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PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal

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PC/BA - 2013 – Direito Processual Penal – Teoria

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Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva

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Olá amigos,

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Inicialmente gostaria de manifestar minha felicidade em fazer

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parte de seu projeto profissional e espero ser um auxiliar presente

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em sua caminhada para a vitória.

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Meu nome é Pablo Farias Souza Cruz, atualmente advogado e

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professor de Processo Penal, Direito Penal e Direito Constitucional nas
Faculdades Doctum e Estácio de Sá de Juiz de Fora, onde também

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tive a grata experiência como professor da UFJF - Universidade

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Federal de Juiz de Fora/MG -, minha cidade por adoção1, onde
também leciono em vários cursos preparatórios para concursos desde

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o ano de 2007. Atuo ainda como professor em cursos preparatórios

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virtuais sediados na cidade do Rio de Janeiro, meu grande recanto

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familiar e também profissional.

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Desde minha formação acadêmica, foquei meus estudos para

área pública, sendo brindado, ainda antes de minha colação de grau,
com a aprovação para o cargo de Delegado de Polícia no concurso da
Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, promovido em 2005.
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Pois, apesar de brasileiro nato, nasci na cidade do Panamá situada no país Panamá na América Central.
Sendo filho de pais brasileiros, fui registrado na Embaixada Brasileira e vim para o Brasil ainda bebê,
com apenas dois anos de idade. Morei no Rio de Janeiro por toda minha infância e me mudei para Juiz de
Fora na adolescência, onde, hoje, felizmente, construo minha vida com minha esposa e minha cadelinha.
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Pablo Farias Souza Cruz

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O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia,
divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.

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PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal

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Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva
Minha experiência como Delegado de Polícia contribuiu para o
meu ingresso na carreira docente, o que, rotineiramente, tem me
dado ótimos frutos, como a aprovação de vários de meus alunos em

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concursos, principalmente nas áreas policial (nível médio e superior)

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e jurídica como para o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil e

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para os Tribunais Regionais Federais e de Justiça desse nosso país

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continental. Quem já ministrou aulas sabe bem como é gratificante

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ter um aluno logrando aprovação em concursos públicos, pois a

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vitória dele é também a nossa vitória.

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Outra felicitação (outro fruto) é a de que, muito em breve, no

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início do ano de 2013, terei minha obra de Direito Processual Penal

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publicada pelo Grupo Gen, respeitado grupo editorial do qual fazem
parte a tradicional editora Forense, e a inovadora editora Método. A

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conclusão editorial.

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obra será intitulada: Processo Penal Sistematizado e está em fase de

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Para você, estudante, leitor, candidato, conhecer melhor o

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expositor da presente aula, apresentarei, logo abaixo, um breve

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currículo com os dados que reputo mais interessantes para a

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aproximação de nossa relação e o ajustamento do nosso trabalho.
Antes, porém, parafraseando meu amigo e professor Décio

Terror, lembro que: Críticas ao material e à abordagem do professor
são sempre bem-vindas e não há qualquer melindre em recebê-las,
mesmo porque o foco é seu aproveitamento e Você tem todo o direito
de sugerir, questionar, solicitar mais explicações, mais questões etc.

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Pablo Farias Souza Cruz

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PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal

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Pablo Farias Souza Cruz
Professor de Ciências Penais e Direito Constitucional das
Faculdades Doctum e Estácio de Sá.
2009 – 2011 Professor de Processo Penal e Prática Penal da
Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF/MG.
Professor de Direito Constitucional, Direito Penal e Processo Penal em
cursos preparatórios de Juiz de Fora/MG e Rio de Janeiro/RJ.
Professor de Direito Penal e Processo Penal do
Ponto dos Concursos no curso Discursivas OAB.
Advogado e Consultor Jurídico.
Pós-Graduado em Ciências Penais pela
Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF- (MG).
2006 - 2007 Delegado de Polícia em Minas Gerais.
Outras informações importantes:
A)
22/01/2006 19/05/2006 Curso de Formação de Delegado da Policia Civil do Estado
de Minas Gerais. Portaria Nº 005/ACADEPOL/PCMG/2006 - Concurso Público - Provimento
2005/1
Delegado
de
Polícia,
(http://www.sesp.mg.gov.br/internas/concursos/iConcursos.php).
B) 06/2006 Aprovado em Concurso Público para o cargo de Delegado de Polícia em Minas
Gerais.
C) 02/2007 Aprovado em Concurso Público para o cargo de Analista Judiciário da Justiça
Federal
do
Tribunal
Regional
Federal
da

Região
(Disponível
em:
http://www.fcc.telium.com.br/concursos/trf1r106/lista_redacao/MG/habs_class_cidade_carg
o_reda_Juiz_de_Fora.pdf publicado no Diário Oficial da União - Seção 3, de 28/02/2007).
D) 03/2007 Aprovado em Concurso Público para o cargo de Analista Processual do Ministério
Público
Federal
(Disponível
para
consulta
pelo
CPF
em:
http://www.concursosfcc.com.br/concursos/mpund106/result/index.html) Edital Publicado no
Diário Oficial da União, edição de 30 de março de 2007.
E) Aprovado no 3º Concurso Público para o cargo de Defensor Público da União em 16 de
maio de 2008, resultado disponível em: http://www.cespe.unb.br/concursos/DPU2007 subjudice.
Endereço para acessar o CV do autor: http://lattes.cnpq.br/6411695844676609

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Bom, nosso propósito aqui é expor os pontos primordiais do

Processo Penal, necessários para sua aprovação no concurso para o

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cargo de Delegado de Polícia da Polícia Civil da Bahia. Assim,
exporemos nossas aulas com base no edital atual (Cespe 2013),
sempre expondo temas que tenham maior probabilidade de cobrança
nas questões objetiva quanto nas questões subjetivas, já que as
duas provas ocorreram simultaneamente e têm data marcada para o
dia 07/04/2013.
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Pablo Farias Souza Cruz

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características. e9 99 serventuários da justiça. 9. por quaisquer meios e a qualquer título.6 Meios de 4 Pablo Farias Souza Cruz www.5 Alterações da Lei Federal nº 12. características.com. liberdade provisória. 5.3 Prisão temporária. 99 natureza. .pontodosconcursos. conceito. Princípios 1. 1.1 Conceito. auxiliares da justiça.4 Ônus da prova. 9. 5.1 Conceito. 16 Disposições constitucionais aplicáveis ao direito processual penal. 99 N Aula 00 (Aula Demonstrativa): 2 Inquérito policial. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 características.4 Prisão preventiva.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva A programação será a seguinte: Processo Penal para o cargo de Delegado de Polícia da om Polícia Civil da Bahia. notitia criminis. peritos e intérpretes. 99 N Aula 02: 3 Ação penal.1 Critérios de determinação e modificação.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a sua reprodução.2 Incompetência. 2.3 Lei processual penal: fontes. valor investigado. 4 Competência. 4. conclusão e prazos. espécies e 99 condições. assistente. prisão especial. classificação e sistemas de avaliação. delatio criminis. 1.4 Questões e processos incidentes.2 Prisão em flagrante. 4. conceito.1 garantias do N e 99 indiciamento gerais. Aula 04: 5 Provas. eficácia.2 Fontes. fundamento. om e9 99 interpretação. 1 Direto finalidade. 5. finalidade.403/2011. 99 probatório. 9.5 Provas ilícitas. Ministério Público. 4. 9. 5. cópia. 9.6 Princípio da necessidade. 99 99 9 Aula 03: 9 Prisão. 99 99 titularidade. 5. processual penal.2 Princípios gerais da prova. vedada. imunidades. analogia. e9 99 procedimentos investigativos. formas de instauração. mandado de prisão e N om e9 9 99 cumprimento. impedimentos e suspeições. 3. 1. objeto. 9. divulgação e distribuição. espécies. om 4.3 Valoração.1 Histórico.1 Conceito.3 99 N Conexão e continência. procedimento probatório. 9. 6 Sujeitos do processo: juiz. acusado e 99 99 seu defensor. om Aula 01: Continuação: 2 Inquérito policial: grau de cognição.7 Fiança.4 Sistemas de processo penal. 5.

habeas corpus. horários. om 15.340/2006 (Violência doméstica e familiar contra a mulher “Lei Maria da Penha”).3 Lei Federal nº 8. divulgação e distribuição. documentos. 11 Citação. 15. a sua reprodução.1 Lei Federal nº 11.5 Lei Federal nº 8. Recursos em geral.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal prova: perícias. 15. cópia..pontodosconcursos. lugar e tempo. acareação. coisas.072/1990 (Crimes hediondos).455/1997 (Crimes de tortura). testemunhas. om restrições. domiciliar. 5. e9 99 Aula 08: 15 Aspectos processuais das seguintes leis especiais: .. de pessoas e e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva confissão. 99 Nulidades. 15.7 Lei Federal nº 10.210/1984 e alterações (execução penal). intimação.8 Lei Federal nº 8. vedada. 15 Aspectos processuais das seguintes leis especiais: om e9 99 15.6 Lei Federal nº 9.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 mandado de segurança em matéria criminal. Habeas corpus e seu processo. 14 Processo criminal de 99 99 crimes comuns.2 Lei Federal nº 9. Questões e processos incidentes. interdição de direito. por quaisquer meios e a qualquer título.1 Atos processuais. 10 99 99 Sentença criminal. 99 N Aula 05: Sentença e coisa julgada. 8 Termo circunstanciado de 99 ocorrência. Aula 09: 15.com.10 Lei Federal nº 11. N om e9 9 99 15. Lei nº 99 99 7. .343/2006 (Tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes).br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 13 Sentença: coisa julgada.2 Forma. 15. Relações jurisdicionais Processos dos crimes de e9 06: 12 responsabilidade om Aula 99 com autoridade estrangeira. dos 99 N funcionários públicos.683/2012 (Lavagem de dinheiro). 15. indícios.4 Lei Federal nº 9. 15. 8. 8.11 Lei Federal nº 7.210/1984 (Lei de execução penal).034/1995.12 Lei Federal nº 5 Pablo Farias Souza Cruz www. reconhecimento interrogatório. requisitos.826/2003 (Estatuto do desarmamento).137/1990 (Crimes contra a ordem econômica e 99 N tributária e as relações de consumo) 15.7 Busca e apreensão: pessoal.613/1998 99 99 9 e alterações da Lei Federal nº 12. 99 N Aula 07: 7 Juizados especiais criminais.

pontodosconcursos.898/1965. a que mais alcança as necessidades do candidato que almeja um cargo de nível superior.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal 9. 99 Inicialmente o aluno poderia perguntar: 99 99 . 15. cada vez mais aprofundado pelas N om e9 9 99 bancas examinadoras. nada impede de o relacionarmos à outros tópicos do edital. informo que embora comece o curso por um tópico específico. por exemplo. de modo a tornar o estudo do Direito Processual om Penal mais otimizado. Como forma de evidenciar a utilidade do método. 15.15 Lei Federal nº 4. preciso 99 99 Direito. pois chegaremos ao mesmo fim. 15. por ser. 99 por ter escolhido o ponto e por já ser bacharel (bacharelando) em angariar temas que encontrem uma e9 99 interdependência. vedada. om e9 99 a análise sistemática. à necessidade natural da evolução dogmática do 99 99 9 estudo desse ramo do Direito. 99 N Desse modo.605/1998. Contudo. pensando em você como um aluno diferenciado. de modo a enxergarmos todo o sistema processual penal.com. que o edital trata em mais de um momento o assunto relacionado aos 6 Pablo Farias Souza Cruz www.296/1996 (Interceptação telefônica). no meu entender. com o tempo que temos e com o seu 99 99 perfil. ainda. Logo. perceba o estudante.Obviamente que a sequencia do edital nos dá uma sensação 99 maior de completude. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.14 Lei Federal nº 9.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.13 e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Lei Federal nº 9.807/1999. divulgação e distribuição. 17 Entendimento dos tribunais superiores acerca dos 99 N om institutos de direito processual penal. por quaisquer meios e a qualquer título. . a sua reprodução. cópia. reputo que uma abordagem interdependente é válida.Por que a aula demonstrativa irá tratar do tema Inquérito e9 99 Policial? Não seria melhor seguir a sequencia editalícia? om Para esse aluno eu respondo: 99 N . garantindo assim a adequação ao formato 99 N Cespe e.

procedimento probatório. 99 99 99 classificação e sistemas de avaliação.6 e 16.3 de determinação e Conexão e continência. impedimentos e suspeições.4 Sistemas de processo penal. 9. 1. respectivamente. finalidade. 1. 9. 5. 99 N acareação.4 Prisão preventiva.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. documentos. horários.3 Lei processual penal: fontes. requisitos. peritos e intérpretes. 4.3 Valoração. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. auxiliares da justiça. divulgação e distribuição.pontodosconcursos. mandado de prisão e cumprimento. garantias do investigado. por quaisquer meios e a qualquer título. interrogatório. São eles. indícios. 5. 5. 99 prazos. analogia. procedimentos 99 99 investigativos. 8.2 Prisão em flagrante. notitia criminis. acusado e seu defensor.2.1 99 4 Critérios om e9 condições. lugar e tempo. 5. conceito.1 Conceito. 2 Inquérito policial. 99 99 9 domiciliar. restrições. características. 5. características. 9. 99 Histórico. conceito. Ministério Público. 8 Termo circunstanciado de ocorrência. espécies e modificação.3 Prisão temporária. e9 2. 9.4.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva princípios processuais penais. os itens. interpretação. titularidade. realçando a relação que exemplificamos: om DIREITO PROCESSUAL PENAL: 1 Direto processual penal. 4. a sua reprodução. 5 Provas. vedada. assistente.1. 9 Prisão.com.1 99 N Princípios gerais. 4.2 Incompetência. serventuários da justiça. 5.403/2011. 9. .1 Atos processuais. Assim.7 Busca e apreensão: pessoal. 3. vejamos o edital original. om fundamento. espécies. 4.5 Alterações da Lei Federal nº 12. 9. valor probatório. om confissão.4 99 N Questões e processos incidentes.1 99 99 imunidades. conclusão e Competência.4 Ônus da testemunhas.2 Forma. 7 Juizados especiais criminais. 9.2 Fontes.5 Provas ilícitas. 5. 1.1 Conceito. 8. indiciamento. formas 99 N de instauração.1 Conceito. natureza. 3 Ação penal. 99 1. 1. 5. cópia.2 Princípios gerais da prova. e9 99 prova. objeto. características. grau de cognição.6 7 Pablo Farias Souza Cruz www. eficácia.6 Meios de prova: perícias. 6 Sujeitos do processo: N om e9 9 99 juiz. finalidade. delatio criminis. 1. reconhecimento de pessoas e coisas.

