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REGIMENTO INTERNO

DO CONSELHO NACIONAL

DO MINISTÉRIO
PÚBLICO

REGIMENTO INTERNO DO
CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Resolução nº 92, de 13 de março de 2013
Publicada no Diário Oficial da União de 18/3/2013, Seção 1,
páginas 138 a 145

Conselho Nacional do Ministério Público
Brasília, março de 2013

Conselho Nacional do Ministério Público
Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério
Público / Conselho Nacional do Ministério Público. – Brasília : CNMP, 2012.
110 p.
1. Resolução nº 92/2013 – CNMP. 2. I. Brasil. Conselho Nacional do Ministério Público.

SUMÁRIO
1. LIVRO I - DA COMPOSIÇÃO, COMPETÊNCIA E ORGANIZAÇÃO

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1.1. TÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO
1.2. TÍTULO II - DA COMPETÊNCIA
1.3. TÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO
1.3.1. CAPÍTULO I - DOS ÓRGÃOS
1.3.2. CAPÍTULO II - DO PLENÁRIO
1.3.3. CAPÍTULO III - DA PRESIDÊNCIA
1.3.4. CAPÍTULO IV - DA CORREGEDORIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
1.3.5. CAPÍTULO V - DOS CONSELHEIROS
1.3.6. CAPÍTULO VI - DAS COMISSÕES
1.3.7. CAPÍTULO VII - DA OUVIDORIA NACIONAL

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2. LIVRO II - DO PROCESSO

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2.1. TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
22
2.1.1 CAPÍTULO I - DO REGISTRO E CLASSIFICAÇÃO
22
2.1.2 CAPÍTULO II - DA DISTRIBUIÇÃO
24
2.1.3 CAPÍTULO III - DA COMUNICAÇÃO DOS ATOS
26
2.1.4 CAPÍTULO IV - DOS PRAZOS
27
2.2. TÍTULO II - DA COMPETÊNCIA DO RELATOR
27
2.3. TÍTULO III - DAS PROVAS
29
2.3.1. CAPÍTULO I - DOS DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES
29
2.3.2 CAPÍTULO II - DOS DEPOIMENTOS
30
2.3.3 CAPÍTULO III - DAS AUDIÊNCIAS
30
2.4. TÍTULO IV - DAS SESSÕES
31
2.4.1 CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
31
2.4.2 CAPÍTULO II - DA EFETIVIDADE DOS ATOS E DECISÕES
34
2.5. TÍTULO V - DOS DIVERSOS TIPOS DE PROCESSOS
35
2.5.1. CAPÍTULO I - DA INSPEÇÃO E DA CORREIÇÃO
35
2.5.2. CAPÍTULO II - DA RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR E DA SINDICÂNCIA
38
2.5.3. CAPÍTULO III - DA REPRESENTAÇÃO POR INÉRCIA OU POR EXCESSO DE 41
PRAZO

2.5.4. CAPÍTULO IV - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR
2.5.5. CAPÍTULO V - DA AVOCAÇÃO
2.5.6. CAPÍTULO VI - DA REVISÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR
2.5.7. CAPÍTULO VII - DA RECLAMAÇÃO PARA PRESERVAÇÃO DA
AUTONOMIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
2.5.8. CAPÍTULO VIII - DA RECLAMAÇÃO PARA PRESERVAÇÃO DA
COMPETÊNCIA E DA AUTORIDADE DAS DECISÕES DO CONSELHO
2.5.9. CAPÍTULO IX - DO PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO
2.5.10. CAPÍTULO X - DA ARGUIÇÃO DE IMPEDIMENTO OU SUSPEIÇÃO
2.5.11. CAPÍTULO XI - DA RESTAURAÇÃO DE AUTOS
2.5.12. CAPÍTULO XII - DO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS
2.5.13. CAPÍTULO XIII - DA REMOÇÃO POR INTERESSE PÚBLICO
2.5.14. CAPÍTULO XIV - DA PROPOSIÇÃO
2.5.15. CAPÍTULO XV - DA REVISÃO DE DECISÃO DO CONSELHO
2.6. TÍTULO VI - DOS RECURSOS
2.6.1. CAPÍTULO I - DO RECURSO INTERNO
2.6.2. CAPÍTULO II - DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO

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3. LIVRO III - DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

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4. LIVRO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

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5. ÍNDICE REMISSIVO

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1. LIVRO I - DA COMPOSIÇÃO, COMPETÊNCIA E
ORGANIZAÇÃO
1.1. TÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO
Art. 1º O Conselho Nacional do Ministério Público - CNMP, instalado
no dia 21 de junho de 2005, com atuação em todo o território nacional e sede
em Brasília, Distrito Federal, compõe-se de catorze membros, nos termos do
artigo 130-A, da Constituição Federal.

1.2. TÍTULO II - DA COMPETÊNCIA
Art. 2º Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o
controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do
cumprimento dos deveres funcionais de seus membros, cabendo-lhe:
I – zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério
Público, podendo expedir atos regulamentares no âmbito de sua competência,
ou recomendar providências;
II – zelar pela observância do artigo 37 da Constituição Federal
e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos
administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da
União e dos estados, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazo para
que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem
prejuízo da competência dos Tribunais de Contas;
III – receber e conhecer das reclamações contra membros, ou
órgãos do Ministério Público da União ou dos estados, inclusive contra seus
serviços auxiliares, sem prejuízo da competência disciplinar e correcional da
instituição, podendo avocar processos disciplinares em curso, determinar a
remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos
proporcionais ao tempo de serviço, e aplicar outras sanções administrativas,
assegurada ampla defesa;
IV – rever, de ofício ou mediante provocação, os processos
disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos estados
julgados há menos de um ano;

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REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

1. II – a Presidência. podendo se fazer representar em suas sessões por membro da Diretoria do Conselho Federal da entidade. Parágrafo único.DA ORGANIZAÇÃO 1. IV – os Conselheiros.DOS ÓRGÃOS Art. determinando a remoção. 1.1. VI – a Ouvidoria Nacional. assegurada ampla defesa. propondo as providências que julgar necessárias. 3º São órgãos do Conselho: I – o Plenário. e aplicar outras sanções administrativas previstas em lei.3. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 7 .3.2. estando validamente instalado quando presente a maioria deles. CAPÍTULO I . TÍTULO III . O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil terá assento e voz no Plenário. V – as Comissões. CAPÍTULO II .3. compete ao Plenário: I – julgar os processos administrativos disciplinares regularmente instaurados. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios proporcionais ao tempo de serviço.DO PLENÁRIO Art. 5º Além de outras competências que lhe sejam conferidas por lei ou por este Regimento. o qual deve integrar a mensagem prevista no artigo 84. III – a Corregedoria Nacional do Ministério Público. sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. Art. da Constituição Federal.V – elaborar relatório anual. XI. 4º O Plenário representa a instância máxima do Conselho e é constituído por seus membros.

na condição de instância revisora. da distribuição de processos no órgão de origem do Conselheiro. XIV – conceder licença aos Conselheiros. XII – alterar este Regimento Interno. pelo Corregedor Nacional do Ministério Público e pelos Relatores. IX – decidir. 8 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . VIII – deliberar sobre o provimento. os recursos contra as decisões monocráticas proferidas pelo Presidente do Conselho. ressalvadas as nomeações para cargos em comissão. exames. XI – fixar critérios para as promoções funcionais de seus servidores. III – representar ao Ministério Público para a propositura de ação civil com vista à decretação de perda do cargo ou de cassação da aposentadoria. V – deliberar sobre o encaminhamento de notas técnicas quando caracterizado o interesse institucional do Ministério Público. transformação ou extinção de cargos e fixação de vencimentos dos servidores do seu quadro de pessoal. VI – deliberar quanto à criação. IV – requisitar das autoridades competentes informações. XVI – deliberar sobre pedido de afastamento das funções ou exclusão. ressalvados os casos que dependam de autorização judicial.II – encaminhar ao Ministério Público notícias ou documentos que indiquem a existência de fato que configure ato de improbidade administrativa ou crime de ação penal pública. VII – aprovar a proposta orçamentária do Conselho. X – julgar e homologar os processos de restauração de autos. declarados em lei de livre nomeação e exoneração. XIII – resolver as dúvidas suscitadas pelo Presidente ou pelos demais membros do Conselho sobre a ordem do serviço ou a interpretação e a execução deste Regimento Interno. XV – eleger o Corregedor Nacional. parcial ou integral. por concurso público. dos cargos necessários à sua administração. cabendo ao Procurador-Geral da República o encaminhamento da proposta. nos quais é legitimado a formular requerimento à instância judicial competente. perícias e documentos imprescindíveis ao esclarecimento de fatos submetidos à sua apreciação. quando necessário e conveniente para o desempenho de seu mandato.

se houver sessões ordinárias e extraordinárias subsequentes. conforme calendário semestral instituído e publicado na última quinzena do semestre anterior. nos casos do artigo 29 deste Regimento. sendo.XVII – apreciar as arguições de impedimento e suspeição dos membros do Conselho. § 1º As sessões ordinárias serão realizadas em dias úteis. observada a ordem de inclusão. XVIII – responder as consultas apresentadas em tese pelos Procuradores-Gerais e Corregedores-Gerais ou pelo Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil ou de entidade de classe representativa dos membros ou servidores do Ministério Público. poderão ser incluídos assuntos que não se encontrem inscritos na pauta da sessão. com pelo menos três dias de antecedência. devendo ser encaminhada aos Conselheiros a documentação pertinente a cada um de seus pontos. com a indicação do tema objeto de deliberação. conjuntamente. com pelo menos cinco dias de antecedência ou por requerimento da maioria absoluta dos Conselheiros. de ofício. acerca da matéria veiculada. § 5º Os processos não julgados permanecerão em pauta. 7º As sessões plenárias serão ordinárias ou extraordinárias. duas a cada mês. demonstrar a pertinência temática com as respectivas áreas de atribuição e ser instruídas com o parecer do órgão de assistência técnica ou jurídica da autoridade suscitante. XIX – declarar a perda de mandato do Conselheiro. 6º Dos atos e decisões do Plenário não cabe recurso. § 4º Em caso de reconhecida e inadiável necessidade. em peça escrita e fundamentada. § 2º A resposta do Conselho às consultas de que trata o inciso XVIII deste artigo não constitui julgamento definitivo do objeto apreciado. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 9 . mediante aprovação da maioria dos Conselheiros presentes. § 1º As consultas de que trata o inciso XVIII deste artigo deverão indicar com precisão seu objeto. § 2º As sessões extraordinárias serão convocadas pelo Presidente do Conselho. § 3º As pautas das sessões plenárias expressarão a ordem do dia e serão publicadas no Diário Oficial da União. Art. salvo embargos de declaração. Art. para se realizar em até quinze dias. no mínimo.

§ 1º Os demais Conselheiros. Art. Art. § 1º A ata especificará se as votações foram por maioria ou por unanimidade. o Secretário-Geral. à direita e à esquerda. os nomes do Presidente. o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e o Corregedor Nacional. 1.3. CAPÍTULO III . III – representar o Conselho. no que couber. do autor do primeiro voto divergente. 8º Nas sessões plenárias. Art. 9º De cada sessão plenária será lavrada ata pelo SecretárioGeral ou por quem regularmente o substitua. § 2º O disposto neste artigo aplica-se às comissões. dos Conselheiros presentes. ao Secretário-Geral. sucessivamente. o Presidente do Conselho sentar-se-á ao centro da mesa. alternadamente. 10 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . IV – convocar e presidir as sessões plenárias.DA PRESIDÊNCIA Art. compete ao Presidente do Conselho: I – cumprir e fazer cumprir este Regimento. 10 Sempre que possível. 11 O Conselho será presidido pelo Procurador-Geral da República. a partir da primeira cadeira da bancada. contendo a data da reunião. se for o caso. à direita do Presidente. inclusive dos que firmaram impedimento ou suspeição. aos diretores e aos chefes das unidades administrativas do Conselho. dos Relatores. 12 Além de outras competências que lhe sejam conferidas por lei ou por este Regimento. à sua esquerda. o Plenário fixará prazo para o cumprimento de suas decisões.3. e dos advogados ou interessados que tiverem realizado sustentação oral.Art. devendo constar o número dos votos proferidos e o sentido de cada um deles e. II – dar posse aos Conselheiros. o registro sucinto dos debates e das deliberações. à sua direita. § 2º O Secretário-Geral providenciará a juntada da certidão de julgamento e dos votos escritos aos autos. tomarão assento segundo a sua antiguidade.

XV – prover. XXI – determinar o desconto nos vencimentos e/ou proventos dos servidores do quadro de pessoal do Conselho nos casos previstos em lei. mediante decisão fundamentada. anular e revogar os procedimentos licitatórios. VIII – conceder licença aos servidores do Conselho. XVI – prover cargos em comissão e designar servidores para exercer funções de confiança. podendo requisitar o auxílio da força pública. transporte e/ou indenização de despesa. IX – autorizar o pagamento de diárias. passagens. VII – submeter ao Plenário as questões de ordem suscitadas.V – exercer o poder de polícia nos trabalhos do Conselho. XI – assinar as atas das sessões plenárias. VI – antecipar. XVII – definir. XX – requisitar membros e servidores do Ministério Público e conferir-lhes atribuições. ajuda de custo. X – aprovar as pautas de julgamento organizadas pelo SecretárioGeral. XII – despachar o expediente do Conselho. XIV – decidir as matérias relacionadas com os direitos e deveres dos servidores do Conselho. dando disto conhecimento ao Plenário. XXII – autorizar. prorrogar ou encerrar o expediente nos casos urgentes. XXIII – reconhecer as situações de dispensa e inexigibilidade de licitação. XVIII – zelar pela ordem e disciplina do Conselho. em conformidade com as tabelas aprovadas pelo Conselho e a legislação aplicável à espécie. dando disto ciência ao Plenário. a organização e a competência das chefias e órgãos internos do Conselho. em ato próprio e específico. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 11 . XIII – executar e fazer executar as ordens e as deliberações do Conselho. os cargos do quadro de pessoal do Conselho. XIX – exonerar servidor do quadro de pessoal do Conselho. homologar. bem como aplicar penalidades aos seus servidores. na forma da lei.

XXVIII – praticar.666. § 1º A requisição prevista no inciso XX deste artigo. III. da Lei nº 8. III – chamar à ordem todo aquele que se comporte de forma inadequada. IV – suspender a sessão quando houver motivo relevante e justificado. os requerimentos anônimos. § 2º Os membros e os servidores requisitados do Ministério Público conservarão os direitos e as vantagens inerentes ao exercício de seus cargos ou empregos no órgão de origem.XXIV – celebrar contratos e convênios do Conselho. ato de competência do Plenário. extrapole o tempo previamente estipulado ou aborde assunto alheio ao objeto de deliberação. desde que observado o prazo máximo de quatro anos. podendo delegar atos específicos ao Secretário-Geral. da Constituição Federal. “c” e II. antes da distribuição. I. XXIX – instaurar e conduzir o processo de perda de mandato de Conselheiro. fixando a hora em que deva ser reiniciada. admitindo prorrogações sucessivas. de 21 de junho de 1993. podendo limitar a duração das intervenções. XXV – ordenar as despesas do Conselho. sem formulação de pedido ou estranhos à competência do Conselho. dar-se-á com ou sem prejuízo das funções do membro ou servidor no órgão de origem e por período de um ano. delimitando os pontos objeto da votação e submetendo-o à deliberação do Plenário. XXX – apreciar liminarmente. § 3º. submetendo-o a referendo na primeira sessão subsequente. ouvido o Plenário nos casos em que os ajustes importarem a realização de despesas estimadas no limite estabelecido no artigo 22. XXVII – apresentar ao Plenário relatório circunstanciado dos trabalhos do ano. I e § 1º c/c artigo 23. 12 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . em caso de urgência. à exceção do previsto no artigo 130-A. “c”. XXVI – delegar aos demais membros do Conselho e ao SecretárioGeral a prática de atos de sua competência. II – considerar o assunto em discussão suficientemente debatido. Art. nas sessões plenárias: I – dirigir os debates. 13 Compete ao Presidente.

