Dtec / maf / 07/13

PEÇAS DE ARTESANATO E DECORAÇÃO
FABRICADAS COM RESINAS DE POLIETER
INSATURADO

MANUAL BÁSICO DO INICIANTE
Edição 6– out/08

INTRODUÇÃO
Há muito que o Homem, externando instintos naturais de criatividade como parte
fundamental para sua evolução, busca formas de registrar suas emoções,
compartilhar seus sentimentos, alegrar seus ambientes, eternizar sua história, etc,
através da arte. Muitas foram as formas através dos tempos, desde o Homem das

Cavernas que gravavam figuras nas paredes rochosas das cavernas, ou
esculpiam ferramentas de rocha bruta, que o Homem vem buscando materiais
alternativos para seus trabalhos. Desde pequenos objetos de adorno pessoal,
confeccionados nos mais diversos materiais e processos, até grande rocha
esculpidas, marcaram, e continuam marcando, a passagem do homem pelo
planeta.
No último século, com o avanço intelectual, científico e tecnológico, surgiram
novas matérias primas sintetizadas, substituindo materiais convencionais e
suprindo dificuldades de manuseio de processamento. Uma dessas matérias
primas é a Resina Poliester Insaturada, que, por diferentes processos,
proporcionou infindáveis utilizações, dentre elas a confecção de objetos de arte e
decoração.
Muito tem se publicado, nos últimos trinta anos, a este respeito. Tais literaturas,
na grande maioria, editadas por Empresas ligadas ao ramo, fabricantes de
materiais, distribuidores, revendedores, e até mesmo transformadores,
enriquecem nossos arquivos e transferem conhecimentos a todos que se dispõe
a atuar nesta área.
A Fiber Center, como tantas outras empresas, também fornece tais literaturas,
bem como suporte técnico à clientes, e a todos que procurem seu auxílio técnico.
Entretanto, mesmo os trabalhos publicados rotulados como “básicos”, dada a
complexidade do assunto, cobrem-se de termos técnicos, normas, conceitos
químicos e físicos, de difícil entendimento para o iniciante, sem que este faça um
trabalho de consulta abrangente, ou até que esteja habituado ao assunto.
É com esta idéia que, a Fiber Center, por entender que um mercado sempre
crescente, conta com o sucesso de iniciantes, oferece esta apostila teórica, que
acompanha seus cursos práticos previamente agendados.

O QUE É “RESINA POLIESTER INSATURADA” ?
Quimicamente constitui uma família de polímeros resultante da condensação de
bi-ácidos insaturados, ácidos saturados modificados e álcoois polifuncionais
denominados glicóis, dissolvidos em diluentes reativos (copolímeros) como o
Monômero de estireno (vinil benzeno).

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. Qualquer que seja o método utilizado. o que. e podem ser processadas fisicamente (endurecidas) por elevação de temperatura. as caracterizam como “Termofixos”. Por essas características são denominados “Termoplásticos”. Nenhuma restrição ao tamanho e formato da peça. flexão e impacto. etc. Moldes simples e baratos e de confecção própria. polipropileno. etc. Ótimo acabamento superficial. Resistência à corrosão e oxidação. Não condutor de corrente elétrica. como as Epoxis..A maioria das matrizes poliméricas conhecidas. Boa relação custo-benefício.. inclusive para modificações posteriores. tração. Fenólica. Furânicas. Por novo aquecimento retornam a forma líquida e pode ser reprocessados (reciclados). Flexibilidade de projeto.. Resfriados voltam ao estado sólido e constituem os “plásticos” que conhecemos. as Resinas Poliester Insaturadas. o produto curado (endurecido) jamais volta ao estado líquido original.. Inversamente aos termoplásticos. Baixo investimento em equipamentos. PROPRIEDADES: Algumas propriedades das “Resinas Poliester Insaturadas”             Boas propriedades mecânicas. encontram-se no estado líquido (diluídas em monômero de estireno). Estabilidade dimensional.. como. como poliestireno. Para viabilizar processos de fabricação. Baixa absorção de água. são materiais sólidos (normalmente granulados) processados por elevação de temperatura e moldados enquanto líquidos por diversos equipamentos. polietileno. Peças translúcidas 3 . pvc. uma reação química foi desenvolvida para que a solidificação ocorra em temperatura ambiente (reação de veremos particularmente adiante).

