Estudos em modalidades esportivas de combate

Estudos em modalidades esportivas de combate: estado da arte

Resumo
O objetivo do presente texto foi apresentar o estado da arte dos estudos sobre as modalidades esportivas
de combate (MEC). Inicialmente, é destacada a relevância destas modalidades, tanto do ponto de vista
histórico, quanto em relação à sua representatividade em competições internacionais, como os Jogos
Olímpicos. Também são apresentadas as áreas mais comuns de atuação do profissional de Esporte nas
MEC, bem como as iniciativas de organização de eventos, publicações, grupos de estudos e instituições
científicas direcionadas às MEC. Posteriormente, estudos com possibilidade de aplicação em diferentes
áreas de intervenção - preparação física, técnica e tática, gestão e organização - por parte do profissional do Esporte foram destacados. Finalmente, perspectivas de novos estudos e aspectos relacionados à
preparação profissional são evidenciados.
UNITERMOS: Profissão; Educação Física e Treinamento; Artes marciais; Esportes de combate.

Introdução
O presente texto irá abordar exclusivamente
aspectos relacionados às modalidades esportivas
de combate (MEC). Embora tais atividades mantenham interface com as lutas (L) e com as artes
marciais (AM), é possível considerar que as MEC
são formas “esportivizadas” das anteriores, possuindo características comuns às demais modalidades
esportivas (GUTMANN, 1978): 1) quantificação; 2)
superação; 3) burocratização e institucionalização,
via federações e organizações; 4) secularização; 5)
especialização; 6) racionalização.
No Ocidente, os primeiros confrontos atléticos envolvendo ações de lutas, que se aproximam das atuais
MEC, ocorreram na Grécia Antiga. A luta, o pugilato
e o pancrácio faziam parte dos Jogos Olímpicos e dos
outros Jogos disputados pelas cidades-estados gregas
(POLIAKOFF, 1987). Inclusive, a ideia de sobrecarga
progressiva do treinamento físico é aludida a Milo de
Crotona, atleta de luta que, segundo a lenda, realizava
seu treinamento de força utilizando um bezerro, o que
resultava em aumento progressivo da carga à medida
que o animal crescia (KRAEMER & HAKKINEN, 2004).
Neste período, e em preparação aos Jogos Olímpicos
da Antiguidade, os primeiros modelos de organização
dos processos de treinamento também foram estruturados por Philostratus (POLIAKOFF, 1987).

Os romanos, por sua vez, apresentavam ações de
luta em formato mais “espetacularizado”: as disputas entre Gladiadores. Estudos sobre anatomia e as
primeiras intervenções ortopédicas, cirúrgicas e de
reabilitação de indivíduos engajados em combates corporais foram organizados por Galeno, em decorrência
do tratamento dos Gladiadores (NACHMITTAG, 2002).
Assim como para as demais modalidades esportivas,
as MEC surgiram no final do século XIX, especialmente com as disputas de boxe na Inglaterra, e ganharam
força com a inserção nos Jogos Olímpicos, especialmente durante a “Guerra Fria”. No que diz à inserção
olímpica dessas modalidades, é importante notar que
o número de medalhas em disputa nas MEC não estabilizou em nenhum momento da história olímpica
moderna e representarão, em Londres 2012, aproximadamente 25% do total de medalhas (FRANCHINI,
2007). Assim, é natural que os países que objetivam
melhor posicionamento no quadro de medalhas invistam em pesquisa e preparação de profissionais para
atuação com essas modalidades (FRANCHINI, 2007;
FRANCHINI & DEL VECCHIO, 2008).
Neste sentido, o presente artigo trata das
principais áreas de intervenção nas MEC, assim
como das iniciativas de pesquisas sobre as MEC,
eventos científicos, associações e publicações que

*Escola de Educação Física e Esporte,
Universidade de São
Paulo.
**Escola Superior de
Educação Física, Universidade Federal de
Pelotas.

Áreas de atuação e investigação em Educação Física e Esporte

Emerson FRANCHINI*
Fabrício Boscolo Del VECCHIO**

Rev. bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v.25, p.67-81, dez. 2011 N. esp. • 67

