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N-1997

REV. A

10 / 2008

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica

SC-06

Redes Elétricas em Sistemas de
Bandejamento para Cabos - Projeto,
Instalação e Inspeção

Eletricidade

1a Emenda

Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-1997 REV. A e se destina a modificar o seu texto nas partes
indicadas a seguir:

- Seção 2:
Inclusão das ASTM E 1529 e ASTM E 1725.

- Subseção 10.6.5.1:
Exclusão a subseção.

- Subseção 10.6.5.7:
Alteração do texto.

- Subseção 10.6.7:
Alteração do texto.

- Figura 46:
Alteração da figura.

NOTA

As novas páginas das alterações efetuadas estão localizadas nas páginas originais
correspondentes.

_____________

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

1 página

N-1997

REV. A

JAN / 2005

REDES ELÉTRICAS EM SISTEMAS DE
BANDEJAMENTO PARA CABOS PROJETO, INSTALAÇÃO E INSPEÇÃO
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

CONTEC
Comissão de Normas
Técnicas

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

SC - 06
Eletricidade

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

57 páginas e Índice de Revisões

N-1997

REV. A

JAN / 2005

SUMÁRIO
1 OBJETIVO........................................................................................................................................................... 7
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES............................................................................................................... 7
3 DEFINIÇÕES....................................................................................................................................................... 8
3.1 SISTEMA DE BANDEJAMENTO DE CABOS....................................................................................... 8
3.2 COMPONENTES DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ....................................................................... 9
3.3 TRECHO DE BANDEJA........................................................................................................................ 9
3.4 TRECHO DE ELETROCALHA ............................................................................................................ 10
3.5 TRECHO DE BANDEJA OU ELETROCALHA LISA............................................................................ 12
3.6 TRECHO DE BANDEJA OU ELETROCALHA PERFURADO............................................................. 12
3.7 TRECHO DE LEITO DE CABOS......................................................................................................... 12
3.8 FIXAÇÕES .......................................................................................................................................... 12
3.9 ENCAMINHAMENTO DE CABOS....................................................................................................... 12
3.10 SUPORTE ......................................................................................................................................... 12
3.11 ACESSÓRIO DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO.......................................................................... 13
3.12 COMPONENTE NÃO PROPAGADOR DE CHAMA DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO .............. 13
3.13 INFLUÊNCIA EXTERNA ................................................................................................................... 13
3.14 CARGA DE TRABALHO SEGURA ................................................................................................... 13
3.15 CARGA UNIFORMEMENTE DISTRIBUÍDA ..................................................................................... 13
3.16 DISPOSITIVO DE FIXAÇÃO EXTERNA ........................................................................................... 13
4 REQUISITOS GERAIS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO .................................................................... 13
4.1 DIMENSÕES....................................................................................................................................... 13
4.2 TAMPAS DE BANDEJAS OU LEITOS DE CABOS ............................................................................ 14
5 CASOS DE USOS PERMITIDOS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO.................................................... 15
6 CASOS DE USOS NÃO PERMITIDOS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO ........................................... 16
7 SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO ............................................................. 16
8 AMPACIDADE - CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE.................................................................. 17
9 ATERRAMENTO E CONTINUIDADE ELÉTRICA ............................................................................................. 18
9.1 SISTEMA DE BANDEJAMENTO COMO CONDUTOR DE ATERRAMENTO .................................... 18
9.2 SISTEMA DE BANDEJAMENTO COM CONDUTOR DE ATERRAMENTO EM SEPARADO............ 22
9.3 ATERRAMENTO DE SISTEMA DE BANDEJAMENTO EM FIBRA DE VIDRO.................................. 22
9.4 REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO DE ATERRAMENTO DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ...... 23
10 CRITÉRIOS DE PROJETO PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO ........................................................... 23
10.1 DEFLEXÃO ....................................................................................................................................... 23

2

......10 FIGURA 5 ................................................. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ............................. 33 10.................................11 FIGURA 8 .......N-1997 REV.................................... 23 10....................................................................................................................................................................................... 45 12 INSTALAÇÃO............. 50 ANEXO A ...CORDOALHA DE ATERRAMENTO NUA ............................ 52 FIGURAS FIGURA 1 .................................................11 FIGURA 10 ....9 FIGURA 4 ...........5. LOCALIZAÇÃO E ESPAÇAMENTO DE SUPORTES ..................................................10 FIGURA 7 ...............................19 FIGURA 15 ..... INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE BANDEJAMENTO EM ÁREAS CLASSIFICADAS .....................4 TIPOS.........................21 FIGURA 17 ........................ 39 10...19 FIGURA 14 ..9 FIGURA 3 ........................................................BANDEJA PERFURADA SEM TAMPA ...................1 BARREIRAS DE SEPARAÇÃO (SEPTO DIVISOR)............................2 ACESSÓRIOS DE SAÍDAS PARA BANDEJAMENTO DE CABOS..................................................................................................ATERRAMENTO DE TRECHO RETO COM JUNÇÃO..... INSTALAÇÃO.............7 CONTRAÇÃO E EXPANSÃO TÉRMICA DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ..............ELETROCALHA PERFURADA SEM TAMPA................................8 INSTALAÇÃO DE CABOS EM SISTEMAS DE BANDEJAMENTO...........................ELETROCALHA LISA COM TAMPA RETA..................................................................10 ENCAMINHAMENTO DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO..9 FIGURA 2 ...ELETROCALHA LISA SEM TAMPA ...6 PROTEÇÃO CONTRA FOGO E PROPAGAÇÃO DE FUMAÇA ................CORDOALHA DE ATERRAMENTO TRANÇADA OU LAMINADA.......32 10................................................................................................................BANDEJA LISA COM TAMPA TIPO CUMEEIRA .......................CORDOALHA DE ATERRAMENTO ISOLADA ......................................BANDEJA LISA COM TAMPA RETA............................................................BANDEJA PERFURADA COM TAMPA RETA ........................................................................11 FIGURA 9 ..........................ATERRAMENTO DE TRECHO RETO SEM JUNÇÃO (DESCONTÍNUO)..................................21 FIGURA 18 ..................................................DETALHES TÍPICOS DE INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ..ATERRAMENTO DE TRECHO COM JUNÇÃO VERTICAL AJUSTÁVEL................ 23 10.............ELETROCALHA PERFURADA COM TAMPA RETA............................................. 45 11 PROJETO.......................30 10..........................................24 3 ......19 FIGURA 13 ............................................................................ 30 10.....10 FIGURA 6 .........................................................................11 PLACAS DE ADVERTÊNCIA DO SISTEMA DE BANDEJAMENTO................ATERRAMENTO DE TRECHO HORIZONTAL COM JUNÇÃO AJUSTÁVEL .....................2 CARGAS ESTÁTICAS CONCENTRADAS ...............................................................................BANDEJA LISA SEM TAMPA........................20 FIGURA 16 .........................................5....11 FIGURA 11 ............................................................... 25 10....................................CARGA DISTRIBUÍDA PERMISSÍVEL PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO METÁLICO.5 ACESSÓRIOS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO..12 FIGURA 12 ........... 44 10...........................................................................................BANDEJA PERFURADA COM TAMPA TIPO CUMEEIRA................................................. 38 10.................................................................... A JAN / 2005 10................21 FIGURA 19 ..3 CARGAS ESTÁTICAS DISTRIBUÍDAS .....LEITOS PARA CABOS ........ 43 10.......................................................................9 SEGREGAÇÃO FÍSICA ENTRE CIRCUITOS DE FORÇA E CIRCUITOS DE SINAL ....

.........BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR MÃO FRANCESA .....27 FIGURA 26 ...........36 FIGURA 46 .......LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “T” HORIZONTAL.........................29 FIGURA 31 ........BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR PERFILADO .................. PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO.. A JAN / 2005 FIGURA 20 ......................26 FIGURA 23 ..............................................................32 FIGURA 39 .....................33 FIGURA 41 ...............................28 FIGURA 28 ...LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “T” VERTICAL ..........................................................................................TIJOLOS INTUMESCENTES.........................................30 FIGURA 34 .......42 4 .......................39 FIGURA 48 .....BANDEJAMENTO HORIZONTAL SUPORTADO POR PERFILADO ............................... PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO.................................... PARA CABOS ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA...INSTALAÇÃO DE LEITOS DE CABOS EM DIFERENTES NÍVEIS PARA DIFERENTES TIPOS DE CIRCUITOS ...................... DE TINTA INTUMESCENTE PARA PROTEÇÃO CONTRA FOGO DE CABOS EM BANDEJAMENTO..PLACAS DE LÃ DE ROCHA E TINTA INTUMESCENTE PARA PROTEÇÃO DE CABOS EM BANDEJAMENTO E CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO...LOCALIZAÇÃO DOS SUPORTES EM TRECHOS RETOS HORIZONTAIS ...LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM CURVA HORIZONTAL....................................DETALHES DE FIXAÇÃO DO SEPTO-DIVISOR ............ PARA BANDEJAMENTO ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA34 FIGURA 42 .........................ARGAMASSA INTUMESCENTE.. FUMAÇA E GASES TÓXICOS.....................................32 FIGURA 38 ...........SEÇÃO RESERVA EM BANDEJAMENTO PARA INSTALAÇÃO FUTURA DE CABOS ......................29 FIGURA 32 ... PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO....SAÍDAS LATERAIS EM PERFILADOS.....................................................APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO HORIZONTAL CURVO .................................................................................. ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA.....................................................26 FIGURA 24 ....SAÍDAS INFERIORES EM ELETRODUTOS...........27 FIGURA 25 ......CARGA DISTRIBUÍDA PERMISSÍVEL PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO EM FIBRA DE VIDRO.............41 FIGURA 50 .....DETALHE TÍPICO DE BANDEJAMENTO INSTALADO EM VÁRIOS NÍVEIS HORIZONTAIS ................................................................................................28 FIGURA 27 ........................................................................................... POR PISTOLA OU POR PINCEL...... FUMAÇA E GASES TÓXICOS................31 FIGURA 36 ....................38 FIGURA 47 ...............................29 FIGURA 30 .................................. PARA CABOS ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA............25 FIGURA 22 ........... FUMAÇA E GASES TÓXICOS..................................N-1997 REV..BOLSAS INTUMESCENTES......35 FIGURA 45 ........ PARA BANDEJAMENTO ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA35 FIGURA 44 .............................................LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “Y” HORIZONTAL........................BANDEJAMENTO HORIZONTAL SUPORTADO POR TIRANTES ........................... FUMAÇA E GASES TÓXICOS................. PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO...................31 FIGURA 37 .BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR TIRANTES ......BANDEJAMENTO COM BARREIRA DE SEPARAÇÃO ENTRE CABOS DE CIRCUITOS DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO .......................................................32 FIGURA 40 ........ARGAMASSA INTUMESCENTE...........SAÍDAS LATERAIS EM ELETRODUTO............................................................30 FIGURA 33 ....28 FIGURA 29 .................................................. FUMAÇA E GASES TÓXICOS..............................34 FIGURA 43 ...........EXEMPLOS DE APLICAÇÃO..........31 FIGURA 35 ......................APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO VERTICAL CURVO ........APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO RETO HORIZONTAL.......41 FIGURA 49 ..............24 FIGURA 21 ..............................................BANDEJAMENTO COM SISTEMA DE PROTEÇÃO PASSIVA CONTRA FOGO DIRETO ATRAVÉS DE MANTA PROTETORA................................................LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “X” HORIZONTAL...............BANDEJAMENTO HORIZONTAL SUPORTADO POR MÃO FRANCESA.

