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TRANSMISSÃO DE ENERGIA EM ULTRA ALTA TENSÃO

Kawzat
E-mail:
Curso: Engenharia Elétrica
Disciplina: Sistemas elétricos de potência
ORIENTADOR:

Resumo: Este artigo apresenta informações técnicas sobre
linhas de transmissão de energia elétrica. Primeiramente
fazendo um apanhado geral sobre os níveis de transmissão de
energia elétrica, em seguida especificando através de noticias e
estudos a utilização da transmissão em ultra-alta tensão (UAT).
Palavras Chaves: Transmissão de energia elétrica, Ultra Altas
Tensões.
Abstract: This paper presents technical information on the
transmission lines of electricity. First by doing an overview on
the levels of electricity transmission, then specifying through
news and studies the use of transmission in ultra-high voltage
(UHV).
Keywords: Electricity transmission, Ultra-High Voltages.

1

INTRODUÇÃO

A rede de transmissão liga as grandes usinas de geração às
áreas de grande consumo. Em geral apenas poucos
consumidores com um alto consumo de energia elétrica são
conectados às redes de transmissão onde predomina a estrutura
de linhas aéreas. A segurança é um aspecto fundamental para
as redes de transmissão. Qualquer falta neste nível pode levar a
descontinuidade de suprimento para um grande número de
consumidores.
A energia elétrica é permanentemente monitorada e gerenciada
por um centro de controle. O nível de tensão depende do país,
mas normalmente o nível de tensão estabelecido são de Altas
Tensões (AT) são 115, 138 e 230 kV. As Extra-Altas tensões
(EAT) são 345, 500 e 765 kV. Estão sendo feitas pesquisas em
linhas para níveis mais elevados de tensão das linhas de UltraAltas Tensões (UAT) de 800kv a 1500 kV, que serão vistas
neste artigo.

1.1

tensoes existentes no Brasil, e demonstrando a ultilizaçao e
caracteristicas da transmissao em ultra tensao.

1.2

Objetivo específico

Temos como bjetivo principal neste artigo, demontrar as
caracteristicas de uma linha de transmissão de energia elétrica
em Ultra-Alta Tensao (UAT), apresentando a ultilização e
vantagens de se ultiliar esse tipo de transmissao.

2
2.1

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Transmissão – Terminologia

2.1.1 – SISTEMA ELÉTRICO
O sistema elétrico engloba todas as partes por onde a
energia elétrica passa. Ele compreende, no geral, a geração, a
transmissão e o consumo da energia elétrica. A figura 1 é um
esquema simplificado do sistema elétrico.

Figura 2.1.1 – Sistema elétrico simplificado.

Objetivo

Neste artigo temos o objetivo de apresentar informações sobre
linhas de transmissão de energia elétrica, apresentando as

2.1.2 – OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA
ELÉTRICO (ONS).
Responsável pela coordenação e controle da operação
da geração e transmissão de energia elétrica no Sistema
Interligado Nacional. Regulador das concessionárias.