Esporte. não existem muitas análises sobre a produção acadêmica em relação às L/AM/MEC (CORREIA & FRANCHINI. São Paulo. & DEL VECCHIO. e da International Network of Wrestling Researchers (INWR). e o Simposio Internazionale di Karate Tradizionale. esp. liderados por Willy Pieter. Esse setor é mais amplo em termos etários. O segmento de gestão e organização das MEC contempla. especialmente no que diz respeito à preparação física. A atuação nesse setor envolve a organização de eventos e competições. federações. Outros eventos frequentes são o Journées de Recherches et de Réflexions sur les Sports de Combat et les Arts Martiaux (Jorrescam). entidades governamentais. organização e gestão das diferentes modalidades (DEL VECCHIO & FRANCHINI. Também é possível verificar a realização de sessões temáticas em alguns eventos de maior porte. No caso da luta. MAIETTA. com edições desde 1999. 2006). atualmente em sua décima edição. Além das associações de pesquisa específicas às modalidades listadas acima. A atuação no setor de preparação física.67-81.B. E. existem associações científicas para o desenvolvimento e divulgação do conhecimento relativo à essa temática de modo mais amplo e com maior abrangência. bem como à gestão nas MEC.prática por mais de cinco anos . Educ. técnica e tática de atletas. é possível identificar inúmeros eventos científicos para a divulgação de resultados de pesquisas com essa temática.nas diferentes MEC. PÉREZ. alguns pesquisadores. a realização de eventos alguns dias antes dos seus respectivos Campeonatos Mundiais. GIANGRANDE & VILLANI. como a Association de Recherches et de Réflexion sur les Sports de Combat et les Arts Martiaux (ARRESCAM). porém. têm incentivado a apresentação dos resultados dessas pesquisas. Atualmente. Ênfase é dada em pesquisas com implicações diretas para a intervenção junto isso não seria tarefa de especialista na modalidade de combate? às MEC.25. No setor de orientação técnica e tática. bem como a responsabilidade sobre a logística de equipes em preparação e deslocamento para competições (DEL VECCHIO & FRANCHINI. dias antes do Campeonato Mundial de Judô. Para o judô e para a luta. uma vez que contempla também os processos de iniciação às diferentes MEC e pode ocorrer. representadas por atletas a partir dos 1415 anos de idade. 2009. isto é. a realização de algumas edições destes eventos resultou na criação da International Association of Judo Researchers (IAJR). p. com as categorias de base. clubes e associações. orientação técnica e tática. GUTIÉRREZ. . como a International Martial Arts and Combat Sports Scientific Society.FRANCHINI. PÉREZ & CALDERON. em 2009. atualmente em sua sexta edição. em 2006. destacam-se os Simpósios Científicos de Pesquisa em Judô. realizados a cada dois anos. Pesquisas em modalidades esportivas de combate De modo geral. ou de caráter mais local. dez. 2006). com inserção pouco pronunciada de graduados em Educação Física e Esporte sem experiência prévia . os profissionais de Educação Física e Esporte atuam nos seguintes segmentos das MEC: preparação orgânica e funcional (preparação física). Dentre os principais eventos. 68 • Rev. é muito comum a presença de ex-atletas e ex-praticantes. além das academias. no âmbito escolar como atividade extracurricular. Arti del Budo e Sport di Combattimento. Para o “taekwondo”. com as categorias principais e de veteranos. 2010. promotora do Jorrescam. o Journal of Wrestling Science. v. o qual proporciona maior facilidade de inserção do profissional de Educação Física e Esporte. associações e academias das diferentes modalidades. bras. Áreas de intervenção nas modalidades esportivas de combate Em linhas gerais. 2011. Fís. F. recentemente foi criado periódico específico para a divulgação de pesquisas na área. promoção de cursos de capacitação e atualização. DISTASO. que conta atualmente com oito linhas de pesquisa. 2011 N. ocorre normalmente em clubes. ligas e confederações. organização e gerenciamento de equipes multidisciplinares. têm discutido a possibilidade de criação de uma associação internacional de pesquisa. GUTIÉRREZ & CALDERON. como no Annual Congress of the European College of Sport Science de 2001 e no American College of Sports Medicine’s Annual Meeting de 2008. 2011). modalidades como o “taekwondo” e a luta também têm adotado estratégia similar.

