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13 Abril 2008 - 00.30h

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Educação: Memorando de entendimento

Governo cede na avaliação após 15 horas
Três maratonas negociais, que totalizaram mais de 15 horas de reuniões, resultaram em cedências do Governo e dos sindicatos em relação à avaliação de professores: se por um lado a avaliação, defendida com unhas e dentes pela ministra Maria de Lurdes Rodrigues, só vai incidir, este ano lectivo, em quatro parâmetros, por outro não haverá suspensão do processo, como pretendiam os sindicatos. Na madrugada de ontem todos reclamaram vitória, após mais de sete horas de esforços para chegarem a um entendimento.

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O ‘Memorando de Entendimento’ entre o Ministério da Educação (ME) e os sindicatos estipula que os professores contratados e dos quadros em vias de progredir (cerca de sete mil) serão avaliados ainda este ano lectivo, mas apenas com base em quatro parâmetros: a ficha de auto-avaliação, a assiduidade, o cumprimento do serviço distribuído e a formação contínua, quando obrigatória. Os parâmetros serão aplicados de forma igual em todas as escolas – a tutela queria um regime simplificado mas que podia ser diferente consoante a capacidade de cada estabelecimento. Sobre os docentes que serão avaliados até ao final de 2009, ministra e sindicatos acordaram que os efeitos negativos das classificações de ‘regular’ ou ‘insuficiente’ estarão condi-cionados a uma nova avaliação no ano seguinte. Os efeitos penalizadores do ‘insuficiente’ serão aplicados aos contratados em vias de renovação; quando forem classificados com ‘regular’ poderão renovar. Ficaram ainda definidas as horas mínimas de componente não lectiva para o trabalho individual e tempo para reuniões: oito horas para os educadores de infância e professores do 1º Ciclo; dez ou 11 horas para os restantes, dependendo do número de alunos. A ministra da Educação considerou que 'há jogos de soma nula e jogos de soma positiva. Houve uma aproximação e as escolas têm melhores condições para concretizar o modelo de avaliação. A partir de pontos tão distantes, conseguimos realizar este acordo sem que fique comprometido o processo de avaliação nas escolas'. Para a governante, 'todos saíram ganhadores' e 'não há suspensões, adiamentos, expe-rimentações,' antes uma 'aproximação'. Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma Sindical, explicou que 'não existe um acordo, para isso teria de ser muito mais profundo. É um entendimento e uma grande vitória para os professores', frisou. Ontem, o primeiro-ministro José Sócrates elogiou o acordo. 'Deixa-me muito satisfeito e quero felicitar publicamente a senhora ministra'. O chefe de Governo considerou que o principal 'é que neste acordo está consagrada a avaliação de professores', que avançará com 'um melhor clima'. CRITÉRIOS PARA A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES (Neste ano lectivo) 1- Fichas de Auto-avaliação Os professores de cada ciclo têm de preencher uma ficha, com 14 questões (13 no 1.º Ciclo). O cumprimento do serviço lectivo, a preparação das aulas, o cumprimento dos objectivos de aprendizagem das crianças, a relação pedagógica com os alunos e a participação em estratégias para reduzir o abandono escolar são alguns dos itens que cada professor tem de avaliar. 2- Nível de Assiduidade É um parâmetro relativamente fácil de aferir pelas escolas, pois é um elemento da gestão de cada escola. 3- Cumprimento do serviço distribuído Também é um parâmetro que as escolas podem cumprir com facilidade, pois é informação que vai sendo recolhida ao longo do ano lectivo; tem por base a totalidade das aulas previstas e efectivamente leccionadas pelo docente. 4- Participações em acções de formação contínua (quando obrigatória) É uma informação que as escolas e cada professor têm. SIMPLIFICAR AO MÁXIMO Caem as observações de aulas, entrevistas, fichas de avaliação do conselho executivo e dos coordenadores de departamento – o acordo entre sindicatos e Governo permitiu simplificar ao máximo o processo de avaliação neste ano lectivo. Na prática, a única acção será o preenchimento das fichas de auto-avaliação – os restantes parâmetros já estão registados pelas escolas e bastará a sua recolha e tratamento por parte dos órgãos de gestão escolares. l PROTESTOS DESTA SEMANA MANTÊM-SE Apesar do entendimento com o Governo, a Plataforma Sindical vai manter os protestos agendados para este mês. Já amanhã, os professores saem à rua para as típicas segundas-feiras de protesto, desta feita nas capitais de distrito da região Norte do País. Na próxima terça-feira, o Dia D de reflexão nas escolas, cujo objectivo inicial era definir a intensificação dos protestos a nível nacional, vai dar lugar às explicações dos sindicatos. Os representantes da Plataforma Sindical vão aproveitar as reuniões com os docentes para justificar algumas das cedências feitas durante a negociação com o Ministério da Educação. Recorde-se que os sindicatos partiram para a negociação, há cerca de um mês, com uma proposta em mãos que exigia a suspensão do processo de avaliação neste ano lectivo e a aplicação, a título experimental, ao longo de 2008/2009. Esse foi, aliás, o mote da resolução aprovada no final da ‘Marcha da Indignação’, que levou cem mil professores a protestar nas ruas de Lisboa. l REACÇÕES POLÍTICAS 'ONDE ESTÁ A CONVICÇÃO?' (Luís Filipe Menezes, PSD) 'É mais um sinal de recuo do Governo. Onde é que está a convicção do primeiro-ministro e as convicções da senhora ministra relativamente àquilo que dizia ser um modelo que não iria

