You are on page 1of 12

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE

DO NORTE
CENTRO DE TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE
COMPUTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
Disciplinas:
Teoria de Circuitos - DCA 0105
Circuitos Elétricos – ELE 0506
MANUAL DE EXEMPLOS DE SOLUÇÕES DE EXERCÍCIOS
3a Avaliação
Capítulos 8
Período: 2014.1
Professores:
Crisluci Karina Souza Santos Cândido
Manoel Firmino de Medeiros Júnior
Ricardo Ferreira Pinheiro
Francisco das Chagas Mota
Apoio:
Francisco Regis da Silva Pereira
Franklin Hebert Silva do Nascimento
Marcos Túlio Antunes Bezerra Segundo
Iang da Silva Aquino
Déborah Kalynne da Silva

B e C na expressão (II): I ( s)  1 1 1 1 1 1 1  2    2 2 2 a s a ( s  a) a sa ss  a  ( III ) 1 a2 . devemos utilizar o método mais simples que é a expansão em frações parciais.1. indica a operação da transformada inversa de Laplace.8. I ( s)  1 A B C    2 2 s ( s  a) sa s  s  a  A  I ( s )  s s 0  1 ( s  a) 2 B  I ( s )  ( s  a) 2 C   s  a d I ( s )  ( s  a) 2 ds   s 0 ( II ) 1 a2 1 1  s s  a a s  a    d 1  d 1  s   ds  s  s  a ds s  a    s 2  s  a  1 s2  s  a Podemos substituir A. assim sendo temos:   1 i(t )  L-1  (I ) 2  s  s  a   Onde o operador L-1. Encontre a antitransformada de Laplace do sinal de corrente cuja transformada é: I ( s)  1 2 s  s  a  Para se obter a anti-transformada de Laplace.

Substituindo (III) em (I): 1 1 1 1 1 1  i(t )  L-1  2     2  2 a s  a  a s a ( s  a) 1 1  -1  1 1   1 1 i(t )  L-1  2    L-1   L  2   2 a s  a s  a   a ( s  a)  i(t )  1 -1 1  1 -1  1  1 -1  1  L   L   L   a 2  s  a  ( s  a) 2  a 2  s  a   i(t )    1 1 1  t  e at  2 e at 2 a a a   u (t )  A .

Utilizando a técnica de Transformada de Laplace (técnica de Circuitos Transformados). Considere nulas as condições iniciais. podemos realizar a seguinte transformação e passar todos os componentes do circuito acima para o domínio de Laplace.2. determine a tensão v0(t) no circuito esquematizado abaixo. e: i(t) = 2 u(t) A. Considerando todas as condições iniciais nulas. e R = 4 Ω. 1 2 fonte de corrente  2   s s indutor  sL  s 1  s capacitor  resistor  4 1 1 4   sC s 1 s 4 . C = ¼ F.8. então. L = 1 H.

De modo que temos o seguinte circuito transformado: Podemos simplificar todos os cálculos. vejamos: 4 2 4 8 V ( s)  I ( s)     2 s s s s . fazendo a transformação da fonte de corrente por uma fonte de tensão.

e podemos encontrá-la com um simples divisor de tensão: Para encontrar v0(t) devemos antitransformada de Laplace.Veja que as impedâncias de ‘4/s’ e ‘s’ estão em série e podemos somá-las: 4 4  s2 s s s     4   8 V0 ( s )  2  4  s  s2 4  s     4 V0 ( s )    4s  4  s 2  s     8  s2   4s  V0 ( s )   2  4s  4  s  8  2  s 4   8 V0 ( s )    2   4  4s  s  s V0 ( s )  32 s(4  4s  s 2 ) V0 ( s )  32 s( s  2) 2 (I ) Verifica-se facilmente que V0(s) está sobre a impedância de 4. em (I): realizar a .

