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Cordas vibrantes

Grupo 3

1 Introdução
Uma onda pode ser denida como uma perturbação que se propaga num determinado meio - material ou não.
São muitos os tipos de ondas encontradas na natureza, constituindo seu estudo um importante campo da física.
Neste experimento, no entanto, concentraremos nossas atenções para apenas uma modalidade de onda. O
presente relatório refere-se a um experimento realizado com ondas transversais que se propagam em cordas e
que atingem estágios estacionários para determinadas frequências.

2 Objetivos
• Determinar experimentalmente uma relação matemática para prever o comportamento, a frequência, de
uma onda que propaga-se por uma corda. Esta relação deve levar em consideração a variação de parâmetros
como número de ventres de uma onda estacionária, tensão aplicada, comprimento L do o e mudança na
natureza do o (densidade linear).
• Aplicar as dependências descobertas ao caso concreto da construção de um violão. Ou seja, analisar as
partes que compõem o instrumento sob o olhar da física das ondas estacionárias.

3 Teoria
Quando um o tensionado é posto a vibrar, dependendo da freqüência de oscilação utilizada, o o pode entrar
em um estado de ressonância, na qual a amplitude da vibração torna-se bastante elevada. As freqüências nas
quais a ressonância é observada dependem de vários parâmetros do o. Esse é o efeito que permite, por exemplo,
que vários instrumentos musicais de corda funcionem. No caso do violão, por exemplo, cada corda vibra em
uma freqüência de ressonância bem estabelecida (notas musicais).
Contudo, muitas vezes a explicação teórica de um fenômeno físico pode ser extremamente complexa, o que
diculta sua realização. Por tal motivo usamos de alguns métodos para criar um modelo simplicado que tenha a
capacidade de prever aspectos presentes neste fenômeno. Ou seja, os bons modelos partirão de aprimorações de
modelos simples onde tenhamos com boa precisão a relação entre diferentes parâmetros que afetam o fenômeno.
No presente experimento, realizaremos 4 procedimentos experimentais para a xação de alguns parâmetros a 
m de observar a variação e dependência de outro. Um modelo pode ser construído a partir dos dados coletados
e posterior análise por parte dos interessados. Os dados podem encaixar-se segundo uma função que melhor se
adeque aos valores obtidos. Este modelo pode ser linear, exponencial, trigonométrico, logarítmico ou de outra
lei de formação que forneça boas previsões.
O modelo que nos foi proposto é o de supor que a dependência entre duas grandezas é do tipo y = Axα ,
onde alpha é uma constante a ser determinada experimentalmente.
No entanto, como a frequência de ressonância no o depende de mais fatores, temos um modelo do tipo:

f = Cnα Lβ T γ µδ ,
onde f é a frequência de oscilação do o, L é seu comprimento e µ sua densidade linear. Os expoentes são,
justamente as constantes que devemos encontrar ao m do procedimento experimental.

