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QCD

Um Minicurso
J. E. F. T. Ribeiro
˜ Fundamentais (CFIF), Departamento de F´ısica,
Centro de F´ısica das Interacc¸oes
´
Instituto Superior Tecnico,
Av. Rovisco Pais, P-1049-001
Lisboa, Portugal

QCD – p. 1/1

Introdução

Este mini-curso pressupõe conhecimentos básicos de mecânica quântica, tais como
funções de onda e hamiltonianos e está organizado em três sessões :

QCD – p. 2/1

Introdução

Este mini-curso pressupõe conhecimentos básicos de mecânica quântica, tais como
funções de onda e hamiltonianos e está organizado em três sessões :
Na primeira sessão iremos estudar, com algum pormenor, a estrutura dos
estados ligados de quarks nos bariões . Veremos como chegaremos a uma
crise se os quarks forem considerados como fermiões e como superar essa
crise.

QCD – p. 2/1

Introdução

Este mini-curso pressupõe conhecimentos básicos de mecânica quântica, tais como
funções de onda e hamiltonianos e está organizado em três sessões :
Na primeira sessão iremos estudar, com algum pormenor, a estrutura dos
estados ligados de quarks nos bariões . Veremos como chegaremos a uma
crise se os quarks forem considerados como fermiões e como superar essa
crise.
A segunda sessão é dedicada a meter a dinâmica, i.e, o tempo, na física
dos quarks. A noção de antiquark será introduzida e, por arrastamento, o
conceito de simetria quiral e a sua quebra expontânea.

QCD – p. 2/1

A noção de antiquark será introduzida e. 2/1 . QCD – p. A segunda sessão é dedicada a meter a dinâmica. tais como funções de onda e hamiltonianos e está organizado em três sessões : Na primeira sessão iremos estudar.Introdução Este mini-curso pressupõe conhecimentos básicos de mecânica quântica. por arrastamento. A soma de séries infinitas de diagramas também será discutida com algum detalhe (Equações DysonSchwinger. a estrutura dos estados ligados de quarks nos bariões . Veremos como chegaremos a uma crise se os quarks forem considerados como fermiões e como superar essa crise.e. nomeadamente as Identidades de Ward-Takahashi-Slavnov-Taylor. na física dos quarks. i. com algum pormenor. Finalmente na última sessão será discutido o grupo de cor: o grupo SU (3) e introdzidas algumas noções básicas de Teoria de Campos. o conceito de simetria quiral e a sua quebra expontânea. o tempo.

Permutações A natureza é o que “é ”. QCD – p. Assim. 3/1 .

3/1 . existem partículas que duas podem existir como cópias uma da outra (bosões ) e outras em que não podem existir cópias (fermiões ) QCD – p. Assim.Permutações A natureza é o que “é ”.

Assim. 3/1 .Permutações A natureza é o que “é ”. b†F ′ (C ′ ) } =0 [ a†F (C). existem partículas que duas podem existir como cópias uma da outra (bosões ) e outras em que não podem existir cópias (fermiões ) Table 1: Como implementar ”os fonemas básicos que. mais tarde levarão ao Teorema de Wick“ fermiões : bosões : { b†F (C). a†F ′ (C ′ ) ] =0 QCD – p.

b†F ′ (C ′ ) } =0 [ a†F (C). 3/1 . ˆb]|Si = (ˆ a ˆb − ˆb a ˆ)|Si = 0 {ˆ a. mais tarde levarão ao Teorema de Wick“ fermiões : bosões : { b†F (C). Assim. existem partículas que duas podem existir como cópias uma da outra (bosões ) e outras em que não podem existir cópias (fermiões ) Table 2: Como implementar ”os fonemas básicos que.Permutações A natureza é o que “é ”. ˆb}|Si = (ˆ a ˆb + ˆb a ˆ)|Si = 0 → (1 − P 12 ) (1 + P 12 )|N i → (1 + P 12 ) (1 − P 12 )|N i QCD – p. a†F ′ (C ′ ) ] =0 [ˆ a.

