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Resumão TecMat Final

1ª Unidade
Deformação Elástica – É reversível; Proporcional à
tensão aplicada.
Deformação Plástica – É quando o troço ultrapassa o
limite de elasticidade aí deixa a parada torta pra
sempre;
Dureza – Resistência do material à penetração; Pra
medir essa parada aí, usa-se o método de BRINNEL,
que consiste em pegar uma rola, digo, esféra de 10
mm de diâmetro de um material duro pra caralho, e
espreme essa porra aí no material pra ver se entra.
Ductibilidade – É a propriedade de se fazer fio, morô?
Tu estica as parada até o ponto de ruptura e ele vira
um fio e tá sussa.
Maleabilidade – A propriedade de reduzir os material
tudo à lâminas.
Transmissão de Calor – Porra, vei. Preciso comentar
isso aqui? O nome já diz tudo. Foda-se. Não, brinks,
fique um pouco mais, vou lhe contar a história da
transmissão de calor. Ela era uma propriedade que

diz o quão bom um material é capaz de conduzir calor
através de altas paradas. E todos morreram. Fim.
Condutor num PVC – O fio aí dentro de um cano pvc
muito louco esquenta, óbvio, e pra a gente melhorar
essa dissipação de calor aí pra o negócio não derreter
é embeber de óleo tudo. Pronto, tá feito, beijos.
Transformador

(Arrefecimento)

Usa-se

dissipadores, radiadores e ventiladores; Os agentes
que geram calor são o efeito Joule (no cobre),
corrente de Foucault (ferro) e histerese (ferro);
Agentes prejudiciais à vida útil do material – Tensão
elétrica superior a rigidez dielétrica do material;
Pressão e temperatura; Corrente e frequência;
Tempo (duração de aplicação da tensão);
Rigidez Dielétrica – É o limite da tensão elétrica por
unidade de espessura do material pode suportar sem
romper-se.
Perfuração Dielétrica – Irreversível: o dielétrico perde
suas propriedades isolantes (chorou); Reversível: Eu
acho que você deduziu;

Obviamente não existe tal material. Dielétrico Ideal – É quando a sua condutividade é nula. Estrutura Cristalina – É a estrutura fofinha e bonitinha. então o outro metal vai ficar em paz na dele. Zueira total. Evitar pares galvanizados. Ânodo de Sacrifício – Coloca-se um material mais “atrativo” à ser oxidado.Proteção contra corrosão em materiais: Revestimento de protetores. Dielétrico vs. Estrutura Amorfa – É a estrutura cristaliza depois de se drogar. Introduzindo proteção galvânica. Mesmo sem passar corrente o dielétrico pode ter um campo elétrico diferente de zero. Isolante – O dielétrico é um material capaz de suportar uma tensão elétrica. então um circuito equivalente desse material é um capacitor . arrumada com bem muito gosto num padrão bem chato. O Isolante é um dielétrico. Galvanização a quente – Cobre-se um material aí com zinco para que essa camada se oxide e não foda com o material em si.

não é muito viável. devido as perdas. Além do mais no ar tem água que corrói tudo. então. . Imperfeições estruturais. tá ligado? Além do mais a rigidez dielétrica do ar depende da pressão e tal. Correntes de Fuga – Volumétrica: é a corrente que passa por todo o volume do dielétrico. Ar como Dielétrico – O ar é um dielétrico. Natureza do campo elétrico aplicado. Umidade. Disrupção Eletrotérmica – Destrói o dielétrico porque ele aquece. mas a combinação do oxigênio com outros gases pode causar uma explosão (boom). né? A soma das duas correntes é a corrente total de fuga. Disrupção Elétrica – Eletrotérmico. Fatores que afetam a condutividade de um sólido – Impurezas.em paralelo com um resistor. Superficial: deu pra entender. Condições térmicas. aí fode tudo. Este para simular as perdas por efeito Joule existentes no dielétrico. que complica ainda mais as coisas. Eletroquímico. Elétrico.

