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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
4º SEMESTRE

Danilo Barros de Oliveira
Demson Oliveira Souza
Jorlan Domingos dos Passos
José Orlando Moura Rodrigues
Leandro Tunes Ferreira

PRODUCÃO TEXTUAL INTERDICIPLINAR EM GRUPO

Barreiras 2014

.. SUMÁRIO. Programação Orientada a objetos II e Programação para Web I da Universidade Norte do Paraná .. Gonçalves.... ... M. Analise Orientada a objetos II.. ..PRODUCÃO TEXTUAL INTERDICIPLINAR EM GRUPO Trabalho apresentado à disciplinas Analise de Sistemas.......(s):Anderson E. Roberto Y.. Barreiras 2014 ....Nishimura ......Erro! Indicador não definido..UNOPAR Prof.... Veronice de Freitas......Marcio Roberto Chiaveli..... Banco de Dados II...........

.3 1. diagrama de atividade (UML) e normalização do diagrama entidade relacionamento (MRN). Nesse sentido apresentaremos a seguir aspectos relacionados ao caso e passíveis de serem observados e aplicados em seu contexto. Nessa perspectiva será desenvolvido um estudo dos temas visando uma melhor contextualização nesse caso. nos quais estaremos investigando sob domínio de um cenário denominado “TELECINE MOZER”. que representa uma empresa fictícia que servirá de referência para o trabalho em grupo. A fundamentação apresentada nesse trabalho é baseada na pesquisa bibliográfica sobre segurança no desenvolvimento de aplicações web.INTRODUÇÃO O presente trabalho apresenta-se como condição necessária para a aprovação nas disciplinas do 4º semestre do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A empresa do cenário proposto presta serviço de locação de filmes pelo canal de TV a cabo específico sendo sua reserva efetuada pela internet. Seu desenvolvimento visou à aquisição e aprofundamento de conhecimentos teóricos e práticos. referentes aos conteúdos abordados durante o período.

4 2. • Compreender a importância da modelagem no processo de desenvolvimento de sistemas.OBJETIVO • Compreender a importância dos critérios e métodos aplicados no desenvolvimento de aplicações web. representações e implementações em softwares . bem como destacando suas representações na UML. em particular nos diagramas de atividade e de entidade relacionamento. • Analisar aspectos relevantes do uso das tecnologias no cotidiano das empresas através de suas necessidades definidas pelas regras de negócio e suas respectivas específicos.

que contém as aplicações de banco de dados.NET. integrado pela plataforma do Xampp. Ruby on. Oracle. PostgreSQL. como por exemplo. ASP.DESENVOLVIMENTO Este trabalho visa o desenvolvimento de um sistema de reservas para vídeo locadora. Na segunda temos a aplicação com suas estruturas lógicas e programação. Microsoft SQL Server. CSS. As aplicações Web são sistemas que funcionam por meio de um browser de internet como ambiente de execução e realiza o processamento em algum servidor. a camada de armazenamento. Java. Na primeira está presente no programa cliente e é denominada como camada de apresentação. sua estrutura de funcionamento é dividida e três camadas. multiplataforma1. Tais aplicações são desenvolvidas em diferentes plataformas de programação para Web . PHP. etc. A escolha da linguagem se deu por conta das características como: ser livre. Na parte de armazenamento os aplicativos de banco de dados utilizados são MySQL. FlashWeb. Utilizando para isto a linguagem de programação PHP para desenvolvimento do sistema web. ASP. Os avanços da tecnologias proporcionaram aos desenvolvedores uma . Já para o banco de dados do sistema será usado o Sistema Gerenciador de Banco de Dados MySQL. de fácil aprendizagem e grande facilidade para conexão com diversos bancos de dados. HTML. entre outros. e na terceira. Rails.5 3. JSP. Python.

nesse caso podem estar integrados a base de dados administrados via online com PHPmyadm. rápido e colaborativo. muitas vezes sem a necessidade de instalação de programas ou armazenamento de dados.6 flexibilidade para adequar suas aplicações de acordo com seus principais objetivos e podem atender várias necessidades sociais e comerciais. proporcionando aos usuários um ambiente interativo. . Uma grande vantagem das aplicações Web estão relacionadas com o grande potencial para sua utilização em vários serviços e informações compartilhadas que podem ser acessados de qualquer lugar do mundo.

