À INFLUÊNCIA DA LAVAGEM DAS MÃOS NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS

PARASITARIAS EM CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Alimare Vitória Queiróz da Silva1
Ana Paula Vasconcellos da Silva
Loiva Zanon Magalhães2
RESUMO
O presente artigo faz compreensões no que se refere à influência da lavagem das
mãos na prevenção de doenças parasitarias em crianças na educação infantil.
Para proteger as crianças de algumas patologias é necessária a implantação de
hábitos saudáveis, sendo que dentre estes costumes está à higienização das
mãos no contexto escolar, a qual é uma medida individual simples e menos
custosa para prevenir a colonização das infecções. Deste modo, ela é adotada há
muitos anos na prevenção e controle de contaminações, percebe-se que, o uso
adequado de água e sabão é uma ação simples que pode contribuir para a
redução da flora microbiana nas mãos. Entende-se que, a presença de parasitas
intestinais tem continuado como um problema de Saúde Pública, ao longo dos
anos, não só pelo grande número de pessoas agredidas, mas também pelas
sérias consequências que deles advêm, estabelecendo o agravo mais
preocupante quanto menor a faixa etária do indivíduo acometido, ou seja,
crianças, principalmente em idade pré-escolar.
Palavras – Chave: Educação, Crianças, Saúde Pública, Parasitose.

ABSTRACT
This paper presents insights about Adapted Physical Education - EFA, one
realizes that currently the Physical Education conceives a time where the students
will have a better knowledge of their physical capabilities and limitations, through
interaction between colleagues, teacher and the very context in which it operates.
It is understood that the participation of students with special educational needs in
physical education classes, it is important for them to develop physically, socially
and emotionally, integrating the cultural and social life, in a fun and enjoyable way.
Thus, the Adapted Physical Education, through its active subject that the teacher
is shown relevant to the promotion of a closer relationship between physical
education, school and society, devoid of discrimination, always valuing respect,
solidarity and physical differences cognitive and among learners.
1 Acadêmicas do Curso de Enfermagem da Unemat.
2 Professora Ms. Do Curso de Enfermagem da Unemat.

Dentre estas podem ser citadas as parasitoses intestinais que constituem um sério problema de saúde pública. É interessante ressaltar que. as parasitoses intestinais tornam-se mais freqüentes devido aos hábitos de higiene e imaturidade imunológica.2 Específicos   Perceber de que maneira a acontece à contaminação por parasitas. sobretudo crianças na idade pré-escolares. que podem transmitir diversas enfermidades. Inclusion. Observar quais os maiores problemas encontrados dentro da educação  infantil. o parasitismo intestinal ainda compõe um dos mais sérios problemas de Saúde Pública no Brasil e decorre da presença de macroparasitas (helmintos) e/ou microparasitas (protozoários) no intestino e compromete de forma heterogênea da população mundial.1 Geral Analisar de que forma a lavagem das mãos em crianças em idade préescolar previne as doenças parasitológicas. O ciclo de muitas doenças se completa quando o agente patogênico é levado à boca. 2. OBJETIVOS 2. school. Um importante fator de contaminação e de difusão de patógenos são as mãos e unhas. vale ressaltar que.Key: Special Education.Words . 2. percebe-se que a parasitose afeta. 1. Em crianças entre 0 e 5 anos. . Physical education. INTRODUÇÃO O artigo compreende à influência da lavagem das mãos na prevenção de doenças parasitarias em crianças na educação infantil. Verificar de que maneira a lavagem das mãos adequada diminui a incidência de contaminação e doenças causadas por parasitas.

