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htm
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https://pt.scribd.com/doc/94535904/3-Apostila-RUIDO-2009-4
https://pt.scribd.com/doc/7036071/Apostila-de-Agentes-Fisicos
https://pt.scribd.com/doc/197861292/HT1-Outubro-2013-Ativ01-16-12-2013Daniel-Sirpriano-Carmo-Da-Silva

Ruído e o Nível de Exposição Normalizado
(NEN)
Porque é importante conhecer?
O método estudado permitirá avaliar com segurança a exposição ao agente ruído em
diferentes jornadas de trabalho, bem como questionar laudos técnicos e elaborar quesitos,
tanto na esfera trabalhista quanto previdenciária.
Regra geral, essa avaliação tem sido realizada de forma equivocada, prejudicando muitos
trabalhadores não só fisicamente, em face do agente nocivo (ruído acima do limite de
tolerância), mas também financeiramente, pois deixam de receber o adicional insalubridade,
bem como de ter esse tempo reconhecido como especial pela Previdência Social.
Não se observa, na maioria das vezes, que o trabalhador, durante uma jornada de 8 horas de
trabalho, está exposto a diferentes níveis de pressão sonora. Quando isso ocorre, é preciso
buscar a dose de exposição diária e, posteriormente, calcular o Nível de Exposição
Normalizado.

O art. 239, inciso IV da IN 45 INSS/PRESS, de 06/08/2010, recomenda que a partir de
19/11/2003, data de publicação do Decreto nº 4.882, deverá ser efetuado o enquadramento
quando o Nível de Exposição Normalizado (NEN) for superior a 85db (A) ou for ultrapassada a
dose unitária, aplicando-se: a) Os limites de tolerância definidos pelo Anexo 1 da NR-15 do
MTE; e b) As metodologias e os procedimentos definidos das NHO-01.
Com relação ao ruído, os limites de tolerância passaram a ser definidos pela NR-15 do
Ministério do Trabalho e do Emprego, através dos seus Anexos 1 e 2.
O Anexo 1 apresenta os níveis de tolerância para o ruído contínuo ou intermitente.
Segundo a NR-15, entende-se por ruído contínuo ou intermitente, para fins de aplicação dos
limites de tolerância apontados na segunda coluna do quadro acima, o ruído que não seja de
impacto, cujas definições estão previstas pelo Anexo 2 da mesma NR-15.
Ocorrendo, na mesma jornada de trabalho, dois ou mais períodos de exposição a diferentes
níveis de ruído, é preciso calcular os seus efeitos combinados ou a dose de exposição diária.
Embora seja comum, é equivocado calcular essa dose de exposição através de critério
aritmético (somar e dividir). Isso porque para cada nível de ruído há um tempo máximo de
exposição definido em lei, como visto na tabela do Anexo 1 da NR-15. Na NR-15 é encontrada
a equação para calcular-se a dose de exposição diária:
Onde:
Cn =tempo de exposição real
Tn = tempo máximo de exposição normalizado
O resultado da soma destas frações é um número adimensional (número puro) que também
pode ser expresso em porcentagem. Essa será a dose de exposição diária do trabalhador ao
ruído.
Se o valor decorrente dessa soma for maior ou igual a 1 (um) ou 100%, significa que exposição
ao ruído está acima do limite de tolerância.
O citado percentual é estabelecido pela Norma de Higiene Ocupacional – NHO 01, da
Fundacentro, através da Tabela 1.[1]
CASO PRÁTICO (DOSE DE EXPOSIÇÃO DIÁRIA)
Numa determinada casa de força, um trabalhador expõe-se, diariamente, durante 8 horas, a
seguinte situação: 83 dB (A) por 3 horas; 90 dB (A) por 2 horas; e 95 dB (A) por 3
horas. Observe, o nível de 83 dB (A), por previsão expressa na NR-15, não entra na contagem
porque está abaixo do limite mínimo de tolerância que, segundo o seu Anexo 1, é de 85 dB (A).

diariamente. Superado o limite de tolerância. NE = 10 log (480/480 x 200/100) + 85 NE = 10 log (1 x 2) + 85 . Logo a taxa de duplicação de q=5 será calculada da seguinte forma: 5/0. para fins previdenciários e trabalhistas. Inobstante a divergência acima. pois o resultado da equação do NEN será comparado com os limites de tolerância apresentados por essa norma. resta-nos encontrar o Nível de Exposição. a seguinte situação: 83 dB (A) por 3 horas. 90 dB (A) por 2 horas. e 95 dB (A) por 3 horas. eis o cálculo do NE: CASO PRÁTICO (NÍVEL MÉDIO REPRESENTATIVO DE EXPOSIÇÃO DIÁRIA) Numa determinada casa de força.Diante dessas informações. eis o cálculo da dose de exposição diária: 2/4 + 3/2 = 0. Pela NHO-01 q=3 e pela NR-15 q=5. durante 8 horas. sempre deve ser utilizado o incremento de duplicação de dose apresentado pela NR-15. um trabalhador expõe-se.301029. O log de 2 é 0. a dose de exposição diária desse trabalhador ultrapassa o limite de tolerância. Isso porque o incremento de duplicação de dose (q) da NHO-01 é diferente do apresentado NR-15.5 = 2 X 100% Dose = 2%(> 1) Portanto. da FUNDACENTRO.5 + 1. O cálculo do Nível de Exposição (NE) é definido pela Norma de Higiene Ocupacional (NHO01). com adaptação do cálculo matemático para fins de comparação com os limites de exposição diária apresentados pelo Anexo 1 da NR-15.301029 = 16.60964 O NE é determinado pela seguinte expressão matemática: NE = 10 log (480/Te x D/100) + 85 Onde: NE = Nível médio representativo de exposição diária D = dose diária de ruído em porcentagem Utilizando o mesmo exemplo anterior.

º 3. mas o limite de tolerância de exposição diária.6812 NEN = 87 + 16. especificamente no caso do ruído. CASO PRÁTICO (NÍVEL DE EXPOSIÇÃO NORMALIZADO) NEN = NE + 16. Tratando-se o ruído de um agente nocivo à saúde do trabalhador quando ultrapassado o nível de exposição normalizado indicado pela NR15 como salubre. o período laborativo deve ser enquadrado como especial. 85dB (A). 1.6 db (A) Portanto. passa-se ao cálculo do NEN.60964 x log Te/480 (db) Onde: NEN = Nível de Exposição Normalizado NE = Nível médio representativo de exposição diária Te = Tempo de duração convertido em minutos NEN = 87 + log 480/480 log 480 = 2. Nível de Exposição Normalizado. em sua NR-15. para fins de concessão de aposentadoria especial ou conversão do tempo especial em comum. “entende-se por limite de tolerância a concentração ou intensidade máxima ou mínima.214/78 do MTE. relacionada com a naturezae o tempo . a atividade desse trabalhador é insalubre para fins de concessão do adicional de insalubridade da esfera trabalhista. Para calcular-se o NEN a jornada de trabalho deve ser convertida para uma jornada-padrão de 8 horas diárias. não é apenas o nível de pressão sonora informado no LTCAT ou PPP.NE = 10 log (2) + 85 NE = 1 (2) + 85 NE = 87 db (A) (>85 db (A)) Encontrado o NE.ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEMA: O que faz a atividade ser considerada insalubre.60964 x 1 NEN = 103. Segundo a Portaria n.

