Brasil-Engenharia de Segurança no Trabalho

A profissão de Engenheiro de Segurança, conforme lei no 7.410/85 é regulamentada pelo decreto
no 92.530/86 e de acordo com a regulamentação do CONFEA, através da Resolução nº 325, de
27/11/87.

LEI No 7.410, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1985.

(Regulamento)

Dispõe sobre a Especialização de Engenheiros e
Arquitetos em Engenharia de Segurança do
Trabalho, a Profissão de Técnico de Segurança do
Trabalho, e dá outras Providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu
sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho será
permitido exclusivamente:
I - ao Engenheiro ou Arquiteto, portador de certificado de conclusão de curso de
especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, a ser ministrado no País, em nível
de pós-graduação;
II - ao portador de certificado de curso de especialização em Engenharia de Segurança do
Trabalho, realizado em caráter prioritário, pelo Ministério do Trabalho;
III - ao possuidor de registro de Engenheiro de Segurança do Trabalho, expedido pelo
Ministério do Trabalho, até a data fixada na regulamentação desta Lei.
Parágrafo único - O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo
Conselho Federal de Educação, por proposta do Ministério do Trabalho, e seu funcionamento
determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II, na forma da regulamentação a ser
expedida.
Art. 2º - O exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho será permitido,
exclusivamente:
I - ao portador de certificado de conclusão de curso de Técnico de Segurança do Trabalho,
a ser ministrado no País em estabelecimentos de ensino de 2º grau;
II - ao Portador de certificado de conclusão de curso de Supervisor de Segurança do
Trabalho, realizado em caráter prioritário pelo Ministério do Trabalho;
III - ao possuidor de registro de Supervisor de Segurança do Trabalho, expedido pelo
Ministério do Trabalho, até a data fixada na regulamentação desta Lei.
Parágrafo único - O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo
Ministério da Educação, por proposta do Ministério do Trabalho, e seu funcionamento
determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II, na forma da regulamentação a ser
exercida.
Art. 3º - O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialização de
Engenharia de Segurança do Trabalho dependerá de registro em Conselho Regional de

pelo Ministério do Trabalho.11. que dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho.ao possuidor de registro de Supervisor de Segurança do Trabalho. Brasília.530. 1º O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho é permitido. DECRETA: Art. realizado em caráter prioritário pelo Ministério do Trabalho.U. Art. em 27 de novembro de 1985. ministrado no País em estabelecimento de ensino de 2º grau. DE 9 DE ABRIL DE 1986. expedido pelo Ministério do Trabalho até 180 dias da extinção do curso referido no item anterior. 6º .Revogam-se as disposições em contrário. . II . e o de Técnico de Segurança do Trabalho. expedido pelo Ministério do Trabalho. III . Arquitetura e Agronomia. III . 2º O exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho é permitido. 5º . realizado em caráter prioritário. 164º da Independência e 97º da República. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 81. II . em nível de pós-graduação. Regulamenta a Lei nº 7. Art.O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias.410. 4º .ao possuidor de registro de Engenheiro de Segurança do Trabalho. portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. contados de sua publicação. de 28.Engenharia.ao portador de certificado de conclusão de curso de Técnico de Segurança do Trabalho. após a regulamentação desta Lei. Art.ao portador de certificado de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. e tendo em vista o disposto no artigo 4º da Lei nº 7.ao Engenheiro ou Arquiteto. de 27 de novembro de 1985.410. da Constituição. exclusivamente: I . de 27 de novembro de 1985. exclusivamente: I . JOSÉ SARNEY Almir Pazzianotto Este texto não substitui o publicado no D. dentro de 180 dias da extinção do curso referido no item anterior. a profissão de Técnico de Segurança do Trabalho e dá outras providências.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.ao portador de certificado de conclusão de curso de Supervisor de Segurança do Trabalho. após o registro no Ministério do Trabalho. item III.O.1985 DECRETO Nº 92. Art.