......................................................................................................................................................................................DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE JUNÇÃO DE BANDEJA....................................................................................................... ELETROCALHA OU LEITO DE CABOS...............................................................45 FIGURA 53 ...........................................................55 FIGURA A-10 ....................................48 5 ..................42 FIGURA 52 .........................................53 FIGURA A-5 ............CAIXA DE AREIA .......................INSTALAÇÃO DE BANDEJA...................SEQÜÊNCIA DE CONSTRUÇÃO DE CURVA EM LEITO ARAMADO..47 FIGURA 55 ...CAIXA DE AREIA .................................................................................................................21 TABELA 5 - COMPRIMENTO MÁXIMO DE TRECHO RETO PARA DILATAÇÃO TÉRMICA DE 25 MM......................................... UTILIZANDO SISTEMA DE BANDEJAMENTO ...DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE DERIVAÇÃO LATERAL DE CABO ATRAVÉS DE ELETRODUTO...............................CAIXA DE AREIA ..........................................................................................DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE DERIVAÇÃO LATERAL DE CABO ATRAVÉS DE ELETRODUTO................................52 FIGURA A-3 .......................52 FIGURA A-2 .................................................................... PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA (MM) .................................................................................................................................. ELETROCALHA OU LEITO DE CABOS..................53 FIGURA A-7 .......DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE CORDOALHA DE ATERRAMENTO EM JUNTAS DE BANDEJA.........................47 FIGURA A-1 ....................................................................VISTA EXPLODIDA..............................................................................................................DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE JUNÇÃO ARTICULADA PARA BANDEJA............................................................................ ELETROCALHA OU LEITO DE CABOS .......................................................... CONTROLE E INSTRUMENTAÇÃO ENTRE PAINÉIS......38 TABELA 6 - ESPAÇAMENTO ENTRE BANDEJAMENTOS DE FORÇA E DE SINAL DE ACORDO COM O TIPO DE SINAL ...............................56 FIGURA A-12 .........VISTA BB .............. MOTOR ELÉTRICO E CAIXA DE JUNÇÃO.......................SEQÜÊNCIA DE CONSTRUÇÃO DE CURVA EM LEITO ARAMADO........................55 FIGURA A-11 ................................................................43 TABELA 8 - DIMENSÕES DA ABERTURA NA PAREDE EM FUNÇÃO DA LARGURA DA BANDEJA OU DO LEITO................. A JAN / 2005 FIGURA 51 ........................................18 TABELA 4 - SEÇÃO MÍNIMA DE CONDUTORES DE ATERRAMENTO EM SEPARADO PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO..........................14 TABELA 3 - REQUISITOS DE ÁREA METÁLICA QUANDO O SISTEMA DE BANDEJAMENTO FOR UTILIZADO COMO CONDUTOR DE ATERRAMENTO ..........................................................................43 TABELA 7 - ESPAÇAMENTO ENTRE BANDEJAMENTO E ELETRODUTO DE ACORDO COM O TIPO DE SINAL................................................................................................................. ELETROCALHA OU LEITO DE CABOS FIXADO POR TRAVESSAS E TIRANTES ...........53 FIGURA A-6 .........................BANDEJAMENTO COM CABOS DE CIRCUITOS DE MÉDIA TENSÃO COM BLINDAGEM METÁLICA E DE BAIXA TENSÃO........................57 TABELAS TABELA 1 - ALTURA INTERNA ....................................46 FIGURA 54 ...................56 FIGURA A-13 ..............DETALHE TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE SEPTO DIVISOR EM BANDEJA OU LEITO DE CABOS54 FIGURA A-8 .......................N-1997 REV.......DETALHE TÍPICO DE JUNÇÃO DE LEITO ARAMADO ...13 TABELA 2 - LARGURA INTERNA ........................................ PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA (MM) ..........................................................................................54 FIGURA A-9 ................................................47 TABELA 9 - DIMENSÕES DA PASSAGEM HORIZONTAL NA PAREDE.............................DETALHES TÍPICOS DE LANÇAMENTO DE CIRCUITOS DE FORÇA..........................VISTA AA .........DETALHES TÍPICOS DE FIXAÇÃO DE LEITO ARAMADO ..............PLACA DE ADVERTÊNCIA..............................................52 FIGURA A-4 .......... BOTOEIRA DE COMANDO LOCAL.........DETALHE TÍPICO DE FIXAÇÃO DE LEITO ARAMADO COM TIRANTES ..............

................48 TABELA 11 .........................................................................................................N-1997 REV........EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA EM PAREDE DE ALVENARIA ................................................................DIMENSÕES DA VIGA “U” PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA EM PAREDE DE ALVENARIA (MM)..............................48 _____________ /OBJETIVO 6 ............. A JAN / 2005 TABELA 10 ...................

2 Esta Norma se aplica a todas as instalações da PETROBRAS. . subestações. instalação e inspeção de redes elétricas em sistemas de bandejamento para cabos. instalações ao tempo. .3 Esta Norma se aplica à execução dos procedimentos de projeto.Test Eh: Hammer Tests.Electrical Apparatus for Explosive Gas Atmospheres Part 17: Inspection and Maintenance of Electrical Installations in Hazardous Areas (Other Than Mines). PETROBRAS N-57 PETROBRAS N-2040 PETROBRAS N-2244 PETROBRAS N-2666 PETROBRAS N-2706 ABNT NBR 5410 ABNT NBR 14039 IEC 60068-2-75 IEC 60079-10 IEC 60079-14 IEC 60079-17 IEC 60079-25 IEC 60332-1 IEC 60332-3 IEC 61537 API RP 540 API RP 552 .4 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.N-1997 REV.10: Classification de Hazardous Areas. .Environmental Testing .Apresentação do Plano de Classificação de Áreas. . 1. em áreas classificadas ou não. . . .Transmission Systems. . 7 .2 kV. . a partir da data de sua edição. .Instalações Elétricas em Baixa Tensão.Part 2: Tests . 1.Ligas de Alumínio para Invólucros e Acessórios Elétricos para uso em Atmosferas Salinas.Projeto Mecânico de Tubulação Industrial.0 kV a 36.Electrical Apparatus for Explosive Gas Atmospheres Part 14: Electrical Installations in Hazardous Areas (Other Than Mines). A JAN / 2005 1 OBJETIVO 1. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.Electrical Apparatus for Explosive Gas Atmospheres Part 25: Intrinsically Safe Systems. . .Apresentação de Projetos de Eletricidade. salas de painéis.Tests on Electric Cables Under Fire Conditions Part 1: Test on a Single Vertical Insulated Wire or Cable. instalação e inspeção de redes elétricas em sistemas de bandejamento para cabos. . a serem utilizados em salas de controle. . . .Sistema de Bandejamento em Material Composto. galerias.Tests on Electric Cables Under Fire Conditions Part 3: Test for Vertical Flame Spread of Vertically-Mounted Bunched Wires or Cables. 1.Cable Tray Systems and Cable Ladder Systems for Cable Management.Electrical Apparatus for Explosive Gas Atmospheres Part .Electrical Installations in Petroleum Processing Plants.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para os procedimentos de projeto.Instalações Elétricas de Média Tensão de 1.

Plate.Safety Rapid Rise Fire Tests of Protection Materials for Structural Steel.Standard Specification for Pipe.Standard Test Method for Surface Burning Characteristics of Building Materials. . Profiles and Tubes.Standard for Flame Testing de Cables for Use in Cable Tray in Industrial and Commercial Occupancies. .Standard Specification for Carbon Structural Steel. . Rods. Wire. . and Strip for Pressure Vessels and for General Applications. . Strip. Sheet and Strip. .Standard Specification for Zinc (Hot-Dip Galvanized) Coatings on Iron and Steel Products.Safety Tests for Fire Resistance of Building Joint Systems. Black and Hot-Dipped. . Steel.Fiberglass Cable Tray Systems. . A JAN / 2005 . . .Standard Specification for Chromium and Chromium-Nickel Stainless Steel Plate.Standard Specification for Low and Intermediate Tensile Strength Carbon Steel Plates. Zinc-Coated. .Standard Specification for General Requirements for Flat-Rolled Stainless and Heat-Resisting Steel Plate. . prevalecem as definições estabelecidas nesta Norma.Ampacities de Cables Installed in Cable Trays.Standard Test Methods for Fire Tests of Building Construction and Materials. .Fireproofing Practices in Petroleum and Petrochemical Processing Plants. .Standard Test Methods for Determining Effects of Large Hydrocarbon Pool Fires on Structural Members and Assemblies. 8 . .N-1997 API 2218 ASTM A 36/A 36M ASTM A 53/A 53M ASTM A 123/A 123M ASTM A 240 ASTM A 283 ASTM A 480 ASTM A 666 ASTM B 221 ASTM E 84 ASTM E 119 ASTM E 1529 ASTM E 1725 IEEE 1202 NEMA FG 1 NEMA VE 1 NEMA VE 2 NEMA WC 51 UL 723 UL 1479 UL 1709 UL 2079 UL 2196 Nota: REV. Sheet. Quando houver divergência entre esta Norma e as normas citadas neste Capítulo.Metal Cable Tray Systems. and Flat Bar. .Safety Fire Tests of Through-Penetration Firestops. .Safety Test for Surface Burning Characteristics of Building Materials.Standard Test Methods for Fire Tests of Fire-Resistive Barrier Systems for Electrical System Components.Safety Tests for Fire Resistive Cables.Standard Specification for Annealed or Cold-Worked Austenitic Stainless Steel Sheet.Standard Specification for Aluminum and Aluminum-Alloy Extruded Bars. .Cable Tray Installation Guidelines. . . Welded and Seamless. . . .

A JAN / 2005 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.N-1997 REV.1 Sistema de Bandejamento de Cabos Sistema de suportação de cabos composto por trechos de bandejas. 8-A . acessórios. 3.16.1 a 3. suportes e peças de fixação. eletrocalhas ou leito de cabos.

fixações para montagem.BANDEJA PERFURADA SEM TAMPA > 150 mm FIGURA 2 . > 150 mm FIGURA 1 . tendo o conjunto uma largura maior que 150 mm (ver FIGURAS 1 até 6). eletrocalha ou leito de cabos.2 Componentes do Sistema de Bandejamento Partes utilizadas para implementação do sistema.BANDEJA PERFURADA COM TAMPA RETA 9 .BANDEJA LISA SEM TAMPA > 150 mm FIGURA 3 . acessórios da bandeja. 3.3 Trecho de Bandeja Componente do sistema de bandejamento utilizado para suporte de cabos. eletrocalha ou leito de cabos. Os componentes do sistema são os seguintes: a) b) c) d) e) trechos da bandeja. consistindo de uma base integrada com os membros laterais ou uma base conectada aos membros laterais.N-1997 REV. A JAN / 2005 3. fixações para suporte. demais acessórios do sistema de bandejamento.

A JAN / 2005 >150 mm FIGURA 4 . consistindo de uma base integrada com os membros laterais ou uma base conectada aos membros laterais.BANDEJA LISA COM TAMPA RETA > 150 mm FIGURA 5 . tendo o conjunto uma largura até 150 mm (ver FIGURAS 7 a 10). 10 .BANDEJA PERFURADA COM TAMPA TIPO CUMEEIRA > 150 mm FIGURA 6 .N-1997 REV.BANDEJA LISA COM TAMPA TIPO CUMEEIRA 3.4 Trecho de Eletrocalha Componente do sistema de bandejamento utilizado para suporte de cabos.

ELETROCALHA PERFURADA SEM TAMPA ≤ 150 mm FIGURA 8 .ELETROCALHA LISA SEM TAMPA ≤ 150 mm FIGURA 9 . A JAN / 2005 ≤ 150 mm FIGURA 7 .ELETROCALHA PERFURADA COM TAMPA RETA ≤ 150 mm FIGURA 10 .N-1997 REV.ELETROCALHA LISA COM TAMPA RETA 11 .

