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REVISÃO DAS PROPRIEDADES GERAIS DOS MATERIAIS

1- Propriedade é a reação que o material oferece a um estímulo externo. O
conhecimento adequado das propriedades dos materiais utilizados é muito útil e
valioso ao engenheiro eletricista, pois permite mediante seleção criteriosa aumentar
a eficiência e a confiabilidade das máquinas e aparelhos elétricos e reduzir os seus
custos de manufatura e manutenção.
2- As propriedades dos materiais derivam da sua estrutura atômica interna.
3- Suas propriedades físicas, químicas, mecânicas e elétricas; Facilidade de
obtenção ou fabricação; Disponibilidade para ser encontrado e atender a demanda
comercial; Os custos.
4- Propriedades físicas, químicas, mecânicas e elétricas (além de magnéticas, óticas
e térmicas).
5- Os sólidos são divididos em três grupos, de acordo com a sua estrutura interna:
Amorfos, cristalinos e mixtos. Os cristalinos são divididos em: Cúbico, tetragonal,
ortorrômbico, monoclínico, triclínico, hexagonal e romboédrico.
6- A sua principal propriedade é a mobilidade de seus átomos e moléculas e cuja
velocidade é proporcional a temperatura, expressa em graus Kelvin. A agitação
térmica é de natureza aleatória.
7- É a distância média que uma molécula de gás percorre antes de colidir com outra
molécula.
8- Sim. V m= (3.K.T/m)1/2
9- A mais importante característica dos líquidos é a viscosidade. A natureza da
agitação térmica de uma molécula num líquido difere daquela no gás, não obstante,
as moléculas de um líquido também se moverem em zig-zag, elas demoram-se por
um certo tempo em cada ponto de mudança de direção.
10- Usando o viscosímetro de ENGLER, nós determinamos a viscosidade em graus
ENGLER, que indica o quanto mais lento o líquido em teste se escoa em relação à
água a 20ºC. O método usado é baseado na medida do tempo despendido para uma
certa quantidade do líquido fluir através de um pequeno orifício.
11- Lei de Stockes: V=F/6rn . Um corpo esférico de raio r acionado por uma força
F num líquido de viscosidade n desenvolve uma velocidade V. Tem-se a
viscosidade absoluta dinâmica, expressa no sistema CGS, em POISE e no SI em
pascal.segundo e a viscosidade cinemática, expressa no CGS em STOCKE e no SI
em miriastocke ou metro quadrado por segundo.
12- VISCOSÍMETRO DE ENGLER: Indica o quanto mais lento o líquido em teste
se escoa em relação a água a 20ºC. O inverso da viscosidade é denominado
FUIDEZ. Logo o líquido B é mais fluido pois tem menor viscosidade.
13- PROPRIEDADES MECÂNICAS: Resistência
ductilidade, dureza, tenacidade, impacto, maleabilidade.

mecânica,

elasticidade,

14- DEFORMAÇÃO ELÁSTICA: É reversível, ou seja, desaparece quando a
tensão é removida. A deformação elástica é praticamente proporcional à tensão
aplicada. DEFORMAÇÃO PLÁSTICA: É a deformação provocada por tensões que
ultrapassam o limite de elasticidade. A deformação plástica é o resultado de um
deslocamento permanente de átomos que constituem o material (não é reversível) e,
portanto, difere da deformação elástica, onde os átomos mantêm suas posições
relativas.
15- O módulo de elasticidade, ou módulo de Young, é quociente entre a tensão
aplicada e a deformação ou alongação elástica resultante.