67-81. Os resumos apresentados no Annual Congress of the European College of Sport Science também apresentaram aumento expressivo de 1999 a 2008. sendo que houve maior direcionamento para estudos relacionados à Biodinâmica do Movimento Humano e aos Estudos Sócio-culturais da Educação Física em poucas manifestações da cultura corporal (e. Ido . 2008b. levantamento em três bancos de dados da Web of Science. 2002. 2011 N. SANTOS.Capoeira e Judô) relacionadas às L/AM/MEC (CORREIA & FRANCHINI. 2009). subdivididas em duas frentes de investigação científica: 1) determinação da estrutura temporal nas diferentes fases das lutas (DEL VECCHIO. bras. MEIRA JÚNIOR. PÉREZ & CALDERON. Os balanços numéricos e temáticos sobre a produção acadêmica relacionada às L/AM/MEC são escassos. FRANCHINI & LIMA-SILVA. v. 2006. cerca de 93% dos artigos não fizeram referência a qualquer suporte financeiro para a condução das pesquisas. MEIRA JUNIOR. • 69 . STERKOWICZ. MIYAHARA. com crescimento bastante acentuado (> 250%) no número de publicações a partir de 2006. BIANCHI. ROI & BIANCHEDI.g.. SIKORSKI. Com efeito. foi possível encontrar quatro grupos. 2011. 2010).. YOSHIMURA. FRANCHINI & TANI. TVEIT & REFSNES. Pesquisas com transferência de conhecimento para intervenção em aspectos técnicos e táticos de atletas de modalidades esportivas de combate Os estudos sobre técnica e tática nas modalidades esportivas de combate podem ser direcionados a aspectos associados à iniciação esportiva ou processo ensino-aprendizagem (FRANCHINI. 2011). 2009). Os autores indicaram presença de poucas pesquisas de cunho aplicado do ponto de vista da intervenção profissional e sócio-educativa. correspondente ao período de 2000 a 2009. Fís. FRANCHINI. Com base em levantamento realizado junto ao Diretório de Grupos de Pesquisas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologia (CNPq) no dia 7 de junho de 2011. 2008. seguida pela Ortopedia (7%). Esporte. da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. DEL VECCHIO. 2007. esp.Journal of Martial Arts Anthropology. Educ. Artes Marciais e Modalidades de Combate. GULLSTRAND. 2000). 2011. Em termos internacionais. MIYAMOTO & MORIWAKI. YAMASHITA. outro com análise da produção mundial (GUTIÉRREZ. da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. indicou que a maior parte das publicações envolvendo L/AM/MEC é feita na área de Ciências do Esporte (42%). GOMES. CSERGÖ. PÉREZ & CALDERON. Journal of Asian Martial Arts. São Paulo. Shobukan. o Journal of Martial Arts and Combat Sports. p. apresentados por ordem de criação reportada: Grupo de Estudos e Pesquisas em Lutas. 2007. da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. YIOU & DO. ou para a estruturação das rotinas do treinamento técnicotático. existem periódicos específicos sobre as L/AM/MEC. Foi localizado levantamento recente no Brasil (CORREIA & FRANCHINI. é possível encontrar grupos de pesquisas que têm como foco central as L/AM/ MEC. 2007. mas os autores do levantamento também citam a dificuldade para obtenção de financiamento das pesquisas.. dez. Eletronic Journals of Martial Arts and Sciences. Lutas e Rendimento. que possui versão espanhola (Revista de Artes Marciales Asiáticas) com tradução dos artigos do inglês para o espanhol e adição de material original em espanhol. MICKIEWICZ.Estudos em modalidades esportivas de combate Adicionalmente. 2010). dos quais merecem destaque: Archives of Budo . o Journal of Sport Sciences and Medicine já publicou três edições especiais sobre MEC. análise no período de 1998 a 2008 identificou que apenas 2.9% dos artigos publicados em 11 dos mais respeitados periódicos nacionais tratavam de L/AM/MEC. 2008. HIRATA & FRANCHINI. Em território nacional. GOMES. 1987) e 2) quantificação das ações técnicas realizadas durante os combates em ambiente competitivo Rev. Contudo. do Centro de Educação Física e Esporte da Universidade Estadual de Londrina. o que parece indicar que a obtenção de verba para a realização de investigações nesta área ainda é incipiente (GUTIÉRREZ. Em termos nacionais.atualmente o único nessa temática com indexação na Web of Science. MAJLE & LAKSA.25. NILSSON. PIETER & HEIJMANS. 2002. Grupo de Estudo e Pesquisa em Lutas e Artes Marciais. e acrescentam que isso pode estar associado à baixa popularidade das L/AM/MEC no meio acadêmico (DISTASO et al. GOMES & TANI. HIRATA & CHACON-MIKAHIL. IIDE. 2011) e um sobre os resumos relacionados ao tema em um dos principais eventos científicos na área de Ciências do Esporte (DISTASO et al. que conta com diversos periódicos abordando diferentes aspectos das L/AM/MEC.

