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UNIVERSIDAD AUTONOMA METROPOLI
DIVISION DE CIENCIAS SOCIALE S
MAESTRIA EN HISTORIA

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EL FERROCARRIL EN LA COMARCA LAGUNERA.1880-1910

TRABAJO QUE PARA OPTAR POR EL GRADO DE MAESTRIA PRESENTA

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EL FERROCARRIL EN LA COMARCA LAGUNERA.1880-1910

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Indice

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........................

Introducción
I La Comarca Lagunera
1.1. Situación geográfica
1.2. Antecedentes históricos
1.3. Ciudad Lerdo.Primer centro ecónómico lagunero
1.4. GÓmez Palacio.La alternativa regional
1.5. TorreÓn.Nuevo centro regulador
1.6. El resto de la Comarca Lagunera

.

1
5
5
6
12
13
14
18

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.................
................
23
I1. El ferrocarril .................................
2.1. El ferrocarril en. el mundo .....................
23
2.2. El ferrocarril en México .......................
27
2.3. Las políticas ferroviarias del porfiriato ......34
I11 . El ferrocarril en. la Comarca Lagunera ..........4 6
.

3.1. Influencia del ferrocarril en la conformación de
.
la Comarca Lagunera
46

3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.

............................
Ferrocarril Central Mexicano ................51
Ferrocarril Internacional Mexicano ..........66

El
El
El Ferrocarril Lerdo-San Pedro
El Ferrocarril Coahuila y Pacífico
El Ferrocarril Lerdo-Torreón

.................74
.............78

...................83
Conclusiones .................................
.......93
Cuadros ............................................. 97
Mapas ..............................................
102
Fuentes ............................................
107
Bibliografía .......................................
108

...

..

~

..............

I n t r oduc c i ón
La gran e x t e n s i ó n d e l t e r r i t o r i o n a c i o n a 1 , l o e s c a s o de l a
p o b l a c i ó n 1' !.a conformación o r o g r d f i c a d e su s u e l o , a l e j a b a n
a f i n e s d e l s i g l o XIX,a los c e n t r o s de p r o d u c c i ó n y consumo
haciendo d i f f c i l e s y c o s t o s a s l a s comunicaciones.
E l g o b i e r n o mexicano i p t e n t ó r e w e d i a r t a l s i t u a c i ó n e

implement6 una s e r i e d e medidas p o l f tico-económicas

encami-

nadas a l a c r e a c i ó n y c o n s o l i d a c i ó n de un mercado i n t e r n o .
T a l e s medidas estarfían encaminadas fundamentalmente ,en l a
c r e a c i ó n de una red f e r r o v i a r i a n a c i o n a l .
Considerando como punto de p a r t i d a a l a c i u d a d de Mé

-

x i c o , se o t o r g a r o n e n forma F o r demás p r ó d i g a , c o n c e s i o n e s pa
r a emprender l a c o n s t r u c c i ó n f e r r o c a r r i l e r a .
En e l p o r f i r i a t o se d e s a t ó una f i e b r e p o r c o n s t r u i r vfas f é r r e a s ' q u e

h a s t a se o t o r g ó una c o n c e s i ó n p a r a c o n s t r u i r

y e x p l o t a r un f e r r o c a r r i l que u n i e r a l a s cimas de l o s v o l c a a
nes P o p o c a t e p e t l e 1xtlaccihuatl.Evidentemente e s t e f e r r o c -

r r i l nunca l l e g ó a r e a l i z a r s e . P e r o l a h i s t o r i a r e a l de l o s
f e r r o c a r r i l e s de México p r i n c i p i a con l a c o n s t r u c c i ó n d e l Fe
r r o c a r r i l Eiexicano,que c u b r i ó l a r u t a México-Veracruz.Para

su

c o n s t r u c c i ó n e i n i c i o de o p e r a c i o n e s t u v i e r o n que t r a n s c u r r i r
t r e i n t a y s e i s años(1837-1873),

y f u e n e c e s a r i o e l empeño de

gobiernos y empresarios p a r t i c u l a r e s para su r e a l i z a c i á n .
Fue después de l a inauguración d e l Mexicano,cuarido s e

empezaron a d a r l a s c o n c e s i o n e s masivas a i n d i v i d u o s y empre
sac p a r t i c u l a r e s . Q u i e n e s empezaron a r e c i b i r amplias f a c i l i 1

pues México se v i 6 inmerso en una dinámica que l e f u e impuesta desde f u e r a : c a y ó en e l á r e a d e i n f l u e n c i a d e l i m p e r i a l i s m o n o r t e a m e r i c a n o . I n c l u s o l o s l o más a l l á de l o que supuestamen- gros fueron -aparentemente-. l a d e l Ferroc a r r i l I n t e r n a c i o n a l M e x i c a n o . - te se planeÓ. a l término de su d i c t a d u r a . irrumpieron con sus c a p i t a l e s en México a paktir del - año de 1 8 8 0 . Fue as€ como se construyeron c a s i t o d o s l o s f e r r o c a r r i l e s d e l p o r f i r i a t o . e l p a l s c o n t a b a con 1 9 3 0 0 k i l ó m e t r o s aproxima - damente. Y f i n a l m e n t e en l a competencia cjue l a s empresas norteamericanas i n i c i a r o n e n Estados Unidos y que t r a s l a d a r o n a México. y un p o c o d e s p u é s . Que e n t r e o t r a s c o s a s se m a n i f e s t 6 en l a s i n v e r s i o n e s que grandes empresas ferrocarri- l e r a s norteamericanas h i c i e r o n e n e l pafs.c_ dades y hasta s u b s i d i o s d e p a r t e d e l g o b i e r n o . P a r e c í a que Día2 :Logró l o que e l p a l s r e q u e r f a : l a crea c i ó n y c o a s o l i d a c i ó n d e un mercado i n t e r n o . Cuando Dlaz asumid e l p o d e r . Las Compar'ilas d e l F e r r o c a r r i l C e n t r a l Mexicano y d e l F e r r o c a r r i l N a c i o n a l .En e l d e s p o j o f r a nco -apoyado p o r e l gobierno-que e s t a s compañlas h i c i e r o n en muchas d e l a s comunidades. e n c o n t r ó una r e d f e r r o v i a r i a que en conjunto n o l l e g a b a a l o s 7 0 0 k i l ó m e t r o s .de l o s t e r r e n o s p a r a e l p a s o d e l - t r e n y sus e s t a c i o n e s .empresas que se c o n s t i t u y e r o n en ese pa- í s . Gracias a sus p o l í t i c a s de c o n s t r u c c i b n f e r r o c a r r i l e r a . c o n t r i b u y e r o n a c o n s o l i d a r ese tan anhelado y n e c e s a r i o mercado i n t e r n o . En ese sentido. 2 .

hubo o t r a s que g r a c i a s a l f e r r o c a r r i l .región que para 1 8 8 0 se encontraba c a s i a i s l a d a d e l r e s t o de l a r e p b b l i c a .en su paso h a c i a l a c i u dad d e México o h a c i a c i u d a d Judrez.comenzaron a usarse sus s e r v i c i o s y i o s f l e t e s se r e d u j e r o n h a s t a e n un ochenta p o r ciento.muchas de l a s zonas econdmicas t r a d i c i o n a l e s quedaron f u e r a d e l á r e a de i n f l u e n c i a y l o s b e n e f i c i o s que l a mayorfa de l o s f e r r o c a r r i l e s d e j a r o n . que e r a i n t r o d u c i d o a México v f a e l p u e r t o de Veracruz y t r a n s p o r t a d o p o r e l F e r r o c a r r i l Mexicano. n a c i e r o n y prosperaron.c _ E l t r a z o o r í g i n a l de é s t o s f e r r o c a r r i l e s f u e hecho -en s u mayoría-. se e n c o n t r e l a Co - marca Lagunera. p e r o que por e s t a s mismas f e chas empezaba a c o n s o l i d a r e l c u l t i v o d e l algodbn.pues comenz6 a s u r t i r a algunas de l a s fábricas t e x t i l e s del'país. p o r l o s l u g a r e s que l a s empresas norteamerica- nas y e l g o b i e r n o e l i g i e r o n y c o n v i n i e r o n . Cuando e l F e r r o c a r r i l Centra1. Con esto. E s t a s l í n e a s p r o p i c i a r o n l a 4 -- . incluso. P o r l o que y a e r a conocida. P e r o l o s a l t o s c o s t o s de l o s - f l e t e s aumentaban demasiado l o s p r e c i o s de e s e producto y n o p o d í a c o m p e t i r con e l aigodón p r o v e n i e n t e de Texas. S i n embargo hubo o t r a s que s í s e ben e f i c i a r o n . En e l ú l t i m o de las c a s o s s e ñ a l a d o s .pues p o r sus t i e r r a s cruzaron v a r i a s l f n e a s impor t a n t e s que l a comunicaron con g r a n p a r t e de l a r e p b b l i c a Y con l a misma f r o n t e r a norte. l a f i e b r e f e r r o c a r r i l e r a f a v o r e c i ó a l a - comarca. Por otro lado.

e n e l e s t a d o de Durango. T o r r e ó n s i r v i ó como c e n t r o urbano r e g u l a d o r y d i s t r i b u-i d o r de l a p o t e n c i a l i d a d a g r f c o l a a l g o d o n e r a de l a r e g i 6 n . c o m o ya se d i j o l a r e d u c c i 6 n e n l o s f l e t e s .e r e c c i 6 n de p o b l a c i o n e s como Gómez P a l a c i o . Y este f a c t o r b e n e f i c i ó e l d e s a r r o l l o f e r r o c a r r i l e r o en g e n e r a l . 3 .e n p a r t e - como c e n t r o de l a s d i s p u t a s de l a s g r a n d e s empresas d e l Cen t r a l y d e l N a c i o n a l . m i l e s d e t o n e l a d a s de algodon y sus d e r i v a d o s . y de Torreón en e l de C o a h u i l a . p e r o que también s i r v i ó .habfan s i d o t r a s l a d a d o s de l a r e g i d n a través de l a s l f n e a s f é r r e a s que c o n t r i b u y e r o n a e n r i q u e c e r y a e n g r a n d e c e r a l a Comarca Lagunera. l o mismo que otros p r o d u c t o s a g r l c o l a s . l u g a r e s que se con- v e r t i r f sn en ciudades modelo muy i m p o r t a n t e s d e l p o r f i r i z t o . Esto p r o p i c i ó que se formara un nudo f e r r o v i a r i o muy - i m p o r t a n t e en l a r e g i ó n . A l f i n a l i z a r e l p o r f i r i a t o . Nudo que f a v o r e c i 6 .

y en Coahuila están Torreón. Matamoros y Viesca.2 km2 en un valle desértico ..la zona norte del altiplano mexicano en el centro de la árida meseta que se extiende entre la Sierra Madre Occidental y la Sierra Madre Oriental.1. Gómez Palacio. Madero.. y de 150 O00 hectáreas de riego.It2 .Estos 10 municipios ". En el primero se encuentran Lerdo. Esta zona desértica deriva su riqueza de los r í o s que desembocan en el valle con los cuales se ha informado una cuenca hidrológica que consta de 75509 km' de captación de ocho presas.. Tlahualilo y Mapimi. La región lagunera pertenece a ".. con cinco municipios de cada uno de ellos.... .. . Situación geográfica La Comarca Lagunera es una región que se encuentra en el norte-centro de México tt.. San Pedro de las Colonias.ocupa el extremo meridional del Bolsón de Mapimi a donde han convergido las aguas de los ríos Nazas y Aguanaval. .cubren una extensión de 31523. Esta vasta zona se conforma con partes de los estados de Durango y Coahuila.I.con tierras de gran fertilidad para la agriculturalt1 . Francisco I.colmando con sus azolves la depresión de los terrenos .. Nazas.... La Comarca Lagunera 1.a una altura de 1000 metros sobre el nivel del mar.

ación pluvial apenas alcanza un promedio de diez y nueve centímetros anuales.Algunas cadenas montañosas rodean la región. Antecedentes Históricos Con todo y que tenemos noticias de la región lagunera desde principios de la ~ o l o n i a .Il3 Esta falta de lluvia y un terreno semiárido propician temperaturas muy altas durante casi todo el año.más significativo que el Aguanaval. y del latifundio de l o s Sánchez Navarro5. 1.de la Comarca Lagunera como una región delimitada para su estudio actual. San Juan de Casta. la precipit. pues este último sólo irriga una pequeña parte de Coahuila . cuando podemos hablar .2. salvo en invierno. que también es intenso pero corto. varias .poblaciones. Las características de clima. es necesario que nos remontemos a la conformación de las haciendas y latifundios laguneros desde principios de la colonia. pero la mayor parte de su superficie la forman llanuras planas.sobre todo para la región lagunera de Coahuila -.y~ sabemos de la conformación del marquesado de Aguayo .gracias al incipiente cultivo del algodón . es hasta mediados del siglo XIX. suelo y orografía hacen que la presencia del R í o Nazas . Parras y San . En la periferia de la región fueron fundadas en el mismo siglo XVI. De clima semidesértico. tales como Cuencamé.sea uno de l o s elementos más importantes para la región. por jesuitas y franciscanos. Sin embargo. Al río se le llega a reverenciar llamándole ItelPadre Nazastt. Mapimi.

Este latifundio tuvo sus orígenes en el mismo principio de la Colonia. Con mano de obra mestiza. al concedérseles el derecho de fundar un colegio en Parras. Pues el conquistador . Esto lugares sobrevivieron gracias a que se inició una explotación minera. Santa Ana de los Hornos. el Marquesado de Aguayo -con su hacienda lagunera de San Lorenzo de la Laguna. 6 Estas poblaciones sirvieron como punto de partida para la formación de las haciendas en la región. pero sobre todo con indígenas descendientes de los tlaxcaltecas. La explotaron con los conocimientos y técnicas que les caracterizaron. Con la expulsión de los Jesuitas de la Nueva España en 1771. estos serían: a) La hacienda colonial de 1600 a 1830 Se formaróntres grandes latifundios que abarcaban casi todo el territorio de l o s estados de Coahuila y Durango: Santa Ana de los Hornos. El marquesado de Aguayo. aprovecharon la hacienda para producir productos agrícolas y ganado menor. la hacienda quedó temporalmente en manos de algunos lugareños.Pedro. En 1777.y San Juan de Casta. la Corona española se las expropió y fue rematada para 1832. llevados a colonizar el noreste. constituyeron la hacienda que llegó a tener hasta 341 mil hectáreas. Leonardo Zuluaga -empresario español-compró la hacienda. Fue fundada por los jesuitas. Podemos dividir entres periodos la hacienda lagunera.

Entre éstas se contaron las pertenecientes a la hacienda de San Lorenzo de La Laguna. no puedieron con el gran paquete y tuvieron que vender parte de sus propiedades.7 Cuando se remató el marquesado de Aguayo. Vendieron la Hacienda de San Lorenzo a dos empresarios de la comarca: a Juan Ignacio Jimenez.inició la formación del latifundio más grande de todo México en la época colonial. del lado coahuilense. Esta hacienda formaba la mayor parte de la Comarca Lagunera. Dentro del marquesado de Aguayo se integró la Hacienda de San Lorenzo de la Laguna. e introdujeron cambios y aprovechamiento de las propiedades recién adquiridas. rentista del lado durangueño.quienes lo adquirieron. * Como los compromisos de los Sánchez Navarro eran muchos. como producto de la compra de tierras realengas a la Corona por parte de1 segundo marqués de Aguayo en 1731. y a Leonardo Zuluaga-dueño de Santa Ana -.Francisco de Urdiñola -quien por derecho de conquista quedó como legítimo propietario de grandes territorios en el actual noreste de México. 8 . Su apogeo se dio entre 1580 y 1750. Pero la mala administración de tan gigantesca propiedad hizo que ésta viniera a menos y fue necesario rematarla una vez que concluyó la guerra de independencia. fueron los hermanos Sánchez Navarro -empresarios y propietarios regionales de Saltillo y Monclova. Pues sus dominios llegaron a sumar más de 5 millones de hectáreas. Rentaron.tierras a medieros y a empresarios. Abarcaban casi todo el estado de Coahuila y parte de los de Durango y Zacatecas.

junto con Jimenez y Zuloaga serán el prototipo de hombres de empresa que le darán a la región. b) La hacienda lagunera y el algodón 1830-1880. Según Martinez Saldaña. ya ampliada por el Juan Nepomuceno Flores. Esta hacienda se conformó en la misma epoca que las anteriores. en forma comercial. Esta propiedad tuvo un destino casi tan azaroso como el marquesado de Aguayo. Hasta 1830 en que es adquirida. pues tuvo varios dueños. la minería y los textiles. que por diversos motivos no pudieron conservarla. pero encaminada principalmente a surtir las dos fábricas textiles que poseía en Peñón Blanco. Flores. 11 Se puede señalar a Flores como el primero que sembró algodón en la Comarca Lagunera. una transformación económica. Jose Vazquez Borrego recibió 137151 hectáreas en el noreste del estado de Durango. encaminada sobre todo a explotar las fuentes de ingreso más atractivas del siglo XIX. Avilés y la Loma. En esta zona se cultivaba maíz y trigo y entre 1830 y 1840 se introdujo el cultivo de algodón de una manera sistemática en los ranchos ribereños del Nazas mediante el riego por canales derivadores de agua cercanos al río en la zona de San Juan de Casta. Durango. 9 . aguas arriba. administrador de una hacienda cercana a la ciudad de Durango. "Una vez que adquirió la hacienda desarrolló la agricultura en las riberas del río Nazas. en donde funda el latifundio citado.San Juan de Casta.

como dueño de la parte lagunera de Coahuila. principalmente. desvió en forma natural su cauce. Atravesó el estrecho de Calabazas para ir a perderse en la Laguna de Mayrán. Como estas tierras se encontraban asoladas por hordas de indios . en una de las más prosperas y productivas. Uno de estos fue el espíritu capitalista de los nuevos dueños de La Laguna. iniciaran cultivos más comerciales en forma extensiva. Estas haciendas también comenzaron a fraccionarse al dar paso a nuevos empresarios y medieros. pues c. Don Leonardo Zuloaga. trigo y hortalizas. mismas que sufrirán modificaciones en cuanto a su forma de explotación y a su conformación física.De los latifundios anteriores surgieron las haciendas laguneras. Quienes aprovecharon la mano de obra migrante para que junto con el control de las aguas del río Nazas. para esta época. el rio Nazas despues de colmar las llanuras de Tlahualilo. A partir de esta epoca se iniciará una migración campesina hacia la región. Sin embargo. inmediatamente mandó a construir una presa para aprovechar mejor esta desviación fortuita que a el favoreció. con pastizalec para ganado. Esta venia de Durango. la siembra del algodón no era el cultivo primordial. Sabemos que alrededor de 1850. Fueron varios los elementos que se conjugaron para que la zona se convirtiera a mediados del siglo XIX. Desvió su cursohacia Coahuila. Zacatecas y Jalisco.ompartiael suelo con el maíz.