4 Procedimento experimental
Materiais utilizados

1. Um gerador de aúdio(1) para ajustar o volume;
1

deixando L xo. Variamos 5 vezes o comprimento da mesma corda utilizada na parte I. Na mesma ordem de acréscimo fomos mudando a tensão na corda. Medimos a massa(m) e o comprimento total do o para o cálculo da densidade linear. Medimos o comprimento da corda(L) que está sujeita a formação de ondas estacionárias. Por m temos que formar o seguinte aparato: Figura 1: Diagrama. 5 Cordas(4) de diferentes materiais (para obter frequências com cada densidade linear. 5. 4. Procuramos no frequencímetro quais as frequências para se obter o segundo harmônico em cada um dos comprimentos. 5. Anotamos os valores na tabela. 6. Determinamos o expoente α a partir do gráco de f em função de n em papel di-log.Determinar qual o expoente da tensão na corda na fórmula.Determinar qual o expoente do comprimento na fórmula. 3. de f em função de m obtemos o expoente γ . Um alto-falante(3) para fazer as cordas vibrarem na frequência desejada. A cada acréscimo medimos as respectivas massas. 3. ou seja. 2.Determinar qual o expoente dos harmônicos na fórmula desconhecida.3 Parte III . ? 4. 7. 1. 2 . 5. 2. 1. 4. 1. 4. Escolhemos alguns objetos e fomos acrescentando os mesmos no suporte. variando a frequência a m de obter até 5 harmônicos. Para cada tensão escolhemos frequências a m de obter o segundo harmônico. Encontramos o expoente β a partir do gráco de f em função de L também em papel di-log. Uma balança para medir a massa das cordas. 4.2 Parte II . 2. Uma trena para medir os comprimentos das cordas. Anotamos na tabela os valores encontrados. Anotamos os valores. Com a plotação dos pontos em papel di-log. 4. 3. 3. do alto falante a roldana. ainda com m xo.2. 5 massas(5) diferentes para mudar a tensão na corda. Mantemos L e m xos. Um frequencímetro(2).1 Parte I .

3. mudamos a densidade linear(µ) e mantemos L e m xos. 4. 001 ± 0. Determinamos δ com o gráco de f em função de µ em papel di-log. medindo antes suas massas e comprimentos. encontramos a frequência só variando o harmônico. 809 ± 0. erro muito pequeno. 3 . obtemos 4 tabelas de dados. 001 ± 0. na primeira parte. linearizada temos y = A + Bx.4 Parte IV . mesmo com os erros devido a observação dos harmônicos ideias e atrito. temos que α = 1. A1 = ln (CLβ T γ µδ ) . O erro percentual é de 1. 001. Procuramos os valores de f que se obtém o segundo harmônico para cada o. Como B1 = α. 1. e erro absoluto de 1 10− 3.4.Determinar qual o expoente da densidade linear na fórmula. y = ln f . 2. Obtendo a melhor reta obtemos A1 = 2. B1 = α e x = ln n. 5 Análise e discussão dos dados Para obter a lei que rege o fenômeno estudado. 1%. abaixo temos a apresentação gráca dos dados . Variamos o material do o . 002 e B1 = 1. Calculamos µ para cada um deles.001−1 = 0. ou seja. 5. 001. A equação é da forma f (n)) = CLβ T γ µδ nα . Marcamos na tabela os valores encontrados.

4 . A2 = ln (Cnα T γ µδ ). A equação é da forma f (m)) = CLβ mγ g γ µδ nα . linearizada temos y = A + Bx. temos o erro devido a medição dos comprimentos do o. y = ln f . Detalhes no papel di-log. y = ln f . usamos valores obtidos por t curve no gnuplot. uma vez que além dos erros devidos a obtenção dos dados como acima. linearizada temos y = A+Bx. 997 ± 0. 001. 863 ± 0. 006z e B = 0. 997 ± 0. 934 ± 0.9973 = 3%. B2 = β e x = ln n. O erro percentual é de 1−0.A equação é da forma f (L)) = CLβ T γ µδ nα . porém vemos que o erro 1 absoluto é maior. 008. 1 Para análise de dados. A3 = ln (Cnα g γ µδ Lβ ). B = γ e x = ln m. 002 e B = −0. Obtendo a melhor reta1 obtemos A2 = 3. como esperado. Como B2 = β ⇒ β = −0. Obtendo a melhor reta obtemos A3 = 1. 500 ± 0. 008.

