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Profissional de Técnico de Viticultura e Enologia

Nome: ______________________________________ Nº___ Tª____11º ano
Ficha de Trabalho - Proteção fitossanitária: 1- Luta contra as doenças: do lenho (escoriose,
eutipiose, esca), míldio, oídio e podridão cinzenta;
Métodos de luta biológica
Uma das alterações mais significativas trazidas pela proteção integrada, foi uma mudança de
atitude – os produtores já não exageram aos primeiros sintomas de uma praga. Normalmente a
natureza oferece os problemas já sob controlo, se de dermos uma hipótese. O aparecimento de
uma praga nunca é uma ocorrência solitária: existe sempre um balanço, normalmente na forma
de predadores. Se existir uma pequena população da praga, os predadores têm alimento
podendo refazer a sua população. Muitas espécies de insetos predadores são criados e
vendidos comercialmente. Uma das regras mais importantes na aplicação destes predadores é
só introduzi-los quando a população da praga for grande o suficiente para os suportar. Se assim
não for, os predadores morrem por falta de alimento ou movem-se para as áreas envolventes.
Se encontrar pragas de insetos na sua vinha, a primeira coisa que se deve perguntar é: “Estarão
mesmo a provocar prejuízos ou apenas pequenos danos visuais?” observar e esperar deve ser a
primeira linha de defesa. Mesmo que aparentemente a praga esteja a aumentar tão
rapidamente que a natureza não consiga controlá-la completamente, deve assegurar-se que
conhece a praga e que necessita mesmo de recorrer a outras formas de controlo.
O vinhedo ideal – o solo cheio de atividade biológica e matéria orgânica, e os predadores em
equilíbrio com as pragas – é excelente, mas ainda é uma raridade, pelo menos por agora. O
viticultor que está em conversão para o sistema de produção biológica poderá desistir por
razões para além do seu controlo, outros continuarão em novas áreas. O produtor que esteja
rodeado de áreas não biológicas ou de outro tipo de áreas que atuem como reservatório, terá
de lutar contra as pragas e doenças que se deslocam para a sua produção, mesmo que esta
esteja em equilíbrio. Isto quer dizer que o produtor necessita de formas não-tóxicas para lidar
com os problemas, pelo menos até a situação ficar corrigida.
Existem atualmente numerosas empresas que desenvolvem e vendem todo o tipo de insetos
para luta biológica. Felizmente a internet simplificou muito a vida dos produtores, pois para
encontrarem este tipo de produtos basta acederem a um computador. Uma das melhores
fontes de informação é o Organic Materials Review Institute (OMRI). O seu site ( HYPERLINK
http://www.omri.org www.omri.org) tem uma listagem de todos os produtos homologados e
quem são os seus fabricantes/fornecedores.
Existem várias estratégias para produzir uvas biológicas, isto é, sem usar substâncias tóxicas
no controlo de pragas e doenças. No entanto, cada produtor terá uma abordagem diferente. A
produção de uvas biológicas é um campo recente e em desenvolvimento muito rápido. Novas

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substâncias e novos métodos de controlo das pragas e doenças estão a desenvolver-se a um
ritmo tão rápido que, em muitos casos, só é possível dar informação sobre uma pequena fração
deles.
Produtos para controlar as doenças
Ao descobrir materiais não tóxicos para controlar as doenças das plantas, os investigadores e
os produtores desenvolveram soluções interessantes. Alguns desses produtos formam
barreiras físicas, outros são agentes biológicos que atacam as doenças e há ainda outros que,
embora ligeiramente tóxicos (como o cobre), são aceitáveis em agricultura biológica desde que
devidamente manuseados. Em muitos casos estas soluções mostraram ser também efetivas no
controlo de pragas, e vêm a seguir descritas para mostrar que também tem aplicações no
combate a certas doenças.
1- Soil Gard
É um fungicida para uso comercial composto por um fungo, Gliocladium virens. No solo, produz
um antibiótico natural que controla o “damping off” (termo genérico que se utiliza para
designar a ocorrência da morte das sementes, durante a fase de germinação ou já depois na
fase de plântula) e alguns tipos de podridões radiculares (pythium, rhizoctonia, sclerotinia e
fusarium).
2- Fungicida Mycostop
Este produto, ambientalmente seguro, contêm bactérias do solo vivas que colonizam as raízes
das plantas, conferindo-lhes proteção contra fusarium, phomopsis, botrytis, phytophthora, e
pythium. O Mycostop é adequado para uso em hortícolas, ervas e ornamentais.
Uma vez que é um tratamento preventivo, deve ser utilizado na altura da sementeira ou na
transplantação. Para inocular as sementes usa-se 4 gramas por 453 gramas de semente; para o
solo ou para pulverizar as folhas, usa-se aproximadamente 5 gramas por cada 5,8 litros de
água. Não misturar com pesticidas ou soluções com fertilizantes.
3- AQ-10
Trata-se de um parasita natural do oídio que é vendido pela companhia Ecogen como um agente
de controlo biológico para diferentes espécies de oídio, incluindo o das uvas. Penetra na parede
celular das células do oídio que usa como hospedeiro para reproduzir mais esporos de
Ampelomyces quisqualis. Este parasita pode-se espalhar através de uma colónia de oídio em 7 a
10 dias. Após 2 a 4 dias a colónia de oídio é destruída e o AQ assume uma forma dormente,
esperando uma nova oportunidade. Nas uvas a oportunidade de tratamento é vital, e o AQ-10
deve ter oídio para se alimentar mas não em quantidade que não consiga superá-lo. O produtor
deve aplicar o AQ-10 quando a percentagem de infeção na vinha não ultrapassa os 2-3%. Se a
infeção é maior que este valor pode já não a conseguir controlar.
4- Serenade
É um agente biológico composto por uma estirpe de Bacillus subtilis, que ataca e se alimenta do
oídio e do míldio, entre outros. Além das uvas, pode ser usado num grande número de frutos e
outras culturas. Vem na forma de pó molhável que pode ser pulverizado.

