You are on page 1of 70

0

IN RFB nº 1.515/14
Consolidação das alterações na legislação tributária promovidas
pela Lei nº 12.973/2014

Belo Horizonte, 05.02.2015

Contexto Histórico-Legislativo
1976
Lei nº 6.404
DL 1598

2007
Lei nº 11.638
MP 449

2009
Lei nº 11.941

2013
IN nº 1.397
MP 627

2014
Lei nº 12.973
IN 1.515 

Lei nº 6.404/1976: Dispõe sobre as Sociedades por Ações e estabelece normas para
elaboração e divulgação das demonstrações financeiras das companhias. 
Decreto-Lei nº 1.598/77: Altera a legislação do Imposto de Renda, adequando às novas
normas da Lei das S/A. 
Lei nº 11.638/2007: Altera e revoga dispositivos da Lei nº 6.404/76, no Capítulo relativo
à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. 
MP nº 449/2008: Institui o Regime Tributário de Transição (RTT) e altera dispositivos da
legislação tributária e societária. Posteriormente convertida na Lei nº 11.941/2009. 
Instrução Normativa RFB nº 1.397/2013: Dispõe sobre o RTT e institui a tributação do
excesso de dividendos – lucro fiscal x societário. 
MP nº 627/2013: Extingue o RTT e altera a legislação tributária federal. Posteriormente
convertida na Lei 12.973/2014, com vetos e alterações. 
Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014: Regulamenta a Lei nº 12.973/2014 e revoga
2
a IN RFB nº 1.493/2014, que disciplinava os arts. 1º a 75 da Lei nº 12.973/2014.

515/2014  Dispõe sobre a legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas e da Contribuição Social sobre o Lucro (TÍTULO I) – NOVO REGULAMENTO DO IR  Dispõe sobre a legislação do PIS/PASEP e da COFINS (TÍTULO II).973/14 (TÍTULO IV).  Estabelece normas para adoção inicial das novas regras previstas na lei 12.  Altera outras disposições da legislação tributária (TÍTULO III). 3 .Aspectos Gerais  Principais objetivos da IN RFB nº 1.  Cria novas obrigações acessórias e estabelece multas pelo seu descumprimento (TÍTULO V). e  Disposições finais: entrada em vigor e revogações (TÍTULO VI).

LALUR. “RTTzinho”. lucros e dividendos e revogações 4 . FCONT. obrigações acessórias. controle por subcontas.1ª PARTE Adoção inicial.

a PJ deverá proceder aos ajustes de adição e exclusão decorrentes da adoção inicial e controlados por subcontas. • Neutralidade tributária garantida para as operações ocorridas até 31/12/2013 (optantes) ou 31/12/2014 (não optantes).Adoção Inicial Aspectos Gerais (arts. 163 a 169.1º de janeiro de 2015 para as não optantes. • A partir dessa data. presumido e arbitrado. nos termos dos arts.1º de janeiro de 2014 para as pessoas jurídicas optantes. 5 . • Adoção Inicial = com o fim do RTT. e . 160 a 162) • A data da adoção inicial será: . • Aplica-se ao IRPJ e à CSLL. lucro real. corresponde aos procedimentos a serem adotados pelas PJs em razão de a legislação tributária voltar a adotar os valores registrados na contabilidade societária. e à Contribuição para o PIS/Pasep e à COFINS.

• No FCONT os ativos e passivos estão mensurados de acordo com os métodos e critérios vigentes em 31/12/2007. 160 a 162) . Escrituração Contábil para Fins Societários X Controle Fiscal de Transição (FCONT) • Na contabilidade societária os ativos e passivos estão mensurados de acordo com as disposições da Lei nº 6. expurgando e inserindo os lançamentos informados no seu programa validador.  O FCONT é gerado a partir da contabilidade societária. FCONT 6 .404/76.Adoção Inicial Aspectos Gerais (arts. CONTABILIDADE SOCIETÁRIA APLICAÇÃO DAS NORMAS VIGENTES EM 2007  A contabilidade societária é apresentada por meio da Escrituração Contábil Digital (ECD).

se passivo.2013 Não optante Saldos acumulados até 31. apenas se não evidenciada contabilmente em subconta vinculada ao ativo/passivo.: A diferença será adicionada em janeiro de 2014 ou 2015.12. conforme o caso. Caso contrário. se subcontas Valor do passivo Contabilidade societária › Valor do passivo FCONT ‡ negativa = Adição na medida da liquidação.2014 Valor do ativo Contabilidade societária › Valor do ativo FCONT ‡ positiva = Adição na medida da realização.Adoção Inicial Diferença a ser Adicionada (art. poderá ser adicionada à medida de sua realização. ou à medida da baixa ou liquidação. inclusive mediante depreciação. se referir-se a diferença de valor de ativo.12. 7 . exaustão. alienação ou baixa. amortização. se subcontas OBS. 163) Optante Saldos acumulados até 31.

• A débito na subconta em contrapartida à representativa do ativo e vice-versa para passivo. 164) Diferimento Registro do valor da diferença • Condicionado à evidenciação contábil da diferença em subconta vinculada ao ativo/passivo. sendo a baixa feita na subconta vinculada à conta de depreciação. se dedutível • Valor da subconta baixado à medida da realização deverá ser adicionado ao lucro líquido no período de apuração relativo à baixa. amortizável ou exaurível • Uma subconta para cada conta. Valor realizado. Valor realizado. amortização ou exaustão acumuladas.Adoção Inicial Diferença POSITIVA societário X FCONT (art. se indedutível • Também deverá ser adicionado ao lucro líquido no período de apuração relativo à realização. 8 . • Baixa à medida que o ativo for realizado. conta Ativo depreciável.

12.2014 Valor do ativo Contabilidade societária Valor do passivo Contabilidade societária ‹ Valor do ativo FCONT ‡ negativa = exclusão na medida da realização. se subcontas OBS.: A diferença não poderá ser excluída. se subcontas ‹ Valor do passivo FCONT ‡ positiva = exclusão na medida da liquidação. amortização.Adoção Inicial Diferença a ser excluída (art. inclusive mediante depreciação. alienação. baixa ou liquidação.12. 9 . salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente em subconta vinculada ao ativo/passivo para ser excluída à medida de sua realização.2013 Não optante Saldos acumulados até 31. exaustão. 166) Optante Saldos acumulados até 31.

amortizável ou exaurível • Uma subconta para cada conta.Adoção Inicial Diferença NEGATIVA societário x FCONT (art. se dedutível • O valor da subconta baixado à medida da realização poderá ser excluído do lucro líquido no período de apuração relativo à baixa. 167) Exclusão do lucro real • Condicionada à evidenciação contábil da diferença em subconta vinculada ao ativo/passivo. sendo a baixa feita na subconta vinculada à conta de depreciação. se indedutível • O valor da subconta baixado à medida da realização não poderá ser excluído do lucro líquido na determinação do lucro real. Valor realizado. amortização ou exaustão acumulada. à medida de sua realização. Registro do valor da diferença • A crédito na subconta em contrapartida à conta representativa do ativo e vice-versa para passivo. Valor realizado. Ativo depreciável. 10 . • O valor registrado deve ser baixado à medida da sua realização.

