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Capacidade Produtiva - Definição

O que é

É o máximo nível de atividade de valor

Capacidade
Produtiva?

adicionado em determinado período de
tempo, que o processo pode realizar sob
condições normais de operação.
(SLACK et al., 1997, p. 346).

Medidas de Capacidade

Medidas de Capacidade
Inputs

 O volume de produção é a medida mais
adequada de capacidade quando a natureza do
produto na operação não varia, mas...
 Quando há uma gama ampla de produtos, as
medidas de capacidade em volume/tempo podem
ser difíceis de serem obtidas. Neste caso, as
medidas dos insumos utilizados fornecem um
indicador indireto de capacidade.

Operação

Insumos

Outputs
Medida de capacidade

Fábrica de ar-condicionado

Horas de máquinas
disponíveis

Nº de unidades por semana

Hospital

Leitos disponíveis

Nº de pacientes tratados por
semana

Teatro

Nº de assentos

Nº de clientes entretidos por
semana

Universidade

Nº de estudantes

Estudantes graduados por
ano

Loja de varejo

Área de venda

Nº de itens vendidos por dia

Cia. aérea

Nº de assentos disponíveis
no setor

Nº de passageiros
transportados por semana

Cia. de eletricidade

Tamanho do gerador

Megawatts-hora de
eletricidade gerada

Cervejaria

Volume de tanques de
fermentação

Litros por semana

Fonte: Slack et al. (2002).

Medidas de Capacidade
EMPRESA

INSUMOS

MEDIDA DA
CAPACIDADE

Fábrica de refrigerantes

Horas-máquina disponíveis

Número de unidades/ano

Hotel

Leitos disponíveis

Número de hóspedes/dia

Cinema

Número de assentos

Número de espectadores/
semana

Fábrica de cimento

Volume do forno de clinquer Toneladas/dia

Empresa de transportes

Número de poltronas

Nº de passageiros/ano

Usina hidroelétrica

Tamanho das turbinas

Potência gerada (MW)/ano

Loja

Área da loja

Vendas/mês

Escola

Número de alunos

Número de formados/ano

Indicadores de Capacidade Produtiva
Tipo de Empresa

Indicador de Capacidade

Restaurante Fast food

Clientes por hora

Cervejaria

Barris de cerveja por ano

Sistemas de Reserva por
Telefone de um Hotel

Chamadas Telefônicas por hora

Linha de Montagem
de uma Fábrica

Carros por hora

Fábrica de Papel

Toneladas de papel por ano

1

troca de turnos.75 hora.5 hora.: manutenção corretiva. etc. pergunta-se: a) Qual será o tempo necessário para montar as unidades? b) Qual será o nº de unidades produzidas por semana? Medindo a Capacidade Quais são os Resposta: a) Qual será o tempo necessário para montar as unidades? Qtd de unidades: 2 + 3 + 2 = 7 unidades (2 X 1.5) + (3 X 1) + (2 X 0. Indicadores relacionados  Utilização Perdas planejadas  Eficiência  Produtividade Perdas não planejadas Capacidade instalada Capacidade efetiva  Disponibilidade Ex. etc. Se demanda por unidades de luxo.: manutenção preventiva.40 min/pç e a empresa trabalha em um turno de 8 horas por dia. 746 unidades Ex. inspeções de qualidade.5) X 7 = 746. (b) Padrão – montado em 1 hora. (c) Econômico – montado em 0. padrão e econômica estiver na proporção 2. falta de estoque. Produção realizada  OEE Capacidade teórica de projeto 2 .75) = 7. qual é a capacidade diária de produção? Tempo disponível (TD): 60 x 8 = 480 min Capacidade = TD/TP = 480 / 2.7 unidades  aprox.40 = 200 pç/dia Medindo a Capacidade  Capacidade depende do mix de produtos Problema: Para calcular a capacidade de uma fábrica de condicionadores de ar que produz 3 modelos: (a) Luxo – montado em 1.5 horas principais indicadores relacionados com a b) Qual será o nº de unidades produzidas por semana? Disponibilidade de tempo / tempo necessário para montar as unidades X nº total de unidades capacidade? (800/7. falta de pessoal. 3 e 2.Medindo a Capacidade  Capacidade depende do tempo padrão Problema: Se o tempo padrão (TP) para fabricar um determinado produto é de 2. A área de montagem tem disponibilidade de 800 h de pessoal de montagem por semana.