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mas também na localização das infeções e no tamanho das manchas nas folhas.5. Os bagos afetados têm um aspeto acastanhado e cobrem-se duma camada pulverulenta abundante. menos de 90 partes por milhão (ppm). Desta mistura o resultado final é um excelente fungicida para hortícolas. A infeção dos cachos entre a floração-alimpa leva a uma perda acentuada de frutos. As novas infeções dos cachos cessam quando o teor em açúcar atinge os 15%. Um produtor no sistema de produção biológica deve evitar o uso de cobre e enxofre. O pedúnculo e os pedicelos dos cachos atacados ficam ressequidos e dão-se perdas consideráveis porque os bagos encarquilham e secam. É usada contra a podridão negra. Este fungicida de cobre controla as doenças mais frequentes usando concentrações baixas de cobre. Estes produtos são permitidos na maioria dos sistemas de produção biológica. murchar e cair. mas dependendo do tipo de solo. algumas castas podem ter folhas completamente infetadas mas a planta no seu todo Viticultura – 2014/2015 Página 3 de 24 . espalhando-se mais tarde a outras partes da planta. pode aumentar o suficiente para afetar negativamente a vida microbiana e o pH do solo. 6. As manchas variam desde pequenas colónias que crescem lentamente e com pouca esporulação até colónias que recobrem toda a superfície da folha.Cobre. míldio e outros. Mesmo nesta situação. mas é mais visível nas folhas. Sintomas: As infeções nas folhas surgem na página superior na forma de manchas que se podem revestir de um enfeltrado branco acinzentado. podendo acumular-se no solo. uma vez que a infeção à medida que se desenvolve provoca o fendilhamento dos bagos. Doenças da vinha A. a acumulação no solo pode demorar anos. A infeção dos frutos reduz a qualidade do vinho deixando um sabor a “mofo”. Mais tarde toda a superfície da folha fica coberta com o fungo. A hibernação do fungo na forma de micélio ou de cleistotecas permanece como manchas escuras nas zonas que foram afetadas. que chega não a aumentar de tamanho. no entanto. frutos e ornamentais. não só na severidade dos ataques. Enxofre Esta fórmula antiga de sulfato de cobre é normalmente misturada com cal hidratada para fazer a calda bordalesa. Estas folhas atacadas podem ficar necrosadas. As castas imunes não apresentam qualquer tipo de sintoma e as castas muito resistentes apresentam apenas uma pequena mancha no local onde o fungo germina. Este fungo ataca todos os órgãos verdes da vinha. Isto porque a epiderme do bago endurece. não acompanha o crescimento da polpa e rebenta a película. a folha enrola-se tomando o aspeto enconchado. A resistência depende das castas. Se o ataque é muito intenso. Nas quantidades usadas na maioria das pulverizações.Oídio O Oídio (Uncinula necator) é uma doença das vinhas americanas que se espalhou para as regiões produtoras da Europa. antracnose.Fungicida à base de cobre Este fungicida patenteado é feito por uma combinação de fertilizante de cobre solúvel com um ácido gordo de ocorrência natural. são elementos minerais que não se degradam. O cobre e o ácido gordo combinam-se e formam um sal.