LEITOS PARA CABOS 3. no mínimo.9 Encaminhamento de Cabos Montagem composta de trechos de bandejas. FIGURA 11 .5 Trecho de Bandeja ou Eletrocalha Lisa Componente do sistema de bandejamento consistindo de um fundo e de laterais lisos. eletrocalhas ou leitos de cabos e suas fixações. 3.6 Trecho de Bandeja ou Eletrocalha Perfurado Componente do sistema de bandejamento consistindo de um fundo e de laterais perfurados. eletrocalha ou leito de cabos.10 Suporte Dispositivo projetado para fornecer suportação e fixação mecânica de um encaminhamento de cabos. Exemplos típicos: curvas. mudar a dimensão ou fazer a terminação de trechos de bandeja. 3. utilizando.8 Fixações Componentes utilizados para unir. A JAN / 2005 3. consistindo de membros laterais de suporte. 3. junções e reduções. As aberturas para ventilação devem ser suficientes para passagem de ar. fixados entre si por meio de degraus transversais (ver FIGURA 11). mudar a direção. 25 % da área plana de suportação de cabos. com aberturas para ventilação.N-1997 REV. sem aberturas para ventilação.7 Trecho de Leito de Cabos Componente do sistema de bandejamento utilizado para suporte dos cabos. derivações. 3. 12 .

vento e outros fatores ambientais. 100.N-1997 REV. Exemplos típicos: septos divisores. 125 ou 150 até 150 Leito 75. fixação de cabos e coberturas. óleo. tais como: neve. 100. de modo seguro. ao sistema de bandejamento. 3. 3. 3.1 Dimensões 4. tetos ou outras estruturas. 125 ou 150 de 75 a 175 Eletrocalha 13 . maresia.11 Acessório do Sistema de Bandejamento Componente do sistema de bandejamento utilizado para uma função suplementar.1. tal como: a segregação de cabos. materiais de construção. TABELA 1 . 4 REQUISITOS GERAIS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO 4.15 Carga Uniformemente Distribuída Carga distribuída equilibradamente sobre uma determinada área.14 Carga de Trabalho Segura Carga máxima que pode ser aplicada em uso normal.16 Dispositivo de Fixação Externa Dispositivo para fixação da suportação do sistema de bandejamento em paredes. A JAN / 2005 3. substâncias corrosivas ou poluentes e forças mecânicas externas. 3.ALTURA INTERNA Material Metálico (mm) Fibra de Vidro (mm) 35 a 55 25 a 75 Bandeja 75. braçadeiras de fixação e tampas.1 Altura Interna Conforme a TABELA 1. 3.12 Componente Não Propagador de Chama do Sistema de Bandejamento Componente do sistema de bandejamento que é responsável pela não propagação de fogo e que é auto-extinguível dentro de um tempo limitado após a remoção da chama.13 Influência Externa Presença de água.

4. a respectiva tampa. 100 ou 150 75 a 300 Bandeja 150.2 Os materiais da tampa e da bandeja ou leito devem ser compatíveis. A JAN / 2005 4. 450 ou 600 150. 450 ou 600 150. A espessura mínima para fibra de vidro deve ser de 1.1.2.3 O comprimento dos elementos retos deve ser de 3 000 mm. 300. 450 ou 600 Eletrocalha 4.3 Caso a bandeja ou leito seja instalada em um local onde haja riscos de ocorrência de danos devido à queda de objetos. 225 mm. 4. 45° ou 90°.7 A distância entre os degraus transversais consecutivos dos leitos deve ser de 150 mm.2 Largura Interna Conforme TABELA 2. 4. 4. 300 mm ou 450 mm.1.1.1.1. 4.2. devem ser utilizadas bandejas ou leitos com tampas. 300. 4.2. TABELA 2 .2. 450 ou 600 Leito 150. 225. 4. respingos de solda.1 O comprimento dos trechos retos das tampas deve ser de 3 000 mm. 4. 300.LARGURA INTERNA Material Metálico (mm) Fibra de Vidro (mm) 75.1. deve possuir meios que evitem este acúmulo (cumeeira).5 O raio interno de curvatura deve ser superior a 8 vezes o diâmetro externo para cabos não armados e superior a 12 vezes o diâmetro externo para cabos armados.8 A cota superior da lateral da bandeja. eletrocalha ou leito deve estar acima do plano superior do cabo mais elevado instalado.4 Caso a bandeja ou leito seja instalada em locais com possibilidade de acúmulo de água. 225.4 A espessura mínima para materiais metálicos deve ser de 1 mm. dependendo de suas dimensões.5 mm. líquidos corrosivos ou irradiação solar.6 O ângulo das curvas deve ser de 30°.2 Tampas de Bandejas ou Leitos de Cabos 4.1. 14 .N-1997 REV. 300.5 mm. 4. A espessura mínima para materiais metálicos deve ser de 1 mm e para fibra de vidro deve ser de 1.

é permitido o uso de sistemas de bandejamento em fibra de vidro em áreas classificadas. 4. cabos multipolares de controle ou de sinalização e cabos de força que são especificamente aprovados para instalação em sistemas de bandejamento para cabos. cabos multipolares de alimentadores e ramais. A JAN / 2005 4. circuitos de ramais. 5.3 Em unidades industriais. 15 .5 Além das utilizações permitidas para sistemas de bandejamento metálico. cabos de fibra ótica. onde as condições de manutenção e supervisão assegurem que apenas pessoal qualificado tenha acesso ao sistema de bandejamento para cabos. cabos com capa não metálica.2 É permitida a instalação dos seguintes tipos de cabos nos sistemas de bandejamento: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) cabos armados.2. cabos de alarme de incêndio. eletrocalhas e leitos de cabos e seus componentes devem ter sua utilização identificada na documentação de projeto.6 Em áreas com atmosfera extremamente corrosiva e em áreas que requeiram isolamento de tensão devem ser utilizados sistemas de bandejamento em fibra de vidro. As bandejas. cabos de instrumentação. cabos de comunicações. 5. somente devem ser utilizados cabos com características retardantes à propagação de chama compatíveis com os ensaios indicados nas normas IEC 60332-1 e IEC 60332-3.5 Em ambientes próximos a fontes de interferência eletromagnética devem ser utilizadas bandejas e tampas metálicas.6 Em instalações ao tempo. circuitos de instrumentação e circuitos de sinalização. 5.1 A utilização de bandejas. qualquer dos cabos relacionados no item 5.4 Nos sistemas de bandejamento para cabos em áreas com alto risco de incêndio. 5 CASOS DE USOS PERMITIDOS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO 5.N-1997 REV. os quais também podem ser utilizados em áreas permitidas para sistemas de bandejamento metálico. circuitos de serviços auxiliares. circuitos de controle e automação. cabos com isolamento mineral e capa metálica. de fundo liso.2. cabos de força e controle. as tampas do sistema de bandejamento devem ser fixadas por cintas metálicas de aço inoxidável ou alumínio. tais como: parque de bombas e equipamentos com grandes inventários. 5. eletrocalhas e leitos de cabos é permitida como sistema de suportação para circuitos alimentadores. outras montagens de fábrica. 5.2 deve ser instalado em leitos de cabos. eletrocalhas ventiladas. ou bandejas ventiladas.

5 Sistemas de bandejamento em fibra de vidro somente devem ser utilizados em locais confinados caso tais materiais tenham sido certificados para atender ao nível 1 do índice máximo de emissão de fumaça indicado na norma PETROBRAS N-2666.3 Sistemas de bandejamento em fibra de vidro não devem ser utilizados em locais expostos à luz solar. 6. 7. 6. tais como o aço inoxidável. 7 SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO 7.3 Quando o ambiente de instalação for corrosivo e agressivo deve ser utilizado sistema de bandejamento em aço inoxidável ou alumínio.4 Sistemas de bandejamento em fibra de vidro não devem ser utilizados em locais sujeitos à temperatura ambiente acima daquela para a qual os sistemas de bandejamento foram certificados e marcados. a menos que sejam certificados e marcados como adequados para este propósito. 7.N-1997 REV.2 Quando a blindagem elétrica e a interferência eletromagnética forem fatores preponderantes no projeto. 6.1 As condições ambientais do local de instalação devem ser consideradas quando da seleção dos materiais do sistema de bandejamento. 16 . deve ser utilizado sistema de bandejamento em fibra de vidro. parafusos e arruelas deve ser compatível com o material do sistema de bandejamento e satisfazer as condições de agressividade do meio.5 O material das porcas. deve ser utilizado sistema de bandejamento em aço galvanizado. 6.2 Sistemas de bandejamento para cabos não devem ser utilizados dentro de dutos e câmaras projetados para sistemas de ventilação. 7. 7. com exceção de alguns materiais metálicos mais resistentes à corrosão.1 Sistemas de bandejamento não devem ser utilizados em áreas de levantamento de cargas ou em locais onde possam vir a ser submetidos a severos danos físicos. A JAN / 2005 6 CASOS DE USOS NÃO PERMITIDOS PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO 6. pressurização e ar condicionado.6 Sistemas de bandejamento metálicos não devem ser utilizados em ambientes corrosivos. 6.4 Quando o ambiente de instalação for corrosivo e agressivo e quando o peso do sistema for um item crítico do projeto da instalação.

1 Fibra de Vidro A especificação técnica dos materiais do sistema de bandejamento em fibra de vidro deve atender aos requisitos da norma PETROBRAS N-2666. após fabricação.6. os materiais do sistema de bandejamento devem ser do tipo 304.0 kV) e na norma ABNT NBR 14039 (para circuitos com tensão nominal entre 1. A 480 e A 666. de acordo com os requisitos indicados nas normas ASTM A 240. 7. 17 .6.3 Aço Inoxidável 7. 7.6.6.2 A proteção de cobertura deve ser do tipo galvanizado à quente por imersão. 7. 7.2 kV).3.CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 8.N-1997 REV.6.6. de acordo com os requisitos indicados nas normas PETROBRAS N-2244 e ASTM B 221. O processo de galvanização à quente deve prover à peça acabada uma densidade média de deposição de película de massa de zinco de 600 g/m2 de superfície (espessura de 78 µm) para componentes com espessura maior do que 3 mm e 400 g/m2 de superfície (espessura de 50 µm) para componentes com espessura menor do que 3 mm.2.4 Alumínio O alumínio utilizado no sistema de bandejamento deve ser do tipo “Copper Free” e possuir as especificações da Liga 6063. com resistência de ruptura por tensão de 370 N/mm2 (MPa).1 A chapa utilizada na fabricação deve ser do tipo ASTM A 36.1 Para ambientes marítimos.3 O processo de galvanização deve estar de acordo com a norma ASTM A 123.6.2 Para ambientes não marítimos. com valor mínimo de resistência de ruptura por tensão de 520 N/mm2 (MPa). 7.2.6 Tipos de Materiais para o Sistema de Bandejamento 7. A JAN / 2005 7.1 A capacidade de condução de corrente de cabos instalados em sistemas de bandejamento deve ser determinada a partir das premissas estabelecidas na norma ABNT NBR 5410 (para circuitos com tensão nominal inferior a 1. 7. de acordo com os requisitos indicados nas normas ASTM A 240.6.6. com valor mínimo de resistência de ruptura por tensão de 540 N/mm2 (MPa).2 Aço-Carbono Galvanizado 7.3.2. os materiais do sistema de bandejamento devem ser do tipo 316.0 kV e 36. A 480 e A 666. 8 AMPACIDADE .

conforme ilustrado nas FIGURAS 12 a 15.N-1997 REV. 13. 31. desde que as bandejas. 35 e 36.3 Os critérios para determinação das capacidades de condução de corrente e dos fatores de correção devem estar de acordo com os métodos de instalação das normas ABNT NBR 5410 e NBR 14039 indicados no item 8.1 É permitida a utilização de sistemas de bandejamento metálicos. 31A. Ajuste de “Trip” do Disjuntor.2 Os seguintes métodos de instalação são aceitáveis: a) ABNT NBR 5410: 12. 32. 16. Ajuste de “Trip” do Relé de Proteção para Falta à Terra em Quaisquer Circuitos no Sistema de Bandejamento (A) Bandejamento em Aço Bandejamento em Alumínio 60 130 130 100 260 130 200 450 130 400 650 260 600 970 260 1 000 - 390 1 200 - 650 1 600 - 970 2 000 - 1 290 18 Seção Transversal Mínima da Área Metálica (mm2) .1. 8. eletrocalhas ou leitos. fabricados em aço ou em alumínio. 8.REQUISITOS DE ÁREA METÁLICA QUANDO O SISTEMA DE BANDEJAMENTO FOR UTILIZADO COMO CONDUTOR DE ATERRAMENTO Máxima Corrente Nominal do Fusível.2 kV os critérios de ampacidade devem ser definidos entre a PETROBRAS e a projetista. A JAN / 2005 8.4 Para circuitos com tensão nominal acima de 36. eletrocalhas ou leitos atendam à área da seção transversal disponível mínima requerida conforme TABELA 3 desta Norma. Neste caso. 9 ATERRAMENTO E CONTINUIDADE ELÉTRICA 9. as cordoalhas de aterramento de interligação entre trechos devem ser instaladas em ambas as laterais das bandejas. 14.2 desta Norma. 32A. TABELA 3 . b) ABNT NBR 14039: A & B.1 Sistema de Bandejamento como Condutor de Aterramento 9. como condutores de aterramento.

