ISSN 2318-6852

V.2 - SAFRA 2014/15
N.1 - Primeiro Levantamento – Intenção de Plantio
Outubro/2014
SAFRA
2013/2014
SAFRA
2013/2014
Primeiro Levantamento
Primeiro
Levantamento
Boletim de Monitoramento
Agrícola
Outubro/
2013
Cultivos de Inverno

SAFRA
2014
Outubro/2013
2ª quinzena de setembro de 2014

Presidenta da República
Dilma Rousseff
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
Neri Geller
Presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
Rubens Rodrigues dos Santos
Diretoria de Política Agrícola e Informações (Dipai)
João Marcelo Intini
Superintendência de Informações do Agronegócio (Suinf)
Aroldo Antônio de Oliveira Neto
Gerência de Levantamento e Avaliação de Safras (Geasa)
Francisco Olavo Batista de Sousa
Equipe Técnica da Geasa
Alessandro Lúcio Marques
Bernardo Nogueira Schlemper
Cleverton Tiago Carneiro de Santana
Eledon Pereira de Oliveira
Juarez Batista de Oliveira
Juliana Pacheco de Almeida
Martha Helena Gama de Macêdo
Roberto Alves de Andrade
Superintendências Regionais
Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás,
Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná,
Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia,
Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

V.2 - SAFRA 2014/15
N.1 - Primeiro Levantamento – Intenção de Plantio
Outubro/2014

Boletim de Monitoramento Agrícola
Cultivos de Inverno – SAFRA 2014
2ª quinzena de setembro de 2014

ISSN 2318-6852
Acomp. safra bras. grãos, v.2 - Safra 2014/15, n.1 - Primeiro Levantamento, Brasília, p. 1-89, out. 2014

José Silva (PI).1(81)(05) C737a Companhia Nacional de Abastecimento. Luiz Costa Filho. José Negreiros (DF). Título. Ilio Fonseca (AL). safra bras. I. Grão. Editoração Superintendência de Marketing e Comunicação (Sumac) Gerência de Eventos e Promoção Institucional (Gepin) Diagramação Gustavo Felipe. Márcio Arraes (MS).conab. Alfredo Rios. José Souza. Eduardo Rocha (TO). desde que citada a fonte.Primeiro Levantamento. Rogério Neves. Previsão e acompanhamento de safras (1992-1998). Jorge Carvalho. Fábio Magalhães. Antônio Farias. 2014 1 . Petronio Sobrinho (MT). José Bitencourt (AM). 2013v.conab.gov. José Oliveira. José Bosqui. 2 . Ricardo Oliveira. José Nascimento. Jacir Silva. Mensal Disponível em: http://www. Evandra Webber. Moacir Rocha (PA). v. Rogério Barbosa. Previsão da safra agrícola (1998-2000). Eugênio Carvalho.Copyright © 2014 – Companhia Nacional de Abastecimento – Conab Qualquer parte desta publicação pode ser reproduzida. Cézar Rubin. Espedito Ferreira. Continuação de: Mês Agrícola (1977-1991). Dionízio Bach. Luis Gonzaga Costa. Sizenando Santos. Maria Almeida (RR). Frederico Silva (PE). n. Terezinha Figueiredo. Francisco Almeida Filho.br Recebeu numeração a partir de out. Agronegócio. Celmo Monteiro. ISSN 2318-6852 1.) – Brasília : Conab. Elibernon Alves./2013. Alexandre Pinto (RS). Iriseli Onofre. Jair Ferreira. Agnelo Souza. Irisele Onofre. – v. Luciana Oliveira. 1 . Francisco Pinheiro. Marília Yamashita e Núbia de Castro Fotos Arquivo Geosafras/ Conab. Cláudio Figueiredo. João Lopes. Armando Viana. Olavo Godoy Neto (RJ). Manuel Oliveira (RN).Safra 2014/15. Edson Yui. Genival Barros.). Alberthson Houly. Rosimeire Lauretto (PR). Jaira Testa. Roberto Alves de Andrade Normalização Thelma Das Graças Fernandes Sousa – CRB-1/1843. Clauduardo Abade. José Silva. Adelina Maria Rodrigues – CRB-1/1739. Clóvis Ferreira Filho. Carlos Farias. Warlen Maldonado (MG). Luíz Golveia. Luciano Gomes (CE). Acompanhamento da safra brasileira: grãos (2007. Sérgio Starling. Juarez Nóbrega (PB). Pedro Soares. Ednabel Lima. Disponível também em: <http://www. José Oliveira. Carlos Bestetti. Alexandre Cidon. Telma Silva (BA). grãos. Acompanhamento da safra brasileira de grãos. Patrícia Sales. Safra.br> Depósito legal junto à Biblioteca Josué de Castro Publicação integrante do Observatório Agrícola ISSN: 2318-6852 Tiragem: 1. Gerson Magalhães. Daysilene Batista. Acomp. Acompanhamento da safra (2002-2007). Anderson Gomes (RO). Kerley Souza (ES). Fernando Ferrante. Marisete Belloli (SP). Previsão e acompanhamento da safra (2001). Telma Silva. Francisco Souza. Fernando Silva. Edilson Macedo. Fernando Coelho. Marly Silva. Cláudio Ávila. Gilson Lima. Marcelo Ribeiro. Francielle Guedes. Narda Paula Mendes – CRB-1/562 Catalogação na publicação: Equipe da Biblioteca Josué de Castro 633. Gerson Santos. Ernesto Irgang. Maurício Pinheiro. n. Ronaldo Campos (GO).000 Impresso no Brasil Colaboradores Társis Rodrigo de Oliveira Piffer (Geote) Luciene de Souza Ribeiro (Geint) Fernando Arthur Santos Lima (Geote) Priscila de Oliveira Rodrigues (Geint) Francielle do Monte Lima (Geote) Rogério Dias Coimbra (Geint) André Luiz Farias de Souza (Assessor DIPAI) Mozar de Araújo Salvador (INMET) Patricia Maurico Campos (Geote) Djalma Fernandes de Aquino (Gefip – Algodão) Divino Cristino de Figueiredo (Geote) Fernando Gomes da Motta (Gefip – Algodão) Lucas Barbosa Fernandes (Geote) João Figueiredo Ruas (Gerab – Feijão) Edna Matsunaga de Menezes (Geint) Paulo Magno Rabelo (Gerab – Trigo) Elza Mary de Oliveira (Geint) Sérgio Roberto dos Santos (Gerab – Arroz) Iure Rabassa Martins (Geint) Thomé Luiz Freire Guth (Geole – Milho) Leandro Menegon Corder (Geole – Mamona) Colaboradores das Superintendências Bruno Milhomem (AC). 2. Vilmar Dutra (SC). out. Paulo Oliveira. Fábio Ferraz. Humberto Souza Filho.gov. 3. Elias Oliveira. Carlos Meira. Leidyenne Araújo (MA). Fausto Almeida (SE). João Kasper. Adayr Souza.1 (2013. 1.

.............20 7...........................33 9.......................................................... 2 .1......1........ 22 8.......... 44 Acomp...........................................................................................................................Primeiro Levantamento................................................ grãos. Estimativa da produção .............5....2.................. 42 10.........1..27 8........................ 39 10......18 6................24 8........... Monitoramento agrícola via satélite........... Amendoim primeira safra......................21 7.1.......2......................2...............28 8.2.......... Introdução...................................................................................... Algodão.... Monitoramento agrícola via satélite......................................Condições climáticas................ Culturas de inverno – safra 2014....................... Oeste Catarinense.................... Dados................................................... Fatores que afetam a germinação.................. v.... Soja.25 8.....1............7 3. Culturas de verão........... 4 2.................................. Temperatura................2.............................7 4.....................6................................2...................................2.......20 7...................31 8...................................26 8.. Sudeste Paranaense................................….......17 6...................... 39 10...................... Séries Temporais.................................... 2014 2 .....................25 8....................3...1.............2...................................................... Diversificação da oferta agrícola no Centro-Oeste..........................................................2....1..........1....2............................... Sudoeste Paranaense.................. Modelos de Box-Jenkins para séries estacionárias.............................................................................7 3......24 8......... Monitoramento agrometeorológico e espectral das lavouras. 1 ..... Metodologia....1. Água.. Centro Oriental Paranaense............................... 42 10.................... Amendoim..........7 3............................1........2...............2........................18 6............ Oferta e demanda..............1..................18 6.......................................2......Safra 2014/15.1...........................1............................ out.................................................................Sumário 1.......................... 5 3........ 39 10..............................................................................12 6................................. Monitoramento agrometeorológico........................................................................................................... Vazio sanitário..................................3...............................................................................1...........................................34 10...........3.............. Prognóstico para o trimestre OND/2014.................. 42 10.................. Análise das culturas. Estimativa da produtividade............2..............................................1............ n............... Condições meteorológicas recentes.......................1...........24 8........................................................2.............. Método estatístico.......2................................................................1........................ Centro Sul Paranaense...........................1............. Estimativa da área plantada ............................................................1..........................4...1.1........... 9 5............................................................................................................................1....................1...............1.........................1............. Germinação das sementes e a importância da temperatura e disponibilidade de água no solo...17 6.....1.......................3..................................1.........17 6...................................... Umidade e temperatura do solo......1.... safra bras.................................................................. Noroeste Rio-Grandense.........................1..................2...............................19 7............ Amendoim segunda safra........................................3..............2.......................................................................................................................... 6 3.. Milho............30 8.........................1.........................................

..................2..................2......................................... Oferta e demanda................................ 57 10.........................................9............. 87 10.............................. 62 10..8............................................................... 2 .................... Milho segunda safra.............................2................................................. 69 10........ 89 Acomp...................8.......................................1....... Cevada...........5..............1.....................10..........................1......... out.................................................................................................................. 81 10.................................................... Feijão................... 2014 3 ....... 51 10..................................................... Amendoim total....... Triticale........2.................................. 65 10...... 88 10...........1........................... Feijão terceira safra.... Soja...........1................. Milho............... Trigo...........6............ Milho total............4.......... Canola.............. 51 10... Oferta e demanda..............................4............. 83 10................... Milho primeira safra................................7...............................................2.................. Mamona. v.......................................................................................2................ grãos......... 76 10............... Oferta e demanda..........3....... 59 10.......1.....1. 78 10...Primeiro Levantamento.........................1.... Arroz.....1..........................2........3..............................................2........2............ safra bras.................... Girassol..............7...... 1 .6..... Aveia....................................................................................................1.........2......1... 47 10..................1...................................................7.......1................1.............. 78 10........5..... 68 10.....1.................................. 62 10..5................ 58 10......................1......................4.......... 61 10.3.......................................... Centeio...............................................................7............. 55 10........... n................................................ 46 10.......... Oferta e demanda........................................................................ Feijão segunda safra........................... Culturas de inverno..........................3.......4.............2...............................1.................1.......... Balanço de oferta e demanda....................................7...................Safra 2014/15.........4.. Sorgo...................................4...................................... 50 10................... Feijão primeira safra................ 71 10... 82 10. Feijão total..2...........1.....1.................... 80 10....4.1..................................3..............1................1.......................... 75 10.....3.............................................1........4..

Secretarias de Agricultura. consolidando o processo de harmonização das estimativas oficiais de safra para as principais lavouras brasileiras. evolução da colheita. que subsidiam os técnicos desta Companhia com informações pertinentes aos levantamentos. grãos. cumpre-nos esclarecer que as informações levantadas na oportunidade indicam tão-somente uma intenção de plantio por parte dos produtores rurais e foram coletadas durante o início das operações de preparo do solo e plantio. que tem solicitado aos países-membros uniformização nos procedimentos de avaliação. desenvolvido no âmbito desta Companhia. que a utilizam como parâmetro para a formação de expectativas presentes e futuras. empresa pública vinculada ao Ministério da Agricultura. Introdução A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). a qualidade alcançada na informação das safras e sua tempestiva divulgação atingiram elevado nível de credibilidade nos mercados agrícolas globais. v. também preconizada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). trigo e triticale). que direta ou indiretamente. cevada. realiza levantamentos e avaliações mensais da safra brasileira de grãos e de outras lavouras. órgãos de Assistência Técnica e Extensão Rural (oficiais e privados). especialmente no auxílio relacionado à tomada de decisão por parte dos produtores rurais. técnicos de cooperativas. 2014 4 . safra bras. objetivando agregar qualidade. produção estimada. canola. Agradecemos a indispensável participação e colaboração dos profissionais do IBGE e dos diversos parceiros citados. Orçamento e Gestão (MPOG). 1 . participaram da realização deste trabalho. o presente Boletim de divulgação faz parte do Observatório Agrícola. Essas pesquisas são realizadas graças à colaboração de agrônomos.Primeiro Levantamento. agentes financeiros e revendedores de insumos. de modo a reduzir as fortes discrepâncias nas suas estatísticas de produção. no que concerne à criação de mecanismos que possibilitem a obtenção de informações agrícolas precisas e políticas de abastecimento seguras. A pesquisa deste primeiro levantamento teve como objetivo mensurar a área a ser cultivada na safra de verão para as culturas de algodão. em tempo hábil.Safra 2014/15. Nas pesquisas são levantadas informações de área plantada e/ou a ser plantada. amendoim primeira safra. O principal objetivo dessa atribuição é subsidiar o referido Ministério. n. Além dos aspectos metodológicos que mencionaremos a seguir. Acomp. dentre outras informações pertinentes. Em atenção a essa demanda. pacote tecnológico utilizado pelos produtores. os levantamentos têm sido realizados em estreita colaboração com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). capazes de contribuir para a minimização da fome no planeta. as quais se encontram em processo de desenvolvimento e de colheita. milho primeira safra e soja. centeio. Vale destacar também que. além de avaliar o desempenho das culturas de inverno (aveia. produtividade média estimada. feijão primeira safra. no monitoramento e na formulação da Política Agrícola e de Abastecimento e no atendimento aos demais agentes oficiais e privados do agronegócio brasileiro. bem como dos demais colaboradores internos.1. evolução do desenvolvimento das culturas. mamona. Ao longo do tempo. 2 . na direção. out. Pecuária e Abastecimento (MAPA). A metodologia de avaliação de safras da Conab segue a recomendação expressa do Banco Mundial. como forma de fortalecer os dados divulgados pela Companhia. órgão do Ministério do Planejamento. segundo diretrizes do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). influência climática. arroz.

4 5.1 30. a exemplo do que Acomp. out.23 e 58.3 (8.7 AMENDOIM 2ª SAFRA 11.7 9.800.8 a 173.2 3.7 (13.286.6 mil hectares).2 mil hectares).6 948.9 - - - - BRASIL 56.1 106.056.5 154.0 731.9) (1.942.2.4 1.7 13.23 a 58.5 (709.1 (1.121.8) 4.2) 2.663.Safra 2014/15.3) (96.182.2 - - - - CENTEIO 1.5 2.8 (15.4 e 5.482. 2014 5 .3) FEIJÃO 1ª SAFRA 1.0 (5.5% (426.1 - - - - 2.4 1.698.401.5 426.343.0 (12. n. O algodão apresenta uma possível redução na ordem de 4.7 1.9) (4.2 45.0 (137.4) (274.163.2 1. uma estimativa de redução de 1.0 94.8 38.8 1.074.7 9.5 2.1 11.526.8 38.081.836.113.7 (13.2) 0. Nota: Estimativa em outubro/2014. v.4 3.6 SAFRAS CULTURAS DE INVERNO 2014 2015 Lim Inferior (b) (a) AVEIA (709.7 15.056.8) 1.2) 0.698.2) (50.3 55.94 milhões de hectares (Tabela 1).898.7) (719.343.885.9 3.7 145.1 FEIJÃO TOTAL 3.6 2.6 6. Para o milho primeira safra.2) (50.8 - - - - SUBTOTAL 3.1 (2.6 678.663.4) (274.232.6 - - - - 145.175.6 678.2 VARIAÇÃO Percentual Lim Superior (c) (b/a) Absoluta (c/a) (b-a) (c-a) 154.Primeiro Levantamento.1 118.067.2% até um aumento de 2.4 90.698.0 - - - - 53.2 a 15.5 - - - - TRITICALE 38.283.5) (96.8) AMENDOIM TOTAL 105.249.2) (173.401.8 - - - - CEVADA TRIGO 118.0 731.4% (46.5%.7 - - - - 87.2 1.1) (719.4 (4. Estimativa da área plantada (56.8 a 1.2 Fonte: Conab.1 ARROZ 2.8) 1.3) 2. 2 .2 (1.9 31.2 81.2 58.491.618.491.7 - - - - 30.8 1.3) MILHO 2ª SAFRA 9.173.34 milhões de hectares) A área plantada estimada para a safra 2014/15 deve variar entre 56.4) (4.3 SOJA SORGO SUBTOTAL 53.3) 95.333.2 GIRASSOL MAMONA MILHO TOTAL - - - - 15.6) (1.1 15.7 AMENDOIM 1ª SAFRA 94. grãos.34 milhões de hectares.1 2.3) FEIJÃO 2ª SAFRA 1.5) 0. que totalizou 56.9 3.0 5.2) (46.056.3 92.599.3) MILHO 1ª SAFRA 6.386.8 1.7 145.9 2.237.182. safra bras.3) (4. Tabela 1 – Estimativa de área plantada – Grãos (Em 1000 ha) SAFRAS CULTURAS DE VERÃO 13/14 14/15 Lim Inferior (b) (a) ALGODÃO VARIAÇÃO Percentual Lim Superior (c) (b/a) Absoluta (c/a) (b-a) (c-a) 1.0) 0.6 731.3 15.7 (10. a depender do andamento do plantio.1 100.2 - - - - FEIJÃO 3ª SAFRA 678. 1 .491.1 11.0 56. A estimativa é que o aumento da área cultivada com a oleaginosa fique entre 1.6 3.9 (14. em relação à cultivada na safra 2013/14.2 45.6 1.1 118.5 154. Destaque para a cultura da soja.5 - - - - CANOLA 45.182. responsável pelo possível aumento de área.

6 AMENDOIM 1ª SAFRA 3.284 (1.527 - - CENTEIO 2.5 MILHO 1ª SAFRA 4. 2014 6 .429 (10.528 - - FEIJÃO TOTAL 1.453 0.Safra 2014/15.903 1. out.476 15. Nota: Es tim ativa em outubro/2014.2) (238.1) (148. Fonte: Conab.057 5.527 1.2) (15.000 2.701 - - BRASIL 3.783 4.179 2.4 80.Primeiro Levantamento.528 3. 2 . safra bras.3 20.666 3.085 (4.597 1.844 2.4 52.095 5.4 126.3) MILHO 2ª SAFRA 5. a expectativa é que haja redução na área em torno de 4.6) FEIJÃO 3ª SAFRA 1. n.0) (50.6) AMENDOIM 2ª SAFRA 2.300 1.255 5. Estimativa de produtividade Tabela 2 – Estimativa de produtividade – Grãos (Em kg/ha) SAFRAS PRODUTO (1) VARIAÇÃO 13/14 14/15 Percentual Absoluta (a) (b) (b/a) (b-a) 2.701 2.3) (93. grãos.2 Exclui a produção de algodão em plum a Acomp.652 (0.8) FEIJÃO 1ª SAFRA 1.844 - - TRITICALE 2.0 ALGODÃO EM PLUMA 1.3) 440 202 (54.5 AVEIA 2.9) (117. (1) (2) 25.3 218. 3.546 1.587 2. O feijão primeira safra também apresenta redução de 4.6) FEIJÃO 2ª SAFRA 878 876 (0.CAROÇO GIRASSOL MAMONA MILHO TOTAL Legenda: Produção de caroço de algodão.3 a 719.6 ALGODÃO .4) (14.6 SORGO 2.4 mil hectares).3) (2.598 3.461 3.033 988 (4.537 (2.2) 5.433 3.381 2.076 959 (10. v.5) (167.7) ARROZ 5.708 2.000 - - CEVADA 3.9 477.635 (3.082 0.6) 1.998 3.708 - - CANOLA 1. 1 .3) (44.1 SOJA 2.ocorreu na safra passada.3 a 8.0 AMENDOIM TOTAL 2.314 4.2 mil hectares).3% (50. área possivelmente cultivada com soja.381 2.5) TRIGO 2.1 a 10.9% (274.7 48.854 2.3 a 96.

As previsões não são independentes das observações.1. 3. No entanto. out. 2 . fornecendo uma base válida para previsão. grãos.d. Modelos de Box-Jenkins para séries estacionárias Esses modelos são utilizados para analisar os modelos não estacionários. Método estatístico 3. médio e longo prazo. separados por cultura e por Unidade da Federação (UF). Em alguns casos as observações podem ser perfeitamente correlacionadas. Dados Os dados utilizados nesse estudo são baseados na série histórica da Conab e estão disponíveis no site da Companhia (http://www.2. Neste contexto então.2. safra bras. Este último possibilita o usuário da informação a fazer estimativas a curto. o que já é uma quantidade de observações significante para uma boa realização do trabalho. O conjunto de observações é {Y (t). Acomp. alguns produtos e UFs possuem poucas observações. O método escolhido depende da finalidade e importância das previsões. transformando-os em estacionários. É definido por ARIMA (p. Devido à quantidade de culturas e unidades da federação. porque as previsões em geral possuem parâmetros iguais.3. foi encontrado um modelo para cada cultura em cada unidade da federação.Safra 2014/15. 2014 7 . Os modelos são gerados a partir da combinação de três componentes: Autoregressão (AR). optou-se por um modelo mais simples. 3. 1 . Séries temporais Uma série de tempo é uma sequência de observações coletadas em intervalos regulares durante um período de tempo e as observações vizinhas são dependentes entre si. qualquer modelo inferido a partir desses dados é considerado como estável.1.1. a Companhia promoverá ajustes nas mesmas de acordo com o impacto mensurado nas visitas in loco.br/). Integração (I) e Médias móveis (MA). Os principais objetivos do estudo de uma série temporal são: compreender o mecanismo gerador da série e predizer o comportamento futuro da série.q).1. n. Os dados de produtividade são anuais. utilizando a ordem de integração (d). sendo que: – Y: variável de interesse.1. – T: conjunto de índices. Destacam-se as incertezas das previsões. com final previsto. Para algumas culturas e unidades da federação há dados desde a safra 1976/77. t ∈ T}. v. Sendo assim. Como os dados são estacionários. estipulou-se 90% de confiança para os intervalos encontrados. principalmente quanto as produtividades de culturas anuais. mas isso não é uma regra. Modelos de produtividade da cultura são apresentações abstratas da interação da cultura com o seu ambiente e pode variar de simples correlação de rendimento com um número finito de variáveis para os modelos estatísticos complexos. Nesse estudo.gov. com média e variância constantes ao longo do tempo.1. visto que elas são totalmente dependentes das condições climáticas ao longo do desenvolvimento das mesmas. mesmo quando as mesmas são. mas que cumpre com eficiência a finalidade do estudo.conab. o que dificulta o ajuste do modelo. bem como o custo e a eficiência dos métodos de previsão alternativos.Primeiro Levantamento. As previsões podem ser formadas de muitas maneiras.

2004. Ministério da agricultura. grãos. Sendo assim: 1) O componente autoregressivo (AR) é relacionado ao fato de Zt no instante t ser função dos p Y’s anteriores a t.d. Modelos Auto Regressivos. Acomp.conab. utilizamos o modelo completo. Pedro A. A função realiza uma pesquisa sobre o modelo possível dentro das limitações de ordem fornecidas. ARIMA(p. Referências – Brasil.q) = MA(p). foi utilizada inicialmente a função “auto arima” do pacote “Forecast”. Auto ARIMA Para a escolha do melhor modelo em cada situação. pecuária e abastecimento (2014).br> . isto é. Projeções do Agronegócio: Brasil 2013/2014 a 2023/2024.gov. Blucher. n.. ABE – Projeto Fisher e Ed. – Conab. podemos descrever todos os modelos vistos anteriormente utilizando a nomenclatura ARIMA. Clelia M. AICc ou valor BIC. isto é: i) ARIMA(p. 2 . – Morettin. 2) O componente de Médias Móveis (MA) é relacionado ao fato de que cada observação de Zt é gerada a partir da média ponderada do valor presente e de q valores passados de um processo de ruído aleatório.q) = ARMA(p. mas quando tomamos a série diferenciada. Acesso em: setembro e outubro de 2014. [Site oficial] Disponível em <http://www. Toloi. 2014 8 . Portanto.0. d é a ordem de diferenças tomadas para que o modelo torne estacionário e q é o número de termos da média móvel. que devolve o melhor modelo ARIMA de acordo com os critérios AIC. v.q). ii)ARIMA(0. estacionário e inversível.onde p é o número de termos auto-regressivos. 3) O componente de integração (I) é relacionado ao fato de que a d-ésima diferença da série Zt pode ser representada por um modelo auto-regressivo – Médias móveis (ARMA).Primeiro Levantamento. C. Modelos auto regressivos.q)) Os modelos AR. séries que se desenvolvem no tempo ao redor de uma média constante. Análise de Séries Temporais.Safra 2014/15. safra bras. Muitas séries encontradas na prática não são estacionárias. MA e ARMA são apropriados para descrever séries temporais estacionárias. iii)ARIMA(p. Integrados e de Médias Móveis (ARIMA(p. No caso de uma série não estacionária. esta se torna estacionária.0.0) = AR(p). out.d. 1 .q) com d diferenças na série original. integrados e de médias móveis (ARIMA) trata-se de representar série diferenciada por um modelo ARMA.0.

6 - - - - CEVADA 416.2) (176.120.1) (238.3) (5.7% até um acréscimo de 3.178.0 195.4 418.948.2 1.4 - - - - 69.2 1.2 23.4) (16.5) (24.1) (6.645.161.1 (2.3 3.919.8 (12.5 (19.4 871.158.8 6.959.5 1.8 104.1) 185.444.8) (25. Estimativa de produção (194 a 201.6 1.673.7 (0.686.7) 3.854. n.178.6 milhões de toneladas) A produção da safra 2013/14.7 (242.6 7.905.6 (0.7 (2.46 a um aumento de 6.Primeiro Levantamento.4 201.0 51.6 - - - - 104.2 (10.645.670.4 1.7) MILHO TOTAL SOJA SORGO SUBTOTAL 186.7) 6.0 3.6 370.6 Legenda: (1) Produção de caroço de algodão.9 27.462.717.0) 12.462.8 88. manutenção da área plantada na safra anterior e a estimativa da produtividade utilizando modelo estatístico.2% para a safra 2014/15.6 3.0) FEIJÃO 2ª SAFRA 1.8 54.6) FEIJÃO 1ª SAFRA 1. Tabela 3 – Estimativa de produção – Grãos (Em 1000 t) SAFRAS CULTURAS DE VERÃO VARIAÇÃO 13/14 14/15 Lim Inferior (b) (a) Percentual Lim Superior (c) (b/a) Absoluta (c/a) (b-a) (c-a) ALGODÃO .3) (4.2 2. out.252.5) (252.0) (37.406.4) MILHO 1ª SAFRA 31.3 2.115.1) (4.1) (4.6) (0. haja vista que o plantio desta cultura ocorre a partir de janeiro de 2015. Nota: Estimativa em outubro/2014.0 78.652.6 7.158.200.854. v.611.1 (4.252.PLUMA 1.9 3.1 SAFRAS CULTURAS DE INVERNO AVEIA CANOLA 6.2) (3.334.781.305.8) (190.285.0 69.305.9 2.713. Acomp.4.309.4 346.6 92.061.891.673.734.7 13.3) ALGODÃO .2 291.1 194.1) (1. O crescimento observado no milho segunda safra se deve à metodologia utilizada.515. safra bras.2 7.537.4 192.8 104. 2014 9 .6 3.7 2.0 8.5 13.5) (10.8 1.6) (10.5) (957.2 23.0) (1.8 - - - - TRIGO TRITICALE SUBTOTAL BRASIL (2) 8.2 (1.1) FEIJÃO 3ª SAFRA 882.686.4 (12.0 0.1 3.318.1 1. (2) Exclui a produção de algodão em pluma Fonte: Conab.467.7) (2.7 11. grãos.3 18.3) (0.5 46.9) (335.0 8. de 195.65 milhões de toneladas (Tabela 2).004.2) (1.5 33.6) 232.8) 3.7 208.410.0) (14.8 49.014.8 318.673.6 49.6 295.4 1.9 17.0 79.CAROÇO (1) 2. 1 .253.0 871.9) (218.7 - - (0.0) (2.2 (4.1) Percentual Lim Superior (c) (b/a) Absoluta (c/a) (b-a) (c-a) 418. Esse resultado representa uma redução de 1.4 (1.0 1. ou seja.8 2.3 (1.2 208.8 7.6) MILHO 2ª SAFRA 48.0) 1.6 416.18 milhões de toneladas.Safra 2014/15.6 VARIAÇÃO 2014 2015 Lim Inferior (b) (a) (37.2) (10.3 1.686.191.2 3.2) 315.6 416.0 - - - - CENTEIO 3.4 418.6 1.410.5) (24.7) (4.5 76.0) 8.6 - - - - 7.4 2.2 86.7 1.2 29.47 milhões de toneladas. ficando entre 194 a 201.076.294. 2 .5 (7.0 69.2 AMENDOIM TOTAL AMENDOIM 1ª SAFRA AMENDOIM 2ª SAFRA 24.8 55.3 (14.6) (0. deve ter uma redução de 0.452.5) ARROZ FEIJÃO TOTAL GIRASSOL MAMONA 38.222.1) (1.5 19.834.

