pedagogos.GEJUD/SUEJA/SEDU Gerência de Gestão de Pessoas .GEMPRO/SEDU Gerência de Tecnologia e Informação .500 educadores da Rede Estadual de Ensino.GEGEP/SUDEPRO/SEDU Gerência de Ensino Médio . técnicos das SRE e alunos.GEM Gerência de Educação Infantil e Ensino Fundamental .CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPIRÍTO SANTO Paulo César Hartung Gomes VICE GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Ricardo de Resende Ferraço SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Haroldo Corrêa Rocha A elaboração do presente documento envolveu: COORDENAÇÃO GERAL: SUBSECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO JUVENTUDE E DIVERSIDADE SUBGERENCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GRUPO DE TRABALHO: Gerência de Informação e Avaliação/GEIA/SEDU Gerência de Gestão de Pessoas/SEDU Gerência de Monitoramento de Programa e Projeto . professores.GEIEF Conselho Estadual de Educação . diretores.GTI/SEDU Subgerência de Educação de Jovens e Adultos . em seminários descentralizados ocorridos em cada Superintendência Regional de Educação. .CEE Superintendência Regional de Educação de Cariacica Superintendência Regional de Educação de Guaçuí Superintendência Regional de Educação de Cachoeiro de Itapemirim Superintendência Regional de Educação de Afonso Cláudio Superintendência Regional de Educação de Colatina Este documento é resultado de debates que contou com a participação de aproximadamente 1.

da justiça.“Educação de Jovens e Adultos um campo de direitos e de responsabilidade pública”. Além do mais. 1997 . Miguel Arroyo “A educação de adultos torna-se mais que um direito: é a chave para o século XXI. é um poderoso argumento em favor do desenvolvimento ecológico sustentável. é tanto conseqüência do exercício da cidadania como condição para uma plena participação na sociedade.” Declaração de Hamburgo sobre a EJA. da igualdade entre os sexos. do desenvolvimento sócio econômico e científico. além de um requisito fundamental para a construção de um mundo onde a violência cede lugar ao diálogo e a cultura de paz baseada na justiça. da democracia.

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS .

11 CERTIFICADO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS .6 HISTÓRICO ESCOLAR .ENSINO MÉDIO 8. 5 1.6 Sistemática de avaliação 5. EJA como Modalidade de Ensino 5.3 Os Sujeitos da EJA 15 15 16 17 5. Histórico da EJA no Brasil 13 4.5 ORAGANIZAÇÃO CURRICULAR EJA ENSINO MÉDIO/2008 8.3 Estrutura da organização dos cursos da Educação de Jovens e Adultos 5.2 REPRESENTANTES DO GT/SEDU/SRE/CEE 8.1º SEGMENTO .8 HISTÓRICO ESCOLAR .EJA . Considerações Finais 29 7.1 A população 4. Objetivos 11 3.Índice “Educação de Jovens e Adultos um campo de direitos e de responsabilidade pública”. ANEXOS 8.3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR/1º SEGMENTO 8.9 ATA DE RESULTADOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL .5 Do tratamento dado a matrícula e a freqüência 5.ENSINO FUNDAMENTAL .8 Classificação e reclassificação 5.10 ATA DE RESULTADOS FINAIS DO ENSINO MÉDIO . CARTA RESPOSTA 55 .ENSINO MÉDIO 33 34 41 43 44 46 48 49 50 51 52 53 10. Apresentação 9 2.4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL/ANOS FINAIS 8.EJA 8.2 Quadro demonstrativo da organização da EJA 5.4 Organização curricular 5.ENSINO FUNDAMENTAL . REFERÊNCIAS 31 8.7 Aproveitamento de estudos/complementação curricular 5.1 Referencial Legal 5.EJA 8.2º SEGMENTO .EJA 8.7 HISTÓRICO ESCOLAR .2 Realidade sócio-econômica 4.9 Documentos oficiais de registro 19 20 21 22 23 25 26 27 28 28 6.1 GALERIA DE FOTOS 8. A Educação de Jovens e Adultos no Estado do Espírito Santo 4.EJA 8.

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9. da idade para o ingresso do aluno na EJA e de outros fatores. 01/2000 e Resolução CEE/ES nº.394/96. jovens. do sistema de avaliação. dos movimentos sociais e das nações. a Secretaria de Estado da Educação apresenta o documento de diretrizes da EJA. estas diretrizes representam colocar à disposição das Superintendências Regionais de Educação. da organização das turmas. como um modo próprio de fazer educação. a justiça. Devem constituir-se em fonte de informação às escolas que ofertam ou pretendem ofertar a modalidade de ensino da educação de jovens e adultos. o Parecer CNE/CEB nº. da matrícula. Tais diretrizes atendem ao que preceitua a Lei nº. envolveu a revisão das formas de atendimento da Educação de Jovens e Adultos.286/2006. 11/2000. 1. o que. A paz. visando encontrar formas adequadas que facilitem o diálogo com e entre eles. de diferentes valores.” (Política Educacional do Estado Espírito Santo 2004) As idéias e práticas vigentes precisam ser revistas à luz da concepção mais ampla da EJA nas suas vertentes de escolarização como modalidade de educação básica e como direito de cidadania. Para a Secretaria de Estado da Educação. ou seja. adolescentes. interesses e linguagens. a autoconfiança. a coesão social e a solidariedade continuam a ser metas e obrigações indispensáveis que terão de ser perseguidas. determinado pelos sujeitos jovens e adultos que a escola recebe. vem provocando conflitos bastante significativos e merecedores de uma discussão em torno desses sujeitos.1. da estrutura organizacional do curso. Este documento tem por finalidade orientar as escolas quanto à organização do curso no que se refere ao amparo legal: do processo de autorização. Assim. a educação e a aprendizagem dos adultos constituem a chave indispensável para liberar as forças criativas das pessoas. Uma educação comprometida com as camadas populares objetivando superar as diferentes formas de exclusão e discriminação existentes em nossa sociedade. Atualmente. reforçadas por meio da educação e da aprendizagem dos adultos. o desenvolvimento econômico. a partir da concepção teórica. um documento que deve ser estudado e consultado sempre que necessário. Página 9 . mais que nunca. das Escolas e dos movimentos sociais organizados. sabe-se que a EJA inclui educandos. adequando-o às mudanças operadas na esfera do conhecimento e nas relações de trabalho. Estas diretrizes resultam da reflexão coletiva. Hoje. Apresentação “A determinação do atual governo de implementar políticas fundadas nos princípios da educação como um direito. objetivando contribuir para a melhoria dos padrões de qualidade do ensino. da promoção. adultos e idosos. em algumas escolas. da elaboração da organização curricular. Resolução CNE/CEB nº. de conhecimento da prática educacional e da legislação vigente.