.También se edificó un nuevo torreón. 10 Entonces I t . Avilés y la Concepción. mismo uqe daría nombre a una de las ciudades más jovenes e importantes ciudades del porfiriato. se amplió el cultivo del maíz. Se logró construir esta primera presa. fue necesario construir una fortaleza con forma de torreón para que sirviera de defensa a los constructores de la presa. el frijol y sobre todo. Pronto hubo una población permanente de unos 300 habitantes que llegaron de los lugares cercanos como San Fernando (hoy Ciudad Lerdo).el surgimiento de la hacienda algodonera en la Comarca coincide con la apertura de tierras al cultivo y con el inicio de la construcción de obras hidraulicas. . la caña de azúcar. el algodón. Cuando la presa del Coyote comenzó a arrigar la región circundante. la cual requirió de inversión cuantiosa y de organización productiva en base a una estructura de inversión capitalista"11 Para 1850. Con las obras hidráulicas y con la introduccióndetécnicasmodernas y cultivos . perodurópoco tiempo.barbaros. la producción de algodón en la comarca llegaba a las 5000 pacas con un valor de $250 O00 pesos. que permitirían el uso de las aguas broncas de los rios Nazas y Aguanaval hacia 1850. Santa Rosa (perteneciente al actual Gómez Palacio). Se mandó hacer una nueva presa de mayor tamaño y mejor estructura. la cual recibió el nombre de "Presa del coyotet1. pues una fuerte crecida la derribo junto con el torreón. Sin embargo su desarrollo y consolidación solo se explican con los factores históricos que coadyuvaron a la consolidación de la hacienda algodonera.

cambiándole el nombre a Villa Lerdo de Tejada. en donde se implantaron casas comerciales de Saltillo. las mas importantes de la región.3. Con fecha 27 de septiembre de 1827. elevó la hacienda a villa. 12 12 . Surgirán centros regionales importantes como San Pedro en Coahuila y Villa Lerdo de Tejada en Durango. será canalizado al mercado nacional. 1. por decreto del gobierno del estado. el gran excedente de algodón. que para realizar sus labores.extensivos. el rancho se elevó a la categoría de Hacienda de San Fernando y en septiembre de 1864. Ciudad Lerdo. Este rancho se formó con trabajadores de la hacienda de San Juan de Casta. Se designo un Juez de paz para que regulara la convivencia del lugar. la producción se sextuplicó. para principios de 1 8 8 0 . Será precisamente a partir de la década de 1880 cuando se incremente la producción algodonera y con la llegada del ferrocarril en 1884. Lerdo tiene sus origenec en la fundación del Rancho de San Fernando en 1799. el presidente Benito Juárez. la villa adquirió la categoría de ciudad en noviembre de 1894. han sido a partir de l o s ultimos decenios del siglo X J X . fundaron este rancho para no hacer grandes desplazamientos desde el casco de la hacienda a este lugar de trabajo. Monterrey y la ciudad de Mexico. Las actuales ciudades de Lerdo y Gómez Palacio del estado de Durango y Torreón del de Coahuila. finalmente. mediante decreto. Primer centro económico lagunero.

Lerdo sirvió como centro comercial y financiero en la comarca. en donde se hizo una estación a la que se le . el paso del ferrocarril por la región acabó -paradojicamente.con la prosperidad de Lerdo. Se origina en terrenos de la hacienda de Santa Rosa. l a s vias férreas pasaron fuera de la villa en el año de 1883. la alternativa regional. pero como ya se señaló. no pasó por Lerdo. aprovechar las ventajas que el transprote moderno y masivo proporcionaba. era importante como un eje regulador en la zona. Pues por razones técnicas -que más adelante retornaremos-. Desafortunadamente. pues por encontrarse en el corazón mismo de la región. Saltillo. Lerdo le restó importancia a Mapimi que como centro minero alcanzó importancia desde fines del siglo XVI. para. este atravesó la Comarca Lagunera. sino a cuatro kilometros de este. Cuando en 1883 se unieron los frentes norte y sur del Ferrocarril Central Mexicano. que fue fundada en 1844 por Juan Ignacio Jiménez. Monterrey y la ciudad de Mexico. También se destacaron empresarios y administradores de origen español que vinieron a estas tierras a "hacer la Americav1.4. En Lerdo hubo representantes de importantes casas comerciales de Durango. Lerdo dejó de ser el centro regulador de la región y sera necesario que surjan lugares como Gómez Palacio en Durango y Torreón en Coahuila. Gómez Palacio. 1. Por su importancia y ubicación.

Gómez Palacio estaba reconocida como ciudad. este lugar comenzó a tener más importancia que el propio Lerdo. Esta estación servía a los pasajeros de Lerdo y puntos cercanos. pues su rápido crecimiento y prosperidad le confirieron tal calidad. Torreón. Para 1890. 1. en los terrenos de Santa Rosa. A su muerte en el año de 1850. Comenzó a tener muchos gastos y se vió . como Gómez Palacio._ I llamó Estación Lerdo. pero se le siguió considerando como el cuartel V dependiente de Lerdo. 59 ranchos. Aunque este tranvía se convertiría en eléctrico. además de que se empezó a utilizar como estación de carga de las mercancías y pr'oductosde l a región.como ya se dijo se remontan a 1850. También para estos años se daba el servicio del tranvía de mulas de Lerdo a Gómez Palacio y se hacían gestiones para llevarlo hasta la otra villa producto del ferrocarril. Para 1905.5. Lorenzo de Zuloaga era e1 dueño de varias haciendas en la región. Contrata apoderados y empleados para administrar l o s bienes heredados. 6 grandes industrias y 13 4 estaciones de ferrocarril. Torreón. viuda de Zuloaga se hace cargo de las propjedades de su finado esposo. En poco tiempo.precisamente. Pero sus orígenes . Torreón. cuando Zuloaga manda a hacer la primera presa sobre el Nazas. su viuda Maria Luisa Ibarra. fueron producto del paso del Ferrocarril Central Mexicano por la comarca. nuevo centro regulador. Gómez Palacio paso a ser cabecera municipal en la cual se encontraban 6 haciendas.

etcetera. como la Purcel. Donó terrenos para la creación de edificios públicos y el lugar alcanzó rapidamente un crecimiento inusitado. Sin embargo. Esto.precisada a vender y / o hipotecar sus tierras. kndres Eppen comenzo a fraccionar alrededor del cruce de estas dos lineas. Concede a la Compañía constructora del ferrocarril todas-lasfacilidades para que esta no se niegue a su petición. . desenbolsando está la cantidad de $ 220000 en 1886. cuando comienza el verdadero arranque de la nueva población. pasa a manos de la Casa Rapp Sommer y Compañía. 14 La hacienda de San Lorenzo de la laguna . para 1887 no dejaba de ser una estación de bandera y el lugar estaba prácticamente solo. Este mismo año pasó el Central por l o s terrenos de Torreón y ai igual que Gómez Palacio. madera. la O'Sullivan y la Gutheil y Compañía. Será hasta 1888 cuando el Ferrocarril Internacional Mexicano cruza sus rieles con los del Central en este preciso lugar.1.a donde pertenecía el rancho de Torreón-. como terreno para estación. Andre Eppens hace gestiones desde 1883 para que el Ferrocarril Central Mexicano pase poresas incomunicadas tierras. comenzó a enviar mercancía por este transporte. El nuevo administrador de Torreón. sumado a algunas malas cosechas hizo que se endeudara con algunas casas de crédito. Les concede gratuitamente el derecho de vía con todas las prerrogativas posibles. uso de materiales para construcción leña. A partir de este año.

pasando por Durango.En 1895 el rancho se convirtió en la Villa de Torreón y para septiembre de 1907 alcanzij la investidura de ciudad. Para fines del porfiriato.con Torreón como eje se convirtió en una de las regiones más importantes durante el porfiriato. Se cruzarán en esta ciudad los ferrocarriles siguientes: la linea principal del Ferrocarril Central Mexicano que iba de Mexico a Cd. La Comarca Lagunera . El Ferrocarril Coahuila y Pacífico.. Esta empresa de don Ernesto Madero se convirtió en una de las principales de la República. el Ferrocarril Internacional Mexicano que iba de Piedras Negras Coahuila a Mazatlán. textiles. Entre las más importantes destacaron las siguientes: La Compañía Metalúrgica de Torreón. industriales. El gobernador de Coahuila concedió excención del pago de impuestos a todo aquel que lo solicitara.A. La Compañía Industrial Jabonera de la Laguna S. de servicios.-elFerrocarril de Lerdo a San Pedro. Juárez. comerciales. Durango y el Tranvía de Torreón a Lerdo. En 1905 se beneficiaron 258552 toneladas de material. Se consolidó con la Jabonera la Esperanza en 1892. de transportes.82000 toneladas de sus productos: 16 . Empresas de los más diversos ramos se establecieron en la zona: agrícolas. de Saltillo a Torreón. En 1904 despachó por el Ferrocarril Central Mexicano. etc. siempre y cuando se estableciera en la flamante población. el ramal del Central en Matamoros. Sinaloa. Coahuila a Tlahualilo. logró formar un gran emporio industrial y comercial. Torreón se convertirá en el mas importante nudo ferroviario de Mexico.

sucursales bancarias como las del Banco Nacional. 500 cajas diarias de dinamita. del de Coahuila. Producía 100 O00 kilos de glicerina.A. I . Se calcula que se procesaban 12000 quintales de algodón al año. magnificos hoteles. el Banco de Torreón.6. etc.ela. aceite y glicerina. Entre las más prósperas industrias establecidas en Torreón. Fábrica de jabones La Unión. Lo mismo que se construyeron elegantes edificios públicos y particulares. grandes almacenes. la fábrica producía en 1907. del de Londres y México.00 millones depesos. poseía 250 telares con los cuales producía 175000 piezas de t. Con una inversiónde $3000 000. así como 3000 toneladas de cáscara de semilla de algodón. así como de harinolina. La Compañía Nacional Mexicana de Dinamita y Explosivos S. El resto de la Comarca Lagunera. misma que exportaba a Estados Unidos. Era una de las más grandes empresas del país.15 1. suficiente para abastecer prácticamente todo el mercado nacional. empacadoras de carne. Fábrica de hilados y tejidos “La Fevt Conocida en todo Mexico. Su producción anual de jabón pasaba de 100 O00 cajas. rastros. exportaba hasta 4000 toneladas de pasta de semilla de algodón. Negocios e instituciones importantes como ladrilleras.jabón harinolina (harina de semilla de algodón utilizada en la engorda de ganado). casas comerciales.

. pues en sus ricas tierras se fundó una de las empresas agrícolas más importantes del porfiriato: la Compañía Limitada de Tlahualilo. mismos que pertenecían a los diez municipios mencionados al principio. pero su importancia sigue siendo favorecida por su cercanía al Nazas.La Laguna siempre ha sido algo mas que Torreón. Utilizado como punto de lanza por los misioneros. Llegó a ser el lugar más importante de la región.se comenzó a cultivar el algodón. llegaban las aguas del río Nazas Para fines de siglo llegó a tener mucha importancia. Cabecera municipal. Cabecera municipal. Mapimi. Cabeceramunicipal. Lugar en donde hasta mediados del siglo XIX. pero los diversos estudios consideran a la región como 16 un todo y a estos tres lugares como los más representativos. misma que daría muchos problemas a l o s empresarios laguneros y al mismo régimen porfiriano. Sin embargo no está por de más señalar otros lugares.riberas del río Nazas . fue fundado en 1598 por jesuitas. GÓmez Palacio y Lerdo. que al igual que los mencionados son parte integral de la Comarca. Entre los mas importantes podemos mencionar los siguientes: Para el Estado de Durango Tlahualilo. En la cercanias de este lugar . Después de la Revolución existían 130 haciendas y 9 0 ranchos. Nazas. tuvo gran importancia como centro minero. En la actualidad es uno de) los lugares más retirados del centro de La Laguna. Tiene sus orígenes en la Colonia. Uno de los lugares más antiguos de la región.

confió a sus habitantes el Archivo de la Nación. Grandes pleitos se dieron entre sus habitantes y Leonardo Zuloaga. Gómez y Torreón los desplazaron. se convirtió en una estación con mucho movimiento. Este lugar al igual que Mapimi y Nazas eran l o s más importantes de la región. 19 . se les comenzó a quitar o a escasear el agua. Se origina por el asentamiento de trabajadores en los limites de la hacienda de San Lorenzo de la Laguna y la de Santa Ana de l o s Hornos. San Pedro sirvió de asiento a empresas como Hermanos Madero y a la Casa Purcell. Se enlazaba mediante una vía troncal a Tlahualilo. Pero la mejor colocación y empuje de Lerdo. Juárez en plena intervención francesa. Lugar famoso porque a su paso por estas tierras hacia el norte. Pero San Pedro se significó por ser un centro de producción algodonero y un centro poblacional importante. Madero su famoso libro La sucesión presidencial. 18 El ferrocarril le favoreció.o y Monterrey. San Pedro de las Colonias. pues su ubicación quedaba en la ruta a Sa1till. pues a fines del XIX. Sirvió como actora de litigios por parte de los ribereños a los cuales con la llegada de la compañia de Tlahualilo. Aquí escribió Francisco I.Para el Estado de Coahuila Matamoros. de donde enviában su algodón para que de ahí circulara al norte y al sur de la república.

en donde desemboca el río Aguanaral.Francisco I. se desprende que el lugar debe su importancia a las actividades agrícolas. También uno de l o s lugares mas antiguos. Por lo anterior. Viesca. . Madero. Estos siete municipios complementaran a los tres primeros. Aunque no tan conocidos. Formaba parte de San Lorenzo de la Laguna. mismos que le darán impulso a las actividades agrícolas. A principios de la década de 1970. Situado en la parte más septentrional de la comarca. tanto estatales como federales se deshechó la idea y se desmovilizó a los promotores de la misma. Aunque Gómez Palacio no le va a l a zaga. En sus cercanías se encuentra la laguna del mismo nombre. Por diversos intereses. e inclusive de aquí surgirán empresarios y pequeños propietarios que se extenderán en toda la Comarca. son tan importantes como estos. o en su defecto que las tres multicitadas ciudades se unieran en una soia y se CI' eara una soia a la cual se llamaría . IICiudad Laguna". también es de los mas grandes. Uno de los municipios más jovenes de la región. se generó un movimiento muy fuerte en el cual se solicitaba que se conformara el Estado de La Laguna. Forman una unidad geográfico-económica con un eye rector que recae en la ciudad de Torreón. En la población se asentaron excombatientes de la Guerra de Reforma y de la intervención francesa.