Art. os quais deverão adaptar-se aos currículos aprovados pelo Ministério da Educação. 09 de abril de 1986.CREA. fixará os currículos básicos do curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. 7º O exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho depende de registro no Ministério do Trabalho. 6º As atividades de Técnico de Segurança do Trabalho serão definidas pelo Ministério do Trabalho. Dec. Nº 92. estudos para a criação de categorias funcionais e os respectivos quadros do Grupo . Art.SSMT. em articulação com o Ministério do Trabalho. no prazo de 60 dias após a fixação dos currículos de que trata o artigo 3º pelo Ministério da Educação. estabelece que o exercicio da profissão do tecnico de segurança do . JOSÉ SARNEY Almir Pazzianoto Pinto Este texto não substitui o publicado no DOU 10. na forma do artigo 3º. a profissão de técnico de segurança do trabalho.Engenharia e Segurança do Trabalho. de 29-5-2008. 165º da Independência e 98º da República.Art.21-9-1989. no prazo de 60 dias. o Ministro do Trabalho poderá autorizar.530. Art. Port. Do mte n°262. Art. Port. de 27 de novembro de 1985.275. após a fixação do respectivo currículo escolar pelo Ministério da Educação. 9º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.dispõe sobre profissão de técnico de segurança do trabalho. no prazo de 90 dias a partir da vigência deste decreto.1986 Engenharia de Segurança do Trabalho inscreva-se Histórico Fundamentação legal Lei nº 7. 5º O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialidade de Engenharia de Segurança do Trabalho. por proposta do Ministério do Trabalho. Art. dentro de 120 dias. 4º As atividades dos Engenheiros e Arquitetos especializados em Engenharia de Segurança do Trabalho serão definidas pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia CONFEA. Nr-27 (registro profissional do tecnico de segurança do trabalho no ministério do trabalho). e do curso de Técnico de Segurança do Trabalho. 3º O Ministério da Educação. Do mtb n° 3. promoverá. ouvida a Secretaria de Segurança do Trabalho . que tenham continuidade os cursos mencionados no parágrafo precedente.410. previstos no item I do artigo 1º e no item I do artigo 2º. § 2º Até que os cursos previstos neste artigo entrem em funcionamento. Brasília. Art. Revogam-se as disposições em contrário. Art.regulamenta essa lei. e dá outras providências. Dispõe sobre a especialização de engenheiros e arquitetos em engenharia de segurança do Trabalho. 10.4. § 1º O funcionamento dos cursos referidos neste artigo determinará a extinção dos cursos de que tratam o item II do artigo 1º e o item Il do artigo 2º. em caráter excepcional.de 9-4-1986. depende de registro no Conselho Regional de Engenharia. 8º O Ministério da Administração. Arquitetura e Agronomia . Publicada no dou de 28-11-1985.

até a data fixada na regulamentação desta lei. na forma da regulamentação a ser expedida. Art. Port.após a regulamentação desta lei. Ao portador de certificado de curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho.a ser ministrado no país. Ao portador de certificado de conclusão de curso de supervisor de segurança do trabalho. e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II.dentro de 180 dias da extinção do curso referido no item anterior. a ser ministrado no país em estabelecimento de ensino de 2° grau. Art. ministrado no país em estabelecimento de ensino de 2º grau.expedido pelo ministério do trabalho.realiado em caráter prioritário pelo ministro do trabalho. a profissão de técnico de segurança do trabalho e dá outras providências. O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo conselho federal de educação. Parágrafo único. após o registro no ministério do trabalho. II. de 27 de Novembro de 1985. II. até a data fixada na regulamentação desta lei. e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II. Publicado no dou de 10-4-1986 Port. Ao portador de certificado de curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho. estabelece que o exercício da profissão do técnico de segurança do trabalho depende de prévio registro no ministério do trabalho e emprego. Ao portador de certificado de conclusão de curso de supervisor de segurança do trabalho. 27 de novembro de 1985. 3º O exercício da atividade de engenheiros e arquitetos na especialização de engenharia de segurança do trabalho dependerá de registro em conselho regional de engenharia. Art.realizado em caráter prioritário. Ao engenheiro ou arquiteto . II. Art 1º O exercício da especialização de engenheiro de segurança do trabalho é permitido.Do MTb nº3.275.pelo ministério do trabalho. exclusivamente: I. contados de sua publicação. Brasília.5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Ao portador de registro de supervisor de segurança do trabalho. O curso previsto no inciso i deste artigo terá o currículo fixado pelo ministério do trabalho.realizado em caráter prioritário.arquitetura e agronomia. Ao possuidor de registro de engenheiro de segurança do trabalho. Parágrafo único. Ao possuidor de registro de engenharia de segurança do trabalho. III. III.de 21-9-1989.dispõe sobre a profissão de técnico de segurança do trabalho. Do TMTE nº 262. Ao engenheiro ou arquiteto. II. Art. Art. portador de certificado de conclusão de curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho.410. 164º da independência e 97º da repulblica José Sarney Decreto nº 92530 de 09/04/86 Regulamenta a lei nº 7.exclusivamente: I. Art 2º O exercício da profissão de técnico de segurança do trabalho será permitido. e o de técnico de segurança do trabalho.realizado em caráter prioritário pelo ministro do trabalho.portador de certificado de conclusão de curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho. por proposta do ministério do trabalho.1º O exercício da especialização de engenharia de segurança do trabalho será permitido exclusivamente: I.2º O exercício da profissão de técnico de segurança do trabalho é permitido. em nível de pós-graduação. na forma da regulamentação a ser expedida.em nível de pós graduação.4º O poder executivo regulamentará esta lei no prazo de 120 (cento e vinte ) dias.pelo ministério do trabalho. . que dispõe sobre a especialização de engenheiros e arquitetos em engenharia de segurança do trabalho.6º Revogam-se as disposições em contrário. Ao portador de certificado de conclusão de curso técnico de segurança do trabalho. III. Ao portador de certificado de conclusão de curso de técnico de segurança do trabalho.trabalho depende de previo registro no ministerio do trabalho e emprego.de 29-5-2008.expedido pelo ministério do trabalho.expedido pelo ministério o trabalho. exclusivamente: I. Art.

