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ZspinOBa Cerdn I:rrfa Antonicfa
Jiménez Cervmtes Ycndra
L'ársciAuez Ldpee Sonia

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Fecha de t r i i c i o
J
de temiinacián
J ~ a r n t a - e d e l tutor interno
puesto de dscri;:ción'

J T f t u l o d e l proyecto

B r n a d e l tutor

7592789
83325075
84343028
e1336087
23.3.002.88
I n g e n i e r í a F)io:;ufi!;ice industrial
o8-p
30 &&ern
Departamento de Incenierín
de ~ o c e s o ae iiidrbuiicp. de
la M v i s i b ~de CEI U&:-I
q de enero de 1588
6 de julio de 1988/
$,I. C. Eduardo 3 , Gonzdlez Hdec.
Profesor asociado IDn Piempo
Completo
V i o s i n t e s i s de Acido C f t r i c o
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2c.ctuando
Por

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EIOSINTESIS OE ACIOO CITRIC0 POR ASPERGILLUS

NIGER, ACTUANOO SOBRE GOMA O E MEZPUITE "

I N O I C E
Pág.

I
L

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1

I . INTROOUCCION

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L

1 .I FERMENTACION

1

1.2 ACIOO CITRIC0

6
6

-1.2.1 Antecedentes
1.2.2 Propiedades F í s i c a s y Químicas

7

r

1.2.3

8

i

1.2.4 Métodos de Producción

r

1.2.5 Producción Mundial

16

1.2.6 Aplicaciones

18

c

i

Acido C í t r i c o

24

1 . 3 ASPERGILLUS NIGER

32

1.3.1

34
36

2 . OBJETIVOS

45

2.1 OBJETIVO MEOIATO

49

2 . 2 OBJETIVOS INMEDIATOS

49

3. MATERIAL, REACTIVOS Y TECNICAS

3.1

r
i

50

EQUIPO

50

3.2 blATERIAL

54

3.3 MEDIOS DE CULTIVO, FORMULAS Y PREPARACION

55

3.3.1

r
r

Medios de Propagación

55

3.3.2 Medios de C u l t i v o para Fermentación

55

Sumergida

L

3.3.3 Preparación de l o s Medios de

i

i

32

1.4 MEZPUITE

L

r
I

Características

1.3.2 A p l i c a c i o n e s en l a I n d u s t r i a

r

c

9

1 . 2 . 7 Bioquímica de l a Formación de

Íi

r
L

Estado Natural

4

Cultivo

./.

57

METOOOLOGIA

4 .,I

4;2

I

'

59

PREPARACION DE MUESTRAS

59

METOOOS QUIMICOS OE ANALISIS

59

F

4.2 .I Determinación de P r o t e í n a S o l u b l e

59

c

4.2.2

64

r

4 . 2 . 3 Determinación de Acido C í t r i c o

Oetermineción de Azúcares Reductores

Medio de Fermentación

en e l
66

3.2 Comportamiento de algunos Parámetros 78 5. RESUMEN 102 9 .1 I d e n t i f i c a c i ó n de A s p e r g i l l u s n i g e r 5.2.4 79 MaximizaciÓn d e l Proceso para Producción de Acido C í t r i c o 84 6 .4 .3. 3 METOOOS MICROüIOLOGICO5 5 .2.'3 FERMEMACION 71 74 75 5.1 Carga. de inóculo 78 5. RECULTAOOC 5. BIELIOGRAFIA 104 .3. OISCUSION 95 7 .3. CONCLUSIONES 99 8 .1 GOMA DE MEZPUITE 71 5.2 CEPA O€ A s p e r g i l l u s n i g e r 71 5.3 Maximización d e l Medio de C u l t i v o para Fermentación Sumergida 5.2 Preadaptación y Adaptación de Aspergillus niger L c 70 71 el Sustrato 5.

a pocos procesos a e r ó b l cos [vinagre) y a rudimentarias t é c n i c a s ds i n o c u l a c i ó n . Les más antiguas r e g i s t r a d a s l l e g a n a 5000 años A . Adam& se avanzó en algunas. L a cerveza y e l vino eran y a obtenidos por l o s griegos y los árabes en 200 A. pastsurizaciÓn y limpieza de l a p l a n t a y equipo. De 1880-1310 hubo productos fermentados para uso en alimentos [ácido l á c t i c o c r - y levadura].r i I. - en fermantaciones de leche y leguminosas por l o s antiguos - chinos y japoneses. A pesar de esto l a comprensión d e l fenómeno de l a traneformación de l a materia - empieza a p a r t i r de los experimentos de Pasteur a mediado8 del s i g l o X I X .t&nL L cas como aereeciÓn de c u l t i v o s y aeepsia. gracias e r L l a demanda de acetone y butanol por fermentaciÓn. Ds 1910-1920 l a guerra o b l i g ó a los grupos da i n v e s t i g a c i ó n a dedicarse a - aspectos puramente p r & c t i c o e . E l avance f u á acelerado a p a r t i r de 1880. -- aereación. I N T R O D U C C I O N r I i 1 . Hasta 1860 e l conocimiento en e l campo se re ducía a l a fermentación a l c o h Ó l i c a . . C .C. materias primas pera l a i n d u s t r i a química [ e t s n o l ) y t e x t i l [amilaaes]. Hubieron avances importantes en medios de c u l t i v o y t é c n i c a s de inóculo puro. I FERMEMACION Las fermentaciones forman parte de l a h i s t o r i a d e l horn b r e .

En a s t a Época sa encuentra el avance c u a l i - t a t i v o y c u a n t i t a t i v o de mayor importancia. etc]. de l a sorbose [intermediario en la L c s í n t e s i s de vitamina C] y de l a r i b o f l a v i n e . Este periodo ee o a r a c t e r i z a por l a introd- ciÓn de proceeos que u t i l i z a n microorgarnismor para t r a n a f o ~ maciones de eeteroides (cortizona. I L r L r 1940-1950. En tÓrminos de sustancias. etcl. 1950-1960. . y productos químicos [&ido b a c i t r a c i n % . P tinasa] vitamina 6-12.2 De 1920-1940 ya se planea claramente la a l t e r n a t i v a a l a s Fermentaciones como una opción econÓmicamente j u s t i f i c e i r b l e . i treptomicina.pa- so c r í t i c o en l a s í n t e s i s química. es- enzimae [ c a l u l a a a s y pez itacónico y 2-ceto-glu- ~ i cónico]. Se d e s a r r o l l a n procesos para l a obtención de l o s Éci-dos glucónico y c í t r i c o . se d e s a r r o l l a n procesos para obtención indua--- i r t r i a l de agentes terapeuticos [ p e n i c i l i n a . So i n i c i ó el estudio del control e s t r i c t o de ferrnentacionea greciais e l L - d e s a r r o l l o de medidores c o n f i a b l a e CpH. Se d e s a r r o l l a e l c u l t i v o sumergido y l a e a t e r i i i z ~ ciÓn de a i r e por f i l t r a d o . COZ. ae dan avances importen- t e e en aspectos geneticos de fermentaciones [&cid0 glutimico y g l i c i n e ] y en l a producción de microorganismoa para a- limento [biomass y proteína u n i c e i u l a r o 80'1. hidrocortizone] como. temperatura. a n é i i e i e químico automatizado. además se establecen lam prime-r a s herramientas d e l estudio de fermentaciones a n i v e l l a b 2 ratorio. oxlgeno.

. i n d u s t r i a l e s y municA pales. aminoácidos.3 $960-i980. etc. - Producción de pigmentos. Las nuevas direcciones de i n v e s t i g a c i ó n abarcan: - Producción de proteína u n i c e l u l a r para consumo humano. - U t i l i z a c i ó n de deshechos a g r í c o l a s . excepción hecha de enzimas inmov i l i z a d a s . - C u l t i v o de t e j i d o s de p l a n t a s [para ia producción da a i c s l o i d e s ] y de animales Calgunes sustancias terap6utioes cz mo s n t i c u a r p o s l . S í n t e s i s de productos químicos como respuesta a i incremt o de 10s p r e c i o s d e l p e t r ó l e o . p r o t e í n a u n i c e l u l a r . saborizantes y fragancias. se ha incrementado la productividad de 10s proco sos g r a c i a s a nuevos avances en e l área de la genética y l a bioquírnica. - S í n t e s i s de compuesto6 t e r a p é u t i c o s .enzimae. Aunque l a s t é c n i c a s de i n g e n i e r i a no lograr o n un avance t a n notable. - Adaptación a nuevos avancee de l a i n g e n i e r í a genética como la producción de i n s u l i n a por microorgsnismos. Nuevos a n t i b i ó t i c o s para c o n t r o l de plagas y para la a l i mentación animal. - Mejoramiento da l a tecnología de l a s fermentaciones en -- términos de sensores de variablela ambientales y acopla--miento a computadoras para efecto de c o n t r o l . Los campos m8s desarrollados son l a producción de antibiÓticos.

Los fermentadores son. Son l o s c u l t i v o s más an t i g u o s . pare a s t e t i p o de c u l t i v o . operación y c o n t r o l .4 Tipos de C u l t i v o : Existen 2 t i p o s de c u l t i v o usados industrialmente y en laboratorio: s ó l i d o s y sumergidos. c e r e a l e s o leguminosas. t o y n i l l o s s i n f i n . Las d i f v r e n c i a s entre l o s dos t i p o s de c u l t i v o e e dan e nivel de: e ) transferencia de masa entre medio y microorganismo - ‘que crea d i f e r e n t e s microambientes y consecuentemente un dL f e r e n t e comportamiento y b ] diseño. C u l t i v o s sumergidos [son l o s sistsmer más popularer]. concentraciones de s u s t r e t o . que sR encuentt-an sobre charolas o tam- - bores r o t a t o r i o s y los microorganismos crecen en l a superfi - tie. fermentadores r o t e t o r i o e . o t c ] . siendo e l crecimiento - limitado por el microorganismo. charolas. Las v a r i a b l e s ambienteles en l o s proceeo8 de c u l t i v o s ó l i d o son muy d i f í c i l e s de c o n t r o l a r (por - ejemplo: pH. l o s nutrientes se encuentren d i s u e l t o s o en - - suspensión en a l medio. y una segunda fase e n donde - l e l i m i t e c i ó n es d i f u s i o n a l . En este caso. Los problemas d i f u s i o n e l a s son meno . Be inocu-l e n s u p e r f i c i e s n u t r i t i v a s como a g a r y nutrientes. L o s primeros procesos para producción de p e n i c i l i n a y de amilssas se llevaban acabo por e s t e método. Generalmente l a t a s a de crecimiento t i e n e do6 fases: l a primers a l i n i c i o de l a fermentación donde l o s nutrien-tee se encuentran en la s u p e r f i c i e . - C u l t i v o s sobre medios s ó l i d o s . La s e l e c c i ó n d e l t i p o de c u l t i v o determinará e l t i p o de fermantedor a u t i l i z a r . e t c . e t c .

E l número de especies y e l t i p o pueden s e r iden- mateméti - t i f i c a d o s o no dependiendo del t i p o de proceso. Las concentreciones que se manajan en e s t e - t i p o d e c u l t i v o r a r a vez pasan de 50 gramos de c 8 l u l a s en base seca por l i t r o de medio. - y el c o n t r o l da v a r i a b l e e ambientales es más s e n c i l l o por e x i s t i r Únicamente dos f a s e s : l a b i ó t i c a [microorganismos] y 1s a b i ó t i c a [medio acuoso más n u t r i e n t e e l . P a r t i c i p e n dos o más - e s p e c i e s en ei c u l t i v o que inberaccionsn entra s i a t r a v b d e l medio. .1 5 res puosto que se pueden modificar [ p o r ejemplo a g i t e c i ó n ] . E l fermentador m&. su uso ha s i d o r e s t r i n g i d o a d e r . aunque se u t i l i z a n eventual-- mente fermantsdores t u b u l a r e s operados con y s i n r a c i r c u l a ciÓn da c é l u l a s . Las fermentaciones puedan también d i v i d i r s e en cuanto a l número de especies que p a r t i c i p a n en el p r o c e s o .- tae fermentaciones e p l i c e d a s m a l mentos y tratamientos de deeschos. Esta especie a s seleccionada del ambien t e y adaptada e l proceso. e n : Fermentaciones en c u i t i v o puro. Este m a el caso de l a mayoría da l a s fermentaciones. Fermentaciones an c u l t i v o mixto. A pesar de su poco usoy e x i s t e un gran interés -- . Este t i p o de fermentaciones eon l a s más d i f í c i l e s de modelar camente y y hasta ehore. semi-intermitente y continue. P a r t i c i p a s o l o una especie d e microorganiemoo.comÚn - es a l tanque agitado en operación intermitente.

E l ácido c í t r i c o se a i s l ó por primera vez en 1884 por Bcheele en forme c r i s t a l i n a d e l jugo de limón y más t a r d e Wehmar i n d i c ó que algunos mohos u hongo$ podían p r o d u c i r &i do c í t r i c o cuando se desarrollaban en soluciones azucaradas. en c i e r t o s c a s o s . melocotones. L i e b i g l a reconoció en 1838 como un & i d o t r i b á s i c o . perse.P ! - 6 - por e l d e s a r r o l l o de sistemas mixtos de microorganiemoe dado r que s e ha demoetrado que pueden superar. a l P- L comportamiento de un c u l t i v o puro. h a c i a e l año de L r L I: c c c ri c c Ii- t c r i 1200 observó que e l jugo de limón y e l de l a l i m a contenían una sustancia á c i d a e s p e c i a l y aludió en au Speculum NBtut-5 l e . higoa y o t r o s frutos y tejidos.2 ACID0 CITRIC0 r L 1. E l ácido c í t r i c o que ea obtiene de estos productos se denomine Acido C í t r i c o Natural. E l ácido sa encuentra como constituyente n a t u r a l de l o s f r u t o s c í t r i c o s como p i ñ s .2. .1 ANTECEDENTES r E l a l q u i m i s t a V i c e n t i u s Bellocaceneie. en r e l a c i ó n e l que obtiene por fermentación. en 1880 fue - preparado sintéticamente por Grimoux y Adam partiendo de l a glicerina. (I) P i t 1. e l uso d e l jugo de limón como dieolvente á c i d o .

m8s t a r d a Wehmer encontró que también ' lo producían P e n i c i l l i u m luteum y Mucor p i r i f o r m i s . pertenecen a l sistema ortorrómbico. en 1934 Doelgar y Prascott corroboraron l o s reaultados de C u r r i e . su densidad ea de 1. si e l calentamiento den a 100'C. fundan completamente E n t r e 135-152'C.542 g/cm3.I 7 Los hongos que W r h m m r El8931 mencionó como productores de á c i d o c í t r i c o p o r fsrmentación fueron: -----ácido - Citromyces p f e f f e r i a n u s y Citromyces g i e b e r . se hace répidamente los c r i s s a l e a fun-- . los c r i s t a l e s son i n c o l o r o s y t r a n -s l ú c i d o s . C u r r i e d e l Departamento de A g r i c u l t u r a de l o s Estados Unidos p u b l i c ó los resultados de una importante i n - v e s t i g a c i ó n sobre l a producción de ácido c í t r i c o con una va r i e d s d da A a p e r q i l l u s n i q e r . (L. contribuyendo con sus aportaciones a l conocimiento de a s t a fermentación. En 1917. l o s c r i s t a l e s monohi-- dratedDa se ablandan a temperatura aproximada de 70-75'C -- con pérdida de sgua.en e l a i r e seco o a l va-* c í o con & i d o eulFÚrico p i e r d a agua. 2 PROPIEOADES FISICAS Y QUlMI CA S Ei á c i d o c í t r i c o c r i s t a l i z a de soluciones acuosas f r í e s en forma de monohidrato. m l monohidrato d e l ácido c f t r i c o es e s t a b l e en e l a i r e de humedad normal. éstos producen e l a p a r t i r de soluciones n u t r i t i v a s de sacarosa que contienen carbonato de c a l c i o . psro. 2 .3) 1 .