ˆb}|Si = (ˆ a ˆb + ˆb a ˆ)|Si = 0 → (1 − P 12 ) (1 + P 12 )|N i → (1 + P 12 ) (1 − P 12 )|N i QCD – p. bF ′ (C ) } =0 SU (2)Spin ⊗ SU (2)Isospin = † † ′ bosões : [ aF (C). ˆb]|Si = (ˆ a ˆb − ˆb a ˆ)|Si = 0 {ˆ a. mais tarde levarão ao Teorema de Wick“ nos ao Spin e ao Isospin. existem partículas que duas podem existir como cópias uma da outra (bosões ) e outras em que não podem existir cópias (fermiões ) Table 3: Como implementar ”os fonemas básicosPara os ”sabores“(F). d} [ˆ a.Permutações A natureza é o que “é ”. aF ′ (C ) ] =0 = {↑ ↓} ⊗ {u. que são simetrias dos quarks: † † ′ fermiões : { bF (C). 3/1 . Assim. restringimoque.

que mais não é que a tabela de multiplicação do grupo de permutações de dois corpos: QCD – p.Permutações : continuação Podemos então construir a tabela seguinte. 4/1 .

Permutações : continuação Podemos então construir a tabela seguinte. QCD – p. S 2 = S. A2 = A. 4/1 . que mais não é que a tabela de multiplicação do grupo de permutações de dois corpos: S2 1 P 12 1 1 P 12 P 12 P 12 1 Em que : ´ ` A = 12 1 − P 12 ´ ` S = 21 1 + P 12 S A = 0.

QCD – p. 4/1 . S 2 = S.Permutações : continuação Podemos então construir a tabela seguinte. A2 = A. que mais não é que a tabela de multiplicação do grupo de permutações de dois corpos: S2 1 P 12 1 1 P 12 S3 1 P 12 P 23 P 13 P 123 P 132 P 12 P 12 1 1 1 P 12 P 23 P 13 P 123 P 132 P 12 P 12 1 P 123 P 132 P 23 P 13 P 23 P 23 P 132 1 P 123 P 13 P 12 P 13 P 13 P 123 P 132 1 P 12 P 23 P 123 P 123 P 13 P 12 P 23 P 132 1 P 132 P 132 P 23 P 13 P 12 1 P 123 Em que : ´ ` A = 12 1 − P 12 ´ ` S = 21 1 + P 12 S A = 0.

YD . A2 = A. S. que mais não é que a tabela de multiplicação do grupo de permutações de dois corpos: 1 P 12 1 1 P 12 P 12 P 12 S2 1 Em que : ´ ` 1 12 A= 2 1−P ´ ` 1 12 S = 2 1+P S3 1 P 12 P 23 P 13 P 123 P 132 1 1 P 12 P 23 P 13 P 123 P 132 P 12 P 12 1 P 123 P 132 P 23 P 13 P 23 P 23 P 132 1 P 123 P 13 P 12 P 13 P 13 P 123 P 132 1 P 12 P 23 P 123 P 123 P 13 P 12 P 23 P 132 1 P 132 P 132 P 23 P 13 P 12 1 P 123 S A = 0. 4/1 . S2 = S. P 12 P 23 = P 123 . YF A= ´ 1` 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 6 QCD – p.Permutações : continuação Podemos então construir a tabela seguinte. A.

5/1 .Permutações : continuação 1 1 2 2 12 P 3 3 23 P 123 P12 P23 = P123 = (2 3 1 ) QCD – p.

1 S ↑↑ ↓↓ (↑↓ + ↓↑) 2 A 1 2 (↑↓ − ↓↑) QCD – p.Permutações : continuação 1 1 2 2 12 P 3 3 23 P 123 P12 P23 = P123 = (2 3 1 ) Exemplo. Temos. Consideremos o caso mais simples de todos: o caso de duas partículas com spin. O grupo de permutações é o S2 . 5/1 .

corremos todas as projeções de spin à custa de inversões de spin ↑→↓ QCD – p. 1 S (↑↓ + ↓↑) ↑↑ ↓↓ 2 A 1 2 (↑↓ − ↓↑) Para uma dada simetria. O grupo de permutações é o S2 . neste caso. 5/1 .Permutações : continuação 1 1 2 2 12 P 3 3 23 P 123 P12 P23 = P123 = (2 3 1 ) Exemplo. Consideremos o caso mais simples de todos: o caso de duas partículas com spin. S. Temos.