11 Lei Federal nº (Lei 9. 11 Citação. 15. vamos ao conteúdo. 15.10 Lei Federal nº 11.455/1997 (Crimes de tortura).613/1998 99 e alterações da Lei Federal nº 12. por quaisquer meios e a qualquer título.343/2006 (Tráfico ilícito e uso indevido de e9 99 substâncias entorpecentes). 15.099/1995 e Lei Federal nº 10.5 Lei Federal nº 8. vamos ao estudo do Inquérito Policial. 15. 15. a sua reprodução. 12 Processos dos crimes de responsabilidade dos om funcionários públicos.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.137/1990 (Crimes contra a ordem econômica e 99 N tributária e as relações de consumo) 15. interdição de direito. cópia.6 Lei Federal om e9 99 nº 9. Estabelecida essas premissas. 17 Entendimento dos tribunais superiores acerca dos institutos de direito processual penal.15 Lei Federal nº 16 Disposições constitucionais aplicáveis ao direito processual penal.7 Fiança. intimação.826/2003 (Estatuto do desarmamento). de incidência obrigatória 8 Pablo Farias Souza Cruz www. 99 N mandado de segurança em matéria criminal.683/2012 (Lavagem de dinheiro). N om e9 9 99 4. 15. prisão especial. grande tema. 15.9 Lei Federal nº 99 9.4 Lei Federal nº 9. 9.340/2006 (Violência doméstica e e9 99 familiar contra a mulher “Lei Maria da Penha”).296/1996 (Interceptação de execução penal). 15.2 Lei Federal nº 9.14 Lei Federal nº 9. habeas corpus.1 Lei Federal nº 11. . 99 99 15. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. telefônica). 15. 15.13 Lei Federal nº 99 N om 7. 15. 10 Sentença criminal.807/1999.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Princípio da necessidade. divulgação e distribuição.com. 13 Sentença: coisa julgada.pontodosconcursos.8 Lei Federal nº 8.034/1995. vedada.072/1990 (Crimes hediondos).259/2001 (Juizados especiais 99 99 criminais). 14 Processo criminal de 99 crimes comuns.069/1990 99 N (Estatuto da Criança e do Adolescente).898/1965. 15 Aspectos processuais das seguintes leis especiais: 99 99 15. liberdade provisória.210/1984 99 99 9 9.12 Lei Federal nº 15.605/1998.3 Lei om Federal nº 8.7 Lei Federal nº 10.

em sua maior parte através do inquérito 99 99 9 policial. a sua reprodução. criminis. divulgação e distribuição. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 de 99 delatio formas procedimentos 99 criminis.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. para e9 99 iniciar a apuração dos delitos que ocorrem em nosso território haverá om um conjunto de atos destinados à elucidação do fato delituoso. Desse modo. N om e9 9 99 O inquérito policial é algo anterior ao processo. finalidade. 99 2.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva nos questionamentos elaborados pelos examinadores dos concursos da área jurídica. titularidade. pois serve como filtro mínimo.1 Histórico. de modo a permitir que só chegue ao judiciário aquilo efetivamente tenha aptidão para movimentar a maquina judiciária de forma útil. o Estado deverá proceder uma apuração criteriosa supostamente é o sujeito ativo da infração penal. mormente na área policial. om Aula 1: 99 N 2 Inquérito policial. nasce para o Estado o deverpoder de punir adequadamente o autor da infração. notitia investigativos. 99 N om conclusão e prazos. 99 99 99 Inquérito Policial om e9 99 Praticada uma infração penal. características.com. instauração. por quaisquer meios e a qualquer título. natureza. o que 99 N costuma ser realizado. antecipando um juízo de plausibilidade jurídico sobre o crime (infração penal). . Para que tal exercer 99 somente a jurisdição em relação àquele que 99 99 para 99 N punição ocorra. e9 fundamento. 9 Pablo Farias Souza Cruz www. conceito. vedada.pontodosconcursos. cópia. evitando desperdício de tempo e de dinheiro estatal.

pontodosconcursos. razão pela qual passamos a e9 99 expor tópicos que entendemos mais prováveis de cobrança a respeito om do assunto em provas objetivas (mais ainda dos trechos que N om e9 9 99 99 99 9 99 N negritamos). devemos om e9 99 noticiar. vejamos: “O inquérito policial não encontra registro nas Ordenações Filipinas e nem nas anteriores. tecnicamente. a mais comum delas. por quaisquer meios e a qualquer título. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. vedada. 10 Pablo Farias Souza Cruz www.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Percebe-se. Ademais a própria função judiciária se misturava à função policial conforme se observa nos códigos medievais. cópia. somente uma. 99 99 N Histórico 99 99 Antes de definirmos inquérito policial. Isso porque verificamos. ao mesmo tempo. Assim. sua origem histórica. percebemos uma carência. até mesmo nos manuais de processo 99 99 penal. uma auditoria do om e9 99 Tribunal de Contas da União e etc. . divulgação e distribuição. ainda que brevemente. que o inquérito policial é uma. conforme se 99 N observa em outras disciplinas. das formas de se fazer investigação preliminar. Por outro 99 lado. justamente por ter tratamento legal om expresso no Código de Processo Penal. mas. de tratamento a respeito do tema. outras investigações podem instruir 99 uma ação penal. a sua reprodução. Desse modo. no século XVII não se fazia distinção entre polícia judiciária e polícia administrativa. Assim. então.com. nos editais mais recentes das carreiras jurídicas (policiais 99 N com maior evidencia) a presença do tópico: “Histórico”. como um CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) 99 99 um procedimento administrativo da receita federal.

. não tratou formalmente do inquérito. vedada. datado de 1832. de uma prática investigatória para eleitos 99 eram 99 N apurar a probidade individual e familiar daqueles que magistrados. Com sua posterior evolução no sentido de seu procedimento também conceder poderes para o investigador apurar elementos que pudessem inocentá-lo. cópia. 99 99 Embora se encontre menção de que o inquérito teria om e9 99 sua origem na Grécia Antiga. tendo em vista a existência. época em que a polícia era detentora de funções 11 Pablo Farias Souza Cruz www. sendo que o artigo 42 da referida lei o definiu da e9 99 seguinte forma: O Inquérito Policial consiste em todas as om diligências necessárias para o desenvolvimento dos fatos 99 N criminosos.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva O Código de Processo Criminal do Império. Desse modo.pontodosconcursos. costuma-se atribuir o nascimento om efetivo do que se convencionou chamar de inquérito 99 N policial ao Regulamento 4824 do ano de 1871 que 99 especificou o contido na Lei 2033 aprovada no mesmo 99 99 ano. momento em que se rompeu com o denominado policialismo judiciário que vigorava no Brasil há aproximadamente 30 anos. se posiciona o nascedouro do Inquérito Policial no século XIX. no Brasil. divulgação e distribuição. de suas circunstâncias e de seus autores e 99 cúmplices. desde 1841. a sua reprodução. bem como também se 99 99 reconheça que os romanos já faziam menção à inquisitio e9 99 como uma delegação de poderes dada pelo magistrado à N om e9 9 99 99 99 9 99 N om vítima ou familiares para que investigassem o crime e localizassem o criminoso. por quaisquer meios e a qualquer título.com. entre os atenienses.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. devendo ser reduzido a instrumento escrito. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.

”2 Ainda nesse contexto vale a transcrição de trecho Policial. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 2009. conforme aponta Antonio Alberto Machado. e9 99 funções judiciárias à polícia. O ponderado exame da realidade brasileira. 99 Inquérito 99 N contido na exposição de motivos do CPP atual sobre redigido pelo Ministro Francisco 99 99 Campos.pontodosconcursos. – São Paulo: Atlas. a sua reprodução. senão também a 2 MACHADO. 12 Pablo Farias Souza Cruz www. Curso de Processo Penal – 2ª ed. o processo penal brasileiro rompeu 99 com o “policialismo judiciário” que havia se 99 99 instalado 30 anos antes. já tentativa da instalação dos chamados juizados de instrução: 99 99 99 9 99 N om que no período inicial da República houveram notícias da N om e9 9 "Foi mantido o inquérito policial como processo preliminar ou guardadas as preparatório suas da características ação penal atuais. por quaisquer meios e a qualquer título. cópia. em 1841. Assim com a reforma assumiu funções 99 N puramente investigatórias. que não é apenas a dos centros urbanos. onde o mesmo explica a manutenção do e9 99 inquérito em 1941 no item IV do mencionado texto. e que atribuía a polícia om processual.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Antônio Alberto. que passou a se om e9 99 99 99 chamar inquérito policial. desenvolvidas no 99 âmbito desse procedimento.com. in verbis: om “Por meio da reforma processual de 99 N 1871. .Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva judiciárias. divulgação e distribuição. vedada.

2013. p. ambas estudadas no direito processual penal. e9 99 território de jurisdição sejam fácil e rapidamente proficuamente em 99 N comarcas extensas. divulgação e distribuição. vedada. e posto que deve ser excluída 99 a hipótese de criação de juizados de instrução em 99 99 cada sede do distrito. 13 Pablo Farias Souza Cruz www.com. 99 99 9 Logo.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. cópia. deve-se compreender antes. averiguar a materialidade dos crimes e sob a 99 99 condição de que as distâncias dentro do seu Para atuar om superáveis. só é praticável 99 indicar 99 N criminosos. 4 IBIDEM. Pablo Farias Souza. a persecução penal como o N om e9 9 99 conjunto de atos destinados à apuração do delito e à devida aplicação da lei penal4.227/229. por quaisquer meios e a qualquer título.”3 99 99 N Conceito e Finalidade 99 99 Para fins de contextualização. a sua reprodução.pontodosconcursos. Processo Penal Sistematizado. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. O preconizado juízo de instrução. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. 123. No prelo a 1ª edição. passemos a análise do Inquérito Policial (espécie de investigação preliminar). desaconselha o repúdio do sistema vigente. o edital da PC/BA 2013 exige om referido conhecimento implicitamente.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva dos remotos distritos das comarcas do interior. que importaria om limitar a função da autoridade policial a prender testemunhas. ao se referir à Ação Penal. Ademais. p. 3 CRUZ. . Reconhecendo que a persecução penal é entendida como a resultante da soma da investigação preliminar com a ação penal. precisamos visualizar. seria preciso que o juiz om e9 99 instrutor possuísse o dom da ubiqüidade". 99 N Inquérito Policial e Procedimentos criminais. o e9 99 que é persecução penal.

a sua reprodução. 6 14 Pablo Farias Souza Cruz www. 230. Policial: “Procedimento om e9 99 administrativo. Pablo Farias Souza. . com a colheita de indícios suficientes de N om e9 9 99 autoria e prova da materialidade.6 Por outro lado. presidido por autoridade policial e constituído por um complexo de diligências realizadas pela 99 99 99 Infração Penal”. 2013. 2009.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. conforme se visualiza na seguinte esquematização: N Penal 99 Preliminar 99 99 Penal om Persecução = Investigação + Ação 99 Logo. cópia. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. é a denominada finalidade imediata que seria a 99 99 9 apuração da infração penal. Edilson Mougenot. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva parcela e. aí sim. se verifica que o inquérito policial é uma fase preliminar e9 99 da persecução criminal que servirá como lastro para oferta de uma om futura ação penal (instrumento que. deflagrando o processo).pontodosconcursos. 105. A primeira delas. provoca a de Inquérito 99 Conceito 99 99 99 N atividade jurisdicional penal. não se pode perder de vista que. p. somente uma fase da denominada persecução criminal. São Paulo: Saraiva. efetivamente. divulgação e distribuição.com. por quaisquer meios e a qualquer título. 4ª edição. vedada. preparatório e inquisitivo.5 99 N Polícia Judiciária com vistas à apuração da autoria e materialidade da e9 99 Finalidade do Inquérito Policial: São duas as finalidades do om inquérito policial. Processo Penal Sistematizado. no fim e ao cabo. mais provável de ser cobrada em 99 N provas objetivas. o inquérito policial existe para se evitar processos penais temerários (afoitos) já que a própria investigação pode prejudicar a 5 BONFIM. Curso de Processo Penal. CRUZ. No prelo a 1ª edição. p.