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tem por objetivo: • Ofertar a educação de jovens e adultos como modalidade de ensino da educação básica.2. na resolução dos problemas da vida cotidiana e na melhoria da qualidade do trabalho. oportunidades educacionais pautadas nas necessidades básicas. • Assegurar aos jovens e adultos. permanência e a participação no mundo letrado. Página 11 . • Proporcionar aos jovens e adultos o efetivo direito ao conhecimento. promovendo a escolarização nas etapas Fundamental e Médio nas escolas da rede estadual de ensino do Estado do Espírito Santo. da cultura. nas expectativas. possibilitando-lhes o acesso. da língua que se fala e se escreve e da matemática de uso social. considerando as características de condições de vida. para o exercício da cidadania. Objetivos A Secretaria de Estado da Educação ao definir as diretrizes. motivando e ampliando conhecimentos do mundo.

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Nesse período lançou o MOBRAL . A síntese histórica a seguir tem a finalidade de contribuir para a fundamentação dessa modalidade de ensino. Página 13 . Das iniciativas que derivaram desse programa. Ano de 1969 Campanha Massiva de Alfabetização. as iniciativas do governo. quanto à sua orientação pedagógica. Década de 50 A campanha se extinguiu antes do final da década. As críticas eram dirigidas tanto às suas deficiências administrativas e financeiras.3. Ano de 1964 Aprovação do Plano Nacional de Alfabetização. Histórico da EJA no Brasil Reconstruir a trajetória da educação de jovens e adultos no Brasil é uma tarefa complexa. Alguns estados e municípios assumiram a responsabilidade de oferecer programas de educação de jovens e adultos. Essa proposta foi interrompida com o Golpe Militar e seus promotores foram duramente reprimidos. com ênfase maior no Brasil. Década de 30 A educação de adultos começa a delimitar seu lugar na história da educação no Brasil. a partir da década de 30. diversificando sua atuação. Década de 40 Ampliação da educação elementar. Ano de 1967 O governo assume o controle dos programas de alfabetização de adultos. inspira os principais programas de alfabetização do país. Década de 90 Com a extinção de a Fundação Educar. criou-se um enorme vazio na educação de jovens e adultos.Movimento Brasileiro de Alfabetização. financeira e tecnicamente. Década de 80 Emergência dos movimentos sociais e início da abertura política. o mais importante foi o PEI Programa de Educação Integrada. Lei 5692/71. Nesse período. Os projetos de alfabetização se desdobraram em turmas de pós-alfabetização. tornandoos assistencialistas e conservadores. a educação de adultos toma a forma de Campanha Nacional de Massa. assim como sua proposta para a alfabetização de adultos. o MOBRAL foi extinto e seu lugar foi ocupado pela Fundação Educar. Década de 70 O MOBRAL expandiu-se por todo o território nacional. de programas de alfabetização orientados pela proposta de Paulo Freire. que previa a disseminação por todo o Brasil. Década de 60 O pensamento de Paulo Freire. A história da educação de jovens e adultos no Brasil chega à década de 90 reclamando reformulações pedagógicas. sendo uma forma condensada do antigo curso primário. inclusive da educação de jovens e adultos. Ano de 1985 Desacreditado. que apoiava. das entidades civis e das empresas.

bem como uma escolarização de má qualidade vivenciada pelos educandos na infância e na adolescência. para reafirmar a obrigatoriedade e a gratuidade da oferta da educação para todos que não tiveram acesso na idade própria. Ciência e a Cultura). é aprovado o Parecer CEB/CNE nº. a V Conferência Internacional de Educação de Jovens. Também foi homologada a Resolução CNE/CEB nº. no Capítulo da Educação Básica. 37 e 38). 01/2000. O atendimento aos jovens e adultos ainda está impregnado pela compensação às pessoas. com especificidade própria.LDB 9. na medida em que estabeleceu a vinculação da educação de adultos ao desenvolvimento sustentável e eqüitativo da humanidade. conforme estabelece a Lei 9394/96. sem ou com pouca escolaridade. para a EJA enquanto modalidade da educação básica nas etapas do Ensino Fundamental e Médio. Página 14 . jovens e adultas.394/96 dedica dois artigos (art. que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Ano de 2000 Sob a coordenação do Conselheiro Carlos Roberto Jamil Cury. a Conferência Mundial de Educação para Todos. espaços e métodos são necessários o envolvimento coletivo e a busca de articulação entre instituições que formam a esfera política. visão consagrada na Lei 5692/71. Ano de 1996 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação . Seção V. promovida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação. jovens e adultos. que a define como educação supletiva ou suplência. onde foram estabelecidas diretrizes planetárias para a educação de crianças. De uma educação com caráter compensatório. Ano de 1997 Realizou-se na Alemanha/Hamburgo. Para transformar currículos.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Ano de 1990 Acontece na Tailândia/Jomtiem. de um tempo que teria se perdido no passado. não respondem à realidade dos alunos. tempos. relevando processos que não se distanciam dos tradicionais da escola e que por isso mesmo. Essa conferência representou um importante marco. 11/2000.

082.122 9.153.208.40%. 14.281 11. No Estado do Espírito Santo.21 219.470.PNAD e Censo Demográfico A Secretaria vem ampliando a oferta da EJA no Estado.950.973.26 2004 2.72 246.710 2.70 2003 2. o que corresponde a 11.470. Fase II (5ª a 8ª série) e Fase III (Ensino Médio).263 1.550 88.318 10.608 11.67 2001 2. Desses.854 1. % 1999 2.400.850. As estatísticas mostram que as taxas de analfabetismo no Estado do Espírito Santo vêm reduzindo progressivamente conforme demonstrado na tabela abaixo: ANO TOTAL DA POPULAÇÃO POPULAÇÃO DE 15 ANOS E MAIS ALFABETIZADA NÃO ALFABETIZADA Abs.4%.017 8.092.55 255.208 11.26 250.301. Nos últimos anos a população jovem e adulta tem sido atendida na rede estadual de ensino do Estado do Espírito Santo através dos projetos: Todos Podem Ler (1ª a 4ª série).458 habitantes.67 231.40 2005 2.33 257.583 habitantes. 09/75 e 57/98 respectivamente.10 2000 2. todos aprovados pelo Conselho Estadual de Educação/ES.583 2.573 88.263 1.45 2002 2.4. Página 15 .521.059 89. % Abs. a população brasileira de 15 anos ou mais é de 132.556 89. 232.112 90.106.729 10.69 Fonte: IBGE .734 91. através das Resoluções CEE nº.665 88. a população de 15 anos ou mais é de 2. visto que o aumento da escolarização de jovens e adultos tem contribuído para a redução do analfabetismo.122 são analfabetos absolutos.704. o que corresponde a 9.1 A população Segundo dados do IBGE/2004.485 são analfabetos. Desses. 22/92.228.236.343. A Educação de Jovens e Adultos no Estado do Espírito Santo 4.343 2.51 232.689 2.

