. durante o seu processo de formação. após consulta plebiscitária.0% da população. Queimados possui 2 agências de correios. Queimados tem um contingente de 80. no período de 1991 a 2000. Cinco anos mais tarde. de 2. De acordo com o censo de 2010. tal taxa corresponde a 99. em 2000. Quanto aos equipamentos culturais. com uma proporção de 95. mas dispõe de 1 teatro e 2 bibliotecas públicas. o município não tem cinema e museu. O município apresentou uma taxa média geométrica de crescimento. 410 . e Mesquita. Até 1911 a sede do distrito era Marapicu.º 1. estabeleceu-se definitivamente na atual sede do Município. de 11 de dezembro de 1990. O território de Nova Iguaçu foi sucessivamente desmembrado para formação de novos municípios. Belford Roxo e Queimados nas décadas de 80 e 90.380 habitantes por km2 de sua região. Com o advento da Lei n. A região em indicadores – IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. Queimados ganha emancipação.364. correspondentes a 62% do total da população.275 pessoas. enquanto que. Sua população estimada em 2007 é de 130. (IBGE 2010l) 2.30% no Estado.2 homens para cada 100 mulheres.663 habitantes por km2. e é instado em 1º de janeiro de 1993. contra 1.

6% da área da Região Metropolitana. Distâncias do Município de Queimados aos demais municípios da Região Metropolitana.7 quilômetros quadrados. ocupando a 73ª posição no critério do IDH estadual. São Gonçalo. Magé.O município de Queimados está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano. sendo a Via Dutra seu principal acesso. Niterói. em Japeri. Belford Roxo. Mesquita. que também abrange os municípios de Rio de Janeiro. Duque de Caxias. correspondentes a 1. São João de Meriti. que também sai da mesma BR-116. ocupando uma área total de 76. dada sua proximidade à cidade do Rio de Janeiro. Seropédica e Tanguá. Infraestrutura do Município de Queimados. Nilópolis. passa pelo território municipal em direção à localidade de Engenheiro Pedreira. Queimados pertence à Região Metropolitana. 411 . Japeri. Guapimirim. O município tem um único distrito-sede. enquanto a RJ093. Queimados está integrado ao sistema viário e ferroviário da capital do Estado. Nova Iguaçu. Paracambi. Itaboraí.

as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. Atualmente Queimados vive uma ótima fase de desenvolvimento. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. visando ampliar seu papel no ensino superior. 412 .O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada. no local. 3. político. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. crítico e um agente transformado. instaladas e em fase de instalação. Nessa direção. que assim como o ensino presencial. Inserção regional do polo EAD O polo Queimados funciona dentro das instalações do Campus Queimados da Universidade Estácio de Sá. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro. a instituição dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento. mais de 30 empresas. O Distrito Industrial de Queimados tem ao todo. objetiva formar um ser social. de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local.

RJ 1. Contexto Histórico. D.868. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá.A7.78 hab/km2. sendo declarada recentemente e decretada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade.org/wiki/Rio_de_Janeiro_%28cidade%29#Composi.C3. sendo uma das principais rotas de turismo no mundo.4% da população do Brasil (14. Num país das dimensões do Brasil. Situa-se na porção leste da região Sudeste. É a maior rota de turismo internacional do País57. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. morro 56 57 http://www. e com o Oceano Atlântico a leste e sul.348 habitantes). Espírito Santo a nordeste e São Paulo a sudoeste. O Rio de Janeiro é um dos principais centros culturais e artísticos do nosso País. Sebastião. com uma densidade demográfica de 4. tendo como limites os Estados de Minas Gerais ao norte e noroeste. Rio de Janeiro . Dessa forma.820.wikipedia. apesar de ser o 3º menor Estado concentra 8. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior. consequentemente é a segunda maior metrópole mais populosa de nosso País.Esse contexto de crescimento.com. Localizado no Estado do Rio de Janeiro.A3o_do_PIB 413 . com uma área total de 43. fomentando o desenvolvimento da região. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. em homenagem ao então Rei de Portugal. tendo a Cidade como capital e onde está inserido o nosso Polo R9 – Taquara. sendo o principal destino turístico na América Latina e em todo hemisfério sul. Taquara.054 km² 56 . a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. com os seguintes pontos turísticos: Pão de Açúcar. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.C3. conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. POLO: 1814 . que é uma das 27 Unidades Federativas do Brasil.821.RIO DE JANEIRO (TAQUARA) Endereço: Rua André Rocha.br/rj/index. com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro.citybrazil. figurando-se como o Estado com maior densidade demográfica. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço.php http://pt.

4 4. possuímos também uma das maiores Bibliotecas Internacionais.3 4. e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial. A região em indicadores – IDH e IDEB Índice de Desenvolvimento Humano . a Biblioteca Nacional.2 3.5 2.1 4.0 4.1 8ª série / 9º ano Ideb Observado Município RIO JANEIRO DE Metas Projetadas 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 2.5 2.IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ 0.1 5. como: Estádio Mário Filho (Maracanã).9 2.6 5. Teatro Municipal do Rio de Janeiro. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO .Resultados e Metas 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 RIO DE JANEIRO 4. com belas praias. Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão). ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH.do Corcovado onde se encontra estátua do Cristo Redentor.0 4.84 –ALTO IDH Instituto Pereira Passos – IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano.6 2.6 4.5 2.6 5.IDH da Região Administrativa Jacarepaguá. além de regiões de grande verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca.6 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam 414 .0 5. temos também a ilha de Paquetá. o réveillon de Copacabana. além de possuirmos construções históricas e de referência mundial. IDEB .3 5. a Bossa Nova e o samba. a Quinta da Boa Vista. o carnaval carioca. 2.8 3.8 5.9 6.5 4.1 4.

Curicica. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metaO Ciep Pablo Neruda. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. bem como sua vizinhança tranquila e seu belo relevo. estão presentes as Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá – oferece EAD.divulgados. onde foi erguida a sede da Fazenda da Taquara. em seu entorno. Pechincha. 3. Inserção Regional do Polo Taquara é um bairro de classe média da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro Localiza-se na região de Jacarepaguá e limita-se com o Tanque. objetiva formar um ser social. Isso se deve a presença do Parque Estadual da Pedra Branca. UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade Gama Filho). é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais. Praça Seca. Curicica. apresenta os bairros: Anil. crítico e um agente transformado. Jacarepaguá. Entre suas maiores qualidades. Nessa direção. Taquara e Vila Valqueire. O nome do bairro é originário de uma espécie de bambu utilizado para fabricar cestos. que assim como o ensino presencial. Tanque. *** Sem média na Prova Brasil 2011. cercado por montanhas. Cidade de Deus. Gardênia Azul. que se instalaram na região desde a época do império e por lá muitos deles implantaram os primeiros estabelecimentos comerciais do local. Cidade de Deus. está a pomposa área verde ao longo do bairro. Freguesia. que fica nos seus arredores. alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil. político. Pechincha. existente até hoje. Signorelli – oferece EAD. O bairro possui uma expressiva quantidade de imigrantes portugueses. em 1757. em Curicica. pulando de 6. teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB. Na região. na Taquara. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Jardim Sulacap. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. propriedade da família do Barão de Taquara. Já a Escola Roberto Burle Marx.3 este ano.7 para 8. FIJ (Faculdades Integradas de Jacarepaguá). O ensino a distância surge como uma importante modalidade. outrora existente em grande quantidade na região. Realengo e outras localidades de Jacarepaguá. 415 .

nº 83. Forma uma tríplice ligação entre as zonas norte. sendo a maior parte deles.RJ 1. o Querosene e o Complexo Paula Ramos. o uso da tecnologia da informação e da comunicação nos processos educacionais. Bairro Rio Comprido. registrando-se uma acentuada queda no índice de qualidade de vida do bairro. Estácio e Catumbi. Rio de Janeiro .O Estado do Rio de Janeiro. Alto da Boa Vista.000. a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Faz limite com os bairros de Santa Teresa. A região em indicadores-IDEB e IDD A Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Praça da Bandeira. Contexto Histórico O nome do bairro Rio Comprido se origina do rio central que o percorre e que nasce na Floresta da Tijuca. tal como considerada pelo IBGE.RIO DE JANEIRO (João Uchôa) Endereço: Rua Bispo. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. Com a abertura do Túnel Rebouças (1967) e a construção do Elevado Paulo de Frontin (1971). fortalecendo assim. constituindo o segundo maior polo de riqueza nacional. Concentra 68% da força econômica do estado e 7. ponto focal da contextualização do Polo EAD. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. ostenta um PIB de R$ 187. e desagua na Baía da Guanabara. Tijuca. sul e central. Paulo de Frontin transformou-se numa importante passagem entre as zonas norte e sul da cidade e os tradicionais moradores mudaram-se. distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos. O bairro do Rio Comprido marca o início da zona norte e o final da zona central da cidade. A Educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. Num país das dimensões do Brasil. fomentando o desenvolvimento da região. a Av.91% de todos os bens e serviços produzidos no país.374. POLO: 705998 . 2. 416 . atualmente cercado por comunidades como o Turano. destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. o Fogueteiro. é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. sendo um bairro de localização estratégica e privilegiada.116.

editoriais. siderúrgicas. esta participação no PIB sobe para 14.Levando-se em consideração a rede de influência urbana exercida pela metrópole (e que abrange 11.3% da população brasileira). No entanto. que vem adquirindo.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 29/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 417 . têxteis.0. gás-químicas.842. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0. matizes de um grande polo nacional de serviços e negócios O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. de bebidas. É calculado com base na: renda familiar per capita. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). cimenteiras e moveleiras. farmacêuticas.4%. 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. cada vez mais. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ocupando a 60ª posição no critério do IDH estadual. indústrias navais. segundo o estudo divulgado em outubro de 2008 pelo IBGE. Há muitos anos congrega o segundo maior polo industrial do Brasil. Quadro 1: IDEBs observados em 2005. contando com refinarias de petróleo. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO . gráficas. petroquímicas. metalúrgicas. as últimas décadas atestaram uma nítida transformação em seu perfil econômico. MEC . No tocante à educação.INEP .842 – Médio IDH IPEA.

o estado pulou da penúltima posição para o 15º lugar. de 0. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibe cultura desafiam o sistema educacional.4 3. crítico e um agente transformado.3 5. 3. Tal índice contribuiu para o crescimento na região na demanda pelo o ensino superior. objetiva formar um ser social. Inserção Regional do Polo EAD. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.3 5. parte integrante do Sistema de Colégios Militares do Brasil e também o CAP Colégio de Aplicação da UERJ.IDEB foi criado pelo INEP/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).9 4. o "Campus Rio Comprido" da UniCarioca e a escola Fundação Osório. Com isso.Ideb Observado Município 2005 RIO DE 4.6 5.6 5.849. *** Sem média na Prova Brasil 2011.2. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. No bairro somente a Universidade Estacio de Sá oferece ensino a distância.1 5. no ano 2000.4 em relação à edição de 2009. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e 418 . o 56º melhor da cidade do Rio de Janeiro. a nota do ensino médio público do Rio de Janeiro ficou em 3. No IDEB de 2011. que assim como o ensino presencial. O bairro do Rio Comprido apresentou um IDH. Nessa direção. No bairro do Rio Comprido encontra-se o Campus Rebouças da Universidade Estácio de Sá.3 JANEIRO Metas Projetadas 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 4.9 * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. um crescimento de 0.1 5. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica . político.