br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. imaginando 99 N o Direito como um armário. está se perguntando: Dentro do mundo om jurídico. a sua reprodução. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualquer título. . essa 99 99 é a natureza jurídica do inquérito. em sala de aula.com. om e9 99 Natureza do Inquérito Policial 99 N Do conceito exposto acima se percebe que o inquérito policial 99 não é processo. haja vista sua presidência ser exercida por uma autoridade administrativa (Delegado de Polícia) e o mesmo se desenvolver no âmbito de uma repartição pública administrativa (Delegacia de Polícia). divulgação e distribuição. mas sim procedimento administrativo. Desse modo.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva vida social do investigado lhe acarretando prejuízos extraprocessuais e extraprocedimentais. é possível sustentar uma finalidade mediata. de 99 99 9 que gaveta e de que porta se encontra o referido assunto.pontodosconcursos. cópia. 15 Pablo Farias Souza Cruz www. om e9 99 Sempre que ao candidato for questionado sobre qual a natureza jurídica de determinado instituto se está querendo saber a essência 99 N científica do mesmo. Eis a dica: sempre que for e9 99 questionado a esse respeito. sendo tratado pelo CPP. no sentido de o mesmo servir para a filtragem do efetivamente tenham aptidão N as questões que para 99 judiciário om sistema penal. mas sofrendo influência dos princípios de direito administrativo. se está perguntando: Em que pasta. dar uma 99 dica aos companheiros estudantes para facilitar o encontro da 99 99 natureza jurídica de um instituto. só deixando chegar ao conhecimento do poder 99 99 99 provocar a jurisdição penal. Logo. Costumamos então. Diante N om e9 9 99 desse contexto se responde: O inquérito policial está entre os procedimentos administrativos. vedada. onde se posiciona determinado instituto? Assim.

br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. vedada. a sua reprodução.com. N om e9 9 99 Essa é a afirmação comum na doutrina para definir a inquisitividade do inquérito policial. o inquérito é inquisitivo porque o mesmo detém finalidade apuratória. Destarte. pois. tendo finalidade apuratória. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualquer título. cópia. a chefia do inquérito policial é unipessoal. ainda poderia questionar o estudante: O que diferencia o processo administrativo do procedimento administrativo? Respondo: De acordo com a doutrina tradicional. Como o Inquérito não tem a intenção de punir e nem 99 99 aptidão para isso. o inquérito só tem 99 N om compromisso com a elucidação do fato. alguém só perde sua liberdade ou e9 99 seus bens através de um devido processo legal. 99 99 99 Características do Inquérito Policial om e9 99 As características do inquérito são as peculiaridades que 99 N costumam lhe diferenciar dos demais procedimentos. pois deve se pautar na busca da verdade.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Mas. divulgação e distribuição. enquanto o processo tem om finalidade (melhor seria viabilidade) punitiva. 16 Pablo Farias Souza Cruz www. o procedimento tem 99 N finalidade meramente apuratória. Vejamos: Inquisitividade: 99 • Trata-se da forma de gestão do 99 99 procedimento onde as funções relacionadas à condução do inquérito e9 99 policial estão reunidas em uma só pessoa. 99 99 9 embora seja obrigado a respeitar os demais direitos do investigado. no Brasil. . a distinção se refere à 99 finalidade. Logo.pontodosconcursos. entretanto deve-se apontar que a utilização do termo inquisitividade é mais ampla do que parece e tem conotação diversa da que se costuma estabelecer. om Assim. o Delegado de Polícia. onde o mesmo não 99 N está submetido aos princípios do contraditório e da ampla defesa.

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• Discricionariedade: O Delegado de Polícia, presidente do
inquérito

policial,

o

preside

com

discricionariedade.

Logo,

na

determinação das diligências pode as determinar ou não, avaliando a

om

oportunidade e conveniência da medida, podendo rejeitar as que

99

N

entender inúteis.

99

Logo, as pessoas envolvidas na investigação podem solicitar

99

99

diligência que só serão realizadas se a autoridade policial assim
legal,

e

o

indiciado

poderão

om

representante

e9

99

determinar. Nesse sentido é o CPP: Art. 14. O ofendido, ou seu
requerer

qualquer

99

N

diligência, que será realizada, ou não, a juízo da autoridade.

99

99

99

Sobre o tema, a Cespe já questionou:

om
e9

99

“Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Perito Criminal.
As diligências no âmbito do inquérito policial serão realizadas

99

N

por requisição do membro do Ministério Público ou pela

99

conveniência da autoridade policial, não existindo previsão

99
99

legal para que o ofendido ou o indiciado requeiram diligências.

e9
99

Certo

Errado

N

om

Gabarito: Errado”

99
99
9

99

Contudo deve-se ter cautela ao se interpretar o inciso no caso

da diligência requerida ser imposição legal, conforme ocorre no caso

N

om

e9
9

99

do exame de corpo de delito nos crimes que deixam vestígios, pois
nessa hipótese o Delegado ficaria obrigado a determinar sua
realização, não em virtude do requerimento, mas por obrigação legal.
Vejamos o dispositivo relacionado: Art. 158. Quando a infração
deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito,
direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.
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Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva
De acordo ainda com essa característica se conclui que o
delegado está obrigado a cumprir as requisições apresentadas pelo
MP e pelo Juiz, por imposição legal e não por subordinação

om

hierárquica, já que não existe hierarquia entre os respectivos atores.
se

pode

ignorar

que

como

ordem,

a

requisição,

99

não

99

N

Requisição tem caráter de ordem, por determinação legal. Contudo,
se

99

99

manifestamente ilegal, não obrigará o Delegado, pois nenhum

e9

99

funcionário público deve cumprir ordem manifestamente ilegal. Trata-

om

se aqui da possibilidade do juízo negativo de admissibilidade do

99

N

inquérito policial: situação onde o delegado pode deixar de iniciar a

99

investigação. Logo, o delegado pode deixar de instaurar o inquérito

om
e9

99

99

99

ao perceber que o fato é visivelmente atípico (atipicidade formal).
• Escrito (art. 9º, CPP): “Todas as peças do inquérito policial

99

N

serão, num só processado, reduzidas a escrito ou datilografadas e,

99
99

99

neste caso, rubricadas pela autoridade”.

e9
99

• Sigiloso (art. 20, CPP): “A autoridade assegurará no

om

inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo
da

sociedade”.

Parágrafo

único: “Nos

atestados

de

99

N

interesse

99
99
9

antecedentes que Ihe forem solicitados, a autoridade policial não

N

om

e9
9

99

poderá mencionar quaisquer anotações referentes a instauração de
inquérito contra os requerentes, salvo no caso de existir condenação
anterior”.

Deve-se

registra

que

esse

sigilo

não

é

absoluto.

Internamente somente o INDICIADO é que não pode ter acesso ao
Inquérito Policial. Externamente, ninguém do público pode ter acesso
ao referido procedimento. O sigilo também finaliza a proteção da
intimidade do investigado.
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Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva
O sigilo não é absoluto, pois não se opõe ao advogado, ao juiz e
ao Ministério Público. Entretanto, existem diligências que, por sua

própria natureza, gozam de sigilo absoluto, assim entendido o sigilo

om

oponível até mesmo ao advogado. São elas:

99

N

1) Interceptação telefônica;

99

2) Infiltração de agentes policiais;

99

99

3) Ação controlada – medida excepcional, onde o policial não

e9

99

precisa prender o sujeito imediatamente, também conhecida como

om

Fragrante diferido, postergado ou retardado. Tema que trataremos

99

N

mais detidamente em aula futura.

99

Por fim deve-se registrar o entendimento do STF a respeito do

99

99

direito de acesso aos autos de Inquérito Policial por parte do

om
e9

99

advogado. Vejamos:

99

N

SÚMULA VINCULANTE Nº 14
DIREITO

99

É

DO

DEFENSOR,

NO

INTERESSE

DO

99
99

REPRESENTADO, TER ACESSO AMPLO AOS ELEMENTOS DE

e9
99

PROVA

QUE,

om

INVESTIGATÓRIO

DOCUMENTADOS
REALIZADO

EM

POR

PROCEDIMENTO
ÓRGÃO

COM

N

om

e9
9

99

99
99
9

99

N

COMPETÊNCIA DE POLÍCIA JUDICIÁRIA, DIGAM RESPEITO
AO EXERCÍCIO DO DIREITO DE DEFESA.

Sobre o tema, a Cespe já indagou:
“Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Delegado de Polícia.
Sinval foi indiciado pelo crime de dispensar ou inexigir licitação
fora das hipóteses previstas em lei em relação a órgão da
administração federal. Durante a fase do inquérito, a defesa de
Sinval pleiteou o direito de acesso amplo aos elementos de
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Pablo Farias Souza Cruz

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divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. N om e9 9 99 Assim. procedimento preliminar de 99 99 investigação. Tal pedido não foi integralmente atendido pelo órgão competente. o que se om fundamenta pelos termos utilizados no art. a sua reprodução. não 99 se admite. não precisará requisitar a instauração de inquérito policial. por exemplo. com 99 tinham 99 99 requerimento. cópia. vedada. sempre que servir de 99 99 9 base a uma ou outra”. 99 N pois se encontra previamente estabelecido em lei. 12. a princípio e em tese.com.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva prova documentados em procedimento investigatório realizado por órgão dotado de competência de polícia judiciária. pois para ele o mesmo é dispensável. anterior ao inquérito policial. às diligências policiais que. é adequada a aplicação 99 99 99 Gabarito: Certo” om e9 99 • Obrigatoriedade: Sob a óptica POLICIAL. ao momento do N defesa om sob o argumento de que deveria ser ressalvado o acesso da sido encerradas. Por outro lado. Deve-se frisar que no que e9 99 tange a óptica do Ministério Público ele é dispensável. sempre alertamos ao candidato para observar o prisma de análise que a questão do concurso pode sugerir. o CPP determina que o mesmo seja anexado à denúncia.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Nessa situação. ainda estavam em tramitação ou ainda não base na pelo órgão dotado de polícia N Errado 99 Certo competência om judiciária. fazendo anexar à denúncia 20 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título.pontodosconcursos. de e9 conferida 99 99 jurisprudência prevalecente no STF. o inquérito policial é obrigatório. . caso o MP se convença dos indícios de autoria e da prova de materialidade. Caso o inquérito policial tenha acontecido. Desse modo. já que é a única forma de a polícia investigar. CPP: “O inquérito 99 N policial acompanhará a denúncia ou queixa. com uma CPI. divulgação e distribuição.

129. ou 99 99 estiver preso preventivamente. CPP: “O inquérito deverá terminar no 99 prazo de 10 dias. inciso XII. divulgação e distribuição. 10. CPP e art. . inciso IV. 99 N “§1º: A autoridade fará minucioso relatório do que tiver sido 99 99 99 apurado e enviará autos ao juiz competente”. a sua reprodução. por quaisquer meios e a qualquer título.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva promovida por ele os autos da CPI que lhe convenceu da justa causa para a ação penal. Art. onde ele quer chegar. om • Indisponibilidade: Determina que. CPP. Só o juiz arquiva inquérito 99 policial. cópia. o delegado não pode arquivá-lo. se o indiciado tiver sido preso em flagrante. CPP: “A autoridade policial não poderá mandar om arquivar autos de inquérito”. 144. e9 99 Art. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 Art. onde determinado 99 99 9 instituto jurídico se sustenta. 17. o fundamento do inquérito policial está na CF/88 e no CPP. om e9 99 Fundamento do Inquérito Policial 99 N Fundamento é a base ideológica e legal. As principais disposições são as seguintes: Art. § 4º. 5º. quando estiver solto. 23 e art. 17. § 1º. Não pode ser confundido com N om e9 9 99 a finalidade. inciso VIII. uma vez instaurado o 99 N inquérito. ou no prazo de 30 dias. 4º ao art. 28 do CPP. nesta hipótese. a om e9 99 partir do dia em que se executar a ordem de prisão. já que essa expõe o que o instituto intenciona. §1º.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. vedada. da CF/88 e art. se apoia. 99 N Art. 10 caput e §1º. Nesse contexto. após oitiva do MP.pontodosconcursos. contado o prazo. art.com. para onde ela vai. mediante fiança ou sem ela”. 21 Pablo Farias Souza Cruz www.

9ª ed. p. São Paulo: Saraiva. Aury Lopes Júnior. Com 99 base nas lições de Carnelutti. São Paulo: Saraiva. qual seja. se percebe – pelo conceito exposto no início da presente aula – que o inquérito policial é presídio por autoridade policial e se desenvolve no âmbito das polícias judiciárias. 267.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 7 8 LOPES JR. a instrumentalidade constitucional. LOPES JR. p. 2012. 266. 2012. Logo. no N sentido de um obstáculo a superar antes de poder abrir o 99 99 99 processo penal. por quaisquer meios e a qualquer título.com. 22 Pablo Farias Souza Cruz www.. divulgação e distribuição. a sua reprodução. Diferentemente. 99 Não faz – em sentido próprio – justiça. Direito processual penal.pontodosconcursos. cópia. mas ao contrário.”8 99 N om Titularidade do Inquérito Policial 99 99 9 Quando se fala de titularidade se está a perquirir a respeito da N om e9 9 99 presidência e da condução do inquérito policial. a função do procedimento de uma om e9 preparação ao procedimento definitivo.. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. leciona: deve ser entendida no sentido 99 preliminar não 99 99 “para evitar equívocos.”7 99 99 Afirma ainda o supracitado autor: om e9 “A investigação preliminar não tem por fundamento a N pena e tampouco a satisfação de uma pretensão acusatória.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Doutrinariamente poucos tratam do fundamento do inquérito policial. Aury. enfrenta o tema para vincular o fundamento da investigação preliminar (de que é exemplo om do inquérito policial) ao fundamento de existência do próprio 99 N processo penal. 9ª ed. vedada. . Direito processual penal. senão que tem por 99 99 99 objetivo imediato garantir a eficácia do funcionamento da e9 99 Justiça. Aury.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. vedada. mas simplesmente que ajudam. nomeado e empossado em virtude de concurso público de provas e títulos do om órgão policial. assim. a sua reprodução. tem como função típica a investigação das infrações penais visando auxiliar o 99 99 99 99 N aparato de estatal de repressão do delito (REPRESSIVA).br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. tanto as policias judiciárias quanto as administrativas fazem parte do poder executivo. que é um bacharel em Direito aprovado.com. a POLÍCIA JUDICIÁRIA (civil ou federal) é aquela que om e9 99 realiza investigação e auxilia o Poder Judiciário. caro 99 candidato. N om e9 9 99 pois atua primordialmente antes do crime visando evitá-lo.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva A autoridade policial é o Delegado de Polícia ou o Delegado Federal. O fato de as polícias civis e federais serem polícias judiciárias não significa que as mesmas sejam parte da organização do poder judiciário. inibi-lo (PREVENTIVA). após sua aprovação no concurso da PC/BA. por quaisquer meios e a qualquer título. divulgação e distribuição. 23 Pablo Farias Souza Cruz www. Não se pode confundir. sendo responsável pela condução das atividades de 99 N polícia judiciária (o que esperamos que ocorra com você. o 99 quadro de uma entidade de polícia judiciária. Assim. que me assiste nesse instante e luta honestamente por 99 99 uma vida melhor).pontodosconcursos. auxiliam os órgãos desse poder. e9 99 Nesse momento vale a pena registrar a distinção entre polícia om judiciária e polícia administrativa para que o candidato tenha noção 99 N de que irá compor. Funções da policia judiciária: e9 99 ● Auxiliar do poder judiciário 99 N om ● Elaboração do Inquérito Policial 99 99 9 Já a POLÍCIA ADMINISTRATIVA é ostensiva e preventiva. 99 99 Assim. cópia. .