Fator ocupação (empresas aéreas) . (e) Eficiência 3 .Reman (AM) 46 44 96% Capuava . 58 h não são perdas planejadas. Gianesi e Caon (2007).Lubnor (CE) 6 5 83% Gualberto Villarrolel . Perdas planejadas Perdas não planejadas Capacidade instalada Capacidade efetiva Eficiência (%) = Refinarias (2005)  A proporção entre o volume de produção realmente conseguido e sua capacidade de projeto e entre a saída real e a sua capacidade efetiva é respectivamente chamado de Utilização e Eficiência da Planta.Utilização (%) = Utilização e Eficiência Produção realizada Capacidade instalada Capacidade do projeto e capacidade efetiva  A capacidade teórica nem sempre pode ser atingida na prática.  Um fabricante de papel fotográfico tem capacidade de projeto de 200 m 2 por minuto e a linha opera 24h/dia. pois podem haver perdas. 7 dias p/semana (168 h/semana).Rlam (BA) 323 200 62% Duque de Caxias -Reduc (RJ) 242 214 88% Henrique Lage .RPBC (SP) 189 191 101% 170 164 96% Gabriel Passos . Getúlio Vargas .Bolívia 20 14 70% 38 31 82% 2.  Capacidade do projeto é: 200 x 60 x 24 x 7 = 2.  Foram perdidas 59 h em consequência de incidentes razoavelmente inevitáveis e planejados.Tempo de utilização (fábricas).Regap (MG) 151 129 85% Manaus .702 79% Total (Mbpd) Utilização como medida de desempenho das operações  Em alguns negócios a utilização é usada como uma das medidas-chaves do desempenho da produção.Refap (RS) 189 105 56% Pres.Revap (SP) 251 219 87% Alberto Pasqualini . Produção realizada Produção realizada Utilização = Volume de Produção Real Capacidade efetiva Volume Processado Paulínia . Porém.Argentina 31 30 97% Guilhermo Elder Bell .Repar (PR) Pres. A utilização pode ser conhecida por: .016 milhões m 2 p/semana.  Pede-se: (a) Capacidade de projeto e disponibilidade teórica (b) Capacidade efetiva e disponibilidade efetiva (c) Disponibilidade real e volume real de produção (d) Utilização Fonte: Corrêa. Bernardes .Replan (SP) 365 297 81% Landulpho Alves .Recap (SP) 53 44 83% Fortaleza .Argentina  Capacidade teórica menos as perdas = Capacidade Real ou Efetiva.114 1.  Organizações exigem elevados níveis de utilização antes de autorizar o investimento em capacidade adicional. Exemplo Disponibilidade Teórica (100%) Disponibilidade utilizável para produção Disponibilidade Real Problemas de natureza EVITÁVEL Disponibilidade Padrão (efetiva) Problemas de natureza INEVITÁVEL Valor a ser considerado pelo planejamento Capacidade Efetiva Utilização de Capacidade Utilização Disponibilidade Meta a ser alcaçada pela produção Eficiência = Volume de Produção Real Capacidade de Projeto Capacidade Instalada San Lorenzo .Bolívia 40 15 38% Ricardo Eliçabe .Nível de ocupação dos quartos (hotéis) .