confirma a importância do Espírito Santo também nesse setor.10 km².362. através da modalidade de educação de jovens e adultos na educação básica conforme demonstrado no quadro abaixo: Ensino Fundamental Ensino Médio 1ª a 4ª 5ª a 8ª Total Ensino Médio Total Geral 5. além de favorável localização possui um conjunto de bons portos. É produtor de rochas ornamentais.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Atualmente no Estado do Espírito Santo está sendo atendido um grande contingente da população com educação inclusa. com óleo leve (de maior valor) e gás. também. Concentra um grande conjunto empresarial reunindo as duzentas (200 maiores) empresas.483 alunos 23. Golfinho terminará o ano com produção de 120 mil barris por dia. o Estado do Espírito Santo é formado por 78 municípios. apresentando também uma rica variedade cultural.426 milhões de habitantes. populacional e tecnológico do hemisfério sul.165 32.Arcelor Brasil. poderá chegar a 220 mil barris de óleo associado (óleo e gás). Dentre esses podendo ser citadas à “panela de barro”. para formação deste Estado.439 alunos 55. O Espírito Santo.. responsável pelo PIB da ordem de 1 trilhão de dólares. Aracruz Celulose S.A. Samarco Mineração A. Página 16 . tendo a segunda reserva petrolífera do país. descobertas que já estão constatadas. a “moqueca capixaba” e a “música do congo”. A importância do Estado no segmento está.184. o principal centro econômico. e o segundo na produção de café. Abriga o maior complexo portuário. Companhia Vale do Rio Doce-CVRD. através de uma extensa rede de ferrovias. sendo referência nacional nesse cultivo. como o Parque das Baleias no litoral sul capixaba e o Campo do Golfinho. na área de gás natural. ligados a um vasto interior. Este no litoral norte. Sua capital Vitória é a segunda em renda per-capita.S.CST . O Espírito Santo faz parte da Região Sul Sudeste do Brasil. Há décadas.2 Realidade sócio-econômica Com aproximadamente 3. mas já no início de 2008.604 SEDU/GEIA/SEE – Fonte Censo Escolar/2006 4.A.682 alunos 17. como também ocorre com a cultura do morango e do coco-anão. com uma área de 46. Dentre elas destacam-se: Companhia Siderúrgica de Tubarão . apresenta índices de desenvolvimento econômico superior à média brasileira. e Cotia Trading S. Considerada a mais nova província petrolífera do país. Na agricultura destaca-se como maior exportador de mamão papaia do país. situado na Região Sudeste.

Muitos povos contribuíram para formação cultural deste Estado: índios, portugueses, africanos,
italianos e alemães.
O Estado avança nos ranques econômicos, embora a área social, a situação se inverta. Há grandes
diferenças de nível de renda, educação e saúde, em pelo menos três faixas territoriais que dividem
o Estado de norte a sul. A primeira faixa, mais desenvolvida, está próxima ao mar, onde estão os
melhores indicadores sociais. A segunda, a menos desenvolvida, é a que se situa nos limites de Minas
Gerais e Bahia. A terceira, intermediária, localiza-se entre as duas anteriores.
Percebe-se, assim, o descompasso entre prosperidade econômica e realidade social. São necessárias
políticas públicas que promovam o desenvolvimento social.
Fonte: Anuário 2006, pgs. 101, 102 e 104

4.3 Os Sujeitos da EJA
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade específica da Educação Básica que se propõe
a atender um público ao qual foi negado o direito à educação, durante a infância e/ou adolescência,
seja pela oferta irregular de vagas, seja pelas inadequações do sistema de ensino ou pelas condições
socioeconômicas desfavoráveis.
Refletir sobre a importância de se conhecer os sujeitos da EJA - perfil, expectativas e vivencias, para
que as suas necessidades e especificidades sejam consideradas no movimento de construção de uma
proposta pedagógica, ou seja, construir uma proposta que tenha a cara da EJA.
São homens e mulheres, trabalhadores(as) empregados(as) e desempregados(as), ou em busca do
primeiro emprego; filhos, pais e mães; moradores urbanos de periferias, favelas e vilas. São sujeitos
sociais e culturais, marginalizados nas esferas socioeconômicas e educacionais, privados do acesso
à cultura letrada e aos bens culturais e sociais, comprometendo uma participação mais efetiva no
mundo do trabalho, da política e da cultura. Vivem no mundo urbano, industrializado, burocratizado e
escolarizado, em geral trabalhando em ocupações não-qualificadas. Trazem a marca da exclusão social,
mas são sujeitos do tempo presente e do tempo futuro, formados pelas memórias que os constituem
enquanto seres temporais.
São sujeitos ainda excluídos dos sistemas de ensino. Em geral, apresentam um tempo maior de
escolaridade, com repetências acumuladas e interrupções na vida escolar. Muitos nunca foram à
escola ou dela tiveram que se afastar, quando crianças, em função da entrada precoce no mercado de
trabalho, ou mesmo por falta de escolas.
São jovens e adultos que, quando retornam à escola, o fazem guiados pelo desejo manifesto de melhorar
de vida, de viver um presente melhor. Retornam também por exigências ligadas ao mundo do trabalho.
Para muitos, o certificado de conclusão do Ensino Médio é condição para permanecer no emprego.

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CADERNO DE DIRETRIZES

DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

São sujeitos de direitos, trabalhadores(as) que participam, concretamente, da garantia da sobrevivência
do grupo familiar ao qual pertencem e que possuem responsabilidades sociais já determinadas,
trazendo consigo especificidades sociais, culturais e etárias que os(as) tornam diferentes do sujeito.
À formação desses sujeitos destinam-se as ações educativas da EJA , e hoje, o grande desafio da
Política de Estado.
Na escola, não raras vezes, os jovens e adultos enfrentam o desafio de aceitá-la tal qual está posta
e fazem um esforço gigantesco para atingir a resignificação de si próprios, superando marcas
desagradáveis de experiências anteriores, de insucesso (pois muitos já freqüentaram escola).

