BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES

Obs! Essas substancias não são utilizadas em
clinicas, mas pacientes pode ser intoxicados por
por elas apresentando bloqueio neuromuscular.

Introdução
Definição: os bloqueadores neuromusculares
(BNM) são fármacos que interrompem a
transmissão do impulso nervoso na junção
neuromuscular (JNM). Atualmente, a escolha
entre
BNM
despolarizantes
e
Não
despolarizantes é influenciada pelo tempo de
latência, pela duração de ação e pela
possibilidade de aparecimento de efeitos
colaterais.
* Esse bloqueadores promevem um profundo
relaxamento da musculatura, facilitando tanto a
anestesia como as cirurgias.
Receptor Nicotínico
* Canal iônico ligante dependente
* Presente nas JNM, nos gânglios autônomos e
na medula supra renal (dispara adrenalina no
sangue)
* Os receptores encontrados em diferentes
locais são diferentes na quantidade de
subunidades α (onde a Acho se liga).
Obs! Se ocorrer a paralização dos gânglios
pode acontecer parada cardíaca.

BLOQUEIO DA TRANSMISSÃO
NEUROMUSCULAR
Classificação

Bloqueadores neuromusculares
Pré Sinápticos
Inibindo a Síntese:
* Hemicolíneo (derivado de plantas) e
Trietilcolina:
Bloqueiam na receptação da colina.
* Vesamicol:
Bloqueia o transporte da Acho pra a vesícula.

Inibido a liberação:
* Anestésicos locais – inibem o impulso nervoso
* Bloqueadores de Cálcio – alguns antibióticos
Aminoglicosídeos inibem canasi de cálcio
promovendo desfites motores.
* Toxina Botulínica – inibem a ptn de fusão para
a liberação da Acho.
Obs! A α-bungarotoxina e β-bungarotoxina são
produzida pelas Cobras Najas. α-bungarotoxina
é parecida com a Toxina Botulínica.

Bloqueadores neuromusculares
Pré Sinápticos
1. Bloqueadores neuromusculares
Despolarizantes:
 Agentes despolarizantes não competitivos, são
agonistas nos receptores nicotínicos, que
provocam uma hiperestimulação dos receptores
nicotínicos, causando assim fasciculações
musculares e paralisia tetânica.
 Bloqueadore Ñ Competitivos (despolarizantes)
Succinilcolina
Decametônio
Suxametônio.
* Decametonio – relaxante muscular para uso em
anestesia e no tratamento para choques.
Obs¹! Succcinilcolina (duas moléculas de Acho
ligada por um carbono) – diferente da Acho, ela
é lentamente degradada pela Achase.
Obs²! Todo farmaco que terminar com ‘tõnio’ é
um despolarizante, exceto a succinilcolina.

FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II - UFF
MONITORIA 2013
ROSEMERI TEIXEIRA

Bloqueio canal 4. 4. * Hepatopatias – a Achase é sintetizada no fígado e qualquer dando pode prolongar os efeitos da succinilcolina.  Bloqueadores despolarizantes): Competitivos * todos da família Curarie. Abertura do receptor 2. Aumento pressão intraocular Contratura musculatura extraocular Aminoesteroides Pancurônio Rocurônio Galamina Alcurônio Pipecurônio Vecurônio Benzilisoquinolinas Cisatracúrio Atracúrio Doxacúrio miracúrio d-tubocurarina FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . com traumatismos tem mais K+ circulando no sangue. Despolarização placa terminal. 1.apresentar uma despolarização mais persistente das fibras musculares. * O uso de um inibidor da acetilcolinesterase pode ser realizado para causar o mesmo efeito de um bloqueio neuromuscular despolarizante. Esses agentes são mais resistentes à degradação pela acetilcolinesterase (enzima responsável pela degradação da acetilcolina) e podem. Efeito Indesejavel Despolarizantes Bradicardia – por atua seletivamente no receptores colinérgicos muscarínicos do coração) Liberação K+ (arritmias) * Pacientes queimados. durante a despolarização das fibras musculares. 1. glaucoma): medicamentos que reduzem o nível de AChase. Neste ponto. Propagação e despolarização membrana adjacente. * Bloqueio Fase I (fase de despolarização): eles podem causar fasciculações musculares (contrações musculares). Paralisia prolongada *AchE geneticamente modificada  A Succinilcolina e as outras substancias promovem a dessenbilização do receptor fazendo com que ocorra Bloqueio Espático (fase I) e Bloqueio Flácido (fase II). uma vez que são antagonistas competitivos nos receptores ACh. o bloqueio neuromuscular total foi alcançado. Repolarização iniciada porém membrana incapaz de repolarizar-se novamente 3. Hipertermia maligna (congênita rara) * Espasmo muscular e aumento súbito To corporal 2. Exposição continuada ao BNM 2. após uma despolarização suficiente o músculo não é mais sensível à acetilcolina liberada pelos motoneurônios.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA (Não . Contração muscular generalizada e desorganizada. * Bloqueio Fase II (fase de dessensibilização): por fim. Dessensibilização * AntichE (organofosforados. Bloqueadores neuromusculares Não-Despolarizantes:  São antagonistas nos receptores de acetilcolina. Promovem paralisia flácida. assim este efeito pode ser revertido pelo aumento da ACh. portanto. que bloqueiam os receptores nicotínicos pós-sinápticos impedindo a ligação de ACH e assim impedindo que os músculos despolarizem e se contraiam. 3. * Os bloqueadores não-despolarizantes são revertidos por fármacos inibidores da acetilcolinesterase.