T
e
n
s
ã
o

0

Deformação

T
e
n
s
ã
o
0

ELÁSTICA

20- TRANSMISSÃO DE CALOR: Condutividade, irradiação e convecção. Na
maioria dos equipamentos eletro-eletrônicos o arrefecimento é feito através da
convecção.
21- Colocando-se uma aleta metálica sobre o diodo aumenta a área da superfície
aumentando-se assim as trocas de calor, ocorrendo convecção.
22- Q/t = .()/c = 0,000495. (20-55) /12,5= -0,001386 J/h
23- L = L0..T  L/L0 = .T
e = T / (L/L0) = T / .T  T = T / e. 
24- A energia térmica é dissipada para o ambiente por condutividade. Para melhor
dissipação podemos encher o ambiente com um óleo isolante.
25- Utilização de dissipadores, radiadores e ventiladores; Construção de núcleos
laminados. Os agentes geradores de calor são os efeitos Joule (cobre), correntes de
Foucault (ferro) e histerese (ferro).
26- A constante dielétrica é definida pela relação K=C'/C, onde C é a capacitância
de um condensador formado por duas placas paralelas separadas pelo ar, e C' é a
capacitância do mesmo condensador, no qual o ar é substituído por um isolante
dado.
Q=C.V  Q=(.A/d).V  =(Q/A)/(V/d)
K=/=D/.G , onde: D densidade de carga nas placas.
G gradiente de potencial.
Observamos que a constante dielétrica K é análoga à relação mecânica
deformação/esforço; e a recíproca do conhecido módulo de Young. Isto mostra
naturalmente que a concepção de atribuir aos materiais dielétricos uma elasticidade
elétrica é apropriada.
27- K1=5,1 ; d1=0,01cm
K 2=2,1 ; d2=0,005cm
C1=K1..A/d1=510..A
C 2=K2..A/d2=420..A
Logo, o capacitor com o dielétrico de vidro apresenta maior capacitância ( C 1C2 ).
28- Tensão elétrica superior à rigidez dielétrica; Influência da pressão e
temperatura; Influência da corrente e freqüência; Tempo: Duração de aplicação da
tensão.
29- a) RIGIDEZ DIELÉTRICA: É o limite de tensão elétrica por unidade de
espessura que o material pode suportar sem romper-se. b) Quando ocorre uma
perfuração dielétrica de caráter irreversível o dielétrico perde de forma definitiva as
características de isolante. No caso reversível o dielétrico continua com suas
características de isolante. c) Devemos adotar a tensão de 8OKV como tensão
desruptiva, pois para cada teste o material perde parte de suas propriedades
isolantes, diminuindo assim a tensão desruptiva. A amostra foi imersa em óleo
isolante para evitar a variação da rigidez dielétrica com a temperatura.
30- A  20KV/cm
B  40KV/cm
A rigidez dielétrica do conjunto é a menor, ou seja, 20KV/cm.
31- METAIS: Nos metais a resistividade aumenta com a temperatura de forma
linear: t=0.(1+t), onde:  0 é a resistividade a 0ºC, t é a resistividade a tºC e  é
o coeficiente de temperatura (0). ISOLANTES: A resistividade, que é muito
elevada, decresce com o aumento da temperatura. A variação não é linear e
freqüentemente complexa. SEMI-CONDUTORES: Para alguns deles a resistividade
decresce rapidamente com a temperatura.
32- U=25KV RD=10V/micron cs=0,8
c=U/RD=25000/(10/10-6)=25000/107=25.10-4m=0,25cm
ccs=0,8.c=0,8.0,25=0,2cm
33-

C1=K1..A/d1
C2=K2..A/d2
Q=C1.V
Q=C2.V
C1=C2  K1..A/d1=K2..A/d2  K2=K1.(d2/d1)
K2=3,3.(0,06/0,1)  K2=1,98