Os jovens e adultos populares não são acidentados ocasionais que, ou
gratuitamente, abandonaram a escola. Esses jovens e adultos repetem
histórias longas de negação de direitos, histórias coletivas.
As mesmas de seus pais, avós, de sua raça, gênero, etnia e classe social.
Quando se perde essa identidade coletiva racial, social, popular dessas
trajetórias humanas e escolares, perde-se a identidade da EJA e passa a ser
encarada como mera oferta individual de oportunidades pessoais perdidas.
(SOARES et al, 2005 - p.30)

É preciso pensar nas características desse “jovem e adulto“, e suas peculiaridades enquanto sujeito
de direito. Sabemos que essa população reúne ainda um grande número de trabalhadores ligados ao
setor de prestação de serviços, oriundos, da construção civil, de atividades domésticas, do comércio,
de atividades agrícolas e industriais. Em geral, pertencem ao segmento mais pobre da população e não
medem sacrifícios para vencer as dificuldades de chegar até a escola.
Para atender à numerosa e heterogênea população de jovens e adultos, no que se refere aos interesses
e competências adquiridas na prática social, há que se diversificar os programas. Neste sentido, é
fundamental a participação solidária de toda a comunidade, com o envolvimento das organizações
da sociedade civil. É necessária ainda, a produção de materiais didáticos e técnicas pedagógicas
apropriadas, além de formação permanente do corpo docente.

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5. EJA como Modalidade de Ensino
“O termo modalidade expressa uma medida dentro de uma forma própria de ser. Trata-se, pois, de
um modo de existir como característica própria”.
(Parecer CNE/CEB nº. 11/2000, de 10/05/2000)

Pensar o tempo na EJA vai além de definir uma medida. Pressupõe pensar que os sujeitos jovens e
adultos estão enredados em várias temporalidades circunscritas à vida e não à escola. São os tempos
do trabalho, das relações familiares, do cuidado com a saúde do filho, do lazer, de ir à igreja, do
pagode, da afetividade etc.
Destaca-se que o tempo do trabalho firma-se como ordenador dos outros tempos da vida desses
sujeitos. A partir dele é que os sujeitos articulam os outros tempos, inclusive o tempo da escola.
Considerar, portanto, a condição de trabalhador do educando da EJA é imprescindível para se configurar
o tempo escolar. A flexibilidade dos processos educativos é o imperativo que se apresenta aos projetos
pedagógicos das escolas. Assim, as temporalidades escolares na EJA - horários, duração das aulas,
calendários, tratamento dado a freqüência... - e a organização do trabalho, não podem ser rígidas, não
podem inviabilizar o direito à educação, têm que ser inclusivas de seus sujeitos.
Sendo assim, a organização do tempo escolar na EJA terá como referência a sua definição em horas.
Isso significa que não há qualquer vinculação desse tempo a dias letivos ou ao tempo definido na
legislação para o ensino “regular” comum, Fundamental e Médio. As temporalidades escolares é que
devem estar adaptadas às temporalidades dos sujeitos e não o contrário.
A carga horária de referência, isto é, o total de horas para a duração do curso da educação básica de
jovens e adultos, correspondente ao Ensino Fundamental será de 3.200 horas e ao Ensino Médio de
1.200 horas, nas escolas estaduais, definido nesta diretriz.

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1.da Educação de Jovens e Adultos Art.05/10/1988 L.dos cursos (Art. I .Educação de Jovens e Adultos Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação de Jovens e Adultos Parecer CNE/CEB nº.B. 146 à 148) Página 20 .CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 5.estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos Conselho Estadual de Educação Resolução CEE nº. Art.394.4º.37.1 Referencial Legal Constituição Federal .Modalidade de Ensino Seção III . 11/2000.38/Art. de 20/12/1996 Título V Capítulo II Seção V .172. 145. Lei nº. 10.D. de 09/01/2001 Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências Capítulo 5 . de 10/05/2000 Resolução CNE/CEB 1/2000. 9. de 05/07/2000 .286/2006 Fixa normas para a educação no Sistema Estadual de Ensino no Estado do Espírito Santo Cap. Inciso I e VII Lei nº.

EF • séries finais .560 horas 1.200 horas Página 21 . de 05/07/2000 ESTRUTURA . 11/2000.400 horas *Vigente até 2005 Período 2005 à 2007 .EF • Ensino Médio • 1 ciclo • semestral • semestral • 03 anos • 2 anos • 2 anos • apto • 60 pontos • 60 pontos 1.Estrutura de acordo com a Parecer CNE/CEB nº.EF • semestral • semestral • semestral • 1 ano e meio • 2 anos • 2 anos • 60 pontos • 60 pontos • 60 pontos • 75% de freqüência • 75% de freqüência • 75% de freqüência 1.2 Quadro demonstrativo da organização da EJA ESTRUTURA ATÉ 2000 PTPL* FASE II FASE III • séries iniciais .EF • séries finais . de 10/05/2000 Resolução CNE/CEB 1/2000.600 horas 1.2008 1º Segmento 2º Segmento EJA/Ensino Médio • séries iniciais .5.440 horas • não apto • sem freqüência 2.600 horas 1.

286/2006.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 5.200 horas 4 anos letivos 20 horas semanais 1º SEGMENTO SÉRIES INICIAIS 2º SEGMENTO SÉRIES FINAIS 1ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 2ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 3ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 4ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 5ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 6ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 7ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 8ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral ENSINO MÉDIO . 11/2000. Estão assim organizados: ENSINO FUNDAMENTAL .200 horas curso 1 ano e 6 meses 20 horas semanais EJA ENSINO Página 22 1ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 2ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral 3ª etapa 100 dias 20 semanas 400 horas Semestral .Resolução CNE nº.EJA 3.EJA 1. 1/2000.foram estruturados de acordo com a Lei nº.394/96 . 1. Ensino Fundamental e Médio . Parecer CEB nº. 9.3 Estrutura da organização dos cursos da Educação de Jovens e Adultos Os cursos da Educação de Jovens e Adultos. e Resolução CEE/ES nº.

