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Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão - 160428 ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C.

MOTA PINTO - 342762 Lajeosa do Dão │ 3460-153 LAJEOSA TND

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES 2.7.4. Orientações Metodológicas das Áreas Disciplinares Curriculares:
EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA Orientações Metodológicas A natureza aberta, sistemática e evolutiva da Educação Visual e Tecnológica, interligando o saber, o saber fazer, o saber sentir e o saber participar na vida, conferem a esta área disciplinar um carácter prático e, simultaneamente, interpretativo e crítico. Num enfoque progressivo e aberto, intrínseco ao próprio processo de aprendizagem, a EVT procura levar os alunos a descobrir, a descrever, a compreender e a gerar hipóteses acerca da realidade envolvente, interligando os saberes das diferentes áreas (Áreas Curriculares Disciplinares e Áreas Curriculares Não Disciplinares) e aprofundando os conhecimentos acerca do Mundo envolvente, de modo a contribuir para a formação o mais integral possível dos alunos. Nesta medida, a área de EVT assentará numa visão construtivista do conhecimento/saber com base na utilização do método de resolução de problemas, de modo que os conteúdos a desenvolver possibilitem a conexão com as restantes áreas de saber, com os Projectos e Clubes da Escola/Agrupamento e com as várias Ofertas e Recursos (ligação ao Plano anual de Actividades, BECRE, Prosepe…), investindo no desenvolvimento de competências transversais, incidindo na utilidade do que se aprende e na realização de actividades concretas. Nesta medida, a EVT deverá:  Investir no desenvolvimento de aprendizagens funcionais, permitindo que o aluno possa ver a sua aplicação real fora da aula e aliar o saber, o saber fazer e o saber estar;  Proporcionar aos alunos a construção da sua própria aprendizagem, partindo do reconhecimento das suas ideias e hipóteses de resolução de problemas do quotidiano para a realização de actividades concretas, com vista à solução dos problemas; Promover a ligação constante entre a teoria e a prática, o desenvolvimento e a aplicação de técnicas e estratégias e a reflexão/avaliação participada dos progressos e dos resultados a alcançar; Investir na auto e a hetero-avaliação de todas as fases do método de resolução de problemas, como forma de promover o sentido crítico, o sentido social, a sensibilidade estética; Promover a participação contínua do aluno na turma e nos problemas surgidos na escola e no Mundo, com base num trabalho programado pela equipa dos seus professores, de um modo evolutivo, coerente e gradual, assente no trabalho de pesquisa e investigação, na planificação de etapas e na resolução prática dos problemas.

A base de trabalho adequada a Educação Visual e Tecnológica assenta na PROSPECÇÃO DO MEIO, através de unidades de trabalho centradas em assuntos e problemas bem definidos e cujo poder motivador resulta do campo de interesses dos alunos e da sua experiência quotidiana. Para garantir um leque de experiências suficientemente aberto e enriquecedor do repertório vivencial dos alunos, propõe-se que, ao longo de cada ano, sejam desenvolvidas unidades de trabalho distribuídas por três grandes campos: AMBIENTE, COMUNIDADE e EQUIPAMENTO. Para cada unidade de trabalho deverá considerar-se um número reduzido de conteúdos, susceptível de enriquecimento por uma franja de outras contribuições que o próprio desenrolar da acção eventualmente suscitará. Em esquema, trata-se de uma planificação cujo rigor de organização permita a flexibilidade necessária à correcta inserção de conteúdos em função dos problemas a resolver e da diversidade da turma/alunos. Assim, a própria natureza da disciplina define a sua metodologia, centrada no processo de Resolução de Problemas, não havendo lugar a conteúdos estanques e distintos de ano para ano, mas complementares, convergentes e evolutivos, tendentes ao desenvolvimento de competências nos vários domínios. Assim: No 5º ano – serão desenvolvidas unidades em que as suas várias fases sejam pouco desenvolvidas, levando rapidamente às soluções, através de um processo em que os conteúdos são abordados de forma genérica; No 6º ano – serão desenvolvidas unidades em que algumas das suas fases sejam mais desenvolvidas, implicando não só o conhecimento de novos materiais e técnicas mas, também, o seu aperfeiçoamento e o aprofundamento das suas razões científicas.

