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DOS PADRÕES AVALIATIVOS À DESCRIÇÃO DO GÊNERO EDITORIAL EM

REVISTAS DE INFORMAÇÃO GERAL
Jaqueline de Almeida Freitas, graduanda em Letras
Prof. Dr. Cláudio Márcio do Carmo, Departamento de Letras, Artes e Cultura

RESUMO

Este trabalho propõe uma (re)descrição do gênero editorial em revistas de informação geral, a
saber, Veja e IstoÉ; pautada nos pressupostos teóricos da metafunção interpessoal proposta na
Gramática Funcional de M. A. K. Halliday e seu desdobramento no Sistema da Avaliatividade
desenvolvido por Martin e White. A consideração das inscrições avaliativas nos textos constitui
suporte para um exame embasado na Análise Crítica do Discurso proposta por Fairclough, que
permite olhar tal prática por um ângulo sociocultural, e desse modo, perceber como a opinião é
construída, diluída ou afirmada de acordo com os interesses empresariais que de grupos que os
autores dos editoriais representam.
PALAVRAS-CHAVE: Gramática Sistêmico-Funcional, Sistema de Avaliatividade, Gênero
Editorial, Análise Crítica do Discurso, Revista de informação geral.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo analisar a avaliatividade em editoriais de revistas de
informação geral a fim de produzir uma (re)descrição do gênero editorial através da análise das
inscrições de apreciação, emoções e julgamentos nesse gênero, que é considerado por Melo
(1994) o responsável por veicular o posicionamento da empresa.
Revisitar os gêneros jornalísticos é importante à medida que se percebe que a literatura da
área de comunicação trabalha com um conceito de gênero ultrapassado (BONINI, 2006). Isso
ocorre porque os gêneros jornalísticos são fenômenos sociais e nutrem-se do que é efêmero,

apresentando assim certa dinamicidade que não consegue ser acompanhada pelos progressos
das pesquisas (MELO,1994).
A escolha do gênero editorial deu-se por compor, juntamente com comentário, artigo,
resenha, coluna, crônica, caricatura e carta, o jornalismo considerado opinativo (MELO, 1994),
desse modo, portanto, apresenta um teor avaliativo em relação aos acontecimentos de destaque
durante a semana.
Para isso, recorre-se ao Sistema de Avaliatividade, que se situa no âmbito da Linguística
Sistêmico-Funcional, mais especificamente em uma perspectiva desenvolvida por Martin e White
(2005), que se trata de um desdobramento da Metafunção Interpessoal de M.A.K. Halliday (1985);
e à proposta tridimensional da análise crítica do discurso (FAIRCLOUGH, 2001), que abarca a
prática textual, a prática discursiva e a prática sociocultural.
Pretende-se, a partir dessa perspectiva, analisar a avaliatividade expressa no gênero
editorial em revistas de informação geral para então descrever como a opinião é construída, e em
seguida desenvolver uma crítica sociocultural dos processos apresentados para refletir sobre o
processo de produção, distribuição e consumo do gênero.
Foram selecionados dez editoriais, cinco de cada revista. A escolha de duas revistas
diferentes é importante para que haja uma comparação que permita verificar a existência de
algum padrão avaliativo. A escolha de Veja e Istoé deu-se por se tratarem de veículos com grande
alcance social e alta tiragem semanal; e a escolha de edições mais atuais, pela já citada
dinamicidade a que estão sujeitos os gêneros jornalísticos.
Este trabalho organiza-se então em: Revisão Teórica, a partir de um diálogo entre os
campos teóricos mencionados; Metodologia, que apresenta o corpus, a forma como os dados
foram coletados e os procedimentos de análise; para em seguida tecer uma Análise Crítica do
corpus, que, por sua vez, antecede as Considerações Finais.

REVISÃO TEÓRICA

A realização desta pesquisa apoiou-se na perspectiva sistêmico-funcional proposta por
Michael A. K. Halliday no livro An Introduction to Functional Grammar em 1985. Nesse livro, o