Desta forma. desde a década de 1940. livros. entrevistas e reportagens em revistas. uma pesquisa de cunho qualitativo. tais como textos acadêmicos. 2007. ou de ser público ou privado. 3. independente de ser chamado de creche ou escola. a pesquisa se procederá em um primeiro momento através uma abordagem teórica qualitativa através de levantamento de literatura existente. 4. contato interpessoal muito próximo. O risco é independente de fatores como idade. p. monografias. Existe um grande número de doenças e agentes infecciosos cuja ocorrência já foi descrita em associação a creches e. crianças pequenas tem hábitos que facilitam a disseminação de doenças. METODOLOGIA Para o presente artigo utilizou-se a pesquisa bibliográfica. Analisar quais os procedimentos que devem ser utilizados para minimizar a contaminação. raça. por abrigar população com perfil característico e sob risco específico para a transmissão de doenças infecciosas: crianças aglomeradas recebendo assistência de forma coletiva. classe social e outros que possam ser relevantes para a incidência das doenças em questão (NESTI e GOLDBAUM.1 As transmissão de doenças e a creches Para Nesti e Goldbaum (2007). dissertações. O risco relacionase a qualquer instituição ou estabelecimento que dê assistência diurna a crianças em grupo. . REFERENCIAL TEÓRICO 4. estabelecimentos que dão assistência à criança em idade pré-escolar fora do domicílio são reconhecidos como ambientes com características epidemiológicas especiais. tais como levar as mãos e objetos à boca. admite-se maior freqüência de doenças transmissíveis em crianças que recebem assistência de forma coletiva fora de casa. 03). falta da prática de lavar as mãos e de outros hábitos higiênicos. teses.

com graves consequências ao seu crescimento e desenvolvimento físico e mental. 247). CABEÇA. que vivem em condições precárias de saneamento básico e higiene. As doenças cuja ocorrência já foi descrita em creches podem ser classificadas quanto ao sistema ou órgão acometido. Tal problema afeta principalmente. capacidade de invasão. de migração e de consumo de nutrientes e sangue) e às condições do hospedeiro (estado nutricional. além disso.necessidade de contato físico direto constante com os adultos no caso professores. 1995. A diversidade de manifestações clínicas e de lesões está relacionada às características biológicas dos parasitas (estágio de evolução. as populações de baixa renda. densidade populacional. Hoje em dia o quadro de parasitismo causado por protozoários e helmintos é um dos mais graves problemas de saúde no mundo. e frequentemente estão presentes com sinais e sintomas não específicos. que levam a produção de doenças parasitárias. 4.. porém particularmente dos hábitos higiênicos do manuseio das crianças e do cuidado ambiental. localização no trato gastrointestinal. As doenças parasitárias são responsáveis por considerável morbidade e mortalidade em todo o mundo. quanto ao padrão de ocorrência ou quanto ao modo de transmissão. 1997). as crianças com idade escolar representam a maioria dos afetados. o parasitismo é uma relação direta e estreita entre dois organismos geralmente bem determinados: o hospedeiro e o parasita. competência imunológica e alterações patológicas associadas (CHEHTER. É importante assinalar que o parasitismo já a partir de seis meses de vida pode estar relacionada ao período de desmame da criança quando ocorre a introdução de novos alimentos e inicia-se uma etapa de desenvolvimento que lhes permite uma maior mobilidade ao ambiente (MACEDO et al. Além das condições ambientais os parasitas intestinais buscam condições favoráveis para entrar em contato com o hospedeiro e dessa forma encontrar um ambiente favorável para que ocorra todo o seu desenvolvimento (AQUINO e SEIDE.2 Enfermidades Parasitárias Segundo Aquino e Seide (1997). . 1999).

66). Os mesmos autores afirmam que a educação em saúde é uma importante ferramenta para garantir boas condições de saúde. indivíduos jovens.Segundo Monteiro et al. principalmente. Esses fatores refletem diretamente no rendimento escolar. Para que o problema das parasitoses intestinais seja solucionado nas localidades. assim. assim o conhecimento garante a sensibilização para a educação social. promovendo a incapacitação física e intelectual dos indivíduos parasitados (MACEDO. identificar. A ocorrência de parasitoses intestinais na idade infantil. consiste em um fator agravante da subnutrição. A sensibilização através do conhecimento é uma das melhores maneiras para o cidadão conhecer. a Organização Mundial da Saúde preconiza que a promoção da saúde é essencial para a determinação de políticas públicas que beneficiam as habilidades das pessoas. (2014). podendo levar à morbidade nutricional. A orientação de prevenção nas escolas. melhorando a qualidade de vida e saúde. desencadeando. realizada por um profissional da área tem importante contribuição para processo saúde-doença. . danos à saúde infantil decorrentes da falta de conhecimento sobre essas enfermidades por parte da família (MONTEIRO et al. educar e se prevenir das doenças que causam danos ao homem. p. bem como atraso no desenvolvimento escolar. isoladas ou coletivas.. são necessárias ações de orientação sobre prevenção e tratamento com o fim de educar o público alvo. especialmente na idade escolar. pois a escola é um local exato para as práticas de promoção e prevenção em saúde. 2005). com o intuito de melhorar a saúde dos alunos. Neste ambiente a informação pode ser oferecida para uma maior quantidade de crianças com a mesma faixa etária em um mesmo momento.3 Orientação e prevenção de doenças parasitarias no contexto escolar Para Toscani et al. 2009. evitando-se. geralmente acompanhada da diarréia crônica. (2009) as enfermidades parasitárias são tidas como indicadores de desenvolvimento socioeconômico de um país e constituem um freqüente problema de saúde pública que afeta. além de problemas gastrintestinais. 4. baixo rendimento corporal desencadeia.