26ª jornada Sexta-feira (11 Abr) Benfica-Académica Sábado (12 Abr) E. Amadora-Belenenses V. Guimarães-Boavista V. Setúbal-FC Porto Domingo (13 Abr) Naval-Marítimo Nacional-P. Ferreira Sporting-Leixões Segunda-feira (14 Abr) Sp. Braga-U. Leiria 19:45 * *SportTv1 | +TVI | ^SportTv2 16:00 16:00 19:15 + 0-2 1-0 1-2 0-3

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transigir?' l 'GOVERNAR COM MEDO' (Paulo Portas, CDS-PP) 'O Governo está com medo das eleições. Para que serviu tudo isto? Não era preferível lançar um processo [de avaliação] justo, preparado, organizado, a começar no início do ano escolar?' l 'DERROTA DO GOVERNO' (Francisco Louçã, BE) 'O acordo entre ministra e sindicatos é uma derrota clamorosa da violência do Governo contra os professores e demonstra claramente que os docentes tinham razão ao defender as escolas.' l NOVIDADES NEGOCIAÇÃO EM 2009 Nos meses de Junho e Julho de 2009, Governo e sindicatos voltam a negociar para avaliar a aplicação do actual modelo e discutir eventuais alterações. COMISSÃO PARITÁRIA Até ao final do mês vai ser criada uma comissão paritária que permitirá aos sindicatos terem acesso aos documentos e reflexões produzidos pelos Conselho Científico de Avaliação dos Professores. NOVO ESCALÃO A Ministério da Educação aceitou criar um novo escalão no topo da carreira. Até Dezembro decorrem negociações. Ficou acordado que a entrada no novo escalão dependerá da avaliação e tempo de serviço. NOTAS REGIME DE GESTÃO O prazo para aplicação do novo regime de gestão escolar estende-se até 30 de Setembro. Esta era uma pretensão dos sindicatos. DIPLOMA PROMULGADO O primeiro-ministro afirmou ontem que o Presidente da República promulgou o diploma da gestão escolar na sexta-feira. ASSINATURA NA 5.ª FEIRA A declaração conjunta entre os sindicatos e o ME é assinadaquinta-feira, às 11h00, no Conselho Nacional de Educação. PAIS APLAUDEM 'Só podemos ver com muita satisfação que tenha havido entendimento', afirma Albino Almeida, da Confap. CÓDIGO DE ÉTICA João Grancho, líder da Associação Nacional de Professores, vai propor a criação de um código ético e deontológico. CONSELHO DE ESCOLAS Álvaro de Almeida, presidente do Conselho de Escolas, acredita que o acordo 'é importante' e 'acaba por ser positivo'. MINISTRA NO PARLAMENTO A ministra Maria de Lurdes Rodrigues vai à Comissão Parlamentar de Educação depois de amanhã.

Diana Ramos / Edgar Nascimento
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13 Abril 2008 - 11.57h | André Porque será que os professores não querem ser avaliados anualmente se essa é uma prática corrente que "afecta" toda a população activa? Vergonha que só eles têm direito a "negociar" num ponto em que para bem de todos nós, deviam estar tranquilos e sem medo de ser avaliados. Ou será que têm razões para não quererem ser avaliados?!... Sesimbra 13 Abril 2008 - 09.27h | Águas Santas

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Será que foi o governo a recuar na questão da avaliação? Não me parece, no entanto os sindicatos (que não queriam avaliação) e a oposição têm de fazer o seu papel. Lembro que políticamente, em Portugal, nunca ninguém perde.

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