B e C em (III): 1 1 1 V0 (s)  8  16   8 ( IV ) 2 s (s  2) s2 Substituindo (IV) em (II):  1 1 1  v0 (t )  L1 V0 ( s)  L1 8   16  8  2 ( s  2) s  2  s  1  1  1   1 v0 (t )  L1 8    L1 16   L 8   2  s  s  2  ( s  2)   1  1   1  v0 (t )  8  L1    16  L1   8  L1   2 s  s  2  ( s  2)  v0 (t )   Eis o resultado de v0(t). 32  v0 (t )  L1V0 ( s)  L1  ( II ) 2  s( s  2)  V0 ( s)  32 A B C    ( III ) 2 2 s( s  2) s ( s  2) s  2 A  V0 ( s)  s s 0  32 ( s  2) 2 B  V0 ( s)  ( s  2) 2 C  s  2 d V0 ( s)  ( s  2) 2 ds    s 0 32 8 4 32 32    16 s s 2 2 s  2   d  32  d  32 s 1   ds  s  s 2 ds  s  2   32 s 2 s  2  Substituindo A. 8  16 t e 2t  8 e 2t  u(t ) V 32 32    8 2 s s 2 4 .

o capacitor se carrega com a tensão da fonte. em t < 0 temos o seguinte circuito: Já sabemos que. considerando que a chave “s” esteve por muito tempo na posição “a” e mudou para a posição “b” em t=0. no domínio do tempo. isto é. i = 0. Vc = Vf = 100V e. utilizando a técnica da transformada de Laplace: a) A expressão em Laplace para Vc(s). Após a comutação da chave. isto é. b) A mesma. determine. Figura 1 Solução: Antes da comutação da chave.3. em t > 0.8. isto é. temos o seguinte circuito: . em regime permanente. portanto. Para o circuito mostrado esquematicamente na figura 1.

temos: vC  v R  0 vC  RiC  0 A corrente no capacitor é dada por: iC  C d vC dt Aplicando-se a transformada de Laplace à expressão acima.Aplicando-se a Lei de Kirchoff das tensões à malha acima. vC(0-): . no domínio de Laplace de acordo com o circuito abaixo: Assim a tensão VC(s) é a soma da queda de tensão na impedância do capacitor mais condição inicial. obtemos: LvC   VC ( s)  1 1 I C ( s )  v C (0  ) sC s Assim podemos representar o capacitor. obtemos: LiC   I C (s)  CsVC (s)  vC (0  ) A tensão no capacitor é dada por: t 1 vC   iC ( )d  vC (0  ) C0 Aplicando-se a transformada de Laplace à expressão acima.

será dada por: VC (s)  v (0 ) 1 I C ( s)  C  sC s Resolvendo o circuito.VC (s)  v (0 ) 1 I C ( s)  C  sC s Notar que o sentido da corrente para o circuito acima é oposto ao sentido da corrente do problema. Sendo assim. com o resistor de 5KΩ conectado temos: Aplicando a Lei de Kirchoff das tensões obtemos as equações abaixo: 100 1  I C ( s)  5 *10 3 I C ( s)  0 s sC 100  1    5 *10 3  I C ( s)  0 s  sC  . terá polaridade inversa à do circuito acima e a tensão VC(s). a queda de tensão na impedância do capacitor.

16 *10 6  s  1250  1 125 *10 3  VC ( s)  100   s s  1250  VC ( s)  100 125 *10 3 V C( s)   s ss  1250    Termo de regime Termo referente permantente ao transitório       .100 s I C ( s)   1  5 *10 3 sC sC 100C I C ( s)   1  5 *10 3 sC    100C  1 I C ( s)     3 1 5 *10 C  s   5 *10 3 C     1 I C ( s)  20 *10 3 *  1 s  3  5 *10 * 0.16 *10 6  1  I C ( s)  20 *10 3 *    s  1250  I C ( s)  2 *10 2 s  1250 vC (0  )  X C ( s) I C ( s)  s v (0 ) 1 VC ( s)  C   I C ( s)  s sC I ( s)  1 VC ( s)  vC (0  )  C   s C   2 *10 2  1 1    VC ( s)  100   s 0.

para determinarmos os valores de K1 e K2 K1  s * VC (s)trans s 0  125 * 10 3    K1  100  s *   ss  1250   s 0  125 * 10 3   K 2  s  1250  * VC (s)trans s 1250  s  1250  *   K 2  100  ss  1250   s 1250 .Analisemos o termo referente ao transitório: VC (s)trans  125 * 10 3 ss  1250  Expandindo em frações parciais. temos: vC (t )  100e 1250t . temos: VC (s)  100 100 100    s  1250  s  s VC (s)  100 s  1250  Aplicando-se a transformada inversa de Laplace. temos: K1 K2  s s  1250  VC (s)trans  Aplicando o teorema de Heavyside. Assim: VC (s)trans  100 100  s s  1250  Somando-se o termo referente regime permanente com termo referente ao transitório.