00. considerando os métodos e critérios vigentes em 31/12/2007.973/14. 31/12/2014. • Em 2016. o valor do terreno está registrado no FCONT pelo valor de R$ 100.000. • Na data da adoção inicial.00.000. a Cia ABC possui um terreno que está registrado na sua contabilidade societária por R$ 120. • Registro contábil em 2015 para permitir o diferimento da tributação da diferença: TERRENO ABC 120.000.000 (1) SUBCONTA TERRENO ABC (1) 20.00.Adoção Inicial Exemplo numérico  Premissas: • Cia ABC não é optante pela antecipação dos efeitos da Lei 12. o terreno será alienado pelo valor de R$ 130.000 11 . • Na mesma data.000 20.

000 (3) 12 .000 (3) LALUR 2016 LAIR (2)-(3) ADIÇÃO DIFERENÇA RECEITA DE VENDAS 10.000 (+) 20.000 20.000 LUCRO REAL (=) 30.Adoção Inicial Exemplo numérico TERRENO ABC 120.000 SUBCONTA TERRENO ABC (1) 20.000 (1) 100.000 20.000 (2) CUSTO TERRENO 120.000 (3) CAIXA (2) 130.000 130.

• Ativo/passivo reconhecido na data da adoção inicial na contabilidade societária e não reconhecido no FCONT => subconta poderá ser a própria conta representativa do ativo/passivo que já evidencia a diferença. 13 . 169) • As subcontas serão analíticas e registrarão os lançamentos contábeis das diferenças em último nível. • Ativo/passivo representado por mais de uma conta => se uma dessas contas constar na data da adoção inicial na contabilidade societária e não constar no FCONT. dispensa o controle por subcontas).A. bem como outros ativos/passivos representados por mais de uma conta => controle das diferenças mediante uma subconta para cada conta. (exceção à regra. • Bens depreciáveis.Adoção Inicial Controle por Subcontas (art. • Ativo/passivo não reconhecido na contabilidade societária na data da adoção inicial e reconhecido no FCONT => a diferença deverá ser controlada na parte B do LALUR. a subconta poderá ser a própria conta que evidencia a diferença. • Saldo da subconta + Saldo da conta do ativo/passivo a que a subconta está vinculada = Valor do ativo/passivo mensurado de acordo com a Lei das S.

a subconta poderá se referir ao mesmo grupo. que demonstre o detalhamento individualizado por ativo ou passivo. 14 .Adoção Inicial Controle por Subcontas (art. • O controle por subcontas dispensa o controle dos mesmos valores na parte B do LALUR. desde que haja livro razão auxiliar. 169) • Se a conta se referir a grupo de ativos ou passivos. pendente de regulamentação pela RFB. • Conjunto de contas formado pelas contas analíticas de ativo/passivo e as subcontas correlatas receberá identificação única no Sped. transmitido ao Sped. • Forma de apresentação do livro razão auxiliar e como será feito o vínculo da subconta com o ativo ou passivo a que se refere. • Cada subconta deve se referir a apenas uma única conta de ativo ou passivo e vice-versa. que não poderá ser alterado até encerramento contábil das subcontas.

-> Mais ou menos-valia (valor justo dos ativos líquidos da investida). com registro em subcontas distintas em: -> Patrimônio Líquido. 171) • No caso de ativo diferido não reconhecido na adoção inicial na contabilidade societária. A partir de 2015. 15 .Adoção Inicial .Exceções à Regra Geral  Ativo Diferido (Art. e -> Ágio por rentabilidade futura (goodwill). 173) • Participações societárias avaliadas pelo valor de PL devem seguir o art.  Arrendamento Mercantil (Art. mas reconhecidos no FCONT => diferença negativa será controlada na Parte B do LALUR. desdobramento do custo de aquisição. deve seguir as novas normas. 92. • Mantida a neutralidade na adoção inicial => as diferenças entre o valor da participação societária na contabilidade societária e no FCONT não serão adicionadas ou excluídas na determinação do lucro real.  Participações em Coligadas e Controladas (Art. para exclusão proporcionalmente à parcela equivalente à amortização de acordo com as normas vigentes em 2007. 172) • Arrendamentos mercantis em curso na data da adoção inicial => Não se aplica controle por subcontas.

para os não optantes. dispondo que na data da adoção inicial as concessionárias de serviço público deverão calcular a diferença entre: (i)o resultado tributável acumulado até 31/12/2013. • Já a partir de 01/01/2014. para os optantes.Exceções à Regra Geral  Dos Contratos de Concessão de Serviços Públicos (Art. considerando as disposições da Lei nº 12.404/1976. e (ii) o resultado tributável acumulado até 31/12/2013.973/2014. • Controle apenas na Parte B do LALUR. ou 01/01/2015. para os optantes ou até 31/12/2014 para os não optantes. • Havendo diferença apurada entre os dois resultados tributáveis. 174) • Mantém a redação do artigo 69 da Lei nº 12.973 e da Lei nº 6. considerando os métodos e critérios vigentes em 31/12/2007. para os optantes ou até 31/12/2014 para os não optantes. a adição ou exclusão na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL se dará em quotas fixas mensais durante o prazo restante da vigência do contrato de concessão. 16 . . o resultado tributável dos contratos de concessão de serviços públicos será determinado considerando apenas as novas regras.Adoção Inicial .

Adoção Inicial - Exceções à Regra Geral 
Reserva de Reavaliação (arts. 177 e 178)
• Somente aos saldos remanescentes na contabilidade societária na data da adoção inicial =>
aplica-se a legislação tributária sobre reservas de reavaliação até sua completa realização.
• A diferença negativa verificada na data da adoção inicial entre a reserva de reavaliação na
contabilidade societária e a reserva de reavaliação no FCONT deverá ser controlada na Parte B
do LALUR.
• Caso a reserva tenha sido constituída em contrapartida a aumento no valor do investimento
em coligada ou controlada, em virtude de reavaliação de bens do ativo da investida, a diferença
controlada no LALUR:
- será baixada à medida que os bens reavaliados da investida se realizarem por depreciação,
amortização, exaustão, alienação ou baixa, e não será computada na determinação do lucro
real;
- deverá ser computada na determinação do lucro real do período de apuração em que o
contribuinte alienar ou liquidar o investimento, ou em que utilizar a reserva de reavaliação para
aumento do seu capital social.