9 7.35% SOJA 45. 2014 10 .3 11.4 76.5 68. Fonte: Conab. 1 .5 36. Acomp. 2 .6 82.0 0 43.1 6. aveia.9 15.0 36. centeio e triticale.32% SOJA FEIJÃO TOTAL MILHO TOTAL ALGODÃO .1 120 40 20 122.7 7.7 100.Safra 2014/15.82% FEIJÃO TOTAL 1.0 81.81% MILHO TOTAL 39.6 30.5 14.3 15.0 7. n.3 76.0 29.7 36.6 29.2 10.CAROÇO (1) ARROZ SORGO TRIGO DEMAIS PRODUTOS (*) Legenda: (*) Amendoim total.6 7.9 10.6 31.0 14.CAROÇO (1) 1.9 11.9 28.2 10.8 31.26% TRIGO 3.9 39.1 114.4 28.88% DEMAIS PRODUTOS (*) 0.7 8. 3º Safra e de Inverno (em milhões de hectares) Fonte: Conab.6 6.7 12. Gráfico 2 – Evolução da área e produção 220 201.1 7. girassol.4 68.0 40.2 160 80 193. Nota: Estimativa em outubro/2014.3 96.1 13.2 31.4 29.1 41. 3º Safra e de Inverno (em milhões de hectares) Área de 2º Safra.9 37.2 10.9 37.8 166.4 37.94% ALGODÃO . grãos. safra bras.2 29.0 57.7 37.3 Produção Total de Grãos (em milhões de toneladas) Área de Grãos sem Culturas de 2º Safra. cevada.8 100 60 194.1 10.1 7.6 78.1 140 123.7 30.0 162. v.63% ARROZ 6.5 31.0 7.8 149.8 7.Primeiro Levantamento.3 135.3 33.7 8. out.2 119.2 38.1 73. Nota: Estimativa em outubro/2014.Gráfico 1 – Produção total de grãos por cultura SORGO 0. mamona.5 131.4 83.6 188.2 10. canola.4 36.7 200 180 144.

4 19.970 2.0 67.2 1.2 61.9 5.225 2.3 33.4 8.143.5 1.8) 3.8 8.000 2.769.5 3. soja.018 0.663.565 (4.097.9) 0.0 MA 1.5 50.4 2.008.5 2.125.4) 2.8 68.9 62.8) 2.3 0.4 10.3 5.701 10.8 1.593.3 (2.4 0.8 3.4) SUDESTE RJ 8.459.7 3.230. produtividade e produção – Grãos (*) ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) NORTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 14/15 Lim Inf (b) VAR.0 14.9 AC (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.432.460.4 3.3 9.2 10.580 3.866.268.8 6.702.1 923.2 ES 38.2 (13.9 5.6 3.510.4) (0.988 - 15.1) (1.3 67.6 (2.838 3.4) NORTE/NORDESTE 10.926 1.4 4.7 18.0 3.799 (7.1 - - 621 664 7.1 515.9 (3.4 MT 13. 1 .5 266.124.5 3.655.7 1.326.662.2 MS 3.7) 3.756.777.6 (1.4 5. centeio.2) 1.6 180.3 3.1 BA 3.581 3.4 RR 39.453 0.127 1.5 3.9 2.1 8. n.3 (1.9 5.3 8.873. milho (1ª e 2ª safras).0) 3.6 49.728 3.388.3) (0.7 (3.2 BRASIL 56.7 - - 2.2 3.1 3.7 3.2 613.7 186.514 11.962 3.6 (1. sorgo.9 2.7 10.9 2.5 3.8) 0.295.300.0 (4.6 184.460.1) (3.532 3.431 2.387.942.8 4.2 27.136.813.070.3 59.955 4.0 69.9 1.626 (2.9 1.9 37.319.0 47.0 3.2 81.6) 4.840 3.4 6.845.7 6.9 (11.702 3.782 5.834 3.3 5.6) 5.4 1.1) 27.0 573.433 3. safra bras.2 19.8 435.6 5.2 7.7) (8.193 7.3 4.0 17.9 (1.0 8.0 69. grãos.1 3.0 0.254.064.7 2.7) SC 1.9 11.0 613.076.302.0 8.1 (7.1 194.2 2.9 AP 5.0 56.2 22.3 58.443.3 - - 375 395 5.701 3.9 4.6 45.123.945 1.9 (6.702.804.9 1.5 RO 421.3 4.000.1 4. mamona.0 3.1) 172.434.0 SP 1.5 266.7 18.645.420.3) 3.700 (0.3 15.6 8.761.1) 3.877.8) 72.6 CENTRO-OESTE 22.130.6) (0.3 7.222.2 3.5 478.1 3.8 19.7 18.2 1.1 47.1 3.0 (5.1) 2.137.9 7.9 42. girassol.4 AL 81.6 25.143 5.0 GO 4.9 64.4 16.2 0.712.1 0.2 58.2 5.222.6 195.4 SE 266.8) 6.922 14.8 2.7 86.8 70.5 2.7 (3.784.4 5.3 14.836.8 117.018 1.1 (4.8 (0.392.9 (1.459.879.063.232.6 34.1 2.636.0) 3.0 42.004.3 155.0 3.9 3.5 11.216 4.7 2.2 2.558.3 123.1 36.3 5.0 3.Safra 2014/15.132 2.5 5.2) 2.4 18.256.5 15.2 (1.4 PA 515.9) RS 8.007.930.0 8.985.600 3.613.2 (4.3 67.572.6 81.5) (11.750 2.9 3.442 3.310.126. feijão (1ª.063. % Lim Sup (h) (e/d) (e/d) (0.0 MG 3.788.5 - - 1.9 - - (6.5 1.8) (2.0 23.4 2.9 7.9 15.656 2.9 5.5) 74.6 NORDESTE 8.988 1.1 66.499. 2014 11 .221 0.037.2 35.7 6.7 (2.052 6.2 169.605 3.985.0 7.9 (10. 2 .0 1.5 39.749. out.7 1.777.0) (0.844.7 1.439.027.5) PB 155.3 155.125.015.3) (2. Acomp. % Lim Sup (c) 2.798 2. 2ª e 3ª safras).394.769.734.309.3 22.358 6.6 2.4) 30.5 - - 4.7) 35.8 10.383.0) 1.4 PI 1.173 1.8 (9.125.060.7 19.190.3 12.6) 6.8 42.8 8.2) 2.9 1.888.0 1.747 3.5) (8.2 3.177.055.7 1.9 45.142.073 5.9 176. amendoim (1ª e 2ª safras).2 - - 828 847 2.0 3.0 (1.143.3 7.577.0 0.Tabela 4 – Comparativo de área.9 6.670.5 201.659.0 5.1 923.416.164 3.3 0.1 3.7 - - 6.7 DF 186.528 (8.780 7.323.605.4 2.5) 38.4 SUL - - 1.0 4.0 - - 555 491 (11.887.5 5.470.181.7 9.711.9 15.967 3.7 19.333.8 1.2 5.6 29.1 1.5) 2.1 1.0 1.0 0.233. aveia.9 33.6 1.332.6 4.2 (1.4 1.9 (0.185.5 84.9 5.490.3 61.768.5 (1.1 142.700.2 81.3 AM 19. cevada.561.2) 2.222.0 13.7 124.369.057.2 1.6) 187.8 3.6) PR 9.Primeiro Levantamento.2 140.510.786.5 - - 392 386 (1.199.4 2.1 15.4 19.1 515. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 Lim Inf (g) VAR.2 422.731 3.7) (1.1 2.223.1 1.4) 2.2 7.5 2.308.8 184.1 4.6 6.9 24.788.0 RN 69.779. Nota: Estimativa em outubro/2014.033 2.026.2 Legenda: (*) Produtos selecionados: Caroço de algodão.705.3 10.1 TO 1.1 17.5 3.6 1.188.061.5 3.2 3.5 - 15.104.840.2 14.3 11.3 PE 478.2 7.1 19. v.6 CE 923.9 3. trigo e triticale Fonte: Conab.451 2.467.2 CENTRO-SUL 46.7) 2.356.352 (6.1 - - 2.0 6.5 478.9 7.343.980 3.9 1.463 1. arroz.7 186.2 68.004 3.900 3.4 13.

Maranhão. v. Distrito Federal. 5. apenas áreas de pesquisa científica e de produção de semente genética. que já provocou um prejuízo de bilhões de reais à sojicultura brasileira. Mato Grosso do Sul. seja pela perda de produtividade. No Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Mato Grosso. em relação ao restante do país (outubro a dezembro).Primeiro Levantamento. Acomp. a região produtora sofre escassez de chuvas e temperaturas elevadas na entressafra. diminuir a possibilidade de incidência precoce da ferrugem asiática. A medida é adotada com objetivo específico para cada cultura. Apenas quatro estados produtores não adotam o vazio sanitário: Roraima. Neste período. grãos.09% MS 7. out. São Paulo e Paraná. segundo o Consórcio Antiferrugem/Sistema (www. Minas Gerais. Na soja.42% 2. 12 estados adotam o período do vazio sanitário regulamentado: Rondônia. então optou-se pelo não estabelecimento 1 As plantas voluntárias e/ou plantas daninhas que germinam por si só na lavoura. safra bras. Tocantins.94% PR 17. devido a sua localização geográfica e sua diferente época de semeadura (maio a junho). o que torna o ambiente desfavorável ao desenvolvimento da doença (MEYER. são liberadas para o cultivo. Em Roraima. 1 . o período mínimo de vazio sanitário da soja é de 60 dias. Isso se deve. 2014 12 . por isso. seja pelo aumento do custo de produção.23% MG 6. Atualmente. implantar.00% SC SP 3. 2 .95% MT 25. provavelmente. além do Paraguai. Nota: Estimativa em outubro/2014. Goiás.cnpso. A pesquisa identificou que o tempo máximo de permanência da ferrugem asiática em plantas vivas (soja tiguera ou guaxa 1) é de 55 dias. Bahia.42% RS GO MATOPIBA MS MG SP SC DEMAIS UFS Fonte: Conab. n.68% MATOPIBA 9.embrapa. bem como manter ou permitir a presença de plantas vivas em qualquer fase de desenvolvimento.64% MT PR RS 14.64% GO 9. Piauí. por isso não adota o vazio sanitário. doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. as baixas temperaturas (geadas) na entressafra também são desfavoráveis à permanência de soja tiguera. a doença ainda não foi detectada nas lavouras do estado.Gráfico 3 – Produção total por Unidade da Federação DEMAIS UFS 3. 2007). De acordo com o Consórcio Antiferrugem. não houve relato de foco da doença nas últimas cinco safras no estado. uma vez que nessas condições a soja tiguera não sobrevive. podendo alcançar 90 dias em alguns estados. ele visa reduzir a quantidade de uredósporos (esporos que aparecem na fase epidêmica da doença) no ambiente durante a entressafra e. a partir de grãos perdidos na colheita e assim tornam-se hospedeiras de doenças.Safra 2014/15. país que também é produtor de soja e faz fronteira com o Brasil.br/alerta). Vazio sanitário O vazio sanitário é definido como um período no qual é proibido cultivar. Pará. devidamente monitorada e controlada. dessa forma. No Piauí.

000 kg/ha Mil hectares/ toneladas 25. farelo e óleo).000 500 0 0 Área Produção Produtividade Fonte: Conab. é a situação da Bolívia. 1 .Primeiro Levantamento. Gráfico 4 – Evolução da área. 2 . Isso ocorreu porque houve migração da doença da soja primeira safra para a soja segunda safra. a cada ano. especialmente após a incidência do cultivo de soja safrinha que induziu a uma forte presença de doenças e culminou com a aplicação acima do normal de fungicidas. mas é importante ressaltar que após a safra 2002/03. onde o agronegócio. Esse fator coloca em risco o desempenho da safra de verão.do vazio sanitário. Outros fatores contribuem para isso. A importância do vazio sanitário para a soja no Mato Grosso é maior ainda nesta safra. Isso pode ser visualizado nos Gráficos 4 e 5. especialmente no Mato Grosso. quanto ao manejo da doença. duas safras por ano (verão e inverno) com ocorrência de fortes epidemias de ferrugem asiática que encontra hospedeiro o ano todo (FAEP. a produtividade do estado tem permanecido estagnada. o que ocorre também na Argentina. Um ponto preocupante. 2008).500 10.000 1.000 1. o excesso de chuva impediu a aplicação de fungicidas na época ideal. 2014 13 . o complexo soja (grão. grãos.000 15.Safra 2014/15. então ela emite esporos e é transportada para outras plantas em pleno vigor. onde não ocorre o vazio sanitário e as frequentes correntes de vento. uma vez que a maturação fisiológica da planta impede que a doença sobreviva. Na Bolívia são feitas.000 3. quando ocorreu surgimento da ferrugem-asiática no Mato Grosso.000 5. sendo fonte de inóculo para os cultivos de verão. n. v.000 2. produtividade e produção de soja no Mato Grosso Surgimento da Ferrugem-asiática 30. aparece de forma destacada.500 3. 2008). pelo menos. safra bras.500 20. trazem esporos para as lavouras no Brasil (FAEP. com média de 3. Acomp. out. que sopram do Pacífico e do sul da América do Sul. Além disso.005 kg/ha nas últimas 12 safras.000 2. com suas implicações na receita de exportações do país. sobretudo.

n. mas o controle da doença foi um fator que pesou muito para este aumento. Acomp. 2 .Gráfico 5 – Variação percentual da produtividade de soja no Mato Grosso 70 Surgimento da Ferrugem-asiática 60 variação percentual 50 40 30 20 10 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11 2009/10 2008/09 2007/08 2006/07 2005/06 2004/05 2003/04 2002/03 2001/02 2000/01 1999/00 1998/99 1997/98 1996/97 1995/96 1994/95 1993/94 1992/93 1991/92 1990/91 1989/90 1988/89 1987/88 1986/87 1985/86 -10 1984/85 1983/84 0 Produtividade Fonte: Conab.Primeiro Levantamento. É fato que são muitas as variáveis que compõem o custo. É importante ressaltar que. como os fertilizantes. out. safra bras. quando iniciou-se a série histórica. v. 1 . para a manutenção desse nível de produtividade.Safra 2014/15. 2014 14 . o maior uso de fungicidas acabou por elevar os custos de produção que dispararam após o surgimento da doença no estado. Gráfico 6 – Evolução do custo de produção de soja no Mato Grosso 2. a sua variação percentual em relação à safra 1997/98.200 R$/sc 30 Surgimento da Ferrugem-asiática 15 600 10 300 5 0 0 Custo de Produção Custo de Produção Fonte: Conab.500 25 900 20 R$/ha 1.100 45 40 1.800 35 1. grãos. O Gráfico 6 demonstra o aumento do custo de produção da oleaginosa no estado e o Gráfico 7.

Itaituba (com exceção dos municípios de Rurópolis e Trairão). 2ª Quinz 1ª Quinz. J. Nota: Levantamento em outubro/2014. Os outros que também adotam o período de vazio sanitário são: Mato Grosso. enquanto a área do Paraná não chega a 1. por exemplo. Fonte: Conab/Embrapa. plantou 643. o vazio sanitário vai até dia 30/09 PA/Sul: Conceição do Araguaia. Altamira (com exceção Distrito Castelo dos Sonhos). Itapecuru Mirim. Na safra 2013/14. Chapadinha. o Mato Grosso. Para facilitar os trabalhos dos cotonicultores e colaborar para a eficiência no Acomp. out. o vazio sanitário é uma das medidas fitossanitárias para a prevenção e controle do Bicudo do Algodoeiro (Anthonomus grandis).Gráfico 7 – Variação percentual do custo de produção de soja no Mato Grosso 400 350 variação percentual 300 250 200 150 Surgimento da Ferrugem-asiática 100 50 0 Custo de Produção Fonte: Conab. PA/Norte: Santarém. 2ª Quinz 1ª Quinz. de Ribamar e São Luis. S. Considerado a principal praga da cultura. Bragantina. enquanto no Mato Grosso. possui habilidade para permanecer nessas lavouras durante a entressafra. Codó. maior produtor do país. Pindaré. Imperatriz e Porto Franco. visando proteger a produção do estado de prejuízos ocasionados pela praga. Paragominas. safra bras. a Bahia é o único onde ele é opcional. este estado era o maior produtor nacional. grãos. Redenção. n. 1 . 2ª Quinz 1ª Quinz. Balsas. Rosário. 2ª Quinz 1ª Quinz. 2014 15 . Dos estados que adotam o vazio sanitário. Ela foi responsável pela migração do cultivo da cultura do Paraná para o Centro-Oeste do país. v. Coelho Neto. Grajaú. Paço do Lumiar. Mato Grosso do Sul. MA/Sudeste: Alto Mearim. Minas Gerais e São Paulo. Guamá. Gurupi.000 hectares. cultivando mais de 700 mil hectares.Primeiro Levantamento. MA/Norte: Baixada Maranhense. além de grande capacidade destrutiva. Goiás. Presidente Dutra. 2ª Quinz 1ª Quinz. se plantava cerca de 30 mil hectares.1 mil hectares. 2 . Caxias.Safra 2014/15. Itaituba (municípios de Rurópolis e Trairão). 2ª Quinz RO PA/Sul PA/Norte TO MA/Norte MA/Sudeste BA¹ MT MS GO DF MG SP PR PARAGUAI Início Fim 15/06 15/07 01/10 01/07 15/09 15/09 15/09 30/11 30/09 15/11 15/08 15/10 15/06 15/09 01/07 30/09 15/06 15/09 01/06 30/08 Legenda: ¹ Para cultivos sob irrigação. Para o algodão. Marabá e Altamira (distrito de Castelo dos Sonhos). Tabela 5 – Período de vazio sanitário para a soja UF JUN JUL AGO SET OUT NOV 1ª Quinz. No início da década de 90.

visto que a colheita está finalizada. permitindo que uma grande região produtora que engloba os dois estados fiquem no mesmo prazo para destruição de soqueiras. Goiás. considerado uma das pragas mais prejudiciais para os produtores dessa cultura. Noroeste e Metropolitana de Goiania. o estado foi dividido em cinco regiões. Esta Instrução Normativa terá vigência somente no período da safra 2013/14. (²) Entorno do DF. grãos. ² Comprende os municípios de Perolândia. safra bras. Para efeito do calendário do vazio sanitário de Goiás. Portelândia e Mineiros (exceto a porção de área descontínua limítrofe com Chapadão do Céu) Fonte: Conab. Para o feijão. o vazio sanitário tem como objetivo o controle da mosca branca (Bemisia tabaci) e diminuir a quantidade de alimento para esse inseto. Os municípios que fazem parte do mesmo período do vazio encontram-se na Instrução Normativa nº 04/2014. a região 3 compreende o extremo sudoeste goiano. 2 . Nesta safra. Nordeste. n. a região sul e sudeste de Goiás. a região 1 compreende.combate ao bicudo. mas deve se repetir o que ocorreu na safra 2012/13. (4) demais regiões. Fonte: Conab. sul e sudeste. Nota: Levantamento em outubro/2014.Safra 2014/15. Acomp. 2014 16 . Nota: Levantamento em outubro/2014. v. Distrito Federal e Minas Gerais determinaram período de vazio sanitário para o feijão. (³) noroeste. Na Tabela 6 é possível ter uma visão global de como fica distribuído o período de vazio sanitário no estado e no país. emitida pela Agrodefesa. Para facilitar a disposição dos períodos. a região 4 compreende o entorno do Distrito Federal e a região 5 compreende o oeste goiano. out. o Mato Grosso do Sul e Goiás (em quatro das cinco regiões produtoras) adotaram 30 de setembro como início do período do vazio sanitário. Tabela 6 – Período de vazio sanitário para o algodão JUL UF AGO SET OUT NOV DEZ JAN 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez BA¹ MT MS GO Entorno do DF GO Sul e Sudeste GO Sudoeste GO Extremo Sudoeste² GO Oeste Goiano MG SP PR Início Fim 31/08 01/10 01/10 01/10 01/10 01/10 01/10 01/11 20/09 10/07 10/07 15/11 30/11 30/11 10/11 25/11 30/11 05/12 20/01 20/11 10/10 20/09 Legenda: ¹ opcional. basicamente. com o vazio sanitário iniciando-se dia 30 de setembro. expirando a sua validade com o final desta. uma vez que ele é vetor de doenças. Centro. conforme Tabela 7. A eliminação de plantas vivas neste período evita que o inseto se mantenha ativo e provoque danos às próximas safras. No Mato Grosso do Sul ainda não há Instrução Normativa para tal finalidade. Norte. 1 . segundo a Instrução Normativa nº 06/2014 emitida pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa).Primeiro Levantamento. Tabela 7 – Período de vazio sanitário para o feijão UF AGO SET OUT NOV 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez 1ª Dez 2ª Dez 3ª Dez GO (¹) GO (²) DF MG (³) 4 MG ( ) Início Fim 05/09 05/10 20/09 20/10 15/09 25/10 Legenda: (¹) sudoeste. a região 2 compreende a região sudoeste goiano. como o vírus do mosaico dourado do feijoeiro e o transmite no momento da sucção da seiva da planta.

C. É de responsabilidade do produtor. reduzindo a força de retenção. Relato da ferrugem asiática da soja nos Estados do Maranhão e Piauí. possuindo capacidade de captação de água. um solo rico em argila retém muito mais a água do que um solo arenoso. 2007.1. 1008.Safra 2014/15. out.. Solos arenosos não saturados têm menor condutividade hidráulica que os argilosos. Paraná implanta vazio sanitário da soja pela primeira vez. essas moléculas vão ocupando posições cada vez mais afastadas da superfície matricial.. 2014 17 . intensificar a velocidade respiratória. A Condutividade Hidráulica é o fator limitante que governa a absorção de água durante o processo de germinação. Curitiba: junho de 2008. v. ou a força com que a água é retida pelo solo. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA. Fatores que afetam a germinação A velocidade.Primeiro Levantamento.. Referências – MEYER. arrendatário ou ocupante das propriedades produtoras de soja. induzir a síntese e atividade de enzimas e hormônios e contribuir significativamente para a regularidade da translocação e assimilação das reservas. X.1. Anais. contribuindo para amolecer o tegumento.1. Assim. proprietário. As diferenças de umidade determinam o fluxo de movimento da água. Londrina: EMBRAPA Soja. por fatores do ambiente e por práticas de manejo durante e após a colheita.O descumprimento de qualquer vazio sanitário acarreta em multa ao produtor. Londrina. interdição da propriedade e destruição do plantio. – FAEP . Em sementes secas. n. 2 . a percentagem e a uniformidade de germinação de uma população de sementes são influenciadas por uma série de condições internas. Boletim Informativo. há alta força de retenção de água. quando em contato com substratos suficientemente úmidos. a temperatura e o oxigênio são considerados essenciais e exercem influência direta sobre a germinação. pois a água transferida para as sementes não vem de grande distâncias no solo (aproximadamente 1 cm de distância da semente). mas à medida que o material vai se hidratando. A entrada de água provoca o aumento do volume do embrião e dos tecidos de reserva. em função do tamanho das partículas Acomp. safra bras. A disponibilidade de água do solo para a semente é determinada pelo potencial hídrico. resultando na ruptura do tegumento e facilitando a protusão da raiz primária. a eliminação das plantas durante o período do vazio sanitário. n. grãos. Dentre os fatores do ambiente a água. Germinação das sementes e a importância da temperatura e disponibilidade de água no solo 6.Federação da Agricultura do Estado do Paraná. 6. bem como a destruição de todos os restos culturais ou soqueira.. sementes secas geralmente apresentam potenciais hídricos inferiores a –100 MPa. 6. favorecer as trocas gasosas. algodão e/ou feijão. na safra 2006/07. Água Água apresenta várias funções de grande importância. 1 . A continuidade da disponibilidade de água para a semente depende do potencial de água da matriz em contato com a semente e da taxa com que a água se movimenta no substrato – Condutividade Hidráulica. M.

porcentagem e a uniformidade de germinação. o que necessita de máxima atenção. A quantidade total de água usada pelas sementes durante a embebição geralmente não excede de duas a três vezes a massa da semente seca. n. inclusive. esta é a razão de os agricultores. O processo germinativo envolve diversas atividades metabólicaS. pode Acomp. especialmente o tipo de dosador de semente. requer absorção de água de.1. O conhecimento da relação entre o processo de embebição das sementes em condições de baixa umidade do solo pode minimizar o risco de um baixo desempenho das sementes. Se a semeadura for realizada com o solo úmido apenas superficialmente. pois as sementes possuem diversas peculiaridades que devem ser observadas antes de serem expostas ao ambiente.2. Semeadura em solo com insuficiência hídrica. grãos. reduzindo a chance de obtenção da população de plantas desejada.3. do tipo de máquina semeadora. Soja A qualidade da semeadura é função.componentes. maior é a quantidade de água embebida. principalmente em solos arenosos. entre outros fatores. principalmente. cobrirem as sementes com solo. devem haver adequadas umidade e aeração do solo e a semeadura deve propiciar o melhor contato possível entre solo e semente. para a maioria das espécies cultivadas. Umidade e temperatura do solo 6. 6. do manejo durante e após a colheita e da sanidade. do controlador de profundidade e do compactador de sulco. As variações de temperatura afetam a velocidade. da espécie e suas características genéticas. 6. das condições do ambiente durante a produção. é necessário haver embebição de 30 a 35% de água em relação à sua massa seca. safra bras. Temperatura Na ausência de outros fatores limitantes. A profundidade de semeadura deverá ser entre 3 a 5 cm. expondo as sementes às pragas e aos microorganismos do solo. para desencadear-se o processo de germinação de sementes de milho.1. durante as quais ocorre uma seqüência programada de reações químicas. sujeitos a assoreamento.Primeiro Levantamento. Quanto maior o contato da semente com o solo. prejudica o processo de germinação. o conteúdo de água no solo não deve exceder a 85% do total máximo de água disponível e nem ser inferior a 50%. Nessa fase. para a germinação e a emergência da plântula.1. cujos extremos dependem. enquanto que para sementes de soja é necessário haver embebição de ao redor de 50% de água em relação à sua massa seca. 1 .1.Safra 2014/15. 2 . v. entre 20 e 30°C. cada uma dessas reações apresenta exigências próprias quanto à temperatura. out. A temperatura ótima para a germinação situa-se. as temperaturas máximas encontram-se entre 35 e 40°C e as mínimas geralmente são inferiores a 15°C. Semeaduras em profundidades maiores dificultam a emergência. 50% do seu peso seco. ou onde ocorre compactação superficial do solo. pelo menos. podendo torná-lo mais lento. área de contato solo/semente.3. 2014 18 . como por exemplo. a germinação ocorre sob limites relativamente amplos de temperatura. O período de embebição é um período crítico. no momento da semeadura. A semente de soja. Para que isso ocorra.

http://www. 495p. Maringá – PR.1.htm. Em solos mais pesados. EMBRAPA SOJA (2011). S. M. PESKE. Semeadura em solo com temperatura média inferior a 18°C pode resultar em drástica redução nos índices de germinação e de emergência. safra bras. v. T. Link visitado em 29/09/2014. F. A temperatura média do solo. caso contrário. no entanto. raramente excede a 2. 2 . Tecnologias de Produção de Soja – Região Central do Brasil 2012-2013. Isso pode ocorrer em semeaduras anteriores à época indicada em cada região. 76 p. varia de 20 a 30°C.2. (2005). n. a plântula emergirá em quatro ou cinco dias. também. grãos.Safra 2014/15. GONÇALVES. Universidade Estadual de Maringá. SISTEMAS DE PRODUÇÃO. as sementes devem ser colocadas entre 3 e 5 cm de profundidade.embrapa. além de tornar mais lento esse processo. S. Tese de Doutorado.cnpms. e em solos mais leves ou arenosos. menor rendimento. podem ser prejudiciais. Milho As plantas de milho apresentam dois momentos importantes com relação às necessidades hídricas: o estádio inicial.5 mm/dia. FISIOLOGIA DE SEMENTES DE PLANTAS CULTIVADAS. as sementes podem ser colocadas mais profundas. mas. sendo que temperaturas do solo inferiores a 10 °C ou superiores a 40°C ocasionam prejuízo à germinação. podendo resultar em plantas de porte menor que o desejável.B. adequada para semeadura da soja. pode ser cultivado em regiões onde as precipitações vão desde 250 mm até 5.Primeiro Levantamento. Durante o período de germinação. Quando às condições hídricas são irrestritas e a temperatura está acima de 20°C. Acomp. A profundidade de semeadura está condicionada aos fatores temperatura do solo. esse tempo poderá ser superior a 15 dias. maio/junho. PESKE. sendo que a quantidade de água consumida pela planta. A semente deve ser colocada numa profundidade que possibilite um bom contato com a umidade do solo. O consumo de água pela planta. Determinação da disponibilidade hídrica para definição de épocas de semeadura de milho na região dos campos gerais do Paraná. J. período semeadura e emergência das plântulas e florescimento. num clima quente e seco. durante seu ciclo está em torno de 600 mm. Londrina. Referências FILHO. 6. SEED NEWS. a taxa de crescimento das plantas pode ser reduzida.3. umidade e tipo de solo. out. entre 5 e 7 cm de profundidade. (2011). 2014 19 . com drenagem deficiente.haver condições para a germinação das sementes e emergência das plantas.br/pubicacoes/milho_6_ed/manejomilho. L. Piracicaba: FEALQ. menor uniformidade de plantas. nos estádios iniciais de crescimento. as temperaturas ideais do solo para a cultura variam entre 25 e 30°C. perdas na colheita. (2005). se não chover satisfatoriamente em seguida.000 mm anuais. 1 . O milho é uma cultura muito exigente em água. Temperaturas acima de 40°C. Absorção de água sob estresse. sendo 25°C a ideal para uma emergência rápida e uniforme. para se beneficiarem do maior teor de umidade do solo.

ocasionando. Condições meteorológicas recentes 2 Os prognósticos de temperatura da superfície do mar indicam. Figura 1 – Chuva setembro de 2014 acumulada em Figura 2 – Anomalia de precipitação em setembro de 2014. No sudoeste do Nordeste. 1 . que por sua vez ocorre em momentos distintos. seus efeitos típicos já são percebidos na Região Sul do Brasil. safra bras. Na Região Sudeste. onde o volume de chuvas ultrapassou a média. Contudo. out. Nessa região. em deficit hídrico durante o período chuvoso. na maioria das vezes.1.7. as chuvas ficaram mais concentradas no oeste de São Paulo.Safra 2014/15. 2014 20 . grãos. há uma tendência de maior irregularidade nas chuvas. No primeiro trimestre desse período chuvoso. dependendo da área dessas regiões. o fenômeno El Niño também influencia as condições climáticas em outras regiões. de forma geral. enquanto nas outras áreas. que há um fenômeno El Niño de baixa intensidade em formação. onde as precipitações intensas marcaram o mês de setembro. 2 Mozar de Araújo Salvador – Meteorologista CDP-INMET-Brasília Acomp. por exemplo. 2 . o total acumulado ficou abaixo da média (Figura 2). Observa-se no mapa de desvios de precipitação que em alguns pontos da região choveu mais de 100 mm acima da média histórica do mês. v. Condições climáticas 7. observa-se que o volume de chuvas apresenta um desvio negativo. Em parte do Norte e Nordeste. várias localidades registraram volumes bem superiores às suas médias. o período chuvoso começa em outubro e vai até abril. n. como mostra o mapa da Figura 3. na média dos anos de El Niño.Primeiro Levantamento. Além da Região Sul.