tendo em vista a natureza meramente declaratória do dispositivo regulamentar. ou seja.INSS. No mais. confirma a recomendação da Lei nº 9. que o enquadramento da atividade como insalubre deve observar os limites de tolerância previstos na legislação trabalhista. aplicando: a) os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE. O Decreto nº 4. conforme o caso. noventa dB (A) ou oitenta e cinco dB (A). será efetuado o enquadramento quando o Nível de Exposição Normalizado . 58. confirmando a prerrogativa já prevista na Lei nº 9. e b) as metodologias e os procedimentos definidos nas NHO-01 da FUNDACENTRO. 5º da CRFB/88. do art. da Lei 8. § 2º.) IV . o próprio INSS. que estabelece o critério de proteção à saúde do segurado. A exposição ocupacional a ruído dará ensejo à aposentadoria especial quando os níveis de pressão sonora estiverem acima de oitenta dB (A). ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física . da CRFB/88: § 1º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social. apenas ampliou a lista de agentes agressivos. através da Instrução Normativa nº 45.213/91 e.882/2003 foram estabelecidos com base em técnicas mais modernas e estudos mais consistentes do que os realizados por ocasião da edição do Decreto nº2. de 18 de novembro de 2003. como as Normas Regulamentadoras existem desde 08/06/1978.732/98 trouxe nova redação ao art.. com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho nos termos da legislação trabalhista.732/98. que não causará dano à saúde do trabalhador.732/98. de 06/08/2010. na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social . quando aprovada a Portaria nº 3. Os níveis de ruído determinados pelo Decreto nº4. a teor do § 1º do art.214/78. as normas previdenciárias tiveram a autorização para utilizar as leis trabalhistas com a finalidade de comprovação dos agentes agressivos aos quais o trabalhador se expõe: § 1º A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário. De outra banda. 239. é imediata.882. prevalece mesmo durante a vigência do Decreto nº 2.732/98: Art.172/97.. observado o seguinte: (.882/2003.172/97.NEN se situar acima de oitenta e cinco dB (A) ou for ultrapassada a dose unitária.882. durante a sua vida laboral. Face isso. tem-se como autoaplicável a autorização constante na Lei nº 9. cuja aplicação. na forma prevista no § 1º. 201. emitido pela empresa ou seu preposto. data da publicação do Decreto nº 4. publicado em 18/11/2003. mormente por tratar de norma definidora de direitos e garantias fundamentais.a partir de 19 de novembro de 2003. impõe-se reconhecer que esse último limite de 85 dB (A) fixado pelo Decreto nº 4.” (sem grifo no original) As disposições da NR-15 devem sim ser utilizadas para fins previdenciários.de exposição ao agente. a partir de sua publicação. Isso porque a Lei nº 9.

Para tal onda ser considera como som. que reduziu o limite máximo de tolerância do ruído para 85 dB (A).172/97 era impróprio à saúde do trabalhador. efeitos ex tunc. E por ser prejudicial à saúde dos trabalhadores. previsto no Decreto nº 2. não teria sentido considerar-se o nível de ruídos superior a 85 dB (A) e inferior a 90 dB (A) como não prejudicial à saúde no período de 05/03/1997 a 17/11/2003.e quando se tratar de segurados portadores de deficiência. os ruídos podem ser considerados uma atividade com risco físico. ela deve estar entre 16Hz e 20mil Hz. não há problema algum para os seres humanos. de forma que passe a prejudicar a saúde e o bem-estar dos . considerar-se os níveis de ruído superiores a 85 dB (A) como prejudiciais. Quando temos essas vibrações sonoras emitidas de forma harmônica (como em uma música) e em baixos tons (como em uma conversa). além de uma pressão mínima de 0. trataremos esse importante aspecto nessa aula de nosso curso de Segurança no Trabalho. sendo absurdo considerar que no período que antecedeu a sua edição não o fosse.882/03 estão embasadas em técnicas mais modernas. E dependendo dos níveis de ruído. possuindo. e a partir de 18/11/2003. O que é um ruído Um ruído nada mais é que uma onda. como outro qualquer. As disposições do Decreto nº 4.00002 N/m². Os problemas começam quando os sons são uma mistura de vibrações e intensidades.br/artigos/126899723/ruido-e-o-nivel-de-exposicaonormalizado-nen Ruídos em Segurança do Trabalho É muito raro. Em se tratando de critério diferenciado visando a proteção da saúde do segurado. http://giselejuca. Com a promulgação do diploma normativo de 2003. assim. ou quase impossível. natureza declaratória.jusbrasil. Para a proteção prevista no dispositivo constitucional.dito limiar de audibilidade. ou seja. consequentemente. Mas é uma onda mecânica. não há que se cogitar em aplicação de poder discricionário da Administração Pública para fixação do nível de ruídos a partir do qual há prejuízo à saúde. que provocam vibrações na parte interna do ouvido. portanto. não existir algum tipo de ruído em um ambiente de trabalho. deve ser reconhecido que o limite anterior (90 dB (A)). nos termos definidos em lei complementar. todas visando a preservação da saúde e integridade física do segurado sujeito a condições especiais de trabalho. que se propaga a partir sua fonte por meio do ar.com. tempo de exposição do trabalhador e a distância que estes estão de tais sons. ou 0 dB (decibéis) . e. essa fixação deve ser estabelecida com base em critérios exclusivamente técnicos.

trabalhadores. que equivale a 140 dB (decibéis). que por sua vez pode provocar depressão. o ruído pode provocar incômodos como dores de cabeça e dores no ouvido  Problemas psicológicos: devido ao fato do ruído atuar internamente (dentro do ouvido. provocam outros efeitos físicos. Dependendo do nível de vibração. ansiedade e outros transtornos mentais  Problemas cardíacos e de pressão: problemas psicológicos. no exercício de seu cargo. se algum ambiente insalubre passa a prejudicar o bem-estar do trabalhador. . calma e tranquilidade. impedindo o raciocínio. que é conhecido como o limiar da dor. que pode resultar em um infarto e outros problemas cardíacos  Problemas indiretos: um ruído pode atrapalhar um trabalhador também por conta da distração. Pois como vimos em outros artigo. ocasionando problemas de estresse. medidas devem ser tomada para neutralizar. e é alvo de estudo e análise por parte dos profissionais de Segurança no Trabalho. e ultrapassar do valor de pressão de 200 N/m². fadiga. em que o ruído é prejudicial a saúde. podemos citar:  Perda de audição: sons altos e intensos podem provocar a perda da capacidade auditiva. total ou parcial. de acordo com o tempo e grau de exposição do trabalhador ao som  Dores de cabeça e no ouvido: as vibrações ocorrem na membrana timpânica. Os ruídos e a Segurança do Trabalho A segurança do trabalho passar a agir no risco físico de ruído quando o som resultante das ondas mecânicas for uma combinação aleatória (sem harmonia). por sua vez. quando um som influencia na atenção do funcionário. Caracterizamos isso como ruído. que passa a vibrar também com a chegada do som. ordens e alarmes. seus efeitos são bastante incômodos. É nesse estado. como aumento da pressão arterial. Problemas de saúde ocasionados pelos ruídos Dentre uma infinidade de problemas que um trabalhador possa ter por conta de um ambiente com ruído. amenizar ou compensar (financeiramente. que vamos nos focar nessa aula de nossa apostila de Segurança do Trabalho. que é sensível). através do adicional de insalubridade) os funcionários afetados. bem como pode evitar que o trabalhador não consiga ouvir conversas.