autor afirma que é importante conceber a língua como um fenômeno social, ou seja, considerar os
falantes, ouvintes, os papéis que desempenham em determinada interação, as escolhas
realizadas de modo consciente ou não, e qual o significado produzido por uma escolha em
detrimento de outra; em suma, o elemento extralinguístico, tão relevante para as considerações
sobre os fatos da língua. (NEVES, 2004, p. 58-60).
Para tal abordagem multifuncional, Halliday (1885) apresentam três metafunções
fundamentais, que funcionam interligadas na realização discursiva, são elas: metafunção
ideacional, que expressa as concepções de mundo dos indivíduos; a metafunção interpessoal,
que corresponde aos aspectos interativos da linguagem, ou seja, as relações sociais; e a
metafunção textual, referente ao modo como são organizados os textos falados ou escritos.
Na pesquisa aqui apresentada, haverá uma atenção particular à metafunção interpessoal,
pois é de grande importância considerar os tipos de relações sociais estabelecidas entre os
editores das revistas Veja e IstoÉ e os leitores. Para isso é importante que se recorra a um
trabalho realizado por Martin e White (2005), que desdobra essa metafunção: o sistema de
avaliatividade, que discutem as realizações linguísticas em instâncias de atitude, envolvimento,
apreciação, aprovação e desaprovação, entusiasmo, julgamento, decepções, por exemplo.
A análise da avaliação, em Martin e White, é um expediente da semântica do discurso que
articula o sistema interpessoal com o envolvimento e a negociação. A construção do significado
avaliativo divide-se então em três subsistemas: atitude, engajamento e gradação.
Conforme Martin e White (2005), a atitude discute os modos que os sentimentos são
expressos na linguagem, ou seja, se algo é considerado de maneira positiva ou negativa, por
exemplo: Mas, em tempos estranhos como esse, políticos desconversam e esquecem do perigo
de contrariar as massas. (ISTOÉ). O engajamento, que corresponde à forma como a voz autoral é
desempenhada em torno das opiniões no discurso, pode ser observado em: O grande marechal
Cândido Rondon, que desbravou os rincões brasileiros, tinha como lema na colonização de
terras indígenas o famoso “Morrer se preciso for; matar nunca”. (VEJA). E a gradação, que
permite observar a intensidade das categorias usadas para expressar os sentimentos, percebida
em: O susto maior foi descobrir nos cartazes e nas palavras de ordem gritadas nas manifestações
que a insatisfação é muito mais profunda e generalizada do que qua1quer um poderia prever.
(VEJA).

A atitude, por sua vez, enquanto subsistema do Sistema de Avaliatividade, também se
divide em três aspectos: afeto, julgamento e apreciação. O afeto correspondente aos sentimentos
positivos ou negativos que a subjetividade do falante expressa em relação a algo ou alguém;
como não foram identificadas inscrições de afeto no corpus, o exemplo a seguir não foi retirado
dos editoriais: Felizmente o livro teve sucesso (AVELAR; AZUAGA, 2003). O julgamento
corresponde à avaliação positiva ou negativa do comportamento humano segundo as normas
sociais do indivíduo e pode ser exemplificado da seguinte maneira: Foram tantos e tão legítimos
os gritos de ordem que eles conseguiram calar até os acordes de truculência policial dos primeiros
dias. (ISTOÉ). E a apreciação trata da avaliação de artefatos, objetos, estados de coisas ou
processos, como em: Do contrário, a conta virá pesada no bolso de cada um de nós (ISTOÉ).
Alex Luís dos Santos, ao refletir sobrea significância da avaliatividade à luz de critérios
científico-sociais, recorre a Fairclough para afirmar que tal abordagem deve se “conectar com
questões teóricas sobre o discurso, e ser visto, por conseguinte, como elemento fundamental para
a compreensão e explicação de um evento social.” (SANTOS 2013. p. 60).
O discurso como prática social vai além do nível do sistema linguístico, e é entendido em
uma visão tridimensional: como texto, que se organiza em: vocabulário, gramática, estrutura
textual e coesão; prática discursiva, que compreende a análise dos processos de distribuição,
consumo e produção do texto; e prática social, que se ocupa das relações de discurso e poder,
lutas hegemônicas, e discurso e ideologia (FAIRCLOUGH, 2001).
Cumpre ressaltar então que gênero, discurso e avaliação podem ser relacionados a fim de
formarem um meio de se observar o tipo de relação social estabelecida entre os participantes de
determinado gênero e seus leitores (SANTOS; CARMO, 2010).

METODOLOGIA

Para esta pesquisa, foram selecionados dez textos editoriais de duas revistas semanais de
informação geral: cinco extraídos da revista Veja entre os dias 12 de junho de 2013 e 10 de julho
de 2013(VEJA, 2013); e outros cinco extraídos da revista IstoÉ entre os dias 05 de junho de 2013
e 03 de julho de 2013 (ISTOÉ, 2013), tendo por norte a escolha de textos mais recentes que