No norte da Região Norte. 1 . grãos.2. podendo estender esse prognóstico até o Mato Grosso do Sul e São Paulo. apresentando maior probabilidade de chuvas dentro da faixa normal ou abaixo. 2 . Nas outras áreas. porém com menor probabilidade. out.Prognóstico para o trimestre OND/2014 2 Mozar de Araújo Salvador – Meteorologista CDP-INMET-Brasília Acomp. o prognóstico indica igual probabilidade para as três categorias (acima. v. n.Figura 3 . safra bras.Primeiro Levantamento. 2014 21 .desvio médio de chuvas em anos de El Niño 7.Safra 2014/15. Figura 4 . abaixo e dentro da faixa normal). o prognóstico se inverte. Prognóstico para o trimestre OND/201412 Diversos prognósticos climáticos indicam que há uma maior probabilidade de que o acumulado de chuvas no trimestre outubro/novembro/dezembro fique acima ou dentro da faixa normal em toda a Região Sul.

além do plantio e germinação da soja. essas chuvas favoreceram a manutenção da umidade do solo para a germinação e o desenvolvimento do feijão e do milho. Nas tabelas são especificadas as regiões onde as chuvas estão sendo favoráveis para o início do plantio (pré-plantio). Monitoramento agrometeorológico O monitoramento agrometeorológico tem como objetivo identificar as condições para o desenvolvimento das grandes culturas nas principais mesorregiões produtoras do país. floração e/ou a frutificação. safra bras. que podem causar impactos significativos na produção. Na Região Sudeste do país ocorreram chuvas acima da média (Figura 2) na maior parte de São Paulo. Em Minas Gerais. v. desenvolvimento vegetativo. 2 . que estão em produção ou que irão iniciar o plantio nos próximos dias. pois para praticamente toda a região central do país não há previsão de chuvas até o dia 13 de outubro. 2014 22 . baixa restrição: quando houver problemas pontuais por falta ou excesso de chuvas. o desvio da precipitação com relação à média histórica (anomalia) e a umidade disponível no solo. No restante de Goiás ainda não há umidade no solo suficiente. as chuvas ficaram abaixo da média e as condições para o início do plantio ainda estão desfavoráveis. sem cultivo ou fora de temporada. à qualidade dos grãos de trigo no sudoeste do Paraná e a doenças no oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul . destacam-se: a precipitação acumulada. onde as chuvas reduzidas estão favorecendo o plantio e a colheita. onde está havendo possíveis problemas por excesso de chuvas. nem previsão de chuvas para o início do plantio da soja e do milho em praticamente todas as regiões. grãos. e a classificação é feita da seguinte forma: baixa produção. n. O resultado desse monitoramento é apresentado no capítulo referente à análise das culturas. Na Região Sul. No entanto. observaram-se chuvas que. as chuvas irregulares também possibilitaram o início do plantio em algumas áreas. observa-se umidade no solo suficiente para a germinação e o início de desenvolvimento das lavouras. principalmente. média restrição: quando houver problemas generalizados por falta ou excesso de chuvas. Os mapas das condições hídricas são elaborados por cultura. As chuvas foram mais intensas na região sul do estado favorecendo a germinação das culturas de verão. A análise se baseia na localização das áreas de cultivo (mapeamentos) e no impacto que o clima pode estar causando nas diferentes fases (predominantes) do desenvolvimento das culturas.7. no mês de setembro.nas lavouras que se encontravam em florescimento e frutificação. Na Figura 6. e a umidade disponível no solo deverá garantir o suprimento das sementes até meados de outubro. devido à sua intensidade e concentração no último decêndio do mês. Em partes do Mato Grosso e da região sul de Goiás. além da condição da vegetação observada em imagens de satélite. Dentre os parâmetros agrometeorológicos observados. alta restrição: quando houver problemas crônicos ou extremos por falta ou excesso de precipitações. 1 . out.3. a umidade no solo foi suficiente para o início do plantio da soja no Mato Grosso do Sul. no noroeste e maior parte do Triângulo Mineiro.Safra 2014/15.Primeiro Levantamento. poderão causar impactos pontuais relacionados. germinação. Em relação à Região Centro-Oeste. Acomp. e onde pode estar havendo possíveis problemas por falta de chuvas. favorável: quando a precipitação é adequada para a fase do desenvolvimento da cultura.

grãos. 2 . 1 . n. out.Figura 5 – Chuva acumulada decendial em setembro de 2014 Figura 6 – Umidade do solo (mm3/mm3) na profundidade de 9 cm observada em 06 de outubro de 2014 Acomp.Primeiro Levantamento. 2014 23 . v.Safra 2014/15. safra bras.

grãos.1. sistemas de informações geográficas e modelos estatísticos. a serem aplicados nas estimativas de área e produtividade.Figura 7 – Prognóstico de chuva até 13 de outubro 8.Primeiro Levantamento. 1 .1. Monitoramento agrícola via satélite 8. Essa atividade teve início na Conab em 2004. em setembro de 2015. n. out. e do monitoramento agrometeorológico e espectral das lavouras. 2014 24 . Metodologia 8. 2 . posicionamento por satélites. Acomp.Safra 2014/15. Além de auxiliar as previsões de safras. Monitoramento agrícola via satélite Com o intuito de obter informações cada vez mais confiáveis a respeito da estimativa de área das principais culturas. esses mapeamentos permitem o acompanhamento da evolução das áreas de cultivo e auxiliam os estudos sobre a dinâmica de uso e ocupação do solo. safra bras. agrometeorológicos e espectrais. através da estimativa de área pela análise de regressão. a Conab também utiliza imagens de satélite. para a obtenção de indicativos de produtividade. através do desenvolvimento de tecnologias relacionadas ao sensoriamento remoto.1. fotografias aéreas e informações georreferenciadas para fazer o mapeamento das áreas cultivadas nos principais estados produtores. cuja finalidade foi o aperfeiçoamento metodológico do sistema de previsão de safras no Brasil. v. com a criação do Projeto GeoSafras. Os resultados de todos os mapeamentos realizados da safra 2014/15 serão apresentados no último boletim de acompanhamento desta safra.

através do cálculo de índices que refletem a sua eficiência fotossintética. são apresentadas as informações e análises mais recentes de seis dessas mesos.1. ao longo de todo o ciclo fenológico das lavouras. fornecem indicativos de produtividade. No total. e que representam maior cobertura de área. safra bras. os mapeamentos são utilizados no monitoramento agrometeorológico e espectral das lavouras. pois a restrição pode ser momentânea e estar ocorrendo de forma pontual. maturação e/ou início de colheita. Os gráficos da quantificação de unidades de área pelo valor do IV mostram a situação das lavouras da safra atual. O monitoramento é feito por mesorregião estadual com áreas mapeadas e/ou produção significativa. Acomp. n. grãos. que refletem a condição da vegetação e fornecem indicativos de produtividade. estão sendo monitoradas dez mesorregiões produtoras.2. não significa. médios e altos valores do Índice. 1 . que estão com o trigo em enchimento de grãos. v. quando comparados a safras anteriores e à média histórica. 2 . através do acompanhamento das condições agrometeorológicas (ex. etc. Já os gráficos de evolução temporal possibilitam o acompanhamento do desenvolvimento das lavouras e a comparação entre diferentes anos safra.Primeiro Levantamento. e os mapas sobre as condições hídricas para os cultivos são apresentados no capítulo referente à análise das culturas. Monitoramento agrometeorológico e espectral das lavouras Por fornecerem informações precisas sobre a localização das áreas de cultivo. disponíveis na área de destaques da página principal da Companhia. Para o monitoramento espectral é necessário que as lavouras já estejam em desenvolvimento.8. a fim de auxiliar na estimativa da produtividade nas principais regiões produtoras. out. O monitoramento atual foi feito a partir do acompanhamento do Índice de Vegetação (IV). calculado a partir de imagens de satélite. Abaixo. umidade do solo. Os mapas de anomalia mostram a diferença dos padrões de desenvolvimento da safra atual em relação à média histórica.2. temperatura. O monitoramento é direcionado às culturas que estão em pleno desenvolvimento no campo. Atualmente. Culturas de inverno – Safra 2014 O propósito do monitoramento agrícola é avaliar as condições atuais das lavouras em decorrência das condições meteorológicas recentes. que haverá perda de produtividade no estado. informações mais detalhadas sobre os critérios metodológicos. O resultado desse monitoramento é divulgado quinzenalmente nos Boletins de Monitoramento Agrícola e nos Boletins de Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos. O fato de haver alguma restrição para determinada cultura em uma mesorregião estadual.) e de índices de vegetação calculados a partir de imagens de satélite. pois a análise é feita a partir da resposta da vegetação nas imagens de satélite. O resultado do monitoramento agrometeorológico é divulgado no item sobre as condições climáticas no boletim de divulgação de safras. O valor desses índices e a sua evolução desde o plantio até a colheita.Safra 2014/15. 8. que é divulgado quinzenalmente pela Conab e cuja última edição está acessível na área de Destaques da página principal. em especial o trigo.: índice pluviométrico. 2014 25 . assim como. os cultivos mais expressivos são os de inverno. que representam mais de 82% da área plantada de trigo no país. necessariamente. Os resultados de todas as mesorregiões. estão disponíveis no Boletim de Monitoramento Agrícola. da safra anterior e da média histórica nas faixas de baixos.

elas também se apresentam em amarelo no mapa. out. 2014 26 . de áreas Gráfico 9 – Evolução temporal desenvolvimento das lavouras de 2014. as cores em verde são cultivos de inverno com padrão de desenvolvimento acima da média e/ou áreas de cultivos de verão recém plantadas.1. e.3% a mais que a média histórica de lavouras com altos valores de IV.6% a menos que a média histórica de lavouras com padrão médio de desenvolvimento e 43.2.8. que eventualmente tenham sido afetadas por doenças em decorrência de condições climáticas adversas. safra bras.6% a menos que a média histórica de áreas com baixos valores de IV. v. do A tabela do gráfico de quantificação de áreas pelo valor do IV mostra que a safra atual tem 8. 1 . grãos.Safra 2014/15. Tem 34. A safra atual tem 68.4% da safra passada. no mesmo Acomp. São as áreas em marrom no mapa anterior.3% das lavouras com alta resposta de IV contra 52. também respondem com baixos valores de IV. 2 .Quantificação agrícolas pelo valor do IV de 2014. Uma pequena parcela das lavouras de trigo. em relação à média histórica No mapa acima. Gráfico 8 .Primeiro Levantamento. n. nessas condições. Áreas agrícolas já colhidas e/ou dessecadas para o plantio da safra de verão se mostram em amarelo e marrom no mapa. Noroeste Rio-Grandense Figura 8 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos. São as áreas em verde no mapa.

2014 27 . a linha vermelha mostra que os atuais cultivos de inverno responderam. grãos. indica: 11% acima da média histórica e 6% acima da safra passada. Em amarelo e marrom são áreas prontas para o plantio da safra de verão. Acomp. Em síntese. Os três monitoramentos seguintes mostraram boa recuperação e. no momento. out. especialmente do trigo. de acordo com a tabela do gráfico de evolução. há predomínio das áreas em verde sobre as demais cores indicando padrão acima da média histórica dos cultivos de inverno. Porém. recentemente plantados na região.2. n. v. em relação à média histórica No mapa acima. mas também está associada ao início do desenvolvimento do feijão e do milho. No gráfico de evolução temporal. com atividade fotossintética bem abaixo da safra passada. essa aparente anomalia positiva se deve principalmente ao aumento da área plantada com trigo em relação ao início do período da média histórica. 8. o cálculo ponderado integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras. 2 .período. safra bras.2. indicando o atraso no plantio.Safra 2014/15. Essa superioridade ilustra as boas condições de desenvolvimento do trigo até o final de setembro. principalmente do trigo. nos meses de junho e julho. Oeste Catarinense Figura 9 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos.Primeiro Levantamento. o cálculo ponderado do IV indica um valor bem superior ao da safra passada. 1 .

3.2% a mais que a média histórica de áreas com baixo padrão de desenvolvimento. Chuvas em excesso atrasaram o plantio e chegaram a prejudicar as lavouras que já tinham sido semeadas. 8. Sudoeste Paranaense Figura 10 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos. grãos. 2014 28 . integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras.Safra 2014/15. em relação à média histórica Acomp. A safra atual tem 53. Tem 30. Em agosto houve forte ascensão.6% a mais que a média histórica de lavouras com altos valores de IV.Primeiro Levantamento. safra bras. indica: 4% acima da média histórica e 5% acima da safra passada. 28. no mesmo período. 1 . São as áreas em verde mais intenso no mapa.3% da safra do ano passado. São as áreas em marrom no mapa anterior. o cálculo ponderado.2. out.Gráfico 10 . Já a queda dos dois últimos trechos indica as dessecagens de áreas de cobertura verde para o início do plantio da safra de verão. 2 .6% de suas lavouras com altos valores de IV contra 38. mostrando que houve recuperação. No gráfico de evolução. v.Quantificação de áreas agrícolas pelo valor do IV Gráfico 11 – Evolução temporal do desenvolvimento das lavouras As tabelas dos gráficos acima mostram que a atual safra tem 2. Em síntese. a linha vermelha mostra que em junho e julho os cultivos atuais apresentaram comportamento com padrão abaixo da safra passada. n.8% a menos de cultivos com médio padrão e tem. também.

2 . out. o cálculo ponderado integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras. desta forma.4% de suas lavouras respondendo com altos valores de IV contra 45. grãos.3% da safra passada neste mesmo período. no começo de julho teve excelente recuperação. 2014 29 .Safra 2014/15. A safra atual tem 50. v. n.O mapa acima mostra áreas em dois padrões. São as áreas em marrom no mapa anterior. Em verde são cultivos de inverno. 1 . Acomp. São as áreas em verde mais intenso no mapa.7% a menos de cultivos com padrão médio de desenvolvimento e tem 25.4% a mais que a média histórica de lavouras com altos valores de IV. Gráfico 12 . que é indicativo de atraso de plantio possivelmente por excesso de chuvas no período regular de semeadura. também. safra bras.Primeiro Levantamento. Em amarelo e marrom são áreas de milho safrinha já colhido e/ou preparadas para o plantio da safra de verão. em fases reprodutivas. a linha vermelha mostra que as lavouras atuais não responderam bem até o final de junho.Quantificação de áreas agrícolas pelo valor do IV Gráfico 13 – Evolução temporal do desenvolvimento das lavouras As tabelas dos gráficos acima mostram que a safra atual tem 5. da diferença entre os calendários/ciclos dos cultivares de anos recentes e os da média histórica e. chegando a superar os padrões das safras anteriores nos monitoramentos seguintes. Essas duas aparentes anomalias (positiva e negativa) decorrem. indica: 5% acima da média histórica e 1% acima da safra passada.4% a mais que a média histórica de áreas com baixos valores de IV. não implicam obrigatoriamente em quebra ou aumento de produtividade. No gráfico de evolução. Em síntese. Tem 30. Porém. com bom padrão de desenvolvimento.

6% a menos que a média histórica de áreas com baixos valores de IV. out.8. 2 .9% a mais que a média histórica de cultivos com altos valores de IV. Perspectiva de normalidade para as lavouras atuais. v.Quantificação de áreas agrícolas pelo valor do IV Gráfico 15 – Evolução temporal do desenvolvimento das lavouras As tabelas dos gráficos acima mostram que a safra atual tem 4. grãos. Em síntese.8% da safra passada no mesmo período.3% a menos de lavouras com médios valores de IV e 37. No gráfico de evolução. Sudeste Paranaense Figura 11 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos. São as áreas em verde mais intenso no mapa.4.2. o cálculo ponderado. a linha vermelha mostra que a safra atual respondeu bem abaixo da safra passada no final de junho. 1 . em relação à média histórica No mapa acima.Primeiro Levantamento.9% das lavouras na faixa de altos valores de IV contra 37. o predomínio das áreas em verde caracteriza bom desenvolvimento dos cultivos de inverno. integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras. Tem 33. 2014 30 .Safra 2014/15. Gráfico 14 . A safra atual tem 62. indica: 14% acima da média histórica e 13% acima da safra passada. São as áreas em marrom no mapa anterior. Isso provavelmente devido ao excesso de Acomp. safra bras. n.

Tem 30. n. 2014 31 . cobrindo o período das fases reprodutivas. Expectativa de bom potencial produtivo.1% das lavouras na faixa de altos Acomp.Quantificação de áreas agrícolas pelo valor do IV Gráfico 17 – Evolução temporal do desenvolvimento das lavouras As tabelas dos gráficos acima mostram que a safra atual tem 3% a mais que a média histórica de áreas com baixos valores de IV. out. A safra atual tem 54.chuvas em partes da região que atrasou o plantio dos cultivos de inverno. Gráfico 16 . safra bras. grãos.2. 1 . em relação à média histórica No mapa acima as áreas em verde são cultivos de inverno com bom padrão de desenvolvimento. São as áreas em marrom no mapa anterior. 2 . Em amarelo e marrom são principalmente áreas de milho safrinha já colhido e terras prontas para o plantio de verão.1% a mais que a média histórica de cultivos com altos padrões de desenvolvimento.Safra 2014/15.5. Centro Sul Paranaense Figura 12 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos.Primeiro Levantamento. 8. São as áreas em verde mais intenso no mapa.4% a menos de lavouras com médios valores de IV e 29. v. O traçado da linha com altos valores de IV e boa amplitude temporal. indica bom potencial de rendimento das lavouras de inverno. A partir do início de julho houve recuperação e seguiu bem até o momento.

No começo de agosto houve recuperação. out. integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras. a linha vermelha mostra que a safra atual foi penalizada. Em verde são cultivos de inverno com bom padrão de desenvolvimento. 2014 32 . Perspectiva de bom potencial produtivo das lavouras de inverno.2% da safra passada e 9% da safra 2012 no mesmo período. indica: 9% acima da média histórica e 10% acima da safra passada. n. em junho e julho. devido ao comportamento atípico da safra 2013 nessa região.2. v. safra bras. Nota: excepcionalmente para esta mesorregião foi incluída a safra 2012 como base para a análise. provavelmente pelo excesso de chuvas em partes da região. 8.6. No gráfico de evolução. o cálculo ponderado.Safra 2014/15. Perspectiva de bom potencial de rendimento. Acomp. 2 . Em amarelo e marrom são principalmente áreas de milho safrinha cujas colheitas já foram concluídas e também áreas de coberturas verde dessecadas para início do plantio da safra de verão.valores de IV contra 38. grãos. em relação à média histórica O mapa acima mostra áreas em dois padrões. No momento responde bem acima das duas últimas safras e também em relação à média histórica. 1 . que foi fortemente afetada por geadas.Primeiro Levantamento. Em síntese. Centro Oriental Paranaense Figura 13 – Mapa de anomalia do IV das lavouras de grãos.

5% a menos de cultivos com padrão médio de desenvolvimento e tem 31. O traçado da linha vermelha indica bom potencial de rendimento da atual safra de inverno.7% a mais que a média histórica de lavouras com altos valores de IV.edu/usda/test.Gráfico 18 . teve boa recuperação no início de julho e primeira quinzena de agosto. 2 .geog. v.7% de suas lavouras respondendo com altos valores de IV contra 44. grãos. A safra atual tem 56. Acomp. No gráfico de evolução. out. n. Tem 36. indica: 13% acima da média histórica e 10% acima da safra passada. São as áreas em verde mais intenso no mapa.8% da safra passada neste mesmo período.Primeiro Levantamento.Safra 2014/15.Quantificação de áreas agrícolas pelo valor do IV Gráfico 19 – Evolução temporal do desenvolvimento das lavouras As tabelas dos gráficos acima mostram que a safra atual tem 4. 1 . – Fonte: USDA / NASA / UMD – Projeto GLAM – http://pekko. São as áreas em marrom no mapa anterior. 2014 33 . Em síntese. No momento.8% a mais que a média histórica de áreas com baixos valores de IV. a linha está em queda indicando início da maturação e também a presença de áreas dessecadas para a próxima safra de verão. a linha vermelha mostra que a safra atual seguiu com padrão bem inferior ao da safra do ano passado até o final de junho. o cálculo ponderado integrando todas as faixas de valores de IV e seus respectivos percentuais de lavouras.umd. safra bras. Entretanto.

porém. Essa determinação melhorou sensivelmente nos últimos anos com a intensificação da fiscalização e o resultado dessas autuações tem sido bastante destacado nos vários relatórios divulgados por organizações ambientais citando a contribuição brasileira para retardar o aquecimento global. Diversificação da oferta agrícola no Centro-Oeste A agricultura brasileira terá um papel cada vez mais forte na economia mundial e no desafio da segurança alimentar. Índia – aliado à elevação da renda observada. n. energia e fibras. que garanta aumentos de produtividade. Foi dentro dessas circunstâncias que cristalizou-se no país. possibilitando a colheita de até três safras. a importância da safra de verão de Acomp. Dessa forma. cenas marcantes da pecuária.Safra 2014/15. em especial os de soja. 1 . o país está destinado a assumir essa responsabilidade. veem suas margens serem pressionadas pelos custos. apesar dos preços valorizados. Mais recentemente. principalmente. florestas e escassez de água. sem os riscos de que esse incremento venha acompanhado por um descontrole ambiental. possibilitando uma intensificação maior das atividades no setor. milho e algodão. num cenário de mudanças climáticas e também de degradação de terras. que virá grande parte desse incremento. há quase uma década apresentam-se estimulantes. levanta a questão de que as restrições de terras e a racionalização dos recursos naturais – especialmente a água. A busca incessante pelo aumento da receita bruta por unidade produtiva. e a sua realização implicará na continuidade dos fortes investimentos em tecnologia que irão impulsionar a produtividade nacional. 41% do total de grãos produzidos no país. ocorrido nas últimas décadas.9. da produção intensiva nas propriedades. No entanto. e é da Região Centro-Oeste. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Todo esse cenário veio acompanhado de uma estratégia adotada no país. é o da possibilidade de ocorrerem complicações climáticas. Detentor em grande quantidade desses fatores essenciais à produção. representando nesta temporada. porque os preços dos grãos. em detrimento da pecuária extensiva. especialmente nos estabelecimentos situados na Região CentroOeste. os produtores intensificaram essa aposta. principal característica da maioria dessas localidades. a dar espaço às lavouras. Na Região Centro-Oeste. o Brasil deverá responder por 40% do crescimento na oferta de alimentos do mundo. 2 . mas pode interferir na produção de milho naquelas localidades onde o produtor semeia o cereal logo após a colheita da oleaginosa. particularmente na Amazônia brasileira. são alguns dos fatores que podem limitar essa necessidade produtiva. China. out. hoje operando com soja. o vertiginoso crescimento da área plantada decorre. causadores do aquecimento global. O órgão. 2014 34 .Primeiro Levantamento. e é por aí que se acredita que ocorrerá a expansão do agronegócio brasileiro. Esse atraso pode não afetar a produção de soja. vai impulsionar fortemente a demanda por alimentos. A partir da temporada 2010/11. As áreas de pastagens. especialmente nos países emergentes – Brasil. Não é por outra razão que nessas regiões deparamos com grandes extensões de terra. os produtores terão que fazer mais. atrasando o plantio dessa oleaginosa. aproveitando os bons preços que os grãos passaram a experimentar. provocou uma mudança de cenário da gestão produtiva nas regiões onde a janela do clima permite. v. o crescimento populacional. Uma das discussões mais importantes para solucionar esse desafio se refere às relações entre água. tais como um forte veranico. grãos. uma prática que vem se ampliando a cada safra. começaram a partir da safra 2000/01. Ainda segundo a FAO. um fato que não pode ser desconsiderado e que tem sido motivo de preocupação no governo. passando a atuar simultaneamente na oferta de grãos e na de carnes. safra bras. de forçar a redução do desmatamento e das emissões de gases. ainda vistas com cercas e currais. num momento em que. produção de alimentos e desenvolvimento tecnológico. É lá onde se concentra a maior parte das áreas de pastagens degradadas.