Existe ainda uma aproximação ao valor da gravidade. 7915)0. o maior obtido. 79150. cujo erro é propagado pela medida da massa e o comprimento do o. 09 ± 0.54¯3138512434 21. também temos o erro devido a medição das massas.997 · (47. como nós esperávamos. 4 5 .49 C4 = e3. 4350−0.5169. laços e outras imperfeições encontradas. 01. 500±0.50¯ 7756579993 + 0. y = ln f . 5. 0000−0.80901 eA1 = = 0. A4 = ln (Cnα g γ µδ Lβ ) .54¯3101407784 (0.001 = 0.09 eA4 = = 0.49 Lβ T γ µδ C2 = eA2 e3.5 0. 7915)0.5−0.49 nα T γ µδ ¯ e1.500 · 1.500 · 21. Seguindo a ordem dos procedimentos: ¯ C1 = e2. 49 ± 0. 02 e B4 = −0.500 · (2.50¯7756579993 L g µ n 2 · 1.5 as principais causas seguem a parte comum a todo o procedimento seguido.001 · (0. 52 · 9. 49 ± 0. 04¯678 · 10−4 )−0. O calculo do comprimento é dicultado por nós. 001. 04752 · 9. 01. que assumimos igual a 979.500 · (2. atrito e a massa que não é distribuída uniformemente ao longo dos os utilizados.93414 eA3 C3 = β γ δ α = 1.001 Lβ T γ nα Logo temos que o valor provável de C deve ser a média desse valores: C =< Ci >= 0.54¯3101407784 = 0. B4 = δ e x = ln µ. todos os resultados esperados pela teoria estão dentro da faixa do erro. 15 cm/s/s.997 9. 0000−0. De modo geral. 04752 · 9.50¯906834597 1. Nesse caso.= 0%. Mesmo com os erros observados. logo o erro relativo é de 0. como a tensão é o peso de uma massa. 04¯678 · 10−4 )−0. porém é consideravelmente menor.1 Obtenção de C Usando os valores encontrados podemos encontrar 4 valores para C . O erro relativo é de 0.50¯ 906834597 + 0. 001 cuja Agora temos B3 = γ = 0. o erro absoluto é de 0. Obtendo a melhor reta obtemos A4 = 3. 04¯678 · 10−4 )−0.863 = = 0. O valor de B4 = δ = −0.54¯3138512434 + 0.997 · (2.500−0. como visto acima. temos erros devido a obtenção visual dos harmônicos. pois essa é parte do procedimento com grande imprecisões devido a obtenção das densidades lineares. A equação é da forma f (µ)) = CLβ T γ µδ nα . contudo vemos que ele diminuiu em relação ao segundo. ela depende da aceleração local da gravidade. linearizada temos y = A + Bx.49 = 2%. e 0. 7915)0.5 um erro absoluto muito maior do que todos os outros.

46 v m/s 47. a diferença é mais acentuada. O valor obtido é 47.5 indicador de qualidade do conjunto. com base nos resultados 6. É fácil explicar. temos que. não há variação desses fatores e por isso o valor é quase constante.60 47. não há variação desses fatores e por isso o valor é quase constante. 69 m/s. contudo.93414 · 1.62425684 1. Nesse caso.62 .68 19. sabendo que na teoria a velocidade depende da tensão e da densidade linear. É fácil explicar.02 97. Sabemos que v = νλ. Uma vez que. Como obtemos C a partir de todos os procedimentos. 0.5 = 3. A principal razão da diferença é a dependência com a tensão da velocidade da onda numa corda. 0000e3.Como a obtenção do erro propagado é muito extensa.52 97.2 Respostas L 1.17 27. Como em todos os casos há uma variação na velocidade. Seu erro é devido a propagação de todas as partes. obtemos somente o valor do erro relativo que é baixo. Como podemos determinar a velocidade de propagação da onda para cada um dos seus procedimentos experimentais? Compare os diferentes valores encontrados em cada caso e discuta as possíveis diferenças.81 35. 0000 · mγ = 6.5169−0. 4%. Como em todos os casos há uma variação na velocidade. 4350e2. 2. 98µδ n µ (g/m) 0. Analise a concepção técnica da construção de um violão. nesse caso é muito pequeno.38 84.6¯ 2 m/s.2604 6 v m/s 48.863 = 47. 6 Questionário 6. Nesse caso.38302 0.6¯ 1 m/s.14 108. nesse caso é muito pequeno. Nesse caso que são muito próximos. 2: v = 2eA2 Lβ+1 n−1 ≈ eA2 = e3. mγ L ¯ 3: v = 2eA3 = e1. λ = 2 : n v = 2ν L = 2Cg γ nα−1 mγ Lβ+1 µδ n ¯ 1: v = 2eA1 nα−1 L ≈ 2LeA1 = 2·1. para o caso do ondas estacionárias. sabendo que na teoria a velocidade depende da tensão e da densidade linear.70 147.16 246.09 µδ = 21. espera-se que o a valor obtido aqui seja mais longe do valor teórico do que o primeiro. logo não podemos armar uma razão para a diferença existente.91¯8mγ n m (g) 47.6 Há uma variação devido a dependência com a massa.69 68. que é também muito próximo dos valores acima. o erro pode ser causado simplesmente pela aproximação utilizada para os cálculos.80901 = 47.204678 0. o erro é maior para a segunda parte do procedimento.1 Questões 1. L 4: v = 2eA4 µδ = 1.50 197.1979862 0. no entanto. é intuitivo considerá-lo como um 0.

