You are on page 1of 8

Aromaterapia

Alguma história Crê-se que a história da aromaterapia começou com a queima de madeiras, folhas, gravetos e eucaliptos perfumados na Antiguidade. Esta prática apareceu, provavelmente, a partir da descoberta de que algumas fogueiras, como as feitas de cipreste e cedro, perfumavam o ar quando eram queimadas. Na verdade, a palavra perfume deriva do latim per fumum, que significa "através do fumo". Para além disto, em algum ponto, entre os anos 7000 e 4000 a.C., as tribos neolíticas aprenderam que as gorduras dos animais, quando eram aquecidas, absorviam as propriedades aromáticas e curativas das plantas. Talvez folhas ou flores perfumadas tenham caído acidentalmente na gordura enquanto a carne estava sendo preparada na fogueira. A informação obtida nesse acidente levou a outras descobertas: as plantas davam sabor à comida, ajudavam a curar ferimentos e suavizavam a pele seca de forma bem melhor que a gordura sem fragrância. Essas gorduras perfumadas, as percursoras das modernas loções para massagem e para o corpo, perfumavam quem as usava, protegiam a pele e os cabelos das intempéries do tempo e dos insectos e relaxavam os músculos. Elas também afectavam a energia e as emoções das pessoas. A água aromatizada, um terceiro tipo de produto aromático, era na verdade uma combinação de óleos essenciais, água e álcool. Ela era usada para melhorar a aparência e perfumar a pele e os cabelos, além de ser ingerida como tônico medicinal. Ela foi a percursora do perfume moderno. Conforme a civilização progrediu, o incenso, os óleos corporais e as águas aromáticas foram combinados para curar a mente, o corpo e o espírito. Assim, no mundo todo, o aroma tornou-se parte integral da cura e fundou a base da utilização actual da aromaterapia. Os óleos essenciais usados, como o olíbano (franquincenso), eucalipto, gengibre, patchouli e pau-rosa vinham das partes mais distantes do globo e, sendo dos elementos mais importantes em cerimônias religiosas, medicina, comida, cosméticos e afrodisíacos, eram mais caros do que certos metais preciosos e jóias. Embora cada região pudesse produzir roupas, abrigo e comida a partir dos recursos dos seus próprios territórios, as pessoas de todos os países procuravam por cheiros raros e exóticos, que literalmente dessem sabor às suas vidas e um ar de mistério às suas cerimônias. A demanda pelos materiais aromáticos, combinada com o facto de eles serem portáteis, levou ao estabelecimento de um comércio de longa distância. Felizmente, as

sementes e ervas podiam ser secas, os eucaliptos podiam ser enrolados em grãos e as fragrâncias podiam ser infundidas em óleo ou perfumes sólidos, retendo ou melhorando as suas propriedades, o que os tornou ainda mais fáceis de serem transportados e relativamente difíceis de serem danificados. Não se sabe ao certo quando o comércio começou, mas um pedido de importação de cedro, mirra e cipreste foi encontrado inscrito em um bloco de argila da antiga Babilônia. Há mais de 5 mil anos, quando os egípcios ainda aprendiam a escrever e a fazer tijolos, eles já importavam grandes quantidades de mirra. Com certeza havia rotas de comércio pelo Oriente Médio para se obter mirra e outras fragrâncias antes de 2000 a.C. e elas foram bastante usadas durante os 30 séculos seguintes. Por volta do século 4 a.C., a Babilônia tinha um mercado próspero, negociando cedro do Líbano, cipreste, pinho, resina de pinheiro, murta, cálamo e junípero. Atenas era famosa pelas centenas de lojas que vendiam óleos corporais e incensos/perfumes sólidos. Comerciantes fenícios negociavam cânfora chinesa, canela indiana, pimenta preta e sândalo. A África, o sul da Arábia e a Índia forneciam capim cidreira, gengibre e nardo, cuja rizoma tem uma fragrância exótica. A China importava óleo de gergelim com cheiro de jasmim da Índia e da Pérsia, água de rosas pela Rota da Seda e, às vezes, aromas da Indonésia: cravo-da-índia, benjoim, gengibre, noz moscada e patchouli. A cultura islâmica também era rica em fragrâncias, utilizando-a na medicina, em cosméticos e na culinária. Misturava-se água de rosas no cimento usado para construir as mesquitas e acreditava-se até que o chão do paraíso emitisse o cheiro de almíscar e açafrão. O próprio Maomé foi comerciante de condimentos e fragrâncias e viajava em caravanas de camelos. Embora não tenha sido a intenção, as cruzadas dos séculos XI, XII e XIII mostraram à população européia as idéias árabes e estimularam a apreciação das fragrâncias orientais, apesar dos avisos do clero cristão de que elas estavam associadas ao demônio. Os guerreiros voltavam com presentes de óleos, águas de cheiro e perfumes sólidos. A elite européia rapidamente se interessou por água de rosas e os italianos não podiam viver sem colocar água de laranja nos seus doces e confeitos. Conforme o comércio de fragrância aumentava entre o Oriente e Ocidente, o mesmo acontecia com a troca de idéias. Para facilitar o comércio, os chineses adotaram o sistema indiano de contagem. Por volta do século XI, os árabes navegavam com navios carregados de condimentos da Índia para a China, com a bússola chinesa e o leme equilibrado na popa. Durante o século seguinte, a marinha chinesa cresceu de 3 para 50 mil marinheiros, para comandar embarcações maiores