Art. com dedicação exclusiva. 15 Os procedimentos que tramitam na Corregedoria Nacional são públicos. ficando afastado do órgão do Ministério Público a que pertence. § 2º Não sendo alcançada a maioria absoluta. CAPÍTULO IV . durante as investigações. 14 Os serviços da Secretaria-Geral serão dirigidos pelo SecretárioGeral. na sessão imediatamente posterior à vacância do cargo. O Secretário-Geral e seu adjunto exercerão suas atividades na sede do Conselho. sendo eleito o candidato escolhido pela maioria absoluta. em caso de empate. 1. ter o acesso restrito aos interessados e aos seus procuradores. escolhidos e nomeados pelo Presidente do Conselho.4.DA CORREGEDORIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. proclamando-se vencedor. devendo o Conselho facilitar-lhe os recursos materiais e financeiros necessários. membro de qualquer dos ramos do Ministério Público. Art. bem como as atribuições e rotinas de trabalho de suas unidades internas. podendo. se for o caso. § 3º O Corregedor Nacional tomará posse imediatamente após a proclamação do resultado da eleição. 16 A Corregedoria Nacional disciplinará. § 1º Proceder-se-á à eleição pelo voto secreto. o mais antigo no Conselho. Art. § 5º O Corregedor Nacional exercerá suas funções em regime de dedicação exclusiva. os dois candidatos mais votados concorrerão em segundo escrutínio. na forma da lei.3. Parágrafo único. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 13 . auxiliado pelo Secretário-Geral Adjunto. § 4º O mandato do Corregedor Nacional expirará juntamente com seu mandato de Conselheiro.V – proferir voto. vedada a recondução. por ato próprio. para um mandato de dois anos. sua organização. 17 O Corregedor Nacional será eleito entre os membros do Ministério Público que integram o Conselho.

quando houver indícios suficientes de materialidade e autoria da infração. informações. imprescindíveis ao esclarecimento de processos ou procedimentos submetidos à sua apreciação. VIII – elaborar e apresentar ao Plenário relatório trimestral sobre as atividades desenvolvidas na Corregedoria Nacional. monetárias. de ofício ou mediante provocação. processo administrativo disciplinar. VII – realizar. não vinculativas. inspeções e correições para apuração de fatos relacionados aos serviços do Ministério Público. X – expedir recomendações orientadoras. judiciárias e outras. respectivamente. dando ciência ao interessado. exames. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. XI – requisitar das autoridades fiscais. III – requisitar e designar membros do Ministério Público e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. ao Corregedor Nacional compete: I – receber reclamações e denúncias. destinadas ao aperfeiçoamento das atividades dos membros. IV – determinar o processamento das reclamações que atendam aos requisitos de admissibilidade e arquivar. sigilosos ou não. em processos e procedimentos que tramitem na Corregedoria Nacional. órgãos e serviços auxiliares do Ministério Público. de qualquer interessado. em todas as áreas de sua atuação. do trâmite ou das conclusões.Art. IX – executar e fazer executar as ordens e as deliberações do Conselho sujeitas à sua competência. VI – instaurar sindicância de ofício ou. as anônimas ou aquelas manifestamente improcedentes ou desprovidas de elementos mínimos para sua compreensão. divulgando relatório consolidado no final do exercício. quando discordar. V – propor ao Plenário a avocação ou a revisão de procedimentos acompanhados por reclamações disciplinares instauradas na Corregedoria Nacional. observado o disposto no § 2º do artigo 77 deste Regimento. sumariamente. de inspeção e correição geral. 18 Além de outras competências que lhe sejam conferidas por lei ou por este Regimento. II – exercer funções executivas do Conselho. havendo ou não evidências de irregularidades. perícias ou documentos. 14 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO .

XIII – promover e participar de reuniões periódicas com os órgãos e os membros do Ministério Público envolvidos na atividade correcional para fins de estudo. no que diz respeito às matérias de sua competência. o Presidente do Conselho oficiará aos órgãos legitimados. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 15 . prorrogável uma vez por igual período.3. § 1º O prazo para a posse é de trinta dias contados da nomeação.DOS CONSELHEIROS Art. 21 Os Conselheiros tomam posse formalmente perante o Presidente do Conselho. Art. atribuições para a prática de procedimentos específicos. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. XVI – delegar aos demais Conselheiros.XII – manter contato. acompanhamento e apresentação de sugestões. membros auxiliares ou servidores expressamente indicados. para cumprir mandato de dois anos. correcionais e disciplinares da Corregedoria Nacional e dos órgãos do Ministério Público. podendo constituir e manter bancos de dados. XV – indicar nomes ao Presidente do Conselho. XIV – realizar a coleta de dados necessários ao bom desempenho das atividades administrativas. solicitando indicação nos termos do artigo 130-A.5. 19 O Conselheiro é nomeado pelo Presidente da República. da Constituição Federal. no âmbito da Corregedoria Nacional. disponibilizando seus resultados aos órgãos do Conselho ou a quem couber o seu conhecimento. por motivo justificado. Art. para provimento de cargo em comissão e designação de servidores para o exercício de função de confiança. com as corregedorias e demais órgãos das unidades do Ministério Público. admitida uma recondução. com a assinatura do termo respectivo. CAPÍTULO V . respeitado o sigilo legal. 1. 20 Até cento e vinte dias antes do término do mandato ou imediatamente após a vacância do cargo de Conselheiro. bem como com autoridades judiciárias ou administrativas.

906. IV – apresentar projetos.§ 2º Em caso de recondução. propostas ou estudos sobre matérias de competência do Conselho ou subscrever proposta apresentada pela Comissão a que pertença ou por outro Conselheiro. suspeições e incompatibilidades que regem a carreira do Ministério Público. suspeições ou incompatibilidades que lhe afete. II – registrar em ata o sentido de seus votos ou opiniões manifestados durante as sessões plenárias ou das comissões para as quais tenha sido designado. 16 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . as petições e expedientes que lhe forem dirigidos. no que couber. de 4 de julho de 1994. § 3º Ao Conselheiro é vedado o exercício da advocacia perante o Conselho nos dois anos subsequentes ao término do seu mandato. independentemente da data da nova investidura. e voz em todas as reuniões do Conselho ou de seus órgãos colegiados. impedimentos. § 1º O Conselheiro membro do Ministério Público ou magistrado estará sujeito às regras de impedimentos. § 2º Os demais Conselheiros terão as mesmas prerrogativas. que será regulada pelo disposto na Lei nº 8. se entender conveniente. 22 O Conselheiro tem os seguintes deveres: I – participar das sessões plenárias para as quais for regularmente convocado. III – eleger e ser eleito integrante de comissões instituídas pelo Plenário. Art. suspeições e incompatibilidades que regem as respectivas carreiras. mantendo o Conselheiro sua antiguidade. a assinatura do termo de compromisso dispensa a formalidade da posse. III – despachar. nos prazos legais. IV – elaborar e assinar as decisões tomadas pelo Conselho nas quais tiver atuado como Relator. salvo quanto à vedação do exercício da advocacia. Art. V – desempenhar as funções próprias do cargo ou que lhe forem cometidas pelo Plenário. fazendo juntar seus votos. deveres. 23 O Conselheiro tem os seguintes direitos: I – ter assento e voto nas sessões plenárias e das comissões para as quais haja sido regularmente designado. II – declarar impedimentos.

em seus eventuais impedimentos ou ausências: I – o Presidente do Conselho. de assunto que considere sujeito à deliberação do Plenário ou das comissões e propor ao Presidente do Conselho a realização de sessões extraordinárias. VII – desempenhar a função de Relator nos processos que lhe forem distribuídos. representantes de entidades ou autoridades para prestarem os esclarecimentos que o Conselho entenda necessários. férias e afastamentos concedidos pelos órgãos de origem e as deferidas pelo Plenário. VI – propor à Presidência do Conselho a constituição de grupos de trabalho ou comissões necessários à elaboração de estudos. III – o Presidente de Comissão. XI – ter vista de processos. pelo mais antigo entre seus membros. propostas e projetos a serem apresentados ao Plenário. que apresentará suas conclusões na sessão subsequente.V – requisitar de quaisquer órgãos do Ministério Público ou do Conselho as informações e documentos que considere úteis para o exercício de suas funções. na ordem dos trabalhos. observada a regra do artigo 59 deste Regimento. Parágrafo único. Aprovada a proposta de que trata o inciso XIII deste artigo. pelo Vice-Procurador-Geral da República e. pelo representante do Ministério Público mais antigo. em caso de ausências ou impedimentos de ambos. IX – propor o convite a especialistas. XII – indicar ao Presidente do Conselho os nomes dos servidores a serem nomeados para os cargos em comissão e as funções de confiança que a lei reserve à sua assessoria. pelo Corregedor Nacional do Ministério Público. o Plenário designará o Conselheiro revisor. XIII – propor ao Plenário a revisão do feito arquivado por decisão monocrática. VIII – requerer a inclusão. 24 Os membros do Conselho Nacional do Ministério Público serão substituídos. II – o Corregedor Nacional. Art. observada a posterior compensação. X – gozar das licenças. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 17 .

durante o exercício do mandato. sempre que possível. § 2º Nos casos de impedimento. Art. quanto aos membros do Ministério Público e da magistratura. até o provimento dos respectivos cargos. que a comunicará ao Plenário na primeira reunião que se seguir. 18 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . 25 A antiguidade do Conselheiro. promoção por merecimento ou preenchimento de vaga na composição de tribunal.IV – o Relator. pelo Conselheiro: a) imediato em antiguidade. conforme o caso. § 1º A substituição prevista nos incisos I. a antiguidade na carreira e. Art. 27 A renúncia ao cargo de Conselheiro deverá ser apresentada por escrito ao Presidente do Conselho. Parágrafo único. Art. a inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. adotando-se. quanto aos membros da advocacia. Art. O Conselheiro licenciado não poderá exercer suas funções no Conselho. suspeição ou afastamento do Relator por período superior a trinta dias. 28 Ao membro do Ministério Público. quando se tratar de deliberação sobre medida urgente. o disposto nos artigos 38 a 40 deste Regimento. em caso de vacância do cargo. nos casos de recondução. ainda que tenha havido interrupção no exercício do cargo. primeira parte. direção ou assessoramento na instituição a que pertença. II e III deste artigo dar-se-á também em caso de vacância. para todos os fins regimentais. para fins de redação do acórdão. b) autor do primeiro voto divergente. Parágrafo único. entendendo-se que renunciou ao restante do prazo. entre os Conselheiros do Plenário ou da Comissão que integre. Aplica-se a regra prevista no caput. inclusive. é vedado: I – integrar lista para Procurador-Geral. os processos serão redistribuídos. 26 A licença de Conselheiro será requerida com a indicação do período. quando vencido no julgamento. informando. começando a correr do dia em que passar a ser usufruída. mas poderá reassumir o cargo a qualquer tempo. II – exercer cargo ou função de chefia. observado. será apurada observada a data da respectiva posse no Conselho e a ordem de composição constitucional do órgão. c) nomeado para a vaga que ocupava. salvo contraindicação médica. as providências adotadas para o preenchimento da vaga.

§ 2º As comissões temporárias serão constituídas na forma e com as atribuições previstas no ato de que resultar a sua criação e terão suas atividades encerradas ao fim do prazo estabelecido ou tão logo atinjam o fim a que se destinam. que ouvirá o Conselheiro interessado. § 2º Declarada a perda do mandato por voto de três quintos dos membros do Conselho. IV – exercer cargo de direção em entidade de classe.6. por sentença transitada em julgado. § 1º As comissões permanentes serão compostas por. Art.DAS COMISSÕES Art. da Constituição Federal.3. assegurada. III – alteração na condição que legitimou sua indicação ao cargo ou superveniência de incapacidade civil. a representação proporcional dos órgãos legitimados pelo artigo 130-A. Art. no prazo de quinze dias. 29 O Conselheiro perderá o mandato em razão de: I – condenação. três Conselheiros. compostas por seus membros. 31 São comissões permanentes do Conselho: I – Comissão de Controle Administrativo e Financeiro. § 1º O procedimento para perda do mandato será conduzido pelo Presidente do Conselho. 1. sendo um deles não integrante do Ministério Público. sempre que possível. pelo Senado Federal.III – integrar o Conselho Superior ou exercer a função de Corregedor. II – condenação judicial. por crime de responsabilidade. CAPÍTULO VI . nas infrações penais comuns. 30 O Conselho poderá criar comissões permanentes ou temporárias. nos termos do artigo 130-A. para o estudo de temas e de atividades específicas. comunicar-se-á a decisão aos Presidentes da República e do Senado Federal e ao órgão legitimado para a nova indicação. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 19 . relacionados às suas áreas de atuação. da Constituição Federal. no mínimo.

que providenciará a inclusão da matéria na ordem do dia do Plenário. até o encerramento de suas atividades. na sessão imediatamente posterior à vacância do cargo. IV – Comissão do Sistema Prisional. 33 A Ouvidoria Nacional é o órgão de comunicação direta e simplificada entre o Conselho Nacional do Ministério Público e a sociedade e tem por objetivo principal o aperfeiçoamento e o esclarecimento. VI – Comissão de Acompanhamento Legislativo e Jurisprudência. para 20 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . bem como a celebração de convênios com universidades ou outras instituições. aos cidadãos. CAPÍTULO VII . deste Regimento.3. para mandato de um ano ou. 1. poderão indicar membros e servidores do Ministério Público. XX e §§ 1º e 2º. das atividades realizadas pelo Conselho e pelo Ministério Público. na sessão imediatamente posterior à vacância do cargo. Art. § 1° No caso de substituição de membro de comissão. § 2° As comissões poderão propor ao Presidente do Conselho a contratação de assessorias e auditorias. § 4° Cada comissão comunicará as matérias e as proposições aprovadas em seu âmbito ao Presidente do Conselho.II – Comissão da Infância e Juventude. § 1º O Ouvidor será eleito entre os membros do Conselho. III – Comissão de Preservação da Autonomia do Ministério Público. o substituto a integrará pelo tempo restante do seu mandato ou até o encerramento das atividades da comissão temporária. 32 Os presidentes das comissões serão eleitos pelo voto da maioria do Plenário. VII – Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais. em votação secreta. V – Comissão de Planejamento Estratégico. § 3° As comissões. Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública.DA OUVIDORIA NACIONAL Art. observado o disposto no artigo 12. para auxiliar nos trabalhos que lhe são afetos. no caso de comissão temporária. no âmbito específico de suas competências.7.

preferencialmente em meio eletrônico. negarem acesso a informações. com vistas à implementação de sistema nacional que viabilize a consolidação das principais demandas e informações colhidas. poderá indicar membros e servidores do Ministério Público. e tomará posse imediatamente após a eleição. sugestões e quaisquer expedientes que lhe sejam dirigidos acerca das atividades desenvolvidas pelo Conselho. semestralmente. 35 A Ouvidoria Nacional não processará solicitações anônimas. e de recebimento periódico de informação das decisões proferidas pelas unidades do Ministério Público que. IV – apresentar. Parágrafo único. caso haja fundada circunstância que justifique esta medida.mandato de um ano. II – promover a integração das ouvidorias do Ministério Público. dados estatísticos sobre os atendimentos realizados. para auxiliar nos trabalhos que lhe são afetos. para os efeitos da Lei nº 12. § 3° A Ouvidoria Nacional. no âmbito específico de suas competências. 34 Compete à Ouvidoria Nacional: I – receber. mas poderá resguardar a identidade do solicitante. § 2º A estrutura e o funcionamento da Ouvidoria Nacional serão regulamentados por ato do Plenário. de 18 de novembro de 2011.527. examinar. Art. responder e arquivar críticas. de forma a preservar suas competências. em grau de recurso. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 21 . de forma a permitir a formulação de estratégias nacionais relacionadas ao atendimento ao público e ao aperfeiçoamento da instituição. as atribuições de suas Ouvidorias e do próprio Conselho. comentários. observado o disposto no artigo 12. encaminhar. objetivando o aprimoramento dos serviços. V – divulgar à sociedade. VI – funcionar. deste Regimento. permanentemente. elogios. seu papel institucional. III – manter registro atualizado da documentação relativa às suas atribuições. XX e §§ 1º e 2º. Art. como unidade responsável pelo Serviço de Informação do Cidadão – SIC. A Ouvidoria Nacional não processará demandas relacionadas às unidades do Ministério Público. no âmbito do Conselho. vedada a recondução.

devendo ser os originais encaminhados ao Conselho no prazo de cinco dias. o Relator marcará prazo razoável para ser sanado o defeito. mas recebidos diretamente nos Gabinetes. LIVRO II . registrados e autuados imediatamente. § 3º Nos casos dos parágrafos 1º e 2º deste artigo. passando a constar o Conselho como autor. individualizar em peças autônomas cada uma das pretensões deduzidas. podendo a juntada e a digitalização ser realizadas em até três dias úteis. inscrição no Cadastro das Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas – CNPJ e comprovante de endereço.1. § 6º As petições e documentos poderão ser apresentados por meio eletrônico ou por fac-símile. se a gravidade ou a relevância dos fatos noticiados exigirem apuração. salvo se a autenticidade puder ser de pronto reconhecida ou admitida pelo setor técnico da Secretaria do Conselho. o Relator.DO REGISTRO E CLASSIFICAÇÃO Art. 36 As petições.2. 22 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO .1. mediante a informação de seu nome completo e a apresentação de cópia dos documentos de identidade. § 5º Os requerimentos. § 4º Se o requerimento inicial contiver cumulação de pedidos que não guardem pertinência temática. sob pena de arquivamento. no prazo de quinze dias.DO PROCESSO 2. sob pena de não serem conhecidas pelo Relator. TÍTULO I . mediante despacho fundamentado.1. do qual constem poderes especiais para essa finalidade. representações ou notícias deverão ser acompanhadas da qualificação do autor. § 1º As petições.DISPOSIÇÕES GERAIS 2. pedidos ou documentos relativos aos processos em andamento. sob pena de não serem conhecidos. documentos e processos recebidos ou instaurados de ofício serão protocolados. na ordem de recebimento. CAPÍTULO I . § 2º Se a petição apresentada por procurador não estiver acompanhada do instrumento de mandato. sob pena de arquivamento. considerará suprida a ausência de qualificação ou o defeito de representação e dará prosseguimento ao feito. serão encaminhados à Secretaria do Conselho para protocolo e registro nos sistemas de acompanhamento processual. o requerente será intimado para.

com vistas à implementação plena do processo eletrônico. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 23 . X – Reclamação para Preservação da Competência e da Autoridade das Decisões do Conselho. VII – Avocação. III – Reclamação Disciplinar. V – Representação por Inércia ou Excesso de Prazo. XV – Remoção por Interesse Público. quando for deferido o sigilo.§ 7º Ato da Presidência do Conselho. observadas as seguintes classes processuais: I – Inspeção. salvo o dos autores. seu número de ordem e o nome das partes. XIX – Consulta. VIII – Revisão de Processo Disciplinar. 37 O registro e a autuação far-se-ão em numeração contínua e seriada. relação atualizada dos processos em tramitação. ratificado pelo Plenário. Art. XVII – Revisão de Decisão do Conselho. XVIII – Procedimento Avocado. em seu sítio eletrônico na internet. XII – Arguição de Impedimento ou Suspeição. VI – Processo Administrativo Disciplinar. XI – Procedimento de Controle Administrativo. poderá regulamentar as hipóteses e condições do peticionamento obrigatório com o uso de ferramentas de tecnologia da informação. XIII – Restauração de Autos. da qual constem a natureza do feito. XIV – Pedido de Providências. IV – Sindicância. XVI – Proposição. II – Correição. IX – Reclamação para Preservação da Autonomia do Ministério Público. § 8º O Conselho manterá.