649/2001 de 16/04/001. sendo sua carga horária computada no total da carga horária mínima exigida para o curso.e organizado de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos . A carga horária desse componente curricular é considerada no cômputo total da carga horária mínima exigida. sendo sua prática facultativa ao aluno conforme dispõe a Lei nº. 9. 02/12/2003). A língua estrangeira moderna é incluída obrigatoriamente na parte diversificada do currículo a partir da 5ª etapa do Ensino Fundamental. de 1º de dezembro de 2003 (D. 9. Matemática e suas Tecnologias ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa Língua Portuguesa Artes Arte Educação Física Educação Física Matemática Ciências Geografia Ciências Humanas e suas Tecnologias História Parte diversificada ENSINO MÉDIO Língua Estrangeira Moderna Matemática Física Biologia Química Geografia História Filosofia Sociologia Inglês Espanhol A educação física é componente curricular obrigatório da Educação Básica. Na organização curricular devem ser observados os componentes das seguintes áreas de conhecimento/disciplinas: ÁREAS DO CONHECIMENTO Linguagens.394/96 .793.4 Organização curricular O plano curricular deve ser constituído pelos componentes curriculares da Base Nacional Comum previsto na LDB . As disciplinas filosofia e sociologia são necessárias ao exercício da cidadania e obrigatórias no Ensino Médio.CNE/CEB.Art.U. 26 .394/96 .Lei nº.5. Códigos e suas Tecnologias Base Nacional Comum Ciências da Natureza. (LDB nº. de acordo com a Resolução CNE/CEB nº.§ 5º). 10.O. 4 de 16/08/2006 e Lei Estadual nº 6. Página 23 .

a interpretação. as capacidades de argumentação. a leitura. utilizando recursos variados (esquemas anotações. Os conteúdos das áreas de conhecimento deverão estar articulados com as experiências de vida do aluno. Página 24 . ministrados de forma interdisciplinar. exposições e feiras). de forma a favorecer. O processo de implantação deverá estar concluído até 2010 conforme prevê a Lei Federal Nº. sendo de sua responsabilidade mobilizar conhecimentos e propiciar aprendizagens por meio de: • Desenvolvimento de projetos e pesquisas. Cabe ressaltar que estas orientações estão afinadas com as proposições feitas na publicação nacional . vida familiar e social. procedimentos e interações coletivas (gincanas. tecnologia. como ponto de partida para investigações. cultura e linguagens. gradativamente. disponível no site www.br/secad. de síntese e de comparação. desenvolvimento de projetos e discussões. sexualidade. devem enfatizar a compreensão. Nesse sentido. a construção e a aplicação de conhecimentos. problematizando temas relacionados à saúde. Assim. • Problematizar a investigação. corais. textos individuais e coletivos). 11.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS O ensino da língua espanhola. além do desenvolvimento de conceitos. de análise. afetivas e sociais. • Registros. amplitude e profundidade de tratamento adequado às possibilidades e necessidades dos alunos. meio ambiente. a aprendizagem de atitudes.Cadernos de EJA. ouvir e refletir sobre o ponto de vista do outro e explicar o próprio raciocínio. entre outras. • Situações desafiadoras. como forma de desenvolver a capacidade de argumentar. de oferta obrigatória pela escola e de matricula facultativa para o aluno. Os componentes curriculares devem ser ordenados quanto à seqüência e ao tempo necessário para seu desenvolvimento com objetivos. fotografias. ilustrações. de 5 de agosto de 2005. nos currículos plenos do Ensino Médio. como processos fundamentais na produção do conhecimento. Privilegiar-se-á a aquisição de habilidades básicas. excursões. • Debates e discussões. tais como: o raciocínio lógico e crítico. priorizando a formação e a informação.gov. trabalho.mec. é importante destacar o papel do professor como mediador do processo de ensinoaprendizagem. interpretação e produção de textos. teatro. • Vivências culturais diversificadas. Devem ser organizados para desenvolver competências cognitivas. a capacidade de comunicação oral e escrita. será implantada. permitindo a sistematização e socialização dos conhecimentos.161. Essas habilidades e capacidades desenvolvem-se a longo prazo e a partir de investimentos concretos no cotidiano da sala de aula.

Portanto. cuidar de filho doente. férias trabalhistas. avaliar o fluxo na escola e. A formação humana continua em outros âmbitos sociais (trabalho. revezamento de turnos de trabalho.não caracterizam abandono. o trabalhador permanece sujeito de sua aprendizagem. dos espaços e do trabalho precisa ser articulada para atender às especificidades dos jovens e adultos que procuram a escola. sejam por quais motivos forem . das implicações que esse afastamento tem em sua vida. No caso de afastamentos mais longos. tratamento de saúde. a partir disso. em que a liberdade e autonomia implicam responsabilidade. e ainda há os que não retornam mais. portanto.viagens. Também poderia suscitar ações da escola e do poder público para facilitar a permanência do aluno na escola. uma atitude investigativa em relação aos motivos que levam esse sujeito a se afastar ou a se ausentar da vida escolar. do significado da escola para ele. As idas e vindas. as faltas ocorrem em função de interdições sociais que dificultam a presença e até mesmo a permanência do aluno na escola. a escola poderá instituir um instrumento a que o aluno possa recorrer para descrever a sua situação de afastamento. O risco de perder a vaga na escola inexiste. mas para se acompanhar o percurso. Na maioria das vezes. família. outros por tempos mais longos. O ensino-aprendizagem não é um processo particular da escola. A apuração da freqüência possibilita também que a unidade escolar redimensione o tempo e a organização de seu trabalho para melhor acolher as possibilidades educativas do aluno.). Alguns se ausentam esporadicamente. As formas de ausência do sujeito da EJA à escola variam. sindicatos etc. A escola.5. as faltas. O aluno sempre volta à escola e sabe que pode voltar. a organização dos tempos. constitui-se num espaço em que cada um amplia suas possibilidades formativas. Os motivos. Nos tempos de ausência da escola. possibilitar no processo educativo. A apuração da freqüência não possui. . igreja. então. abandona a escola sem concluir o Ensino Fundamental. Página 25 . associações de bairro. tanto da presença quanto da ausência na rotina escolar são muito significativos e podem acrescentar novos elementos ao processo pedagógico desencadeado.5 Do tratamento dado à matrícula e à freqüência Verifica-se que a rigidez da organização escolar no tratamento dado à freqüência. A escola. não para quantificar simplesmente presenças e faltas. não ter com quem deixar o filho etc. os afastamentos temporários e indefinidos. um caráter punitivo. Parcela significativa dos sujeitos. A freqüência pode e deve ser registrada. tem inviabilizado a concretização do direito à educação na EJA. a não ser em caso de desistência formal. também precisa estar atenta às demandas expressas nos problemas concretos vivenciados pelo aluno no seu cotidiano.