que levassem seis mil cestas de ervas e condimentos perfumados. As classes mais altas da sociedade chinesa esbanjavam fragrâncias, principalmente da Dinastia T'ang no século VII até a Dinastia Ming no século XVII. Em tudo havia fragrância: banho, roupa, construções, tinta e papel. Marco Polo fez a sua famosa jornada até a corte de Kublai Khan no final do século XIII para estabelecer relações comerciais directas entre a Itália e a China. Os italianos poderiam, então, enganar os intermediários muçulmanos e os seus 300% de lucro. O acordo foi bem sucedido e, durante os séculos XIII a XV, a Itália monopolizou o comércio oriental com a Europa. Logo em seguida, a Espanha mandou Cristóvão Colombo atravessar o oceano para procurar um caminho mais curto para a Índia. Foram os portugueses que estabeleceram uma rota para a Índia que contornava Alexandria e Constantinopla. Em 1498, Vasco da Gama chegou à Índia, terra dos condimentos e ervas cheirosas. Foi levada uma quantidade imensa de especiarias para Lisboa. Os romanos importavam a maioria dos seus óleos do Egipto. Tanto os homens quanto as mulheres se banhavam nas fragrâncias. A utilização dos perfumes era tanta que os romanos apaixonadamente chamavam seus amores de "minha mirra, minha canela", assim como os norte-americanos chamam seus amados de "honey". Os gregos eram especialmente seduzidos pelo uso de óleos perfumados. Na verdade, Hipócrates recomendava o uso de óleos corporais no banho. Em Atenas, donos de lojas de unguentos vendiam manjerona, lírio, tomilho, sálvia, anis, rosa e íris infundidos em óleo e engrossados com cera de abelhas. Homens e mulheres untavam seus corpos para um realce pessoal e sensualidade. Os homens usavam um óleo perfumado diferente, escolhido por suas características particulares, para cada parte de seu corpo. Os óleos também eram usados para massagear músculos que estivessem rígidos. Os atletas na Índia, na ilha mediterrânea de Creta e, depois, na Grécia e em Roma, esfregavam óleos nos músculos antes e depois da participação nos jogos. A prática tântrica dos indianos orientais transformava as mulheres num verdadeiro jardim de prazeres da terra. Elas untavam-se com jasmim nas mãos, patchouli no pescoço e queixo, âmbar nos seios, nardo nos cabelos, almiscareiro no abdômen, sândalo nas coxas e açafrão nos pés. Os homens, entretanto, só aplicavam sândalo no corpo. O ritual de banho diário na Índia exigia a aplicação de óleos de gergelim perfumados com jasmim, coentro, cardamomo, manjericão, costus, pandanus, ágar, pinho, açafrão, champac e cravo-da-índia. Os antigos livros védicos religiosos e medicinais davam instruções sobre como equilibrar a temperatura corporal, o temperamento e a digestão através de aromas e