N-1997 REV.ATERRAMENTO DE TRECHO HORIZONTAL COM JUNÇÃO AJUSTÁVEL FIGURA 14 . A JAN / 2005 FIGURA 12 .ATERRAMENTO (DESCONTÍNUO) DE TRECHO 19 RETO SEM JUNÇÃO .ATERRAMENTO DE TRECHO RETO COM JUNÇÃO FIGURA 13 .

controle e de distribuição de força em baixa tensão. 9.8 As cordoalhas de aterramento podem ser isoladas. comunicação. 9.4 As bandejas e os leitos devem ser identificados e marcados com a área da seção transversal disponível. Neste caso. 9.3 Bandejamento em alumínio não deve ser utilizado como condutor de aterramento para circuitos com ajuste de proteção de falta à terra acima de 2 000 A. 9. aterrado por alta impedância.N-1997 FIGURA 15 .2 desta Norma. um condutor de aterramento em separado deve ser instalado.ATERRAMENTO AJUSTÁVEL DE REV. 20 .1.1.5 É permitida a utilização do próprio sistema de bandejamento como condutor de aterramento nos sistemas de bandejamento para circuitos de instrumentação.7 Se a área da seção transversal disponível da bandeja ou leito não for compatível com o ajuste da corrente de atuação do mecanismo de proteção.1. conforme TABELA 3 desta Norma. trançadas ou laminadas. o sistema de bandejamento não deve ser utilizado como condutor de aterramento. nuas. 9. A TRECHO COM JAN / 2005 JUNÇÃO VERTICAL 9.1.2 Bandejamento em aço não deve ser utilizado como condutor de aterramento para circuitos com ajuste de proteção de falta à terra acima de 600 A. 9. conforme indicado no item 9.1.1. conforme as FIGURAS 16 a 18.6 É necessária a instalação de cordoalhas de aterramento em junções rígidas de aço inoxidável.1.

9 As cordoalhas de aterramento são aplicáveis quando o sistema de bandejamento for utilizado como condutor de aterramento. de acordo com a TABELA 4 desta Norma.0 21 .CORDOALHA DE ATERRAMENTO ISOLADA FIGURA 17 .1.0 50.0 400.0 150.0 35.CORDOALHA DE ATERRAMENTO NUA FIGURA 18 . A JAN / 2005 FIGURA 16 . O dimensionamento da seção mínima das cordoalhas de aterramento segue o mesmo critério utilizado para o dimensionamento dos condutores de aterramento em separado.0 400.SEÇÃO MÍNIMA DE CONDUTORES DE ATERRAMENTO EM SEPARADO PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO Valor Máximo para o Ajuste do Dispositivo de Proteção de Sobre-Corrente à Montante do Circuito (A) de 15 a 300 400 500 600 800 1 000 1 200 1 600 2 000 2 500 3 000 4 000 5 000 6 000 Seção Transversal do Condutor de Aterramento (mm2) Condutor de Cobre 25.0 240.0 95.CORDOALHA DE ATERRAMENTO TRANÇADA OU LAMINADA 9.N-1997 REV.0 70.0 185.0 120.0 35.0 300.0 70. TABELA 4 .

2. 9. 9. 22 .2. Se a estrutura de suporte da bandeja. no mínimo.10 O sistema de bandejamento do tipo aramado não deve ser utilizado como condutor de aterramento. 9.5 Os suportes em fibra de vidro não são aceitos como pontos de aterramento de sistemas de bandejamento. 9. 25 mm2. A JAN / 2005 9. Após a conexão.1 Quando um condutor de aterramento em separado for utilizado.2.3.1 desta Norma) deve ser interligado à malha de aterramento da unidade a cada 20 m.1.2 O aterramento deve ser efetuado com cabos de cobre nu com seção nominal de.2 Cordoalhas de aterramento nas junções não são necessárias se o condutor de aterramento em separado for adequadamente interligado a todas as partes do sistema de bandejamento.3.2 Sistema de Bandejamento com Condutor de Aterramento em Separado 9.2. 9. eletrocalhas ou leitos devem ser aterradas.3. Este aterramento deve ocorrer através dos suportes metálicos do sistema de bandejamento de forma alternada.3 A seção nominal mínima do condutor de aterramento deve estar de acordo com a TABELA 4 desta Norma. eletrocalha ou leito à estrutura suporte.N-1997 REV. 9. o acabamento final do suporte metálico deve ser refeito.3 Aterramento de Sistema de Bandejamento em Fibra de Vidro 9. 9. 9. eletrocalha ou leito for condutora e aterrada. é aceitável a interligação do cabo de aterramento da bandeja.3.4 Deve haver uma perfeita conexão elétrica entre o ponto de aterramento na estrutura metálica e o cabo de aterramento.1 O objetivo do aterramento de sistemas de bandejamento em fibra de vidro é evitar o acúmulo de cargas eletrostáticas.2. 9. 1 suporte deve ser utilizado para aterramento.3 Devem ser aterrados todos os trechos retos. ou seja.3. este condutor deve ser fixado em cada trecho do sistema de bandejamento por meio de conectores de aterramento. 9. a cada 2 suportes.4 O condutor de aterramento ou o bandejamento condutor (conforme item 9.5 As extremidades iniciais e finais das bandejas.

2 está totalmente preenchida por cabos.3. 10. Para o dimensionamento dos cabos futuros. os pontos sujeitos ao ataque devem ser adequadamente protegidos.6 Para sistema de bandejamento em fibra de vidro não é requerida a utilização de cordoalhas de aterramento para as junções das peças.2 Cargas Estáticas Concentradas Uma carga estática concentrada deve ser convertida em uma carga distribuída equivalente utilizando-se da seguinte fórmula: C eq (kg / m) = 2 x c arg a estática concentrada (kg) compriment o do trecho entre sup ortes (m) 10.2 A deflexão longitudinal em qualquer ponto da linha central transversal da bandeja.1 O sistema de bandejamento deve suportar. 23 . devido às substâncias presentes na atmosfera.8. 10. qualquer sistema de pintura ou cobertura similar não condutora deve ser removida das roscas.3 Cargas Estáticas Distribuídas 10.3. as cargas estáticas aplicadas e os esforços dos acessórios pertinentes.4.2 desta Norma.1 A deflexão considerada nesta Norma é a deflexão máxima admissível medida com a carga de trabalho segura.3 Para o dimensionamento das cargas uniformemente distribuídas devem ser consideradas a carga dos cabos instalados e a carga dos cabos futuros. conforme item 10.N-1997 REV. 9.2 As cargas estáticas são divididas em cargas uniformemente distribuídas e cargas estáticas concentradas.1. 10 CRITÉRIOS DE PROJETO PARA SISTEMAS DE BANDEJAMENTO 10. 10.3.2 Caso haja problemas de ataque ao cobre. 10.1 Nos pontos de conexão do sistema de aterramento.3. ou conectadas por meio de acessórios que tornem tal remoção desnecessária.4 Requisitos para Instalação de Aterramento do Sistema de Bandejamento 9. eletrocalha ou leito não deve ultrapassar 1/150 do comprimento do trecho entre os suportes consecutivos considerados. pontos de contato e superfícies de contato.1 Deflexão 10. considerar que a seção reserva definida no item 10.4. 9. no mínimo.1. A JAN / 2005 9.

5.3. para a máxima deflexão longitudinal de 1/150 do comprimento L (m) no ponto central entre 2 pontos suportados ou suspensos e com juntas de conexão localizadas a 2/3 desta distância.5 2 2.5 FIGURA 19 .5 Cargas Máximas Permissíveis para Sistemas de Bandejamento em Fibra de Vidro Pultrudada 10. A JAN / 2005 10. que define a carga uniformemente distribuída a ser aplicada.4 Cargas Máximas Permissíveis para Sistemas de Bandejamento Metálico A carga máxima aplicável (N/m) a sistemas de bandejamento fabricados em material metálico deve estar de acordo com a FIGURA 19.CARGA DISTRIBUÍDA PERMISSÍVEL BANDEJAMENTO EM FIBRA DE VIDRO 24 3 PARA m SISTEMAS DE . N/m W=500 mm 500 W=400 mm W=300 mm 250 W=200 mm W=100 mm W=50 mm 0 1 1. a qual define a carga uniformemente distribuída a ser aplicada. no ponto central de 2 pontos suportados ou suspensos a com juntas de conexão localizadas a 2/3 desta distância. As curvas de carga máxima são apresentadas para diversas larguras do sistema de bandejamento (W). N/m W=500 mm 500 W=400 mm W=300 mm 250 W=200 mm W=100 mm W=50 mm 0 1 1.CARGA DISTRIBUÍDA PERMISSÍVEL BANDEJAMENTO METÁLICO 3 PARA m SISTEMAS DE 10.3.3.5 FIGURA 20 .1 A carga máxima aplicável a sistemas de bandejamento fabricados em fibra de vidro pultrudada deve estar de acordo com a FIGURA 20.N-1997 REV. para a máxima deflexão longitudinal de 1/150 do comprimento. As curvas de carga máxima são apresentadas para diversas larguras do sistema de bandejamento (W).5 2 2.

para trechos retos horizontais de sistemas de bandejamento em material metálico deve ser de 3 m. 10.2 Não é permitida a instalação de bandejas.4.4.4.3 Não é permitido o uso de tubulações de processo como suporte do sistema de bandejamento.3.4 Os suportes dos sistemas de bandejamento não devem ser instalados em áreas reservadas para expansão de tubulações de processo em tubovias.4 Tipos.1 Os suportes do sistema de bandejamento devem atender ao esforço mecânico associado à carga de trabalho segura. As influências externas do local de instalação. conforme indicado na FIGURA 21. 10.1 As juntas dos trechos retos devem estar localizadas a uma distância de 1/4 do comprimento total do trecho reto.4. (X/4m) (Xm) FIGURA 21 - LOCALIZAÇÃO HORIZONTAIS DOS (Xm) SUPORTES EM TRECHOS RETOS 10.5 Localização Recomendada dos Suportes 10.4. 25 . 10. A JAN / 2005 10.3 O espaçamento máximo entre suportes consecutivos. as juntas devem estar localizadas a uma distância igual ou inferior 200 mm distantes dos pontos de suportação dos elementos retos do sistema de bandejamento.2 Nos casos em que as juntas de conexão forem do tipo de encaixe. 10. 10.4. para trechos retos horizontais de sistemas de bandejamento em fibra de vidro deve ser de 3 m.4. Localização e Espaçamento de Suportes 10.5.N-1997 REV. Também não é permitido que os suportes do sistema de bandejamento sejam apoiados sobre tubulações de processo.5. sendo obrigatória a utilização de suportes. conforme previsto na norma PETROBRAS N-57.2 Em instalações marítimas. o espaçamento máximo entre suportes consecutivos. tais como: ventos e interferências mecânicas devem ser consideradas.5.5. eletrocalhas ou leitos diretamente sobre o piso acabado. 10.4.