dependerá da comprovação de conclusão do Ensino Fundamental. e a aprendizagem do aluno.Semestral Pontuação 1º bimestre 50 pontos 2º bimestre 50 pontos Total Pontos . É necessário que a escola discuta a avaliação e que os alunos tenham conhecimento do seu processo de aprendizagem.286/2006. A avaliação do aproveitamento escolar dos alunos da EJA . O ingresso no curso da modalidade EJA/Ensino Médio. exige clareza de objetivos a atingir (o que avaliar). dos critérios utilizados na avaliação prevista no regimento escolar e recebam constantes orientações para superar as dificuldades apresentadas. subsidiando a prática do professor. o que requer conhecimento dos objetivos de cada segmento. e o predomínio da avaliação diagnóstica. Uma avaliação participativa e dialógica. que deve servir para alimentar.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A matrícula do curso da EJA destina-se àqueles que desejam iniciar e/ou retomar os estudos.Semestre 100 pontos (mínimo de 60% para aprovação) É considerado promovido ao final do semestre letivo. sustentar e orientar a permanente intervenção pedagógica. CEE nº 1. com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. assim distribuídos: Período Letivo .Ensino Fundamental e Médio deverá ser processual e cumulativa. registrada por disciplina numa escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos. A verificação do rendimento escolar deverá observar o critério de avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno. a existência de efetivo interesse e investimento no desenvolvimento de cada aluno: avaliar para conhecer e fazer crescer. 62. observando a idade mínima de 15 anos para o ingresso no Ensino Fundamental e 18 anos completos para o Ensino Médio. art.6 Sistemática de avaliação Na aprendizagem do aluno. de cada etapa. 5. A organização das turmas obedecerá às condições físicas de cada sala de aula e à Resolução. a avaliação desempenha um papel fundamental como elemento regulador das ações. Página 26 . relações de confiança e respeito mútuo. o aluno que obtiver o aproveitamento mínimo de 60% (sessenta por cento) dos pontos em cada componente curricular da escala de valores estabelece o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência da carga horária do período letivo.

RECUPERAÇÃO FINAL . com relatório conclusivo na pasta individual na respectiva escola. ciclos. será considerado aprovado o aluno que obtiver no mínimo 60 pontos nas disciplinas.oferecida obrigatoriamente pela escola.oferecida obrigatoriamente ao longo do período letivo. com atribuição de valor correspondente a 100 pontos. imediatamente após o término do período letivo. no decorrer da etapa em curso.oferecidos como uma nova oportunidade de aprendizagem para o aluno. séries. etapa. exceto os alunos que não obtiverem 75% de freqüência. 5. no período de férias/ recesso escolares.Deverá ser oportunizado ao aluno de todos os segmentos. Todos os alunos que apresentarem baixo rendimento escolar terão direito à recuperação nas seguintes modalidades: RECUPERAÇÃO PARALELA . carga horária.7 Aproveitamento de estudos/complementação curricular É permitido o aproveitamento de estudos realizados com êxito no Ensino Fundamental e Médio. Compete ao corpo técnico pedagógico da escola. ESTUDOS ESPECIAIS DE RECUPERAÇÃO . conteúdos. e avaliados pela escola. Após os estudos de recuperação final e especial. em que o aluno obtiver aprovação e constatação de sua equivalência ao currículo adotado pela escola. módulos ou etapas. pela família. antes do início do novo semestre letivo. período. junto à inspeção escolar da SRE a análise do documento do aluno. módulo ou componente curricular. no mínimo duas (2) formas de avaliação bimestral. assumidos por estes ou. mediante análise dos componentes curriculares. quando menor de idade. cabendo aos professores utilizar diferentes instrumentos de avaliação. Para o aproveitamento de estudos serão exigidos os documentos comprobatórios de aprovação do aluno na respectiva série. Página 27 . ciclo. blocos. A recuperação prevista será organizada na forma estabelecida na Proposta Pedagógica da Escola.

• Independentemente de escolarização anterior. DIÁRIO DE CLASSE .8 Classificação e reclassificação A classificação ocorrerá: • Por promoção. • Os conhecimentos adquiridos por meios informais para aproveitamento em cursos de Educação de Jovens e Adultos.será fornecido aos alunos que concluírem o curso do Ensino Médio acompanhado do histórico escolar. informar os atos legais da instituição e a data da expedição. bem como.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 5. 5.devem ser escrituradas ao final da etapa para declarar a situação e indicar o resultado do aproveitamento obtido pelo aluno.destina-se ao registro da freqüência. que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato. a regularidade dos seus estudos e a autenticidade de sua vida escolar. ATAS DE RESULTADOS FINAIS . O histórico escolar e o certificado devem ser expedidos sem rasuras ou incorreções e assinados pelo diretor e pelo secretário escolar. para alunos procedentes de outras escolas que adotem quaisquer formas de organização didática. • Por transferência. Página 28 . sua identidade. Ao aluno concludente do Ensino Fundamental será fornecido somente o histórico escolar. Ao aluno transferido para outro estabelecimento será expedido o histórico escolar/acompanhado do documento de transferência.9 Documentos oficiais de registro HISTÓRICO ESCOLAR . das atividades desenvolvidas. mediante avaliação feita pela escola. que cursaram com aproveitamento o período letivo anterior. do cumprimento da jornada escolar e resultados das avaliações. CERTIFICADO . serão aferidos por procedimentos de classificação definidos no regimento escolar. para alunos da própria escola.documento que registra a vida escolar do aluno.

Os cursos da EJA podem ser ofertados no turno diurno e/ou noturno. Considerações Finais As diretrizes contidas neste documento se aplicam. observando as diretrizes estabelecidas. sendo vedada a matrícula inicial no formato anterior. somente. através de requerimento dirigido ao Secretário de Estado da Educação. observando o disposto neste documento. nas escolas da rede estadual de ensino. o direito de os concluírem pelo regime vigente à época de seu ingresso.286/2006.6. A escola que efetivar matrícula de aluno que interrompeu seus estudos nos cursos da EJA no formato anterior deve analisar a sua documentação escolar para verificar a necessidade de complementação curricular. Após publicação do ato de criação do curso a direção da escola solicitará uma aprovação em conformidade com a Resolução. Página 29 . no prazo mínimo de 60 dias anterior ao início das atividades letivas. CEE nº 1. Fica assegurado ao aluno que já iniciou seus estudos na EJA. Os alunos concludentes do antigo PTPL devem ser matriculados no 2º segmento do Ensino Fundamental. aos alunos matriculados a partir do ano de 2008. As escolas que já ofertam cursos da EJA efetivarão matrícula inicial em 2008. A criação do curso na modalidade da EJA deve ser solicitada pelo diretor da unidade de ensino. O funcionamento da modalidade em escolas que oferecem o curso da EJA. dependerá do ato de criação. protocolado na SRE correspondente.

