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Ministério e sindicatos assinaram hoje memorando sobre processo de avaliação

Ministra fala em assinatura de acordo, sindicatos apenas em “entendimento”
17.04.2008 - 12h45 Romana Borja-Santos

Apoio, acordo e diálogo. Para a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, estão são as três palavras que resumem o memorando sobre o processo de avaliação dos professores, assinado esta manhã entre a tutela e os sindicatos representativos da classe. Contudo, a Plataforma Sindical insiste que não se chegou a um acordo, mas sim a um “entendimento”, já que as grandes questões ao nível da política de educação continuam por resolver. Maria de Lurdes Rodrigues congratulou-se com o “reforço das garantias e do direito à negociação” que esta assinatura representa, e destacou como um dos principais pontos positivos a necessidade de as classificações de “regular” ou “insuficiente” estarem condicionadas a uma nova avaliação, a realizar no ano seguinte. Além disso, a ministra sublinhou, durante a cerimónia que decorreu no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa, a importância de se ter regulado o tempo de trabalho individual de cada docente, visto que dedicam cada vez mais tempo aos alunos e isso deve ser contabilizado. Por outro lado, a ministra considerou muito importante que se tenham criado “mecanismos de troca de informação entre o ministério e os sindicatos para preparar com tranquilidade o processo de negociação de alterações no segundo ciclo de aplicação do modelo”. Na reunião de sábado, onde as partes chegaram a um “entendimento”, a Plataforma Sindical conseguiu garantir um processo negocial que terá lugar em Junho e Julho de 2009, tendo em vista a introdução de "eventuais modificações ou alterações". Quatro critérios Por agora, a ficha de auto-avaliação, a assiduidade, o cumprimento do serviço distribuído e a participação em acções de formação contínua são os únicos critérios a aplicar aos cerca de sete mil professores que até ao final do ano lectivo têm de estar avaliados.

Para Maria de Lurdes Rodrigues foi possível preservar as convicções de ambas as instituições

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“Negociar é isto mesmo. Sem abdicar dos pontos de vista e das convicções, nem do culto de cada instituição, conseguir-se apoio, acordo e diálogo”, concluiu a titular da pasta da Educação que considerou, ainda, que este processo “abre caminho para questões pendentes”. Para os sindicatos que estiveram envolvidos nas negociações, o dia de hoje é um símbolo do "recuo do Governo" e da “vitória dos professores depois de muitas horas de luta”, mas que “não vai acabar aqui”. Para os representantes da classe, esta é apenas uma forma de se minimizar o impacto da instabilidade nos alunos e do terceiro período se desenrolar com a maior normalidade possível. "É bom assinalar que ao fim de três anos de uma impossibilidade prática de sentar a ministra à mesa das negociações houve um recuo do ministério, o que é muito importante porque vai dar confiança aos professores de que a luta tem de continuar", afirmou Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma. A acta hoje assinada nas instalações do Conselho Nacional de Educação, em Lisboa, contém três documentos: o memorando de entendimento, uma declaração do Ministério da Educação e outra da Plataforma Sindical de Professores. A declaração dos sindicatos faz apreciações negativas à política educativa do Governo, em especial ao Estatuto da Carreira Docente, ao regime de direcção e gestão escolas e à legislação sobre Educação Especial.

EDIÇÃO IMPRESSA

Ferreira Leite disponível para candidatura de união no PSD Menezes despede-se: "Nunca matei ninguém pelas costas" \uE04F \uE071\uE075\uE065 \uE065\uE06C\uE065\uE073 \uE064\uE069\uE07A\uE065\uE06D

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18.04.2008 - 10h07 - Fernando Gonçalves, Praia da Tocha É timbre dos partidos comunistas arvorarem-se em donos das lutas dos trabalhadores. Sempre que estes conseguem organizar-se fora das cangas partidárias, particularmente a dos ditos partidos, logo estes tratam de boicotar/trair essas lutas. Mário Superstar Nogueira não foge a este figurino, como está à vista dos cegos. Lembrem-se sempre do exemplo da Espanha da Guerra Civil, onde o Partido Comunista lá do sítio preferiu ver o fascista/nazi Franco no poder a colocar-se ao lado dos anarquistas republicanos. Meus caros e minhas caras: não se negoceia com chantagistas! 18.04.2008 - 10h04 - reformado, Lisboa Perdeu-se um a oportunidade histórica de mandar a ministra e os secretários para o lugar de onde nunca deviam ter saído: a RUA. Para mim é claro que o Mário Nogueira e outros sindicalistas não foram capazes de entender o que tinham entre mãos. Falou mais alto as suas raízes dos "amanhãs que cantam" e o pragmatismo estratégico estalinista. Por vezes é necessário defender princípios e o que estava e está em causa é a dignidade duma profissão. Será que eles ainda sabem o que isso é, estando afastados das salas de aula? 18.04.2008 - 10h00 - Rui Relvas, Coimbra A ministra pode chamar-lhe o que quiser, mas que foi um recuo, foi. Só não enrendo porque demorou tanto a chegar a um entendimento com os professores. Se o tuvesse feito logo de iníco, teria avitado greves, manifestações, etc.. Sempre ouvi dizer que é a falat que as pessoas se entendem. A menos que ela seja uma pessoa... 18.04.2008 - 09h28 - JCR, Lisboa Como diabo marca Cristiano Ronaldo os seus livres?

A FRASE

“Reconheço que não consegui vencer estas contrariedades [críticas internas no partido] e assumo a inteira responsabilidade. Para mim chega, basta. Está na altura de os críticos demonstrarem que são carismáticos e mobilizadores.”
Luís Filipe Menezes, PÚBLICO, 18 de Abril de 2008

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326128&idCanal=58

PUBLICO.PT

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As coisas são muito simples. Os professores dizem que querem ser avaliados, ninguém em Portugal acredita. Os professores queriam apenas a "avaliação" como até agora, a maior fraude que se conhece dado que possibilita a todos subirem na carreira por mais incompetentes que sejam. Agora agarram-se ao facto de a avaliação ser "chilena". Está na altura de serem intelectualmente honestos. Se não gostam deste modelo de avaliação, proponham um modelo de avaliação, que indicadores devem contar. Modelo de avaliação que obrigatóriamente separará o trigo do joio, nunca chegarão todos ao topo. Dizer que são todos iguais e bons é uma mentira descarada. Enquanto não propuserem alternativas de avaliação os portugueses riem-se do "queremos avaliação" que não é mais que uma aldrabice. Quanto às ameaças de greves, chantagens sobre pais e alunos, sobre milhões de portugueses, não pensem que vamos ficar toda a vida sobre chantagem da ganância de dinheiro e exigência de imputabilidade da classe. Existem muitas formas de acabar com tudo isso. Façam greve e chantagem em ano de eleições e talvez saia o tiro pela culatra. E já perceberam que com PS, PSD e mesmo agora se viu com o PCP nada será como dantes. 18.04.2008 - 00h19 - Maria de Fátima. , EUROPA Senhores que se dizem atraiçoados, pelos sindicatos, eu acho que são tão professores como eu sou, e se são sindicalizados é da UGT, que de união não tem nada, pois foi criada para dividir os trabalhadores, para os GRANDES INTERESSES REINAREM, não defendem, as verdadeiras alterações na avaliação, pois se não houve acordo, SÃO 4 PASSITOS PARA AFRENTE, PARA PODEREM, PARA O ANO AVANÇAR COM FORÇA, pois se a Sr. ministra não recuava, os senhores professores não queriam continuar em greves neste 3º período, para não prejudicarem os alunos, apenas entendimento do bem comum...
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