17

Demonstrativo das diferenças (art. 175)
• PJ sujeita ao Lucro Real => Demonstrativo das diferenças a ser informado no LALUR,
verificadas na data da adoção inicial, entre elementos do ativo, passivo e patrimônio líquido
entre contabilidade societária e FCONT.
• Para cada conta que apresente diferença, a PJ deverá informar: código da conta; descrição da
conta; o saldo da conta da ECD; o saldo da conta no FCONT, o valor da diferença de saldos; e
• no caso de elemento do ativo ou do passivo, se a diferença:
a) é controlada por subconta;
b) é controlada por subconta, que poderá ser a própria conta que já evidencia a diferença;
c) não é controlada por subconta, mas é controlada na Parte B do LALUR; ou
d) não é controlada por subconta porque não haverá ajustes decorrentes das diferenças na forma
prevista nos arts. 163 a 168, tais como nas participações em coligadas e controladas de que
trata o art. 173 e nos contratos de concessão de serviços públicos de que trata o art. 174;
e) o código da subconta, nas hipóteses previstas nas alíneas “a” e “b” acima; e
f) a descrição da subconta.

18

Controle por Subcontas - Optantes (art. 176)
• Optantes pela adoção antecipada poderão diferir a tributação das diferenças durante o ano de
2014 ou excluir as diferenças na forma prevista nos arts. 166 a 168 durante o ano de 2014,
mesmo não havendo o controle por subcontas, desde que o façam em 1º de janeiro de 2015.

• Mas deverão apresentar Demonstrativo da Diferenças verificadas em 1º de janeiro de 2014,
nos termos ao art. 175, assim como os demais contribuintes a partir de 01/2015, informando se a
diferença seria ou não controlada por subconta.

• Deverão ainda elaborar razão auxiliar que demonstre o detalhamento individualizado por ativo ou
passivo, caso haja diferença em 1º de janeiro de 2014 entre a contabilidade societária e o FCONT
em conta que se refira a grupo de ativos ou passivos.

• Caso a PJ optante não tenha implementado o controle por subcontas em 1º de janeiro de 2015:
- deverá adicionar na determinação do lucro real as diferenças em 1º de janeiro de 2014; e
- não poderá excluir na determinação do lucro real tais diferenças.

19

20 . • A COSIT irá emitir Ato Declaratório Executivo (ADE): (i) identificando os atos administrativos que não contemplam modificação ou adoção de métodos e critérios contábeis.Novos Métodos e Critérios Contábeis por Atos Administrativos (art.Reconhecimento de Determinados Ativos e Passivos nos Relatórios Contábil-Financeiros de Propósito Geral das Distribuidoras de Energia Elétrica. ou (ii) que tal modificação ou adoção não tenha efeito na apuração dos tributos federais. • A RFB: (i) identificará tais atos administrativos. OCPC 08 . que sejam posteriores à publicação da MP 627/13 (Nov/2013).” (Prof. e (ii) disporá sobre os procedimentos para anular os efeitos desses atos sobre a apuração dos tributos federais em atos específicos. 152) • A modificação ou adoção de métodos e critérios contábeis. ICPC 19 . não terá implicação na apuração dos tributos federais até que haja lei tributária regulando a matéria. • RTTzinho: “novas normas contábeis criadas que continuarão iguais ao RTT. por meio de atos administrativos. Eliseu Martins) • Exemplos: Publicadas após a MP 627/2013 OCPC 07 – Evidenciação na Divulgação dos Relatórios Contábil-Financeiros de Propósito Geral.Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade.

ou com outras sociedades coligadas à companhia.  Resultados não realizados positivos :  Resultados não realizados negativos: 1º momento: serão integralmente adicionados na determinação do lucro real do período de apuração da falta de registro. ainda não realizados. na de na à na de na à 21 . 154) • Investimentos em coligadas ou em controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão avaliados pelo MEP. 1º momento: serão integralmente excluídos na determinação do lucro real do período de apuração da falta de registro. • A falta de registro na escrituração comercial de receitas e despesas relativas aos resultados não realizados não elide a tributação. dos lucros ou prejuízos acumulados e do custo de estoques ou do ativo não circulante que corresponderem a resultados.Resultados Não Realizados nas Operações Intercompanhias (art. 2º momento: poderão ser adicionados determinação do lucro real do período apuração em que forem registrados escrituração comercial proporcionalmente sua realização. sendo que no valor de PL não serão computados os resultados não realizados decorrentes de negócios com a companhia. ou por ela controladas. de negócios entre as sociedades. 2º momento: poderão ser excluídos determinação do lucro real do período apuração em que forem registrados escrituração comercial proporcionalmente sua realização. e DF’s consolidadas serão excluídas as parcelas dos resultados do exercício.

com identificação das contas analíticas do plano de contas e indicação discriminada por lançamento correspondente na escrituração comercial. inclusive para fins de aplicação de multas. a ECF é o LALUR. • A elaboração do LALUR de deverá ser realizada de forma integrada às escriturações comercial e fiscal e discriminar: .os registros de ajuste do lucro líquido. 180 a 182) • Para os contribuintes que apuram o imposto sobre a renda pela sistemática do lucro real. . 22 .o lucro líquido do período de apuração. .Das Obrigações Acessórias  Escrituração através do e-LALUR – meio digital (arts. com a discriminação das deduções. e .demais informações econômico-fiscais da PJ. .o lucro real.a apuração do Imposto sobre a Renda devido.

R$ 5.000.à metade. 23 . . igual ou inferior a R$ 3.25% .600. 183 a 185) • Deixar de apresentar ou apresentar LALUR em atraso => multa equivalente a 0.00 para as demais PJs. . mas antes de qualquer procedimento de ofício. quando o livro for apresentado em até 30 (trinta) dias após o prazo. e .000. por mêscalendário ou fração.em 90%.000. do lucro líquido antes da incidência do IR e da CSLL. no período a que se refere a apuração.00.R$ 100.Das Obrigações Acessórias  Multas (arts. limitada a 10% e ainda em: .000. quando o livro for apresentado em até 60 (sessenta) dias após o prazo. quando o livro for apresentado depois do prazo. • Hipóteses de redução da multa: . se houver a apresentação do livro no prazo fixado em intimação. .00 para as PJs que no ano-calendário anterior tiverem auferido receita bruta total.em 25%.em 75%.

não inferior a R$ 100. inexato. incorreto ou omitido. e .não será devida se o sujeito passivo corrigir as inexatidões.será reduzida em 50% se forem corrigidas as inexatidões. incorreções ou omissões no prazo fixado em intimação. 24 . do valor omitido. o contribuinte que não apurar o LALUR de acordo com as normas tributárias vigentes poderá ter seu lucro arbitrado nos termos do artigo 130 da IN RFB nº 1.Das Obrigações Acessórias  Multas (arts. • Além das penalidades descritas. 183 a 185): • LALUR com inexatidões. incorreções ou omissões => multa de 3%. incorreções ou omissões antes de iniciado qualquer procedimento de ofício.00. inexato ou incorreto.terá como base de cálculo a diferença do valor.515/2014. • A multa neste caso: . .