inclusive cálculos e fórmulas. o mais citado pelos trabalhadores. potência. objeto de estudo desse artigo de nosso curso de Segurança do Trabalho. Em nosso meio. NPS (Níveis de Pressão Sonora): o que é. No próximo artigo vamos falar mais especificamente como calcular os níveis de ruídos. fatores e outras coisas específicas. explicaremos tipos específicos de ruídos sobre oadicional de insalubridade ocasionado por ruídos. pois as células responsáveis pela audição são totalmente destruídas ao longo do tempo. mas durante um longo intervalo de tempo (é normal que pessoas que trabalhem em um ambiente com ruído percam sua audição ao longo dos anos). Ela pode ser:  Perda auditiva temporária: ocorre devido a uma intensa exposição a um ruído. e mais estudado pela Segurança do Trabalho.A perda auditiva Dentre todos os problemas citados. A PAIR é muito grave. que veremos ao longo de nosso curso. como o do NPS (Nível de Pressão Sonora). pois é irreversível. por um determinado tempo. é a perda auditiva. a Matemática é necessária para fazer cálculos e testes para medir níveis. de alta intensidade. que pode ser refeita e consertada através de cirurgia. é necessário estudar diversas áreas e campos de conhecimento para se trabalhar nesta área.  PAIR (Perda auditiva induzida pelo ruído): a perda definitiva pode ocorrer através de uma exposição mais prolongada que a citada no exemplo passado (ruído intenso) ou através da exposição a um ruído menos intenso. como calcular adição e subtração de efeitos de ruídos Como vocês podem ver em nossas aulas. causando a perda parcial de audição temporariamente. Um exemplo do uso da Matemática na Segurança do Trabalho é o que veremos . Diferente do rompimento da membrana do tímpano.

Existem 4 nívels de compensação:  Circuito A: para valores baixos de NPS (50dB)  Circuito B: para valores medianos de NPS (75dB) . Antes de mostrarmos a fórmula. O som. ficamos com a expressão mais reduzida do NPS: Onde P é a pressão do local que queremos mensurar. é dada por: Desenvolvendo o logaritmo.Nível de Pressão Sonora. estipular o máximo de ruído em algum ambiente. Dizer que uma altura é 1 metro ou mil metros não quer dizer nada. As curvas (ou circuitos) de compensação Nossos ouvidos não agem de uma maneira uniforme. Para baixos valores de decibéis ele age de uma maneira. portanto o ruído. O limiar de audibilidade do ser humano é: E a fórmula do NPS . que é a mínima de intensidade sonora que podemos ouvir. sobre ruídos. 1 metro a partir de uma montanha? Mil metros a partir do nível do mar? Precisamos dizer. dentre outras coisas. é necessário um nível. em Segurança do Trabalho. por isso medimos a intensidade de uma som em unidades de pressão. checar se em um local os números estão acima do que é permitido. um nível padrão. precisamos entender que não se trabalha com números isolados. ele age de maneira totalmente diferente. Para trabalharmos com níveis de pressão. antes. onde vamos usar diversas fórmulas e cálculos matemáticos para mensurar níveis de ruídos sonos. dos vários. está ligado aos valores de diferença de pressão do ar. para valores intermediários ou altos. Nível de pressão sonora (NPS) em Segurança do Trabalho Um. níveis que vamos medir é o valor da pressão sonora. usamos um número chamado limiar de audibilidade. um parâmetro de referência. o decibéis. A unidade do NPS é o dB.nessa aula.

onde mostra a curva de equivalência entre os circuitos. A seguinte tabela fornece uma relação de equivalência (que é o número de decibéis em cada circuito.4 -17.2 4000 +1. uma fonte de ondas sonoras.5 -39. Se um trabalhador estiver submetido a mais de um som.2 -0.2 250 -8.2 -0. para que uma fonte sonora consiga fazer o mesmo efeito em um valor de frequência): FREQÜÊNCIA (Hz) Curva A Curva B Curva C dB(A) dB(B) dB(C) 31.8 125 -16.5 Usaremos bastante a curva de compensação A quando formos calcular o valor resultante de NPS em um ambiente com mais de uma fonte sonora de ruído.0 +0.2 -0. Vamos supor que existam duas fontes de ruídos.7 -0. Cálculo do NPS para adição de mais de uma fonte de ruído Nem sempre existe somente um tipo de ruído.3 +0. uma de valor maior e outra de valor menor. o Nìvel de Pressão Sonora não é simplesmente a soma. de nível de pressão sonara em dB: .1 63 -26. é necessário fazer alguns cálculos matemáticos para achar o valor do NPS equivalente.3 +0.4 16000 -3.0 1000 +0.1 -2.6 -8.1 -0.0 -6. Vamos chamar o NPS pela letra L.2 -9. Circuito C: para valores altos de NPS (100dB)  Circuito D: para valores altíssimos de NPS (120dB) Esses níveis são comumente colocados em gráficos.3 -0.0 2000 +1.4 -8.0 +0.0 500 -3.9 -4.1 -4.8 8000 -1.0 -0.9 -1.

3 14 0. segundo a seguinte tabela: Diferença NPS da diferença 0 3 1 2.1 Nesse ponto.8 4 1. consultamos a tabela para saber qual o NPS dessa diferença.2 16 0.2 6 1.0 7 0.Queremos calcular o NPS resultante dessas duas fontes: Seja ainda a diferença entre os dois ruídos dadas por: Para cada valor dessa diferença.8 8 0.6 2 2.4 12 0. que chamaremos de : Sabendo os NPS das fontes e o NPS da diferença.6 9 0. após calcular a diferença.5 10 0. existe um correspondente valor de NPS. podemos encontrar o NPS resultante pela seguinte fórmula: .5 5 1.1 3 1.

devemos consultar na tabela seguinte qual o valor de NPS para a diferença calculada.3 3.5 1.4 . é o som ambiente. Será o valor do ruído da máquina e do ruído de fundo: Em seguida. são ruídos existentes naturalmente de um local. ou seja.Cálculo do NPS para subtração de mais de uma fonte de ruído A principal utilidade do cálculo de NPS para subtração de fontes sonores. Assim como na adição. devemos fazer os seguintes procedimentos: Primeiramente.2 1. calculamos o NPS quando a máquina está funcionando. Por exemplo. que é o NPS do som de fundo: Essa diferença é ocasionada pelo ruído de fundo. que chamaremos de: Diferença 2 3 4 5 6 7 8 9 10 NPS da diferença 4. calculamos o NPS quando a máquina está desligada: Agora vamos calcular a diferença desses NPS. que nada mais são que ruídos presentes em um ambiente de trabalho. ferramenta ou pessoa em ação.0 2. em uma obra de construção civil. Para calcular o NPS produzido por uma máquina. é descobrir o NPS dos ruídos de fundo.0 0.8 0.3 1. que em determinados locais pode ser alto e prejudicial à segurança do trabalhador.6 0. o som de fundo é o som emitido quando não há nenhuma máquina.