Princípios e Critérios de avaliação A avaliação em EVT é contínua e gradual, de modo a acompanhar o aluno ao longo do seu processo educativo, permitindo assim obter informações e proceder aos reajustamentos necessários de acordo com os resultados obtidos. Tendo em conta as orientações definidas pelo Ministério e as orientações estipuladas pelo Departamento, com base nas dificuldades detectadas nos nossos alunos, a avaliação será continuada e personalizada. Constituem-se como principais prioridades da Disciplina de EVT a desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, a Higiene e Segurança no trabalho, o sentido estético e a criatividade, o domínio de meios/materiais e técnicas, o rigor na apresentação dos trabalhos, bem como o cumprimento de regras e a participação em todas as fases do trabalho. Tendo em conta que estes princípios se constituem como o eixo mobilizador de outras competências de âmbito mais geral, deverão ter-se em conta as seguintes prioridades transversais:  O relacionamento interpessoal e de grupo, privilegiando o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa, a atenção/concentração nos vários momentos das aulas e o cumprimento de regras;  A organização e método de estudo e trabalho, insistindo na organização do material, limpeza e preservação do equipamento, o cumprimento de regras e a autonomia nos trabalhos, bem como na pesquisa, selecção e tratamento de informação, nos diferentes suportes.  A comunicação, valorizando a interligação de saberes e o conhecimento de saberes/conteúdos das diferentes áreas investindo, sempre que possível, no desenvolvimento do sentido estético pela análise de obras de arte e registos orais e escritos sobre os trabalhos plásticos efectuados, bem como a ligação aos projectos da escola e das turmas, em particular. Com base nestes princípios a avaliação dos alunos incidirá, de um modo geral, no seu trabalho e na sua participação diária, no rigor e na qualidade dos trabalhos e dos projectos conseguidos, na sua capacidade de reflexão e avaliação crítica e no domínio e aplicação de meios/matérias e técnicas. Cada unidade temática a desenvolver deverá, por conseguinte, especificar, os critérios de avaliação a ter em conta, de modo a ajustar-se aos alunos, às especificidades das turmas (adequação curricular) e ainda à temática em questão (articulação curricular). Instrumentos de avaliação Como principais instrumentos de avaliação, esta disciplina contará com a observação sistemática, o uso de instrumentos de observação e registo, a observação e o controlo do caderno diário, o acompanhamento dos trabalhos individuais e/ou colectivos e os produtos finais (trabalhos individuais/colectivos). EDUCAÇÃO FÍSICA – 2º E 3º CICLOS Orientações Metodológicas As orientações metodológicas constituem-se como referência para práticas individuais e colectivas visando a transformação positiva dos alunos e das condições de realização da Educação Física. A organização interna da própria actividade motora deve possibilitar ao aluno o desenvolvimento das suas capacidades, provocado pelas actividades que devem ser vividas e conceptualizados através de experiências, pela aprendizagem e com a participação do aluno na sua totalidade. * Numa primeira fase realiza-se a avaliação inicial (processo decisivo pois permite a cada professor orientar e organizar o seu trabalho em cada turma), cujo propósito fundamental consiste em determinar as aptidões e dificuldades dos alunos nas diferentes matérias a abordar. * Selecção e definição dos objectivos e das actividades a desenvolver em cada turma. * Diferenciação dos objectivos operacionais e das actividades formativas para alunos e/ou subgrupos distintos que apresentem aptidões diferentes.