Nota-se a formação de ozônio (o gás que protege a gente da radiação solar. mas tem um bom . sabe comé?). Continue lendo) e um ruído sibilante (É tipo o barulhinho de uma cobra. Eu lembrei. como eu prefiro chamar. Corona. ssssss. é quando se tem uma diferença de potencial alternativa. purpurina). Efeito Corona – Ou. entre dois fios aéreos paralelos. Efeito Codorna. Mas eu prefiro Codorna. Soma essas porra toda e você tem o efeito Codorna. é um nome mais bonito. Por que eu comentei isso? Não importa. os elétrons podem se ionizar aí dá um show de luz muito louco. Ele apresenta uma fraca resistência a rotação do rotor. me deixe.Porque saem luzinhas – Dependendo da uniformidade do campo elétrico (na ponta é muito denso). Hidrogênio esfriador – É utilizado pra esfriar geradores térmicos e compensadores síncronos grandinhos através de ventilação. aumentando-se progressivamente a diferença de potencial que quando atinge um valor aí o ar perto dos condutores começa a ficar brilhoso (ai.

Extingue o arco sussamente. suspensa no líquido. Dielétrico Tecnicamente Puro – Quando o nível de impurezas é ínfimo. Umidade. gotículas emulsificadas. Tempo.uso como condutor de calor. foda) nas condições normais. E tem uma condutividade térmica boa. Sua rigidez dielétrica é megaboga (ou seja. Fatores que mudam a propriedade dielétrica dele: Impurezas. 2ª Unidade Líquidos dielétricos – Tem a condutividade baixa. blindagem. Alteração na Viscosidade. duas vezes melhor que o ar. ou de forma insolúvel. Propriedades do Hexafluoreto de Enxofre (SF6) – Não é inflamável. Exige uma selagem pra conservar o ar fora do interior do circuito. . Temperatura. praticamente não altera porra nenhuma no dielétrico. Água nos Líquidos Dielétricos – Pode-se encontrar água em três estados nos dielétricos líquidos: molecularmente dissolvidas. Suas aplicações são em: extinguir arcos em disjuntores. apresenta uma boa estabilidade química. Estado de Polarização e Tensão Aplicada.

Usado em Disjuntores (como agente de regeneração quando ocorre o corte do arco). . Fator de Potência (Grau de Impureza). Óleos Mineirais – São dielétricos muito importantes utilizados em trnasformadores (como isolante em enrolamentos. assim como partículas). Processo de Recondicionamento – Filtros (base de celulose para retirar a umidade e servir como estufa).Dielétrico Contaminado – Um grau de impurezas muito alto. Centrífugas (Retirar a água livre e emulsificada. quando embebido em kraft. Tensão interfacial. Processo de Regeneração – Percloração (Filtrado por Adsorvente. Ensaios dos Óleos Mineirais – Medir a Rigidez Dielétrica. Nível de água (se tiver alto é ruim). ou agente de refrigeração). A acidez do óleo (aumenta com o tempo). utilizando a gravidade ou pressão). E nos condensadores (Quando embebido em kraft. reforça e retira a umidade). *Não joga-se óleo fora. A condutividade do dielétrico é alterada. Desidratador à vácuo (retira o restante tudo). Ele é tratado pelos processos de recondicionamento e regeneração.

como. precisa ser acelerada por luz. readquirem plasticidade e fluidez. calor. . Resinas Termoplásticas – Moléculas lineares. Resinas Termoestáveis – Não retornam a fluidez e plasticidade. possuem o ponto de fusão elevado. por exemplo. Aí utiliza-se o silicone no seu lugar. álcool e outros simples (DRACON). água. clorado. que também não é inflamável e não solta nenhum gás quando queimado. amolecem no calor. com constante dielétrica muito alta. sem subprodutos. adsorvendo as purezas). aí é treta utilizar ele em qualquer coisa. Ascarel – É um líquido dielétrico não-inflamável.Contato (Misturado em Adsorvente até entrar em equilíbrio. *O óleo mineral é inflamável. Polimerização por Condensação – Forma um subproduto não polimerizável. Polimerização por Adição – Rompe as ligações duplas dos polímeros formando simples. problema é que ele é muito tóxico. pressão ou algum catalizador.