(taquicardia. rubor * Fases: Aguda ( ação da farmacologia). Constitui uma parte IPC da imnudade inata e adquirida. promovendo Choque Anafilático. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . Controle: Adrenalina. tec. Controle da ventilação * Quando utiliza bloqueadores NM é correto fiscalizar a pressão. Manobras ortopédicas Laringoscopia. broncoscopia. ex.Obs! Todos os fármacos que terminarem com ‘rônio’ e ‘úrio’ . ATENÇÃO! Há pacientes que possuem baixos níveis de BChE no sangue. exceto a galamina. tobramicina Bloqueadores do canal de Ca++ * Bloqueio ganglionar (taquicardia) Histamina e Anti-Histamínicos HISTAMINA  Autacóide  Atua em reações inflamatórias e anafiláticas: Controle das convulsões Epilepsias Intoxicação anestésicos locais Eletroconvulsoterapia Inflamação * é o processo iniciado pelo dano tecidual. (vermelhidão). gentamicina. Isso invalida da injejão de Acho no plasma. tétano Anestésicos gerais * Ação estabilizadora da junção neuromuscular (p.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . a injeção dessa substancia pode comprometer o musculo diafragma. Edema (tumor) e Dor. Pancurônio * Bloqueio ganglionar  taquicardia (pq bloqueia seletivamente receptores colinérgicos cardíacos) ULTILIZAÇÃO CLÍNICA (Despolarizantes e Não Despolarizante) Cirurgias relaxamento muscular durante cirurgia: ação duradoura e reversível Afeccões espásticas trisma. reposta imune ( inata e adquirida) e Crônica). * Sinais da Inflamação: Calor. com resposta protetora contra o ferimento e infecção. halotano) Antibióticos aminoglicosídeos * Sinergismo com os BNM competitivos (com o Ca++) ex. Galamina * Bloqueio hipertensão) muscarínico * Butirilcolinesterase (BChE) – versão plasmática da Achase. VET. pois essas substãncias promovem queda da pressão. são os não despolarizantes Efeito Indesejavel Não Despolarizantes INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA d-tubocurarina * Bloqueio ganglionar (taquicardia) ? * Liberação histamina * Hipotensão * Broncoconstrição (espasmo brônquico) Inibidores da colinesterase (ou AchE) * Reversão dos efeitos dos BNM não despolarizantes * Prolongamento dos efeitos dos despolarizantes * Todo compostos Grande e que contem íons possui potencial enorme de liberação de histamina dos mastócitos. – ruminantes.

prurido ou indução da tosse. Autopsia: edema massivo. PRINCIPAIS EFEITOS DA HISTAMINA I. leucotrienos e prostaglandinas). III. Obs! A Histamina despolariza as fibras C nociceptivas que enviam potenciais de ação para o processamento central da dor. Atua nas células parietais do estomago para aumentar a secreção ácida FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . que se apresenta poucos minutos depois da exposição ao alérgeno. intestino (contrações peristálticas). Células de defesa: Mastócitos e Basófilos. * Reações Alérgicas ou Hipersensibilidade Tipo I – IgE é a imunoglobulina responsável pela reação alérgica. Apenas nos basófilos a [Histamina] é alta.Anafilaxia * Anafilaxia sistêmica . geralmente fatal.  LOCALIZAÇÃO * Maioria dos tecidos possui grandes [Histamina]: Pele. choque e constricção bronquiolar. Está envolvida em uma série de fenômenos fisiopatológicos observados após a ocorrência de lesão tecidual. *Permeabilidade Vascular – ocorre quando a histamina atua em receptores presente nas junções intercelulares no endotélio. * Vasos (endotélio e musculatura): Controle local da microcirculação . *Secreção Gástrica – a histamina atua junto com Acho (estimula todas células) e gastrina na liberação de HCl. tem grande afinidade pelo Mastócito e basófilo ficando ligadas a estas células. sempre envolve as superfícies epiteliais no sítio de entrada do alérgeno. * Anafilaxia localizada (atópia ) . II. hipotensão. E Asma (degranulação de mastócitos mediadores trato respiratório: histamina. Obs! Os BNM não despolarizante (d-tubocuraina) tende a destruir (lise) mastócidos e a liberar histamina provocando choque anafilático por dilatar vários vasos generalizadamente sem contrair nenhum.reação limitada ao órgão ou tecido.quadro de choque. TGI (secreção gástrica. *Choque Anafilaxia – a vasodilatação e a perda de fluidos pela permeabilidade causada pela histamina e outros mediadores provoca efeitos sistêmico na pressão arterial e venosa (redução). Obs! Exemplos de Anafilaxia Atópica: Rinite alérgica (alergénos do ar + mastócitos sensibilizados na conjuntiva e mucosa nasal  mediadores  vasodilatação localizada e  permeabilidade vascular). peristaltismo intestinal). Contração de Músculos lisos: Brônquios (contração). asma e anafilaxia. Um grande Vasodilatador: Vasos (endotélio e musculatura): Controle local da microcirculação . rinites.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . A histamina (secretada pela células enterocromafins) e gastrina estimulam principalmente a células Parientais (HCL). * O sangue possui baixas [Histamina]. pulmão (constrição de brônquios). Células da mucosa gástrica: Secretadora de HCl * Neurônios: SNC: Neurotransmissão e Nocicepção: fibras C (dor. * Músculos lisos: Brônquios (contração). intestino (contrações peristálticas). tosse). O contato da IgE com um antígeno promovem a liberação dos grânulos ricos em histamina e outros mediadores desencadeando sinais como edemas. prurido.