38 A distribuição de processos será realizada imediatamente pela Secretaria-Geral. § 1º Serão autuados como: I – Procedimento Avocado. 24 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . presentes o interesse e a repercussão gerais. sobre a aplicação de dispositivos legais e regimentais concernentes à matéria de competência do Conselho. entre todos os Conselheiros.XX – Acompanhamento de Cumprimento de Decisão. § 3º Ato do Presidente do Conselho regulamentará a distribuição e o trâmite dos processos registrados nas classes processuais não disciplinadas neste Regimento. para manifestação. 2. XVIII e §§ 1º e 2º deste Regimento. por meio de sorteio eletrônico em sessão pública. as deliberações do Conselho que contenham determinações. os anteprojetos de lei encaminhados ao Conselho. VI – Anteprojeto de Lei. os documentos destinados a estudo. devendo o registro indicar seu tipo e origem.DA DISTRIBUIÇÃO Art. os autos oriundos de pedidos de avocação procedentes. § 2º Na reautuação de processos mudar-se-á a classe. XXII – Nota Técnica. II – Consulta.2. a solicitação de manifestação do entendimento do Conselho em determinado assunto ou documento. para divulgação pública ou encaminhamento a órgão da administração. observada a ordem de autuação. CAPÍTULO II .1. mantendo-se a numeração e indicando-se a classe do processo originário. manifestação ou desenvolvimento de atividades específicas relacionadas às competências das comissões do Conselho. as dúvidas suscitadas. com exclusão do Presidente do Conselho e do Corregedor Nacional. XXIII – Anteprojeto de Lei. IV – Procedimento Interno de Comissão. XXI – Procedimento Interno de Comissão. observado o disposto no artigo 5º. III – Acompanhamento de Cumprimento de Decisão. V – Nota Técnica.

§ 4º Não será distribuída a reclamação disciplinar. 39 Na data de encerramento do mandato. que os redistribuirá ao Conselheiro sucessor. com vistas a garantir a efetividade das decisões do Conselho. a contagem de distribuição do sistema eletrônico será reduzida a zero. § 2º A prevenção cessa com o trânsito em julgado da decisão monocrática ou colegiada. os processos remanescentes serão distribuídos igualmente entre os novos Conselheiros. Art. bem como daqueles cujo mandato não tenha se encerrado. o Relator a quem foi distribuído o primeiro. § 3º O Conselheiro reconduzido manterá sob sua Relatoria os processos que lhe tenham sido distribuídos no exercício do mandato anterior. § 5º O exercício do cargo de Presidente de Comissão não exclui o Conselheiro da distribuição de processos. considera-se prevento. § 4º Após a distribuição aos Conselheiros sucessores e a contagem residual dos processos sob Relatoria dos Conselheiros reconduzidos. § 2º Se a vacância durar mais de trinta dias. os autos serão imediatamente conclusos ao Relator. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 25 . operando-se a distribuição por prevenção também no caso de sucessão do Relator original. 40 Havendo conexão ou continência. o Conselheiro devolverá os processos à Secretaria-Geral. com ele permanecendo mesmo durante os afastamentos temporários.§ 1º O sorteio incluirá os Conselheiros ausentes ou licenciados por até trinta dias. § 2º Concluído o sorteio. os processos remanescentes serão distribuídos entre todos os Conselheiros. ressalvadas as medidas urgentes. nos termos dos artigos 64 a 66. mediante posterior compensação de feitos para os Conselheiros que ingressarem. deste Regimento. Art. exceto quanto ao acompanhamento de sua execução. § 1º Será compensada a distribuição realizada por prevenção. para todos os feitos supervenientes. § 1º Em caso de vacância de mais de um cargo de Conselheiro. que necessitem de solução inadiável. salvo se o Plenário dispensar a compensação. § 3º A distribuição não realizada a Conselheiro ausente ou licenciado por prazo superior a trinta dias será compensada quando do término da licença ou ausência. cuja tramitação iniciar-se-á na Corregedoria Nacional.

que lhes dará cumprimento. § 1º A juízo do Relator. III – por correio eletrônico ou fac-símile. cabendo às partes manter atualizados os respectivos endereços. no caso de fac-símile. II – pessoalmente. na forma dos §§ 2º e 4º deste artigo. § 3º A parte ou interessado poderá solicitar sejam as intimações enviadas para o endereço eletrônico ou número de fac-símile que espontaneamente informar.1. § 6º Presumem-se válidas as intimações dirigidas ao endereço residencial ou profissional declinado na inicial. correio eletrônico ou facsímile deverá ser impressa. do § 1º deste artigo. ou relatório de transmissão contendo o número do telefone e o nome da pessoa que confirmou a legibilidade dos documentos recebidos. IV – por edital publicado no Diário Oficial da União. 41 As partes e demais interessados serão intimados dos atos processuais por meio de publicação do ato no Diário Oficial da União ou no sítio oficial do Conselho. § 7º Quando o membro ou servidor do Ministério Público a ser intimado na forma do inciso II do § 1º deste artigo tiver domicílio fora do Distrito Federal. casos em que não poderá alegar ausência de comunicação. a expedição e o controle da entrega das intimações.3. § 4º A intimação por meio do sítio oficial. ou na forma do inciso IV do mesmo parágrafo. os mandados de intimação pessoal serão encaminhados à chefia correspondente. a intimação poderá ser: I – por carta registrada. mediante termo do qual conste dia. nos casos de publicação no sítio ou envio de correio eletrônico. as intimações do requerido serão realizadas na forma do inciso II. CAPÍTULO III . 26 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . § 8º Ato da Secretaria-Geral disciplinará a elaboração. por servidor designado. além da forma prevista no caput deste artigo. se não encontrado. § 5º Nos feitos de que possa resultar aplicação de sanção disciplinar.DA COMUNICAÇÃO DOS ATOS Art. com aviso de recebimento. certificada e juntada aos autos. § 2º No processo originado por requerimento eletrônico. as intimações serão preferencialmente realizadas na forma do inciso III. ou que utilizar para remeter documento ao Conselho.2. hora e endereço.

III – da juntada aos autos do mandado cumprido. conforme a competência.2. III.DOS PRAZOS Art. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 27 .2. II – da juntada aos autos do aviso de recebimento. feriado ou dia sem expediente no Conselho. IV – da data do envio da comunicação. iniciar-se-á a contagem do prazo na forma prevista para a última delas. CAPÍTULO IV . ordenar e instruir o processo. quaisquer questões de ordem para o bom andamento do processo.1. II – conceder vista dos autos aos interessados. podendo realizar atos e diligências necessários. 2. se o vencimento se der em fim de semana.4.DA COMPETÊNCIA DO RELATOR Art. III – submeter ao Plenário. bem como fixar prazos para os respectivos atendimentos. nos casos do artigo 41. § 2º Os prazos começam a contar: I – da publicação na imprensa oficial ou no sítio oficial do Conselho. TÍTULO II . deste Regimento. 42 Os prazos serão computados excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. observadas as hipóteses de sigilo. V – da data do recebimento da solicitação ou requisição de informações e documentos. bem como fazer executar as diligências necessárias ao julgamento do processo. 43 Compete ao Relator: I – dirigir. § 3º Feita a intimação mediante mais de uma das modalidades previstas no artigo 41 deste Regimento. IV – decidir os incidentes que não dependerem de pronunciamento do Plenário. à Comissão ou à Presidência. § 1º Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil subsequente.

com a respectiva ementa. nas hipóteses previstas neste Regimento. exames. VI – lavrar o acórdão. § 1º O Relator poderá delegar a membro auxiliar a realização de atos instrutórios. VIII – conceder medida liminar ou cautelar. perícias ou documentos. XII – requisitar das autoridades fiscais.V – requisitar. podendo reduzir a termo o acordo. sigilosos ou não. monetárias. e) manifesta a prescrição. XIII – praticar os demais atos de sua competência. d) o pedido estiver em manifesto confronto com as resoluções e os enunciados do Conselho ou com a súmula do Supremo Tribunal Federal. b) concluir por manifesta improcedência. presentes relevantes fundamentos jurídicos e fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. que será submetido ao Plenário. IX – sem prejuízo da competência do Plenário. desde que já findos. XI – decidir o pedido de sigilo do procedimento. se necessário. comunicando a decisão ao requerente. decadência e intempestividade dos feitos que lhe forem distribuídos. imprescindíveis ao esclarecimento de processos ou procedimentos submetidos à sua apreciação. informações. X – propor conciliação às partes em litígio. c) o pedido não se enquadrar na competência do Conselho ou não contiver providência a ser adotada. para decisão pelo Plenário. perda de objeto ou impossibilidade jurídica do pedido ou ainda reconhecer a litispendência ou coisa julgada. bem como os que lhe sejam facultados por lei e pelo Regimento ou delegados pelo Presidente do Conselho. assim como os feitos que com eles tenham conexão ou dependência. VII – manifestar-se sobre prescrição. 28 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . judiciárias e outras. falta de interesse. decidir monocraticamente quando: a) não estiverem atendidos os requisitos estabelecidos nos parágrafos do artigo 36 deste Regimento. cópias ou certidões. para homologação. os autos originais dos processos submetidos a seu exame em traslados.

§ 4º No caso do inciso XI. quando constatar a existência de erro material.DOS DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES Art.DAS PROVAS 2. mediante decisão fundamentada. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 29 . o Corregedor Nacional ou o Relator conceder-lhe-á prazo para esse fim ou as requisitará diretamente. submeter a decisão ao referendo do Plenário.1. 46 O interessado poderá ser intimado a falar sobre documento juntado após sua última intervenção no processo. justificadamente. Art. CAPÍTULO I . § 6º Da decisão que concede ou denega sigilo ao feito cabe recurso.§ 2º As decisões monocráticas de arquivamento serão comunicadas por escrito ao Plenário. se consideradas protelatórias ou desnecessárias. 44 As provas requeridas devem estar vinculadas aos fundamentos do pedido. no prazo e na forma preconizados nos artigos 153 a 155 deste Regimento. na primeira sessão subsequente. podendo ser motivadamente indeferidas. 45 Se o reclamante não puder desde logo instruir suas alegações por impedimento ou demora em obter certidões ou cópias autenticadas de peças junto aos órgãos do Ministério Público. 2. quando necessário à comprovação dos fatos ou quando. § 5º O Relator. o Relator poderá. § 7º O Relator poderá propor ao Plenário a correção da decisão. ou apenas destes. o reclamante solicitar.3. desde que tal medida não prejudique o interesse público. pelo SecretárioGeral.3. a comunicação do ato deverá indagar do requerente o interesse na continuidade do procedimento. se a decisão for denegatória. poderá determinar o sigilo da realização de determinados atos instrutórios. permitindo somente a presença das partes e de seus advogados. a seu critério. § 3º Na hipótese do inciso VIII deste artigo. Art. TÍTULO III .

DOS DEPOIMENTOS Art. Art. 49 O secretário lavrará a ata. § 2º Aplica-se o disposto neste artigo ao interrogatório dos acusados em processos administrativos disciplinares. pela parte e pelos advogados presentes.3.DAS AUDIÊNCIAS Art. 2. com a presença apenas dos Conselheiros. CAPÍTULO III .3. das partes e de seus advogados. CAPÍTULO II . os depoimentos serão. dia e hora designados pelo Relator ou pela autoridade que presidirá o ato. § 2º Nas hipóteses previstas em lei e naquelas em que a preservação do direito à intimidade assim o recomendar. degravados e.3. se presentes. as audiências poderão ser realizadas em caráter reservado.2. Art. os requerimentos verbais eventualmente apresentados e todos os outros atos e ocorrências. 30 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . depois da certificação de sua autenticidade pelo SecretárioGeral. 47 Os depoimentos serão reduzidos a termo e assinados por quem presidir o ato. § 1º Quando gravados. permanecerão à disposição das partes. 48 As audiências para instrução dos feitos serão realizadas em local. 50 À exceção dos advogados. ainda. obrigatória a presença de defesa constituída ou dativa. se necessário. os presentes à audiência não poderão retirar-se da sala sem a permissão da autoridade que a presidir. § 1º A abertura e o encerramento da audiência serão apregoados pelo servidor designado para secretariar os trabalhos. observado o sigilo. pelo depoente. na qual registrará o nome da autoridade que houver presidido o ato. do secretário designado. sendo. no caso de a competência ser do Plenário. das partes e de seus respectivos advogados. e.2. neste caso. ou do Relator. se for o caso.

