1. T = 28%; A = 28%; G = 22%; C = 22%.

2. T = 18%; A = 18%; G = 32%; C = 32%.
3. Porque a DNAse destrói o DNA da bactéria patogênica não permitindo que
a bactéria apatogênica incorporasse o DNA da bactéria patogênica e se
transformasse em bactéria patogênica.
4. Não se tem como determinar, uma vez que o RNA é simples fita não sendo
as bases pareadas.
5. AAA - 4,28%; AGA - 7,96%; AAG - 7,96%; AGG - 14,78%; GAA - 7,96%;
GGA - 14,78%; GAG - 14,78%; GGG - 27,46%.
6.a) Haverá formação de células patogênicas;
b) Idem;
c) Haverá formação de células não patogênicas.
7. O DNA é rico em fósforo mas não possui enxofre, enquanto que as
proteínas são ricas em enxofre e não possuem fósforo.
8. Comprovaram que o material que possui atividade genética é o DNA,
acompanhando a trajetória dos vários componentes virais marcados
radioativamente em um processo normal de infecção. Conseguiram
demonstrar que apenas o DNA penetra na célula infectada sendo transmitido à
geração viral descendente.
9.a) 400.000; b) Idem.
10. Que não codificam nenhum polipeptídeo, não tendo, portando, atividade
genética.
11. Significa que as duas cadeias polinucleotídicas de uma mesma molécula
de DNA são invertidas uma em relação à outra, isto é, se em uma extremidade
de uma delas se encontrar o radical fosfato (que ocupa a posição 5’ do
nucleotídeo), na mesma extremidade da outra será encontrado o radical
oxidrila (da posição 3’).

a) Nenhum. . c) 50%. T = 18. 14. Cada nucleotídeo é constituído por uma base cíclica nitrogenada ligada a uma pentose. 19. originando a dupla hélice. Não é possível determinar uma vez que T e C não são complementares. com a participação das histonas. A união das bases entre as duas fitas de DNA é sempre específica ocorrendo os pareamentos C-G e T-A. na posição 3’ da pentose encontra-se uma oxidrila e na posição 5’ um fosfato. É constituída por duas cadeias polinucleotídicas complementares uma à outra orientadas antiparalelamente espiraladas para a direita. formação de nucleossomos. embora a replicação ocorra de modo bidirecional.5%. Tal especificidade é provocada pela habilidade de formação de pontes de hidrogênio (duas entre T e A e três entre C e G). 20. o crescimento total 3’  5’ ocorre pela síntese de pequenos fragmentos 5’  3’ denominados fragmentos de Okasaki.5%. O empacotamento é necessário para permitir que moléculas extremamente longas consigam caber em espaço exíguo (núcleo). G = 31. A pentose do RNA é uma ribose enquanto que a do DNA é uma desoxiribose. Ocorre em três etapas: espirilização das duas fitas.5%.5%. 5’ ATAAGCGTTAG 3’ 3’ TATTCGCAATC 5’ 17. 16. A união dos vários nucleotídeos entre si é promovida por ligações fosfodiéster entre a oxidrila 3’ de um nucleotídeo e o grupamento fosfato 5’ do seguinte. b) 50%. as DNApolimerases conseguem sintetizar apenas no sentido 5’  3’. 13. 18. Deste modo.12. C = 31. No RNA encontra-se a pirimidina uracil que no RNA é substituída pela timina. Porque. tendo perdido a oxidrila da posição 2’. formando uma dupla hélice. 15. superespiralização da cadeia de nucleossomos. 21. A = 18.

ILE fa) 5’ UUU UUA AAC CA 3’ fb) 3 fc) 3’ AAA AAU UUG 5’ fd) 3 fe) LIS .GCU .a) GLN b) PRO 5.GCU .ASN . 2. • É bem mais complexo.LEU 3. O tamanho da molécula de DNA de uma bactéria é menor e menos condensada que o DNA de um mamífero sendo que esta leva mais tempo para desenrolar a mesma quantidade de nucleotídeos que o DNA de procariotos.FIM .1. 4. enlongamento e terminação próprios de eucariotos.a) velho: AAA . PROCARIONTES Replicação • Realizada no nucleoplasma. EUCARIONTES • Realizada no núcleo.ARG . Tradução • Enzimas específicas de iniciação.UCA .FEN . • Desenrrolamento do DNA por atuação de enzimas em uma ponta. Transcriçã • A molécula de RNA se o constitui mo mRNA propriamente dito.GLU .AGU .AAA .ARG . sendo em seguida utilizada na síntese de proteínas e posteriormente degradada. ocorrendo uma série de modificações do RNA antes que ele possa servir no início do processo (introns e exons).CUU . • Início em vários pontos no mesmo momento.a) 5’ UUU CUU GCU ACU AAA GCC UAA 3’ b) 7 c) 3’ AAA GAA CGA UGA UUU CGG AUU 5’ d) 3 e) LIS .AAU . enlongamento e terminação próprios de procariotos. • Enzimas específicas de iniciação.CCA .