H3. no músculo.FENÔMENOS VASCULARES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE INFLAMÇÃO * A Histamina promove a vasodilatação e também aumenta a permeabilidade vascular permitindo a passagem de ptns plasmática para os tecidos. linfócito T e monócitos. com neutrófilo. Exsudação (patológica) – quando ocorre uma vasodilatação e uma vasão de liquido e ptns plasmáticas para os tecidos enchado-o. Transudação (fisiológica) – Obs! O organismo gasta muita energia no controle da pressão. EFEITOS FARMACOLÓGICOS SÍNTESE E LIBERAÇÃO  Sintetizado a partir do AA histidina. Dilatação vascular Efeito Farmacológico < Permeabilidade Quimiotaxia H1 – todos os sistema H2 – em alguns sistemas.  Após sintetizada é armazenada em vesículas e é liberada após a ação de agentes que causam a lise das células. intestino. É o conjunto de vasodilatação + liquido plasmático no tecido + entrada de ptns no tecido = exsudação.  H2 * PTN Gs : estimula a Adeniato Cilase – aumentando AMPc celular. * Vaso de Grande Calibre .recept. eosinófilos. timo e outras células do sistema imune. Edema e Quimiotaxia  H1 * PTN Gq : liberação de Ca+. Obs! H1 induz diapedese no infiltrado inflamatório e H4 indução direta em quimiotaxia. 1. EFEITOS VASCULARES  Vasodilatação. principal GI H3 – Sistema Nervoso Central RECEPTORES HITAMÍNICOS  Receptores Metabotrópicos (acoplados a ptn G). H4 (indústria). a nutrição das células. se um vaso dilatar outor terá que contrair para manter Transudação. no endotélio. * Todos os tecidos * Contração de mn lisos e secreção de glds.  São 4: H1 e H2 (uso clinico).UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . ou seja. baço.recept. * Vasos e estomago * Relaxamento de Mn Liso e secreção gastrica  H3 * PTN Gi * Sistema nervoso Central * Diminui a excitabilidade  H4 * recente *Imunomodulação * Encontrado em mastócito.  H1 e H2: FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . * Vaseo de Pequeno Calibre .

Injesta alimentar. CORAÇÃO  H1 que acoplam a PTN Gq (Ca2+): * Lentificação da condução AV. Controle da temperatura corporal. prurido. força de contração e do automatismo cardíacos. Pode evoluir para um choque anafilático. edema.Broncodilatação ANTAGONISTAS H1 Indicação Terapêuticas Dermatose (urticaria. Cefaléia. via AMPc – lento e longa duração. opiaceos. Obs³! O H1 no endotélio promove relaxamento através da liberação NO e permeabilidade (edema) pela atuação em moléculas de adesão. * Vasos de Pequeno Calibre – o receptor H1 esta localizado no endotélio e H2 na musculatura promovendo a Vasodilatação.  Útero * H1 – contração  Brônquios * H1 – contração – aumento do Peristaltismo. * Algumas espécies apresentam aumento de força e frequência cardíca. expanssores do plasma e tubocarina. Aprendizado e memória 4. Pele (H1 e H2) Urticaria Prurito flush 2. Sistema Nervoso Central (H3) Relacionado com enjôo. Vertigem. Ação Farmacológica Diminui Prurido Diminui Edema Diminui Vasodilatação Diminui Bronconstrição Anti-muscarinco Anti-emetica / Anti-cinetósica Sedação / Sonolência FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . 3.* Vasos de Grande Calibre – o receptor H1 esta localizado na musculatura promovendo a vasoconstrição. mas o H1 tem maior afinidade pela histamina. andioneurotico) Rinite Alérgica Asma (?) Resfriado comum Enjoo do Movimento Associado a analgésicos.rápida e curta duração. via No .  H2 que acoplam a PTN Gs (AMPc): * O aumento de AMPc leva a um aumento na frequência. Obs! Efeito Final  aumento do DC. 2. Obs¹! H2 somente em vasos pequenos.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . MÚSCULO LISO (EXCETO VASCULAR)  Brônquios * H1 – Bronquoconstrição *H2 . Obs! Apesar do aumento da função cardíaca. Náuseas e vômito. Já o H2 tem menor afinidade. Obs²! Arteríolas  H1 e H2. a queda na PAm é prevalente e depende da quantidade de histamina ativa nos leitos vasculares.

Fármacos 1° GERAÇÃO ANTAGONISTAS H2  Indicação Terapêutica Redução da secreção gástrica Gastrite Ulceras  Ação Farmacológica Diminuição da secreção gástrica Aumento do pH intragástrico Diminui o fator intrínseco (abs B12 =) Obs! Os Piperazinas – atuação em todos os tecidos.  Fármacos Cimetidina Ranitidina Famotidina Nizatidina  Fármacos 2° GERAÇÃO  Efeito Indesejaveis Cimetidina : * Inibe o sistema oxigenasse de função mista (CY3A4) do fígado que metaboliza quase todos os fármacos interferindo na biotransformação causando o aumento da [ ] dessas substancias no organismo.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . * Perda de Libido: Efeitos Indesejáveis Anti-muscarínicos (parassimpaticoliticos) Sedação / exitação em crianças Teratogênicos Reações alérgicas em preparações tópicas FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II .