Complementarmente. HARTMANN & FRANCHINI. DEL VECCHIO et al. 2010. Brazilian jiu-jitsu.. 2007. dez. MATSUSHIGUE.. p. São Paulo. MIARKA et al.) exibem ações com intervalos mais prolongados. PERRI & SOAVE. CASTARLENAS & PLANAS. JULIO. DERIEMAEKER & C LARYS . existe carência de publicações que tenham analisado volumes elevados de dados. Especificamente no judô. Fís. categorias. BEYER. HARTMANN & FRANCHINI. 1982). EVERT. 2002. JARDIM & BARROS NETO.. Os resultados preliminares desses estudos acerca da temporalidade indicam que as MEC de domínio (judô. 2004. MURRAY. comumente utilizada nas sessões de iniciação ao judô (GOMES. 2011..B. No judô. 2003. tem sido demonstrada como variável discriminante entre lutadores de diferentes níveis (MORI. Educ. FRANCHINI & DEL VECCHIO.FRANCHINI. FRANCHINI et al. HIRATA & FRANCHINI. FRANCHINI & LIMA-SILVA. 70 • Rev. Contudo. 2010. E. S TERKOWICZ & F RANCHINI . 2011). e marcam mais pontos no primeiro round. FRANCHINI et al. 2010. 2006. 2006). 2009. faixas etárias e gêneros. a capacidade de antecipação e de reconhecimento de padrões de movimentos em fases iniciais de sua execução. JACHNER. Considerando que há a necessidade de armazenamento e processamento de grande quantidade de informação sobre essas características. pois tal estratégia de treino atende às especificidades de ações durante situações reais de competição (DEL VECCHIO. CALMET.et al. no karatê. 2010. “taekwondo”. MARCON. MIARKA & FRANCHINI. MIARKA et al. em 2000. Esporte. ERASMUS & HÜTLER. ao passo que as MEC de percussão (karatê. esp. NILSSON et al. por exemplo. 1981). estatística das lutas resultou em informações quanto às características dos lutadores de “taekwondo”.67-81. STERKOWICZ & FRANCHINI.. Na oportunidade.25. CALMET & FRANCHINI. HEINISCH. FRANCHINI & LIMA-SILVA. níveis competitivos e ao longo de diferentes anos (CALMET & AHMAIDI.. 2000). existindo poucos estudos contendo processos matemáticos mais complexos que visam ao estabelecimento de eventos críticos para a definição de pontuações nas diferentes MEC.) apresentam características de esforço:pausa de 2:1 ou 3:1 (DEL VECCHIO et al. MIARKA. com relações esforço:pausa de 1:6 a 1:9 (IIDE et al. indica-se que domínio elevado de diferentes técnicas de projeção (superior a 10 golpes) e habilidade de projeção com deslocamentos em mais de três direções parece ser fator diferencial entre competidores de alto nível (FRANCHINI & DEL VECCHIO. MIARKA et al. 2008.. & DEL VECCHIO. SANTOS. VAN MALDEREN. DEL VECCHIO. que indiquem com precisão o que será realizado. p. HIRATA & FRANCHINI. DEL VECCHIO. 2004. O estabelecimento da estrutura temporal tem sido importante para identificação da relevância do treinamento intervalado no aprimoramento físico. F. 2007. 2010.. 2011). Adicionalmente. 2009. v. 2001).. 2011) ou com foco no desenvolvimento de ferramentas que possibilitem ao técnico melhores análises das lutas de seus atletas e respectivos oponentes (MARCON et al. HIRATA & FRANCHINI.. 2007. MIARKA. HIRATA & FRANCHINI. em investigação durante os Jogos Olímpicos de Sydney. 2002). luta. 2008b). “muay thai”. identificam duas diferenciações relevantes: 1) superioridade do ensino quando as técnicas de projeção são praticadas com o parceiro em movimento em relação à situação comumente utilizada.ex. 2010. 2011. 2011. 2002). as MEC mistas. 2009. FRANCHINI. NILSSON. FRANCHINI & STERKOWICZ... Em relação à outra área de investigações. 2002) e 2) desempenhos mais elevados quando a prática pelo “método do todo” é realizada em detrimento à “prática por partes”. 2002. gêneros. 2008b. ao passo que os vencedores aplicam mais contra-ataques e pontuam mais nos “rounds” subsequentes (KAZEMI. observou-se que homens que perderam os combates fazem o primeiro ataque mais frequentemente. 1997. pesquisas produzidas por pesquisadores brasileiros têm indicado e comprovado a eficácia de procedimentos poucos comuns na rotina de ensino das MEC.ex. com o companheiro de treino em posição estática (GOMES et al. diversos estudos têm sido conduzidos para determinação das características técnicas de lutadores de alto rendimento (BENEKE. p. Por sua vez. 2010. MATSUSHIGUE. bras. Nesse sentido. MATSUSHIGUE. SANTOS. HARTMANN & FRANCHINI. 2011).. 2010). alguns estudos foram conduzidos para determinar quais técnicas foram mais empregadas pelos lutadores em diferentes fases das competições e quais características diferenciavam atletas de diferentes grupos etários. RAMON. .. especialmente de competições de diferentes níveis competitivos. entre 1:2 e 1:3 (DEL VECCHIO. 2010. como mixed martial arts (MMA). apresentam relação esforço:pausa intermediária às duas anteriores. 2010). 2011 N. MARCON et al. 1997. identificação dos padrões de movimentos subsequentes dos lutadores e predição do desempenho competitivo baseada em resultados de lutas pregressas (AOYAGI & MATSUURA. (DEL VECCHIO. alguns autores dedicaram esforços para a criação e validação de programas computadorizados para esta finalidade (MARCON et al. JACOBS. OHTANI & IMANAKA. No que diz respeito ao processo de iniciação às MEC.