445 = 44.Exemplo Exemplo  Respostas:  Respostas: a) Capacidade de projeto: 2.000 / 2016000 = 0. Teórica = 582.000 / 1308000 = c) Disponibilidade real: 168 – 59 – 58 = 51 h/semana = Disp.9% Unidade produtiva Eficiência = Operação Produtividade múltipla Produtividade por recurso Prod.000 / 2016000 = = Disp.468 = 46. de madeira Situação Esforço produtivo Capacidade produtiva S1 1 operador trabalha 1 hora em 1 máquina e produz 10 peças 10 peças/h 2 operadores trabalham 1 hora em 2 máquinas e produzem 20 peças 20 peças/h S2 S3 1 operador trabalha 1 hora em 2 máquinas e produz 20 peças Produtividade 10 peças/HH 10 peças/HM 10 peças/HH 10 peças/HM 20 peças/HH 20 peças/h 10 peças/HM 4 .5% Indicadores de Produtividade Tipo de Negócio Indicador de Produtividade Restaurante Clientes (pratos)/hora de trabalho (HH) Loja de Varejo Vendas/metro quadrado Aviário Quilos de carne/quilos de alimentos Indústria de Energia Quilowatts/toneladas de carvão Fábrica de Papéis Toneladas de papel/ton.308 milhões m2/semana e) Eficiência = Prod..000 m2/semana Exemplo Se no apontamento da produção da semana fosse constatado que a produção real foi de 582. Efetiva = 51 / 109 = 0. ► Quais seriam os indicadores reais de utilização e eficiência? ► O que deve ter acontecido para a produção real não corresponder à disponibilidade real? Utilização = PRODUÇÃO PRODUTIVIDADE = RECURSOS Níveis de análise Taxa de valor agregado Empresa Prod. Efetiva = 612.289 = 28.016 milhões m2/semana Disponibilidade teórica: 168 h/semana d) Utilização = Prod. Real / Cap. Real / Cap.8% Produção real = 51 x 60 x 200 = 612.. Real / Disp. Efetiva = 582.304 = 30. Teórica = 612.000 / 1308000 = 0.000 m2. Real / Disp. Teórica = 51 / 168 = 0. Real / Cap.4% b) Disponibilidade efetiva: 168 – 59 = 109 h/semana Capacidade efetiva = 109 x 60 x 200 = 1. Real / Cap.

Eficiência. b) Qualidade do produto que produz. Mais qualidade Sistema de Produção Maior produtividade menos devoluções. Aumento no “output” e redução no “input” Produtividade melhorada Aumento na receita Baixos custos de manufatura e serviços MTBF = Tempo médio entre falhas MTTR = Tempo médio para reparo Maiores lucros Eficácia Global de Equipamentos (OEE)  É um método cada vez mais popular de julgar a eficácia dos itens individuais de equipamentos das operações produtivas. de ocupação Planejado Objetivo Custos menores: Sistema de Produção Produtividade menos trabalho. É baseada em 3 aspectos de desempenho: a) Velocidade ou taxa de atravessamento do equipamento (seu tempo de ciclo).: 365 dias/ano x 24h/dia) Tempo de Operação Tempo de operação Parada Índice de disponibilidade = Tempo de calendário Tempo de Operação Produção Real Índice de desempenho = Produção Real Desempenho Produção na Velocidade Máxima Produção Real Produção Aprovada Índice de qualidade = Produção Aprovada Defeito Produção Real Produção Aprovada OEE = Disponibilidade x Desempenho x Qualidade 5 .  Para operar de forma eficaz é necessário alcançar altos níveis de desempenho nas 3 dimensões.Defeituosos = Recursos Disponibilidade pela ótica da Manutenção Grau em que a produção está pronta para funcionar. MTTF = Tempo médio para falha OEE: foco na redução de perdas Tempo de Calendário (Ex. Eficácia e Produtividade Produtividade e Qualidade Produtividade Eficiência Eficiência Eficácia Objetivo Tx. Eficácia FAZER CERTO A COISA FAZER A COISA CERTA FAZER CERTO A COISA CERTA Produtividade = Produtividade = Melhoria na qualidade do produto Maior valor percebido Maior participação no mercado Preços mais altos Recursos Resultado Esforço Melhoria nos processos produtivos AÇÃO GERENCIAL Aumento no “output” por unidade de “input” Produção boa Redução no “input” por unidade de “output” Produção . etc. c) Tempo que está disponível para operar. menos transportes. Eficiência menos erros.