Sergipe. localizado no Nordeste.371 de habitantes (correspondente a aproximadamente 1. Têxtil. é o mais bem estruturado em termos econômicos e sociais da região. Nesse contexto de crescimento. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade.9% da região Nordeste). A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. Calçados e Confecções.970.9% ou 1.9 mil km2. dos quais 81.140. que significa ´papagaio´. Possui 75 municípios e uma população estimada de 1. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.67 hab/km2. Com um parque produtivo diversificado em que se destacam as cadeias produtivas de Alimentos e Bebidas. cana-de-açúcar e fruticultura irrigada) e o Turismo de eventos e de lazer. fomentando o desenvolvimento da região. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões da cidade. Agronegócios (com destaque para laranja. Aracaju-SE 1. camarão e ostras).aprendizagem. a partir de pesquisa realizada pela FGV. com 21. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. vaidosa e acima de tudo.380 pessoas residem na zona urbana.Dessa forma. A palavra é composta por dois elementos: "ará" . Aracaju significa "cajueiro dos papagaios". Num país das dimensões do Brasil. Aracaju possui uma densidade demográfica de 3. ousada. embora existam outras versões. Aracaju. dos biocombustíveis e da construção naval. Contexto histórico Esta interpretação tem grande vigência. Cidade caprichosa.614.Aracaju(SE) Endereço: Rua Urquisa Leal. e "acayú" . além da riqueza mineral que proporciona 419 . como as cadeias produtivas da aquicultura (peixe. Estado de menor extensão territorial da federação brasileira. Novos segmentos emergem na economia sergipana.1% da população brasileira e a 3.. Salgado Filho. é considerada pelo Ministério da Saúde como a capital brasileira da Qualidade de Vida. POLO 35036 . que significa ´fruto do cajueiro´.

800 têm desenvolvimento humano considerado alto. Se Sergipe fosse um país independente. com cerca de 570 mil habitantes (IBGE. que é de 0. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).883.830). Os dados estão na pesquisa Emprego.742. conferindo ao estado a 18ª posição no ranking nacional. que em 1991 era 0.623 para 0.720. e que apresenta a segunda maior renda per capita entre as capitais nordestinas. de 0. longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). O PIB per capita em 2009 foi de R$ 9 787. O Índice de Desenvolvimento Humano mede a qualidade de vida dos países utilizando como critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula). que é de 0. só perdendo para a Bahia (0. Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente. o IDH/educação. É o segundo melhor da região.uma importante produção de gás.827 em 2005. A riqueza gerada por sua base produtiva fez vicejar sua capital.6330. Países com IDH até 0. 2010).500 e 0. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Sergipe melhorou em 14 anos e passou de 0. jovem e dinâmica. O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). pulou para 0. 2.25.6% do PIB nacional. mas ficou bem abaixo da média nacional. O estudo foi divulgado esta semana.499 têm desenvolvimento humano considerado baixo. Está bem acima da média do Nordeste. Programa Nacional para o Desenvolvimento (PNUD) e Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal). realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).4% em 2009 e valor corrente estimado em R$ 19 767 milhões. Aracaju. seria considerado de médio desenvolvimento. O relatório da ONU mostrou que no componente educação o IDH avançou também bem acima da média da região.799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0. Em Sergipe.807. representando 0. Os países com índices entre 0. da ONU. 420 . O PIB do Estado de Sergipe apresentou crescimento em volume de 4. petróleo e fertilizantes. levando os dois Estados a serem os primeiros da região entre os nove nordestinos. empatando com o da Bahia.

Nele percebemos é crescente ao longo da apuração. sinalizando de forma clara e incisiva que esta é uma estratégia para o fomento de uma sociedade muito mais polida e apurada no teor do conhecimento. Inserção regional do Polo EAD Num país das dimensões do Brasil. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado no Estado de Sergipe está disposto no quadro abaixo.6 4. Portanto. apontam e fomentam que os ambientes virtuais se consolidam como grande oportunidade para socialização de informações e do conhecimento.0 2. e que aponta como propenso a atingir a meta estabelecida pelo MEC/INEP para o ano de 2021. a articulação e cooperação para interiorizar a oferta do Ensino Superior através de iniciativas baseadas na EAD. A educação a distância (EAD) apresenta-se então como é um importante instrumento deste aproveitamento. compreende-se que o ensino a distância surge como uma importante modalidade.8 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. O Estado de Sergipe. crítico e um agente transformado. político.0 2. elegeu com uma das diretrizes do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).8 3. 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o ARACAJU 2. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.7 3. a partir do seu poder executivo. 421 . *** Sem média na Prova Brasil 2011.8 3.2 3. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.No tocante à educação.6 4. objetiva formar um ser social. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Ademais. que assim como o ensino presencial.3 4. 3.0 3. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.0 4. e cabe as IES ampliar em larga escala. o dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura.

Graças a seu rápido desenvolvimento. não por falta de capacidade.Polo Florianópolis-SC Endereço: Rua Leoberto Leal. oriundos das ilhas de São Miguel e São Jorge. ora arvorado pelo expressivo número de procura pelos cursos. que chegou a ter no processo seletivo de 2008 mais de 48 mil inscritos.631 estudantes. O que demonstra grande preocupação é a escassez da vagas da instituição pública. POLO: 35061 . mas pela incompatibilidade de horário (premissa de tempo e lugar). Nesse contexto de crescimento. a localidade foi emancipada em 04 de maio de 1833. hoje Caldas da Imperatriz –. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. face ao seu reduzido valor e políticas municipais de incentivos fiscais. se comparado com Florianópolis.000 vagas. em 1756. Seu desenvolvimento acelerado dos últimos anos foi ajudado pela existência de grandes áreas de terras pouco valorizadas que puderam ser urbanizadas e adquiridas pela população de menor renda. outrora estarão às portas para ingresso no ensino superior. já densamente povoado. mais de 105. Importante centro de comércio. Foi colonizada por 180 casais de açorianos. atuando também nos setores secundários e terciários da economia. A oferta então do Curso Superior Tecnológico em Recursos Humanos e do Curso Superior Tecnológico Marketing na modalidade a distancia. sendo que destes mais de 25. Florianópolis – SC 1. nos Açores. No ano de 1845. quando recebeu a visita do Imperador Dom Pedro II e de Dona Thereza Cristina – que estavam a caminho de Caldas do Cubatão. São José. em Portugal.000 disputavam pouco mais de 4. São José já possuía 21. foi elevada à categoria de freguesia. consolidando com grande quantitativo de matrículas efetuadas.000 habitantes. vem atender uma demanda reprimida.Dados da Secretaria Estadual da Educação apontam que dos 653.000 (algo em torno de 16%) estão cursando o ensino médio. Contexto histórico São José foi a quarta localidade fundada em Santa Catarina. que chegaram em 19 de março de 1750. o município abandonou suas características de agricultura de subsistência para se integrar nas atividades econômicas típicas dos centros urbanos. cidade vizinha e Capital do Estado de Santa Catarina. No início do século XX. São José faz limite com 422 .

IDHM. cruza parte da cidade o trecho inicial da BR-282.797 0. em virtude de seu crescimento sócio demográfico e econômico. além do avanço de novas classes consumidoras. Minas Gerais (8.729 0.798 0. Educação. Em 2009. Esse grupo perdeu 0.1 ponto percentual de participação em relação a 2008 e 1.9%).803 0. São José deixou de ser considerada cidade dormitório da capital.96 São José (SC) 0.mede o nível de desenvolvimento humano a partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula). localiza-se o Shopping Center Itaguaçu. Rio Grande do Sul (6. parte da Rodovia Panamericana que liga os grandes centros de Rio de Janeiro e São Paulo.a porção continental de Florianópolis.5% do PIB). Apesar dos bons desempenhos fora do eixo Sul-Sudeste. Atraindo pessoas de toda parte e com origens culturais diferenciadas. Renda. a economia brasileira ainda é bastante concentrada.0%).2%).863 0.925 423 . sendo banhada pelas baías norte e sul. IDH IDHM. longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capta). oito estados representavam 78. Longevidade.771 0. onde está entroncada na BR-101. comercial e de prestação de serviços. são alguns dos fatores que influenciaram no avanço de participação dos demais estados ao longo dos sete anos observados na série 2002-2009.801 0.875 0. Bahia (4.824 0. os incentivos regionais. a maior mobilidade das plantas industriais. na qual recentemente construíram um aterro e é seccionada por uma rodovia de importância internacional: a BR-101.IDHMIDHMIDHMIDHMIDHM.9%). Em 2011. Às margens da BR-282.867 0.898 0.1%) e Santa Catarina (4. que dá acesso ao oeste do Estado.7%).9%). Além desta.839 0.IDHM.784 0. 2. Município Renda.6 ponto percentual desde 2002. Rio de Janeiro (10. Distrito Federal (4. Longevidade.849 0. O avanço da fronteira agrícola. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH . comprovando o excelente desempenho de São José. foi o 06° município em arrecadação de ICMS. para transformar-se num grande polo industrial.1% do PIB do Brasil: São Paulo (com participação de 33. Educação. 1991 2000 1991 2000 1991 2000 1991 2000 Florianópolis (SC) 0. Paraná (5.

** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é o produto dessa interação social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e preservação. IDEB Ideb Observado Metas Projetadas Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 SAO JOSE 4.9 6. intervém na realidade a partir de uma percepção do contexto que o encerra.6 5. Pressupõe-se.2 Ilustração 2: IDEBs observados em 2005. Na sua interação com outros sujeitos e com a realidade.4 4. Sob esse diapasão.Ilustração 1: Índice de Desenvolvimento Humano Fonte: http://www.8 5. produz e dissemina conhecimento. compreende-se a necessidade de promover a participação dos indivíduos como sujeitos da sociedade. econômico. uma dimensão ativa. que ocupa a 4ª melhor posição entre os municípios brasileiros e São José a 36ª. Inserção regional do Polo EAD O ser humano está inserido em um contexto social.1 5. cultural. *** Sem média na Prova Brasil 2011.org. 3. criadora e renovadora.aspx?indiceAccordion=1& li=li_Ranking2003 Entre os 50 municípios brasileiros de maior IDHM – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal encontram-se 16 municípios catarinenses.br/ Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. da cultura e da história. assim.inep.pnud. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000. 20011 e metas para a rede municipal do Município de São José Fonte: http://ideb. Dentre eles destaca-se Florianópolis.3 5. entende ser necessário provocar um papel ativo desse sujeito da/na educação.0 4. Para tal.4 4.0 4.8 4.8 4. colocando-as a serviço da sociedade.gov. a 424 . quando tomado como sujeito. político e histórico e. priorizando a autonomia.

Num país das dimensões do Brasil. nos últimos anos. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. que se estendem longitudinalmente do litoral ao Sertão. crítico e um agente transformador.problematização e a conscientização. Contexto histórico Recife. que invadiram e se estabeleceram na cidade. então. distribuídos em 184 municípios. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. concretizando epistemologicamente o que se entende por educação. e o território de Fernando de Noronha. Conhecida como a Veneza Brasileira. Dessa forma. Agreste e Sertão. vem apresentando taxas médias de crescimento superiores à média nacional.RECIFE Endereço: Av. agrupados em três mesoregiões – Zona da Mata. a Centro-Oeste da Região Nordeste do Brasil na foz dos Rios Capibaribe e Beberibe. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. a prosperidade da exportação do açúcar acelerou as atividades portuárias e desenvolveu uma povoação. político. fazendo com que um grande fluxo migratório chegasse a Recife. numa localização privilegiada. que assim como o ensino presencial. Engenheiro Abdias de Carvalho. De acordo com os dados da CONDEPE/FIDEM (Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco) o PIB do Estado em 2011 foi 8.7 milhões. fomentando o desenvolvimento da região. São 8.7 milhões de habitantes e PIB de 87 bilhões. POLO: 35033. Esse 425 . O ensino à distância surge como uma importante modalidade. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. 1678 – Madalena. Esta prosperidade atraiu os holandeses. a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. fundada em 1537. Segundo dados do IBGE (2010) o Estado conta com um pouco mais de 98 mil km² de área. Recife – PE 1. a implantação de indústrias. objetiva formar um ser social. No fim do século XIX Recife já era um empório comercial e inicia-se. Pernambuco.

de modo a revelar as desigualdades existentes entre as cidades da mesma aglomeração urbana. verificase que a maior parte das cidades da Região Metropolitana do Recife.797 México Olinda 0. embora permaneça com um padrão mais elevado do que a média do Estado.792 Cuba Jaboatão dos Guararapes 0.777 Bulgária Camaragibe 0. capital humano de alta qualidade técnica e uma política de atração de investimentos focada no desenvolvimento das vocações econômicas. o quanto a Região Metropolitana do Recife abriga. É composto de três dimensões: renda (em que o indicador usado é a renda domiciliar per capita). avançou menos do que Pernambuco no IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). equivalentes ao de Gabão (Araçoiaba) e Mongólia (Ipojuca). Tabela 1 – IDHs observados entre os anos de 1991 e 2000 na Região Metropolitana de Recife em ordem decrescente. conforme dados apresentados na Tabela 1.747 Peru 426 . tendo Recife na segunda posição do ranking. 2. De acordo com os dados do Atlas de Desenvolvimento Humano no Recife 2003. numa outra ponta. O estudo compara ainda. numa área de 2. educação (em que são usados dois indicadores: taxa de frequência escolar e alfabetização) e longevidade (medida por meio da esperança de vida ao nascer). Local IDH – M em 2000 País equivalente Paulista 0. O IDH do município de Recife aqui apresentado considera a comparação entre os Índices de Desenvolvimento Humano do Recife e de outros municípios e demais municípios da Região Metropolitana. padrões de desenvolvimento humano similares aos do México (Recife) e da Letônia (Paulista) e. A região em indicadores – IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. incluindo as mais populosas.799 Letônia Recife 0.766 quilômetros quadrados.crescimento decorre de uma combinação de fatores – como a localização estratégica.

Recife.719 Irã Cabo de Santo Agostinho 0.658 Mongólia Araçoiaba 0. caracteriza-se uma aglomeração e diferenciação entre os municípios com maior diversidade social (Recife. o que não ocorre nos dois últimos.9 3.2 3. Ipojuca. Abreu e Lima).INEP .9 3. Nesses casos os valores de IDH são inferiores ao do Estado de Pernambuco. Tabela 2 – IDEBs observados nos anos de 2007.1 3.0 3.5 3.4 3.3 Fonte: MEC . Paulista. 427 .3 3.73 Equador Igarassu 0. Jaboatão dos Guararapes) e outros mais homogêneos (Camaragibe.6 4. FJP. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). O que pode ser justificado pelo fato de se tratar de áreas litorâneas. Olinda e Jaboatão dos Guararapes). que integram a área de influências das Instituições de Ensino localizadas no município de Recife.8 2. Segundo os dados apresentados na Tabela 1. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2003.707 Guiana Itapissuma 0. IPEA.6 4.743 Maldivas Abreu e Lima 0.637 Gabão Fonte: PNUD. conquanto em Camaragibe e Abreu e Lima os valores sejam inferiores. cujos IDHs são superiores ao do Brasil.2 3ª série EM 3.695 África do Sul Moreno 0. Nessa direção. É importante destacar também quatro municípios: Araçoiaba.Pernambuco.3 3.5 2. destacam-se os quatro primeiros municípios no ranking (Paulista. 2009 e 20011 e metas para a rede municipal do Município de Recife .0 8ª série/ 9º ano 2.707 Guiana São Lourenço da Mata 0.693 Síria Ipojuca 0. Moreno e Itapissuma.3 3.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012.Itamaracá 0. Olinda. Série/ano Índices observados Metas projetadas 2007 2009 2011 2007 2009 2011 4ª série/ 5º ano 3. com significativa concentração de famílias de média e alta renda.1 4.

O ensino a distância surge como uma importante modalidade. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. 3. que assim como o ensino presencial. Se considerada a área metropolitana. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica. esse número é de 55 instituições públicas e privadas. destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. o município de Recife apresentou em 2011 IDEBs maiores do que 2009. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Num país das dimensões do Brasil. O Estado de Pernambuco. que foram respectivamente 3.5. distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos.De acordo com os dados da Tabela 2. Todavia. Recife está abaixo da média do Nordeste e Brasil. 428 . oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. que se manteve 3. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. Nesse contexto de crescimento. Dessa forma. objetiva formar um ser social. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. Esse cenário se traduz em desafio para a educação no Estado. situados no Complexo Industrial de Suape.5 e 3. que somam 43 IES só em no município de Recife. igual ao período anterior.7. se considerarmos o ensino médio. refletindo diretamente nas Instituições de Ensino Superior. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. fomentando o desenvolvimento da região. Nessa direção. sendo a maior parte deles. político. naval e automobilística. fortalecendo assim. com exceção no ensino da 8ª série/ 9º ano. crítico e um agente transformado. A maior evolução foi a do ensino fundamental. as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. ponto focal da contextualização do Polo EAD.

. no ano de 2000. região metropolitana do Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e oito) Municípios e ocupa uma extensão geográfica correspondente a 46. o Espírito Santo. 1. As cidades do 429 . Agrega uma população estimada (2010) de 3. registrando um montante de R$ 19.514. O número de crianças com menos de seis anos de idade é de 279. sendo o décimo quarto estado em população do Brasil.765 (PNUD).3% ao ano¹. atualmente esse índice está em 0.54% do território nacional e 1. Contexto histórico O polo Vila Velha da Universidade Estácio de Sá tem sede e foro na cidade de Vila Velha. Vila Velha .145.571 km.817 de IDH.869 para 2015.17 por habitante. renda per capita e nível de educação da população capixaba). A região em indicadores IDH e IDEB O estado apresentou.374.³ elevando o estado a uma categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade.633 habitantes.2 hab. segundo dados do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009".098. Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida.ES 1. estudo realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).802 (sendo o 7º melhor IDH entre os estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0. de acordo com o IBGE. o Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país. quinhentos e quatorze mil e novecentos e cinquenta e dois) habitantes. 2. um Índice de Desenvolvimento Humano de 0.POLO: 35063 . com uma densidade populacional de 76. enquanto a de idosos (com mais de 60 anos) representa 15% da população do estado. 0.83% da população do País. De acordo com IDH 2000 dois municípios da região metropolitana figuram com IDH entre os trezentos melhores do País.¹ Com 0.Polo Vila Velha Endereço: Rua Cabo Aylson Simões. Dentre a população urbana do Estado.952 (três milhões. A capital./km2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1.856 e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0. Centro.241 habitantes são economicamente ativos.