AUG . Devido aos mecanismos de reparo capazes de restabelecer a integridade do DNA.CCA . Mutante 1: GCA .CAU .CCA . após sua síntese sofre um processamento no qual serão cortadas as sequências que não estarão no mRNA final (introns). A processividade é de alta fidelidade não formando a ligação se não tiver a base correta.CCA . 7. 8.GGG . assegurando o correto pareamento.CAC . codificam o fim da síntese denominados sem sentido e não codificam nenhum aminoácido. transversão no segundo par de bases) 10.transição) Mutante 3: GCA .AAA .CAU (mutação de sentido errado com adição de uma trinca errada) Mutante 2: GCA . 9. são reconhecidos pelos fatores de liberação de proteínas que promovem a ejecção das subunidades de ribossomos. Para cada um dos códons presentes em uma molécula de mRNA encontra-se uma molécula de tRNA com um único anti-códon complementar.UGG .GAA .AAA . Caso pareie uma base incorreta há enzimas capazes de perceber este erro retirando a base que foi inserida erroneamente.AAA b) mRNA c) Deleção de A na segunda trinca de nucleptídeos e adição de G na sexta trina de nucleotídeos.GCU . O mRNA produzido pela transição em eucariotos é uma molécula com muito mais ribonucleotídeos que o necessário para a síntese de uma proteína ou enzima. 11. UAG.MET . Em vez disso.GUG . segundo.CAU (mutação de ponto ocorrendo primeiro transversão no terceiro par de bases e.UUA .UGA (mutação de ponto . Os segmentos de DNA transcritos que estarão efetivamente presentes no mRNA final são denominados exons. embora cada aminoácido possa ter 1 a 4 anti-códons apropriados a ele.3’ ACT TCA 5’. c) Fim .UGU . Portanto seu significado é exatamente o fim da síntese.a) mRNA b) DNA molde . O hnRNA.GUC .novo: AAA . Cada anti-códon é específico para um dado aminoácido. UGA. 6. Porque 3 trincas UAA. Sim.UGU .GCU .

a) mRNA. sendo complementar e antiparalelo.MET . mas existem sinais específicos de início e fim de tradução (dois códons de iniciação e três de determinação). desconectando-se deste 13. Deste modo. b) uracil. 16. mas genes diferentes podem ser copiados de diferentes fitas da mesma molécula.ASP .LEU .a) A RNA polimerase reconhece e acopla-se à sequência promotora do DNA. a correspondência corretamente sequenciada. c) 5’ UAGAAAUGUCCA 3’.GLU . PRO . Cada gene usa sempre a mesma fita como “sense” ou “template”. 14. O tRNA apresenta especificidade tanto para o aminoácido como para o códon. mas não é ambíguo e é universal (cada códon codifica sempre o mesmo aminoácido.12.LEU . no momento em que este for requerido pelo organismo. b) 5’ CAU 3’ e 5’ UCG 3’.ALA . 17. O RNA é necessário permanentemente na célula pois participa de todo e qualquer processo de síntese. de acordo com a sequência de códons presentes no mRNA. e) 5’ ATGCGA 3’. b) A RNA polimerase reconhece uma sequência de terminação no DNA. o que significa que cada aminoácido pode ser codificado por mais de um códon. É degenerado.TYR . mesmo em diferentes espécies). A sua degradação impede o acumulo excessivo tanto do próprio mRNA como também do seu produto específico.ISO. garante a inserção correta do aminoácido na cadeia polipeptídica.ISO . isto é. A fita “sense” é a fita da molécula de DNA que serve de molde para a síntese de mRNA. d) 5’ TCGCAT 3’. enquanto que uma determinada molécula de mRNA só é necessária para a síntese de um determinado peptídeo. Não existe qualquer tipo de separação entre códons contíguos nem sobreposições. 18. c) tRNA. a) 5’ UGGACAUCGGAUUUCUA 3’. .MET . 15. 19. O código genético assegura a colinearidade de informações entre a molécula de DNA e a cadeia polipeptídica. f) DNA.

d) Mutação de sentido errado.PRO.TRE. pois é a única situação que envolve transição. . assegurando uma maior probabilidade de sobrevivência entre as espécies.TRE. 23.LEU . 21.LEU .20.ALA . UAG. surgem por mutação e são uma importante fonte de variabilidade e diversidade. b) MET . porque é o único terminador que com apenas uma alteração pode originar os seis aminoácidos. 22. Apenas MET > VAL.PRO .a) MET . c) MET . As formas diferentes chamadas alelos.