Este modelo utiliza temperatura. Níveis elevados de doença no ano anterior aumenta a pressão da doença na Primavera seguinte. que permitem ao produtor prever a gravidade da doença num futuro próximo. Kaligreen. Uma ferramenta adicional para os produtores combaterem o oídio é o modelo de computador “Índice de risco do Oídio”. • O sistema de condução deve ser orientado procurando evitar dificuldades de arejamento e luminosidade.não apresentar muitos sintomas. M-Pede. e as linhas vão ser pulverizadas de ambos os lados. Os tratamentos devem se descontinuados nas vinhas para vinho e para uva passa quando os frutos atingem os 12ºBrix (12g de açúcar por 100gdo suco da uva). molhável ou dispersível) iniciam-se os tratamentos na rebentação até os lançamentos terem cerca de 5 cm de crescimento. JMS Stylet-Oil. As práticas culturais que previnem e reduzem a gravidade dos ataques de oídio incluem: • Plantar em locais com boa circulação do ar e exposição solar. Repetir as aplicações em intervalos de 10 dias se se tratar todas as linhas e em intervalos de 7 dias se se tratar linha sim . que fornece diariamente informação acerca do desenvolvimento da doença. mesmo assim. Black Leaf Dusting Sulfur. logo. Para um controlo eficaz do oídio. • Utilizar castas híbridas com resistência ao oídio.linha não. Se se usar apenas produtos à base de enxofre para controlar o oídio (pó. Manter esta proteção em Vitis vinifera e outras castas híbridas suscetíveis. Viticultura – 2014/2015 Página 4 de 24 . Com este método o produtor deve regular o pulverizador para que o tratamento atravesse a vegetação para o outro lado da linha. Com esta ferramenta. Serenade. determinar qual o fungicida mais eficaz e ainda saber o espaçamento entre aplicações. os produtores conseguem normalmente eliminar 2 a 3 aplicações de fungicida durante uma estação. especialmente se o tempo estiver húmido. Ao que tudo indica. OxiDate. até que a máxima qualidade dos frutos esteja assegurada. e. humidade e parâmetros temporais. AQ-10 Biofungicide. Safer Garden Fungicide. não se devendo atrasar para além da préfloração em qualquer casta. Repetir o tratamento se o enxofre for arrastado pela água de rega ou da chuva. esta situação depende da capacidade da planta bloquear a esporulação do fungo e a produção de infeções secundárias. Tratar linha sim .linha não quer dizer que o trator vai passar nas entrelinhas alternadamente. controlar a doença melhor do que antes. • Fungicidas recomendados: ZeroTol. Meios de proteção: os meios de proteção devem ser aplicados no período pré-floração até ao fecho do cacho. maior importância deve ser dada às pulverizações nesta fase. é necessário efetuar pulverizações quando os lançamentos apresentam um crescimento entre 2. Tratar todas as linhas significa que o trator vai passar em todas as entrelinhas. reduzindo o número de estruturas fúngicas de frutificação que hibernam e se tornam novas fontes de infeção na Primavera. Uma boa gestão das infeções tardias também reduz a pressão de infeções no ano seguinte.5 a 5 cm (dependendo da chuva e da temperatura). ficando as linhas pulverizadas apenas de um lado. Após o fecho dos cachos as infeções foliares são menos graves. mas devem ser continuados até à vindima nas uvas de mesa. ajudando a prevenir a desfoliação prematura que impede a vinha de se preparar convenientemente para o Inverno.

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manchas brancoacinzentadas com as margens escuras. Durante o período de dormência a aplicação de uma calda de enxofre antes da rebentação dos gomos reduzirá muito a ameaça. é um fungo que pode causar danos consideráveis mas é fácil de controlar. mas os sintomas em cada um são fáceis de reconhecer. Mais tarde estas manchas secam. Viticultura – 2014/2015 Página 6 de 24 . Se as lesões provocadas pela antracnose rodearem a extremidade de um novo lançamento.Podridão negra (Black rot) A podridão negra causada pelo agente Guignardia bidwellii. C. retira-se o material infetado da vinha e. que formam depressões. As infeções nos frutos apresentam pontuações negras (efeito “olho de pássaro”) que posteriormente aumentam de tamanho. Em regiões quentes e húmidas e em castas suscetíveis. deixando o limbo com orifícios irregulares. Retiram-se todos os lançamentos e cachos afetados. o efeito mais devastador é nos frutos. Meios de proteção: De preferência usar castas resistentes. Durante a estação de crescimento. O ataque de antracnose manifestase em todos os órgãos da vinha. durante o Outono. que quando observadas ao longe dão à vinha um aspeto “esfarrapado”. Estas infeções normalmente provocam o fendilhamento dos bagos com o consequente apodrecimento. faz-se a aplicação preventiva do fungicida com intervalos de 2 semanas a partir da rebentação até ao pintor. com o centro branco-acinzentado e as margens castanhoavermelhado ou púrpura. Durante a poda. uma vez que a doença danifica apenas parte da margem foliar. Fungicidas recomendados: Calda de enxofre e pulverizações com cobre. a podridão negra pode causar a perda completa da cultura.Antracnose da vinha A antracnose (Elsinoe ampelina). corta-se e remove-se toda a madeira afetada. se não for controlada. As folhas jovens ficam deformadas e enrolam para a margem inferior.B. este acaba por definhar. pode ser bastante prejudicial. Sintomas: Os sintomas da antracnose nos frutos e nas folhas não são facilmente confundidos com os de outras doenças. remexe-se o solo para retirar bagos afetados. Pode atacar todos os órgãos da planta. As folhas afetadas têm manchas deprimidas com as margens castanhas – escuro a preto e o centro cinza-claro. As lesões nos caules são idênticas na cor. no entanto.