Inserção Regional do Polo EAD Os indicadores demonstram que o crescimento econômico tem impactado favoravelmente a qualidade de vida dos habitantes.3% das escolas com nível de excelência³. Estão concentradas nessa área. 87% dos empregos do setor serviço. Com o objetivo de atender às necessidades e novas exigências profissionais do mercado além de descentralização da economia.09% e exerce a função de centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. 3. 51% dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação². atingiu uma taxa de urbanização de 98. a necessidade de especialização de mão de obra no Estado. e descentralização econômica.8. Nesse cenário. Espirito Santo obteve crescimento de 02%. aproximadamente. sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011. onde concentram-se os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado. o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo apresenta um grau de especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana. a UNESA implementou o Ensino a Distância em 2010. Atualmente. e a expectativa da excelência desse indicador no estado. aos bancos do ensino superior. todas apresentam IDH abaixo de 0. Impulsionados pela missão institucional. aumento do número de jovens no ensino médio. figura com o menor IDH: 0. Agua doce do Norte. a região metropolitana. o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão igualitária de oportunidades. norte do Estado. o retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham.³ Considerando a importância da educação no IDH.interior do Estado. o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e médio no Espírito Santo. a migração da população da região do sul da Bahia e norte de Minas Gerais que somam-se aos jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação profissional na região metropolitana 430 . 41% da população. com 41% das escolas de ensino médio e fundamental adequadas e 10. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011. a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico.659. no entanto.

o ensino a distância vem integrar e facilitar a colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa região.HISTÓRIA LICENCIATURA PEDAGOGIA MATEMÁTICA SERVIÇO SOCIAL SISTEMAS INFORMAÇÃO DE TABELA II: Graduação Tecnológica Graduação Tecnológica ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS. Atualmente a UNESA oferece os seguintes cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente). o polo de Ensino a Distância da UNESA mostra relevância social. permitindo que a expansão econômica do estado possa significar divisão igualitária de renda e oportunidades para uma parte maior da população. LOGÍSTICA MARKETING GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO COMERCIAL GESTÃO FINANCEIRA PROCESSOS GERENCIAIS DESIGN GRAFICO. GESTÃO PÚBLICA GESTÃO TURISMO COMÉRICO EXTERIOR NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS DE GESTÃO HOSPITALAR 431 . uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo excluídos do processo educacional por diversidades geográficas.e a consideração da existência da enorme demanda reprimida desses jovens adultos que. políticas ou econômica. não conseguem se deslocar de seus domicílios para formação profissional. principalmente. por questões econômicas. ENGENHARIA DA PRODUÇÃO LETRAS INGLÊS. LICENCIATURA. TABELA I: Graduação EAD Graduação ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS LETRAS-PORTUGUES. além de atender a crescente demanda de formação continuada. Nesse contexto. Dessa forma.

O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído seguindo tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da qualificação da mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos produtivos do Espírito Santo: petróleo e gás. especialmente voltados para as realidades locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra especializada.GESTÃO AMBIENTAL COMÉRCIO EXTERIOR GESTÃO COMERCIAL REDES DE COMPUTADORES Convencidos de que o mercado de trabalho. logística. software. a UNESA.EAD. Considerando as indicações Conferência Mundial “Educação Superior no século XXI”. comércio exterior. prima pela formação de profissionais preparados para atender às novas demandas. mármore/granito. com o curso de Graduação em Engenharia da Produção.Graduação Latu Senso – 2012 MBA EM GESTÃO MBA EM DIREITO DA SAÚDE E ADMINISTRAÇÃO CONSTITUCIONAL ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA HOSPITALAR MBA EM DIREITO PENAL E MBA EM GESTÃO BIODIVERSIDADE E PROCESSO PENAL DE PESSOAS SUSTENTABILIDADE DOCÊNCIA DO MBA EM MBA EM FINANÇAS ENSINO SUPERIOR MARKETING MBA EM EDUCAÇÃO FÍSICA MBA EM PETRÓLEO GERENCIAMENTO ESCOLAR E ENERGIAS DE PROJETOS POLÍTICAS E GESTÃO EM SEGURANÇA PÚBLICA RESPONSABILIDADE CIVIL E DIREITO DO CONSUMIDOR COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS DIGITAIS Os cursos de graduação e superior de tecnológia oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e Sociais Aplicadas. Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD Pós. metal. no que tange ao Ensino a Distância . vem em busca de recursos humanos especializados. pesca e turismo. a qualidade e a pertinência. o que significa que 432 . ingressando em 2011-2 na área de conhecimento das Engenharias. propõe uma visão e ação na qual prevaleçam. onde “qualidade esta vinculada à pertinência. muito mais exigente. em relação ao ensino superior.mecânico. fruticultura. a UNESA. moveleiro.

098. Contexto histórico O Polo de Vitoria está localizado no Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e oito) Municípios e ocupa uma extensão geográfica correspondente a 46.2 hab. o Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país. se sua ação não serve para colaborar com a solução dos problemas na sociedade”.³ elevando o estado a uma categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade. Vitória . registrando um montante de R$ 19. de acordo com o IBGE. o Espírito Santo.514.869 para 2015. estudo realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). o polo EAD de Vila Velha é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional e alavancar a formação de recursos que suportem a expansão econômica da região garantindo oportunidade para todos.ES 1. A região em indicadores IDH e IDEB O estado apresentou.² 2. quinhentos e quatorze mil e novecentos e cinquenta e dois) habitantes. Jardim Camburi. um Índice de Desenvolvimento Humano de 0. POLO 35062 – Vitória Endereço: Rua Herwan Modenesi Wanderlei. Nesse contexto o ensino a distância./km2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1. segundo dados do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009".952 (três milhões.765 (PNUD). 433 .83% da população do País.145. segundo os participantes da conferência. Dessa forma. Com 0. atualmente esse índice está em 0. renda per capita e nível de educação da população capixaba). como opção para capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra a maior parte de Instituições de Ensino Superior na Capital e em Vila Velha.17 por habitante. Agrega uma população estimada (2010) de 3.não há educação superior de qualidade.3% ao ano¹.54% do território nacional e 1. com uma densidade populacional de 76. sendo o décimo quarto estado em população do Brasil. no ano de 2000.571 km .802 (sendo o 7º melhor IDH entre os estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0. desfavorecendo o interior.

o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão igualitária de oportunidades. a migração da população da região do sul da Bahia e norte de Minas Gerais que somam-se aos 434 . 41% da população. sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011. o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e médio no Espírito Santo. O crescimento econômico tem impactado favoravelmente a qualidade de vida dos habitantes. Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida. 3.856 e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0. no entanto. e a expectativa da excelência desse indicador no estado. Atualmente. Agua doce do Norte. com 41% das escolas de ensino médio e fundamental adequadas e 10. aumento do número de jovens no ensino médio. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011.659. onde concentram. Com vistas às necessidades e novas exigências profissionais do mercado e a descentralização a Universidade Estácio de Sá implementou o Ensino a Distância em 2010.se os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado. Inserção Regional do Polo EAD. a necessidade de especialização de mão de obra no Estado. a 'Grande Vitória'. 51% dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação². norte do Estado. o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo apresenta um grau de especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana de Vitória. a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico.³ Considerando a importância da educação no IDH. aos bancos do ensino superior. atingiu uma taxa de urbanização de 98. todas apresentam IDH abaixo de 0. e descentralização. o retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham.09% e exerce a função de centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. Impulsionados pela missão institucional. 87% dos empregos do setor serviço. As cidades do interior do Estado.3% das escolas com nível de excelência³.De acordo com IDH 2000 dois municípios da Região Metropolitana de Vitória figuram com IDH entre os trezentos melhores do País. Espirito Santo obteve crescimento de 02%. aproximadamente. Nesse cenário. Estão concentradas nessa Área Metropolitana.817 de IDH. 0.8. figura com o menor IDH: 0.

TABELA I: Graduação EAD . principalmente. o polo de Ensino a Distância da UNESA mostra relevância social./Inglês Jornalismo Pedagogia de Engenharia de Matemática Produção Pub. uma vez que não conseguem se locomover de seus domicílios para conclusão dos estudos. permitindo que a expansão econômica do Estado possa significar divisão igualitária de renda e oportunidades para uma parte maior da população. uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo excluídos do processo educacional superior por morarem longe das universidades ou por indisponibilidade de tempo nos horários tradicionais de aula. o ensino a distância vem integrar e facilitar a colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa região. não conseguem se deslocar de seus domicílios para formação profissional. Nesse contexto. por questões econômicas.jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação profissional na região metropolitana de Vitória e a consideração da existência da enorme demanda reprimida desses jovens adultos que. E Propaganda TABELA II: Graduação Tecnológica .FESV -2011 Graduação Tecnológica Gestão da Processos Tecnologia da Gerenciais Informação Gestão Hospitalar Gestão Comercial Análise e Design Gráfico Desenvolvimento de Sistemas Gestão Pública Gestão Financeira Gestão de Recursos Logística Humanos Comércio Exterior Gestão Ambiental Gestão e Turismo Marketing 435 . Dessa forma. Atualmente o Polo Vitória oferece os seguintes cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente).FESV -2011 Graduação EAD oferecidos no Polo de Vitória Administração Serviço Social Ciências Contábeis Sistemas Informação Letras Licenciatura História Port.

logística.Graduação Latu Senso – 2012 MBA EM GESTÃO MBA EM DIREITO DA SAÚDE E ADMINISTRAÇÃO CONSTITUCIONAL ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA HOSPITALAR MBA EM DIREITO PENAL E MBA EM GESTÃO BIODIVERSIDADE E PROCESSO PENAL DE PESSOAS SUSTENTABILIDADE DOCÊNCIA DO MBA EM MBA EM FINANÇAS ENSINO SUPERIOR MARKETING MBA EM EDUCAÇÃO FÍSICA MBA EM PETRÓLEO GERENCIAMENTO ESCOLAR E ENERGIAS DE PROJETOS POLÍTICAS E GESTÃO EM SEGURANÇA PÚBLICA RESPONSABILIDADE CIVIL E DIREITO DO CONSUMIDOR COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS DIGITAIS Os cursos de graduação e graduação tecnológica oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e Sociais Aplicadas. propõe uma visão e ação na qual prevaleçam. O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído seguindo tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da qualificação da mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos produtivos do Espírito Santo: petróleo e gás. vem em busca de recursos humanos especializados. software. Nesse contexto o ensino a distância.Convencidos de que o mercado de trabalho. fruticultura. mármore/granito. como opção para capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra a maior parte de Instituições de Ensino 436 . metal-mecânico. a UNESA. pesca e turismo. Considerando as indicações Conferência Mundial “Educação Superior no século XXI”. segundo os participantes da conferência.EAD. no que tange ao Ensino a Distância . ingressando em 2011-2 na área de conhecimento das Engenharias ofertando o curso de Graduação em Engenharia da Produção. a Faculdade Estácio de Sá de Vitória. Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD Pós. o que significa que não há educação superior de qualidade. moveleiro. se sua ação não serve para colaborar com a solução dos problemas na sociedade”. especialmente voltados para as realidades locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra especializada. onde “qualidade esta vinculada à pertinência. comércio exterior. em relação ao ensino superior. a qualidade e a pertinência. prima pela formação de profissionais preparados para atender às novas demandas. muito mais exigente.