5 º O exercício da atividade de engenheiros e arquitetos na especialidade de engenharia de segurança do trabalho. Considerando que a lei nº 7. em articulação com o ministério do trabalho. Art.do currículo básico do curso de engenharia de segurança do trabalho – parecer nº19/1987. ainda. Art. por proposta do ministério do trabalho.sem interferência específica nas competências legais e técnicas estabelecidas para as diversas modalidade da engenharia. Considerando. exclusivamente: .em caráter excepcional. Considerando. que tal parecer n° 19/1987 é expresso em ressaltar que “deve a engenharia da segurança do trabalho voltar-se precipuamente para a proteção do trabalhador em todas as unidades laborais. o ministro do trabalho poderá autorizar. Considerando a aprovação. Art.após respectivo currículo escolar pelo educação. ouvida a secretária de segurança do trabalho – SSMT.9 de abril de 1986.1º O exercício da especialização de engenheiro de segurança do trabalho é permitido. Art.estudos para a criação de categorias funcionais e os respectivos quadros do grupo – engenharia de segurança do trabalho. que o mesmo parecer concluiu por fixar um currículo básico único e uniforme para a pós – graduação em engenharia de segurança do trabalho. 7º O exercício da profissão de técnico de segurança do trabalho depende de registro no ministério do trabalho.530/1986. 9 º Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. no prazo de 60 dias após a fixação dos currículos de que trata o artigo 3º pelo ministério da educação. na forma do artigo 3º.410/1985 faculta a todos os titulados com engenheiro a faculdade de se habilitarem com engenheiros de segurança do trabalho.expedido pelo ministro do trabalho até 180 dias da extinção do curso referido no item anterior. que tenham continuidade os cursos mencionados no parágrafo precedente. e dá outras providências. alínea f . Ao possuidor de registro de supervisor de segurança do trabalho. de 24 de dezembro de 1966. José sarney Resolução CREA / CONFES nº 359 de 31/07/91. § 1º o funcionamento dos cursos referidos neste artigo determinará a extinção dos cursos de que tratam o item II do artigo 1º e o item II do artigo 2º. pela qual”a engenharia de segurança do trabalho visa à prevenção de riscos nas atividades de trabalho com vistas á defesa da integridade da pessoa humana”.no prazo de 90 dias a partir da vigência deste decreto. previsto no item I do artigo 1º e no item I do artigo 2º. Publicada no dou de 1º-11-1991. considerando. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 27. estando. Brasília.no prazo de 60 dias. arquitetura e agronomia”. Art.no que se refere à questão de segurança. 4º do decreto nº 92. Considerando que a lei nº 7.3º o ministro da educação. tanto que o seu art. ainda. 10º Revogam-se as disposições em contrário. O conselho federal de engenharia. Dispõe sobre o exercício profissional.III. da lei nº 5. fixará os currículos básicos do curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho. 4º As atividades dos engenheiros e arquitetos especializados em engenharia de segurança do trabalho serão definidas pelo conselho federal de engenharia e agronomia – CONFEA. independentemente da modalidade do curso de graduação concluído pelos profissionais engenheiros e arquitetos.410/1985 veio expecionar a legislação anterior que regulou os cursos de especialização e seus objetivos. Art. a manifestação da secretária de segurança e medicina do trabalho. amparados inclusive os engenheiros da área de agronomia. 6º As atividades de técnico do trabalho serão definidas pelo trabalho. 165º da independência e 98º da república.194. e do curso de técnico de segurança do trabalho.arquitetura e agronomia – crea. o registro e as atividades do engenheiro de segurança do trabalho. portanto.e do curso de técnico de segurança do trabalho. pelo conselho federal de educação.prevista no art. Art. 8º O ministério da administração. § 2º até que os cursos previsto neste artigo entrem em funcionamento. Art.promoverá. arquitetura e agronomia.inclusive higiene do trabalho.depende de registro no conselho regional de engenharia.dentro de 120 dias. os quais deverão adaptar-se aos currículos aprovados pelo ministério da educação. por fim. 6º revogou as disposições em contrário. Art.