?i 1 . cuyo peso cular es de 192. las constantes de d i s o c i a c i ó n d e l segundo y t e r c e r átomos de h i drógeno son de 1.$.665 g/cm3. E l á c i d o c í t r i c o e5 ópticamente i-- n e c t i v o y no m a n i f i e s t a p i e z o e l e c t r i c i d a d .1 . 2 . 3 .9 x IO-' respectivamente. l o a arándanos.h i d r o x i .2 x a IB'C. e l S-BX.0 x mole - También s e l e conoce como e l á c i d o 2 . l i m e s .9 Kcal/mol para e l 6 c i - do c í t r i c o monohidratado. de monohidrato a l a forma anhidra es de 36. e l coeficiente de conductividad e l é c t r i c a e 25'C es de 8. por tricoe. HOOCCH2-HOCCOOH-CH$OOH.12.51 dinas/cm a 30'C.p r o p a n o t r i c a r b o x í l i c o . 3 ESTADO NATURAL E l á c i d o c í t r i c o abunda en l a n a t u r a l e z a .15'C. s e encuentra - muy extendido en e l r e i n a vegetal y en e l r e i n o animal. l a temperatura media de t r a n s i c i ó n !0. l a t e n s i ó n s u p e r f i c i a l en contact o con e l a i r e es de 68. 2 . e s un ácido o r g i n i c o f u e r t e como lo i n d i c e la constante de d i s o c i a c i ó n da1 primar átomo de hidrógeno que e s de 8.8 E l á c i d o c í t r i c o c r i s t a l i z a de solucionee ecuosas con- - centradas y c a l i e n t e s .3 los c r i s t a l e s anhidros son t r a n s l ú c i d o s e i n c o l o r o s cuya densidad es de 1.&. lo jugo de limón general en todoe l o s f r u t o s o í .- lo contiene también se encuentra en los en concentraciones de endrinos. íq.77 x y 3. E l c a l o r de combustiÓn a 20'C es de 471. . Es bastante s o l u b l e en egus. naranjas. es c o n s t i t u y e n t e de limones. medianame= t e s o l u b l e en a l c o h o l y poco s o l u b l e an é t e r . Oen t r o del reino vegetal. t o r o n j a s .

l a recuperación es esencialmente i g u a l en l o s t r e s procedimientos. j u n t o con e l & c i d 0 málico se frambuesas y fresas. de 1-4 g/1 en l a leche. etc]. se encuen- L t r a en porciones da 0. E l i Ó n c i - r L t r a t o e x i s t a normalmente en l a o r i n a y en l a sangra. 4 METOOOS DE PAOOUCCION r i r E l ácido c í t r i c o se puede obtener mediante: I i r i - Fermentaciones de soluciones azucaradas p o r hongos.4 g/l. r s E l ácido c í t r i c o es un componente d e l vino.5) r i 1 . en pr= ductos l é c t e o s y en t e j i d o s y l í q u i d o s animales. L r Estas son l a s t r e s formas importantes para l a obtención i r i i r - r ! L r - d e l Écido c í t r i c o . r i c o se encuentra como ácido l i b r e o como s a l . 2 .5 g/i. con e l t e r t i en l e a semi- l l a s y en l o s jugos de gran variedad de p l a n t e s y f l o r e s . - . E x t r a c c i ó n d i r e c t a d e l jugo da f r u t a s c í t r i c a s [limones. (3. encuentra en l a s cerezas.9 l a s g r o s e l l a s y l a remolacha. E x t r e c c i ó n d e l jugo de l o s r e s i d r o s da f r u t o s c í t r i c o s en l a s f á b r i c e s de conservas. limas. IL r - naranjas. r o de la leche contiene aproximadamente 25 mg/l El suo y diariamen - t e se excretan en l a o r i n a de los seres humanos aproximadamente 0.

o t r o s opinan que estimulan e l crecimiento de micelio s i n aumentar l o s rendimientos. pueden tener un may cado efecto sobre e l resultado obtenido. Oorrel y Johnson en 1964 estudiaron l o s efec-t o s de l a a d i c i ó n de iones metálicos a medios p u r i f i c a d o s de ácido c í t r i c o por e l método de c u l t i v o s u p e P f i c i a l . los hongos que mejor producen ácido c i t r i 1 . además s e reduce a l mínimo e l p e l i g r o de conteminación y f a c i l i t a l a e e t e r i l i z s ción. se ha demoetrado que regulando el pH y l a s s a l e s i n o r g k i c a s s e puede v a r i a r considerablemente l a producción de ácido c í t r i c o y o x á l i c o . h i e r r o y manganeso qua estimulan l a producción del - ácido. cromo.11 Algunos investigadores afirman que e l h i e r r o y el zinc - aceleren l a Formación d e l ácido c í t r i c o . En general. 181 Otro de los f a c t o r e s que influyen notablemente durante l a fermentación e s e l pH. esto s e l o g r a con u n pH b a j o . por lo tanto l a susencis o presencia de i n d i c i o s m í nimos de c i e r t o s elementos en e l medio. Cuando se emplean l a s condiciones más Favorables para l e producción de ácido c í t r i c o s e suprime c a s i por completo l e formación de ácido o x & l i c o . - em-- pleando 55 r a z a s de A s p e r g i l l u s n i g e r y l l e g a r o n a l a con-c l u s i ó n de que l a concentración Óptima de cada i Ó n metálico pera estimular l a producción del ácido v a r í a según l a raza da A s p e r g i l l u s n i q e r . además de i n c l u i r iones de aluminio. í3L Perlam. hay o t r o s autores que opinan que l a s s a l e s de z i n c tienen e f e c t o s i n h i b i t o r i o e sobre l a producción de ácido * CL t r i c o .

algunas se l e s debe dar mayor é n f a s i s pero en general todos son de gran importancia en r e i e c i ó n a 105 r i e s g o s y consecuencias - que ee exponen cuando cualquiera de éstos rn es manejado h& bilmente y de acuerdo a l a s neceaidades d e l microorganismo. que constituyen e l m i c e l i o .P c c c 12 i r c c L r co t o l e r a n los valores de pH bajos. ya - que s i durante l a fermentación no se usa l a adecuada i n f l u i rá directamente sobre e l deeerrollo d e l hongo y e i no hay - . Son muchos los f a c t o r e s qua hay que tomar en cuenta -- cuando se está efectuando este t i p o de fermentación. Uno de los factores más importantes es l a temperatura. en cambio cuando se usan bandejas o r e c i p i e n t e s poco profundos 58 consigue una Bran s u p e r f i c i e de contacto y como consecuencia ee t i e n e una gran superfi-- - c i e de m i o e i i o y l a conversión de azúcar en ácido c í t r i c o se efectúa rápidamente. 191 Cuando se t r a t a de una fermentación s ó l i d a los f a c t o r e s que i n f l u y e n son e l área s u p e r f i c i a l y e l volumen. En l a fsr mentaoiÓn c f t r i c a l a conversión de azúcares as efectuado -- p o r ' l a s enzimas i n t r a c e l u l a r e s y por tanto t i e n e n lugar de= El -- azúcar pase a l i n t e r i o r de l a s c é l u l a s por ósmosis y por -- t r o da l a s c é l u l a s v i v a s . de acuerdo con esto en un r e c i p i e k t e profundo de r L gran capacidad l a formación d e l ácido c í t r i c o será r e l a t i v a r L r i mente l e n t a por que l a capa de hongos será pequeña en cornpa r a c i d n con e l volumen. consiguiente tanto este proceso de d i f u s i ó n como e l enzimá- t i c o son l o s que determinan l a duración del periodo de f e r - i mentación.

ido c í t r i c o en tanques abastecidos de a i r e con a g i t a c i ó n mecénica ocasional pero Schereyer e l 1928 descubrió que l a a g i t a c i ó n mecánica contínue y l e a i r e a c i ó n aumentaban considereblemenze l a acidez t o t a l pero e l ácido que se producía en mayor c a n t i d a d era e l glucónico y e l c í t r i c o se obtenía en cantidadee s i m i l a r e s a l o s r e s u l t a d o s anteriores. e l ácido pero l a conver-- - en 1926 B l e y e r d i o a conocer un proceso en e l c u a l se producía &. La temperatura empleada dependerá d e l microorganismo y de l a s condiciones de fermentación. un rendimiento b a j o en r e l a c i ó n a l que se obtenía en fermentación s ó l i d a . - p o r lo t a n t o y de acuerdo a l o s r e s u l t a d o s obtenidos por o t r o s i n v e s t i g a d o r e s a l usar una - . es d e c i r . c í t r i c o lo obtenía como c i t r a t o de c a l c i o . i i ~ - E n e l caso de fermentación sumergida Wehmer en 1912 i n t e n t ó p r o d u c i r ácido c í t r i c o a p a r t i r de una s o l u c i ó n n u t r i t i va de sacarosa con c a l y con paso de a i r e e s t é r i l . ( i 0 .13 buen d e s a r r o l l o s e veren a f e c t a m s el tiempo de fermentación y l a conversión de azúcar en ácido c í t r i c o . -- Con respecto a l m i c o ' organismo para e s t e t i p o de fermentación se encontró que l a s esporas jóvenes son mejores que l a s v i e j a s para p r o d u c i r e l ácido c í t r i c o y que l a temperatura de almacenamiento de l a s esporas t i e n e gran e f e c t o sobra su capacidad para p r o d u c i r e l &ido. i11. siÓn era b a j a .Ili P e r l a m i n d i c a también que l a temperatura desempeñe un papel en l a producciÓn d e l & i d o c í t r i c o y como r e g l a gene- r a l l a mayoría de l a s r a t e a producen una mayor c a n t i d a d a una temperature de 26-30'C.

según Karow y Waksman l a fermentación c í . cítrico la India denominada C i t r i - además se puede obtener de l a p i ñ a .14 tmnperatura que esté comprendida entre este rango favorecer& l a obtención d e l ácido en mayor cantidad. (8) En general. ácido c í t r i - co es por extracción de c í t r i c o s .io) Extracción Directa E l ácido c í t r i c o además de obtenerlo por FermentsciÓn es obtiene por extracción d e l jugo da. En l a s f á b r i c a s en l a s que l a obtención da.- (4. 2. algunoa f r u t o s c í t r i cos como e l limón'que contiene entre 5 y 8% de & i d o o una variedad que se c u l t i v a en cue l i m o n i a . estos l l e g a n en camiones - o en vagones de f e r r o c a r r i l y son trasladados s s i l o s de a l mecenamienta. l a a i r e a c i ó n d e l medio con oxígeno o a i r e a p r e s i ó n junto con a g i t a c i ó n men i c e a s í como e l uso de un medio adecuado para incrementar l a producción de ácido c í t r i c o . de ahí pasan a tanques lavadorea pare l i m p i a r . según l o s autores l a fermeE t a c i ó n se puede d i v i d i r en dos etapas.t r i c e es muy p a r t i c u l a r en c i e r t o s aspectos como son: l a r= za d e l hongo empleado. una de crecimiento y o t r a de fermentación que viene siendo l a más importsnte y a l a vez l a más d e l i c a d a ya que una pequeña v a r i a c i ó n en l a s - condiciones establecidas puede causar s e r i o s problemas en e l rendimiento d e l ácido c í t r i c o . e l uso de un medio especial pars e l d e s a r r o l l o y acondicionamiento d e l hongo.

en estos se deja e l jugo de F i 4-10 d í a s para que s u f r a una fermentación espontánea que es - P necesaria para poder f i l t r e r i los ezúcares.Extracción de Raeiduoe r En este caso as extrae e l L L c r i jugo de los residuos de f r u - toe c í t r i c o s empleadoe para elaborer conservas.P c I 15 L [: c r L r lo5 de suciedad y de materias extrañes que tengan en su euperficie. l a pulpa se somete -- genereimenta a l a s l i x i v i e c i o n e s [dos) con e l l í q u i d o de una extracción a n t e r i o c . L a porción i n t e r i o r blanca de l a corteza se - emplea pare l a obtención de p e c t i n a que es un subproducto valioso.5% de p e c t i n a . se recogen en tanques de madera o acero inoxidable. pare que les porciones que se estén F i l t r a n d o sean homogéneas. e l u t i l i z a - . luego l a pulpa se desmenuza y ee a p l a s t a en gran-- i r L - F r L des r o d i l l o s . se añs r i - de una ayuda f i l t r a n t e . los jugos reunidos son muy visco-so8 ya que contienen 0. . i r 3 . l a f i l t r a c i ó n se hace en c a l i e n t e y mientras se c a l i e n t a y se empieze a f i l t r e r [: e l jugo ya que se h i d r o l i z a n e l l í q u i d o s e a g i t a mec&icarnenta. Cuando esta fermenta ri ciÓn he alcanzado un punto que permita l a f i l t r a c i ó n . SE - usan F i l t r o s prensa. La corteze se use para obtener e l a c e i t e ese= c i e l d e l limón. p e c t i n a y las p r o t e í n a s . en loa cuales es percialmente extraído e l ju- go. se t r a s l a d a a unos tanques medidores. después ee c l a s i f i c a n sobre bandas de inspección para separar l o s frutoe i n s e r v i b l e s y pasa luego a l a máqui na mondadora. r i por lo general t i e r r a de diatomeas.