sendo a Vitis vinifera a espécie mais suscetível. por exemplo um composto. As manchas circulares vermelho-acastanhadas surgem como primeiramente na folha. As mesmas lesões nos lançamentos novos. Esta desfoliação Viticultura – 2014/2015 Página 7 de 24 . A Muscandia rotundifólia e algumas formas de V. o míldio pode ser encontrado em qualquer lugar suficientemente quente e húmido durante a estação de crescimento. Após alguns dias surgem no centro da mancha umas áreas bronzeadas e de seguida. aestivalis possuem grande resistência. e posteriormente. As lesões são zonas amarelas e translúcidas (“mancha de óleo”) que aparecem na página superior da folha 7 a 12 dias após a infeção.5 cm. observações cuidadosas e a remoção imediata de bagos e folhas infetadas. em intervalos de 10 a 14 dias. deve se iniciar a aplicação de fungicidas preventivos quando os lançamentos têm entre 7. minimiza o alastramento da doença. ou mesmo negros.Sintomas: As folhas são suscetíveis por cerca de uma semana após o seu desabrochar. se esta estiver bem controlada. Neste ponto podem-se suspender os meios de proteção contra a doença. e assim. causando mais ou menos desfoliação dos pâmpanos. Fungicidas recomendados: Calda de enxofre e pulverizações com cobre. acabando por secar e enrugar-se e com os picnídios a desenvolver-se à superfície. pulverulentas com o aspeto de poeira branca coincidentes com as manchas na página superior. Por outro lado. A resistência varia muito. Com base nas variações do tempo e na severidade da doença no ano anterior. Meios de proteção: Para os agricultores biológicos a primeira estratégia é plantar castas resistentes à doença. até que os bagos tenham cerca de 6 mm de diâmetro. Atualmente. de maneira que estes podem partir facilmente pela ação do vento. Quando os ataques de míldio são intensos pode verificar-se o dessecamento das folhas. Na página inferior da folha surgem manchas brancas. Sintomas: O fungo entra através dos estomas e ataca todas as partes verdes da planta. A madeira de poda infetada e os bagos “mumificados” devem ser compostados ou enterrados antes de se iniciar o crescimento. Quando as castas são suscetíveis.Míldio O míldio da vinha (Plasmopara viticola) é nativo da América e foi acidentalmente introduzido na Europa na década de 1970. As folhas acabam por murchar devido às pústulas negras e alongadas que surgem no pecíolo. enfraquecem-nos. umas pontuações negras (que são os picnídios) que formam um anel no interior da mancha. fica bloqueada a libertação de esporos. ficam necrosadas. Uma forma de lidar com a queda de bagos infetados sem perturbar o solo. Os bagos ficam castanhos e finalmente acabam por ficar castanho-escuro. deve-se aplicar os fungicidas cedo para bloquear a infeção antes dela avançar. onde os bagos vão ficar tapados.5 e 12. é utilizando um mulch. Continuar a aplicar o fungicida. D. Isto deve ser acompanhado de práticas culturais que mantêm a vinha arejada para que esta seque rapidamente.

calda bordalesa. Os bagos apresentam-se castanhos e eventualmente murchos. Trichidex. Com a idade todas as lesões ficam necrosadas. tempo seco). reduz muito a estagnação de água na vinha e ajudam a promover uma vinha mais saudável. inflorescência em forma de gancho mancha de óleo na página superior Viticultura – 2014/2015 Página 8 de 24 .se imediatamente antes da floração. sulfato de cobre a 50%. irá “enterrar” o inóculo e assim reduzir a incidência da doença. Em último caso. Em variedades menos suscetíveis as pulverizações podem iniciar. Os lançamentos e o ráquis quando são infetados podem ficar deformados. durante a floração se esta for lenta. Fungicidas recomendados: ZeroTol. Desenvolver a estrutura do solo através da aplicação de matéria orgânica na forma de compostos e fazendo inoculação com micorrizas. Meios de proteção: A chuva e a humidade relativa são os fatores determinantes para o início das infeções de míldio. Os bagos novos quando infetados ficam completamente cobertos de um pó branco do desenvolvimento do micélio do fungo. deve basear a aplicação do fungicida nas condições climáticas. As lesões nas folhas velhas no final do Verão apresentam-se na forma de manchas oleadas e delimitadas pelas nervuras das folhas. por isso. assim como várias partes da planta que podem murchar e morrer. os estomas deixam de funcionar e deixa de haver novas infeções nos tecidos saudáveis. A aplicação de algum tipo de fungicida será necessária nas vinhas em conversão. dessecam ficando esverdeados a avermelhados e quando destacados do engaço deixam uma cicatriz seca. Estes sintomas podem fazer lembrar o oídio. a primeira linha de defesa deve ser a promoção de práticas culturais que melhorem a drenagem do solo e a circulação do ar através da vinha e das plantas individualmente. Se as condições não são favoráveis à doença (por exemplo. cobre em pó como o Kocide. os bagos enrugam. particularmente quando o tempo está húmido ou quando há orvalho.pode ser grave porque pode afetar os gomos hibernados tornando-os mais suscetíveis aos danos provocados pelo Inverno. vinifera e outras cultivares altamente suscetíveis. 10 a 14 dias após a floração e renovar as aplicações em intervalos de 10 a 14 dias até ao pintor. o intervalo entre tratamentos pode ser alargado. Mais tarde. à exceção das castas mais resistentes. Serenade. As aplicações de compostos como mulch no início da Primavera. Em V. deve aplicar fungicida 2 a 3 semanas antes da floração. curvados e cobertos de um bolor branco. Quando os bagos envelhecem.

