Em face da publicação do Decr eto nº 57.684/2011 - DOE S P de 28.12.2011, este pr ocedimento foi atualizado. S ubtópico atualizado: 2.

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Amostr as gr átis de medicamentos.

ICMS/ SP - Pr incipais oper ações - A mos t r a gr át is

Res umo: Este pr ocedimento tr ata das saídas de amostr a gr átis que ser ão tr ibutadas ou beneficiadas pela isenção do ICMS e do IPI, o
estor no do cr édito das saídas não tr ibutadas e o ar bitr amento da base de cálculo.

Sumár io
1. Int r odução
2. Is enção
2.1 Medicamentos
2.2 Demais pr odutos
3. Es t or no do cr édit o
4. A mos t r a gr át is t r ibut ada
4.1 Base de cálculo
4.2 Inclusão do IPI
4.3 Utilização de base de cálculo infer ior à pr evista
4.4 Ar bitr amento
4.5 Alíquota
5. Penalidades
6. Not a fis cal - Exemplo

R e t orna r a o Sumá rio

1. Int r odução
As saídas de amostr as gr átis são, de modo ger al, beneficiadas com a isenção do ICMS . No entanto, par a fr uição do benefício, a legislação
estabelece algumas condições peculiar es, confor me ver emos neste texto.

R e t orna r a o Sumá rio

2. Is enção
S ão isentas do ICMS as saídas inter nas e inter estaduais de amostr as gr átis desde que de diminuto ou nenhum valor comer cial e em
quantidade estr itamente necessár ia par a dar a conhecer a natur eza, espécie e qualidade da mer cador ia.
( RIC MS- SP/2000 , Anexo I , ar t. 3º , caput)

R e t orna r a o Sumá rio

2.1 Medicament os
Par a fr uição da isenção do ICMS nas saídas de medicamentos, consider a-se amostr a gr atuita a que contiver :
a) a quantidade suficiente par a o tr atamento de um paciente, tr atando-se de antibióticos;
b) 100% da quantidade de peso, volume líquido ou unidades far macotécnicas da apr esentação r egistr ada na Agência Nacional de
Vigilância S anitár ia (Anvisa) e comer cializada pela empr esa, tr atando-se de anticoncepcionais;
c) no mínimo, 50% da quantidade total de peso, volume líquido ou unidades far macotécnicas da apr esentação r egistr ada na Anvisa e
comer cializada pela empr esa, nos demais casos;
d) na embalagem, as expr essões "Amostr a Gr átis" e "Venda Pr oibida" de for ma clar a e não r emovível;
e) o númer o de r egistr o com 13 dígitos cor r espondentes à embalagem or iginal, r egistr ada e comer cializada, da qual se fez a amostr a; e
f) no r ótulo e no envoltór io, as demais indicações de car áter ger al ou especial exigidas ou estabelecidas pelo ór gão competente do
Ministér io da S aúde.
( RIC MS- SP/2000 , Anexo I , ar t. 3º , par ágr afo único, item 1)

caput e §§ 1º e 2º) R e t orna r a o Sumá rio 4. ar t. ar ts. par ágr afo único. da expr essão "Distr ibuição Gr atuita". no quadr o "Débito do Imposto" . em car acter es bem visíveis.1 Bas e de cálculo Nas saídas de amostr a gr átis não beneficiadas pela isenção do ICMS . caso o r emetente sej a comer ciante. par a venda a consumidor . sendo essa cir cunstância impr evisível na data da sua entr ada. Na hipótese descr ita na letr a "c". caso o r emetente sej a industr ial. em qualquer caso. . 67 . na sua falta. utilizados em comér cio exter ior . 59 e 61 ) R e t orna r a o Sumá rio 4. exceto se existir pr evisão expr essa na legislação quanto à manutenção do cr édito. a base de cálculo ser á equivalente a 75% do pr eço de venda cor r ente no var ej o. ser ão adotados. e significa o pr eço da mer cador ia par a ser r etir ada pelo compr ador no estabelecimento vendedor (sem a inclusão do fr ete e segur o). Dessa for ma. ar t. no mer cado atacadista r egional.R e t orna r a o Sumá rio 2. obser vadas as r egr as descr itas nos itens "1" e "2". II e III e § 3º) R e t orna r a o Sumá rio 4. 3º . o contr ibuinte dever á estor nar o cr édito do ICMS cor r espondente dir etamente no livr o Registr o de Apur ação do ICMS . ( RIC MS. a base de cálculo do imposto ser á: a) o pr eço cor r ente da mer cador ia ou de sua similar no mer cado atacadista do local da oper ação ou. I. na falta deste. ar t. ( RIC MS.2 Demais pr odut os Em r elação a outr os pr odutos que não sej am medicamentos. hipótese em que não se aplicar á a obr igator iedade do estor no do cr édito mencionado no item 3. I. como não há valor cobr ado.SP/2000 . A mos t r a gr át is t r ibut ada As saídas de amostr a gr átis que não pr eencher em os r equisitos descr itos no item 2 ser ão nor malmente tr ibutadas pelo ICMS ."Estor nos de Cr éditos". se não houver mer cador ia similar .SP/2000 . caput. c) o pr eço FOB estabelecimento comer cial à vista. caso o r emetente sej a pr odutor . extr ator ou ger ador . 37 . caso o estabelecimento r emetente não efetue vendas a outr os comer ciantes ou industr iais ou. e b) consista em quantidade máxima de 20% do conteúdo ou do númer o de unidades da menor embalagem de apr esentação comer cial do mesmo pr oduto.SP/2000 . Par a a aplicação dos pr eços a que se r efer em as letr as "b" e "c". no mer cado atacadista r egional. e 38. Not a O ter mo fr ee on boar d (FOB) faz par te dos Incoter ms. ar ts. consider a-se amostr a gr atuita par a efeitos de isenção do ICMS a que: a) contenha a indicação. inclusive de ener gia. quando a saída do pr oduto r esultante for beneficiado com isenção. nas vendas a outr os comer ciantes ou industr iais. Anexo I . ( RIC MS. ( RIC MS. o pr eço cor r ente da mer cador ia ou de sua similar no mer cado atacadista do local da oper ação ou. o seu valor ser á incluído na base de cálculo do ICMS .2 Inclus ão do IPI Caso a saída da mer cador ia sej a suj eita ao IPI.SP/2000 . 2º . Es t or no do cr édit o Dever á ser estor nado o cr édito do ICMS sempr e que a mer cador ia entr ada no estabelecimento for obj eto de saída isenta ou integr ada ou consumida em pr ocesso de industr ialização. e 2) caso o r emetente não tenha efetuado venda de mer cador ia. em r elação às amostr as gr átis saídas com isenção. sucessivamente: 1) o pr eço efetivamente cobr ado pelo estabelecimento r emetente na oper ação mais r ecente. S aliente-se que o estor no do cr édito se estende ao imposto incidente sobr e o ser viço de tr anspor te ou de comunicação r elacionado com a mer cador ia. b) o pr eço FOB estabelecimento industr ial à vista. item 2) R e t orna r a o Sumá rio 3.