cópia. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CF): 99 N a) policias administrativas (ostensiva): de prevenção 99 Ω policia militar 99 99 Ω policia rodoviária e9 99 Ω policia ferroviária 99 N om Ω policia marítima 99 b) policias judiciárias (não ostensiva): repressiva 99 99 Ω estadual om e9 99 Ω federal 99 N No que tange à titularidade. 144.pontodosconcursos.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. deve-se rememorar o que falamos N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 inquérito policial. 99 a pouco.com. . a sua reprodução. vedada. divulgação e distribuição.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Vejamos então a disposição constitucional da Segurança Pública no Brasil: om Polícia (art. a respeito da característica da discricionariedade do 24 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título.

com. . 248. cópia. entre N om o fato e a autoridade existe um terceiro.pontodosconcursos. inexiste N om e9 pessoa entre o fato e a autoridade policial. p. Aqui e9 99 existe intervenção de pessoa estranha à atividade policial. No prelo a 1ª edição. vedada. divulgação e distribuição. 99 • Indireta (de cognição mediata ou provocada): É aquela onde 99 99 99 a ciência do fato é provocada por meio de ato de terceiros. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a instauração do inquérito 9 CRUZ. de forma isolada. por quaisquer meios e a qualquer título. assim. 25 Pablo Farias Souza Cruz www. 2013. 99 • Coercitiva: É a que impõe o início automático do inquérito 99 99 9 policial. o inquérito policial já se considera instaurado. Processo Penal Sistematizado. A única é a PRISÃO EM FLAGRANTE (quando o delegado lavra não sendo necessária a formalização de portaria). N om e9 9 99 a prisão em flagrante. • Inqualificada: é o ato de comunicação do fato criminoso inapto a provocar. Pablo Farias Souza. a sua reprodução. Não há intervenção 99 99 de terceiro no que tange ao conhecimento do fato. logo.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Notitia Criminis (Comunicado do crime – Notícia do crime) A Notitia criminis é o ato de comunicação da infração penal que om oportuniza o início da Investigação Criminal. ”9 N om “ e9 99 99 99 99 99 N A Notitia Criminis pode ser 99 • Direta (de cognição imediata ou espontânea): É aquela que 99 99 decorre da atividade funcional da AUTORIDADE. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense.

previamente. vedada. quando constituírem.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. salvo quando forem produzidas pelo acusado ou. assim. adote medidas informais destinadas a apurar. ainda.). om A respeito do temo eis trecho de elucidativo julgamento 99 99 N proferido pelo STF: N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 “As autoridades públicas não podem iniciar qualquer medida de persecução (penal ou disciplinar). por quaisquer meios e a qualquer título. então. cópia. a imediata instauração de “persecutio criminis”. para tal fim. a sua reprodução. já que a CF veda o anonimato. apoiando-se. mantendo-se. desde que isoladamente considerado.com. provocado por delação anônima (“disque-denúncia”. mas não do inquérito. unicamente. a formal instauração da “persecutio criminis”.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva policial. em ordem a promover. ex. 26 Pablo Farias Souza Cruz www. ou que corporifiquem o delito de ameaça ou que materializem o “crimen falsi”.). . p. desde que o faça com o objetivo de conferir a verossimilhança dos fatos nela denunciados. .pontodosconcursos. pois a mesma não inicia o inquérito. “com prudência e discrição”. Exemplo seria a delação anônima. o corpo de delito (como sucede com bilhetes de resgate no crime de extorsão mediante seqüestro. a possível ocorrência de eventual situação de ilicitude penal. contudo. divulgação e distribuição. em averiguação sumária.ex. em caso positivo. p. .Peças apócrifas não podem ser formalmente incorporadas a procedimentos instaurados pelo Estado. Permite o início da investigação. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. em peças apócrifas ou em escritos anônimos. ou como ocorre com cartas que evidenciem a prática de crimes contra a honra. que o Poder Público.Nada impede. É por essa razão que o escrito anônimo não autoriza. elas próprias.

pontodosconcursos. inquéritos policiais em andamento podem ser utilizados om apenas para valorar negativamente o acusado.asp?s1=escritos anonimos unico fundamento&numero=629&pagina=1&base=INFO 27 Pablo Farias Souza Cruz www.stf. vedada.jus. é N om possível que um escrito apócrifo ou uma delação anônima possam ser 99 99 99 utilizados como prova formal nos seguintes casos: 99 99 1) quando forem produzidas pelo próprio acusado.com. 99 99 Sobre o tema. na decisão supracitada. a) De acordo com a jurisprudência consolidada do STJ. cartas que evidenciem a prática de 99 crimes contra a honra.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva completa desvinculação desse procedimento estatal em relação às peças apócrifas. por quaisquer meios e a qualquer título. Disponível em: http://www. mas não N para aumentar a sua reprimenda acima do mínimo legal.br/portal/informativo/verInformativo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. indagou recentemente a Cespe om e9 99 aos seus candidatos: e9 9 99 99 99 9 99 N “Prova: Cespe – 2011 – DPE-MA Defensor Público. – om e9 exemplos citados pelo Ministro Celso de Mello na decisão 99 99 N comentada). o corpo de delito N (exemplos: bilhetes de resgate no crime de extorsão 99 99 mediante sequestro. Assinale a opção correta. ou. acerca do inquérito policial. que embora excepcional. divulgação e distribuição. bilhetes que corporifiquem o delito de 99 99 ameaça ou objetos que materializem o “crimen falsi”. 10 Transcrições do Informativo 629 de 2011.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a sua reprodução. delação anônima. cópia.”10 Grifos acrescidos Percebe-se. elas próprias. om e9 2) quando constituírem. .

ainda não dispensa que a 99 em funcionário om de N responsabilidade 99 necessidade de ofertar ao réu a apresentação de resposta 99 99 preliminar antes do recebimento da inicial acusatória.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva sob pena de violação ao princípio constitucional da não culpabilidade. om diretamente. mesmo diante da natureza inquisitiva do inquérito policial. vedada. e9 99 c) O membro do MP possui legitimidade para proceder. N om Gabarito: D” As demais alternativas serão justificadas com o próprio conteúdo que será desenvolvido no curso. de só.com. prática para a prestando-se 99 N apenas a embasar procedimentos investigatórios 99 preliminares em busca de indícios que corroborem 99 99 as informações.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. firmouse no sentido de que eventuais irregularidades ocorridas na fase investigatória. cópia. divulgação e distribuição. om e9 d) 99 a presidência de inquérito policial. sobre não inquérito eventual é idônea policial. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualquer título. 28 Pablo Farias Souza Cruz www. à coleta de elementos de convicção para 99 N subsidiar a propositura de ação penal. em homenagem ao 99 99 99 9 99 N om princípio constitucional do devido processo legal. e9 99 e) A recente jurisprudência do STJ. policial. . a sua reprodução.pontodosconcursos. contaminam a ação penal e9 9 dele oriunda. inclusive mediante anônima 99 notícia 99 A por si instauração 99 criminosa. b) A denúncia em processo que apura crime afiançável de embasada inquérito público.

29 Pablo Farias Souza Cruz www.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. que então e9 99 viabilizará a aplicação do direito atinente à infração penal om perpetrada. de qual tipo de ação penal 99 99 será apta a impulsionar o futuro processo penal. p. vedada. de qual tipo de crime 99 99 será investigado. objeto de estudo de nossa aula om e9 9 99 número 2. cópia. . Por isso muito do que falaremos agora.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om Espécies de Notita Criminis: 99 “ ”11 99 99 A priori. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. 250.pontodosconcursos. por quaisquer meios e a qualquer título. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. na mesma medida. da limitação para o início 99 99 9 99 da ação penal. para o estudo adequado da notitia criminis. Processo Penal Sistematizado. Sintetizando: a limitação para o início do inquérito N policial depende. No prelo a 1ª edição. deve-se om e9 lembrar do seguinte apontamento: o início da investigação N criminal dependerá. a sua reprodução. 2013.com. divulgação e distribuição. a Cespe já questionou: N “Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Perito Criminal O inquérito policial independe da ação penal instaurada para o processo e julgamento do mesmo fato criminoso. 11 CRUZ. Pablo Farias Souza. ficará melhor fixado após o estudo da ação penal. Sobre o tema. melhor dizendo. invariavelmente.

Não deixa de 99 99 9 ser. ainda sim se iniciará a investigação criminal caso a autoridade tome conhecimento da infração. o inquérito policial poderá ser instaurado independentemente N Errado 99 Certo om representação da pessoa ofendida.com. cópia. requerem. Essa comunicação criminis.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. de 99 99 99 Gabarito: Errado” e9 99 Desse modo. divulgação e distribuição. que a 99 autoridade policial instaure inquérito. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. também. 99 N → delação criminosa: caso em que qualquer um do povo pode pedir 99 99 99 que se instaure inquérito sobre determinado caso. 302 do CPP. são espécies de notitia criminis: om → de ofício: “automática”. . tratando-se de delito de ação penal pública condicionada à representação.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva razão pela qual. é aquela que independe de requerimento. uma notitia criminis “de ofício”. mas nem notitia criminis “de ofício” é um flagrante. N om e9 9 99 toda prisão m flagrante é uma notitia criminis de ofício. vedada. → representação (ou delatio criminis postulatória): está sujeita a prazo decadencial. e9 99 do fato feita por terceiro também pode ser denominada de Delatio om → prisão em flagrante: é o ato de privação lícita da liberdade. a sua reprodução. om e9 99 → requerimento: situação em que a vítima solicita a instauração do inquérito policial. pois trata das situações afetas aos crimes de ação 30 Pablo Farias Souza Cruz www. pois ainda que não se consiga enquadrar a hipótese nos incisos do art. 99 N → requisição: hipótese em que o MP ou o juiz é quem toma 99 99 conhecimento da infração penal e então pedem.pontodosconcursos. por quaisquer meios e a qualquer título. 99 N realizada em razão da certeza visual da infração penal. Assim posso afirmar.

pontodosconcursos. pois somente duas peças formais instauram inquérito policial. cópia. mediante representação do ofendido ou representante e9 99 legal. vedada.5º. Assim. hipótese em que poderão ser 99 99 99 motivadamente negados. pela autoridade 99 99 policial. om e9 99 Sobre notitia criminis. exceto 99 N quando manifestamente ilegais. 99 99 → requerimento: só o requerimento autoriza o início da investigação e9 99 policial dos crimes de Ação Penal Privada. quais sejam: a Portaria e o Auto de 31 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título. Art.com. → requisição: hipótese atrelada aos crimes de ação penal pública om condicionada à requisição do ministro da justiça. om Obs: a requisição e requerimento devem ser atendidos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. por intermédio do auto de prisão em flagrante e em virtude de delatio criminis anônima. . as “notitia criminis” listadas na afirmação. Certo Errado Gabarito: Errado” A questão acima trata do tema “notitia criminis” que é a comunicação do fato criminoso que autoriza a instauração do inquérito policial. §4º (arts. a sua reprodução. não são formas de instauração.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. após apuração preliminar. A requisição 99 NÃO está sujeito ao prazo decadencial. 38 e 39). como em algumas 99 N situações de crimes contra o Presidente da República. divulgação e distribuição.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva penal pública condicionada à representação. por meio de requisição do Ministério Público ou do N om e9 9 99 99 99 9 99 N om ministro da Justiça. a Cespe já questionou: 99 N “Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Escrivão de Polícia: 99 São formas de instauração de IP: de ofício.

isoladamente. referência para a autoridade policial. que somente oportuniza a instauração. a Prisão em 99 N Flagrante com o Auto de Prisão em Flagrante. oficialmente.pontodosconcursos. somente em casos excepcionais viabilizaria o início da investigação. no art. pois a mesma. 99 99 9 99 N Dinâmica N om e9 9 99 Entende-se por dinâmica o conjunto de atos investigativos realizados no desenvolvimento do inquérito policial. a abertura do inquérito policial. 6º. .Portaria: Se a investigação NÃO começou por flagrante. CPP – rol exemplificativo e não obrigatório. mas sim como “notitia 99 99 N criminis”. a segunda formaliza a primeira. Registre-se que não se pode confundir. divulgação e distribuição.APF: Auto de prisão em flagrante.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o 99 N nome a da peça inicial que deflagra formalmente o inquérito policial é 99 a Portaria. 99 99 . cópia. e9 99 99 99 Peça Formal que instaura o IP om . não exaustivo.com. Sobre o tema. ainda mais na escrita de questões discursivas. 99 99 configurando uma notitia criminis. om e9 99 marcando. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Enquanto a primeira é 99 o próprio fato jurídico que desencadeia a investigação criminal. Desse modo. É o que materializa a prisão om e9 99 em flagrante. vedada. por quaisquer meios e a qualquer título. basicamente. sem entrar na temática da delação anônima. o início.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Prisão em Flagrante. a Cespe já questionou: 32 Pablo Farias Souza Cruz www. notitia criminis coercitiva. a sua reprodução. ainda sim não a om teríamos como forma de instauração. A dinâmica do inquérito policial se encontra disposta.