pois em determinada fase. os sintomas são muito semelhantes.Escoriose A Escoriose (Phomopsis vitícola ) pode ser facilmente confundida com a antracnose.E. Viticultura – 2014/2015 Página 9 de 24 .

Meios de Proteção: No inverno.Sintomas: A escoriose manifesta-se principalmente na base dos ramos do ano. reduzir o inóculo pela remoção e destruição dos ramos doentes e/ou tratamento com calda sulfocálcica antes do início da brotação. forma manchas arredondadas de 3 a 15 mm de diâmetro. sendo escuras no centro e amarelas (cloróticas) na periferia. Sendo recomendados tratamentos nos estádios ponta verde e duas a três folhas separadas. Os ramos de ano podem partir facilmente devido ao intumescimento verificado na sua inserção. a poda tem que ser realizada na parte mediana do ramo. o controle deve ser realizado nos estádios iniciais da brotação. Devido à morte das gemas basais. por ser a fase mais sensível da planta. Viticultura – 2014/2015 Página 10 de 24 . com os fungicidas homologados para a doença. Na primavera. o que distancia muito a produção da cepa. pecíolos e pedúnculo. Os ataques podem ocorrer nas nervuras principais de folhas jovens. No limbo foliar. e é nesta época que as condições climáticas são mais favoráveis ao patógeno. rachaduras e escoriações superficiais da casca. apresentando os seguintes sintomas: necroses fusiformes ou arredondadas escuras. causando um desequilíbrio da planta. No outono. os ramos poderão se tornar esbranquiçados a partir da sua base e conter pequenos pontos negros que são os picnídios do fungo.

F. Quando a película da baga racha. controlar a adubação azotada. adotar espaçamentos que proporcionem uma boa aeração e insolação. Meios de Proteção: A podridão cinzenta pode ser reduzida por meio de algumas medidas que integradas aumentam a eficácia do controle. produzindo um micélio esbranquiçado com aspeto de "teia de aranha". o mosto da uva escorre sobre o cacho produzindo a característica aparência de mofo cinzento devido à esporulação do fungo. responsável pela queda prematura dos cachos ou parte deles. nos estádios 50% das flores abertas. só aparecendo os sintomas no início da maturação. Se o ataque se der pelo pedúnculo ou pedicelo. especialmente nas de cacho compacto. o fungo invade a baga. frutificação e início da maturação. São elas: evitar cultivares de cacho compacto. permanecendo latente durante o desenvolvimento da mesma. tratar com fungicidas homologados.Podridão do cacho. e recomendados nas épocas de maior suscetibilidade. As perdas podem ser significativas nas cultivares viníferas. Nas estacas armazenadas pode ocorrer o ataque do fungo. colher todos os cachos. produzindo visível massa de esporos. A podridão do cacho inicia-se com uma simples baga que se torna acinzentada e apodrece. ocorre a podridão peduncular. podendo também haver a formação de escleródios escuros na superfície dos ramos. o estilete floral é infetado. Na floração. Podridão cinzenta ou Botritis. desnetamento e desladroamento). A Podridão Cinzenta (Botrytis cinérea) existe em todos os países vitícolas do mundo. Nas folhas. mas são pouco frequentes em condições de campo. realizar a poda verde (desfolha. os sintomas ocorrem na forma de lesões acinzentadas-escuras. Viticultura – 2014/2015 Página 11 de 24 . Os primeiros sintomas ocorrem na primavera e são microscópicos. evitando assim que eles mumifiquem no pé. É considerada a mais importante das podridões do cacho. Sintomas: Os sintomas são observados principalmente nos cachos. proporcionar um bom distanciamento entre os cachos. deixando-os livres. reduzindo qualitativa e quantitativamente a produção. A esporulação é mais intensa em condições de alta humidade.

