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ADAPTAÇÕES AERÓBIAS

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO

Faculdade de Motricidade Humana Mestrado em Exercício e Saúde 2001

FACTORES LIMITADORES

 Do

Vo2 máximo  Da Capacidade aeróbia

08/01/2010

- André, H.; Soeiro, L.; Navalho, J.; Arez, J.; Nogueira, P.; Pereira, P. -

VO2 MÁXIMO:
Q x a-VO2
Q (débito cardíaco) = freq cardíaca x vol. sistólico

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FACTORES LIMITADORES VO2 MÁXIMO

 


Captação Fixação Transporte Utilização

Fig.8.7

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Captação / Fixação de O2

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 

Não saturação arterial O2 Int. > 70% VO2 Máx.

PO2 91% ind. 26% O2 VO2 Máx.

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NÃO SATURAÇÃO

Porque acontece? Porque só acontece em treinados?

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TRANSPORTE DE O2

  

> densidade capilar nos músculos > aporte sanguíneo aos músculos activos > no volume sanguíneo total e na quantidade de eritrócitos

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TRANSPORTE DE O2
Adaptações centrais

Volume sistólico Débito cardíaco

VO2 máx.
 

Fc máx. é pouco afectada pelo treino Pico do VS irá influenciar o aumento no débito cardíaco e consequentemente no VO2 máx.
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TRANSPORTE DE O2
Adaptações centrais

VS em pessoas treinadas é derivado de:
     

diâmetro interno do ventrículo esquerdo hipertrofia do miocárdio volume sistólico final fracção de ejecção atletas de endurance: volume do plasma VS na fase de recuperação por causa de do volume sanguíneo: > volume diastólico final

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TRANSPORTE DE O2
volume sanguíneo total

+
volume sistólico

VO2

adequada proporção entre plasma e células sanguíneas
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TRANSPORTE DE O2
conteúdo de hemoglobina

perfusão de oxigénio para o músculo

VO2

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Exercícios que envolvem grandes massas musculares

Vasoconstrição local + redução no fluxo sanguíneo

Extração e utilização do O2

Superior ao que sistema cardiovascular tem a capacidade de suprir
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Utilização do O2

Estado do treino

Densidade capilar
actividade das enzimas oxidativas + rápido que VO2máx

Paragem no treino

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UTILIZAÇÃO DE O2
As mudanças internas do músculo são significativas:
  

no transporte na difusão do O2 não se sabe qual é % do leito capilar que se encontra permeável num dado momento.

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EFEITOS PERIFÉRICOS DO TREINO

> Leito capilar = Tamanho da fibra muscular O QUE RESULTA < Distancia de difusão > da área para trocas músculo/sangue > nutrientes extra-musculares (AGL) > Actividade das enzimas oxidativas Poupança do glicogénio muscular

    

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O Glicogénio muscular

capacidade de armazenamento do glicogénio taxa de utilização durante o exercício

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Exercício submáximo
   

glicogénio muscular taxa de deplecção do glicogénio concentrações de lactato no sangue e no músculo gorduras como combustível do metabolismo oxidativo.

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Treino intenso e diário
O conteúdo do glicogénio muscular vai flutuar dependendo:
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da duração, intensidade e frequência dos treinos, tempo de recuperação entre sessão, tipo de dieta

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Adaptações metabólicas no músculo com o treino
 

proteínas mitocondriais (60%) actividade das enzimas (2 vezes)


 

taxa máxima de oxidação do piruvato
ácidos gordos corpos cetónicos

< ou = quantidade de mioglobina

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Exercícios de endurance

VO2 máx que pode ser conseguido

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FUNÇÃO AERÓBIA

grande aumento de potência aeróbia

mantida por um > período

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Treino de endurance

efeito mais limitado ao nível cardíaco que ao nível periférico capacidade de treino durante períodos prolongados a fracções altas de VO2max adaptações internas no músculo

 VO2 máx alto
 

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Treino de endurance
   

> perfusão periférica > disponibilidade de nutrientes extra-musculares de ácidos gordos > capacidade de oxidação de gorduras poupando as reservas de hidratos de carbono

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FIM