Ibid. Vargas Lobsinger. institute d'Ethnologie. p. Méixco. Austin and Londou. La comarca lagunera a fines del principios de XVII. Historia de Torreón. Cfr. Paris. 1952. 6. Y el de Harris. según fuentes escritas. Diccionario geográfico. Martinez Saldaña. 1883-1917 p. ocupa sobre todo de las tribus que ocuparon su estudio es más bien etnográfico. Tomás. El costo social de un éxito político. Martinez del siglo XVI y El autor se la región y Rio. University of Texas Press. Francois La formation des grandes domains av Mexique. Véase el trabajo de Chevalier.NOTAS CAPITULO I 1. 1975. 1765-1867. p. 7. La hacienda de "La Conchall: una empresa algodonera de la Laguna. 224 2. histórico y biografico del Estado de Durango. Terre at societe aux xvie slecles. . A mexican family empire. Origen y evolución de la hacienda algodonera en la región de la Laguna de Coahuila y durango. Tomas. Martínez Saldoña. Rovaix. 5. The latifundio of the Sánchez Navarros. 13 4. Maria. Pablo. Pastor. y Terán Lira. Charles 111. La política expansionista del Estado mexicano en el agro lagunero. 25 3. Manuel.

op. Durango.cit. Martinez Saldaña. Tomás. . Vease Santos Valdéz José. p . Periódico Oficial del Gobierno del Estado de Durango. cit. Pablo. 17-18. op. 31. Gustavo y Tomás Martinez La Comarca Lagunera: su historia. . Charles 111... 17. Ciudad Lagunera. Origen y evolución. Del Castillo. 8 12. Teran Lira. 7 10. op. 18 de noviembre de 1894.sobre la fundación y desarrollo de la ciudad de GÓmez Palacio. Paz hace una de las mejores recopilaciones sobre la región y muy especialmente sobre Torreón. El prestigiado profesor lagunero José Santos Valdéz en sumagnífico libro Matamoros. Parte I. p. 9. 16. Machuca Macias. Para suestudio. p . Dgo. 15. vease a Meyers.8. 11. Cfr. Veáse Paz. William. Origen y evolución . cit. Tomas.. Album de la paz y el trabajo. 18. Manuel. p. Fuentes documentales y estudios. rescata la importancia y trascendencia de esta ciudad coahuilense en la conformación de la regiónlagunera. Ensayo .... Harris. p. La Compañía Limitada de tlahualilo. 14. 1 13. Martinez Saldaña. Ireneo.

es necesario dar un breve esbozo de los primeros-ferrocarriles del mundo y las vicisitudes que se dieron en México para que este contara con sus propios caminos de fierro. Por lo que era necesario tener un trasporte expedito y barato. 2. El ferrocarril en el mundo Como producto de la fase terminal de 19 Revolución industrial. Inició una nueva etapa en el desarrollo económico de la región.11. Tal honor recayó en el ferrocarril. Que eran-los utilizados en esa epoca. y para poder enmarcar los ferrocarriles de Mexico. en Inglaterra. Pues a su paso se crearon centros poblacionales importantes como Torreón y Gómez Palacio. Que influirán decisivamente en la conformación e integración de un mercado nacional en México. Como ya se mencionó el ferrocarril fue uno de los factores más importantes para el surgimiento de la Comarca Lagunera. para nadie es nuevo que a principios del siglo XIX y como producto de una expansión comercial. Por otro lado. se conjugaron una serie de elementos que llevaron a . El ferrocarril. Pero este no se hizo de la noche a la mañana. Fueron necesarios ensayos y experimentos para que al fin en 1825. Para la finalidad de este trabajo. se necesitaba a traer y ganar más mercados.1. se inaugurara la primera vía férrea del mundo. generada en Europa. que sustituyerá o complementara al marítimo y al terrestre. pero principalmente en Inglaterra. Desde las primeras concesiones hasta las políticas ferroviarias delporfiriato.

Otro de l o s elementos importantes para que se desarrollara el ferrocarril será la invención de la máquina de vapor.productos de la minería. aunque su desarrollo se efectuara aproximadamente 100 años después. Como los transportes tradicionales . se hicieron en Inglaterra. Pero al igual que la posibilidad de acaparar los mercados de los países americanos recién independizados de España. Nacía así el primer ferrocarril para pasajeros en el mundo. a este se le dieron los más diversos usos. tales como carbón. Uno de ellos fue el de hacer carriles para que por ellos corrieran vagones para transportar . los cuales corrían por carriles de fierro y eran jalados por tracción animal.la creación del transporte masivo. . que permitieron el desarrollo de un trasporte eficazmente probado para los fines arriba anotados: el ferrocarril. cuyos orígenes se remontan a la segunda mitad del siglo XVII. Los lugares de elaboración de los productos surgidos de esta Revolución-tales como textiles-. no consumían los excedentes producidos. - Como resultado de la fundición del ierro.carros tirados por bestias. piedra.generalmente . etc. vagones para pasajeros. Entonces fue necesario buscar o abrir nuevos mercados que l o s compraran. se hicieron canales de agua para utilizarlos como alternativa. arena. A principios del siglo XIX. surgieron una serie de inventos y creaciones por esta epoca. a mediados del siglo XVIII. maritimos no eran suficientes ni se daban a vasto. fluviales.

1 Con todo y que el ferrocarril tuvo su desarrollo y arranque inicial en Inglat.el caso más representativo del auge del ferrocarril se dá en la Inglaterra de mediados del siglo XiX.A partir de 1825. Paralelamente al desarrollo de las locomotoras de vapor que permitieron hacer viajes más largos y más rápidos.que.de Portugal a China en el viejo mundo.se iniciará la construcción masiva de lineas férreas en todo el mundo.en las necesidades de tráfico de mercancías pesadas.especialmente de carbÓn.fue en Estados Unidos en donde más se utilizó y aprovechó este nuevo transporte.en Inglaterra. Aún asl.su desarrollo en Ingla - terra en los primeros años de vida de la locomotora.férreas.Estados Unidos tenía 389626 kilÓmetros.Estados Unidos es setenta veces más grande. Se puede decir que hacia 1910. Pues aunque los ferrocarriles tuvieron su orígen como hemos visto. el uso de 10 comotoras impulsadas por electricidad.mientras Inglaterra contaba con 37637 kilÓmetros. Pero como ésta solo 25 .2 Aunque Se debe hacer notar que mientras Inglaterra cuenta con 130363 kilómetros cuadrados de territorio.con la inauguración del Ferrocarril Stockton y Darlington.hacia 1840 proporcionó aproximadamente las dos terceras partes de las ganancias obtenidas pox el uso de este transporte.Bxist€an consolidadas.erra.diversas líneas.recibiÓ un estímulo enorme en e1 tráfico de viajeros. y de Canadá a Chile en América.se - inició durante el Gltimo tercio del siglo XIX. As€ tenemos que para 1910.

se generaba a nivel urbano.~por supuesto México. Latinoameérica. Paralelo al desarrollo del ferrocarri1.el mundo experimentará la consolidación del capitalismo. 1 26 .no fue posible utilizar éstas nuevas locomotoras en grandes distancias. no escaparán a l a fiebre ferrocarrilera (de esos años. Pero si dieron - orígen al transporte masivo de pasajeros: el tranvía.

Lenin en El imperialismo.c_ 2.nunca dinamizaron al máximo la 27 . b)El ferrocarril como un agente real de impulso económico para nuestro país. El ferrocarril en México. c)Las propias condiciones en las que nace y para las que ng ce el ferrocarril en México. Luxemburgo considera además el importante papel - que jugó el ferrocarril como mecanismo de penetración y sometimiento económico en los países que utilizaron las nacig nes imperialistas como fuentes de abastecimiento de rique - zas y materias primas para su propio beneficio.pero con las limitaciones impuestas al ca pitalismo dependiente.fase superior del capitalismo. El presente apartado pretende abordar de manera breve el orígen del ferrocarril eri México y su desarrollo y fortaleci - miento durante el Porfiriato.tomando en consids ración que las innovaciones en el ámbito de la transporta - ciÓn abrevian de manera notable el ciclo de circulación del capital.consideran al ferrocarril como un - instrumento de expansión del capitalismo.en las cuales se fomenta preponderantemente el crecimiento frente al desarrollo.y Luxemburgo en El sistema capitalista.asl como también la importan cia y el peso que tuvo este medio de locomoción para la vida de nuestro país - Para este fin es necesario considerar cuatro enfoques que al mismo tiempo son considerados como aproximaciones mg todológicas en el cuerpo teórico de este capítulo: a)Considerando el enfoque marxista tradiciona1.2.

modernidad en relación con las máximas innovaciones técni - cas y tecnológicas de l a s -naciones desarrolladas.es ampliado y enriquecido en las siguientes líneas. d)La suma de los puntos señalados nos llevan a concluir que el ferrocarrilcomo importante medio de transporte durante el siglo pasado facilit6. Cosí0 Villegas señala que el nacimiento del ferrocarril en México se ve acompañado de la división del país en pequs ñas y deficientes zonas geoeconómicas debido a deficiencias de transportación y a la falta de agilización comercia1.en donde se presen - tan algunos enfoques históricos y económicos que apuntan a sustentar y señalar que el nacimiento del ferrocarril en Mé xica nunca cumplió con "el prometedor progreso económico ng cional" que se auguraba con su implantamiento. el saqueo y la pene - tración imperia1.al tiempo que obstaculizó y limitó los posibles beneficios socia1.facilitÓ las vías de enriquecimiento de una burguesía local nada nac:ionalista y el nacimiento de un Estado que en adelante funcionará como protector y concilia - dor de los destinos de todos los sectores sociales del país.las cuales se vieron afectadas por conflictos. El desarrollo de las ideas arriba expuestas.por un lado.asl como tambien las limitaciones en las que se desenvuelve y los con - flictos que genera. y por otro lado. y con él un cambio radical e inmediato que supuestg 28 .e~para las mayorías nacionales. El año de 1837 - se ve acompañado de deseos de introducir el ferrocarril en México.

por el entonces presidente. Ignacio Comonfort.se reiniciara en serio la construcción de éste primer ferrocarril.para que hacia finales de 1869. y pese a las ilusiones que acompañaban al Ferrocarril Mexicano.ganado.en donde se registran para ambos elementos. fue el 4 de julio de 1857.la invasión francesa de 1862. Causa admiración que l a primera rama agro-comer29 . Para este autor el ferrocarril nace fuertemente ligado a la historia de México. .pulque y mercancías de distinta índole. [un] importante tráfico comercial y aún de vigorizarlo.turbulencia política e incertidumbre.más un mínimo de material francés y belga.el primer síntoma de su limitado y mal funcionamiento fue un estancamiento inicial en el tráfico comercial. Incluso.auges y fracasos paralelos.mente traería como consecuencia la paz social y el progreso económico.impulsa la expansiijn de la red ferroviaria para la - transportación de los franceses. Para esta obra se utilizó primor - dialmente material inglés y norteamericano. 4 Sin embargo. El primer tramo que se inaugura del Ferrocarril Mexica- no. Posteriormente.la creación del Ferrocarril Mexicano respondió a la necesidad de facilitar .Maximiliano propició la creación del Ferrocarril Imperial.Pero se tuvieron que superar muchas discusiones. Este ferrocarril nace para transportar gente. El objetivo primordial del Ferrocarril Mexicano era comunicar al puerto de Veracruz con la ciudad de México.negociaciones in ternas. . de ésta manera.

s.6 Considerando al ferrocarril dentro - ! .aumentando así la tg sa anual y disminuyendo la cantidad de capital que se necesita en circulac. esta línea r.Ortíz HercCin habla del ferrocarril considerando la trlada ferroca - rril-revolución industrial-capitalismo.ya que el crédito con Europa era nulo. Paradojicamente.. En esta conjunción de capitales.Como medio de transpqrte la importancia del ferrocarril radica en su capacidad c?e acelerar la velocidad de rotación del capita1.quien señalaba que la incomunicación era fuente de atraso.ca apenas naciente.capital norteamerica- - no y capital nacional.sobre todo del capital productivo propiamente ta1.como el de todos los I países con vida econÓmi.Pues por la línea llegó mucho material férreo. y este podía desaparecer con la ayuda de capitales extranjeros.cita el ejemplo del norteame ricano Rosecrans.obretodo con los norteamericanos.5 Fue necesaria la conjunción de los diferentes tipos de cap& tal para que el ferroca." Para el caso de los inversionistas extranjeros.el capital nacional era"escaso y tímido.areciÓ las importaciones encaminadas a la ampliación de la red férrea.Zn. Para ampliar el punto teórico introductorio.rri1 fuera una realidad en México.Cosío Villegas ci ta tres fuentes de financiamiento para la construcción del ferrocarril nacional: capital europeo. Respecto a la aportación de capitales.7 cia1 en experimentar cambios notables como consecuencia de la red ferroviariá haya sido la pulquera.

se considera que fue el detonador económico del siglo XIX.legas.De aquí que el reiterado intento por implantar el ferrocarril en México.en El .se haya dado con tan magros resultados. considera que el ferrocarril fue la principal innovación tecnológica de la Revolución industrial.lo cual estimula la 31 - . Algunas de sus hipótesis señalan que el mercado de exportaciones creció más rápi do que el mercado interno durante el porfiriato.se cimenta en la ilegalidad de expro piaciones y acaparamiento de tierras. También introdujo cambios culturales y fortaleció el dominio estatal de zonas más vastas.Ortlz Hernán nos remite a la historia: el México idependiente inicia su vida económi- - ca en desastrosas condiciones. Al igual que C o s í 0 Vil.la unidad nacional ni el progreso económi CO. 7 - John Coatswort. Para el caso de México adscribe el auge ferroviario al porfiriato.De lo que se desprende que los transportes y caminos estaban en pésimas condiciones.en nuestro país la geografía conspira contra la economía.impacto económico de los ferroca rriles en el porfiriato. se conocía la paz.de alguna manera-. y que el impacto económico -y so cia1.107759 c_ de la política econÓmica.que el cap1 - - tal extranjero fue de vital importanciapara el desenvolvi miento del ferrocarril.no. México c g mol'sociedad fluctuante" tuvo escaso progreso económico y di ficultades con el extranjero. En suma.del que recibió por lo menos tres agresiones notables durante el siglo XIX. y pone énfasis en que.

Se estimuló el auge comercial y económico por el fuerte impulso que recibieron las comunicaciones.lo cual implicó la agilización de las herramientas administrativas del Estado. Otro efecto negativo fue la mayor diferen ciación social. Para él. Por ejemplo. tes y el centro político y económico de la repÚblica. fue el ímpetu a la gran concentración de tierras. Destaca que un efecto importante en la vida política y social de nuestro país.8 Para finalizar este punto retomamos el trabajo de Inés Herrera Canales. se tendieron redes hacia la frontera con los 32 . Y señala que aparte de la línea transocéanica ferrocarrilera -que - fortalecióel contacto entre los centros económicos importa. sistema de comunicaciones en nuez tro país.producción agrícola preferencial e influye en el precio de la tierra.. tes del pals-.sino que los esfuerzos políticos estuvi eron encaminados a fortalecer a la burocracia dentro del sector público."La circu1aciÓn:comercio y transporte donde para la autora el fyinal del siglo pasado juntó una s e rie de innovaciones en el.el ferrocarril en México fue uno de los principales agentes del subdesarrollo. En términos económicos no se impulsó propia mente el desarrollo..la población del campo compar - tió poco los beneficios de esta modernización y con frecuez cia padeció por ella. A menudo la Única ventaja que le trajo el ferrocarril fue .brindarle la oportunidad de esca- parse de sus consecuencias en la sociedad rural. Se aceleraron las comunicaciones entre regiones económicas importa.

también al - gunos sectores del comercio interno tuvieron beneficiosfpero a costa del detrimento de otrosfademás de la diferenciación social y del poco beneficio para la mayoría de las clg ses sociales. Pero aparte del fuerte impulso al comercio exterior.con - el fin de fortalecer el comercio exterior con ese país.9 33 .al tiempo que se ubicaban puestos aduanales importantes.c_ Estados Unidos desde los enclaves mineros y agrlcolas.

el ferrocarril será más que una necesidad. Para que esto Último se lo - gre serán necesarios muchos años de trabajo.nhelo de todos los gobernantes de México.c_ 2.después de once años de luchar por su independencia.910.de esfuerzo y de superación de conflictos internos y externos.México se encontraba totalmente quebrado económicamente y no exixtía un proyecto político coherente y viable que le diera al nuevo país la estabilidad que durante muchos años intentará conseguir. lo escaso de su población 34 . la presidencia de la República se rá ocupada por más de 2 0 presidentes.dificulta - des para integrarse política.se promulgarán tres - constituciones y el pals será invadido en varias ocasiones. Desde Anastasio Bustamante que otorgó la primera - concesión para la construcción de una línea de Veracruz a México. hasta Porfirio Díaz.econfiica y socialmente.que consolidó una vasta red ferroviaria hacia 1. México tendrá. Las políticas ferroviarias del porf irlato. en 1837. Se sufre la pérdida de más de la mitad del territorio por la guerra con los Estados Unidos. Pues como es sabido.pues la gran extensión del territorio. Como muestra de la inestabilidad imperante se puede señalar que de 1 8 2 1 a 1 8 5 7 . Pero el país no solo tuvo problemas de tipo humano.un a.pues también las características físicas del territorio nacional fueron un obstaculo para una integración más rápida. A través de casi todo el siglo XIX.3. e imp& dieron el desarrollo de las comunicaciones terrestres.