alguns de seus usos terapêuticos com certeza foram passados para o ocidente. No Egito, todos usavam óleos corporais, da realeza aos trabalhadores. Operários que construíam um local para enterros entraram em greve no século XII a.C. não somente porque a comida era má, mas também porque "não tinham óleos". Eles dependiam dos óleos para aliviar a dor dos músculos depois de um dia rebocando e entalhando pedras enormes e para proteger a pele do forte sol do Egito. Pelas Américas, a massagem com óleos perfumados também foi usada como terapia e frequentemente foi o primeiro tratamento oferecido. Um óleo de massagem preparado pelos incas continha valeriana e outras ervas relaxantes que eram engrossadas com algas marinhas. Os astecas massageavam os doentes com unguentos perfumados em suas casas. A primeira descrição escrita de um destilador para produzir óleos essenciais aparece no século I. Maria Profetisa, também conhecida como Maria, a Judia, inventou um mecanismo que se parecia com uma chaleira dupla. Ela descreveu o óleo ali produzido como "um anjo vindo dos céus". Por volta do século II, os chineses e árabes destilavam óleos essenciais e o Japão seguiu-os alguns séculos depois. As invenções de Profetisa também destilavam álcool. Misturando-o com os óleos essenciais e diluindo isto em água, produzia-se um novo tipo de fragrância. Essas "águas" perfumadas faziam o corpo cheirar bem e também funcionavam como remédio e cosmético. Quando eram colocados na pele, melhoravam o tom da pele e diminuíam manchas. Quando eram ingeridas, aliviavam a indigestão, cólicas menstruais ou tratavam muitas outras doenças. Nascia, assim, o "tônico medicinal". Outra famosa invenção vinda de mosteiros foi a Aqua Mirabilis, ou "Água milagrosa", uma combinação de água e álcool, reforçada com óleos essenciais. Ela era ingerida para melhorar a visão e para tratar dores de reumatismo, febre e congestão, além de também melhorar a memória, diminuir a depressão e ser espirrada no corpo para melhorar o cheiro das pessoas. A água carmelita era preparada pelas freiras carmelitas da Europa, a partir de uma fórmula secreta que agora sabemos que inclui melissa e angélica. Ela auxiliava na digestão e na aparência, dependendo da sua utilização. Versões modernas da água milagrosa e da água carmelita ainda são vendidas na Europa. Em 1732, as águas aromáticas foram refinadas e transformadas em colónia quando Giovanni Maria Farina de Cologne, em França, tomou posse dos negócios do seu tio. Aqua Admirabilis, uma vigorosa mistura de neroli, bergamota, lavanda e alecrim em álcool de uvas, que tem um cheiro particular a fruta, foi usada no rosto e também para tratar inflamações e indigestão. Os soldados a apelidaram de "Eau de Cologne", significando água de colónia, o nome da cidade.

O nome Cologne ficou em todas as águas perfumadas dessa época em diante. Subitamente, há pouco mais de 100 anos a indústria das fragrâncias foi empurrada para a idade da química moderna. Antigamente, a colónia e o sabão eram considerados como parte da farmácia medicinal. Então, em 1867, a Exposição Internacional de Paris exibiu-os numa seção separada, chamada de cosméticos. Essa atitude fez nascer uma nova indústria, que construiu o caminho de um novo produto, o perfume. No ano seguinte, foi desenvolvido em laboratório o primeiro óleo essencial comercial sintético. Com perfume de feno recém cortado, o óleo sintético foi um sucesso instantâneo entre os fabricantes de colónia. Milhares de fragrâncias sintéticas, até mesmo as que imitam os óleos essenciais mais raros e caros, foram desenvolvidos, na sua maioria, a partir de materiais químicos derivados do petróleo. Esses óleos sintéticos mudaram definitivamente a natureza da fragrância pessoal. Os novos produtos químicos eram tão concentrados que permitiam a fabricação de perfumes poderosos. Substituindo as leves colónias que eram livremente borrifadas, apenas algumas gotas de perfume deixavam um indivíduo completamente cheiroso, além de terem sido inventados outros aditivos químicos que faziam o cheiro durar por horas. É claro que com todos os ingredientes sintéticos, as colônias e perfumes já não eram mais medicinais - e, com certeza, também não eram mais comestíveis. Pela primeira vez na história, eles eram um produto puramente cosmético. Actualmente, produtos de medicina, aromaterapia e perfumes são vistos como coisas separadas, embora a aromaterapia esteja, pouco a pouco, recuperando a sua herança medicinal. Um químico francês, Rene-Maurice Gattefosse, inventou o termo "aromatherapie" em 1928. A sua família fazia perfumes, mas o seu interesse no uso medicinal dos óleos essenciais começou quando ele queimou gravemente a mão numa explosão no laboratório. Ele mergulhou propositadamente a mão num recipiente de óleo de lavanda que estava por perto para aliviar a dor, mas ficou impressionado com a rapidez com que isto aconteceu. Ele escreveu vários livros e artigos sobre a química dos perfumes e cosméticos. Aproximadamente na mesma época, um outro francês, Albert Couvreur, publicou um livro sobre as utilizações medicinais dos óleos essenciais. Uma nova onda de praticantes da aromaterapia inspirou-se nesse livro, sendo um deles o Dr. Jean Valnet, que (enquanto foi cirurgião na 2ª Guerra Mundial) usou óleos essenciais como o tomilho, cravo-da-índia, limão e camomila em ferimentos e queimaduras. Mais tarde, usou os óleos essenciais para tratar problemas psiquiátricos. Marguerite Maury, uma bioquímica francesa, desenvolveu métodos terapêuticos de aplicação destes óleos na pele (como a massagem) reintroduzindo um antigo método da aromaterapia no mundo moderno. Conceito