 Instrução Normativa RFB nº 1.937/2014: reconheceu a isenção incondicional sobre os lucros ou dividendos apurados entre 2008 até 2013 em valores superiores aos calculados pelos critérios vigentes em 31/12/2007.638/07 (lucro fiscal .  MP nº 627/2014: condiciona a isenção para os lucros e dividendos pagos entre 2008 e 12/11/2013 (data de publicação da MP) e à opção pela antecipação dos efeitos.Lucros e Dividendos Distribuídos (art. com tributação do excedente.  2007 a 2013: Ausência de manifestação formal sobre efeitos da Lei 11.249/95). 25 .  Lei nº 12.638/07. Deixou dúvida sobre qual a base dos dividendos – lucro fiscal ou societário?  Parecer PGFN nº 202/2013: dividendos isentos seriam apenas os apurados de acordo com os critérios contábeis anteriores à Lei 11. 141)  Histórico:  Após 1996: Lucros e dividendos passaram a ser isentos de IR (Lei 9.sem efeito vinculante). Deixou dúvida sobre tratamento a ser aplicado para lucros apurados no ano de 2014 para os não-optantes.397/2013: tratamento dos dividendos em linha com o entendimento da PGFN.

no caso de beneficiário pessoa física residente no País.” (NR) 26 . 141)  Instrução Normativa RFB 1. pessoa física ou jurídica.973/2014. 24 da Lei nº 9. e IV . 28.397/2013 para adequá-la à Lei 12. para as pessoas jurídicas domiciliadas no País. de 27 de dezembro de 1996. A parcela excedente de lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados entre 1º de janeiro de 2008 e 31 de dezembro de 2013 não ficará sujeita à incidência do IRRF. II . nem integrará a base de cálculo do Imposto sobre a Renda e da CSLL do beneficiário.430.492/2014: altera a redação da IN RFB nº 1.estar sujeita à incidência do IRRF calculado à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento). Parágrafo único.Lucros e Dividendos Distribuídos (art. Para o ano de 2014. residente ou domiciliado no País ou no exterior. III . A parcela excedente de lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados no ano de 2014 deverá: I . deixa claro que haverá tributação: “Art.estar sujeita à incidência do IRRF calculado à alíquota de 15% (quinze por cento). no caso de beneficiário residente ou domiciliado em país ou dependência com tributação favorecida a que se refere o art. no caso de beneficiário residente ou domiciliado no exterior.ser computada na base de cálculo do Imposto sobre a Renda e da CSLL.estar sujeita à incidência do IRRF calculado de acordo com a Tabela Progressiva Mensal e integrar a base de cálculo do Imposto sobre a Renda na Declaração de Ajuste Anual do ano-calendário do recebimento.

• A isenção inclui os lucros ou dividendos pagos ou creditados a beneficiários de todas as espécies de ações previstas no art..397/2013. • A isenção somente se aplica em relação aos lucros e dividendos distribuídos por conta de lucros apurados no encerramento de período-base ocorrido a partir do mês de janeiro de 1996. corrobora o tratamento dado pela redação atual da IN 1. observado o disposto no Capítulo III da Instrução Normativa RFB nº 1. 141)  Instrução Normativa RFB 1. ainda que a ação seja classificada em conta de passivo ou que a remuneração seja classificada como despesa financeira.A. mas não faz menção ao ano de 2014.Lucros e Dividendos Distribuídos (art. acionistas ou titular de empresa individual.397/2013 em relação à não tributação dos lucros e dividendos como regra geral. 15 da Lei das S. • Ou seja. 27 .515/2014: Não estão sujeitos ao imposto sobre a renda os lucros e dividendos pagos ou creditados a sócios.

ao PIS/PASEP e à COFINS.Das Revogações (art.973/2014. 188) “Art. à CSLL. de 18 de setembro 2014.493.”  IN SRF nº 93/1997: Dispunha sobre a apuração do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas a partir do ano-calendário de 1997. de 24 de dezembro de 1997.  IN RFB nº 1.493/2014: Disciplinava as disposições que alteram a legislação tributária federal relativa ao IRPJ. 28 . de 24 de agosto de 1998. e a Instrução Normativa RFB nº 1. a Instrução Normativa SRF nº 104. previstas na Lei nº 12. 188. em razão da revogação do Regime Tributário de Transição (RTT).  IN SRF nº 104/1998: Estabelecia as normas para apuração do Lucro Presumido com base no regime de caixa. Ficam revogadas a Instrução Normativa SRF nº 93.

Prejuízos Fiscais 29 . Incorporação. Combinação de Negócios.2ª PARTE Participações em Coligadas e Controladas. Fusão e Cisão. Laudo. Goodwill. Avaliação do Investimento.

. e até o último dia útil do 13º mês subsequente à aquisição da participação: .Mais ou menos-valia (que corresponde à diferença entre o valor justo dos ativos líquidos da investida e o valor PL.deverá ser protocolado na RFB. registradas em subcontas distintas: .Participações em Coligadas e Controladas  Desdobramento do Custo da Aquisição com Base em Laudo (art. ou . 92) • Por ocasião da aquisição da participação. Conceito trazido pela IN). 30 . • O valor de mais ou menos-valia deverá ser baseado em laudo elaborado por perito independente.Valor de PL. • Laudo deve ser elaborado ainda que o valor da mais ou menos-valia seja 0 (zero). (Novidade. considerando inclusive contraprestações contingentes. • A composição do custo de aquisição respeitará o disposto na legislação comercial.Ágio por rentabilidade futura (goodwill). . o contribuinte deve desdobrar o custo de aquisição em 3 partes.cujo sumário deverá ser registrado em Cartório de Títulos e Documentos.

devendo informar o número do processo eletrônico no 1º LALUR a ser entregue após o prazo. alienante e adquirida. - data da aquisição. - relação individualizada dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos com os respectivos valores contábeis e valores justos. • identificação e assinatura do perito independente e do responsável pelo adquirente. incluindo potenciais direitos de voto. - percentual adquirido do capital votante e do capital total.Participações em Coligadas e Controladas  Desdobramento do Custo da Aquisição com Base em Laudo (art. O protocolo do laudo pericial perante a RFB dispensa o registro do sumário em Cartório de Registro de Títulos e Documentos. • Registro do sumário do laudo em Cartório de Títulos e Documentos deve conter no mínimo: - qualificação da adquirente. 31 . 92) • Protocolo na RFB será mediante envio de inteiro teor do Laudo por meio de processo eletrônico. - discriminação e valor justo dos itens que compõem a contraprestação total transferida. - principais motivos e descrição da transação.

exclusão ao lucro líquido na apuração do lucro real na Parte A e registro na Parte B do valor excluído. 92) • Implicações caso o laudo pericial da mais ou menos-valia não for elaborado e tempestivamente protocolado ou registrado: . e .consideração da menos-valia como integrante do custo dos bens ou direitos.adição ao lucro líquido para apuração do lucro real na Parte A e respectiva baixa na Parte B. quando da apuração do ganho ou perda de capital na alienação ou baixa do investimento. quando do seu reconhecimento.Participações em Coligadas e Controladas  Desdobramento do Custo da Aquisição com Base em Laudo (art. como: .não aproveitamento do ágio por rentabilidade futura (goodwill).não aproveitamento da mais-valia para fins de considerar como integrante do custo do bem ou direito que lhe deu causa. 32 . e . . • O ganho proveniente da compra vantajosa registrado em conta de resultado será controlado no LALUR.