L se produce p o r fermentación de hongoa. E n l a Óp= ca de producción máxima de ácido c í t r i c o en I t a l i a (19271.r c 16 L ri do generalmente es l a p i ñ a .71 r 4. m& l a i n d u s t r i e de e x t r a c c i ó n i m p o r t a n t e s e encontrabe en I t a l i a . c í t r i c o en e l mundo es de apro- L l a mayor p e r t e de l a s cuales r ximadamente I O 0 O00 toneladas.2. MBs terda-br ¡jess- r r o l l a r o n los sistemas de fermentación sumergida. 1’4.5. i La producción de 6 c i d o . !- tiempos s e t e n í a que e x t r a e r do f r u t o s c í t r i c o s con gran c L r L c c r i r i m i e n t r a s que an o t r o s -- costo y l i m i t a c i ó n en e l producto. i y E l á c i d o c í t r i c o s e f a b r i c a p o r muy pocas i n d u s t r i a s y L - s e mantiene en secreto l a t é c n i c a da su producción por lo r L que en l a s t á c n i c a s o patentes publicadas en r e v i s t a s se e= r cuantra una i n f o r m a c i ó n l i m i t a d a . r i o s . no solo s e empleaban los f r u t o s do desecho sino también t o s maduros de buena c a l i d a d . frs E n C m l i f o r n i a se empleaban -- . también se producía en gren c a n t i d a d en C a l i f o r n i a y en lam A n t i l l a s . -- Antes de que se d e s e r r o l l e r e l a p r o b c c i ó n de ácido p o r e l metodo de fermentación.5 L II L t- PROOUCCION MUNDIAL Hasta 1940 l a producción mundial s e obtenía da f r u t o s L r Sigue un método s i m i l a r el a n t e c í t r i c o s pero en los Ú l t i m o s años sa han puesto el orden d e l d í a los procesos p o r fermentación s ó l i d a .

s i n embargo en 1927 as - - poco el c i t r a t o da c a l c i o que se importa an los Estados U n i dos. -Es an 1922 en I t a l i a se obtuvo l a mayor producción mundial de c i t r a t o de c a l c i o empleado pare l a producción de á c i d o c í t r i c o . tadoa Unidos. conatantemente se hacen nuavos ee- -los & t o- t u d i o a o se d e s a r r o l l a nuevas t é c n i c a s para l a obtención d e l á c i d o p o r los métodos da fermentación como por doe de e x t r a c c i ó n de c í t r i c o s . p o r lo que. l e mayor p a r t e se exportó a Francia. En los Estados Unidos l a producción ea da 50 O00 toneladas anuales. de tamaño peqse ño o que por a l g ú n o t r o motivo no t u v i e r a n buen aspecto ni f u e r a n de buena c a l i d a d . Inglaterra. Anteriormente el & i d o - c í t r i c o a pesar de aer una mate r i a prima de gen importancia an l a i n d u s t r i a f a r m a c h t i c e y a l i m e n t a r i a era un producto de i m p o r t a c i ó n y a que no se cuenta con ia producción s u f i c i e n t e aún --- teniendo l o a r e c u r - . S u producción a aumentado considerablementa en los Ú l t i m o s años. - 20% a productos farmacéuticos y el r e s t o a diversos f i n e s i n dustrialea. más d e l 60% se d e s t i n a a bebidas y alimentos.17 los limones m a l conformados. l a producción de & i d o c í t r i c o por fermentación se considera como un gran progreso en i a m i c o biología industriel. a pesar de eso l a producción es inwfi--c i a n t e para e a t i a f a c e r l a demanda i n t e r i o r a s í como l e s exportaciones. con c i c a t r i c e s . A nivel industrial.

Como ejemplo está l a i n d u s t r i a llamada "MEXA- MA" que se l o c a l i z a en l a ciudad de Cuernavaca. r- 1 18 L P b sos naturales.- E l ácido c í t r i c o es acidulante para bebidas tanto carbo netsdae como de o t r o t i p o y a que eo un áciQ t r a en forma n a t u r a l en l a s f r u t a s . esto seguramente para mejorar - l a c a l i d a d d e l producto que s e obtiene por fermentación haciendo una mezcla. Actualmente e x i s t e n une o dos p l a n t a s que lo estén produciendo por FermentaciÓn pero desefortunadamente se desconoce la t é c n i c a que se u t i l i z a para su obtención -- aunque tomando en cuenta algunos datos como l a l o c a l i z a c i ó n de l e p l a n t a y l a materia prime que u t i l i z a n para su obtenc i ó n puede uno suponer que u t i l i z a n un medio de fermentación de sacarasa.1 _ 1 _ .10) 1 .- Bebidas y jarabes - L r i 1. 6 APLICACIONES r r i r i En l a Industria A l i m s n t s r i i e. La mayor p a r t e d e l ácido c í t r i c o que se pro- r- duce se obtiene de subproductos de l a s i n d u s t r i a s conser--- L rL r veras y d e l jugo de Frutos c í t r i c o s que abundan en los campos mexicanos. (4. 2 . Morelos.5. por - SUE que se encuencaracterísticas: Imparte propiedades refrescantes y de acidez a l a s bebides duplicando a menudo l a s de los productoe naturales. en esta i n d u s t r i a SR produce ácido c í t r i c o en r e g u l a r escala - entre otros productos por medio de dos métodos: extracción de c í t r i c o s y fermentación. - Actúe como preservativo en los jarabes y en los refrescos .

- Ayuda a obtener e l bouquet deseado a l modificer los eabore8 demasiado dulces.- En la manufactura de dulces se ha generalizado el uso d e l ácido c í t r i c o para i n t e n s i f i c a r e l sabor de f r u t a s y de o t r o s ingredientes comúnmente usados en esta i n d u s t r i a .ya envasados. - Actúa como secuestrante de metalea que ooeaionan turbidez y que aceleran el d e t e r i o r o d e l c o l o r y sabor. l a cantidad de á c i . L r L Í L r - b. increment a e l eabor y l a s propiedades refrescentes. e s t e ácido además de mantenerlo comunica e l sabor a g r i d u l c e . r- F a b r i c a c i ó n de postres L C. d.- Jelees Para obtener en le y conservas el pH apropimdo y d a r l e a i sabor daeeado- manufactura de j e l e a s y conservas.- r- En l a manufactura de g e l a t i n a s de sabor el c o n t r o l de L r ! b pH es muy importante para obtener e l endurecimiento adecuado de l a g e l a t i n a y que debe ser de entre 3-3. ademáe el ácido c í t r i c o en cantidades adecuadas da e l sabor i a g r i d u l c e necesario en 105 caramelos.5.

25-1. 8.- ' Preparación de jugos y f r u t a s vegetales.r I 20 b r L do depende de l a coffientraciÓn de p e c t i n a .- F a b r i c a c i ó n de v i n o s y s i d r a s - Frecuentemente e l producto envasado preeente c i e r t a t u r . l o s t i n t e s ante- r i o r e s son r e s u l t a d o de una combinación de s a l a s de f i e r r o r L c o de cobre con l a s aminas de l o s crustáceos o b i e n con l o s compuestos de a z u f r e que se desprenden produciendo una gama decolores d i v e r s o s . aumenta l a r e s i s t e n c i a a l d e t e r i o r o .0% da ácido c í t r i c o mez- clsdo con o t r o t i p o de a n t i o x i d a n t e protegen y r a t a r d a n ' l a formaciÓn de o l o r e s y c o l o r e s desagradables para estos a l i mentos. Cuando l o s pescados y mariscos frescos se sumergen a soluciones de 0. café. f. r i r e. negras y azules producto de una oxidación. Los pH b a j o s derivados d e l u60 de ácido c í t r i c o e j e r c e n e f e c t o s p r o t e c c i o n i s t a s de l o e pigmsntoa de l o s jugos de'Fyu tas.- Empacado de pescados y mariscos L r Loa pescados y mariscos d e a a r r o l l a n frecuentemente 01% r e s desagradables a s í como c i e r t e s coioraciones r o j a s .

r L r . c h.- F r u t a s congeledas E l ácido c í t r i c o se usa durante e l proceso de empacado de f r u t a s congeledas por dos c i r c u n s t a n c i a s : - Generalmente s e efectúa una operación f r u t a usando soluciones cáusticas. 4 . t P a i esto no se r e a l i z a r a solución a l c a l i n a d e s t r u i r i e n l a a c c i ó n de pH bajo. que se combinan con t a n i n o s y f o s f a t o s que se encuentran en e l aena d e l l í q u i d o . l u b l e s que provocan l a t u r b i d e z .El á c i d o c í t r i c o e l i m i n a l a a c c i ó n de c i e r t o s metales pe- sador que pueden a c t i v a r una oxidación. formando complejos inso- l a s s a l e s complejas antes - aeñaladas s e pueden e l i m i n a r s i se t i e n e l a precaución de agregar ácido c í t r i c o en pequeñas cantidades. mediante detiene l a a c c i ó n o x i d a n t s de l s s - enzimas presentes. protegiendo l a -- L d e s t r u c c i ó n l a s vitaminas de l a f r u t a .c r L r í L r I L r L 21 b i d e z o r i g i n a d a por una d i v e r s i d a d de c a u ~ a s . E l problema - más común s e presenta por l a e x i s t e n c i a de i o n e s f é r r i c o e - en eoluciÓn. lec t r a z a s el á c i d o aecórbico. - de mondeje de l a se l a v a perfectamente con egua y después se sumerge en una soluciÓn 1-2% d e áci de - do c i t r i c 0 para l l e v a r acabo una n e u t r a l i z a c i ó n de l o s r e siduos a l c e l i n o s .

- r En l a I n d u s t r i e Fermacéutica i r s. además de s e r s g r a d r b l e a l a v i s t a .ido c í t r i c o sobre l o s carbonatos o bicarbonmtos de l o s metalea a i c a i i n o s correspondientes.- Sales de ácido c í t r i c o E l c i t r a t o de =dio y e l c i t r a t o de p o t e s i o s e preparan mediante 1s a c c i ó n se &.Preparación de eferveecsntee L r El ! c á c i d o c í t r i c o en combinación con bicarbonato de so- L t c c c c c c c P i d i o y o t r a s sales. b.r 22 L r i i i. ri 2. este combinación - c a r a c t e r í s-t i es parcialmente e f e c t i v a en a q u e l l o s productos en que s e r e q u i e r e un c o r t o tiempo de d i s o l u c i ó n y un sabor co. E l ácida c í t r i c o se usa temóibn pera l a preparación de . las s a l a s entes menciorieda~se usen como d i u r Ó t i c o s y expectoran - tea.. cuando s e agregan a l agua producen una bebida r e f r e s c a n t e s a l i n a y carbonatada.Grasas y a c e i t e s r i E l ácido c í t r i c o actúa como secuestrante de l o s iones r ! m e t á l i c o s y r e t a r d a a l o s s c e i t e s y s l a s grasas d e l e f e c t o i r i de l a rancidez evitando a s í los malos o l o r e s c a r a c t e r í s t i c o s de ésta.

- Comáticoe Para a j u s t a r pH. l a presencia de ácido c í t r i c o en e l & i d o - a s c ó r b i w l o pro- tege de l a a c c i ó n axidante... L r i c.Diversos Usos r L r L e.- r oxígeno L r i r I L r i r Protección de vitaminas y compuestos s e n s i t i v o s a l El &ido ascórbico es un compuesto muy s e n s i b l e a l a - o x i d s c i ó n qus provoca su destrucción l a cual se i n t e n s i f i c e con l a presencie de residuos met8licos de f i e r r o y cobre. soluciones de fosfato c i t r a t o da c a f e í n a .P 23 L !” I P- c i t r a t o cüprico con c a r a c t e r í s t i c e s astringentes y antisépt i c a s . e i i x i r a s compuestos de g l i c e r o f o a f e t o s . así como e l i x i r antienémico y por ú l t i m o soluciones I r de o i t r e t o de magnesio son usadas como purgantes. también para preparar s u l f a t o f e r r o s o . ~ L ?- L 3. j L r i d. como aieteme antioxidante o quelante . de sodio y en l a preparación de además e l ácido c í t r i c o o una de sus 8% l e s se emplea an l a preparación de sangre humana para t r e n 2 L r fusiones.E l í x i r e s y drogas r El &ido c í t r i c o se emplea en l a preparación de jerabee i r L r ! L de eulfato da e f e d r i n a .

#i \ 1. l a s cuales contienen grandes cantidades de - ácido c f t r i c o y que son usadas como fuente comercial da1 Écido. l a e h i p ó t e s i s e s han centrado .2. Para n e u t r a l i z a r eoluciones para c a b e l l o junto con c i t r a t o de sodio actúa como b u f f e r . Se han hecho v a r i o s sstudioa para e x p l i c a r l a forma--- ciÓn da este ácido por fermentación.s. neralización Excepciones a esta ge- se encuentren entre l o s f r u t o s c í t r i c o s y en pifia= y l i m a s . aspeoialmente - en As-- per~illus n i g e r .7 BIOPUIMICA DE LA FORMACION DEL ACID0 CITRIC0 Oado que el ácido c í t r i c o es un intermediario de l a rs t e metabólica a dióxido de carbono y agua. b. lq.- Fotografía Para a j u s t a r soluciones para papel.24 de iones metálicos. como f i j a d o r y e s t s b i l i z s d o r . no es sorprenda= t e encontraraque a i ácido normairnente no se acumula en cansi dadee apreciables en l a c é l u l a v i v a . como un componente de emulsiones para imprimir o r e v e l a r . En general. para formar comple-joe met&icos.

-- II I co I co ' I CH2 I COOH COOH Ac. COOH AC G ~ U C ~ A c . nico Sac& rico - .25 en do5 puntos. (I*) Franzen. ción de & i d o el. e l primero envuelve una s e r i e de reacciones en l e e cuales l a cadena de glucosa no as r o t a a unidades -- m& ma s i n o que l l e g a e ear transformada de alguna simples. co. nera a á c i d o c í t r i c o con r a m i f i o a c i ó n de l a cadena. han presentado evidencias E l l o s s u g i r i e r o n qua l a produc- c í t r i c o a p a r t i r de azúcar. CHO I CHOH I CHOH I CHOH COOH I COOH I COOH COOH I I CHOH CHOH I CH CH2 CHOH COH . El por plantas y -- pese através de ácido s a d r i c o pierde - entonoes dos moléculas de agua para dar el d i a n o l d e l ácida c r c L [: r c i r i r - cetoedfpico. l a es-- t a l e s como acetaldehído o ácido e o é t i - loa cuales son usados entonces para s i n t e t i z a r ácido c i t r i o o . gun& envuelve l a r u p t u r e de l a molécula de azúcar a corn--- puestos más simples. 8-t- ceto adfpico . qua apoyan el p r i m e r punto. l o s ácidos glucónico y s a c á r i c o . presumiblemente también p o r algunos hongos. Challenger. et.I CHOH I CHOH I II -1 COH I I CHOH I CHOH CHOH CHOH CH I I I C-OH ciucOm 1 CIQOH .

no ss fermentado e á c i d o c í t r i c o . s i l l u s n i g e r c r e c i ó sobre s o l u c i o n e s de s a l a s de los acidos a d í p i c o y mucónico.r .d i c e t o a d í p i c o : Acido a d í p i c o HOOC-CH~-CO-CO-CHZ-COO~ Acido b . s i n embargo. cuando el hongo es c r e c i d o en gluconato de c a l c i o . Presumiblemente l a producción de ácido c í t r i c o de ácido a d í p i c o procede p o r medio de un doble &ido p f . Además. a l & i d o s a c & r i c o ha s i d o a i s l e d o de c u l t i v o s rL de A s p e r g i l l u s n i g e r sobre g l u c o s a . Además.d i c e t o a d í p i c o l a producción - E l correspondiente ácido /-f-dihidroxiedfpico blemente e l primer producto de o x i d e c i ó n . e l & i d o r ha s i d o obtenido c u l t i v a n d o e l mismo hongo en sacarato de - p o t a e i o y s e han obtenido sacareto de c a l c i o y c i t r a t o de - i c í t r i c o también c i - r calcio. É c i d o c í t r i c o d e l ácido glucón i c o . . y se F b ha observado l a formación d e .P 26 b r k r ni- Eatea reacciones i n i c i a l e s son apoyadas por e l hecho de que l a producción de á c i d o g l u c ó n i c o por A s p e r g i l l u s b ~ e yr o t r o s hongos ha s i d o repetidamente demostradas. y es proba de á c i d o c í t r i c o e p a r t i r de á c i d o mucónico es aparentemente dependiente de esteácido como un i n t e r m e d i a r i o . - Por o t r o l a d o todos l o s i n t e n t o s p a r a d e t e c t a r ácido d i c e t o - i a d í p i c o en c u l t i v o s de hongos en glucosa o sacarato de pote L s i 0 han fracasado. c c c c c c [: ri c r i y cuando el - á c i d o d i c a t o a d í p i c o es a d i c i c nado a l medio. l a e v i d e n c i a en f a v o r de l a h i p ó t e s i s ha s i d o proporcionada. por l a formació'n de á c i d o c i t r i c o cuando - Asper.

t . E s t o s c i e n t í f i c o s asumen que i a glucosa se rompe a compuestos que t i e n e n 3 á- tomos de carbono.d i h i d r o a d i p i c o rL r Se asume que e l ácido c í t r i c o proviene d e l ácido #-a-- i r L d i c e t o a d i p i c o por una transformación ácido b e n c í l i c o . como en l a fermentación a l c o h ó l i c i por 10 vaduras. l a s cuales se unen para formar ácido c í t r i c o . Los estud i o s de estos investigadores parecen apoyar e l segundo punto mencionado.P i P L r HOOC-CniGH-CWCH-C00H Acido mucónico 27 - HOOC-CH~-CHOH-CHOH-CH~-COOH i Acido B . l a ruptura d e l azúcar a compuestos más simples para l a s i n t e a i s de ácido c í t r i c o . un -- proceso que ocurre i n v i t r o en presencia de á l c a l i : t- i r i HOOC-CH2-CO-CO-CH2-COOH Acido - + HOH -dicetoadípico HOOC-CH2-CCCOH]CCOOH]-CH~-COOH r Acido cítrico L [: c [: c [: f f c c Varios investigadores han sugerido que l o s ácidos glucónico y s a c á r i c o a i s l a d o s de l o s c u l t i v o s de hongos no s o n compuestos intermediarios en la formación de ácido c í t r i c o s i n o que son producidos por reacciones l a t e r a l e s . L a s 3 reacciones s i n t é t i c a s más importantes envuelven scetalde- hido o á c i d o a c é t i c o y se cree qus son como sigue: 1. esto e s .- L a condensación de 3 moléculas de acetsldehfdo se- guidas p o r una oxidación a ácido c í t r i c o : .