A reação se processa no encontro do “acelerador”.ex. mudança de coloração e translucidez. dosado para iniciar o processo. normalmente um sal metálico (cobalto p.  Quando esta reação é extremamente lenta.ex. trincas ou rachaduras. permanece no estado líquido e ainda pode ser manuseada. brilho.. com estabilidade dimensional (baixa contração de cura). cristalinidade exigida. volume ou massa da peça fundida. a precisão e a limitação dos reagentes adicionados. ou seja. previamente adicionado na resina. a temperatura se eleva (exotermia). É provável que. pode ocorrer uma contração excessiva. não pode ser mais processada e não retorna a forma de origem.. a partir do momento em que gelifica (por isto o nome Gel Time).REATIVIDADE Para que tenhamos sucesso na utilização das Resinas de Poliester Insaturados precisamos conhecer noções básicas das reações de endurecimento (polimerização) e cura. até que atinja temperaturas aproximadas à 180 oC. o que se deseja é um produto final com características rígidas porém não quebradiça. e até auto-combustão. empenamentos. algumas formulações específicas deverão ser desenvolvidas e testadas empiricamente. após catalisada. obedecendo os seguintes critérios: 4 .). com um “catalisador”. freqüentemente um Peróxido orgânico (MEKP p. (Termofixos). queima do molde. É o controle desta reação que determina o sucesso ou o fracasso de cada aplicação. e limitações nas adições de reagentes. (Pico exotérmico).  O “Intervalo de Reação” é o período em que após a gelificação. ocorre quase sempre que não atinge a cura suficiente para a rigidez desejada. Portanto informe-se e exija Boletim técnico do produto comprado. Como sabemos. Normalmente a especificação da resina utilizada é dada pelo próprio fabricante ou distribuidor. etc. em função de algumas interferências como. gera pouca energia. O reagente “acelerador” já vem adicionado na resina (pré-acelerada) e a dosagem do “catalisador” é recomendada no ato da aquisição. Estas propriedades quase sempre são garantidas com uma reatividade controlada. com bom acabamento superficial.). etc. podendo ocasionar consequências indesejáveis como:  Quando este intervalo é muito rápido e/ou atinge picos de elevadas temperaturas. baseada em desenvolvimentos específicos para cada aplicação e garantida por um histórico de aplicações bem sucedidas. variação da temperatura ambiente. Basicamente.. O controle desta reação é de suma importância e obedecem os seguintes passos:  O “Gel Time” é o período em que a resina. translucidez. ou seja.

B temp.B = Catálise com 2% . A temp.Temperatura Reação 250 200 150 temp.C 100 50 0 0 10 20 30 40 50 60 70 Minutos Onde: A = Catálise com 1% .3% 5 .C = Catálise com 0.

telhas. Fibra moída. e outras utilizadas nos mármores sintéticos. Barita. artesanatos cristais. e alto poder de tingimento.. além da redução do custo. para que possam ser utilizados com facilidade e segurança. as seguintes características:       Reduzem a translucidez Reduzem a contração na cura Reduzem dilatação térmica Melhoram as propriedades mecânicas Aumentam a rigidez Melhoram acabamento Reduzem empenamentos Reduzem a exotermia Reduzem permeabilidade Reduzem permeabilidade Aumentam o peso Retardam chamas As cargas minerais mais usadas são: Carbonato de cálcio (calcita). já que ela deve obedecer critérios de dosagem. Os corantes. fabricada por um processo industrial de moagem e dispersão em resinas não reativas. Quartzo. de natureza orgânica. De forma geral. PIGMENTOS – PASTAS . etc.CARGAS A adição de cargas minerais é um procedimento bastante discutido entre os técnicos da área. Sílicas. promovem. sendo utilizados em peças translúcidas. são fornecidos pré-diluidos. e não apenas a redução de custo. a inclusão de cargas minerais . Sua escolha é de grande importância e são desejáveis as seguintes características:  Inércia (não reativas) Baixa absorção  Tamanho das partículas Forma das partículas  Umidade Densidade  Cor Condutibilidade etc. etc. etc. bijuterias. na forma de pó. e de difícil diluição nas resinas Poliesteres. eles são fornecidos em forma de pasta. como. Talco industrial. Portanto. vitrais. benefícios. Caulim..CORANTES Os pigmentos são geralmente de natureza inorgânica. e não promovem cobertura. interferências. 6 .. Proporcionam boa cobertura. qualidade..