ajuste do balanço ou balancete da investida. . . de acordo com o disposto no artigo 248 da Lei nº 6.prazo de 2 meses também se aplica aos balanços ou balancetes de verificação das sociedades de que a investida participe. . sucursais. com investimentos que devam ser avaliados pelo MEP. 93)  Em cada balanço o contribuinte deve avaliar o investimento pelo valor de PL da investida. ajustando-o para eliminar as diferenças relevantes decorrentes da diversidade de critérios. 33 .no caso de filiais. direta ou indiretamente.valor do PL será com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da investida levantado no máximo 2 meses antes do balanço do contribuinte. . para registro de efeitos relevantes de fatos extraordinários ocorridos no período. controladas e coligadas. domiciliadas no exterior. aplicam-se as normas da legislação correspondente do país de domicílio. se levantando em data anterior. deverão ser realizados ajustes no balanço ou balancete da investida a fim de eliminar diferenças relevantes decorrentes da diversidade de critérios.Participações em Coligadas e Controladas  Avaliação do Investimento – Disposições Gerais (art.404/1976 (MEP) e com as seguintes regras: .caso os critérios contábeis adotados pela investida e pelo contribuinte não sejam uniformes.

em condições de permitir a determinação da parcela realizada.Participações em Coligadas e Controladas  Ajuste e Contrapartida do Valor Contábil do Investimento (arts. • A evidenciação contábil deverá conter a discriminação do bem. 34 . do direito ou da obrigação da investida objeto de avaliação com base no valor justo. 94 e 95) • Mantida a neutralidade fiscal dos ajustes de equivalência patrimonial. liquidada ou baixada em cada período. • No caso de ganho relativo a ajuste decorrente de Avaliação a Valor Justo (AVJ) de ativo ou passivo da investida => exclusão condicionada à evidenciação contábil em subconta vinculada à participação societária.

Não elaborar ou não protocolar o laudo pericial tempestivamente. 99 a 107) . Fusão e Cisão (arts. .Não proceder o controle da mais ou menos valia em subcontas distintas relativas à participação societária anterior.O bem ou direito que lhes deu causa à mais-valia já tiver sido baixado ou alienado na data do evento. 35 . • O requisito do laudo não se aplica às participações societárias adquiridas até a data da adoção inicial.Participações em Coligadas e Controladas  Incorporação. existente antes da aquisição do controle societário ou antes da incorporação.Tratamento Fiscal da Mais-Valia e Menos-Valia e do Goodwill • Mantém o tratamento já previsto na legislação quanto reconhecimento da mais ou menos-valia e do goodwill. fusão ou cisão. 31/12/2014 para os não optantes. ou seja. . • A PJ não poderá considerar a mais ou menos-valia como integrante do custo do bem ou direito à forma de mensuração e que lhe deu causa ou deduzir fiscalmente a parcela de 1/60 do goodwill. se: .

fusão ou cisão ocorra até 31. ou .2017 se a aprovação ocorrer até 31. outras razões econômicas).12. dentre outros). Cisão ocorrida até 31/12/2017 (arts.até 12 (doze) meses contados da aprovação. Fusão.12.até 31. 106 e 107) • Aquisição realizada até 31. e .ágio ou deságio na aquisição (diferença entre custo de aquisição e valor do PL). o prazo para incorporação pode ser: .Participações em Coligadas e Controladas  Incorporação.2016.2017 => aplica-se a legislação tributária antiga.12.valor de PL na época da aquisição. devendo indicar o seu fundamento econômico (valor de mercado.12. que deve ser desdobrado em: . Ágio = Custo de aquisição (-) valor de PL.12. • Aquisições que dependam de órgãos reguladores e fiscalizadores para sua efetivação (como ANEEL. CADE. rentabilidade futura. fundo de comércio.2007. intangíveis.2014 cuja incorporação. 36 . • A PJ que detinha a participação deve manter memória de cálculo relativa ao valor do investimento considerando os métodos e critérios de 31.

. fusão ou cisão será apresentada pela empresa resultante do evento na ECF. 106 e 107) • Os valores do ágio devem ser baseados em demonstração arquivada como comprovante da escrituração. 37 .valores do ágio ou deságio individualizados por fundamento econômico.Participações em Coligadas e Controladas  Incorporação.valor da participação societária. Cisão ocorrida até 31/12/2017 (arts. devendo constar: .evolução da amortização do ágio ou deságio desde a data da aquisição até a data do evento. . • A memória de cálculo relacionada ao evento de incorporação.código de transcrição da conta em que estava registrada no FCONT do último período em que a PJ que detinha a participação societária esteve obrigada ao RTT. Fusão. .

• Considera-se data do evento a data da deliberação que aprovar a incorporação. fusão ou cisão deverá levantar balanço específico para esse fim. fundidas ou cindidas passam a ser obrigadas a apresentar a ECF correspondente ao período transcorrido durante o ano-calendário.Participações em Coligadas e Controladas  Disposições Especiais . até o último dia útil do mês subsequente ao do evento. fusão ou cisão. estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento.Incorporação. que deverá ser levantado na data do evento (regra anterior era até 30 dias antes do evento). • Com o fim da DIPJ promovido pela IN RFN nº 1. Fusão e Cisão (art. salvo nos casos em que incorporadora e incorporada. • As mesmas regras aplicam-se à PJ incorporadora.353/2013. o prazo para apresentação da ECF será até o último dia útil do mês de julho do referido ano. • Para eventos ocorridos de janeiro a junho do ano-calendário. as PJs incorporadas. em seu próprio nome. 38 . 143) • A PJ que tiver seu patrimônio absorvido no todo ou em parte por ocasião de incorporação.

independentemente da forma jurídica da operação. • Negócio: Conjunto integrado de atividades e ativos capaz de ser conduzido e gerenciado para gerar retorno. caso determinadas condições sejam satisfeitas. na forma de dividendos. membros ou participantes. 108 a 111) • Contraprestação Contingente numa operação de Combinação de Negócios: .Combinação de Negócios  Das Demais Disposições Relativas a Combinação de Negócios (arts. 39 . subordinadas a evento futuro e incerto.direito de o adquirente reaver parte da contraprestação previamente transferida ou paga. • Combinação de Negócios: Operação ou outro evento por meio do qual um adquirente obtém o controle de um ou mais negócios.obrigações contratuais assumidas pelo adquirente de transferir ativos adicionais ou participações societárias adicionais aos ex-proprietários. redução de custos ou outros benefícios econômicos. diretamente a seus investidores ou outros proprietários. ou .

inclusive nas operações que envolvam contraprestações contingentes.sendo resolutória a condição. • O disposto neste artigo independe da denominação dada à operação ou da forma contábil adotada pelas partes envolvidas. 108 a 111) • Os reflexos tributários decorrentes de obrigações contratuais em operação de combinação de negócios subordinadas a evento futuro e incerto.sendo suspensiva a condição.Combinação de Negócios  Das Demais Disposições Relativas a Combinação de Negócios (arts. 40 . 117. no LALUR. . desde o momento de seu implemento. • A PJ deverá proceder aos ajustes ao lucro líquido para fins de apuração do lucro real. devem ser reconhecidos na apuração do lucro real nos termos do art. I do CTN: . desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio.

