Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)/Brasil

Sistema de classificação
universal de solos lateríticos
para estruturas de pavimentos
Por: Prof. John Kennedy G. Rodrigues

1

Sistema de classificação universal de solos
lateríticos para estruturas de pavimentos

Localização Geográfica do Processo de Laterização
« 17 milhões de km2, representando cerca de 12% de solos do globo

Distribuição dos Solos Lateriticos
no Globo terrestre [FAO 06)].

2 mm.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos Distribuição dos tamanhos dos grãos  uma forte proporção de finos entre 10 à 50%.  estrutura metaestável sensível as variações das energias térmica e mecânica.  ausência de materiais entre os diâmetros de 8 et 0. Efeito da energia de compactação sobre a distribuição dos tamanhos dos grãos [ISTED. 1990] 3 .

4 . Dispersões sobre os valores de LL e IP : [Vilibor. 2009].Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos Plasticidade A Influência dos Sesquióxidos (Al2O3 et Fe2O3) faz com que os Solos Lateriticos tenham o comportamento mecânico (Plasticidade) diferenciado.

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  Em regiões de períodos secos bem marcados podem ocorrer fissuras devido a contração dos Solos Lateriticos .

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos Dureza  A resistência e a dureza das frações grossa e miúda são função da composição química e do período de formação. 2004) . (Lyon 1971) (AMARAL.

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos « American Association of State Highway and Transportation Officials (AASHTO) » et l’« Unified Soil Calssification System (USC) » não são compatíveis quando aplicados a certos Solos Lateríticos Brasil (Aeroporto) Guiana francesa (Rodovia) Australia (Ferrovia). Principais incompatibilidades:  A atividade da fração fina em presença e ausência d´agua. .  A resistência e a dureza das frações grossa e arenosa durante o pré-tratamento dos materiais.

.Portugueses. .Brasileiros. Comportamento Mecânico Granulometria Classificação Solos Lateríticos Pedregulhosos ( P ) Pedregulhosos Boa & Fraca Qualidade Solos Lateríticos Arenosos ( A ) Arenosos Siltosos/Argilosos Solos Lateríticos Finos ( F ) Finos Siltosos/Argilosos Plasticidade Degradabilidade Fragmentação Friabilidade Capacidade de Suporte Retração/Contração Subdivisões .Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos Informações sobre a Genese Proposição de Classificação: & Metodologia Composição Quimica Parametro de natureza Solos Lateríticos Baseada em estudos: .Franceses.etc. .

5 SIM VBS ≤ 3 SLPB SLPF SLAS SLAA SLFA SLFS SIM SIM NÃO SIM FS ≤ 60 NÃO SIM NÃO SLAS5 CBR ≥ 60% SIM NÃO SLPB2 SLPF1 SIM NÃO NÃO SLPF3 SLAS1 NÃO SIM CBR ≥ 10% SIM CBR ≥ 30% SLPF2 SIM LR ≥ 15% SIM CBR ≥ 60% SLPB1 LR ≥ 20% SIM FR > 7 DG > 7 NÃO CBR ≥ 10% NÃO CBR ≥ 30% SLAS2 SLAS3 SLAS4 SLFS1 SLFS2 SLFS3 SLFS4 .METODOLGIA SOLOS LEGENDA Composição Quimica & Genese SUBDIVISÕES INICIAIS NÃO CLASSIFICAÇÕES FINAIS SIM Solo Lateritico [SL] NÃO SIM 80 m m ≤ 30% AASHTO GTR USC NÃO SIM 2 mm ≤ 30 % SLP SIM FR ≤ 7 DG ≤ 7 SLA NÃO NÃO SLF SIM NÃO VBS ≤ 1.

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos 10 .

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .08 98.08 98.41 19.85 Curva Granulométrica da Amostra: Solo Arenoso .76 19.91 Norma Francesa 2.00 0.00 0.Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Amostra .Diâmetro Médio das Partículas (mm) (% que passa) Norma Brasileira 2.

85% Óxido de Alumínio Alumina Fe2O3 5.89% Óxido de Sódio Constituintes químicos Nomenclatura Usual .06% Perda ao Rubro SiO2 42.50% Óxido Férrico Hematita Na2O 0.Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Limites de Liquidez e Plasticidade e Índice de Plasticidade LL NL Amostra LP NP IP -- Amostra Composto Quantidade Nomenclatura PR 12.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .60% Dióxido de Silício Sílica Al2O3 38.