capacidade  Se planeja rodar o equipamento por 8 horas.54 ou 54% Existem vários fatores que exercem influência na capacidade produtiva. ou seja: OEE = ( 0. 1 2 3 200/h 50/h 200/h Para os clientes (a) A operação 2 é um gargalo. Quais são os fatores que influenciam na  Se produz 90 peças boas de um total de 100 fabricadas. produtiva?  Assim. 6 . possui uma taxa de qualidade de 90%. mas ele pára (quebra) por 2 horas. sua disponibilidade de tempo é de 75%. Restrições de Capacidade  Muitas operações operam abaixo de sua capacidade. mas.8 x 0. Gargalos de capacidade  Algumas partes podem operar com capacidade máxima. Dentre eles se destacam: O que são  Gargalos: restringem a capacidade.75) = 0. sua taxa de desempenho é de 80%. enquanto outras não.  As decisões de capacidade são tomadas dentro das restrições da capacidade estabelecidas pela estratégia de capacidade da operação. Entradas  As partes que estão operando em sua capacidade máxima denominam-se restrições de capacidade – gargalos.Exemplo: Se uma máquina:  Opera a 80 ciclos por minuto.9 x 0.. gargalos?  Curvas de aprendizagem: determinam o padrão de ampliação da capacidade de processos novos. mas tem velocidade projetada de 100 ciclos por minuto. a eficácia global do equipamento é de 54%..

torna-se gargalo se mal gerenciado.recurso c/ capacidade maior que demanda. • Recursos críticos . dependendo do mix e do sequenciamento.recurso c/ capacidade menor que demanda. • Não-Gargalo . Gargalos e Disponibilidade Qual é a lógica das Curvas de Aprendizagem? TMPR = Tempo médio para reparo 7 .Restrições de Capacidade Gargalos de capacidade • Gargalo . • Recurso Restrito-na-Capacidade (RRC) .é o recurso cuja capacidade limita a produção.utilização próxima da capacidade. Entradas 1 200/h 2 200/h 3 200/h Para os clientes (b) Todas as operações são gargalos.são aqueles recursos que podem vir a ser gargalos. Gargalos e Disponibilidade Classificação dos recursos do sistema Capacidade do recurso = tempo disponível p/ produção • Gargalo .

definido pela seguinte função: y = C1 n-b  y: tempo (ou custo) para a produção da n-ésima unidade C1: tempo (ou custo) para a produção da primeira unidade b: parâmetro que define a declividade da curva Fonte: Anzanello e Fogliatto (2007).8 10. A redução do tempo de execução irá seguir um padrão previsível. b = . Princípios observados na produção do Ford “T” Número de unidades Curva de experiência do Ford “T” Preço do Ford Modelo T (em dolares de 1958) 6 Milhares de dolares 5 4 3 1909 1911 1910 1913 2 1914 1915 1912 1916 1920 1918 1 . 1936) Modelos de Curvas de Aprendizagem É o modelo mais tradicional. A taxa de melhoria do tempo de execução diminui ao longo do tempo. 100 Tempo por unidade 1.000.000 2 3 4 5 6 7 8 9 100.Princípios das Curvas de Aprendizagem 2. A Curva de Aprendizagem 90 80 Curva de Aprendizagem de 90 % 70 60 50 40 30 20 10 0 3.000 2 3 1923 1921 4 5 6 7 89 Unidades produzidas acumuladas Di-log Modelo Potencial (Wright._ln p_ ln 2  y = C1 n ln p ln 2 Premissa: “Toda vez que a produção acumulada é duplicada.9 . o tempo (ou custo) para produzir a n-ésima unidade corresponde a um percentual p do tempo (ou custo) para produzir a unidade n/2”. 8 .000 2 3 4 5 6 7 8 9 1. Toda vez que uma tarefa é executada ela consome menos tempo do que na última vez em que essa mesma tarefa foi realizada.

Em trabalhos desse tipo. Quantidade  Significa decidir como a operação deve reagir a flutuações na demanda.Exercício – Modelo Potencial y = C1 n-b Como planejar a Uma companhia aérea operando na linha São Paulo – Rio vai iniciar um programa de reforma das 25 aeronaves que capacidade compõem a linha. offset Premissa: A capacidade limita a alocação de carga. roteiros. Etapa 2 – Identificar as políticas alternativas de capacidade Etapa 3 – Escolher as políticas de capacidade mais adequadas Previsão de demanda Estimativa da capacidade atual Tempo Planejamento de Capacidade no MRP II Planejamento de capacidade recursos críticos. centros produtivos. tempos. a companhia acha razoável adotar uma curva de aprendizagem de 80%. Determinar o tempo de reforma: a) da 8ª aeronave b) das primeiras 8 aeronaves c) de todas as 25 aeronaves Planejamento e Controle da Capacidade Etapas do Planejamento da Capacidade Etapa 1 – Medir a demanda e a capacidade agregadas  É a tarefa de determinar a capacidade efetiva da operação produtiva. tempos. tempos Planejamento de materiais longo prazo RRP RRP S&OP S&OP médio prazo RCCP RCCP MPS MPS trabalho é alocada para cada centro curto prazo CRP Como a carga de MRP MRP produtivo? curtíssimo prazo Gestão Gestãode decapacidade capacidade de decurtíssimo curtíssimoprazo prazo SFC SFC 9 . offset recursos críticos. produtiva? estimando em 600 horas o tempo necessário para reformar a primeira aeronave. de forma que ela possa responder à demanda.

