A) O mundo como uma incógnita. (A verdade sensorial como incógnita na humanidade!

)
B) Com a análise do texto apresentado fiquei sensibilizado sobre a realidade que nos
rodeia, isto é, de acordo com o tema que o texto trata “a natureza do conhecimento
humano”, natureza esta pela qual não se prova e pode ser induzida numa ilusão ou
realidade. E, desta forma, inicia-se um problema ou uma incerteza sobre as nossas
crenças sendo elas verdadeiras ou falsas. Podemos crer no falso, como no verdadeiro,
contudo gera-se uma questão dicotómica sobre a veracidade da verdade e da
falsidade dessa mesma experiência. Se uma crença errónea for sustentada
frequentemente com muita energia como as verdadeiras, surge mais um problema, o
de distingui-las. Como saberemos se num dado caso a nossa crença não é errónea?
Com esta incógnita desencadeia-se um novo problema. No fundo o que é a

a

experiência verdadeira? Ou; Como reconhecemos essa experiência como sendo real
ou irreal na nossa existência? Assim, o problema central que se retira do texto é
perceber “se o nosso cérebro recebe ou transmite, respetivamente, os inputs e
outputs “(designados no texto), através de uma cuba ligada a um computador ou
experiências subjectivas que questionam a verdade e a falsidade como propriedade
das nosssas crenças e da nossa consciência.
C)
D) A primeira proposta apresentada pelo autor do texto é mencionada pelas experiências
devido à interação com a realidade e com as nossas crenças. Normalmente são
verdadeiras, isto é, as crenças que possuímos são crenças verdadeiras justificadas.
Estas são consideradas infalíveis, porque a justificação implica a verdade e
seguidamente o conhecimento. Por outro lado as nossas crenças podem ser falsas,
falíveis, ou seja, quando a justificação não implica a verdade.
O exemplo mencionado nesta primeira proposta da bola vermelha incide sobre os
nossos olhos, amavéis da visão para enviar inputs para o cérebro processando uma
experiência que resulta de uma crença verdadeira justificada, originando o
conhecimento.
A segunda proposta apresenta o mesmo exemplo da bola vermelha, mas a justificação
é oposta à primeira explicação. Esta hipótese descreve a razaõ em termos de
experiencias que são construídas numa cuba. Este processo resulta de sinais enviados
pelo computador e processados pelo cérebro. A prova que torna esta explicação falsa
é o computador ser digerido e programado pelo homem, e para que o conteúdo
apareça no computador resulta de experiências subjectivas – as sensações visuais,
auditivas e tactéis através do qual se formam os outputs.

. mas nunca lá estive. por exemplo eu posso saber que o sol. Estes dois exemplos são contraditórios. e como todos nós sabemos o ser humano possuí olhos que nos permite obter estímulos visuais e posteriormente enviá-los ao cérebro .E) Muitos filosófos defendem que todo o conhecimento envolve uma crença. isto é resultado do sinal do computador que não passa de fantasia. o homem pode colocar falsidades na máquina “Na. o mundo que nos rodeia é uma incógnita constante. F) Todo o ser humano é um ser holístico e diferente. De facto. pelo facto de um cerébro estar ligado a uma cuba e posteriormente dirigido por um computador em que este controla todos os sinais. a segunda explicaçao não passa de uma fantasia e eu confirmo esta afirmação. verdade. Por outras palavras quando sabemos algo acreditamos nesse algo. Dou como exemplo o facto de eu acreditar que Londres é a melhor cidade para viver. então também não posso saber se ele acaba ou não acaba. Assim. criamos uma realidade justificada que nos permite ter atitudes e praticar acções correctas. pelo facto de o ser humano estar constantemente a construir ideias e crenças através de merars representações. Desta forma. Na minha opinião. proporcionando o que lhe for conveniente. nós seres humanos através das experiencias subjectivas. concluo que a condição necessária para o conhecimento é a crença verdadeira justificada de acordo com a realidade e. crenças falsas não transmitem conhecimento. a crença é uma condição necessária mas não suficiente para o conhecimento. porque parece impossível saber algo sem acreditar no que se sabe. não temos olhos”. O computador não passa de máquina resultante do ser humano e por isso é contratado pela mão antrópica. portanto o conhecimento e a crença não são equivalentes. apresentando particularidades que o caracterizam a sua essência individual. Se sei que o sol vai acabar é porque acredito nesse facto. Contudo. mas não acredito nisso e em contrapartida posso não acreditar no ilusionismo. mas não pode existir conhecimento sem crenças. Tal como é referido no texto. e por isso não apresenta conhecimento verdadeiro ao contrário das minhas experiências que através de sensações construí dentro do meu cérebro conhecimento verdadeiro e justificado. mas se não acredito que o sol vai acabar. estrela vai acabar. proporcionando experiências subjetivas. e por esta razão considero que a minha perceção tem origem em crenças falsas ou verdadeiras Esta imagem é a perecpção ideológica que construí e pode não corresponder à realidade. mas ele acontece. de acordo com a realidade. . Esta realidade subjetiva que construi tem origem em relatos e fotografias. Podem existir crenças sem conhecimento.

é baseado em fotografias. Todo o conhecimento existente através de impressões sensíveis é aquilo que a minha razão considera.A perceção que eu tenho sobre o mundo pode não corresponder à realidade como identifico no exemplo de Londres acima supramencionado. tudo aquilo em que acredito. . Como por exemplo. justificadas pela minha presença e assim resulta um conhecimento justificado. documentos e outros aspectos relevantees podendo originar ideias falsas e tudo que através da minha capacidade organizei e pode não passar de crenças falsas. a experiência de viajar por todo o mundo e as vivencias e aprendizagens que retiro são verdadeiras. Posto isto a minha opinião não está justificada de acordo com o designado mundo. imcompatíveis com a realidade.