500 kV. 2. que deve manter o seu funcionamento e realizar manutenção para isso. 2. 2.1. A figura 2. amortecimento de vibrações de cabos. Já na ocorrência de sobretensões na linha.4% da capacidade de produção de eletricidade do país encontra-se fora do SIN.12 . que são sustentadas por cabos tensionados no solo.1.10 – TORRE DE TRANSMISSÃO Estruturas metálicas.13 é uma foto de uma linha com múltiplos condutores.10 são representações de estruturas autoportante e estaiada.1.1. por exemplo.1. que interliga grande parte das usinas e das linhas de transmissão do país.1. normalmente de aço galvanizado. o efeito corona é um meio importante de amortecer tais falhas. Ele provoca perdas eléctricas no sistema e interferência em rádio e TV em localidades próximas. para reduzir as linhas de fluxo do campo elétrico. separação.4 – CONCESSIONÁRIA Empresa proprietária ou responsável pela linha de transmissão. A figura 2. com forma similar de uma coroa. Utiliza-se multiplos condutores por fase para evitar esse efeito. é necessário o uso de equipamentos de compensação.3 – Sistema Interligado Nacional.3 – SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL (SIN).13 – CONDUTORES MÚLTIPLOS Para evitar a ocorrência do efeito corona. 2.10 Estrutura autoportante e Estrutura estaiada . que cria pequenas descargas ao redor do condutor. Normas estabelecem os níveis de tensão a serem transmitidos. Figura 2. 2. respectivamente.1. O sistema é operado pela ONS. tais como reatores em paralelo e capacitores em série. reparação.FERRAGENS As ferragens. são dispositivos para fins de fixação. Sistema formado por concessionárias de todas as regiões do Brasil. 2. As linhas de EAT sao projetadas de forma a terem seu campo elétrico proximo desse valor limite. Efeito decorrente do rompimento do dielétrico do ar ao redor dos condutores. proteção elétrica ou mecânica. As figuras 2. para linhas de transmissão. São classificadas em autoportante. 440 kV.1. 2. para aumentar a capacidade da linha.1. agindo como um "escape" desta energia excedente. Apenas 3.7 – COMPENSAÇÃO DE LINHAS Para linhas com grandes comprimentos. 2. tornando perigoso o local da instalação. .1. 2. alguns níveis de tensão praticados.5 – AMPACIDADE Corrente máxima que a linha é capaz de transmitir sem que haja um aquecimento elevado dos condutores que provocam sua dilatação. emenda. que sustentam os cabos condutores nas linhas de transmissão. Mas a tensão da linha não pode ser escolhida ao acaso. No Brasil.1. que são sustentadas pela própria estrutura. em linhas de EAT são normalmente utilizados mais de um condutor por fase.9 – NÍVEL DE TENSÃO A tensão das linhas de transmissão varia de acordo com a potência a ser transportada. Figura 2. acima de 400 km.2. 2. são 765 kV. também chamadas ferragens eletrotécnicas. sustentação.1. 345 kV e 230 kV e ± 600kVcc.1.1. aumentando a flecha da linha e diminuindo a distancia do cabo ao chão.1.3 representa as linhas e usinas desse sistema. Para subtransmissão temos 138kV e 69kV.11 – RISCO DE FALHA DO ESPAÇAMENTO Probabilidade de falha da linha de transmissão por ocorrência de rompimento do isolamento do espaçamento do condutor ao solo ou aos obstáculos atravessados pela linha ou que dela se aproximem. Algumas concessionárias são responsáveis pela construção da linha de transmissão.8 – FAIXA DE LINHA DE TRANSMISSÃO Caracterizam-se como locais com restrições ou com limitações no tocante à implementação de uso e ocupação que configurem violação dos padrões de segurança estabelecidos nas normas técnicas e procedimentos das concessionárias de energia.6 – EFEITO CORONA. e estaiadas.1.