BERTUZZI. YAMASHITA. 1992). YOON. WATANABE. 2005b. TAKITO. FRANCHINI & STERKOWICZ. ONDA. 2002). Desta forma. FRANCHINI. NAKANISHI. MELIS & CONCU. bras. MIARKA. Assim. 2002) ou pela execução de socos (IMAMURA. MELLO. BORKOWSKI. BARROSO. WELK & VAN HANDEL. “Brazilian jiu-jitsu” e luta (FRANCHINI et al. NISHIMURA & NAKAZAWA. 2007. 2003). diversos estudos têm direcionado atenção a variáveis como potência e capacidade aeróbias. NAKAMURA. 2007. BERTUZZI & KISS. MATHEUS & DEL VECCHIO. MILLER. YANAGISAWA. 2005. Para esta modalidade. FRANCHINI. 2010). NUNES. CRISAFULLI. além da necessidade de elevada velocidade para a realização dessas técnicas (MORI. TRILLES & LACOUTURE. pois é a partir desses aspectos que o treinador consegue informações relevantes para a preparação física do atleta (FRANCHINI. 1994). 2003. SAITO & TAKEUCHI. STERKOWICZ. MATSUSHIGUE & KISS. 2009. 2011b) em situação envolvendo a pegada no “judogi”. HORSWILL.. 1998) e chutes (ROSCHEL. LOTURCO. KIMURA. SCOTT & GALEA. ARSATI. 2011a. SHIRASE & UBUKATA. SMITH. MATSUSHIGUE. CALMET & AHMAIDI. ASO. 2010). YOON. ONDA & UBUKATA. ALMANSBA. IMAMURA. diferentes autores propuseram testes de resistência de força isométrica (FRANCHINI. potência muscular e flexibilidade. 2011a). 2007. 2011 N. Isso se deve à considerável dificuldade de mensuração de respostas fisiológicas em condições competitivas ou de simulação de luta (CALMET. ROI & BIANCHEDI. há grande volume de material sobre a caracterização de atletas de MEC (CHAN.25. FRANCHINI. MORAES & DEL VECCHIO. COTINAUD & LACOUTURE. TRICOLI & FRANCHINI. No boxe. existe dinamômetro validado para análise da força durante socos consecutivos (SMITH. os pesquisadores têm encontrado valores elevados de resistência de força de preensão manual e de membros superiores em lutadores de MEC de domínio. • 71 . FIEBIG & SILVA. 2004. 2011a. p.. MOREIRA. HORSWILL. Educ. 2009). TAKITO & BERTUZZI. 2009. MILIA. FAFF & STARCZEWSKA-CZAPOWSKA. BATISTA. TOCCO. inúmeros pesquisadores têm se dedicado ao processo de elaboração e validação de testes e procedimentos específicos para as diferentes MEC (ALMANSBA. 2004. 2009. 2003. TAKITO. como judô. competições. Assim. POLACOW & LANCHA JUNIOR. UCHIDA. DEL VECCHIO & STERKOWICZ. o agachamento. HARTMANN & FRANCHINI. Rev. v. FRANCHINI. especialmente em estudos com análises de atletas pertencentes às seleções nacionais (ARTIOLI et al. 2008. Esporte. merece destaque o Special Judo Fitness Test. Em linhas gerais. FRANCHINI. VITELLI. DEGAKI. YAMASHITA. como o supino reto. 2002). No judô. São Paulo.. PIETER & MOLONEY. 2010). FRANCHINI. SILVA NETO & MATHEUS. 2009. DEL VECCHIO & STERKOWICZ. LEPLANQUAIS. 2009). TAKITO. força. 2007. FRANCHINI & DE ARAÚJO. YOSHIMURA. 2009) ou em comparações entre atletas de diferentes níveis competitivos (FRANCHINI. esp. STERKOWICZ & FRANCHINI. ergômetros específicos para a execução das técnicas de projeção foram desenvolvidos e avaliados (BLAIS. 1989. 2009. ITEYA. LIMA-ARSATI. 2011b) e dinâmica (ARUGA. DEGUCHI. MIRZAEI. com intuito de comparar atletas de diferentes níveis competitivos. com a expectativa de detectar aspectos potencialmente críticos para o elevado desempenho nestas modalidades (FRANCHINI et al. MATSUSHIGUE & ARTIOLI. 2005. TAKITO & DEL VECCHIO. 2008a). proposto por STERKOWICZ (1995). 2011a. UGRINOWITSCH. 2009). YOON. simulações e. dez. o processo de avaliação física dos lutadores é parte importante do planejamento do treinamento. 2003. 2006. potência e capacidade anaeróbias. 2008) e exista grande variação na demanda fisiológica colocada sobre os atletas destas modalidades durante a situação competitiva (ARTIOLI. FRANCHINI. 2001. o que levou alguns pesquisadores a estabelecerem tabelas normativas utilizando diferentes exercícios com uso de barras e anilhas. MONTEIRO.67-81..Estudos em modalidades esportivas de combate Pesquisas com transferência de conhecimento para intervenção em aspectos de preparação orgânica e funcional de atletas de modalidades esportivas de combate Embora os aspectos técnicos e táticos sejam considerados primordiais para o alto rendimento nas MEC (FRANCHINI & DEL VECCHIO. NAKANISHI. DE MORAES BERTUZZI. BERTUZZI. Também no judô. KISS & STERKOWICZ. BENEKE et al. DYSON. FRANCHINI. Fís. FRANCHINI. o arranco e o arremesso (ARUGA. SCOTT. CAPPAI. As MEC são atividades de difícil mensuração durante ações específicas dos treinamentos. RAHMANI-NIA & MOGHADAS. KANEKO.. Contudo. OHTANI & IMANAKA. e já conta com respectiva tabela classificatória (FRANCHINI. CURBY. especialmente. 2002) e de potência muscular nos grupos musculares responsáveis pela entrada de uma técnica de projeção (FRANCHINI et al.. FRANCHINI et al. esses tipos de ergômetro envolvem tecnologia relativamente sofisticada e têm sido utilizados basicamente na França e no Japão. que tem sido utilizado por diversas seleções nacionais e em diferentes estudos (FRANCHINI. BATISTA. TAKITO & KISS. GUALANO. FRANCHINI. 2008. DEL VECCHIO.