Silicones – Resistente à cargas e tensões. Resistente à produtos químicos. tem molecula linear e é termoplástico. Atua como separador de . TEFLON. resistente ao frio e ao calor e serve como um excelente isolante. Plástico – Associação de moléculas orgânicas (monômeros) em um polímero. pouco solúvel e pouco fusível e o arranjo de suas moléculas são espaciais. Poliamido (Nylon). Pode ser tanto linear. que é a molécula de etileno com um dos hidrogênios substituídos por um Cloro. Polietileno. TEFLON – Polimerização do tetrafluoretileno. Poliester. é uma resina termoestável. incombustível. diferencia das resinas/polímeros pela facilidade de ser composto por misturas. quanto tridimensional em questão molecular. há ausência de envelhecimento. Polivinil (PVC). PVC – Polimerização do cloreto de plivinil. Tipos de Resinas – Fenolinas (baquelite). Nylon – Serve pra fazer fibras e fios. Excelentes propriedades dielétricas.estrutura muito rígida. Epoxy. Isolante. Poliestireno.

Radicais orgânicos ligados ao silício. Madeira – Higroscopia muito elevada (é ruim. Silicone vs.fases em Disjuntores. Melhor instalação e transporte. . ela aumenta e diminui dependendo da umidade). Óleo Mineral – Vantagens: O peso e espaço do silicone é menor. gerando ausência de meios líquidos. Massas Compound – Não utilizam solventes (verniz utiliza). Resistência à variação de temperatura. Substitui a graxa em rolamentos. Sob ação térmica liquefaz os seus componentes. Reduz o peso nas bobinas e rotores das máquinas girantes. Processo de Vulcanização da Borracha – É feito para que a borracha torne-se mais dura. Utilizado em transformadores. resistente e durável. tornam-se muito quebradiças). Para melhorar. Não formam filmes (quando a espessura é pequena. Desvantagens – Aumento nas perdas. impregna-se com resina do tipo braquelite. Manutenção barata e é não tóxico. Temperatura de funcionamento pode ser maior. e exige uma maior seção de cobre. e serve para lubrificar em casos especiais.

Rigidez Dielétrica. Fusão à 800 C. Impregnado com óleo/verniz/resina funciona bem pra porra. 25% Quartzo e 25% Feldspato. Porcelana – 50% Caolim. Isolamento Elétrico e Constate Dielétrica alta. Micafolium – Composto por uma ou mais camadas de MICA . Obtido pelo processo de sinterização. Poros causam ionização do ar/perfuração elétrica. Material flexível. Material anisotrópico com rigidez dielétrica com campo perpendicular as fibras. pois Quimicamente são e flexíveis Termicamente e resistentes. Necessita de um esmalte protetor por ser poroso e possuir uma . Papel Kraft – Obtido da polpa da madeira.Tratamento superficial com parafina (ou óleo para transformador). Podem ser transformadas em lâmicas. Serve como suporte pra papel Kraft. Perda de 20% de Água no processo. Colagem de resina sob pressão. Micas – Tem como base o silicato de alumínio mais metais alcalinos. estáveis e resistentes. pode ser utilizado na forma de rolos. Higroscópico pra caralho.

porém é quebradiço. Em ambientes sulfúricos forma um resíduo com resistência alta). Vvidro – Termoplástico. Vidro Recozido e Temperado é obtido através do aquecimento e resfriamento à certas temperaturas. é melhor que a porcelana. Utiliza-se óxidos de Sódio ou Potássio para diminuir o ponto de fusão. porém. O Recozido é resfriado lentamente. 3ª Unidade Força ftem: Utlizada para medir a diferença de temperature. Inorgânico.higroscopia alta. pouco. Desvantagens: Resistência à tração. preço e dureza medíocre. encarece o material. Prata – Propriedades: Resistência à oxidação. . mas o seu óxido é condutor também. Composto vítreo. Resistente a flexão e pressão. grande ductibilidade e pequena resistência de contato. (Tendência a oxidar-se. Contendo Complexos de Sistemas de Óxidos. Mas em comparação de custo e qualidade.