Gráfico 20 – Área plantada com grãos no Centro-Oeste (em mil hectares) – 2000/14 Fonte: Conab.Safra 2014/15. cujas ofertas instáveis provocam. milho. particularmente. respondem nesta temporada por 89% de toda a oferta nacional de grãos. arroz. A título de informação.milho. n.9 bilhões. Acomp. É o caso. deu lugar a segunda safra de milho. 2014 35 . para regularizar o abastecimento interno. a balança comercial do agronegócio brasileiro em 2013 foi positiva em US$ 82. Juntos. grãos. 1 . feijão e trigo. exportando soja. Esse quadro faz com que o país necessite encarar com a relevância que o caso requer. por exemplo dos produtos: arroz. a necessidade de uma forte intervenção das importações. que ocorria no passado. out. 2 . carnes. Gráfico 21 – Produção de milho primeira e segunda safras (em mil toneladas) – 2000/14 Fonte: Conab. que hoje se apresenta como a maior oferta do cereal durante o ano agrícola. no caso do trigo. uma política de estímulos para os demais produtos essenciais à dieta do brasileiro. Adicionalmente. v. safra bras.Primeiro Levantamento. a produção de grãos que tem crescido continuamente nos últimos anos está concentrada basicamente em dois produtos: soja e milho.

A rentabilidade obtida com essa alternativa. Gráfico 22 – A produção.6 milhões de toneladas de trigo. como é o caso da grande maioria das regiões produtoras do Mato Grosso. além de proporcionar uma oferta que venha suprir a nossa demanda interna 3 3 O Distrito Federal e o seu entorno. Os números para equacionar o abastecimento interno são alarmantes: de 2000 a 2013. a despeito de utilizar-se de um dos melhores pacotes tecnológicos na produção de grãos do país. gerando um dispêndio de 17.entre outros produtos agropecuários. 1 . o governo já vem procurando estimular o plantio do cereal na Região Centro-Oeste. grãos. como uma importante plataforma produtora de hortaliças. out. por exemplo.Safra 2014/15. safra bras.Primeiro Levantamento. a altitude média de mil metros possibilita ao agricultor local. A nossa importação de trigo tem historicamente girado em torno de 50/60% das nossas necessidades de consumo. que atingiram uma média de aproximadamente 11 milhões de toneladas nos últimos cinco anos. 2 . n. sua destinação para os grãos. especialmente naquelas. 2014 36 . onde essa característica não existe. e esse fato tem contribuído para que essa região tenha se notabilizado. Naqueles municípios.9 bilhões de dólares. essa restrição reforça para o plantio da terceira safra. operar também com outros produtos alcançando excelentes resultados. numa perspectiva de que o plantio nas áreas centrais do país poderia incrementar a receita bruta das unidades de produção. além do plantio da terceira safra com grãos sob pivô. v. Acomp. Com o objetivo de aumentar a produção interna. importação e o consumo de trigo no Brasil-2000/14 Fonte: Conab. em muito supera a alcançada pelos grãos. ao longo da BR 163 e BR 158. importamos 87.

Primeiro Levantamento. promovendo assim a nossa auto-suficiência.5 mil hectares.Safra 2014/15. etc. o objetivo passa a ser o de criar mais uma alternativa para a terceira safra na unidade produtiva. plantadas numa área em torno de 23. 2 . desviando sua atenção para a produção do trigo 4. incentivando uma reconversão das áreas já ocupadas com outros grãos.0 mil toneladas.0 milhão de toneladas necessárias para atender tal demanda. Apesar dessas referências apresentarem-se ainda distantes dos parâmetros americanos e canadenses. girassol. o consumo estimado de farinha de trigo corresponde a 670. sorgo. Num quadro de normalidade.2 milhões de habitantes. Acomp. têm encontrado respaldo nas pesquisas. já criam boas expectativas. tais como: força de glúten. com produtividades que podem atingir 8. Na Região Centro-Oeste a produção do cereal está estimada em 86.). out. uma área de plantio precisa ser ampliada várias vezes para se aumentar à produtividade. 2014 37 .0 mil toneladas. uma vez que poderemos produzir a quantidade necessária de trigo para suprir com folga.que garantem um bom rendimento de farinha. que representa uma equivalência em grãos de 1. apresentando índices encorajadores para a qualificação do cereal. Com uma população de 15. v. safra bras. o que não é necessário quando a lavoura é irrigada. aumentando o leque de oportunidades para aquele produtor que hoje opera com pivô (feijão da terceira safra. n.000 kg/ha. a nossa demanda interna. pois ela diminui a necessidade de expansão da área plantada. grãos. 1 . ph acima de 80 . Essas políticas anunciadas para alavancar a produção. com forte 4 A agricultura irrigada contribui para o meio ambiente. falling number.Figura 14 – Cultura do trigo Fonte: Embrapa Cerrados Sem implicar necessariamente na abertura de novas áreas e concentrando essa operação naquelas localidades onde a tecnologia permite. que vêm apontando indicativos de variedades adaptadas para o Centro-Oeste. milheto.

cultivada em 15 estados. 2014 38 .9 mil toneladas. No Mato Grosso. resistência ao ataque de pragas e tolerância às principais doenças. 10. a produção estará situada próxima aos centros consumidores e por conta do clima seco. Na safra 2003/04 a produção de pluma ultrapassou. rendimento de pluma mais alto. por exemplo. Análise das culturas 10. 1 .45/ 60kg. Produtores têm apostado no cultivo de variedade de soja superAcomp. acontece. A baixa produção brasileira antes da safra 2002/03 ocorria em virtude da ausência de variedades adaptadas às diversas condições climáticas existentes no país. consequentemente. refém da demanda externa. v. A cotonicultura é um segmento agrícola que requer alto investimento e. Por outro lado. um fator determinante para se firmar como um produtor de algodão. Com o salto de tecnologia das variedades disponíveis no mercado com o ciclo mais definido. seis municípios detêm aproximadamente 55% da área plantada do estado. alta produtividade. as cotações agrícolas são fatores determinantes para a tomada de decisão da área a ser plantada. pela primeira vez. os fatores que ajudarão a impulsionar essa tomada de decisão. mesmo quando se é necessário reduzir em parte a área plantada.impacto para os consumidores. as importações ultrapassaram a casa das 100 mil toneladas apenas na safra 2010/11. sendo que a média de importação das últimas dez safras foi de 49. o que requer um cuidadoso planejamento na área a ser plantada. Como o consumo interno não tem muita variação ao longo dos anos (média de 922. será obtido um produto com excelente qualidade industrial e sanitária. Outro ponto importante a ser abordado neste estado é a migração para o cultivo de algodão segunda safra. o país chegou a importar 300 mil toneladas de fibra. a safra de algodão em pluma foi de 1. de certa forma. são os produtores mais tecnificados responsáveis pela maior parte da produção brasileira. para o produto classificado como – pão tipo 1 . out. A maior volatilidade entre produzir algodão ou apostar em outras culturas como milho e soja.Primeiro Levantamento. por exemplo.80. desde o plantio até a separação da fibra e do caroço. Isso faz com que o produtor agregue valor ao produto e. n. cerca de 85% da área plantada de algodão está concentrada em Mato Grosso e Bahia. permanece na cadeia produtiva. Para o exercício de 2014. estarão associados ao fato de que a colheita ocorrerá na entressafra. em função da redução prevista nos fretes.46 milhão de toneladas na média das últimas 11 safras. Particularmente a cultura se desenvolve em regiões onde a agricultura já está consolidada e solos com alta fertilidade. Culturas de verão 10. e com o aumento da demanda mundial. Na safra 1999/00.1. ao evitar os grandes deslocamentos. Adicionalmente. via preços mínimos de garantia governamental. é ter controle de várias etapas da produção. safra bras. num claro indicativo de estímulo ao plantio na região central do país. isso acaba concentrando as regiões produtoras. Neste contexto. com produtores que não possuem esta estrutura de processamento. Os estímulos que precisam ser ampliados já vêm sendo introduzidos. Algodão O Brasil já foi um grande importador de algodão em fibra. na sua maior parte. 2 .Safra 2014/15.1. o produtor é. 1 milhão de tonelada e tem se mantido acima deste valor até a última safra. Apesar da capilaridade da cultura. grãos.8 mil toneladas nas últimas 15 safras).1. Desde então. em razão do alto inves timento.enquanto para a Região Centro-Oeste esse preço atingiu R$ 36. o preço mínimo do trigo estabelecido pelo governo federal para a Região Sul foi fixado em R$ 33.

Primeiro Levantamento. o que permite uma fibra de melhor qualidade.8 e 53.Safra 2014/15. podendo ficar entre 49. os produtores se valem de um período ideal para o plantio do algodão. Figura 15 – Mapa da produção agrícola – Algodão Fonte: Conab/IBGE.090 kg/ha. alcançando entre 33. O Mato Grosso desenvolveu uma cotonicultura sólida nós últimos anos e se tornou líder no processo produtivo brasileiro. Acomp. A produtividade média estimada é de 4. sendo responsável por 57% da produção brasileira de algodão em caroço. A Bahia. Porém.4 mil hectares e a produtividade estimada para esta safra é de 4. a estimativa é que área sofra redução de até 7%. mas a expectativa é de retração na área plantada. Além de alcançar produtividade bem próxima do algodão primeira safra (cerca de 5% menor). 2014 39 .091 kg/ha. ainda evita que o período de abertura do capulho não coincida com o período chuvoso. e ter produto disponível no mercado quando as cotações não foram influenciadas pela grande produção do estado. 2 . Em Goiás. O plantio ocorre em dezembro e janeiro. Devido à alta tecnologia empregada na cultura. Em Mato Grosso do Sul a área plantada poderá ter redução de até 10%. out. principal doença da soja.054 kg/ha (baseada em modelo estatístico) e poderá sofrer alteração em função das condições climáticas no desenvolvimento da cultura. A área do estado está estimada entre 540. segundo maior produtor nacional. o peso que este estado possui na composição total da produção brasileira faz com que qualquer variação reflita na oferta de algodão do país.8 a 37.2 e 617. a produtividade estimada é de 4. v.precoces. Além da vantagem de evitar a alta pressão da ferrugem-asiática. n.6 mil hectares. uma redução que pode chegar a 17% sobre a área cultivada na safra passada 2013/14. safra bras.5 mil hectares. deve ocupar na safra atual entre 265.1 e 319. grãos. 1 .4 mil hectares. com ciclo inferior a 100 dias com plantio subsequente do algodão.

9) 19.8) (4.9 (14.3) (2.1 (9.Plantio e colheita.0) (1.5 1.9 337.385.8 (15.3 4.6 303.4 0.6) (3.5) 3.5 82.275 4.1 (13.7 5.1 12.7 2.9 - 2.404.1 - - - ### BA 319.0 CE 1.060 3.546.0) (4.850.990.888.0 8.2 1. grãos.1 0.423 3.1 7.6 190.6 6.3) 2.983 (0.3 - - 540 512 (5.020 3.4 1.Safra 2014/15.5 68.6) (0.0 (13.054 2.3) 0.0 2.8) 357.6 708.0 (50.2 77.1 1.3) - 734.5 1.201.0 20.1 (20.5 1.1 (10.190.9) 19.0 2.0 22.121.8) 3.0 4.8) 0.4) (1.6 1.6 53.090 4.084. 2 .5 737.927 4.9 (48.0 4.1 - - 480 490 2.5 GO 53.810 4.6 2.2 - - AL 0.0 (4. P/C . out.4) (4. Acomp.366.960 4.7) MS 37.7) 3.375 2.8) SUDESTE SUL PR NORTE/NORDESTE CENTRO-SUL BRASIL - 0.9) Fonte: Conab.3) 2.5 (15.236. % Safra 13/14 Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) (1.488 3.1 19.5 22.1 0.1 1.0) 3.4) (1.3 17.1 (11.5 4.4) - 4.219.443 3.8) (0.5) 4.363.8 1.074.4 4.0) - 4.1 2.8) CENTRO-OESTE (c/a) Safra 14/15 NORTE NORDESTE (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR. % (d) (e) (e/d) (f) VAR.Plantio.5 (15. safra bras.4) TO 4.1 2. Fonte: Conab.1 293.1 28.0) - (5.1 1.077 2.0) (14.1 0.3) (1.8) 3.4) SP 8.9 - 2. produtividade e produção – Algodão em caroço ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) Safra 14/15 PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.974 4.8 (10.5 (15.4 2.3 27.6 19.2 0.568 3.6 72.055 2.0 28.930 4.8 4.4 0.0 27.9 19.0) 6.9 52.6 99.0 1.502.3) (14.0) 3.8 299.3 149.6 46.6) 49.6 3.8) (0.3 72.0 14.874 4.091 5.8 (17.4 1.179 (8.4 - - 3.8) (0.0 4.3 0.0 2.071 5.Quadro 1 – Calendário de plantio e colheita – Algodão UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez Norte TO Nordeste MA PI CE RN PB PE AL BA Centro-Oeste C C C C P P P P P P P P P P P P P P C P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P MT MS GO Sudeste MG SP Sul PR 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar P P P P 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun P P P P P P C P C 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set C C C C C C C C P P C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C Legenda: P . v.5) (3.1 19.0) (8.4 2.Colheita.9 (6.3 13.6 948.3 17.0) MT 643.7 1. 2014 40 .9) MA 18.Primeiro Levantamento.9 0. C .179 (8.0) - 3.6 2.2 RN 0.917.1 - - 660 622 (5.2 (12.069 5.8 4.2 (5.983 (0.2 (9.4) (2.977 (3.5) 3.9 48.469 3.0 82.8 1.1 0.1 (17.3 4.870 4.4 265.9 0.0 (10.7) 3.354.872 4.236.9 (12.6 (13.2 2.1 0.8 - - 780 651 (16.6 332. % Lim Inf (b) Lim Sup (c) 4.5 160. Tabela 8 – Comparativo de área.020 3.0) 3.1) (5.1 1.1 (11.1 210.0 1.1 2.0) - 4.8 37.2 620.2) 0.8 (10.9 23.7 PB 0.530.3 2.5 96.0) (4.373.8 PI 12.9 0.5) 1.9) 764.8) (4.0 644.3 0.1 - - PE 0.0) - 3. 1 .2) 3.593 3.0) 352.5 33.0 (4.6 219.952 4.1) 3.140 4.125 3.1 24.375 2.0 10.1 540.019.7 3.2 0.3 (15. n.1 0.3 100.7 6.6 MG 20.2 617. Nota: Estimativa em outubro/2014.9 0.232 2.375 3.2 1.5 165.0) 1.4 (16.5 (10.3 0.9 (2.614.042 6.

362 2.0) 0.4 1.0) (20.4 1.0) 1.2 1.3 59.1 65.3 1. Nota: Estimativa em outubro/2014.8 0.3 - - 189 179 (5.448 1.3 (15.6 708.116 2.0 10.5 22.5 835.032.9 1.121.765.7 5.8) (0.0 542.515 1.635 1.9 0.1 24.7 MG 20.3 4.533 (0.1 - - 231 218 (5.6 37.8) - 352.8) TO 4.1 12.6 1.6 - - PB 0.351 (8.8 1.0 470.9 2.8) (0.5) 1.6) (0.1 0. Nota: Estimativa em outubro/2014.0) (5.5 0.1 0.3 13.9 (47.1 (20.1 12.3 0.0 22.0) (1.5 (10.5 (10.0 529.2 617.0) - 1.0 1.5) (12.5 731.0) 1.450 (0.5 752.395 3.0 2.152.2 - - - ### BA 319.0 1.7 SUDESTE SUL PR - 0.1 (9.1 0.8 (12.9 (2.472 2.8 4.7 NORTE/NORDESTE 357.611 4.3) 0.1 0.2) 2.8 660.7) (0.6 19.472 2.0) - 2.593 5.4 0.9 - - 1.7 5.8 (17. % (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.5 GO 53.5) 2.9) 11.0 1.6 537.4 265.9) MA 18.9 19.569 1.473 1.6 948.9 PI 12.2 (6.353 1.0 8.491 5.6 0.1 - - 429 404 (5.8) NORDESTE CENTRO-OESTE (1.5 11.1 293.8 299.3 2.2 46.0) - 2.0 824.672 2.3 - 0.396 2. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.0 644.4 6.4) (2.9 58.1 540.8) 0.5 50.4) SP 8.0) (5.0 1.548 1.496 2.5 28.3 (15.5 11.2 (17.6) (0.5 GO 53.6) 3.110 3.809.9 - 889 778 (12.1 - - 312 319 2.0) (0.7 (11.3 16.0) - 2.4 39.7) 0.0 (2.582.0 28. produtividade e produção – Caroço de algodão ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.0) 2.9 0.8) 3.453 2.1 0.3 0.8 (15.9) BRASIL - - (12.5) 4.3) (1.0) (1.173 3.0 (50.2 1.8 4.192 3.5) (12.8) TO 4.1 28.1 0.477 5.381 2.9 0.096 2.4 - - - ### BA 319.3 1.1 0.4 (16.1 0.0 4.7 PI 12.8 (10.6 19.9) MA 18.8) (0.8 1. n.4 (6.0) (4.8 (10.3) (2.3) 0.351 (8.0) MT 643.8 (17.7) 352.450 (0.6 742. Tabela 10 – Comparativo de área.3 - - 351 333 (5.0 8.8) 2.3 1.4 1.8 4.042 2.1 - - PE 0.0 32.6) (3.8 (11.2 41.747 3.8 (15.6 1. safra bras.0 20.9) 764. 2014 41 .1 28.9 0.6 49.140.6 7.540.7 0.7 (11.3 4.8 299.6) - - - ### - PE 0.3 0.0) 6.1) (5.6 (13.536 6.2 620.8) (0.4 2.1 11.8) 1.5) (12.0) - 1.6 46.1 0.0) 1.1) (11.5 97.8 1.6 303.1 - - AL 0.406 (3.Safra 2014/15.8 37.3 30.5) Fonte: Conab.7 60.3 - 357. v.8 0.9) 7.6) 0.0) 2.9 0.4) (1.9) SUDESTE SUL PR NORTE/NORDESTE CENTRO-SUL BRASIL - Fonte: Conab.8 - - 273 228 (16. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 4.530.2 29.5) SP 8.4 63.4 1.0 (48.7) 1.0 843.1 PB 0.334.467 2.9 (12.5) (3.454 2.8 (10.7 19.1) RN 0.5 MG 20.4 - - 1.6) 30.404 2.0 11.7 (14.074.1 0.6 0.1 (20.7) MS 37.5 16.4 (10.8 (9.2 617.676 3.4 (12.4 (10.1) (5.9 23.4 (9.8 - - 507 423 (16.3) 1.9 0.9 903 828 (8.382 2.548 1.3 1. 2 .392 2.533 (1.1 127.0) - 734.1 0. Acomp.1 CE 1.601 2.6) (3.505 2.0) - 1.4) (1.3 424.8 (10.7 5.6 708.0) (8.4) (2.6 32.1 0.4 (16.600 5.6 332.0 644.5 33.357 2. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.6 (13.1) 0.6 (13.9 865.4) - 1.0) (4.515.3) (1.8 4.560 1.0) (4.349 1.0) 7.1 534.0 75.6 1.6 477.592 5.2 7.5 (15.0 (5.4 RN 0.6 303.6) 2.1 (10.516 1.180.9 - - 1.0 1.6 7.1 293.5) 0.8 37.461 3.0) - 2.7 752.9 337.4 0.9) 11.6 1.0) 1.0 1.1 39.0) (4.4 1.0 (50.717.645.8 (10.4 1.005.325.1 83.1 540.747.0 483.121.4 32.7 44.4) - 2.4 265.0 988.7 2.5 (6.571 (3.9) CENTRO-SUL 764.0 2.5) (3.473 1.7 0.4 (13.6 28.6) 19.3 (10.0) 2.9 0.401 3.5 (15.6 1. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 4.513 1.6 (13.6 44.3) 1.5 737.5 (15.5) 1.8 0.2 60.9 23.5) 2.5 132.357 2.5 (15.2) 1.0) 6.1 0.548 1.4 - - 2.4) (4. 1 .6 115.8 0.0) 1.9 7.0 1.7) - 734.3 26.9 10.7 0.5 (15.670.9 0.2 620.359 2.1 86.3 4.1 0.Tabela 9 – Comparativo de área.1 0.9 1.4 0.5) 0.734.3 4.827.4 0.8) NORDESTE CENTRO-OESTE - (20.0) (8.586 2.5 (15.560 2.5 22. out.8 1.9 (17.0 CE 1.9) 3.6 53.074.506 6.546 1.4) (4.1 - - AL 0.2 999.9 10.5 33.9 337.5 737.3) (2.0 22.4 100.477 5.9 (10.378 3.2 (14.598 3.7) 2.610 2.0 4.1 - - 168 172 2. % (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.8) 1.333 1.5 11.192.629 1.6 332.6 948.3 2.9 19.3 0.0) - 1.6 53.0 10.8) 2.3 8.1 0.Primeiro Levantamento.8 1.1 831.0 28.5 (13.4 1.479 4.689 1.3 13.8) (1.4 0.8 483.0) MT 643.4 6.564 1.9 0.5) 4.2 24.7) MS 37. produtividade e produção – Algodão em pluma ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR. grãos.3 20.0 20.601 2.4 10.0 90.0 (12.514.1 (9.6 46.

616.1. número 3. Acomp. quantidade suficiente para abastecer a indústria nacional e honrar compromissos de exportação por um período ligeiramente superior a quatro meses.Primeiro Levantamento. enquanto que a demanda total (consumo interno + exportação) é estimada em 1. aponta para um intervalo de produção entre 1. Dessa forma.560 mil toneladas. a previsão de estoque de passagem para o encerramento de 2015 é de 615.Plantio e colheita. Amendoim primeira safra Quadro 2 – Calendário de plantio e colheita – Amendoim primeira safra UF/Região 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set Sudeste MG SP Sul P P P P PR RS P P P P P P C P C C C C C C C C C C C C C P P Legenda: P . É importante observar que o menor investimento realizado pela indústria têxtil brasileira em 2014 deverá refletir negativamente na procura pela pluma. P/C . safra bras.515. Cabe destacar que a justificativa para o declínio na produção é fundamentada pelo menor preço do algodão no mercado mundial e doméstico.8 mil toneladas. v. já realizados em 2014.717.6 mil e 1. Amendoim 10. as estimativas em relação ao comércio internacional sofreram maiores alterações. grãos.7 mil toneladas como expectativa de produção que compõe o quadro de suprimento de 2015. ou seja. Fonte: Conab. C . Considerando a atual conjuntura.10.2.03% superior ao previsto para 2014. esperando que 880 mil toneladas sejam utilizadas ao longo de 2015.1.8 mil toneladas de pluma.8% em comparação à safra precedente.Colheita.Plantio. a configuração do quadro de suprimento estimado para 2014 passa a ser a seguinte: oferta total do produto (estoque inicial + produção + importação) situa-se em 2. 2 . 2014 42 .1.175. assim.15% sua previsão de consumo doméstico para a safra. Com a redução da produção.1. as entradas do algodão estrangeiro. A Conab eleva em 1.8 mil toneladas de algodão em pluma. n. 10.Safra 2014/15. 43. Espera-se que as exportações alcancem um volume de 680 mil toneladas. foi adotado o valor médio de 1. Oferta e demanda O primeiro levantamento de intenção de plantio da safra 2014/15. realizado pela Conab. Desta feita.1. reduzindo.2. Por outro lado. out. a previsão de importação de pluma em 2015 é de 18 mil toneladas. ou seja.1.75% menor que o esperado para 2014. com uma redução de 6. 1 . e que se fundamenta no ligeiro aumento dos contratos de exportação para entrega futura.

Fonte: Conab. Acomp. n. v. 2 .Figura 16 – Mapa da produção agrícola – Amendoim primeira safra Fonte: Conab/IBGE. 2014 43 . out. grãos. safra bras. 1 . Figura 17 – Condição hídrica geral nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014.Primeiro Levantamento.Safra 2014/15.

8 3.6 16.4 5.4) 291.5 2.2 22. Tabela 12 – Comparativo de área.2.Triângulo MG (PP) .7 3.3 88.146 3. n.652 (0.652 (0.666 3. F e/ou FR) por excesso de chuva favoráveis (C) Cultura Amendoim safra 1ª .5 2.3 18.809 3.2. grãos.2 81.0) 18.7 3.8 11.451 1.9 13. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.9 BRASIL 94.666 3. 2014 44 .0 SUDESTE SUL (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR. safra bras.oeste do PR (PP) .3 6.9 10.6 SP 86.9 (14.4 346.2) 3.1 280.2 28.6 44.centro-oeste de SP (PP) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.Safra 2014/15.3 5. (C)=colheita.1) CENTRO-SUL 94.2 2. % Lim Inf (b) Lim Sup (c) 88. (M)=maturação.Primeiro Levantamento.8 3.680 3.4 (9.162 3.5) (0. Acomp. produtividade e produção – Amendoim primeira safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) Safra 14/15 PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR. Fonte: Conab.0 94.765 19.1. Amendoim segunda safra Figura 18 – Mapa da produção agrícola – Amendoim segunda safra Fonte: Conab/IBGE.6 271.5 5.741 1.0 5. 10.0 94. Nota: Estimativa em outubro/2014. Possíveis problemas Chuvas reduzidas DV.6 2. 2 .9 7.7 6.2 2.5 9.0 323.096 4.0) 0.764 19. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) (0.1) (2.0) 0.6 295.998 2.5 9.8 283. (FR)=frutificação. (DV)=desenvolvimento vegetativo.9 (1.9 (14. (G)=germinação.0 19.7 1.0) - 3.2 PR 2.1 (15.2 81.8) 1.8 86. v.2 10.0 (4. out.8 1.2) MG 2.2 47.noroeste do RS (PP) .2 72.norte de SP (PP) (F)=floração.2 274.5 5. Possíveis problemas por falta de chuva .9 (1.9 3.2 RS 3.8 30.408 2.Tabela 11 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Chuvas favoráveis (G.8 5.8 1.2) 3.4 346.6 1.8 75.6 295.7 1.3 18.5 333.4) 291.4 5. 1 .6 (15.1 (9.8) Fonte: Conab.6 9.716 1.

3 - - 945 895 (5.0 7.3 0. grãos.4 6.0) 1.6 16.500 2.7) (19.7 - - 1.0 MT 0.9 - - 1.4 - - 2. 2014 45 . 1 .3) 24.0 3.Quadro 3 – Calendário de plantio e colheita – Amendoim segunda safra UF/Região 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez Norte TO Nordeste 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar P CE PB SE BA Centro-Oeste MT Sudeste SP P C P P P 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun P C C P C P P P P P P P 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set P C C P C P C C C C C C C C C C Legenda: P .2 1.2 23.3) 1.4 0.0 SE 1.0 11.2 23.2 1.1 1.1) (4.8 - - 3.1 6.632 5.0 BA 1.8 0.085 (4.1 7.6) 4.3 1.0 2.4 0.743 5.671 3.6 2.3 - - 1.0 - - 2.0 6.1 11.Plantio.1 1. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 0.2 (4.4) 100.0 1.556 3.4) (30.Primeiro Levantamento.1 7.1 0.1 10.1 10.1 3.3 1.600 2.2 100. 2 .0 16.7) 6.9 3.1 - - 2.3 1.0 1.740 1. Nota: Estimativa em outubro/2014.1 17.0 1.2 0.154 139 (88.1 TO 0.3 0.6 2. n.1 NORDESTE 3. % Safra 13/14 Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a) (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.8 0.743 5. safra bras.0 3.674 2.1) Fonte: Conab.1 CE 1.4 0.215 783 (35.0 SUDESTE 6.1 CENTRO-SUL BRASIL (19.1 11.6 NORTE/NORDESTE 4.6 1. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.7) (91.6 6.674 2.0 2.594 2.3 1.4 0.287 (11.4 6. Fonte: Conab.500 2.9) 2.556 3.0 10. P/C .600 2.3 1. produtividade e produção – Amendoim segunda safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) Safra 14/15 PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.3) 7.2 0.8 3.8 3.0 6.Safra 2014/15. out. v. Acomp.0 3.8 - - 3.4 0.3 2.0 7.4 - - 2.4) (35.1 0.7 4. Tabela 13 – Comparativo de área.9 3.0 - - 1.6 SP 6.8 3.179 2.0 1.4) (35.3 2.Colheita.6 (30.0 6.8 0.Plantio e colheita.2 - - CENTRO-OESTE 0.1 3.450 1.7 4. C .0 - - 2.4 - - 2.3 1.6 16.8 15.0 16.7) PB 0.0 6.8 15.632 5.3 1.0 16.8 0.3 - - 319 550 72.1 (91.0 10.220 (29.6 17.