*Nos tecidos há Terminações Nervosa que são Nociceptores (estrutura polinodais) que respondem a vários tipos de estímulos. HIPERRALGESIA – maior intensidade de dor associado a um leve toque. pois sem ela a Bradicinina Não Atingiria Limiar e não geraria dor. * A dor é percebida como resultado da estimulação do Nciceptor: DOR AGUDA – estimulo excessivo. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . isquemia tecidual). * a Prostaglandinas são Hiperalgesicas. Nocicepção: * É a atividade do sistema nervosos aferente induzida por estímulos nocivos. a Prostaglandina é potencializador da sensação dolorosa.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . * Ou seja.Analgésicos Antiflamatório Não-Esferoidais (AINES) inibitória de Endorfina (no mesmo loca da estimulação do Glutamato). * VIA de Transmição: estimulo nocivo  Tecidos (nociceptores)  gânglio da raiz dorsal  Corno dorsal da medula (aferente)  decursa e ascende  Amigdalas (aprendizagem do que é nocivo)  Tálamo. físico. PAF e TROMBOXANOS. sendo assim. Obs¹! PAG = Pariaquedutal. DOR CRÔNICA – aberrações da via fisiológica normal. químico e biológico). ou seja. Resposta Inflamatória: Sinais e Sintomas Clínicos * Estimulo Endógeno (inflamação. INTRODUÇÃO: Obs²! Endorfina = Encefalina DOR * provocada por estímulos nocivos. Fisiopatologia da Dor MEDIADORES INFLAMATÓRIOS: * VIA de Modulação: estimulo nervoso no SNC  descende  sinapse no Mesencefalo (PAG)  Medula  neurônio descendente que faz sinapse *Aminas vasoativas : HISTAMINA e SEROTONINA *Derivados do Ácido Araquidônico: PROSTAGLANDINAS. *Esse nociceptores disparam potenciais de ação na Medula que leva o sinal ao SNC. Papel da PROSTAGLANDINAS e BRADICINA na DOR: * a Bradicinina – é um mediar inflamatório produzida no plasma que ativa a via ascendente da dor. seu principal objetivo é ajudar a Bradicinina a chegar ao Limiar tornando o terminal nervoso mais Sensível. IMUNIDADE e INFLAMACÃO * Estimulo Endógeno (mecânico. são espasmo espontâneos de dor sem qualquer estimulo desencadeante. LEUCOTRIENOS. sozinha não gera a sensação de dor. ALODINIA – mínimo de estimulo (leve toque) que gera dor.

O Neutrófilo migra para o sítio da infecção por detectar e seguir o gradiente de quimiocinas. espasmo de vísceras. *Óxido Nítrico: NO 1.liberado a partir de fosfolipídios de membrana através da enzima fosfolipase A2 (PLA2). Prostaglandinas PROSTAGLANDINA Dor: A prostaglandinas reduzem o Limiar de excitabilidade da dor.*Sistema Complemento 4.estes originarão os ácidos HETEs que medeiam quimiotaxia de eosinófilos e neutrófilos. 3. * A histamina. Estimulo de Centros Hipotalâmicos Termorregulação (febre) *Sistema das Cininas: Bradicinina *Peptídeos: SUBSTÂNCIA P e PEPTÍDIO RELACIONADO AO GEN DA CALCITONINA *Citocinas: INTERLEUCINAS 1. Aumento da afinidade MIGRAÇÃO E DIAPEDESE: Adesão firme leva o neutrófilo a migrar entre as células endoteliais. Leucotrienos. LOX (lipoxigenase) e para o CP450 influenciando. Vasodilatação 2. Aumentao da Permeabilidade vascular 3. produzem espasmo na microvasculatura e ativam a PKC. 6.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . 3. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO E RADICAL HIDROXILA. 2. 5. Formação de Leucotrienos: Ex: IL-8. .. Obs! Todos os dias de dores atuam em nociceptores. ou seja.. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . Leucotrienos. Lipoxina e HETEs). a inflamação e o crescimento celular.estimulam a produção de superóxido pelos leucócitos. * o AA é substrato para as enzimas COX. RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS: Origem: * Adesão mediada Selectinas (presente em Leucocitos e no endotélio) por e ”rooling” dos leucócitos para a superfície das células endoteliais * Células endoteliais ativadas por citocinas (IL1) passam a expressar moléculas de adesão. causam quimiotaxia. Formação HPETEs. 8. Ação: 1. Promovem Estimulo doloroso 5. e poucos dos Leucotrienos. 2. da * Via da Lipoxigenase (Leucodienos. a bradicinina e as citocinas podem ser os estímulos para a liberação do ácido araquidônico. 1. estímulos que não são dolorosos na presença de PG passam ser. mas na presença de PG aumenta a intensidade. na produção Prostaglandinas. TNFa. Três tipos de dor: mecânica (corte). INTERFERON. 2. *Neurotransmissores: GLUTAMATO *Radicais Livres: ÂNION SUPERÓXIDO. Integrina com baixa afinidade para ICAM Ativação celular. Formação de Lipoxinas . * Expressão do endotélio de Adesão Molecular intarcelular (ICAMS) Ativação dos Neutrófilos. 4. TNF-b. Promove quimiotaxia * Do Acido Araquidônico (AA) . inflamação. a resposta alérgica. Obs! RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS: Depende de expressão de Moléculas de Adesão e Quimiocinas. * o AA e degradado pelo citocromo P450??? Obs! Todos os fármacos são inibidores da síntese de prostaglandinas. Expressão de Selectina. * a PLA2 + Cálcio quebra fosfolipideos de membrana em AA.