RESINA TIPO DE MOLDE CRISTAL 610 RAZO CRISTAL 610 MÉDIO A FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 610 RAZO CRISTAL 610 MÉDIO A FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 610 RAZO CRISTAL 610 MÉDIO A FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 610 FUNDO CRISTAL 603 RAZO CRISTAL 603 MÉDIO CRISTAL 603 FUNDO CRISTAL 603 FUNDO C-626 / C-627 ABERTO C-626 / C-627 C-626 / C-627 C-626 / C-627 C603+7%EST. C603+7%EST.SUGESTÃO DE FORMULAÇÕES TIPO DA PEÇA CRISTAL CRISTAL CRISTAL CRISTAL TRANSLÚCIDA TRANSLÚCIDA TRANSLÚCIDA TRANSLÚCIDA LEITOSA LEITOSA LEITOSA LEITOSA CARREGADA CARREGADA CARREGADA CARREGADA MÁRMORE SINT. 7 . assim como.8 0. ou seja 25 gotas = 1 ml = 1% sobre 100 ml de resina da formulação. ENCAPSULAM. As formulações acima servem de ponto de partida para uma pesquisa mais criteriosa e testes práticos de cada situação em particular.5 ABERTO FECHADO FECHADO RAZO 0 0 0 25 Até 500 Até 500 Até 500 >200 GRANDE MÉDIO GRANDE BAIXO 1 1 1 1. Sugere-se que façam experiências a partir de 100 ml (meio copo americano de resina) para cada formulação desejada.8 0. MÁRMORE MÁRMORE MÁRMORE ENCAPSULAM.5 FUNDO 25 >200 MÉDIO 1 FUNDO 30 >200 GRANDE 1 A Resina C610 pode ser substituída pela “Resina Super Cristal” que proporcionará uma maior transparência e cristalinidade na peça moldada.5 1 1 5 5 5 10 0 0 10 10 MÉDIO GRANDE BAIXO BAIXO 0. ENCAPSULAM. C603+7%EST. na falta de dosadores precisos.8 0. As misturas de flexível (Resapol 10255) e cargas podem ser também feitas em volume. o catalisador pode ser dosado em gotas.5 2 2 1.5 1 1.5 1 1 10 15 15 15 20 25 0 10 10 > 200 ~= 200 até 200 < 200 até 500 MÉDIO GRANDE BAIXO BAIXO MÉDIO GRANDE MÉDIO 0. % FLEXIVEL S/ A RESINA % CALCITA VOLUME % MEKP S/ A RESINA OU MASSA S/RESIN A 1 1 0 0 0 0 BAIXO BAIXO 0 0 0 5 0 0 0 0 MÉDIO GRANDE BAIXO BAIXO 0.

etc. o objetivo é reproduzi-las com a melhor qualidade possível. Consulte nos Depto. Técnico Fiber Center Vídeo “Moldes de silicone e artesanato” Veja nas páginas seguintes algumas das sugestões e as formas de moldagem oferecidas pela maior fabricante mundial de silicones: 8 . Portanto.br Depto. ou cópia de peças existentes. utilizando a borracha de silicone.. dureza. micro detalhes superficiais. normalmente utilizadas para confecção dos moldes. as peças são moldadas ou fundidas a partir de materiais líquidos ou pastosos que por uma reação química solidificam dentro de moldes que transferem às peças todas as características desejadas.Técnico. resistência ao rasgo. a indústria cinematográfica reproduz e até mesmo confecciona grandes réplicas.com. a criação artística é reproduzida fielmente e retrata todas as particularidades do modelo. artesanatos. Caracterizam-se principalmente pelas propriedades de elasticidade. Hoje.PROCESSO Como vimos no capítulo anterior. rugosidades. Assim.. já que as “Borrachas de Silicone”. Consultar: dtec@fibercenter. o primeiro cuidado é dar à obra original as melhores características possíveis de acabamento superficial. sejam elas positivas ou negativas. e devem ser escolhidas de acordo com a maior ou menor necessidade destas propriedades. MOLDAGEM EM SILICONE A borracha de silicone tem se mostrado muito eficiente e prática na construção de molde para reprodução de peças complexas. A “Fiber Center” distribui estas variedades e possui literaturas técnicas para orienta-lo na escolha. estatuetas.. e principalmente na cópia fiel para reprodução de obras de arte. eliminando-se porosidades. Também aqui a criatividade é a melhor escola. Sejam obras criadas particularmente. e bijuterias. Diferentes qualidades de borrachas de silicone são produzidos especificamente para cada aplicação. com saídas negativas. riscos ou ranhuras. reproduzem fielmente esta superfície.

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ficando a cargo da criatividade e o bom senso as melhores formas de atingir o objetivo desejado.PRODUÇÃO DA PEÇA EM MOLDE DE SILICONE O processo de moldagem é relativamente simples. 17 . onde os moldes preenchidos devem permanecer por alguns minutos e retirados antes da gelatinização da resina. não permanecendo em repouso. Desenvolvida a melhor formulação de resina. bastão alguns cuidados para atingir a qualidade máxima. quase sempre individual para cada tipo de peça. Isto porque. carga mineral e catálise. Sugere-se a utilização de uma mesa vibratória. o material ainda em estado líquido. sobre a qual os moldes serão depositados e preenchidos. já que não requer técnicas especiais. Método de menor produtividade aplicado em casos raros. facilita e expulsão do ar por diferença de densidade. facilitando bastante na exclusão de bolhas de ar incorporadas durante a mistura dos componentes. Outra forma de obter-se este resultado é a utilização de câmara de vácuo.

