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Escola Secundária Rainha Santa Isabel – Estremoz

Planificação a Longo Prazo 11º Ano – 2013/14
História da Culturae das Artes

Competências Gerais

Competências
Específicas

Conteúdos

Orientações
Metodológicas
- Aulas de tipo expositivo

- Usar correctamente a
língua portuguesa para
comunicar de forma
adequada e para
estruturar pensamento
próprio.
- Adoptar metodologias
personalizadas de
trabalho e de
aprendizagem
adequadas objectivos
visados.
- Pesquisar, seleccionar
e organizar informação
para a transformar em
conhecimento
mobilizável.

- Utiliza as noções de
evolução, de
multicausalidade, de
multiplicidade temporal
e de relatividade
cultural no
relacionamento da
História de Portugal
com a História europeia
e mundial.

Módulo 6 – A Cultura do Palco
Muitos palcos, um espectáculo - - Sessões de análise

- Aplica procedimentos
básicos da metodologia
específica da História,
nomeadamente a
pesquisa e
interpretação de fontes
diversificadas, utilizando
técnicas diversas de
comunicação.

- Aulas de pesquisa
bibliográfica

comentada de imagens

1. 1618-1714.
Do início da Guerra dos Trinta
Anos ao final do reinado de Luís
XIV.
2. A Europa da Corte.
A Corte nos palácios das
cidades. A Corte junto às
cidades. O modelo Versailles.
3. O Rei Sol Luís XIV (1638-16431714).
O Rei da afirmação do poder
autocrático. Luís XIV e o
investimento na Corte de
Versailles. Um Rei, um
cerimonial, uma França
hegemónica na Europa.
4. O palco.

- Sessões de
apresentação, por alunos
ou grupos de alunos de
assuntos previamente
preparados
- Aulas de reflexão sobre
os assuntos em estudo

- Aulas de exterior e
Visitas de Estudo
- Trabalhos de grupo

Avaliação
- A avaliação em História
da Arte é contínua e
integra duas
componentes: uma
formativa, outra
predominantemente
sumativa. A avaliação
terá em conta
conhecimentos, valores e
atitudes
- Conhecimentos:
identificação de épocas,
estilos, locais e autores de
objectos artísticos;
relacionação dos objectos
artísticos com os seus
respectivos contextos;
reconhecimento da
intenção, da ideologia e
da expressão pessoal
patenteadas em objectos
artísticos; relacionação
dos ritmos, dos ciclos
artísticos com os ritmos

Calendarização
1º Período

Arte e retórica. outros povos e culturas. Síntese1 7.Manifesta respeito por geografia da Europa. Um mundial. uma ideia de poder. culturais e artísticos. congresso de embaixadores e um tratado de paz.Analisa o objecto um estilo. . intervenção no envolvimento com novos valores estéticos. português no quadro do 5. preservação e valorização do património artístico. A Itália do seu tempo histórico. O papel de do objecto artístico Bernini: dinamismo e abertura como processo da composição. independentemente de uma adesão emocional. intervenções orais.O levantamento de dados será feito através de: trabalhos realizados na sala de aula ou daí decorrentes. atitudes e comportamentos revelados . artístico na sua gravidade e majestade.Valorizar o local como cruzamento de múltiplas interacções (culturais. património histórico A finalização das guerras. A nova . As origens do artístico como movimento: Roma Triunphans. (Biografia). a fundamental para o exacerbação do conhecimento do expressionismo. criação de valores estéticos pessoais.Compreender a acção individual como determinante na apreciação dos diverso processos históricos. apreço pelo património artístico. Síntese 2 . documento/testemunho Os criadores do Barroco. O conceito de obra de .Adopta métodos de 8.. O palco local de património histórico espectáculos efémeros. O sentido do Barroco: um gosto. 1º Caso prático a analisar de outros aspectos da história . políticas. (Local).Valores e atitudes: reconhecimento dos testemunhos artísticos do passado e do presente como factores de identidade.Reconhece o estudo da escultura barroca. 6. apreço por expressões artísticas. . A criação . a . O poder da matéria. O palco do teatro e elementos do da ópera. .Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. teatralidade. Sob o signo do pathos. Os palcos: a Corte.Reconhece o objecto arte total. (Tempo). O Tratado de Utrecht (1713). Razão e emoção. especificidade técnica e A sedução dos sentidos e a formal.Situar cronologicamente as principais etapas da evolução humana que enquadram fenómenos culturais e artísticos específicos. passado. barroca. consulta de bibliografia . frequentação de locais de encontro com objectos de arte. provas de avaliação somativa.Utiliza em cada área eficácia da arquitectura barroca artística o vocabulário na materialização de próprio. mais que . . económicas ou sociais). a Igreja.Reconhecer o contexto geográfico dos diversos fenómenos culturais e artísticos (Espaço). O Real Edifício de Mafra como expoente da .Integra e valoriza Academia.