boa ductibilidade e maleabilidade. . relativa facilidade com que pode soldar-se. Vantagens: Resistência mecânica suficientemente alta. revestimento em outros condutores para correntes de alta frequência. Cobre – Cobre eletrolítico é o estado do cobre com propriedades condutoras excelentes.Aplicações: fabricação de fusíveis. Cobre duro é o que sfre o estiramento à frio. estabilidade satisfatória à corrosão. contatos elétricos. O cobre mole é o cobre recozido que estabeleceu o padrão da IACS. aparelhos de medição de precisão.

Desvantagens: O cobre fundido é fluido. Tem uma condutividade maior do que a do cobre eletrolítico. Cobre OFH: Cobre desprovido de oxigênio. Latão é a liga de cobre e zinco. que se botam também outros materiais. mas a moldagem é pouco utilizada pela dificuldade que o processo apresenta pra evitar certos defeitos de fundição. possuindo a maior resistência. Alumínio – . É mais caro também. Latão e Bronze: Bronze é a liga de cobre e estanho. Tem a sua condutividade na média de 27% IACS. ligas mais antigas e possuem uma condutividade entre 55 e 75% IACS.

Cabo – o fio é o produto metálico de qualquer porção maciça. COPPERWELD é o nome comercial. Fio vs. retirado da bauxita. de comprimento maior do que a maior dimensão da seção transversão. Sódio – não é utilizado por ser fraco mecânicamente e altamente reativo e oxidante Baixa reatividade química – Cobalto. . então metade do óxido é transformado em Aluminio puro com 13500 kwh de energia. O cabo é o conjunto de fios encordados. Daí o nome. Este tipo de construção dá ao condutor formado uma maior flexibilidade. O Brasil corresponde ao terceiro maior produtor de alumínio do planeta. Níquel e Platina. O cobre deposita-se no aço criando uma espécie de capa. com ou sem isolação externa.O alumínio é muito abundante no planeta. não isolados entre si. Alto conteúdo energético: Metade da bauxita é transformada em Al²O³ pra sofrer redução eletrolítica. Resto COPPERWELD – é o processo que permite a união molecular de Cobre e Aço através um procedimento eletrolítico.

Materiais isolantes utilizados em fios – Dielétricos sólidos ou estratificados. Alta tensão vs. Cabo OF – Cabo isolado com papel kraft impregnado com óleo. prover uma distribuição radial ao campo elétrico eliminar os espaços vazios entre o condutor e a isolação. Aplicados para o transporte de potência. Segunda camada de blindagem: Escoamento de correntes de fuga. Efeito Skin (pelicular): É um fenômeno gerado pelo campo e . Proporcionar uma capacitância uniforme entre o condutor e a terra. sem a necessidade de uma blindagem tão intensa ou tantas camadas de isolação. O material utilizado na blindagem é um papel kraft. nos de baixa tensão. curto. Vantagens da blindagem: Dar uma forma perfeitamente cilíndrica ao condutor. são apenas cabos simples. Baixa tensão: Nos cabos de alta tensão existe uma blindagem nos condutores e um procedimento de isolação.

seção nominal do condutor. usinas elétricas. etc. áreas industriais. relés. comando e controle de equipamentos elétricos. Cobre . temperatura ambiente e condições de instalação. Cabos de controle – são cabos utilizados em subestações. Fios magnéticos – São usados nos enrolamentos das máquinas elétricas rotativas. transformadores. natureza do material de isolação. etc. chokes.auto-indutância induzida onde uma corrente de sentido contrário é gerada. Capacidade de corrente: Natureza do material. Utilizados para sinalização. forçando a corrente original ser desviada para a superfície do condutor.