leucócitos polimorfonucleares. e mastócitos) que produz a maior parte dos leucotrienos (LTB. portanto. VCAM1 – molécula de adesão vascular. As Obs! O NFkB – controla a expreção de vários genes envolvidos na inflamação e proliferação (ICAM1 – molécula de adesão intracelular. PGE. como um protetor gástrico. * Ação: Forte bronconstritores e estão relacionados tbm com inflamação (inibem a vasodilatação. iNOs e COX2). 12-LOX e 15-LOX. age como vasodilatador participando ativamente de processos cardiovasculares e da circulação renal. LTC e LTE). * É um vasodilatador e inibidor da agregação plaquetária. PGD e TX sintetases). gerada em resposta à inflamação. Obs! A 5-lipoxigenase está ligada à membrana. * Inibida por corticóides. * As Principais são: PGE2. * A principal é a 5-LOX (presente nos basófilos. MAS. Formação das Prostaglandinas: * Via Cicloxigenase * COX Presente na membrana do retículo endoplasmático e na membrana nuclear. PGI2 e TXA2. PROSTACICLINAS * PGI2 * sintetizado nas células endoteliais COX1: * Forma constitutiva. Prostaglandinas e Tromboxanos * Cada Tecido produz a o protanoides necessários. TAMBÉM PODE SER INDUZIDA EM CONDIÇÕES ESPECIAIS. Formação dos Leucotrienos: * 3 enzimas da família da LOX: 5-LOX. * A COX tem duas isoformas – COX1 e COX2 * O PGH2 e convertido por varias isomerases tissulares específicas em múltiplos prostanóides (PGI. AA  COX1/2  PGG2  PGH2 que é mais instável (ou estável???) e atua em vários órgãos). TAMBÉM EXISTE DE FORMA CONSTITUTIVA EM ALGUNS TECIDOS. Além desta função. Síntese de Prostaciclinas. * Requer 10x menos concentração de peróxido para sua ativação.MAS. para contrabalançar os processos de vasoconstrição. macrófagos * Indução da COX2 por estimulo inflamatório: Moleculas reativas ou produtos de agentes Bacterianos ou de agentes vitais  estimulam a célula  expressão de Ptn inflamatória.3. requer altas concentrações de AA para iniciar a síntese (muito mais do que a COX-2) PROSTAGLANDINAS * Efeitos * Precursor imediato da prostaciclina COX2: * Forma induzida. PGF. no intuito de evitar a necrose renal.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . portanto. aumento a permeabilidade. * Derivados da COX são para respostas inflamatórias e tbm para controlar efeitos fisiológicos. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . * PGE2 * Função de reduzir a concentração do ácido clorídrico no estômago e de aumentar a concentração do muco protetor. atuando. demais lipoxigenases estão solúveis no citosol. * Sofre inibição Alostérica. promovem quimiotaxia e inibem dor).

mas vasodilatadores na circulação pulmonar. * Ambas COX * Predominancia de COX2 ENDOTELIO * COX2  PGE2 e PGI2 (diminui a reabsorção de Na+) * Ambas. Natriurese.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . estimula a ativação de outras plaquetas. Predominancia de COX2 * COX1  PGE2 * COX2  PGI2 * Vasodilatação e inibição da Agregação Plaquetária. * A febre se deve à estimulação do centro termorregulador no hipotálamo por professora Rosemilia Cunha hipotálamo. * Trombo é uma coagulação de sangue no interior do vaso sanguíneo. Ocorre pela agregação plaquetária. e Estimula a liberação de renina que  Secreção de aldosterona e de  Secreção de K+. * Inflamação FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . * Produzido por plaquetas ativadas.Aumenta o fluxo renal. * COX-2 é constitutivamente expressa nos neurônios e está elevada nas células gliais durante a inflamação ou na isquemia cerebral.TROMBOXANO Efeitos no Pulmão * TXA2 * TXA2 – contração e secreção de muco * É produzido nas plaquetas e pulmão. * Receptor EP3  aumenta a secreção de muco e sua viscosidade. aumentando a agregação plaquetária. COxs e suas Funções (células presentes no Tecido Sanguíneo) PLAQUETAS * PGE2 e PGI2 – relaxa musculo liso bronqual * PDF2 – contração * Asma e efeitos inflamatórios Efeitos no Estômago * Expressão da COX1 * Recptor EP3  inibe a bomba da H+ controlando a produção de HCl. responsável pela regulação do nível em que a temperatura corpórea é mantida: PGE2. Kaliures. provoca diurese. MUSCLO LISO SNC * Ambas. além de facilitarem a agregação plaquetária. e potentes agentes hipertensivos. MACRÓFAGOS * só COX2  TXA2 e PGe2 * COX1 e COX2 . * Função: são vasoconstritores na circulação sistêmica. maior quantidade de COX2 * COX1  PGE2 * COX1  TXA2 (vasoconstrição e reduz a txa glomerular de Filtração) * COX2  PGI2 * Vasodilatação e inibição da Agregação Plaquetária. Efeitos no Utero * Contração da musculatura lisa visceral (PGE2 e PGF2) * PGI2 – contração * Só COX1  TXA2 Efeitos no Rins * Agregação Plaquetária e Vasoconstrição. Prostanóides.