Analisar riscos. emitir parecer. Art.I. Art. transporte ou funcionamento possam apresentar riscos.e 329. inclusive com respeito a custo. investigando causas. II. em face do conhecimento da natureza e gravidade das lesões provenientes do acidente de trabalho. Opinar e participar da especificação para aquisição de substâncias e equipamentos cuja manipulação. acompanhando o controle do recebimento e da expedição. promovendo a instalação de comissões e assessorando-lhes o funcionamento. as condições que possam trazer danos a sua integridade e as medidas que eliminam ou atenuam estes riscos e que deverão ser tomadas. inclusive os de proteção individual e os de proteção contra incêndio. armazenamento. assegurando-se de sua qualidade e eficiência. inclusive.realizado em caráter prioritário pelo ministério do trabalho. Estudar as condições de segurança dos locais de trabalho e das instalações e equipamentos.expedido pelo ministério do trabalho. caracterizando as atividades. ruídos . diretamente ou por meio de seus representantes. M. Bussinger. controle de poluição. proteção contra incêndio e saneamento. laudos técnicos e indicar medidas de controle sobre grau de exposição a agentes agressivos de riscos físicos. em engenharia de segurança do trabalho. Propor políticas. arbitrar. dentro de 180 (cento e oitenta) dias de extinção do curso referido no item anterior. higiene do trabalho. A expressão engenheiro é especifica e abrange o universo sujeito á fiscalização do CONFEA.de 27 de novembro de 1987. propondo medidas preventivas e corretivas e orientando trabalhos estatísticos. incluídas as doenças do trabalho. ergonomia. delimitando áreas de periculosidade. realizar perícias. Estudar instalações. III. Elaborar planos destinados a criar e desenvolver a prevenção de acidentes. avaliar. Art. programas. 5º A presente resolução entrará em vigor na data de sua publicação. no que diz respeito à segurança do trabalho. procedendo à anotação nas carteiras profissionais já expedidas. Elaborar projetos de sistemas de segurança e assessorar a elaboração de projetos de obras. zelando pela sua observância. Projetar sistemas de proteção contra incêndios. opinando do ponto de vista da engenharia de segurança. Atribuições do Profissional de Engenharia de Segurança do Trabalho (pós graduado) . Informar aos trabalhadores e à comunidade. 4º As atividades dos engenheiros e arquitetos na especialidade de engenharia de segurança do trabalho são as seguintes: Supervisionar. radiação em geral e pressões anormais. quando a complexidade dos trabalhos a executar assim o exigir. Vistoriar. O engenheiro ou arquiteto.de 31 de março de 1989.do Conselho Federal de Educação. com vistas especialmente aos problemas de controle de risco. apontando os riscos decorrentes desses exercícios.da resolução nº 218/1973. Planejar e desenvolver a implantação de técnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos. operações e locais insalubres e perigosos. máquinas e equipamentos. a nivel de pós–graduação. Ao portador de registro de engenheiro de segurança do trabalho. coordenar e orientar tecnicamente os serviços de engenharia de segurança do trabalho. Art. Colaborar na fixação de requisitos de aptidão para o exercício de funções. Ao portador de certificado de curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho. Propor medidas preventivas no campo da segurança do trabalho. 3º Para o registro. 31 de julho de 1991 Frederico v. Orientar o treinamento específico de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de programas de treinamento geral.as disposições em contrário. Acompanhar a execução de obras e serviços decorrentes da adoção de medidas de segurança. Art. Parágrafo único. químicos e biológicos. portador de certificado a de conclusão de curso de especialização. Brasília. Inspecionar locais de trabalho no que se relaciona com a segurança do trabalho. de conformidade com o parecer nº 19/1987. controlar e fiscalizar sistemas de proteção coletiva e equipamentos de segurança. coordenar atividades de combate a incêndio e de salvamento e elaborar planos para emergência e catástrofes. identificando seus pontos de risco e projetando dispositivos de segurança. normas e regulamentos de segurança do trabalho. 6º Revogam-se as resoluções 325. acidentes e falhas. instalação e equipamentos. 2º Os conselhos regionais concederão o registro dos engenheiros de segurança do trabalho. calor . tais como poluentes atmosféricos . compreendido entre os artigos 2º e 22. só serão aceitos certificados de curso de pós – graduação acompanhados do currículo cumprido. Especificar.