'i 3. e l cual e s oxidado a ácido e c o - n í t i c o .* H I ' + CH2-COOH I HOC-COOH C&-CHO CH2-CHO CH2-COOH Acetaldrrhído 2.I I - CHz-COOH Ac.-GOOH CH-COOH 1 I 1 .- I Acido. HC-COOH Ac. t r i c a r balílico + 1 - CH2-COOH 2 - Ac. . E l ácido c í t r i c o es entonces formado por l a h i d r a t a ciÓn d e i ácido a c o n í t i c o : CH~-COOH HCH. aconi tic0 CH2-COOH 1 HOC-COOH I Ck-COOH Acido C í t r i c o CH2 II C-COOH CH2-COOH I I CH2-COOH CH2 -GOOH Acido itacónico Ac.--.mar &ido La unión de doe m o l & u l a i de ácido acético pera f o r - succínico. -2H 2. a c á t i co C-COOH ____. e l cual b~ entonces oxidado a &ida fE . succg ni co I ir I 'L i jc 1 . C r tri co La unión de l o s & i d o s - a c é t i c o y succínico para f o r mar un ácido t r i c e r b o x í l i c o .P L P C&-CHO i ' L - I f 6 :O I = CH-CH3 HC-CHJ I ' I + !- I L I.coz H2O 3.

de hedio l o e valores pera experimentor - de 5 a 12 dfaa c o n r i r t e-n temente variaron de 3. a c é t i c o HOQC-CH2-C&-COQH Ac. deben e x i s t i r c i e r t a s r e l a c i o nes c u a n t i t a t i v a s : 1 . 2. con A s p e r g i l l u s n i E creciendo en eolucionee que contimnen glucoem como Úni- ca fuente de carbono.4 a 4 .29 m i r i c o .- c í t r i c o : C02 no deberá y La proporción en peso de & i d o c í t r i c o no deúerá - ser mayor de 71.- La proporciÓn en peso & i d o exceder 1. málico CHz-COW Acido C i t r i c 0 Para que este t e r c e r mecanismo sea c o r r e c t o . fumárico H20 CHOH-COOH I CH3-CQOH HOC-COQH Ac. I f I CL. __f HOOC-CHmCH-COOH I succínico CH2-COOH Ac. E l peso de ácido c f t r i c o obte- . Wellr y esociadoe l l e v a r o n - cabo experimentos de balance de carbono.-COOH acético Ac. Sue resultados muestran qum l a r e l a . E l á c i d o fumárico es hidratado perm producir i c i d o m i l i c o . M o y e r y May C19361.1% Pera probar estos puntos.ciÓn t d r i c a de ácido c í t r i c o : C02 es excedi en mucho.45:1. de acuerdo a Wells.Q. e l c u a l se combina con alguna o t r a molécula de é c i - do a c é t i c o para Formar ácido c í t r i c o : 2 CH3-COOH - Ac.

tanto. No obstante todos l o s t r a b a j o s que han s i d o hechos sob r a a s t a problema. ii5. siendo de 85 a 90% pera experimentos de 5 a 12 d í a s aproximadamente el 98% d e l carbono f u e considerado en sus e s t u d i o s ..-- n i d a f u Ó también mucho más granda qua los v a l o r e s máximos teóricos.iw) . e l mecanismo para l a producción micol6gL y no se ha propuesto -- una t e ó r í a qua considere todas l o s f a c t o r e s que han s i d o oh ca de á c i d o c í t r i c o es eÚn obscura.ia. L c rc r L c c r 1 L c c c r i servados. por lo - ee observa que d i f í c i l m e n t e una farmentaciÓn de t i p o a l c o h ó l i c a con & i d o a c é t i c o como r u t a i n t e r m e d i a o c u r r e a n t e s de que el á c i d o c í t r i c o mea formado. Sobre l a s bases de e s t o s resultados.

.

negro púrpura o c o l o r carbón. i I L globosas radiadas o d i v i d i d a s en pocas o muchas formas irre F- g u l r e s o columnas b i e n d e f i n i d a s de cadenas c o n i d i a l e s . que son parecidos a u n "Aspersorio" gillus = [ l a t í n aspor aspersorio o h i s o p o ] . quebradizas. 3 ASPERGILLUS N I G E R r E l género A s p e r g i l l u s es uno de l o s más importantes don i t r o de l a Y i c o l o g í a desde e l punto de v i s t a i n d u s t r i a l . típicamente l i s o s pero en algunas especies ligeremsnte granulares o punteados. usado todavís por el gunos autores. - usualmente de paredes pesadas.r i r - 1 . partiéndose l o n gitudinalmente cuando s e oprimen. a menudo muy coloreadar o aún l l e n a s con pigmento. verde obscuro.1 CARACTERICTICAS Las cabezas c o n i d i a l e s son algunas veces obscuras o n z g r a s . .3. Vesículas globosas obscuras o coloreadas en l a l u z y Ea f é obscuras en l a obscuridad. €sterigmas e n u n a o dos smrire dependiendo de l a s es-p e c i e s . su r nombre proviene de l a forma de s u s órgsnos asexuados de re- - producción. I . Cómo sinÓnimo de e s t e género debemos c i t a r e l de "Sterigmatocystis". . 1 . L P L r i¿ I ConidiÓforos transparentas a c a f é s . pardas.

dep-n por lo t a n t o .vesiculaa mas. r L. EaclerÓtida globosa a subglobosa. Estas v a r i e n en l a forma de l a pigmentación negra de sus cabezas c o n i d i a l e s y en l e s dimensiones de conidioeporss. El y setsrig-- esterigma p r i m a r i o muy frecuentements continua e l o ~ gándoss después da que l a asporulaciÓn a comenzado. equinuladaa. -- La pigman- t e c i ó n de las cabezas c o n i d i a l e s v a r í a no solo an d i f e r e n t e s especies.P 33 L r- r i c Conidias globosas. es p o r mucho e l miembro más ya que abundante d e l grupo A s p e r g i l l u s . s i n o algunas veces dentro d e l mismo a i s l a d o . o con es- t r i a c i o n a s conspicuas l o n g i t u d i n a l e s . l i s a s o casi lisas. y las - c o n i d i a s més jóvenes an una cadena a menudo muestran dimensiones iigeramenta más l a r g a s y manos conspicuas y menos marcas d i a g n ó s t i c a s que l a s c o n i d i a s m8s viajas. P de c o l o r crema cuan- I i do a5 joven. t c c r L r I c c c >- r L c c c r i - Debido a l a c a r a c t e r í s t i c a de pigmentación de l a s cabe zas c o n i d i a l e s . l a s d s t e r m i m c i o n e s d e l c o l o r debsrán e s t e r baaadas en l a 5 contfnuae observaciones atrav8e del período de crecimiento y . Aeperqillus niger se c a r a c t e r i z a por e l esterigma b i sariado y c o n i d i a s relativamente pequeñas. rosado grisáceo o café. Esto no es s i n alguna j u s t i f i c a c i ó n . y a l grado de v a r i a c i ó n dentro d e l grupo es t a l que l a s i-- d e n t i f i c a c i o n e s e s p e c í f i c a s a menudo l l e g a n a ser m u y d i f í c i l e s . - los miembros de este grupo son comúnmente llamados " A s p e r g i l l u s n i g e r " s i n considerar l a morfologia u otros c r i t e r i o s . mente eplanedas. disndo d e l s u s t r a t o y ds la adad d e l c u l t i v o . - elípticas u horizontal subglobosas.

i i p o i í t i c a e . áoi do Fum6rico y ácido o x 6 l i c o . debido a su uso extensivo en estudios f i s i o l ó g i c o s y .34 esporuiación. E s t á n d i s t r i b u i d o s amplia mente e n e l mundo y ee encuentran en l a más grande variedad de s u s t r a t o s . productos de f o r r a j e . E l A s p e r g i l l u s negro e s probablemente más común que a l gÚn o t r o grupo dentro d e l género. n u t r i c i o n a l e s de los hongos y aún -- más debido a sus importantes a p l i c a c i o n e s en l a indus- t r i a . Son abundantes en todos los suelos examinados y parecen s e r particularmente abundantes en s u e l o s de á r e a s t r o p i c a l e s y subtropicales. ácido c í t r i c o . incluyendo granos. ácido glucónico. pectinoiíticas. I . enzimss q u i t i n o i f t i c a s .3.2 APLICACIONES EN LA I N D U S T R I A A s p e r g i l l u s n i g s r ha s i d o usado efectivamente en un gran d m s r o de conversionee b i o l ó g i c a s y producción de metabolitos t t a l s s como: ácido g á l i c o . t Debido'a s u d i s t r i b u c i ó n cosmopolite y a su papel en e l proceso natural de descomposición. 1. p r o t e o l í tices. productos de l a lecbe y o t r o s s u s t r a t o s r i c o s en proteína y en l e vegetación en putrefacción d e l cem P O . enzimes a m i l o l í t i c a s . vege t a l e s y f r u t o s descompuestoelel algodón expuesto en t e x t i l e s y f á b r i c a s . desde 1945 se han publiaado numerosos a r t í c u l o e r e l a cionendo a l A s p e r g i l l u s negro. p i e l e s .

7i + c L I 35 c L e n t i b i ó t i c o s . pigrnentos y s í n t e s i s da e s t e r o l e s . vitaminas. .

---salinarurn. hojas. P . forma o f i s o nomía d e l á r b o l en sí o de sus ramas. George Bentham y que son impor - tantee de e e t e b l s c e r para poder hacer en un momento una aso ciación. e x i s tiendo v a r i a s especies s n t r e l a s cueles encontremos P . Pro- eopie e f f i n i e . P .1 . pubascan8 y P . Vahl. W i l l d . dol género Prosopis. de ahí que s e ha c l a s i f i c a d o con d i f e r e n t e s nombres. a r t i c u l a t a . r L r r a tiene yana . Acacia p a l l i d a . de l a f a m i l i a do l e s mimosaceee. cinarecscens. ju- - l i f l o r a . 4 MEZPUITE r r i - Desde e l punto de v i s t e botánico a l mezquits es l e con s i d e r a d e l orden legumimseas. pero que en r e a l i d a d son sinónimos del Prosopis j u l i f l o r a - según e l botánico i n g l é s U r . c h i l e n s i s . Swartz. glandulosa y t o r r e i ri r i E l mezquite ocupa zonas muy extensas que presentan car a c t e r í s t i c a s geoiógicas y ciimatoiógicas. P. Acacia j u l i f l o r e . Desamanthus S t w d . de l a t r i b u andenantÓreas. P . Mimosa salinarium. l e e vigata. E l Prosopis j u l i f l o 3 variedades que son: velutina. f l o r e s y fru-tos. s e - presenta en muy variados aspectos: en tamaño. W i l l d . glandulosa. por io que. --- Podemos mencionar algunos como: Mimosa j u l i f l o r a . P . y o t r o s más pero de menor importan-- r L . Sprsng.

como nombres vulgares se t i e n e "Chachaca" choacén. cionedo anteriormente. "Algarrobo" "Mezquite" en Perú. como por l a basta zona 114) L r i c c c r L Este p l a n t a es de aspecto muy v a r i a b l e . h i " en otomi. quite" . "Mes en Estados Unidos de Norteamérice. - en N i - dependiendo de cada estado. "El agarrobe" en Argenti- por ejemplo: "Manca de c a b a l l o " - en náhuatl. e6 un á r b o l bas con copa redonda y s i m s t r i c a pero con r a - mea muy i r r e g u l a r e s y como coneecuencia m producen una s o ~ . p o r lo que 88 como se ha men puede observar. como también l o s nom b r e s en l a Repúblca Mexicana. " C u j i yaque" en El Salvador. "Czistzecua" - "Ta en lengua F6cilmante podemos percatarnos con estos nombres que - i desde hace mucho tiempo se t e n i a conocimiento de e s t e á r b o l f r c por algunas da EUS características. "Algarroba" - "Beya hon en Colima. en Mexico. "Mizquitl" y - en M i podemos mencionar l a v a r i a - c i ó n de nombres p o r e f e c t o s de l a s lenguas o d i a i é c t o s .c I 37 b- I: c sn d i s t i n t o s paises. t: r L c c rt r mezquita se conoce con d i f e r e n t e s nombres comunes El na y Uruguay. en donde se d e s a r r o l l a . L P - en Colombia y Panamá. o "Chucata" r L tarasca. Venezuela. Se toma como un promedio a p r o x i - mado en un á r b o l de r e g u l a r tamaño de a l t u r a de 2 a 3 metros y con un t r o n c o leñoso de 50 cm de diámetro. tante resistente. ragua. "Carbón" en "Acacia de c e t a r i n a " "Casheu" en Jamaica. da" en H a i t í . de una a l t u r e de u r n s cuantos c e n t i m s t r o s hasta I 2 Ó 15 metros en forma de un & b o l robusto.

r L r La c o r t e z a d e l tronco es gruesa. l a s - f l o r e s aparecen en a l mes de mayo y continúan produciándose hasta e l mes de j u l i o . formando junto con e l t a l l o . v a r í a n de 3 a 5 cm. de l a r g o y de 3 s 6 mm. i n f l o r e s c e n c i a s y f r u t o s . r i r L r Generalmente. básicamente son p r i m a r i a s . se encuentran agrupadas en racimos o eepigss densas en forma c i l í n d r i c a y angosta. da c o l o r verde c l a r o y blanco. de l a r g o . i r i r L Los f r u t o s se presenten en forma de vainas alargadas de . aunque también depende d e l c l i m a . de - i c c r ancho presentando nervaduras s a l i e n t e s .r - I 38 7i r i r i bre s a t i s f a c t o r i a . de c o l o r r o j i z o obsc. da F l o r e s son muy pequeñas. Las hojas son bipinadas y fa= c i c u l e d o s . y son muy eromátioas. de aspecto grueso. L r Les i r1 c mm. Presenta unas r a í c e s profundas que se e2 tienden lateralmente por una amplia zone d e l suelo alcanzac do hasta d i e z o más metros de profundidad. E l mezquite presenta espinas de gran tamaño separadas una da o t r a . de aproximadamente 2 a 3 l o n g i t u d . Las - espigas t i e n e n un tamaño que f l u c t ú a entre 4 y I O cm. l a s ramas son delgadas y pubescentes que en l o s prime-- ri r o s años son de c o l o r a m a r i l l o verdoso tornándose obscures r con e l trsnscurso d e l tiempo. L r o . a x i l a s que son en donde se d e s a r r o l l e n les ramas.