menos edema. IPC para problemas cardiovasculares.Efeitos Colaterias: * Inibição da COX-1: promovem efeitos indesejáveis: erosão e ulcerações da mucosa gástrica. Ação Antipirética: Devido. provocando. Classe Medicamentos Salicilatos: Obs! Inibindo as cicloxigenase aumenta a quantidade de substrato (AA) para a via dos Leucotrienos que possuem ação broncoconstritora e aumentam a permeabilidade vascular. não suprimindo a formação dos leucotrienos. inflamatórios ativam o hipotálamo e este induz a expressão de COX2 que por sua vez produz as prostaglandinas. citocinas. portanto. Obs! O paracetamol não antinflamatória considerável. AINES * Tendo como sítio de ação as cicloxigenases * Os AINES não inibem a via das lipoxigenases. Ação Antinflamatória: os AINEs inibem a ciclooxigenase e. * Inibição da COX-2: inibição do processo inflamatório. com o uso da Aspirina a recuperação da hemostasia normal depende da produção de novas plaquetas funcionantes. como a bradicinina. leva vasodilatação. proteínas do complemento).e. Os antipiréticos só estão indicados quando a temperatura acerca-se de 39ºC. redução da agregação plaquetária (evita formar trombos). FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . Ação Analgésica: A diminuição na produção de prostaglandinas significa menor sensibilização das terminações nervosas nociceptivas a mediadores inflamatórios. porém os AINES impedem a saída do exsudato (enzimas. provocam a redução das prostaglandinas vasodilatadoras (PGE2 e PGI2) o que está associada a menor vasodilatação e. Não há redução do acúmulo de células inflamatórias. possui ação 2. Obs! Enquanto com os demais AINEs o efeito somente é mantido enquanto estes fármacos permanecem no plasma. consequentemente. * Os AINEs possuem três ações principais: 1. * Doses Altas provocam a inibição da síntese de prostaciclinas no endotélio. prostaciclina inibe a agregação plaquetária. Os estímulos ASPIRINA * Acetilação IRREVERSÍVEL da COX (mais seletivo à COX-1). * Inibem a ativação do fator NFB . células de defesa. As prostaglandinas são responsáveis por diminuir o limiar de excitabilidade dos nociceptores das fibras C e Ag responsáveis pela sensação de dor. a expressão de proteínas pró-inflamatórias (IKK fosforila IKB que ativa a NFkB). que ocorre após 7 a 10 dias (fato que deve ser lembrado antes de cirurgias). efeito contrário à prevenção do infarto agudo do miocárdio. pois. inibindo a Agregação Plaquetária.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . * Os AINES podem ser seletivos ou não para COX2. em parte. indiretamente. O alívio da cefaléia é provavelmente devido à menor vasodilatação cerebral mediada pelas prostaglandinas. à diminuição da prostaglandina do tipo “E” (PGE2) que é responsável pela elevação do ponto de ajuste hipotalâmico para o controle de temperatura na febre. da dor inflamatória (efeito analgésicos) e do calor(efeito antipirético). trauma renal (retenção de sais). *Dose Baixa: Aspirina Infantil (“afinar o sangue) utilizado para Trombose. insuficiencia renal. * Plaquetas (COX1) é inibida pela AAS que é uma Antitrombótica.

* Evidências de inibir a LOX * Cisteina no lugar da Glutationa. * Efeitos colaterais em cães: Ulceração. * Cães recebendo fenilbutazona em terapia continuada necessitam realizar exames de sangue regularmante (discrasias sangüíneas) e monitoramento da função renal (creatinina). * A dipirona estimula a via descendente da dor regulando a dor (parecido com morfina). discrasias sangüíneas. Pirozonônicos * Sua utilização. Obs! Os gatos possuem baixa quantidade de Glutationa. * Passa a barreira Hematocefalica e atinge o hipotálamo regulando a febre. * SNC tem ação efetiva sendo utilizado como analgésico e antipirético. diminuição da função renal. SULFASSULINA * Usados em inflamações (principalmente intestinais) crônicas * Formado pela junção da Mesalasina (derivado da AAS) * Sofre degradação no TGI e só 15% vai para o sangue. sendo extremamente popular no Brasil onde efetivamente é um dos analgésicos mais populares. são mais comumente utilizados.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . CARPROFEN * A via de administração é oral. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . FENILBUTAZONA * Tratamento de longa duração em cães para dor crônica particularmente devido a osteoartrites (cerca de 20% dos cães são afetados com esta patologia. DIPIRONA ou METAMIZOL * Analgésico e antitérmico * Sem efeitos antiinflamatórios * Excelente Analgesico * Desenvolvimento veterinário. * Protetores GIs (misoprostol. * Não apresentam também ação plaquetária e nem tem efeito no tempo de coagulação. Então a Paracetamol é toxico. depressão medular. * Salicilismo – perda de audição devido ao acumulo na cóclea promovendo a apoptose das células. * Única que trata dores viscerais. * COX 2 seletivo * Devido a margem de segurança da fenilbutazona em cães é bastante estreita. reshes. omeprazol. * Apresenta fraca ação anti-inflamatória porque em tecidos periféricos tem menor efeito sobre a cicloxigenase. A Glutationa (enzima da fase 2 da biotransformação) reage com o fármaco e deixa o inerte. * Pode ser ingerido o injetado. se encontra restrita a alguns países. no entanto. por isso o ETODOLACO ou o CAPROFEN. ao lado do ácido acetil salicílico. * Vantagem sobre a aspirina de não ser considerado irritante para o trato gastrintestinal. * Pode ser usado em períodos curtos para dores Articulares e pós operatória ou no dia a dia para dores inflamatórias. etc) são frequentemente associados como parte do tratamento de qualquer AINEs.) Acetaminofreno PARECTAMOL * Analgésico – antipirético.* Causa Hemorragias divido a inibição plaquetaria. * Altas doses: Hepatoxidade devido reações bioquímicas com os grupamentos sulfidrila das proteínas hepáticas.