M3 – 94 dB (A). Questão 3: Imagine que as fontes A. os seguintes NPS: Fonte NPS em dB (A) A 85 B 81 C 82 . resolver e comentar algumas questões de concurso que envolvem cálculos matemáticos de NPS. calcule o valor do nível de ruído produzido no mesmo ponto de leitura. existem três máquinas. Obtemos então a fórmula da subtração de NPS: http://www. C. quando funcionam as três máquinas simultaneamente. como calcular a NPS resultante de mais uma fonte de ruídos. Avaliando-se o nível de ruído produzido. M2 e M3. que é responsável por 90 dB (A) de NPS em determinado local de trabalho. devemos excluir o ruído de fundo. vamos propor. por cada máquina. adicionarmos outra máquina que sozinha produz 88 dB (A) de NPS. D e E produzam isoladamente. M2 – 90 dB (A).Portanto. B.cursosegurancadotrabalho. Questões propostas sobre adição NPS e Ruídos em Segurança do Trabalho Questâo 1: Se para uma máquina.html Exercícios sobre Adição e Subtração de NPS (Nível de Potência Sonora) Agora que já vimos o que é NPS.net/2013/06/NPS-Niveis-de-Pressao-Sonora-Adicao-eSubtracao. no ponto O. isoladamente. qual será o NPS resultante? Questão 2: Em um canteiro de obras. denominadas M1. o Técnico de Segurança no Trabalho obteve as seguintes leituras num dado ponto: M1 – 86 dB (A). para saber o NPS de uma máquina. Considerando a pior situação exposta do trabalhador.

produzem o mesmo ruído X dB (A). Solução da questão 4: O segredo é sempre pegar de duas em duas fontes.. existem num ambiente de trabalho. Elas possuem mesmo nível X. O NPS. calcular o ruído produzido pela betoneira. Questões propostas sobre subtração NPS e Ruídos em Segurança do Trabalho Questâo 1: Supondo que o ruído total produzido em um ponto próximo a uma betoneira funcionando é 60 dB (A) e que o ruído de fundo da betoneira desligada é 53 dB (A). agora é uma fonte de ruído X + 3 . Questão 4: Em uma determinada empresa. é como se não existisse mais essas duas fontes de ruído X. calcule o NPS produzido em cada máquina. Um comentário: Curso Segurança do Trabalho disse. o valor de X. o TST obteve como leitura do decibelímetro 96 dB (A).. três máquinas da mesma marca e tempo de uso que. então quando somar o ruído resultante vai ser X + 3 (porque a diferença é X .X = 0) Pronto. Considerando-se uma situação hipotética onde as três máquinas funcionam num mesmo ambiente de trabalho. ou seja. o NPS reduz-se a 90 dB (A).D 87 E 94 Calcule o NPS resultante no ponto O para todas as máquinas trabalhando simultaneamente. quando todas estão funcionando é de 100 dB (A). Questão 2: Uma lixadeira pneumática está colocada no meio de outras máquinas. Desligando-se somente a lixadeira. individualmente. Determine o NPS produzido isoladamente pela lixadeira no ponto de medição. Nessa situação. e avaliando o nível de ruído em um ponto equidistante de todas as máquinas. Vamos pegar duas.

pois uma peça desgastada é uma fonte sono de ruído. então: X + 4. através de amortecimento por exemplo  Checar se as peças da máquina que produz ruídos estão bem lubrificadas e encaixadas. neutralizar ou minimizar os efeitos dos ruídos As causas dos ruídos podem ser a mais diversas possíveis. então o NPS da diferença. A diferença entre elas é 3 dB. consequentemente. Pois como vimos.2 dB Medidas de Segurança e Controle sobre os Ruídos Agora que já estudamos em detalhes sobre os ruídos. sempre que possível. verificar se um ambiente é insalubre ou não. um caso.8 Então o ruído resultando das três fontes é: X + 3 + 1.8 = X + 4. Algumas dessas medidas de controle de ruídos são:  Usar sempre equipamentos novos e em bom estado de conservação  Reduzir os impactos. aprendemos a fazer cálculos. o uso de várias máquinas. Portanto. em algumas casos é simplesmente impossível de se evitar o ruído. Equipamentos elétricos. vamos falar das medidas que devemos tomar em Segurança do Trabalho. sempre que duas máquinas. seus tipos. eletrônicos e digitais são sempre mais silenciosos  Revezar.8 = 96 Daí temos X = 91. como os pneumáticos. para que não funcionem ao mesmo tempo. Já uma peça mal encaixada pode gerar vibrações e. segundo a tabela. é 1. para que os efeitos do risco físico ruído seja eliminado.8 Mas a questão diz que essa resultante é 96 dB. que . neutralizado ou minimizado. visto que este é um dos principais motivos de lesão e prejuízos a saúde dos trabalhadores. Por mais modernas que possam ser algumas máquinas e por mais competente que possam ser os funcionários e especialistas em Segurança do Trabalho. ruídos  Alguns sistemas são tipicamente barulhentos.Agora vamos pegar essa de ruído (X+3) e a de ruído X. Não é incomum conhecer pessoas que tiveram sua audição prejudicada por conta da exposição a ambientes com muito barulho. devemos tomar medidas para minimizar o máximo possível os efeitos dos ruídos. sendo cada caso. Como eliminar.

a melhor atitude a ser tomada é na proteção direta do trabalhador. . e não somente na fonte de ruído. o nível aumenta em 3 dB (decibéis)  Revestir as fontes de ruídos de uma determinada peça com isolantes acústicos  Isolar máquinas que geram altos valores de NPS em cômodos isolados e devidamente isolados acusticamente Como minimizar os efeitos provocados pelos ruídos no ouvido humano Como dissemos no início deste artigo. que fala sobre atividades e operações insalubres. ou mais especificamente sobre ruídos. Ruído contínuo ou intermitente Como o nome bem sugere. são ruídos que não cessam. nem sempre é possível eliminar um ruído. da Norma Regulamentadora 15 (NR 15). vamos estudar sobre um tipo específico de ruído: os contínuos. de nosso curso online de Segurança do Trabalho. estão estabelecidas no Anexo 1. dentre elas:  O afastamento do trabalhador do local de trabalho insalubre  Minimizar o tempo de exposição do trabalhador a tal ambiente  Uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) próprios para a proteção auditiva Anexo 1 da NR 15: Ruídos contínuos ou intermitentes Nesta aula de risco físico. Geralmente. já estudada aqui em nosso curso. que não possuem um intervalo onde haja o fim do som. Tais medidas. que continuam. estão atuando juntas.emitem o mesmo valor de NPS. conhecimentos e regras. A minimização dos efeitos dos ruídos no homem é feito através de algumas medidas. As vezes é complicado minimizar tais fontes sonoras.