51 Todas as sessões do Conselho serão públicas. 52 Nas sessões do Plenário e das Comissões observar-se-á a seguinte ordem: I – verificação do número de Conselheiros. § 2º O Presidente também poderá dar preferência aos julgamentos nos quais as partes pretendam produzir sustentação oral. 55 Poderão ocupar a tribuna. Art. Art. § 1º As inscrições para sustentação oral serão realizadas no sítio eletrônico do Conselho. sucessivamente. desde a publicação da pauta até dezenove horas da véspera da sessão. 53 Terão preferência de julgamento os feitos disciplinares. § 1º Em caso de relevância ou urgência.4.DAS SESSÕES 2. e havendo pedido de sustentação oral.1.2. o prazo será de vinte minutos. TÍTULO IV . § 4º Não será admitida sustentação oral no julgamento de Embargos de Declaração. divididos igualmente entre os do mesmo grupo. 54 Após a apresentação de relatório e voto pelo Relator. ao requerente ou recorrente e ao requerido ou recorrido. Art. § 3º Havendo interessados com pretensões convergentes. Art. a critério do Presidente. o Presidente dará a palavra. § 2º A sustentação oral terá o prazo de até dez minutos. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 31 .4. pelo prazo de dez minutos. técnicos ou peritos que. o Relator poderá solicitar preferência para o julgamento. se não o convencionarem diversamente. II – discussão e aprovação da ata da sessão anterior. possam contribuir para o julgamento do caso com o esclarecimento de questões de fato. III – apreciação da pauta na ordem em que houver sido publicada. CAPÍTULO I . ficando condicionado o deferimento da preferência à presença do solicitante no momento do pregão.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. autoridades.

salvo se for convertido em diligência ou houver pedido de vista. § 1º As questões preliminares serão julgadas antes do mérito. antes da votação dos temas de interesse direto e coletivo dos segmentos representados. em regime de votação. 32 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . 59 O pedido de vista será deferido uma única vez. 56 Durante os debates. podendo as partes usar da palavra exclusivamente para esclarecimento de matéria de fato. § 3º Caso a conversão em diligência tenha sido decidida durante os debates em torno do mérito. 57 Questões preliminares poderão ser suscitadas durante o julgamento por qualquer Conselheiro. pelo prazo regimental. uma única vez.§ 1º Os Procuradores-Gerais e os presidentes das entidades representativas dos membros e servidores do Ministério Público. o Relator do processo conduzirá a providência a ser adotada. cabendo a este conduzir a diligência e submeter o feito a ulterior julgamento. de forma coletiva e extensiva a todos os Conselheiros que manifestarem interesse. Art. Art. será concluído na mesma sessão. cada Conselheiro poderá falar tantas vezes quantas forem necessárias ao esclarecimento do assunto em discussão ou. submetendo o feito a ulterior julgamento. sendo-lhes encaminhada reprodução digitalizada dos autos. 58 O julgamento. Art. por até dez minutos. quando essencial ao deslinde da causa. Art. ou se a decisão for compatível com a apreciação do mérito. o prazo será de vinte minutos. comum a todos os inscritos. uma vez iniciado. e desde que tenha sido vencido o Relator. seguir-se-ão a discussão e o julgamento da matéria principal. será o processo redistribuído ao Conselheiro que houver inaugurado a divergência. § 2º Havendo mais de uma inscrição por segmento representado. assim comprovados. permanecendo os originais na Secretaria do Conselho. para explicar a modificação do voto. § 2º Se a conversão em diligência decorrer de questão preliminar suscitada e votada pelo Plenário. ainda que tenha sido vencido nessa votação. dele não se conhecendo se incompatível com a decisão proferida. § 1º O julgamento poderá ser convertido em diligência. § 2º Rejeitada a preliminar. poderão usar da palavra.

salvo quando se derem por esclarecidos. Reclamação para Preservação da Competência e da Autoridade das Decisões do Conselho. Reclamação para Preservação da Autonomia do Ministério Público. Apresentado ou não voto-vista. quando o feito terá preferência. Art. Avocação. Art. presente a maioria absoluta de seus membros. § 1º Não será permitida a abstenção de Conselheiro nos julgamentos. § 5º O Corregedor Nacional votará em todos os feitos. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 33 .Parágrafo único. desde que presente o Relator. será designado para lavrar o acórdão o Conselheiro que houver proferido o primeiro voto vencedor. 61 Ao reiniciar-se o julgamento. deste Regimento. as deliberações do Plenário e das Comissões serão tomadas pela maioria dos votos. 62 Salvo disposição regimental em contrário. o Presidente tomará o voto dos demais Conselheiros. ainda que não compareçam ou hajam deixado o exercício do cargo. § 2º No caso de empate na votação. na ordem da precedência prevista no § 1º do artigo 8º. inclusive nos processos administrativos disciplinares. 60 Concluídos os debates orais. bem como alterar o voto antecipado. § 2º O voto antecipado dos Conselheiros sucedidos não poderá ser modificado. Parágrafo único. § 3º Encerrada a votação. Art. serão: I – declarados improcedentes os seguintes feitos: Representação por Inércia ou Excesso de Prazo. o Presidente dará prosseguimento ao julgamento na sessão seguinte. § 4º Vencido o Relator na questão principal do processo submetido a julgamento. Não participarão do julgamento os Conselheiros que não tenham assistido ao relatório ou aos debates. o Presidente proclamará a decisão. § 1º Os Conselheiros poderão antecipar o voto. serão computados os votos já proferidos pelos Conselheiros.

ou ainda por reclamação de interessado. abrangendo todo Ministério Público. Os atos normativos que contenham determinação ensejarão.4. Art. a Secretaria-Geral certificará o ocorrido. motivadamente. Parágrafo único. § 1º Caso o ato ou decisão não estabeleça prazo para seu cumprimento. por sugestão do Relator ou do Corregedor Nacional. devendo a Corregedoria Nacional acompanhar o cumprimento de suas decisões. 64 A Presidência. Decidida a aplicação de sanção disciplinar e havendo divergência quanto à pena. sem que se tenha formado maioria absoluta por uma delas. extrairá cópias dos documentos de acompanhamento e as enviará à Secretaria Processual para autuação e distribuição. do envio de cópias ao Ministério Público competente para a adoção das providências cabíveis. 65 Comprovada a resistência ao cumprimento de ato ou decisão do Conselho. que comunicará ao Plenário a prorrogação. por meio da Secretaria-Geral ou. após sua publicação e por determinação do Relator no voto que os aprovar.DA EFETIVIDADE DOS ATOS E DECISÕES Art. em ordem decrescente de gravidade. § 2º O Plenário. CAPÍTULO II . a abertura de procedimento único de acompanhamento pelo Secretário-Geral. Parágrafo único. II – rejeitadas as arguições de impedimento ou suspeição.2. 63 A aplicação de sanção disciplinar será decidida por maioria absoluta. quando for o caso. este será de trinta dias após o trânsito em julgado. sem prejuízo da instauração do procedimento disciplinar contra a autoridade recalcitrante e. podendo ser prorrogado. Pedido de Providências. 2. por mais de noventa dias além do prazo estabelecido. adotará as providências necessárias à imediata efetivação da decisão. 34 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . facultativamente. Art. proceder-se-á à votação sucessiva das penas propostas. o Relator.Procedimento de Controle Administrativo. pelo Relator. III – improvidos os recursos internos. acompanhará o cumprimento das decisões do Plenário.

individualmente ou em audiência pública previamente convocada. TÍTULO V . por iniciativa da Corregedoria Nacional ou por deliberação do Plenário. § 4º A audiência pública será presidida pelo Corregedor Nacional ou Conselheiro ou membro auxiliar designado. 68 A Corregedoria Nacional realizará inspeções ordinárias nas Corregedorias-Gerais das unidades do Ministério Público da União e dos estados. § 3º Mediante decisão fundamentada. sob as cominações do disposto no artigo 65 deste Regimento. havendo ou não evidências de irregularidades. CAPÍTULO I .DA INSPEÇÃO E DA CORREIÇÃO Art. manifestações de interessados e autoridades. 66 O Conselho determinará à autoridade recalcitrante. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 35 . com ou sem a presença das autoridades responsáveis pelos órgãos inspecionados. quando impugnado perante outro juízo que não o Supremo Tribunal Federal. Art. § 1º O Corregedor Nacional apresentará ao Plenário do Conselho o calendário anual de inspeções ordinárias nas Corregedorias-Gerais. podendo ser colhidas. as inspeções poderão ser realizadas independentemente de comunicação prévia.Art.1. o imediato cumprimento do ato ou decisão. as inspeções poderão ser realizadas a qualquer tempo. em todas as suas áreas de atividade. o calendário de inspeções ordinárias a serem realizadas. a quem caberá manter a ordem dos trabalhos. § 2º Sem prejuízo do disposto no § 1º deste artigo. 2. para verificação do funcionamento e regularidade das atividades desenvolvidas.5. § 1º O Corregedor Nacional apresentará ao Plenário do Conselho. sem prejuízo da atuação das Corregedorias-Gerais do Ministério Público.DOS DIVERSOS TIPOS DE PROCESSOS 2.5. 67 A Corregedoria Nacional poderá realizar inspeções para verificação do eficiente funcionamento dos serviços do Ministério Público. que poderão prestar esclarecimentos e protocolar documentos que reputem relevantes. no início de cada semestre.

se entender conveniente. nele mencionando tudo quanto for útil aos objetivos da inspeção ou correição. peritos ou servidores da Corregedoria Nacional. ou os membros auxiliares e servidores por ele expressamente autorizados. a correição poderá ser realizada sem a comunicação prévia e independente da presença e/ou ciência da autoridade ou serviço responsável. mediante cooperação. § 1º A correição será precedida de ato convocatório com indicação dos fatos a apurar e realizada na presença das autoridades responsáveis pelos órgãos objeto da correição. Legislativo e Judiciário. 70 O Corregedor Nacional. fazendo publicar edital. que poderão prestar esclarecimentos e fazer as observações que reputem relevantes para elucidação do objeto da apuração. podendo. compulsar ou requisitar documentos. bem como de seus serviços auxiliares. § 2º No exercício de sua função. § 1º Para auxiliar nos trabalhos de inspeção e correição poderão ser requisitados servidores do Ministério Público ou. membros auxiliares. disporão de livre acesso aos locais onde se processarem as atividades de inspeção e correição. com antecedência mínima de trinta dias.§ 2º O Corregedor Nacional comunicará ao chefe da unidade ministerial e ao seu Corregedor-Geral. livros. 36 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . 71 Concluídos os trabalhos. Art. o Corregedor Nacional ou aquele por ele designado. com as recomendações e providências a serem adotadas. registros de computadores ou qualquer outro dado ou informação que repute relevante para os propósitos da inspeção e da correição. o Corregedor Nacional poderá ser acompanhado de Conselheiros. solicitados servidores dos Poderes Executivo. § 3º Das inspeções realizadas nas Corregedorias-Gerais será elaborado relatório a ser apreciado pelo Plenário do Conselho. 69 A Corregedoria Nacional poderá realizar correições para apuração de fatos determinados relacionados com deficiências dos serviços do Ministério Público. Art. mandará lavrar auto circunstanciado. o dia e a hora que se iniciará a inspeção ordinária. § 2º Em caso de urgência ou em virtude de motivo relevante devidamente fundamentado. Art.

de acordo com requisitos previstos no artigo 36 deste Regimento. 76 O Corregedor Nacional poderá notificar o reclamado para prestar informações no prazo de dez dias. 74 A reclamação disciplinar é o procedimento investigativo de notícia de falta disciplinar atribuída a membro ou servidor do Ministério Público. 72 O Corregedor Nacional poderá desde logo adotar as providências de sua competência e proporá ao Plenário do Conselho a adoção das demais medidas cabíveis. CAPÍTULO II . § 2º Os fatos que em tese configurem ilícito penal serão imediatamente comunicados ao Ministério Público competente. sob pena de indeferimento liminar. deverá conter a descrição dos fatos. proposta por qualquer interessado.DA RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR E DA SINDICÂNCIA Art. tendo em vista o conteúdo das atas de inspeção e correição. Art. à vista do apurado em suas atividades de inspeção e correição. do funcionamento e do controle dos serviços do Ministério Público. 75 A reclamação disciplinar. prosseguir na instrução. a qualificação e a assinatura do reclamante. agindo de ofício. para a adoção das providências a seu cargo. Art. o Corregedor Nacional poderá conferir tratamento sigiloso à autoria da reclamação. relevância ou verossimilhança dos fatos noticiados. regulamentar práticas administrativas. por decisão fundamentada. I. poderá o Corregedor Nacional. III e § 3º. § 1º O Conselho encaminhará traslado dos autos de inspeção ou de correição aos órgãos do ramo do Ministério Público inspecionado ou submetido a correição. dirigida ao Corregedor Nacional.Art. da Constituição Federal. § 1º Diante da gravidade.5. § 2º Até decisão definitiva sobre a matéria. a identificação do reclamado. uniformizando procedimentos tendentes à melhoria da organização. nos termos do artigo 130-A. 73 O Plenário do Conselho poderá. para proceder na forma do artigo 78 deste Regimento. podendo ainda realizar diligências para apuração preliminar da verossimilhança da imputação ou encaminhar a reclamação ao órgão disciplinar local. 2. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 37 .2. considerar suprida a ausência de qualificação e. Art. § 2º.

cientificando-o.Parágrafo único. se as provas não forem suficientes ao esclarecimento dos fatos. Art. 38 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . 77 Prestadas as informações pelo reclamado. Art. inclusive com cópias dos respectivos atos. o processo administrativo disciplinar será encaminhado para distribuição a outro Conselheiro. publicando a respectiva portaria. II – instaurar sindicância. o Corregedor Nacional poderá adotar uma das seguintes providências: I – arquivar a reclamação. § 2º Referendada pelo Plenário a decisão do Corregedor Nacional. O Corregedor Nacional arquivará de plano a reclamação se o fato narrado não configurar infração disciplinar ou ilícito penal. das providências adotadas. 78 O órgão disciplinar local que receber reclamação disciplinar encaminhada pelo Corregedor Nacional deverá: I – instaurar procedimento. para proceder na forma do artigo 78 deste Regimento. decorrido o prazo sem manifestação ou encerradas as diligências. § 1º Na hipótese do inciso IV deste artigo. VI – encaminhar a matéria para distribuição a outro Conselheiro. se ocorrer a perda do objeto ou se o fato não constituir infração disciplinar ou ilícito penal. V – propor ao Plenário a revisão do processo administrativo disciplinar instaurado na origem. devendo dar ciência da decisão ao Plenário e ao reclamante. quando será apreciado com preferência. desde logo. processo administrativo disciplinar. III – encaminhar cópia da reclamação ao órgão disciplinar local. IV – instaurar. caso tenha tomado conhecimento dos fatos apenas pela comunicação do Corregedor Nacional. no prazo de dez dias. se houver indícios suficientes de materialidade e autoria da infração ou se configurada inércia ou insuficiência de atuação. o feito será submetido ao referendo do Plenário na primeira sessão subsequente. se se fizer necessário o exame preliminar da legalidade do ato praticado.

quando necessário.II – informar. para concluir o procedimento e. cientificando-o. por prazo certo. Art. o Corregedor Nacional sobrestará a reclamação disciplinar. Art. II. terá prosseguimento perante o Conselho Nacional. no prazo de cinco dias. motivadamente. a juízo do Corregedor Nacional. contados da comunicação. 80 Transcorridos os prazos previstos no artigo 78 sem resposta ou conclusão do procedimento. caso ainda não esteja encerrado. ao final. bem como ao reclamante e ao reclamado. Art. IV. a responsabilidade do órgão disciplinar de origem pela omissão. contados da publicação da portaria inaugural. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 39 . 81 A sindicância é procedimento investigativo sumário destinado a apurar irregularidades atribuídas a membro ou servidor do Ministério Público. II – adotar uma das medidas previstas nos incisos I. não havendo sido apresentado motivo justificado. o Corregedor Nacional poderá: I – realizar diligências complementares. remeter cópia integral do feito. Parágrafo único. remetendo cópia da decisão fundamentada à Corregedoria Nacional. a reclamação. que disso dará ciência ao Plenário na sessão imediatamente após sua decisão. O Corregedor Nacional poderá arquivar a reclamação disciplinar quando considerar suficiente a atuação do órgão disciplinar de origem. a juízo do Corregedor Nacional. por meio de decisão que assinará ao órgão disciplinar de origem o prazo de até noventa dias. remetendo cópia integral dos autos e informações sobre o andamento. prorrogável. § 2º O Corregedor Nacional poderá. o prazo de que trata o § 1º deste artigo. com prazo de conclusão de trinta dias. motivadamente. a preexistência de procedimento disciplinar sobre os fatos. prorrogar. em procedimento autônomo. § 1º Nas hipóteses dos incisos I e II deste artigo. quando entenda não ser o caso de abertura de procedimento disciplinar. III – apresentar. e V do artigo 77 deste Regimento. no prazo de dez dias. 79 Informado da medida adotada pelo órgão disciplinar de origem e divergindo de suas conclusões. apurando-se. justificativa para o arquivamento das peças encaminhadas. por prazo certo.

que não poderão ocupar cargo de hierarquia inferior ao do sindicado. 82 A portaria inaugural. de 12 de fevereiro de 1993. ao disposto na Lei Complementar nº 75. indicando. da Constituição Federal. 87 A representação contra membro do Ministério Público por inércia ou excesso injustificado de prazo na realização de atos processuais ou administrativos poderá ser formulada por qualquer interessado ou Conselheiro.Art.DA REPRESENTAÇÃO POR INÉRCIA OU POR EXCESSO DE PRAZO Art. 84 Encerrada a instrução. Art. determinará a oitiva do sindicado. no que couber. neste caso. 2. Art. 85 Os autos da reclamação disciplinar e da sindicância serão apensados ao processo disciplinar dela decorrente. os fundamentos da decisão. CAPÍTULO III . querendo. como peça informativa da instrução.5. Parágrafo único. desde logo. A portaria de instauração deve conter ainda. Art. § 1º A representação será apresentada por petição instruída com os documentos necessários à sua comprovação e distribuída a um Relator. sempre que possível. conforme o caso. Art. a infração cometida e a sanção que entender cabível. e na legislação estadual editada com amparo no artigo 128. que terá o prazo de quinze dias para apresentar. 40 § 2º Não sendo o caso de indeferimento sumário. expedida pelo Corregedor Nacional. será elaborado relatório conclusivo. entre eles. se for o caso.625. 86 Os procedimentos da reclamação disciplinar e da sindicância contra membro do Ministério Público obedecerão ao disposto neste Regimento e. a exposição circunstanciada dos fatos e o prazo para conclusão dos trabalhos. oferecendo. o Relator notificará previamente o representado. designará comissão sindicante composta por membros vitalícios ou servidores estáveis do Ministério Público. § 5º. cabendo ao Corregedor Nacional arquivar a sindicância ou instaurar processo administrativo disciplinar.3. de 20 de maio de 1993. na Lei nº 8. indicando. ou a comissão sindicante por ele designada. a qualificação do sindicado. 83 O Corregedor Nacional. seu presidente. as alegações que entender pertinentes à defesa de seus direitos. encaminhando-lhe cópia da representação e dos REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . a improcedência da imputação. as provas pelas quais possa demonstrar.