10% Trióxido de Alumínio Alumina Fe2O3 3.Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Amostra Composto Quantidade Nomenclatura Nomenclatura Usual SiO2 50.42% Dióxido de Silício Sílica Al2O3 45.38% Óxido Férrico Hematita TiO2 0.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .89% Dióxido de Titânio Titânia Constituintes químicos 13 .

Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Difração de Raio-X Amostra .Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .

MEV .Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Microfotografias da Amostra .Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .

Adsorção de Azul de Metileno .Determinação das Propriedades Físicas e Químicas Amostra Atividdes de argilo-minerais dos Solos Lateríticos em funçaão da porcentagem de argila e do valor de Azul de Metileno [FAB 94].Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO A .

8% Coeficiente de Friabilidade da fração Arenosa Obs: Os resultados indicam que a fração arenosa da amostra é bastante friável.Determinação das Propriedades Mecânicas Coeficiente de Friabilidade: resistência à fragmentação das areias O ensaio consiste em medir a evolução da granulometria das areias produzida por fraguimentação em um cilindro em rotação com o auxílio de uma carga em presença de água (Norma de referência : NF P18-576).1mm (g) 341.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO B .18 FS 31. .00 Massa Superior a 0. Jazida C Massa Seca Inicial (g) 500.

Determinação das Propriedades Mecânicas Limite de Retração/Contração Massa da Pastilha Seca (g) Jazida C 16.819 Limite de Contração 27.6 Densidade Real dos Grãos (g/cm³) 2.1% Estes resultados evidenciam que. ou seja. execução da estabilização granulométrica para minimizar o efeito de retração causado pelo argilomineral caulinita .92 Volume Deslocado de Mercúrio (cm³) 10.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO B . a provável utilização destes materiais como camadas de pavimentos deve ser realizada com procedimentos técnicos adequados.

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO B .Determinação das Propriedades Mecânicas Compactação Os resultados indicam que tanto o teor de umidade quanto a “densidade” do solo seco apresentam variações em função da energia de compactação! Curvas de Compactação pelas normas brasileira e francesa .

45% 12.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos B .58% 63.Determinação das Propriedades Mecânicas  ESTUDO DE CASO Índice de Suporte Califórnia – CBR Amostra CBR BR (Média) CBR FR 10 golpes CBR FR 25 golpes CBR FR 56 golpes 62.10% 324.28% Curvas de Pressão versus Penetração da Amostra .

70 % < 0.41 Coeficiente de Fragmentação -- Coeficiente de Degradabilidade -- VBS (g/100g) 2.00mm 98.08mm 19.08mm 19.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos  ESTUDO DE CASO Resumo de informações para a Classificação dos solos estudados Amostra: Classificação Universal de Solos Lateríticos Solo Laterítico Arenoso .8 Limite de Contração (%) 27.91 % < 2.00mm 98.SLAA Ensaio Norma Brasileira Norma Francesa Amostra C % < 0.85 % < 2.1 CBR (%) 62.45 .0 Coeficiente de Friabilidade (%) 31.

Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos 22 .

Verificação da influência do pré-tratamento Manipulação Secagem das amostras Compactação .Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS PRÁTICOS PARA A UTILIZAÇÃO DE SOLOS LATERÍTICOS EM CAMADAS DE RODOVIAS DE BAIXO CUSTO 1. Exploração de jazidas de Solos Lateríticos 2. Realização de Ensaios 3.

Tratamento dos Solos Lateriticos Estabilização 5. Práticas em obras Em reforço do sub-base Em camadas de base 6. Procedimentos de execução em campo para camadas tratadas . Procedimentos de execução em campo 7.Sistema de classificação universal de solos lateríticos para estruturas de pavimentos SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS PRÁTICOS PARA A UTILIZAÇÃO DE SOLOS LATERÍTICOS EM CAMADAS DE RODOVIAS DE BAIXO CUSTO 4.