Para que as actividades propostas tenham sucesso, é fundamental que sejam ajustadas às capacidades dos alunos, quer ao nível da execução quer ao nível da aprendizagem. * A diferenciação dos processos de treino no desenvolvimento das capacidades motoras também deve ter em conta as possibilidades e limitações de cada aluno. * A diferenciação de objectivos e actividades formativas é também uma necessidade evidente quando se trata de não excluir das aulas de Educação Física alunos temporariamente impedidos ou limitados na realização de actividades físicas. * As actividades das aulas devem ter uma grande variedade de exercícios, com sequências metodológicas organizadas, situações motoras, numa perspectiva do mais fácil para o mais difícil, do geral para o específico. * As actividades de aprendizagem que se referem aos conhecimentos serão integradas nas aulas práticas, podendo-se privilegiar actividades de pesquisa de informação. * Deve haver uma intervenção no desenrolar da acção sempre que tal seja conveniente, quer para regular o funcionamento da aula, através de uma comunicação breve e clara contribuindo para uma crescente motivação, quer na resolução dos problemas ao nível das atitudes, de que a própria dinâmica de grupo é geradora. * Pretende-se desenvolver um ensino mais individualizado, o empenhamento e motivação dos alunos, uma participação crítica e criativa, o controlo dos seus progressos e dificuldades.

Avaliação A avaliação deve ser um processo que visa verificar as mudanças operadas em relação ao comportamento inicial. Por isso a sua função deve ser de continuidade, quer para identificar os alunos com ao sem dificuldades no decorrer do processo ensino-aprendizagem, quer para servir de referência para que os alunos conheçam os objectivos da avaliação, permitindo uma auto-avaliação adequada. Instrumentos de Avaliação     Protocolo de avaliação em Educação Física Bateria de testes Fitnessgram Fichas de registo das matérias a abordar Fichas de trabalho, trabalhos escritos individuais ou colectivos, questionamento oral, aplicação prática…

Modelo de Avaliação A avaliação em Educação Física tem como objectivo:    Verificar o estado de disponibilidade motora do aluno. Acompanhar a situação motora/cognitiva/comportamental do aluno. Classificar as aprendizagens do aluno.

* A avaliação contínua permite regular o grau de exigência das situações e os grupos da turma, promovendo as adequações constantes aos progressos e dificuldades dos alunos. * Na avaliação final verifica-se se ocorreram modificações no comportamento dos alunos.

EDUCAÇÃO MUSICAL – 2º CICLO Orientações Metodológicas -Faltam, ainda agora me telefonou a dizer que anda às voltas com elas.

ED. VISUAL – 3º CICLO Orientações Metodológicas Cabe a nós professores implementar dinâmicas pedagógicas de acordo com a realidade da comunidade em que estamos inseridos, com o Projecto Educativo do Agrupamento e com as características dos alunos – Projecto Curricular de Turma. Assim o Grupo disciplinar de Ed. Visual aponta como indicações metodológicas: - Organização de actividades por unidade de trabalho, entendidas como projectos que implicam um processo e produto final, englobando diferentes estratégias de aprendizagem e de avaliação; - Uma metodologia que contemple várias formas de trabalho baseadas em acções de natureza diversa, como demonstrações práticas, exposições, investigação bibliográfica, recolha de objectos e imagens, debates, registo de observação no exterior e possíveis visitas de estudo (museus e exposições). - Uma gestão do tempo, por unidade de trabalho que preveja a execução plástica, permitindo a consolidação das aprendizagens e a qualidade do produto final; - A selecção dos meios de expressão visual para a concretização dos trabalhos, deverão ser diversificados e devem permitir, ao longo do percurso escolar do aluno, várias abordagens estético-pedagógicas; - As opções pedagógicas consideradas na elaboração das planificações devem explorar conceitos associados à compreensão da comunicação visual e dos elementos da forma, desenvolvendo os domínios afectivos, cognitivos e sociais; - Os temas deverão ser relevantes, actuais e orientados por uma visão de escola aberta ao património artístico e natural, sempre que possível partindo da relação com o meio envolvente. EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA – 3º CICLO Orientações Metodológicas O modelo curricular adoptado para o desenvolvimento programático da disciplina de Educação Tecnológica nos 7º e 8º anos, do 3º Ciclo do Ensino Básico, pretende ser facilitador da construção de Projectos Curriculares de Escola e de Turma, enquanto dispositivos fundamentais para adequação das práticas educativas aos contextos específicos da acção pedagógica. Aos Professores de cada escola e de cada turma compete planificar o desenvolvimento da disciplina a longo e médio prazo como contributo específico para a construção de projectos curriculares de turma. Este processo de participação no desenvolvimento nos projectos curriculares de turma deverá também dar especial atenção ás áreas curriculares não disciplinares, em particular á Área de Projecto enquanto espaço potenciador de práticas interdisciplinares onde a Educação Tecnológica tem naturalmente um papel decisivo. Neste sentido toda a ênfase é colocada nas competências essenciais desta área educativa. A formulação das competências essenciais integra já uma perspectiva didáctico metodológica a ter presente: - integração de saberes, conhecimentos comuns a várias áreas disciplinares; - transferência das aquisições e operacionalização dos saberes em situações reais; - mobilização de conhecimentos, experiências e posicionamentos éticos (atitudes e valores ); - criação de situações nas quais é preciso tomar decisões e resolver problemas. OFICINAS DE ARTES Orientações Metodológicas  A metodologia na disciplina de Oficina de Artes contempla várias formas de trabalho baseadas em acções de natureza diversa: exposições orais, demonstrações práticas, mostras audiovisuais, investigação bibliográfica, recolha de objectos ou imagens, registos de observação. A gestão do tempo de cada área de exploração deve prever que a execução plástica se realize permitindo a consolidação das aprendizagens e a qualidade do produto final. Experimentação de diversas técnicas de modo a proporcionar o domínio de materiais e instrumentos adequados ás suas necessidades.