8 kV. 2. 2.1. o comprimento dessa linha e o custo para sua instalação. por meio de uma linha de transmissão trifásica com condutores de alumínio. A linha pode ser construída de duas maneiras: Circuito simples. elas seguem alguns critérios de classificação. a seção do condutor deve ser 130mm².1.14 – ARCO-ELÉTRICO. Esses critérios estão listados a seguir. As linhas de Figura 2. pois a seção do condutor é menor.1 – Linha de transmissão de circuito simples Circuito duplo Nesse outro tipo de construção. Fluxo de corrente entre dois eletrodos condutivos. Figura 2. Ultra Alta Tensão (UAT) São linhas ainda em desenvolvimento e com pouca utilização atualmente. O sistema elétrico brasileiro tem freqüência nominal de 60 Hz.2 – FORMAS DE CONSTRUÇÃO Outra forma de classificar a linha de transmissão é segundo a sua forma de construção.2. É possível perceber a economia que é feita ao utilizar uma tensão elevada nas linhas de transmissão.2. de acordo com seu nível de tensão. em meio normalmente isolante.8kV. normalmente passam nos centros urbanos. A figura 2. Alta tensão (AT) São as linhas de transmissão com tensão entre 36kV e 230kV. Abaixo temos um exemplo da diferença da seção do condutor para diferentes níveis de tensão. .transmissão são classificadas de acordo com os seguintes níveis de tensão: Subtransmissão Nesse trabalho serão consideradas linhas de subtransmissão as linhas que operam em 69kV e 138kV. 2.1 – NÍVEL DE TENSÃO As linhas de transmissão são classificadas.2. por exemplo.15 – FREQUÊNCIA DO SISTEMA.2. cuja tensão nominal do gerador é 13.2. A freqüência do sistema é a quantidade de revoluções feitas pela senoide em um segundo. O resultado dele é temperatura bastante elevada. que. O sistema elétrico é.1. Extra Alta Tensão (EAT) São as linhas de transmissão com tensão entre 230kV e 765kV. A freqüência do sistema é normalmente 50/60 Hz.1é um exemplo desse tipo de construção. como o ar.2. 2. O nível de tensão deve ser alto para reduzir as perdas. em primeiro lugar. o diâmetro do cabo é determinado segundo as seguintes formulas: considerar a mm 2 resistividade do alumínio (0. a torre de transmissão leva apenas um grupo de fases.85. e Para a transmissão em 13. 2.5% na linha. trifásico com corrente alternada (senoidal). a torre de transmissão leva dois grupos de fases. Para transmitir a potência de 50 MW com fator de potência de 0.2 é um exemplo dessa construção. Algumas variáveis influenciam no nível de tensão a ser transportada por uma linha. até o centro consumidor situado a 100 km. desde a usina hidroelétrica. admitindo-se uma perda por efeito Joule de 2. Nesse tipo de construção. Por isso.2 CLASSIFICAÇÃO Existem diferentes tipos de linha de transmissão.2. enquanto para 138kV.2. Causa grandes danos na instalação. A sua tensão é acima de 765kV e já existem estudos para transmissão em 1MV. A figura 2.13 – Linha de transmissão com múltiplos condutores.02688 Ω ) m . Essas variáveis são a potência a transportar. em geral. essa seção deve ser de 13mm². capaz de fundir alguns materiais.