Pero en la práctica esto fue imposible. construir vías férreas. y fue necesario el empeño de gobiernos.cuando se soltó una fiebre por intentar de nuevo. - se podría iniciar la construcción del ferrocarril.c_ y la conformación orográfica de su suelo. Tales medidas estarían fundamentadas principalmente en la construcción de una red ferroviaria nacional. El primer ferrocarril que se construyó en México fue el Ferrocarril Mexicano.tuvieran comunicación e . Para tal efecto el gobierno 35 .compañlas y empresarios particulares para su construcción. Y fue - después de la inauguracien del Ferrocarril Mexicano. Para su realización e inicio de operaciones tuvieron que transcurrir treinta y seis años(1837-1873). Fueron muchas las dificultades que tuvieron que superar se para que el país pudiera contar con este moderno transpor te. Originalmente se pensó que con el concurso de particulares-pues el errario nacional estaba prácticamente en ceros-. tre si. El gobierno mexicano intentó remediar tal situación e implementó una serie de medidas político-económicas encaminadas a la creación y consolidación de un mercado interno.10 Para desarrollar los proyectos ferrocarrileros se con sideró como punto de part-ida a la ciudad de México.que cubrió la ruta México-Veracruz con 470 kilómetros.pues los concesionarios no tg vieron la capacidad económica para concretar ni siquiera untramo.impedían que los centros de producción y de consumo.

en el resto de la década de 1 8 7 0 .se nombró ministro de fomento al general Vicente Riva l?alacio.11 Será hasta la llegada de Díaz a la presidencia cuendo éste pacifique al país y se garantizen - los capitales extranjeros -sobre todo norteamericanos-. Pero en realidad. y comiencen a verse l o s resultados. 36 - . Pero sus inicios en el aspecto ferrocarrilero serán del todo inciertos y de alguna manera. no fue posible concretar nuevas rutas y lÍneas. solo existían poco m á s de 600 kilómetros de vías férreas. que fluirán a partir de 1880.se construirá.pues no hubo una política clara y definida en cuanto a las obligaciones de :Los concesionarios.cuando se definan éstas políticas.erráticos. Será hasta el porfiriato -en el gobierno de Manuel González-.para iniciar un proyecto -aunque no bien definido-.Estos recibie ron fuertes subvenciones y amplias facilidades del gobierno. ferrocarrilero porfirista. Pues mucho se ha escrito sobre el hecho de que fue Diaz el que propicio la creación del mercado interno de México y su vinculación al - mercado mundia1.quién se enfrentó al problema de la continuación de la construcción de ferrocarriles.en el cuatrie nio 1880-1884.siendo la mayoría de éstos los de la línea Mexico-Veracruz del Ferrocarril Mexicano.al final de la República Restaurada -1877-.me de concesiones a particulares y a empresas.sobre todo a través de la red ferrocarrilera que durante su larga estancia en la presidencia. Durante su primer gobierno. para realizar sus pretensiones. Sin embargo.

los logros en la materia fueron mínimos. Ometusco-Tulancingo.23.13 Entonces..6.~sea. Sin embag go en muchos de l o s casos. Zacatecas-Guadalupe. y por Último. Por lo cual solo pudo realizar pequeños tramos como el del Ferrocarril Tehuacán-Esperanza.96. Al iniciar su gestiÓn.Riva Palacio vió tres SOlUCiOnes para la construcción de vías férreas: el primero era el de administración. 12 - En el primer caso.un total de 226 y medio kms.que sus l o g r o s fueron mínimos.el de contratos celebrados con los gobiernos de los Estados.estaban tan débiles económicamente.las obras se harían di rectamente por el gobierno federal. Puebla -IzÚcar. en donde el gobierno pretendía realizar directamente las obras férreas. México-Cuautla.9.esto de los contratos con los Estados fue una pos& bilidad que se diluyÓ. de 5 1 kilómetros.pues en la práctica. Mérida-Peto.l2..las concesiones y los pocos kilómetros construidos sirvieron de base para las grandes com - panfas concesionarias.6.pues durante la época que le antecedió -la República Restaurada-. de ellas.5: Alvarado-Veracruz. En el caso de los contratos celebrados con los Estados: . San Luis-Tampico.60 kms. O sea.se encontró con el viejo p r o blema d e la falta de fondos.quc a partir de la administración de .. 12 quedaron pendientes sin haber construido un solo kilómetro. y Únicamente las ocho siguientes construyeron algún tramo: Celaya-LeÓn.l4.el ya seguido de concesiones a empresas particulares.8 se dejaron caducar.20 Estados recibieron 28 concesiones durante el cuatrienio 1876-1880. el segundo.

concesiones a empresas particulares.le escribiera confidencialmente: 'Puede usted estar seguro de que si no entran los rieles norteamericanoF en México .el licenciado don Manuel María de Zamacona..ni la opinión pública manifestada en la prensa. En un principio pretendió dejar de lado al capital norteamericano. 38 .pues .pues.. y por el contrario.pues el gobierno recibió una serie de críticas por las concesiones otorgadas. Tres años chicane6 para ganar tiempo y no otorgarlas.Con todo y que Díaz dió un gran número de éstas. ni la opinión parlamentaria simpatizaban con tal pg lítica. Fue necess rio que nuestro representante en Washington. eri ésta primera etapa los resultados fueron muy pocos. 4 La opción que se escogió fue. Pero su presión fue demasiada y Díaz tuvo que ceder. pues de éstos primeros concesionarios.c _ Manuel González. Como es conocido.. La mejor descripción de la presión norteamericana nos la da Bulnes: El general Díaz no favoreció voluntariamente las grandes concesiones ferrocarrileras. entraran las bayonetas' l 4 .Díaz le tenla franca aversión a todo lo que proviniera del lado norteamericano. Pero las cosas se le complicaron. El siguiente paso era el de aceptar los capitales del exterior.por lo que al pasar l a s concesiones al Con greso sufrieron una serie de ataques y dilaciones.iniciarlan una verdadera fiebre de construcción. favorecía todo lo europeo- .ningun0 cumplió sus compromisos. Y los que pretendían penetrar en este rubro eran precisamente los norteamericanos. la de dar.

El temor a permitirle a empresas norteamericanas la constru cción de ferrocarriles en :nuestro país. sería trasladada a México..ni aún norteamericano el Congreso era inexorable contra las concesiones que implicaban con la red ferroviaria de Estados Unidos.ag plias facultades para que fuera é1.que partirla de la ciudad de México. tre las grandes empresas constructoras norteamericanas gene rada en los Estados Unidos. Los diputados se dieron a la tarea de discutir los pros y l o s contras de las concesiones ferrocarrileras a las em - presas norteamericanas. Pero como no se pusieron de acuerdo -pues las diferentes posiciones que se manejaron tenían razón hasta cierto punto-. ce le dieron a l presidente Dlaz. - La oposición parlamentaria no era absoluta ni incondicional..con - las consabidas consecuencias negativas que más de un legislador vaticinó. enlazarla varias ciudades importantes del centro y norte 39 .. tres concesiones a empresas norteamericanas para la - construcción de diferentes vías férreas..quien solucionara el prg blema generado por las concesiones. Para tal efecto se formaron sendas compañías: la de la Compañía del Ferroca - rril Central Mexicano. No rehusaba su aprobación por ser el concesionario extranjero... 1 5 . l 6 El gobierno de Porfirio Díaz aprobó en su primer periodo.no era gratuito. Además era obvio que la competencia e .pues el recuerdo de la guerra sostenida con Estados Unidos estaba aún muy reciente.

las más amplias facilidades.abogado.ipasy se ahorraría varios cien - tos de kilómetros -en relación al Central-. motivó fue la posibilidad de dominar y controlar el mercado mexicano . Desde un principio. la Compañía Constructora Naciona1.lo utilizó favorablemente en provecho de l a Nación. Chihuahua).latifundista y presidente del Congreso en 1907 y 1910.en su acceso a .consideraban que debían recibir garantías y sobre todo.Sonora. y la Compañía del Ferrocarril de Sonora. Pero las cosas no se dieron tan sencillas.17 Estas concesiones-sobre todo las dos primera-.lo que más 1 0 s .que el voto de confianza que se le confiriÓ. con l a frontera de los - Estados Unidos. nos ilustra al respecto: 40 .pero su enlace sería a través de Nuevo Laredo.partirla de la ciudad de México. frontera con los Estados Unidos en un puntoconocido como Paso del Norte(hoy Ciudad Juárez. la frontera.tuvieron gran éxito.las compañías concesionarias norte - americanas fueron presa de augurios negativos en cuanto a la factibilidad y explotación de las líneas que tenderían. Sin embargo.que al igual que la anterior. a través de Nogales.que hasta ese momento había sido dominado por Eiiropa.Tamaul.pues si los inversionista norteamericanos pensaban que arriegaban su cg pita1 en México.que uniría a l Pacífico -via Guaymas-.c_ del país y concluiría en la. Pablo Macedo.de tal forma que Díaz pudo exponer orgullosamente ante l a Cámara.correría en forma paralela a la del Centra1.

al cual se le pagaron $ 9 5 0 0 .para lo cual me permito citar una larga circular.107759 c_ .sino que se les dió la libertad casi absoluta para la importación de su material fijo y rodante. nos dan los costos de cada uno de los ferrocarriles de México.las compañías concesionarias fueron auxiliadas por la nación con importantísimas franquicias..se les permitió la ocupación gratuita de los terrenos de propiedad nacional y de l o s materiales de construcción que en ellos hub& era y se les eximi6 de impuestos de toda clase du rante largos períolcios.la nación se obligó a pagar a las compañías un subsidio pecuniario por cada kilómetro de vía construida. Finalmente.Coatsworth y Ortíz Hernán en los trabajos cita - dos. 1 8 Los subsidios más altos fueron en este caso. No solo gozaron del derecho de expropiación por causa de utilidad públi ca para el establecimiento de su vía y para el uso de sus estaciones y depÓsitos.que dentro de pocos meses le habrán puesto en íntima conexión con los Estados Unidos de Norte 41 Ame . Por Último.quisiera señalar la importancia que se le - dió al hecho de contar con una red ferroviaria. 0 0 por kilómetro construido. para el Ferrocarril Centra1..que mento les envió la Secretaría de Fg a las principales casas comerciales e in - dustriales del país: " El desnvolvimiento rápido de los elementos naturales de México desde que la paz le ha permitido ocuparse de sus vitales intereses.exceg ciones y subsidios pecuniarios...viene coincidiendo con la apertura de nue - vas vías de tráfico.

rica. formas en que el gobierno. ''19 La circular concluye señalando cuales son los productos que a la Secretaría le interesa que se cultiven para su COG secuente exportación al vecino país del norte.nuevo giro a sus transacciones.acentuÓ más la dependencia del exterior-sobre todo de Estados Unidos-.no podemos decir que se haya dado un desarrollo nacional.ntereses de tráfico reclproco. En breve tiempo. y tuvo que responder más a las exigencias externas que a las internas. Las casas que han hecho sus negocios principales como impor tadores.deben en la actualidad dedicar una gran parte de - esos esfuerzos y de sus recursos a la exportación de los frutos nacionales. En estas condiciones. ya sea federal o estata1.lejos de responder a las ilusiones de desarrollo nacional que lo acompañaron desde su nacimient0.y quizá leyes de mutua conveniencia vengan a favorecerlo.uno de los cuales brinda al otro sus materias primas y frutos tropicales en cambio de las manufacturas que recibe. 42 .resultado de la vecindad de dos pue - blos.tiene que mirar a sus intereses dando .puede incidir para que éste tipo de producción se pueda incrementar. Para concluir vale la pena señalar que el ferrocarril mexicano. También s o l i cita que se le señalen las. Aunque si se diÓ un crecimiento econÓmico.el contactcl íntimo entre las dos naciones habrá de despertar serios i. el comercio de nuestro litoral en ambos mares.

p.Ibid.En este sentido."La circulaciÓn(comercio y trans portes en México entre los afios 1880-1910) en México en el siglo XIX (1821-1910. ]o realizado para ver el caso inglés durante 1830-1914. Great Britain. p.Ver cuadro número I 2.lo cual creó un mercado interno fuerte.K. 1834-1914. 9.es conveniente hacer una compaUn trabg ración con los ferrocarriles de Inglaterra.Derry.además ocupó el lugar central de cualquier organización financiera del siglo XIX.Sergio. Danie.Railways and the British Economy.2... 7... p. Desde 1750 hasta 1900.a Moderna de México..1.Coslo Villegas. 8. El ferrocarril inglés.Ibid p. p.R.Williams. p.11 y s s .713.NOTAS DEL CAPITULO 11.. El impacto económico de los ferrocarriles en el porfiriato. y Trevor 1.The MacMillan Press LTD.La vida económica.Coatswort. Su construcción en Inglaterra demandó un gran número de especialistaSral tiempo que se enlazó con la industria acerera.437 y ss.Herrera Canales. 5.Vol. 1.Ortlz Hernán..T.Studies in Economic and Social History.Revista Latinoamericana de Historia de las Ciencias y la Tecnología. es el de Gourvich. 6 0 .La Re pública Restaurada.T.60 y ss. Este autor par te de considerar al ferrocarril como una importante adi adición a la estructura industrial. Tomo I."La innovación ferroviaria en el ME xico del siglo XIX".el ferrocarril fue la primera empresa a gran escala en la Gran Bretaña del siglo XIX. 560. 662.con el solo proposito de abastecer - 43 . en Quipu.Ver cuadro número I1 3... p.John.Histori. Para conocer un poco los alcances y limitaciones de los ferrocarriles mexicanos.Historia de la tecnolo gla.l980.No 1. 6.Inés. - 4.

15. Bulnes.Analiza. a cada uno de los concesionarios que intervienen en éste ferrocarril. 12. 18. Calderón dá una amplia y pormenorizada relación de las discusiones en la Cámara.cit. .No 2091.cit. op. p. pp.El Poxfiriato. Ibid.ya que sus beneficios fue ron captados por un sector social más amplio. Ibid.N.l.México. 11. En sus orí genes el ferrocarril inglés no fue notoriamente impor tante sino hasta mediados del siglo XIX.También estimuló la demanda de otros-productos: carbÓn.505-512. La evolución mercantll.Comunicacionec y obras públicas..500.(ColecciÓ Sepsetentas.504. Macedo.Francisco R. Francisco. PP. p. 14.204-205. ps.l975. pp.Daniel. La hacienda pÚblica. Nos documenta detalladamente la construcción de este ferrocarri1. CalderÓn.John.987. 220.614 y 696."Los ferrocarriles".Pablo. El autor hace un estudio completísimo so bre esta 1ínea. Calderón.productos es pecializados y materiales para construcción.488 13.Francisco R. Un punto cen tral e s que a nivel público jugó un papel diferente al que se jugó en nuestro país.F.&a construcción del Ferrocarril Me xicano(1837-1880).Tres monografías que dan idea de una parte de la evolución económica de México.en Historia Mo derna de México.La vida económica. 16.lo mismo que las vi sicitudes que se tuvieron que superar para su conclusión. SEP. Gresham Chapman.Una visión social y eco nÓmica. Coslo Villegas.materiales destinados ii los ferrocarriles.503-504..Los ferrocarriles de México.op. p. p. 17. 10. México.M. Ibid. Sergio Ortlz Her nán.El ferrocg rril inglés cubrióuna serie de aspectos sociales que no se cubrieron en México. =verdadero Día2 y la Revolución.

SecciÓn 4a.Secretaría de Estado y del Despacho de Fomento. 45 - . Decretos y Re glamentoc.19.Colonización y Comercio de I-a República Mexicana.. Archivo General de la Nación. Circular del día 15 de agosto de 1883.

hizo los trámites con el gobierno mexicano para recibir la concesión que le permitirla enlazar a la 46 . muchas - zonas tradicionales del pals quedaron fuera de los benefi-cios de las vías férreas.111.1. Influencia del ferrocarril en la conformación de la Comarca Lagunera. el Ferrocarril Coahuila y Pacífico y el Fg rrocarril Lerdo-Torreón. y por el contrario. 3. el Ferrocarril Internacional Mexicano. ayudaron a que el régimen se consolidara política y económicamente. El ferrocarril en la Comarca Lagunera. pues al término del periodo aludido. nuevas zonas gozaron del paso del ferrocarril.zaban: el Ferrocarril Central Mexi cano. por lo menos cinco líneas importantes la cru. l i i Compañía Limitada del Ferrocarril Central Mexicano. además de un gran número de kilómg tros que unían a muchas empresas locales con alguna o con - varias de las líneas citadas. A partir de 1880. Al término del Porfiriato. las vias férreas que cruzaban el pals pasaban de veinte mil kilómetros. Una de las regiones beneficiadas fue la Comarca Lagune ra. Estos contri buyeron a la consolidación de un marcado nacional durante este periodo y paralelamente. Como las políticas de concesiones para la construcción de ferrocarriles fueron rlealizadas sin planeación. el Ferrocarril Lerdo-San Pedro.

aumentó y disminuyeron los altos costos en los fletes. pues para fines de 1 8 8 2 . ¿ que fue lo que hizo que la Compañía desvig ra su trazo en más de 2 5 0 kiloómetros. y con una población y una -- actividad económica varias veces mayor que la de la Comarca Lagunera en ese momento. el auge algodonero - -- que se estaba dando en la zona. la empresa del Cen-tral. su producto principal: el algodón. Era Durango una ciudad de orígen colonial. Grac. no tenía contemplado su paso por la región. 47 . Entonces. Monterrey e incluso de la ciu-dad de México.ciudad de México con la frontera norte. con más de tres siglos de fundada ( 1 5 6 3 ) . Capitales de Saltillo. con el fin de sacar al mercado nacional e internacional. 2 5 0 kilómg tros más al poniente de la Laguna. comenzaron a fluir a la región.__I--- --- - -- 1 . Su línea principal atravesó la tierras laguneras en 1 8 8 3 e integró la región al mercado nacional. 1 Pero el paso de éste ferrocarril por la comarca no fue tan sencillo. para contribuir con su aportación.ias a esto. pasando por un lugar aparentemente menos benéfiico ? Quizá una de las causas haya sido el hecho que algunos de los hacendados’ de la región cedieron pródigamente vastos terrenos para el paso del fe-rrocarril. a aumentar los recursos en el culti vo del algodón y en la industria textil. Su trazo original contemplaba tocar la ciudad de Durango.

Una vez que el fe- rrocarril pasó. pues los costos se abaratarían si el tendido de las vías atravesaba tierras llanas -que son las que existen en la región- . Esta Estación estaba en los terrenos de Santiago Lavín. solicitó permiso ai gobierno de Durango. quién permitió que el tren pasara por sus tierras. Fue así como en septiembre de 1883 las vías del Cen--tral atravesaron por ron las estaciones la región lagunera. Hasta 1888. mandó a lotificar en manzanas -- trazadas paralelamente a las vías del tren.Pero lo que fue determinante para el cambio del trazo se debió al estudio que los-ingenieros del Central realiza- - ron por tierras laguneras. en donde se hicie- de Jiniulco. el ferrocarril se detenía para bajar y subir carga y pasaje. -- a si pasaba por la sie- rra que circunda a Durango. un hacendado español avecindado en la comarca. las estaciones de Jimulco y Lerdo eran más importantes que la de Torreón. Torreón y Lerdo. pues ésta era una simple estación de bandera. -- para formar una población. En - corto tiempo esta población pasó a desplazar a la de Lerdo. -- Les puso un precio de cien pesos por manzana y solicitó y obtuvo que a la población se le llamara "Francisco GÓmez Palacio". en cambio. . que contrL buirían a comunicar a la región con el resto del país. o sea que el tren se detenía solo cuando el jefe de estación le hacía la parada con una bandera roja? En la Estación Lerdo.

