HIERARQUIA DAS LEIS

As fontes do Direito são as formas pelas quais as regras jurídicas se exteriorizam, se
apresentam.
São, enfim, "modos de expressão do Direito".
Caio Mário da Silva Pereira (1991) classifica-as de acordo com a sua
preponderância, em principal e acessórias.
Fonte principal é a lei, através da qual o ordenamento jurídico se expressa em
sentido genérico. Se a lei é omissa, nem por isso se pode considerar lacunosa a
ordem jurídica. O problema é resolvido mediante o recurso aos outros elementos,
considerados fontes acessórias de Direito, invocáveis com caráter subsidiário, e que
estão contidos no Art° 4° da Lei de Introdução ao código Civil, que são: a analogia,
os costumes e os princípios gerais de direito.
LEI
Segundo Washington de Barros Monteiro (1985), "lei é um preceito comum e
obrigatório, emanado do poder competente e provido de sançâo". Essa definição de
lei é analisada pelo autor em seus diversos elementos:
a) Preceito comum - dirige-se, indistintamente, a todos os membros da coletividade,
sem exclusão de ninguém;
b) Obrigatório - ninguém se subtrai ao seu tom imperativo e a seu campo de ação;
c) A lei deve emanar do poder competente - se provier de órgão incompetente,
perde a obrigatoriedade e, portanto, deixa de ser direito.
Ao Direito Constitucional, que tem por objeto as normas que presidem à suprema
organização do Estado, inclusive quanto à divisão de poderes, cabe determinar o
órgão competente para elaboração das leis, inclusive o processo legislativo (Art 22,
24, 30 inc. I e 59 da Constuição Federal de 05/10/88).
d) Sanção - no sentido de coação, do verbo latino sancire, que significa reforçar o
preceito, torná-lo inviolável, assegurando o cumprimento de seu comando e
compelindo o indivíduo à observância da ordem.
No regime bicameral, que é o vigente no Brasil, o projeto de lei deve ser submetido
às duas Casas do Congresso, Câmara dos Deputados e Senado. Logrando aprovação
em uma e outra, com observância das normas específicas, todo projeto (pois que
ainda não é lei) será submetido ao Presidente da República, que nesta oportunidade
realiza a outra modalidade de colaboração na feitura da lei, com a sanção,
promulgação e publicação.
Sanção é o ato pelo qual o Executivo manifesta sua aquiescência à lei elaborada pelo
Legislativo. Trata-se de elemento essencial à existência da lei e sua antítese natural é
o veto, que constitui o modo de o Chefe do Executivo exprimir sua discordância
com o projeto aprovado pelo Legislativo, por entendê-lo inconstitucional ou
contrário ao interesse público.
Será total se recair sobre todo o projeto, e parcial se atingir parte deste, porém
abrangendo texto integral de artigo, parágrafo, inciso ou alínea (Art° 66, § 2° da
Constituição Federal), evitando-se dessa forma o mau vezo de veto sobre palavra ou
grupo de palavras, que não raro importava mudar o sentido do texto.
Promulgação é o ato através do qual o Chefe de Estado atesta perante o corpo social
a existência da lei e de seu conteúdo. A promulgação é obrigatória, cabendo-a ao
Presidente da República, mesmo no caso de leis decorrentes de veto rejeitado (Art°.