dever ão ser utilizadas as alíquotas inter nas pr evistas par a o pr oduto (7%. § 1º.Exemplo Exemplificamos a seguir a for ma de emissão de nota fiscal r elativa à saída inter na de mer cador ia a título de amostr a gr átis. suj eita o contr ibuinte às penalidades pr evistas na legislação.SP/2000 .SP/2000 . 18% ou 25%). 37 . ar t. 55 e 56.SP/2000 . b) declar ação. 493 do RIC MS. entr e outr as. ( RIC MS. quando o valor do imposto destacado ir r egular mente tiver sido lançado par a pagamento no livr o Registr o de S aídas.4 A r bit r ament o O valor da oper ação ou da pr estação poder á ser ar bitr ado pela autor idade fiscal. 493 do RIC MS. instituídas pela legislação do ICMS . A mos t r a gr át is . caput. sem pr ej uízo da aplicação das penalidades cabíveis. A contestação do valor ar bitr ado ser á feita no pr ocesso iniciado pelo lançamento de ofício efetuado pela autor idade fiscal. 53-A. Nor deste. "c" e IV. caput. O ar t.( RIC MS. beneficiada com isenção do ICMS . e b) multa equivalente a 30% do valor da oper ação indicado no documento fiscal no caso de destaque do valor do ICMS r efer ente à oper ação não suj eita ao pagamento do imposto. ar t. I. er r o na aplicação da alíquota ou na deter minação da base de cálculo. no documento fiscal. as seguintes hipóteses: a) fundada suspeita de que os documentos fiscais não r eflitam o pr eço r eal da oper ação ou pr estação. 527 . nas hipóteses pr evistas no ar t. nas oper ações destinadas a contr ibuintes do ICMS localizados nos Estados das Regiões Nor te.SP/2000 . II a IV) R e t orna r a o Sumá rio 4. de valor notor iamente infer ior ao pr eço cor r ente da mer cador ia. 52 . ar t. I a III. ( RIC MS. Penalidades O descumpr imento da obr igação pr incipal ou das obr igações acessór ias. Not a fis cal . ar ts. Centr o-Oeste e no Estado do Espír ito S anto. "g") R e t orna r a o Sumá rio 6.SP/2000 r elaciona.5 A líquot a Nas oper ações cuj o r emetente e o destinatár io estej am localizados no Estado de S ão Paulo e nas inter estaduais destinadas a não contr ibuinte do ICMS . Nas oper ações inter estaduais. 45 ) R e t orna r a o Sumá rio 4.3 Ut ilização de bas e de cálculo infer ior à pr ev is t a S e o contr ibuinte utilizar base de cálculo infer ior à pr evista na legislação. e c) tr anspor te. caput) R e t orna r a o Sumá rio 5. ar ts. ( RIC MS. a multa ser á equivalente a 1% do valor da oper ação constante do documento. 47 e 493 . sobr e a difer ença ser á devido o imposto. ar t. posse ou detenção de mer cador ia desacompanhada de documento fiscal. 54. ( RIC MS. nas oper ações destinadas a contr ibuintes do ICMS localizados nos Estados das Regiões S ul e S udeste. entr e as quais destacamos: a) multa equivalente a 50% do valor do imposto na falta de pagamento do ICMS por emissão de documento fiscal de oper ação tr ibutada como isenta.SP/2000 . exceto no Estado do Espír ito S anto. item 4) R e t orna r a o Sumá rio 4. e b) 12%. dever ão ser utilizadas as seguintes alíquotas: a) 7%.SP/2000 . 12%.

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Legis lação Refer enciada RIC MS.SP/2000 .