2014. funcionando. Apesar disso. evidenciou-se a necessidade da higienização das mãos na assistência durante século XI. de forma indevida. já que estas constituem as parcelas mais vulneráveis a contaminação. 2013). relata que. O ensino da correta higienização às crianças também contribuirá para desenvolver a responsabilidade perante seu próprio bem estar. Cabe ressaltar que o termo “lavagem das mãos” foi substituído. pelo contado direto com agentes contaminadores.facilitando ações de promoção da saúde. Durante os séculos que se seguiram. acessível e menos dispendiosa possível (BRASIL. por causa das brincadeiras nas ruas. Além disso. por serem essenciais em quase todos os procedimentos e atividades realizados. (2014). 06). ou por estarem em grupos com várias outras crianças. defendendo a higienização pelos praticantes de Medicina. as mãos recebem pouca atenção. por “higienização das mãos” o que implica e inclui todo conhecimento que possa fazer com que o ato em questão seja efetivado da maneira mais apropriada.4 A importância da lavagem das mãos Conforme Brasil (2009). como disseminadora de micro-organismos patogênicos causadores de enfermidades no ser humano. Toscani et al. com Maimônides. as mãos são consideradas as principais ferramentas de execução de tarefas pelo profissional de saúde. prevenção de doenças e agravos à saúde e atenção a saúde visando o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças da rede pública de ensino (BRASIL. 4. nas pesquisas que abordam a temática. p. o conhecimento das crianças sobre higienização das mãos e microrganismos que causam doenças parasitárias é de suma relevância. a pratica de hábitos saudáveis e contribuir para um ambiente sadio. essa fase é ideal para introduzir conhecimentos uma vez que há uma maior absorção de informações nessa fase. Como menciona Santos (2014). foram demonstrados mais cuidados com a aparência do que .

o educador infantil também é promotor da saúde e a prestação do seu trabalho deve proporcionar atendimento de qualidade.propriamente com a saúde. apesar de seu prévio conhecimento sobre os benefícios e relação direta na redução de infecções. a creche sendo uma instituição de caráter social e educativo que visa o crescimento e desenvolvimento do ser humano e. essa prática foi pouco compreendida em sua importância e teve baixa adesão pelos profissionais daquela época. A técnica foi utilizada por Florence Nightingale. mas sua eficácia. Ensina Oliveira et al. 2011. entretanto. Ainsa Maranhão (2000). pois pode variar entre grupos de valores . em meados do século XIX. Visto que os estudos realizados com educadores de creche sobre os conhecimentos do processo saúde/doença se mostraram empíricos e norteados de concepções históricas e culturais (MARANHÃO. como a duração. Quando indagado. esse profissional. na maioria das vezes. prevenindo as infecções. possibilitando uma assistência preventiva e emergencial. acesso à água correte e outros. o processo em questão tem o objetivo de reduzir a transmissão de micro-organismos pelas mãos. 21). p. relata que antes de qualquer intervenção educativa sobre cuidados de higiene é preciso considerar os aspectos históricos e culturais relativos ao que é higiene. depende de variáveis. reduzindo assim os riscos de adoecimento neste contexto. requer profissionais capazes de responder a proposta de “ser agente de promoção de crescimento e desenvolvimento”. quando Semmelweis produziu a primeira evidência científica de que a lavagem das mãos poderia evitar a transmissão da febre puerperal. O profissional de saúde adere pouco a essa medida. 2000. ainda se mostra como importante mecanismo para a redução de infecções hospitalares. para tal função. A formação profissional dos educadores infantis e outros funcionários da creche sobre aspectos de saúde é mencionado por vários autores como proposta de qualificar os serviços prestados as crianças. o emprego da técnica adequada.5 A importância da Enfermagem na educação em saúde nas escolas Para Moraes (1997). Anos depois. 4. p. (1998). Apesar de antiga. Sendo assim. relata realizá-la de forma sucinta (COELHO et al. 66).