2009). CARLSON & SCOTT. de fadiga. em decréscimo de desempenho competitivo: o atleta João Derly sagrou-se bicampeão mundial de judô na categoria -66 kg após se ver impedido de lutar na categoria -60 kg e o atleta Leandro Guilheiro se tornou vice-campeão mundial de judô após ter mudado da categoria -73 kg para a categoria -81 kg. UMEDA. de lesões durante a competição (GREEN. NAKAJI. 72 • Rev. BÈGUE. isto é.FRANCHINI. Apesar dos inúmeros aspectos negativos associados ao procedimento de “perda de peso”. 2004). o resultado é controverso quando o ganho de peso após a pesagem oficial foi analisado em competições de nível nacional. NICASTRO. 2010. 2004). Embora essa estratégia pareça funcionar. os lutadores parecem adotar essa estratégia por considerarem que poderiam enfrentar atletas mais fracos ou menores (ARTIOLI. 1996 e de três atletas universitários de luta olímpica (ARTIOLI & FRANCHINI. Y AMAMOTO . o “taekwondo” (SANT’ANA. STEEN & BROWNELL.67-81.B. bem como com os dois últimos casos de “doping” no judô brasileiro (ARTIOLI & FRANCHINI. restrição da ingestão energética ou jejum no dia anterior à pesagem. 2000). ESPARTERO & GUTIÉRREZ. existem relatos na literatura de pressão por parte do pai de uma criança de cinco anos de idade para que reduzisse sua massa corporal em 10% para disputar competição de luta olímpica (SANSONE & SAWER. bras. tem sido utilizada para mascarar o uso de esteróides (HALABCHI. substância que embora seja ergolítica. DICK & HAYES. 2006. uso de agasalhos e sacos plásticos. em decorrência dos meios utilizados. TRIPLETT-MCBRIDE. Adicionalmente.. 2000 (VILLAMÓN. 2003). FRANCHINI & LANCHA JUNIOR. Por outro lado. 2006. 1988). HORSWILL. São Paulo. de depressão. 1994). LAC. a prevalência desta prática é bastante alta entre lutadores. prejuízo em testes específicos (SMITH et al. WILSON & MASLAND. p. COLOMBIER. de raiva. aumento dos estados de confusão. 2011 N. 2007). SOLIS & LANCHA JUNIOR. T OTSUKA & S UGAWARA . 2009) e o judô (FRANCHINI. FILAIRE. NEWTON & FLECK. 1998). em relação a lutadores não classificados (ALDERMAN. consumo de pílulas dietéticas. No que diz respeito a testes de aptidão aeróbia. como morte de um atleta de judô em preparação para os Jogos Olímpicos de Atlanta. da concentração e da auto-estima. 1999. Esporte. ROUVEIX. diminuição dos desempenhos aeróbio (SALTIN. que consiste em uma rápida redução da massa corporal em dias próximos. 2005) e de sabotagem das balanças de conferência para prejudicar uma atleta cotada para a conquista de medalha nos Jogos Olímpicos de Sydney. De modo complementar. da insatisfação com o próprio corpo (WOODS. Fís. DEGOUTTE. 2000). 2010). AMA. Neste contexto. 2007) e de transtornos alimentares (DALE & LANDERS. sendo que no “taekwondo” o uso de coletes com sensores passou a ser feito recentemente (DEL VECCHIO. esp. F. FILAIRE et al. 2011). E. MEUFFELS. de isolamento (DEGOUTTE. Outro problema bastante frequente nas MEC é o processo conhecido como “perda de peso” desses atletas. PANNAFIEUX & FERRAND. indução de vômito. ao passo que outra pesquisa indicou que os lutadores que conquistavam medalhas haviam recuperado quantidade maior de massa corporal. v. 1998). 2010a). 1990). FILAIRE. procedimentos específicos têm sido recomendados para o karatê (NUNAN. 2001). os casos de “doping” nas MEC também são normalmente associados a esse processo. Educ. Exemplos pontuais no judô brasileiro indicam que a mudança para categoria superior de massa corporal não implica. necessariamente. GORDON. e da aplicabilidade destas informações nos diferentes programas de treinamento físico. 1998). SFORZO & KELLER. nesse intervalo. MASO. além do emprego de sensores de força e bonecos de impacto similares aos utilizados em “crash tests” para análise da força (WALIKO. Embora variável entre as diferentes MEC. FRANCHINI. VOLEK. BROWN.25. SILVA & GUGLIELMO. 2001. SHIMOYAMA. uso de laxantes e diuréticos (ARTIOLI & FRANCHINI. KOZIRIS. a “perda de peso” tende a contribuir para o sucesso em competições regionais (WROBLE & MOXLEY. dez. PETROU. JOUANEL & LAC. STERKOWICZ. a redução brusca de massa corporal parece estar associada a diversos eventos negativos. 2007). 2004).. FOGARTY-HOVER & ROLF. 1964) e anaeróbio (KRAEMER. com casos recentes de “doping” por furosemida em atletas de luta olímpica participantes dos Jogos Olímpicos da Juventude. LANDERS. 2005). especialmente pela diferença nos limites das categorias de peso. HALE & JANAWAY. Em todos esses estudos existe o problema da quantificação precisa da intensidade de esforço realizada durante as ações específicas. uma vez que é comum que atletas apresentem resultado positivo para o uso de diurético. RUBIN. 2010. 2006). PEQUIGNOT & FILAIRE. FRANCHINI. LYNCH. diminuição da memória (CHOMA. como restrição da ingestão de líquidos. JOUANEL. SCOTT. DEL VECCHIO & PIETER. 1990. ou no dia da competição (ARTIOLI. . 1990. PARK & ROEMMICH. & DEL VECCHIO. do vigor. com valores entre 55% das competidoras de judô (FABRINI. STEEN & BROWNELL. um estudo demonstrou que lutadores classificados não recuperavam maior quantidade de massa corporal entre a pesagem oficial e a primeira luta da competição (HORSWILL. SILVA NETO & MATHEUS. FRY. VIANO & BIR.