se for o caso. é o instrumento destinado a apurar a responsabilidade de membro ou servidor do Ministério Público por infração disciplinar. CAPÍTULO IV . no caso do artigo 77. § 2º A portaria de instauração. o Relator poderá fixar desde logo prazo para que a irregularidade seja sanada. § 4º Decorrido o prazo do § 2º deste artigo com ou sem as informações.5. 89 Decidida a instauração de processo administrativo disciplinar no âmbito do Conselho. se omissa a legislação pertinente. facultando-lhe o prazo de quinze dias para que preste as informações que entender cabíveis. assegurado o subsídio ou remuneração integral. se entender não ser o caso de extinção por perda de objeto. expedida pelo Corregedor Nacional. 88 O processo administrativo disciplinar. pedirá a inclusão do feito em pauta. IV. o Relator.4.DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR Art. deverá conter a qualificação do acusado. ressalvado o disposto no artigo 77. a exposição circunstanciada dos fatos imputados. o feito será distribuído a um Relator. nos demais casos. podendo delegar a membro ou servidor do Ministério Público a realização de diligências. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 41 . sempre que o caso recomendar. §§ 1º e 2º. Art. em que se assegurarão o contraditório e a ampla defesa. a previsão legal sancionadora e o rol de testemunhas. ao referendar ou determinar a instauração do processo administrativo disciplinar.documentos que a instruem. deste Regimento. § 3º Se houver prova pré-constituída do fato e o caso exigir providência urgente. 2. IV. poderá. no que couber. § 3º O Plenário. presidir e instruir o processo administrativo disciplinar. ao pedido de representação por excesso de prazo apresentado contra servidor do Ministério Público. § 5º As disposições deste artigo são aplicáveis. ou pelo Relator. deste Regimento. a fim de que o Plenário decida sobre a necessidade de instauração de processo administrativo disciplinar. § 1º Competirá ao Relator ordenar. afastar o acusado pelo prazo previsto na respectiva lei orgânica ou por até cento e vinte dias.

o Relator designar-lhe-á um defensor dativo. pelo Relator. 90 O processo administrativo disciplinar terá prazo de conclusão de noventa dias. 93 O acusado indicará seu defensor na primeira oportunidade que se manifestar no processo. nem opte pela autodefesa. para apresentar defesa prévia. não vincula as conclusões do processo administrativo disciplinar. motivadamente. concedendolhe o prazo do caput deste artigo para apresentar defesa prévia. no caso de mudança de domicílio. recebendo cópia integral dos autos em meio digital. Caso o acusado não indique um defensor. prorrogável. § 1º Após a citação. sendo-lhe concedido o prazo de dez dias. será declarado revel. o Relator deliberará sobre a realização de diligências necessárias à comprovação da materialidade dos fatos e de sua autoria e determinará a citação do acusado. de defensor de sua preferência. sem prejuízo de seu direito à indicação. observado o disposto no artigo 97 deste Regimento. Art. Parágrafo único. citado ou intimado pessoalmente para qualquer ato. em decisão a ser referendada pelo Plenário na primeira sessão subsequente. deixar de comparecer sem motivo justificado ou. a contar da publicação da portaria inaugural. 91 Autuada a portaria com as peças informativas que lhe deram origem ou outros elementos de prova existentes. Art. exigida nos termos do § 2º deste artigo.§ 4º A indicação da previsão legal sancionadora. 42 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . reabrindo-lhe o prazo de defesa prévia. § 4º O processo seguirá sem a presença do acusado que. designando-se-lhe defensor dativo. será citado por edital publicado uma vez no Diário Oficial da União. o Relator produzirá cópia reprográfica dos autos e a entregará ao acusado. Art. § 3º Se o acusado não atender à citação e não se fizer representar por procurador. contados da citação. § 2º Se o acusado não for encontrado ou furtar-se à citação. a qualquer tempo. não comunicar o novo endereço. Art. 92 O acusado será citado pessoalmente. mediante solicitação escrita.

devendo a segunda via ser juntada aos autos. podendo recorrer à prova pericial. caso o Relator identifique fatos novos conexos com o objeto de apuração que possam configurar indícios ou novas infrações disciplinares por parte do acusado. Art. O acusado ou seu defensor deverá ser intimado de todos os atos e termos do processo.Art. meramente protelatórios ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. Aditada a portaria inaugural. o Relator promoverá a instrução. 96 As testemunhas serão intimadas por mandado. 95 Transcorrido o prazo para defesa prévia. com antecedência mínima de três dias úteis. Art. será aberto novo prazo para a defesa se manifestar. Art. Art. Parágrafo único. juntar prova documental. o Relator proporá a realização de exame por junta médica oficial. em decorrência das provas já produzidas. com o ciente do intimado. o Relator promoverá o interrogatório do acusado. § 1º O Relator poderá indeferir pedidos considerados impertinentes. Parágrafo único. O Relator decidirá sobre as diligências requeridas e poderá determinar outras que julgar necessárias. poderá aditar a portaria ou adotar outra providência cabível. 94 Na defesa prévia o acusado poderá apresentar rol de testemunhas. realizando as diligências necessárias. 97 Durante a instrução. 100 Constará dos autos cópia dos assentamentos funcionais do acusado. requerer diligências. Art. Art. Parágrafo único. 98 Concluída a instrução. 99 Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. oferecer e especificar as provas que pretenda produzir. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 43 . que poderá requerer diligências complementares. § 2º Será indeferido o pedido de prova pericial quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito.

103 Havendo mais de um acusado.Art.5. aos demais Conselheiros.784. Se o processo objeto do pedido de avocação estiver sendo acompanhado em sede de reclamação disciplinar no âmbito da Corregedoria Nacional. fundamentadamente. 44 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . de 29 de janeiro de 1999. o processo administrativo disciplinar instaurado no âmbito do Conselho obedecerá. 104 Concluídos os trabalhos. e das Leis nºs 8. o acusado terá vista dos autos. com ou sem a apresentação das alegações finais. Art. os prazos serão comuns. III. às disposições da Lei Complementar nº 75. As penas disciplinares aplicadas serão as previstas no artigo 130-A. Art. a quem caberá determinar sua autuação e distribuição a um Relator. neste caso. de 20 de maio de 1993. subsidiária e sucessivamente. para alegações finais. da Constituição Federal e no respectivo estatuto funcional do membro ou servidor acusado. indicando. de 11 de dezembro de 1990 e 9. 101 Superada a fase de diligências complementares. o Relator apreciará as provas colhidas e as razões de defesa. a absolvição ou a punição do acusado. 107 O Relator ouvirá em dez dias o membro ou o servidor do Ministério Público e o órgão disciplinar de origem. CAPÍTULO V . dirigida ao Presidente do Conselho.5. 105 Além das disposições deste Regimento Interno.DA AVOCAÇÃO Art. 2. Art. em meio digital. 102 Transcorrido o prazo. Parágrafo único. por dez dias. Art. a pena considerada cabível e seu fundamento legal. o Relator solicitará informações ao Corregedor Nacional sobre o andamento do feito e as alegações do pedido. o arquivamento.112. Parágrafo único. § 2º. elaborando relatório no qual proporá. 106 A avocação de procedimento ou processo administrativo disciplinar em curso contra membro ou servidor do Ministério Público dar-se-á mediante proposição de qualquer Conselheiro ou representação fundamentada de qualquer cidadão. o Relator solicitará a inclusão do feito na pauta de julgamento e enviará cópia integral dos autos. Art.

§ 2º Decidindo o Plenário pela avocação. caberá ordenar e dirigir o procedimento avocado. 108 Recebidos os autos do feito avocado. Não será admitida a reiteração do pedido de revisão. que o distribuirá a um Relator. sob os mesmos fundamentos. conforme o caso. para o envio dos autos no prazo máximo de cinco dias. preparatório ao processo administrativo disciplinar. definitivamente julgados há menos de um ano. § 2º Ao Relator ou ao Corregedor Nacional. 110 O pedido de revisão será fundamentado e instruído com a certidão de julgamento e a comprovação dos fatos alegados. com ou sem as informações. a decisão será imediatamente comunicada ao Ministério Público respectivo. para deliberação pelo Plenário. CAPÍTULO VI . devendo ser dirigido ao Presidente do Conselho. Parágrafo único. poderão ser revistos de ofício ou mediante provocação de qualquer cidadão.5. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 45 . 2. podendo aproveitar os atos praticados regularmente na origem. por prevenção. Art. serão estes novamente autuados com distribuição ao mesmo Relator. Art. § 1º Tratando-se de procedimento de natureza investigativa ou inquisitiva. 109 Os procedimentos e os processos administrativos disciplinares contra membros do Ministério Público. será encaminhado ao Corregedor Nacional.DA REVISÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR Art. o Relator pedirá a inclusão do processo em pauta.6.§ 1º Findo o prazo do caput deste artigo.

Caso o requerente não tenha acesso às peças necessárias à instrução do pedido. observando-se o procedimento previsto nos artigos 118 a 122 deste Regimento. manifestamente infundado ou improcedente. assinando-lhe o prazo de dez dias. 112 Se na instrução da revisão de processo disciplinar o Relator verificar que o procedimento disciplinar objeto do pedido já tenha sido apreciado no âmbito da Corregedoria Nacional por meio de Reclamação Disciplinar.Parágrafo único. Verificando que o procedimento disciplinar objeto do pedido teve regular tramitação na Corregedoria Nacional. 46 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . em decisão da qual caberá recurso. o Relator arquivará o feito. 2. 111 O Relator indeferirá de plano o pedido de revisão que se mostre intempestivo.7. 115 Julgado procedente o pedido de revisão. absolver ou condenar o membro do Ministério Público. 116 O Conselho zelará pela independência funcional e pelo livre exercício das competências administrativas do Ministério Público. Art. sempre que houver ofensa. para alegações finais. Parágrafo único. 114 Finda a instrução. Art. modificar a pena ou anular o processo. CAPÍTULO VII . Art. de ofício ou mediante provocação. o Relator diligenciará para que sejam enviadas ao Conselho. por restrição do órgão disciplinar de origem. solicitará informações ao Corregedor Nacional. requisitando ao órgão competente do Ministério Público as providências necessárias nesse sentido. 113 O Relator poderá determinar o apensamento dos autos originais ou de suas cópias. Art.5.DA RECLAMAÇÃO PARA PRESERVAÇÃO DA AUTONOMIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. o Plenário poderá instaurar ou determinar a instauração de processo administrativo disciplinar. o membro acusado ou seu defensor terá vista dos autos por dez dias. Art. alterar a classificação da infração. ameaça ou restrição à independência funcional de seus membros ou interferência indevida na autonomia de seus órgãos.

121 Julgada procedente a reclamação. o imediato cumprimento do ato ou decisão. liminarmente ou à vista das informações prestadas. O Relator poderá determinar à autoridade reclamada. com posterior distribuição. Art.8. 118 Caberá reclamação para preservar a competência do Conselho ou garantir a autoridade de suas decisões plenárias. 2. II – cassar o ato ofensivo à decisão do Conselho. 117 Julgada procedente a reclamação. 119 O Relator requisitará informações da autoridade a quem for imputado o ato comissivo ou omissivo. o Plenário poderá: I – avocar o processo em que se verifique usurpação da competência do Conselho. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 47 . § 2º Se a reclamação noticiar descumprimento de julgado do Conselho. devendo ser instruída com prova documental. § 1º A reclamação poderá ser instaurada de ofício pelo Plenário ou mediante provocação de qualquer cidadão. III – determinar medida adequada à preservação da competência do Conselho.DA RECLAMAÇÃO PARA PRESERVAÇÃO DA COMPETÊNCIA E DA AUTORIDADE DAS DECISÕES DO CONSELHO Art. serão a ela apensados os autos do procedimento em que prolatado o decisório alegadamente violado.Art. IV – instaurar processo administrativo disciplinar contra a autoridade reclamada. para eliminação da ameaça ou da restrição sofrida. conforme o caso. que serão prestadas no prazo de dez dias. CAPÍTULO VIII . submetendo a determinação ao referendo do Plenário. 120 Qualquer interessado poderá impugnar o pedido do reclamante. Art.5. Parágrafo único. o Conselho expedirá ato regulamentar ou recomendará providência. Art.

o Plenário determinará a desconstituição ou a revisão do respectivo ato administrativo e instaurará.9. 126 O Relator requisitará informações dos requeridos no prazo de quinze dias. será determinada pelo Plenário. 2. sendo autuada e distribuída a um Relator. Parágrafo único. em tese. processo administrativo disciplinar. de ofício ou mediante provocação. sempre que restarem contrariados. de ofício. Parágrafo único. Art. de ofício ou mediante provocação. Art. se for o caso. 124 A petição deverá conter a indicação clara e precisa do ato impugnado. Art. os princípios estabelecidos no artigo 37 da Constituição Federal. salvo quando houver afronta direta à Constituição Federal. órgãos e serviços auxiliares do Ministério Público será exercido pelo Conselho. 122 O Presidente do Conselho determinará o imediato cumprimento da decisão.Art. Parágrafo único. Não será admitido o controle de atos administrativos praticados há mais de cinco anos. O Relator poderá determinar. podendo determinar a publicação de edital para notificação dos interessados.5. 123 O controle dos atos administrativos praticados por membros. 48 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . CAPÍTULO IX . Art. 127 Julgado procedente o Procedimento de Controle Administrativo. 125 A instauração do procedimento de controle administrativo. mediante proposição de qualquer Conselheiro ou do Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. a suspensão da execução do ato impugnado.DO PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO Art. ainda que o acórdão venha a ser lavrado posteriormente. O Plenário disciplinará as relações jurídicas decorrentes do ato desconstituído ou revisado e fixará prazo para o cumprimento de sua decisão. liminarmente.