A Aromaterapia é uma disciplina terapêutica que aproveita as propriedades dos óleos essenciais, extraídos das plantas, flores, raizes, sementes, etc., com fins terapêuticos, ou seja, de forma a ajudar no tratamento de problemas físicos ou de ordem espiritual. Para obter estes chamados óleos essenciais estudam-se as plantas e recolhem-se as suas componentes mais adequadas a cada situação.A designação de “óleos essenciais” deve-se ao facto de serem extremamente concentrados, conseguindo aproveitar todas as propriedades positivas existentes nas plantas a partir das quais são feitos, em benefício da saúde e do bem-estar. Os métodos de extracção são simples, para que o óleo seja puro e o seu efeito seja mais intenso.A aromaterapia apresenta muitos benefícios e pode ser utilizada no tratamento de vários problemas, conseguindo que o organismo esteja em equilíbrio, e obtenha a paz e bem-estar. Ela melhora quer o funcionamento do corpo quer o estado de espirito da pessoa; ela favorece a regeneração, a vitalidade, o bem estar e a qualidade de toda a saúde. Ela permite lutar contra o desgaste e contra as influências que sofremos no nosso dia a dia como seja as preocupações, a angústia, o stress, a poluição, o ruído, etc. A Aromaterapia activa a nossa memória emocional. Ao inalar as moléculas do ar que respiramos, libertam-se impulsos nervosos no nariz, que estabelecem conexões com o sistema límbico, com a nossa capacidade de memória e com os sentimentos relacionados com ela; podendo o aroma transportar-se até aos nossos pensamentos e provocando reacções a nível emocional e físico. Utilizações Os óleos essenciais obtidos a partir das plantas actuam no organismo através da aplicação na pele. Tanto podem ser aplicados em massagens, como no banho, por inalação ou vaporização. As propriedades químicas destes óleos são absorvidas pela pele ou através do olfacto e são levadas para o fluxo sanguíneo que, por sua vez, se encarrega de as distribuir pelo corpo, promovendo uma sensação de bem-estar a todo o organismo. A água em si tem muitas propriedades terapêuticas, e quando combinado com os óleos essenciais são realçados todos os seus efeitos.

Óleos A Aromaterapia consiste no tratamento do corpo e da mente com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extractos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, o seu odor é a característica principal. Os óleos essenciais são produzidos

por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior. Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor de água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes. Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas. Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma acção imediata no cérebro.

Os óleos essenciais são divididos em três categorias: os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor; os que estimulam e regulam as principais funções do corpo; e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito. De uma forma geral, alguns dos principais óleos utilizados pela Aromaterapia, e respectivas características terapêuticas são: O Alecrim fortifica o cérebro e desta forma ajuda a resolver problemas de concentração. É muito benéfico para estimular a criatividade e ajuda no bom desempenho profissional, pois também é estimulante. Quando é utilizado em massagens promove o relaxamento muscular. Não deve ser usado durante a gravidez sem consultar um técnico especializado. A Camomila tem propriedades calmantes e facilita a expressão de sentimentos. Pode ser utilizada para ajudar no tratamento de problemas emocionais, e também em tratamentos dermatológicos. O Eucalipto promove a circulação sanguínea, descongestiona as artérias e é óptimo para ajudar no tratamento de problemas respiratórios. A nível psíquico ajuda a afastar a tristeza e os sentimentos de solidão. A Flor de Laranjeira transmite alegria de viver. Ajuda a ter um sono tranquilo e a melhorar o descanso, sendo eficaz no tratamento de insónias. Também é benéfica para ajudar a resolver situações de depressão ou stress.

A Lavanda é excelente para superar problemas emocionais, pois transmite equilíbrio, paz e tranquilidade. Torna o pensamento mais claro, ajuda a melhorar a concentração e a memória. Fortalece o organismo, criando-lhe mais defesas. O Jasmim é o óleo indicado para ajudar a melhorar a vida amorosa, pois desenvolve o romantismo e a sensualidade. Facilita o equilíbrio entre os chacras, contribuindo para uma maior sensação de bem-estar. O Gengibre tem propriedades estimulantes, transmite alegria e fomenta a criatividade. Desenvolve o amor-próprio e a valorização pessoal, ajuda a pessoa a adquirir confiança em si própria. A nível físico, ajuda no tratamento de problemas do foro respiratório. Facilita a digestão e ajuda a reduzir o cansaço. A Rosa desenvolve a vida emocional, pois desbloqueia as emoções. Fomenta o amor e desperta o romantismo, atraindo a beleza e a criatividade. Ajuda a tratar problemas no aparelho reprodutivo e facilita a circulação do sangue. O Sândalo favorece a concentração e ajuda a desenvolver a força interior. Promove uma sensação de tranquilidade e conforto, reduzindo o medo e a ansiedade. É um afrodisíaco bastante eficaz, especialmente para os homens. Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças.

"O caminho da saúde é ter um banho aromático e uma massagem com essências a cada dia." (Hipócrates, o pai da medicina antiga, no ano 400 a.C.)