66, § 5° da Constituição Federal). Se ele não o fizer dentro de 48 horas, o presidente
do Senado a promulgará, e, se este também não o fizer, em igual prazo, caberá ao
vice-presidente do Senado fazê-lo (Art° 66, § 7° da Constituição Federal). A

pela alteração sobre o direito anterior. A escolha do legislador recai na segunda opção quando se trata de leis que. de sorte que o dispositivo emendado conte o prazo de vigência com observância da regra geral. Quando a lei. exigindo nova publicação. mas ainda não está em vigor. merece atenção a sua vigência. cujo começo de obrigatoriedade se aplica o princípio geral da vacatio legis. para que o texto correto seja conhecido. isto porque a necessidade de regulamentação opera como uma condição suspensiva à força obrigatória da lei. Realiza-se pela inserção da lei promulgada no Diário Oficial(DOU). a Lei de Introdução ao Código Civil. Com a publicação da lei. § 1° estabeleceu que nos Estados estrangeiros a obrigatoriedade da lei brasileira. perfeita e completa. Art° 1°.078. contenha incorreções e erros materiais. Art° 1°. . está sujeita a regras especiais. pode estender-se além deste. Para os casos em que não conste nos dispositivos da própria lei a data de sua entrada em vigor.publicaçâo da lei constitui instrumento através do qual se transmite a promulgação aos destinatários da lei. quando admitida. Encerrada a fase de elaboração da lei. produzindo os seus efeitos no mesmo dia em que é estampada no Diário Oficial. As emendas ou correções à lei que já tenha entrado em vigor são consideradas lei nova (Lei de Introdução ao Código Civil. ora estabelecendo uma data especialmente designada como o momento inicial da sua eficácia. quando em disposição especial o estipula. como expressão de soberania. pela necessidade de maior estudo e mais ampla divulgação. no qual a lei já existe. A fixação do início da vigência de uma lei deve ser buscada primeiramente nela própria. o qual só entrou . Prevendo-o. de forma a torná-la conhecida pelos que têm que aplicá-la ou obedecer aos seus ditames. Mas a sua vigência. Muito embora a lei. o qual determina que. pela sua importância. fixa-se a sua existência. a obrigatoriedade uniforme da lei e a aplicação de um só direito para toda a Nação. reclamam que se estenda no tempo a data de início da eficácia. prevalece o princípio do prazo único ou simultâneo estabelecido no Art° 1° da Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-Lei n° 4. a lei começa a vigorar em todo o País. A publicação é condição para a lei entrar em vigor e tornar-se eficaz.657. ora fazendo coincidir a data da publicação e o momento em que se inicia o seu vigor. passando a ser identificada pela numeração que recebe e pela data da promulgacão. ao ser votada. computados domingos e feriados. a sua qualidade impostiva. com exclusão do dia de começo e inclusão do de encerramento. promulgada e publicada. A forma de contagem do prazo da vacatio legis é a dos dias corridos.em vigor 180 dias a contar de sua publicação. a partir de então. tenha aplicação no território nacional. Esse lapso de tempo entre a data da publicação e o termo inicial da obrigatoriedade recebe o nome de vacatio legis. obtendo. Se a publicação tiver que ser repetida antes de a lei entrar em vigor os artigos republicados terão prazo de vigência contados a partir da nova publicação. § 4°). Quem a promulga deve determinar sua publicação. sendo apenas o período suficiente para que se torne conhecida e estudada. de 11/09/1990). tem início três meses depois de oficialmente publicada. com o Código de Proteção do Consumidor (Lei n° 8. depois de votada. sem necessidade de que se vote nova lei. depende de regulamentação pelo poder Executivo. como ocorreu. recentemente. total ou parcial. 45 dias depois de oficialmente publicada. até que o decreto executivo seja expedido. de 4 de setembro de 1942). à falta de disposição expressa em contrário. ao ser publicada. Apenas anula-se o prazo decorrido. Poderá acontecer que a lei. sua vigência se considera suspensa.