2. após o trânsito em julgado. a decisão. § 2º Se o arguido rejeitar a arguição. o processo ficará suspenso. § 3º Enquanto não decidida a arguição pelo Plenário.5. devolvendo-o ao seu Relator.DA ARGUIÇÃO DE IMPEDIMENTO OU SUSPEIÇÃO Art. caso venha a integrar o feito em momento posterior ao seu início. observada a posterior compensação. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 49 . CAPÍTULO X . por ocasião do julgamento. § 1º Se o arguido reconhecer a procedência da arguição. § 1º Reconhecido o impedimento ou a suspeição pelo Relator. em sessão de julgamento ou. este devolverá os autos à Secretaria do Conselho. por decisão escrita. da primeira oportunidade que lhe for facultada a manifestação. 128 Havendo disposição legal considerada pela maioria do Plenário como contrária à Constituição Federal. a Secretaria do Conselho autuará a arguição e a apensará ao feito. ainda. será encaminhada ao Procurador-Geral da República. § 2º Se o Relator rejeitar a arguição. 131 Não sendo o Conselheiro arguido o Relator do processo. para redistribuição. que solicitará informações no prazo de cinco dias. 129 O Conselheiro deverá declarar seu impedimento ou suspeição oralmente. permanecendo vinculado ao Relator. Art. determinará seu imediato desentranhamento e remessa à Secretaria do Conselho. Art. no caso de ser o Relator do processo. quando então devolverá os autos à Secretaria do Conselho para redistribuição. o Plenário decidirá o incidente na mesma sessão em que julgar o processo principal. no prazo de cinco dias a partir da data da publicação da distribuição dos autos. 130 O interessado poderá arguir o impedimento ou a suspeição de Conselheiro em petição fundamentada e devidamente instruída com documentos e rol de testemunhas. do fato que provocou o impedimento ou a suspeição ou. para autuação e distribuição.Art. o Relator comunicará o fato ao Plenário.10.

os autos serão remetidos à Secretaria do Conselho para redistribuição. Art. ao Conselheiro que funcionou como Relator no processo extraviado ou destruído. 134 A outra parte interessada. Parágrafo único.Art. Art. se houver. 50 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . § 1º Se existir e for exibida cópia autêntica ou certidão de inteiro teor do processo. que a distribuirá.11. cabendo ao Relator requisitar cópias. caso em que o feito seguirá seu trâmite regular. § 2º Na falta de cópia autêntica ou certidão de inteiro teor do processo. será uma ou outra considerada como original. 2. § 3º Têm o mesmo valor dos documentos referidos no parágrafo primeiro deste artigo eventuais digitalizações de autos previamente produzidas a pedido do Relator e. CAPÍTULO XI . Se a parte intimada concordar com a reconstituição. dando vista aos interessados. contrafés e reproduções dos atos e documentos que estiverem em seu poder. se o arguido for o Relator. será intimada para se manifestar sobre o pedido no prazo de cinco dias. 132 O Plenário decidirá: I – pela procedência da arguição. sempre que possível.5. ficando o arguido impedido de atuar no processo. 135 Poderá o Relator determinar que a Secretaria-Geral junte aos autos as cópias de documentos e peças de que dispuser. lavrar-se-á o respectivo auto que.DA RESTAURAÇÃO DE AUTOS Art. a restauração dos autos far-se-á mediante petição ao Presidente do Conselho. Parágrafo único. certificadas por ocasião da restauração. Sendo procedente a arguição. assinado pelos interessados e homologado pelo Relator. suprirá o processo desaparecido. II – pela improcedência da arguição. como tais. 133 Os autos originais de processos extraviados ou destruídos no âmbito do Conselho serão restaurados.

somente poderá ser iniciada ou avocada por decisão do Plenário.Art. e sendo o caso. o Relator solicitará a sua reautuação. Parágrafo único.DO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS Art. CAPÍTULO XII .12. 136 Julgada a restauração.DA REMOÇÃO POR INTERESSE PÚBLICO Art. 142 A remoção por interesse público. as disposições relativas ao Procedimento de Controle Administrativo. 139 Verificando-se que o objeto do procedimento se adequa a outro tipo processual. Art. 2. os autos restaurados valerão pelos originais. os atos processuais subsequentes serão neles incorporados. Se os autos originais forem localizados. 2. seguindo o procedimento de conformidade com a nova classificação. competindo ao Relator assinar o auto de restauração e levá-lo à homologação do Plenário.5. Art. os Códigos de Processo Civil e Penal. Art. 141 Aplica-se ao Pedido de Providências. 137 No processo de restauração de autos aplicar-se-ão.13. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 51 . 138 Todo e qualquer requerimento que não tenha classificação específica nem seja acessório ou incidente de processo em trâmite será autuado como pedido de providências. CAPÍTULO XIII . 140 Atendidos os requisitos mínimos. mediante provocação de qualquer autoridade ou cidadão. ficando apensos os autos da restauração.5. no que couber. quando não decorrente de sanção disciplinar. supletivamente. devendo ser distribuído a um Relator. o Relator solicitará a inclusão do feito na pauta de julgamento. Art.

Art. ao qual se dará preferência. CAPÍTULO XIV . 143 Determinada pelo Conselho a instauração. o feito será distribuído a um Relator. que poderá. devendo ser lotado na primeira vaga. 147 Qualquer membro ou Comissão poderá apresentar Proposta de: 52 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . aberta após a decisão. o removido será lotado na mais antiga. oferecer razões finais no prazo de cinco dias. 2. Considerando procedente a remoção por interesse público. 145 A remoção por interesse público será decidida pelo voto da maioria absoluta dos membros do Conselho. Art. revisão ou avocação do processo de remoção por interesse público. § 2° Poderão ser produzidas provas determinadas pelo Plenário e pelo Relator.DA PROPOSIÇÃO Art.14. após o que o Relator emitirá relatório final e solicitará a inclusão do feito na pauta de julgamento.Art. querendo.5. Parágrafo único. bem como as requeridas pelo interessado. 146 Além das disposições deste Regimento. II – havendo mais de uma vaga. apresentar defesa preliminar e requerer provas orais. Art. 144 Antes de encerrada a instrução o interessado será interrogado e cientificado para. o Conselho comunicará a decisão ao chefe da unidade ministerial respectiva. que deverá observar o seguinte: I – inexistindo cargo vago disponível. podendo ser arroladas no máximo cinco testemunhas pelo Relator ou interessado e igual número na defesa preliminar. a quem competirá ordená-lo e instruí-lo. o removido ficará à disposição da Procuradoria-Geral. § 1º O Relator ouvirá o interessado. pessoalmente ou por procurador. o processo de remoção por interesse público obedecerá aos procedimentos estabelecidos nas leis orgânicas. de igual entrância ou categoria. nesta ordem. no prazo de cinco dias. documentais e periciais.

Parágrafo único. II – Enunciado. Art. com observância das disposições da Lei Complementar nº 95. distribuída e remetida por cópia aos Conselheiros. supressivas. ressalvados os destaques dela requeridos e as emendas. 151 O Plenário votará em primeiro lugar a proposta do Relator. III – Emenda Regimental. Art. IV – Recomendação. Art. A proposta será autuada na Classe ‘Proposição’. serão aditivas. de 26 de fevereiro de 1998. aos demais Conselheiros. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 53 . modificativas ou substitutivas e deverão ser acompanhadas de justificação sucinta. podendo incluir emendas de sua iniciativa ou optar pela apresentação de substitutivo. que serão votados em separado. com exclusão do proponente.I – Resolução. § 1º Findo o prazo de apresentação de emendas. e solicitará a inclusão do feito na pauta de julgamento. Art. juntamente com sua justificativa. em meio digital. o Relator emitirá parecer. 148 A proposta deverá ser redigida na forma articulada. no prazo de trinta dias. apresentadas ao Relator no prazo de trinta dias. § 2º Em casos de excepcional relevância e urgência. 149 As emendas. os prazos poderão ser reduzidos ou suprimidos pelo Plenário. enviará cópia integral dos autos. 150 As proposições que versem sobre matéria de conteúdo idêntico ou correlato serão apensadas. e será lida em sessão. V – Súmula. A proposição considerar-se-á aprovada se obtiver o voto favorável da maioria absoluta do Plenário e será publicada no Diário Oficial da União. Parágrafo único.

II – o autor obtiver documento de que não pôde fazer uso ou cuja existência ignorava. quando terá preferência de julgamento. CAPÍTULO XV . São recorríveis apenas as decisões monocráticas 54 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO .DA REVISÃO DE DECISÃO DO CONSELHO Art.5. TÍTULO VI . resultante de atos ou de documentos do feito. em caso de comprovado risco de dano grave e de difícil reparação. III – fundada em erro de fato. § 4º O prazo para requerer a revisão será de um ano. cuja revisão poderá ser requerida a qualquer tempo. a contar do trânsito em julgado da decisão.DO RECURSO INTERNO Art. devendo submeter a decisão ao Plenário na sessão seguinte. § 1º O requerimento de revisão será distribuído a Conselheiro diverso do Relator da decisão atacada. transitada em julgado. Parágrafo único. 152 A decisão de mérito do Conselho.15. 2. tramitando simultaneamente. ficando prevento o Relator ao qual for distribuído o primeiro deles. CAPÍTULO I .1.6. versarem sobre a mesma decisão. por si só. do Corregedor Nacional e do Relator caberá recurso ao Plenário. salvo em matéria disciplinar. de lhe assegurar pronunciamento favorável.DOS RECURSOS 2.6.2. § 2º O Relator poderá determinar a suspensão da execução da decisão. capaz. 153 Das decisões monocráticas do Presidente do Conselho. poderá ser revista pelo Plenário quando: I – se fundar em prova falsa. § 3º Haverá conexão entre o procedimento de revisão e o procedimento da Reclamação para Preservação da Competência e da Autoridade das Decisões do Conselho que.

2. salvo nos casos de decisões do Presidente do Conselho e do Corregedor Nacional. que remeterão o recurso para distribuição a um Relator.DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Art. CAPÍTULO II . 154 O recurso interno será interposto no prazo de cinco dias contados da data da ciência da decisão recorrida pelo interessado e será dirigido à autoridade que praticou o ato atacado.de que manifestamente resulte ou possa resultar restrição de direito ou prerrogativa. se for o caso.6. que poderá reconsiderá-lo. o Relator apresentará o processo para julgamento. determinação de conduta ou anulação de ato ou decisão. § 1º Os embargos de declaração serão interpostos pela parte interessada por escrito. Art. manifestese no prazo de cinco dias. até decisão do Plenário. § 3º Os embargos de declaração de decisão do Relator serão decididos monocraticamente. § 1º O Relator abrirá vista ao recorrido para que. conforme o caso. querendo. 155 O Relator poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso.2. em mesa. o processo terá seguimento. 156 Das decisões do Plenário e do Relator cabem embargos de declaração quando houver obscuridade. à deliberação do Plenário pelo Relator ou pelo seu Redator. no prazo de cinco dias. Art. § 2º Mantida a decisão. § 3º Provido o recurso. § 2º Os embargos de declaração de acórdãos serão submetidos. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 55 . contradição ou erro material. omissão. ocasião em que proferirá seu voto.

que consistirá em: I – definir e fixar.§ 4º O Relator poderá. 56 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . estabelecendo metas. os planos de metas e os programas de avaliação institucional do Ministério Público.DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Art. podendo ser ouvidas as associações nacionais de classe. pelo Plenário. estudos e avaliação de gestão dos diversos ramos do Ministério Público. III – determinar e estimular o desenvolvimento de programas de aperfeiçoamento da gestão administrativa e financeira dos órgãos do Ministério Público. IV – coordenar a implantação de políticas institucionais. 3. Parágrafo único. Art. apresentando sugestões de providências articuladas e políticas institucionais que. 159 As deliberações do Plenário sobre matérias relacionadas ao planejamento ocorrerão mediante proposta da Comissão de Planejamento Estratégico. fundamentadamente. 158 Para a definição de planos e a execução das metas fixadas. deixar de atribuir efeito suspensivo aos embargos de declaração. de se ter por exaurida a competência do Conselho. à racionalização e à produtividade. os membros do Ministério Público e as associações representativas de membros e servidores do Ministério Público poderão provocar a Comissão de Planejamento Estratégico. LIVRO III . uma vez sistematizadas. visando à sua modernização. II – produzir diagnósticos. visando ao aumento da eficiência. devendo o trânsito em julgado ser certificado. desburocratização e eficiência. o Conselho expedirá atos regulamentares e recomendará providências. 157 O Plenário promoverá permanentemente o planejamento estratégico do Ministério Público nacional. § 5º Os embargos de declaração manifestamente improcedentes ou protelatórios ensejarão o pronto reconhecimento. Art. serão submetidas à deliberação do Plenário. autorizando-se o imediato cumprimento do acórdão embargado. com a participação dos órgãos do Ministério Público. Os Conselheiros.

160 A Comissão de Planejamento Estratégico elaborará. podendo basear-se na avaliação de desempenho de seus órgãos e membros. 162 Os expedientes protocolados na Secretaria antes da data de publicação deste Regimento e que não atendam aos requisitos formais nele estabelecidos serão processados com fixação do prazo de quinze dias para sua adequação. nos termos de resolução editada especificamente com esse fim. serão submetidas ao Plenário. 4. acolhidas ou não pela Comissão. O relatório versará sobre as atividades desenvolvidas pelo Conselho e os resultados obtidos. Art. nos termos do artigo 84. movimentação processual e recursos humanos e tecnológicos. de cujo teor tomarão conhecimento todos os Conselheiros. que dará a redação final ao relatório anual. o Conselho encaminhará ao Presidente da República relatório de suas atividades no exercício anterior e oferecerá as propostas que julgar necessárias ao aprimoramento do Ministério Público. Parágrafo único. bem como as medidas e providências que julgar necessárias para o desenvolvimento do Ministério Público. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 57 . no mês de dezembro de cada exercício. 163 O Conselho poderá utilizar ferramentas de tecnologia da informação no processamento e no julgamento dos feitos. da Constituição Federal. até o dia 10 de janeiro do ano subsequente. sob pena de indeferimento. para que sejam incorporados à mensagem e ao plano de governo a serem remetidos ao Congresso Nacional. em dados estatísticos sobre cada um dos seus ramos e na discriminação de dados quantitativos sobre execução orçamentária. § 1º Os Conselheiros poderão oferecer emendas à proposta de relatório. 161 Até 30 de janeiro de cada ano. por ocasião da abertura da sessão legislativa.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. XI. § 2º A proposta de relatório e as emendas apresentadas. LIVRO IV .Art. proposta de relatório anual. Art.

pelo Presidente do Conselho. em caso de urgência. e suas alterações. de 29 de janeiro de 1999. 166 Ficam revogadas a Resolução nº 31. Roberto Monteiro Gurgel Santos PRESIDENTE 58 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . Art. Art. Brasília. ad referendum do Plenário. o Código de Processo Penal e a Lei nº 9.Art. 164 Os casos omissos serão resolvidos pelo Plenário ou. de 1º de setembro de 2008. o Código de Processo Civil.784. Art. no que for cabível. 165 Aos procedimentos previstos neste Regimento aplicam-se subsidiariamente. 13 de março de 2013. 167 Este Regimento entra em vigor na data de sua publicação.

XVI Direito do Conselheiro 23. VI 122 Relator vencido. 48. Proibição 63. caput 50 43.ÍNDICE REMISSIVO TERMO OU EXPRESSÃO ARTIGO A Abstenção no julgamento. b. III Advogado Assinatura no termo de depoimento Possibilidade de ausentar-se da audiência sem permissão Presença em ato sigiloso 47. § 1º Acompanhamento de Cumprimento de Decisão. 49 Afastamento Conselheiro. Competência do Plenário para representar 24. XX e § 1º. IV. 60. § 4º 5º. Competência para redação Ação Civil. § 5º. III Acórdão Competência do Relator para lavrar Cumprimento imediato 43. § 2º Registro de presença e sustentação oral na ata 9º. X REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 59 . caput. Competência do Plenário para deliberar 5º. Definição 37.

I. Competência do Presidente Ampla defesa. Processo disciplinar Anteprojeto de lei. VI Antiguidade Critério para definição da ordem dos assentos no plenário Forma de apuração 8º. I Arguição de Impedimento ou Suspeição Arguido. Petição. IX 5º. Conselheiro. III Decisão do Plenário 5º. Redistribuição de processos 24. XXIII e § 1º. § 2º Temporário do Relator. caput 129 130. 88 37. Dever Interessado. § 1º 25 Manutenção em caso de recondução 21. Prazo Plenário. IV. Decisão 60 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 131. § 2º Substituição do Relator 24. caput 132 . Prazo concedido pelo Relator Declaração. a Aposentadoria Compulsória Ação civil pública 5º. § 2º Ajuda de custo. Definição 12. Concessão.Do Relator por prazo superior a 30 dias. Processos não são redistribuídos 38.

Lavratura. por cumulação de pedidos sem pertinência temática 36. Prazo para justificativa Associações de classe. Competência e conteúdo 9º. Comunicação ao Plenário PAD pelo Relator. Autuação 130. § 1º Reconhecimento pelo Relator. Participação no planejamento estratégico 78.Reconhecimento pelo arguido 131. por defeito na representação 36. § 2º 102 Pelo Relator. § 2º. § 1º Redistribuição do processo 129 Rejeição por empate na votação 62. II Sessão. Conteúdo 49 Sessão. II Rejeição pelo arguido 131. § 2º Pelo Relator. § 2º Suspensão do processo 130. Necessidade de fundamentação 43. Aprovação 52. III 157 e 159 Atas Audiência. § 4º Reclamação Disciplinar pelo órgão local. § 3º Arquivamento sumário Monocrático. § 2º Rejeição pelo Relator. Redistribuição 130. caput e § 1º Ato administrativo REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 61 .

§2º Autonomia do Ministério Público Autonomia funcional e administrativa. Presidência 67. Casos possíveis e participantes 48. Proposição de Comissão 32. Contratação. Procedimento de controle administrativo 127 Ato normativo Procedimento de acompanhamento Proposta de ato normativo 64. II Desconstituição ou revisão. Conteúdo 49 Audiência pública em Inspeção. I Audiências Abertura e encerramento 48. § único 147-151 Ato regulamentar Definição de planos e execução de metas do planejamento estratégico 158 Expedição. Procedimento 116 e 117 Autorização judicial. Competência do Conselho 2º. §§ 3º e 4º Reservadas. I Reclamação para Preservação. § 2º Auditoria. Legitimação do Plenário 5º. caput e § 1º Advogados. Competência do Conselho 62 2º. IV REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO .Controle de legalidade. Competência do Plenário 2º. Possibilidade de ausência da sala sem permissão 50 Ata.

Reautuação. Questão de ordem pelo Relator 43. Competência do Relator 43. § 2º. Distribuição por prevenção 108. II Institucional do MP 157. caput Reclamação Disciplinar. II e IV REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 63 . III 28. caput Proposição ao Plenário. Legitimados 143 106. Requisição. V. § 2º 62. Prazo Improcedência por empate na votação Oitiva do interessado 107. chefia e assessoramento 5º. Competência do Plenário para representar ao MP Conselheiro. § único B Bom andamento do processo.Autos originais. III C Cargo Ação civil pública para perda. Distribuição Proposição. b 107. V Avaliação Gestão dos diversos ramos do MP 157. I. Cumulação com cargos de direção. I Avocação Autos avocados. Competência 18. Informações pela Corregedoria Nacional 106. caput Envio dos autos do processo avocado. caput Por interesse público. 106.