a sua reprodução. 6º. N (Redação dada pela Lei nº 8. N om Nesse contexto. I.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva “Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Escrivão de Polícia: O desenvolvimento da investigação no IP deverá seguir. providenciando para que não se alterem o om e9 estado e conservação das coisas. vedada. 6º: Logo que tiver conhecimento da prática da infração 99 99 I . haja vista a melhor manutenção dos vestígios deixados pela infração penal (quando a autoridade N om e9 9 99 policial requerer a presença da polícia científica). alguns incisos do art. CPP).3. cópia. III .1994) (Vide Lei nº 5. necessariamente. deve-se se respeitar a proeminência técnica do 99 99 9 99 perito em relação ao local do crime.colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias.pontodosconcursos. Como não há hierarquia entre a autoridade policial e o perito – havendo apenas cisão de funções – nada impede que. 6º. brevemente. . de 28. 99 de 1973) 99 99 99 A preservação do local deve ser garantida pela autoridade que não impede que a polícia e9 99 policial (art. 99 99 99 Gabarito: Errado” N om e9 Analisemos agora. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.862. até a chegada dos peritos criminais. todas as diligências previstas de forma om taxativa no Código de Processo Penal. divulgação e distribuição. 99 99 penal. uma vez no 33 Pablo Farias Souza Cruz www. o administrativa a auxilie nesse desiderato. por quaisquer meios e a qualquer título. sob pena de ofender o 99 Errado 99 Certo N princípio do devido processo legal.dirigir-se ao local. a autoridade policial deverá: 99 Art.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.com.970.

ouvir o indiciado. com fundamento nos arts. numa interpretação livre: nada a temer por se deter e decorre do direito constitucional ao silêncio. 201. N om e9 9 99 O indiciado tem direito ao silêncio na esfera pré-processual? Sim. o que. cópia. não podendo ser obrigado a produzir prova contra si mesmo. 330. onde a vigência do princípio da 99 99 99 oportunidade relativiza essa obrigação de colaboração. 12 Expressão latina que significa. em virtude da aplicação do princípio do nemo tenetur se detegere12. devendo contribuir para a JUSTIÇA.ouvir o ofendido. devendo o 99 N respectivo termo ser assinado por duas testemunhas que Ihe tenham 99 99 9 ouvido a leitura. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CPP. om haja vista a discricionariedade que reveste a presidência do inquérito 99 99 N policial. 34 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título. om e9 99 Não tem tal direito porque não é acusada. 99 N CP (crime de desobediência) e art.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva local do crime.pontodosconcursos. om do disposto no Capítulo III do Título Vll. . divulgação e distribuição. e9 99 V . e9 99 O ofendido não tem o direito de não ir ao local. de qualquer modo. 99 A vítima não é ré nem testemunha. no que for aplicável. com observância. §1º. não obrigará o delegado a acatá-los como elementos de informação. por óbvio. não tendo direito ao silêncio 99 99 (apesar de não poder ser acusada de falso testemunho). 99 99 IV . Ressalvando-se. as situações atreladas 99 N aos crimes de ação penal privada. a sua reprodução. vedada. deste Livro. o perito também produza a colheita de elementos que sirvam para apreciação em prova pericial.com.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. podendo o om delegado conduzi-lo coercitivamente.

Ricardo Lewandowski. Neste momento. o argumento de que houvera inversão na ordem de apresentação das alegações finais. (HC-107644) 35 Pablo Farias Souza Cruz www. Dias Toffoli acompanhou o relator. da leitura dos autos. A impetração argumentava que houvera constrangimento ilegal na fase inquisitiva.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Vencido o Min. Acrescentou que a condução coercitiva do paciente visara a apuração de infração penal gravíssima. que esposa de vítima de latrocínio marcara encontro com o paciente. § 4º. O Min. como custódia ou retenção. a sua reprodução. chegar-se à autoria do crime investigado. Ante as divergências entre as versões apresentadas por aquela e pelo paciente. HC 107644/SP.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Mas tem que comparecer caso intimado. que os agentes policiais. entendeu-se que fora devidamente justificado. requeria o trancamento desta. resguardadas as garantias legais e constitucionais dos conduzidos. o que não implicaria irregularidade processual. buscar a elucidação de crime. porquanto. à situação dos autos. por sua vez. dessa forma. dera-se a estrita observância aos princípios do devido processo legal e do contraditório. em vista de posse de objeto de subtração que estivera em poder da vítima antes de sua morte. rel. então. Além disso. Ademais.2011. 13 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om Jurisprudência recente a respeito do tema: Condução coercitiva de pessoa à delegacia . fora confessado o delito. todos foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos. Enfatizou-se. Assinalou-se não haver evidência de cerceamento de defesa decorrente do indeferimento da oitiva das testemunhas arroladas pelo paciente e do pedido de diligências. as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais.pontodosconcursos. Assim. reputou-se suficientemente motivada a prisão cautelar. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. que concedia a ordem. de forma fundamentada.2 Passou-se. estabeleceria as providências a serem tomadas pelas autoridades referidas quando tivessem conhecimento da ocorrência de um delito. 6. asseverou-se ser possível à polícia. sem ordem judicial escrita ou situação de flagrância. 144. Por fim. mediante decisão transitada em julgado. sobretudo nas circunstâncias descritas. porque a magistrada. às polícias civis. Marco Aurélio. Considerou-se que. incluindo-se aí a condução de pessoas para prestar esclarecimentos. No tocante ao uso de algemas. determinara nova vista dos autos ao Ministério Público. dirigidas por delegados de carreira. solicitara a presença de policial para acompanhar a conversa e.2011. . para ser inquirido sobre fato criminoso. também. haja vista a inércia da defesa e a conseqüente preclusão dos pleitos. a teoria dos poderes implícitos. 4º). II a VI. consignou-se que a jurisprudência desta Corte firmara-se no sentido de não haver cerceamento ao direito de defesa quando magistrado. A viúva. cópia. em seguida. quais elementos de provas pretendia produzir para absolvê-lo. requeridos a destempo. desnecessária ou protelatória. após decretada a prisão temporária. vedada. autonomamente. oportunamente. em seu art. Ricardo Lewandowski. Apontou que alguns teóricos classificariam esse proceder. sob pena de condução coercitiva13. que não teria significado de prisão. Min. destacou que o STJ desprovera o último recurso do réu.1 A 1ª Turma denegou. ainda. (HC-107644) (Informativo 639. O art.9. por quaisquer meios e a qualquer título. 6º. à análise das demais alegações do impetrante. Assentou-se que a própria Constituição asseguraria. bem como nulidades no curso da ação penal. o qual estaria na posse de cheque que desaparecera do escritório da vítima no dia do crime. em razão de outros documentos juntados pela defesa nessa fase.com. durante o diálogo. HC 107644/SP. divulgação e distribuição. indefere pedido de diligência probatória que repute impertinente. 1ª Turma) grifos acrescidos pelo autor. Verificou-se. possuiriam legitimidade para tomar todas as providências necessárias. Mencionou que se poderia aplicar. ante a peculiaridade da espécie. Afastou-se a assertiva de confissão mediante tortura. Explicitou-se que a defesa do paciente não se desincumbira de indicar. habeas corpus impetrado em favor de paciente que fora conduzido à presença de autoridade policial. Observou-se que seria desnecessária a invocação da teoria dos poderes implícitos. por maioria. art.9. lastreada em elementos de convicção existentes nos autos. o paciente fora submetido a exame no Instituto Médico Legal. Em conseqüência. e mantido custodiado em dependência policial até a decretação de sua prisão temporária por autoridade competente. ao contrário. Desproveu-se. eventualmente. em que não se constatara nenhum tipo de lesão física. N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 Condução coercitiva de pessoa à delegacia . rel. do CPP. Min. 6. sob o comando de autoridade competente (CPP.

e fazer juntar aos autos sua folha de 99 N antecedentes 99 Primeiramente é importante registrar. vedada. que a Súmula 56814 do STF não se om e9 99 aplica atualmente. lei 12037/09: “Embora documento de identificação. a sua reprodução. então. com informações N om e9 9 99 tiver indício de falsificação. estando superada. 3º. 99 99 submetido à identificação criminal. CF). LVIII.ordenar 99 99 99 aula referente às provas criminais.o documento apresentado for (Informativo 639. 3º regula a situação prevista no 99 art. . LVIII. III – o indiciado portar documentos de identidade distintos. AINDA QUE O INDICIADO JÁ TENHA SIDO IDENTIFICADO CIVILMENTE. 36 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título.pontodosconcursos.037/09 em seu art. salvo quando a lei assim om A lei. II .com. se possível. 5°.pdf 14 SÚMULA Nº 568 . 5°. haja vista sua manifesta inconstitucionalidade (art. para se evitar qualquer 99 99 equívoco em concurso público.A IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL NÃO CONSTITUI CONSTRANGIMENTO ILEGAL. 99 N A Lei 12. Sobre os demais atos listados no inciso se abordará na identificação do indiciado 99 a pelo processo e9 VIII . cópia. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. poderá ocorrer a 99 N apresentado 99 99 9 identificação criminal quando: I – o documento apresentar rasura ou insuficiente para identificar cabalmente o indiciado.jus.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.br/arquivo/cms/publicacaoInformativoTema/anexo/Informativo_mensal_setembro_201 1.stf.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva VI .proceder a reconhecimento de pessoas e coisas e a acareações A acareação é o ato de colocar frente a frente testemunhas ou sujeitos envolvidos que tenham realizado depoimentos om outros 99 N divergentes. divulgação e distribuição. CF que afirma que o civilmente identificado NÃO será e9 99 determinar. dispõe: “Art. om datiloscópico. 1ª Turma) Disponível em: http://www.

. a identificação criminal poderá incluir a coleta de material biológico para a obtenção do perfil genético. que decidirá de ofício ou mediante representação da policiais o uso de outros nomes ou diferentes N registros 99 de om autoridade policial....” . exceto determinação genética de gênero. passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos: “Art.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva conflitantes entre si.2012 – Grifos acrescidos 37 Pablo Farias Souza Cruz www....5. Art. § 3o As informações obtidas a partir da coincidência de perfis genéticos deverão ser consignadas em laudo pericial firmado por perito oficial devidamente habilitado. 1o O art. divulgação e distribuição... 4o Esta Lei entra em vigor após decorridos 180 (cento e oitenta) dias da data de sua publicação.. § om único: “As cópias dos documentos apresentados deverão ser 99 N juntadas aos autos do inquérito.. A exclusão dos perfis genéticos dos bancos de dados ocorrerá no término do prazo estabelecido em lei para a prescrição do delito... cópia.. DE 28 DE MAIO DE 2012. para prever a coleta de perfil genético como forma de identificação criminal. Este texto não substitui o publicado no DOU de 29..... § 2o Os dados constantes dos bancos de dados de perfis genéticos terão caráter sigiloso. de 1o de outubro de 2009... 28 de maio de 2012. Art.. segundo despacho de autoridade judiciária competente. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.037....... e dá outras providências..com... A identificação do perfil genético será armazenada em banco de dados sigiloso.” “Art... de 11 de julho de 1984 . e 7.. de 1o de outubro de 2009...” “Art. VI – o estado de conservação ou a distância temporal e9 99 impossibilite a completa identificação dos caracteres essenciais. a sua reprodução.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. consoante as normas constitucionais e internacionais sobre direitos humanos.. do Ministério Público ou da defesa15. Altera as Leis nos 12. 5o da Lei no 12. 7o-B.. vedada.. Brasília.037. ou outra forma de investigação.. . penal e administrativamente aquele que permitir ou promover sua utilização para fins diversos dos previstos nesta Lei ou em decisão judicial.... 191o da Independência e 124o da República.. 5o-A.210........ respondendo civil. § 1o As informações genéticas contidas nos bancos de dados de perfis genéticos não poderão revelar traços somáticos ou comportamentais das pessoas.. 2o A Lei no 12. V – constar localidade da expedição do documento 99 da apresentado 99 ou 99 qualificações.” (NR) Art. 15 N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 LEI Nº 12. por quaisquer meios e a qualquer título.... IV – a identificação criminal for essencial às investigações policiais.654...... Na hipótese do inciso IV do art.... de 1o de outubro de 2009.037. 3 o. 99 99 99 99 ainda que consideradas insuficientes para identificar o indiciado”..... gerenciado por unidade oficial de perícia criminal. 7o-A... Parágrafo único.. Os dados relacionados à coleta do perfil genético deverão ser armazenados em banco de dados de perfis genéticos.Lei de Execução Penal.. genoma humano e dados genéticos. 5o . conforme regulamento a ser expedido pelo Poder Executivo.pontodosconcursos... passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único: “Art.