Fica mais fácil o controle da temperatura gerada pelo efeito Joule.mole é o mais utilizado com isolação de papel (com óleo). Os enrolamentos estratóricos dos geradores da usina de Itaipu utilizam esses condutores. boa flexibilidade para ser enrolado. estabilidade térmica. estabilidade sob pressão de enrolamento. Propriedade: Alta rigidez dielétrica da isolação. O alumínio é o material mais . esmaltados e outros. Condutores ocos – São utilizados para condução de altas correntes em espaços restritos e com problema de elevação de temperatura. tecidos sintéticos compostos. Condutores nus – Linhas aéreas de transmissão e distribuição de energia. de seda. um bm fator de espaço.

Cabo ACSR ou CAA – Cabos de alumínio com alma de aço. o qual é isolado do condutor interno pelo ar e por discos de material termoplástico. Cabo CS ou CA – Cabos de alumínio do tipo simples. enfaixados por. resistência aos agentes atmosféricos e redução dos custos de montagens e o preço. Utilizados nas telecomunicações. resis^tencia mecânica. Cabo coaxial – É composto de um fio nu de cobre mole e de um outro condutor externo. tendente a forçar a abertura dos contatos. Assimétricos – Um par de contatos pode ser simétrico quando ambos contatos são do mesmo material. Dimensionamento da pressão de fechamento – Esses esforços. formado de uma fita de cobre mole. . O cabo possui uma blindagem formada por duas fitas de aço aplicadas helicoidalmente sobre o condutor externo do par coaxial.utilizado para esses condutores devido a sua boa condutividade. pelo menos. duas fitas de papel ou de poliester. Contatos Simétricos vs.

ouro. Os retardados permitem o fluxo momentaneamente elevado da corrente de partida. cobre. em condições anormais ou de curto. Sulfatação e agressão por gases corrosivos. Problemas de erosão. Metais mais utilizados na contatotécnica – Prata. tungstênio. Retardados – Os rápidos não permitem uma variação abrupta da corrente entre o estado de partida e o regime permanente. como as cargas motordas. paládio e rádio. Nova liga de prata – Prata com óxido de estanho. um exemplo é a lâmpada. absorvendo calor durante um . Desgaste do metal por queima. Oxidação.tem que ser combatido pelos dispositivos mecânicos que fornecem a pressão P necessária à operação dos contatos. podem atingir valores expressivos. pois esses esforços são proporcionais ao quadrado da corrente passante pelos contatos. platina. molibdênio. O fusível retardado – Adiciona-se mais massa na parte central do elo. Fusíveis rápidos vs. Fatores que afetam a durabilidade elétrica dos contatos – Arcos voltaicos.

isto é.tempo. Fusível de alta tensão – Quando a corrente de defeitop for baixa. vazad em determinados pontos para reduzir a seção condutora em locais predeterminados e é envolto por areia. O emprego do tubinho contribui também para a . Fusível DIAZED – São fusíveis compostos de um corpo de porcelana fechado por duas tampas metálicas nas quais é fixado o elo do fusível. formados no tubo principal do corta-circuito. tudo contido num involucro de porcelana. poupando desta maneira o revestimento interno do cartucho principal. possui um elo de cobre. O elemento extintor é areia. Em correntes de efeito elevadas o tubinho se compe e a supressão do arco é feita então pelos gases. São fusíveis invioláveis. impedindo momentaneamente que este se rompa. Apresentam disposição construtiva semelhante ao DIAZED. Fusível NH – Proteção de instalações industriais. este tubinho tem a mesma função do tubo principal de expulsão de corrente do cortacircutio. em forma de lâmina. ou seja. a formação de gases no seu interior provoca a dissipação do arco.

proteção do elemento fusível contra eventuais danos causados quando do seu manuseio. Resistências elétricas – Resistividade superior a 20 micro ohm por centímetro. resistência ao envelhecimento. resistência elétrica constante com a variação de temperatura. .