Por isso é melhor Antiflamátorio. enquanto a afinidade dos inibidores seletivos é de 400-800 IBUPROFENO vezes superior). * não possui eficácia antiinflamatória. pois tem muito menos afinidade para * Principal efeito colateral  Gastrite esta enzima (a afinidade para a COX-2 é 5 a 16 Propiônicos vezes superior relativamente à COX-1. * Acumula-se no liq.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . mas bom para dores articulares. * Aumento da produção de AMP cíclico por * Altas doses = bem tolerada. que contribuem para a inflamação e dor.inibição da produção de ROS. mas menos intensos co os Coxibs que são proibido para cardiopata. não é semelhante aos inibidores COX-2 seletivos clássicos. Ácidos * indicado para acamados (em leitos) ÁC. mas menor que a aspirina Inibição da síntese do fator ativador de plaquetas (PAF) * Visão turva e rash cutâneo * Não é recomendada para gestantes ou mães COXIBs amamentando Oxicans PIROXICAM. * o meloxican é seletivo da COX2 FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II .O. INDOMETACINA * Antipirético-analgésico-antiinflamatório semelhante aos salicilatos. MECLOFENÂNICO E MEFENÂMICO * Referncia como o MELHOR antiflamatório. *Reduz a migração dos PMN e proliferação das célulasanticoagulante Te orais. TELOXICAM E MELOXICAM * Meia vida grande * inibidor da COX (+ COX2) * intensoas seletivos da COX2 * tirados do mercado * o Meoxicam. Sinovial e nesse compartimento  A nimesulida é um inibidor COX-2 seletivo. mas a biodisponibilidade sistêmica * Esclarfan * Sua atividade antiinflamatória envolve vários é de 30-70% (metabolismo de primeira passagem mecanismos. mas possui muitos efeitos graves * Os dois inibem tanto a COX quanto a PLA2 * COX não seletivo com eficácia de inibição da PLA2 e PLC * Meclofenameto potencializa os efeitos dos e diminui Leucotrienos. * derivado simples do ácido fenilpropiônico * Atividade antioxidante Inibição da produção do ânion superóxido pelos * Liga-se 99% em PTNs plasmáticas neutrófilos .O e em menor grau no idoso * Ocorre extensa circulação êntero-hepática excretado(contração).Ácido Acético * São excelentes antiflamatórios devido a inibição de moléculas de adesão (diapedese) fazendo com que não ocorra a passagem de leucócitos. B *Contra indicado na gravidez – Cólicas * Bem absorvido V. a Nimesulida e Etodolaco estaão no mercado e tbm são seletivos da cox2. de forma inalterada e metabólitos inativos na urina e bile Inbidore seletivos da COX2 DICLOFENACO * Potente inibidor relativamente seletivo da COX-2 NIMESULIDA ETOLACO MELOXICAM COXIBs * Inibe parcialmente a LOX e PLA2 NIMESULIDA * Bem absorvido V. mas apresenta toxicidade inibição da fosfodiesterase tipo IV GI.

a dor e o edema iniciais. isto é. Obs! Os fármacos seletivos para a COX-2 apresentam menores complicações gastrintestinais associadas. Eles inibem manifestações tanto iniciais quanto tardias da inflamação. * Hipotálamo  CRI p/ a Hipófise  ACTH  sangue  rins  Cortex da Supra Renal  secreção de Glicocorticoides.  Apresentarem poderosos efeitos antinflamatórios e imunossupressores.Hormônios glicocorticoides – Cortisol (Foco) 3. como as observadas na hipersensibilidade ou na doença autoimune. Renal Diminuição da filtração glomerular . o calor.Hormônios sexuais 2. Gastrintestinal Dispepsia/dor Úlceras Sangramentos.Hormônios Mineralocorticoides – Aldosterona (IPC!) Plaquetas Diminuição de agregação Aumento do sangramento Obs! Inibidores Seletivos de COX-2: Inibem PGI2 Vascular. GLICOCORTICOIDES * Cortizol FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II . CORTEX DA SUPRA RENAL 1. mas Não Têm Ação Sobre TXA2 Plaquetária.Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas que servem para manter a perfusão renal. Analgésicos Antiflamatório Esferoidais (AIES) Obs! Aldosterona é IPC. não apenas a vermelhidão.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . pois o cortisol em alta concentrações tem afinidade pelo receptor da aldosterona produzindo o efeito dela (rentem ca+ e excreta k+). como resposta imunes inadequadamente desencadeadas. Hepático Alterações enzimáticas Hormônios dos Esteroides: * Todo hormônio esteroidal não é fabricado diretamente mas precisa de um precursor que é o Colesterol. EFEITOS  Atividade sobre todos os tipos de reações inflamatórias. mas também os estágios posteriores de cicatrização e reparo de feridas e reações proliferativas observadas na inflamação crônica. perfuração Obs! Os AINES atuam na fase aguda da inflamação.pituitárioadrenocortical) – pode ser ativado por nervosismo. Obs! HPA (eixo hipotalâmico. e possuem eficácia analgésica e antiinflamatória similar à dos demais AINEs.