- Pero el hecho que transformó radicalmente a la zona fue la llegada del Ferrocarril Internacional Mexicano. así como molinos de harina y la planta productora de nergía eléctrica.... . además de ser un emporio agrícola e industrial disfrutaba uno de los mejores servicios municipales en todo el país. y propició uno de los fenómenos de crecimiento urbano más grandes del porfi riato: Torreón..5 - . y varias fábricas de hilados y tejidos de algodón y de lana. los talleres de reparación de equipo de los Ferrocarriles. Coahuila.. para 1910. - Atravesó las vías del Ferrocarril Central Mexicano en su ruta hacia Durango y Mazatlán. . 1 8 8 8 . esta Compañía ciÓn - - - En la primera en construir sin subven-- llegó procedente de Piedras Negras. Entonces.. Al respecto. en 1910 alcanzó a 16000... a la Comarca Lagunera. y ambas naci'eron con el auge ferroviario En 1900 el municipio de Torreón. 4 . se había dado toda una transformación urbana en la Comarca Lagunera.7 En el año de 1 8 8 4 se estableció en sus cercanías la Estación del Ferrocarril Central y posteriormente partió de ella la vía que va a Monterrey. tanto relativo como absoluto. González Navarro nos señala: Torreón y GÓmez Palacio fueron dos ciudades que pronto tuvieron importancia por el incremento de su población. pues en 1900 tenía ya 7 6 8 0 habitantes. lo que le diÓ una gran importancia comercial y un rápido crecimiento. Gran parte de su desarro 110 se debe a las industrias que se establecieron en ella... 49 Surgieron Gómez Palacio .

y Torreón asumió el papel de ciudad principal y capital regional. el Ferrocarril Internacional Mexicano atravesará la línea ante--rior. y Torreón es uno de los ejemplos más claros de progreso debido a la influencia del ferroca--rril. el boom agrícola de la Lg guna requería un centro urbano regional bien comunicado. Podemos concluir que la Comarca Lagunera es hija del -- ferrocarril y del algodón. - . y cinco años después ( 1 8 8 8 1 . Pues sabemos que para 1880.bn.y Torreón. Necesidad que se vió favorecida por el paso del Ferrocarril Central por sus tie-rras. Los Ferrocarriles transformaron a Torreón en un nudo es - tratégico en materia de transporte y lo convirtieron en una de las ciudades mejor comunicadas del pals. originando que surgiera Torreón como el principal centro ferrocarrilero del país en el porfiriato. En los siguientes aprtados se estudiará a cada una de - las líneas que atravesaron la región lagunera y el grado de incidencia que cada una tuvo para la transformación de la zona. en el año de 1883. como centros reguladores de todas las actividades que se generaban en la regi. que diera salida a la producción regional.

pudiendo también establecer ramales de San Luis Potosí a Nuevo Laredo y de Guadalajara a la Costa del Pacífico . Aguas Calientes y Zacatecas.6 En tal reunión Fernández le comunicó aCamacho que el gobierno estaba dispuesto a conceder el traspaso siempre y cuando se hicieran algunas modificacionesa los trazos originales. representante del gobierno. y el señor Sebas-tian Camacho. --- cuando el 3 de abril de ese año. en representación de Robert R..El Ferrocarril Central que. Massachusts..2 El Ferrocarril Central Mexicano La historia de este ferrocarril se inicia en 1 8 8 0 .. La Compañía queda autorizada para prolongar su v í a troncal hasta las ciudades de Chihuahua y Paso del Norte. Manuel Fernández .107159 c _ 3.7 Camacho argumentó que como las modificaciones a la con- cesión original serían objeto de revisión y retraso en la 51 - . que se formó con accionistas norteamericanos en Bos-ton. eran Tales modificaciones -- : . partiendo de esta Capital debe extenderse hasta la Ciudad de León se pro longará hasta la de Durango. se reunieron en la Secreta ría de Fomento. con obligación de establecer ramales a las ciudades de Guadz lajara y San Luis Potosí. pasando por las ciuda-des de Lagos. - El motivo de la reunión fue para que a dicha compañía le fuera transferida la concesión de la línea de ferrocarril de México a LeÓn. oficial de la misma de-- dependencia.. Symon y demás socios de la Compañía Limitada del Ferrocarril Central Mexi cano.

Sin embargo se siguió contemplando como una posibilidad. El 30 de abril. se le autoriza mediante contrato al Ferrocarril Central. Se nombró como --- tesorero al accionista S. O O cada una. --- como garantía para construir la línea del ferro carril del centro de la república a la frontera norte: dicha cantidad -conforme a la ley - les sería reintegrada en Bonos de primera hipoteca una vez concluidos los primeros cien kilómetros del citado ferrocarril. W. 9 Finalmente. la Compañía Limitada del Ferrocarril Central Mexicano presento una lista con 257 accionistas.8 Un mes después de la primera reunión.00. lomejor era que se le traspasara en los términos originales y que se-comprometía a que en otro momen to se aceptarían las modificaciones que se creyeran pertinen tes. Se aceptó la propuesta de Camacho y la ciudad de Durango - objeto de la propuesta de modificación del trazo - que- dó fuera de todo compromiso legal en los trazos del Central. Sebastian Camacho en representación de Roberto R. señalando la parte que el correspondía a cada uno. I - . la construcción de 52 -_ . Se aportó un capital inicial de $5.Cámara de Diputados. dividido en acciones de $ l O O . avisa a la Secretaría de Fomento I que se depositaron en el Monte de Piedad.00.500. Reynolds. la cantidad de $150. el 8 de septiembre de 1 8 8 0 .000.397. Syman y socios.

explotación - 53 .- 111. Guanajuato y Silao. que sean necesarios para l a construcción. ligando la ciudad de Guadalajara. almacens y otros edificios. De la misma manera podrá tomar la Compañfa. entre otras cosas le conce - dieron el derecho de vía de una anchura de 70 metros en toda la extensión. ligando las ciudades de Querétaro.- 11. Se le dieron la más amplias facilidades para que constru yera su ferrocarril. se entregarán a l a Compañía sin retribución alguna y en propiedad perpetua. a otro punto sobre la costa del Pacífico. De León a Paso del Norte. ligando las ciudades de Aguascalientes. Irapuato.varias líneas férreas: I. con las siguientes especificaciones: Los terrenos de propiedad nacional que ocupare la línea en l a extensión fijada y los terrenos necesarios para estaciones.- De México a la Ciudad de León. Zacatecas y Chichuahua. Por ejemplo. en el Estado de Guamajuato. Celaya.1 0 En el contrato respectivo se especificaba que la línea - de México a Paso del Norte! debla quedar concluida en un plazo de diez años. si fueren propiedad de la Nación. depósi-tos de agua y demás accesorios indispensables del camino y sus dependencias . de los te rresnos nacionales. Salamanca. - -- Del punto que se juzgue más conveniente de la línea de México a León o de la línea a que se re fiere la fracción anterior. los materiales de toda especie.

en el contrato se estipuló -- que : Para auxiliar la construcción de las líneas del fercarril y telégrafo el gobierno se compromete a -dar a laCompañía o Compañías una subvención de -----$ 9 5 0 0 . La Compañía podra tomar conforme-a las leyes de expropiación por causa de utilidad pública. - Asimismo. mármol y demás minerales que se en--- cuentren en las excavaciones de las vías. Con todas estas prerrogativas... 0 0 por cada kilómetro de vía construida y aprs bada por la Secretaría de Fomento. l o s terrenos y materiales de construcción de propiedad particular necesarios para el establecimineto.ulo2 5 del contrato relativo. en el artíc. reparación de la vía y sus de-pendencias.y repación del camino y sus dependencias. según los términos de esta ley. el 1 5 de septiembre de 1880 y dividid los trabajos en cuatro frentes. sean de la empresa.. 1 2 . Pero por si esto era poco. estaciones y demás accesorios.11 -metales. Esta subvención comenzará a pagarse al concluirse los primeros 1 2 5 kilómetros de la línea de México a León y sucesivamente por secciones de 2 5 kilómetros en esa y en las otras líneas. 54 -- Para 1881 ya es- .. Nunca antes se había visto trabajar y construir con tal celeridad y precisión una vía férrea. sal. se contempla que los productos del subsuelo tales cmo carbón de piedra. la empresa inició l o s - trabajos de construcción de la línea troncal.

lo mismo que adquirió en compra o traspaso. y auguraba que para marzo de 1 8 8 3 estarían concluídos 5 0 0 kilómetros. La empresa del Central se hizo de un gran prestigio y - se le concedieron más concesiones. Para el 31 de dicimebre de 1 8 8 2 . En estos tenla 1 5 8 0 . Ja-lisco. otras líneas. y se cnstruyeron 1 . el superintendente general reportaba que para fines de ese año se tendrían 3 3 6 . 7 5 1 kilómetros. Querétaro y para 1 8 8 2 . Se construyó en una tercera parte del tiempo concedido por - el gobierno. Además adquirió 1 5 0 5 kilóme- tros de nueve líneas que compró en traspasos. Texas. 5 kilómetros diarios en promedio. que sumados a .taba terminado el tramo de la ciudad de México a San Juan - del Río. el Central con - taba con nueve ramales importantes de concesiones diferentes a la primera.1 3 Para marzo de 1 8 8 4 . ya estaba hasta Lagos. y ya había - trenes en operación. Mientras tanto. Para 1906. los trabajos se -- iniciaron en 1 8 8 1 y para fines del siguiente año ya estabanunidos Paso del Norte y la ciudad de Chihuahua. 5 kilómetros terminados al sur del Paso. en la sección norte. suman 3550 kilómetros. que agre- gados a los 1 9 7 0 kilómetros de su vía troncal México-Ciudad Juárez. la línea principal estaba totalmente terminada.l 4 con 1 9 7 0 kilómetros en su línea troncal.

pues como ya se trató en líneas anteriores. señor Eppen. se convirtió - en uno de los benefactores más importantes de la región. considerara el paso por la zona: Don Andrés Eppen. y don Santiago Lavín. administrador de la Casa Rapp Sommer y Compañía. se presentó per- -- sonalmente ante la empresa constructora y solicitó que se hiciera un estudio para que se contemplara el paso de la . que administraba las tierras de San Lorenzo de la Laguna. dan un total de 5 0 5 5 kilómetros. mexicano de orlgen alemán. se pudo integrar la región al -- área de influencia de este ferrocarril.c_ - los 3 5 5 0 . dueño de la Hacienda de Santa Eosa en el lado durangueño de la Lg giina. el trazo original no contemplaba esa región. Contribuyó con sus conocimientos de administración y planeg ción a intensificar los cultivos de la zona y sobre todo dió la pauta para que naciera y floreciera Torreón. Dos personajes fueron fundamentales para que la empresa del Central. -- A l sa- ber que se estaba construyendo un ferrocarril que uniría a la ciudad de México con la frontera norte. in--- - cluído el Rancho del Torreón. equivalentes a cerca de la tercera parte de los ferrocarriles de la RepÚ-blica. El. l 5 E l paso del Ferrocarril Central fue un poco accidenta- - do y fortuito. Gracias a los - cambios que hizo el Central en el trazo de la vía troncal en su ruta hacia el norte.

Cuando la empresa decidió que su ferrocarril pasaría -- por la región. pues hasta el 3 1 de - octubre de 1882 se habían avanzado 4 0 0 kilómetros de l a 14-nea de Paso del Norte hacia el sur. San Miguel. - ..c_ línea por la región. De estos puntos partieron a otras dos secciones. y la otra a Mapi-mí. Diirango. cuyo reconocimientos se extendieron rumbo a Nazas y Río de Aguanaral. Cuencamé. Huejuquilla. - [se hizo] un reconocimiento desde la ciudad de Chihuahua hasta Zacatecas. San Pedro del Gallo. Fresnillo y Zacatecas. pasando por Santa Rosalía. lo mismo que el material que ocupara sería tornado gratuitamente de la zona del trazo.17 Durante noviembre y diciembre de ese año : . Pero lo que convenciij a la empresa fue el estudio que sus ingenieros hicieron por la región.. Eppem le dió las más amplias facilidades para que su paso fuera lo más expédito y accesible posible.. Parral I . se dirigieron una a San Pedro del Gallo [Durango ? ] .. Am- bas partes firmaron un contrato de mutuo acuerdo. Mapimí. regresando por Río Grande. Se habían hecho traba-- ]os de terracería de Chihuahua hasta los límites con el Es-- tad0 de Durango. se destinaron dos secciones d ingenieros que partiéndo de Huejuquilla [Chihuahua]. Villa Lerdo.16 En este se contemplaba que la empresa ocuparía todo el terreno que necesitara. Las Nieves.

iban apareciendo y avanzando los carros y trenes de la caravana de materiales. negros en su mayoría y técnicos. ya por estas tierras Del Torreón.c_ y Santa Rosalía. Paradojicamente. y para el -enojo de los habitantes de la ciudad de Durango. pronto. aplanando y tirando durmientes y rieles para el magnífico y nunca visto tendido de vlas. dirigidas todas por norteamericanos. aparecieron . Por lo pro2 La narración de - los trabajos de construcción se la dejamos al Dr. que por lo Inmediatamente se iniciaron los trabajos en la región. dificultaría la construcción y elevaría los costos. sería desde Torreón. quienes vanían a toda prisa de2 montando el terreno.. - Conforme las laboriosas cuadrillas. 18 Evidentemente.. Manuel Terán Lira. que venían deslindando.. lo alcanzaba. en 1 8 9 2 . rellenando con piedras y aterrando. cronista popular: de la ciudad de Torreón: . para ir -- . iban tendiendo los rieles. lo cual. apisonando. se quedaba sin este medio de comunicación. para regocijo de la mayoría de los propietarios. ingenieros. to. emparejando. con todo un ejército de cuadrillas. las pintorescas cuadrillas de trabajadores. de donde llegaría el ferrocarril a la ciudad de Durango. el 23 de septiembre. .... el estudio determinó eliminar del trazo a la ciudad de Durango. to pógrafos y ayudantes. por encontrarse enclarada en la Sierra Madre Occidental. la Comarca Lagunera si. deslindando.

.. - 59 . Chihuahua a Villa Lerdo. El primer tren de prueba que re- corrió toda la línea salió de la ciudad de México el 22 de - marzo de 1 8 8 4 . pequeños montones de piedras arrojados al pie de cad pilote..l 9 El 1 1 de septiembre . Zacatecas. el inspector oficial participó que habían quedado unidas las secciones -- norte y sur. cerca - de la presa del Torreón. Lo hizo por el estrecho de CalaBazas. en la mañana. por donde iban acostando los durmientes..c_ tirando plomadas.. desde -ese día. . cordones y niveles. contado desde la ciudad de México en un punto cerca - no a Fresnillo.. que cubría una distancia de 232 kilómetros 20 Seis meses después. Y ha ido a colocarlo a . la caravana fue desapareciendo y ante el asombro de las gentes.. habiéndose clavadoel Último riel en el kilóme-tro 764. el Central tuvo que atravesar el Río Nazas. y sin otra cimentación que un. se terminó el tramo del Ferrocarril Cen-- tral Mexicano de Jiménez. los trenes o las sorprendentes máqui-nas del ferrocarril. Durango.. mientras que ahí ya venían con los tramos de rieles. 2 1 A su paso por la comarca. por la tarde o por la noche. mediante un puente de .. el 8 de marzo de 1 8 8 4 .. Ya instaladas por aquí las vías. ya pasaban .1 8 días después de firmado el coc trato con Eppen -. apoyado sobre estacas de madera semejantes a postes telefóicos . ligero atierre de sus puntas. apenas defendidos con. 300 metros de largo.

. Don Santiago Lavín. con su filtración -constante en los pies de las estacas. pero de compraventa del terreno por donde pasaría el ferrocarril y en el cual se haría una estación para sacar la producción. - Por el .que el ferrocarril pasara por la región. fuera puesto el puente definitivo sobre el río Nazas. se construyó un puente de hierro y acero en forma definitiva. de tal forma que el 8 de octubre de 1885. a condición de que antes de la estación de lluvias de 1 8 8 4 . Ese mismo año. Esa contingencia ya había sido predecida por la Secreta ría de Fomento. de inmediato.- metros de distancia de la gran masa de piedra -forma la presa del Torreón : es decir en el lumás a propósito para que las aguas que forman -charcas de la misma. menos sólida y 22 más dificultosa su conservación . y esperó que fuera absoluta-mente necesaria la construcción de un nuevo puente. local Lavín -I - sobre todo la de las propiedades de recibir mercancias y llevar y traer pasaje. Sin embargo la empresa del Central actuó con ne- gligencia en la recomendación. desbordándose el agua hacia la hacienda del Coyote y destruyó parte de sus sembradlos. e incluso supeditó la explotación provicio-nal de ese tramo.. El otro personaje que contribuyó a. el puente estaba hecho de madera y mal cimentado. hagan. una -- fuerte crecida del río destruyó parcialmente el puente y lesionó a la pres:del Torreón. también firmó un - contrato. Y efectivamente.