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Alemanha . jul. 1996. A Gazeta. nº. Artigo . concepção. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. 2006. Volume I .1987. Políticas de Educação de Jovens e adultos. 4. Brasília: INEP/REDUC. 2002. 2. Ministério da Educação. Proposta curricular para educação de jovens e adultos. (CONFINTEA). Reflexões sobre a prática na escola plural. 2006 12. 10. 7. Miguel. programas e projetos. Ministério da Educação. 9. Iria. Vitória. (Sistematização .Brasília. 17. Coleção Cadernos de EJA. profissional e sindical: um desafio do trabalhador.Jovens e Adultos. REFERÊNCIAS 1. (org. 2000. 3. Conselho Nacional de educação/Câmara de Educação Básica. Teresa Cristina Peluzo. Política educacional do Estado do espírito Santo: a educação é um direito. Diretoria da Pesquisa Coordenação de Trabalho e Rendimentos. HADDAD. um desafio para os sindicatos. LOUREIRO. Secretaria de Estado da Educação. Declaração de Hamburgo. Belo Horizonte.Documento Base. Edna Castro de. Espírito santo (Estado).) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 2006 13. 2004 . Secretaria de Educação Continuada. Reexame do Parecer CNE/CEB nº 36/2004. 11. 1987. 15. Princípios e Diretrizes político-pedagógicas da educação de jovens e adultos do estado da Bahia: Histórico. Secretaria de Educação Continuada. p 247. Brasília. 1996. V Conferência Internacional para Educação de Adultos.SEDU. S. Dissertação Mestrado: a formação do educador na prática pedagógica com adultos. Cadernos de Políticas e Administração da Educação. 2003. 2005. Constituição Federal. Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílios. BRZEZINSKI. PAIVA. COEJA/SEF. tecnologia e formação de professores . 6. 2. Espírito Santo Anuário./dez. Alfabetização e Diversidade. Brasília. 16.dezembro/2002) Página 31 . Resolução CNE/SEB/1/2000. ARROYO. Brasília. Ministério da Educação. Vitória. Ministério da Educação. Educação básica. Brasília. 2º segmento do Ensino Fundamental: 5ª a 8ª série. 14. IBGE. 8. Secretaria da Educação Fundamental. Jane. Coleção Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. 1999.7. 1988. Aprendizagem. 5. Alfabetização e Diversidade. 255. OLIVEIRA. Hamburgo. ano 1. Ministério da Educação. Ensino Supletivo no Brasil: o estado da arte. In: PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE.

19. Módulo IV: como promover o sucesso da aprendizagem do aluno e a sua permanência na escola. 22.) Diálogos na educação de jovens e adultos. SPOSITO. município e superintendência da Rede Estadual. EJA. Brasília. Plano Nacional de Educação. SEDU. 2005. Leôncio. 21. (org. de 04 de maio de 2006. 2000. 2006. Didonet. PROGESTÂO. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Conselho Estadual de Educação do Estado do Espírito Santo. VITAL. Espaços públicos e tempos juvenis: Um estudo de ações do poder público em cidades de regiões metropolitanas brasileiras. São Paulo. Resolução nº 521. Resolução nº 1286/2006. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Marília Pontes. SOARES. 24. 2001. Página 32 . 20. 2003. 2005. 2007. 23. Estudos e Pesquisas. GEIA/SEE.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 18. Brasília. Matrícula da educação de jovens e adultos (presencial e semipresencial) por escola. Belo Horizonte. 02 de fevereiro de 2004. Programa de Capacitação a Distância para Gestores Escolares.

ANEXOS Página 33 .

na SRE Página 34 .Vila Velha em 17/10 Apresentação das consolidações do GT.CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GALERIA DE FOTOS 2º Seminário EJA SRE .

Vila Velha Seminário descentralizado em 17/10 Página 35 .Seminário Centralizado CEET .Vasco Coutinho 24/09 SRE .

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GT .Seminário Descentralizado SRE .Vila Velha em 17/10 SRE .Linhares Seminário Descentralizado em 17/10 Página 36 .

Seminário Descentralizado SRE . Francisco em 17/10 Página 37 .B. Francisco em 17/10 Seminário Descentralizado SRE . de S. de S.B.

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS GT .Seminário Descentralizado SRE.Vila Velha Grupo de trabalho Discussão do documento Página 38 .

Seminário Descentralizado Cachoeiro de Itapemirim em 17/10 GT SEDU EM 24/10 Página 39 .

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Página 40 .

Teresa Lúcia Vidigal Caliari Ottoni Barbosa Subgerência de Educação de Jovens e Adultos .Ana Lúcia Hilário Barbosa de Lemos SRE Cariacica 4 .Maria Aparecida Arleu Teixeira Gerência de Gestão de Pessoas GEGEP/SUDEPRO/SEDU 14 . Fraga Subgerência de Educação de Jovens e Adultos .GEJUD/ SUEJA/SEDU Página 41 . seminários centralizados e descentralizados.Marlene Fraga de Abreu Conselho Estadual de Educação . Representante GT/SEDU Equipes GERÊNCIA/SUBGERÊNCIA/SRE/CEE 1 .Jane Bolsanello Rocha SRE Cachoeiro de Itapemirim 11 . resulta da participação coletiva.Grace Rocha Couzi SRE Guaçui 10 .Maria Silvania Sales SRE Guaçui 16 .Débora Sessa SRE Guaçui 7 .GEIF 23 .Ana Maria Morati Gerência de Gestão de Pessoas GEGEP/SEDU 5 .Sidinei Castro Junqueira Subgerência de Educação de Jovens e Adultos .Edir Lucindo Gerência de Tecnologia e Informação GTI/SEDU 8 .GEJUD/ SUEJA/SEDU 19 .A Elaboração do caderno de Diretrizes da EJA.Maria Bernardete B.Arleti Maria Scotta Loss Gerência Monitoramento de Programa e Projeto GEMPRO/ SEDU 6 . Uma ação que envolveu 1. em atividades realizadas como grupos de trabalho. cuja expectativa era traçar as diretrizes gerais para organização e o funcionamento dessa modalidade de ensino.Márcia Machado Nascimento Subgerência de Educação de Jovens e Adultos .Angecy Miaranda Barbosa SRE Cariacica 3 .Sandra Lúcia S.Tereza Soares de Almeida Gerência de Educação Infantil e Ensino Fundamental .Maria das Graças Barbosa SRE Cariacica 15 .CEE 17 .Gilcéa Vitali Norich Gerência Monitoramento de Programa e Projeto GEMPRO/ SEDU 9 .GEJUD/ SUEJA/SEDU 12 .Mirtes Ângela Moreira Gerência de Ensino Médio .350 pessoas. Sant’anna SRE Colatina 22 .GEJUD/ SUEJA/SEDU 20 . no período de julho a novembro/2007. de Carvalho SRE Afonso Claudio 13 .Maria Adelaide Tâmara Alves Gerência de Informação e Avaliação GEIA/SEDU 2 .GEM 18 .Selma Florentina Z. para as escolas da rede Estadual de Ensino.Sônia Regina Caliman SRE Colatina 21 .