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2.7.5. Avaliação das Áreas Disciplinares Curriculares: Relativamente à avaliação das áreas disciplinares curriculares, deverão também, em cada disciplina actualizar o que está feito – ponto 2.7.5. Para o trabalho, a organizar pelos Rep. de Disciplina e a aprovar em Departamento, aconselho a que os respectivos coordenadores se juntem para uniformizar critérios. Notem bem – tenho de ter o Projecto Curricular concluído, para enviar para a Inspecção até ao dia 12 de Dezembro. 2.7.5. Avaliação das Áreas Disciplinares Curriculares:
DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1º CICLO: Língua Portuguesa – 1ºC:
          Expressão com clareza e correcção; Apreensão do significado global de um texto; Desenvolvimento do gosto pela leitura; Domínio dos principais sinais de pontuação; Uso instrumental de dicionários e enciclopédias infantis; Conhecimento das regras básicas do funcionamento da língua. Escrita e leitura de numerais inteiros e decimais; Capacidade de resolução de situações problemáticas, explicando métodos e raciocínios utilizados; Reconhecimento e descrição de figuras e sólidos geométricos; Compreensão dos conceitos (comprimento, área e volume), utilizando os conhecimentos na resolução de problemas.

Matemática – 1ºC:

Estudo do Meio – 1ºC:
 Estruturação do conhecimento de si próprio, desenvolvendo atitudes de auto-estima e de auto-confiança, valorizando a sua identidade e raízes;  Identificação dos elementos básicos do meio físico envolvente (relevo, rios, fauna, flora, etc.);  Desenvolvimento de hábitos de higiene pessoal e de vida saudável, utilizando regras básicas de segurança e assumindo uma atitude atenta em relação ao consumo;  Reconhecimento e valorização do património histórico e cultural, desenvolvendo o respeito por outros povos e culturas, rejeitando qualquer tipo de discriminação.

Expressões físico-motoras – 1ºC:
 Controlo da postura;  Desenvolvimento da resistência geral;  Cooperação, com os companheiros, nos jogos e exercícios, obedecendo a regras.

Ed. Musical e Dramática – 1ºC:
    Entoação de rimas e lengaslengas; Entoação de canções; Acompanhamento de canções com gestos; Dramatização de textos e histórias.