[GRA 72] De Graft-Johnson.ASCE. Cura Acelerada do Sistema Solo-Cal por Tratamento Térmico. R. I. [GRA 70] De Graft-Johnson. Vol 2.T. Paris-7. Maignein.laterite.FAO. R. [GID 74] Gidigasu. ISTED & LCPC. 2. F. United Nations Educational Scientific and Cultural Organization (UNESCO). 164.M. N. F. A Framework for International Classification. L. [BRA 98] Thèse. M. Gunnell Y. Les Sols Latéritiques PAR (Office de la Recherche Scientifique et Technique Outre-Mer. Genèse et Formation des Sols Latéritiques.M. Utilisation des Graveleux Latéritiques en Technique Routière. Composition and Structural Analysis of a Red Clay Soil From Nyeri .R. Rollings. France. [SHA 01] Rapport. G. ISBN 9788561165345. Travail de fin d’études ENTPE effectué au LCPC. Volume 2. J.C. N. (2009). M. Soil Taxonomy. Directeur de Recherches de 1’O. [ACK 67] Ackroyd. 14:3. Correlation and Communication. (2001). P. Paris. 283–298. Journal of Enviromental Engineering. Osula. 8. [DEG 84] Direction des Etudes Générales et de la Normalisation – DEGN. Cerâmica. General Report. Pour l’Utilisation en Corps de Chaussée de Graveleux Latéritiques Naturels. Léopoldville. Engineering study of laterie and soils in connection with construction of roads. Douglas Fadul.G. Liège.D.. (2005). N.. African Soil Mech. Alkali. W. Vol. Zandonadi. NF XP P 94-060-1 (1997). (1971). Second Edition.M. Nogami. Soares Mina.. [AUT 83] These. Construction and Building Materials. Office de la Recherche Scientifique et Technique d’Outre-mer.R.F. E. B. World Soil Resources Reports.S. (1980). [GAL 04] Galvão. ISSN 098964241. Simões. Deformability characteristics of brazilian laterites. [LEC 08] Lecomte-nana.. F. Alcock. (1964). A Laboratory Investigation of Two Red Clays From Kenya. Arte & Ciência. Porto Alegre. Transportation Research Record. ASCE Vol. 1810. (1998).O. La latérite de Buchanan. 4. [SOA 93] Dissertation.. Une Etude Géotechnique pour Agence pour le Développement International. No. [BOU 05] Bourgeon G.. Faculté des Sciences et Techniques-UCAD. São Paulo. 103-118. Presença de Componentes amorfos nos Solos Lateriticos. (1972)..U. [IST 83] Etudes. Ecole National des Ponts et Chaussées. [LAW 81] Lawal A. No.Kenya. Brasil.de/index. Vol.K. 79.Ceratti. N .G. S. HRB.J. [IST 90] Synthèses. GIidigasu.D. Agency Inst. (1966). Vuong.E. (1960). Volume 9. (1964). (1984). Review of Research Laterites. [DOU 89] Douglas O. Pavimentos Econômicos: Tecnologia do Uso dos Solos Finos Lateriticos. housing and town and contry planning Bulletin N. NF P94-066 (1992). [WIN 51] Winterkorn. Hudec. [AUB 64] Aubert. J. 412. As Lateritas do Ultramar Português. [FAB 94] Thèse. [NUN 05] Nunez. 405. L. 2° Symposium International. R. M. ELSEVIER. (1967). Journal of Materials in Civil Engineering. Brésil. Vermounth South. Mesure de La capacite d´adsorption de bleu de mèhylène d´um sol ou d´um matériau rocheux. Falculté des Science et Techniques de Saint Jérôneme. Lateritic Soils.C. U. Geotechnique. Masson. The Moisture Characteristics. M. A.S. Motta. Building & Road Research Institute. (1993). J. Elsevier. Job Shuji. (1958). Mexico. Rammed earth ntechnique in West Africa. [TER 58] Terzaghi. 459. (2004). (1979). A. France. (1969). H. S.. Calil. Messou Menin. (1961). [LNEC 69] Laboratorio Nacional de Engenharia Civil – LNEC. Afonso & Moita. Brésil. W. AID/CSD.. Vol 115. ARRB Transport Research Ltda.. Segalen.V. São Paulo. S. Bhatia. N. Réflexions sur les études routières dans les pays sahéliens. D. TREMTI.M. World Reference Base for Soil Resources. Santos J. Traitement et Retraitement des Matériaux pour Travaux des Infrastructure. Rome. (1983). P. Foley. (1994).. Villibor. J.T. Paris. Board Record. G. (1972). E. "Formation and Properties of Concretionary and Non-Concretionary Soils of Western Nigeria. ISSN 0532-0488. Lovato. T.R. J.F. [NWA 06] Nwaiwu.284. C. Victoria. H. Lesueur. Hajjaji.C. Laboratorio Nacional de Engenharia Civil – LNEC. J. Mexico. K and Ahmed. Anais da 18 Reunião de Pavimentação. [SEG 64] Livre. ISSN 0989-64241. 