mostrada na capa deste artigo de nosso curso. em uma indústria ou fábrica por exemplo. de 08/06/78) uma tabala que mostra o tempo máximo de exposição que um trabalhador deve ficar sob determinado ruído. também é do tipo de ruído contínuo. medidos em dB segundo a curva de compensação A: Nível de Ruído dB (A) 85 Máxima Exposição Diária Permissível 8 horas 86 7 horas 87 6 horas 88 5 horas 89 4 horas e 30 minutos 90 4 horas 91 3 horas e 30 minutos 92 3 horas 93 2 horas e 40 minutos 94 2 horas e 15 minutos 95 2 horas 96 1 hora e 45 minutos 98 1 hora e 15 minutos . Exemplo de ruídos contínuos ou intermitentes é um barulho de sirene.214. A máquina de cortar pisos e azulejos. e é intercalado com pausas que dura mais de um segundo. foi criada (Portaria no 3. e o ruído de impacto é aquele que dura menos de 1 segundo. que depende de seu Nível de Pressão Sonora (NPS). Tempo máximo de exposição aos ruídos Visando preservar a saúde física e mental dos trabalhadores. que costumam funcionar 24h por dia.Outra definição de ruído contínuo é aquele que não é de impacto. uma serra elétrica e máquinas pesadas.

Caso o trabalhador fique exposto a ruídos de NPS diferente. o efeito equivalente é aquele realizado pelos cálculos de adição de NPS. Pode ser também que um trabalhador fique exposto a um ruído não muito forte. Efeito combinado de fontes de ruídos (Dose equivalente) . existem fórmulas matemáticas para garantir a preservação da saúde do trabalhador.. é porque acima desse nível os ruídos podem ser extremamente prejudiciais ao trabalhador. pela tabela) o efeito equivalente pode ultrapassar o efeito de uma fonte de 115 dB (durante pouco tempo). E o efeito resultante do combinado é o que importa. mas durante muito tempo (acima do recomendado. por mais tempo. nesta seção de Riscos Físicos de nosso curso. Para não haver dúvidas. Lembrando que o que importa é o valor equivalente das fontes combinadas. e pode ser menor que 115dB. pode ser que o trabalhador esteja exposto a um ruído de NPS maior que 115dB por pouco tempo.100 1 hora 102 45 minutos 104 35 minutos 105 30 minutos 106 25 minutos 108 20 minutos 110 15 minutos 112 10 minutos 114 8 minutos 115 7 minutos A tabela não acaba em 115 decibéis à toa. que estudaremos em breve. que veremos a seguir. embora o trabalhador tenha se submetido a um NPS acima de 115 dB. só sendo permitido trabalhar sob tais condições com equipamentos especiais de proteção. e depois fique exposto a ruído mais fraco.

9 dB? Esses valores não estão na tabela. ambos em horas ou ambos em minutos). mostramos apenas alguns valores. Para esses casos. podemos checar se os ruídos resultantes serão prejudiciais e caracterizarão um ambiente insalubre ou não. ou porque se deslocou e teve contato com mais de uma fonte) é prejudicial ou não. Para isso. que depende do NPS do local. Para saber se o efeito de diversas fontes (seja porque o trabalhador está submetido a mais de uma ao mesmo tempo. usamos a seguinte fórmula. Caso dê maior que 1. ou seja: $$ \frac{C_1}{T_1} + \frac{C_2}{T_2} + \frac{C_3}{T_3} + . E se o NPS local der 84dB. Note que eles devem estar sempre nas mesmas unidades de medida (ou seja.. usamos a fórmula da LEQ (Nível Equivalente de Ruído): $$ LEQ = \frac{\log{D} + 5. Porém. 116dB ou 99. E o "T" dessa mesma fração. a dose resultante deve ser menor ou igual a 1.06} $$ Tempo de permissível jornada máximo Mostramos na tabela o tempo máximo permissível que um trabalhador deve ficar..117}{0. as vezes é necessário saber qual o valor equivalente do ruído em dB (decibéis). que nos fornece o tempo T máximo permissível: $$ T = \frac{16}{2^{\frac{NPS 80}{5}}} $$ .A dose é um valor numérico que é dado pela seguinte equação: $$ D = \frac{C_1}{T_1} + \frac{C_2}{T_2} + \frac{C_3}{T_3} + .. Porém. o ambiente é insalubre por conta dos ruídos. + \frac{C_n}{T_n} \leq 1$$ Repetindo: a soma dessas frações deve dar menor ou igual à 1 (um) para que o resultado equivalente das fontes não seja prejudicial ao trabalhador.. + \frac{C_n}{T_n} $$ Os "C" representam o tempo que trabalhador ficou exposto a determinada fonte de ruído. aquele da tabela apresentada. é o tempo máximo permissível. Nível Equivalente de Ruído ( LEQ) Com a equação da dose (D).

é necessário saber as doses (intensidades) dos ruídos. Aparelhos de medida de ruídos e fontes sonoras Para que as leis e normas regulamentadoras possam ser cumpridas. acréscimos e se relaciona com outras questões sensíveis. Esse NPS é dado pela $$ NPS = 5. Agora vamos fazer o contrário. é uma ciência que envolve dinheiro. vimos como calcular o tempo máximo que um trabalhador pode ficar exposto. para qualquer valor de NPS de um ambiente. por conta disso. multas. não é brincadeira. medição de níveis e outras medidas bem calculadas e definidas. em Segurança do Trabalho. para que o trabalhador não seja prejudicado. Ou seja. Bem como nenhum trabalhador quer ser lesado. E é sobre isso que iremos falar nessa aula de nosso curso online de Segurança no Trabalho. qual seria o valor máximo de NPS que aquela fonte deve ter. sejam eles manuais. Não é de se espantar que.\frac{\log{\frac{16}{T}}}{\log{2}} + 80 $$ seguinte fórmula: Instrumentos de medida de NPS para Segurança do Trabalho Quando falamos que o profissional de Segurança tem que estudar e aprender diversas áreas do conhecimento. em qualquer nível de NPS. mecânicos ou tecnológicos. Como sabemos. . sem que haja danos à sua saúde. os profissionais da área de Segurança do Trabalho devem saber trabalhar com vários instrumentos de medidas. se você sabe quanto tempo um trabalhador vai ficar exposto a um ambiente. NPS para permissível um tempo máximo Na fórmula passada. de alguma maneira. de forma injusta.Ou seja. Nenhuma empresa quer pagar adicional à toa. Por isso é necessário o registro de ações. Uma função e obrigação desses profissionais é saber manusear e interpretar aparelhos de medição. saberemos qual o tempo máximo que o trabalhador pode ficar exposto a tal fonte sonora.