à custa de funções de onda antisimétricas no espaço. onda antisimétrica ) para spin total J = 0: 3 P0 . então funções de onda simétricas nestes. O grupo de permutações é o S2 . acoplado a momento angular L = 1 (fun. neste caso. Felizmente que há espaço e. QCD – p.Permutações : continuação 1 1 2 2 12 P 3 3 23 P 123 P12 P23 = P123 = (2 3 1 ) Exemplo. fossem spins. Temos. corremos todas as projeções de spin à custa de inversões de spin ↑→↓ Se tudo o que houvesse. 1 S (↑↓ + ↓↑) ↑↑ ↓↓ 2 A 1 2 (↑↓ − ↓↑) Para uma dada simetria. S. poderemos ter spin total S = 1. assim como sistemas com mais do que dois spins. Mas podiamos construir antisimetria à custa de outro grau de liberdade que não o espaço. É o caso de spin S = 1. Consideremos o caso mais simples de todos: o caso de duas partículas com spin. 5/1 . não poderiam existir.

Permutações : Projectores de Simetria 1 2 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P QCD – p. 6/1 .

6/1 .Permutações : Projectores de Simetria 1 2 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P →A= 1 6 ´ ` 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 1 2 3 QCD – p.

Permutações : Projectores de Simetria 1 2 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P →A= 1 6 ´ ` 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 1 2 3 1 3 2 → YD = 1 6 ` ´ 12 13 23 123 132 2(1 + P ) − P − P − P −P QCD – p. 6/1 .

6/1 .Permutações : Projectores de Simetria 1 2 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P →A= 1 6 ´ ` 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 1 2 3 1 2 3 1 2 3 → YD = 1 6 ` ´ 12 13 23 123 132 2(1 + P ) − P − P − P −P → YF = 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 2(1 − P ) + P + P − P −P QCD – p.

6/1 . 2 2 QCD – p. YF | √1 (↑↓ − ↓↑) ↑i = | √1 (↑↓ − ↓↑) ↑i .Permutações : Projectores de Simetria 1 2 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P →A= 1 6 ´ ` 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 1 2 3 1 2 3 1 2 3 → YD = 1 6 ` ´ 12 13 23 123 132 2(1 + P ) − P − P − P −P → YF = 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 2(1 − P ) + P + P − P −P S| ↑↑↑i = | ↑↑↑i...

2 2 QCD – p.. YF | √1 (↑↓ − ↓↑) ↑i = | √1 (↑↓ − ↓↑) ↑i .Permutações : Projectores de Simetria 1 2 1 2 3 1 2 3 1 2 3 3 →S= 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 1+P +P +P +P +P Os projectores de Young definidos neste slide con´ ` a par→ A = 16 1 − P 12 − P 13 − P 23 + P 123 + P 132 stituem tição da unidade para três corpos: YF + YD + S + A = 1 ` ´ 1 12 13 23 123 132 −P → YD = 6 2(1 + P ) − P − P − P → YF = 1 6 ´ ` 12 13 23 123 132 2(1 − P ) + P + P − P −P S| ↑↑↑i = | ↑↑↑i. 6/1 ..

No espaço gerado por {YD .Permutações : Projectores de Simetria. YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → D 0 D 1 @ F 0 F 0 1 A −1 QCD – p. continuação . 7/1 .

continuação . No espaço gerado por {YD . YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → D 0 D 1 @ F 0 D F 0 1 A −1 P 13 → D 0 − 12 @ √ F − 23 F √ 1 − 23 A 1 2 QCD – p.Permutações : Projectores de Simetria. 7/1 .

No espaço gerado por {YD .Permutações : Projectores de Simetria. continuação . YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → D 0 D 1 @ F 0 D F 0 1 A −1 P 13 → D 0 − 12 @ √ F − 23 F √ 1 − 23 A 1 2 P 23 → D 0 D − 21 @√ 3 F 2 F √ 1 3 2 A 1 2 QCD – p. 7/1 .

Permutações : Projectores de Simetria. continuação . 0 P 13 YF = → D 0 − 12 @ √ F − 23 F √ 1 − 23 A 1 2 P 23 → D 0 D − 21 @√ 3 F 2 F √ 1 3 2 A 1 2 D F 1 0 D 0 0 A @ F 0 1 QCD – p. 7/1 . No espaço gerado por {YD . YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → YD = D 0 D 1 @ F 0 D 0 D 1 @ F 0 D F 0 1 A −1 F 1 0 A.

0 P 13 YF = → D 0 − 12 @ √ F − 23 D F 1 0 D 0 0 A @ F 0 1 F √ 1 − 23 A 1 2 P 23 → D 0 D − 21 @√ 3 F 2 A simples existência de protões e neutrões implica um novo grau de liberdade conhecido como Isospin em analogia com o spin. YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → YD = D 0 D 1 @ F 0 D 0 D 1 @ F 0 D F 0 1 A −1 F 1 0 A. F √ 1 3 2 A 1 2 QCD – p. No espaço gerado por {YD .Permutações : Projectores de Simetria. continuação . 7/1 .