A oposição Barroco-Classicismo na . A (oralmente e por experimentação. O espectáculo do teatro no teatro. .. O teatro com Molière. (Sínteses). La cérémonie Turque. trabalho próprios.Relacionar um tempo breve.Comunica práticas sociais. O método. 9. Rituais e . Le Bourgeois Gentilhomme (1670) . A pintura barroca 13. música e dança. Caravaggio e os “caravaggistas”. 9. A escultura barroca 12. correctamente opiniões 7. O caso francês 14. A pintura de tectos. comunicação de A fusão das artes: teatro.Reconhecer o objecto artístico como produto e agente do processo históricocultural em que se enquadra (Casos Práticos).1730/1737). com o contexto em que se inscreve (Acontecimento). personagem central da pintura barroca. Religião e cerimonial religioso.Utiliza diversos de Molière (1622-1673) e de recursos na pesquisa e Lully (1632-1687). Da Europa para o mundo A luz. A razão e resultados de pesquisa e a ciência. informação. A arquitectura do Real Edifício: uma obra de arte total pela mão do Rei. . individuais e/ou de grupo. O Real Edifício de Mafra (1717. A Revolução científica. 10. 2º Caso prático a analisar 6. A arquitectura barroca 11. de natureza especialmente marcante. escrito).Identificar os elementos estruturantes que caracterizam a singularidade da cultura de cada época. A mística e os cerimoniais. Santos e pregadores. 8.

A pintura. Módulo 7 – A Cultura do Salão Das «revoluções» à Revolução. O Salão.França do Rei-Sol. Da Europa das monarquias à Europa da Revolução. O filósofo enquanto pensador e influenciador. O filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778). 2. Repercussões políticas e educativas da sua obra. 1. mito ou realidade? A glorificação pela razão. O papel das academias. O Barroco na Europa Central e nos Países Nórdicos. 3. 4. Aculturação e miscigenação: o Brasil. O Barroco em Portugal e Espanha. Barroco ou barrocos? A difusão do movimento no continente europeu e sua expansão nos domínios portugueses e espanhóis. Novo espaço de conforto e . Os pintores flamengos e holandeses. refúgio do Barroco. Da morte de Luís XIV à batalha de Waterloo. Arquitectura e escultura. 1714-1815.

O papel dinamizador da mulher culta. Da festa galante à festa cívica. irreverência e intimidade. A paulatina desestruturação do universo barroco. 6. O papel erosivo da decoração Rococó: tolerância. “igualdade”. O tempo novo e os novos valores: “liberdade”. As rupturas culturais e científicas: “ousar saber” e “ousar servir-se do seu intelecto”. antecipando a Revolução Francesa. do pensamento e da acção. liberdade. Entre o humor e a razão. A materialização da ideia de igualdade social. 5. A revolução da sensibilidade. A participação popular. As Luzes. . O seu contributo para a divulgação das “línguas vivas”. “fraternidade”. A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789). O projecto de Eugénio dos Santos para a Reconstrução da Baixa de Lisboa como expoente do racionalismo iluminista. 7.intimidade. O conforto e o prazer.

5. 9.8. O regresso à natureza e a emergência da decoração rocaille. 1º Caso prático a . Mozart (1756-1791). (1758-…) – Planta de Eugénio dos Santos para a reconstrução de Lisboa. A expansão do Rococó: arquitectura. Rococó ou Barroco em novas vestes? A dialéctica Barroco/Rococó em Portugal e Espanha. O racionalismo iluminista na organização do espaço urbano. 15m) (versão em DVD). uma estética de interior. O Rocócó. escultura e pintura. Síntese 1 7. O sentido da festa. Le nozze di Figaro (1786) – finale (c. O papel pioneiro de França e das artes ornamentais. Acontecimento 6. A. W. Síntese 2 8. O Rococó americano: o caso do Brasil. O urbanismo da Baixa Pombalina O projecto de Eugénio dos Santos para a Reconstrução da Baixa de Lisboa como expoente do racionalismo iluminista.

5. 2º Caso prático a Analisar 10. Domínio das linhas férreas e as indústrias. A intimidade galante 12. 2º Período . 1814-1905. A Gare. O engenheiro Gustave Eiffel (1832-1923). 2. O Neoclassicismo como expressão do triunfo das concepções iluministas. 1. 1851). O regresso à ordem Um mundo novo.analisar 9. 4. A Antiguidade como objecto. Arte e revolução. 3. Módulo 8 – A Cultura da Gare A velocidade impõe-se. Da Europa para o mundo 13. escultura e pintura. O Neoclassicismo em Portugal. Da batalha de Waterloo à Exposição dos Fauves. A Europa das Linhas Férreas. A 1ª Exposição Universal (Londres. A ruptura do ferro. Espaço de confluência e de divulgação. A estética do Iluminismo 11. Da França para o mundo: arquitectura.

Para além do Impressionismo: o Neoimpressionismo . Alemanha e Inglaterra. A pintura romântica 12. A pintura como expoente dos valores românticos. O indivíduo e a natureza. A sedução da Idade Média. Da exaltação do eu à arte pela arte. 10. 6.A apologia da máquina. Paris. O Realismo e o Impressionismo O passado enquanto refúgio. O Romantismo 11. capital da arte. As pátrias do romantismo: França. do ferro e das novas tecnologias. O recuo dos saberes tradicionais. O triunfo da emoção. Da pintura realista à pintura impressionista. O fascínio da fotografia. à captação das sensações ópticas. Um novo olhar sobre o real. Da vida como tema (fazer verdadeiro). O Palácio da Pena em Sintra como expoente da arquitectura romântica. A pintura romântica em Portugal. Do restauro à reinvenção: a arquitectura revivalista.