. a modo de ejemplo.. y en sus cercanías. Shervart. se - -- formara una población. y 277 396. se vieron resultados y beneficios del ferrocarril en la comarca. se construyó la Estación Lerdo. Lavín solicitó que en sus terrenos.CaI veinte centavos l a c primeras y medio centavo las se-gundas dan la suma de 1 5 0 5 6 pesos 5 0 centavos precio 23 total del terreno vendido . consta -- que el señor Santiago Lavín vende a la Compañía del Ferrocarril Central Mexicano una Faja de tierra de 36 varas de ancho por toda l a longitud que lleva la vía férrea en los terrenos de la Hacienda de Noé. 24 Inmediatamente. En este terreno - como ya se señaló - . presentamos los datos de las mercancías registradas en ese año : Carga en Lerdo Llegó Café Azúcar Salió : 68980 k g s . Aquí nació la ciudad de GÓmez Palacio. Varios 12890 i ( . en el mismo año de 1884. En el con - trato: . 142870 " : Madera 28300 k g s . En seguida. y que constan de 9 6 0 872 cuarenta centavos de vg ras cuadradas de las cuales son de terreno cultivado 683 476 veinte centavos vara cuadradas. misma que lotificó - en manzanas qie comenzó a vender a cien pesos cada una..Central firmó su representante James P..

kgs. Sommer y Cía. no todo marchó sobre ruedas en la relación de la Compañía Limitada del Ferrocarril Central Mexicano y los hacendados de la Comarca Lagunera.Pulque 220 Varios 103500 I' Trigo 23 mulas 22250 I' Harina 221 50000 I' puercos 1040 cueros kgs. contemplaba la construcción 25 1 1 . kgs. $ 1224. Frutas y vegetales Cocoa ? ? 10910 Lana 202780 Maíz ? Algodón Carga hacia el. I' 'I Ganancias kgs.sur 1 479 1 8 0 6 5 3 420 42980 I' 2840 I' 63530 " 3230 'I 140570 Frijol Tabaco Carga hacia el norte kgs.87.. - Pues el contrato ce- lebrado con Rapp.50 Carga en Torreón Llegó Salió : Leña 860 Maíz 350 Harina 950 Frijol 250 kgs. I' : Piedra 10000 Lime 13150 Varios 12870 Mercancías 69180 I' Carga hacia el norte Carga hacia el sur T o t a l 3 8 280 104 060 1 4 2 340 kgs. 37440 'I 80700 I' T o t a l Ganancias 2 132 600 $ 49625. Sin embargo.

pero -- como a ambas partes les interesaba llegar a un convenio farable. cambios de vía y -una estación en toda forma en el tiempo y en la manera que mejor convenga a los intereses del Central que dando modificado en este sentido el contrato de veinticuatro de Agosto de mil ochocientos ochenta y tres que por su claúsula segunda imponía a esta Compañía la obligación de construir una estación en el lugar que de mutuo acuerdo designaron las dos Compañías coz 27 tratantes.de una estación en forma. no una caseta de madera que fungía como estación de bandera. Sommer y Cía. Sommer y Cía. El Central le pagó a Rapp. en la Estación Torreón. acordaron: La Compañía del Ferrocarril Central podrá hacer uso del terreno cediofrente al cruzamiento con el Interna clonal para establecer almacenes. entabló una demanda en contra de la empresa por incumplimiento de contrato y solicitó ' indemnización o el pago por la estación que hasta ese momento el Central no habla hecho..2 8 63 - .. 26 El juicio se prolongó hasta principios de 1888. mil doscien-tos pesos por la cesión total del terreno para la construc-ciÓn de la citada estación y el asunto de la demanda quedó finalizado. La cas Rapp.

adquirió por compra el Ferrocarril Coahuila y Pacífico (véase infra) que conectaba a Torreón con Saltillo..31 . en 1 9 0 6 . el Central recibió el inesperg do regalo de quedar comunicádo con Piedras Negras cuando el Ferrocarril Internacional Mexicano hizo avanzar sus vías -- hasta empalmarlas con las de aquella empresa en una ranchería llamada El Pues esto le permitiría al Cen- tral competir más ventajosamente en contra de su competidor el Nacional. aproximadamente. convirtieron'a Torreón en un importante nudo ferroviario y centro urbano regulador de la - región. Pues este llegaba a la frontera norte con 6 1 9 kilómetros menos. De tal forma que ase--- gurÓ la conexión directa entre Tampico y la parte norte a la que tenía acceso. Posteriormente.. se redujeron hasta en un 80%. Lo cual le permitfa un contacto más rá-- Ambas empresas firmaron un contrato para intercambio de carga.En marzo de 1 8 8 8 - I' . el Central se apresuró a construir un ramal entre San Pedro de las Colonias (véase. Los fletes. infra) y Monterrey. pido. el cual inauguró a principios de 1 9 0 4 . que para 1880 aumentaban los costos de los productos. Cuando el Nacional compró al Internacional en 1 9 0 3 .30 Tantas líneas que cruzaban a l a región lagunera le permitieron tener una excelente comunicación con gran parte de la república y sobre todo.

32 I . Esto daría orí- gen a los Ferrocarriles Nacionales de Mexico. y a través de una serie de operaciones financieras. De tal forma que para fines del porfiriato. El Nacional haría lo propio con más de 2000 kilóme--- tros. antes de - la consolidación nacional ferrocarrilera. Golfo . Pero también el gobierno mexicano se in- teresó. logró consolidar en 1908. Esto propició que los grandes inversores -- norteamericanos intentaran consolidar a su favor. el Central contaba con más de 5000 kilómetros entre líneas propias y compra das. las dos empresas. lo mismo que con el - sas. siguiendo rutas paralelas. Esta feroz competencia llevó a las empresas al borde de la quiebra. los ferrocarriles citados.c_ A partir de las concesiones otorgadas al Central y al Nacional se suscitará una gran rivalidad entre ambas empreLas dos conectarían la frontera norte con la ciudad - de México.

Frisbie solicitó el contrato sin pago alguno de subvención.. autorización para la construc-ción de una línea de ferrocarril sin subvención. Fris - bie había intentado conseguirla y se la negaron. y esta : . que recargara aún más la hacienda pública. Esta concesión vención - - a diferencia de que no recibirla sub- contemplaba prácticamente. Juan B.. cil.c_ 3.. las mismas condiciones que para las del Ferrocarril Central Mexicano. ya bastante comprometida por el pa go de subsidios a los grandes sistemas ferroviarios del Central y el Nacional. el Golfo de México y el Oceano Pacífico. un contrato por el cual se le concedió a la Compañla Constructora Internacional. entre la ciudad de México y la Frontera del norte.. Se autoriza a la Compañía denominada "Internatio- 66 - .. En 1881 - insistió en la Secretaría de Fomento. Dicha concesión no recibiría sub- Pero para obtener la-concesión no habla sido fá-- Desde la primera administración de DPaz. vención. el presidente Manuel González - autorizó a la Secretaría de Fomento a través de su oficial mayor. En el a r t í c u l o primero del contrato relativo se conteg plaba : . En vista de estas cir-cunstancias. se muestra renuente a contratar otra línea ferviaria de gran envergadura.. en efectivo o en especie 33 .3 El Ferrocarril Internacional Mexicano El 7 de junio de 1881.

3 5 Para finales de 1884. Pues estos comenzaron en no- viembre de 1 8 8 2 . Esta Compañía Constructora Internacional solo duró constituída hasta mediados de 1 8 8 3 . y también otra línea hasta el mar Pacífico. el Internacional tenía construidos cerca de 300 kilómetros. pudiendo construir otra línea desde un punto conveniente de la línea principal hasta algún punto situado en la costa del Golgo de México. y mientras se organizaba -- bien la Constructora Internacional. al Golfo y al Pacífico. petición que le fue concedida por la Secretaría de -- Fomento. en la parte comprendida entre l o s puertes de Matamoros y Tampico. entre Piedras Negras y Laredo. --- Frisbie solicitó al -- presidente que la concesión le fuera transferida a la nueva empresa llamada Compañía del Ferrocarril Internacional Mexi cano. termi nando en algún punto comprendido en un espacio de -veinticinco leguas. desde la ciudad de México hasta el R í o bravo del Norte.rial construction Company (Compañía Constructora Internacional). en el punto de la costa que sea más conveniente entre Maza tlán y Zihuatanejo.3 4 Por problemas financieros. para construir y explotar una línea de ferrocarril y su correspondiente telégrafo. en Piedras Negras Coahuila. pero ni remotamente se acerca- ba a sus metas originales que eran las de llegar a la ciu-dad de México. el inicio de los trabajos se atrasó en año y medio. En su afán de emu-- . o a igual distancia entre Piedras Negras y Paso del -Norte.

36 En octubre de 1 8 8 4 . :La Secretaría de Fomento le aprobó a la Compañía del Internacional los planos para que su 11-nea se cruzara con la del Central en la estación de Torreón.. 8 hectáreas y otra franja de 1200 metros de largo. que beneficiarían a algunas regio- nes de los estados norteños. dueño d e > l aHacienda de Hornos. le cedió una franja de 19 kilómetros 400 metros de largo. en su ruta hacia la ciudad de Durango. por 7 0 metros de ancho. pues por fal- ta de material y presupuesto.37 En este caso - al igual que para el Central . para la construcción de una estación. por 400 de ancho. obtuvo demasiadas concesiones.. Esto solo fue posi- ble hasta agosto de 1887. De las líneas troncales se derivaría pequeños ramales - desde 19 kilómetros -. distó mucho de ser. El señor Juan Martínez Zorrilla. El cruce sirvió como depósito de vagones y material en general. la obra se detuvo. A su vez. o sea 4 8 hectáreas. el internacional se comprometió a mantener dentro de los terrenos donados. el In- ternacional recibió facilidades para su paso y estableci--miento en la Laguna. una estación para pasajeros y - . Con dirección a Durango solo se construyeron dos kilómetros - después del cruce con el Central . Pero de eso a las grandes 14- neas que pretendid el Internacional.lar al Central. o sean 1 3 5 .

tuvo que pagarle arrendamiento. 41 A principios de 1896.carga. la primera terminó los 253 kilómetros que la separaban de la ciudad de Durango. el Internacional se comPrometió a construir una estación para carga y pasajeros y una plataforma para pacas de algodón.38 También la Sociedad Rapp. Paradójicamente. 40 Cuatro años después de que las vías del Internacional se cruzaron con las del Central en Torreón. -- El 15 de octubre de 1892 se inauguró su vía tron- cal de 870 kilómetros. 39 De igual forma que en Hornos. con una oficina telegráfica y además una plataforma especial para recibir y cargar pacas de algodÓn. entregó al señor Juan C. A su paso por San Pedro de las Colonias. Somer y Cía.. Hill. Coahuila el - Internacional logró que el Ayuntamiento le cediera un gran terreno para construir su estación.C. la Secretaría de Comunicaciones y transportes - organismo que suplió a la Secretaría de Fo- . a través del - señor Teodoro Larsen. en el Rancho de Torreón. apoderado de la Compañía del Ferrocarril Internacional Mexicano. terrenos para el paso de vía y estaciones. como su representante. cuan- do el Ayuntamiento se vió en la necesidad de construir una escuela para niños dentro de un terreno propiedad de la -- compañía. Piedras Negras - Durango.

solicitaban al gobierno mexicano se les conce diera una amplia prórroga y la condonación de las posibles multas a que se hicieron acreedores por incumplimiento. sobre todo por la depresión financiera y la falta de confianza. Este ramal partiría de su vía principal a los terrenos de Tlahualilo. los cuales casi no le habían producido ganancias a su empresa. Los propietarios de Tlahualilo le dieron todas las facilidades e incluso permitieron que atravesara por sus te-rrenos de cultivo. Citaba además. la empresa no complió.43 La prórroga fue concedida. apoderado -- mento en lo concerniente al fomento de los transportes le avisó a Robert B.. Por lo tanto. Gorsuch le contestó al secretario de Comunicaciones y Transportes. Por lo tanto.c_ . Gorsuchj representante y del Internacional. que de acuerdo a las concesiones que se le otorgaron y de acuerdo . sobre todo para sacar al mercado la gran produg .a los plazos. que su empresa ya había construído más de 8 0 0 kilómetros. - Le señalaba que la falta de créditos de los principales capitalistas del mundo hacia el Internacional. e inmediatamente la empresa hizo gestiones ante el gobierno para construir un nuevo ramal en la Comarca Lagunera. las concesiones estaban cadúcas. para poder continuar las obras de construcciÓn. También debía consi - derarse que no habían recibido un solo peso como subvención. 4 2 Inmediatamente. pues evidentemente el ferrocarril les bg neficiarla.

Monclova.46 . Nus va York y Filadelfia. 44 El ramal tendría 70 kilómetros de longitud. Cuatro ciénegas y Matamoros hualilo. Tocaría la ha--cienda de "Solima" a 1 5 kilómetros de Matamoros. En cuanto a su zona de influencia - construyó pequeños ramales que unían la red troncal con aL gunos lugares importantes como Hornos. a Jalapa en el 64. "San Antonio del Coyote" en el kilómetro 18.c_ ciÓn algodonera que en esa región se producía. a "Pilar" en el 25. construyó un ramal de 116 kilómetros -- Reata con Monterrey. Esta región es plana y fértil y bien cultivada. Pedriceña. practi cándose en ella. - Tla - En 1 8 9 8 . San Pedro. ésta siempre fue rentable y fue una de las líneas más afortunadas para el periodo porfirista. con lo cual se unió ai -- que unió a Central y al Nacional. Se inicia - ría en la estación de Matamoros. a - Sacramento. Gracias a los empalmes que logró con el Central y con el Southern Pacific de Estados Unidos. Velardeña.4 5 Con todo y que la empresa del Internacional siempre se quejó por la falta de subvención del gobierno. en un servicio combinado enlazaba la ciudad de México con Nueva Orleans. Coahuila. la agricultura y la cría de ganado en gran escala. y a Zaragoza en el 70. en el 3 0 . a el "Barro" en el 38.

49 En cuanto a la carga de los productos algodoneros de la Comarca Lagunera. Ya para su informe fiscal del año 1906-1907. - En su reporte financiero de 1902. el Internacionalcontaba con casi tres millones de gapancias.O sea que este ferrocarril comunicaba a la zona algo- donera de la Comarca Lagunera. señalaba que de acuerdo a las inversiones realizadas hasta ese año.4* Bajo ciertas condiciones. Cantidad muy baja para seguir operando en eses condiciones. las ganancias apenas daban un promedio del 2 . el internacional informó : Algodón 23 253 toneladas Semilla de algodón 19 672 II - . con los yacimientos de carbón del norte de Coahuila. los de Fierro de Durango y a la zona industrial de Monterrey con la ciudad de México y -- con los Estados Unidos. Como la empresa estaba operando prácticamente con pérdidas. 5 5 a. aceptó que la mayoría de sus acciones fueran adquiri das por el Nacional. el Internacional pudo continuar con su administración.47 Desafortunadamente esta rica zona de influencia no generaba la carga que la expectativa más optimista pudiera desear.

cuando el Internacional fue compra- do por el Nacional. 50 A partir de 1903. pues hasta el año de 1910. su participación en la competencia entre el - Central y el Nacional y su magnífica ubicación en general. solo se cons truyeron 40 kilómetros más.Ar ino1ina 1 373 toneladas Aceite de semilla de algodón 4 969 toneladas. fueron 1456 hasta ese año.contribuyeron al auge que la Comarca Lagunera tuvo hasta ya bien entrado este siglo. I . que la llegada de este ferrocarril. el primero dejó de solicitar concesio-nes y de construir. El total de kilómetros constrg Idos por el sistema. Finalmente podemos concluir.

un panorama general sobre la república y muy en particular sobre la región. el gobierno le concedió la concesión para construir un ferrocarril de 0. era el de unir las líneas del Central y del internacional. Además consi-- deraban que era justo se les concediera la oportunidad a - empresarios mexicanos de construir esta y otras líneas fé-rreas.107758 c_ 3. I En una amplia exposición por escrito los solicitantes le enviaron al ministro de la Secretaría de Comunicaciones y Obras Públicas.4 El Ferrocarril Lerdo - San Pedro Una de las múltiples concesiones que se otorgaron a -- particulares fue la que se concedió para realizar una línea que uniera a la Villa de Lerdo. para -- que mediante su enlace.60 ms tros de ancho. Los concesionarios tenían la facultad de prolongar su ferrocarril a San Carlos o a Torreón. entre las poblaciones citadas. Durango con San Pedro de las Colonias Coahuila. a Manuel Ma-rroquln y a Gilbert0 Moiltiel. Su idea de la construcción de este ferrocarril. pudiera sacarse al mercado la pro-ducción algodonera de la región que tocara. Por decreto de 3 de junio de 1893. 5 2 74 . entrocándolo con el - Ferrocarril Internacional Mexicano.

- . Eduardo W. pues Villa Lerdo estaba unida a esta población mediante un tranvía. -- Pero nunca se llegaron a constituir - formal y legalmente ante notario. una vez que su acceso a través del Internacional se peridió. la cantidad de $ 4000. pues este tramo inicial le permiti-rla conectarse en 1904.00 por concepto del traspa- so de la concesión.53 Marroquín y Montiel se unieron a presentante del Central José Sariñana - re-- -. una conce--- siÓn de tan solo 6 3 kilómetros con el Nacional.5 4 ¿ Para que querría el Central - que en esas fechas con - taba con más de 3 0 0 0 kilómetros construídos -. con la intención de darle mayor cobertura al proyecto ferrocarrilero. todas las concesiones que pudiera obtener. La línea pasaría por varias poblaciones y terre- nos eminentemente algodoneros y uniría a los ferrocarriles mencionados. cuando el Nacional 55 lo adquirió. a Monterrey. Jackson. Durango. - Pero también contaba la estrategia. eran buenas.Dicho ferrocarril partiría de GÓmez Palacio. A esta nueva empresa le traspasaron los derechos originales. pues al no poder complir con el compromiso de la concesión. decidieron traspasar su concesión al Ferrocarril Central Mexicano. para crear una empresa a la que llamaron Compañía Concesionaria del Ferrocarril de la Lagu- - na. Recibieron del vicepresidente y gerente general de la empresa.