60 0 m m M ÁX . 2/3 R TÍPICO TÍPICO 1/2 L 600 mm MÁX.4. A JAN / 2005 10.N-1997 REV. um suporte adicional deve ser locado em cada face do “T”.5. a) b) c) d) 1/2 Ø Ø 600 mm MÁX. L 600 mm MÁX. Ø = 30°. suporte de curva 60º: no ponto de arco 30°.5 “T” Horizontal Os suportes devem ser locados a. suporte de curva 45º: no ponto de arco 22.4 Curva horizontal Os suportes devem ser locados a. no máximo. de acordo com a FIGURA 23.5°. no máximo. 600 mm MÁX. Pelo menos. suporte de curva 30º: no ponto de arco 15°. 600 mm de cada uma das 3 conexões do “T”. 60° e 90° FIGURA 22 . eletrocalhas ou leitos como se segue (ver FIGURA 22): suporte de curva 90º: no ponto de arco 45°. 45°.4.LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “T” HORIZONTAL 26 .5. FIGURA 23 .LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM CURVA HORIZONTAL 10. 600 mm de cada elemento de junção entre bandejas.

4. 600 mm de cada uma das 3 conexões do “Y”. de acordo com a FIGURA 24. TÍPICO 600 mm MÁX. um suporte adicional deve ser locado em cada ponto médio de cada face curva do “X”.5.5. no máximo. A JAN / 2005 10. Pelo menos. 600 mm MÁX.6 “Y” Horizontal 60 0 m m M ÁX .LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “X” HORIZONTAL 27 . FIGURA 24 . 600 mm MÁX.4.7 “X” Horizontal Os suportes devem ser locados a. um suporte adicional deve ser locado no sentido da direção da bissetriz do maior ângulo do “Y”. de acordo com a FIGURA 25. Os suportes devem ser locados a. 600 mm de cada uma das 4 conexões do “X”. 22.5° 45° 600 mm MÁX. FIGURA 25 .N-1997 REV. 2/3 R TÍPICO 600 mm MÁX. Pelo menos. 600 mm MÁX.LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “Y” HORIZONTAL 10. no máximo.

BANDEJAMENTO HORIZONTAL SUPORTADO POR PERFILADO 28 . A JAN / 2005 10. 600 mm de cada uma das 3 conexões do “T”.5.LOCALIZAÇÃO DE SUPORTE EM “T” VERTICAL 10.4. no máximo. 600 mm MÁX. FIGURA 26 . de acordo com a FIGURA 26. FIGURA 27 .BANDEJAMENTO HORIZONTAL SUPORTADO POR TIRANTES FIGURA 28 .9 Sugestão de Dispositivos de Fixação Externa Ver FIGURAS 27 a 32.5. 600 mm MÁX.4.8 “T” Vertical Os suportes devem ser locados a. 600 mm MÁX.N-1997 REV.

N-1997 FIGURA 29 .BANDEJAMENTO FRANCESA REV. A HORIZONTAL SUPORTADO JAN / 2005 POR MÃO FIGURA 30 .BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR MÃO FRANCESA FIGURA 31 .BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR TIRANTES 29 .

5. FIGURA 33 .BANDEJAMENTO VERTICAL SUPORTADO POR PERFILADO 10.1.5. A JAN / 2005 FIGURA 32 .N-1997 REV.5 Acessórios para Sistemas de Bandejamento 10.APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO RETO HORIZONTAL 30 .1 As barreiras de separação (septos divisores) devem ser utilizadas para separação entre cabos de circuitos de diferentes níveis de tensão e de sinais.1 Barreiras de Separação (Septo Divisor) 10. quando os cabos forem instalados no mesmo bandejamento (ver FIGURAS 33 a 35).

900 mm.N-1997 REV.1. FIGURA 36 . A JAN / 2005 FIGURA 34 .APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO HORIZONTAL CURVO FIGURA 35 . aproximadamente.APLICAÇÃO DE BARREIRA DE SEPARAÇÃO EM TRECHO VERTICAL CURVO 10.5.DETALHES DE FIXAÇÃO DO SEPTO-DIVISOR 31 . Esta fixação deve ser feita em intervalos de.2 Barreiras de separação (septos divisores) devem ser instaladas na localização desejada. fixadas com os acessórios apropriados.

5.N-1997 REV. FIGURA 37 .2 Acessórios de Saídas para Bandejamento de Cabos Estes acessórios permitem a conexão entre trechos de bandejamento de cabos e saídas por eletrodutos ou perfilados.SAÍDAS INFERIORES EM ELETRODUTOS 32 .SAÍDAS LATERAIS EM PERFILADOS FIGURA 39 . Devem ser previstos meios para evitar o acúmulo de água dentro dos trechos de eletrodutos de saída.SAÍDAS LATERAIS EM ELETRODUTO FIGURA 38 . A JAN / 2005 10.

10. 41.N-1997 REV.6. devem ser aplicados materiais resistentes a passagem de fumaça. 10.ARGAMASSA INTUMESCENTE. tais como especificações técnicas. A JAN / 2005 10. 42. PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO. controle ou comunicação. Nestes casos.6.1 Nos casos de instalação de sistema de bandejamento para cabos contendo circuitos de força.2 Os requisitos relativos às funções da proteção contra fogo. massa moldável e tijolos especiais. 44 e 45. chamas ou gases quentes. 43. FUMAÇA E GASES TÓXICOS. argamassas corta fogo. manutenção e efeitos do longo tempo de exposição devem estar de acordo com a norma API 2218. 10. revestimentos ou bolsas intumescentes. e que estejam em regiões sujeitas a danos devido à ocorrência de incêndios.6. deve ser instalada proteção adicional do bandejamento através de coberturas resistentes a fogo direto de hidrocarboneto. características e tipos dos materiais a serem utilizados.6. que sejam críticos para o controle do processo ou que façam parte do sistema de parada segura da planta. tais como: selantes. Estes materiais devem atender aos requisitos indicados nas normas UL 1479 e UL 2079. tais como: mantas protetoras ou esquemas de pintura com características corta-fogo. deve ser evitada a propagação de fumaça entre eles. facilidades de instalação. PARA CABOS ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA 33 . inspeção.4 Para exemplos de instalação de materiais resistentes a passagem de fumaça. ensaios.3 No caso de sistemas de bandejamento para cabos instalados nas passagens entre ambientes fechados. FIGURA 40 .6 Proteção Contra Fogo e Propagação de Fumaça 10. chamas ou gases quentes. instrumentação. ver FIGURAS 40.

PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO. PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO. FUMAÇA E GASES TÓXICOS. FUMAÇA E GASES TÓXICOS. PARA CABOS ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA 34 .BOLSAS INTUMESCENTES. A JAN / 2005 FIGURA 41 .ARGAMASSA INTUMESCENTE.N-1997 REV. PARA BANDEJAMENTO ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA FIGURA 42 .

PARA BANDEJAMENTO ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA FIGURA 44 .PLACAS DE LÃ DE ROCHA E TINTA INTUMESCENTE PARA PROTEÇÃO DE CABOS EM BANDEJAMENTO E CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO. ATRAVÉS DE PAREDE DE ALVENARIA 35 .N-1997 REV. FUMAÇA E GASES TÓXICOS.TIJOLOS INTUMESCENTES. PARA PROTEÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE FOGO. A JAN / 2005 FIGURA 43 . FUMAÇA E GASES TÓXICOS.

4 Flamabilidade conforme normas ASTM E 84 e UL 723: a) propagação de chama: 0.7 devem ser atendidas.6. DE TINTA INTUMESCENTE PARA PROTEÇÃO CONTRA FOGO DE CABOS EM BANDEJAMENTO 10. 36 .6.6.2 Propriedades Químicas A manta deve possuir elevada resistência a ataques químicos. não ser afetada por água e óleo e ter suas propriedades térmicas e físicas restauradas após a secagem. A JAN / 2005 FIGURA 45 .5.3 Propriedades Físicas Cor branca.5.5 Quando as coberturas resistentes a fogo forem compostas por mantas cerâmicas. faixa de temperatura de serviço até 1 200 °C.6.6. temperatura de fusão 1 760 °C.5 As coberturas devem ser testadas e aprovadas de acordo com as normas ASTM E 119 e UL 1709. 10.6.6.5. 10.6 Cobertura externa de ambos os lados em folhas de alumínio ou aço inoxidável AISI 304 com espessura de 2 mils (0.6.EXEMPLOS DE APLICAÇÃO.0508 mm). densidade de 128 kg/m³. 10. 10. POR PISTOLA OU POR PINCEL.6.5.5. b) fumaça desenvolvida: 0. c) combustível contribuído: 0. 10. 10.5.1 a 10.5. as características descritas nos itens 10.1 CANCELADO .N-1997 REV.5.EMENDA 10/2008.

10.N-1997 REV. h) temperatura de exposição contínua de 250 °C. g) seção nominal dos condutores para cabos com isolação de 600 V: 1. em cobre com cobertura de níquel ou em níquel. d) não permitir o fluxo ou a transmissão de gases explosivos através da rota de fiação. 10. k) os cabos com isolação mineral para operação em condições de fogo devem ter sido ensaiados e aprovados de acordo com os requisitos das normas UL 1709 e UL 2196. necessitem continuar em operação por determinado tempo.4 mm.5 mm² a 4. atestando o atendimento aos requisitos das normas citadas na alínea k). sobreposição longitudinal e radial. f) seção nominal dos condutores para cabos com isolação de 300 V: 0.6.0 mm² a 240 mm². 10.6.0 mm². 37 . de acordo com as instruções do fabricante. mesmo na condição de fogo. obedecendo-se as recomendações de quantidade de camadas de aplicação. b) cobertura metálica: sem costura em liga resistente à corrosão à base de níquel. 10. c) número de condutores: 2 a 7. com espaçamentos máximos entre cintas de acordo com as recomendações do fabricante. devem ser fixadas por meio de cintas metálicas de fixação.9 Devem ser utilizados cabos com isolação mineral quando o sistema de bandejamento for instalado em regiões sujeitas ao fogo e quando este sistema contiver circuitos que.7 As mantas. de aço inoxidável. por questões de segurança. i) temperatura de exposição máxima: superior a 1 010 °C.6. eletrodutos e caixas de junção deve ser feita somente por pessoal qualificado.6. eletrodutos e caixas de junção. após a instalação sobre o bandejamento.5. com largura mínima de 19 mm e espessura mínima 0. j) conectores de terminação fabricados em latão. Tais cabos devem possuir as seguintes características técnicas: a) material da isolação em óxido de magnésio (MgO).6. l) devem ser apresentados os respectivos certificados.8 A instalação das mantas envolvendo o bandejamento.7 Tempo de resistência térmica de proteção contra exposição direta ao fogo de hidrocarbonetos por 30 minutos. fabricados em cobre. com treinamento ministrado pelo fabricante da manta ou por seu representante autorizado. A JAN / 2005 10. de acordo com procedimentos de ensaio e medições indicados na ASTM E 1725.6 As mantas devem ser aplicadas sobre o sistema de bandejamento. e) configurações adequadas para instalação em áreas classificadas ou não classificadas. com condições do teste de fogo de hidrocarbonetos segundo as UL1709 ou ASTM E 1529.

de acordo com a TABELA 5.7. COM 20 mm DE LARGURA E 0.BANDEJAMENTO COM SISTEMA DE PROTEÇÃO PASSIVA CONTRA FOGO DIRETO ATRAVÉS DE MANTA PROTETORA 10. 10.2 O comprimento do trecho reto é definido em função da diferença de temperatura ambiente entre os dias mais quentes e os dias mais frios do ano. MALHA EM FIO GALVANIZADO COM LARGURA DE 1200 mm (2 kg/m²). JUNTA DE VEDAÇÃO LONGITUDINAL 75 mm A 150 mm COM FITAS DE ALUMÍNIO. CABOS.1 Para acomodar a contração e expansão térmica do sistema de bandejamento.7.COMPRIMENTO MÁXIMO DE TRECHO RETO PARA DILATAÇÃO TÉRMICA DE 25 mm Diferença de Temperatura (°C) 14 28 42 56 70 83 97 Aço (m) Alumínio (m) 156 78 52 39 31 26 22 79 40 27 20 16 13 11 38 Fibra de Vidro (m) 203 102 68 51 41 34 29 .7 Contração e Expansão Térmica do Sistema de Bandejamento 10.2.N-1997 REV. deve ser previsto um trecho não contínuo de bandejamento de 25 mm a cada comprimento de trecho reto definido no item 10. FIGURA 46 . CINTA DE AMARRAÇÃO EM AÇO INOX 304. para a região em que se localiza o sistema de bandejamento.7.4 mm DE ESPESSURA MÍNIMA. A JAN / 2005 4 1 2 3 4 5 LEGENDA: 1 2 3 4 5 BANDEJAMENTO. TABELA 5 .