3. boa resistência mecânica.3. Corrente alternada.6 – ESFERAS DE SINALIZAÇÃO As esferas são geralmente laranja e constituídas feitas em resina polimérica reforçada com fibra de vidro.O uso de linhas submarinas evita o uso destas estruturas. 2.alumínio com alma de aço (ACSR). já que não necessita alterações em sua forma para ser transmitida.5 – PÁRA-RAIOS Os pára-raios mais utilizados para linhas de transmissão são do tipo Óxido de Zinco (ZnO) sem centelhadores. Linhas Subterrâneas São pouco comuns. no atual sistema elétrico. alumínio-liga (AACC) . podendo ser do tipo grelha (estrutura de aço enterrada) ou em concreto. mais utilizadas em centros urbanos. são dimensionados para transportar uma potência compatível com a sua capacidade térmica. reduzindo o seu alcance prático para aplicações em corrente alternada. A sua utilização gera uma série de vantagens.Figura 2.3 – Linha de transmissão em corrente continua. pois a catenária formada pelos cabos será imensa.2. e seus cabos ficam expostos.2.3 é um exemplo de linha de transmissão em corrente contínua. A partir desse critério. A transmissão da energia elétrica pode ocorrer com dois tipos de corrente. Custo bastante elevado por conta da blindagem dos condutores. facto no qual é preferível o uso de linhas em corrente contínua. por linhas aéreas demanda um projeto especial.4 – TIPO DE LINHA DE TRANSMISSÃO As linhas de transmissão podem ser classificadas de acordo com o local por onde ela passa.2. tem a função de descarregar as tensões excedentes para a terra. 2. A figura 2. Esse tipo de transmissão é mais atual.2. tais como o desacoplamento entre sistemas e a economia de cabos. Forma mais usual para transporte de energia por linhas de transmissão. baixo peso específico e elevada resistência a oxidação. necessitando o uso de cabos com liga especial e torres gigantescas.4 – ISOLADORES Os isoladores são instalados em conjunto denominado de cadeias de isoladores. 2.3.2 – ATERRAMENTO O aterramento é geralmente feito por cabos de cobre e/ou aço cobreado. e se mostra mais viável para linhas. as ferragens são dimensionadas para suportarem as cargas mecânicas transmitidas pelos cabos condutores e as solicitações elétricas pelas sobretensões que ocorrem numa linha de transmissão. São utilizados como materiais o alumínio (AAC). mantendo-se o isolamento necessário entre eles. Os condutores devem apresentar alta condutibilidade elétrica.2.2 – Linha de transmissão de circuito duplo. baixo custo. Os cabos condutores são formados de várias comandas de fios encordoados. 2.3 – TIPO DE CORRENTE TRANSPORTADA. de tensões elevadas. Ela já é utilizada na usina de Itaipú. 2.3 CONSTITUIÇÃO 2. Por essa razão. se dá por meio de corrente alternada. sua função é evitar que as sobretensões causadas pelas descargas elétrica provenientes de raios cause um arco entre a linha e a estrutura da torre. São suportadas por torres. Figura 2. 2. 2. evitando acidentes . reduzindo a poluição visual e evitando problemas em locais com travessias de navios.3.1 – CABOS CONDUTORES São considerados os elementos ativos das linhas de transmissão. Linhas Submarinas Bem pouco utilizadas. São colocadas com um espaçamento pré-determinado nas LTs com o intuito de sinalizar a presença dos cabos.3. o tipo adotado depende das características do solo. para fixar os condutores nas estruturas. Em geral os isoladores são discos de vidro ou porcelana e poliméricos. Mas essa linha tem a limitação de possuir uma grande capacitância. Especificas para travessia de rios e canais.3 – FUNDAÇÕES As fundações servem de base para as estruturas. A geração de tensão. Linhas Aéreas São o tipo mais comum de linhas de transmissão. Corrente continua. que. a grande maioria dos equipamentos trabalha com esse tipo de tensão. as linhas são classificadas em: 2.2. usando de estruturas mais leves.3. com comprimento bastante grande. e servem juntamente com as ferragens.

não giram.7 – ESTRUTURAS OU SUPORTE As estruturas de uma linha de transmissão servem de suporte para os cabos condutores e pára-raios. também esta diretamente relacionado com as tensões de transmissão. e o custo com condutor. • Válvulas tiristor. e os mesmos estão relacionados com a tensão de transmissão conforme a Figura. A distribuição entre os módulos é controlada por resistências reais com uma classificação de tensão adequada. ou seja. de suas caracteristicas físicas.3. Isso é válido para: Figura 2. • Pára-raio tipo pólo.por aeronaves ou outros deslocamentos sobre a área de ação do cabo. cada módulo vai experimentar o mesmo estresse em 800 kv como em 500 kv de tensão no pólo. Não requerem manutenção. principalmente quando se trata de tensões nos niveis de UAT. além de suportarem mecanicamente os esforços transmitidos pelos cabos. Pesa aproximadamente 4. não ocorre atrito com o cabo nem causam eletrólise ou ressonância harmônica na vibração. São utilizadas estruturas em concreto. metálicas com perfis de aço galvanizado ou em postes de aço.1 DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO RESISTIVA Quando necessário. os equipamentos dc é construída por módulos com tensão resistiva. Dois custos importantes das instalações são o custo com isolamento. não se deslocam. • Divisores de tensão • Condensadores cc plc • Condensadores cc harmônica Para o equipamento ao ar livre deve haver uma coordenação adequada entre o interno e a distribuição de tensão externa (plc-capacitores. 4 MATERIAIS UTILIZADOS NAS TRANSMISSAO DE ULTRA ALTA TENSÃO SEGUNDO A ABB 4. O custo das intalações necessarias ao transporte. Figura : Custo da transmissão versus nível de transmissão.6 kg e é fixada por flanges que associadas ao elemento pré-formado garantem uma proteção efetiva à linha. pois exigem materiais mais especificos.7– Tipos de estrutura 3 CARACTERISTICAS FÍSICAS DAS LINHAS DE TRANSMISSÕA AÉREAS DE ULTRA-ALTA TENSAO (UAT) O desempenho elétrico de uma linha aérea depende quase exclusivamente de sua geometria. são dimensionados para manterem os cabos condutores com distâncias elétricas das partes aterradas compatíveis com nível de tensão. dc divisor de tensão) .3. 2.