investimento e intangível. 116. 510 do RIR/1999 Art. observada na data da adoção inicial. 41 .Prejuízos Fiscais (arts. Resultados decorrentes da alienação de bens e direitos do ativo não circulante imobilizado. 155 a 120) • • Adequação do conceito de prejuízos não operacionais às novas normas contábeis: Art. ainda que reclassificados para o ativo circulante com a intenção de venda. §1º da IN nº 1. amortização ou exaustão acumulada e das perdas estimadas no valor de ativos. • Para fins da neutralidade tributária => deverá ser considerada no valor contábil eventual diferença entre o valor do ativo na contabilidade societária e o valor do ativo mensurado de acordo com os métodos e critérios contábeis vigentes em 31/12/2007. O resultado não operacional será a diferença (positiva ou negativa) entre valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil.515/2014 Resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente . diminuído da depreciação.

PIS/PASEP e COFINS. 42 . Arrendamento Mercantil. Depreciação.3ª PARTE Ajuste a Valor Presente e Avaliação a Valor Justo. Intangível.

. para fins de apuração fiscal nos períodos de apuração relativos às apropriações. 34 a 40) • Ativo e Passivo decorrentes de operações de longo prazo. 43 . ou de curto prazo quando houver efeito relevante.os valores apropriados como receita a partir da conta de juros a apropriar poderão ser excluídos do lucro líquido. devem ser ajustados a valor presente com base em taxas de desconto contratuais ou que reflitam as melhores avaliações do mercado. .os valores decorrentes do AVP deverão ser adicionados ao lucro líquido no momento em que a receita ou resultado da venda deva ser oferecido à tributação.adições e exclusões devem ser controlados na parte B do LALUR.Ajuste a Valor Presente (AVP)  Tratamento tributário do AVP (arts. 34 a 36): Inclusão na determinação do lucro real no período de apuração em que a receita ou resultado da operação seja oferecido à tributação. .o registro deve ser feito a crédito em conta juros a apropriar ou equivalente. • No caso de venda a prazo: .  AVP Ativo (arts.

44 . .a despesa for incorrida (aquisição a prazo contabilizada como despesa).Ajuste Valor Presente (AVP Passivo)  AVP Passivo (arts. • Ajustes de AVP serão registrados a débito em conta de juros a apropriar ou equivalente. exaustão. • A despesa de AVP deverá ser adicionada ao lucro líquido no momento de sua apropriação.o ativo for realizado (depreciação.o bem for revendido. 37 a 40) • no caso de aquisição a prazo. amortização.o bem for utilizado como insumo na produção de bens ou serviços. . . alienação ou baixa). será feita inclusão na determinação do lucro real no período de apuração em que: . e - o custo for incorrido (aquisição a prazo contabilizada como custo de produção).

00.000. .Aquisição de mercadoria para revenda.Juros de 1% ao mês.000 LALUR – Parte A LAIR (100) ADIÇÃO (3) AVP ESTOQUE 300 (2) JUROS A APROPRIAR (2) 300 100 EXCLUSÃO 0 LUCRO REAL 0 100 (3) LALUR – Parte B A TRIBUTAR 200 DESPESA FINANCEIRA 100 (3) 45 . pelo valor R$ 10. .Ajuste Valor Presente (AVP Passivo)  Exemplo .000 (1) (1) 10. a ser paga em 90 dias.Revenda no mês 3. Registros contábeis (Mês 1) ESTOQUE Registros fiscais (Mês 1) FORNECEDOR 10.

Ajuste Valor Presente (AVP Passivo)  Exemplo . Registros contábeis (Mês 2) ESTOQUE Registros fiscais (Mês 2) FORNECEDOR 10.Aquisição de mercadoria para revenda. .000 (SI) (SI) 10. pelo valor R$ 10.Revenda no mês 3.00. . a ser paga em 90 dias.000.Juros de 1% ao mês.000 LALUR – Parte A LAIR (100) ADIÇÃO (1) AVP ESTOQUE 300 (SI) JUROS A APROPRIAR (SI) 200 100 EXCLUSÃO 0 LUCRO REAL 0 100 (1) LALUR – Parte B A TRIBUTAR 100 DESPESA FINANCEIRA 100 (1) 46 .

Aquisição de mercadoria para revenda. a ser paga em 90 dias.800) 100 ADIÇÃO (1) (300) EXCLUSÃO AVP ESTOQUE 300 (3) 300 (SI) JUROS A APROPRIAR (SI) 100 LUCRO REAL (10.000 (SI) Registros fiscais (Mês 3) LALUR – Parte A LAIR (2) + (1) + (3) (9.00.000 (2) 300 (3) 47 . Registros contábeis (Mês 3) ESTOQUE (SI) 10. .Juros de 1% ao mês.000) 100 (1) LALUR – Parte B A TRIBUTAR DESPESA FINANCEIRA 100 (1) 0 CPV 10.Revenda no mês 3.000.000 (2) 10.000 FORNECEDOR 10. .Ajuste Valor Presente (AVP Passivo)  Exemplo . pelo valor R$ 10.

000 Registros fiscais (Acumulado) FORNECEDOR 10. a ser paga em 90 dias. .000) 100 (1) LALUR – Parte B A TRIBUTAR DESPESA FINANCEIRA 100 (1) 100 (2) 100 (3) 0 CPV 10. .000 (2) 10.000) 300 ADIÇÃO (300) EXCLUSÃO AVP ESTOQUE 300 (4) 300 (SI) JUROS A APROPRIAR (SI) 100 LUCRO REAL (10.00. pelo valor R$ 10.Aquisição de mercadoria para revenda. Registros contábeis (Acumulado) ESTOQUE (SI) 10.Revenda no mês 3.Juros de 1% ao mês.Ajuste Valor Presente (AVP Passivo)  Exemplo .000.000 (SI) LALUR – Parte A LAIR (10.000 (2) 300 (4) 48 .

Avaliação a Valor Justo (AVJ)  Tratamento tributário do critério de AVJ (Pronunciamento CPC 46. amortização. entre partes interessadas. seja indedutível. arts. Não pode reduzir prejuízo fiscal. mediante depreciação. conhecedoras do negócio e independentes entre si (em outras palavras. desde que evidenciado contabilmente em subconta específica. 41 a 63) • Valor Justo é o valor pelo qual um ativo pode ser negociado. • Diferimento do IR/CSLL para o momento da realização do ativo ou da liquidação ou baixa do passivo. • O ganho não será computado na determinação do lucro real caso o valor realizado. 49 . ou um passivo liquidado. alienação ou baixa.  Ganho decorrente da AVJ (art. • O ganho não evidenciado será tributado. exaustão. “valor de mercado”). 41): Aumento do ativo ou redução do passivo.