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podendo germinar entre os 22 e os 25ºC permanecendo viáveis durante 2 meses. enroladas.Desinfetar feridas de poda com um fungicida imediatamente a seguir ao corte. com um aspeto esfarrapado.Limitar o tamanho e número de cortes de poda.Não podar logo após a queda de precipitação. nas zonas não afetadas pelo fungo. Podem existir peritecas férteis na madeira morta durante 5 anos. O aparecimento dos sintomas pode ocorrer em todos os ramos da videira ou apenas num deles. secando completamente e originando uma desfoliação precoce. Nos casos mais graves podem apresentar necroses marginais. mas apresentam uma fraca taxa de vingamento. deformadas. de consistência dura e coloração castanha-acinzentada a cinza mais ou menos arroxeada dependendo das castas. A eutipiose é uma doença de evolução lenta. . . que entra na videira através de feridas recentes. só se manifesta nos órgãos verdes quando metade da secção do tronco se encontra destruída. Sintomas: As cepas atacadas apresentam sintomas semelhantes aos do nó curto. A necrose desce ao longo do tronco podendo atingir o porta-enxerto. como as feridas da poda. os jovens pâmpanos desenvolvidos a partir de um sarmento infetado têm um aspeto anão. A expulsão dos ascósporos das peritecas ocorre durante a queda de precipitação ou logo a seguir. .Eutipiose A Eutipiose é provocada por um fungo denominado por Eutypa lata. A morte do braço atacado ou da cepa ocorre 3 a 5 anos após o aparecimento dos primeiros sintomas. Viticultura – 2014/2015 Página 13 de 24 . As folhas são mais pequenas que o normal.Evitar podas precoces. . A gravidade dos sintomas aumenta de ano para ano.Não utilizar em novas plantações material proveniente de vinhas infetadas. O corte longitudinal de um braço infetado apresenta uma ou várias necroses. cada uma teve início numa ferida de poda ou acidental. geralmente os cachos que vingam. A propagação da doença é assegurada por ascósporos produzidos em peritecas que se desenvolveram sobre a madeira morta. . enquanto que o vento se encarrega de os transportar a distâncias que podem atingir os 60 Kms. Meios de Proteção: A estratégia de proteção deve ser essencialmente preventiva: . As inflorescências têm um aspeto normal até à floração. Os ascósporos penetram na planta através de feridas de poda ou acidentais recentes.Retirar para fora da vinha e queimar o material infetado. É frequente o aparecimento de ladrões e de rebentos em madeira velha próxima do solo.G. cloróticas. secam durante o Verão. que se dirigem ao cilindro central. na forma de cunha bem delimitada. deformado e com entrenós curtos.

especialmente nas enxertias de campo. perto da linha do solo. como por exemplo. A bactéria pode ser controlada quimicamente uma vez que reside no solo. tendem a ser rejeitadas pela videira. que é o Agrobacterium radiobacter.Doenças bacterianas (Cancro do colo) É uma doença bacteriana que ocorre por todo o mundo e ataca um grande número de plantas (acima de 600 espécies). em zonas em que a planta pode ser danificada pelo frio ou durante os amanhos da vinha em que podem ocorrer ferimentos nas plantas. se a vinha têm o seu próprio sistema radicular. retira-se qualquer videira com tumores. Esta é também uma situação. pode ser salva conduzindo um novo lançamento proveniente da zona abaixo do tumor. onde o tronco é cortado para permitir a saída de seiva. Quando se usa este produto para mergulhar os cortes antes do enraizamento. mas também podem surgir nos lançamentos e nas raízes. Neste caso. A maioria dos tumores ocorre junto à linha do solo. Se o tumor cercar completamente o tronco. cortam-se as vinhas infetadas de preferência abaixo do nível da galha. no colo da videira. As “galhas” nas raízes podem interromper a normal circulação de água e nutrientes para a videira. o controlo das “galhas” é superior a 90%. encontrando-se a maioria na parte inferior do tronco. Atualmente. A doença caracteriza-se por tumores na zona do colo. Meios de proteção: A doença pode ser evitada se o material usado na plantação estiver são e se o solo não teve anteriormente vinha. Na vinha estabelecida. junto à raiz. As “galhas” da raiz podem-se manifestar por um abrandamento e enfraquecimento no crescimento da vinha. de maneira que a planta não “empurre” o enxerto. A enxertia pode resultar na formação de “galhas”. enquanto que o seu efeito como curativo é irregular. as “galhas” formam-se rapidamente e chegam a cercar um tronco jovem em apenas uma estação. a vinha pode morrer acima desse ponto. levando mesmo à morte da planta. em algumas situações. Curiosamente muitos produtores têm relatado que as galhas produzidas em resultado de enxertias. Na plantação de novas vinhas. A espécie V. permitindo uma inoculação natural de A. debilitando a planta e.H. tronco e braços da planta. com alguma variação nos níveis de suscetibilidade e resistência. estas protuberâncias lenhificam e endurecem (“galhas”). vinifera é das mais suscetíveis à doença. Sintomas: O sintoma mais óbvio do cancro do colo é o aparecimento dos tumores do colo escuros. por um lado impedindo a bactéria de entrar na planta e. por outro lado. radiobacter. Estas excrescências são mais comuns em condições em que há danos na madeira. há apenas um controlo biológico disponível. Galha na região da enxertia causada por Agrobacterium vitis Viticultura – 2014/2015 Página 14 de 24 . endurecidos e rugosos. em que o desenvolvimento de uma cadeia alimentar no solo tem os seus benefícios. e pela proliferação anormal de tecidos que pode atingir a raiz. Em alguns casos. vendido como Galltrol.