59. Acesso 38 Pablo Farias Souza Cruz www. vislumbramos que referidas informações 99 99 9 podem ser uteis até mesmo à elucidação de fatos diversos do N om e9 9 99 investigado.Volume I. Jus Navigandi. à agente. vedada. que define: é a atividade de produção e proteção de conhecimentos.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva IX . 59. bem como ao comportamento da vítima. 99 estabelecerá. familiar e social. Teresina. pois 99 99 além de servir para o adequado desenvolvimento das atividades de e9 99 inteligência policial investigativa. 8) apud in SILVA. ou ainda. por quaisquer meios e a qualquer título. (p. atendendo à culpabilidade. e quaisquer om outros elementos que contribuírem para a apreciação do seu 99 N temperamento e caráter. no nível operacional. haja vista a complexidade que envolve os denominados atos de inteligência policial16. pois os mesmos não se restringem aos 16 Adotamos o conceito de inteligência policial previsto no Manual de Inteligência Policial do Departamento de Polícia Federal . à conduta social. de subsidiar a produção de provas penais. 99 bem como à eventuais teses defensiva como a teoria da co- 99 99 culpabilidade por exemplo. .averiguar a vida pregressa do indiciado. exercida por órgão policial. O referido artigo dispõe: “Art. 5 dez. Disponível em: <http://jus. 2012 . divulgação e distribuição. n. Wellington Clay Porcino. às circunstâncias e 99 N conseqüências do crime.com. aos motivos. O conceito de atividade de inteligência policial. ano 17. quando atuando no nível de assessoramento. a sua reprodução.br/revista/texto/23165>. sob o ponto de vista individual. por meio do uso de metodologia própria e de técnicas acessórias. com a finalidade de apoiar o processo decisório deste órgão. om entendemos que como o trabalho de investigações policial é 99 N embasado em informações. quando for necessário o emprego de suas técnicas e metodologias próprias. aos antecedentes.com. CP: “O personalidade do om e9 99 juiz. viabiliza o início de provas em om relação às chamadas circunstancias judiciais.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 3444. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. embora se reconheça a crítica ao inciso comentado. atuando. CP) em caso de eventual condenação. conforme seja necessário e suficiente para reprovação e 99 99 prevenção do crime:” e9 99 Assim. neste caso. 99 Referido inciso não fere princípio constitucional algum. cópia. que poderão ser úteis à 99 N fixação da pena-base (art. sua condição econômica. sua atitude e estado de ânimo antes e depois do crime e durante ele.pontodosconcursos.

pontodosconcursos. não pode ser obrigado a 99 participar da reprodução. uma vez que tais dados podem fomentar maior eficácia ao gerenciamento da mais variada gama de informações om coletadas. embora 99 N legalmente possa ser obrigado a ir ao local. Tal conclusão decorre. 7º: Nesse ponto é importante registrar que o investigado. obrigatoriedade de participação do indiciado em 99 99 9 procedimentos investigatório e/ou probatórios. 39 Pablo Farias Souza Cruz www.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva atos de polícia repressiva. também contemplado pelo edital da PC/BA. do direito ao silêncio. vedada. cópia. por quaisquer meios e a qualquer título.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a sua reprodução. 2012.com. reputamos o mais adequado à provas das carreiras policiais. transcrevo lições N om e9 9 99 relacionadas à conteúdo já cobrado pela banca Cespe em concurso da carreira policial e que guarda íntima interdependência com o assunto Provas. em: 6 dez. novamente. no caso concreto. . de modo a não viciar o processo de produção probatória (ou de colheita de elementos de informação). divulgação e distribuição. vejamos: “O que se deve perquirir. 99 N Sobre o tema. é a não invasividade da prova produzida. 99 N Embora não seja pacífico o entendimento que acabamos de 99 99 99 expor. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. já que também contribuem à função de polícia preventiva. om e9 99 Deveres da autoridade policial 99 N São ainda atribuições da autoridade policial na condução do 99 99 99 inquérito policial: om e9 99 Presidir a reprodução simulada dos fatos: + art. e9 99 Observe que tal reprodução NÃO pode contrariar a moralidade om ou a ordem pública. entendo-se aqui por participar como tomar 99 99 parte ativa.

abandona um copo que utilizou voluntariamente para beber água. esta só poderá ser colhida. nada impede que o delegado apreenda o referido objeto 99 N como material subsumível ao exame de DNA. nem mesmo depende de um comportamento ativo do mesmo) há licitude em tal submissão.pontodosconcursos. pois a colheita do 99 material probatório não se deu de modo invasivo. ser obrigado a participar de 99 uma reprodução simulada dos fatos. regra geral. na leitura do excerto abaixo. dentre outras prerrogativas básicas. Trata-se. . legitimamente. Novamente. (b) o direito de não ser compelido 40 Pablo Farias Souza Cruz www. retirado de decisão do STF. 99 99 Nesse diapasão. 99 Questão polêmica é a que se refere aos atos probatórios 99 99 capazes de prejudicar o envolvido. escritos de autoria 99 N do suspeito. ao prestar depoimento na om e9 99 delegacia. por exemplo. a conclusão parece ser diferente: “Aquele que sofre persecução penal instaurada pelo Estado tem. 99 N já se submete à produção probatória. é que se conclui que 99 N o investigado não pode. por exemplo. cópia. Desse raciocínio. entendemos que. com a aquiescência do indivíduo suspeito. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. do ato de om reconhecimento pessoal. a sua reprodução.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. mesmo que este não tome parte e9 99 ativa em seu procedimento. Entretanto. 99 99 9 como não há invasividade na produção probatória (pois tal ato não N om e9 9 99 interfere na integridade corporal do envolvido. poderá realizar o referido exame. onde o investigado ou réu. Em que pese nosso entendimento.com. se a polícia encontrar. vedada. neste om último caso. embora seja obrigado à 99 99 comparecer à mesma e que o réu não é obrigado à oferecer padrões e9 99 gráficos para realização de exame grafotécnico. por quaisquer meios e a qualquer título. divulgação e distribuição. se tivermos diante de prova invasiva. se um investigado. em conluio com o princípio do nemo tenetur om se detegere ou nemo tenetur se ipsum accusare.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva haja vista que. comparecendo. (a) o direito de permanecer em silêncio.

conforme princípio adotado pela doutrina e jurisprudência do “nemo tenetur se detegere (privilege against self-incrimanation)”. tais como a reprodução simulada (reconstituição) do evento delituoso e o fornecimento de padrões gráficos ou de padrões vocais para efeito de perícia criminal (HC 96. não poderá obstar o prosseguimento da investigação. cópia. da reprodução simulada dos fatos e do procedimento de identificação datiloscópica e de reconhecimento. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. v. que. Rel. recentemente.pontodosconcursos. Ocorre que em determinada situação. in verbis: N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 “97 . eis que o sistema processual traz em seu bojo o direito de não produzir prova contra si mesma. CELSO DE MELLO.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. os casos de necessidade de identificação HC 99. fazem menção ao processo de identificação criminal. sendo compelido a se submeter a alguns procedimentos.g. Min.219MC/SP. por quaisquer meios e a qualquer título. Dessa forma.Indeferido A assertiva apontada como errada deve ser mantida. 99 99 ressaltamos as justificativas apresentadas pela própria banca. como.289 do STF. por exemplo. ativa ou passivamente. verificamos admissão do raciocínio que N adotamos em prova realizada pela banca CESPE. como por exemplo. além do direito de não fornecer material para comparação em exame pericial. de procedimentos probatórios que lhe possam afetar a esfera jurídica.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva 99 99 99 99 99 N om a produzir elementos de incriminação contra si próprio nem de ser constrangido a apresentar provas que lhe comprometam a defesa e (c) o direito de se recusar a participar. a ele é conferida a faculdade de não participar de alguns atos investigativos. 99 99 99 ainda. 41 Pablo Farias Souza Cruz www.com. vedada.).Como o sistema processual penal brasileiro assegura ao investigado o direito de não produzir provas contra si mesmo. . divulgação e distribuição. decisão do ano de 2009.”17 Grifos acrescidos om e9 Contudo. prevista na legislação de regência. a sua reprodução. Precedentes. 17 Justificativa da Cespe: 97 E .

MAS deverão elas se declarar suspeitas. São Paulo: Saraiva. vedada. São Paulo: Editora RT. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. a sua reprodução. 2013. p. p.br/concursos/DPF_12_AGENTE/ 19 CRUZ. 13. 2009. Processo Penal Sistematizado. Disponível em: http://www. 37. investigação policial e direitos do investigado. 42 Pablo Farias Souza Cruz www.pontodosconcursos. policial: “I . por quaisquer meios e a qualquer título.160/162. 4ºed. divulgação e distribuição. Em conclusão. No prelo a 1ª edição. 18 Prova de Processo Penal para o cargo de Agente da Polícia Federal elaborada em 2012 com as justificativas realizadas pela própria banca.unb. No mesmo sentido conferir: NUCCI. ed. P126.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Curso de processo Penal. 468/470. 5. rev. quando ocorrer 99 99 motivo legal. Em doutrina conferir a lição de BONFIM. cópia. encontra-se expressamente previsto nos seguintes pontos do edital:1. O objeto de avaliação do item em tela. CPP: “Incumbirá ainda à autoridade às autoridades judiciárias as om informações necessárias à instrução e julgamento dos N processos”. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. N om Vejamos os dispositivos acima esquematizados. 2. Guilherme de Souza. não há amparo para anulação do gabarito preliminar. sob todos os ângulos que se examine o presente recurso.com. Edilson Mougenot.cespe.fornecer e9 9 99 99 99 9 99 Art. 2009.1 e 2. . “caput”.6. Manual de Processo Penal e Execução Penal. e ampliada. 2.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva N om e9 99 99 99 99 99 N om datiloscópica e ao procedimento de reconhecimento de pessoa. Pablo Farias Souza. CF).ª.”18 Grifos acrescidos”19 om e9 99 99 99 99 99 Dever de se declarar suspeita N Não se poderá opor suspeição às autoridades policiais nos atos 99 99 do inquérito. Situação atrelada ao princípio da moralidade da e9 99 administração pública (art.

mas deverão om e9 99 elas declarar-se suspeitas. instaurou o inquérito policial. com o objetivo de apurar o conteúdo das ofensas proferidas. 99 Após receber a requisição judicial. . delegado de polícia que já 99 99 investigara Juvenal em outras ocasiões. No dia dos testemunhos. o MP requereu o arquivamento do inquérito policial relativo ao delito de furto. Revoltado com a atuação de seu patrono.cumprir os mandados de prisão expedidos om pelas autoridades judiciárias”. Juvenal demitiu. Juvenal compareceu à delegacia. o crime de roubo em om e9 outras oportunidades. quando ocorrer motivo legal”. acompanhado de advogado. Posteriormente. Em seguida. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 Art. 107. 99 Durante interrogatório. o causídico requereu vistas do inquérito policial. divulgação e distribuição.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva “II . 99 N Sobre o tema confira a questão da Cespe: 99 “Prova: Cespe – 2012 – DPE – SE – Defensor Público. o que foi acatado pelo juízo. Sabendo da notícia.com. outro membro do Parquet. processado criminalmente pelo crime 99 99 de furto. Verificando a ausência de suporte probatório mínimo. 99 N “IV . o juiz que presidia a audiência expediu ofício à delegacia de polícia. confessou ter praticado. vedada.realizar as diligências requisitadas pelo juiz ou pelo Ministério Público”. CPP: “Não se poderá opor suspeição às 99 99 autoridades policiais nos atos do inquérito. cópia. lavrando termo circunstanciado e instaurando inquérito policial para apuração do crime de injúria.pontodosconcursos. reexaminando os 43 Pablo Farias Souza Cruz www.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o que também não foi permitido pela autoridade policial.representar acerca da prisão preventiva”. ofendeu e agrediu fisicamente o advogado na frente do delegado. a sua reprodução. Juvenal. requisitando a 99 N instauração de inquérito policial para apurar os delitos cometidos. e9 99 determinando a oitiva de testemunhas. “III . Aderbal. também. com o N om e9 9 99 99 99 9 99 N om objetivo de indagar as testemunhas. o que foi indeferido pelo delegado. por quaisquer meios e a qualquer título. que entendeu por bem agir de ofício.

99 c) O CPP proíbe a apresentação de exceção de suspeição 99 contra a autoridade policial que preside o inquérito. Assim. 99 99 independentemente do surgimento de novas evidências. ofereceu denúncia contra Juvenal pelo crime de roubo. cópia. 99 N participação 99 desrespeitando os princípios constitucionais do contraditório e da Não constitui e9 99 e) 99 99 ampla defesa. d) O delegado de polícia não agiu corretamente ao indeferir a do acusado nos atos instrutórios do inquérito. constitucional violação implícito. o do fato princípio de a acusatório. a sua reprodução. o arquivamento do 99 N inquérito policial por ausência de suporte probatório mínimo ao início de reexame do acervo de provas 99 caso 99 da ação penal não impede o posterior oferecimento de denúncia em produzidas. e9 9 99 Representar pela Prisão temporária e Prisão Preventiva N om Arbitrar Fiança nos caso admitidos em lei20 20 Atentar para a amplificação da hipótese com a alteração legislativa ocorrida em 2011 que estendeu o papel do delegado no arbitramento de fiança para uma gama maior de crimes.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.com. vedada. . por quaisquer meios e a qualquer título. Juvenal procurou a DP para obter orientação jurídica sobre o caso. visto que 99 N tem o dever de assim agir quando na presença de crime. Com base na situação hipotética acima apresentada. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. e9 b) O delegado de polícia agiu corretamente ao instaurar de ofício om inquérito policial para a investigação do crime de injúria. autoridade princípio judiciária ter Gabarito: C” 99 99 9 99 N om requisitado a instauração de inquérito policial contra Juvenal.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva autos. assinale a opção correta a respeito do inquérito policial. om a) De acordo com a jurisprudência do STF. 99 99 não seria possível arguir a suspeição do delegado de polícia om e9 que investiga os crimes supostamente cometidos por Juvenal.pontodosconcursos. divulgação e distribuição. 44 Pablo Farias Souza Cruz www.