é depositada outra folha de celofane. Técnico Fiber Center 18 . sobre a resina é depositada uma ou mais mantas de fios de roving picado. homogeneizar e uniformizar o laminado. Este método. sobre o celofane. deve-se usar uma resina “cristal”. quase sempre. coberturas. Por exemplo: A textura superficial pode ser conseguida amassando-se ou enrugando-se o celofane de muitas forma diferentes. é da maior praticidade e proporciona trabalhos artesanais de muita criatividade (vitrais. No caso de Vitrais. letreiros e placas luminosas. e sobre ele é espalhada uma camada de resina catalisada. desenhos. Os desenhos e cores são obtidos represando-se as resina com corantes em espaços confinados por um cordões de massa. O celofane é estendido sobre uma mesa. a criatividade deve prevalecer. sobre estas. Consultar: dtec@fibercenter. retirar as bolhas de ar. é a obtenção de painéis translúcidos.MÉTODO DE LAMINAÇÃO COM CELOFANE Este método é utilizado para a fabricação de peças translúcidas como vitrais.com. antes de usa-lo. após um leve treinamento. superfícies. por exemplo). Como o objetivo. Imediatamente em seguida. de forma a impregnar-se as fibras de vidro. etc. Existem muitas forma de criarse efeitos.br Depto. A laminação é feita com uma espátula de celulóide (plástico). da mesma forma que se decora um bolo de confeitaria. Finalmente. etc. Na seqüência outra camada de resina é depositada sobre as fibras com a ajuda de um regador.

velas.  Fluido de Silicone . podem constituir um problema em peças a serem pintadas. desde as primeiras moldagens. usado para conservação e recuperação de moldes de borracha de silicone. e as peças começarão a aderir ao molde. ou para a recuperação das características de auto-desmoldagem. Quando inicialmente preparados. PVAL – São desmoldantes líquidos. sabonetes. etc.  Solventes – Servem para limpar os equipamentos usados.. os agentes reativos das resinas moldadas irão destruir a lubricidade do molde. gesso. dos quais podemos destacar: Ceras desmoldante – São produtos à base de carnaúba. facilitando a separação da mesma quando esta estiver seca. os moldes de borracha de silicone possuem boas características de desmoldagem.São usados para impedir que a peça cole no molde. para reprodução de artesanatos de resina poliester. utiliza-se o Fluido de Silicone.É um óleo de silicone. São eles:  Desmoldantes . e que não fazem parte do produto acabado. Existem vários tipos de desmoldantes disponíveis no mercado. que depois de seco. pois os solvente não devem ser utilizados para diluir resinas. Para evitar estes inconvenientes. contudo. forma um filme plástico na superfície do molde.MATERIAIS DE CONSUMO Chamamos de Materiais de Consumo uma série de produtos auxiliares na fabricação das peças. para conservação das propriedades originais. e moldes novos. São de difícil remoção da superfície da peça. sendo os mais comuns os Thinners a base de acetatos e cetonas. impedindo a aderência da peça. utilizadas normalmente em molde aberto. sem silicones. Também desmoldam junto com a peça. à base de Álcool Polivinílico. e portanto. quando estes não são de Borracha de Silicone (anti-aderente naturalmente). porém são de fácil remoção. É importante não confundir “solvente” com “diluente”. 19 . Com o tempo.

Por esta razão. bijuterias e decoração.br – (11) 4746-5700 DEPTO. na loja Fiber Center mais próxima de você. ou pelo e-mail citado. e pela abrangência deste assunto.com.com. reiteramos a disposição de fornecer todas as informações ao nosso alcance. Mantenha também seu cadastro atualizado conosco.br - 20 . de forma resumida e compacta.br SUZANO SANTO ANDRÉ CAMPINAS S.O que descrevemos até aqui nesta literatura. para que se mantenham atualizados.J. DEPTO. quando consultados. Procuraremos mante-lo sempre informado.com. Recomendamos também. COMERCIAL: vendas@fibercenter. TÉCNICO FIBER CENTER e-mail: FÁBRICA: LOJAS: (11) 9102-0916 dtec@fibercenter. DO RIO PRETO BELO HORIZONTE CURITIBA Site: (11) 4746-5700 (11) 4066-4803 (19) 3281-5111 (17) 3238-4530 (31) 3411-4080 (41) 3021-5357 www. adquirirem os CD’s e Vídeos das diversas técnicas de artesanato disponíveis na “Fiber Art”.fibercenter. Utilize nossos endereços e telefones sempre que desejarem. procura elucidar as diretrizes básicas para o iniciante familiarizar-se com os materiais envolvidos nos processos de fabricação de artesanatos.