3 Caso o sistema de bandejamento seja utilizado como condutor de aterramento. 10. A JAN / 2005 10.8.4 Cada trecho do sistema de bandejamento deve ser rigidamente fixado no suporte mais próximo do trecho reto.7. tais como: fornos e caldeiras. cordoalhas de aterramento devem ser instaladas nas ligações entre trechos descontínuos (ver FIGURA 14).1 Durante a fase de projeto do sistema de bandejamento.8. eletrocalha ou leito permitida para a instalação de cabos. 10.7.N-1997 REV.7.3 Nos casos em que for inevitável a instalação de sistemas de bandejamento próximos de fontes de irradiação de calor. Em trechos horizontais os cabos devem ser fixados para manter o espaçamento entre os circuitos. 10. SEÇÃO RESERVA SEÇÃO TRANSVERSAL ÚTIL TOTAL DO BANDEJAMENTO FIGURA 47 . Este estudo deve considerar os comprimentos e os percursos dos cabos previstos no projeto para assegurar que a máxima tensão de puxamento estabelecida pelo fabricante do cabo não seja atingida. 10. controle. Em percursos verticais os cabos devem ser fixados a cada 450 mm. deve ser elaborado um estudo de puxamento de todos os tipos de cabo instalados (força. para evitar movimentos devido a forças magnéticas durante uma falta e para confinar o cabo dentro de uma área específica.5 Opcionalmente à adoção de um trecho descontínuo. 10.8.4 Os cabos expostos aos raios diretos do sol devem possuir marcação na capa externa atestando sua resistência à radiação ultra-violeta. comunicação etc).8. eletrocalhas e leitos devem ser projetados com uma seção reserva de. pode ser utilizada uma junção ajustável (ver FIGURAS 13 e 15) a ser dimensionada de acordo com os requisitos da norma NEMA VE 2. Todos os demais suportes (suportes-guia) devem permitir o movimento longitudinal em ambas as direções. eletrocalhas ou leitos através de abraçadeiras.8.2 As bandejas. no mínimo. 10. 39 . deve ser prevista a instalação de sistemas de isolamento térmico. conforme indicado na FIGURA 47.5 Os cabos devem ser fixados às bandejas.SEÇÃO RESERVA EM BANDEJAMENTO PARA INSTALAÇÃO FUTURA DE CABOS 10.8 Instalação de Cabos em Sistemas de Bandejamento 10. 20 % da seção total da bandeja.

eletrocalhas ou leitos com cabos do sistema de instrumentação. Esta fita protetora tem por finalidade proteger a capa externa do cabo contra possíveis danos mecânicos. devem ser instalados suportes intermediários para dividir a carga do cabo em vários segmentos.8 Todos os cabos devem ser claramente identificados com o “tag” de seu circuito conforme indicado na lista de cabos.6 Os cabos multipolares dos circuitos de força devem ser fixados nas bandejas. A identificação do “tag” deve ser feita através de anéis de plástico para instalações abrigadas e através de anéis metálicos em aço inoxidável AISI 304 para instalações expostas ao tempo.8.7 Em trechos de descidas longas. eletrocalhas ou leitos em trifólio. d) bandejas. onde o peso próprio do cabo possa exceder a sua capacidade máxima de tração. 300 mm. tais como iluminação ou intertravamentos críticos. eletrocalhas ou leitos horizontais dispostos em diferentes níveis verticais deve obedecer à seguinte seqüência de cima para baixo: a) bandejas. eletrocalhas ou leitos individualmente. Tais suportes devem ser fixados nas bandejas. eletrocalhas ou leitos específicos para estes tipos de circuitos. A identificação dos cabos deve suportar as condições de operação e de intempéries às quais os cabos sejam submetidos. 10. no mínimo.8. c) bandejas.10 A instalação de cabos em bandejas. 40 . devem ser instalados em bandejas. cabos de circuitos de controle e cabos de circuitos de proteção. Os cabos unipolares de circuitos trifásicos devem ser encaminhados e fixados nas bandejas. eletrocalhas ou leitos com cabos do sistema de segurança da instalação. A fixação dos cabos deve ser feita por meio de abraçadeiras metálicas em aço inoxidável AISI 304.N-1997 REV. Entre o cabo e a abraçadeira deve ser instalada uma fita protetora. 10.8. eletrocalhas ou leitos com cabos do sistema de comunicação. 10. de forma a facilitar o acesso aos cabos (ver FIGURAS 48 e 49). A JAN / 2005 10. eletrocalhas ou leitos com cabos de circuitos de força de baixa tensão.8. 10. 10. eletrocalhas ou leitos antes da instalação dos cabos.8. e) bandejas. eletrocalhas ou leitos com cabos de circuitos de média tensão. b) bandejas.11 A distância mínima entre níveis de bandejamentos consecutivos deve ser de.8.9 Circuitos de emergência.

INSTALAÇÃO DE LEITOS DE CABOS EM DIFERENTES NÍVEIS PARA DIFERENTES TIPOS DE CIRCUITOS 41 .N-1997 REV.) FIGURA 48 .DETALHE TÍPICO DE BANDEJAMENTO INSTALADO EM VÁRIOS NÍVEIS HORIZONTAIS FIGURA 49 . A 100 JAN / 2005 100 EL. INDICADA EM PLANTA 300 (TÍP.

12 Cabos para circuitos de sinal instalados em bandejas. A adequação dos suportes deve ser verificada antes da instalação dos novos cabos. eletrocalha ou leito não deve ultrapassar a seção transversal útil total interna da bandeja. geradores e transformadores em média tensão).N-1997 REV.8.8.8. eletrocalhas ou leitos independente do meio de fixação e da capacidade estrutural do sistema de bandejamento. eletrocalhas ou leitos que contenham cabos de circuitos de baixa tensão (isolamento até 1 000 V).BANDEJAMENTO COM BARREIRA DE SEPARAÇÃO ENTRE CABOS DE CIRCUITOS DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO FIGURA 51 . eletrocalha ou leito.5 m de equipamentos geradores de ruído (motores.13 Cabos de circuitos de média tensão (isolamento acima de 1 000 V) não devem ser instalados nas mesmas bandejas. 10.15 A seção ocupada pelo total de cabos instalados em uma bandeja. FIGURA 50 . seja utilizada: a) cabos de circuitos de média tensão separados dos cabos de circuitos de baixa tensão por uma barreira sólida fixa (septo divisor) feita de material compatível com o bandejamento (ver FIGURA 50). indicadas nas FIGURAS 50 e 51. esta distância pode ser reduzida à metade. A JAN / 2005 10.14 Os cabos não devem ser instalados na face inferior das bandejas.8.8. 42 .16 A instalação de cabos adicionais em bandejamentos existentes deve ser precedida por uma revisão do dimensionamento do sistema de bandejamento. eletrocalhas ou leitos devem passar a uma distância mínima de 1. 10. a menos que uma das seguintes práticas de projeto. 10.BANDEJAMENTO COM CABOS DE CIRCUITOS DE MÉDIA TENSÃO COM BLINDAGEM METÁLICA E DE BAIXA TENSÃO 10. b) cabos dos circuitos de média tensão com blindagem metálica. Caso os cabos para circuitos de sinal sejam instalados em eletrodutos metálicos.

1 As bandejas. de forma a evitar interferência eletromagnética e assegurar operação adequada dos circuitos de sinal. baseada nas recomendações da norma API RP 552. 10.9 Segregação Física entre Circuitos de Força e Circuitos de Sinal 10. São considerados sinais de médio nível sinais analógicos do tipo 4 mA a 20 mA ou do tipo 10 V a 50 V. A JAN / 2005 10.9. sinais de telefonia e sinais de CFTV.8. eletrocalhas e leitos de cabos de circuitos de força devem ser instalados com espaçamentos adequados em relação às bandejas.9. circuitos de sinalização ou com chaveamento em 28 VCC ou menor.N-1997 REV.17 A instalação e o puxamento dos cabos no sistema de bandejamento devem atender aos requisitos e procedimentos recomendados pelos fabricantes dos cabos. A separação entre bandejamento com cabos de circuitos de força e eletroduto com cabos de sinal do tipo par trançado com “shield” deve estar também de acordo com a TABELA 7.ESPAÇAMENTO ENTRE BANDEJAMENTO E ELETRODUTO DE ACORDO COM O TIPO DE SINAL Tensão do Circuito do Cabo de Potência Até 125 V @ 20 A de 125 V a 500 V @ 200 A Acima de 500 V Espaçamento entre Bandejamento e Eletroduto (mm) Sinal do Tipo Sinal de Baixo Nível (mV) 4 mA a 20 mA CC 750 mm 375 mm 750 mm 375 mm 1 500 mm 750 mm 10. dispositivos de medição de temperatura por resistência (RTD). TABELA 6 . saídas de sinais de pontes do tipo “strain gauge” e sinais do tipo pulsos digitais.4 São considerados sinais de baixo nível sinais de termopares.9. sinais de instrumentos eletrônicos em corrente contínua. 43 . baseada nas recomendações da norma API RP 552.3 A separação entre eletroduto com cabos de circuitos de força e bandejamento com cabos de circuitos de sinal do tipo par trançado com “shield” deve estar de acordo com a TABELA 7.9.2 A separação entre o bandejamento com cabos de circuitos de força e o bandejamento com cabos de circuitos de sinal do tipo par trançado com “shield” deve estar de acordo com a TABELA 6. tais como sinais de rede de dados. 10. eletrocalhas e leitos de cabos dos circuitos de sinal. TABELA 7 .ESPAÇAMENTO ENTRE BANDEJAMENTOS DE FORÇA E DE SINAL DE ACORDO COM O TIPO DE SINAL Tensão do Circuito do Cabo de Força Até 125 V @ 20 A De 125 V a 500 V @ 200 A Acima de 500 V Espaçamento entre Bandejamentos de Força e de Sinal (mm) Sinal do Tipo Sinal de Baixo Nível (mV) 4 mA a 20 mA CC 750 mm 375 mm 1 500 mm 750 mm 4 500 mm 2 400 mm 10. A separação entre o bandejamento com cabos de circuitos de força e o bandejamento (com tampa e fundo metálicos) com cabos de circuitos de sinal do tipo par trançado sem “shield” deve estar também de acordo com a TABELA 6.