 Gestão da Demanda: Influenciar na demanda para ajustá-la à disponibilidade de capacidade. de forma que a programação seja reavaliada e adequada à capacidade disponível. 10 .Carga Infinita X Carga Finita Existem duas abordagens principais para a alocação de carga para os centros de trabalho:  Carga infinita: abordagem que não limita a atribuição de tarefas a um CT. Perfil de Carga Infinita Relevante para operações em que:  Não é possível limitar a carga. mas tenta alocar capacidade adicional para atender à demanda. Assume que a capacidade de produção não tem restrições. Lógica do MRP  Carga finita: abordagem que limita a atribuição de tarefas à capacidade de um CT.  Política de Acompanhamento da Demanda: Ajustar a capacidade para refletir as flutuações da demanda. Lógica do MRP II Políticas de Capacidade Quais são as principais políticas de capacidade?  Política de Capacidade Constante: Ignorar as flutuações de demanda e manter os níveis das atividades constantes.  É necessário limitar a carga  O custo de limitação é aceitável.  Não é necessário limitar a carga  O custo de limitação é muito alto. Perfil de Carga Finita Relevante para operações em que:  É possível limitar a carga.

Mar.  Pessoal temporário e equipamento alugado.  Horas extras e tempo ocioso.  Funcionários compartilhados. Incrementos de Capacidade no Curto Prazo POLÍTICA DE AJUSTAR A CAPAPACIDADE À DEMANDA capacidade demanda Capacidade acompanha a demanda Política de alterar capacidade para ajustar-se à demanda  Horas-extras. Jul.  reduções por venda de ativos. Períodos 61 Produção Vendas Política de Acompanhamento da Demanda (Chase)  Tenta ajustar a capacidade aos níveis variáveis de demanda prevista. capacidade demanda Estoque absorve demanda  Esta alternativa privilegia a manutenção de um ritmo produtivo constante.  filiais ou franqueamento. se mantém um plano de produção com níveis constante. Jun.  admissões e demissões.  Subcontratação.: Companhia aérea 5 0 Jan. turnos-extras. Ago. Quantidades 30 Política de absorver a variação demanda com estoque 25 20 15 10 POLÍTICA DE ABSORVER A VARIAÇÃO DEMANDA COM ESTOQUE Em serviços: * formação de filas * sistemas de reservas * partição de demanda Ex.Política de Capacidade Constante (Level)  Manter uma taxa de produção constante: independente das variações previstas na demanda. 11 .  Trabalhadores multifuncionais.  expansões por aquisição. Ex.  Têm pouca probabilidade de ser utilizada por operações que fabriquem produtos padrões não perecíveis e operações de manufatura intensivas em capital. Nov. Out.  É adotada em operações que não podem estocar a sua produção. tem-se que carregar estoques cujos custos. Abr. Métodos comuns  expansões/reduções do sistema de serviço atual. Incrementos de Capacidade no Médio e Longo Prazos  terceirização.  Variar o tamanho da força de trabalho. fazendo com que os recursos produtivos trabalhem mais eficientemente.: fabricante de alumínio. Dez.  Usar pessoal em tempo parcial.  Self-service.: Processamento de clientes e produtos perecíveis. Ex.  Turnos de trabalho. Fev. Set. Em contrapartida. Mai.