O desenvolvimento do lugar foi rápido. trouxeram-se as primeiras mudas de café. grandes indústrias têm se instalado em Resende. no município e proximidades. o que fez com que. general José Luís de Castro. Em 1770. na ocasião. Em 1848. Dessa forma. têm se instalado. grandes montadoras de 437 . depois. O ciclo do café teve ali o seu início e viria a se tornar a base da economia do município. no passado. com o tempo. Em 1943. já possuía fábricas de anil. Fontes históricas afirmam que. o polo EAD de Vitória é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional e alavancar a formação de recursos que suportem a expansão econômica da região garantindo oportunidade para todos. o município elevou seu status de vila a cidade. além da proximidade com a capitania de Minas Gerais. entretanto. Resende – RJ 1. ocupando todo o Vale do Paraíba Fluminense. Rapidamente. a Academia Militar das Agulhas Negras.Superior na Capital e região metropolitana. o bandeirante Simão da Cunha Gago recebeu licença para sua expedição. o maior centro produtor do Vale do Paraíba e polo irradiador de onde as plantações se expandiram para São Paulo e Minas Gerais e. a instituição militar que forma oficiais para o Exército Brasileiro. devido a fatores como estar a meio caminho entre Rio de Janeiro e São Paulo. houve a crise do café. por ato do 13º vice-rei e segundo conde de Resende. para o Paraná e o Espírito Santo. açúcar e plantações variadas. Em 1744. Jardim Brasília. em 1810. Desde o início do século XX. No dia 29 de setembro de 1801. nos anos seguintes. com o nome de "Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre da Paraíba Nova". A partir da década de 1990.Resende Endereço: Rua Zenaide Vilela. toda a área de Resende se encontrava coberta por cafezais. era muito mais extenso. POLO: 444 . sendo. as fazendas diversificassem a sua produção. que chegou à terra batizada. que o território de Resende. no município. foi instalada a vila de Resende. O município cresceu em torno da cultura do café. que a chamavam Timburibá. Contexto histórico Resende era habitada originalmente por índios Puris. instalou-se. É bom lembrar. desfavorecendo o interior. que teve seu plantio incentivado no local. Por volta de 1850.

244. É calculado com base na: renda familiar per capita. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Resende no quadro abaixo.automóveis. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.59 hab. Abaixo uma relação dos indicadores do Município: Indicadores IDH 0.969.2010 Densidade 107.502. Censo IBGE .809 (RJ: 5º) – elevado PNUD/2000 PIB R$ 4. No tocante à educação. 2.71 IBGE/2008 mil (RJ: 13º) – Características geográficas Área 1 113.507 km² [3] População 119 801 hab. Todos esses fatores tornaram o município um dos mais importantes do estado do Rio de Janeiro. 438 ./km² Altitude 407 m Clima tropical de altitude Cwa Fuso horário UTC−3 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).290 IBGE/2008] PIB per capita R$ 35. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

São José do Barreiro (SP). 439 . Quatis. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Associação Educacional Dom Bosco (AEDB).2 5.1 4.3 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. *** Sem média na Prova Brasil 2011. Resende é uma das cidades de maior crescimento no estado do Rio de Janeiro.1 4. A principal delas é a sua localização e sua infraestrutura que.4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o RESENDE 4. Bananal (SP). Porto Real. Bocaina de Minas (MG). Com sua alta renda per capita.5 5.6 5. Passa Quatro (MG).8 6. Queluz (SP). Devido a sua localização privilegiada e excelente infraestrutura. A região tem no seu entorno os municípios.5 5. onde somente a Universidade Estácio de Sá fornece cursos “on line”. Resende é hoje um município com vocação industrial que atrai a atenção de investidores e empresas de diversas partes do Brasil e do mundo pelas possibilidades que oferece. O produto interno bruto de Resende é o segundo maior da região Sul-Fluminense e está entre os dez maiores do estado.0 6. Inserção regional do Polo EAD Considerada uma das cidades que mais cresce no Estado do Rio. Itatiaia. aliadas à qualidade de vida dos moradores. Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Barra Mansa. Resende é apontada como a terceira melhor cidade fluminense. 3. transformam Resende num município diferenciado – um município cujo maior patrimônio é o seu povo. Itamonte (MG). ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Itanhandu (MG) e Passa-Vinte (MG). Arapeí (SP). o município atrai investidores e empresas de diversas partes do Brasil e do mundo. longa expectativa de vida e alto nível de infraestrutura.2 4.Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá. Areias (SP).2 4. segundo o índice FIRJAN de desenvolvimento.0 5.

indústria de especialidades químicas.Indústrias Nucleares do Brasil. Resende possui uma rede comercial forte. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. diversificada e em expansão. Resende é a sede regional do Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) no Sul Fluminense. rios cristalinos. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. Na cidade existem ainda dois grandes shopping centers. emissora afiliada à Rede Globo e que atinge o oeste do estado do Rio de Janeiro. A região das Agulhas Negras conta com cerca de 345 hotéis e 4 000 acomodações.Novartis. Através de investimentos em novas tecnologias e de melhoria do rebanho. Resende é a capital da Região das Agulhas Negras. fábrica de bebidas alcoólicas (terceira maior companhia de bebidas do mundo). está localizada a sede da TV Rio Sul. Dessa forma. da plataforma em V. 440 . única indústria de enriquecimento de urânio do país. Fábrica de Combustível Nuclear.Furnas Centrais Elétricas. fauna e flora.Em Resende. Resende abriga importantes unidades fabris de grande porte. A região é conhecida nacionalmente e internacionalmente pelos seus relevos montanhosos.Clariant. Com um amplo parque industrial em franco desenvolvimento.Grupo Votorantim. que é considerada uma das mais belas do Brasil. A região é o segundo polo turístico mais visitado do estado do Rio de Janeiro.[carece de fontes?] com lojas de grandes redes varejistas instaladas nos dois principais centros comerciais e financeiros da cidade: Bairro Campos Elíseos e a Avenida Coronel Adalberto Mendes. perdendo apenas para a capital. indústria farmacêuticaNissan. usina siderúrgica (é a maior do grupo no Brasil). As principais indústrias são: Maschinenfabrik Augsburg-Nürnberg. a pecuária tornou-se uma importante fonte de renda para Resende. Montadora exclusiva dos automóveis Nissan. cuja área total é de 23 000 000 de metros quadrados. com destaque para os setores metal-mecânico e químico-farmacêutico. Usina Hidrelétrica do Funil (216MW). Seu trabalho é de grande importância para o desenvolvimento de toda a região.Pernod Ricard. Nesse contexto de crescimento. maior fábrica de caminhões e ônibus do Brasil. que é um dos maiores produtores de leite do estado. cachoeiras.

RJ 1. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. O Polo Resende da UNESA. etc. Num país das dimensões do Brasil. sua densidade líquida é a segunda menor entre as 12 regiões do Rio.Campo Grande. investe na infraestrutura. tais como biblioteca. O bairro possui cerca de 328. passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho.A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD . A região juntamente com Guaratiba representa a última grande fronteira para uma expansão de acordo 441 . iluminação. Sua ocupação remonta a 17 de novembro de 1603. atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. 555 . seus grandes espaços livres ainda não ocupados. aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias. A Região Campo Grande tem o maior contingente populacional da cidade. O Polo. aparelhos de mídia. Os diversos cursos que são oferecidos. É um bairro da Zona Oeste que fica a 45 km do centro da cidade. mas por ser a maior em área territorial. sendo considerado o mais populoso do município do Rio de Janeiro. devendo-se sobretudo aos inúmeros trabalhos jesuíticos na região. o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. pinturas.370 habitantes de acordo com o Censo 2010. Suas áreas verdes.RIO DE JANEIRO (CAMPO GRANDE) Endereço: Estrada do Medanha. Contexto histórico O Campus West Shopping fica situado no bairro de Campo Grande. constituem suas maiores atrações. capital do Estado do Rio de Janeiro. POLO: 1938 .Estes investimentos no Polo. de classe média alta com porções de classe média. na cidade do Rio de Janeiro. e sua região central é uma das mais valorizadas da zona oeste. tais como: os cursos de Graduação e os cursos Superior de Tecnológica visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. fomentando o desenvolvimento da região. Rio de Janeiro .

onde recentemente participaram do 5º CISME (Jogos Mundiais Militares).suficiente. O IDH-L (Longevidade) é de 0. superada somente pela Barra da Tijuca. exercendo atração sobre outras regiões. Na região está instalada uma base do corpo de fuzileiros navais (Batalhão Toneleiro) e o CIAMPA . Além do movimentado e popular Calçadão de Campo Grande. O maior crescimento populacional ocorreu na segunda metade da década: 14%. devido às potencialidades econômicas e culturais que o ambiente natural lhe proporciona desde os primórdios da sua ocupação.superando os bairros de Jacarepaguá.747. e em compras.931 e IDH-R (Renda) com índice de 0. Campo Grande possui uma economia bastante diversa. 2. A Região apresenta grande potencial para o desenvolvimento de polos de gastronomia e turismo.e para o crescimento harmonioso. Os dados sócio demográficos indicam que a região cresceu à acentuada taxa de 22% na década de 1990. Extra. uma zona industrial importante para a cidade e um comércio que tem experimentado crescimento significativo nos últimos anos. a segunda maior taxa de crescimento da cidade. A região em indicadores IDH e IDEB O bairro ocupa a 82ª posição (dados 2000) dentre os bairros da cidade em relação ao índice de desenvolvimento humano com índice de 0. lazer e serviços 442 .abrigando delegações. com áreas rurais. ou 126 096 novos moradores. É a região que tem o maior contingente populacional da cidade. 2°. O bairro ocupou em 2010 o primeiro lugar em número de lançamentos residenciais no município do Rio de Janeiro . IDH-E (Educação) é de 0. Carrefour.751.com suas vocações específicas . O bairro de Campo Grande possui um dos melhores índices da zona oeste.manifestas historicamente desde o início da formação da cidade . O comércio no bairro é auto. e em supermercados como Prezunic. Campo Grande concentrou o maior número de lançamentos residenciais. tendo absorvido cerca de 200 000 novos residentes nessa década. há opções de compras no atacadista Makro.810. e Barra da Tijuca e hoje atrai grandes construtoras cariocas.