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ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PRIMEIRO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL (ANOS INICIAIS) AMPARO LEGAL Lei Federal Nº. Nº. de dias da semana: 05 Turno: Noturno CARGA HORÁRIA Áreas de Conhecimento Componentes Curriculares C/H TOTAL 1ª etapa 2ª etapa 3ª etapa 4ª etapa CHT CHT CHT CHT 400 400 400 400 1600 Plantão de dúvidas e recuperação - - - - - TOTAL GERAL 400 400 400 400 1600 Códigos e Linguagens Língua Portuguesa Artes Educação Física Matemática Matemática Geografia Estudos da sociedade e da natureza História Ciências Página 43 . de semanas letivas: 20 Hora/aula: 60 min. 01/2000 CNE/CEB Resolução Nº. de dias letivos: 100 Carga horária semestral: 400 horas Nº. 1286/2006 CEE/ES Nº. 9394/96 Parecer Nº. 11/2000 CNE/CEB Resolução Nº.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR EJA EN Nº DE DIAS LETIVOS: 100/CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 400 HORAS Nº AMPARO LEGAL: LEI 9394/96/PARECER Nº 11/2000 CNE/CEB/RESOLUÇÃO Nº 01/2000 CNE/CEB/RESOLUÇÃO Nº 1286/2006 CEE/ES ÁREAS DO CONHECIMENTO/DISCIPLINA ÁREA DE LINGUAGENS. MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS ARTES 2 CIÊNCIAS 2 MATEMÁTICA 5 HISTÓRIA 2 GEOGRAFIA 2 LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA 2 PARTE DIVERSIFICADA TOTAL GERAL Página 44 2 . CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS 5 LÍNGUA PORTUGUESA 5 EDUCAÇÃO FÍSICA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA.

JA ENSINO FUNDAMENTAL (ANOS FINAIS) .2008 AS Nº DE SEMANAS LETIVAS: 20/Nº DE DIAS DA SEMANA: 05 CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA ANUAL (AULAS DE 60 MINUTOS) CARGA HORÁRIA TOTAL ETAPAS 5ª 6ª 7ª 8ª 5ª ETAPA 6ª ETAPA 7ª ETAPA 8ª ETAPA 5 5 5 5 100 100 100 100 400 - - 2 2 - - 40 40 80 2 2 - - 40 40 - - 80 2 2 2 2 40 40 40 40 160 5 5 5 5 100 100 100 100 400 2 2 2 2 40 40 40 40 160 2 2 2 2 40 40 40 40 160 2 2 2 2 40 40 40 40 160 20 20 20 20 400 400 400 400 1.600 Página 45 .

CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS LÍNGUA PORTUGUESA EDUCAÇÃO FÍSICA ARTE FÍSICA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR EJA EN Nº DE DIAS LETIVOS: 100/CARGA HORÁRIA SEMESTRAl: 400 HORAS Nº AMPARO LEGAL: LEI 9394/96/PARECER Nº 11/2000 CNE/CEB/RESOLUÇÃO Nº 01/2000 CNE/CEB/RESOLUÇÃO Nº 1286/2006 CEE/ES ÁREAS DO CONHECIMENTO/DISCIPLINA ÁREA DE LINGUAGENS. MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS QUÍMICA BIOLOGIA MATEMÁTICA HISTÓRIA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS GEOGRAFIA SOCIOLOGIA FILOSOFIA LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA PARTE DIVERSIFICADA 2ª LÍNGUA OPTATIVA TOTAL GERAL Página 46 .

2008 AS Nº DE SEMANAS LETIVAS: 20/Nº DE DIAS DA SEMANA: 05 CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA ANUAL (AULAS DE 60 MINUTOS) ETAPAS CARGA HORÁRIA TOTAL 1ª 2ª 3ª 1ª ETAPA 2ª ETAPA 3ª ETAPA 4 3 4 80 60 80 220 2 - - 40 - - 40 - 2 - - 40 - 40 - 4 2 - 80 40 120 - 2 4 - 40 80 120 4 2 - 80 40 - 120 4 3 4 80 60 80 220 2 - 2 40 - 40 80 - 2 2 - 40 40 80 2 - - 40 - - 40 2 - - 40 - - 40 - - 2 - - 40 40 - 2 - - 40 - 40 20 20 20 400 400 400 1.200 Página 47 .JA ENSINO MÉDIO .

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Página 48 .

Página 49 .

CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Página 50 .

Página 51 .

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CADERNO DE DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Verso do certificado Página 54 .

Organização curricular 5.CADERNO DE DIRETRIZES DA EJA CARTA RESPOSTA As Diretrizes da Educação de Jovens e Adultos da Rede Estadual de Ensino resultam de processo participativo-democrático. As temporalidades 9. anexa. que envolveu mais de 1300 educadores da rede. A garantia do direito à Educação de Jovens e Adultos 2. Os formulários/registros a) Histórico b) Ata de Resultado Final c) Certificado Página 55 . solicitamos envio desta Carta Resposta (porte pago). Matrícula 6. Objetivos 3. objetivando a revisão do referido documento em processo de implementação na Rede Estadual de Ensino. Freqüência 7. Sistemática de avaliação 8. Assinale com X a alternativa que julgar correta: Itens Atende Atende parcialmente Não atende Sugestões 1. Considerando a importância das diretrizes da EJA. ao Caderno de Diretrizes da Educação de Jovens e Adultos. na organização e funcionamento das escolas é necessário o empenho e compromisso das equipes dirigentes e professores das escolas que ofertam a EJA e técnicos das SRE e da SEDU/Central. na construção coletiva do documento. Neste sentido. Legislação vigente 4. para a implementação das diretrizes.