3) 1.231 (29.0 SE 1.0 (12.8 3.5 2.0 1.4) 100.1 3.5 9. Nota: Estimativa em outubro/2014.8) 4.8 0.804 3.6 (14.0 1.3 1.2 NORTE/NORDESTE (19. out.1 TO 0.2 RS 3. 2014 46 .500 2.0 7.1 6.3 1.8 3. Acomp. 2 .2 78.4 - - 2.9 3.0 1.1 106. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 0.3 1.1 (91. produtividade e produção – Amendoim total (primeira e segunda safras) ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.8 - - 3.5 286.7) (91.6 (3.7 6.632 5.7 2.8 0.063 3.3 6.0 10. % Safra 13/14 (b/a) (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.3 0.0 - - 1.743 5.8 11.9 13.1 10.7 4.7 3.1 0.2 2.500 2.3 94.9 3.0 10.740 1.110 3. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.2 100.6 2.8 318.4 5.1) 1.1 SP 92.215 783 (35.0 339.2 1.3 45.7) (19.2 PR 2.8 3.691 18.2) 3.4 0.0 1.6 370.3 - - 1.8 3.126 3.2 10.0 (14.1 CE 1.5) 0.8 92.8) - 3.0 7.0 0.Safra 2014/15. safra bras.0 1.476 15. Tabela 14 – Comparativo de área.2.2 - - 0.998 3.0 1.3 2.0 0.3 0.6) 4.6 9.1 296.1) (1.2) - 2.585 17.5 2.5 363.556 3.1) 0.0 308.1 7.4 94.680 3.8 30. v.6 16.096 4.7 1.4) NORDESTE BA CENTRO-OESTE MT SUDESTE (35.9 7.2 22.8 81.1 (9.9 1.2) 3.9 3.9 MG 2.3 1.1 CENTRO-SUL 100.0 5.4 0. n.1 10.3 92.Primeiro Levantamento.750 5.5 2.2 27.7 1.1 3.2 312.8 290.1 BRASIL 105.0 5.4 0.1.4) (35.1 0.408 2.7 5.9 17.4 299.8 0.4 (9.750 10. Amendoim total Figura 19 – Mapa da produção agrícola – Amendoim total (primeira e segunda safras) Fonte: Conab/IBGE.0 3.2 1.4 18.6 1.5) (0.733 1.614 1.716 1. 1 .3 1.0 (0.7 - - 1.3 5.2 0.7) PB 0.9 (1.998 2.8 0.1 1.6 (30.10.3 - - 319 667 109.6 1.9 315.4 9.3 - - 945 923 (2.3) 2.0 3.0) 3.1 1.7 4.5 5.4 SUL 5.7) Fonte: Conab.4) (3.6 6.3) 1.2 47.556 3.4) (30.450 1.8 - - 3.287 (20.687 18.1 7.3 (13.2 0.3) 7.4 0.0 17.2 2.3.6 87.9 - - 1.4 101.5 349.1 18.0 0.9 10. grãos.3 1.154 100 (91.

A produtividade catarinense é estimada em 7.9 e 1. uma vez que os mercados locais são literalmente abastecidos por produtos de melhor qualidade e preços competitivos. A oferta de insumos para o plantio está dentro da normalidade. n. o plantio da lavoura de sequeiro ocorre na sua grande maioria. v. A preocupação dos produtores é quanto à dificuldade de acelerar a semeadura para evitar atraso no estabelecimento da cultura.052. com um decréscimo de 0. os índices de crescimento não deverá ser significativo. com municípios (Cachoeira do Sul e Eldorado do Sul) utilizando o sistema em mais de 30% da área cultivada com arroz.1 mil hectares. safra bras. associando baixos níveis tecnológicos com as adversidades climáticas frequentes e atendem mais às circunstâncias de subsistência.Safra 2014/15. Já para o arroz irrigado. No Rio Grande do Sul. Acomp. Arroz O levantamento de safra de arroz realizado pela Conab está situado no intervalo entre 2. deve ter redução de área de 1 a 5%. Em Santa Catarina. grãos. uma vez que as lavouras de arroz semeado na safra anterior foram destinadas à melhoria do solo para o cultivo da soja nesta safra. out.Primeiro Levantamento. os fatores de produção previstos são favoráveis à lavoura de arroz. Entretanto. que utilizam financiamento. Os reservatórios de água estão cheios. O clima para o plantio da nova safra do arroz tem sido favorável. A Fronteira Oeste é a região com maior índice de semeadura.6 a 2.3% ao comparar-se com a safra 2013/14. 1 . a expectativa é de que a área fique entre 1. especialmente devido aos preços praticados no mercado do arroz que estão acima dos preços mínimos.249. O preparo do solo encontra-se superior a 90% e a área semeada atinge 5%. A diminuição de área pode ser maior se as chuvas persistirem por períodos prolongados e não permitir a entrada das máquinas nas áreas mais planas e de fácil alagamento.089 kg/ha. principal produtor da Região Norte. projetando uma boa safra.10. A quantidade de água disponível nos mananciais é suficiente para irrigação e o preço do produto no mercado se mantém em nível remunerador. 2 . cerca de 90% da área prevista para o plantio já foi semeada nas regiões do vale do Itajaí e litoral norte do estado. oriundos de outras regiões do país. dentro da normalidade para esta época. Fora o excesso de umidade.176.1. se comparada à safra 2013/14. A diminuição se deve à rotação de cultura com a soja e a necessidade do combate ao arroz vermelho. O sistema de cultivo pré-germinado tem significância. chegando a 10% da área total a ser cultivada. apontando entre uma redução de 5. uma vez que as previsões são de chuvas acima da média. enquanto que na região sul o plantio já chega a 50%. bem como os rios que fornecem água para a irrigação possuem volume adequado para fornecimento às lavouras.8% até um acréscimo de 4% para a área plantada em relação à safra 2013/14. representando a possibilidade de um decréscimo de 6% até um incremento de 5% em relação à safra passada. As cooperativas e cerealistas que fornecem os insumos aos produtores estão abastecidas e a demanda acontece de acordo com o ciclo e necessidade da cultura.3. a expectativa dos orizicultores do estado para esta safra é de crescimento da área plantada.482 mil hectares. com a limitação das áreas a serem expandidas nas localidades de Formoso do Araguaia e Lagoa da Confusão para a semeadura. onde se registra a maior área plantada do país. Em Tocantins. Na Região Norte. Os produtores estão otimistas quanto à nova safra. 2014 47 . O crédito de custeio está sendo ofertado de acordo com as necessidades dos produtores. Com estes números verifica-se uma tendência de baixa na área semeada com o arroz cultivado em terras altas (sequeiro).

v.Primeiro Levantamento. Figura 21 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab. 1 . n. out. 2014 48 . Acomp.Figura 20 – Mapa da produção agrícola – Arroz Fonte: Conab/IBGE. safra bras. grãos. 2 .Safra 2014/15.

9 mil hectares na safra 2013/14 para 2. Fonte: Conab.parte do norte de MT (PP) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio. Acomp.919. grãos. (DV)=desenvolvimento vegetativo. safra bras.8% e incremento de até 4%.todo estado do RS (PP) .Tabela 15 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Chuvas favoráveis (G.nordeste de SC (PP) . na área plantada com arroz. 2014 49 . Fonte: Conab. out.7 até 13.norte de RR (PP) (irrigado) . (FR)=frutificação.nordeste do MT (PP) . 2 .sudoeste do MS (PP) .leste de GO (PP) Arroz . saindo de 2.249. Quadro 4 – Calendário de plantio e colheita – Arroz UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Norte RR RO AC AM AP PA TO Nordeste MA PI CE RN PB PE AL SE BA Centro-Oeste C P P P P P P P C C C C C C C C C C C C C C C C C P C C P P P C C C P P P P C C P P P P/C P P/C P P P P P P P MT MS GO Sudeste P P P P P P P P P MG ES RJ SP Sul P P P P P P PR SC RS P P P P P P P P C C C C C C C C C C C C C C C C C C C P/C C C C P/C C C C C C P P C C P/C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C P P P P P Legenda: P .Primeiro Levantamento. C . (F)=floração.161. gerando uma produção de 11. que representa um decréscimo de 2% até um incremento de 8.6 até 2. n. DV. o levantamento realizado pela Conab aponta-se decréscimo entre 5.Colheita. 1 .Plantio. P/C . (M)=maturação.222.Plantio e colheita.Safra 2014/15.482 mil hectares. F e/ou Possíveis problemas por Chuvas reduzidas Possíveis problemas FR) excesso de chuva favoráveis (C) por falta de chuva . v. (C)=colheita.7 mil toneladas.386. Cultura Com esse cenário.parte do norte de MT .oeste do TO (PP) (irrigado) (PP) .7% em relação ao resultado da safra passada que foi de 12.7 mil toneladas. (G)=germinação.

4 AP 2. Nota: Estimativa em outubro/2014. Até a presente data. 1 .2 29.7 Fonte: Conab.9 39.3.9 107.9 533.9 257.1 3.0 5.8 RR 12.3) (5. observou-se Acomp. v.0 PA 81.3 3.7 1.8 SUDESTE SUL 1.7 273.6 18.5 (17.593 4.3) 10.2 1.8 (5.052.5 RS 1.2 7.0 1.2 81.7) 10.1 129.6 4.222.4 155.5 13.8 195.361.0 (5. Em agosto de 2013.6) 4.8 8.7 3.2 821.570 5.0) (7.582 2.314 4.4 762.6 4.112.663.6 8.0 (10.5 961.0) 2.2 32.1 22.2 54.0 80.5) 2.1 (6.9 0.0 (2.2) 1.030.1 22.1 145.0 4.1 108.0 1.255 3. agosto é a proxy utilizada na análise em questão.7 48.4) 3. n.7 CENTRO-OESTE 243.3 12.3) 34.Primeiro Levantamento.485 2.5 - - 2.067. 07 de outubro.1 7.Tabela 16 – Comparativo de área.9 8.1 9.7 RJ 0.7 1.3) 1.6 MT 176.226.3 (18.6 mil toneladas em agosto de 2014. % 268.4 6. março a agosto de 2014.8 95.923 7.5 505.0 5.858 5.8 799.2 (5.806 9.8 4.1) 3. sendo apenas 1.4) 1. safra bras.0 2.8 8.151 2.987 2.9 SC 150. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) (4.0 RO 48.1) - 1.3 176.9 (10.701 2.476 3.4 86.6 609.0) (1.8 3.05 mil toneladas de arroz.326 2.811 4.536 4.7) MG 19.288 1.332 0.3 4.3 - - 1. essas aquisições foram de 70. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.160 (17.0) - 3.2 - - 817 837 2.8 5.578.1 (9.881.031 12.2 1.5 2.5 - - 3.386.8 5.0 BRASIL 2.243 7.6) 1.4 16.1) (1.7 - 15.6 2.1) 148.0 15. out.2 33.9 1.0 36. Nos primeiros meses de análise do período comercial 2014/15.3 PB 1. Acerca do fluxo comercial internacional consolidado do período comercial 2013/14.486.7 17. grãos.0) - 5.8 7.9 - - 3.8 3.0 5. não foram disponibilizados os dados referentes a setembro e por esse motivo.0) 8. estas tiveram uma significativa retração.5 2.2 854.0 268.4 12.0 2.299.8 179.9 42.1) ES 0.5 68.063 3.9 mil provenientes de outros países não pertencentes ao Mercosul.0) 4.5 1.4 7.504 3.1 353.3 8. passando de 159 mil toneladas em agosto de 2013 para 79.6 139.0 - 50.7 579.279.5) (7.0 6. 2014 50 .7 66.6) MA 389.7 7.7 1.5 36.1.1 - - SP 14.0 9.436 2.9 0.9 1.261 2.6 15.0 136.9 (10.5) (12.1) 9.1 17.5 635.0 1.215 4.0 11.5 AC 7.6 81.5 RN 1.1 7.9 (6.597 4.3 10.9 NORDESTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.5 3.0 (28.500 6.7 7.398 3.9 10.471 (13.492 0.7 0.5 4.9 mil toneladas.7 7.0 13.0 (16.7 53.7 - - 6.0 MS 15.4 68.9 2.695 1.8 31.8 (6.6 (5.7 389.7 0.370 14.5 mil toneladas.6 TO 113.2 4.0) - 2.8 7.6 CENTRO-SUL 1.2) 914.8 (3.3 (1.0) CE 22.819 2.8 mil toneladas e o montante importado igual a 965.110 7.4 39.1 - - 1.1 3.3) 3.530 66.7 195.6 8.0 18.0 112.285 3.3 1.9 PR 29.328 2.161.9 159.2 9.3 14.7 14.322 2.633 18.2 544.1 3.4 484.120.3 172.5 BA 8.7 11.0 3.2 SE 7. em agosto de 2014.5 40.5 (3.3 202.5 4.9 818.2 1.0 1.8 1.9 (3.7 125.5 1.4 2.692 1.5 16.5 120.9 43.5 8.5 2.7 13.2 18.0 GO 52.2 1.143.0 165.8 229.1 967.3) (13.8) 4.089 (0.6 2.1 13.417 68.098 2.020 2.371 (19.709 3.457 3.0 111.1 3.5 AM 3.4 (30.218 1.0 - - PE 0.4 (14.911.0 7.7 (5.4 1.8 (0.400 1.342 1.5 (1.2 4.1.8 1.185 7.7 2.2 18.482.2 44.4 1.5 81.1) 10.3 124.1) (4.5 0.1 18.052.5 6. Oferta e demanda Nos últimos dados disponibilizados pela Secex/MDIC.1 0.3 2.0 6.0 2.6 745.4 53.9 1.074 3.7 1.8 129.356 5.1 mil toneladas.4 1.0 543.8 - - 920 1.1 - - 5.1 1.4 (8.0 12.6 - - 2.4 - - 2.1 589.5 1.5 43.111.1 189. 10.264.5 (26.6 (1.0) (10.311.2 78.2 1.095 5.1 16.4 3.210.8) 12.5 1.104. sendo 0. Esses números demonstraram uma redução do fluxo de produtos adquiridos no mercado externo em relação ao último ano.5 66.201 1.773 5.4 48.5 40.9 6.0) - 1.557 2.Safra 2014/15.2 AL 3.4) (19.6 (5.2 85. 2 .6) 1. foram importadas 59.1) 2.8) 5.7 28.6 10.553 2.2 1. sendo o montante exportado igual a 1.3 103.3 mil toneladas oriundas de terceiros mercados não pertencentes ao Mercosul.339.249.1 3.919.0) 3.8 7.4 (5.240.4 3.0) PI 105.0) 658.9 539. produtividade e produção – Arroz ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF NORTE Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) VAR.1 157.512 6.176.3 3.994.2 2.2 112.2 677.3 10.5 0.1 - - 5.566 3.9 9.8 4.3 31.776. obteve-se um superavit de 245.079 2.150 6. Acerca das exportações.030.3 1.3 17.7 (2.648 5.874 2.0) 5.9 NORTE/NORDESTE 808.0 (6.

Logo. Para a comercialização da safra 2013/14. o consumo é estimado em 12 milhões de toneladas. out. com destaque para o Paraná.9% superior em relação à safra 2012/13.415 mil toneladas.12% da produção nacional na safra anterior.33% da área plantada com feijão primeira safra está na Região Sul.161.4 mil hectares. v.um superavit no montante de 217 mil toneladas. 7. Minas Gerais. a projeção média da produção deverá ser 3. Esse aumento de produção ocorre principalmente devido ao bom patamar de preços e às boas condições atuais de plantio na Região Sul. Esse aumento de produção ocorre principalmente devido à expansão de área em face do elevado patamar de preços do produto.000 mil toneladas.043. n. este volume da região é quase 87% da produção total.200 mil toneladas e as importações em 1. destacando Minas Gerais e São Paulo.3 e 4. encontra-se nas fases de germinação (57%). projeta-se um estoque de passagem de 1. Com esses resultados. na safra 2012/13.07 e 1. A área de feijão primeira safra está estimada para este primeiro levantamento. para a próxima safra brasileira de arroz 2014/15. Finalmente.5% das áreas cultivadas com a cultura. A comercialização instável e os riscos climáticos aliados à cultura do feijão. da exportação e da importação igual ao da safra atual.1. 1 .4. estima-se que – para o período safra 2012/13 – a balança comercial do arroz encerre com um superavit de 200 mil toneladas. Considerando a safra 2013/14. a produção média deverá ser 2. e a cultura já semeada.1 mil toneladas) e do reduzido estoque em poder do governo federal (586 mil toneladas). Os altos riscos inerentes à produção de feijão. No estado do Paraná. com destaque para Goiás e 43.Primeiro Levantamento. Aproximadamente 29. atingindo 12. Para a atual safra brasileira 2013/14 de arroz. nesta temporada.2 mil toneladas. resultará em uma expansão do estoque de passagem para 1.7 mil toneladas. grãos. safra bras. atingindo 12. sendo as exportações estimadas em 1. o consumo da safra 2012/13 é estimado em 12. com destaque para a Bahia e Piauí.1. A maioria dos principais estados produtores indicam plantios de áreas menores do que às cultivadas na safra anterior. têm pesado na hora de decidir o que plantar. Santa Catarina e São Paulo. como soja e milho. que produziu 32. variando entre 15% e 10% nas estimativas atuais.4% superior em relação à safra 2013/14. 10. 2014 51 .5 a 214.8 mil toneladas. Com estes resultados somados à desvalorização do Real e à diminuição da oferta nacional do grão. considerando a safra 2013/14. com o cultivo podendo oscilar entre 202.4. entre 1. somados às dificuldades na comercialização.11 milhão de hectares.Safra 2014/15. em conjunto com uma amena redução do superavit em relação ao período anterior.3% em relação à safra passada. o que. 2 . mesmo ocupando apenas 56. Goiás. Acomp. desenvolvimento vegetativo (41%) e floração (2%).03% na Região Centro-Oeste. somados à atratividade de outras culturas concorrentes. Sobre o estoque de passagem.1 mil toneladas em face do baixo volume apurado no levantamento de estoques privados (496. Feijão 10.16% na Região Sudeste. destacando-se Paraná. o que configura um decréscimo entre 8. Feijão primeira safra A maior parte do volume da produção de feijão primeira safra é produzida na Região Centro-Sul.13% na Região Nordeste. derrubam uma maior intenção dos produtores em todo país.571. deverá ocorrer um decréscimo na área. o volume consolidado em 28 de fevereiro de 2014 fechou em 1082. com a manutenção do consumo. O plantio já ocorreu em 44% da área estimada.6 milhões de toneladas. 20.1.

com clima seco. mas se espera que intensifique com o início da estação chuvosa que ocorre a partir de outubro. temperaturas elevadas e baixos índices de umidade relativa do ar. a cultura vem exigindo rígido controle.8 mil toneladas. n. dependendo do comportamento do clima e dos preços no mercado. Caso as condições climáticas se mostrem favoráveis.6% a 20. ocorre até meados de dezembro. A produção nacional de feijão deverá ficar entre 3.3 a 5. As operações de preparo de solo nas áreas de plantio convencional ainda são incipientes. que deve ocorrer entre outubro e dezembro. ao contrário do ocorrido em safras passadas. A área a ser plantada. a produção pode diminuir de 24. 1 .8 mil a 166. dependendo da região. safra bras. Foram plantadas poucas lavouras sob pivô. Com relação ao rendimento médio para esta primeira estimativa.25 milhões de toneladas e 17.19 a 3. out. estima-se para esse início de acompanhamento.6 mil e 164. possibilitando a obtenção de uma produtividade média de 1. v. o segundo maior produtor de feijão primeira safra (16. que a área total de feijão poderá chegar a 3. Considerando as três safras.3%. visto que.01 a 1.Safra 2014/15. além dos riscos climáticos e da melhor competitividade dos mercados de milho e soja. a produção nacional para o feijão da primeira safra é estimada em 1.5% que a safra passada.Em Minas Gerais. Setembro transcorreu predominantemente.1% em relação a safra passada. bem como sua produção. mas a maior parte das áreas são de sequeiro e as condições climáticas ainda não viabilizaram o plantio.5% menor que a última safra. em função do calendário de plantio e da metodologia aplicada nas estimativas.28 milhões de hectares. representando um decréscimo entre 19% e 14.5 mil hectares.08 milhão de toneladas. poderá sofrer ajustes no decorrer do período. quando são esperadas as primeiras chuvas de verão. Para o feijão segunda e terceira safras. a metodologia aplicada é a análise estatística da série histórica das safras anteriores.24 até 3. atingindo 157. contra os crescentes ataques de mosca branca. oneroso e difícil. As previsões de intenção de plantio desta nova safra ainda são preliminares e passíveis de alterações nos próximos levantamentos.014 kg/ha. baseado na análise estatística da série histórica das safras anteriores. menor 2.7% do volume total na safra anterior). 2014 52 . uma vez que o plantio do feijão primeira safra. grãos. Acomp. Caso se confirme a tendência dos dados apurados. A severa escassez de chuvas compromete os níveis dos reservatórios e cursos de água.Primeiro Levantamento. 2 . que deve ficar entre 155.9% até 1. foram repetidas as áreas da safra anterior e aplicado um rendimento médio. os levantamentos iniciais projetam neste ano uma retração de 13 a 8% na área de plantio do feijão primeira safra.

Primeiro Levantamento. Acomp. Figura 23 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab. out.Figura 22 – Mapa da produção agrícola – Feijão primeira safra Fonte: Conab/IBGE. 2014 53 . 1 .Safra 2014/15. grãos. v. 2 . n. safra bras.

3 1.2 - - - 895 903 0. (G)=germinação.0) (9.0 - - 629 646 2.8 97. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 4.6 2.7 2.6 52.5 (17.2 503.225 2.6 1.3) (4.6 199.0 TO 4.113.2 5.Plantio e colheita.6 164.6 91.6 4.5 213.0 - - 629 646 2.800 1.0) (10.Tabela 17 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Cultura Feijão 1ª safra Chuvas favoráveis (G.5 75.9) 1.5) (20.0) (3.2 65.1 SP 48.8 RJ 1.8 166.8) (13.3) 1. out.5 (19.2) 5.0 1.6 4.6) (13.9 11.2 41.612 (5.9 19.6) (20.0) 165.0) 32.850 2.6 (7.7 2.1 163.1) 2.5 94.Primeiro Levantamento.9 17.5) BA 252.8 2.2 157. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.0 - 341. C .7 (20. Fonte: Conab.0 234.8) 402.0) 162.2) (7.0) 1.590 1.087 (6.0) (15.252. 2014 54 .5 476.5 5.2 MS 2.0) 1.2 4.6 161.9) (9.Colheita.2 341. n.9 1. 1 .3 0. P/C .6 2.0) (26.665 2.014.4 2.4 MG 178.8 (24.0) 430 464 7.3 (8.2) (0.206 (13.9) 110.4 908.5 4. Acomp.439 (9.0 12.3) 209.0 10.076.7 2.7 19.3 165.0 4.9 504.8 239.1 1.5 1.1 1.1 (19.0) (20.8) 65.6 (26.0) (14.523 (7.1) 325.0) (15.5 CENTRO-SUL 657.2) SC 62.1 43.7) 1.4 0.4 596.8 64.8 39.087.2 83.0 4.9 11.0 209.596 1.0 375 377 0.7 29.5) (7.6 62.5 17. % Safra 13/14 Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a) (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.9) (15.9 (21.0 (0.2) 182.6 (35.8 (7.088 (8.3 312.4) 129.0 1.1 5.8 111.0) SUDESTE SUL - - 2.Safra 2014/15.2 36.5 2.0 49.0) GO 55. Tabela 18 – Comparativo de área.nordeste e oeste do PR (G) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.067.0 1.8 37.2 45.8) 1.4 (15. produtividade e produção – Feijão primeira safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 14/15 VAR.0 18.9) NORTE/NORDESTE 505.4 1.6 85.7 (7.5 NORDESTE 4.0 12.9 508.7 (26.6 6.478 (7.0 MA 40.9 167.0 517.5 777 768 (1.3 324 321 (1.0) 1.7 4.8 95.7 146.293 2.5 1.0 5.076 959 (10.9 1.8 46.315 2. v.5 214.689 1. (FR)=frutificação. 2 .6 18.5) - 2. (M)=maturação.3 (13. Fonte: Conab. Nota: Estimativa em outubro/2014. grãos. safra bras.5 96.0 4.6) (22.0) 579.1 257.6) RS 41.8 155.4) CENTRO-OESTE MT 11.9 39.8 2.8 (25.5 258.Plantio.6 (0. DV.0 4.4) 50.0 501.0 (5.6 46. (C)=colheita.389 1.1 PI 209.0 29.5 ES 6.144 (7.6 1.0) 2.0) DF 12.4 850.5) (8.698 1.4) 1.0) (8.4 2.3 326 323 (1.0) 930 937 0.5) 1.sul de SP (P/G/DV) .3 295.7) (12.9 99.7 (25. (F)=floração.1) BRASIL Fonte: Conab.2) (15.653 1.0) (14.3) 1.1 134.0) 1.170 1.9) 1.0 513.0 - - 242 224 (7.0 1.014 (13.0 (14.6 81.4) 1.163.1) PR 238.7 559.0) (15.591 (5.1 1.6 (31.1 264.3 322.3 0. F e/ou Possíveis problemas Chuvas reduzidas favoráveis Possíveis problemas FR) por excesso de chuva (C) por falta de chuva .8) (16.1 5.3 (21.6 (30.654 4.6 5.5 2.1) - 2.0 (25.2 202.6 (17. Quadro 5 – Calendário de plantio e colheita – Feijão primeira safra 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar P P C C P P P P P P/C C C C C C MT MS GO DF Sudeste P P P P P P P P P C C C C C C C C C MG ES RJ SP Sul P P/C P C C C C C C C C C C C C P P P P P P/C PR SC RS P P P P P P C C C C C C C C C UF/Região Norte TO Nordeste PI BA Centro-Oeste P P 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set C C C P P C C C C P P P P Legenda: P .0 - (15.0) (19.5 6.0 4.6 70.1 44. (DV)=desenvolvimento vegetativo.0 209.

Safra 2014/15.1. Acomp. 1 . C . safra bras.Plantio. grãos.2.4. P/C . out. Feijão segunda safra Figura 24 – Mapa da produção agrícola – Feijão segunda safra Fonte: Conab/IBGE. 2 . Quadro 6 – Calendário de plantio e colheita – Feijão segunda safra UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Norte RR RO AC AM AP TO Nordeste MA PI CE RN PB PE Centro-Oeste MT MS GO DF Sudeste MG ES RJ SP Sul PR SC RS P P P P P P P P P P P/C P P P P P P P P P P P/C C P/C P P P/C P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P C C P P C P C C C P C C C C C C C C C C P/C P C C C C C P/C C C C C C C C C C C P C C C C P P P P/C P/C P P/C P/C C C C C C C C C P/C P/C P/C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C Legenda: P .Colheita. v.Plantio e colheita.Primeiro Levantamento. n. 2014 55 . Fonte: Conab.10.