feijão. Fredvic (confecção). O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). O setor industrial também está em crescimento. arroz.842 – Médio IDH IPEA. Lillo (produtos infantis). Vesuvius Brasil (produtos refratários para Industria de Aço). EBSE (soldas elétricas). grãos.842. Michelin. A atividade econômica local é composta por cerca de 3. O volume de negócios gera R$ 956. 443 . empregando aproximadamente 49 mil pessoas. Dancor (bombas) . podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo. Campo Grande possui um Distrito Industrial localizado no quilômetro 43 da Avenida Brasil. Superpesa (estruturas metálicas). No tocante à educação. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.700 estabelecimentos. Ranbaxy (farmacêutica)e Hermes (Compra Fácil). Guaracamp. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. abrangendo ainda a Estrada do Pedregoso. É calculado com base na: renda familiar per capita. Refrigerantes Convenção. Carreteiro Alimentos (café. 87. sexta arrecadação da cidade.0.2% dos quais são do segmento de comércio e serviços.em modernos shoppings como o West Shopping e o Passeio Shopping. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO . Entre as indústrias que se encontram instaladas em Campo Grande estão a AmBev. Está previsto ainda para 2013 a inauguração do ParkShopping Campo Grande. do grupo Multiplan.9 milhões de ICMS (US$ 221. Cogumelo (estruturas metálicas). Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0. e outros). ocupando a 60ª posição no critério do IDH estadual.3 milhões)(2).

devido as suas peculiaridades e também pelo estudo da demanda de mercado a Universidade Estacio de Sá solicitou o credenciamento o Polo WEST SHOPPING. Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.3 5.6 5. A região do bairro de Campo Grande é uma das que mais cresce em nossa cidade e. Campo Grande notabilizou-se por ter se desenvolvido de forma independente do resto da cidade. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no 444 . sendo a maior parte deles.3 JANEIRO 4. distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. Santíssimo e Bangu a leste e mais o município de Nova Iguaçu.1 5.1 5.1 6.4 3. Cosmos e Inhoaíba a oeste. MEC .4 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. Historicamente. portanto. Senador Camará.INEP . a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. na Baixada Fluminense. Recreio e Jacarepaguá ao sul. Vargem Grande. Senador Vasconcelos. ponto focal da contextualização do Polo EAD. O Bairro.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 29/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o RIO DE 4. 3.6 5. ao norte.Quadro 1: IDEBs observados em 2005. Nesse contexto de crescimento.9 4.9 6.3 5. Inserção regional do Polo EAD Por ser um bairro de grandes extensões faz limite com outros dez bairros da zona oeste: Paciência. fortalecendo assim. *** Sem média na Prova Brasil 2011. Guaratiba. 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos.

Sua vegetação nativa é composta de restingas. Alfredo Baltazar da Silveira. Espírito Santo a nordeste e São Paulo a sudoeste. Num país das dimensões do Brasil. Dessa forma. apesar de ser o 3º menor estado concentra 8. no Rio de Janeiro.mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. 445 . POLO: 1484 . Faz divisa a leste com o bairro da Barra da Tijuca. de muito areal e pântano. que é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localizado no estado do Rio de Janeiro. a norte com Vargem Grande e Vargem Pequena. fomentando o desenvolvimento da região. a oeste com Grumari e Guaratiba. e também por isso esta região permaneceu isolada durante muito tempo. onde a maioria dos moradores são de classe alta.RIO DE JANEIRO (Recreio) Endereço: Recreio dos Bandeirantes. 580.RJ 1. É um bairro nobre. com uma área de 43 696. Barra da Tijuca. e a sul com o Oceano Atlântico. CONTEXTO HISTÓRICO O Polo Recreio fica situado no bairro Recreio na cidade do Rio de Janeiro. Situa-se na porção leste da região Sudeste. capital do Estado do R Recreio dos Bandeirantes. e com o Oceano Atlântico a leste e sul. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. é um bairro localizado na região administrativa da Barra da Tijuca. Rio de Janeiro . Av. ou Recreio. figurando se como o estado com maior densidade demografica.054 km². o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. tendo como limites os estados de Minas Gerais ao norte e noroeste. conseguentemente é a segunda cidade mais populosa.4% da população do Brasil.

e as empresas de telecomunicações: OI. o réveillon de Copacabana. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. Teatro Municipal do Rio de Janeiro. dentre as quais as maiores do Brasil (Shell. conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. sendo o principal destino turístico na américa latina e em todo hemisfério sul.52%). além de regiões de grende verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca. com os sigueintes pontos turísticos: Pão de Açúcar. com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. foi de cerca de R$139. A região em indicadores IDH e IDEB O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. Ipanema e Barra da Tijuca. 446 Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 15 923 95 680 944 . CLARO. 354. a ilha de Paquetá. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11. com praias lindissinmas como as dos dos bairros de: Copacabana. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior sendo uma das principais rotas de turismo no mundo.38%).06) E PELO AGRONEGÓCIO (0. tendo a cidade do Rio de Janeiro como capital e onde esta inserido o Polo do RECREIO. Esso. Detém também o 30 maior PIB do planeta. 559. a Biblioteca Nacional. EMBRATEL.04). Estádio Olímpico João Havelange. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. 2.000 EM 2007. principalmente no aumento de turistas. além de termos construções históricas e de referência mundial. No setor de petróleo. morro do Corcovado onde encontra se estátua do Cristo Redentor. a Quinta da Boa Vista. No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23. NET. a Bossa Nova e o samba. e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial. ficando apenas atrás do estado de São Paulo. o carnaval carioca. como: Estádio do Maracanã. El Paso e Repsol YPF). o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo . segundo dados do IBGE. Ipiranga. TIM. Chevron Texaco.O Rio de Janeiro é um dos principais centro cultural do país. sendo declarada decratada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade.

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Estado 3ª série EM Metas Projetadas 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Rio de 4. agreditando se já ser um indice defasado. o 31º melhor da cidade do Rio de Janeiro. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Rio de Janeiro (ano 2000). para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. e um IDH-R de 0.793.4 4. Recreio dos Bandeirantes foi o bairro que mais avançou no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).92 reais.7 5. IDH-E de 0.7 5.1 4.939.1 6.842.55 anos de idade. MEC .Quadro 1: IDEBs observados em 2005.894 em 2000.18. o índice da longevidade é de 0.1 5. considerado "elevado" pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).840. Considerando apenas a educação o índice é de 0.4 447 .933 (muito elevado).754.121. A renda per capita é de 25. é de 0. IDH serve. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos. 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro.794 em 1991 para 0.4 5.INEP . É calculado com base na: renda familiar per capita.9 6. por causa da expectativa de vida que é de 72.952.4 4. e o de renda é de 0.3 Janeiro 4.6 5. com IDH-L de 0. passando de 0.2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. o que apresenta uma renda per capita de 1166. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

0. O Recreio é muito famoso entre surfistas.0 nos anos finais com mais 3. Parque Marapendi. ambientalismo. tinha 14. sendo conhecido pela tranquilidade. skatistas. 3. passando de 37. parques e eventualmente em suas ruas. bosques e praças bem arborizadas. Vargem Pequena e Vargem Grande. como Parque Chico Mendes. e em 1991. além de reservas ambientais.6 no Ensino Médio.240 habitantes (dados de 2010) divididos em 38. do Pontal. Sofreu uma explosão populacional a partir da década de 2000-2010. reservadas. O bairro característica de sustentabilidade com explícita vocação ambiental com praias mais limpas. jacutingas. 448 . Parque Municipal da Prainha. tiês-sangue em seus canais. como as praias: do Recreio.655 km² e uma população de 82. suas praias e a prática de surf. a oeste com Grumari. e Prainha. é um bairro localizado na região administrativa da Barra da Tijuca. hippies e ecologistas. Inserção Regional do Polo Ead Recreio dos Bandeirantes. ocupava a 16ª posição. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. O bairro ainda permite grande contato e convívio harmônico com a fauna local. da Macumba. ou somente Recreio. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição. É o bairro do Rio de Janeiro que tem crescido mais rapidamente nos últimos anos.240 habitantes em 2010.6 nos anos iniciais e 4.705 domicílios. capivaras. Em 1980 tinha 5. via de regra. a norte com Camorim. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino.é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. não sendo rara a presença de jacarés-de-papo-amarelo. biguás. Nele também encontramos uma grande extensão de ciclovias. De acordo com essa nota.344 habitantes. fazendo divisa a leste com a Barra da Tijuca.276 habitantes. tanto pelas ondas e clima tranquilo quanto pela flora e fauna. sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6.572 habitantes em 2000 para 82. apresentam belos jardins. Possui uma área territorial de 30. no ensino médio até o ano de 2009. Barra de Guaratiba e Guaratiba. Suas ruas também são muito arborizadas e seus prédios.IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica . entre elas a Praça Tim Maia localizada próxima a Pedra do Pontal. e ao sul o Oceano Atlântico. na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. saguis. Além disso 1/3 de extensão da Praia da Reserva e a Praia do Abricó.