VI Provimento em comissão. caput 160 159. Competência e prazo 20 Criação. no que couber Competência para apresentação de proposta de ato normativo 64 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 8º.Conselheiro. Ofício aos órgãos legitimados. b Comissão sindicante Competência para determinar oitiva do sindicado 83 Designada pelo Corregedor Nacional 82 Comissão de Planejamento Estratégico Apresentação de matérias ao Plenário Elaboração de proposta de relatório anual Provocação por Conselheiros e Associações 159. Reconhecimento monocrático pelo Relator 164 37 43. Competência do Presidente 12. VIII Casos omissos Classes processuais Coisa Julgada. transformação e extinção. IX. Renúncia 27 Conselheiro. Competência do Plenário 5º. Indicação do Corregedor Nacional 18. § único Comissões permanentes ou temporárias Aplicação das disposições do Plenário. XVI Provimento em comissão. Vacância. XV Provimento por concurso público. § 2º 147 . Competência do Plenário 5º.

§ 1º Compensação na distribuição de processos Dispensa pelo Plenário 38. caput Forma de eleição e mandato do Presidente Permanentes. 32. § 2º Revisão por arquivamento monocrático 23. Participação na distribuição Procedimento interno 38. § único Competência Chefias e órgãos internos. VI e 30. § 1º Redistribuição por impedimento ou suspeição 129 Redistribuição por vacância superior a 30 dias 39. §§ 1º e 2º Comunicação de matérias aprovadas ao Presidente 32. § 4º Constituição. caput 31 Presidente. 39.Composição 30. XVII 2º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 65 . caput Substituição de membro 32. Competência do Presidente para definir Conselho 12. Relação. Direito de proposição do Conselheiro 23. § 3º Distribuição por prevenção 40. § 2º Quorum para deliberação 63. § 5º 37. IV Proposta de contratação de assessorias e auditorias ou celebração de convênios 32. XXI e § 1º.

XXVI Reclamação para preservação da competência do Conselho 118-122 Relator Relator. I e II Conselheiro Abstenção nos julgamentos. § 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 160. § 1º 5º. Casos Comunicação de atos Condenação. Declaração. § 1º Deveres 22 Direitos 23 Emendas ao relatório anual Exclusão parcial ou integral da distribuição de processos na origem Impedimento ou suspeição. Delegação a Conselheiro ou ao Secretário-Geral 12. IX 41 29. Possibilidade 23.Corregedor Nacional 18 Plenário 5º Plenário. X 60. Momento e forma 66 63. Perda de mandato do Conselheiro 43 43. XVI 129 . Decisão monocrática. Proibição Afastamentos. Prática pelo Presidente em caso de urgência Presidente 12. XXVIII 12 Presidente. Antecipação e alteração de voto antecipado.

Celebração. Competência do Presidente 37. XXIV Proposição de celebração pelas Comissões 32. b Consulta. XXIV Convênios Celebração. XIX e § 1º. § 2º Convite a especialistas. IX REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 67 . IV. Competência do Presidente 12. Forma de apresentação 27 Suscitação de questão preliminar 57 Voto divergente. Competência para instauração de procedimento 12. Possibilidade 56 Pedido de vista dos autos 59 Perda de mandato. II 88 12. X Licença. II Recondução.Licença. Competência do Presidente 12. Definição e requisitos Contraditório. Possibilidade de gozo 23. Requisitos para requerimento 26 Modificação de voto. Competência para declaração 5º. Substituição do Relator para lavratura do acórdão 24. XXIX Posse. Processo Administrativo Disciplinar Contratos. Proposição por Conselheiro 23. Possibilidade 19 Renúncia de mandato. XIX Perda de mandato. Casos 29 Perda de mandato.

§ 6º 18. Relatório das inspeções 68. Apresentação de consultas ao Plenário 5º. caput e § 4º Ordem de assento nas sessões plenárias 8º. § 3º Relatórios trimestral e consolidado anual de atividades 18. peritos e servidores Competência 18 Decisões monocráticas. caput Livre acesso aos locais de inspeções e correições 70. Cabimento de recurso interno 153 Dedicação exclusiva Delegação de competência. XVIII Corregedor Nacional Auxílio de membros. § 2º 17. Exclusão Eleição 17. Indeferimento 75. caput 17 Funções executivas de inspeção e correição 18. II Inspeções e correições.Corregedores-Gerais. VII Liminar. III 38. Possibilidade Distribuição de processos. Atuação de ofício 18. Reclamação Disciplinar. VIII REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . § 3º Reclamação disciplinar. caput Mandato 68 70. caput Posse 17. Recepção e procedimento 75 e ss Recomendações.

§ 5º Voto em processo administrativo disciplinar 60. Conselheiro. Nova eleição. § 1º Crime de responsabilidade. Instauração de ofício 18. perícias e documentos 18. § 1º Comunicação prévia. Objeto 69. I REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 69 . § 5º Correições Ato convocatório prévio 69.Renúncia. Perda de mandato 29. Livre acesso 70. § 2º Sindicância e processo administrativo disciplinar. caput Local. Apuração. § 1º Auto circunstanciado. caput Sem ato convocatório 69. exames. VI Substituição 24. Prazo 17. XI Requisição de membros e servidores 18. II Vacância. Desnecessidade 69. Corregedor Nacional. § 2º Traslado dos autos ao MP submetido à correição 72. II Com ato convocatório 69. § 2º Fato determinado. § 5º Requisição de informações. Conclusão dos trabalhos Competência do Corregedor Nacional 71 18. III Sigilo em reclamação disciplinar. Prazo 17. Possibilidade 75. Nova eleição.

Procedimento 64-66 Monocráticas. Recurso Interno 153 Plenário. Embargos de Declaração. Presença em interrogatórios Defesa Prévia. XVI Presidente aos Conselheiros e ao SecretárioGeral 12. Procedimento Dedicação exclusiva. 93. XXV . Competência do Presidente para ordenar 70 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 43. XXVI Presidente ao Relator 43.D Decisões Efetividade. pelo Plenário. 6º Prazo para cumprimento. XIII Monocráticas. I e 89. Secretário-Geral e Corregedor Nacional Defesa constituída ou dativa. caput e § 2º. caput. caput Delegação de Competência Corregedor Nacional aos Conselheiros. XIII Relator a membro ou servidor do Ministério Público Depoimentos Despesas. Proposta de revisão do feito arquivado 23. Processo Administrativo Disciplinar 118-122 14. § 6º 47. Possibilidade 10 Reclamação para Garantia da Autoridade. § 1º 47 12. Conselheiro. 95. § 2º 92. Comunicação ao Plenário 43. Recurso. § único e 17. § único. 94. § 2º Monocráticas. membros auxiliares e servidores 18.

do Relator a membro ou servidor do MP. § 3º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 71 . I e IV Conversão do julgamento. § 2º Dispensa e inexigibilidade de licitação. XXIII Distribuição Ato regulamentar. Publicação Edital de citação do acusado 92. caput Intimação por edital. Competência do Presidente para autorizar 12. § 3º Diligências Competência do Relator 43. § 1º Requerimento pelo acusado. Competência do Presidente 37. § 2º Intimação dos atos processuais 41. Competência do Presidente 12. § 3º Compensação por ausência ou licença de Conselheiro 38. caput Requerimento pelo acusado.Diárias. Plenário Delegação. em defesa prévia 94. caput e §§ 89. em PAD 58. IV 7º. IX Diário Oficial da União. a juízo do Relator Pautas das sessões plenárias 41. no interrogatório 98 Direitos Conselheiros 23 Membros e servidores requisitados 12.

Comunicado pelo Corregedor Nacional 68. caput Efeito Suspensivo Embargos de declaração. § 2º Inspeção ordinária. § 2º Intimação dos atos processuais Notificação de interessados. Processo administrativo disciplinar 92. Competência para deliberação Presidente de Comissão não excluído Prevenção dos autos avocados 5º. § 4º 155 . § 4º Sorteio eletrônico. continência ou substituição do Relator original 40. Plenário. § 5º 108 Prevenção por conexão. pela Secretaria-Geral 38. § 2º Recurso Interno 154. caput Processo Administrativo Disciplinar referendado pelo Plenário 77. XVI 38. Possibilidade de não atribuição pelo Relator Recurso Interno. § 1º Exclusão. Possibilidade de atribuição pelo Relator Eleição 72 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 156. IV 126. Procedimento de Controle Administrativo 41.Compensação por prevenção 40. § 2º Redução a zero da contagem 39. caput E Edital Citação do acusado.

III Votação em separado 151 Ementa de Acórdão. julgamento. Lavratura. VI Entidades Nacionais Representativas Apresentação de consultas 5º. § 1º Especialistas. Convite. IX F REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 73 . decisão monocrática. Competência do Relator 43. Única medida possível Sustentação oral não admitida no julgamento 156 6º 54. § 4º Emenda Do Relator. Proposição 149. XVIII Convite aos Presidentes. efeito suspensivo Decisão do Plenário. caput Proposta de relatório anual.Corregedor Nacional 17 Ouvidor 33. § 1º Embargos de Declaração Cabimento. Apresentação pelo Relator 160 Regimental 147. forma. § 1º Prazo de apresentação e tipos 149. IX 55. pelos Conselheiros Uso da palavra na tribuna 23. prazo. Conselheiros 23.

§ 2º Improbidade administrativa. XVII 62. Autorização. Conselheiro. direção ou assessoramento. Registro dos Conselheiros que firmaram Declaração. VI I Impedimento Apreciação da arguição. III G Grupos de Trabalho. Dever do Conselheiro 74 5º. II e 129 Relator. Rejeição por empate na votação Ata. II Incapacidade civil. Criação por proposta de Conselheiro 23.Funções De chefia. Encaminhamento de notícias ao MP 5º. Decisão pelo Relator 43. se superior a trinta dias 24. III Incidentes. IX REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . II 9º. IV Incompatibilidades. Vedação ao exercício durante o mandato 28. Dever 22. caput 22. Redistribuição de processos. Vedação ao exercício durante o mandato 28. Conselheiro. II De corregedor. § 2º. II Indenização de Despesa. Competência do Presidente 12. Competência do Plenário Arguição por interessado 130 Arguição. Perda de mandato 29. Procedimento 129-132 Arguição.

§ 2º Plenário. Presidência Auto circunstanciado. Dever do Conselho 116 Informações. Calendário anual 68. Objeto do PAD 88 Inspeções Audiência pública. Comunicado ao chefe do MP 68. § 2º Traslado dos autos ao MP inspecionado 72. § 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 75 . § 3º Evidências de irregularidades. caput Ordinárias. XI Plenário 5º. Apuração. Corregedor Nacional 67. V Corregedor Nacional 18. Desnecessidade 67. IV Relator 43. Conclusão dos trabalhos 67. Desnecessidade 67. Livre acesso 70. § 1º Ordinárias. § 6º Comunicação prévia. Corregedor Nacional. caput Local.Independência Funcional. Zelo. § 1º Competência do Corregedor Nacional 17. XII Infração disciplinar. Deliberação 67. Requisição Conselheiro 23. § 4º 71 Calendário semestral.

§ 4º Fora do Distrito Federal 41. caput 48. Audiências reservadas 92.Relatório. caput Formas alternativas pelo Relator 41. caput Intimação Certificação nos autos 41. Vedação 76 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 63. VII Interrogatório dos acusados 47. Manifestação. I 36. Preservação do direito. § 3º De testemunhas 96 Do acusado ou defensor em Processo Administrativo Disciplinar. § 3º 43. Prazo 95. Competência do Relator 68. Necessidade de poderes especiais Intempestividade. § 2º J Julgamento Abstenção de Conselheiro. § 4º Contagem de prazo 42. Competência do relator Instrumento de mandato. § 2º 43. § único Do requerente para emendar a petição inicial 36. Apreciação pelo Plenário Instrução do processo. § 2º e 98. § 1º Pessoal. § 7º Forma padrão 41. § 1º . em Processo Administrativo Disciplinar Intimidade.

XXIII M Mandato REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 77 .Conclusão na mesma sessão 58. caput Conversão em diligência 58. Direito ao gozo 23. X Requerimento pelo Conselheiro 26 Licitações Autorização. Competência do Presidente 12. caput Tecnologia da informação. Votos já proferidos 61. Possibilidade de uso Justificação. Competência do Presidente 5º. Emendas 163 149. § 2º Preferência. Competência do Presidente 12. § 1º Pauta organizada pelo Secretário-Geral e aprovada pelo Presidente 12. § único e 152. 59. Casos Reinício. XXII Dispensa e inexigibilidade. X 53. caput L Licenças Compensação na distribuição ao término 38. § 3º Concessão aos servidores e conselheiros. VIII e XIV Conselheiros.

Competência do Plenário 19 29. caput e § 4º 5º. § 3º . Perda. Procedimento Corregedor Nacional. § 1º Independência funcional. XXIX Ouvidor. Perda. Devolução de processos 39. caput Delegação de atos instrutórios e diligências 43. § único Controle de ato administrativo. Concessão pelo Relator 43. Zelo pelo Conselho 116 Indicação pelas comissões 78 25.Conselheiro. caput Corregedor Nacional. VIII Membro do Ministério Público Antiguidade no Conselho. XIX Encerramento. caput Instauração do processo de perda. § 1º e 89. Apresentação de sugestões 159. Competência do Presidente 12. § 1º 17. caput Medidas liminares ou cautelares. Requisito para eleição 17. Duração 32. Integrantes 82. Duração 33. caput 29. caput REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 32. Causas Conselheiro. § único Comissão sindicante. Possibilidade 123. § 1º Presidente de comissão. Antiguidade na carreira Comissão de Planejamento Estratégico. Duração Declaração de perda. Duração Conselheiro.

XXII e § 1º. Procedimento de Controle Administrativo 126 O Ordem dos Advogados do Brasil Assento do Presidente nas reuniões plenárias Plenário. Aprovação. Procedimento 109-115 Secretário-Geral. Requisito para indicação Sujeição às regras de impedimentos. Resposta de consultas do Presidente Procedimento de Controle Administrativo. XX Requisitados conservam direitos e vantagens 12. § 1º 28 N Nomeação de Conselheiro 19 Nota técnica. V Notificação por edital. Intimação 41. Proposta. § 7º Revisão de Processo Disciplinar. caput 4º. Competência do Plenário 8º. VII REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 79 .Requisição pelo Corregedor Nacional 18. Proposição do Presidente Orçamento. § 2º Residência fora do Distrito Federal. XVIII 125 5º. suspeições e incompatibilidades da carreira Vedações 14 22. § único 5º. III Requisição pelo Presidente 12. Assento e voz do Presidente Plenário. Definição 37.

Possibilidade 139 Pedido de vista de processo 80 Acusado em Processo Administrativo Disciplinar 101 Acusado em Revisão Disciplinar 114 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . I. a Natureza residual 138 Reautuação. Ordem dos trabalhos no Plenário e Comissões 52. XVII 3º P Passagens. Publicação da pauta. Possibilidade 7º. IX Pautas das Sessões Apreciação. Competência Órgãos do Conselho 12. Competência do Presidente 12. § 2º. X Conteúdo e publicação 7º. III Aprovação. Autorização.Organização de chefias e órgãos internos. § 4º Inscrição para sustentação oral. § 1º Processos pendentes de julgamento 7º. Marco inicial 54. § 3º Inclusão de assuntos não inscritos. § 5º Pedido de Providências Aplicação subsidiária do Procedimento de Controle Administrativo 141 Improcedência por empate na votação 62. Competência do Presidente 12. Prazo.