NOS MEDIADORES INFLAMATÓRIOS E IMUNES * Produção diminuída de prostanóides. IL-2.Liporcotina-1 – ligação no fosfolipídio que tem o Ácido Araquidônico impedindo o contato da PLA2. IL-8. ou seja. Redução da inflamação crônica e nas reações auto imunes. portanto. Mecanismo de Ação: * Cruza a membrana citoplasmática facilmente invadindo qualquer célula devido a Lipossolubilidade. * Em algumas células o complexo pode ser fator de repressão ou de transcrição de genes específicos responsáveis pela síntese de proteínas envolvidas na inflamação. bloqueia a síntese de ptn aumentando a taxa de AAs no sangue devido a glicogenólise. * Diminuição da saída de neutrófilos dos vasos sanguíneos * Redução da atividade dos neutrófilos e dos macrófagos. * Diminuição da função dos fibroblastos e. IL-6.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . tendência ao desenvolvimento de osteoporose. Obs! Todo complexo esteroide tem que dimerizar para funcionar. resultando em hiperglicemia.* SHBG – ptn especial que se liga ao cortisol pelo plasma devido a sua lipossolubilidade. principalmente através da transcrição diminuída dos genes da IL-2 e de seu receptor. para se ligar ao núcleo. NAS CÉLULAS INFLAMATÓRIAS * Sobre as gorduras: causam efeito permissivo sobre os hormônios lipolíticos e redistribuição da gordura aumentado a gordura corporal e a taxa de colesterol. ocorre também deteriorização da cicatrização e diminuição nos aspectos protetores da resposta inflamatória. assim como a cicatrização e o reparo. TNF e fatores de adesão celular. * As 3 ptns são IPC: 1. * Redução da função dos osteoblastos e aumento da atividade dos osteoclastos e. * Liga ao Citoplasmático receptor intracelular – * Complexo GC-receptor forma dímeros. * Sobre as proteínas: produzem aumento do catabolismo e redução do anabolismo. Entretanto. * Diminuição da ação das células T auxiliares e proliferação clonal reduzida de células T. migra para o núcleo e se liga ao DNA. e fator de estimulação de colônias de granulócitos-macrófagos. 2. fosfolipdeos e de ácidos graxos no sangue. a contribuição desses eventos para a inflamação crônica é reduzida. devido a transcrição diminuída dos genes dos fatores de adesão celular e das citocinas relevantes. uma vez que eles interferem no metabolismo geral do organismo: Efeitos Globais dos Glicocorticóides: * Sobre os carboidratos: os glicocorticóidesproduzem redução da captação e utilização da glicose e aumento da gliconeogênese. * Redução na concentração plasmática dos componentes do complemento.PKA 3. * Redução da liberação de histamina. portanto. ou seja. * Redução na produção de citocinas : IL-1. EFEITOS: AÇÃO NO METABOLISMO  Apresentam vários efeitos adversos. * Redução na produção de óxido nítrico induzido. IL-4. Resultado: perda de massa muscular. Então impede a via da cascata do acido Araquidônico. menor produção de colágeno e de glicosaminoglicanos.Receptor β2 (aumenta nos pulmões – IPC para asma). IL3. IL-5. devido à expressão reduzida da ciclooxigenase-2. Sindrome de Cushing * caracterizada pela presença de: FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II .

Braços e pernas finos devido atrofia muscular Cataratas Face de lua cheia com bochechas vermelhas.UFF MONITORIA 2013 ROSEMERI TEIXEIRA . Hipertensão Pele fina. por Hiperadrenocorticismo ou administração de glicocorticoides que causam uma diminuição da meia-vida dos linfócitos por ação do cortisol.Sindro de Cushing Principais Medicamentos: De ação curta (8 a 12 horas): CORTIZONA HIDROCORTIZONA De ação intermediária (12 a 36 horas): PREDINISONA PREDNISOLONA TRIAMCINOLONA (bastante potente) De longa ação (36 a 72 horas): DEXAMETASONA BETAMETASONA FLUDROCORTIZONA Obs! Os de longa ação são os mais usados na Clínica.Insuficiência adrenal · Hiperplasia adrenal · Doenças reumáticas · Doenças renais · Doenças alérgicas · Asma brônquica · Doenças infecciosas · Doenças oculares · Doenças de pele · Doenças gastrointestinais · Edema cerebral · Doenças hepáticas · Trombocitopenia · Destruição autoimune de eritrócitos · Transplante de orgão · Derrame cerebral . NO SISTEMA ENDOCRINO * Atrofia da supra renal * Amenorreia (ausência de mestruação) NO METABOLISMO HÍDRICO E SALINO * O aumento de glicocorticóides produz ação mineralcorticóide o que significa retenção de sódio e excreção de K+ resultando em hipertensão e edema periférico. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA II .         Corcova de búfalo. resultando em diminuição da liberação dos glicocorticoides endógenos. Usos: . NO APARELHO GASTROINTESTINAL * estimula HCl e o aumento da pepsina NO SNC * Sobre o hipotálamo: alta [ ] de glicocorticoides tem ação de retroalimentação negativa na hipófise e hipotalamo. Aumento da gordura abdominal Equimoses Cicatrização deficiente das feridas NO APARELHO CARDIO VASCULAR * aumenta a volemia * aumenta a tonicidade muscular * aumenta o Débito cardíaco * Hipertensão NO SANGUE * Eosinopenia e linfopenia (diminuição de eosinófilos e linfócitos do sangue) * Causado por Stress.