6 - - 951 1.6 (1.7 274.9 18.9 15.2 - - 1.2 5.380 2.3) (0.8 20.1 49.7 (1.4 30.6 30.9 76.5 15.3 9.013 8.600 1.6 (6.4 5.9 0.3) MA 52.3 - - 1.1 PE 123.2 14.4 NORDESTE (12.8 1.3 269.3 - - 902 956 6.7 111.2 700.6 1.1 5.3 5.6) (12.5 225.1 304.3 10.1) (11.403 (0.0) RR 3.2) MT 234.3 GO 15.3 9.2 203.6 1. produtividade e produção – Feijão segunda safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.3 304.450 1.000 1.0 52.5 150.5 33.2 - - 326 322 (1. Nota: Estimativa em outubro/2014.4 164.1 49.3 - - 1.9 - - 1.2 7.4) (1.2 12.305.5 2.4 29.8 - - 813 845 3. v.3 767.2 25.2 - - 878 876 Fonte: Conab.5 - - 1.6 30.0 319.669 2.5 CENTRO-OESTE 269.9 234.8 (8.0 RO 33.6 33.5 33.4 33.1 29.Primeiro Levantamento.1 2.1) 50.6) 700.3 0.6 6. n.1 15.9 11.9 - - 1.6 17. grãos.1 67.5 377.4 21.0 - - 667 685 2.3) 8.9 723.7) AM 5.1 1.0 319.8 393.0 - - 549 559 1.Safra 2014/15.8 15.491.3 1.3 25.606 1.7 2.7) 1.3 - - 1.826 (8.0 5.0 16.4 1.2) 228.3) 1.5 30.0 - - 722 631 (12.9 - - 1.2 11.3) 401.030.6 - - 246 277 12.3 - - 582 548 (5.2 - - 825 1.6 2. 2014 56 .5 12.1) 150.2 1.9 (0.9 1.4 445.5 32.3 1.6 1. Acomp.465 (0.4 2.9 18.3 5.491.2 14.5 (1.405 1.2 1.9 - - 1.0 5.9 - - (0.5 8.9 377. 1 .2 121. 2 .5 2.424 1.8 111.1) 378.424 1.031.9 3.0 DF 0.4 ES 8.0 3.3 22.857 2.3 10.3 445.387 2.Tabela 19 – Comparativo de área.2 (3.355 1.3 269.3 6.5 0.7) AP 1.6 17.2 34.6 - - 1.1 21.6 396.7 14.3 PB 76.9) PR 272.1 168.1) (8.3 - - 363 358 (1.6 SUDESTE (10.5 32.030.1 2.3) (1.3 207.9 7.4 34.1) 121.8) 6.1 PI 20.3 272.2 21.4) 5.2 1.1 2.491.3 767.2 700.0 33.5 22.305.6 5.2 1.5 29.4 7.6 1.2 11.3) SUL NORTE/NORDESTE CENTRO-SUL BRASIL 723.5 - - 1.6 225.9 76.4 - - 756 785 3. % Safra 13/14 (b/a) (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.027 972 (5.7) (3.358 1.3 - - 1.436 (10.1 67. out.9 0.6 123.622 1.0 3.5 - - 333 356 6.012 6.486 2.2) (0.4 2.4 20.6 274.000 21.1 - - 1.6 123. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.3) 28.2 121.8 393.4) 278.456 (1.2 14.6 22.3) (1.7 SP 18.8 RJ 1.8 AC 10.6 (0.9 6.3 272.309.0) (2.478 1.6 6.615 0.5 (11.4 16.0 1.8 28.1 MG 121.7) (6.8 8.358 - 319.4 20.9 723.8 20.1 6.5 1.0 - - MS 17.0 33.5 RS 9.4 2.7 6.475 1.4) - 1.9 15.9 234.6 207.1 304.8 8. safra bras.0 3.9) (0.8 - - 309 284 (8.351 1.5 150.1 - - 747 732 (2.8 2.0 2.6 767.0 32.2 168.1 2.9 - - 277 294 6.9) 449.4 (0.9 - - 2.5 22.6 1.2 - - TO 14.9 15.9 11.6 2.7 1.1 2.3) SC 22. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 67.6) 23.3) (10.5 396.0 52.1) RN 33.9 CE 393.1 (2.

Quadro 7 – Calendário de plantio e colheita – Feijão terceira safra UF/Região Norte TO Nordeste CE PE AL SE BA Centro-Oeste 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar C P P C C P P P P P P P/C P P/C P/C C C C C C C C C C C C C P P P P P P P P/C C C C C C C C C P P P P P P/C P C C C C C C P P P C C C C C P P P P C 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set P MT MS GO DF Sudeste MG SP Sul PR 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun P/C P C C C C Legenda: P . 1 .10. grãos. 2 .Plantio. v. P/C . n.Primeiro Levantamento. Acomp. C . 2014 57 .Plantio e colheita.1.3. Fonte: Conab.4.Safra 2014/15. out. Feijão terceira safra Figura 25 – Mapa da produção agrícola – Feijão terceira safra Fonte: Conab/IBGE. safra bras.Colheita.

0 20. 2 .6 1.1 BA 212.9 11.2 30.4 0.4 871.7 106.7 4.2 - - 798 846 6.6 SP 18.0 28.4 5.0 5.9 4.9 224.9 224.0 577.0 - - 760 800 5.868 2.0 28.1 - - 2.2 3.7 4.0) SUDESTE SUL 4.9) MS 0.2 2.6 SE 31.4 0. Feijão total Figura 26 – Mapa da produção agrícola – Feijão total (primeira.7 (2.7 45.2 3.7) (0.159 3.414 (5.5 25.2) (1.5 22.6 2.5 36.8 56.2 21.9 (2.0 4.6 4.5 - - 746 785 5.426 11.1 - - 467 465 (0.300 1.0 47.0 85.0 224.Tabela 20 – Comparativo de área.5) 116.0 - - 2.2 2.0 47.0 4.7 (3.4.1 - - 2.4 (5.2) 882.583 2.1 3. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR. 2014 58 .1 577.0 103.3 21.7 (6.672 2.589 (3.4 185.2 10. 1 .Primeiro Levantamento.6 221.9 - - 2.3 10.5) (6. % (b/a) (c/a) NORTE 30.5 423.9) 276.4 294.9 - - 1.6 678.7 (6.109 5.3 153.1 25.2) 300.6 PE 122.566 2.8 (0.0 GO 36.9 294.7 269.488 5. produtividade e produção – Feijão terceira safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.4 106.7 5.054 1.4 4.281 1.9 4. % Safra 13/14 (e) (e/d) (f) VAR.642 1.4 1.565 (0.2 263.7) 581.4 (1.5 42.6 20.8 268.4 4.1 122.2 TO 2.4 302.1 103.6 678.2) 5.9) NORDESTE (d) Safra 14/15 Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) 5.6 212.5 31.013 960 (5.9 268.1 10.0 (0.7 453.7) BRASIL 678.6 224.0 45.3 (6.0) (6.8 76. n.6 1.914 1.1) MT 76.9) 197.3 22.6 5.4 - - 1.8 PA 28.6 DF 3.6 104.Safra 2014/15. segunda e terceira safras) Fonte:Conab/IBGE.0 2.2 23.8 3.3 10.1.0 - - 458 482 5.4) AL 47.2 30.6 1.9 - - 2.6 - - 771 721 (6.558 2.7 10. out.1 18.0) NORTE/NORDESTE PR 453.2) (2.1) CENTRO-OESTE 116.5 36.0) (6.615 2.1 10.5 0.4 (2.7 24.359 2.1 122.5 - - 2.1 18. grãos.8 76. v.1 103. Nota: Estimativa em outubro/2014.2) Fonte: Conab.0 85.2) 5.5) 163.7 5.4) (0. Acomp.1 5.0 56.260 1.5 423.0 24.380 9.4 5.9 4.4.6 212.0 871.9) (5.2 5.221 2.9 4.0 10.8 423.4 11.3 10.9 (3.5 0.9 116.4 22.9) CE 10. 10.2 - - 1.4) 57.8 - - 2.7 - - 663 649 (2.600 2.5 - - 654 635 (2.284 (1.3 2.3 - - 1.9 - - 1.6 - - 1.5 5.5 31.6 269.2 2.1 185.7 22.5 24.2) CENTRO-SUL 224.013 960 (5.1) 312.9 153.2 - - 3.7 302.2 MG 85.6 0.3 2.7 453. safra bras.

Fonte: Conab.2 11.7 22. 2 .9) 15.4 - - 288 274 (4.627.7) (12.1 0.699.9) (1.2) 361.7 24.0 3.6) 20.8 20.1 (3.4 742.4) (10.3 (6.6 5.5 22.0 33.8) BRASIL 3.2 (3.9 (13.3 - - 583 544 (6.7 2.6 5.6 151.8) 66.653 1.7 716.0 2.6 - - 1.1 MG 385.2 12.630 (3.6) 1.7 5.7 491.8 AC 10.5 33.3 5.3) MA 92.0 91.5) (1.6 323.7 411 403 (1.6) (8.3 - - 1.033 988 (4.0) (2.Primeiro Levantamento.4 222.9) 132.0 33.4) (15.5) 1.4 479.6 1.7 - - 926 963 4.0 - - 667 700 5.2) 183.6 (3.4 5.7 41.7) (2.7) (0.3 NORTE (d) Safra 14/15 Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) (12.4 91.606.333.1) (3.3 PB 76.5) Fonte: Conab.3 5. 1 .1 17.1 736.4 20.0) 43.3 621.4 - - 833 975 17.2 253.1 BA 464.5 (3.3 2.434 2.0 47.1 16.7 733.8 370.3 1.9 11.2) MT 323.6) (11.3) 3.5 123.1) GO 108.7 245.458.707 1.2) (9.590 1.0 524.5 54.0 5. Nota: Estimativa em outubro/2014.4) (5.2 5.9) (4.8 (7.7 47.3 827.5.2 (14.534 (3.2 234.Safra 2014/15.7 (6.Tabela 21 – Comparativo de área.1 488.1 21.6 22.3 2.0) (5.1 75.6) 30.1 - - 328 305 (6.726.0 2.8 (4.9 12.1 1.8 20.2 1.9) (6.1) (4.7) (3.6 19.3 (6.2 8.191.590 (5.2 125.620 (2. % 101.0 47.579 (2.2 (17.6) (12.019 981 (3.6) 263.1 23.0 4.5 (1.2 73.1 4.8 62.8 (2.6 (3.544.9 91.0) MS 20.5 24.5 31.1) (8.7) 744.1 6.7 477.8 926.5 (7. 2014 59 .1 46.444.0 - - 2.5 559.283.7 736.8) (1.420 (0. Acomp.1 (2.3 10. % Safra 13/14 (b/a) (c/a) 101.6) 80.6) (1.1 1.155 2. v.2) (2.810 (2.0 0.1 AL 47.237.1.4 52.0 - - 761 800 5.1 3.9 41.2 78.6 4.0 1.8 (6.0 450.7 RR 3.5 (10.5 250.0 5.5 1.1 404.1) CENTRO-SUL 1.2) 650.5 12.9 - - 277 294 6.0 655.509 (3.517.515 (1.7 0.9 659. 10.2 130.9 17.5 4.2 77.0 - - 457 483 5.4 5.5 2.4 46.2 TO (e) (e/d) (f) VAR.9 723.4 2.6) 23.624 1.1 19. P/C .6 (6.7) AP 1.6 SE 31.8) (10.9 19.1 161.2 453.7 5.0 19.4 229.9 144.8 456.7) 5.5 33.1 2.1 2.569 1.5 - - 746 784 5. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.727 2.2 5.4 229.5 72.6 76.8) 792.3) 1.8 PI 229.0) (3.0 4.1 (8.4 3. grãos.0 62.7 77.0 (14.3 1.2) SC 84.0 85.6 2.508.739 1. Girassol Quadro 8 – Calendário de plantio e colheita – Girassol UF/Região 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set Nordeste CE BA Centro-Oeste MT MS GO Sudeste MG Sul RS P P C P P P P C C P C P P P P P P P C C C C C C C C C C C P C P Legenda: P .253.6 27.3 - - 923 923 - 1.8 89.5) 1.5) 2.9) 808.2 91.5 - - 334 355 6.7 - - 356 370 4.1) NORDESTE CENTRO-OESTE 468.2) DF 16.5 31.8) CE 404.9) (6.7 80.6 0.0) 1.1 524.3 1.3 - - 758 762 0.1 (2.1 2.7) (11.2 1.3 953.4 22.9 76.Plantio.4) (7.9) 668.680 1.865 1.1 404.8 (10.9) RN 33.4 15.6) (5. segunda e terceira safras) ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.8) 1.4 1.Plantio e colheita.9) 872.6 21.7 (1.6 (6.7 2.7 469.7) 6.0) 467.2 1.7 77.0 3.2) (4.0 797 813 1.3 123.7 245.3 (10.7 556 531 (4.0 ES 15.479 (7.1 87.3 (7.7 (5.6) (7.9 6.522 1.0 RO 33.5) 1.2 21.8) (4.6 6.3 22. n.5) 258.544 1.0 (15.2 3.1 16.0 28.6 323.5 97.5 4. produtividade e produção – Feijão total (primeira.3 0.Colheita.3 604.1 0.625.0) 535.3 22.1 17.065 (4.3) 497 518 4.3 10.033.8) 594.4 3.391 (8.7 431 424 (1.0 (7. safra bras.5) 1.601 1.0 - - 721 630 (12.1 5.2 0.9 76.7 2.0 2.1) (1.0) 2.1 PE 245.7) PR 515.7) 1.3 11.7 2.1) NORTE/NORDESTE 1.7) (6. out.3 6.4 20.2 - - PA 28.3 101.729.5) 1.1 5.2) RS 50.3 27.9 815. C .3 RJ SP SUDESTE SUL 2.4 550.7 1.3) (5.0 28.0 (9.7) AM 5.637.738.9 1.

Figura 27 – Mapa da produção agrícola – Girassol

Fonte: Conab/IBGE.

Tabela 22 – Comparativo de área, produtividade e produção – Girassol
ÁREA (Em mil ha)
REGIÃO/UF

Safra 13/14
(a)

Safra 14/15

PRODUTIVIDADE (Em kg/ha)
VAR. %

Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a)

PRODUÇÃO (Em mil t)

Safra 13/14 Safra 14/15 VAR. % Safra 13/14

(c/a)

(d)

(e)

(e/d)

(f)

Safra 14/15

VAR. %

Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f)

(h/f)

CENTRO-OESTE

131,1

131,1

131,1

-

-

1.617

1.428

(11,7)

212,0

187,2

187,2

(11,7) (11,7)

MT

126,2

126,2

126,2

-

-

1.611

1.428

(11,4)

203,3

180,2

180,2

(11,4) (11,4)

MS

0,7

0,7

0,7

-

-

1.544

1.316

(14,8)

1,1

0,9

0,9

(18,2) (18,2)

GO

4,2

4,2

4,2

-

-

1.815

1.455

(19,8)

7,6

6,1

6,1

(19,7) (19,7)

SUDESTE

11,3

11,3

11,3

-

-

1.378

1.455

5,6

15,6

16,4

16,4

5,1

MG

11,3

11,3

11,3

-

-

1.378

1.455

5,6

15,6

16,4

16,4

5,1

5,1

SUL

3,3

3,3

3,3

-

-

1.463

1.390

(5,0)

5,1

4,6

4,6

(9,8)

(9,8)

(9,8)

(9,8)

RS

5,1

3,3

3,3

3,3

-

-

1.535

1.390

(9,4)

5,1

4,6

4,6

CENTRO-SUL

145,7

145,7

145,7

-

-

1.597

1.429

(10,5)

232,7

208,2

208,2

(10,5) (10,5)

BRASIL

145,7

145,7

145,7

-

-

1.597

1.429

(10,5)

232,7

208,2

208,2

(10,5) (10,5)

Fonte: Conab.
Nota: Estimativa em outubro/2014.

Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

60

10.1.6. Mamona
Figura 28 – Mapa da produção agrícola – Mamona
Fonte:

Conab/IBGE.

Quadro 9 – Calendário de plantio e colheita – Mamona
UF/Região

23/09 a 21/12
Primavera
Out
Nov
Dez

21/12 a 20/03
Verão
Jan
Fev
Mar

20/03 a 21/06
Outono
Abr
Mai
Jun

21/06 a 23/09
Inverno
Jul
Ago
Set

Nordeste
PI
CE
RN
PE
BA
Sudeste
MG
SP
Sul

P

P

C

C
C
C

P/C

P/C

P

P
P

P
P

PR

P
P

P

P

P

P

P

C

P

C
C

P
P

C
C

C
C

C
C

C

C
C

C
C
C
C

C

C

C

Legenda: P - Plantio; C - Colheita; P/C - Plantio e colheita.
Fonte: Conab.

Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

61

Tabela 23 – Comparativo de área, produtividade e produção – Mamona
ÁREA (Em mil ha)
REGIÃO/UF

Safra 13/14
(a)

Safra 14/15

PRODUTIVIDADE (Em kg/ha)
VAR. %

(g/f)

(h/f)

98,2

4,1

16,4

436

198

(54,6)

36,8

44,3

49,6

20,4

34,8

PI

1,0

1,0

1,0

-

-

300

389

29,7

0,3

0,4

0,4

33,3

33,3

CE

12,8

12,8

12,8

-

-

284

468

64,8

3,6

6,0

6,0

66,7

66,7

PE

1,4

1,4

1,4

-

-

334

452

35,3

0,5

0,6

0,6

20,0

20,0

BA

69,2

72,7

83,0

5,0

20,0

468

513

9,6

32,4

37,3

42,6

15,1

31,5

2,1

1,3

1,5

(38,1) (28,6)

517

387

(25,0)

1,1

1,1

1,3

-

18,2

MG

2,0

1,2

1,4

(40,0) (30,0)

450

766

70,2

0,9

0,9

1,1

-

22,2

SP

0,1

0,1

0,1

-

-

1.848

1.856

0,4

0,2

0,2

0,2

-

-

0,9

0,9

0,9

-

-

622

311

(50,0)

0,6

0,6

0,6

-

-

SUL
PR
NORTE/NORDESTE
CENTRO-SUL
BRASIL

(d)

(e)

(e/d)

(f)

VAR. %

87,9

SUDESTE

(c/a)

Safra 14/15

84,4

NORDESTE

Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a)

PRODUÇÃO (Em mil t)

Safra 13/14 Safra 14/15 VAR. % Safra 13/14

Lim Inf (g) Lim Sup (h)

0,9

0,9

0,9

-

-

622

622

84,4

87,9

98,2

4,1

16,4

436

198

(54,6)

(26,7) (20,0)

548

358

(34,8)

1,7

1,7

440

202

(54,2)

38,5

46,0

3,0

2,2

2,4

87,4

90,1

100,6

3,1

15,1

-

0,6

0,6

0,6

-

-

36,8

44,3

49,6

20,4

34,8

1,9

-

11,8

51,5

19,5

33,8

Fonte: Conab.
Nota: Estimativa em outubro/2014.

10.1.7. Milho
10.1.7.1. Milho primeira safra
O comportamento dos preços internacionais de milho no primeiro semestre deste
ano apresentava bom suporte, com as cotações na Bolsa de Chicago para os contratos
com entrega em julho de 2015, situando-se nos maiores níveis da temporada, no período
compreendido entre a segunda quinzena de fevereiro e a segunda quinzena de maio. A
partir dessa data, mesmo considerando um forte movimento na demanda internacional,
bem aproveitada pelos exportadores norte-americanos e brasileiros, não foi suficiente
para frear a forte queda observada nos preços, em função da expectativa daquela
ocasião, e agora confirmada, de safra recorde de milho nos Estados Unidos.
A partir de então, os fatores relevantes que vêm ditando os preços, estão
relacionados ao progresso da colheita naquele país, bem como das previsões de clima
favorável ao seu avanço, que confirmam a grandiosidade da oferta do cereal, com os
seus reflexos nas cotações internacionais. Internamente, o governo brasileiro, através de
mecanismos da política de sustentação de renda ao produtor, lançava no mercado os
leilões de prêmios equalizadores, na perspectiva de que pudessem auxiliar na diminuição
dos excedentes domésticos, atenuando o impacto na redução das cotações, visando
impedir que os preços recebidos pelos produtores ficassem abaixo do preço mínimo.
Essas ações não foram suficientes para incentivar o produtor a se lançar no cultivo
do cereal, estando previsto forte redução na intenção de plantio do produto da primeira
safra para a temporada 2014/15, particularmente, nos importantes estados produtores da
Região Sul. No Paraná, a relação mais favorável dos preços de soja em relação ao milho
está induzindo a redução no plantio da primeira safra, sendo esperado um decréscimo
acentuado, variando de 20 a 10%, quando comparado com o exercício anterior.
No Rio Grande do Sul, a preocupação local em manter o equilíbrio entre oferta e
demanda, visto que o consumo médio do estado situa-se em torno de 6 milhões de
toneladas, tem contribuído para atenuar a competição por área que a soja exerce nesse
período. A semeadura da lavoura teve início em agosto, com aproximadamente 80% da
área estimada para o plantio do cereal se encerrando em outubro. Os 20% restantes
deverão ser plantados em janeiro de 2015. Chama a atenção, a área prevista a ser
semeada com o milho destinado a silagem, devendo superar os 350 mil hectares, cerca
Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

62

safra bras. n. out. Figura 30 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab.de 35% do plantio estimado para o milho primeira safra no estado. Figura 29 – Mapa da produção agrícola – Milho primeira safra Fonte: Conab/IBGE. 2014 63 .Primeiro Levantamento.Safra 2014/15. v. 1 . 2 . Acomp. grãos.

Na eventualidade de uma normalização do clima.todo estado do RS (P) . 1 . (G)=germinação. cria um atrativo adicional para o cereal.Plantio e colheita. Fonte: Conab. maior risco. safra bras. F e/ou Possíveis problemas por Chuvas reduzidas Possíveis problemas por FR) excesso de chuva favoráveis (C) falta de chuva .5 milhões de hectares. C . as precipitações que ocorreram regularmente. fenômeno observado nas últimas safras. v.Colheita. 2 .parte do sul e norte de GO .3 a 3. Na Região Norte-Nordeste. associado às condições climáticas e ao baixo preço praticado no mercado. quando comparado com o observado na atual temporada. a possibilidade da região atender prioritariamente a demanda nordestina.Safra 2014/15.parte do sul de GO (PP) .5 milhões de hectares.DF (PP) . Nesse contexto.1 a 15.leste de SC (P) (PP) Milho 1ª safra . (M)=maturação. aqueles situados na região do MATOPIBA. (C)=colheita. Cultura Quadro 10 – Calendário de plantio e colheita – Milho primeira safra UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Norte RR RO AC AM AP PA TO Nordeste MA PI CE RN PB PE BA Centro-Oeste C P P P C P P P C P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P C P P P MT MS GO DF Sudeste P P P P P P P P P P P MG ES RJ SP Sul P P P P P P P P P P P PR SC RS P P P P P P P P C C C C P C C C C C C C C C C C C C C P P P P C C C P/C P/C P P C C C C C C P C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C P/C P/C C C C C C C C C C C C C P C P C C C P C C C C C C C P P C C C C C C C C C C P C C P P P P Legenda: P .sul de SP (PP) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.7%.Primeiro Levantamento.todo estado do PR (P) .Tabela 24 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Chuvas favoráveis (G. favoreceram a implantação da cultura cujo período recomendado teve início na segunda quinzena de setembro. grãos. Fonte: Conab.6 a 1%. Acomp. P/C . a menor redução estimada para o plantio da primeira safra de milho está vinculada à expectativa até certo ponto positiva dos produtores. out. situando-se no intervalo de 3.6 a 1. DV. 2014 64 . (FR)=frutificação. a intenção brasileira de plantio do milho primeira safra na temporada 2014/15 deverá situar-se no intervalo de 15. n. com a expectativa na área plantada variando de –3. A redução na área está relacionada aos elevados custos para implantação das lavouras.Plantio. (DV)=desenvolvimento vegetativo. representando um decréscimo de 4. (F)=floração. particularmente. Em Santa Catarina.

2 .2 18.500 7.2 (21.2 2.7 - - 2.6 162.0) (15.3 320.9 60.3 428.0 86.616 3.577.2 353.4) (17.2 (1.0) (0.5 1.0) 5.425.7 2.1 5.6 480.7) MG 1.6 - - 835 892 6.6 3.635 (3.944 (10.746 6.378 4.2) (7.703.4 32.2 23.9) 2.5 5.537.3 1.2 2.6 - 923 1.634 10.2 225.8) 862.9 27.638.3) 10.9 1. 1 .495 (8.627 2.8) (7. Com relação à produtividade.6 1.9) 598.898.5) 25.7 26. % Safra 13/14 (c/a) (1.0 2.6 480.0) 7.552.751.2 230.9 (40.0) 7.0 5.0 BA CENTRO-OESTE 544.0) 60.7 4.385 6.4 4.7 (15.7 (22.5 139.2 2.4 (23.2) 2.1) (7.7) 1.736 2.0 6.3 (14.113.7 (10.7 (20. n.0 1.8 392.0) (25.9) 2.1 (26.8 555.084 (8.3 4.9 (12.351. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.9) 907. out.174 27.544 4. v.4) (5.485.161.7) 3.5 826.9 346.7) SUL Fonte: Conab.2 10.0) (3.343.0) (5.3 1.230 5.7 2.0 4.5 480.750.0 1.142.066. 10.029.9 29.6 228.4 (8.098.9 3.1 (22.3 (12.7 390.3 CENTRO-SUL 4.7 4.0) 8.1 TO 51.3 21.6) 11.509.0 2.8 32.7.1 3.5 42.2 21.3 231.993.0 11.8 GO 288.5 2.3 123. a partir dessa temporada.4 4.335 2.248 2.9 876.0 11.0 51.2 29.402 2.6 228.4) 5.4 (4.779.990.7 (15.5 52.1 - - 2.5 RO 60.3 7.862.1) (6.148.3) (26.6) BRASIL 6.211 18.1) 11.3 (5.0) 858.777.4) 424.0 10.475.0 2.2 2.7 428.4 (8.0 6.5 3.477.0) 94.8 RR 6.6 76.4) (7.6 CE RN NORDESTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.4 - - 633 465 (26.0) 2.0) (2.1 366.183 (8.8 (11.5 2.4 390.079.5 360.4 2.1 MT - MS 27.0 35.255.060.9) (4.4 (20.742.5 2.2 SC 471.0 2.879.2 PA 184.3 2. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) 2. safra bras.8 721.3 PR 665. grãos.2 NORTE/NORDESTE - (38.035 2.9) 68.2 5. a Conab estará utilizando.6 (6. uma nova metodologia que contempla as especificidades dos diversos produtos e na aplicação de um rendimento médio baseado na análise estatística da série histórica das safras anteriores.7 223.783 4.060.0 21.7 3.700.010.618.1 5.4 420.461.851 (3.0 184.7 5.4 536.1) 4.1) 31.6 6.7 (8.3) 6.1 (8.8 13.8 MA 379. Milho segunda safra Para o milho segunda safra.200.550 5.3 3.541 3.9 401.4 3.562.8 10.9 (2.9 7. produtividade e produção – Milho primeira safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) NORTE Safra 14/15 Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a) 362.5) (0.381 2.7 2.2 (5.6 - - 462 485 5.8 108.3 (15.0) (13.706 2. 2014 65 .840.7 6.332 2.1 AM 11.6 2.8 131.7) 422.1 PE 228.2 6.600.015 3.1) 7.7) 5.5) 20.1.2 433.7 1.400.5 363.8 102.3 2.4 53.256 (2.8 6.1 555.168. foram repetidas as informações relativas às áreas estaduais da safra anterior.9 60.7 5.3 8.246 6.6 3.178.424 3.0 7.1 - - 921 979 6.5) 6.711 2.4) (10.546.4 392.8 1.522 6.340 2.432.9) (7.6 7.8) DF 39.0 74.2 2.9 477.739 (8.9 - - SUDESTE RJ 4.4 SP 427.5 15.321 2. em função do calendário de plantio e da metodologia aplicada nas estimativas para este produto.0) (10.0) (1.0 (1.3 2.156 7.1 15.0 PI 371.266 2.6 76.2 358.1) (8.0) (10.6 231.0 (5.0 3.0) 4.4) 0.441.9 2.5) (1.1) (27.0) 2.920.0 4.164 6.145.391.6 - - 411 378 (8.7) 5.5) (13.7) (9.352.184.3 10.3) (14.0) (3.5 462.1 3.0 16.8 3.873.4 (16.8 517.350 8.0) (30.8 401.6 26.9 375.3) 5.0 12.0) (10.0 1.1 184.0 39.8 6.0) 8.9 AC 46.740.9 1.9 (17.2 37. O método se encontra no item produtividade deste boletim.8 29.5 6.6 884.4 (15.9) (4.4 11.4 51.7 (14.005.331 3.090 (2.486.7) 2.4 37.0 - 9.194 5.8 422.029.043.324 (0.209 6.0 - - 4. Acomp.247.4 3.9 131.0 AP 2.834.1 RS 1.318 16.709 3.Safra 2014/15.544 7.6) 6.5 986.957 4.8 45.4 32.4 86.8 5.4) 14.0 39.4 6.453.031.8) 5.0 2.5 (3.1 5.5 6.8 2.9 3.4) - (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.369 2. Nota: Estimativa em outubro/2014.4) 6.1 2.2.260 6.5) (14.998.0 (0.0) 1.3) PB 76.2 10.Tabela 25 – Comparativo de área.652.368.627.717.1 28.4 4.2 532.0) (4.843 2.5) ES 22.3 (7.Primeiro Levantamento.916 3.4 3.0) 5.6 108.5) - - 2.1 (16.7 1.0 68.6 259.0 1.011 3.4 (6.9 2.4 (13.

Figura 31 – Mapa da produção agrícola – Milho segunda safra Fonte: Conab/IBGE. n. 2014 66 . 2 . v. safra bras. grãos. 1 . Acomp.Safra 2014/15. out.Primeiro Levantamento. Figura 32 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab.