que serve para medir os níveis (também chamados de dose) de ruídos combinados. o trabalhador deve posicionar o aparelho próximo ao seu ouvido e fazer exatamente o que ele faz todos os dias. Para medir os níveis de intensidade sonora dos ruídos. Ruídos combinados são aqueles que variam com o tempo ou com o local. tentando simular o máximo possível uma situação real.Dentre uma infinidade de aparelhos e tecnologias que medem níveis de intensidade sonora. Decibelímetro Usado em ambientes que o trabalhador tem seu posto de trabalho fixo (não se movimenta). . onde o aparelho mede o NPS somente naquele local e naquele instante. podemos destacar Audidosímetro Nada mais é que um microfone. durante seu trabalho.

quando a variação de pressão do ar atinge valores de ordem de 2 x 10-5 Pa. faixa chamada de “audiofreqüência”. As vibrações sonoras são detectáveis. Também se pode observar a enorme faixa de variação de pressão que o sistema auditivo normal do homem consegue captar. quando têm valores inferiores a 16 Hz. redação dada pela Portaria o n 3. são chamadas de infra-sons.  Ruído Contínuo ou Intermitente: aquele que não é ruído impacto.html Para fins de NR 15 o Anexos 1e 2.  Impacto: com duração inferior a um segundo.cursosegurancadotrabalho. em intervalos superiores a um segundo. Pode-se observar que as freqüências audíveis encontram-se entre 16 e 20. são chamadas de ultrasons e. de 08/06/78. Nível de Pressão SonoraNPSdB(A) Máxima exposição diária 85 8 horas 86 7 horas 87 6 horas permissível 88 5 horas 89 4 horas e 30 minutos 90 4 horas 91 3 horas e 30 minutos 92 3 horas 93 2 horas e 40 minutos 94 2 horas e 15 minutos 95 2 horas 96 1 hora e 45 minutos . Os ultrasons e os infra-sons não são audíveis.000 Hz. Quando as vibrações mecânicas têm valores superiores a 20. para freqüência em torno de 1.http://www.  TRANSCRIÇÃO DO ANEXO 1 A seguir será apresentada a transcrição na íntegra do Anexo 1 da NR 15. o ruído industrial de interesse para a higiene ocupacional possui duas classificações básicas: ruído contínuo ou intermitente e ruído de impacto.000 Hz.net/2013/06/Aparelhos-de-medicao-de-NPS-paraSeguranca-do-Trabalho.214.000 Hz.

a determinação dos níveis de pressão sonora por faixas de freqüência. Entende-se por Ruído Contínuo ou intermitente. não existe. A resposta lenta facilita as medições. segundo a NR 15 (Anexos 1 e 2) para a elaboração de um laudo técnico visando a caracterização da exposição insalubridade. O microfone é peça vital no circuito. como “decibelímetro”. até o momento. 2. Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados no Quadro deste anexo. 4. sendo sua função a de transformar um sinal mecânico (vibração sonora) num sinal elétrico. simplesmente. Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB) com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação "A" e circuito de resposta lenta (SLOW). . Embora seja de grande interesse para a Higiene Ocupacional. o ruído que não seja ruído de impacto. para os fins de aplicação de Limites de Tolerância. embora. incorreto. este tipo de avaliação não é obrigatória.98 1 hora e 15 minutos 100 1 hora 102 45 minutos 104 35 minutos 105 30 minutos 106 25 minutos 108 20 minutos 110 15 minutos 112 10 minutos 114 8 minutos 115 7 minutos 1. Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário será considerada a máxima exposição diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado. As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador. tecnicamente. Neste caso este tipo de certificado só é possível de se conseguir através fabricante do equipamento que por sua vez encaminhará laboratórios fora do país. os no de do 3.  COMENTÁRIOS O equipamento para medir o ruído ocupacional é chamado de medidores de nível de pressão sonora ou medidores de nível sonoro. permitindo fazer a “análise de freqüência”. permitindo ter o espectro sonoro do ruído proveniente da fonte analisada. quando existe muita variação de ruído no ambiente de trabalho. isto é. Um aspecto importante para a credibilidade das avaliações de ruído é a certeza de que valores medidos estão corretos. laboratórios credenciados por este órgão para realizar calibração em medidores pressão sonora. Com exceção do INMETRO.  COMENTÁRIOS A máxima exposição diária permissível apresentada na tabela de limite de tolerância para ruído continuo ou intermitente são para aqueles funcionários que não utilizam protetores auriculares (EPI). Brasil. na prática são conhecidos. O circuito de medição dos aparelhos pode ter resposta lenta ou rápida.

situa-se entre 120 e 130 dB. como níveis de pressão sonora. b) refere-se à maioria dos trabalhadores e. apesar de expostos a valores abaixo do nível de LT. no caso do ruído. sem que disto resulte um efeito adverso na sua habilidade de ouvir e entender uma conversa normal. após a verificação da eficácia da proteção individual ou coletiva fornecida pelo empregador. para a maioria das pessoas. A Curva A é a que melhor representa o nível de detecção do ser humano. a partir desta avaliação é que poderemos concluir se a exposição do trabalhador é insalubre ou não.000 2. A necessidade de considerar. Não é permitida exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A) para indivíduos que não estejam adequadamente protegidos. É importante salientar que. + Cn / Tn . As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador. Os LT para os níveis de pressão sonora dependem do tempo de exposição e do tipo de ruído que o trabalhador está exposto (continuo / intermitente ou de impacto). simultaneamente. a serem utilizadas por engenheiros de segurança e médicos do trabalho.00 freqüências altas ou Os níveis de aceitabilidade. Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis. 6. isto torna as audiometrias importantes. médio ou alto de pressão sonora. de forma que. durante toda a sua vida de trabalho. caso seja encontrado um nível de ruído intermediário. aos quais a maioria dos trabalhadores podem estar expostos. para avaliações da exposição do ser humano ao ruído. somente ficará caracterizado. devido às diferentes susceptibilidades individuais.. Segundo normas da OSHA. O pagamento do adicional devido.A escolha da resposta de freqüência chamada de curva A. Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB). Sob o ponto de vista da Higiene Ocupacional. se a soma das seguintes frações: C1 / T1 + C2 / T2 + C3 / T3 + . O limiar de percepção auditiva é de 0 dB = 20 uPa. com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta (SLOW). devem ser considerados os seus efeitos combinados. se a mesma é suficiente para atenuar a exposição do trabalhador. em conseqüência. denominados de limites de tolerância (LT) devem ser interpretados.. os seguintes aspectos sobre a interpretação do LT devem ser observados: a) nunca deve ser interpretado como linha certa que separa o ruído perigoso daqueles aceitáveis.5 0 63 125 250 500 freqüências baixas ou graves agudas 1. As freqüências centrais são as seguintes: 31. todos os medidores de pressão sonora devem ser utilizados na curva A. pode apresentar efeitos nocivos para algumas trabalhadores. já o limiar da dor. a variação da pressão sonora e a freqüência da onda leva a representar ambos os fatores em gráficos chamados de espectros sonoros. será considerada a máxima exposição diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado.000 freqüências da voz falada 4.000 16. dia após dia. 5.000 8. Os LT devem ser entendidos como referências. considerados os profissionais tecnicamente qualificados em higiene ocupacional. B ou C está relacionada à capacidade de detecção do ouvido humano a um nível baixo.