7/1 . YF } podemos calcular as matrizes seguintes: P 12 → YD = D 0 D 1 @ F 0 D 0 D 1 @ F 0 D F 0 1 A −1 F 1 0 A.Permutações : Projectores de Simetria. No espaço gerado por {YD . continuação . QCD – p. F √ 1 3 2 A 1 2 Portanto para encontrar os valores de matriz dos operadores de troca no produto directo I ⊗ S só temos que multiplicar os números correspondentes que obtemos para cada um dos espaços: hDI DS |P 13 |DI DS i = hDI |P 13 |DI i hDS |P 13 |DS i = 21 21 = 41 . 0 P 13 YF = → D 0 − 12 @ √ F − 23 D F 1 0 D 0 0 A @ F 0 1 F √ 1 − 23 A 1 2 P 23 → D 0 D − 21 @√ 3 F 2 A simples existência de protões e neutrões implica um novo grau de liberdade conhecido como Isospin em analogia com o spin.

continuação Um exemplo de matriz no espaço Spin ⊗ Isospin DD P 13 = 0 1 DD B √4 3 DF B B √4 B 3 FD B @ 4 3 FF 4 DF √ 3 4 − 41 3 4 √ − 43 FD √ 3 4 3 4 − 14 √ − 43 FF 1 3 4 √ C − 43 C C √ C − 43 C A 1 4 QCD – p. 8/1 .Permutações : Projectores de Simetria.

continuação Um exemplo de matriz no espaço Spin ⊗ Isospin DD P 13 = h 0 1 DD B √4 3 DF B B √4 B 3 FD B @ 4 3 FF 4 I. 8/1 .S D i F- DF √ 3 4 − 41 3 4 √ − 43 FD √ 3 4 3 4 − 14 √ − 43 FF 1 3 4 √ C − 43 C C √ C − 43 C A 1 4 = D D )|P 13 | √1 ( 2 F F- D D )i =− 21 QCD – p.Permutações : Projectores de Simetria.S 13 D |P | = h √1 ( 2 F I.

2 D h )|P 13 | √1 ( F I.. QCD – p.Permutações : Projectores de Simetria.S D i F- I.S F i 2 F- = √ − 23 D D )i =− 21 . continuação Um exemplo de matriz no espaço Spin ⊗ Isospin DD P 13 = h I.S 13 F |P | F √ 3 4 3 4 − 14 √ − 43 3 4 − 41 3 4 √ − 43 I..S 13 D |P | I. 8/1 . .S F i FD √ 1 DD B √4 3 DF B B √4 B 3 FD B @ 4 3 FF 4 = h √1 ( h DF 0 1 3 4 √ C − 43 C C √ C − 43 C A 1 4 = D = FF 1 .S 13 D |P | 2 I.

I D − 21 @ √ S.S 13 D |P | 2 I.S D i F- I.S F i FD √ 1 DD B √4 3 DF B B √4 B 3 FD B @ 4 3 FF 4 = h √1 ( h DF 0 1 3 4 √ C − 43 C C √ C − 43 C A 1 4 hP 13 i = DS.Permutações : Projectores de Simetria.S F i 2 F- = √ − 23 D D )i =− 21 .I 0 S.I √ 1 − 23 A 1 2 = D = FF 1 . QCD – p. 8/1 .. continuação Um exemplo de matriz no espaço Spin ⊗ Isospin DD P 13 h = I.I F − 23 F S.. 2 D h )|P 13 | √1 ( F I. .S 13 D |P | I.S 13 F |P | F √ 3 4 3 4 − 14 √ − 43 3 4 − 41 3 4 √ − 43 I.

9/1 .Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 I S F F − I S F F + I S D D I S D D ! I⊗S F I⊗S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! QCD – p.

Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 Existindo ainda I S F F − I S F F I⊗S + = I S D D I S D D I ⊗ I⊗S F ! I⊗S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! S QCD – p. 9/1 .

9/1 .Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 Existindo ainda Isospin = 1 2 I S F F − I S F F I⊗S I S D D + = Isospin = I S D D I ⊗ I⊗S F ! I⊗S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! S 3 2 QCD – p.

9/1 .Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 Existindo ainda I S F F − I S F F I⊗S I S D D + = I S D D I ⊗ I⊗S F ! I⊗S S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! Yf S Yd A Isospin = 1 2 Isospin = 1 2 1 S 2 3 2 1 3 2 S Isospin 1 3 2 Spin ++ QCD – p.