pois outros fatores como a caixa de ressonância. quando comparamos uma mesma nota musical gerada por um piano de cauda e uma cítara. menor será a frequência de oscilação2 .7915 ¯ Para podemos analisar. 0. sendo na ordem seguida: 0. Com relação a frequência de oscilação da corda podemos armar que ela distinguirá os sons mais agudos (maior frequência) dos mais graves (menor frequência). Os erros são muito pequenos e além disso vemos que se consideramos o sinal ++. fato que pode ser mais fundamentado pela análise do valor médio dos v que deve valer < v >= 190.12%. na maioria das culturas. Tal observação nos leva acreditar que os erros são devidos as utuação natural das medidas. Com esta limitação imposta às ondas que propagam-se quando uma corda é perturbada. e da tensão aplicada na mesma. A seguir mostramos uma ilustração do instrumento juntamente com a devida discussão dos tópicos associados. percebemos de forma diferente a mesma frequência associada à onda sonora. A frequência da onda gerada . por exemplo. a curvatura de sua caixa.serem constituídas de materiais diferentes. O mesmo ocorre entre dois violões distintos.73 = 47. A densidade linear por sua vez. seu comprimento. varia em função da densidade linear de cada corda. o que implica uma "diculdade"que a onda enfrenta para se propagar. por consequência. o material do qual é composto o corpo do violão. ou seja. calculemos o valor teórico dado por v = mg µ = 0.em muitos instrumentos presentes no mercado . Apertando a tarracha correspondente a uma corda. A questão da identidade do som. −47. desapertando a tarracha. 2 3 Como obtemos na tabela 4. pois as 6 cordas envolvidas tem área de secção transversal distintas. Então. 0. Ou seja. Como pode ser visto na tabela 3. varia de corda para corda. que soa mais aguda. Ou seja. não há certeza sobre a origem deste instrumento.68 . A principal razão da diferença é a dependência com a densidade linear da velocidade da onda numa corda. é um valor próximo porém acentua mais a diferença entro os outros valores.que está associada a quais notas musicais percebemos . 2.27%. 685 4 m/s. A função destas é. eles se cancelam. fabricados com madeira diferente. mas pode-se dizer que diferentes materiais "respondem/oscilam"de formas distintas as perturbações que geram a onda sonora.Há uma variação devido a dependência com a densidade linear. Aumentar a tensão T na corda signica produzir nota musical de freqüência maior3 . Quando uma perturbação ocorre em determinada corda ela gera uma onda que se propaga até as extremidades onde é reetida. teremos uma tensão T maior que provoca maior velocidade v de propagação do som na corda. fazendo com que um violão com as mesmas dimensões e material da caixa acústica gere "sons"(no sentido de que analisamos a onda sonora percebida pelos ouvidos do músico) distintos quando na presença de cordas de nylon ou de aço. Voltando às grandezas que variam a frequência. Ao contrário. O valor obtido é 47. de seu comprimento. Como a freqüência ν da nota emitida pela corda é dada por ν = λv . gera uma riqueza de detalhes que pode ser distinguida entre aparelhos.68| Assim podemos calcular os erros relativos dados por |vi47. as componentes que estruturam e fazem o bom funcionamento deste instrumento devem ser analisadas segundo o ponto de vista da física. um instrumento muito popular. vai além da análise do material das cordas. a tensão T na corda diminui e o som passa a ser mais grave. A questão do material de composição da corda não será realizada em detalhes. Este instrumento se constitui basicamente de cordas esticadas presas em ambas as extremidades. como esperado. portanto. outros árabe e outros tantos ainda armam que o violão é um derivado da viola portuguesa. as ondas geradas nas cordas vibrantes do instrumento são estacionárias.depende dos fatores analisados no procedimento experimental deste trabalho. Uma densidade linear maior acarreta uma maior inércia.000204678 = 47. a física por trás de sua composição. 679 m/s. q 0. não é tão difundida quanto o próprio instrumento. podemos analisar a presença de tarrachas no braço do dispositivo. Segundo estudiosos da história da música. harmônicos diferentes podem ser obtidos. O violão é. os valores de v aparentam só estarem utuando sobre o valor esperado teoricamente. 81. ou seja. Por isso é tão importante para o músico a anação do instrumento. Alguns discutem uma origem grega. entre outros.04752·9.14%.Qualquer que seja sua origem. Ainda sobre as variáveis relacionadas à frequência destacamos que a variação do comprimento da corda é obtida com a força exercida pelo músico ao pressionar um ponto ao longo da corda. aumentar ou diminuir a tensão aplicada sobre cada uma das cordas. além do fato de . 7 . do timbre percebido.02% e 0. Mas. quando maior a densidade linear menor será a velocidade de propagação da onda na corda e.