r - r i r i r L r I L r I c c c c c c c c c t c c 'I: i .

r L r c c c c L f r i i r i .

f o r m a y l u g a r e s de crecimiento de esta p l a n t a ae hace una d e f i n i c i ó n y determinación de t e r r i t o r i o n a c i o n a l para u b i c a r ZOMS en a l más dentro de l a s necesidar- des y c a r a c t e r í s t i c e s d e l mezquite. de l a r g o . E l mezquite es un á r b o l o arbusto muy r e s i s t e n t e a l a sequía.41 10 e 24 cm. en -- donde se protege de los v i e n t o s y d i s f r u t e de l a humedad. - E l mezquite vegeta en forma más abundante en t e r r e m e cercanos a l o s r í o s . l i s a s y obscuras. dando une gama muy amplia de tonos y combinaciones. SE desarrolle. p e r o también vegeta e n l u g a r e s a l t o s . y aún dependiendo d e l l u g a r donde - p o r ejemplo s i es en lugares su f o l l a j e es basto. l a s remas forman r a - La c u b i e r t a e x t e r i o r o p e r i c a r p i o es cubre a l mesocarpio c o n s t i t u í d o por una capa gruaea esponjosa de pulpa dulce. aplastadas. cimos b a s t a n t e t u p i d o s . . y son oblongas.zll Para abordar l a . á r i d o s y arenosos. que están colocadas o b l i c u a y separademente. es su fisonomía. son planas en un p r i n c i p i o y que a l i r madurando se van haciendo c i l í n d r i c a s de c o l o r a m a r i l l o p e j a que e s t á n matizados con tonos r o j o s o guinde~s. (20. y generalmente en l a s hondonadas. - que e su vez cubre l a s aamillas. - se adapta f & c i l m e n t e a auelos l i g e r o s y a l a s r e g i o - nes & i d e s de c l i m a % c a l i e n t e s . en l l a n u r a s o s a l i n a s y dunas. delgada. en t e r r e n o s á r i d o s l e r a í z Be d e s a r r o l l a mucho y la p a r t e f o l i á c e e es escasa. húmedos. .

que presenta l a agudi zaciÓn d e l clima seco con una p r e c i p i t a c i ó n media anual de menos de 450 m m . L c r i Siguiendo e l ejemplo de l a naturaleza se puede emplear e l mezquite en forma provocada como un agente restablecedor y - . que de definitiva. - exploración puede r e a l i z a r s e en un I O O X . puede s e r c e l i e n t e o f r í o donde hay mani- c festaciones f o r e s t a l e s escasas.. e t c . cubriendo grandes extensiones de S u d 0 5 a l u v i a i e s profundos más o menos planos en e l fondo de l a s cuencas o l a s r i v e r a s de l o s r i o s . desde sus vainas. E s t a p l a n t a se define como un recurso para los paises pobres en donde l a t e c n o l o g í a a g r í c o l a no se ha desarrollado en forma s u f i c i e n t e para l a s zonas en donde no s e pueden lo- - grar c u l t i v o s productivos para épocas de aequIas temporada en l a que se puede comercializar c o n . an sus d i f e r e n t e productos y subproductos. Le él se pueden obtener y en si e l recurso e x i s t e se debe aprovechar. au F o l l a j e . La naturaleza u t i l i z a espaciee como e l mezquite para restituir - el e q u i l i b r i o que el hombre destruye muchas veces inconcientemente. o en e l causado por FenÓmenos de erosion. é s t e ." 42 L r L P i r Crece en climas eeco-des&rticos. donde s e l l e g a a l extremo de r f a l t a de vegetación observándose generalmente en zonas me-- b r L c c c f r L c !- L c c r r - - nos f r í a s de climas denominados como 8s de l a s d z o n a sur de l e e l t i p l a n i c i e . l a madera. .

postes pare l i n e a e - de l u z o t e l é f o n o . a s t i l l a s para c e l u l o s a . por - l a propiedad de l a s leguminosas de f i j a r el nitrógeno e n e l suelo. t i r e s y F a j i l l a s . compacta. f a b r i c a c i ó n de instrumentos de t r e b e j o - . hormas. v i g a s . e s pese da. - leña en r e j a . brazuelo. La madera a l i g u a l que l a corteza t i e n e un gran contenido de ácido t á n i c o a l que s e u t i l i z a para c u r t i r p i e l e s y con esto e x i s t e l a p o s i b i l i d a d de c r e a r o f i c i o s y nuevas -- fuentes de t r a b a j o en l a s l o c a l i d a d e s . En León Guanajuato se u t i l i z e pera tacones de zapatos. por l e r e s i s t e n c i a de la'madera y una gran cantidad de d i v e r sos productos. r e s i duos aeerredos. para l a produc-2 ciÓn de de t i e r r a s f é r t i l e s . (181 E l á r b o l t i e n e una madera bastante f u e r t e y r e s i s t e n t e por l o que s e ha l l e g a d o a llamar madera de h i e r r o . es varas secas a i i g u a l que l a s r a i c e s y j u n t o con 10 ñoe se l e s a t r i b u y e un poder c a l o r í f i c o superior a l d e l encino ya sea en forma de leña o carbón.1 43 e s t a b i l i z a d o r d e l suelo ya sea con s u s o i a presencia. t a b l a s y tablones. o t r a s maderas aserradas. como l o s que se mencionan a continuación: c e j a s de empaque. durmientes. p a r a papel y combustible. o como abono verde denominado p d o . presentando u n excelente producto para explotación r u r a l por los m ú l t i p l e s usos. p a l o s de e s c o b a .

P

3

44

L

r
*

como c h a s i s en motores pesados, en implementos de labranza,

r

esta madera e s agradable a i a p l i c a r un f i n o p u l i m i e n t o que

,

~

i

junto con su r e s i s t e n c i a

r

cación de muebles.

la

hecs inmsjorable pare

la

fabri-

i

r

c
c

''

L

r
i

-

En plano mundial, lo encontramos desde M r t e a m é r i c a ,

por todo Centroamérica y SudsmÓrica, hesta C h i l e , Indonesia
S u d á f r i c a , A u s t r a l i a y en l a s t i e r r a s bajas y secas de
Hawai, como se podrá observer e l mezquite en todas sus va
riedades se d i s t r i b u y e en gran parte d e l t e r r i t o r i o nacio
nal

.

P

' I

L

r

i

c

r
L

El

mezquite lo encontramos asociado con e l huamichil

[Pithecolabiurn dulce] comunmsnte esta aeociaciÓn nos esta
blece

los

perímetros de l a s zones á r i d a s o semisecas con

t i e r r a s más favorables;

también l o encontramos en l a denom'

-

nada s e l v a b a j a espinosa, junto con a l palo verde [ C e r c i

c
c

dium macrum], e l Anacahuita [Cordia b o i e s i e r i i ] y a veces

L

son producidas en abundancia. Un í r b o l de diez años produce

r

90 kg de vainas anualmente, de lam cuales l a meyoría de sus

c
c

s e m i l l a s son f é r t i l s e ; se d s s e r r o l l a e l árbol fácilmente y

r

i

r

L

con a l ébano [Cordia Phitecolobum F l s x i c a u l e ] y an forma

se

gura junto con gramínsas.

E l Rrosopis j u l i f l o r a se m u l t i p l i c a por semillaa que

s i n ningún cuidado r e s i s t s condiciones adverses en forme
muy e s p e c i a l .

-

-

4

45

Se van observando apariciones contínuaa o extensión de
l a s Éreaa y a e x i s t e n t e s en donde vegeta e l mezquite, debido

a l sobrepastoreo,

que es básicamente l e forma como se d i f u E

-eliminada estar
-

de; y ae debe a que l o s animales comen de e s t a v a i n a s i n
presentar ninguna d i g e s t i ó n por e l eatomago, es

p o r su organísmo y cae encondiciones favorables a l
en oontecto con e l abono n a t u r a l , que adam&

l e proporciona

l a humedad requerida para su germinación; F a c t o r e s necsae-r i o a para su crecimiento i n i c i a l . ( ¿ I \

Cuando e l á r b o l de mezquite es herido con agentes
c o s , h e r b i c i d a s [2,4,5-T]

fíai

produce un exudado llamado goma

-

de sabor d u l c e , c o n s t i t u í d a por una mezcla de carbohidratos
antre l o s que predominan l a s a l neutra de un p o l i a a c e r i d o

-

á c i d o , o t r o s componentes son O-galactosa y L-arabinose.

En loa ejemplares jóvenes l a goma es más b l a n c a y m8a
pure, aunque estos risra vez l a producen. Por medio de eatud i o s s o f i s t i c a d o s se ha v i s t o que l a goma da mezquita t i e n e
c i e r t a s i m i l i t u d con l a goma arábiga y con o t r o s compueetos.

46
Son dos los t i p o s de goma exudadoa por e l mezquite. Un
t i p o es blanca o de c o l o r ambarino [semejante a
biga) t i e n e uso medicinal en Héxico.

El

la goma a r i

segundo t i p o es de

c o l o r negro obscuro, quebradiza y de sabor a s t r i n g e n t e , est a cqntiene un 20% de taninos.

Esto l l e v a a l a p o s i b i l i d a d

de Gear l a goma de mezquite en l u g a r de l a s gomas de importación.

S i n embargo, esta es producida bajo condiciones a--

normales, por e l l o deben d e s a r r o l l a r s e métodos para estimular

la producciÓn y r e c o l e c c i ó n de l a goma.

A l mezquite se le considera como l a especie productora
de goma más importante de Norteamérica. (t;)

Hoy en d í a l a gente d e l campo está muy l i g a d a a l em--pleo de esta p l a n t a con f i n e s c u r a t i v o s ; l a goma en agua 5e
usa para gárgaras y contra l a d i s e n t e r i a ,
con

-

l a médula junto

el pasto se i n g i e r e como purgante, l a s hojas t i e r n a s

c i d a s , en forma de c o l i r i o cura l a inflamación de

cz

los ojos

llamado bálsamo de mezquite, l a corteza también en forma de
cocimiento l a usan contra hemorragias u t e r i n a s .

Todos estos remedios r ú s t i c o s abren cemino en l e a in-vestigaciones farmacolÓgicas en busa de p r i n c i p i o s a c t i v o s
que puedan ser a i s l a d o s y estudiedos, u t i l i z á n d o l o s en cont r a de

los padecimientos mencionados con a n t e r i o r i d a d .

Se consume l a vaina como alimento, en forma d i r e c t a

--

alimento base. r L c r L. r a t a s canguro.. debido a su dulce y agradable sabor. el L I: maíz. toman como recurso sus h o j a s y frutos. c r i c c rL elementos comunes de su d i e t a . o simplemente a l s e r muy barato. presentada en d i f e r e n t e s y muy variados produg tos. r 47 Li r i r - como f r u t a o g o l o s i n a porque l a pulpa dulce es agradable a l paladar. Tiene una gran demande como f o r r a j e . En resumen. y es en si l a Única p a r t e de l a p l a n t a comestible L r por l a gente. r l a vaina es u t i l i z a d a en l a preparación de L bebidas y alimentos. l a paloma de a l a s blancas.i . f a b r i c a n con e l l a sus L. L te. a l ver que sa muy . evitando con esto e l pagar p r e c i o s elevados de l o s productos procesados. . a r d i l l a de t i e r r a . r porque s u s t i t u y e e n forma adecuada l a carencia de algunos - L productos que no alcanzan a ser d i s t r i b u i d o s en esas r e g i o c nes. r s i d e r a n como un i n g i e r e n l a s vainas en gran cantidad. es l a d i e t a p r i n c i p a l d e l mapache. u t i l i z a d o como consumo humano. aunque no l a con- como lo s e r i a e l f r i j o l . L r En l a a c t u a l i d a d y s i n t e n e r conocimiento d e l v a l o r ng i l o s h a b i t a n t e s de l a s regiones pobladas d e l mszqu' r tritivo. ei a r r o z . - la - a o t r o s animales unicamente en tiem- PO de sequia l e s f a l t a comida. e t c . Además a l s e r s i r v e de alimentación básica a muchos animales d e l campo como conejos.

c r L c L Es más necesario r e a l i z a r estudios que nos permitan conocer ampliamente nueatroe recursos para poderlos explotar en una forma más adecuada.I 48 gustado por el ganado. las vainas y l a m e s m i l l e s por todos l o a animalea de granja. como el f o l l a j e t i e r n o . tanto por el aprovechamiento observado como por l a f a c i l i d a d de a d q u i s i c i ó n en nuestras zonas á r i d a s . (211 . como para formar p a r t e también de - concentrados para engorda de ganad0 menor y aves de c o r r a l . Lo r i r recomiendan pare l a alimentación de bovinos lecheros para ganado en generol.

L r i 2. Í L I: r i r L i- 2 . i c - Cuantificar e l ácido c í t r i c o producido en e l caldo L de Fermentación. 2 O B J E T I V O S INMEDIATOS - Oeterminar l a s c a r e c t e r í s t i c a s bromatolÓgioaa de l a goma de mezquite. para e l hongo'y pera e l proceso L a n i v e l l a b o r a t o r i o en r la fermentación sumergida. - P r o d u c i r ácido c í t r i c o por Fermentación sumsrgide e~ i pleando como sustrato l a goma de mazquite con un i nóculo ds A s p e r g i l l u s n i g e r .1 O B J E T I V O MEDIATO c r . O B J E T I V O S. r - I .r- 49 k P 2 . - r I d e n t i f i c a r y propagar e l d e s a r r o l l o da l a s esporas de A s p e r g i l l u s L niger probando an medios s ó l i d o s con v a r i a c i ó n en l a concentración de l a goma de mezquite - Oiseñar la composiciÓn y condiciones adecuedee pera P e l medio de c u l t i v o .

- Se em . H A T E R I A L .1 EPUIPO r i i a] Autoclave b) Regrigerador c ) Potsnciómatro d] Espectrofotómetro P L r e] Centrífuga f] E s t u f a g] termobalanza h] Balenza d i g i t a l i ] Baño de a g i t a c i ó n j] Bomba da vacío k) Rotavepor 13 P Vortex m] P a r r i l l a L n] MicroecÓpio r- o] Oimtribuidor de a i r e i r a] Autoclave L Marca: COLE/PARMER Fi Modelo: 1510-21 P Ss usó pare e s t e r i l i z a r los medios de c u l t i v o .r L r B . i r L t e r i l i z ó a $ 5 ib/i:nZ. r L L 3. R E A C T I V O S L Y T E C N I C A S.

proteína s o l u b l e y ácido c í t r i c o .A.S. Modelo: HN i Se u t i l i z ó pera separar l e biomesa d e l medio ri de c u l t i v o . NEEHDAN r HTC. . a d como para medir el pH f i n a l de l e fermentación. r L r t P- i f] Estufa Harca: R i o a Rocha S. a] Centrífuga Marca: INTERNETINAL EQUIPMENT C. 127 V S e u t i l i z ó para a j u s t a r e l pH f i n a l de i c rL Í - los me d i o s de c u l t i v o .O.1 P- c 51 i r b] Refrigerador Marca: Mabe Space L i n e L Se u t i l i z ó para l a consarveción de r los medios de c u l t i v o así como para nueetrae cepas. d] Espectrofotómetro Marca: SPECTRONIC 20 [ Bauech y Lomb 1 Se u t i l i z ó para medir l a s l e c t u r a s para la de - terminación de ezÚcarss reductores. i r L r L r c] Potenciometro Marca : CONDUCTRONIC Modelo: pH 2 0 . MASS U.A.