(DV)=desenvolvimento vegetativo.6 31.0 1.542 5. A estimativa total da área de milho para a temporada 2014/15. out.145.0 50.1 3.3 - - 4.9 2. nessa primeira intenção de plantio.9 - - AL 31.901.4 - - 3.9 100.5 3.0 - - 5.5 554.1 32. % Safra 13/14 (b/a) (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.140 5. 2014 67 .230.2 3.3 730.0 268.4 1.0 1.519.263.246.467.824.337 (1.1 5.9 166.182.214. % PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.410.4 88. produtividade e produção – Milho segunda safra ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF NORTE Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.4 SUL PR NORTE/NORDESTE Fonte: Conab.616.5 554.390 5.5 27.0 268.058.670 4.182.390 5.2 - - BA 268.4 48.864.7 9.493 4.6 10.901. 1 . 2 .1 DF 50.4 437.4 3.519.8 3.751 - 331.901.0 31.592 3.5 BRASIL 9.901.4 33.0 1.998 4.5 326. (F)=floração.6 226. apontou para uma redução variando de –4.todo estado de AL (C) .630 2.2 GO 952.577 2.5 326.670 - 1.4 - - 4.6 MT 3.6 3.2 3.0 45.976 3.207.641.207.0 1. (FR)=frutificação.6 - - TO 100.6 1.5 5.408 5.747 (2.516 5.2%.2 460.2 - - 5.495.6 226.9 166.8) SUDESTE 554.0 1.0 1.457 5.2 5.5 6. totalizando um intervalo de 76.7 2.0 - - 5.183 4.6 5.3 3.145. n.200.759.7 3.5 2.2 1.4 227.624 0.8 8.2 18.751.9 0.850. F e/ou FR) Possíveis problemas Chuvas reduzidas favoráveis Possíveis problemas por excesso de chuva (C) por falta de chuva .1 a –1.864.3 952.561 4.0 0.192.4 - - 3.0) 10.0 - - 887 887 - 27.255 5.6 (1.751.0 8.1 867.8 - - RO 88.998 - 166.5 - - 4.0 2. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) 189.Primeiro Levantamento.3 189.4 33.4 786.0) 975.182.807.667.0 - - 9.5 milhões de hectares.8 791.0) (1.Safra 2014/15.0) 1.9 100.3 3.321 3. grãos.9 milhões de toneladas.7%.7 CENTRO-SUL 8. Tabela 27 – Comparativo de área.706 3.410.8 5.4 2.4 10. DV.0 31.6 a 78.7 - - 5.Tabela 26 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Cultura Chuvas favoráveis (G.337 (1.5 27.8 0.0 228.0 1.0 2.769.5 32.1 a 15.6 10.019.2 17.0 - - 5.todo estado de SE (C) .0 50.214.725 3.5 - - SE 226.4 2.6 3.733 0.901.0 8.0 1.centro-leste de PE (C) (G)=germinação.810 4.058.4 88.2 MS 1.6 49. (C)=colheita.5 2.130 6.8 49.5 18. prevê-se uma redução na produção variando de –4.1 867.4 - - 3.7 0.751.850.4 MG 228.813 - 867.632 3.5 - - 4.7 1.901.0 2.381 2.5 3. Nota: Estimativa em outubro/2014.6 331.6 NORDESTE CENTRO-OESTE 5.8) 450.019.230. A depender das condições do clima que irão homologar ou não.145.4 786.0 437.058.759.3 189.8 730.0) 10. safra bras.3 SP 326. Fonte: Conab.4 (2.7 9.2 3.439 5.1 - - PI 33. (M)=maturação.0 - - 5.6 a –1.0) (1.3 45.192.8 2.9 - - 4.5 - - 5.636.000 8.3 952.3 - - 6.6 - - 4.8) (2.0 228.145.3 3.0 - - 5. Acomp.3 5.246.4 2.252.9 MA 227.3 2.813 3.7 975.2 7.5 5.3 1.627.561 - 460. quando comparado com o exercício passado.8 791. contemplando-se tanto a primeira quanto a segunda safra. Milho 2ª safra Safra 13/14 Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio. situando o total da área plantada entre 15.751 3.5 44.7 8.183 - 791.2 - - 786.7 - - 3.714 3.nordeste da BA (C) . as produtividades estimadas.495.6 (1.722.2 1.2 460.1 3.6 6.263.0 1.230.6 704.519.265 5.7 975.0 - - 2.207.4 227.4 10.769.837.6 331. v.641.581 2.

2 .3. v. Acomp. Milho total Figura 33 – Mapa da produção agrícola – Milho total (primeira e segunda safras) Fonte: Conab/IBGE.Colheita. n.Safra 2014/15. out. 2014 68 .Quadro 11 – Calendário de plantio e colheita – Milho segunda safra UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Norte RR RO AM TO Nordeste MA PI PE AL SE BA Centro-Oeste C P P P P P P P P P P P C C C C C C C C C MT MS GO DF Sudeste MG SP Sul PR P P C C P C C C C C C C C C C C C C P P P C P P P P C C P P P P C C P P P P C C C C C C C C C C C C P P P P P P P P P P P P P P P P P C C C C C C C C P P P C C C C C C Legenda: P .Primeiro Levantamento.Plantio.Plantio e colheita. Fonte: Conab. safra bras. grãos. P/C .7. C . 10.1. 1 .

846 2.1 TO 151.6 (4.8) (0.3 3.589.0 31.9 (12.1 7.5) 20.669.725.717.762 (5. safra bras.7 milhões de toneladas. as cotações que iniciaram o mês em US$ 3.4 3.2 1.5) (5.5 1.332 2.2 1.862.612 2.0 86.739 (8.5 70.2 CENTRO-SUL 12.753.278 9.999.5 463.0 1.3 GO 1.5 76.500 4.2 34.8 827.323.354.3 0.4 151.015 3. 10.1 - - 2.3 0.0) 1.2 2.0) SP 753.566.8 425.6 228.7) 24.913 (3.5 27.2 2.029.4 10.271.1 (5.057 5.8 0.5 42.59/bushel (US$ 141.7 - - 3.6 - - 835 892 6.8 102.4 536.8 3.2) 4.671.929.233.8 401.104 1.2 (4.0 2.4 PI 405.4 (1.5 (6.3 (10.5) (14.0 78.3 12.2 683.2) (2.4 463.1) 1.1 184.3) 6. visto que o excesso de oferta do grão advindo de uma excelente safra nos Estados Unidos.6 4.509.3 (8.6 10.0 689.5 6.7 2.687 2.2 2.751.6) 6.400 3.821.0 7. não havendo outros que pudessem causar um movimento contrário nos preços internacionais. 2014 69 .33/ton) despencaram para US$ 3.3) SC 471.5) 5.1 424.6 - - 462 485 5.907.6 (5.711 2.3 10.0 35.481.301 0.0) (4. 1 .741.0 11.1 - - 921 979 6.6 7.4 (8.0) (10.8 550. grãos.852.041.799 2.8 (7.402 2.8 647.415 9.2 69.6 480.0 - - 9.4 3.663.113 5.7 1.324 (0.5 15.305.6 22.349.9) (1.513.279.6 2.714.0 35.670 - 1.780.4 37.7 (4.451.8 29.0 6.2 18.1.328.7) 3.0) 7.0) 60.4 18.106.7 (1.7.445 4.484.8 8.3) PB 76.6 228.105. produtividade e produção – Milho total (primeira e segunda safras) ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF NORTE Safra 13/14 Safra 14/15 (a) Lim Inf (b) Lim Sup (c) 551.4 - 2.211.5) - - 2.0) (3.0 2.846.0 11.4 4.182.5) 2.196 5.2 DF 89.4 32.6 - - 411 378 (8.934.5 11.0 10.4 993.Safra 2014/15.8 9.6 (1.191.5 1.5 7.1) 1.709 3.9 - - 4.2 3.6 226.7 26.7 455.107 5.0 89.8 691.385 6.1 RR 6.2 907.679. Acomp.2 2.928 5.4 - - 633 465 (26.8 648.5 - SE 226.174 27.8 3.326.0) (1.6 3.5 8.6 76.033.173.6) (2.051.948.2 10.6 26.331.2) NORTE/NORDESTE Fonte: Conab.5 986.5 52.7) 5.4 MS 1.5) 1.9) BRASIL 15.8 32.1 28.6 480.8 MT 3.7 (15.0 1. % (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.9) (21.1 (7.5 3.723 2.5 27.3 AC 46.2) 15.4 53.1 PE 228.4) 6.8) (2.6) 1.4 18.0 9.5) (9. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) 3.8 14.0 4.486.648 3.0 21. cerca de 365.3 1.7 6.3 (13.1) 2.906.058.605.2) 1.0 - - 887 887 - 27.2 2.7 6.535.6 - - 4.8 45.20/bushel (US$ 126.5 79.298.2 2.743.728 (4.574.6 226.2 37.5) MG 1.3 (5.5 1.3 2.236 5.4 CENTRO-OESTE 6.1 3. % Safra 13/14 (c/a) (0.1 (26.7 4.1 7.8 1.9 29.5) 5.917 4.796.4 10.5) 4.Primeiro Levantamento.7) (0.3 3.8 108.0 CE RN NORDESTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.736 0.2 825.8 1.0 (8.212.2 1.0 4.377.944 (10. Oferta e demanda As cotações de milho na Bolsa de Chicago sofreram fortes quedas ao longo do de setembro.5) (0.4 86.069.478 (2.858.018.2 3.864.526.5 RO 149.0 2.0 AP 2. Nota: Estimativa em outubro/2014.2 5.670 4.058.943.2 2.5) (1.7 2.2 MA 606.0) 94.6 76.448 6.5 547.0 31.9) 1.654 5.986.879.1) (0.837 3.9 2.4 1.9 1.611.9 7.2 10.0 3.0) 2.5 1.8 555.7 573.499.4 (4.3 9.728.893.554 1.4 32.787.7 (14.7 (3.340 2.5 730.8 785.082 0.0 399.3) 3.Tabela 28 – Comparativo de área.3 428.4 4.3) 5.081.1) 5. v.626.2 5.7) 5. Assim. n.2 3.367 5.0 2.3 149.8 (9.7) SUL RS - (13.1 6.143.6) (1.2 1.7) (0.8 3.7 1.058.9 SUDESTE RJ 4.8 9.7 827.3) 10.1) - AL 31.5 (4.8) (3.1 AM 11.380 2.899.0 4.182.1) (3.0 89.3 21.7 (8.1 480.8) 5. out.7 428.1) ES 22.5) 5.9 401.3) (26.303 3.5 (1.5 67.0 184.2 - - BA 812.6 108.433.2) (8.4) (10.3 35.495 (8.1) (1.546.9 151.9 1.873.031.587.2 PA 184.093 5.0 2.604 2.0 1.7 (4.2 3.1) (8.1 555.0 - 0.0 2.3) - (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.6) (5.0 - 923 1.0) (4.911.3 3.905.1 5.1 3.31/ton).3 (3.2 3.9) 4.9 14.9 (0.1 15.916 3.3 2.485.4 7. 2 .544 4.3) 5.4 (2.5 691.627 2.2 6.427.240.0) (3.7 6.709 5.0 (4.160.396.3 6.6 (4.2) PR 2.9) 6.7 15.4) (17.049.1 (22.2 1.703.542 2.3 149.2 1.7 (5.9 2.5) 0.5 6.1 8.3 8.486.537.473 5. de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) foi o principal fundamento baixista do mês.8 6.051 3.401 12.3 15.9 3.298.8 21.2 (1.4.800.

safra bras. v. já que nessas condições a paridade de exportação não se torna atrativa ao produtor nacional que tem preferido reter o milho. dispondo.28% abaixo do registrado em setembro de 2013. 2014 70 . grãos.Primeiro Levantamento. a exportação de setembro chegou a 2. ou seja.7 milhões de toneladas. out. ficando 22. inclusive. n. Gráfico 24 – Exportações brasileiras de milho de jan/2011 a set/2014 (toneladas) Acomp. Evidentemente que esta queda das cotações em Chicago prejudicou bastante o andamento das exportações de milho do Brasil. 2 . o excesso de oferta não permitiu recuperação nos preços. 1 . aquém do que se esperava. Nesse sentido.Gráfico 23 – Evolução das cotações de milho na Bolsa de Chicago – 1ª entrega (US$/t) Mesmo com uma redução na produção chinesa – de 222 para 217 milhões de toneladas – devido à seca que atingiu a China nos últimos meses.Safra 2014/15. de silos bag para armazenamento da produção.

considerando. grãos. 1 . tanto da safra 2013/14 quanto da 2014/15. devido à diminuição da área plantada. este quadro está criando um complicador para o cenário da comercialização. Além do impacto causado na expectativa do produtor brasileiro em continuar aumentando a área plantada em cerca de 3. tais como o petróleo.Este cenário levou à alteração da expectativa de exportação de milho para a safra 2013/14.5% com a oleaginosa. no intervalo entre 25 e 30% do total da safra e nesta temporada até essa data. No entanto. 10. por consequência. a expectativa do mercado diante dos line ups dos portos. diante de tal cenário. Contudo. chegando a 55 milhões de toneladas. Em relação ao mercado interno.8. em anos normais. de 21 para 19. exercendo influência sobre as cotações domésticas. variando entre 2. está sendo visto com preocupação pelos agentes de mercado. 2 . deverão permanecer altos. decorrente de riscos climáticos. destaca-se a diminuição da área da primeira safra de 2014/15 – fato que já era previsto – podendo ficar abaixo de 30 milhões de toneladas. vez que tal informação somente será percebida a partir do quint levantamento da safra 2014/15. a partir desse período. afastando em definitivo. quanto de soja. a expectativa de eventuais problemas na oferta. num momento de coincidência com o período de plantio da safra 2014/15 na Região Centro-Sul. tanto de milho. v.1. principal produtora do país. Para 2014/15 há uma expectativa de aumento do consumo interno em torno de 2% apenas. contra uma média de 6% da safra 2000/01 até agora. out. e podendo.Safra 2014/15. Os preços em Chicago para contratos futuros a ser entregues em meados de março de 2015. Acomp. de uma maneira geral. houve uma forte redução das cotações em função da oferta americana.Primeiro Levantamento. devido ao clima frio de parte do Cinturão do Milho. que representam uma importante estratégia adotada pelo produtor no cadenciamento das suas vendas. situavam-se em média.5 milhões de toneladas. bem como a possibilidade de estrangulamento logístico diante desta super safra. já que o setor de produção animal ainda não está refletindo os embargos da Rússia em relação às relações comerciais com os Estados Unidos e Europa. A possibilidade de que essas vendas se concentrem com a proximidade da colheita. influenciar na tomada de decisão do produtor no plantio do milho segunda safra. safra bras. Neste mesmo período. encerraram em setembro com uma forte redução dos seus preços nos mercados futuros. ainda. isto por que a alta do dólar tem favorecido um pouco este movimento exportador e os Estados Unidos enfrentando dificuldade na colheita. as vendas antecipadas. os estoques finais. já que os preços internos permanecem baixos e sem expectativas de recuperação no curto prazo. variaram positivamente. n. principal via de escoamento do país. quando cristalizou-se a certeza na dimensão da sua safra de grãos. do final de fevereiro até junho deste ano. 2014 71 . Soja Os produtos agrícolas. vez que o Rio Mississipi. também serve para escoar outros produtos. sendo acompanhados no mercado interno. atingem no máximo 10%.5 e 3 milhões de toneladas por mês até janeiro de 2015.

out.Figura 34 – Mapa da produção agrícola – Soja Fonte: Conab/IBGE.Primeiro Levantamento. 2014 72 . n. grãos. Acomp. v. safra bras. 1 . 2 .Safra 2014/15. Figura 35 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab.

atingindo o montante de 26. a área estimada na primeira intenção de plantio da safra 2014/15. mas especialmente. a prática produtiva se inicia com a produção de arroz como forma de correção do solo para posterior plantio da soja. deverá situar-se no intervalo de crescimento variando de 1. Para a Região Centro-Sul.4 a Acomp. com o início do período chuvoso.9 a 4. situando-se no intervalo de 1.sul de SP. (DV)=desenvolvimento vegetativo. representado pela anexação de áreas outrora destinadas para o milho. Fato idêntico se observa nos estados do Centro-Oeste. desde a safra passada. exceto norte (PP) .norte de SP (PP) .7 milhões de hectares. out. nos estados da Região Sul. feijão cores e pastagens. em função do solo ainda não se apresentar totalmente apto para o plantio em todas as regiões do estado. n. Adicionalmente. F e/ou Possíveis problemas Chuvas reduzidas Possíveis problemas por falta FR) por excesso de chuva favoráveis (C) de chuva .1 milhões de hectares. Fonte: Conab. frente às demais concorrentes. que providenciaram um grande volume de compras antecipadas. com a incidência de chuvas também nesse período. O somatório dessas expectativas indica para a oleaginosa uma continuada tendência de crescimento da área plantada no Brasil. devido ao aumento do plantio da oleaginosa sob pivô.todo estado de SC (PP) do MT (PP) Soja .parte do sul de GO (PP) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.Safra 2014/15. v. Região Norte-Nordeste O plantio da safra 2014/15 na região só deverá ocorrer a partir de dezembro. tem servido de estímulo ao produtor local. São Paulo. que pretende ampliar sua área plantada. Nessas regiões é onde acontecerá o maior incremento na intenção de plantio da nova safra para a Região Norte-Nordeste. oportunidade bastante aproveitada pelos produtores.leste de RO (PP) . mesmo nas áreas novas.parte do norte e sul de MT (PP) . e este desempenho. (M)=maturação.DF (PP) . Esse cenário no Mato Grosso fez com que o mês de setembro apresentasse o maior incremento de área semeada nos últimos anos.4%. atingindo uma área que irá variar de 3. (G)=germinação. com as expectativas situando-se nos intervalos de 3. safra bras. uma certa manutenção dos valores relacionados aos custos de produção. 1 . Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os que apresentam as maiores intenções de aumento. DV. Paraná. Cultura Região Centro-Sul Apesar de nesse momento.parte do norte. já possibilitaram o adiantamento no calendário de plantio em importantes áreas de produção.todo estado do RS (PP) . as chuvas iniciadas na primeira quinzena de setembro. 2 . (FR)=frutificação.todo estado do PR (P) . A safra recentemente colhida foi obtida dentro de um quadro climático bastante melhorado. Esses fatos deverão contribuir para o incremento do plantio. os preços não apresentarem bom suporte para a safra que será iniciada.1%. grãos.Tabela 29 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Chuvas favoráveis (G. o dólar continua apresentando valorização ante o real. quando comparado com o observado nas últimas três safras.6 a 8. No entanto.norte e parte do sul de GO (PP) . capitaneada pelo comportamento dos preços dos fertilizantes.7 a 27. do sul e nordeste . De uma maneira geral. (F)=floração.Primeiro Levantamento. Colocam como atrativo.todo estado de MS (PP) . tornando a queda observada nos preços internos mais amena do que nas cotações internacionais do produto. 2014 73 .1% a 5. Na região do MATOPIBA. nesse primeiro semestre. os produtores consideram que o plantio da oleaginosa ainda é a melhor opção.Triângulo e noroeste de MG (PP) . observa-se entre a maioria dos produtores o plantio direto com a oleaginosa. (C)=colheita.

7 BRASIL 30.6 77.4 - - 3. Nota: Estimativa em outubro/2014.5 (11.5) 14.055.3 NORDESTE (10.6 45.683.2 12.7 3.0 5.0 6.2 1.900 3.867.029.9 2.854 2.7 8.0 3.974 2.4 1.020 3.2 15.901 0.687 2.737.5.Plantio. safra bras.648 2.000 3.374 2.4 5.4 RO 191.7 659.359.954.4 755.2 41.909. 1 .6 a 31.3) (10.029. grãos.238.Colheita.Primeiro Levantamento.1 19.0 10.241.4) 12.067.3 2.7 4.826 (6.7) 1.939.9 26.263.836.9 1.855.7 RS 4.415.788.520 2.068 11.9 9.780.4 221.129.8 15.1 10.2 11.751 3.2 668.5 43.151.7 1.6 76.308.4 1.4 11.4 1.0 3.7 1.0 6.4 14.950 2.7 11.1) 29.905 (1.2 11.0 2.7 MA 662.120 2.5) 4.010. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.5 8.9 2.4 20.5 20.509.492.6 20.4 2.792 2.520 2.5 5.2 7.Plantio e colheita.0 6.6 1.530.2 15.3 PI 627.291 9.0 18.2 2. 2 .0 7.0) (1.173.605 2.2 (6.916.8 19.0 237.8 204.651.3) 12.194.5 2.0 11.6 2.452.0 9.307 (11.781.441.5 10.704.6 28.0 2.0 8.324.128 1.0 9.7 4.0 10.4 3.7 5.7 86.6 2.327.0 26.014.488.8 88.602.5 2.180 3.292.2 GO 3.0 18.032 35.9 4.0 6. out. Fonte: Conab.3 607. Acomp.6 6.9 2.151 9. que irá proporcionar um montante variando de 30.2 8.861.9 2.5 2.1 2.3 6.0 7.5 14.8 2.8 715.615.0 586.621 (6.0 2.0 12.2 10.148.300.7 216.3 Fonte: Conab.1 30.058.800.0 5.814 10.1 8.069 3.9 2.860 13.7 1.178.731.7 9.253.7 14.0 4.7 668.2 - 4.7 10.0 237.0 1.030 2.507.688.7 2. Tabela 30 – Comparativo de área.391.9 5.2 37.9 8.0 - - 3.730.7 10.4 5.2 12.3 (3.599.015.419.0 2.3 677.0 3.2 1.0 72.6 6.898.9 28.0 3.823.8 2.9) 0.6 8.884 2.8 milhões de hectares.6 27.101.370.5 3.834.4 (1.644.476.236.108.100 3.312.877 3.012.3) 56.9 3.132.5 3.010.0 SC 542.9 2.0 1.237.320.5 2.0 MS 2.8 2.2 3.4 50. C .3 1.046.4 221.0 - 5.349 5.137.122 13.9) SUDESTE SUL NORTE/NORDESTE 3.489.4) PR 5.0 2.099.7 1.2 1. produtividade e produção – Soja ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) NORTE Safra 14/15 PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.9 31.1 3.7 2.406.6 SP 751.2 27.903 1.7 766.1 2.3 1.2 5.0 2.1 3.1 684.0 MG 1.395.7 21.246 3.2 3.2 3.6 4.9 7. P/C . Quadro 12 – Calendário de plantio e colheita – Soja UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Norte RR RO PA TO Nordeste P P P C C C C C C C C C C P P C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C P P P C P P P P P P P P P P P P MT MS GO DF Sudeste P P P P P P P P P P P P MG SP Sul P P P P P P PR SC RS P P P P P P P P P MA PI BA Centro-Oeste C C P C P P P Legenda: P .9 8.6 4.3 0.813.0 14.0 5.9 793.0 2.0 3.5 702.798 (10.916 10.6 2.7 1.7 14.7 826.3 14.0 2. v.7 11.971 17.6 5.102 2.0 1. % Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.444.851.0 8.7 TO 748.6 686.1 5. 2014 74 .0 - - 3.120.120.392.579.0 3.7 3.656.5 3.3 3.7 48.8 13.0 2.9 BA CENTRO-OESTE DF 72.4 1.106 7.7 2. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) 10.724.464 3.756.2 1.399.989.596.2 11.1 8.0 2.939.5 6.2 26.5 4.0 2.8 RR 18.6 8.192.5 2.8 4.378.3 1.1 196.933 9.Safra 2014/15.8 1.297.3 MT 8.754 3.051.5 PA 221.1 4.1 16.7 559.7 2.4 CENTRO-SUL 26.1 1.2 1.2 50.900 2.144.620.3 1. n.6 92.669.544 2.5%.6 4.005 3.941.127.663.4 5.555.8 686.2 24.4) (7.8 27.878.0 72.994.2 80.291.

a estimativa é de uma produção de 7.20 (US$ 334. grãos.95% maior que da safra anterior. os preços primeira entrega (spot) na Bolsa de Mercadoria de Chicago (CBOT) que estavam cotados acima de UScents 1.7/t). Apesar dos baixos preços no mercado de futuro. Os estoques de passagem foram estimados em 1. devido aos baixos preços nacionais estimados. não teve desvalorização igual ao mercado internacional.92/t). um consumo interno de 6. com um consumo interno de 14.200/bu (US$ 440.67 milhões de toneladas e a um valor médio de US$ 518. segundo a Secretaria do Comercio Exterior (Secex) ficaram em aproximadamente 2. 2.62 milhões de toneladas. uma exportação de 14 milhões de toneladas e um estoque de passagem de aproximadamente 3 milhões de toneladas.Safra 2014/15. menor valor desde fevereiro de 2010. Com isto. Já para 2015 a perspectiva é de que o consumo interno total de grãos seja de 42. 15. Acomp.8. Com o aumento dos esmagamentos nacionais. Para a próxima safra. em função do aumento dos percentuais de biodiesel de 5% para 6% em julho e 7% em setembro deste exercício e aos baixos preços internacionais. devido à alta do dólar frente ao real e o pouco produto no mercado interno.1. out.81/t) levando a acreditar que os preços futuros para este período devem ser superiores aos praticados em setembro de 2014.4% em relação ao consumo do ano de 2014.Primeiro Levantamento. 1 . Os preços futuros para março de 2015 também estão na faixa dos UScents 935.10. Este aumento advém de um crescimento das importações chinesas estimado em aproximadamente 74 milhões de toneladas para o próximo ano. apesar da baixa nos preços internos da saca de 60kg. com aumento de aproximadamente 5. as exportações brasileiras de soja em grãos para 2015 foram estimadas em 48.2 milhões de toneladas. O mercado nacional.59 milhões de toneladas para safra 2014/15. em setembro chegaram a UScents 910. Finalmente. o maior dos últimos 10 anos.1 milhões toneladas e exportação de 1.49 milhões de toneladas.1. 2014 75 . v.93 milhões de toneladas.3 milhões de toneladas. safra bras. 2 .4/t. a Conab vislumbra uma produção média de 90. n. ou seja. ou seja.69/bu (US$ 343. Oferta e demanda Em setembro o Departamento de Agricultura Americano (USDA) divulgou que a produção de soja em grãos nos Estados Unidos seria de 106. para o óleo de soja. um crescimento de 4% em relação à safra anterior.44/t).6 milhões de toneladas. As exportações brasileiras de soja em grão. a perspectiva é de que a produção de farelo de soja seja de aproximadamente 30 milhões de toneladas.5 milhões de toneladas. até agosto. e que os estoques finais deste país seriam de 12.5 milhões de toneladas.89% menor que o mesmo período do ano passado (US$ 533.

P/C . 1 . 2014 76 .Safra 2014/15. C .Colheita. safra bras.10.Plantio.Primeiro Levantamento.Plantio e colheita. v. out. Sorgo Figura 36 – Mapa da produção agrícola – Sorgo Fonte: Conab/IBGE. grãos. Acomp. 2 .1. Quadro 13 – Calendário de plantio e colheita – Sorgo UF/Região 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez Norte TO Nordeste 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar P PI CE RN PB PE BA Centro-Oeste P 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun C P C P P P P P P P P P P P C P C MT MS GO DF Sudeste P P P P P P P P P P P MG SP Sul RS P P P P P P C C C P P P P P 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set P P C C C P C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C Legenda: P . Fonte: Conab.9. n.