Fonte: adaptado de http://alexpagernet. transições e ações e quer estão sendo modelados no sistema . Figura 1. uma diagrama de atividade é basicamente um gráfico que mostra o fluxo. e representa os fluxos conduzidos por processamentos. Segundo Wikipédia.com. É essencialmente um gráfico de fluxo.html Dos apresentados na figura 1.diagramas da UML. atividade é uma execução de processos e comportamentos compostos por estados . de controle de uma atividade e sua transição para outra. sendo empregados principalmente para fazer a modelagem de aspectos dinâmicos de um sistema. Resumindo. Nesse sentido . nos interessa em particular do diagrama de atividade e o diagrama de classes.1 Diagrama de Caso de Uso do Telecine Mozer Segundo Lima (2012) a linguagem UML (Unified Modeling Language) define-se como uma família de notações apoiada por um metamodelo específico (Descreve a semântica dos elementos de modelagem) . O Diagrama de atividade é um diagrama definido pela Linguagem de Modelagem Unificada (UML). que tem por característica ajudar na descrição e no projeto de sistemas de software.br/2012_08_01_archive.blogspot. resultando em outra ação relacionada com uma mudança de estado do sistema ou o retorno de um valor. mostrando o .7 3.

8 fluxo de controle de uma atividade para outra.2014) Figura 2. (WIKIPÉDIA. Comumente isso envolve a modelagem das etapas sequenciais em um processo computacional.diagramas de Caso de Uso Telecine Mozer Fonte: próprio autor .

relacionamentos (losangos). Existem muitas notações para diagrama de entidades e relacionamentos. . ou seja.. A cardinalidade.. No lado N ela é chamada de chave estrangeira.9 3. A notação original proposta por Peter Chen é composta de entidades (retângulos). podem ser 1:1. A relacionamento então se reduz para uma relacionamento 1. Relacionamento 1. formada por diversos campos-chave de outras tabelas.3 Normalização do diagrama entidade relacionamento (MRN) Um diagrama entidade relacionamento (DER) é uma representação gráfica da UML baseado num modelo de entidade e relacionamento (MER) que é segundo WIKIPÉDIA um modelo de dados cuja finalidade é descrever. Chen ainda propõe símbolos para entidades fracas e entidades associativas.. é necessário criar uma nova tabela com as chaves primárias das tabelas envolvidas. sendo que o lado n ficará com a nova tabela criada. conceitualmente os dados a serem utilizados em um sistema de informações.. Os tipos de relacionamentos que são utilizadas neste diagrama: Relacionamento 1. relacionamentos e atributos (Londeix.indica que as tabelas têm relacionamento unívoca entre si. relacionamentos (losangos). O Modelo de Entidade e Relacionamento (MER) é uma representação da realidade e pode ser representado por entidades.n.quando tabelas têm entre si relacionamento n. Você escolhe qual tabela vai receber a chave estrangeira. atributos (elipses) e linhas de conexão (linhas) que indicam a cardinalidade de uma entidade em um relacionamento.n (lê-se muitos para muitos) . 1995)1 . ou os relacio namentos. (WIKIPÉDIA.1 (lê-se relacionamento um para um) .n. atributos (elipses) e linhas de conexão (linhas) que indicam a cardinalidade de uma entidade em um relacionamento.n (lê-se um para muitos) . ficando assim uma chave composta.. 2014) Segundo Nishimura (2013) A notação do MER e é composta de entidades (retângulos). Relacionamento n. 1:N e N:N.a chave primária da tabela que tem o lado 1 vai para a tabela do lado N.