em seu interior. (Ver o ítem “Assuntos complementares sobre avaliação da exposição ocupacional ao ruído”). o método denominado REAT (real ear attenuation at threshold) e. utilizando. A NR 9 (item 5. Para se verificar se a exposição ao ruído teve uma atenuação dentro dos limites aceitáveis. Na equação acima Cn indica o tempo total em que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído específico e Tn indica a máxima exposição diária permissível a este nível. sem proteção adequada. Outro ponto importante diz respeito às recomendações para o seu uso. explicitamente. desde que realizada de acordo com a norma FUNDACENTRO NHO 01. os acessórios para impressão dos dados apresentados pelo dosímetro. individualmente. a exposição estará acima do limite de tolerância. a operação teria que ser interrompida imediatamente. significa que exposição ao ruído está acima do limite de tolerância. Já o dosímetro de ruído possui. sem levar em consideração o tempo efetivo de exposição à fonte. havendo em qualquer período da jornada de trabalho. deverá ser calculado a dose de exposição levando em consideração o somatório das frações (ver item 6 do anexo 1).5. níveis de ruído acima de 115 dBA. sendo legalmente válida. Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis. que a exposição é insalubre.exceder a unidade. para os plugs. o MIRE (microphone in real ear). oferecerão risco grave e iminente. segundo o Quadro deste Anexo. Neste caso.  COMENTÁRIOS O medidor de pressão sonora simples mede o ruído de forma pontual. 7. é preciso executar o Programa de Conservação Auditiva (PCA). um processador que permite calcular a dose de exposição do empregado a vários níveis de exposição além de fornecer outros parâmetros importantes a conclusão do laudo técnico.Anexo 1. pois permitem uma indicação visual permanente dos níveis de ruído medidos e facilitam o trabalho de cálculo. As atividades ou operações que exponham os trabalhadores a níveis de ruído. a situação será caracterizada como de risco grave e iminente para os funcionários que não utilizam EPI. que representa o tempo efetivo de exposição ao nível de ruído proveniente da fonte pelo tempo permitido pela legislação. já que ambos consideram a real exposição do empregado. preferencialmente medida através da audiometria. mesmo que seja inferior a 100% ou 1. seguindo os princípios descritos abaixo: a) Escolher. o que nos levaria a concluir que o limite de tolerância não teria sido ultrapassado. analisada pelo medidor de nível de pressão sonora por banda de freqüência. considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição e o conforto além de destacar a importância do treinamento para sua correta utilização e limitações de proteção oferecidos pelos diversos tipos existentes. se o valor encontrado for maior ou igual a 1 (um) ou 100%. como qualitativamente.3. entretanto. o cálculo da dose deve ser feita necessariamente. contínuo ou intermitente. tanto quantitativamente. para conchas. Este tipo de avaliação é feita de forma pontual e instantânea. São de especial interesse. Embora não citada. seja qual for o valor final da dose de exposição ao ruído. durante a jornada do trabalhador. Segundo a legislação. . isto não significa. superiores a 115 dB(A). a realização da avaliação de ruído com a utilização do dosímetro é mais recomendada. O resultado da soma destas frações é um número admensional que também pode ser expresso em porcentagem. o protetor adequado. b) Treinar e motivar o empregado para a utilização do EPI. na NR 15 . guarda.5) diz que o EPI deve ser adequado ao risco. higienização e reposição.

Passo a Passo” (Autores: Giovanni Moraes e Rogério Regazzi). Desta forma. para se determinar os LT para jornadas acima de 8 h. agravamentos auditivos e verificando a eficiência das medidas de proteção coletivas e/ou individuais. bem como a entrega. As normas da FUNDACENTRO NHT 07 e NHT 09 foram revisadas se transformando em NHO 01 e serviram como base para os conceitos e definições apresentados abaixo. Para T = 10 horas de jornada de trabalho . Embora não citada. na NR 15 . de forma epidemiológica. utilização e reposição de cada EPI.Anexo 1. baseiase na interpretação da NR 9 (PPRA). através de testes realizados com critério e analisados sob metodologia científica. mensurando. que. Assuntos complementares sobre avaliação da exposição ocupacional ao ruído Como complemento a este assunto sugerimos a leitura do Livro “Perícia e Avaliação de Ruído e Calor . d) Acompanhar a evolução audiométrica do empregado. explicitamente. confirmam a validade dos audiogramas e mostram a evolução da audição dos empregados. através de cálculos específicos previstos nesta norma de reconhecimento internacional.dB(A) T = tempo da jornada requerida para o caso em questão . em jornadas acima de 8 (oito) horas. Ao ler a NR 9 (PPRA).c) Documentar estas atividades. denominado limiar de detecção do dosímetro. inclusive no Brasil pois é possível constatar que os níveis de pressão sonoro entre 80 e 85 dBA contribuem no cálculo da dose efetiva de ruído recebida pelo trabalhador durante a jornada de trabalho. entre outros aspectos. neste item. Quando se faz a avaliação do ruído através de um dosímetro este é um dos parâmetros importantes a ser fornecido no ajuste do equipamento. deve ser aplicada a fórmula ou o gráfico apresentados a seguir: onde: LT = limite de tolerância para uma determinada jornada de trabalho . que permite recorrer à ACGIH para a determinação dos LT não citados nas NR. interpretamos que é possível recorrer à ACGIH para a determinação de LT não citados no anexo 1 da NR 15.Horas (h) Exemplo 1: Cálculo do limite de tolerância para um trabalhador com jornada de trabalho de 10h. levando em consideração os valores para exposição ao ruído. a interpretação feita.