En el kilómetro 2 4 . de tal forma que la línea quedara concluida en siete I I 1 I . demasiados problemas. 3 0 0 se cruza con el Ferrocarril Internacional Mexicano.. también tenía interés por enlazar toda esa región algodonera.. Pues no obstante ser un tramo pequeño no tuvo la ra-- pidéz ni la fortuna Cd. 65 kilómetros después de su inicio en Villa -- nos pertenecientes a Coahuila y toca las haciendas de Sta. - Por principio de cuentas el gobierno no permitió que esta concesión se fusionara con la de su filial. e inmediatamente se abocó con muchas dificultades - - -- aunque - a la construcción de la obra. La Concordia y Bolívar y concluye en San Pedro de - las Colonias. y tuvo que celebrar un el cual se obligó a construir 15 kilómetros cada año.Sin embargo. México para su conclusión. - como en su línea principal. parte de ahí en línea recta de 22 kilómetros hsta el rancho del Pilar. informó que l a trayectoria era : Lerdo . Lerdo. Esta concesión le causó al Central. o sea el Central. 56 - Todos los lugares tenían un PO-- tencial agrícola enorme. El inspector general de la línea. Llega a los terre - Teresa. avanza hasta los ranchos de Sacra mento y Recuerdo. Entronca en Villa con el Ferrocarril Cen-- tral Mexicano. el ingeniero Alberto Flores. Juárez .más bien GÓmez Palacio . contrato mediante - Tuvo que solicitar una prórroga en 1895. del estado de Durango.

el Ferrocarril Villa Lerdo - San Pedro se consi- deró como parte del Central. y para 1 8 9 7 conclg yó la línea. I . - Cuando se origi- nó la consolidación para crear los ferrocarriles Nacionales de México. Pues finalmente esta línea le perteneció. bonos y obligaciones susceptibles de hipotecarse. - Para 1 8 9 6 tenia construidos los primeros 2 5 kilómetros.c_ Logró que se le permitiera emitir acciones. Este ferrocarril tuvo la misma significación e importancia para la región. que la que representó el Central.

1 I . 2 -.W.c_ 3. el gobierno del Estado de Coahuila le dió un subsidio de $ 7 5 2 000. ingeniero de minas norteamericano era gerente regional del Ferrocarril Coahuila y Zacatecas. La empresa contó con un capital inicial de $1 5 0 0 0 0 0 . Este partiría de 1. el gobierno federal le otorgó una concesión a un señor A. -- Su idea de la construcción de esta línea se debía a que conocía l a zona y tenía conocimientos ferrocarrileros.---- -- --- . La línea no recibiría subsidio federal. Viesca5 9 y Zepeda necesi- taban comunicación para desarrollar su potencialidad agrl-cola. -- Tal ferrocarril recibió el nombre de "Ferrocarril Coahuila y Pacífico". del Estado de Coahuila. Consi- deró que el tráfico entre Monterrey y Saltillo con la Coma2 ca Lagunera. La construcción se inició en 1 9 0 0 . pero si estaba autorizada a cobrar las tarifas más altas. Además. en bonos que ganaban el 6 % de interés anual. 0 0 y contrató fuertes 78 _*__^"-~--~--~1-311-1-".5 8 Lilliendahl. Lilliendahl para construyera un ferrocarril. _ I -". todas éstas ciudades. era lento y se hacía un gran rodeo por las rutas existentes.--. pasaría por Parras y Viesca y terminaría en Torreón.a ciudad de Saltillo. Parras.00 oro.5 Ferrocarril Coahuila y Pacífico -que - El dos de febrero de 1 8 9 8 . Un año des--- pués.

6 0 Para julio de 1 9 0 2 se terminó una conección con el Central en Torreón. con una anchura de 3 0 metros en - los terrenos de poco valor. -- Para abril del siguiente año se conclu - - yó la línea hasta sus propios terrenos en la misma ciudad de Torreón. su objeto era solo el de usar s u piedra cantera para el uso de la línea. 6 2 El gobierno de Coahuila - además del subsidio mencio- le cedió al ferrocarril el derecho de vía en toda - la extensión de la línea. En vies - ca se construyó un ramal de 4 . hacia una fundición.890 kms. en donde se construyó la estación terminal.-préstamos hipotecarios en Estados Unidos y con la Casa Mader0 Hermanos de Coahuila. - nado -. El largo total de la línea principal de Saltillo a Torreón fue de 308.61 El total del ferrocarril era de completaban con tres pequeños ramales 321 : kilómetros que se En Parras se cons- truyó uno de 6. El derecho de vía concedido sumo nueve millones de -- metros cuadrados. siendo cuatro millones susceptibles de - tierra de cultivo y el resto en tierras eriazas. Pero como ésta estaba abandonada. en los terrenos cultivados. en dirección a San Lorenzo: lo mismo que otro de 1 . a la Fábrica Industrial.060 kilómetros. 9 2 7 kms. 1 2 0 kms. y hasta lo preciso solamente. 79 I .

Pero esta gran potencialidad del Coahuila y Pacífico se per día y solo se limitaba a explotar - y mal . las ganancias obtenidas ni los subsidios y facilidades estatales. ni regresó el capital.c_ La empresa compro en Torreón.54 más. - Además los inters - ses de las obligaciones hipotecarias contraídas no fueron cubiertos a tiempo.. - Las autoridades competentes embargaron al ferrocarril. Por si fuera poco.00 por ese escape. la familia Madero a través de "Ernesto Madero y Hermanos" demandó a la compañía por incumpli miento en la construcción de un escape de la Estación Parras a las Bodegas de San Lorenzo.63 - La línea tenía una gran importancia. -- Estos habían pagado $ 35 000. - su zona de influencia directa. mismo que la empresa nunca construyb. Como la empresa no cumplió. invadirse mutuamente. Muy pronto. 451 O00 metros cuadrados de terreno para su estación y talleres. los Madero solicitaron ese dinero más los intereses que hasta ese momento se habían devengado. o sea $ 2694. En consecuencia. lo que le permitía a estas dos. ligaba al Central con el Nacio-nal. los acreedores inter- vinieron la empresa. pues aparte de que conectaba a la región. para que 80 . fueron suficientes para impedir que la empresa se declarara en quiebra. propiedad de los Madero.

" - no se ve n. ya sea en arrendamiento o en consolidación con el sistema del Central. el costo total del propiedades se valuó en $ 3 966 100. para que esta compañía se haga cargo de su ferrocarril. que después de consultar con el presidente. Salvador Cancino. U " ' I _ I - I _ . si así lo pidiere la mencionada Com81 _ . intercediera en favor de su represen tada.inguna dificultad para que se apro-- bara el dicho traspaso.65 esta línea que para ambos - pero sobre todo para el Central- resultaba estratégica. Leandro Fernández. Después de un minucioso peritaje.54 a los Madero. ante el presidente Díaz para comprar la concesión del Coahuila y Pacífico.66 A su vez. las dificultades y demoras sufridas por la empresa para la conclusión de las obras y la reorganización de sus finanzas y le avisa que se iniciaron - negociaciones con el Central. representante del -I Ferrocarril Coahuila y Pacífico. Mientras tanto. le solicitó al secretario de la misma dependencia. Fernández le contestó. le plantea al secretario de Comunicaciones y Transportes.con su remate se cubriera la cantidad de $ 37 694. Rafael R. que estaba en quiebra. Arizpe. . uno de los representantes del Central.00 - El Central y el Nacional se interesaron en adquirir - ferrocarril y sus para su remate.

c _

pafiía del Ferrocarril de Coahuila y Pacífico...

11

67

Inmediatamente el Central depositó en la Tesorería de
la Federación, la cantidad de

$ 30 8 2 5 . 0 0 ,

a modo de garan
-

tía, para ser uno de los postores en la compra de esa 1Pnea.
Y el licenciado Pablo Martínez del Río, como apoderado espe

cia1 del Central, ofreció las dos terceras partes del ava-lúo, o sea $ 2 644 067.07 y se comprometió a pagar la deuda

de los Madero.68
El gobierno le adjudicó al Central, la línea, pero a
condición de que no la operara directamente, sino a través
de que la arrendara o formara una nueva empresa en donde

-

también participara el Nacional. 69
Finalmente, el 9 de septiembre de 1905, el Coahuila y

-

Pacífico fue comprado en la cantidad que Martinez del Río
ofreció.70

El Coahuila y Paclfico, desde sus inicios corrió con
mala fortuna, pues a pesar de su magnífica ubicación, no
pudo sacarle provecho.
ra

-

-

Su influencia en la Comarca Lagune-

a igual que la del Ferrocarril Lerdo

-

San Pedro

- ,

estará opacad por las grandes líneas del Central y el In-ternacional.71

I

3.6

Ferrocarril Lerdo

-

Torreón

Este ferrocarril,

-

que más bien era tranvía

- ,

fue

solicitado en concesión para su construcción en 1895.
José Sarinana, Tomás Mendirlchaga y Canuto Gamboa,

--

como miembros del consejo de administración y representan-tes legales de la Compañía Anónima Limitada Tranvías de Le2
do, solicitaron a

siÓn para

la

l a

Secretaría correspondiente, la conce--

construcción de un tranvía que iría de ciudad

-

Lerdo, Durango a la villa de Torreón en Coahuila; tranvía

De acuer
-

que pasaría por GÓmez Palacio, del primer estado.

-

do a la solicitud, saldría de la estación del Ferrocarril
Central Mexicano de Lerdo. 7 2

-

Se les concedió la concesión y la Compañía Tranvías

de Lerdo se obligó a terminar la línea en 30 meses, debiendo terminar por lo menos 3 kms. cada 1 2 meses. 73
Esta compañía ya tenía en explotación un tranvía urbano de tracción animal de ciudad Lerdo a la Estación Lerdo

-

después GÓmez Palacio

- ,y

lo que estaba solicitando en

si, era su ampliación a la villa de Torreón.7 4

El auge insospechado de la nueva Villa

...

[

de To--

rreón 1, en la que se desarrollaban tantos negocios, ejercía fuerte y necesaria atracción sobre personas radicadas
en Lerdo, y en la también nueva GÓmez Palacio, que para

-

venir al arreglo de sus ajuntos a Torreón se veían precisa

I
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dos a usar los lentos e incomodos medios de transporte existentes hasta el siglo pasado.

-

De aquí nació en algunos capitalistas radicados en

Lerdo, la idea de una vía más rápida, la de tranvías, para
unir las tres poblaciones.

...

La línea fue primeramente de tracción animal y su
éxito como servicio público y sus rendimientos como negocio, hicieron que la compañía la transformara en
eléctrica, cambiando sus rieles por otros de mayor libraje y construyera soberbio puente sobre el R í o
Nazas. Fue esta la segunda población en el país, -después de la Met.rÓpoli, en contemplar tranvías el&
tricos
Para esta transformación la CompaRía se
modificó en su personalidad jurídica mercantil y -aumentó su capital hasta un millón de pesos. 7 5

-

...

Este ferrocarril urbano
enlazar

-

en todo sentido

-

o tranvía

- ,

sirvió para

-

-, a las tres poblaciones herma--

nas, que se convertirían en el corazón mismo de la región-lagunera.

Tuvo tanto éxito, que hasta mediados de siglo

todavía hacía el servicio.

--

Contribuyó con su participación,

al progreso de la región y formó parte de ese nudo ferrocarrilero en que se transformó la Comarca.

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1

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Torreón sus orígenes y fundadores. op.c_ N Capítulo O T A S iii 1. por contrato del 2 0 de noviembre de 1873. Juan Nepomuceno Flores.- Plana. Hasta 1880. Francisco GÓmez Palacio se opuso a que el ferrocarril pasara por Lerdo si no recibía de los ferrocarriles una fuerte indemni-zación. Dicha empresa se denominó Compañía Mexicana Limitada.parte de lo que hoy es GÓmez Palacio . La concesión iba encaminada a construir un ferrocarril internacional e interoceánico con su correspondiente te-légrafo. Pastor. cit. También Andrés Eppen. administrador del Rancho del Torreón concedió amplias facilidades para que el tren atravesara por el rancho.- González Navarro. cit.- Rouaix. Manuel. . H M M.- Esta concesión le había sido concedida alsebastian Camacho y socios. "El algodoón y el riego en la Laguna: la formación de la propiedad agraria en una región econó-mica del Norte de México durante el Porfiriato" en: Nova Americana. 6. El porfiriato.. 1981. El trazo se consideraba debia iniciar en la ciudad de México y llegar a un punto del Río Bravo en la frontera norte. 35 -- 85 . Rosa . Moisés. n4. Eduardo Guerra.175-176 5.- Se sabe que el gobernador de Durango.- Terán 4. por el presidente Sebastian Lerdo de Tejada. solo había construido - Lira. Pero Santiago Lüvín dueño de la Hacienda de Sta. pp. p. 3. Manuel.si permitió que pasará el ferrocarril por sus tierras. p. La vida social. Historia de la Laguna. acg tÓ los deseos del gobernador.22. op. p.213 2.

- A.- Third anual report of the Board of directors of the Mexican Central Railway Company Limited to the Stockol ders por the year ending december 31.N. 93-94 12. 13. p. Sría. Bureau of Foreign and Domestic Commerce Trade Promotion Series No. .- A.- Ibidem 10. 1925. Mé-- - 86 .c_ parte de la línea México-León.18-19 Estas subvenciones se pagarían a través de la emisión de bonos llamados "certificados de construcción de fe rrocarriles". Breves apuntes históricos -sobre los ferrocarriles de la República Mexicana. Mariano.- Idem pp.. 1882. Expediente 17/18-2 p. -Colonización Industria y Comercio de la República Mexi cana. Exp.b. SCOP. pp. Memoria de Fomento. -Mass. Railways of México.49 8..G. SCOP. Washington. 15. Government -Printing Office. 1874 pp. Department of Commerce. de Comunicaciones y Obras Públicas.1-6 7. FFCC.- Archivo General de la Nación.aduanas marítimas y fronterizas.49 y ss. 17/18-1. 15..N. p.- Ibid. pp. 14. Ferrocarriles. 9. Expediente 17/18-2 p.. 16.- Long.- Téllez Pizarro.G. Exp. Rodney W. Boston. los cuales se amortizarían con el seis por ciento de los derechos que se causaran en las . 116-133 11. 17/18-2. Ferrocarriles.

Dgo. y por lo prontola consignamos de las fuentes citadas. pronunciado ante la 4a.xico.11. Libro No. y en Archivo General de Notarías. Vol.6 23.pp. Una vara equivale a 0. 271 21. por los Sres. 1888. op. Genaro Raiqosa. Contrato firmado el 24 de agosto de 1883. de la Dirección Gral. 11. México.cit.- Calderón.- Ibid. por lo que Lavín -vendió al Central fue un terreno de 30 metros de an-cho por 27 kilómetros de largo. 34 20. p. p. p. 132. vol. del 12 de enero 1883.838 metros. pero como la pro-tocolización se hizo en una notaría de la región. en los autos seguidos contra la empresa del Ferrocarril Centrql. FS.- Memoria de Fomento.- Apuntes del informe a la vista. no fue posible localizarla. 1877-82.1432 V.pp. cit. p.- Memoria de Fomento.. op.309 22. 1906.- Registro Pdblcio de la Propiedad de Ciudad Lerdo.. así se señala. p. folios 102 bis-103bis. vol. 17. 1883-1885. pp. 2' Se mestre. 19.- En.480 Informe de inspector de la Sección.519-520.393-394 18. p. Notario Alberto Ferreiro. aproximadamente. cit. 1. 87 - - Memoria de Fomento 1883- . 1885. 26 16. de Telégrafos. escritura No.Terán Lira. Rapp. ~01. Tipografía el Gran Libro. sala del Tribunal Superior del Distrito Federal. 33-34. por el Lic. op. Sommer y Cía.111. Tip.- Terán Lira.

el Gran Libro. pues son productos qu hasta la fecha no se dan allí. Escritura No. 28. tip.- Archivo General de Notarías. 1 8 8 2 . Emiliano. Boston. 27. p . Aunque en el informe se encuentran algunas irregularidades. por los Sres. 5 4 4 . unam.- Calderón. 25.. como es el hecho de que las cifras finales no coinciden a l hacer la suma. . p p . Genaro.5 4 5 30. Concepción. El terreno cedido en Torreón equivale a 3 4 . México. 1 8 8 8 .- Machuca Macías.M. Clausula cuarta. claúsula tercera. Estadística de la República Mexica- ¡ I I I .. op. 1 8 8 5 .- Busto.- Raigosa. Los ferrocarriles mexicanos. Mass. 1 9 3 6 . Llic. 1 8 de ens ro de 1 8 8 8 . 7 2 0 hectáreas. op. en los autos seguidos contra la empresa del F. Rapp. lo mismo que pulque. 29. cit. cit. También causa extrañeza que no se maneje el número de pasajeros y la ganancia que éstos generaron. Notario Fermín González Cosío. Sala del Tribunal Superior del Distrito Federal. 1 2 . La Casa Rapp le cedió además 7 0 0 0 metros cuadrados al Central para la estación de Matamoros. Apuntes del informe a la vista pronunciado ante la 4a. México. Sommer y Cía. 2 9 31. I 26.- Ficht annual report of the Board of directors of the Mexican Central Railway Company Limited to the Sto-ckolders por the year ending december 31..- Ibid. Coah. Llama la atención que se hayan embarcado en l a región cocoa y cafe.- Patiño de Sánchez.c_ 24.C.