- Se u t i l i z ó durante l a Fermentación para man t e n e r l o s medios da c u l t i v o en incubación.J. jl Bomba de Vacío .A. i) Baño de A g i t a c i ó n Marca: GIAATORY WATER BATH SHAKER Modelo: 676 N e w Brusnwick s o i e n t i F i c Edieon N.S. en a g i t a c i ó n y a l a temperatura adecuada. U. h] Balanza D i g i t a l Marca: BRAINWIEGTH Modelo: B 1500 0 Se u t i l i z ó para c u a n t i f i c a r e l peso da1 hongo p o r medio d e l peso d e l m i c e l i o . a s í como p a r e pesar nuestros r e a c t i v o s para l a preparación de l o s medios de c u l t i v o . g] Termobalanza Marca: METTLER P E 3600. adem& de a c e l e r a r l a p s r d i d a de agua de l a biomasa pe r e poner a peso constante. METTLER L P 15 Se u t i l i z ó para poner a peso constante l a - biomasa.Modelo: HS Se u t i l i z ó para incubar l e e capas.

Modelo: No 1290. HOT PLATE Modelo: ?e 100 Se utilizó para c c r i la preparación de los medios de propagación de le cepa. Se utilizó para agitar las muestras en l a determinación de proteína. 1 r L VACUUM PUMP "k] VÓrtex i rL r L Marca: SUPER MIXER CAT. m ] MicroecÓpio L. DUO-SEAO. Se utilizó para l a aereaciÓn de las fermentaciones. ácido cítrico y azúcares reductores. 115 volts. I .c 53 p Marca: WELCH. i Modelo: No. r L r L 11 Parrilla Marca: CORNING. para baño maría en l a determinación da azÚcares reductores y ác& do cítrico. 1400 r L Se utilizó para filtrar la biomasa del medio r- de cultivo. n] Distribución de aire. r L r i c c Marca: ROSSBACH SN KYOWA [LSC-EHL] Se utilizó para conteo de esporas y para observaciones de identificación del hongo con tinción.

2 MATERIAL L c i: c c r ! L r Matraces Erlenmeyer Matraces Kitasatoe Vasos da Precipitados Cristalizadores Pipetas Mortero Agitadores de vidrio Agitadoras magnéticos Embudo üuchner Tamiz maiia 100 i Filtro Millipore r Asa de siembra i Termómetro c Cámara de Neubauer L r Mechero Fischar Porta y Cubreobjetos Matraces aforadoa Matraces ds bole Gradilla Tubos de ensaya Probeta Espátula Cejas de Petri r L r L Tubos perforados pare mereación Desecador Jeringa gradueds pera inocular .r 54 L !i I- 3 .

3.3.1 Medio - P de Propagación POA 50% Goma 50% r L 4% r L Agua deet.2. r PH L r 96% 5 Y a que l a composición d e l medio permanece constante pe r a l a propagación d e l hongo. FORMULAS Y PREPARACION I r L 3.3 MEOIOS OE CULTIVO.55 c 3. i Preparación: r D i s o l v a r l a goma de mazquite en egua d e a t i l a d a L r i i A j u s t a r e l pH a 5 con á c i d o 18ictico Agregar e l PDA y e g i t a r D i s o l v e r poniendo a e b u l l i c i ó n durante 1 m i n . i E s t e r il i z a r I nocul tar Incubar e 30-33OC L r L 3. s ó l o v a r í a l a concentreción i - de goma de manara que siempre se conserverá e s t e porcentaje P I L de s ó l i d o s [ 4 % ] . Medios de C u l t i v o para Fermentación Sumergida. Medio I [Para preparar 300 m i ] 3 g de Ooma de mezquite 3 g de E x t r a c t o de Malta r L (22) .

2 mg ZnSQ4 7H20 .12 g CaC12 1 .09 g de Urea i 0.2 mg CoC12 6H20 1.2 mg C l o r h i d r a t o de Tiamina 0.42 CNH412 SO4 0.09 MgS04 7H20 0.56 Medio 6 I1 g Goma de mezquita 0. 5 mg Fe2SQ4 7H20 0 .6 KH2P04 0. 6 mg MnSQ4 4H20 1.15 g K2HP04 r 0.

O g Urea 0.0 9 10. se prepararon de- l a s i g u i e n t e manera: r a ] Se pesan io5 r e a c t i v o s para preparar el medio dm r i b] Se d i s u e l v e en agua d e s t i l a d a omitiendo e l CeC12.4 mg ZnS04 7H20 0 . Ya que en r e a l i d a d todos los medios u t i l i z a d o s - i r i son muy s i m i l a r e s en su composición.0 mg Clorhidrato de Tiamina 100 ml 100 ml Agua d e s t i l e d a 3.9 9 1.. b r L r .06 g K2W04 0. cultivo - .0 mg 5.3.4 mg CoC1.25 g KH2P04 0.26 mg 0.4 mg 0.25 g 0. 7u20 F e p J 4 7H20 6H20 Dextrosa Preparación de l o s medios de c u l t i v o .03 g 0.3.5 mg 0. - Urea y Clorhidrato de Tiamina. 0.0 g Goma de mezquite 0.5 9 1.03 g ngso4 0.4 mg 0.8 g CNH4~.04 g CaCl 0.04 g 0. ya qua se deeneturali .26 mg MnSCi4 0.Soq 0. mg .r 57 * Medio I11 Serie Serie A r Reactivo B 5.06 g 0.0 g 5.5 0.5 9 1 .

- . e l medio y el agua a pH 3 con ácido l á c t i c o y NaOH 0.zan a a l t a s temperaturas. a s í como agua pera l a suspensión de esporas para e l i n ó c u l o .1 N. Se e s t e r i l i z a e s t e m a t e r i a l a 15 l b / p l g 2 manométricaa durante 15 m i n . r e a c t i v o s mencionados anteriormente. Se preparan matraces con agua d e s t i l a d a que se e s t o e s t o pera d i s o l v e r los r i l i z a n j u n t o con el medio. Se a j u s t a n l a s soluciones. Se e n f r í a y se agregan al medio los oligoelementoa que s e t r a t a r o n por separado. g ] Se i n o c u l e con l a suspensión de esporas [ I O m l de suspensiÓn/100 m l de medio].

1 OeterminaciÓn de p r o t e í n a s o l u b l e L Método da i o w r y . dabido a l a reac-l a intensidad del c o l o r depende d e l nÚmero de aminoácidos arométicos present e a y de l o s enlacas p e p t í d i c o e .C i o c a l t e u para dar un complejo c o l o r azul. cambiará según l e c l a s e de . r It r I i rL ciÓn d e l cobre a l c a l i n o con l e p r o t e í n a . Se pone a peso constante e . A l f i l t r a d o o sobrenadante se l a l l e v a r á n acabo los a n á l i a i a correspondientes (azúcares raductores. P Fundamento : Las p r o t e í n a s reaccionan con e l r e a c t i v o de F o l i n .1 PREPAAACION OE MUESTAAS I L í- c i r 1 i rL r a. Sa f i l t r a y l a v a l a biomasa obtenida o se separa - por medio de c e n t r i f u g e c i ó n c.2. proteína. c P 4 . 2 METOOOS PUIMICOS DE ANALICIS 4. A l a biomaaa se l e determina paso húmedo d. M E T O O O L O G IA 4.59 P i P 4 . á-i L do c í t r i c o ] . Se le determina peso seco y p r o t e i - soluble f. Sa dasmonta l a fermentación b.

8 : l g da CuSOq en 100 m l da agua d e s t i l a d a Sol. farencia concentración de l o s r e a c t i v o s . de azúcares y productos c e l u l ó s i c o s . . A : 209 de Nazcoj en un l i t r o de *OH IN. inter- - E n e s t e míito d o .Interferencias. Las v e n t a j a s de e s t e método son: a] Se puede medir e l contenido de p r o t e i n a en f r a c c i g nes enzimáticas. v e n t a j a s y desventajas: Las v a r i e c i o n e s en e s t e método pueden deberse a l pH. c ] E l rango de l i n e a r i d a d es de 300 mg/l. b] Mediciones en muestras de t e j i d o s con p r o t e i n a s . Las desventajas p o r las que no se recomienda e s t e mé- todo son: a] No se puede a p l i c a r a muestras con a l t o contenido - de m a t e r i a l e s l i g n o c e l u i ó s i c o s . e l c o l o r no es e x t r i c t a m e n t a proporcione1 a l a s concent r a c i o n e s más a l t a s de p r o t e í n a s . S o l . b] NO se puede a p l i c a r a muestras que contengan feno- les.tiempo de r e a c c i ó n . c ] Mediciones de cantidades muy pequeñas de p r o t e í n a s o soluciones muy d i l u i d a s . C: 2g de T a r t r a t o de Sodio y Potasio en 100 m l de agua d e s t i l a d a . React ivos : S o l .

homogenizer an u l t r a t o .r r a x . Tomar 1 m l de muestra [conc = 50-300mg/1). a d i c i o - nar 1 m l . a d i c i o n a r 10 m l de agua. Tomar 2 m l y a f o r a r a 50 m l [conc = 2000mg/l] 4 . S o l u c i ó n Patrón de SeroalbÚrnina bovina [300mg/l) Procedimiento : I .61 Reactivo de F o i i n . de NaOH 1N. Medir absorbancia a 750nm. comparando contra un estándar de seroalbúmina bovina [ u t i l i z a r f i l t r o r o j o ] (23) . 5 g de muestra 2 . a g i t a r e incubar an l a obscuridad dur a n t e 30 m i n . c a l e n t a r 5 m i n e e b u l l i c i ó n y enfriar los tubos en baño da h i e l o . 3 . Mezcla de soluciones A = 50 m l [primero) = 1 m l C = 1 L c r L c f [: c t [tercero) m l [segundo] Adicionar 5 m l d e l r e a c t i v o o s o l u c i ó n a cada una de l a s muestras.C i o c a l t e u . O . 7 . 30 seg y macerar en P o t t e r . Adicionar 1 m l d e l r e a c t i v o de F o l i n . 6 . 5 .C i o c a l t e u : r e l a c i ó n 1 :1 con con - agua d e s t i l a d a a l momento de usarse. agi t a r e incubar en l a obscuridad durante 30 m i n .

O 2 O .O 3 O .120 0.408 0.O L L PATRON: r L c r >r mg/ml 0 . r O.Oaj 0.068 0.060 0.180 0.030 0. 1 0.9 30 .2. - . 300 .00 t c t c ri i * Esta curva patrón f u é l a empleada para determinar l a con- centración de p r o t e í n a de l a s muestras.300 0.6 O .o O o .r 4 62 i r i r i t c r r CURVA # Tubo c s o l .o 1o .1 0.1-1.0 5 0.STO Cmil H 0 Cm13 2 o . E l a j u s t e a e s t o s y u n t a s se representa en l a f i g u r a 4.0 ‘4 O .2 240 .681 L.6 120. [ a j ] : Puntos ajustados.544 0.136 0.240 0.4 O .0 O . oo .272 0.4 100.0 60 .O 6 1o . 0 0 0.2 o .

O 0.b e.? o. I t r r L .4 o.AaS O. 1 O* o.

Procedi mi ento : c /- i 1.2. es un método sencillo i y rápido. c I i L rt Reaotivcs: A . además de que. el costo de l o s r L reectivos.59 de muestra seca y molida 2. l g de fen01 y disolver en 500ml de agua destilada. Fundamento : En presencia de calor e l ácido 3.5-dinitrosalic~lico CONS]. dasarrollándose un color amarilla a café. al igual el Fenol. La lectura de absorbancia es a 575nm. c 8. ventajas y desventajas: L r Altas concentraciones de proteínas interfieren en l a L determinación de los azúcares reductores. Solución stándard de glucosa o dextrosa: l g de gls cosa o dextrosa se disuelve an 1OOOml de agua destilada.259 de NazS04. Adicionar 1 0 m l de agua destilada 3 . 5g de ácido 3. Pesar 5g de NaOH.5-dinitrosalicilico se reduce a ácido 3-amino-5-nitrosaiicílico por l o s azúcares reductores presentes.64 4. principalmente del ácido 3.2 OeterminaciÓn de azúcares reductores Método de Miller. Pesar 0. es alto. El color final desarrollado es estable hasta 24 hrs.5-dinitrosalicílico r . Homogenizar en ultratorrax 3 seg y macerar en pot- . i r Intsrferencias. 0.

o 1 0.ST0 [ m i ] CONC.2 3 0 .U 1 . .6 0 .6 0 .51 0.09 0.o 0 .27 0.9 0. comparando contra un c c c c c stándard de glucosa o dextrosa.0 I.4 0 .2 0-6 6 1 .o L c c -- g/l 0. C 9/11 0 0. Tomar I m l de l a muestra r 6 . O i l u i r con 6 m l de agua d e s t i l a d a L t 6 .60 0.2 0 . Tomar 2 m l de l a muestra y a f o r a r a 50ml 5 .6 0 .40 0. c a l e n t a r a e b u l l i c i ó n .60 1.20 0. ( 2 % ) CURVA PATRON: # Tubo ‘ r r i c c * H20 C m 1 3 Sol. .f5 0.r 65 i r ter i r i 4 .4 0.1 2 0.10 0.6 0 .63 * Por medio de e s t a curva patrón se determinó l a concentr- ciÓn de azúcares reductores en l a s muestras. enfrA i a r l o s tubos en baño de h i e l o r 7 . Adicioner I m l de ONS.1 0.6 5 0 .0 aj 0. Medir absorbancia a 575nm. .00 0.00 0.4 4 0 .O 0 .00 0.39 0.

E n f r i a r en baño de h i e l o por 5 minutos 7 .2-1. 3 Determinación de &cid0 c í t r i c o en el medio de - fermentación. Cerrar los tubos con tapones de hule y c o l o c a r l o e e n baño maría a 60 ? 1 ' C durante I O minutos 4 . 0 . 2 . E l blanco se prepare con i m l de ácido tricloromoétioo y s e l e r e a l i z a a l mismo tratamiento que l o s tubos proble- . Solución de ácido t r i c l o r o a c Ó t i c o [ T C A ] a l 15% O .4 66 [ej]: puntos ejustados. a una longitud de onda de 400-420nm. Anhidrido acético 0 . Solución stándard de ácido c í t r i c o : d i s o l v e r 49 de ácido c í t r i c o en 1 0 0 m l de TCA a l 15% [4mg/m1]. Procedimiento : 1 .2. Agregar Iml de p i r i d i n a a ceda tubo tapándolos n us vamente 5 . Leer 0 . Colocerlos en e l baño meríe a le misma temperature durante 40 minutos 6 . Piridina C . . 4 . Mgtodo de S a f f r a n y Oenstedt Reactivos : A. E l a j u s t e de l a curva patrón se represente en l e g r á f i c a 4. Agregar em1 de anhídrido ac6tico 3 . Tomar Iml de l a muestra problema 2 .