no caso pais e educadores. há vários significados que envolvem as definições de normal/patológico. 2005. de saúde/doença associadas à freqüência de crianças na creche. p. A elaboração de um manual com normas e rotinas tem a função de unificar e aprimorar a qualidade do atendimento nas creches. RESULTADOS E DISCUSSÕES Através da leitura bibliográfica acerca da temática é que pudemos perceber para resguardar as crianças de algumas patologias é necessária a implantação de hábitos saudáveis. a não ser exclusivamente um problema da área de saúde. ela é adotada há muitos anos na prevenção e controle de contaminações. O uso adequado de água e sabão é uma ação simples que pode contribuir para a redução da flora microbiana nas mãos. Além disso. havendo distorções de idéias. Tanto no meio leigo como entre profissionais da saúde. para que juntas de uma maneira integral possam proporcionar cuidado e educação adequados à criança. 5. Para maranhão (2000). Portanto conclui que a saúde/doença em creche passa. o processo saúde doença em creche é um fenômeno complexo envolvendo vários aspectos. Os aspectos importantes a serem considerados na elaboração deste material são os cuidados com a higiene pessoal dos funcionários e crianças e com a higiene e organização do ambiente. A enfermeira (o) inserida (o) no ambiente de creche além de prestar cuidados preventivos de saúde pode também ajudar na elaboração de um instrumento que viabilize a atenção integral da criança e proporcione uma melhoria no processo de formação dos funcionários da creche. Lavar corretamente as mãos é um dos meios mais efetivos de prevenir doenças em crianças e um dos principais elementos de prevenção de contaminação de parasitas intestinais . portanto deve haver um constante diálogo entre creche e família visando uma compreensão única. Dentre estes costumes está a higienização das mãos. 210). entre outros a educação para a saúde tanto dos profissionais que ali atua quanto das famílias e crianças. um problema da família que não tem as informações sobre cuidados básicos de saúde ou exclusivamente às educadoras que não exercem adequadamente seu papel em ambientes de educação (MACEDO. a qual é uma medida individual simples e menos custosa para prevenir a colonização das infecções.diferentes.

e os alunos não tomam conhecimento da importância do combate a essas doenças que podem ser evitadas com práticas de higiene básicas como lavar as mãos. SEIDE. Revista Enfermaria Global 2011. em níveis altos. XXVI Congresso Brasileiro de Análise Clínicas. COELHO.Compreende-se também que este agravo ainda é um importante problema de saúde pública. C.br/portal/arquivos/pdf/influenza_a_h1n1_protocolo_tratame nto. Manual de segurança do paciente: higienização das mãos. Brasil. sendo assim considerado um problema de saúde pública. M. 1995. L. O parasitismo intestinal. 7. São Paulo. BRASIL. com maior prevalência nas crianças menores de cinco anos. no ambiente escolar muitas vezes não são abordadas a importância do combate a esses parasitas intestinais. C. Ministério da saúde. Método de Rotina em Parasitologia. S. M: Parasitoses intestinais. é a causa de sérios problemas tanto no desenvolvimento físico quanto social de uma pessoa. . F. população esta que é cuidada tanto no contexto familiar como na creche. A. o qual recebe pouca atenção por parte dos programas de formação de educadores. SILVA. R. Protocolo de procedimentos: protocolo sobre influenza H1N1. FARIA S. Ceará. A. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. citado 2011 nov 10.gov. Estudos comprovam que crianças usuárias de creche têm maior risco de infestação por parasitoses demandando medidas de controle e prevenção específicas. R..saude. Disponível em< http://portal.pdf.> acesso em Outubro de 2014. CHEHTER. 6. M. Revista Brasileira de Medicina. Brasília: Anvisa. 1997. 2009. Conclui-se então que. CABEÇA. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente estudo demonstrou abordagens críticas sobre à influência da lavagem das mãos na prevenção de doenças parasitarias em crianças na educação infantil. Higienização das mãos como estratégia fundamental no controle de infecções hospitalares: um estudo quantitativo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AQUINO.

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