8 - - 560 820 46.7 - - 2.0 (2.0) (35.0 731.7 38.551 (19.854.2 - - 4.9 206.5 40.4 20.0 (12.1 137.4 363.2 - - 2.0 - - 3.1 - - 1.1 1.9) (14.990 (0.4 139.7 0.7 - - 3.2 1.4 1.1 506.2 34.891.0 9.9 1.406 (4.3) NORDESTE 2.300 2.974 2.3) (0.0) 1.4 39.8) MS 9.880 1.645 2.4) (2.3) (12.0) 40.6 703.2 8.398 (0.1 1.1 169.0 175.400 3.0 BA 137.8 PI 7.7 0. 2 .4 - - 1.012 (32.5 139.2) RN 1.4 39.5 6. % Lim Inf (g) Lim Sup (h) (g/f) (h/f) NORTE 20.Tabela 31 – Comparativo de área.126.2 1.7 7.526 2.8) MT 139.0 731. % Safra 13/14 (c/a) (d) (e) (e/d) (f) Safra 14/15 VAR.675.0 29.2 - - 955 921 (3. n.8 1.7 137.0 1.5 126.8) (4.0 1.7 148.5 118.4 335.6 335.5) 0.6 - - PE 1.1 PB 0.982 (2.5 139.4 1.1 1.5) MG 170.1 9.2 0.054 2.0) (2. Acomp.0 26.5 - - 2.3) 30.2 - - 2.0) SUL RS (0.392 3.094.2 15.1 547.249 (15.4 178.2 170.1 137.6 (4.2 15.0 - - 2.2 8.8) 1.7 - - 922 938 1.2) 183. 2014 77 .3 26.8) (2.1 506.0 1.6) 1.1 9.4) BRASIL 731.2) 15.1 - - 867 923 6.7) (19.0 139.9 126.2) (6.854.8 12.4) 549. produtividade e produção – Sorgo ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 13/14 (a) Safra 14/15 PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) VAR.8 1.2 0.0) 1.191 (6.176 (35.Primeiro Levantamento.6 TO 20.2 1.3 0.7 1.7 363.0 183.9) 15.4 20.0 703.0 (41.1) 36.4 20.2 34.003 2.931 2.880 1.7) (0.3 GO 206.8 178.4 39.819 1.8 1.4 20.2 (14.5) Fonte: Conab.7 - - 1.2 34.8 - - 3.931 2.8 (6.2 0.4 - - 1. Nota: Estimativa em outubro/2014.2 15.4 2.9 - - 3.4 2.5 50.3) (33.894 (12.3 1.587 2.1 9.9) (14. % Lim Inf (b) Lim Sup (c) (b/a) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 13/14 Safra 14/15 VAR.6) 707.9) NORTE/NORDESTE 169.249 (15.2 34.6 547.9 561.3) 14.9 206.094. v.1 - - 3.096 3.8) 352.3 - - SP 12.9 - - 3.8 12.6 2.7 7.0) 40.0 1.4 6.1) 43.2 15.7 148.Safra 2014/15.1 29.489 (39.057 2.2) (19.645 2. out.7 38. safra bras.8 1.9 561.008 (2.2 - - 1. 1 .975 0.0 DF 8.2 - - 2.1 (0.2 (14.500 1.1 (2.7 363.3 506.715.3) 1.1 169.0) CE 0.2 (33.6 148.037 1.0 183.675.9 CENTRO-SUL 561.442 1.4 39.2 170.420 3. grãos.8 40.5 1.1 (35.8 1.2) (41.537 (2.1 CENTRO-OESTE SUDESTE 50.3 (2.

v. out. Figura 38 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab.Primeiro Levantamento. 2014 78 . Aveia Figura 37 – Mapa da produção agrícola – Aveia Fonte: Conab/IBGE.1.Safra 2014/15. safra bras. n.2. 2 . grãos.2. 1 . Acomp.10. Culturas de inverno 10.

2 12.todo estado do RS.0 11. safra bras.9 418.000 11.2) 10. Quadro 14 – Calendário de plantio e colheita – Aveia 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez UF/Região 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar Centro-Oeste MS Sul P PR RS C C 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun P P P P P C 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set P P C C C P P C C Legenda: P .noroeste do RS (F/FR) . P/C .427 32.8 397. % Safra 2013 (d) (d/c) (e) Safra 2014 VAR. n.0 61.6 28. 1 .4 (5.Safra 2014/15.6 113.5 88. (C)=colheita. v. (DV)=desenvolvimento (M)=maturação.0 5.5 (13.5 (9.2 Fonte: Conab.682 3.2 BRASIL 170.9 (10.362 2.2 12.8 397.695 1.9 MS SUL PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) 102. DV. Nota: Estimativa em outubro/2014. Possíveis problemas por falta de chuva Aveia vegetativo.4 5. C .0 141.2) 2. grãos.339 2. % Safra 2013 PRODUÇÃO (Em mil t) 5.8 1.0 11.6 28.1 154.1 154.470 (13.Tabela 32 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Cultura Chuvas favoráveis (G.7) 2. F e/ou Possíveis problemas FR) por excesso de chuva Chuvas reduzidas favoráveis (C) .2) 2.9 274.3) 1.4 387.9 418.5) 2.Primeiro Levantamento.4 PR RS Safra 2014 VAR.7 58.2 5. Fonte: Conab.9 265. (F)=floração.0) 10.7 25. (G)=germinação.474 (13.5 (3. 2014 79 .772 17. Tabela 33 – Comparativo de área.831 2.4) CENTRO-SUL 170.Plantio e colheita.339 2. (FR)=frutificação.4 5.Colheita. 2 . out. Fonte: Conab. exceto noroeste (F/FR) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.9 7. % (f) (f/e) 7.Plantio.708 15.9 407. produtividade e produção – Aveia ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 2013 (a) CENTRO-OESTE (b) (b/a) (c) Safra 2014 VAR. Acomp.0 164.centro e leste do PR (FR/M/C) .5 (9.694 1.708 15.2 146.8 1.

2 (0.8 60.0 14.330 1.7 1.500 (5.Safra 2014/15.8 60.5 21.2.527 14. Tabela 34 – Comparativo de área. grãos.0 Fonte: Conab.Primeiro Levantamento.527 14.527 14.330 1.2 (0.2. Acomp.0 BRASIL 45.696 108.2 6.5 69.1 58.5 45. 2014 80 .587 1.0 14.330 1. safra bras. n. Canola Figura 39 – Mapa da produção agrícola – Canola Fonte: Conab/IBGE.3) 30.5 (15.Colheita. Nota: Estimativa em outubro/2014. Fonte: Conab.8 60. v. % Safra 2013 (b) (b/a) (c) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 2014 VAR.2 (0.7) 1.0 14.5 45.6 CENTRO-SUL 45.5 45.Plantio.4 10.2) 813 1. Quadro 15 – Calendário de plantio e colheita – Canola 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez UF/Região 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set Sul PR SC RS C C C P P P P P P P P P C C C C C C Legenda: P . 1 .5) 48. produtividade e produção – Canola ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 2013 (a) SUL PR RS PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 2014 VAR. out. C .6 12. % (f) (f/e) 45.3 39.Plantio e colheita.7) 1.2 (59. 2 .0 15.0 28.10.5 69. % Safra 2013 (d) (d/c) (e) Safra 2014 VAR.7) 1.5 69. P/C .

grãos.5 1.5 1.0 1. % Safra 2013 (b) (b/a) (c) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 2014 VAR.3 30. Quadro 16 – Calendário de plantio e colheita – Centeio 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez UF/Região 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set Sul PR RS C C C C P P P P Legenda: P . Tabela 35 – Comparativo de área.7 3. C .1 2. 2 . % Safra 2013 (d) (d/c) (e) Safra 2014 VAR.Plantio. out.7 3. Acomp.Colheita.Primeiro Levantamento.000 11. % (f) (f/e) 1.8 47.500 0.8 1.800 2. Centeio Figura 40 – Mapa da produção agrícola – Centeio Fonte: Conab/IBGE.Plantio e colheita.6 33.6 33. safra bras.3.1 2.3 PR 1.000 11.5 1.10.2.3 BRASIL 1.0 1.8 20. Nota: Estimativa em outubro/2014.7 3.800 2.0 1.0 1. P/C . produtividade e produção – Centeio ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 2013 (a) SUL PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 2014 VAR. 1 .0 1.1 2.167 13.000 11.5 0.Safra 2014/15. Fonte: Conab. v.8 20.8 20. 2014 81 .9 2.6 33.8 - CENTRO-SUL 1.500 1.5 - 1. n.800 2.3 - Fonte: Conab.904 2.8 0.4 RS 0.

2 .2. safra bras. grãos.Primeiro Levantamento. v. Cevada Figura 41 – Mapa da produção agrícola – Cevada Fonte: Conab/IBGE.10. 2014 82 . out.4. Acomp. n. Figura 42 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais estados produtores do Brasil em setembro de 2014 Fonte: Conab. 1 .Safra 2014/15.

Tabela 36 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro
Possíveis problemas
Chuvas reduzidas
Possíveis problemas por falta
por excesso de
favoráveis (C)
de chuva
chuva
- nordeste do PR (FR)
- noroeste do RS
Cevada
- todo estado do RS, exceto noroeste(F/FR)
(F/FR)
Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio; (G)=germinação; (DV)=desenvolvimento vegetativo; (F)=floração; (FR)=frutificação;
(M)=maturação; (C)=colheita.
Fonte: Conab.
Cultura

Chuvas favoráveis (G, DV, F e/ou
FR)

Quadro 17 – Calendário de plantio e colheita – Cevada
23/09 a 21/12
Primavera
Out
Nov
Dez

UF/Região

21/12 a 20/03
Verão
Jan
Fev
Mar

20/03 a 21/06
Outono
Abr
Mai
Jun

21/06 a 23/09
Inverno
Jul
Ago
Set

Sul
PR
SC
RS

C
C

C
C
C

P
C

P

P
P
P

P
P
P

Legenda: P - Plantio; C - Colheita; P/C - Plantio e colheita.
Fonte: Conab.

Tabela 37 – Comparativo de área, produtividade e produção – Cevada
ÁREA (Em mil ha)
REGIÃO/UF

Safra 2013
(a)

SUL

PRODUTIVIDADE (Em kg/ha)

Safra 2014 VAR. % Safra 2013
(b)

(b/a)

(c)

PRODUÇÃO (Em mil t)

Safra 2014 VAR. % Safra 2013
(d)

(d/c)

(e)

Safra 2014 VAR. %
(f)

(f/e)

102,9

118,1

14,8

3.510

3.528

0,5

361,2

416,6

PR

43,7

54,2

24,0

4.157

4.150

(0,2)

181,7

224,9

SC

1,8

0,9

(50,0)

3.300

3.000

(9,1)

5,9

2,7

RS

15,3
23,8
(54,2)

57,4

63,0

9,7

3.024

3.000

(0,8)

173,6

189,0

8,9

CENTRO-SUL

102,9

118,1

14,8

3.510

3.528

0,5

361,2

416,6

15,3

BRASIL

102,9

118,1

14,8

3.510

3.528

0,5

361,2

416,6

15,3

Fonte: Conab.
Nota: Estimativa em outubro/2014.

10.2.5. Trigo
A previsão para a safra brasileira é de que a área tenha um aumento de 22,1% em
relação a 2013, o que corresponde a 488,7 mil hectares, alcançando 2.698,5 mil hectares.
O aumento previsto para essa safra tem relação com a demanda que, assim como na
safra anterior, continua aquecida, visto que o país é um grande importador. A produção do
país nas últimas seis safras tem sido, em média, 5,7 milhões de toneladas, enquanto o
nosso consumo chega a 10,7 milhões de toneladas. Nesta safra, apesar da expectativa
de produção de 7,7 milhões de toneladas, a demanda deve chegar a 12,2 milhões de
toneladas, ou seja, ainda que esta produção se consolide, ainda será necessário importar
5,5 milhões de toneladas.
A área semeada com trigo no Rio Grande do Sul ficou em 1.140,5 mil hectares,
com crescimento de 9,8% em relação à safra anterior, podendo sofrer ainda pequenos
reajustes. A semeadura da safra de trigo 2014 começou na primeira quinzena de maio na
fronteira noroeste do estado e encerrou em 30 de julho, devido ao prolongamento
autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), através das
Portarias n°11 e nº 12, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) do dia 17 de julho de
2014. A cultura tinha apresentado boa recuperação, após um período de intensas chuvas
de final de junho a início de julho. Os tratos culturais ajudaram no realinhamento da
lavoura, principalmente com a aplicação da adubação nitrogenada e o controle de pragas
e doenças que atingiram boa parte da lavoura à época.
Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

83

Atualmente, o estágio da lavoura se diferencia em relação à evolução do ciclo
reprodutivo. Na Fronteira Oeste as lavouras estão mais adiantadas e as primeiras áreas
semeadas em maio começam a ser colhidas. Nas regiões das missões e noroeste do
estado o desenvolvimento é intermediário e na região norte/nordeste gaúcha predomina o
estádio de floração.
Entre os dias 27 e 29 de setembro a região produtora de trigo da fronteira oeste e
nordeste foi atingida por chuvas torrenciais, acompanhadas de ventos fortes e ocorrência
de granizo de fraca intensidade em alguns pontos. O evento provocou acamamento de
parte das lavouras, o que seguramente provocará prejuízos no enchimento de grãos,
além de dificultar a colheita, com perdas na barra de corte da colheitadeira. Ainda não é
possível quantificar os prejuízos porque os efeitos do ocorrido podem se estender por
mais tempo, dependendo das condições climáticas dos próximos dias. É possível que
aumente a disseminação de doenças fúngicas pelo ambiente favorável apresentado,
como falta de luminosidade, umidade e temperaturas altas, ideais para a propagação dos
agentes de contaminação. Já nas demais regiões produtoras, onde as chuvas foram de
menor intensidade, os efeitos imediatos foram menores, com as lavouras apresentando
um bom estande no momento, não sendo possível, contudo, avaliar o impacto no
potencial produtivo das plantas.
No dia 5 de outubro foram registradas, novamente, a ocorrência de chuvas
pesadas que prejudicaram significativamente as lavouras de trigo, em especial àquelas
que estavam em ponto de colheita, ocasionando a perda do peso específico do grão e
afetando a qualidade do produto. A produtividade esperada, de acordo com os fatores de
produção ainda ativos, é de 2.700 kg/ha, com possibilidade de baixa por conta da
persistência de fatores climáticos adversos. A produção de trigo do estado se mantém em
torno de 3 milhões de toneladas, com possibilidade de baixa qualidade do produto.
No Paraná a cultura deve ocupar uma área de 1.354,2 mil hectares, representando
um incremento de 36,4% em relação à safra anterior, sendo que a semeadura já foi
concluída e a colheita atingiu 41% da área total. O restante da área atravessa as fases de
desenvolvimento vegetativo (4%), floração (13%), frutificação (37%) e maturação (47%). A
produtividade média do estado, que foi de 1.856 kg/ha na safra 2013, está estimativa em
2.950 kg/ha para esta safra, em função de uma recuperação prevista, uma vez que a
lavoura foi duramente castigada em função das geadas e excesso de chuvas em junho de
2013, que promoveu o aparecimento de doenças fúngicas, comprometendo a
produtividade. Por essa razão, a produção que foi de 1.842,6 mil toneladas em 2013,
deve apresentar um aumento de 116,8%, estimada nesta safra em 3.994,9 mil toneladas.
Em Santa Catarina a previsão é de aumento de 4,3% na área a ser plantada
na safra atual. O clima mostrou-se favorável durante grande parte do ciclo da cultura.
Chuvas regulares e com volumes satisfatórios garantiram o bom desenvolvimento das
plantas. As temperaturas, apesar de serem mais amenas que as registradas na safra
passada, favoreceram a cultura, que se apresenta com boa sanidade. A grande parte das
lavouras está em floração (60%), mas ainda há 7% em desenvolvimento vegetativo e o
restante estão na fase de formação de grão e maturação, com 32% e 1%,
respectivamente.
As lavouras estão em bom estado, mas as chuvas ocorridas na última
semana de setembro podem afetar a qualidade do grão futuramente, pois neste estádio o
excesso de umidade pode favorecer o ataque de doenças, principalmente a giberela,
principal doença da fase reprodutiva, além do oídio.

Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

84

Figura 43 – Mapa da produção agrícola – Trigo

Fonte: Conab/IBGE.

Figura 44 – Condição hídrica geral para o cultivo nos principais
estados produtores do Brasil em setembro de 2014

Fonte: Conab.

Acomp. safra bras. grãos, v. 2 - Safra 2014/15, n. 1 - Primeiro Levantamento, out. 2014

85

Tabela 38 – Condições hídricas e possíveis impactos nas diferentes fases* em setembro Chuvas favoráveis (G. (FR)=frutificação. 2014 86 .Primeiro Levantamento. out. v. o trigo recuperou a produtividade do ano passado e alcançar 2.oeste de SC (F/FR) .norte e oeste do PR (C) Trigo .sudoeste do PR (FR) . (DV)=desenvolvimento vegetativo. um acréscimo significativo de 122. Fonte: Conab.sul do PR. exceto sudoeste (FR) . C .2%) de área em relação à safra passada.noroeste do RS (F/FR) (F/FR) Legenda: *(PP)=pré-plantio (P)=plantio.2% em comparação à safra 2013. safra bras.Colheita. além do aumento significativo (41. sem ocorrência de geadas. (G)=germinação. (M)=maturação.Safra 2014/15. n.sul de SP (C) . A cultura encontra-se com colheita encerrada no estado. (C)=colheita. influenciada pelo comportamento atual do mercado e pelas expectativas de bons preços.000 kg/ha. em função das boas condições climáticas que favoreceram ao bom desenvolvimento da cultura nesta safra. Gráfico 25 – Distribuição mensal da colheita – Trigo 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 41% 30% 15% 7% 7% 0% Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: Conab. Quadro 18 – Calendário de plantio e colheita – Trigo UF/Região 22/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 22/09 Inverno Jul Ago Set Centro-Oeste MS GO DF Sudeste C MG SP Sul C C PR SC RS C C C P C C C P C C P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P C C P P P C C C C C C C C C C C C Legenda: P .sul de SC (F/FR) . Fonte: Conab. Acomp. F e/ou Possíveis problemas Chuvas reduzidas Possíveis problemas por FR) por excesso de chuva favoráveis (C) falta de chuva . P/C . 1 . grãos. exceto noroeste. DV.Plantio e colheita.todo estado do RS. Cultura No Mato Grosso do Sul. 2 . (F)=floração.Plantio.

9 7.257.856 2.7 GO 7. Para uso como sementes.8 1. respectivamente. % (f) (f/e) 17.2 2. podendo ser maiores.844 13.7 1.6 23.8 BRASIL 2.01 milhões de toneladas em 2013 e 2012. foram estimadas 404.9 3.5 milhões de toneladas. As exportações com destino à países da África.3 3. Oferta e demanda O levantamento de safra referente a outubro detectou uma produção de 7.9 116.673.104.8 175. medido pelo processamento industrial.366 35. é de 983 mil toneladas/mês.4 (4.8 milhões de toneladas. dependendo do desempenho do Pepro.9 DF 1.6 3.527. foram mantidas em 650 mil toneladas. safra bras. Dessa forma.2 36.5 9. restando um estoque de passagem de 1. v.842.3) SUDESTE 88.4 (33.25 milhão de toneladas.3 9.4 (22. o consumo de trigo em grão no país.9 59.4 210. A estimativa de moagem industrial está avaliada em 11.2) 7.000 (8.5 12.140.000 (14. 10.7 5.66 milhões de toneladas. 5.4 1.7 227.030 (8.9 35. A qualidade da safra nacional será decisiva para se ter esse reduzido volume de importações esperado para 2014/15.0 41. Dessa forma.0) 236.5 22.000 122. 2014 87 .2 57.7 5.6 85.1 RS 1.844 13.4 36. % Safra 2013 (b) (b/a) (c) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 2014 VAR.1) CENTRO-SUL 2.2.3% acima da moagem de 2013.2 2.8 2. 27% acima do volume requerido para um mês de consumo industrial avaliado em 983 mil toneladas.682 8.8 44.309 3.4 46.1.386 3.4 35.0 2.1 39.Tabela 39 – Comparativo de área.3 32.570.3 53.7) 1.1 2.673. atualmente abastecidos por países produtores e exportadores do Mar Negro.8) 3. n.2 900 2.9 1. Nota: Estimativa em outubro/2014.390 5.6 38.4 SP 51.0 211. Acomp. Quanto às importações manteve-se a previsão anterior de 5.8% maior que em 2013. grãos.7 4.7 5. representando um acréscimo de 2.841 13.038.502 2.6 38.6 75.8 2.749 2.698.1 2.950 58.4 3.994.527.7 mil toneladas. 1 .209.502 2.14 milhões de toneladas.1) (3. em situação de conflito geopolítico. Em relação ao ano de 2013.1 104.6 5.4 3.4 22.9 46.4) 119.209. % Safra 2013 (d) (d/c) (e) Safra 2014 VAR.354.079.060 2.733 14.2 milhões de toneladas.301.0 MS 8.6 286. ou seja.9 992.6 8. 5.3) 12.698.7 24. contra 6.7 7.700 (11.397 0.260 3.0 22.9 7.000 6.5.5 22.7 59.8 Fonte: Conab. a evolução foi de 38.178.Safra 2014/15. praticamente mantendo o volume de produção da estimativa anterior de 7.8 1.8 3.8%.Primeiro Levantamento.499 2. out.0 MG 36.64 e 7.3 90.8 111.8 19.390 2.9 (9.4 38.1 2. produtividade e produção – Trigo ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 2013 (a) CENTRO-OESTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 2014 VAR.67 milhões de toneladas.8 SUL PR SC 72. a demanda nacional por trigo em grão será de 12.2 7. 2 .

6 - PR 16.3) 2.8) (5.9 1.867 30.0 20.701 10.015 10.Colheita.3 104.4 SC 0.0 - 2. % Safra 2013 (d) (d/c) (e) Safra 2014 VAR.8) 2.6 (14.762 2.3 104.0 20.Primeiro Levantamento.760 - 55.015 2.6 (15. produtividade e produção – Triticale ÁREA (Em mil ha) REGIÃO/UF Safra 2013 (a) SUDESTE PRODUTIVIDADE (Em kg/ha) Safra 2014 VAR.2 55.5) 2.6. P/C .638 21.8 18.1 2.200 2.3) 2.8 (9. C .Plantio. Quadro 19 – Calendário de plantio e colheita – Triticale 23/09 a 21/12 Primavera Out Nov Dez UF/Região 21/12 a 20/03 Verão Jan Fev Mar 20/03 a 21/06 Outono Abr Mai Jun 21/06 a 23/09 Inverno Jul Ago Set Sul PR SC RS C C C C C C P P C P P P P P P C Legenda: P .10.3 49.2 - 22. % Safra 2013 (b) (b/a) (c) PRODUÇÃO (Em mil t) Safra 2014 VAR.8 104.3 37.175 2.8 38.2.701 10. 2014 88 .710 2.3) 2.762 - 55.Safra 2014/15. 1 .9 CENTRO-SUL 42.7) SP SUL RS - - 5.449 2.600 (4.0 - 2.9 13. Fonte: Conab. 2 .2 55. Triticale Figura 45 – Mapa da produção agrícola – Triticale Fonte: Conab/IBGE.8 38. Tabela 40 – Comparativo de área.5 9.8 104.9 (5.449 2.2 38. % (f) (f/e) 20. safra bras.Plantio e colheita.7 0.2 4. n.8 - BRASIL 42.8 (17.1) 1.3) 2.760 2.2 20. grãos. Nota: Estimativa em outubro/2014.6 49.8 - Fonte: Conab. v. out.8 (9. Acomp.3 (21.

655.905.4 2.4 878.067.2 75.918.706.4 8.614.0 29.986.9 46.1 1.0 14.6 53.8 31.176.4 2.2 32.1 692.4 774.8 15. 2014 89 .4 12.9 660.766.9 5.0 965.3 1.0 895.1 1.5 Fonte: Conab.071.016.5 1.961.584.527.5 69.589.9 13.5 20.917.563.082.379.1 1.000.627.2 933.4 28.258.5 81.566.2 3.100.0 20.9 22.082.922.4 950.600.222.980.0 3.0 32.7 12.350.289.3 29.3 11.2 8.0 1.0 181.0 300.683.959.0 36.200.642.0 521.2 6.Safra 2013/14.7 28.2 278.6 1.5 77.4 79.418.3 35.524.791.000.0 2.3 2.153.1 5.210.0 10.4 547.1 692.500.4 950.242.2 10.2 3.0 1.6 4.1 2.000 toneladas PRODUTO ALGODÃO EM PLUMA ARROZ EM CASCA FEIJÃO MILHO SOJA EM GRÃOS FARELO DE SOJA ÓLEO DE SOJA TRIGO SAFRA 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 2009 2010 2011 2012 2013 2014 ESTOQUE INICIAL 394.5 305.Arroz 28 de Fevereiro .514.3 1.8 5.0 900.200.9 2.0 5.Milho 31 de Janeiro .605.2 0. complexo soja e trigo Em 1.450. feijão.8 317.373.910.536.049.2 1.3 88.522.4 43.569.3 3.7 11.5 1.Décimo Segundo Levantamento.758.3 1.180.4 14.732.7 1.2 8.0 27.068.0 880.741.125.1 1. safra bras.2 3.044.0 198.1 5.313.4 500.6 68.935.8 129.620.457.415.5 26.324.4 77.Algodão.073.170.000.0 12. grãos.0 14.362.1 57.016.660.107.500.0 37.5 282.0 1.610.0 SUPRIMENTO 1.0 39.9 1.000.220.666.9 2.258.3 7.5 2.0 42.688.4 69.0 391.5 14.444.000.3 1.719.1 92.4 547.4 29. n.0 627.0 117.0 3.0 81.589.0 6.4 26.6 342.966.4 373.252.5 758.338.8 18.7 2.320.350. 1 .1 312.0 46.6 14.333.2 5.0 38.1 615.026.500.2 5.484.615.480.9 7.888.089.2 16.0 10.421.215.237.112.870.2 144.051.616.4 2.673.4 7.7 470.0 3.4 650.0 14. milho.591.106.0 39.0 100.514.194.0 16.7 12.5 3.1 3.7 11.8 42.258.757.0 14.2 76.010.328.9 764.2 541.944.1 3.310.668.220.4 541.289.5 12.5 11.8 1.8 90.0 521.14.970. Feijão e Soja: 31 de Dezembro .0 366.011.212.0 1.5 2.226.322.243.4 2.931.5 13.204.1 1.084.5 51.8 572.1 11.0 198.5 1.Trigo 31 de Julho Acomp.6 48.026.000.0 12.9 1.8 14.788.9 63.6 5.893.0 1.7 470.499.0 3.8 47.8 2.2 2.963.972.455.5 3.419.2 3.419.8 1.8 889.528.4 2.3 45.500.5 1.8 2.0 1.258.734.0 45.7 79.0 29.6 56.0 1.0 5.0 1.2 278.3 205.3 1.7 31.589.9 7.0 5.1 3.0 7.5 5.8 7.607.661.000.6 55. arroz.5 17.3 1.161.1 541.0 13.0 5.355.4 32.4 3.259.1 14.905.237.298.0 5.4 373.2 920.485.175.779.0 1.9 6.967.0 12.901.7 512.3 1.0 7.0 5.1 1.1 9.457.3 1.152.7 366.259.372.0 6.1 3.4 4.565.579.0 13.567.4 86.498.120.3 53.5 444.673.0 5.0 3.311.0 5.0 14.200.0 250.2 87.0 82.0 3.5 12.0 1.8 1.3 12.3 2.4 302.8 63.284.4 100.613.821.258.0 13.6 342.052.766.0 4.236.1 19.3 5.0 28.043.100.043.039.0 13.383.0 910.0 41.0 18. Estoque de Passagem .9 10.571.1 541.3 304. set. 12 .8 1.9 13.018.536.6 PRODUÇÃO 1.505.806.0 266.9 244.3 1.7 12.7 26.800.8 15.468.8 6.306.771.350.664.716.895.903.0 5. v.0 3.5 2.0 1.290.9 244.881.607.8 129.3 66.500.0 911.524.000.338.0 910.5 24.531.1 2.336.8 674.5 1.760.125.656.5 12.419.0 7.8 3.4 1.500.2 870. Balanço de oferta e demanda Tabela 41 – Tabela do balanço de oferta e demanda de algodão.515.599.5 305.8 1.979.0 30.4 14.3 3.5 1.0 680.766.569.8 41.0 4.5 444.444.617.0 7.9 703.049.030.0 6.4 878.6 1.9 686.531.512.798.8 825.174.0 48. Nota: Estimativa em outubro/2014.9 686.2 CONSUMO EXPORTAÇÃO 1.2 2.9 72.5 7.2 207.9 15.870.0 ESTOQUE FINAL 76.1 1.600.0 9.4 93.903.0 14.5 2.754.5 87.9 15.2 933.920.7 2.9 7.0 3.819.963.6 IMPORTAÇÃO 39.500.406.8 5.

gov.gov.Distribuição: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Diretoria de Política Agrícola e Informações (Dipai) Superintendência de Informações do Agronegócio (Suinf) Gerência de Levantamento e Avaliação de Safras (Geasa) SGAS Quadra 901 Bloco A Lote 69.70390-010 – Brasília – DF (61) 3312-6277/6264/2210/6230 http://www.conab. Conab . Ed.br / geasa@conab.br .