Ter habilidade para trabalho em grupos. Elaborar planos destinados a criar e promover a prevenção de acidentes. em engenharia de segurança do trabalho. Projetar sistemas de segurança contra incêndio e coordenar atividades de prevenção e preparação contra catástrofes. Ter facilidade de obtenção de informações cientificas e técnicas de especialidade.Supervisionar os serviços de engenharia de segurança do trabalho. em face do conhecimento da natureza das lesões e doenças em decorrência. Saber educar. Especificar. Ter uma visão sistêmica do negócio e metas da empresa. Estudar condições de segurança dos locais de trabalho. Conhecimento de informática em nível de usuário. Atualização constante e permanente na área de sua atuação. Participação ativa e constante em associações e em outras entidades de aperfeiçoamento e atualização profissional. Ser participativo nas atividades em equipe. técnico de segurança do trabalho.treinar. Domínio da língua portuguesa com boa redação e conhecimento adequado de pelo menos uma língua estrangeira (inglês e / ou espanhol). apontando os riscos decorrentes. Ser receptivo às mudanças e ter uma visão inovadora e características de adaptabilidade. Atributos de Competência . antecipar-se aos problemas ao invés de esperar que eles ocorram. O perfil ideal dos profissionais de segurança Atributos Técnicos Formação específica acrescida de cursos técnicos ou de pós-graduação lato sensu. avaliar.informar e aconselhar pessoas de todos os níveis hierárquicos.lembrando que uma inovação de sucesso visa liderança. Acreditar que o desenvolvimento pessoal é lutar pela excelência. Vistoriar.e em medicina do trabalho. acidentes e falhas investigando orientando trabalhos estatísticos e de custos envolvidos. Ser inovador. Analisar riscos.de princípios de combate a incêndio e de atuação em situações de emergência.para obtenção da melhoria contínua dos ambientes e condições de trabalho. Estudar instalações e equipamentos identificando os pontos de risco e propondo dispositivos de segurança.pois isso traz satisfação e respeito próprio e que a habilidade é que faz um bom trabalho. Estar sensível às necessidades individuais das pessoas com que mantém relacionamento. Informar trabalhadores e comunidades de riscos e medidas preventivas correlativas. Colaborar na fixação de requisitos de aptidão para o exercício de funções.controlar e fiscalizar sistemas de proteção assegurando qualidade e eficiência. Participar da logística e da definição da utilização de substâncias ou recursos que possam gerar riscos. inclusive comissões devidamente monitoradas. profissionais com o titulo de especialista em medicina do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. laudos técnicos e indicar medidas de controle sobre o grau de controle de agentes agressivos a riscos de qualquer natureza. tirando proveito de suas qualidades. arbitrar. programas. Ter características de liderança e facilidade de comunicação por ser agente de mudanças social e formador de opinião. emitir parecer. Desenvolver a liderança com responsabilidade e não como posição de privilégio. Noções de primeiros socorros. Acompanhar a execução de obras quando a complexidade assim o exigir. realizar perícias. normas e regulamentos de segurança do trabalho. opinando sob o ponto de vista da segurança.instalações e equipamentos. Propor políticas. Atuar adequadamente em acordos e convenções coletivas e negociações na área de segurança do trabalho e meio ambiente. delimitando áreas de periculosidade. No caso especifico preferencialmente. Inspecionar locais de trabalho. Orientar e assessorar treinamentos de segurança do trabalho. Entender e valorizar a influência do meio ambiente e das condições de trabalho sobre a saúde e a integridade física das pessoas. Planejar e desenvolver a implementação de tecnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos.enfermagem do trabalho. Integrar-se com profissionais de outras áreas afins. Elaborar projetos de sistemas de segurança e assessorar a elaboração de outros. Atributos de Habilidades Ser pró-ativo. Propor medidas preventivas no campo da segurança.