2. Pétrologie des Latérites et des Sols Tropicaux..W. Journal of Transportation Engineering. L. Campina Grande. Chandrasekharan. Volume I. MALYSZ. Baltimore. The Design and Perfomance of the Sasumua Dam. [VAR 82] Vargas. Geotechnical Characteristics of Troublesome Laterite Materials. O. H.. São Paulo. Paris.. 87-104. [MAI 66] Livre. Note sur les Matériaux Latéritiques et Quelques Résultats sur les Latérites du Sénégal. Fall. R. 47-51. P.. Norme Française. Johnson-Clark. J.D.. Springer. (1995). N.D.. Res. Influência nas Propriedades Geotécnicas de Solos Lateriticos.. B.. [LYO 71] Rapport. South Africa.F.R. O Uso dos Limites de Atteberg na Classificaçao dos Solos Tropicais. Farrar.. 1.S. (2006). Institut des Sciences et des Techniques de l’Equipement et de l’Environnement pour le Développement. S.. R. 1126–1132. Université d’Aix-Marseille III. Effects of Lime on Permeability and Compressibility of Two Tropical Residual Soils. 4. B. Research Report ARR 343. M. higwys and airfields. Bulletin No. Akpokodje and Peter P.P. J. 25 .. P. 4th Regular Conf. (1969). (1981). Ferreira. and Bani.. pp 251-259. 6 (1989). [LNE 69] Rapport. [ENU 92] Enuvie G. J. Souza Santos. [USD 99] – Livre. [VIL 09] Livre. Fabbri. (1964).. [COL 64] Coleman. Engineering Properties of Lateritic soils. Lyon Associates Inc.. Dev. Gustavo Ferreia. (1992). N. (1983).B.. (1990). W. (2009). & Metcalf. (2008). Proc..(1973).S. Bangkok. Printed by VaillantCarmanne. [MIL 08] Millogo Younoussa.. 497. Volume 5. Laboratorio de Engenharia de Angola. ISSN0899-1561/92/0001. . A. Special Session Engineering Prop. volume 1. 436. Balkema.S. Properties of Ironstone Lateritic Gravels in Relation to Gravel Road Pavement Construction Geotechnical and Geological Engineering. (1959).. Latérites et graveleux latéritiques. Le fer dans sols. Pavimentação de Baixo Custo com Solos Lateriticos. Comportement Mécanique d’une Couche de Base en Graveleux Latéritiques Améliorés au Ciment : Cas des routes en Côte d’ivoire. Evaluation of Admixture Stabilization for Problem Laterite. [NOG 95] Livre. Utilisation du 10BE Cosmogenique Produit in-situ pour l’Etude de la Dynamique des Laterites en Zone Intertropicale. NF P 94-068 (1998). Baran. E. in Proceedings of 8th International Conference on Soil Mechanics and Foundation Engineering. Bhatia. "Influence of Geology and Physical Properties on Strength Characteristics of Laterite Gravels for Road Pavements. [NOV 72] Novais – Ferreira. Engeneering. Effects of Method of Preparation on Index Properties of Lateritic Soil. Laboratorio Nacional de Engenharia Civil. VII ICSMFE.. [LNEC 59] Rapport. S. pg 13-43.B. São Paulo. pp. Paris. Cement-lateric gravel mixtures: Microstructure and strenth characterisitics.D.pages 87 à 100. Identification of Problem Laterite Soils in Highway Engineering: A review. Springer (2006). 10-29.L.A. I. Tardy Y. Engineering Properties of Lateritic Soils VII International Conference on Soil Mechanics and Foundation Engineering...M.html. Institut des Sciences et des Techniques de l’Equipement et de l’Environnement pour le Développement & Laboratoire Central des Ponts et Chaussées. (1970).A. (1993). do Umedecimento e da Temperatura. H.J. W. Factors Controlling Properties and Durability of Laterite Gravel Aggregates. L. Coefficient de fragmentabilité dês matériaux rocheux. Laboratorio de Engenharia de Angola. Douglas Fadul & Nogami. http://www. T. Maryland. ISTED. Norme Française. Les Sols Latéritiques et d’Autres Sols Difficiles d’Afrique. pp. Universidade de São Paulo. 