por isso mesmo. a lei não fenece. Leis temporárias são aquelas que trazem pré-ordenada a data da expiração de sua vigência. condicionam a sua eficácia à duração das condições que a determinam (guerra. As leis constitucionais são as mais importantes. A revogação é tácita. porém seja com esta incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior (Art. sujeita-as a uma coordenação lógica. É a lei de "vigência temporária" a que alude a ressalva do Art° 2a caput. última parte da Lei de Introdução ao Código Civil). O término da vigência dessas leis não depende de revogação por lei posterior. Derrogada. Leis excepcionais são as que. delineia todas as peças do organismo . ab-rogação. Por esse princípio. no plano normativo puro. pode trazer em seu texto o término de sua vigência. como portadoras da vontade estatal. A revogação pode ser parcial ou total. À revogação parcial dá-se o nome de derrogação e. implícita ou indireta quando a lei nova não declara explicitamente revogada a anterior. mas é amputada nas partes ou dispositivos atingidos. Nesta escala hierárquica das leis. Considerando as de maior relevância para o nosso propósito.). da Lei de Introdução ao Código Civil. As leis. complementares e ordinárias. Tal força é a revogação. O problema da hierarquia das normas legislativas é uma imposição de ordem política. fugindo à regra geral. já que todas exprimem a forma de comando estatal. com a força de fulminar a sua obrigatoriedade. Ab-rogada uma lei. quando a lei nova taxativamente declara revogada a lei anterior. enquanto deixa íntegras as disposições não alcançadas. submete a Constituição ao seu império todos os órgãos do Estado. ou cessadas as circunstâncias determinadoras das excepcionais. não apresentam diversidade. cessa a sua vigência. Emanação direta da soberania nacional. não mencionando expressamente o prazo de vigência. Segundo a forma de organização do Estado e a distribuição dos seus poderes. traduzem a disciplina da vida em sociedade e contêm a essência dos direitos e dos deveres. considerado como indivíduo e como cidadão. de maneira que umas se sobreponham às outras. verifica-se que assumem aspectos vários. ou simplesmente é anulada. estabelecendo classificações várias. assim como no didático. perdendo o vigor de norma jurídica a partir do momento em que entra em vigência a que a ab-rogou. Consumado o lapso da lei temporária. entretanto. É expressa. prolonga-se a obrigatoriedade até que a lei seja modificada ou revogada por outra lei. no plano prático. à total. epidemia etc. Quanto à hierarquia. a lei somente perde a eficácia em razão de uma força contrária à sua vigência. A revogação parcial apaga apenas uma parte da lei. público. A mente humana. limitamo-nos a enfocá-las apenas sob dois critérios: quanto à hierarquia e quanto à extensão territorial. comoção intestina. ao revés. 2°. e apenas estes perdem a obrigatoriedade.A lei. podem estender-se por plano uniforme ou. Mas. É o chamado princípio da continuidade das leis. A revogação pode ser ainda expressa ou tácita. discrimina as atribuições dos seus poderes. as leis dividem-se em: Constitucionais. § 1°. não sai de circulação jurídica. Não se fixando prazo de duração. consistente na votação de outra lei. por conterem os elementos estruturais da nação e a definição fundamental dos direitos do homem. as leis. Essa leis são denominadas temporárias e excepcionais. escalonar-se em sucessivas gradações. esta desaparece e é inteiramente substituída pela lei revogadora. coloca-se bem alto e acima de todas a Constituição Federal.