9/1 .Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 Existindo ainda I S F F − I S F F I⊗S I S D D + = I S D D I ⊗ I⊗S F ! I⊗S S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! Yf S Yd A Isospin = 1 2 Isospin = 1 2 1 S 2 3 2 1 3 2 S Isospin 1 3 2 Spin Estado ++ Simétrico. I= 32 . Spin= 23 . mas são fermiões e o estado não devia ser antisimétrico ? QCD – p.

Multipletos de hadrões : a crise da simetria dos quarks Obtemos finalmente no espaço I ⊗ S: ! I⊗S D = I⊗S √1 2 = √1 2 I S F F − I S F F I⊗S Existindo ainda I S D D + = I S D D I ⊗ I⊗S F ! I⊗S S = = √1 2 1 √ 2 I S D F I S D F + − I S F D I S F D ! ! Yf S Yd A Isospin = 1 2 Isospin = 1 S 2 3 2 1 Tem que existir um outro grau de liberdade para formar um estado antisimétrico. 9/1 . I= 32 . mesmo que seja simétrico no 1 2 3 2 S Isospin 1 3 2 Spin Estado ++ Simétrico. mas são fermiões e o estado não devia I ⊗ S: I⊗S ⊗ ser antisimétrico ? cor QCD – p. Spin= 23 .

10/1 .Hadrões : multipletos Charm uuu ++ 0 Is o sp i n Estranheza QCD – p.

Hadrões : multipletos Charm uuu ++ 0 Is o sp i n Estranheza = |u ↑1 u ↑2 u ↑3 i⊗ ∆++ 0 ˛ ˛ ˛ ˛ V ˛ 1 v 1 a1 ˛ ˛ ˛ ⊗ | ˛˛ V 2 v 2 a2 ˛˛ i = ˛ ˛ ˛ V 3 v 3 a3 ˛ QCD – p. 10/1 .

Hadrões : multipletos Charm uuu ++ 0 Is o sp i n Estranheza = F⊗S ⊗ COR = |u ↑1 u ↑2 u ↑3 i⊗ ∆++ 0 ˛ ˛ ˛ ˛ V ˛ 1 v 1 a1 ˛ ˛ ˛ ⊗ | ˛˛ V 2 v 2 a2 ˛˛ i = ˛ ˛ ˛ V 3 v 3 a3 ˛ QCD – p. 10/1 .

10/1 .Hadrões : multipletos |P ↑i = q 1 18 (|u ↑ u ↓ d ↑i + |u ↓ u ↑ d ↑i − 2|u ↑ u ↑ d ↓i+ +|u ↑ d ↑ u ↓i + |u ↓ d ↑ u ↑i − 2|u ↑ d ↓ u ↑i+ Charm +|d ↑ u ↑ u ↓i + |d ↑ u ↓ u ↑i− −2|d ↓ u ↑ u ↑i). uuu ++ 0 Is o sp i P N n Estranheza = F⊗S ⊗ COR = |u ↑1 u ↑2 u ↑3 i⊗ ∆++ 0 ˛ ˛ ˛ ˛ V ˛ 1 v 1 a1 ˛ ˛ ˛ ⊗ | ˛˛ V 2 v 2 a2 ˛˛ i = ˛ ˛ ˛ V 3 v 3 a3 ˛ QCD – p.

10/1 . assim como inserir o tempo na física dos quarks: a cor e o tempo na física dos quarks. QCD – p. que chamàmos de cor. uuu ++ 0 Is o sp i P N n Estranheza = F⊗S ⊗ COR = |u ↑1 u ↑2 u ↑3 i⊗ ∆++ 0 ˛ ˛ ˛ ˛ V ˛ 1 v 1 a1 ˛ ˛ ˛ ⊗ | ˛˛ V 2 v 2 a2 ˛˛ i = ˛ ˛ ˛ V 3 v 3 a3 ˛ Na próxima lição iremos falar sobre o novo grau de liberdade.Hadrões : multipletos |P ↑i = q 1 18 (|u ↑ u ↓ d ↑i + |u ↓ u ↑ d ↑i − 2|u ↑ u ↑ d ↓i+ +|u ↑ d ↑ u ↓i + |u ↓ d ↑ u ↑i − 2|u ↑ d ↓ u ↑i+ Charm +|d ↑ u ↑ u ↓i + |d ↑ u ↓ u ↑i− −2|d ↓ u ↑ u ↑i).