do curador. om e9 99 99 99 Restituição (art. . poderá ser 99 N ordenada pela autoridade policial ou juiz. o juiz ordenará. §1º) e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Art. §º. CPP: “Quando houver dúvida sobre a integridade do defensor. cópia. e9 99 “§1º: O exame poderá ser ordenado ainda na fase do om inquérito.com. de ofício ou a requerimento do 99 descendente. 120. 120) Art. vedada. 10. O relatório é a peça de encerramento do Inquérito Policial. 99 99 99 desde que não exista dúvida quanto ao direito do reclamante:” e9 99 Lavrar TCO – é o substituto do Inquérito Policial na apuração om dos crimes de menor potencial ofensivo. CPP: “A restituição. §§1º e 2º. quando cabível. 149. mediante representação da autoridade policial ao juiz 99 99 N competente”. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.pontodosconcursos. seja este submetido a 99 99 exame médico-legal”. 149. por quaisquer meios e a qualquer título. 45 Pablo Farias Souza Cruz www. a sua reprodução. mediante termo nos autos. N Público. irmão ou cônjuge do acusado. divulgação e distribuição. do ascendente.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal Representar pelo Insanidade mental (art. 99 Ministério om mental do acusado. Forma de investigação mais 99 99 9 99 N célere prevista na lei 9099/95. N om e9 9 99 Encerramento Art.

a sua reprodução. que serão abordadas no capítulo referente às prisões. CPP: “O inquérito deverá terminar no prazo de 10 om e9 99 dias. om e9 99 São prazos DILATÓRIOS. 46 Pablo Farias Souza Cruz www. divulgação e distribuição. . o delegado terá que liberá-lo ou 99 99 99 representar por uma prisão cautelar diversa22).com. o que não significa om que não acarretaram nenhum tipo de consequência jurídica (se. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.pontodosconcursos. ou no prazo de 30 dias. por 99 N exemplo. mormente após as alterações realizadas em 2011. 22 Situação rara. pois podem ser prorrogado. 10. 99 99 N → Prazo comum (art. o indiciado estiver preso. a Cespe já questionou aos candidatos: om “Prova: Cespe – 2011 – TJ – ES – Analista Judiciário – N Direito. ou estiver preso preventivamente. não impedindo a realização do ato após a sua fluência. vedada. se o indiciado tiver sido preso em flagrante. contado o prazo. nesta hipótese. a partir do dia em 99 N que se executar a ordem de prisão.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. quando 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 99 estiver solto. 21 Prazo impróprio é aquele que não acarreta sanção de natureza processual. cópia.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Prazos Tratam-se aqui de prazos IMPRÓPRIOS21. mediante fiança ou sem ela”. por quaisquer meios e a qualquer título. 10) 99 99 Art. e9 9 99 Sobre o tema.

usa- 99 N se a regra geral (30 dias). Já que om e9 99 referida lei não prevê prazo para o inquérito policial do réu solto. a Cespe questionou aos candidatos: 23 Lei que organiza a Justiça Federal: Art. . o prazo para a conclusão do inquérito será de quinze dias. O prazo para conclusão do inquérito policial será de quinze dias. o prazo para a 99 N conclusão do inquérito será de trinta dias. e caso o agente esteja solto. podendo. ser prorrogado. 99 Errado 99 Certo 99 também.com. e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 Drogas: 99 99 99 Economia popular: 10 dias – solto ou preso. podendo ser om prorrogado. podendo ser prorrogado por mais quinze dias. Ao requerer a prorrogação do prazo para conclusão do inquérito. caso o indiciado esteja preso. a pedido.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Via de regra. cópia. em crimes de atribuição da polícia civil estadual. om e9 99 Gabarito: Errado” 99 99 N → Prazos especiais: 99 99 Polícia Federal: Preso – 15 + 15 (Lei 5010/6623).pontodosconcursos. 66. Parágrafo único. quando o indiciado estiver prêso. por quaisquer meios e a qualquer título. divulgação e distribuição. a sua reprodução.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 47 Pablo Farias Souza Cruz www. devidamente fundamentado. vedada. N om Sobre o tema. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. da autoridade policial e deferido pelo Juiz a que competir o conhecimento do processo. a autoridade policial deverá apresentar o prêso ao Juiz.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. portanto. por quaisquer meios e a qualquer título.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Quando se tratar de crimes relativos ao tráfico de drogas. .com. 48 Pablo Farias Souza Cruz www. om o prazo para a conclusão do inquérito policial é de 30 podendo ser duplicados. pela inexistência de materialidade autoria. o prazo que irá incidir será o previsto na lei de drogas 99 99 posterior à Lei 5010/66.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva “Prova: Cespe – 2012 – PC-AL – Delegado de Polícia. cópia. um resultado anômalo da investigação. É.pontodosconcursos. a sua reprodução. ou a fragilidade de indícios suficientes para determinar a 24 CRUZ. om e9 99 Gabarito: Certo” 99 N Nesse âmbito poderia se indagar: Qual o prazo para apuração 99 do Inquérito Policial que investiga Tráfico Internacional de Drogas? 99 99 Responde-se: Embora tal infração seja comumente apurada pela om e9 99 Polícia Federal. No prelo a 1ª edição. vedada. na maioria da vezes. provocado. Pablo Farias Souza.: Somente o Juiz. 2013. se estiver pedido 99 99 justificado da autoridade de polícia judiciária. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. p. N om e9 9 99 delitiva. Processo Penal Sistematizado.”24 Quem pode arquivar? R. se o indiciado estiver preso e de 90 dias. mediante 99 solto. pois além de ser uma norma especial é e9 99 99 99 Arquivamento om “Arquivamento é o ato judicial que implica na finalização das 99 N investigações em virtude da ausência de interesse útil à sua 99 99 9 continuidade. após a oitiva do MP. 260. N (esquematização acima). divulgação e distribuição. 99 N dias.

pontodosconcursos. 28 do CPP soluciona a questão refletindo 99 N Ministério Público. pois como se verá. 99 99 proeminência da posicionamento do Ministério Público em detrimento e9 99 da vontade do magistrado. ou” N om e9 9 99 Art. divulgação e distribuição. no conflito entre o MP e o Juiz. 99 99 9 99 N om exercício da ação penal. 395.com.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Arquivamento. Quem decide => Juiz. sendo que a doutrina faz analogia com 99 99 Assim. 395. portanto.: As contidas no art. é um ATO COMPLEXO (demanda manifestações de órgãos diferentes). STF: Depois de ordenado arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária. .: A lei não é expressa. Mais adiante teceremos maiores detalhes. 99 quando:” 99 N Art. por falta de base para a denúncia. a sua reprodução. a autoridade policial 49 Pablo Farias Souza Cruz www. por quaisquer meios e a qualquer título. e9 99 “II . indaga-se: Quais seriam as hipóteses de arquivamento? om e9 99 R. 99 N R. CPP: “A denúncia ou queixa será rejeitada 99 99 “I .br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. vedada. 18 + Súmula 524. Falo que quem define é o uma certa 99 o art.faltar pressuposto processual ou condição para o “III .faltar justa causa para o exercício da ação penal”.for manifestamente inepta”. cópia. om Indaga-se: Em que casos se admite o arquivamento? 99 as hipóteses de rejeição da denúncia. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. om Quem define => Ministério Público. por analogia.

. om e9 99 Gabarito: Certo” N Súmula 524. 18). 25 O STJ entende que tanto o dispositivo legal como o verbete sumular se referem à prova substancialmente nova. 99 99 99 Quem desarquiva inquérito é o MP. CPP: “Depois de ordenado o arquivamento do om inquérito pela autoridade judiciária. admite-se que a autoridade policial realize novas Errado 99 99 Certo 99 99 diligências.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. não pode a ação Com base na constatação de que a persecução penal. a Cespe questionou: om e9 99 “Prova: Cespe – 2011 – PC/ES – Escrivão de Polícia.com. a sua reprodução. entendida essa como a que tem aptidão para formar novo convencimento a respeito do caso penal. cópia. divulgação e distribuição. por falta de base para a 99 N denúncia. a requerimento do promotor de Justiça. SE de OUTRAS PROVAS 25 tiver notícia (art. 99 N 524. e9 99 Art. se de outras provas tiver notícia. 18. por quaisquer meios e a qualquer título.pontodosconcursos. C/C om Não pode a ação penal ser iniciada SEM NOVAS PROVAS (S. STF: “arquivado o inquérito policial por despacho 99 99 9 99 do juiz. em qualquer de suas fases. a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas. vedada. por falta de elementos que evidenciem a justa N causa. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. tem aptidão para prejudicar o status N om e9 9 99 penal ser iniciada sem novas provas”. STF).Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva poderá proceder a novas pesquisas. 50 Pablo Farias Souza Cruz www. se 99 de outras provas tiver notícia”. Arquivado o IP. 99 99 Sobre o dispositivo.

Rio de Janeiro: Lumen Juris. vedada. efetivamente. a coisa julgada material é aquela que impede a 26 Prova substancialmente nova é aquela que. Contudo alertamos o candidato que. aduzindo informações que autorizam. classicamente.que admite com maior facilidade a 99 reabertura do inquérito policial . Paulo. como fora do processo em que foi elaborada. tanto em uma prova objetiva quanto em uma prova 99 N subjetiva. . Direito Processual Penal. cópia.com. a interpretação flexível . divulgação e distribuição. em caso de um eventual não agir para om satisfazer sentimento ou interesse pessoal. dois tipos de coisa julgada. mas que muda por completo quadro probatório. N om e9 9 99 Por outro lado. já existia e não foi “produzida” no momento oportuno. 2010. a depender da situação om relatada. om e9 99 O arquivamento e a coisa julgada no inquérito policial 99 N Por coisa julgada se entende a imutabilidade que atinge o 99 comando que emerge da sentença. a sua reprodução. ed. 217). entendemos que a oferta de nova denúncia deve se pautar em provas substancialmente novas26. haja vista o risco da incidência do tipo e9 99 penal de prevaricação. por quaisquer meios e a qualquer título.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva dignitatis do indivíduo. p. 51 Pablo Farias Souza Cruz www. discussão da questão decidia. Destarte. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. não se ampliando à outras relações processuais. que são e9 99 distinguidas em virtude da amplitude de seus efeitos. om A coisa julgada formal se implementa quando impede a 99 N discussão da questão decidia somente dentro do processo em que foi 99 99 9 proferida.pontodosconcursos. só os limites do 99 N questionamento lhe oportunizará a resposta mais adequada diante do 99 99 99 caso concreto. 99 99 Há.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a propositura de ação penal (RANGEL.pode ser a mais conveniente em 99 99 provas da carreira policial. 17. tanto dentro. no caso de arquivamento do inquérito policial. se ampliando à outras relações processuais.

mas à DESPACHO JUDICIAL. . apesar do instituto da coisa julgada se referir à processo. não se refere à decisão 99 N judicial ou sentença. onde a banca inquérito policial não gera preclusão.br/concursos/AGUPGF2010/arquivos/AGU10_001_1. uma vez arquivado o inquérito a pedido 99 99 a ação penal. cópia. a sua reprodução. facilmente N om e9 9 99 quando a decisão que o arquiva se pauta na inexistência de CRIME. 99 Nesse contexto.27 99 do promotor de justiça. por quaisquer meios e a qualquer título. o tema foi cobrado em prova para o cargo de a seguinte 99 correta afirmativa: O arquivamento do om e9 considerou 99 99 procurador federal. o Supremo tem ido além. onde não se enquadra o inquérito como processo (mas como procedimento). 99 Outros afirmam que a decisão estaria submetida à cláusula 99 99 “rebus sic stantibus”. divulgação e distribuição. somente com novas provas pode ser iniciada e9 99 Se o fundamento do arquivamento é a atipicidade do fato. Ademais. sendo uma decisão tomada 99 N rebus sic stantibus. todavia. 99 99 9 afirmando que é impossível o desarquivamento de inquérito policial fazendo alusão à coisa julgada material também na hipótese de arquivamento que reconhece excludente de ilicitude do fato. conforme se 99 N percebe na jurisprudência atual do STF. Nesse contexto citamos alguns precedente do STF. o om que ocorrerá é a COISA JULGADA MATERIAL. e9 99 Há ainda quem prefira a utilização do termo Preclusão om Consumativa. STF.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Logo.cespe. pois a Súmula 524.pdf 52 Pablo Farias Souza Cruz www. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.pontodosconcursos. há om quem diga que a decisão de arquivamento pode fazer coisa julgada 99 N formal.unb.com. elaborada pela Cespe em 2010. vedada. não tecnicamente adequada à concepção clássica. aptos ao questionamento através de perguntas objetivas e subjetivas: 27 Disponível em: http://www.

HC 87395/PR. o que impediria seu posterior desarquivamento. quando comprovada a atipicidade do fato. quando o arquivamento decorre do reconhecimento da existência de excludente de ilicitude (CP. Registrou orientação da Corte no sentido de que. 1ª parte). produzir-se-ia coisa julgada material. deferiu o writ para determinar o trancamento da ação penal. quando reconhecida a legalidade e licitude desse. Marco Aurélio. a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas. com fundamento no art. vedada. cópia.2010. 512 e 569. 18 do CPP (“Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária. tal como não seria admissível o desarquivamento do inquérito policial pelo surgimento de provas novas que revelassem a tipicidade de fato 53 Pablo Farias Souza Cruz www.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Desarquivamento de Inquérito e Excludente de Ilicitude -3 e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om O Tribunal retomou julgamento de habeas corpus. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. destarte. 23. Diante dessas novas provas.pontodosconcursos. o parquet oferecera denúncia contra os pacientes. Joaquim Barbosa. Na espécie. Pretende-se o trancamento da ação penal — v. rel. o Ministério Público reinquirira testemunhas e concluíra que as declarações destas. arquivado o inquérito policial com base na inexistência do crime. Min. O Min. Aduziu. por reputar que o arquivamento do inquérito policial — realizado a partir do reconhecimento de que houvera legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal — fizera coisa julgada material. Ricardo Lewandowski. II e III. contidas naquele. (HC-87395) N om e9 9 99 99 99 9 99 N om Desarquivamento de Inquérito e Excludente de Ilicitude -4 Enfatizou não vislumbrar diferença ontológica entre a decisão que arquiva o inquérito. teriam sido alteradas por autoridade policial. por quaisquer meios e a qualquer título. que. remetido ao Pleno pela 1ª Turma. por falta de base para a denúncia.”). em voto-vista. art. a sua reprodução. após o arquivamento do inquérito. se de outras provas tiver notícia. Informativos 446. acompanhando a divergência iniciada pelo Min. .com. divulgação e distribuição. em que se discute a possibilidade de desarquivamento de inquérito policial. porquanto ambas estariam fundadas na inexistência de crime e não na mera ausência ou insuficiência de provas para oferecimento de denúncia. e aquela que o faz.8. 26. e posterior oferecimento de denúncia.