Por exemplo. Com os valores obtidos. a densidade linear do o e seu tamanho.br/arch2006 − 05 − 21_2006 − 05 − 27.html http : //www. As caixas de ressonância também variam muito de um instrumento para outro. lembramos ainda da função da caixa acústica que funciona como um amplicador do som gerado pelas cordas.é claro. levando em consideração .blog.as maravilhas que presenciamos numa orquestra (sinfônica. São inúmeros detalhes que fazem deste instrumento uma bela e popular aplicação da física. logo. enquanto outras absorvem mais o som.ws/lorotempest/f isica_no_violao. podemos conrmar a equação de Lagrange que está de acordo como os resultados experimentais aqui obtidos. 8 Referências bibliográcas http : //f isicamoderna.uol.html https : //www. De tal forma que. Outras partes ainda são necessárias para que seu funcionamento seja satisfatório.com. dando à música um toque mais aveludado. Por m.geocities. temos uma distribuição discreta de frequências para criação de ondas estacionárias.pdf 8 .sob o talento e treino rigoroso dos instrumentistas . 7 Conclusão Nesse trabalho.ucb. enquanto um violão possui 6 cordas.br/sites/100/118/T CC/1%C2%BA2006/T CCAndreLuizdeM acedoCouto. a variação da densidade linear dentro de um conjunto de cordas e também no número de cordas envolvidas. todos com instigastes análises físicas.Com relação ao restante do corpo do instrumento. lembramos que outros instrumentos de corda possuem funcionamento semelhante ao do violão. A maior diferença reside em como as cordas são tensionadas. levando esta riqueza de detalhes a produzir . obtemos a relação entre a frequência de uma onda numa corda e fatores como a tensão sobre a corda. que estas envolvem também instrumentos de sopro e percussão. a frequência deve ser aproximadamente proporcional ao harmônico n. larmônica ou de câmara). Isto ocorre porque algumas espécies de madeira reetem melhor a onda sonora produzida. um piano clássico possui mais de 200. Vimos que. um luthier precisa levar em consideração o uso que cada tipo de cliente fará do instrumento para escolher a espécie de madeira que usará na fabricação dos tampos e da faixa lateral que compõem o corpo.