cafés. a praia. uso ilegal de área pública e a poluição do Canal das Taxas e do Canal do Cortado. POLO: 1052178 . além dos quiosques localizados no maior cartão postal do bairro. uma favela de porte baixo. O Polo Recreio da Universidade Estácio de Sá . Rio de Janeiro – RJ 1.O bairro do Recreio por suas características e peculiaridades tem atrai grandes empresas e já possui uma rede extensa e diversificada de comércio. steakhouses. restaurantes. fomentando o desenvolvimento da região. será realizada em áreas vizinhas ao Recreio. no interior do Recreio. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. A maioria dos eventos dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. que já é considerado um dos mais nobres da cidade. opções de lazer. Av. atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. que ficará a 5 minutos do bairro. saneamento e urbanização do Recreio dos Bandeirantes. Muitos artistas também têm optado por morar no bairro. Além disso. O bairro sofre com a favelização com a favela do Terreirão. invasões e desmatamento de áreas protegidas. Marechal Fontenelle. A rede de transportes vem se modernizado a cada dia. assim como a Vila Olímpica. a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. e a Favela do Canal do Cortado. pizzarias. na divisa com as Vargens. Dessa forma. além de problemas de segurança pública. com a presença da Linha Amarela e aumento de linhas de ônibus. CONTEXTO HISTÓRICO 449 . com grandes shoppings e hipermercados. churrascarias. Devido a isso estão sendo realizadas diversas obras públicas que visam a melhoria do transporte. inúmeros bares.RIO DE JANEIRO( SULACAP) Endereço: Jardim Sulacap. Os principais problemas agregados a elas são a prática de construções irregulares. o setor de construções de alto padrão continua em alta no bairro. e agora a Bus Rapid transport (BRT) que liga o bairro a outros bairros com maior velocidade e comodidade. colégios e universidades tradicionais.

os de origem Afros. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas. e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque. A região em indicadores IDH e IDEB O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país. que já foi a capital do País. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial. literalmente “rio”). ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá. com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro. Ocupa uma área de 43 696.054 km2. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais. após São Paulo. cidade situada na região sudeste do Brasil. O Polo EAD está localizado no Bairro Jardim Sulacap na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo. seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste. 1. assim como a famoso monumento do Cristo Redentor. bem como.O polo Sulacap está situado no bairro Jardim Sulacap na cidade do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. 450 . pelo seu centro histórico e pelo futebol. tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste). D. como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Sebastião. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade. em homenagem ao então Rei de Portugal. tais como: os diversos monumentos arquitetônicos. atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil. Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste). com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. Carioca é o gentílico da cidade do Rio. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen. . O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial.

NET. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.993. segundo dados do IBGE. Ipiranga. dentre as quais as maiores do Brasil (Shell.O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. funciona dentro da Universidade Estácio de Sá Sulacap no município do Rio de Janeiro. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. 354.52%). segundo dados do. CLARO. Detém também o 30 maior PIB do planeta. Chevron Texaco. principalmente no aumento de turistas.04). com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.583 de habitantes. 451 .000 EM 2007. cuja população está estimada em. TIM. No setor de petróleo. EMBRATEL. É calculado com base na: renda familiar per capita. O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos.06) E PELO AGRONEGÓCIO (0. foi de cerca de R$139. El Paso e Repsol YPF). o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo . No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. ficando apenas atrás do estado de São Paulo.38%). 15. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 95 680 944 15 923 2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 O Polo Sulacap. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. Esso. O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. Censo 2010.e as empresas de telecomunicações: OI. aproximadamente. 559. SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23.

A.3 Janeiro 4. EM 0. de 0. O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos.IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. feito em 1951. ocupava a 16ª posição.6 5.”.9 6. Quadro 1: IDEBs observados em 2005. 2.INEP . e 0.4 4.4 5.MEC .7 5.6 no Ensino Médio. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. O bairro.0.1 4. SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0. IDH serve.856. junto a estrada Intendente Magalhães e 452 . alto. O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição.1 5. tem como origem o projeto de arruamento e loteamento do “Jardim Sulacap”. Inserção regional do Polo EAD Jardim Sulacap é um bairro de classe média e media-alta da Zona Oeste do município do Rio de Janeiro. Logo o IDH do Jardim Sulacap é de 0.4 IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica .6 nos anos iniciais e 4. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino.1 6.4 4.499. no ensino médio até o ano de 2009. De acordo com essa nota. localizado na região que pertencia à antiga fazenda dos Afonsos. 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. quando maior ou igual a 0. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Estado 3ª série EM Metas Projetadas 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Rio de 4.é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas.500 a 0. de propriedade da “Cia Sul América Capitalização S.7 5. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. Médio.0 nos anos finais com mais 3.800.799.800 CONSIDERADO ALTO).

Jardim Sulacap possui três praças principais e dá acesso a Jacarepaguá pela estrada do Catonho. A renda média das famílias é de 5. Pedagogia. São João de Meriti e os bairros da zona Oeste: Santa Cruz.É um bairro bucólico. Marketing. O Polo da Estácio. Gestão de Recursos Humanos.que interligam Marechal Hermes a Realengo.9 salários mínimos e o índice de alfabetização dos moradores é de 100%. Logística. Os diversos cursos que são oferecidos. onde há predominância da natureza. investe na infraestrutura. com consolidação do comércio e indústria de serviços. Serviço Social E Sistema de Informação e. Recreio. A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente O Polo. tais como: os cursos da Graduação l: Administração. Gestão Tecnologia da Informação. As forças armadas.ao Campo dos Afonsos. Ciências Contábeis. os cursos Superior de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Nas últimas décadas o bairro tem experimentado um grande crescimento urbano. Gestão Financeira. pinturas. são responsáveis por uma vila residencial no bairro que abriga alguns militares do Campo dos Afonsos. Atravessado pela Avenida Alberico Diniz e pela estrada do Japoré . Nele situa-se o cemitério Parque Jardim da Saudade. etc. 453 . tais como biblioteca. Queimados. atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Letras. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD . aparelhos de mídia. Maketing e Processos Gerenciais. passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho. que percorre a área montanhosa no vale entre as serras do Valqueire e do Engenho Velho. Gestão Hospitalar. Design Gráfico. Jacarepaguá. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). Barra da Tijuca. iluminação. o primeiro do gênero no município e no Brasil. sobretudo a FAB.Estes investimentos no Polo. Comércio Exterior. Gestão Pública. Caxias. Gestão Ambiental. aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias. Gestão Comercial.

como quase todo o território do município do Rio de Janeiro.RJ 1. Irajá é um bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. que ia de Benfica. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas. da existência de aldeia ou tribo indígena com a denominação de ira-ia-já. moldando o mapa da cidade que hoje conhecemos. assim como a famoso monumento do cristo redentor. A região de Irajá. a de Irajá foi desmembrada. Rio de Janeiro . Nos registros históricos disponíveis. 454 . maduriá ou vocábulo que possa ser a eles semelhantes. Contexto histórico O polo Via Brasil está situado no bairro de Irajá. É cortado pela Avenida Brasil. município do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo. tendo Teodoro Fernandes Sampaio se referido ao vocábulo irajá e à abelha maduriá tendo como base a etimologia do nome de uma localidade homônima no sul do Brasil. não há citação.. até Campo Grande. em homenagem ao então Rei de Portugal. segundo Teodoro Fernandes Sampaio. é o mel brota. após São Paulo. no Brasil. o bairro é. D. no entanto. e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial. atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil. Sebastião. seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. essencialmente. era habitada pelos índios tupinambás. Atualmente. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565.POLO: 427 . um bairro residencial. passando por Anchieta. Irajá. com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro. O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro. Como outras sesmarias. O significado da palavra Irajá.RIO DE JANEIRO (VIA BRASIL) Endereço: Rua Itapera.

04). Esso. os de origem Afros. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste. TIM. El Paso e Repsol YPF). CLARO.A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais. bem como. 455 . NET. como também o Oceano Atlântico (leste e sul). EMBRATEL. 559. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil. pelo seu centro histórico e pelo futebol.054 km2. PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11. ficando apenas atrás do estado de São Paulo. segundo dados do IBGE. tais como: os diversos monumentos arquitetônicos. literalmente “rio”). dentre as quais as maiores do Brasil (Shell. tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste). No setor de petróleo. O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país.06) E PELO AGRONEGÓCIO (0. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade. o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo . Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste). com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. Chevron Texaco. 354. Ipiranga.e as empresas de telecomunicações: OI. verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas. SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23. Ocupa uma área de 43 696. Carioca é o gentílico da cidade do Rio. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65. No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-. Detém também o 30 maior PIB do planeta. foi de cerca de R$139.52%).000 EM 2007. 2. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial. A região em indicadores IDEB e IDH.38%). ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos. 15. O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1. É calculado com base na: renda familiar per capita. para saber e conhecer melhor realidade de cada região. para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região.40 (quinhentos e cinco reais e quarenta centavos). alto. e0. O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. quando maior ou igual a 0.800 CONSIDERADO ALTO). no ano 2000.794 com uma probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72.812. o 95º melhor da cidade do Rio de Janeiro. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0. de 0.798. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) 2003 95 680 944 15 923 2004 112 586 665 18 605 2005 118 979 752 19 524 2006 127 956 075 20 851 2009 175 739 349 28 405 A população do município está estimada em. segundo dados do. principalmente no aumento de turistas.974. expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. era de 0. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 505. IDH serve.499. SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0.500 a 0.O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo. 456 . com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.000 de habitantes. Logo o IDH do bairro Del Castilho do Rio é de 0.800. Censo 2010. de renda (IDH-R) 0. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica.66 anos de idade. aproximadamente. com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0. EM 0.860 Seu IDH.799.610. Médio.