CPP determina a submissão da questão ao Procurador Geral. Com o perdão pela rima tacanha. MP x Juiz art. Assim. Ayres Britto. Asseverou que. 99 N entre Promotor de Justiça e Juiz no que tange ao arquivamento.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o Tribunal determinou a suspensão do processo penal.pontodosconcursos. por quaisquer meios e a qualquer título. visualmente e auditivamente: Promotor 99 99 versus Juiz.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om anteriormente considerado atípico pelas provas existentes.8. na situação dos autos.2010. Presidente. HC 87395/PR. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Após o voto do Min. cópia. diante do acervo probatório apurado. rel. também seria inviável o desarquivamento na hipótese de fato julgado lícito com apoio em provas sobejamente colhidas.htm 54 Pablo Farias Souza Cruz www.jus. 28 do CPP N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 veja. Procurador é quem diz. Cezar Peluso.br/arquivo/informativo/documento/informativo597. Por fim. 28.com. a sua reprodução. deixara de oferecer denúncia e requerera o acolhimento das mencionadas excludentes de ilicitude. mas sim de um pronunciamento de mérito. Ricardo Lewandowski. sem perder tempo:) Se o MP quer arquivar e o Juiz não concorda com o pedido => O art.stf. . Min. divulgação e distribuição. em conseqüência. o Ministério Público. anterior ao oferecimento da denúncia e que corresponderia à absolvição sumária. 28 Disponível em: http://www. concluíra que o fato investigado não seria criminoso e. o arquivamento não decorrera de mero encerramento de investigações improfícuas. (HC-87395)28 grifos crescidos pelo autor om e9 99 Agora vamos à outro tema bem frequente nas provas de processo penal. que seguia a divergência. o que fora acatado pelo juízo de origem. 26. vedada. pediu vista dos autos o Min. Trata-se da solução a ser definida diante do conflito registre 99 Primeiro. até conclusão deste julgamento.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. divulgação e distribuição. designará outro órgão do Ministério Público para oferecê-la. e este oferecerá a 99 N denúncia. deverá indeferir o pedido e determinar o imediato início da ação penal. vedada. 28. pedir o arquivamento do inquérito. om e9 99 Vejamos então o importante dispositivo legal: 99 N Art. a sua reprodução. submetendo a questão à apreciação 99 do Procurador Geral. após analisar as conclusões do inquérito policial.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Quando o MP não quer arquivamento => denuncia ou pede novas diligências. por quaisquer meios e a qualquer título. ao qual só então estará o juiz e9 99 99 99 obrigado a atender”. o juiz. ao contrário. CPP: “Se o órgão do Ministério Público. fará remessa do inquérito ou peças de informação ao procurador-geral. se entender improcedentes as razões do promotor. . no caso de considerar om e9 99 improcedentes as razões invocadas. Certo ou Errado Gabarito: Errado” 55 Pablo Farias Souza Cruz www. entende 99 N que não é caso de arquivamento. não apresentar denúncia.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. da Obrigatoriedade. que é o chefe institucional e administrativo do 99 99 Ministério Público. o juiz. requerer o arquivamento do inquérito policial 99 99 ou de quaisquer peças de informação. Se o promotor de justiça. fiscalizando o P. N om e9 9 99 99 99 9 99 N om Sobre o tema. 99 ou insistirá no pedido de arquivamento. a Cespe já questionou: “Prova: Cespe – 2012 – TER/RJ – Analista Judiciário.com.pontodosconcursos. mas. cópia. ao invés de 99 apresentar a denúncia. Assim. a discussão acima apontada ocorre quando o MP pede om arquivamento e o juiz.

entendimento minoritário. é o 99 N fenômeno de ordem processual decorrente de o titular da ação penal sem expressa 99 99 indiciados. 28 o Procurador Geral pode: • Concordar com o juiz e denunciar. Afrânio Silva. mas que pode ser 99 99 conveniente de acordo com a composição da banca exminadora. Direito processual penal. Mas há quem entenda que. há 99 independência funcional. as espécies 99 ainda 99 N Sobre o arquivamento do inquérito policial deve-se elencar. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. que sucintamente. p. Ao reafirmar esse entendimento. Jurisprudência recente a respeito do tema: INFORMATIVO Nº 605 TÍTULO Inquérito Policial e Arquivamento Implícito PROCESSO HC . 99 99 9 Em que pese o delineamento doutrinário feito acima. • Designar outro PROMOTOR para ofertar a denúncia. om e9 99 • Insistir no arquivamento.com.104356 O sistema processual penal brasileiro não prevê a figura do arquivamento implícito de inquérito policial. São espécies de arquivamento: “Arquivamento implícito: segundo Afrânio Silva Jardim. . que a doutrina e a om e9 99 99 99 jurisprudência têm apontado. vedada. ainda assim.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a figura N om e9 9 99 do arquivamento implícito é majoritariamente repelida pela doutrina e pela jurisprudência30 que entendem que o arquivamento só ocorre 29 JARDIM.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Na situação do art. a 1ª Turma denegou habeas corpus em que se sustentava a sua ocorrência em razão de o Ministério Público estadual haver denunciado o paciente e co-réu. 170. 2003. Quando manifestação ocorre omissão ou justificação quanto ao deste fato o om arquivamento será implícito objetivo. a sua reprodução. cópia. quando ocorre omissão quanto 99 N ao agente o arquivamento será implícito subjetivo.pontodosconcursos. om A grande maioria entende que este último promotor TEM que 99 N oferecer a denúncia. os quais não 30 56 Pablo Farias Souza Cruz www. 99 deixar de incluir na denúncia algum fato investigado ou algum dos e9 99 procedimento29. por quaisquer meios e a qualquer título. Rio de Janeiro: Forense. divulgação e distribuição. 11 ed.

conforme já se manifestou o STJ. deve interpretar o pedido de declinação de incompetência como um forma indireta de 99 99 99 99 N pedir arquivamento. Ricardo Lewandowski.com. a sua reprodução. o que impediria a propositura da ação penal naquele momento. Ademais. 99 entendendo ser competente. Min. nos moldes do que dispõe o art. quando presentes indícios de autoria e prova de materialidade do delito.2009). Ressaltou-se que a ação penal pública incondicionada submeter-se-ia a princípios informadores inafastáveis. Concluiu-se pela higidez da segunda denúncia. rel.2009). logo. obrigatoriamente. art. 18 e Enunciado 524 da Súmula do STF). A situação clarifica lacuna em nosso om sistema que não prevê a solução para o conflito entre atribuição e 99 N jurisdição.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva com base em decisão judicial expressa. deveria dela constar.2010. ao Ministério Público o oferecimento de denúncia.stf. vedada.jus. HC 104356/RJ. o juiz. não poderia ser obrigado a remeter o 99 99 caso para o juiz que reputa incompetente e nem poderia receber a om e9 99 denúncia. Desse modo. (HC-104356). por quaisquer meios e a qualquer título.4. da autoridade judicial (CPP. pois a mesma não foi ofertada.br/portal/informativo/verInformativo. . consignou-se que o Ministério Público esclarecera que não incluíra o paciente na primeira denúncia porquanto.pontodosconcursos. segundo o qual incumbiria. aduziu-se não importar.asp?s1=indivisibilidade ação penal&numero=605&pagina=2&base=INFO 57 Pablo Farias Souza Cruz www. por ter sido identificado antes do oferecimento da primeira peça acusatória. Alegava a impetração que o paciente. seguido do deferimento. art. de qualquer forma. ao se mostrar manifesto o interesse da coletividade no desencadeamento da persecução sempre que as condições para tanto ocorrerem. se a identificação do paciente fora obtida antes ou depois da primeira peça. registrouse que. cópia. 28). salientou-se que a ocorrência de arquivamento deveria se dar após o requerimento expresso do parquet. pois o pedido de arquivamento deveria ser explícito (CPP. ao contrário do que afirmado pela defesa. Alguns precedentes citados: RHC 95141/RJ (DJe de 23. N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 incluídos em denúncia oferecida anteriormente contra terceiros. Grifos acrescidos Disponível em: http://www. HC 92445/RJ (DJe de 3. igualmente explícito.10. 18 do CPP. Em seguida. o princípio da indivisibilidade não se aplicaria à ação penal pública. divulgação e distribuição. om Arquivamento indireto: ocorre no momento em que o Ministério 99 N Público. não oferecendo denúncia por entender ser incompetente a 99 autoridade jurisdicional. especialmente o da indisponibilidade. vê sua manifestação ser interpretada como 99 99 um pedido de arquivamento indireto pelo juiz que discorda da e9 99 justificativa apresentada. não dispunha de sua identificação. Nesse sentido. Inicialmente.10. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Explicou-se que a indisponibilidade da denúncia dever-se-ia ao elevado valor social dos bens tutelados por meio do processo penal. 19. de acordo com a jurisprudência do Supremo.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.

28. Nestor. requerendo 99 99 arquivamento. conforme bem aponta Nestor Távora31. vedada. já que e9 99 quem o solicita é a mesma autoridade que tem atribuição para defini- om lo. 264/266. Curso de direito processual penal.”33 31 TÁVORA. O exemplo seria do caso em que a vítima. por quaisquer meios e a qualquer título. no fundo já estaria determinando o mesmo. Ed.102. num 99 99 9 crime de ação penal pública condicionada. p. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 12. Nestor. p. p. Assim.com. mediante requerimento do interessado. remetendo a questão ao Procurador Geral. pois dentro do prazo da representação ainda seria possível que vítima se retratasse da retratação. retratasse sua N om e9 9 99 representação antes da denúncia ser oferecida. a decisão de arquivamento determinada pelo Procurador Geral de Justiça em feitos 99 99 N de atribuição originária (art. em virtude de 99 prerrogativa de função.pontodosconcursos. por exemplo. entretanto poderia ser efêmero. 3ª ed. Curso de direito processual penal. onde o Procurador. 99 99 Arquivamento provisório: Segundo Nestor Távora32.102. o MP promoveria o pedido de arquivamento. pois o mesmo estaria inviabilizado de invocar o art. . TÁVORA. divulgação e distribuição. inciso XI da Lei 8625/93). que.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Nesse caso o Juiz aplicará em analogia o art. Juspodivm. No prelo a 1ª edição. 2009. estaríamos diante de mera homologação a ser feita pelo 99 N Tribunal. 2009. Juspodivm. Rio de Janeiro: Grupo Gen: Forense. 99 Entretanto. a sua reprodução. cópia. 28 do CPP. mas por ora 99 N encontra-se obstada. 2013. Processo Penal Sistematizado. 33 Trecho do nosso: CRUZ. Nesse caso. Ed.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. originário: Trata-se de hipótese de feito om Arquivamento 99 N originariamente provocado pelo Procurador Geral. é a e9 99 hipótese onde o arquivamento se pauta na ausência de uma condição om de procedibilidade que ainda pode ser implementada. 32 58 Pablo Farias Souza Cruz www. restaria 99 99 invocar a atribuição do Colégio de Procuradores de Justiça à quem om e9 99 caberia rever. 3ª ed. Pablo Farias Souza.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. todas relacionadas aos valerão om e9 dissertativas 99 objetos de conhecimentos constantes do item 19. a sua reprodução. A peça cautelar valerá 99 99 99 99 10.br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. divulgação e distribuição. . e deverão ser N respondidas em até 10 linhas cada.00 pontos cada.1 A prova discursiva para o cargo de Delegado de Polícia 99 valerá o total de 20. Na oportunidade. As questões 5.com. e9 99 Sobre esse ponto faço a transcrição de importante trecho do om edital: 99 N “9. vedada. embora as explicações que proferimos já N om sejam suficientes para o aluno ensaiar um resposta juridicamente N om e9 9 99 99 99 9 99 adequada. gostaria de lembrar que 99 N no fim de todas as aulas deixarei uma questão discursiva e/ou um 99 caso prático para elaboração de peça. chegamos ao fim de nossa aula de apresentação.00 pontos e deverá ser respondida em até 60 linhas. que terá a orientação para resposta no início da aula 1. por quaisquer meios e a qualquer título.pontodosconcursos. Vamos a ela: Questão Dissertativa 1) Numa situação de arquivamento do inquérito policial.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Meus amigos.00 pontos e consistirá de duas questões 99 99 dissertativas e uma peça cautelar. Fico feliz por ter nos dado sua atenção e om agradeço pela confiança.” e9 99 Assim. objetivando orientá-lo na 99 99 forma ideal de confeccionar a reposta/peça adequada. nossa primeira aula. proponho a primeira questão. cópia. pode acontecer decisão com a marca da imutabilidade plena? (Ministério Público Federal – 21º Concurso para Procurador da República) 59 Pablo Farias Souza Cruz www.

por quaisquer meios e a qualquer título. a sua reprodução.Nome99999999999 Aula de Apresentação PC/BA – 2013 – Direito Processual Penal e9 99 99 99 99 99 Teoria – Curso para a Prova Objetiva e Discursiva Aula que vem. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. .br O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. N om e9 9 99 99 99 9 99 N om e9 99 99 99 99 99 Prof.pontodosconcursos. cópia. vedada. orientaremos sobre a resposta viável e adequada Grande abraço e até a próxima aula! N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om ao concurso de Delegado de Polícia. divulgação e distribuição. Pablo Farias Souza Cruz 60 Pablo Farias Souza Cruz www.com.