Deformação
PLÁSTICA

E = TENSÃO/DEFORMAÇÃO (kgf/cm2)
A verificação experimental de que essa relação é constante e característica de um
dado material, ou seja, a tensão é função linear da deformação, levou o nome de LEI
DE HOOKE.
16- T = 6500/.62,52 = 0,53 kgf/mm2
21000 = (6500/.62,52)/DEF  DEF = 2,52.10-5
17- E = T/DEF  E = (Q/.62,52)/DEF
Q = 900kgf e DEF = (50-50,05)/50 = 0,001E = 73,376 kgf/mm2
Q = 1800kgf e DEF = (50-50,09)/50 = 0,0018E = 81,529 kgf/mm2
Q = 2700kgf e DEF = (50-50,15)/50 = 0,003E = 73,376 kgf/mm2
Q = 3600kgf e DEF = (50-54,80)/50 = -0,096 E = - 3,057 kgf/mm2
18-DUREZA: É definida pela resistência da superfície do material à penetração, ou
seja à resistência que um corpo opõe ao ser penetrado por outro corpo. Para medi-la
usamos o método de BRINELL, que consiste de utilizarmos uma esfera de 10mm de
diâmetro, de material muito duro ( aço temperado duro ou carbeto de tungstênio), a
qual se obriga a penetrar no material em teste por uma força padronizada aplicada
na direção normal à superfície de ensaio (3000Kg para metais duros e 500Kg para
os metais brandos). O coeficiente BRINELL é a relação P/S, sendo S a área da
seção esférica penetrada (calota esférica).
19- DUCTILIDADE: É mais comumente conhecida como a propriedade que possui
o material (metais) de ser estirado em fios. Podemos dizer mais corretamente que a
ductilidade é a deformação plástica total até o ponto de ruptura.
MALEABILIDADE: É a propriedade que possui um material de ser redutível a
lâminas mais ou menos finas, sem ruptura, sob efeito de martelagem ou laminagem.

37- P = R. I = (.L/A). I
P/L = .I/A = 1,7.10-6.10 / . 0,12 = 5,414.10-4 W/cm = 5,414.10-2 W/m
P’/L = ’.I/A = 3,2.10-6.10 / . 0,12 = 1,019.10-3 W/cm = 0,1019 W/m
(P/L) = P’/L - P/L = 0,04776 W/m
38- R = .L/A  (1,7.10-6/5,72.10-6).L = 3  L =0,1m
40- a) ELETRÓLITO: Uma solução que contenha água, oxigênio e substâncias
químicas dissolvidas. ÂNODO: Eletrodo metálico que em contato com o eletrólito
sofre corrosão. CÁTODO: Eletrodo metálico que em contato com o eletrólito não se
corrói, ficando protegido. CIRCUITO EXTERNO: Ligação entre o ânodo e o
cátodo por onde fluem os elétrons, no sentido do ânodo ao cátodo. b)
ELETRÓLITO: Intempérie. ÂNODO E CÁTODO: Condutores elétricos de cobre.
CIRCUITO EXTERNO: Grampo conector de alumínio. c) O metal corroído será o
que possui maior potencial de eletrodo.
41- a) Corrosão galvânica (ferro e crome em contato numa solução eletrolítica
umidade). b) Cromo (maior potencial  cede elétrons).
42- a) Oxidação. b) Ferrugem. c) Não ocorre corrosão, pois não existe eletrólito.
43- Corrosão galvânica : É um processo eletrolítico onde dois metais, no eletrólito,
são ligados entre si e interagem, onde um metal cede e o outro recebe elétrons. Um
cátodo e um ânodo podem se desenvolver em um único material por causa de sua
microestrutura, concentração de tensão ou heterogeneidade do eletrólito, que é o
que acontece com duas placas de ferro expostas a esses meios. Porque na atmosfera
existem substâncias propícias ao fenômeno.
44- Revestimento de protetores; Introduzindo proteção galvânica; Evitar pares
galvanizados.
45- É um tratamento superficial que se faz no material em que cobre-se o mesmo
com zinco e põe-se tal camada para oxidar.
46- Dado um material corrosivo em ambiente impróprio, coloca-se um material
mais “atrativo”. Assim a corrosão atinge este material deixando o outro intacto. Ex:
Casco de navios.