pudessem nos fornecer elementos para caracterização do gênero tal qual encontrado e utilizado
hoje.
É importante expor, a título de contextualização, que durante o período em que os dados
foram selecionados, ocorria pelo Brasil a série de protestos que contestava, entre outras coisas, a
redução da tarifa do transporte publico, inicialmente denominado “movimento passe livre” e
eventualmente se espalhou pelas principais capitais do país. Portanto, três editoriais de cada
revista abordaram o assunto, os demais, de outros assuntos mais discutidos durante as semanas
de publicação, por exemplo: a criação de novos municípios, a desvalorização das ações de Eike
Batista1, a situação de povos indígenas e a violência na cidade de São Paulo.
Os textos foram analisados conforme a abordagem explicitada anteriormente, evidenciados
os elementos de avaliatividade para que se possa produzir uma descrição do gênero observado;
para isso, seguiram-se as “diretrizes gerais” de Análise Crítica do Discurso propostas por
Fairclough (2001), que considera três itens importantes: os dados, a análise e os resultados. Aos
dados cabe a definição de um projeto, o corpus, ampliação do corpus, e a seleção de amostras no
corpus. Quanto à análise, divide-se em três dimensões superpostas: análise da prática discursiva,
análise dos textos e análise da prática social. E por último, os resultados que explicitam a crítica
sociocultural ao processo de produção, distribuição e consumo dos textos analisados.

ANÁLISE DOS DADOS

Segundo António Avelar e Luísa Azuaga (2003), o enunciado com relevância na atitude
avaliativa resulta em um conjunto de operações complexas capazes de envolver distintos
posicionamentos possíveis do falante, a construção da identidade dialógica e a forte intervenção
de fatores interculturais; é, portanto, algo que está além de apenas emitir pareceres positivos ou
negativos.

1

EikeFuhrken Batista, nascido em Governador Valadares - MG, é um empresário brasileiro presidente do grupo EBX
que atua nas áreas de mineração, siderurgia, energia, logística e indústria naval. Foi considerado uma das pessoas mais
influentes pela BloombergMarkets e ocupou a 7ª posição de mais rico do mundo pela Forbes. Um tempo depois, as
ações de Eike Batista apresentaram grande desvalorização, o que afetou, de certo modo, a economia brasileira, com a
qual seus negócios estavam intrinsecamente ligados. FONTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA.
Nota: Grupo EBX e o Índice Bovespa. Disponível em: <http://www.ufjf.br/econs/files/2013/08/NOTA-Empresas-X-eo-Ibovespa.pdf > . Acesso em: mar. 2014.

Afeto, julgamento e apreciação, subdivisões da atitude, que por sua vez é um subsistema
do Sistema da Avaliatividade de Martin e White, são responsáveis por acentuar as matizes de
quem produz um texto falado ou escrito. Por isso, é relevante expor os padrões de inserção da
avaliação (SANTOS; CARMO, 2010).
O gráfico abaixo mostra que as inserções de expressões atitudinais da revista Veja (160) e
da revista IstoÉ (157)apresentam um número de ocorrência muito próximo, o que demonstra um
nivelamento quantitativo no gênero editorial em ambas revistas.

Outro aspecto importante, exposto no segundo gráfico logo abaixo, é o predomínio de
inscrições avaliativas atitudinais identificadas como julgamento (70%). Em Martin e White (2005),
as manifestações de julgamento são definidas como a avaliação positiva ou negativa do
comportamento humano, isto é feito de acordo com valores pertencentes ao campo semântico da
ética e da moral em que o indivíduo está imerso.

As inscrições avaliativas atitudinais foram categorizadas e contadas para compor os dados
do “Gráfico 2: Tipo de avaliação”. Podem-se observar, a título de exemplo, as seguintes inscrições
que demonstram julgamento: A aberração da fábrica de novos municípios. (ISTOÉ); Não
devemos ser tolerantes e coniventes com a repressão em nenhum estágio possível. (ISTOÉ). E
que demonstram apreciação: A China se consolidou como potência. (VEJA); Mas, neste
momento, o imperativo é ouvir as ruas e esperar que essa energia pura seja canalizada para a
construção de instituições mais representativas dos anseios populares legítimos. (VEJA).
O modo como o julgamento é expresso, implícita ou explicitamente, pelas pessoas acerca
do que consideram sobre temas como legalidade, moralidade, normalidade, capacidade, entre
outros, são determinados pelas culturas nas quais estão inseridos e também pelas próprias
experiências individuais (AVELAR; AZUAGA, 2003).
Baseando nas análises realizadas e nos dados expostos, é possível então desenvolver
uma (re)descrição do gênero editorial em revistas de informação geral, conforme proposto desde
o início e, logo após, produzir uma discussão crítica sociocultural relacionada a esse gênero
jornalístico seguindo as três dimensões da Análise Crítica do Discurso: análise da prática
discursiva, análise dos textos, e análise da prática social. (FAIRCLOUGH, 2001)
Como prática discursiva, o gênero que é objeto deste trabalho é identificado integrante do
grupo de “gêneros opinativos” e é responsável por expressar a opinião oficial da empresa sobre
fatos de destaque em determinado momento; entretanto, essa opinião oficial nem sempre refere-