Jorge de Lima Maciel Espc. Soraia Tavares de Souza Gradvohl Ms. Compatibilizar. Corpo Docente Espc. Focalizar a oportunidade para inovar. para crescimento profissional e em outras. Ser criativo. Haroldo Ferreira de Souza Espc. Barbosa Phd. ao invés do problema. Teócrito Silva Barbosa Ramos Espc. Pautar.otimizando sempre a segurança e saúde do trabalhador. Rodrigues Espc. Giuseppe Sarto a.éticos e justos. Ms.quimicos e biológicos Riscos ambientais / instrumentação Riscos de incendio EPI’ // EPC’s Ventilação industrial Segurança na empresa Segurança em eletricidade Segurança em maquinas e equipamentos Segurança em caldeiras e vasos sob pressão Segurança em materiais explosivos• . Walber Fernandes Gurgel Filho Espc. Achillis Chaves Ferreira Junior Espc.suas forças e valores e exigências do tempo.cumprindo os prazos estabelecidos. Marisete Dantas de Aquino Ms. os objetivos da área com os da empresa. Francisco das Chagas Neto Ms.Conhecer.participação e cumprimento dos programas de segurança e saúde no trabalho a serem desenvolvidos. Público Alvo Todos profissionais com nível superior de graduação em engenharia. Margarida Maria Ramos Fontenele Ms.para o constante aperfeiçoamento pessoal. implantar e efetuar a gestão.Luis Rafael Leite Sampaio Phd.sem prejudicar a visão global. Implantar programas de prevenção e divulgar Os resultados obtidos.de responsabilidade social e do próprio negocio da empresa. Estabelecer claramente seus objetivos em prol da melhoria contínua dos ambientes e condições de trabalho. José Chaves Neto Ms. Andréa Gomes Linard Espc.visando o reconhecimento e a manutenção da motivação em prol da prevenção. Incentivar elaboração. Saber atuar na prevenção de doenças do trabalho e em programas de qualidade de vida. da Silva Ms. José Wanderley Augusto Guimarães Espc. Sagaldo Phd. Francisco Valdenor P. Antonia Valy do Nascimento Conteudo Programático Introdução à engenharia de segurança do trabalho Riscos fisicos.procurando apresentar alternativas de soluções técnicas e/ou administrativas economicamente viáveis. João dos Santos Filho Espc. Francisco Gilberto Belchior. identificando a estratégia. Patrícia Quirino da Costa Ms. André Schramn Brandão Espc. no conhecimento técnico-cientifico mais atualizado. Maria Heloisa G. Rosa Gattorno Silva Ramos Phd. Maria José Souza Benevides Espc. Eliane Maria Torres Maia Gomes Espc. Hamifrancy Brito Menezes Ms. Conhecer as sua capacidades. do meio ambiente. Vicente de Paulo Melo Lima Ms. Heitor Luis A..permanetemente suas ações. José Lucas da Silva Neto Ms.de segurança e saúde no trabalho e saúde publica. Pautar-se em princípios coerentes. Participar de grupos de intercâmbio que possuem conhecimentos na sua área de atuação. da qualidade. Dario Alves da Silva Ms.

alturas. Portaria MTB nº 3. CI em xerox.1978 – PARTE 01 – Art.aquaviario. Francisco Fontenele Meira.00(quinhentos reais) Dezoito (18) parcelas de r$500. em convenio com a Cooperativa dos Profissionais do Serviço de Engenharia e Afins do Ceará – COOPSEN Responsáveis // Coordenações Academica Eng. Duração do Curso Dezoito meses(18) meses com 680 h/a Documentos Necessários para Matricula Xerox autenticada do diploma de graduação CREA.reparos navais) Atividades epseciais ii (espaço confinado.00(quinhentos reais) Certificadora Faculdade de Ciencias Aplicadas Dr. de 08 às 18 hs. Eliane Maria Torres Maia Gomes Financeira Geo°. 3087-6022 e 9995. CPF. Deoclecio Justino de Azevedo Said. e 02 fotos 3×4 recentes. a cada 15 dias. Técnica Eng°.07.e aos sábados.06. Teocrito Silva Barbosa Ramos Institucional Eng°.214.Segurança na construção civil Segurança rural Poluição e saneamento ambiental Atividades especiais i (portuario.1978 – DOU de 06. de 08. Leão Sampaio – FCADLS. Local das matriculas Rua Padre Roma -1360 – Fátima Horário comercial – fones : 3214-0795 . 1ª ao 4º .9350 Investimentos Matricula r$ 500. nucleares) Metodologia da pesquisa cientifica Ergonomia do trabalho Ergonomia fisiopatologica Administração aplicada Legislação e normas Perícias e laudos Psicologia aplicada Estatistica / informatica aplicada Epidemiologia / toxicologia /doenças ocupacionais Biossegurança /emergencias Gerenciamento de frota Gerenciamento de riscos / sistemas Dias de Aulas Às sextas – feiras de 18:30 às 22:00 h/a.

6) O Direito Ambiental do Trabalho e a Figura do Assédio Moral – Gina Copola.214. 1ª ao 4º Art. – Fábio de Assis F.823.2012. DOU de 24. 4) Assédio Moral: a Nova Ameaça à Integridade do Ambiente de Trabalho – Luiz Marcelo Figueiras de Góis. Fernandes.2012. que institui Grupo de Trabalho responsável pela avaliação e proposição de Políticas de Saúde e Segurança no trabalho. CIPA e os Programas de Prevenção e Controle da Saúde e Segurança doTrabalhador.2013. .08. 3) Adicional de Insalubridade: Súmula Vinculante nº 4 do STF e Nova Redação da Súmula nº 228 do TST – Gustavo Filipe Barbosa Garcia. 1ª ao 4º Aprova as Normas Regulamentadoras – NR – do Capítulo V.07.2012 . que disponibiliza para consulta pública o texto técnico básico de criação da Norma Regulamentadora sobre Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo. Ministério Público do Trabalho e o Licenciamento Ambiental. 5) Danos ao Meio Ambiente do Trabalho e à Saúde do Trabalhador: Responsabilidades e Prescrição Raimundo Simão de Melo. Estudo Prévio e Relatório de Impacto Ambiental.2012 . 2) Adicional de Insalubridade como Instrumento de Monetização da Saúde do Trabalhador – Lourenço Andrade. de 11. de 23. Audiência Pública. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho Notas: 1) Ver Portaria SIT nº 382.06.07. de 08.8 3) Ver Portaria Interminiterial MPS/MTE/MS/MP nº 323.Portaria MTB nº 3. de 21. o Princípio da Prevenção no Meio Ambiente doTrabalho.1978 – DOU de 06. 2) Ver Portaria MS nº 1. da Consolidação das Leis doTrabalho.05.1978 – PARTE 01 – Art. DOU de 12.07. Título II. Doutrina Vinculada 1) A Constituição de 1988 e o Meio Ambiente do Trabalho. que institui a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.05.08. DOU de 22.2013 .