q.O dielétrico terá vida útil mais longa nas condições em “d”. e a superficial se escoa pela sua superfície. 9. r c)  é o complementar de . é freqüente a vidragem de corpos isolantes. novas são também as técnicas de sua utilização.10-4 7.Influência das impurezas e das imperfeições estruturais. o que determina perdas rotacionais e de ventilação.B= 0.V2. e nas condições normais de trabalho funcionam como um meio do campo elétrico.Tgb  Tgb =(Ka/Kb).ni =  i/E=P/E 14.l. A figura abaixo ilustra a dependência da rigidez dielétrica em função da pressão. 19. os rádio receptores das proximidades são perturbados.Nos sólidos dielétricos é preciso distinguir dois tipos de correntes de fuga: volumétrica e superficial. Cuja unidade é Apère. APLICAÇÕES: O SF 6 é eficientemente utilizado como meio extintor de arco em disjuntores modernos de alta tensão (230KV). mas como no dielétrico as cargas não podem deslocar-se livremente. para um certo valor crítico. o dielétrico não absorverá a corrente relativa da fonte supridora. Eletroquímico. 4. Elétrico (intrínseco).Supondo que todas as moléculas de um dielétrico tenham o mesmo momento de dipolo q. O conjunto destes fenômenos observados nas linhas aéreas de transmissão denomina-se de efeito corona.C. 3. ESTRUTURA AMORFA: É caracterizada pela falha de uma ordem regular das posições relativas no espaço dos átomos e moléculas que o constituem (literalmente significa sem forma). sobretudo cerâmicos. 5. absorção 51. Corrente e freqüência.   ângulo de perdas (Tg é o fator de qualidade).a) P=. quando a temperatura é mantida constante.Tgb  (Ka. Sua condutividade térmica é elevada. Entretanto. No fim do período de carregamento terá no capacitor Q=C. C  tensão aplicada (AC). Ia 20.a) A formação do oxigênio. 25.5/2).Tg watts (energia na unidade de tempo dissipada pelo dielétrico sob a forma de calor). Exige uma selagem de grande eficácia para conservar o ar fora do interior dos circuitos de refrigeração e onde flui o hidrogênio. Forma dos eletrodos. Pressão e temperatura. Umidade. o ar junto aos condutores torna-se fracamente luminoso. todas orientadas no mesmo sentido. estimado em duas vezes superior ao do ar. Natureza do campo elétrico aplicado. 53.A disrupção eletrotérmica consiste na destruição do material devido ao aquecimento produzido pelas perdas do dielétrico.Tgb  Ka. entre elas destacamos as subestações blindadas de SF 6. e que existam n moléculas por unidade de volume. Ia2 e não será zero como podia se pensar.10-4 Tgb=? Pa=Pb  .5. Circuito equivalente de um dielétrico real: C O capacitor real é substituído por um capacitor ideal em paralelo com uma resistência "r" que representa os componentes de fuga. com perdas dadas pelo efeito Joule. A formação do ozônio. sua condutividade é nula. .a) EFEITO CORONA: Quando se estabelece uma diferença de potencial alternativa. Por esse motivo.5 Kb=2 Tga=6. e seja q' a carga induzida em cada face (A área nas faces. as perdas serão dadas por P = V. c) Nas situações “C” e “E”. 50. Portanto.C.O campo originado no dielétrico pelas cargas induzidas superficiais é oposto ao campo externo.q.i. A umidade que se deposita sobre sua superfície determina um aumento da sua condutividade superficial.d = q'/A =  i. pode ser justificado pelo encurtamento do livre percurso médio. Considerando toda a lâmina do dielétrico como um dipolo de grandes dimensões. desde que os elétrons são incapazes de adquirirem energia cinética suficiente para o início do processo de colisões iônicas. A somo destas duas correntes compreende a corrente de fuga total. KV/cm 49. 54.ESTRUTURA CRISTALINA: São caracterizados por uma rigorosa e regular ordem no arranjo das suas partículas constituintes. 24. C Circuito equivalente de um dielétrico ideal.HEXAFLUORETO DE ENXOFRE (SF6): Não é inflamável e apresenta uma boa estabilidade química. particularmente na França. pois o efeito corona diminui com o aumento do diâmetro dos condutores. I 0 18.A/d).V2.