103. February. Thailand. Caracteristique et Comportement élastoplastique d’une Latérite pour son Utilisation en Couche de Chaussée (Thèse – Master’s degree – Yaoundé). Centre Européen de Recherche et d’Enseignement de Géoscienences de l’Environnement. INPL Nancy-France. Villibor. Ramos. Étude et Gestion des Sols. pg. 89–96. and Found. France). (1950). Asian Intitute of Technology. An Evaluation of the Field and Laboratory Properties of Lateritic Gravels. G. Caracterização da Fração Fina de Solos Tropicais Através da Adsorção de Azul de Metileno. P. Za-chien & Mazhar. 23. D. Edition provisoire. (1983). M. [VAL 60] Report.G. U. Olinda/Recife. United States Department of Agriculture. et Villibor. Vallerga. Determinação da Capacidade de Troca de Cations e da Area Especifica de Algumas Argilas e Caulins Cerâmicos Brasileiros pelo Azul de Metileno e sua Correlação com Algumas propriedades Tecnologicas. Études. [TAR 93] Livre. Norme Française. Effect of Remolding on the Properties of a Lateritic Soil. 16-21 août 1954. P. Eisharief. [SCH 09] Schellmann. [MES 80] Thèse. M. [NEW 61] Newill. A..R. [FAL 93] Extrait Thèse. Moscow. Characterization of a lateritic geomaterial and its elaboration through a chemical route. Mésure sur échantillon compacté dans le moule CBR. Geothechique. [CHE 74] Chen. (2005). Lisboa. Recommandation. [FAO 06] Food and Agriculture Organization of United Nation . M. Laboratorio de Ensaios de Materiais e Mecânica dos Solos. [QUE 83] Queiroz de Carvalho. Manke. 7Th Int. Geotechnical and Geological Engineering. Universidade Federal de Campina Grande. [TOW 69] Townsend. (1999). Lecomte. (1974). Meissa. G. Essai de Dessication. Cape Town. and Yeboa. XX. République du Cameron. [SIK 79] Sikali. (1982). NF XP P94-078 (1997). J. VII Congresso Brasileiro de Mecânica de Solos e Engenharia de Fundaçoes. and Meireles. Extrait des Actes et Comptes Rendus du V Congrès International de la Science du Sol. Ouedraogo. Ltda. [GID 73] Gidigasu. United Nation Organization. Latérites et Graveleux Latéritiques. [MED 06] Medina. P A R I S. Volume 12.C. P. Bonnet. Aplicada a Solos Latériticos. S. Portugal. Gomina. A Basic System of Soil Classification for Making an Interpreting soil Surveys." Proc. Moh.. Sharp K. Engineering Properties of Lateritic Soils VII International Conference on Soil Mechanics and Foundation Engineering. M. Place de Fontenoy. Laboratoire Central des Pontes et Chaussées.ALGUMAS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS [ALC 50] Bulletin. London. (1969). Ahmed. J. Paris. Autret. conference on Soil Mechanics and Foundation Engineering. An Introduction in Laterite. Norme Française. Paris. Cassia de Brito. 24: 949–971. (1974). (2006).V. (1993). . Construction and Building Materials.S." Hwy. 65 pages. (2008). Brasil. G. 130. Proceeding of the Specialyty Session.. [MOH 69] Livre. A. 96–111. J.. Lateritic Soil and Their Stabilization. (1951). (1969). Institut des sciences et des Techniques de l’équipement et de l’environnement pour le développement.G. e Campos.D. N. Revisting Brazilian State Road 377: Well-Succeded case of lime-stabilized road base. and Parcher. Engineering Proprieties of Lateritic soils. Detémination conventionnelle de La limite de retrait sur Le passant à 400 mm d´um matériau. K.

Agradecimentos .

Visitem a Paraiba!!! 27 .