4 5. no Brasil.9 6. ocupava a 16ª posição. Inserção regional do Polo EAD. Vaz Lobo. Vicente de Carvalho.1 6. Turiaçu. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4. Irajá é um bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.3 4.4 IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica .4 4. no ensino médio até o ano de 2009.1 5.Quadro 1: IDEBs observados em 2005. Jardim América.7 5. De acordo com essa nota. Vigário Geral.4 4. na Avenida Pastor Martin Luther King Júnior.0 nos anos finais com mais 3. sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6.6 no Ensino Médio. Vila da Penha. Rocha Miranda. É um bairro de porte médio. 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro.6 nos anos iniciais e 4. O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição. Coelho Neto. Parada de Lucas. É cortado pela Avenida Brasil. com quase 100 000 habitantes.1 4.6 5.0. o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino. 457 .7 5. 3. Pode-se chegar ao bairro através do metrô (linha dois). Pavuna. Cordovil e Vista Alegre. MEC .INEP .Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado 3ª série EM Metas Projetadas Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Rio de Janeiro 4. Faz divisa com os bairros de Brás de Pina. Colégio. Acari.é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas.

como a Região dos Lagos. Pilares. correspondente a 5. Turismo (Rio de Janeiro) e Gás-Químico (Duque de Caxias). POLO: 2377 . e as culturais.. da qual distam apenas 20 km e a ligação com outros municípios. São Gonçalo encontra-se no lado oriental da Baía de Guanabara – chamado também de leste Guanabarino – e é atravessado por três grandes vias de acesso: RJ-106 (estrada litorânea – direção Região dos Lagos Fluminenses).31% da área da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. dentro das instalações do Shopping São Gonçalo. 22 km de Itaboraí e 27 de Duque de Caxias (Polo Gás – Químico) Com uma área total de 247. Ilha do Governador.São Gonçalo Endereço: Av. quase obrigatória. como a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Niterói. tem investido na mudança socioeconômica da região e por isso é hoje uma das principais cidades do Estado. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). 458 . na Universidade Estácio de Sá. no Estado do Rio de Janeiro. CONTEXTO HISTÓRICO O polo São Gonçalo localiza-se no município de São Gonçalo. São Gonçalo. Está a uma distância de 8 km de Niterói. Rodovia Niterói-Manilha. para as áreas turísticas do Estado. sem considerar a sua proximidade com os Polos: Petroquímico (Itaboraí). O município de São Gonçalo. São Gonçalo RJ 1. uma vez que a região concentra um grande número de empresas.A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu.7 km². RJ-104 (indo até Magé em direção as cidades serranas) e BR-101. especialmente as pertencentes ao Polo Naval e Offshore. O Polo Ead e a unidade Estácio. A proximidade com a cidade do Rio de Janeiro. 18 km do Rio de Janeiro. fazem de São Gonçalo um ponto estratégico para negócios. Caxias. São João de Meriti e os Municípios da zona Norte: Madureira. A localização do polo favorece uma grande demanda. Queimados. além de passagem. atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.

. podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de São Gonçalo nos quadros a seguir. Seu clima é ameno e seco.undp.782 – Médio IDH IPEA. O índice varia de zero até 1. A Região em Indicadores IDH e IDEB O município possui uma população estimada em 1 008 064 habitantes.De 0. na serra de Itaitindiba.org/en/reports/global/hdr2011/downlo ad/pt/ São Gonçalo apresenta Índice médio de desenvolvimento humano de 0.Entre 0 e 0.Médio . A Leste.800.0. com Itaboraí e a Baía da Guanabara. A Pedra do Guaia fica na latitude 22º 52” 03.Igual ou acima de 0. 459 . Ao Sul. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação.Baixo .31’ Sul e longitude 42º 53’ 08. ocupando a 23ª posição no critério do IDH estadual. sendo considerado: .499. variando entre a temperatura máxima anual de 33º e a mínima de 12º.44 % do total da população da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. . Seu ponto culminante é o Alto do Gaia com 500m. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 http://hdr. com a Baía de Guanabara e Niterói. com Itaboraí e Maricá a Oeste.500 a 0. É calculado com base na: renda familiar per capita.Alto . expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.95” Oeste 2. segundo dados de 2010 do IBGE.799.782. correspondentes a 8.Limita-se ao Norte. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. com Maricá e Niterói. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO NITERÓI .

Para o segmento de 8º e 9º anos. Os resultados marcados em verde referem-se a o Ideb que atingiu a meta.9 5.8 3. MEC .0 Quadro 2: IDEBs observados em 2005.Quadro 1: IDEBs observados em 2005. *** Sem média na Prova Brasil 2011.1 5.8 4.4 3.2 4.INEP . 20011 e metas para a rede municipal do Município de São Gonçalo. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.0 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.5 4.9 3.7 6.7 5. Pelos dados apresentados acima.1 3.INEP . pode-se observar que o Ideb observado para o município de São Gonçalo apresentou um crescimento no que se refere aos segmentos de 4º e 5º anos.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o SÃO GONÇAL O 3.4 5.1 3. Rio de Janeiro (referentes a 8º e 9º ano).9 4.1 3.2 3.6 4. observam-se valores crescentes entre 2009 e 2011. 20011 e metas para a rede municipal do Município de Cabo Frio. mantendo o índice crescente em 2011. O desenvolvimento apresentado pelos alunos sugere a necessidade de implantação do Projeto de Educação a Distância no Município. MEC .4 3. Rio de Janeiro (referentes a 4º e 5º ano).8 4. atingindo a meta projetada no ano de 2007.2 4. 460 .0 3.8 3.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Ideb Observado Metas Projetadas Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 o SÃO GONÇAL O 2. atingindo as metas projetadas nos anos de 2007 e 2009.

INSERÇÃO REGIONAL DO POLO EAD O polo São Gonçalo funciona dentro das instalações Universidade Estácio de Sá. Nesse contexto de crescimento. Sua função social consiste em desenvolver o processo de socialização do conhecimento. de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local. através de ações que caracterizam troca de experiências que venham contribuir para o atendimento das demandas locais e da aplicação do conhecimento produzido no meio acadêmico. a instituição dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço. visando ampliar seu papel no ensino superior. à medida que 461 . estas ações não possuem um caráter meramente assistencialista. político. Através dos seus programas de extensão e de responsabilidade social. No entanto.3. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica. objetiva formar um ser social. devem viabilizar uma relação transformadora entre IES e Sociedade. a instituição deve contribuir efetivamente para a melhoria da sociedade e possibilitar que alunos e professores envolvidos enriqueçam seus saberes. ao contrário. O Estado do Rio de Janeiro destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos. a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada. mas. O ensino a distância surge como uma importante modalidade. oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado. que assim como o ensino presencial. a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. fomentando o desenvolvimento da região. fortalecendo assim a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Dessa forma. estabelecendo uma relação direta com o meio onde está inserido. a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. crítico e um agente transformado.

na tabela abaixo. Automóvel Clube. A vila de São João de Meriti fazia parte da vila de Maxabomba. São João de Meriti – RJ 1. POLO: 2376 . Podemos observar. um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência global. Ocupa 0. ocupando uma área territorial de 34 Km². Rio Miriti e Rio Pavuna. localizando-se a 25 km do centro da cidade do Rio de Janeiro. A cidade de São João de Meriti é cortada pela Via Dutra. eram conhecidas como Freguesia de Meriti.SÃO JOÃO DO MERITI Endereço: Av.Vilar dos Telles. Contexto histórico Localizada na Baixada Fluminense. dando crédito a seus experimentos e justificando o que se realiza nas áreas de ensino e pesquisa. 2384 . Nilópolis. acima de tudo.08 % do território estadual. A partir de uma interação social. Sua posição geográfica é privilegiada e estratégica. buscando também caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos problemas. a cidade de São João de Meriti teve sua origem em uma sesmaria doada a Brás Cubas. As terras que conhecemos hoje como São João de Meriti. o poder de contribuir para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. atual Nova Iguaçu. hoje. Comunidade esta que tem participação ativa e contribui com a instituição que a beneficia. um retrato da população meritiense: 462 . As atividades de Extensão têm. pois faz divisa com cinco municípios: Rio de Janeiro. A principal atividade econômica de São João de Meriti está concentrada no setor de comércio e serviços. A responsabilidade social representa. Duque de Caxias. segundo a última contagem do IBGE. disponibilizada pelo IBGE. na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. o polo São Gonçalo atende aos debates da produção e difusão do conhecimento. uma população de 459. cortadas pelo Rio Sarapuí. O município possui. Belford Roxo e Mesquita.funde o que se aprende e o que se produz na Academia e aplica no desenvolvimento de uma comunidade.88 % do total da população da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro –. passando-lhe experiências da vida real.356 habitantes – correspondentes a 3.

são cerca de 12 mil habitantes por Km² – peculiaridade que rendeu o apelido de “Formigueiro das Américas”. com cursos técnicos da mais diversa ordem. No tocante ao ensino superior. 3. A REGIÃO EM INDICADORES – IDEB E IDD No tocante aos indicadores da educação podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de São João de Meriti no quadro abaixo. Rio de Janeiro. incluindo cursos da área de saúde. INSERÇÃO REGIONAL DO POLO EAD 463 . 2. médio e profissionalizante. não dispondo de instituições de ensino superior públicas. O município conta hoje com uma rede de escolas centrada principalmente nos níveis préescolar. o município conta com apenas duas instituições particulares. 2007 e metas para a rede municipal do Município de São João de Meriti. 2007. que é de 5%. Quadro 1: IDEBs observados em 2005. fundamental. semelhante a taxa média do analfabetismo no Estado. Podemos observar que a taxa de analfabetismo no município é de 5%. realizando assim o sonho de muitos alunos que não dispõem de tempo para realizar uma faculdade de qualidade e baixo custo. A UNESA São João de Meriti oferece seu espaço para realização de cursos e oficinas para a comunidade e busca parceiras com escolas e setores comerciais locais divulgando sempre que possível seus serviços ajudando no combate a repetência e evasão escolar com seus projetos como a “brinquedoteca” que é também um ambiente de inclusão social. A Universidade Estácio de Sá é a primeira e única instituição de Ensino Superior do município a oferecer a modalidade EAD.A cidade concentra o maior adensamento populacional da América Latina.

as potencialidades e a cultura da região. Oferece 25 cursos de Ensino a Distância sendo cursos de Graduação. que rompa as barreiras geográficas. Superior de Tecnologia e de Pós Graduação.representa uma oportunidade para muitos excluídos dos processos tradicionais de ensino das Universidades brasileiras e um desafio para educadores e gestores. O Polo EAD São João de Meriti espera contribuir para a disseminação da Educação a Distância de qualidade. levando em conta o perfil. ainda.EAD . 464 . a necessidade de garantir aos cidadãos desta região o direito à aquisição de competências profissionais que os tornem aptos para a inserção em setores profissionais nos quais haja utilização de tecnologias. a Universidade Estácio de Sá expandiu seu serviço oferecendo a modalidade EAD para o município de São João de Meriti contribuindo assim para a democratização de acesso à formação superior e consequentemente ao conhecimento.A Educação a Distância . à prática. temporais e tecnológicas que separam professores e alunos e que leve o Brasil a se orgulhar mais de sua Educação. O Ensino à distância está sendo ofertado neste Polo para atender às demandas do setor produtivo local bem como as das regiões circunvizinhas. Considerou-se. à qualificação para o mercado de trabalho. O Polo EAD de São João de Meriti possui 813 alunos em curso no período de 2012. Sendo assim.2. bem como para o desenvolvimento local. as peculiaridades.