• A perda não será computada na determinação do lucro real caso o valor realizado. amortização. poderá ser excluído do lucro líquido na determinação do lucro real. seja indedutível. • A perda será registrada à débito de despesa ou de patrimônio líquido em contrapartida à subconta vinculada ao ativo/passivo. alienação ou baixa. • Adição da perda no momento em que for apropriada como despesa. 46 e 47): Redução do ativo ou aumento do passivo. • Dedução na apuração do IR/CSLL no momento da realização do ativo ou da liquidação ou baixa do passivo. desde que evidenciado contabilmente. exaustão. mediante depreciação. 50 . À medida em que o valor da subconta for realizado. • A perda não evidenciada será considerada permanentemente indedutível.Avaliação a Valor Justo (AVJ)  Perda decorrente da AVJ (arts.

51 . para efeito de determinação de ganho ou perda de capital e do cômputo da depreciação. 54 a 57): Ganho ou perda tributado ou dedutível na apuração do IR/CSLL no momento da alienação ou baixa da participação societária.Avaliação a Valor Justo (AVJ)  • Outras disposições relacionadas ao AVJ Avaliação a Valor Justo na subscrição de ações (art. amortização ou exaustão. 58 e 59): Ganho ou perda deverão ser computados na determinação do lucro real do período de apuração em que o contribuinte alienar ou liquidar o investimento. • Incorporação. Os ganhos e perdas apurados devem receber o mesmo tratamento tributário que teriam na sucedida. • Ajuste Decorrente de AVJ na Investida (arts. desde que evidenciados contabilmente. 62): Ganhos na investida decorrentes de AVJ não poderão ser considerados na sucessora como integrante do custo do bem ou direito. Fusão e Cisão – AVJ transferido para a sucessora (art.

• A subconta poderá se referir a uma conta que represente um grupo de ativos ou passivos. • Possibilidade de utilização de única subconta para cada participação societária ou valor mobiliário. 33) • Os lançamentos contábeis relacionados a AVP e a AVJ deverão ser registrados em subcontas contábeis distintas. desde que haja livro razão auxiliar em que se demonstre o detalhamento individualizado por ativo ou passivo da investida. 52 . desde que haja um detalhamento em livro razão auxiliar. o qual será transmitido ao SPED. • O controle em subcontas dispensa o controle na Parte B do LALUR. OBS: Matéria ainda pendente de regulamentação pelo COFIS (Coordenação-Geral de Fiscalização). • Transmissão do livro razão auxiliar via SPED.Controles Contábeis (AVP e AVJ)  Controles por Subcontas (art.

Em outras palavras. 74)  Redução ao valor recuperável • Redução ao valor recuperável de um ativo deve ser realizada sempre que o valor contábil de um ativo supere o seu valor recuperável. • Os valores contabilizados como redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) só podem ser computados na apuração do lucro real no momento da alienação ou baixa do bem correspondente (tratamento de provisão). 53 .Teste de Recuperabilidade (art. é o reconhecimento de uma perda por desvalorização do ativo.

exaustão. os juros ou outros encargos poderão ser excluídos na apuração do Lucro Real quando incorridos. alienação ou baixa. devendo ser adicionados quando o respectivo ativo for realizado. construção ou produção de bens classificados como estoques de longa maturação.Custos de Empréstimos Art. construção ou à produção de ativo como parte do seu custo. 54 . A entidade deve capitalizar os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição. Exclusão Fiscal Custo do Ativo  Juros e outros encargos.  Alternativamente. associados a empréstimos contraídos. amortização. inclusive mediante depreciação. para financiar a aquisição. desde que incorridos até o momento em que os referidos bens estejam prontos para seu uso ou venda.  Encargo associado a empréstimos é aquele em que o tomador deve necessariamente incorrer para fins de obtenção dos recursos. propriedade para investimentos. especificamente ou não. ativo imobilizado ou ativo intangível. podem ser registrados como custo do ativo. 73.

• Vedada a dedução da despesa de depreciação e amortização. • Não será dedutível a diferença a menor entre o valor contábil residual do bem arrendado e o seu preço de venda. 86 a 91)  Arrendadora: tributação da contraprestação e dedução fiscal dos encargos de depreciação.099/74. • Regra válida às operações ainda que não sujeitas à Lei 6. será tributado proporcionalmente ao valor de cada contraprestação. desde que não haja transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo. caso contrário. • Indedutibilidade das despesas financeiras e do AVP relacionados ao contrato. o resultado (diferença entre o valor do contrato e o do somatório dos custos iniciais e o custo de aquisição ou construção dos bens arrendados).  Arrendatária: autorizada a dedução das contraprestações referentes a bens intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização de bens e serviços.Arrendamento Mercantil (arts. quando do exercício da opção de compra. • Ajustes via LALUR. 55 .

 Gastos com desmontagem (art. caso a taxa registrada na contabilidade seja menor. 56 . 69)  Dedutibilidade dos gastos de desmontagem e retirada de item de ativo imobilizado somente quando efetivamente incorridos. 68) • Possibilidade de exclusão da taxa fiscal de depreciação. • Mantida a regra geral contida nos anexos I e II da IN SRF nº 162/1998. • O contribuinte pode alterar o prazo de vida útil para fins de depreciação por meio de laudo técnico.Demais Disposições  Depreciação – Exclusão no LALUR (art. Provisões serão indedutíveis. que deverá prevalecer enquanto referido prazo não for alterado por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. Adição da taxa contábil quando a exclusão fiscal alcançar todo o custo contábil do bem (vide PN nº 1/2011).

exceto na forma de ações. referidos valores anteriormente deduzidos deverão ser adicionados nas respectivas bases de cálculo. 57 . contabilizados no patrimônio líquido.Demais Disposições  Custo com emissão de ações (art. referentes a instrumentos de capital ou de dívida subordinada. as despesas e demais custos. • Também poderão ser excluídos na determinação do lucro real a remuneração. emitidos pela pessoa jurídica. em contrapartida de conta de PL.IR/CSLL dos custos com emissão primária de ações destinadas à captação de recursos próprios que hoje são lançados no PL. • No caso de necessidade de estorno por qualquer razão. os encargos. 77 e 78) • Permite a exclusão na determinação do lucro real .

na hipótese em que reconheça contabilmente o encargo. • não terá direito a crédito correspondente aos encargos de depreciação e amortização gerados por bem objeto de arrendamento mercantil. 58 .PIS/Pasep e Cofins  Arrendamento Mercantil (arts. independentemente de na operação haver transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo.  Regras acima também se aplicam às operações de importação. • Poderá descontar créditos calculados sobre o valor do custo de aquisição ou construção dos bens arrendados proporcionalmente ao valor de cada contraprestação durante o período de vigência do contrato.  Arrendatária: Poderá descontar créditos calculados em relação ao valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica. 146 e 147)  Arrendatora: deverá computar o valor da contraprestação de arrendamento mercantil na apuração da base de cálculo do PIS/Pasep e da Cofins. • Regra também se aplica aos contratos não tipificados mas que contenham elementos contabilizados como arrendamento mercantil por força de normas contábeis/ comerciais.

sendo silente quanto ao regime não cumulativo. 148)  Receitas decorrentes da venda de bens do ativo não circulante. 59 . imobilizado ou intangível não integram a base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins apurados no regime de incidência não-cumulativa. classificado como investimento. por força das normas contábeis e da legislação comercial.  Essa regra de não incidência também existe para o regime cumulativo.  Regra igualmente aplicável para o caso do bem ter sido reclassificado para o Ativo Circulante com intenção de venda. de acordo com a redação dada pela MP 651 à Lei 9718/98.PIS/Pasep e Cofins  Ativo não Circulante mantido para Venda (art.  Lembre-se que a MP 651 determinou a tributação da receita de venda das participações societárias não permanentes pela COFINS à alíquota unificada de 4% no regime cumulativo.