a conclusão sobre a exposição.Numa casa de força.09 Cn / .5 2 87.5 - - 84 2 - - 90 3 4 0. Entretanto. à seguinte situação: Valores Medidos Nível medido equivalente (TWA) .Um motorista de empilhadeira expõe-se aos seguintes níveis de ruídos.dB(A) (Slow) Tempo real de exposição diária/horas (Cn) Tempo máximo permissível por dia/horas (Tn) -(h) 86 6 7 0. Observe que não participaram do cálculo os valores correspondentes a 84 e 82 dBA. durante 8 horas. se forem utilizados os LT da ACGIH.O quadro resumo apresentado abaixo evitará que o leitor tenha que efetuar outros cálculos para achar o LT de outras jornadas de trabalho.50 Conclusão: A exposição está acima do limite de tolerância.10 SOMA Tn = 1.75 SOMA Cn / Tn =1. o que não afetou.75 95 1.86 85 1 8 0. neste caso. durante uma jornada de oito horas de trabalho: Valores Medidos Nível medido equivalente (TWA) .9 8h -- 0. se observarmos os exemplo abaixo verificaremos que os valores entre 80 e 85 dBA são importantes para o cálculo da dose.dB(A) (Slow) Tempo real de exposição diária/horas (Cn) Tempo máximo permissível por dia/horas (Tn) -(h) Cn / Tn 82 1. Exemplo 1 . lembramos que os valores foram aproximados sem casa decimal de modo a facilitar cálculos posteriores.13 83 1 85.6 8 10 (*) -- Cn / Tn 0. é possível concluir que as exposições ao ruído abaixo de 85 dBA e/ou jornadas acima de 8 h podem influenciar na caracterização da insalubridade de uma determinada atividade. diariamente. Nível e Ruído (dBA) Máxima Exposição Diária Permissível (h) (Critério ACGIH) 84 9 83 10 82 12 81 14 80 16 Observando os exemplos a seguir.9 (Ruído Médio Equivalente) para Dose de 150% está coerente matematicamente. interferindo no resultado final. Exemplo 2 . um operador expõe-se. Considerando que para 8 h a Dose de 100% corresponde a 85 dBA o valor encontrado para o TWA = 87.

a exposição está acima do limite de tolerância. fato que alteraria totalmente a conclusão sobre a exposição. encontra-se acima do limite de tolerância pois a Dose de 1. B. a soma das frações. Conclusão: A exposição ruído. que apresentaria a mesma energia acústica total que o ruído real. de modo a identificar o tempo máximo de exposição sem o uso do EPI. no dosímetro ou calculada através de uma simples regra de três. Pode ser considerado como o nível de pressão sonora contínuo.09 (109%) é maior que 1. onde: D = contagem da dose da exposição em porcentagem (%) apresentada no visor T = tempo da medição em minutos Nota = limiar do limite de detecção desejado (80 dBA) a partir da qual o dosímetro passara a registrar em seu processador para efeito de contribuição na Dose final calculada e consequentemente no cálculo do ruído equivalente (TWA). Conclui-se que os ruídos entre 80 e 85 dBA contribuem no cálculo da dose. considerados.2%). e a exposição estaria abaixo do limite de toler6ancia. Esta dose pode ser calculada. O TWA (Time Weighted Average) é representativo para uma determinada função avaliada durante a jornada de trabalho.(*) Ver Exemplo 1 para o cálculo do tempo permitido para ruídos abaixo de 85 dBA. interferindo no resultado final. Entretanto. Caso este valor tivesse sido desprezado no somatório das frações. diretamente. adequadamente. diretamente) para o período de sua jornada de trabalho (6 ou 8 horas). como a maioria dos dosímetros atua integrando o modo slow (resposta lenta). O nível de ruído equivalente calculado pelo dosímetro caracteriza o ruído da atividade do funcionário avaliado e deve ser comparado com os dados da Tabela de LT. A seguir apresentaremos algumas definições importantes para a elaboração de um laudo técnico de ruído: a) Nível de ruído equivalente (TWA): É a média ponderada no tempo do nível de pressão sonora medido em dB (curvas A. Desta forma. neste caso. flutuante. O dosímetro calcula a dose relativa ao tempo em que o funcionário foi avaliado. É uma função de integração utilizada dentro dos parâmetros da norma (q=5 no Brasil). estes somente serão detectados pelo dosímetro se forem superiores a 140 dBA (depende do equipamento utilizado). este é o resultado de maior importância para caracterizar a exposição do funcionário ao ruído. em regime permanente. O conceito de dose de ruído é o critério estabelecido como parâmetro de exposição. com presença ocasional de ruído de impacto. Observe que foi incluído o tempo máximo de permitido para 83 dB(A).982 (98. é necessário calcular a dose projetada (alguns dosímetros calculam a dose projetada. avaliado no período de tempo de interesse. que os valores variam de forma linear. A dose de exposição acima de 100% é prejudicial aos funcionários que realizam atividades sem o EPI. Nota: Em situações especiais. o que alterou matematicamente. C ou linear).00 (100%). caso fique comprovada. c) Dose Projetada: É a caracterização da dose relativa ao período efetivo da jornada de trabalho. a ser determinado através do dosímetro ou calculado de forma pontual quando a exposição diária ao ruído é composta de dois ou mais períodos de exposição a diferentes níveis. na formação da dose. a Dose seria de 0. . b) Dose: Trata-se da determinação da dose de ruído recebida pelo funcionário exposto e a verificação da adequação da exposição frente a este parâmetro. por regressão linear. no mesmo período de tempo. os picos de ruído de impacto não são.

com.avatec. do anexo n.º 3214/78 do Ministério do Trabalho: “Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis.Deve ser calculada a DOSE DIÁRIA DE RUÍDO (D).br/siteedit/site/cursos/Laudo_Tecnico_Ruido_Ocupacional/atuais/an exo1.não prioritária Aceitável De atenção 81 a 100 Rotineira 85 Temporariamente aceitável De atenção Preferencial 101 a 300 92 Inaceitável De atenção Urgente Acima de 301 115 Inaceitável Emergência Imediata Qualquer nível 115 Inaceitável Emergência Imediata – Interromper a exposição http://www. de forma que. e Tn indica a máxima exposição diária permissível a este nível.isegnet. quando este trabalhou em diversos locais com níveis de ruído variáveis ? R . segundo o Quadro deste anexo” Exemplo: Um trabalhador trabalha 8 horas.htm . sendo 4 horas em ambiente com 85 dB(A) . 1 hora em ambiente com 90 dB(A).com.º 1.htm RUÍDO – “VALOR MÉDIO” P .Norma FUNDACENTRO para a interpretação dos resultados VALOR DA DOSE (%) RUÍDO MÁXIMO (dBA) SITUAÇÃO DA EXPOSIÇÃO CONSIDERAÇÃO TÉCNICA DA SITUAÇÃO ATUAÇÃO PARA AÇÕES DE CONTROLE 10 a 50 80 51 a 80 83 Aceitável ------------ Desejável . se a soma das seguintes frações: C1 + C2 + C3 ____________________ + Cn T1 T2 T3 Tn Exceder a unidade. a exposição estará acima do limite de tolerância. Na equação acima Cn indica o tempo total em que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído específico. http://www.br/manual_insalubridade_ruido046. e 3 horas em ambiente com 100dB(A). Então a dose diária de ruído é dada por: Então passou do limite permitido (passou os 100%). da NR/15. Portaria n.Como calcular o nível de ruído a que um trabalhador ficou exposto. utilizando a fórmula prevista no item 6. devem ser considerados os seus efeitos combinados.