Alguns vírus infetam a vinha aparentemente sem danificar ou mesmo afetar a planta. Meios de Proteção: Deve ser privilegiada uma estratégia preventiva usando material vegetativo são. J. desinfetar o material de poda.Esca É uma das doenças do lenho da videira. “fungos precursores” que abrem caminho a outros “fungos da esca” . Outras plantas infetadas com vírus apresentam-se muito vigorosas mas pouco produtivas. Durante pelo menos um século. queimar a lenha de poda infetada e efetuar um tratamento fungicida imediatamente após a poda. pelo menos.que destroem as celuloses e hemiceluloses e libertam compostos fenólicos. Atualmente. evitar grandes feridas na poda. dos cachos ou mesmo da cepa. livre de sintomas e capaz de produzir boas colheitas. A esca associada à eutipiose e à escoriose. Bagos com pontuações necrosadas arroxeadas. produzindo apenas sintomas quando a planta infetada é enxertada numa segunda planta mais sensível ao vírus. • Forma lenta – folhas com manchas marginais descoradas e necrosadas entre as nervuras. por isso. acreditou-se que a única maneira de espalhar os vírus era quando se obtinha uma nova planta à custa de um enxerto infetado. difundindo os vírus para vinhas saudáveis. causada por um complexo de fungos. sabe-se que os nematodes e alguns insetos sugadores podem difundir os vírus a um ritmo lento. as plantas infectas devem ser destruídas para evitar que sejam usadas para enxertos. Sintomas: Esta doença pode assumir duas formas: • Apoplexia – seca muito rápida (em alguns dias) das folhas. Deformação dos ramos causada pela virose da degenerescência Bifurcação do ramo causada pela virose da degenerescência Viticultura – 2014/2015 Página 15 de 24 . Atualmente.I. ou. a melhor “cura” é usar material que se saiba isento de vírus. a presença de uma planta infetada não seja motivo de grande preocupação. No entanto. embora a taxa de difusão de um vírus seja lenta e. Alguns responsáveis pela destruição dos tecidos. constituem o chamado “complexo degenerativo do lenho da videira”.Doenças por vírus As doenças provocadas por vírus são difíceis de quantificar na vinha. No tronco surgem necroses brancas e esponjosas.

Refere a melhor fonte de informação na internet com listagens de todos os produtos homologados e fabricantes/fornecedores. Refere qual a primeira linha de defesa se se encontrar pragas de insetos na vinha. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2. Refere o que é considerado como o vinhedo ideal. Muitas espécies de insetos predadores são criados e vendidos comercialmente.1. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 5. o que é o “damping off”. Indica o seu site na internet. Explica o que significa a expressão: “o aparecimento de uma praga nunca é uma ocorrência solitária”. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6.1. Refere a consequência se essa regra não for respeitada.1. Refere uma das regras mais importantes na aplicação destes predadores. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 3.1. Existem atualmente numerosas empresas que desenvolvem e vendem todo o tipo de insetos para luta biológica. refere: 6.1. ______________________________________________________________________ 5. ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 16 de 24 .1. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 4. ________________________________________________________________ 6. no que consiste o Soil Gard. Relativamente aos produtos atualmente existentes para controlar as doenças. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2.

em que culturas é utilizado o fungicida Mycostop. _________________________________________________________________ 6.11.8. em que tipo de culturas se utiliza o fungicida à base de cobre concentrações baixas de cobre. porque deve o viticultor evitar o uso de cobre e enxofre. o que é o AQ-10. _________________________________________________________________ 6. _________________________________________________________________ 6. no que consiste o Serenade.5. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6.4.12.6. a partir de que nível de infeção na vinha deixa o AQ-10 deixa de fazer efeito. como se prepara a calda bordalesa. no que consiste o fungicida Mycostop. as culturas em que se utiliza o fungicida à base de cobre. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6.9. menos de 90 partes por milhão (ppm). _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6. em que formulações se vende o Serenade.6. _________________________________________________________________ 6.2. _________________________________________________________________ 6.10. _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 17 de 24 .3.7. qual a dose recomendada do fungicida Mycostop. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 6.