da Consolidação das Leis do Trabalho. considerando o disposto no artigo 200. 1º. com a redação dada pela Lei nº 6.514. Aprovar as Normas Regulamentadoras – NR – do Capítulo V. Título II. no uso de suas atribuições legais. Resolve: 1. de 22 de dezembro de 1977 . armazenagem e manuseio de materiais NR-12 – Máquinas e equipamentos NR-13 – Vasos sob pressão NR-14 – Fornos . da Consolidação das Leis doTrabalho. movimentação. relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: NORMAS REGULAMENTADORAS NR-1 – Disposições gerais NR-2 – Inspeção Prévia NR-3 – Embargo e Interdição NR-4 – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR-6 – Equipamentos de Proteção Individual – EPI NR-7 – Exames Médicos NR-8 – Edificações NR-9 – Riscos Ambientais NR-10 – Instalações e serviços de eletricidade NR-11 – Transporte.O Ministro de Estado.

NR-16 – Atividades e operações perigosas Doutrina Vinculada Responsabilidade do Empregador nas Atividades de Risco – Comentários à Teoria Geral da Responsabilidade Civil – Fabio João Rodrigues. demolição e reparos NR-19 – Explosivos NR-20 – Combustíveis líquidos e inflamáveis NR-21 – Trabalhos a céu aberto NR-22 – Norma regulamentadora de segurança e saúde ocupacional na mineração NR-23 – Proteção contra incêndios NR-24 – Condições sanitárias dos locais de trabalho NR-25 – Resíduos industriais NR-26 – Sinalização de segurança NR-27 – Registro de Profissionais NR-28 – Fiscalização e penalidades Notas: .NR-15 – Atividades e operações insalubres Doutrina Vinculada Responsabilidade do Empregador nas Atividades de Risco – Comentários à Teoria Geral da Responsabilidade Civil – Fabio João Rodrigues. NR-17 – Ergonomia NR-18 – Obras de construção.

2005 . As alterações posteriores.04.01. de 16-9-65 . de 8-4-54. que aprova a Norma Regulamentadora nº 32.04. Portarias DNSHT 16. 4º. que aprova a Norma Regulamentadora nº 35 (Trabalho em Altura). de 23-6-66.2005. de 04. 30. 607. de 31-12-75.12. 2º. que aprova a Norma Regulamentadora nº 30.2005 .1986 .2013 . de 18-8-72.11. 9. de 26-9-67. 3º. 7) Ver Portaria SIT nº 34. 1.1) Ver Portaria MTE nº 555.1985 – DOU de 28. de 26-2-72. DOU de 19. 1. de 30-4-62.2006 . de 11-11-64.04. ei nº 7.12. DOU 16.03. 608. de 23. de 26-1065.04. 8.2012. 3. de 23-12-74.12. que aprova a Norma Regulamentadora nº 34.2002 . 6. de 03. DOU 27. de 2-5-59.2011.12. DOU 04. 3) Ver Portaria SIT nº 200. 15.2002. de 7-5-68. de 22.442. Portaria SRT 7. DOU 10.03. que aprova a Norma Regulamentadora nº 36.2012 .1985 Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho. DOU 09. 13. de 26-10-65. Ficam revogadas as Portarias MTIC 31.2006. de 19-2-62 . 8) Ver Portaria SSST nº 53. que aprova a Norma Regulamentadora nº 29. 6) Ver Portaria MTE nº 86. 133. decorrentes da experiência e necessidade. 491. de 09. e demais disposições em contrário. de 5-1-60. serão baixadas pela Secretaria da Segurança e Medicina do Trabalho. 26.11.12. As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão decididos pela Secretaria de Segurança e Medicina doTrabalho. de 11.2011 . Portarias MTb 3. DOU 29. de 18. DOU 21. de 6-4-54. Portarias MTPS 46.03. de 2-774. 1. 18.530.032. de 72-58. 2) Ver .11. 1.456.11. 1.1986. de 18-3-76.460. que aprova a Norma Regulamentadora nº 31. de 3-877 . 4) Ver Portaria MTE nº 202. que aprova a Norma Reulamentadora nº 33.03. de 27. de 9-5-68. 3. 73.1997.410. DOU 27.2013.12. de 6-5-70.01. 5) Ver Portaria MTE nº 485. 34.2005. 2) Ver Portaria SIT nº 313. de 17. de 20. de 26-1-67. a profissão de Técnico de Segurança do Trabalho e dá outras providências Notas: 1) Regulamentada pelo Decreto nº 92.1997 . 20.