17177-1. - Sección 3a.- Archivo General de la Nación 41. 40/9-1. Imp-de I. 13 de agosto de 1888.3 y Nación. 36.*- na. cit.3 bis. Cumplido. o -sean 1000 kilómetros.00 por 138 kgs. Op.. 1. exp. 40.- Archivo General de 40/7-1 35.. Tomo 111. Vol. 1883-1885.- A. hasta un 85 % más barato. 40/147-1 . Esto es. En e'stas fuentes se encuentran los costos de los fletes. Mariano. Nación. op. 534 34. Escritura del.- Archivo General de la Nación Calderón. 606 y s s . 32. vol. Notario Rafael F. exp. exp. 39. 17/77-1. Sección 1881-1899. I1 . Ferrocarriles.. p.00 por la misma distancia. 1880. y A.- Calderón op. Tanto de carros tirados por mulas. .2021. cit. Nación exp. 37.- Ibid. de la Laguna a la ciudad de México. - . Morales.- Registro Público de la Propiedad de Torreón.. F...- Memoria de Fomento Documento No.- Archivo General de Notarías. Coahuila Libro 1. exp. SCOP. Ferrocarriles. 11-14 38.G. Finca No. que costaba a razón de $12. p.. exp. 40/134-1 pp.G. cit.2 y 3. 89 l a . 33. p . 32. México. pp.- Téllez Pizárro.6. Y en ferrocarril por una tonelada se cobraban $ 40.

exp. Se infiere que estos productos eran de la Laguna por ser este su orlgen. vested rights. 42.- Ibid..26 Reseña histórica y estadística de los FFCC de jurisdicción fed. pp...- Calderón. 549-550 47. 15 . Nación 46. número 588.- Ibid. "Politics. 2-19 53. 21 exp. 40/:151-1. 1975 45.- A. p.I. Libro 37. véase la técis doctoral de William.- Archivo General de la Nación exp.. The Company Tlahualilo in The Comarca Lagunera. 51. 40/94-1.- Ibid 44.G. 17-17biss 54. 18851 9 1 1 " . op.. Desgraciadamente no encontramos fuentes que nos lo pudieran señalar con certeza. exp.- Archivo General de Notarías.. exp. K. exp. cit. 40/92-1... pp. 40/150-1 pp. p.- Para todo lo relacionado con Tlahualilo. and económic growth in porfirian México. Reporte financiero del F. 1142/1-1p.2-17 50.G. exp.N.1-4 49. Weyers.- A.- Ibi dem.- A. pp.- Ibid 48. pp... 142/9-1.601 I .G.14. Notario Gil Mariano Le- .. 40/9-1. Nación 43. .M. 76 52. del año 1902. pp. 12-13 p.- Ibid. p..

N.- Ibid. SCOP 57. Eduardo. 65... 212/4-1. op. pp. Ferrocarriles. por incumpli-miento del concesionario.G. op.c_ Ón. exp. 26-27 pp. Ferrocarriles.G.- Calderón. 142/16-1.. exp. Por lo tanto este lugar no contaba con ferrocarril.597-598 A. 56. cit. pp. cit. p. exp.- Caldeón.- Ibidem 63. 212/4-1. 142/10-1 55. op. SCOP.- Patiño de Sánchez.19 59.61.- Ibid.NaciÓn. p. 212/4-1. 142/2-1. 1-3 91 - . op. SCOP. se declaró cadúca la conce sión. cit.7 .N. Guerra. exp. Archivo General de la Nación. pp..- Idem.- A. 4-5 67.- Ibid.- En marzo de 1890 se le dió la concesión a Agustin -Arriaga para que construyera el Ferrocarril Viesca a San Pedro. 66. escritura del 29 de mayo de 1894. 93 64. 60.. Pero año y medio después. cit. p.- Ibi dem. exp.. p.19.69 . p.2 58. 19 62. Reseña histórica y estadística de los ferrocarriles p. p. p.- A. .G. 29 exp.

21-24 op.- Ibid.- Calderón 70. del 9 de septiembre de 1905.- Guerra.9 . Recuérdese que la estación Lerdo del Central. exp. 74.- Idem.Eduardo. 179/51-1. 73.3. Diario Oficial del 17 de p. exp. - 71.- A. SCOP. cit. Y a partir de 1905. exp. A pesar de los minuciosos informes del Central. cit. 72. p. junio de 1896. Ferrocarriles.68.88 . fue difícil sacar cnclusiones de la línea en más de 5000 kilómetros que manejaba esta empresa.N. era GÓmez Palacio. 179/56-1.- Desafortunadamente no encontramos informes desde sus inicios.G. p. op. 69. 45. Núm.- Ibid. Notario Luis Guerrero escritura pública 878. pp. en los informes de éste no pudimos inferir la participación del Coahuila y Pacífico en la Laguna. cuando es comprado por el Central. 179/51-1 75.- Archivo General de Notarías.

se consolidarán. e l f e r r o c a r r i l se r d un e l e m e n t o cohesionador en n u e s t r o p a l s . Pues l o s t r a z o s de l a s l í n e a s f é r r e a s no siempre a t r a v e s a r o n l a s r e g i o n e s en l a s que se pudieran g e n e r a r o aumentar los b e n e f i c i o s de este medio de t r a n s p o r t e . S e ña d i c h o con j u s t a razbn. que l a s p o l í t i c a s para e l e g i r l a s r u t a s f é r r e a s n o siempre fueron l a s i d e a l e s p o r l a anarquía con que siempre se actuó en e l gobierno p o r f i r i s t a . E l f e r r o c a r r i l tuvo su máxima p r o y e c c i ó n e n p l e n a e r a d e l i m p e r i a l i s m o . Pero también p r o p i c i a r á un crecimiento d e s i g u a l . Ya e n p l e n o d e s a r r o l l o p r o d u c t i v o . l e p e r m i t i e r o n a D í a z a l término de su l a r g a g e s t i ó n .c_ Conclusiones La c o n s t r u c c i ó n de f e r r o c a r r i l e s durante e l p o r f i r i a t o .como l a Co marca Lagunera. Las p o l í t i c a s g e n e r a l e s y en p a r t i c u l a r l a s de f e r r o c a r r i l e s . A l que c o n t r i b u y ó p a r a s u expansión. s e r á n uno de l o s mecanismos que c o n s o l i d e n a l ré gimen y permitan e l d e s a r r o l l o de r e g i o n e s que. que u n o de l o s detonado- res económicos d e l s i g l o X I X f u e p r e c i s a m e n t e e l f e r r o c a - r r i l . . S e debe c o n s i d e r a r también. c r e a r y c o n s o l i d a r e l mercado interno que durante c a s i todo e l s i g l o X I X s e buscará afanosamente. E l d e s a r r o l l o t e c n o l ó g i c o de é s t e se dará p a r a l e l a - mente a l .d e l a Revolución I n d u s t r i a l y a l d e l c a p i t a l i s m o mismo.

e s t o s e s . s i n o tambien de d e s a r r o l l a r s e y crecer e n t o d o s l o s s e n t i d o s . Y para 1 8 8 4 . Su u b i c a c i d n g e o g r á f i c a y l o s grandes i n c e n t i v o s y fa- e c i l i d a d e s que l o s hacendados l a g u n e r o s l e concedieron a l F- r r o c a r r i l C e n t r a 1 . e con ómica .otro importante ferro94 .Adem6. P a r a l888. e n l a Comarca Lagunera se comenze a desarrol l a r e n forma e x t e n s i v a .También se debe c o n s i d e r a r que México s e r á e s c e n a r i o de f e r o z competencia entre l a s grandes compañías norteamerica - nas por ganar c o n c e s i o n e s y e s p a c i o s para c o n s t r u i r l a s vfas férreas.ductores de Texas. p ob l a c i on a l almente. d e j a r o n f u e r a de s u r u t a a l a ciudad de Durango. e l c u a l se comenzó a c o m e r c i a l i z a r mandándolo a zonas tan a l e j a d a s co- mo Veracruz y Puebla.urbana. - Paralelamente a la l l e g a d a de c a p i t a l e s norteamerica nos a México. Esto p r o p i c i e e l c a o s e n e l t r a z o de l a s l f n e a s . p r o p i c i aban que l o s p r o d u c t o r e s l a g u n e r o s n o sacaran sus excdentes. e l c u l t i v o < e l algodón. aumentaban mucho l o s p r e c i o s y no podlan - competir con l o s de otros l u g a r e s . s o b r e t o d o con l o s p r o . y a s a l í a n l o s produc - t o s de l a r e g i d n & e s p e c i a l m e n t e algodón-.s de que l o s medios de t r a n s p o r t e y l a s pésimas c o n d i c i o n e s de l o s caminos t e r r e s t r e s . h a c i a e l norte y e l centro de l a r e p ú b l i c a . que es cuando empieza a e x p l o t a r s e l a r u t a México-Ciudad Judrez d e l C e n t r a l . agr í c o l a . P e r o l o s a l t o s costos de l o s f l e t e s que se pagaban. La l l e g a d a d e l f e r r o c a r r i l a l a r e g i ó n l e dará l a opor tunidad a l a r e g i ó n n o s o l o de s a c a r s u a l g o d ó n . que fueron encaminados a l a construcción de f e r r o c a r r i l e s .

e l Fe r r o c a r r i l I n t e r n a c i o n a l Mexicano. s e encontraban e n t r e l a s p r i n c i p a l e s de FIéxi.grandes s i s t nias f e r r o c a r r i l e r o s : e:L F e r r o c a r r i l C e n t r a l Mexicano. l l e g a a l a Comarca Laguner a .se c o n v i r t i e r o n e n uno de l o s c e n t r o s p o b i a c i o n a l e s más grandes d e l p a í s .0s f e r r o c a r r i l e s . La f i e b r e p o r c o n s t r u i r f e r r o c a r r i l e s y l a competencia que s e g e n e r ó e n t r e l a c empresas f e r r o c a r r i l e r a s n o r t e a m e ri canas b e n e f i c i ó a l a Laguna. Junto con Lerdo -que ya e x i s t l a a n t e s de que l l e g a r a n 1. S e puede c o n c l u i r que e l f l o r e c i m i e n t o y d e s a r r o l l o de l a Laguna durante e l p e r i o d o señalado. Esto f u e e l d e t o n a d o r i n i c i a l para que s e p r o p i c i a r a un g r a n crecimiento urbano. pues 3. N a c i e r o n Gdmez P a l a c i o y Torredn .co.c a r r i 1 . a l a m a g n i f i c a co - municación que t u v o g r a c i a s a l o s f e r r o c a r r i l e s que l a cruzaron y que l e p e r m i t i e r o n d e s a r r o l l a r s e e i n t e g r a r s e a l 95 ..antes d e que Liman - tour i n i c i a r a l a s p o l í t i c a s de n a c i o n a l i z a c i ó n f e r r o c a r r i - l e r a . e l I n t e r n a c i o n a l . p e r o s o b r e t o d o . e s p r o d u c t o de l a - combinación de v a r i o s factores: e l aprovechamiento de l a s - aguas d e l r l o Nazas. Mexicano.además de m m h í simos kilómetros' d e v í a s d e pequeña anchura que unían l o s campos algodoneros. e n l a r e g i d n l a g u n e r a e x i s t l a n c i e n t o s de k i l 6 m e t r o s e d e v i a s . que p e r m i t i r í a n e l c u l t i v o e x t e n s i v o e i n t e n s i v o d e l algodbn.a cruzaban p o r l o menos eres-:. c i u d a d e s que a l t é r m i n o d e l p o r f i r i a t o . E l F e r r o c a r r i l Coahuila y P a c í f i c o y otros pequeiios f e r r o c a r r i l e s l o c a l e s . P a r a 1906.

-p a í s y c o n t r i b u i r a l C r e c i m i e n t o d e l mercado i n t e r n o .p e r o s o b r e t o d o T o r r e ó n y Gómez P a l a c i o - es h i j a l e g i t i m a d e l a l g o d ó n y d e l f e r r o c a r r i l . . P o r l o a n t e r i o r m e n t e s e ñ a i a d o . e s válido d e c i r que l a Comarca Lagunera .

Comparación cronológica ( 1825.1880 ) Paíeses Ferrocarriles o Líneas 1825 Ing 1ater:ra Stockton y Darlington 1830 Inglaterra Estados Unidos Liverpool-Manchester Baltimore y Ohio De Carolina del Sur 1832 Francia St. Etienne-Río Loira St. Etienne-Lyon 1835 Alemania Nuremberg-FÜrth Bruselas-Malinas 1837 Cuba La Habana-Güines San Petersburgo-Pavlovsk 1838 Au s tria Viena-Florisdorf-Deutch Wagram 1839 Holanda Italia Amsterdam-Harlem Nápoles-Portia 1844 Suiza Basilea-St..CUADRO I Los primeros ferrocarriles en algunos países. Ludwig 1847 Dinamarca Copenhague-Roskilde 1848 España Barcelona-MatarÓ 1850 Brasil Chile México De Maná Caldera-Copiapó Veracruz-El Molino Perú Lima-El Callao 1852 Chile Santiago-Valparaíso 1853 Canadá La India Montreal-Portland Bombay-Thana 1854 Noruega Christiania (Oslo)Eidsvoll 1855 Colombia Acpinwall-PanarnáS Años1 ‘1851 97 .

Victoria House Publishing Limited. 1962. Los Ferrocarriles de México. En otras partes del -mundo: Irlanda (1834).S. Paquistán --(1853) y Australia (1854).F.N.274-275. Uruguay (18691. 1983. Nock. los años de inauguración del primer ferrocarril o de la primera línea fueron: Paraguay (1861). Bristol.M. 4 Algunos dan como año del primer ferrocarril portugués el de 1854.continuación cuadro I Años 1 Países Ferrocarriles o Líneas 1856 Egipto Portugal Alejandría-El Cairo3 Lisboa-Carregado4 1857 Argent ina Buenos Aires-Suroeste 1872 Japón México Tokio-Yokohama México-Veracruz 1874 Venez ue1. Carter. Ediciones Maye. Trenes. Honduras (18691. pp. Ecua-dor (1871). F. 5 En otros países de . Una visión social y económica. 2 Algunos autores lo citan como Aspinwall-Colón. Checoslovaquia (1839). Polonia -(1842). World Atlas of Railways.a Tucacas-El Ancha 1876 China Shangai-Woosung 1880 Guatemala5 San José-Escuintla De terminación de l a obra ferroviaria o de inauguración de las líneas. Barcelona. Yugoslavia (1846). y El Salvador (1882). -- . 1 Fuentes: Elaborado con base en E. México 1977.AméricaLatina. Tomado de Sergio Ortiz Hernán. Hungría (1846). y O. 3 Ciertos autores lo consideran inaugurado en 1854.

W m m m m co m I- m m m O N O I- co In In In W r l m In r l W m -a In I- m I- m m m ul 4 N N cy r l co co N Tr m v W O cn O IN In m N m -4 O F m r l r l O O N O O O m O N m IN W In m In 4 IN m co CC. O . W N 4 h o3 m m N -r m r l * m W m W m w -r - c u2 m m In O r l In In N W m In m m -r W m O O r l m Im N m W O co m m 4 m m O O I- w r l m N In W W W r l cv m -r O m In m In r l N I-l m N -r m w N m m 00 In O N r l r l -r m v I I W ILn b P I O N N W I- I I co 03 m m In I O m m N m In W m -r O O In m v In N m In m O a.W N O 4 m r l In W W m co O -r N W m m -r Q\ m N m r l 4 In m W 00 W m r l P m W W -r m N m r l m O 4 Tr O r l O co m I- W m m w W I- co W w o3 m In w O m 4 O In O N N I- m b r l v m m e N b 19 d.4 4 u i d U a m r l 03 4 m W N N m N m m N W co O m 4 4 CD ul N N I- N r l In m N m m m co N I- r l m co -r N I- b m co O N -r m 4 co 4 4 O b o3 r l O W o3 oo) k E k \o a 4 w -4 x 0 - 4 4 m co m N m v W O In o3 4 r l r l In -r N 7 4 h b I- m m m co I- N W r l r l 4 co -r N W O In 03 m m m Im -r In O 4 r l 03 m e * m co N W O r l -r W r l N In m m N CJ CJ I- In 4 -r m 4 r l m U1 m m m N o3 o3 U1 m m N W m m ul O 00 r l m 4 -3 m w W N CD r l N O In 4 W m I- In m m m r l r l cv m 4 r l N r l I I 4 W N In m w O N -r I 'I m w P I r l II- m m -r I- m In I- Ln co co O W r l N r l O k k m rn Q) n O -r o3 4 m In w m -r r l rn O a -4 c 3 m In co m m Ln r+ cu N o3 r l I I I I I id 4 4 Li O a +J rn Gl -4 c 1 99 rd x a I I I I .

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61 Silks 419.03 10.32 300.362.607. para estimular a los inver-sionistas a construir un ferrocarril a la Ciudad de México.66 31.82 Drugs 173.411.788.017.58 Mixtures 998.406.035.311.354.014.936.062.646.417.609.978.56 2.191. 101 . Souis Mo.73 3.156.607. .531.434.831.038.622.970. An international railway to the city of México.852.437.24 Subdivided in to 25.05 19.600.28 1.43 5. 37 p.427.452.593.15 Groceries 3.U.919.45 577. 16 317 477. L.94 Linen and Hemp.24 Fuente : Reavis.911.044.069.10 588.867.473. glass 344.525.473.58 Minerals and metals Agriculture and industrial products .62 Articles free from duty 2. Printed by Woodward Tiernan and Hale 1879.63 Cottons 993.31 2.77 Mercury 1.31 1.81 1.56 Miscellaneous 1.129.CUADRO I11 Información de los productos que México comerciaba hacia 1 8 7 9 . circulaba en los Estados Unidos.259.76 1.216.356. Articles Invoice value Markek value $ 7. St.510. Wools The value of goods exported amounted to 31.81 29. crystal.32 Earthenware.184.427.

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