As Formas Normais se subdividem com base nos conceitos de dependências multivaloradas e de junção. ou 1FN. reduzindo-se consideravelmente as necessidades de manutenção. Tal Conceito foi criado por Edgar Frank Codd em 1970 e foi o primeiro modelo de dados descrito na teoria. sendo que as 4FN e 5FN são para casos excepcionais. eliminação e atualização de dados. Esse processo causa a simplificação dos atributos de uma tabela.3.1 Modelo relacional normalizado – MRN Num projeto de banco de dados deve-se seguir alguns critérios para identificar os dados e fazer com que estes representem eficientemente os objetos do mundo real. considera-se que as bases de dados estão normalizadas se aderirem à Terceira Forma Normal. ou 3FN . Forma Normal Boyce-Codd. ou 4FN e Quinta Forma Normal. eliminando redundâncias e evitando problemas com inserção. ou FNBC ou BCNF. o espaço de armazenamento de dados diminui. mas para a maioria dos efeitos práticos. Segunda Forma Normal. Quarta Forma Normal. Cada uma das formas normais representa uma condição mais forte que a anterior na lista. Terceira Forma Normal. ou 2FN. para verificar se estas estão corretamente projetadas. as tabelas podem ser atualizadas com maior eficiência. Para resolver isso. ou 5FN. Codd propôs um processo de Normalização de Dados (ou normalização de tabelas) que aplica uma série de regras às tabelas de um banco de dados. O objetivo da normalização é evitar problemas provocados por falhas no projeto do banco de dados. O Modelo Relacional de Dados. algumas tabelas acabam sendo divididas em duas ou mais tabelas. Segundo Battisti (2014) o Modelo Entidade Relacionamento apresenta algumas situações de difícil implementação prática. respectivamente da seguinte forma: Primeira Forma Normal. que tem o princípio de que todos os dados são guardados em tabelas são a base do desenvolvimento dos SGDB – Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados ou SGBDR – Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais. (NISHIMURA. contribuindo significativamente para a estabilidade do modelo de dados.10 3. Normalmente após a aplicação das Regras de Normalização. 2013) . Com a normalização bem sucedida.

ou também. As tabelas resultantes devem obedecer à 1FN. Battisti (2004) explica a Terceira Forma Normal: Na definição dos campos de uma entidade podem ocorrer casos em que um campo não seja dependente diretamente da chave primária ou de parte dela. os atributos devem ser transferidos para uma nova tabela (ou tabelas). Ao identificar esses erros. já está automaticamente na 2FN. esta obedece igualmente às regras das formas normais anteriores. As tabelas resultantes . Uma “regra de ouro” para a 1FN é não misturar assuntos em uma mesma tabela (BATTISTI. Uma tabela. Para estar na 3FN. para estar na 2FN. Se em um novo registro da tabela. Mais uma vez se divide a tabela em outras para solucionar o problema encontrado. isto é. a relação R deve obedecer a 2FN e não pode conter dependências funcionais dos atributos não-chave com outros atributos não. Existe dependência funcional X Y entre dois atributos X e Y. campo este que não a Chave Primária. Se uma tabela está na 1FN e possui chave primária simples. a 1FN requer que todos os valores de colunas em uma tabela sejam atômicos (indivisíveis). Com as dependências encontradas. se os valores de X determinam os valores de Y. o valor de X se repetir. atributos repetidos. É necessário identificar atributos que representam o armazenamento de um mesmo dado em locais diferentes. Não é possível “pular” uma forma normal. mantendo as tabelas resultantes na 2FN. atributos com mais de uma ocorrência. cada atributo não-chave deve ser dependente da chave primária inteira. 2004). obrigatoriamente o valor de Y também se repetirá. divide-se a tabela em duas (ou mais) outras tabelas. Uma tabela está na Primeira Forma Normal quando seus atributos não contêm grupos de Repetição. mantendo um relacionamento com a tabela original.chave. iniciando pela 1FN. Se uma tabela obedece às regras de uma forma normal. não pode conter dependência funcional entre seus atributos não-chave com apenas parte de sua chave primária. assim como não é possível fazer uma forma normal errada e passar para a próxima. A Segunda Forma Normal ocorre quando a chame primária é composta por mais de um campo.11 O processo é sequencial. Para aplicar as regras das formas normais seguintes é necessário entender de Dependência Funcional. mas sim dependente de outro campo da tabela.