1905-1960. 7. 13. Módulo 9 – A Cultura do Cinema A euforia das invenções. Do restauro à reinvenção. A arquitectura romântica e a sedução da Idade Média. 9. A ruptura com o passado: a arquitectura do ferro e a Arte Nova. Da Exposição dos Fauves à .(divisionismo) e o PostImpressionismo. As utopias e as críticas sociais e políticas. A natureza como refúgio. Arquitectura do ferro e Arte Nova em Portugal. A pintura e a escultura em Portugal no século XIX. 8. Palácio da Pena. Síntese 2 8. 7. 1º Caso prático a analisar 9. Mundo novo. A arte ao redor de 1900 A escultura: Auguste Rodin. A captação do efémero. Nações e utopias. 2º Caso prático a analisar. Sintra (18381868/1885). formas novas. Fotografia de Lewis Hine (1874-1940). Italian family on ferry boat leaving Ellis Island (1905). 1.

5. 4. A intensificação do diálogo entre a Europa e a América do Norte. Expressionismo e Dadaísmo. 3. Sob o signo da provocação: Fauvismo. Charlot – ícone do cinema: o vagabundo. A descoberta da penicilina de Alexander Fleming (1928). O Charlot (1917-1934) de Charles Spencer Chaplin (18891977). As grandes rupturas Criar é provocar. O cinema. O triunfo do sonho e do mito. A nova . culturais e científicas.viragem dos anos 60. 2. Influências mútuas. 10. a felicidade e a crítica social. Uma nova linguagem. A superioridade da mímica sobre a palavra. Da Europa para a América. A Guernica de Pablo Picasso como expoente da arte assumida como denúncia política. Entre guerras: da arte degenerada à arte oficial dos regimes totalitários. Os caminhos da abstracção formal: Cubismo e Futurismo e movimentos subsequentes. O recuo da morte.

Rupturas. Os horrores da época. O contributo de Sigmund Freud (1859-1939) e da arte na procura do “eu”. assemblage e arte expressiva. 8.complexidade material. O surrealismo. Novos mundos emergentes e novas linguagens artísticas. In Portugal Futurista . 7. O homem psicanalisado. A pulverização dos caminhos artísticos: Europa e Estados Unidos. Autoritarismos e nacionalismos. 6. Síntese 1 7. A arte abstracta como arte democrática: arte informal. 1º Caso prático a analisar 9. Síntese 2 8. realismo crítico. O regresso ao mundo visível: realismo figurativo. “Ultimatum futurista às gerações portuguesas do século XX” – 1ª Conferência Futurista de José de Almada Negreiros (1893-1970) no Teatro República a 14 de Abril de 1917. abstracção geométrica e expressionismo abstracto. 2º Caso prático a analisar 6.

9. O mundo global. massificação. A Internet. Módulo 10 – A Cultura do Espaço Virtual O fenómeno da globalização. A “desconstrução” e a arte como intervenção: a denúncia.(1917). 5. O estilo internacional. A arte portuguesa até aos anos 60: pintura. As novas técnicas. 35-38. pela publicidade e pelo consumo. 1. As telecomunicações: vulgarização. 4. Comunicação em linha. pp. Autobiografia. O espaço virtual. 3. Arte e função: a arquitectura e o design. escultura e arquitectura. O aluno como ser crítico e agente. 1960 – Actualidade. 2. A actividade humana reguladas pela tecnologia. A chegada do homem à Lua 3º Período . divulgação e recepção do conhecimento. A aculturação. A moda e o efémero. Pablo Picasso (1881-1973). As utopias arquitectónicas. Guernica (1937).

Novas utopias. A ficção torna-se realidade. um movimento iconoclasta. 2º Caso prático a analisar 6. O corpo e as novas linguagens. a arte conceptual e o hiperrealismo. Vias de expressão da arte portuguesa 6. gestos e objectos do quotidiano: a Op Art e a arte cinética. Coca-Cola de Andy Warhol. A Arte-Acontecimento: da action painting ao happening e à performance. Síntese1 7. . A Pop Art. Supressão da barreira entre a arte e a vida.(1969). A materialização da vida nos movimentos. expoente da utilização da publicidade e da vida quotidiana como meio de expressão. O consumo. 10. 7. A arte enquanto processo Criar é agir. Síntese 2 8. Pólos da criação contemporânea: a Minimal Art. O corpo como aglutinador da cultura e das artes. Para além do funcionalismo: os caminhos da arquitectura contemporânea. 1º Caso prático a analisar 9.

Coca-Cola (1960). .Consumir para ser. 9. Café Muller (1978). Andy Warhol (1928-1987). A sacralização icónica de um objecto banal. Abandono do movimento formal. A redução da dança às exigências dramáticas e expressivas.). Pina Bausch (1940. 8.