Expressão Plástica – 1ºC:
 Treino de destreza manual;  Exploração livre de meios de expressão gráfica e plástica;  Desenho livre para que a criança desenvolva a sua singularidade expressiva.

Ed. Moral e Religiosa Católica (EMRC) – 1ºC:
 Interesse e empenho nas actividades;  Desenvolvimento da capacidade de relação / cooperação c/ os colegas.

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE LÍNGUAS: Língua Portuguesa – 2ºC:
    Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua;

 Empenho nas actividades.

Língua Estrangeira – 2ºC:
                    Compreensão de textos orais e escritos de natureza diversificada; Produção oral e escrita de textos de complexidade adequada; Comunicação oral e escrita em diferentes situações; Domínio do vocabulário fundamental e das estruturas gramaticais; Desenvolvimento do sentido de autonomia, responsabilidade e empenho. Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequadas às diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e do funcionamento da língua; Empenho nas actividades propostas. Compreensão de textos orais e escritos de natureza diversificada; Produção oral e escrita de textos de complexidade adequada; Comunicação oral e escrita em diferentes situações; Domínio do vocabulário fundamental e das estruturas gramaticais; Desenvolvimento do sentido de autonomia, responsabilidade e empenho. Compreensão de textos orais e escritos de natureza diversificada; Produção oral e escrita de textos de complexidade adequada; Comunicação oral e escrita em diferentes situações; Domínio do vocabulário fundamental e das estruturas gramaticais; Desenvolvimento do sentido de autonomia, responsabilidade e empenho.

Língua Portuguesa – 3ºC:

Língua Estrangeira I – 3ºC:

Língua Estrangeira II – 3ºC:

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CSH: História e Geografia de Portugal – 2ºC:
              Empenho nas actividades; Contextualização e localização, no espaço e no tempo, de factos históricos; Interpretação de informação histórico-geográfica; Aplicação de vocabulário específico e noções essenciais; Produção, interpretação e organização da informação histórica em diferentes perspectivas. Contextualização e localização no espaço e tempo de factos, eventos e processos históricos; Adquirir e aplicar conteúdos programáticos; Consulta, pesquisa e interpretação de documentos de índole diversa (textos, imagens, gráficos, mapas e diagramas); Empenho e participação na realização de actividades de forma autónoma, responsável e criativa. Conhecimento de factos e conceitos; Compreensão de factos, conceitos e noções essenciais; Aplicação de vocabulário específico e noções essenciais, Interpretação de informação geográfica; Empenho nas actividade.

História – 3ºC:

Geografia – 3ºC:

Ed. Moral e Religiosa Católica (E.M.R.C.) – 2ºC:
 Interesse e empenho nas actividades;  Responsabilidade / cumprimento das regras estabelecidas (comportamento);  Capacidade relacional / comunicação.

Ed. Moral e Religiosa Católica (E.M.R.C.) – 3ºC:
    Compreensão do significado dos valores humanos e espirituais; Capacidade critica da realidade / comunicação de ideias; Responsabilidade / Empenho nas actividades; Capacidade relacional / cooperação.

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE MCE:

Matemática – 2ºC:
                        Compreensão de situações ligadas ao real; Conhecimento de noções matemáticas; Capacidade de resolução de problemas; Empenho nas actividades; Responsabilidade / comportamento (cumpridor de regras estabelecidas). Compreensão de fenómenos naturais; Conhecimento de fenómenos biológicos e geológicos; Envolvimento em iniciativas de preservação do ambiente; Empenho nas actividades propostas; Responsabilidade / comportamento (cumpridor de regras estabelecidas). Conhecimento e compreensão de noções matemáticas; Uso da matemática na compreensão de situações da realidade; Capacidade de entender a estrutura de um problema e de desenvolver processos de resolução; Capacidade de sentido crítico na utilização de procedimentos e resultados matemáticos; Empenho nas actividades propostas (TPC, trabalhos de grupo e / ou individuais). Conhecimento de fenómenos geológicos e biológicos; Compreensão de fenómenos naturais; Capacidade de questionar o ambiente e a relação Homem / ambiente; Capacidade de questionar situações reais e concretas; Empenho e capacidade de trabalho. Compreensão de fenómenos naturais e laboratoriais; Conhecimento de fenómenos físicos e químicos; Capacidade de problematizar situações concretas; Empenho nas actividades.