10. Nos casos em que este encaminhamento for tecnicamente inevitável. 10. A partir dos sinais de baixo nível. rotas através de áreas com menor risco de incêndio.1 Deve ser evitada a instalação de sistemas de bandejamento sobre regiões com maior risco de incêndio.7 Deve ser evitada a instalação de sistemas de bandejamento próximos ou sobre equipamentos mecânicos. 44 . A JAN / 2005 10.10.N-1997 REV.10. fortes interferências eletromagnéticas e danos físicos. instalação de cabos. a exposição dos cabos ao calor excessivo. trocadores de calor a ar ou qualquer outro equipamento que necessite de intervenções de processo ou de manutenção periódica. 10. 10.4 Devem ser respeitados os gabaritos mínimos de áreas de circulação e passagem para a manutenção de equipamentos e acessos principais e secundários.8 Na instalação de sistemas de bandejamento deve ser considerado o acesso para instalação do próprio sistema de bandejamento.10. tais como pátios de bombas. deve ser empregada proteção passiva contra fogo ou cabos especiais com isolação resistente ao fogo (ver item 10. porém. 10. preferencialmente. sinais de alarme em 120 V.10. 10. 10.10. deve ser adotada a seguinte ordem: a) b) c) d) sinais analógicos de 4 mA a 20 mA.6). 10.2 O encaminhamento do sistema de bandejamento deve ser o mais reto possível evitando. Os sinais de baixo nível devem ficar o mais distante possível dos circuitos de força. preferencialmente.10 Encaminhamento do Sistema de Bandejamento 10.5 A instalação de sistema de bandejamento em local próximo de tubulações quentes deve ser evitada. sinais de alarmes em 24 VCC. inspeção e manutenção requerida.9 O encaminhamento do sistema de bandejamento deve. 10. sinais para solenóides e válvulas de controle.3 O encaminhamento deve seguir. 10.9.5 O agrupamento de fiação dos circuitos deve ser feito por tipo de circuito e nível de sinais.10.10.10. acompanhar as rotas definidas pelos “pipe-racks”.6 Deve ser evitada a instalação de sistema de bandejamento em áreas onde haja risco de vazamentos de hidrocarbonetos ou outros produtos químicos corrosivos que ataquem a isolação dos cabos. umidade.

4 Os cabos e multicabos para circuitos intrinsecamente seguros devem ser instalados em bandejamentos exclusivos. 10. 11.11. 11. ESCADA OU SUPORTE DE PESSOAL. em todos os pontos de acesso. Devem ser instaladas placas com avisos de advertência.3 A restrição de instalação de sistemas de bandejamento em áreas classificadas se refere ao tipo de cabo a ser utilizado. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE BANDEJAMENTO EM ÁREAS CLASSIFICADAS 11.PLACA DE ADVERTÊNCIA 11 PROJETO. 45 . conforme indicado na FIGURA 52. zona 1 ou zona 2). devendo neste caso. de acordo com a norma IEC 60079-14. os cabos devem ser adequados para a classificação de área do local da instalação (zona 0.11. Não é permitida a instalação de cabos sem cobertura. atendendo aos requisitos da norma IEC 60079-14. [Prática Recomendada] CUIDADO! O SISTEMA DE BANDEJAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO COMO TRANSPORTE. DEVE SER UTILIZADO SOMENTE PARA SUPORTE MECÂNICO DE CABOS.1 A documentação de projeto de sistemas de bandejamento em áreas classificadas deve incluir a documentação prevista nas normas IEC 60079-10 e PETROBRAS N-2706. contra a utilização do sistema de bandejamento como meio de transporte de pessoas.2 Quando um sistema de bandejamento for instalado em áreas classificadas.10 O sistema de bandejamento deve ser projetado para instalação em níveis diferentes das tubulações de processo nos “pipe-racks”. INSTALAÇÃO. Os condutores reservas existentes em multicabos contendo circuitos intrinsecamente seguros não devem ser utilizados para circuitos não intrinsecamente seguros. separados dos demais bandejamentos que contenham cabos de circuitos de controle ou de instrumentação não intrinsecamente seguros.N-1997 REV.1 O sistema de bandejamento de cabos deve ser projetado somente para suportação de cabos e não como meio de transporte de pessoas.2 É recomendada a colocação de placas de advertência.10. PASSAGEM. 11. A JAN / 2005 10. FIGURA 52 . 10.11 Placas de Advertência do Sistema de Bandejamento 10. ser utilizado encaminhamento por eletrodutos.

Multi Cable Transit”.7 No caso de utilização de caixas de areia para passagem de cabos instalados em sistemas de bandejamento. 9. Tais sistemas incluem caixas de areia. as caixas de areia devem ser possuir dimensões e materiais conforme indicado nas FIGURAS 53.VISTA EXPLODIDA 46 . etc. na fronteira entre áreas classificadas e áreas não classificadas.6 A passagem de circuitos instalados em sistemas de bandejamento através de aberturas em paredes que separem áreas classificadas e áreas não classificadas deve ser efetuada por meios físicos adequadamente selantes que impeçam a passagem dos gases para a área não classificada. 10 e 11.5 Nos sistemas de bandejamento de cabos em áreas classificadas é permitida somente a utilização de cabos com capa metálica e isolamento mineral. 11. cabos com capa de material termoplástico. “MCT . cabos com capa de material termofixo e cabos com capa de material elastomérico. 54 e 55 e nas TABELAS 8.N-1997 REV. tais como subestações e casas de controle locais. 1 6 2 5 5 3 2 3 = E TAMPA PARA MANUTENÇÃO = DETALHE "A" 150 120 ALVENARIA 4 3 7 DETALHE "A" 3 TAMPA PARA MANUTENÇÃO SEM ESCALA FIGURA 53 . 11. A JAN / 2005 11. conforme requerido na norma IEC 60079-14.CAIXA DE AREIA .

VISTA BB TABELA 8 . A 350 JAN / 2005 350 ≥ 700 1 345 2 170 275 3 7 100 4 5 6 VER TABELA FIGURA 54 .DIMENSÕES DA ABERTURA NA PAREDE EM FUNÇÃO DA LARGURA DA BANDEJA OU DO LEITO.254 Interna .152 Dimensão da Abertura na Parede Largura da Bandeja ou do Leito Bandeja ou Bandeja ou Bandeja ou Leito de 200 Leito de 400 Leito de 800 263 465 865 261 461 861 47 Dimensão Dimensão D E 275 188 290 197 .CAIXA DE AREIA . PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA (mm) Altura da Parede Externa .VISTA AA ALVENARIA 6 5 2 3 B A 4 FIGURA 55 .CAIXA DE AREIA .N-1997 REV.

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TABELA 9 - DIMENSÕES DA PASSAGEM HORIZONTAL NA PAREDE, PARA A
INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE AREIA (mm)
Passagem
Horizontal

Bandeja ou
Leito de 200

Bandeja ou
Leito de 400

Bandeja ou
Leito de 800

A

245

445

845

B

240

440

840

C

120

220

420

TABELA 10 - DIMENSÕES DA VIGA “U” PARA A INSTALAÇÃO DE CAIXAS DE
AREIA EM PAREDE DE ALVENARIA (mm)
Dimensões da Viga “U”
Parede Externa

254 x 69.6 x 9.63

Parede Interna

152 x 51.7 x 7.98

TABELA 11 - EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL PARA A INSTALAÇÃO DE
CAIXAS DE AREIA EM PAREDE DE ALVENARIA
Item
1
2
3
4
5
6
7

Descrição do Material
Ferro chato, em aço-carbono ASTM A 283 Gr. C, 2” x 1/8”
Cantoneira “L” de abas iguais, em aço-carbono ASTM A 36, 3/4” x 1/8”
Chapa em aço-carbono ASTM A 283 Gr. C, 1/8”
Tubo em aço-carbono ASTM A 53 Gr. B, ponta lisa, ø 3/4”
Cantoneira “L” de abas iguais, em aço-carbono ASTM A 36, 1 1/2” x 3/16”
Viga “U” em aço-carbono ASTM A 283 Gr. C, 10”
Cantoneira “L” de abas iguais, em aço-carbono ASTM A 36, 1/2” x 1/8”

11.7.1 Os locais típicos de instalação de caixas de areia são as passagens de cabos em
bandejas ou leitos provenientes de áreas classificadas e que adentrem em áreas não
classificadas, tais como no interior de salas de controle ou de subestações.
11.7.2 A definição do local de instalação das caixas de areia na parede, em relação ao teto,
depende das condições físicas disponíveis do local, sendo em geral, preferível a instalação
em pontos altos de encaminhamentos de bandejas ou leitos, bem acima do nível do solo, de
modo a facilitar a remoção da areia e a passagem de novos cabos.
11.7.3 No projeto e na instalação de caixas de areia, os critérios descritos nos itens 11.7.3.1
a 11.7.3.11 devem ser observados.
11.7.3.1 A instalação deve ser provida de dispositivos removíveis ou basculantes na parte
inferior das caixas (portinholas), de modo a prover meios de drenagem e remoção da areia
de seu interior, quando necessário. Esta portinhola deve possuir dimensões de cerca de
150 mm e a região ao seu redor deve ser deixada livre de cabos.
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11.7.3.2 O encaminhamento e a disposição física dos cabos no lado externo da parede
deve ser, tal que o estado seco da areia não seja prejudicado por entrada de água.
11.7.3.3 A instalação física dos cabos, desde a bandeja ou leito até a entrada da caixa deve
ser, tal que toda a água que escorrer pelos cabos deve gotejar fora da caixa de areia, antes
que chegue ao seu interior.
11.7.3.4 A caixa de areia deve ser protegida por coberturas onde existir o risco de entrada
de água proveniente de chuva.
11.7.3.5 No caso de passagens horizontais de cabos, ambas as extremidades dos cabos
devem apresentar um caimento, a fim de que respingos de água e águas pluviais não
penetrem, através dos cabos, para a caixa de areia.
11.7.3.6 As partes metálicas da caixa de areia devem ser aterradas.
11.7.3.7 Em instalações ao ar livre, deve ser instalada uma cobertura de proteção contra a
chuva, por sobre a área de passagem da caixa de areia.
11.7.3.8 A instalação e a passagem dos cabos deve ser, preferencialmente, iniciada a partir
do lado de fora do prédio.
11.7.3.9 Os cabos devem ser instalados com um afastamento mínimo de 20 mm em
relação às paredes laterais da caixa.
11.7.3.10 A caixa de areia deve ser preenchida com areia até a aresta superior das paredes
laterais. A areia utilizada deve ser seca, limpa e isenta de impurezas, composta de quartzo
fino, com granulometria abaixo de 0,5 mm.
11.7.3.11 A carga de areia deve ser introduzida de modo que os espaços vazios e as
lacunas entre os cabos fiquem totalmente preenchidos.
11.8 Os procedimentos de inspeção e manutenção dos sistemas de bandejamento
instalados em áreas classificadas devem atender aos requisitos da norma IEC 60079-17,
incluindo inspeção inicial detalhada e inspeção regular visual periódica, durante todo o
período de instalação.
11.9 O treinamento e a qualificação do pessoal para a execução dos serviços de inspeção e
manutenção dos sistemas de bandejamento em áreas classificadas devem atender aos
requisitos da norma IEC 60079-17.

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11.10 A freqüência de inspeção adequada deve ser determinada levando-se em
consideração as condições ambientais de cada local de instalação, em relação ao grau de
deterioração esperado para os materiais e equipamentos e com base na experiência e
registros históricos de manutenção existentes ou disponíveis.
11.11 As inspeções de integridade do aterramento dos sistemas de bandejamento
instalados em áreas classificadas devem ser executadas e registradas de acordo com os
requisitos e listas de verificação indicados na norma IEC 60079-17.
11.12 A fiação dos circuitos de instrumentação de campo e os circuitos de aterramento para
bandejamentos contendo sistemas intrinsecamente seguros devem atender aos requisitos
indicados na norma IEC 60079-25.
11.13 Os sistemas de bandejamento instalados em áreas classificadas e susceptíveis a
descargas atmosféricas devem possuir requisitos de proteção que atendam às
recomendações indicadas na norma IEC 60079-25.