se a “um dono” da empresa mas sim a um grupo empresarial, ou seja, muitas vezes funciona
como uma teia de articulações políticas que defende interesses próprio (MELO, 1994).
No caso específico da sociedade brasileira, conforme aponta Marques de Melo (1994), em
que a organização política tem no estado uma entidade “todo-poderosa”, os editoriais difundidos,
embora dirigidos à “opinião publica”, encerram na verdade uma relação de diálogo com o Estado,
procurando dizer aos dirigentes do aparelho burocrático do Estado como gostariam de orientar os
assuntos públicos.
Tal afirmação pode ser comprovada, por exemplo, na edição da IstoÉ (05/06/2013), em
que julgam como errada a criação de novos municípios: A proposta está para ser votada nos
próximos dias na Câmara dos Deputados e representa mais uma aberração oportunista de
políticos desejosos de alargar o horizonte de seus currais eleitorais. Ou no caso da revista Veja
(10\07\2013) ao criticar a intervenção do governo na economia brasileira comparando figura de
Eike Batista com o líder chinês Deng Xiaoping: VEJA refletiu essa percepção e colocou Eike na
capa, em janeiro de 2012, como uma versão brasileira de Deng Xiaoping, o líder cuja pregação
“Enriquecer é glorioso”.
Como texto, o editorial tem também sua identidade redacional, em que apresenta quatro
atributos específicos: impessoalidade; topicalidade, ou seja, um tema bem delimitado;
condensalidade, poucas ideias e ênfase em afirmações; e maleabilidade (MELO, 1994).
Quando se considera a prática social, o papel dos gêneros opinativos, e principalmente o
editorial, deve-se ter em mente que a “opinião da empresa” caracteriza as relações de
propriedade, pois nas sociedades capitalistas, tal gênero reflete o consenso de opiniões que
emanam de diferentes núcleos que participam da propriedade da organização. (MELO, 1994)
Desse modo, o editorial afigura-se como um espaço de contradições em que o discurso
constitui uma teia de articulações políticas que na maioria das vezes defende interesses elitistas
de uma minoria empresarial. Essas opiniões, como no caso das revistas aqui estudadas, são
amplamente divulgadas, o que faz com que muitos leitores “comprem” uma causa que defende
interesses de uma classe à qual eles não pertencem.
Pois, os meios de informação pelos quais as mensagens jornalísticas chegam à sociedade
são considerados aparatos ideológicos que atuam como uma “indústria da consciência”

influenciando pessoas, comovendo grupos, mobilizando comunidades, sendo, portanto, veículos
que se movem na direção que é dada pelas forças sociais (MELO, 1994).
Considerando os recursos avaliativos nos editoriais de revistas de informação geral, é
possível tecer uma crítica social e cultural dos processos de produção, distribuição e consumo
desse gênero. Portanto, podemos dizer que tais textos dirigem-se aos leitores das revistas (Carta
ao leitor) na forma de críticas aos governantes do país, visto quea voz autoral, por vezes
indiretamente, aponta aos governantes como deveriam proceder ou não em relação a
determinado assunto.
A visão que esse grupo dominante forja da realidade, a partir do local que ele ocupa, isto é,
sua ideologia, é transmitida aos leitores com a finalidade de que eles comunguem dessa mesma
visão sobre a realidade, demonstrando, desse modo, que a visão particular do grupo o qual a
revista representa, com pretensões hegemônicas de perceber o governo do país, não condiz
necessariamente com a condição social ocupada pelo leitor ou com o grupo a que pertence.
Isso é relevante na medida em que nos permite pensar que no momento em que os
leitores forem pleitear alguma mudança frente ao governo estarão defendendo interesses que não
necessariamente pertencem a ele e sim ao grupo que o editorial representa.

CONCLUSÃO

As considerações desenvolvidas até aqui, permitem confirmar que o gênero editorial é
responsável por expressar as opiniões da empresa, e que isso não quer dizer “o dono”, mas sim
grandes grupos empresariais que estão por trás das indústrias jornalísticas. E que por isso, ao
criticarem as práticas dos governantes do país, podem, por vezes, fazê-lo com olhos de um grupo
que nem sempre representa os interesses do leitor.
Todavia, os gêneros jornalísticos estão em constantes mudanças, nem sempre
acompanhadas por teorias que tentam descrevê-lo. Desse modo, é importante ressaltar que a
(re)descrição proposta não é, de maneira alguma, uma descrição definitiva, bem como, não
pretendeu ser desde o início.

A análise da avaliatividade apontou o predomínio de avaliações do tipo julgamento; isto é,
quando um indivíduo, pautando-se em valores da própria visão de mundo, avalia as ações e
comportamentos de outro. E é o que ocorre nos textos das revistas Veja e IstoÉ, elas produzem
julgamentos positivos ou negativos de acordo com seus interesses empresariais.

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