ROWE. 2006. LEGRAND & GUEZENNEC. MOURIER. 2009). p. 2010d). 2010c. HARRIS & ROBERTS. no boxe e na luta (estilos livre e Greco-romano) os lutadores empregam vestimentas vermelhas e azuis. ERELINE & GAPEJEVA. DIJSTRA e PREENEN (2008) atribuíram a vantagem do azul durante os Jogos Olímpicos Rev. pois muitos atletas tendem a iniciá-lo durante a puberdade (ARTIOLI et al. 1993). Esporte. bras. Outro aspecto agravante é a precocidade desse processo. v. 2008). HATA & TAKEUCHI. Em linhas gerais. das quais têm sido investigadas academicamente a arbitragem (NAVARRO. NEVILL & LANE. 2010c. 1992. MARINS & FRANCHINI. com o “taekwondo”.. SUTTON. HILL & BARTON. 2010b. BIGARD. 2005. Pesquisas com transferência de conhecimento para intervenção em aspectos de organização e gestão nas modalidades esportivas de combate As competições de MEC apresentam inúmeras características peculiares. isto é. 1996) e resultar em condutas mais extremas na idade adulta (ARTIOLI et al. 2002). BENATTI. BALMER. MEDIJAINEN. HARRIS e ROBERTS (2005) e MATSUMOTO et al. 2005) e o efeito do local de realização da competição (BALMER. ARTIOLI. Para facilitar a visualização por parte do público. 2005.a Federação Internacional de Judô (FIJ) instituiu o uso do “judogi” azul nas competições internacionais. MACLAREN. SOLIS. indicar procedimentos para uma redução menos danosa aos atletas (BURKE & COX. dez. TSAI. CHANG & FANG. 2011). Educ. 2010b). 2006). 2008). incluindo aqueles que parecem não sofrer efeitos negativos pronunciados em decorrência da redução acentuada de massa corporal (ARTIOLI et al.. MATSUMOTO. S CAGLIUSI K ASHIWAGURA . Estudos de ROWE. modificou artificialmente as cores das vestimentas e indicou que o viés era gerado pela arbitragem. SCAGLIUSI. 2005). 2010b). SCOTT. os lutadores são requisitados a utilizarem vestimentas com cores diferentes. e a maior parte dessa redução ocorre na semana anterior à competição (ARTIOLI & FRANCHINI. ROBERTSON. HARRIS & ROBERTS. STEEN & BROWNELL.em 1997 . 2010b). 2000). FRANCHINI & LANCHA JUNIOR. HORSWILL.. KONNO. Assim. 2005). NEVILL & WILLIAMS.. o que poderia interferir no crescimento e desenvolvimento dos atletas (ROEMICH & SINNING. Fís. 1997). a coloração da vestimenta empregada pelos lutadores (BARTON & HILL. 2007. OPPLIGER. IGLESIAS. ROGER. ROWE. FRANCHINI. MCANDREW. Porém. KERVILER. os lutadores tendem a reduzir cerca de 5% de sua massa corporal. DICK & KLOSSNER. Contudo. 2005.Estudos em modalidades esportivas de combate BRITO. 2009. KASHIWAGURA. (2007) evidenciaram que o uso do “judogi” azul resultava em vantagem competitiva. Antes os dois lutadores usavam vestimentas brancas com faixas vermelha ou branca sobre a faixa indicativa de sua graduação e a partir daquele ano passaram a usar vestimentas azuis ou brancas (DIJKSTRA & PREENEN. ao analisarem os mesmos vídeos ora considerando a versão original ora analisando a versão invertida (azul aparecia como vermelho e vermelho como azul). que analisava de forma diferente as mesmas ações quando a coloração era modificada. F RANCHINI . FUCHS & LANCHA JUNIOR. GUALANO. HORSWILL. investigar o processo de recuperação dos atletas (OÖPIK. GAYTON & LANGEVIN. 2010b.67-81. Estudo posterior. 2003. ARTIOLI et al. FRANCHINI. PÄÄSUKE. 2007. HILL & BARTON. 2009. FUCHS & LANCHA. sendo que condutas mais arriscadas e extremas tendem ser realizadas por lutadores de maior nível competitivo (ARTIOLI et al. • 73 .. 2010. pois alguns pesquisadores da psicologia evolutiva evidenciaram que existe vantagem em competir usando vermelho em relação ao azul (BARTON & HILL. ROEMICH & SINNING. com valores intermediários entre atletas de luta olímpica (KINIGHAM & GORENFLO. 2009. GUALANO. SMITH et al. MENDER. Mais recentemente . UTTER.. propor estratégias organizacionais para combater esse processo (ARTIOLI. havia sempre favorecimento ao atleta vestindo vermelho (HAGEMANN. 2010. STRAUSS & LEIβING.25. esp. TAKESIAN. 2008. São Paulo. MORTON. no “taekwondo”. 1990) e atletas de “taekwondo” (FLEMING & COSTARELLI. 2010) a 89% dos lutadores de judô (ARTIOLI. 2005. CHOU. 1996). 2011 N. 2001. MIYAMOTO & RANVAUD. G UALANO & L ANCHA J UNIOR . TIMPMANN. Em decorrência desse quadro. esse processo tem sido questionado. SABARENSE. enquanto estes dois grupos de autores recomendaram pesquisas adicionais para investigar o fenômeno e a preparação dos árbitros (considerando-os como possível origem do problema). inúmeras publicações têm sido realizadas no sentido de validar instrumentos para quantificação dos processos (A RTIOLI .