7 0.0 a* LO q/It .3 0..s 0.a O.2-1 Curva h t r k dr Adcarrr Rodrictorrr DNS AEts I .1 o* o. 0. 0.4 P Crdfica 4. I 0.. 4 0. / 0.t / / .b o.2.4 QI o.l o.

16 4 0 .0 de l e a muestres y a s í determinar le concentración de &ido c í t r i c o producido en 106 medios de fermentación.a 0 ..2 0.6 0.00 0. En l a g r g ce 4.40 0.o 0 .2 0.34 !i r t r L L $ El a j u s t e a n t e r i o r fue empleada pare i n t e r p o l a r el 0.04 2 0.32 6 1 .4 mg.3-1 se encuentra eete ajuste.0 1 .60 0.80 1.18 0.00 0. L e curve etgnderd se construye con porciones de l m l de une eolución de & i d o c í t r i o o conteniendo 0. ( mg/mll i r - r L r L r 0 0.o 0 .ml.00 -0.2.1 0 .o 1 0.02 0.10 0.04-0.STD C m i ] # Tubo ATE 15%[ m i ) CONC.60 c L me.S 0 .o 0 . I .4 0.24 5 0 .26 0.20 0.0 e j i 0.02 0.8 o .40 L i: * mgíml 0.9 0.10 0.4 0.U) CURVA PATRON: r Sol.O8 3 0 .

23-1 Curva Pot& dr Acid0 Citrico P SAFFRAN Y DENSTEDT i r L r * i L r” ABS L !- I L rL Q8 r t L f1 L e- ! 01 L r i i r i r 0.0 mq/ml / .69 F- I Gdtico 4.7 o* o. 1.1 L f r i /.4 od 01 0. r i i f r L o1 os 0.

Independientemente de l a s reeiembras qua hacíamos. men tuvimos duranta todo el tiempo nuestra cepa o r i g i n a l o Me8 t e r en unos tubos i n c l i n a d o s con medio de PDA.3 METOOOS MICROBIOLOOICOS Conservación de l a Cepa En nuestro caso e l método de conservación Pub el da sembrar periódicamenta [cada 8 d i e s ) . gasa y pa p e l aluminio con objeto da mantener por mucho tiempo en con diaiones normales de humedad. . aste c u l t i v o moe en lo h i c i e l medio seleccionado pare la edep2eciÓn d e l hongo. una vez teniendo este d e s a r r o l l o l o manteníamos en r a f r i g e r e c i Ó n a una temperatura aproximada de 4 e 6 ' C . --- cuando se tratabe de i n o c u l a r el medio de FermenteciÓn p r z perabemoa l e suspensión de esporas an e l matraz de resiembra m& r e c i e n t e y de esta manera teníamos nuestro inóculo preparado momentoa antes de i n o c u l a r nuestro medio de f e r mentación. dejamos c r e c e r e A s p e r g i l l u s n i g e r 8 d í a s y dursnte este tiempo se formaba une cape aapesa en toda l a s u p e r f i c i e - -- d e l medio.70 4. para e v i t a r que p r o s i g u i e r a un d e s e r r o l l o s i n c o n t r o l . estos tubos c r L c c r- i s e mantuvieron perFeotamente tapados con algodón.

Esto se debe a que este tamaño de p a r t f c u l a f a c i - l i t e l e disolución de l a goma en agua. Despu6e de que l a gome de mezquite f u á molida y temizada se l e hizo un a n á l i s i s bromatológico con el f i n de ce f-i c c r: j r e c t e r i z a r sus d i s t i n t o s constituyentes y i r i composición - pare a s í diseñar e l medio de.1-1. R E S U L T A i J O S i: 5. i Une vez que tuvimos almacenede l a goma se procedió e r L molsr l a s p e r l a s en un mortero haata a d q u i r i r un tamaño de p a r t í c u l a tan pequeño que pasara a t r a v é s de un tamiz me-- e l l a 100. 2 CEPA DE A s p e r g i l l u s n i g e r 5.1 P E I I I d e n t i f i c a c i ó n de A s p e r g i l l u s A p a r t i r de una cepa de A s p e r g i l l u s n i g e r [cepa Master . 5 . Los r e s u l t a d o s de e s t e a n á l i s i s se muestran en l a t a b l a -- 5.1 QOMA DE MEZQUITE r i - La e e p w i e de Mezquite de l a cual se obtuvo l a goma r pare l e r a e l i z a o i ó n da e s t a proyecto f u 8 P m w p i e j u l i f l o - c ra cuya procedencia ea San Luis P o t o s i . c u l t i v o para l a fermenteciÓn.2.71 5 .

c L L 1L r L c c c c c [ c r L c c LL. y.n 1 I I I .85 ee.84 m. KmIrKg (opox) I 10.04 I Se5.krhwww I Elonontor iibror N.00 m.% w.00 loa.60 I so2i. (U 22 I ED.

2 p e t r i y un matraz erlenmeyer con PDA. l o que i n d i c a l a presencia de c é l u l e s jóvenes - E l matraz que contiene la cepa Master empezaba a mostrar m i c e l i o [ f i g s .Los tubos restantes presentaban l a e s t r i s blanca. Se pu- so a incubar a 30-33'C. - Se inocularon l o s tubos de ensaye y l e a oajaa petri i por e s t r i a .2. todo esto por medio de observación d i r e c t a y c al - mioroecópio i c o n t i n c i o n e s ] . ea dejó en prueba r L I de Este materiel e s t e r i l i d a d durante 24 h r s . morfologfa y e l tiempo que tarde en es- p o r u i a r .b. 5. r L.1-1 r las ei- a.L r L c l a v e ATCC-11414j - se r e a l i z a r o n v a r i a s resismbraa para pro pagarla heciendo observaciones pera i d e n t i f i c a r cada etapa ri de r L eu crecimiento. l e cual - resultó positiva. -- .o. Esto se l l e v ó acebo da l a s i g u i e n t s manea: r Nos entregaron l e cepe de A s p s r e i l l u e n i g e r .d). Las inoculsciones Fue-- t i c c r i L - Después de 72 hre de incubeción s e h i o i e r o n guientes obeervaoiones: - - E l matrez y l e s cajas p e t r i preaentebsn i n i o i o s de eeporuiaoión Uno de los tubos de ensaye preeentebo esporuleoibn . i F L cajas Se prepararon y e s t e r i l i z a r o n 3 tubos de ensaye. r I ron hechar a p a r t i r de l e cepa Maeter y ee incubó a 30-33'C e l matraz por piquete.

z.1-1 a i aotror y co)or petri. 3. d 1 cap.rL r j c i o) r L - !- ti r i i r L t r ~ L r L d) r i L f i: r I c c c i f FiQ. b) tubo eon w)orokoi¿a. ort tar con mlwiio.. .m. e 1 tubor eo1 cikkr jo*.

generación de l a cepe Mester L de A s p e r g i l l u s n i g e r se procedió e hacer l a preadapteción a l sustrato que en este caso as Goma de Mezquita.0 g POA 1. L 5. se prepare e l medis de c u l t i v o con l a s i g u i e n t e compoeición pare obtener l e l a . generación de A s p e r g i l l u s n i g e r preadeptede e l a gama: i Goma 3. g- . r Se secó de l e incubadora e l meteriel correapondiente e l e l e . ea r a de este manera asegurar l a complete formeción de l a s eE porae.c 74 - Se h i z o une resiembre para obtener l o que eerlei l a segunda generación c i dn Aspergillue n i g e r .0 g H20 100 ml PH 5 Inocular e incubar a 30-33'C c - Nuevamente se h i z o resiembra pare obtener l a 2a. i - Ya 4)ie l a e p e r l a s de goma de mezquite ee hen molido y tamizado en malla 100. Se incubó a 30-33'C durante 0 d í a s . generación y ' e a dejó a temperatura ambiente. generación e inoculando con esporas de é s t a .2 PreadaptaciÓn y adaptación de Aspergillus n i g e r e l euetrato [Goma de Mezquite) Una vez obtenida l a 2 s . siguiendo e l mismo procedimiento empleado pare l a l a .2.

a l 25% goma s e presentó menor esporulación i [ l a s oomparaoiones se r e a l i z a r o n a l mismo tiempo da incube r cien-67 h r s ] . p i o . L .75 c c neraciÓn que junto con l a primera ow observaron e l micros=ó e. l o que demostró que e l hongo está eeimilando muy b i e n los carbohidrato8 contenidos en l e Goma de Mezquite. previa t i n c i ó n con azul de lactoferml [ F i g . r Cómo se observó que Aepargillus niger se adaptó muy L r - b i e n a l sustrato ee probó con d i s t i n t a s concentraciones de goma para l o g r a r una mejor adaptación de ámte a p a r t i r de l a 2a. dig minuyendo de manera proporcional a l a concentración de gome. generación preedaptada.2-1.2.2. Para e s t e propósito se man2 r jaron las conosntracionee de l a t a b l a 5. r 5.- de esta manera.2-1 bl. 5.Obeervaciones P en los medios con d i f e r e n t e s cotmen-- t r e c i o n e s d e Cioma de Mezquite: En e l medio en el que hubo mayor crecimiento [mayor -e poruleción] f u 6 en e l de composiciÓn 50% Goma-50% POA. . - i r- c i r c L s e tomó como cepa Master para l a s eiguisntee siembres a l a cepa cuya moncentración de goma f u É de 50% y a que p r z sentó mayor creoimeinto.3 FERMEHTACION r Ya que el hongo [ A s p e r g i l l u s L r i niger]se ha adaptado e .

. b) I8 hir.- I :.. . O 5. ..P..Z... . . e 9 0- 0 O ar I to k 8 . :.. \ 79 hi8. 72 hrr.. . . e 8 0 SO4 b.PDA Tiwnpo incubotibn GOMA o) I6 hrs.

rL 60 2 .o 50 Lor poroonto)rrdo orto tabla oston dador tomando COWIO0 % a 40r.77 i r i r L r L inriI 1 too I I ~ I: 2. .0 NOTA. lor OW108 o ru vu ron un% d81 veltlmon toto1 do agw.

procedimos a r e e l i z a r d i s t i n t a s fermenteciones con el propósito de producir ácido c í t r i c o .4 Carga de inóculo c Oucante e l prooeso de preadaptación y adaptación d e l hongo se v i Ó que l o a tiernpoe de eeporuleción se acortaban r L c considerablemente ouando l a cepa y e se encontrabe adaptada (comper8ndola con l a cepe Master o r i g i n a l en PDA].2 Comportamiento de algunos pmrámaiatros L r Se midió l a variación de d i s t i n t o s pa6metroa con r e s - - pecto a l tiempo y crecimiento de A s p e r e i l l u s nieer en un me d i o ya e s t a b l e c i d o para FermenteciÓn sumergida [Medio I ] -- que incluye a l a goma como s u s t r a t o . pera l o oual se tuvo e l s i g u i e n t e d e e a r r o l l o : 5.3. de que. - l_-_ . i 5. c e l &maro - edemíis de esporas a r a mayor.78 c L P l a goma de mezquite y que &te c está d i s p o n i b l e p a r s empleac l a como suetrato.3. Eata nÚmero ea aproximadamente l a cantidad de eeporae iMculad!3S en ceda fermentación.. r i . Le suspensión de e y M r a e para e l i d c u l o s e hizo de l e oepm adaptada y mediante contm se determi& 8 r 1 x 10 L un promedio de eep/ml. r i Loa parámetros a monitorear en e s t a Fermentación fueron: F L al PW r b ) Temperatura i r L .

de manera que. i: cionedo.2-11 se observó que había un precipitado en e l medio y e l crecimiento e r a muy pobre e i r r e g u l a r . por l o que. obteniéndose l o s resultados de l e t a b l e y g r é f i c a L c c c c t r I Se montó una nueve fermentación con e l medio entes me2 5.3. i r I c Li [: r De l o s resultados obtenidos en l e s n t e r i o r corrida ee l l e g ó a l a conclusión de que l a concentración de goma de -- mezquits a l a que se t e n í e un mayor rendimiento en l a forqión de biomsse e r a a un 5%.3. se pcb bÓ un nuevo medio de c u l t i v o que incluyó a l clorhidrato de c Tiemina [Medio 113. 5. l o s resultados [Tabla 5. C/P. La duración de e s t a fermentación f u b de 4 d í a s .5 En 105 resultadoe de este fermentación [Table y g r é f i c e r L L 5.79 f- c l Humedad r e l a t i v a [HR) L rL vvm c = 2.3. .2-2.3-1) variaron de acuerdo a e s t o y a l e e r e l e c i o n e e C/N.3.3 MaximizeciÓn dol medio de c u l t i v o pore fermenteciÓn sumergida Pera obtener l e concentración de goma d e mezquite a l e cual se tendría una mayor producción de tiiomese me r e a l i z ó una fermentación en l a cual se probaron d i f e r e n t e s concentfa ciones de goma.

2-1 V a r i a c i ó n ¿ e d i t e r e n t e s p a r 6 w t r o s con r e s p e c t o al liempo de Cermentaci bn. r r i c i P L r i P ! L r c i I t f 1 .3.ao L r - rL T a b l a 5.

t w I i It SO eo te I 78 70 "t *i r L t6 .

5 1 .P 82 b - P r L r ! i r t f c I: F I ILi r i r I i L r I i r 5 i r t c r L r I 24 ao. 8 a.

2.3.rL r 0 2' Grafica 5.-2 Varkcion r i r c i f rL c [: c T de humodod Roktiva y Tompwotura poro m d b H .

.0 0.012 g..#ramos blames. 1 30.0 21.0 90. b i g s .83 . poso HCO por winos ck suriroto .

3. r 1 L.3.3. P e . goma conteníe alrededor de 70% brometológico me de- Oel a & l i e i e t e r m i d que l a concentración de érstoe es de eproximedemente - BO%. da menere que.4-1 reduotoree.L r L a compoeiciÓn de 106 medics anterioree estebe beesda L r en l e oupoeición de que l e de cerbohidratoe t o t a l e s . c: cítrico.4-23 y de & c i d 0 c í t r i - co CTeble 5. Estos oon le nueva composición de medio de c u l t i v o pare fermentación sumergida [Tabla 5. se experimentó con l e e c o n c i n t r e c i o nes de goma qua dieron mejores rendimiento6 [5%.3. e s t e fermentación cuys QraaiÓn OuentificÓ e l & i d o r e e reductores) y biome- el consumo de suetreto [proteína).3. 5. ~ pe- . -- [ez&e- a s í como 01 pH.3. por l o que es hizo un'nuevo balance para el medic de c u l t i v o [Table 5. E l c r i t e r i o pera e l e g i r lee concentrecionea de goma - fu6 rwcomer los re-1 que ea probaron para sete fermenteción - tadoe de I s fermentación de meximización de producción de r L c c c biomesa. obte- niéndose loa resultedos de l a t a b l a 5. L Y e que se maximizÓ el proceso pare producción de biomg r I c se nos enPocemoe e l a produoción d e l ácido c f t r i c o probando -61 con d i s t i n t a s concantraoiones da game pare ver en cuál de L t a s hay una mayor producción d e l Óaido. fuá de 7 dfee se pera a z i c a r e s - pera p r o t e í n a [Tabla 5.4-3).3-21 r L ouya r e l e c i ó n C/N es de 5 . 10%y 20%).4 Maximizecidn d e l proceeo para producción de r Acidc C f t r i o o .3-2) ri.

r 85 L f L t c i r .04 g .4 a q Dutrolo 0.CoCl - f e2S0. 0.Z6 mg COCl* 0.m a 4 0.06 Q L f t 0.5 MSO$ 0.25 Q 0. K2-4 .4 raso 0.5 Tianino I 4 HZO nig 9 ml 100 ml .03 0 0. Una KHZPO.5 . L c c f [: r Q 0.