Relativamente à Antracnose da vinha. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 8. indica: 7. _________________________________________________________________ 7. os sintomas folhas.2.7. os sintomas nos bagos. _________________________________________________________________ 7.6. sob que forma hiberna o fungo. _________________________________________________________________ 7.7.1. três fungicidas recomendados. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 7.3. indica: 8. as práticas culturais que previnem e reduzem a gravidade dos ataques de oídio. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 7. a partir de que teor de açúcar terminam as infeções dos bagos.1. como deve ser feita a estimativa de risco na primavera/verão. _________________________________________________________________ 8. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 8. Relativamente ao Oídio. _________________________________________________________________ 7. o agente patogénico. o agente patogénico.2. os sintomas nos bagos.3.4. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 18 de 24 .5.

8. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 9.3. _________________________________________________________________ 9.6. o clima favorável ao desenvolvimento da doença.5. os fungicidas recomendados.4. os sintomas nos bagos.5. _________________________________________________________________ 9. _________________________________________________________________ 9. o que deve ser feito à madeira de poda infetada e aos bagos “mumificados”. _________________________________________________________________ 9. uma forma de lidar com a queda de bagos infetados sem perturbar o solo.1.2. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 19 de 24 . Relativamente à Podridão Negra. _________________________________________________________________ 9.7. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 9. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 8.4. os meios de proteção. indica: 9. o agente patogénico. os sintomas nas folhas. a primeira estratégia de proteção contra a doença.

os fungicidas recomendados. os sintomas nas folhas.10. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 10. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 9. no que consiste o período de incubação da doença.6. _________________________________________________________________ 10. a vantagem da aplicação de compostos como mulch no início da primavera. _________________________________________________________________ 9. indica: 11.2. _________________________________________________________________ 10.9. quando se deve iniciar a aplicação de fungicidas preventivos. quais os fungicidas recomendados. a luta cultural recomendada. o agente patogénico. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 10. com base nas variações do tempo e na severidade da doença no ano anterior.3.1. Relativamente ao Míldio.4. até quando se deve continuar com o tratamento com o fungicida.5.1. _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 20 de 24 . _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 11. o agente patogénico.8. indica: 10. _________________________________________________________________ 10.9. Relativamente à Escoriose. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 10.

3. _________________________________________________________________ 12. _________________________________________________________________ 11. _________________________________________________________________ 11. Relativamente à Podridão Cinzenta. a luta cultural recomendada. os sintomas nos cachos.2.11. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 21 de 24 .2. em que estádios de desenvolvimento da videira são recomendados os tratamentos com os fungicidas homologados. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 12. o agente patogénico.6. como pode ser facilmente identificado o fungo na primavera.5.4. com que outra doença se confunde por os primeiros sintomas serem muito semelhantes. indica: 12. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 11. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 11.1. os sintomas nos ramos.

2. o problema de surgirem “galhas” nas raízes.3. _________________________________________________________________ 14. indica: 14. _________________________________________________________________ 13. em que local surgem as protuberâncias lenhificadas e endurecidas (“galhas”).3. _________________________________________________________________ 13. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 13. quanto anos sobrevive o fungo na madeira morta infetada. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 22 de 24 .5. quanto tempo demora a cepa a morrer desde o aparecimento dos primeiros sintomas. indica: 13. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. Relativamente ao cancro do colo. o agente patogénico.1. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 13.3.2.6. quatro meios de proteção recomendados.12. o tipo de agente patogénico. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. os sintomas nos ramos. _________________________________________________________________ 13. _________________________________________________________________ 13.1. por onde penetram os ascósporos na videira. como deve ser feita a estimativa de risco desde a saída das folhas até à maturação. Relativamente à Eutipiose.4.

1.9. em que situações são mais comuns estas excrescências.9. a diferença entre os fungos percursores e os fungos da Esca.7.6. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. o controlo biológico disponível.5. indica: 15.14. ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 15.1. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. como pode ser salva a videira com o seu próprio sistema radicular.4. Relativamente à Esca.o meio de proteção nas vinhas estabelecidas. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. o sintoma mais evidente do cancro do colo. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 14. como se deve realizar esse controlo biológico. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 15. como pode ser evitada a doença se o solo não teve anteriormente vinha.2.8. _________________________________________________________________ 14. o que tem esta doença em comum com a Escariose e a Eutipiose. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 23 de 24 .

as duas formas gerais de controlo das viroses. Relativamente às doenças provocadas por vírus. os sintomas na forma lenta.15.4. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 15.1. _________________________________________________________________ 16. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 16. os meios de proteção. os três sintomas típicos de viroses na vinha. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Viticultura – 2014/2015 Página 24 de 24 . o nome de uma viroses. os dois principais meios de transmissão de vírus nas plantas. indica: 16.3. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 15.2. _________________________________________________________________ 16.4. os sintomas na forma apoplética. _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 16.5.3.