Trp . Os operons são sistemas de regulação que respondem a estímulos diretos do meio externo. Isto impede o acoplamento da RNA polimerase. A lactose é indutora enquanto o triptofano é um repressor. Sendo eficientemente tamponados contra a maioria das influências externas os eucariotos não necessitam de mecanismos de resposta direta mas.O operon permanece inativado porque a proteína repressora. b) Haverá leitura dos genes Z. b) Lac .O repressor sintetizado pelo gene regulador é inativo. Trp .Y. e) A lactose não será degradada. que não aceita a ligação da RNA polimerase. ocorrendo transcrição e tradução. e deste modo.a) No operon Lac seria indiferente. A. c) A lactose não será degradada pois haverá mutação de sentido errado não sendo formadas as enzimas Z. Este perde a capacidade de se ligar ao operador. uma vez que comportam reações metabólicas muito mais complexas. Logo a RNA polimerase acopla-se ao promotor. que comportam vários escalões de .É induzido pela lactose que. 4.a) Lac . estabelece um complexo com o repressor. Nestes. d) O operon Lac não será ativado e não haverá produção das enzimas Z. não há transcrição nem tradução.1. inibindo o promotor. também necessitam de sistemas de regulação gênica muito mais elaborados. A e degradação da lactose pois tanto o códon mutante como o original codificam o mesmo aminoácido não alterando a leitura. por outro lado. liberando assim o promotor. o que é assegurado pelos chamados “circuitos pré programados de expressão gênica”. sintetizada pelo gene regulador. 2. Não há tradução nem transcrição. se liga ao sítio operador. inativando-o. não sendo capaz de se ligar ao sítio operador do operon. O complexo repressor/co-repressor ocupa o sítio operador. Y. 3. Y. A. inibindo o promotor. Porque o operon só estará atilado na presença de lactose ou desactivado na presença de triptofano.O triptofano age como co-repressor que se liga ao repressor ativando-o. o que faz com que haja transcrição e subsequente síntese enzimática. quando presente.

6. deprimindo assim o operon. que não aceita a ligação da RNA polimerase e. . d) Idem. não há expressão do operon pois não haverá transcrição nem tradução. uma vez presente. b) Como indutor.é uma proteína sintetizada pelos genes reguladores e é específica para cada operon. impedindo a sua ligação ao operador. a ativação sempre ocorre em cadeia. 5. A sua função é ligar-se ao sítio operador inibindo a expressão do operon. sempre degradando lactose. c) O operon nunca se expressa. impedindo sua ligação ao operador. forma um complexo com o repressor. Sim porque se tratando de um operon reprimível. f) Acumulo de mRNA na célula. e a regulação processa-se tanto a nível de transcrição como de processamento de hnRNA. Repressor .a) O operon expressa-se continuamente. e) Ocorre síntese da beta-galactosidase.a) Galr sintetiza o repressor que se liga ao operador. a sua expressão é contínua a menos que esteja presente o co-repressor específico que.é uma molécula efetora que atua nos sistemas de indução e. Indutor . é o triptofano. b) Idem. a galactose liga-se ao repressor sintetizado por galr. neste caso.genes. mas a cadeia da beta-galactosídeo permease é sintetizada apenas até o ponto da mutação e não há síntese de betagalactosídeo transacetilase. Logo haverá o acoplamento da RNA polimerase e a consequente transcrição e tradução do operon. portanto. 8. isto provoca a inibição do promotor. 7.

c) 2. No intestino não ocorre anáfase II. 4. Para o macho. Todos Aa 8. 50% A e 50% a. Ela pode ser heterozigota sendo fenotipicamenete normal. que não ocorre em todas as células e as proporções seriam diferenciadas. c) 26. d) 4. O pai só fornece Y não tendo como passar a distrofia. e) 22. c) 38. b) 2. g) 36. Cruzamento entre um 8n + 2n ou 4n + 6n. 7. O erro ocorreu na mãe onde houve ligação dos cromossomos que não se separaram durante a meiose. a) 20. Prófase II: Número de cromossomos = 3 e número de cromátides = 6. 13. f) 12. 10. 9. Fase S. Se não ocorrer recombinação entre eles. permanecerão os mesmos cromossomos: ABC e abc. f) 8. 15. b) 20. porque se estivessem no mesmo cromossomo a formação dos quatro tipos de gametas seria devida à ocorrência de permuta. Prófase I: número de cromossomos = 6 e número de cromátides = 12. 14. . 42. 5. b) 25. a) 76. b) Não. Mutação. d) 19. h) 48. 3. Cruzamento entre AA e aa induzindo mutação nos genes aa (fazendo com que permaneçam ligados). No intestino são células somáticas que sofrem apenas mitose e não meiose. 11.a) 1. b) 76. e) 2. 2. 12.a) 23. d) 26.1.a) AaBb. basta a presença de apenas um gene recessivo para que manifeste a doença. 6.

MNODEF. c) Trissomia.a) Características cromossômicas: 1 normal: 1 translocado simples balanceado: 1 portador de deleção heterozigoto do braço curto do cromossomo 5: 1 portador de duplicação heterozigota do braço curto do cromossomo 5. MNOPQR. e) Tetrassomia. 17. d) Inversão terminal heterozigota. MNOPQR.a) Inversão intercalar heterozigota. ABCPQR. ABCPQR.16. MNODEF. f) Triploidia. c) Duplicação intercalar heterozigota. i) Nulissomia. Possíveis gametas: ABCDEF.a) Haploidia ou monoploidia. MNODEF. b)1 “cri du chat”: 2 normais: 1 morte precoce. ABCDEF. 18. 19. b) Deleção intercalar heterozigota. d) Monossomia. h) Dupla Trissomia. b) Diploidia. . MNOPQR. ABCDEF. g) Tetraploidia. MNOPQR. Translocação recíproca heterozigota.