2 TIRISTOR A tensão da válvula não é determinante para o tiristor. Esta é dada por a relação entre corrente CC nominal e reatância do transformador.4 SALAO DAS FOLGAS DA VALVULA U50 para o impulso positivo para a mudança da geometria do eletrodo diferentes. 4.4. O parâmetro fundamental para os tiristores é a corrente de curto circuito.6 HARMÔNICA DC FILTRO CAPACITOR 800 KV 4. Devido à tensão bem definidas de classificação de cada tiristor individual eles tem a mesma capacidade elétrica em 800 kV como em 500 kV. Figura: 3GC 500 kVDC capacitor . Serão tratadas pelos números de posições de tiristores em série. em 800 kv de corrente contínua e 3125 A (5000 MW de potência bipolar) as pressões sobre os tiristores será a mesma para o projeto de substituição Sylmar. 4. As folgas serão verificados nos ensaios do tipo da válvula.5 DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO CAPACITORES DO FILTRO DC RESISTIVA: As tensões entre os grupos de paralelo ligados são controlados pelo distribuição de tensão através da classificação dos resistores. Isto pode ser calculado utilizando programas de cálculo de campo 3-D. 4. A classificação atual é da ordem dos mA de magnitude.3 SALA DA VALVULA 800 KV O Ar livre no corredor da válvula pode ser influenciado. ou seja.

kV 3200 Disponivel TRAFO.7 DC PÁRA-RAIOS TIPO PÓLO PARA 800 KV 4.9 PAREDE 800 KV TIPO SECO COMPOSTO DE BUCHA 4.11 SECCIONADORA PANTÓGRAFO 4. kV 2800 1550 1750 2000 1000 1250 1050 1200 1000 1075 .4.12 AS INSTALAÇÕES DE ENSAIO EM LUDVIKA Teste Lightning impulse Switching impulse AC DC Kv Requerido 2000 Disponivel STRI.8 800KV BUCHAS HUVDC CONVERSOR E TRANSFORMADOR TRANSFORMADOR 4.10 SECCIONADOR DC 4.

No. Vol. Monticelli. No.13 UHVDC-proposta circuito de teste 6 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Lin. 9. Rubens Dario. Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica.E (1994). Delhi. 26 Fuchs. and Lu. IEEE Transactions on Power Systems. and Van Ness J. Parallel Solution of Sparse Algebraic Equations. 743−799. a parte referente à ultra alta tensão é muito pouco explorada por ser uma tecnologia nova. 2005-02-25. Oscar Teixeira. Projeto Mecânico de Linhas Aéreas de Transmissão. Combining Direct and Inverse Factors for Solving Sparse Network Equations in Parallel. IEEE Transactions on Power Systems. Vol. UHVDC Workshop. 2. Amaro. 1083−1094. Huang. No. Edga. mas com a ajuda da empressa ABB vimos alguns componentes da transmissão em UAT. Basto. Rio de Janeiro − RJ. 1942−1948. Recife-PE 2002 Morelato. C. 2. A. r Blucher. pp. pp.9.Y (1994). pp. and Kokai. IEEE Transactions on Power Systems. Vol. 4. (1983).9. . Apostila de Transmissão de Energia Elétrica 1 – 3ª parte.M. São Paulo-SP 1978 5 CONCLUSÕES Neste artigo vimos um pouco sobre a transmissão de energia e como ela é feita.L.3. S. H. ABB. S. N (1994). Efficient Storage Scheme and Algorithms for W-matrix Vector Multiplication on Vector Computers. A. não hà muitos estudos e artigos sobre tal transmissão. e que esta sendo aplicada na China e Russia.