Lucro Presumido 60 .4ª PARTE IRPJ e CSLL. JCP. Pagamento Por Estimativa. Receita Bruta. PDD. Adições e exclusões ao Lucro real.

Receita Bruta x Receita Líquida  Dos Conceitos Básicos (art. - Tributos sobre ela incidentes. - Valores decorrentes do AVP das operações vinculadas à Receita Bruta. além do produto da venda de bens nas operações de conta própria e o preço da prestação de serviços em geral: - o resultado auferido nas operações de conta alheia (Reembolso de despesas?). 3º): • A receita bruta compreende. e - todos os tributos incidentes sobre a receita e os valores decorrentes do AVP ativo sobre tais operações (PIS e COFINS s/ ICMS e ISS – como fica a tese?) • A receita líquida será a receita bruta diminuída de: - Devolução e vendas canceladas. - Descontos incondicionalmente concedidos. 61 . - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica.

Lucro Real: Bases Estimadas  Mudanças nos percentuais aplicáveis sobre a Receita Bruta (art. ou melhoramento de infraestrutura. sendo tais materiais incorporados à obra. 4º) • Construção por Empreitada: base de cálculo do IR relativo às atividades de construção por empreitada será determinada mediante a aplicação dos seguintes percentuais sobre a Receita Bruta auferida: − 8% na atividade de construção civil por empreitada com emprego de todos os materiais indispensáveis à sua execução. − 32% nas atividades de construção. • Serviços Hospitalares: base de cálculo do IR nas prestação de serviços hospitalares será determinada mediante a aplicação do percentual de: − 8% sobre a Receita Bruta auferida pelas PJs organizadas como Sociedade Empresária. no caso de concessão de serviços públicos. − 32% na atividade de construção por administração ou por empreitada unicamente de mão de obra ou com emprego parcial de materiais. reforma. − 32% sobre a Receita Bruta auferida pelas PJs organizadas como Sociedade Simples . recuperação. ampliação. independentemente do emprego parcial ou total de materiais. 62 .

7º) • Não integrará a base de cálculo estimada no período de apuração. caso seja registrado diretamente em conta de receita. o aumento ou redução no valor do ativo registrado em contrapartida a ganho ou perda decorrente de AVJ não será considerado como parte integrante do valor contábil. investimentos ou intangível (*) Custo de Aquisição Outros bens e direitos não classificados como ativo não circulante  Ganho decorrente de AVJ de ativo ou passivo (art. 63 . • Na apuração do ganho de capital. 5º) • Serão considerados como valor contábil para fins de apuração do ganho de capital: Participações Societárias avaliadas pelo custo de aquisição Custo de Aquisição Participação Societária avaliada pelo PL Valor do PL + Mais ou Menos Valia + GoodWill Ativo não Circulante Aplicações em ouro não consideradas no ativo financeiro Demais bens e direitos do ativo não circulante imobilizado. salvo se o aumento no valor do ativo tenha sido anteriormente computado na base de cálculo do imposto.Lucro Real: Bases Estimadas  Ganho de Capital (art.

b. em sentença emanada do Poder Judiciário.515/ 2014 regulamentou os dispositivos da MP nº 656/2014 quanto às margens de perdas para o recebimento dos créditos.00 por operação. • Para os contratos inadimplidos a partir de 8 de outubro de 2014. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para seu recebimento. vencidos há mais de 06 meses.000.000.00.Sem garantia de valor: a.000.Perdas no Recebimento de Créditos (arts.00. . por operação.000. independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento. independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento. poderão ser registrados como perda os seguintes créditos: . e c. vencidos há mais de 01 ano. vencidos há mais de 01 ano. 64 . Até R$15. mantida a cobrança administrativa. 24 a 27)  A IN 1. Acima de R$15. Superior a R$100.Em relação aos quais tenha havido a declaração de insolvência do devedor.00 até R$100.

e . vencidos há mais de 2 (dois) anos.Contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica em concordata ou recuperação judicial.00.00. e b.Com garantia . desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento ou o arresto das garantias. 65 . independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para seu recebimento ou arresto das garantias .000. 24 a 27) .Perdas no Recebimento de Créditos (arts.000. relativamente à parcela que exceder o valor que esta tenha se comprometido a pagar. Até R$50. Superior a R$50. de valor: a.

− ações em tesouraria. • Para os optantes. • A partir de 2015: somente poderão ser consideradas no cálculo dos JCP exclusivamente as seguintes contas do PL: − capital social.cálculo do JCP com base no PL societário ou fiscal (31/12/2007). − reservas de capital. e − prejuízos acumulados. obrigatoriamente PL societário no ano-calendário de 2014. − reservas de lucros. 66 .Juros sobre Capital Próprio (art. 28)  “Nova” Base de Cálculo dos JCP • De 2008 a 2014: regra geral .

inclusive. os saldos dos valores cuja tributação havia diferido. observadas as regras com relação ao AVJ. passar a ser tributada pelo Lucro Real deverá incluir na base de cálculo do IR apurado pelo Lucro Presumido os ganhos decorrentes de avaliação com base no valor justo. • Tributação dos ganhos poderá ser diferida e as perdas poderão ser computadas nos períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo Lucro Real. que façam parte do valor contábil. e na proporção deste. independentemente da necessidade de controle na parte B do LALUR • Regra aplica-se. em período de apuração imediatamente posterior.  De Lucro Presumido para lucro Real (art. 67 . relativos aos ativos constantes em seu patrimônio.973/2014 e (ii) à avaliação de ativos ou passivos com base no valor justo. 126) • PJ que até 2014 houver sido tributária com base no Lucro Real deverá adicionar à base de cálculo do IR correspondente ao primeiro período de apuração ao qual houver optado pela tributação com base no Lucro Presumido. (i) aos valores controlados por meio de subcontas referentes as diferenças da adoção inicial dos novos critérios contábeis oriundos da Lei nº 12. 127) • PJ tributada pelo Lucro Presumido que.Mudança na Sistemática do IR  De Lucro Real para Lucro Presumido (art.

68 .

69 .