É importante ter em mente a influência das impurezas e das imperfeições estruturais que afetam a condutividade dos materiais dielétricos sólidos.Um dielétrico ideal não tem condutividade. Sua rigidez dielétrica é excelente.Tga  Tgb=(1. Os rádios-receptores das proximidades são perturbados.47. OBS: Um aumento de sua rugosidade superficial implica uma camada de umidade mais intensa que se deposita sobre sua superfície. onde i é a densidade superficial de cargas e q' é carga induzida em cada fonte. nos dielétricos reais a condutividade não é zero. O momento de dipolo por unidade de volume. b) A rigidez dielétrica depende da densidade absoluta do gás e esta é proporcional à pressão. I a = r. Tem um extraordinário poder extintor de arco. C' devido à polarização incidente no dielétrico. O ar úmido determina a corrosão de um grande número de materiais e ligas. o que facilita os problemas de dissipação do calor. Composição química. É uma quantidade admensional que relaciona a permeabilidade do meio com o vácuo (r=/ 0). Nota-se a formação de ozônio e um ruído sibilante característico. Ic I 0 P (atm) 1 atm O crescimento da rigidez dielétrica mostrado no lado direito da curva. e portanto uma perda de energia elétrica.espiras.V2. b) A rigidez dielétrica depende da densidade absoluta do gás e esta é proporcional à pressão.Campo de excitação magnético.Cb.Ca. que dá a medida da polarização do dielétrico é dada por P= n.V2.Ka=1. 2. ou uma distância grande em relação ao diâmetro dos fios. 21. mas em seu interior pode haver um campo elétrico não nulo.Originam-se da interação das ondas eletromagnéticas com a matéria.P = . isto é. mas P = V2/R: V2/R = .A/d).d = q'/A =  i (densidade superficial de cargas). nas condições de pressão atmosférica normal. A figura abaixo ilustra a dependência da rigidez dielétrica em função da pressão.Na ponta a densidade do campo é muito alta e faz com que os elétrons se ionizem.Apresenta uma fraca resistência à rotação do rotor. Condições térmicas.Tg  Tg = 1/. quando a temperatura é mantida constante. Neste caso. O ar úmido determina a corrosão de um grande número de materiais e ligas..H ESTUDO DOS MATERIAIS DIELÉTRICOS 1.l (polarização do dielétrico). P' = q'.Disrupção para os sólidos dielétricos: Eletrotérmico.Distância entre eletrodos.Tga=Kb.C 11.a) A formação do oxigênio.. deixando a baixa densidade do hidrogênio. P=n. Apesar de =0 (caso DC). Todos os materiais isolantes são chamados dielétricos. entre dois fios paralelos situados no ar. Ocorre uma perda de energia no dielétrico devida a conversão da energia em calor. 10.V 2.Tga=.l. Afetam a condutividade dos sólidos isolantes.Reflexão. A primeira passa através do seu volume.Tga = (Kb. pois uma temperatura elevada e uma maior umidade diminuem a rigidez dielétrica do material. I Ic' Ic  KV/cm Ia Ia' V b) No caso de uma voltagem DC. pode ser justificado pelo encurtamento do livre percurso médio. 12. 52.R. =2.É a propriedade de cada material quando há interação com o campo magnético (0). 6.V coulombs. d espessura). Tem alto coeficiente de transferência de calor de um corpo sólido para o gás a sua alta condutividade térmica.d/A.É a força gerada pela concentração de campo magnético em determinada região do espaço.6. onde n é número de moléculas por unidade de volume. Um dielétrico não conduz corrente elétrica.Tg. F = B X l = N. 16.10-4  Tgb=4. no interior do dielétrico o campo está enfraquecido mas não é nulo. desde que os elétrons são incapazes de adquirirem energia cinética suficiente para o início do processo de colisões iônicas. aumentando-se progressivamente a diferença de potencial. Indução magnética . 27. 15. o deslocamento das mesmas não é suficiente para que o campo por elas originado chegue a igualar-se ao externo.C. Neste aspecto é saliente o papel desempenhado pela resistência superficial do sólido. b) A formação do efeito corona nas linhas de transmissão corresponde a um desprendimento de calor. Em sólidos porosos o grau de absorção da umidade é de vital importância.Podemos entender o dielétrico como um material capaz de suportar uma tensão elétrica. r P (atm) 0 1 atm O crescimento da rigidez dielétrica mostrado no lado direito da curva. A formação de um ruído sibilante característico. Tratando-se de um material tecnologicamente novo.f (velocidade angular). largamente utilizados na Europa. Permeabilidade magnética. mas absorverá também uma pequena corrente atrativa (corrente de fuga ou de escoamento). Misturado com outros gases pode formar misturas detonantes. C=C+C' (capacitância total). P = q'.d/A. fluirá uma corrente capacitiva até o carregamento do capacitor. Misturado com outros gases pode formar misturas detonantes..