74 para decisão por superioridade dos pontos). Embora este fenômeno seja mais estudado em modalidades esportivas cujos confrontos são realizados em sistema de ida e volta. Portanto. há de serem criados centros de iniciação às MEC. ao analisarem lutas do Campeonato Europeu. a partir de periódicos científicos de divulgação.25. estudos têm registrado os efeitos da coloração da indumentária e do local de realização das competições no sucesso competitivo. conhecido na literatura internacional como “home-advantage”. certo esforço em se articular o âmbito acadêmico com o trabalho profissional (WILLIAMS & KENDALL. Na perspectiva do sucesso esportivo. NEVILL & WILLIAMS. GRAPPE & ROUILLON. imunoglobulina A. ao passo que em outro estudo (BALMER. sendo que em um estudo a modalidade estava agrupada com a ginástica.66 para nocautes técnicos e 0. também. 2002). o problema central está no fato de que o número de competições em um continente (Europa) é muito maior proporcionalmente ao número de países filiados à FIJ (JULIO. 1993) e no boxe (BALMER..57 para nocautes. 2005. investigações sobre os efeitos do exercício intermitente de alta intensidade (OISHI & IWATA. em casa e fora de casa) da luta olímpica (GAYTON & LANGEVIN. Embora estratégias de ensino-aprendizagem com características mais abertas se mostrem adequadas (GOMES et al. por serem subjetivamente julgadas (BALMER. Nacionalmente estas iniciativas deveriam ser estimuladas e ampliadas. & DEL VECCHIO. como o judô.67-81. São Paulo. 2011). BALMER. 0. bem como as estratégias de planificação do processo de treino devem ser aprofundadas. gêneros e níveis diferentes de habilidade.. dez. emprego de diferentes exercícios de força e sua capacidade de potencialização pós-ativação (MIARKA. 2009). cursos de pós-graduação. DEL VECCHIO & FRANCHINI.e. Acerca do desempenho esportivo e do processo de treinamento físico. com estruturas horizontal (i. de Atenas ao sistema de chaveamento. diferentes modalidades) e verticalmente (i. NEVILL & LANE. bras. E. 2003). Portanto. 74 • Rev. grupos de estudos e. Na atualidade.FRANCHINI. diferentes estudos já observaram que a quantidade de pesquisas no campo das MEC tem aumentado.e. aprofundamento e especialização) adequadas. 2007). RAVIER. 1992. Aspecto organizacional que também tem sido investigado é a existência da vantagem de competir em casa. pesquisas analisando as possíveis causas do impacto da cor sobre o desempenho e estratégias viáveis para contornar esse problema são necessárias. e explorando faixas etárias. Porém. inclusive. Esporte. foram localizados alguns estudos que confirmaram a existência do “home-advantage” nas MEC. Boas estratégias neste sentido poderiam englobar promoção de cursos de aperfeiçoamento profissional e maior quantidade de relações entre universidade e entidades esportivas. os controles da intensidade e da carga de treino por variáveis psicobiológicas (como percepção subjetiva de esforço. 2003). estudos quanto às formas de aquisição e prática das habilidades em diferentes MEC devem ser conduzidos com maior frequência. 2005). é preciso que haja um questionamento quanto ao sistema de ranqueamento utilizado em algumas MEC. concentrações de cortisol e testosterona e variabilidade da frequência cardíaca). os financiamentos nestas frentes de investigação são mais raros. ao se unir tais achados com os modelos de classificação atuais. v. 2011). Educ. esp.B. F. DUGUÉ. por outro lado.. os autores encontraram que a probabilidade esperada de ganhar em casa aumentava quando o resultado dependia do julgamento dos árbitros (0. bem como as respostas orgânicas de lutadores frente aos esforços na competição e no treinamento. Há. 2011 N. Neste contexto. p. MCANDREW. NEVILL & LANE. o êxito em competições prévias proporciona diferentes quantidades de pontos para determinação dos atletas classificados para os Jogos Olímpicos. Considerações finais De modo geral. em confrontos duplos (isto é. Fís. 2010. . NEVILL & WILLIAMS.

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