Tempo Abordagem conjunta (b) Estratégia esperar para ver Gerenciar a Demanda demanda Incrementos se antecipam à demanda Volume Uso planejado de opções de curto prazo Volume Capacidade Tempo Processos mão-de-obra intensivos Volume Tempo Previsão da capacidade necessária Capacidade não utilizada planejada Capacidade Volume Grandes ou pequenos incrementos? capacidade demanda Demanda é antecipada POLÍTICA PARA INFLUENCIAR NA DEMANDA Partição e Reservas Política de preços  Responsabilidade: marketing e vendas.  Produção: identificar e avaliar os benefícios da gestão da demanda e assegurar que as mudanças resultantes na demanda sejam atendidas pelo sistema de produção.Qual deve ser o momento para o incremento de capacidade? incrementos capacidade demanda Incremento de capacidade Tempo Intervalo entre os incrementos Capacidade incrementada Capacidade incrementada em grandes degraus em pequenos degraus Processos intensivos em capital Qual deve ser o momento para o incremento de capacidade? (a) Estratégia expansionista Diferentes políticas para o instante de incremento de capacidade Previsão da capacidade necessária Intervalo entre os incrementos Incremento de capacidade Tempo capacidade capacidade demanda demanda capacidade Incrementos seguem a Tempo demanda Tempo  Transferir a demanda dos períodos de pico para períodos tranquilos.  Promoção de Demanda Política de alterar a demanda para ajustar-se à capacidade Fora de Pico  Desenvolvimento de produtos complementares  Comunicação com o cliente  Entrega direto para o cliente 12 .

afetam os objetivos de desempenho?  Por isso muitas organizações selecionam uma abordagem mista das 3 abordagens. Receitas. Chambers e Johnston (2002).1 Período t + 1 Estimativas de Capacidade Atual Estimativas de Capacidade Atual Previsões Atualizadas Nível de capacidade Saídas Demanda e capacidade atual capacidade? Período t Custos. Escassez. c) proporcionar uma abordagem rápida e orientada para o cliente em todos os momentos. 13 . Objetivos de Desempenho e Capacidade  Custos – níveis de capacidade excedentes à demanda significam subutilização da capacidade e alto custo. Estoques Decisão Nível de capacidade Quanta capacidade no próximo período? Custos.  Flexibilidade de volume – será melhorada por capacidade excedente.  Velocidade de resposta – pode ser melhorada pelo aumento de estoques. Receitas. b) minimizar o investimento em capital. Etc.  Receitas – níveis de capacidade iguais ou superiores à demanda garantem que a demanda é atendida e não há perda de receitas. pois menos a operação conseguirá lidar com possíveis interrupções. Filas. Planejamento e Controle da Capacidade como uma sequência dinâmica de decisões Período t . antecipando-se à demanda. Estoques Decisão Quanta capacidade no próximo período? Nível de Capacidade Previsões Atualizadas Saídas Demanda e capacidade atual Escassez. gerando custos de financiamento de estoque. Satisfação do Cliente. Capital de Giro. Capital de Giro. Como funciona a dinâmica das decisões de Objetivos de Desempenho e Capacidade  Qualidade – pode ser afetada pela contratação de pessoal temporário. Fonte: Slack. Filas.  Capital de giro – é atingido se a operação produz estoques de produtos acabados.  Confiabilidade no fornecimento – será menor quanto mais próximo da capacidade total estiver a demanda.Políticas Mistas Como as políticas  Os gerentes de produção têm a obrigação de: de capacidade a) reduzir os custos e os estoques. Etc. Satisfação do Cliente. simultaneamente. aumentando os erros na operação.

Contratar e produzir para estoques .A dinâmica do Planejamento da Capacidade é determinada pela combinação de perspectivas de Curto e de Longo Prazos Perspectiva de Longo Prazo Perspectiva de Curto Prazo Perspectiva <1 RUIM Perspectiva = 1 NORMAL Perspectiva >1 BOA Perspectiva <1 RUIM Pessoal despedido Adiar qualquer ação .Curto Prazo .Horas extras .Contratar pessoal temporário Perspectiva >1 BOA .Horas extras . Chambers e Johnston (2002).Produzir para estoques .Curto prazo -Tempo ocioso Não fazer nada .Contratar pessoal temporário Perspectiva =1 NORMAL . 14 .Iniciar recrutamento Contratar pessoal Perspectiva = Demanda Prevista Capacidade Prevista Fonte: Slack.