12 INSTALAÇÃO, INSPEÇÃO
BANDEJAMENTO

E

MANUTENÇÃO

DO

SISTEMA

DE

12.1 Devem ser seguidas as recomendações de manuseio, armazenamento e instalação
fornecidas pelo fabricante do sistema de bandejamento.
12.2 A inspeção do sistema de bandejamento deve fazer parte da programação de
manutenção rotineira de equipamentos elétricos da unidade operacional. Esta inspeção
deve abranger, no mínimo, as seguintes atividades:
a) verificação da adequação do acabamento e do carregamento mecânico do
sistema de bandejamento aos padrões de projeto;
b) inspeção anual do sistema de bandejamento para verificação da existência de
conexões frouxas, depósitos de sujeira e/ou objetos estranhos e danos
mecânicos, tais como: soldas quebradas, nervuras ou peças deformadas;
c) demais itens de verificação recomendados pelo fabricante e/ou instalador do
sistema de bandejamento.
12.3 Nos casos em que os danos forem evidentes, devido a instalações incorretas ou falta
de manutenção, é recomendado que as seções danificadas do sistema de bandejamento
sejam substituídas, ao invés de reparadas. [Prática Recomendada]
12.4 Lista de verificação mínima para inspeção de sistema de bandejamento:
a) verificar que o sistema de bandejamento esteja livre de cantos vivos e outras
projeções pontiagudas que possam causar dano à proteção do cabo ou ao
pessoal de instalação, manutenção e inspeção;
b) verificar que os parafusos e as conexões não estejam frouxos;
c) verificar que as porcas estejam instaladas no lado externo da bandeja,
eletrocalha e leito;
50

Quando for necessário trabalhar nas vizinhanças de cabos energizados.5.5. todos os procedimentos de segurança devem ser seguidos. _____________ /ANEXO A 51 .N-1997 REV. A JAN / 2005 d) verificar que as juntas de expansão estejam conectadas em ambas as extremidades. sujeiras e objetos estranhos caídos ou depositados sobre o sistema de bandejamento devem ser removidos.1 Todos os parafusos e conexões frouxas devem ser reapertados.5. Esta prática amplia a capacidade do sistema de bandejamento para atender às necessidades futuras. f) verificar que as distâncias entre as bandejas.5 O sistema de bandejamento deve ser verificado após a ocorrência de ventos fortes ou outras ocorrências anormais que possam causar danos estruturais ao sistema de bandejamento.4 Cabos inativos relativos a cargas ou circuitos desativados devem ser removidos do sistema de bandejamento.5.5. pelo menos. h) verificar que as conexões de aterramento estejam adequadamente localizadas em cada placa de junção horizontal. 12.2 Depósitos de poeiras. a 600 mm de cada lado da junta de expansão. no máximo. em outros pontos de descontinuidade elétrica e ao longo de todo o sistema de bandejamento. um suporte para cada acessório do sistema de bandejamento. 12. g) verificar que exista. 12. 12. Esta remoção visa manter a ventilação natural e reduzir o risco de sobreaquecimento do sistema de bandejamento.3 Nenhum dispositivo elétrico deve ser manuseado enquanto estiver energizado. e) verificar que cada suporte esteja instalado. 12. Os cabos devem ser desenergizados antes de serem manuseados.5 Manutenção do Sistema de Bandejamento 12. eletrocalhas e leitos estejam ajustadas adequadamente.

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N-1997 REV. A ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Partes Atingidas Todas Descrição da Alteração Revisadas _____________ IR 1/1 JAN / 2005 .

A JAN / 2005 GRUPO DE TRABALHO 06-16 Membros Nome André Levy Jorge Esposte Patricia Gonzalez (convidada) Roberval Bulgarelli Sandro Henrique Lotação Telefone Chave ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EM 816-5732 SGCK CENPES/EB/IP 812-6265 BXO7 ENGENHARIA/SL/NORTEC 817-7473 ERXM RPBC/EM 854-4484 RBBS REDUC/EM 813-4307 CSJW 817-7452 DPA6 Secretário Técnico Oscar Felizzola ENGENHARIA/SL/NORTEC _____________ .N-1997 REV.

Cable Tray Installation Guidelines.Standard Specification for Aluminum and Aluminum-Alloy Extruded Bars.Standard Test Methods for Fire Tests of Building Construction and Materials. .Standard Specification for Chromium and Chromium-Nickel Stainless Steel Plate. 8 . and Flat Bar.Fireproofing Practices in Petroleum and Petrochemical Processing Plants.Safety Tests for Fire Resistive Cables. . and Strip for Pressure Vessels and for General Applications. acessórios. . Zinc-Coated. .Safety Rapid Rise Fire Tests of Protection Materials for Structural Steel. .Metal Cable Tray Systems. 3. . Steel.Standard Specification for Pipe. .Safety Fire Tests of Through-Penetration Firestops. prevalecem as definições estabelecidas nesta Norma.Standard Test Method for Surface Burning Characteristics of Building Materials. .Fiberglass Cable Tray Systems. .Standard Specification for Annealed or Cold-Worked Austenitic Stainless Steel Sheet. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3. Black and Hot-Dipped. Quando houver divergência entre esta Norma e as normas citadas neste Capítulo.Safety Test for Surface Burning Characteristics of Building Materials. . . . Sheet and Strip.Standard Specification for Carbon Structural Steel.N-1997 API 2218 ASTM A 36/A 36M ASTM A 53/A 53M ASTM A 123/A 123M ASTM A 240 ASTM A 283 ASTM A 480 ASTM A 666 ASTM B 221 ASTM E 84 ASTM E 119 IEEE 1202 NEMA FG 1 NEMA VE 1 NEMA VE 2 NEMA WC 51 UL 723 UL 1479 UL 1709 UL 2079 UL 2196 Nota: REV. Strip.Standard Specification for Low and Intermediate Tensile Strength Carbon Steel Plates. Wire. . Sheet.Ampacities de Cables Installed in Cable Trays.1 a 3. .Safety Tests for Fire Resistance of Building Joint Systems. suportes e peças de fixação.16. . . . A JAN / 2005 .1 Sistema de Bandejamento de Cabos Sistema de suportação de cabos composto por trechos de bandejas.Standard Specification for General Requirements for Flat-Rolled Stainless and Heat-Resisting Steel Plate. . eletrocalhas ou leito de cabos.Standard for Flame Testing de Cables for Use in Cable Tray in Industrial and Commercial Occupancies. Profiles and Tubes. Welded and Seamless. Plate. . Rods.Standard Specification for Zinc (Hot-Dip Galvanized) Coatings on Iron and Steel Products. .

5.5. densidade de 128 kg/m³.4 Flamabilidade conforme normas ASTM E84 e UL 723: a) propagação de chama: 0. 10.EXEMPLOS DE APLICAÇÃO.5.5 As coberturas devem ser testadas e aprovadas de acordo com as normas ASTM E 119 e UL 1709. 10.6. 10.6 Cobertura externa de ambos os lados em folhas de alumínio ou aço inoxidável AISI 304 com espessura de 2 mils (0. 10.5.6.6.6.5. 53 % sílica (SiO2) e 1 % a 2 % de outros materiais.6.3 Propriedades Físicas Cor branca. 10. 36 .6.6. POR PISTOLA OU POR PINCEL.5. após exposição ao fogo): 45 % de alumina (Al2O3).0508 mm). não ser afetada por água e óleo e ter suas propriedades térmicas e físicas restauradas após a secagem. DE TINTA INTUMESCENTE PARA PROTEÇÃO CONTRA FOGO DE CABOS EM BANDEJAMENTO 10. faixa de temperatura de serviço até 1 200 °C.2 Propriedades Químicas A manta deve possuir elevada resistência a ataques químicos.6. c) combustível contribuído: 0.5. 10.5 Quando as coberturas resistentes a fogo forem compostas por mantas cerâmicas.1 a 10. temperatura de fusão 1 760 °C.7 devem ser atendidas. A JAN / 2005 FIGURA 45 .5. b) fumaça desenvolvida: 0. as características descritas nos itens 10.1 Composição química (% em peso.N-1997 REV.6.

10. j) conectores de terminação fabricados em latão. i) temperatura de exposição máxima: superior a 1 010 °C. com treinamento ministrado pelo fabricante da manta ou por seu representante autorizado. mesmo na condição de fogo.8 A instalação das mantas envolvendo o bandejamento. necessitem continuar em operação por determinado tempo. b) cobertura metálica: sem costura em liga resistente à corrosão à base de níquel. fabricados em cobre. eletrodutos e caixas de junção. de acordo com as instruções do fabricante. eletrodutos e caixas de junção deve ser feita somente por pessoal qualificado. 37 .6. 10. em cobre com cobertura de níquel ou em níquel.5 mm² a 4. devem ser fixadas por meio de cintas metálicas de fixação. Tais cabos devem possuir as seguintes características técnicas: a) material da isolação em óxido de magnésio (MgO). h) temperatura de exposição contínua de 250 °C. 10.6. com espaçamentos máximos entre cintas de acordo com as recomendações do fabricante. e) configurações adequadas para instalação em áreas classificadas ou não classificadas.4 mm. atestando o atendimento aos requisitos das normas citadas na alínea k).6. sobreposição longitudinal e radial.0 mm². k) os cabos com isolação mineral para operação em condições de fogo devem ter sido ensaiados e aprovados de acordo com os requisitos das normas UL 1709 e UL 2196. a temperatura máxima na cobertura dos cabos não deve exceder 70 °C. 10.7 Tempo de resistência térmica de proteção contra exposição direta ao fogo de hidrocarbonetos (1 100 °C) de 20 minutos (mantas com espessura de 38 mm) ou de 30 minutos (mantas com espessura de 50 mm). por questões de segurança. de aço-carbono galvanizado ou aço inoxidável. d) não permitir o fluxo ou a transmissão de gases explosivos através da rota de fiação. c) número de condutores: 2 a 7. de acordo com procedimentos de ensaio e medições indicados na norma UL 1709.6. com largura mínima de 19 mm e espessura mínima 0. A JAN / 2005 10. f) seção nominal dos condutores para cabos com isolação de 300 V: 0. l) devem ser apresentados os respectivos certificados.7 As mantas. após a instalação sobre o bandejamento.N-1997 REV.0 mm² a 240 mm².6 As mantas devem ser aplicadas sobre o sistema de bandejamento. g) seção nominal dos condutores para cabos com isolação de 600 V: 1.9 Devem ser utilizados cabos com isolação mineral quando o sistema de bandejamento for instalado em regiões sujeitas ao fogo e quando este sistema contiver circuitos que. Nestas situações de fogo. obedecendo-se as recomendações de quantidade de camadas de aplicação.6.5.

2 CAMADAS DE MANTA "FIREMASTER". deve ser previsto um trecho não contínuo de bandejamento de 25 mm a cada comprimento de trecho reto definido no item 10.BANDEJAMENTO COM SISTEMA DE PROTEÇÃO PASSIVA CONTRA FOGO DIRETO ATRAVÉS DE MANTA PROTETORA 10.7. para a região em que se localiza o sistema de bandejamento.7.2 O comprimento do trecho reto é definido em função da diferença de temperatura ambiente entre os dias mais quentes e os dias mais frios do ano. 10.7 Contração e Expansão Térmica do Sistema de Bandejamento 10. FIGURA 46 . A JAN / 2005 5 1 2 3 4 5 6 LEGENDA: 1 2 3 4 5 6 BANDEJAMENTO CABOS MALHA EM FIO GALVANIZADO COM LARGURA DE 1200 mm (2 kg/m²).2. JUNTA DE VEDAÇÃO LONGITUDINAL 75 mm A 150 mm COM FITAS DE ALUMÍNIO.4 mm DE ESPESSURA MÍNIMA. COM 20 mm DE LARGURA E 0.7. DENSIDADE # 8 E ESPESURA 25 mm. TABELA 5 .1 Para acomodar a contração e expansão térmica do sistema de bandejamento. CINTA DE AMARRAÇÃO EM AÇO INOX 304.N-1997 REV.COMPRIMENTO MÁXIMO DE TRECHO RETO PARA DILATAÇÃO TÉRMICA DE 25 mm Diferença de Temperatura (°C) 14 28 42 56 70 83 97 Aço (m) Alumínio (m) 156 78 52 39 31 26 22 79 40 27 20 16 13 11 38 Fibra de Vidro (m) 203 102 68 51 41 34 29 . de acordo com a TABELA 5.