01.1989.02.2012.02. que estabelece que o exercício da profissão do Técnico de Segurança do Trabalho depende de prévio registro no Ministério do Trabalho e Emprego.2008. 3) Responsabilidade Objetiva e Inversão da Prova nos Acidentes de Trabalho – Raimundo Simão de Melo.275. 6) Ver Resolução CAU/BR nº 10. DOU 23. 5) Ver Resolução CAU/BR nº 12.05.2012.09. que dispõe sobre as atividades do Técnico de Segurança do Trabalho.07. que dispõe sobre o registro e sobre a alteração e a baixa de registro de pessoa jurídica de Arquitetura e Urbanismo nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal.Resolução CAU/BR nº 28.02.07. DOU de 23. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: 1.09. portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. o registro e as atividades do arquiteto e urbanista com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. de 16. DOU 15. DOU 30.2012 . de 03.2012.2012 .2012. 2) Responsabilidade do Empregador nas Atividades de Risco – Comentários à Teoria Geral da Responsabilidade Civil – Fabio João Rodrigues.2012 . de 03. 3) Ver Resolução CAU/BR nº 14. DOU 22.05. DOU 15. que dispõe sobre a numeração dos registros profissionais das pessoas jurídicas com atividades na área de Arquitetura e Urbanismo no Conselho de Arquitetura e Urbanismo.02. pelo Ministério do Trabalho. que dispõe sobre a numeração dos registros profissionais dos arquitetos e urbanistas no Conselho de Arquitetura e Urbanismo. de 03. 4) Ver Resolução CAU/BR nº 13. 8) Ver Portaria MTB nº 3.2012. 1 º.02.2008 . O Presidente da República. que dispõe sobre o exercício profissional. de 06. de 29.01. que dispõe sobre a carteira profissional de arquiteto e urbanista.2012 .2012 . II – ao portador de certificado de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho será permitido.1989 .02. DOU 15. 7) Ver Portaria MTE nº 262. . de 21. em nível de pós-graduação. a ser ministrado no País. exclusivamente: I – ao Engenheiro ou Arquiteto. Doutrina Vinculada 1) Questões institucionais da aposentadoria especial – Wladimir Novaes Martinez. realizado em caráter prioritário.

27 de novembro de 1985. Brasília. Revogam-se as disposições em contrário. Arquitetura e Agronomia após a regulamentação desta lei. contados de sua publicação. na forma da regulamentação a ser expedida. O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialização de Engenharia de Segurança do Trabalho dependerá de registro em Conselho Regional de Engenharia. 1. 1. 2 º. II – ao portador de certificado de conclusão de curso de Supervisor de Segurança do Trabalho. 4 º. exclusivamente: I – ao portador de certificado de conclusão de curso Técnico de Segurança do Trabalho. 1. 6 º. e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II. Parágrafo único. até data fixada na regulamentação desta lei. realizado em caráter prioritário pelo Ministério do Trabalho.III – ao possuidor de registro de Engenheiro de Segurança do Trabalho. O exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho será permitido. O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo Ministério da Educação. após o registro no Ministério do Trabalho. até a data fixada na regulamentação desta lei. Parágrafo único. O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo Conselho Federal de Educação. expedido pelo Ministério do Trabalho. por proposta do Ministério do Trabalho. expedido pelo Ministério do Trabalho. O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias. por proposta do Ministério do Trabalho. . Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. III – ao possuidor de registro de Supervisor de Segurança do Trabalho. 5 º. 164º da Independência e 97º da República. 1. 3 º. e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II. na forma da regulamentação a ser expedida. a ser ministrado no País em estabelecimento de ensino de 2º grau. 1. JOSÉ SARNEY. e o Técnico de Segurança do Trabalho.

Navegação de posts ← Lei nº 6.Almir Pazzianotto.514.04. Este post foi publicado em Legislação Complementar em 05/23/2014 por Editora RTM. de 22.12.1986 – DOU de 10.04.1977 – DOU de 23.1986 → .530.12.1977 Decreto nº 92. de 09.