numa autêntica delegação de competência. planos e programas financeiros e orçamentários definidos na Constituição. com a colaboração do Poder Executivo. as leis estaduais ordinárias e. a lei complementar sobrepõe-se à ordinária. conforme a abrangência e os limites por este estabelecidos. porém destinadas à regulamentação dos textos constitucionais. por último. as leis dividem-se em: federais. A Lei delegada é hierárquicamente igual às outras leis oriundas do Parlamento. em terceiro lugar. compete ao Poder Legislativo fazer as leis. Leis federais são as votadas pelo Congresso Nacional. vêm as leis federais ordinárias. Em nossa organização política. Não se trata de escalonamento hierárquico. O parlamento pode. Surgindo conflito entre elas. As leis ordinárias são as que emanam dos órgãos que a Constituição investiu da função legislativa. estaduais e municipais. As matérias que dependem de leis complementares também são indelegaveis bem como tudo que diz respeito à cidadania. Quanto à extensão territorial. depois de iniciada a vigência da lei. a Constituição Estadual. Leis estaduais são as que votam as Assembleias Legislativas de cada Estado da Federação. com aplicação normal a todo território da nação. Igualmente indelegáveis são os assuntos que se referem às diretrizes. A lei magna é a Constituição Federal. estaduais e municipais. quando vota a lei. salvo aquelas que por motivo especial se restringem a uma parte dele (como as que se referem à proteção especial aos habitantes do "polígono das secas"). É uma peculiaridade dos países de organização federativa como o nosso a existência de leis federais. Sem esta ressalva a Lei delegada não precisa ser sancionada sendo imediatamente promulgada. por resolução. em seguida. autoriza o Poder executivo a normatizar determinado assunto. O legislador. que alguns publicistas consideram mais próprio denominar resoluções. é possível que a complexidade do convívio social sugira situações . a lei fundamental. são as que as Câmaras de Vereadores aprovam e só vigem nos limites territoriais dos respectivos municípios. devendo conter a normação completa da vida social. direitos políticos e individuais. No caso. pode o parlamento exigir a apreciação do Congresso Nacional. as leis municipais. após julgada a pertinência do pedido. nacionalidade. aos Estados e aos Municípios. Por isso mesmo. à União. pode deixar de abranger uma disposição que regule especialmente determinada matéria. Os atos de competência exclusiva do Congresso. a lei primeira. observar-se-á essa ordem de precedência quanto à sua aplicação. de acordo com a Constituição Federal são indelegáveis da mesma forma que os de competência exclusiva da Câmara e do Senado. nem contrariar as suas disposições. ou. deve ser obedecida igualmente pelos súditos e pelos detentores do poder e prepostos do Estado. Hierarquicamente. o processo é sempre de iniciativa do Presidente da República que solicita ao Congresso poderes que discrimina. Leis municipais. As leis complementares são aquelas votadas pela legislatura ordinária. Depois. com aplicação restrita à circunscrição territorial respectiva. A ANALOGIA O ordenamento jurídico não pode ter falhas.nacional. A peculiaridade no caso é que o Poder Legislativo. do Poder Judiciário e do Ministério Público. de tal forma que a lei ordinária não pode revogar a complementar. atender ao solicitado. Ademais. mas de uma distribuição segundo as matérias que a Constituição Federal atribui à competência das pessoas jurídicas de direito público interno.

revestidas de autoridade e que o tempo consolida em princípio de direito. art. Para que tenha cabimento. mas como subsídio certo. Inciso XXVI da Constituição Federal). acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. é necessário que se verifique uma omissão. quando a ausência exceder a quinze dias. mas que se contém imanente no espírito do sistema jurídico. e joga com aquelas regras incorporadas ao patrimônio cultural e jurídico da Nação. OUTROS ATOS ADMINISTRATIVOS E LEGAIS Medida Provisória.não-previstas. 49) que tenham efeitos externos a ele: "Art. é verdade. preenchendo o que faltou na norma para resolver o problema não diretamente referido. III – autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País. Essa invocação faz apelo às inspirações mais altas da humanidade civilizada. a celebrar a paz. Pesquisa a vontade da lei. devendo ser submetida ao Congresso Nacional e convertida em lei no prazo de 30 (trinta) dias. quando as outras mais diretas falham ou se mostram insuficientes. um externo e outro interno. o costume é a forma primeira de elaboração da norma jurídica. podendo ser renovada (Art° 62 da Constituição Federal). A analogia consiste no processo lógico pelo qual o aplicador do direito estende o preceito legal aos casos não diretamente compreendidos em seu dispositivo. Decretos Legislativos são atos destinados a regular matérias de competência exclusiva do Congresso Nacional (Constituição. A análise do costume acusa dois elementos constitutivos. Surge assim a analogia. capaz de gerar a convicção de que daí nasce uma norma jurídica. não chegam os usos e práticas a se converter em costume jurídico. para levá-la às hipóteses que a literalidade de seu texto não havia mencionado. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: I – resolver definitivamente sobre tratados. ressalvados os casos previstos em lei complementar. O COSTUME Historicamente. II – autorizar o Presidente da República a declarar guerra. Consiste no hábito que adquirem os indivíduos de se submeterem à observância de certas regras. . está a de editar medidas provisórias com força de lei (Art° 84. e que a hipótese guarde relação de semelhança com aquela que o legislador previu. PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO Fonte subsidiária. senão quando a autoridade judiciária deles toma conhecimento para aplicálos. a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. permitindo ao juiz suprir a deficiência legislativa com a adoção de um cânon que o legislador não chegou a ditar sob a forma de preceito. um vazio no texto legal. 49. Dentre as atribuições do Presidente da República. A medida provisória poderá ser expedida em caso de relevância e urgência. O elemento interno é a convicção de que a observância da prática costumeira corresponde a uma necessidade jurídica. a observância uniforme de um mesmo comportamento. sob pena de perder eficácia. Por mais que se repitam. com caráter secundário. O elemento externo é a constância da repetição dos mesmos atos. é a invocação dos princípios gerais de direito.

Estadual e Municipal. Além desse Decreto regulamentador. art. os atos do Poder Executivo. § 4o. diretamente. XIV – aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares. VI – mudar temporariamente sua sede. 39. V – sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. e 153. ou suspender qualquer dessas medidas. 153. a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares. expedidos pelas autoridades do Poder Executivo (mas não pelo Chefe do Executivo). § 2o. XII – apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. XV – autorizar referendo e convocar plebiscito. repartições ou serviços expedem determinações gerais ou especiais a seus subordinados. e a pesquisa e lavra de riquezas minerais. VIII – fixar os subsídios do Presidente e do Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado.IV – aprovar o estado de defesa e a intervenção federal. 37. originários do Poder Executivo. Como esclarece Hely Lopes Meirelles (1991). I. observado o que dispõem os arts. II. XVII – aprovar. a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos. Decretos. "são atos pelos quais os chefes de órgãos. São atos administrativos normativos. isto é. São atos administrativos que não produzem efeitos externos. que explica a Lei. IX – julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. São atos administrativos normativos inferiores ao Decreto. 37. § 2o. XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes. HIERARQUIA DAS NORMAS LEGAIS . § 4o. não podem contrariá-la. não obrigam os particulares. 150. X – fiscalizar e controlar. cuja função é explicar e complementar os regulamentos. previamente. em terras indígenas. O Decreto aprova o regulamento. Portarias. 63. ou designam servidores para funções e cargos secundários”. 153. ou por qualquer de suas Casas. existem também os Decretos independentes. XIII – escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União. III. XI. Resoluções. e 153. 39. § 3o). por meio dos quais o Poder Executivo exerce suas funções administrativas. O Decreto é ato administrativo de competência privativa do Chefe do Executivo Federal. portanto. VII – fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores. estando sempre em posição inferior à lei e. XI. No entanto. I. São atos administrativos ordinatórios internos. III. vêm sendo utilizados estranhamente pela Administração Pública. observado o que dispõem os arts. XVI – autorizar. 150. II. incluídos os da administração indireta. autorizar o estado de sítio." O Decreto Legislativo também disciplina as relações jurídicas decorrentes de medida provisória não convertida em lei (Constituição.

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LEIS CONSTITUCIONAIS LEIS COMPLEMENTARES LEIS ORDINÁRIAS. DELEGADAS DECRETOS LEGISLATIVO CONSTITUIÇÕES ESTADUAIS LEIS ESTADUAIS LEIS MUNICIPAIS NORMAS SUBALTERNAS (DECRETO RESOLUÇÕES. PORTARIAS E INSTRUÇÕES) Leis Federais .