Ciências da Natureza – 2ºC:

Matemática – 3ºC:

Ciências Naturais – 3ºC:

Físico-Química – 3ºC:

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE EXPRESSÕES: Educação Visual e Tecnológica – 2ºC:
                Capacidade de observação/Representação do real; Compreensão de formas, cor e técnicas; Aplicação de conhecimentos adquiridos a novas situações; Capacidade de criar projectos de natureza diversa; Sentido de responsabilidade/Sociabilidade (cumpridor de regras estabelecidas e grau de participação nas várias fases de trabalho); Capacidade de relacionamento interpessoal e de grupo. Percepção sonora e musical; Criação e experimentação; Interpretação e comunicação; Culturas musicais nos contextos; Empenho nas actividades / autonomia. Conhecimento e aplicação de regras das diferentes modalidades; Aquisição dos elementos técnicos e diferentes capacidades motoras nas modalidades abordadas; Conhecimento e aplicação de regras de segurança; Empenho nas actividades propostas; Comportamento.

Ed. Musical – 2ºC:

Ed. Física – 2ºC:

Ed. Visual – 3ºC:
 . Capacidade de observação/Representação do real;

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. Aplicação de técnicas/Representação de formas geométricas; . Capacidade expressão/Sentido de Iniciativa e criatividade; . Conhecimento/aplicação de normas, regras e critérios de actuação, convivência e trabalho; . Empenho nas actividades propostas. Conhecimento dos diferentes meios de difusão e reprodução de imagens; Capacidade de organização e comunicação de ideias e projectos; Aplicação de técnicas no manejo de instrumentos de comunicação áudio-visual; Empenho e criatividade nas actividades propostas. Conhecimento e aplicação de regras das diferentes modalidades; Aquisição dos elementos técnicos e diferentes capacidades motoras / modalidades abordadas; Conhecimento e aplicação de regras de segurança; Empenho nas actividades propostas; Comportamento. Expressão oral e escrita, utilizando correctamente o vocabulário específico da disciplina; Participação na procura de soluções para a resolução de problemas / superação dos obstáculos à realização de um projecto; Domínio das técnicas específicas em função dos materiais; Organização e autonomia no plano de trabalho individual e em grupo; Cuidado com a segurança e higiene no trabalho (respeito pelas diferenças individuais).

Oficina de Artes – 3ºC:

Ed. Física – 3ºC:

Educação Tecnológica – 3ºC:

2.7.6. Avaliação das Áreas Disciplinares não Curriculares:
Formação Cívica:
 Capacidade de relacionamento interpessoal e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos;  Desenvolvimento do sentido de responsabilidade, flexibilidade e respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros;  Desenvolvimento do espírito crítico e de iniciativa.

Estudo Acompanhado:
         Desenvolvimento de método de trabalho e de estudo pessoais, bem como da capacidade de organização; Desenvolvimento de aptidões no âmbito do tratamento de informação - pesquisa, organização e produção; Desenvolvimento da capacidade de conceber e aplicar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Desenvolvimento de competências de comunicação verbal e não verbal em diferentes suportes e códigos. Relacionamento interpessoal e de grupo / comportamento; Realização de tarefas – empenho, método, criatividade, iniciativa e autonomia; Tratamento da informação – pesquisa, selecção, organização e produção; Utilização de linguagens de diferentes áreas de saber; Espírito critico / capacidade de auto – avaliação.

Área de Projecto:

2.7.7. Avaliação das Actividades Enriquecimento Curricular:
Activ. Enriquecimento Curricular (TIC’s):
    Cooperação nos trabalhos; Cumprimento das regras estabelecidas; Utilização cuidada dos materiais / equipamentos; Empenho nas actividades.