a exemplo de processos adequados de modelagem de software por meio dos diagramas da UML e ferramentas case tipo ASTAH. devemos estar atentos aos mecanismos de defesa. possibilitou ampliar nossos conhecimentos quanto a elaboração de propostas de trabalho com ferramentas tecnológicas no desenvolvimento de sistemas. que possibilitam uma visão mais ampla e sistemática do processo de desenvolvimento e do gerenciamento dos requisitos dos sistemas em construção. além disso.12 devem obedecer à 3FN. . Através da realização das atividades propostas. 4. na maioria dos casos. verificando suas vulnerabilidades e falhas. que estão mais expostos aos riscos de quebra de segurança por conta da infraestrutura da redes de internet e as estruturas dos sistemas que hospedam tais aplicações. A 3FN é aquela que. Com relação a segurança dos sistemas. termina o processo de normalização. permitem uma maior transparência entre desenvolvedores e clientes quanto as regras de negócio pré-estabelecidas. com a ampliação dos comércios eletrônicos e dos serviços virtuais de empresas privadas e governamentais verificamos uma maior preocupação pelas autoridades e órgãos de defesa quanto ao acesso indevido aos dados pessoais e financeiras organizadas nos mais variados bancos de dados hospedados nos servidores da internet pelo mundo. Nesse sentido. para isso ocorrer com segurança e eficiência alguns critérios devem ser bem definidos. principalmente quando se tratam de sistemas Web. CONCLUSÃO A agilidade e disponibilidade da informação na sociedade contemporânea exige uma visão mais organizada e estruturada na manipulação dessas informações. tivemos um entendimento melhor das matérias vistas neste semestre bem como.

org/wiki/modelo_entidade_relacionamento. Luis Cláudio – Engenharia de Software: sistemas II/ Luis Cláudio Perini. Simone Sawasaki – Análise de Sistemas II: . Disponível em : http://www. 2013. Banco de dados II : / Roberto Yukio Nishimura..2012. – São Paulo: Pearson Prentice Hall. Roberto Yukio. WIKIPÉDIA.aspx. Universidade Federal de Lavras. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Acesso em 19/10/2014. Lavras. São Paulo: Pearson Prentice Hall.2012. 71 p.html.Sistemas/ Simone Sawasaki Tanaka.blogspot. Acesso em 20/10/2014. Acesso em 20/10/2014.wikipedia. Modelo Entidade Relacionamento. Lucas Lima de.com. . 2009. MarcoIkuro Hisatomi. PERINI. Diagrama de Atividade. Alessandro. Disponivel em: http://pt. NISHIMURA.parte 4. Desenvolvimento seguro de aplicações web Seguindo a metodologia OWASP.br/ 2012_08_01_archive. SOUZA.linhadecodigo. NISHIMURA. wikipedia. org /wiki/diagrama_de_atividade. Roberto Yukio. 2013. Banco de dados I : / Roberto Yukio Nishimura. WIKIPÉDIA. Acesso em 19/10/2014. UML. 2009 LIMA. O modelo relacional de dados. Monografia. Disponivel em: http://pt.13 5. TANAKA.br/artigo/140/o-modelo-relacional-de-dadosparteiv. Disponível em: http://alexpagernet. Júlio Cesar F. Wagner Luiz Berto – São Paulo: Peason Prentice hall.com. REFERÊNCIAS BATTIISTI.