86 i rL r L c r I c c c L c c c c r I .

.

r i r I i - r L r I r i r L ?- L P .L r i r L 1 I .

89 I TI EM W c .

Oráfice 5.4-4 - para ácido c í t r i c o y pera P H . re el caso d e l pH l o s resultados obtenidos se reporten en l a t a b l a 5. d e l o s que s e puede d e c i r que ee t i e ne un mayor rendimiento de &ido o f t r i c o y biomaee con una concentración de Goma de Mezquita d e l 10%.4-3 g r á f i c a 5.3.4-1 para azúcares reductores.3.4-2 para proteína s o l u b l e .3. . g r á f i c a 5. Por medio de e s t a fermentación y con l e composición de nutrientes establecida en l e maximización sa obtuvieron l o 8 - resultados a n t e r i o r e S .3.4-4.3. r i P I L r i . Para poder a p r e c i s r l e tendencia que aiguen l o s resultados anteriomente tabulados fueron llevados a una Q r á f i c e . gráifioe 5.c c rL r L 90 .

4. I I \ .!- 91 IL r Gráfica 5.t L c r i r I e. 4 0.1 Consumo L do rusiroto para diferentes conconthcioriOr k Goma do Mozqoito c r L c r ()/It O.3.

? tos 0.L Produccidn do Bkmasa eon rrrprcto a laconantre& mgtml O.6 as ion 0.3.c üróflca 5.¶ 0.1 de .4.4 an OS O.

mgíml O.8 r !L c c r a4 0.F i r Grdfico 5.3. r I L P .8 c i f c c c c r o.1-3 Roduccldn de Acfdo Glttfco con rrrpmto a la concontrocdn do Goma do Mozquitr L r L. L ion r L c c Lon 0. I R .

83 2.86 2.85 2.79 10% 9& I20 144 i68 tknipo hn.94 2.90 2 .o9 2.84 2.3.96 2.98 2.-4 Vorlocih de pH paro diferentes concmtmcionrr da Gomade Muqulto h PH 2.93 2.91 2.81 2.82 \" 2.4.97 2.Grbflca 5.92 2.88 2.96 2. .87 2.80 2.

hubo c i e r t a s variaciones en r l a osntided de-biomaea producida ya que inicialmente [67%] I L l a concentración i tados fu6 de 5%y deepuéa fué de 10% [ya considerando 8 0 % ) ~ r I de mezquite que diÓ mejores r e s u l - Para asegurar que nuestra cepa estuviera en mejores cgn i - de goma dioiones pera a s i m i l a r l a goma. l o s medioa de c u l t i v o empleeidos inicialmente se hicieran tomando un contenido da 67% [medios I . 11). al medio presentaba d i f i c u l t a d e s para g a l i F i c a r debido a l a a l t e viscosidad produaida por l a goma.se l e h i z o una preadaptación L que nos l l e v ó a un buen crecimiento d e l hongo como r e s u l t e - P do de L ésta. por l o c u a l . sa h i z o un nuevo balance para e l I medio Cmedio 1113.Durante e l d e s e r r o l l o d e l a n 6 l i s i s bromatológico para l a gome ee tuviaron problemas con respecto a l dontenido de carbohidrato6 t o t a l e a ya qua esta variaba en un rango de 65i 80% en ceda ocasión que ee l e h i z o . Habiendo manejado diferentes concentraciones de gome y POA se estableció que l a concentración Óptima en l a P L r r c composición de este medio s ó l i d o fuÉ de 50% de goma de mezq u i t e . de e h i que l o s balancee r pare. ye que s i aumentabsmos l a concentración de & t e . Une vez que s a tuvo un valor d e f i n i t i v o pare este contenido de carbohidrai r t o s t o t a l e a que ee da BOX. L r i r- Con reapecto a 105 parémetros fisicoquímicoa controlados .

l o que indica que e l hongo e d té asimilando l o s nutrientea del medio. mismo que no se pudo r e a l i z e r debido a l o s problamse que se presenteron entre l o s cueles se encuentra l a excesiva formación de espuma que no se pudo controier n i aún usando d i f e r e n t a s antiespurnantas. c c c c a pH 3 para que e l hongo presentara buen d e s a r r o l l o . . Le tendenofa del pH es a disminuir. La temperatura sa mantuvo ccnetente por medio de un baño de a g i t a c i ó n . Por o t r o lado.c que Favoreció e l creoimientc de A.2-1 es l a que r e g i s t r ó e l a i r e de eelida [que a i cambió con e l - tiempo). La temperatura repcrteda en le t a b l e 5.pero e l medic se mantuvo e temperature constante de 33.r 96 L F durante l e fermantacián. e l a i r e que p r o v e n h de l a tuberfa estaba tan saco que evaporabe répidamente e l medio de c u l t i v o . nicer . por l o que dwidimoa que M e r a necesario controler e l pH ya que bastó con a j u s t a r a l i n i o i c de l e fermantaoión L i. r L c c c c c rL c I ‘L r L r - Se llevaron acabo v a r i e s fermentaciones ocn f l u j o d i r e c t o de a i r e ya que a l propósito i n i c i a l da nuestrc proyecto fuá producir ácido a í t r i c o en un c u l t i v o aireado. L pudimos obrerver que no hubo cambios considerables en doe d í a s qua provocaran altaracionesi a i g n i f i 6 L r oetivae. 10 que t r a f e comc consecuencia una gran pbrdida en volumen de & t e .3.

de manera que bast8 con e l a i r e con- t e n i d o en el volumen r e o t a n t e de Éste. e d d e de que se eu-- mentaba e l área de oontecto e n t r e a i r e y medio de c u l t i v o -- por medio de a g i t a c i ó n mecánioa pera a d p e r m i t i r l e forma-c i ó n de biomaea en condioionea eerobiaa que son indispones-- - b l e s para e l buen d e s e r r o l l o de A . s i n embargo. no fueron anaerobioeo ya que el volumen que 005 pabe e l medio de c u l t i v o en e l matraz era de aproximedamente e l 20% de su capacidad. éstas. oreamos que p o r i o menos a n i v e l l a b o r a t o r i o no es r e n t a b l e prockicir dicho É c i do de esta manera. Como e l rendimiento obtenido con goma de mezquite como s u s t r a t o fu8 b a j o Caproximadamente 2 % ) . Pera meximizar e l medio de c u l t i v o que h i z o p o o i b l e l e producciÓn de biome- y ácido c í t r i c o se t r a b a j o con d i e t i n - t a s compoeioiones en i a e que v a r i ó is concentración da goma de mezquite y por conoiiguiente hubo d i f e r e n t e s r e l a c i o n e s oarbono/nitrÓgeno IC/N].97 Por i o a n t e r i o r se tomó l a d e s i c i ó n de l l e v a r acabo l a s s i g u i e n t e s frrmenteciones s i n F l u j o d i r e c t o de mire. pero ye tenier. l e cual -po fué de 5% en el medio 1 1 . do b i e n o a r s c t e r i z a d a l a goma se IleVérMn acebo nuevos balar. cee y pruebas de crecimiento que nos condujeron e determinar para e s t e nuevo medio CZII) que d a concentración que favor@-c í e e l d e e a r r o l l o d e l hongo y l a producción de &ido cítrico de una mejor manera fué de 10%. quizá u t i l i z a n d o cepas seleccionedas y es . nigsr. - esto nos l l e v ó a determiner una con o e n t r a c i ó n de goma e l a c u a l ae t e n í a un buen rendimiento r e biomaea.

per productoras de A s p e r g i l l u s niger e l rendimiento aumente y se obtengan mejores resultados. Em muy p o s i b l e que si se u t i l i z a une b u m aireación durante ' l a fermentación los rendimientos L F L c h P i r L P L c L ssciln mejores.eumente. t a l vez EEE necmcario m t u d i a r d a m -- Fondo a l a goma o a l prooeeo metabÓlico da t r a n e f o r o c i Ó n de arebimsa a & i d o c í t r i c o pare manipularla ds tal manera quo e l rendirniento.98 I c - - . r Por otro lado. - .

99
i
r

c

7. C O N C L U S I O N E S

L

1 . - ioe f e c t o r e e más inportantee en esta fermentmción
s o m : l e clase de microorganiano empleedo,

l a composición

--

d e l medio de c u l t i v o , el abeetecimiento d
w oxfgeno, e l pH y

le temperatura.

2.- Loe elementos nutrientee deben preeenteree en te--

-

l e a oantidadee que eean s u f i c i e n t e s tanto en cantided de n i
L
c

i

r
I

trógeno ccmc de minerales para el buen d e s a r r o l l o del hongo,

el abastecimiento de nitrógeno y f o s f a t o parece e s t a r forms
do por una concentración beetente d e f i n i d . y a que en centi-

i

dadee menores o mayores de las adecuedee. el hongo s u f r e

r

r i o s tranatornos en cuanto e su d e s a r r o l l o ,

i

ri ,
r
L-

vs

por l o que, w s -

t a e 5elOa se deben usar en cantidades l i m i t a & s .

En cuanto

e lee eelee de zinc y magneeio, son igualmcmte neceoericra

-

para l e producción de ácido c í t r i c o pero eu u00 no es ten

-

e s t r i c t o oomo l o son l e e anteriores.

3.- Del a n á l i e i s bromatológico s e detsminÓ el ccnteni
do ds cerbohidratos t o t a l e s de la goma de mezquite que fué
de aproximadamente S O X , de l o s cueles e l 50%ee arabinose.

Í
4.-

La goma de mezquite

ee

una materia prima que por

su composiciÓn r e s u l t a s e r propicia para l l e v a r acabo l e

r
L

fermentación c í t r i c a .

--

1O0

5.-

A s p e r g i l l u s niger mostró s e r capaz de a s i m i l a r l o a

componentes de l a goma de mezquite, l o que e e r e f l e j a en l e
produoción de biomasa.

6.&llua

E l proceso de preadaptaoión y adaptación de

e-

niger a l e goma favoreció enormemente l a producción

de biomaaa y l a de Éoido c í t r i c o .

7.-

E l porcentaje m6e adecuado para el crecimiento del

hongo f u á del 10% de goma de mezquite y l a de mayor produc-

oiÓn de soido c í t r i c o , cuya r e l e c i ó n C/N e5 de 5 .

0.-

Ya que l a relaciÓn C/N de 5 reaultó favorecer ten-

t o l a producción de biomase como l a de ácido c f t r i c o , se

--

coneervó está r e i e c i ó n durante i a e úitimae fermenteoionee.

9.-

No f u é neoeserio hacerle un pretratamiento a l a go

-

ma ya que l a e s t e r i l i z a c i ó n y e l pH ácido Fueron e u f i c i e n t e s
para hacerla

10.-

más

Fécilmente a s i m i l a b l e por e l hongo.

La producción de ácido c i t r i c 0 e5 un proceso f e r -

mentativo altamente eerobio y para que se efectúe da una mg
nera edecuade ae requiere de un abastecimiento adecusdo y
s u f i c i e n t e de oxígeno,

en nuestro cae0 tomernoe en cuenta

eg

t e Factor y llegarnos a l a ConclusiÓn de que durante l e a fei=
mentaciones s i n f l u j o d i r e c t o de a i r e , la agiteción de 106
matraces y e l oxígeno que sa encontraba presente en e l ma--

r

101

L
F

t r a z a s í Doma o i e r t a oantidad que ee F i l t r a del e x t e r i o r
por e1 te&

--

d e l matraz,' era suFiciente para rueetra farnee

taoión.

11.-

Aún cuando el hongo log&

a s i m i l a r bien l a goma

-

de mezquita, 106 rendimientos de pmduoción de &cid0 d t r i '
L

r

c

i

c

i

i

[
rL

r

L

r
f
L

c

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L

r
L

r
i

r
1

L

r
~

co son bajos, comparados con l o s mencionados en l a litermt;
ra

.

I

obaerv6ndose que el degerrollo de la fer- le v a r i a c i ó n en mínima. de manera que. no afeotan en gran medida el transcurso de ésta.- . por lo que. desde la molienda y tamizado d e l sus I i t r a t o haste le c u e n t i f i c e c i ó n de dicho &cid0 en el caldo de fermentación. Con L t o de aproximadamente 2 X . a f i n de observar de que manera i n f l u y e n en mentación. se une aonoentración de goma [ I O % ) y composición del medio d i o I11 - e e r i e E) con l a s cuales - -- s e r i e E se obtuvo un rendirni- c probadas. paeendo por preat3apteciÓ. r L La 7L marimizsción d e l procerso para l e p r o b c c i ó n de do o í t r i c o p o n e i s t i ó báaicamenta en modificeoiones al medio de c u l t i v o . por f [mE la producción de ácido c& t r i c o era mayor con respecto a las demes concentraciones el medio I11 - llegó a lo que llegemos a la c o n c h . El sustreto y maximización d e l proceso tanto Como para biomasa. donde se hizo un estudio previo d e l corn - portemiento de diversos frictorea f i e i c o q u í m i c o s .102 i Se r e a l i z a r o n diferentes fermenteciones para le produc r ción de ácido c í t r i c o . veriendo le la ooncentración de goma de mezquita y de algunoa o t r o s n u t r i e n t e s . I presente t r a b a j o se d e s a r r o l l ó u t i l i z a n d o metrcloee oomo fermentadoree.n-edmptaaión de Aeper r p i l l u s niger el i pcira producoión d e l & i d o r L c r L.

de menere que r e s u l t s s e r un L r c r Li r L r L i i proceso no r e n t a b l e . . e menos de que s e mejoren l e e condicio nes de proceso o l a cepe de A e p e r g i l l u s niamr.103 ?- i r eión de que éste e r e muy b a j o .

H. Sergio. N. Fundenientos L Ed. THE CITRIC ACID FERMENTATION OF A s p e m i l l u s niger J. J . LB) Perlam. Rahway. Merck 6 CO. Ed. ENCICLOPEDIA DE TECNOLOGIA PUIMICA Vol. M . Volume 6.104 F r 9. Johnson I PROOUCCION DE ACID0 CITRIC0 POR CULTIVO SUMERGIW CON Aspergillus i I n d u s t r i a l end Engineering Chemistry. 1971 (15-373 c3] P i n g Shu and Marvin J.N. IV. D.23 1984 C u r r i e . 7 J u l i o 1984 L c e Third edition. E d i t o r s Janet O ' Scott and Anthony Sten- den. 1976 173 Thorpe ENCICLOPEDIA DE PUIMICA INOUSTRIAL Tomo 11. Inc. Labor COO. Raymond E L. Lerdy. V o l 40. r C43 ENCYCLOPEOIA O F CHEMICAL TECHMLOGY L r- No. ü i o l . Chem 31. Inc. IV. DETERMINATION O F CITRIC ACID IN FEF'EMATION MEOIA ANO BIOLOBICAL MATERIALS . Universidad da Sonora y UAM-I. Intarscience P u b l i s h e r s . John Wiley 6 Sone C5) K i r k . J. B I B L I O G R A F I A L T t c [ I ) Revah M. and Johnson.A. INGENIERIA M REACCIONES BIOQUIMICAS: 1. c. N e w York C63 THE MERCK INDEX c N i n t h e d i t i o n . X V I . SEP.J.

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