XXIX e 29. XVIII 62 5º. Quorum 5º. b Peritos Corregedor Nacional. Competência do Plenário Declaração. Competência do Plenário para representar ao MP 12. Condições 59 Conselheiro. Competência do Presidente 12. Possibilidade 70. XIX 29. caput Pertinência temática REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 81 . IX. I 43. III Perda do mandato Declaração. Direito 23. sem maioria absoluta Perda do cargo.Conselheiro. § 1º Perda do objeto Arquivamento da Reclamação Disciplinar Decisão monocrática pelo Relator 77. Competência do Presidente Decisão em procedimento disciplinar. II e 135 Recorrido em Recurso Interno 154. § 1º Penalidade Aplicação a servidores. § 2º 55. Acompanhamento Uso da tribuna. XI Interessados 43. § 2º Instauração e condução do processo.

caput Promoção permanente. § 3º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 23. § único 38. caput .Ausência na cumulação de pedidos. § 3º 32. Competência do Plenário 157. Dispensa Eleição de Presidente de Comissão 82 89. Competência do Plenário 157. § único Planos de Metas. Elaboração pela Comissão de Planejamento Estratégico 160. Legitimados 159. caput Relatório anual. § 4º Consulta em tese ao Plenário. Resolução 164 Cientificação de abertura de sindicância 81 Competências 5º Designação de Conselheiro revisor Distribuição. § 2º 124 Planejamento Estratégico Deliberações do Plenário. Prazo para individualização dos pleitos 36. Iniciativa da Comissão de Planejamento Estratégico 159. Requisitos 36. Requisito 5º. Compensação. I Plenário Afastamento do acusado em processo administrativo disciplinar Casos omissos. § 1º Petição Apresentação por procurador Procedimento de Controle Administrativo. caput Sugestões à Comissão de Planejamento Estratégico.

152. § único. 160. § 7º Reclamação para Preservação da Competência.Exaurimento da competência do Conselho. XXVII e XXVIII. 72. caput. § 1º. § 2º 18. §§ 1º e 3º. VI. IX Instauração Processo Administrativo Disciplinar 115 Irrecorribilidade das decisões Matérias submetidas pela Comissão de Planejamento Estratégico Matérias submetidas pelo Corregedor Nacional Matérias submetidas pelo Presidente Matérias submetidas pelo Relator Ouvidoria Nacional. III. VII. 119. § 5º Inspeções. 3º e 7º. caput 65. V e VIII. VII. § 1º. Assento Procedimento de Controle Administrativo. 90. § 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 83 . Instauração de ofício 118. caput Ratificação de atos 36. Embargos de declaração 156. § 2º 33. XXIV. § 2º 10 4º. Deliberação 67. § único.. § 4º 43. Ato regulamentar Prazo para o cumprimento das decisões Presidente do Conselho Federal da OAB. caput Quorum de instalação 4º. 77. XX. Instauração de ofício Promoção permanente do planejamento estratégico Providências para efetivação das decisões 6º 159. 27. 67. 81 12. § 2º Instância revisora 5º. 32. 137.. § 2º Quorum de deliberação 63. 68. X e §§ 2º. § único 125 157. 76.

Emendas ao relatório. Processo Administrativo Disciplinar 77. V Portaria. 21. Oitiva do servidor. Ordem dos trabalhos 52 Poder de Polícia. Sindicância 82 Posse Antiguidade. caput Conselheiro. § 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . Prazo 21. § 1º Corregedor Nacional 17. 97 Portaria. § 3º Ouvidor 33. Conselheiros 160. Competência do Presidente 12. Data como critério Conselheiro. Competência do Presidente 25 12.Recorribilidade das decisões. Embargos de declaração 156 Sessões. Envio dos autos pelo MP respectivo 107. membro do MP ou órgão disciplinar de origem 107. Dispensa da formalidade 21. IV. caput Comissão de Planejamento Estratégico. § 2º Avocação. § 2º. caput Arguição de Impedimento ou Suspeição. § 1º Recondução. § 2º Prazos Adequação de expedientes ao novo regimento 84 162 Arguição de Impedimento ou Suspeição. caput Avocação. II. Informações do arguido 131. Petição inicial 130. 89.

Afastamento do acusado Processo Administrativo Disciplinar. Defesa prévia Processo Administrativo Disciplinar. Informações do requerido 126. Omissão da decisão Cumprimento de decisão. Forma Processos. Apresentação dos originais 36. Plenário. Contagem. Prorrogações sucessivas 12. § único 103 42. Interposição 156. Relatório anual de atividades 161 Cumprimento de decisão.Comissão de Planejamento Estratégico. § 6º Membro auxiliar. Defesa prévia. § 1º Posse. Cumprimento da decisão 127. Contagem. caput 42. § 1º Fac-símile. Conselheiro 21. § 1º 10 Embargos de Declaração. Proposta de relatório anual 160. § único Procedimento de Controle Administrativo. caput 97. Termo inicial Proposição. caput Processo Administrativo Disciplinar. Aditamento da portaria Processo Administrativo Disciplinar. § 3º 90 92. Conclusão Processo Administrativo Disciplinar. § 2º e 3º 149 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 85 . § 1º Perda de mandato. Possibilidade 65. Apresentação de emendas 89. Oitiva de Conselheiro 29. caput Conselho. Mais de um acusado Processos. § 1º Procedimento de Controle Administrativo.

§ 3º Sustentação oral individual 54. Manifestação de parte interessada Revisão de Decisão do Conselho. § 2º Requerimento inicial. caput Recurso Interno. Razões finais 144 Renúncia e vacância. caput Reclamação para Preservação da Competência.. Apensamento dos autos originais 113 Sindicância.. § 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 55. § 1º Remoção por Interesse Público. técnicos e peritos 86 42. Eleição 17. Requerimento 134. Órgão disciplinar local. Conclusão 81 Sustentação oral de interessados com pretensões divergentes 54. Ciência ao Corregedor Nacional Reclamação Disciplinar. caput 152. § 4º Restauração de Autos. Informações do reclamado 119. caput Recurso Interno. Alegações do sindicado 83 Sindicância. § 1º Tribuna. Prazo para prestar informações 78 76. § 4º Revisão de Processo Disciplinar. Manifestação do recorrido 154. caput . Informações do representado 87. Cumulação de pedidos 36. Interposição 154. § 5º Representação por Inércia ou Excesso de Prazo.Prorrogação para o primeiro dia útil Reclamação disciplinar. Autoridades. Defesa preliminar pelo interessado 143. § 1º Remoção por Interesse Público.

§ 2º 19 Presidente de Comissão Distribuição de processos. caput Autorização. Posse 12. Decisão ad referendum 164 Celebração de contratos e convênios 12. ajudas de custo e indenizações Conselheiros. Não exclusão Substituição 38. X Assento no plenário 8º.Tribuna. XXII Casos omissos. IX. Competência do Relator 43. Mais de uma inscrição 55. Urgência. anulação e revogação de licitações 12. passagens. XXIV Competências 12 e 13 Concessão de diárias. VII Presidente da República Comunicado de perda de mandato Nomeação de Conselheiro 29. III Presidente do Conselho Aprovação da pauta de julgamento 12. IX 21. homologação. § 2º Prescrição Decisão do Relator. quando manifesta 43. § 5º 24. e Manifestação. caput REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 87 .

§ único 8º. Ato regulamentar. Assentos. § 2º . Procedimento. Competência 29. § único Substituição Vacância. caput 125 29. XXX Ordenação de despesas 12. caput Distribuição de processos. Lugares Procedimento de Controle Administrativo. Ofício aos órgãos legitimados. Delegação de atos 43.Convocação de sessão extraordinária 7º. XXV Perda de mandato. § 3º Liminar. Apreciação prévia de requerimentos 12. Comunicado 27 Secretário-Geral. Comunicado de perda de mandato 88 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 5º. caput Distribuição e trâmite dos processos. Recorribilidade 153. XVIII 4º. Competência 37. § 1º Relator. Escolha e nomeação 14. Exclusão 38. XIII Renúncia de Conselheiro. Prazo 24. § 2º Cumprimento imediato das decisões 122 Decisões monocráticas. Assento e voz Plenário. I 20 Presidente do Conselho Federal da OAB Apresentação de consultas Plenário. Proposição Presidente do Senado.

§ único Procedência 127 Requeridos. Definição 126. Avocação 108.Prevenção Cessação 40. XXI e § 1º. e Procedimento Avocado. Encaminhamento ao PGR 128 Iniciativa 125 Prazo para requerimento 123. Prazo para informações Suspensão liminar do ato pelo Relator. Definição e requisitos 37. I Procedimento de Controle Administrativo Aplicação subsidiária ao Pedido de Providências Art. Contrariedade. § único 37. XVIII e § 1º. continência e sucessão do Relator original 40. I. caput 126. Requisito 141 123. § 1º Distribuição por conexão. § 2º. Compensação 40. caput Improcedência por empate na votação 62. IV Processo Disposições gerais 36-42 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 89 . caput Distribuição. § 2º Distribuição. Possibilidade Procedimento Interno de Comissão. 37 da Constituição. caput Inconstitucionalidade em tese.

Competência do Relator Pauta. Plenário. § único Acusado. § 2º Redistribuição. caput 98 95. § 7º 43. Intimação dos atos. Encerramento do mandato 39. 3º e 4º Processo Administrativo Disciplinar Acusado. presidência e instrução. nos casos de impedimento. 89. Permanência dos não julgados Protocolo e registro Reautuação 38. Prazo 90 100 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 90 . Interrogatório Acusado. §§ 2º. caput Redistribuição. § 5º 36. § 1º 7º. I. Prazo 89. Assentamentos funcionais Acusado. Intimações 41. Prazo 92. suspeição ou afastamento do Relator 24. Sanidade mental 99 Acusado. Ato da Presidência Ordenação. caput 37. Vista dos autos. § 2º Requerimento eletrônico.Distribuição imediata Eletrônico. § 3º Conclusão. Remanescentes 39. Alegações finais 101 Afastamento do acusado. Citação Acusado. caput 36. § 2º Vacância.

Prazo 92. caput Cópia física dos autos. Indicação 93 Defesa prévia. Possibilidade 2º. Conteúdo 89. caput Preexistência. II REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 91 . § 1º Defensor. § 1º Relatório. Fatos novos 97 Portaria de instauração. Solicitação 92. III Julgamento. § 4º Relator. Intimação 96 Processo/Procedimento disciplinar Aplicação de penalidades 62 Avocação. Preferência 53. Competência 89. § 2º Previsão legal sancionadora. Deliberação pelo Relator 91 Legislação subsidiária 105 Portaria. Conteúdo 102 Revelia 92.Contraditório e ampla defesa Cópia digital dos autos 88 92. §§ 3º e 4º Testemunhas. Não vinculação 89. Aditamento. Informação do órgão disciplinar local 78. caput Diligências.

Disposição inconstitucional 5º. Representação do interessado 143. Vedação durante o mandato 28. caput REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 151. I Proposição Emendas. IV Procurador Corregedoria Nacional. § 2º Remoção por Interesse Público. § único Requisitos da proposta 148 Votação 92 149. Ausência 36. § 1º Promoção. Encaminhamento de proposta Presidência do Conselho Procedimento de Controle Administrativo. Uso da palavra 55. Possibilidade 15 Instrumento de mandato.Revisão. Membro do MP. XVIII Tribuna. Acesso aos procedimentos. VI 11 128 Procuradores-Gerais Apresentação de consultas ao Plenário 5º. § 1º Procurador-Geral da República Cargos do Conselho. Prazo de apresentação e tipos Iniciativa e tipos 147 Quorum de aprovação 151. Possibilidade 2º. caput .

Prazo de conclusão. Termo inicial 90 Regimento. Especificação em defesa prévia Vinculação aos fundamentos do pedido. § 1º Q Questões de Ordem Submissão ao Plenário. Intimações 130. Comissão ou Presidência. caput 41. Prazo.Protocolo 36. Competência do Relator Submissão ao Plenário. Entrada em vigor 167 Sindicância. Conselheiro 57. Início da contagem 42. I e V Processo Administrativo Disciplinar. § 1º 57. Termo inicial 81 Sustentação oral. caput Provas Processo Administrativo Disciplinar. Inscrição. Prazo Atos processuais. caput REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 93 . Termo inicial 54. VII Questões Preliminares Julgamento Suscitação. caput Prazos. Prazo de conclusão. Competência do Presidente 43. § 2º. III 12. caput 44 Publicação Arguição de Impedimento ou Suspeição. Requisito 94.

§ 4º 4º. Consideração pelo Plenário Plenário e Comissões. Deliberações Plenário. Convocação 145. § 2º R Reclamação para Preservação da Autonomia do Ministério Público Cabimento Improcedência por empate na votação 62. 62 Conselheiro. Aprovação 151. § 2º. caput 17. caput 7º. Escolha pelo Senado Federal Eleição de Presidente de Comissão Eleição do Corregedor Nacional 19 32. Instalação 128 63. c Procedência 117 Procedimento 116 Reclamação PARA Preservação da Competência e da Autoridade das Decisões do CNMP 94 116 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . § único Remoção por Interesse Público. Decisão Sessão extraordinária. § 2º.Quorum Aplicação de penalidade em procedimento disciplinar 63. §§ 1º e 2º Inconstitucionalidade. Inclusão de assuntos extrapauta Plenário. caput 7º. I. caput Proposição.

Liminar. Possibilidade 119. Sobrestamento Definição 75. § 1º 74 Distribuição. Providências 78 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 95 . Providências Corregedor Nacional. caput Cumprimento imediato do ato ou decisão. Apuração pelo Corregedor Nacional 80. § único Cumprimento imediato do ato ou decisão. Competência do Presidente 122 Decisão monocrática. caput 77 78.Autoridade reclamada. I. Petição dirigida ao Corregedor Nacional. caput Cabimento 118. I e 80. Início da tramitação na Corregedoria Nacional Legislação aplicável 38. Órgão disciplinar local. Qualquer interessado 120 Procedência 121 Referendo do Plenário 119. Casos 121. § único Reclamação Disciplinar 76. § único Improcedência por empate na votação 62. d Impugnação. § 4º 86 Omissão. Prazo para informações 119. § único. 77. § 2º. caput Órgão disciplinar local. § único Arquivamento Corregedor Nacional.

Possibilidade.Reclamado. § único 19 Corregedor Nacional. Competência do Relator 155 Improvimento por empate na votação 62. Dispensa. Decisão monocrática. Possibilidade. § 2º Recorrente e recorrido. caput REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO . Faculdade do Corregedor Nacional Sindicância. § 1º Posse. III Prazo para interposição 154. caput Sigilo. caput Recurso Interno 96 Cabimento 153 Efeito suspensivo. caput Ouvidor. caput Reconsideração do ato atacado. Prazo para informações 76. Vedação 33. Termo de compromisso 21. Cabimento 153. Vedação 17. Apensamento Sobrestamento 75. § 2º. § 1º Recondução Antiguidade. caput Requisitos da petição 75. caput Recurso. § 2º 85 78. Uso da palavra 54. Possibilidade 154. Contagem do tempo de mandato Conselheiro 25.

Definição de planos e execução de metas 158 Reclamação para Preservação da Autonomia do MP. § 3º Conselho.Recorrido. § 1º e 132. § 2º 39. Prazo 154. 130. CPC. CPP e Lei nº 9. I e 73 Ouvidoria Nacional. Competência do Plenário Registro de Processo 5º. Conversão em diligência. § único 58. Competência do Plenário 5º. Relator vencido 24. Competência do Presidente 12. § 7º Planejamento estratégico. Competência para expedir 2º. Competência do Presidente 37. Dúvidas. Competência do Plenário 33. XII Aplicação subsidiária.784/1999 165 Cumprir e fazer cumprir. § 1º Redistribuição Afastamento do Relator por mais de 30 dias Conselheiro . § 2º Peticionamento eletrônico obrigatório. Fim do mandato Impedimento ou suspeição de Conselheiro Julgamento. XIII 36 Regulamento Classes processuais não disciplinadas. Procedência 117 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 97 . § 3º Regimento Interno Alteração. Competência do Presidente 36. caput 129. I Interpretação e execução. Manifestação.

§ 2º Ato normativo. Aditamento da portaria Processo Administrativo Disciplinar. § 3º Prazo para cumprimento de decisão. Determinação Atos instrutórios. Faculdade 43. Prorrogação 65. Competências Processo Administrativo Disciplinar. § 7º Impedimento ou suspeição. Declaração. Redistribuição 24. Redistribuição 58. Conversão em diligência. § único e 126. § único Decisão monocrática Decisão monocrática. § 1º Prevenção. continência e sucessão Processo Administrativo Disciplinar. Sigilo. 43.Relator Acórdão. Conexão. IX. 119. Delegação a membro auxiliar 43. VIII. § 5º Competências 43 Decisão liminar 43. § 4º Afastamento superior a 30 dias. Designação de defensor dativo 98 64. Procedimento único de acompanhamento. Dever 129 Julgamento. § 1º Preferência para julgamento 53. § único REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 40. Recorribilidade Erro material. Proposição de correção ao Plenário 5º. § 1º 93. § 1º Atos instrutórios. § 2º e 121 153 43. § único . Lavratura pelo autor do 1º voto vencedor 60. caput 97 89.

V e 161 Corregedor Nacional. II Relatório Comissão de Planejamento Estratégico. § 2º Processo Administrativo Disciplinar. caput 43. Inspeções. Fac-símile 41. caput 146 142-146 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 99 . Concessão 43. Anual. à Presidência da República 2º. § 3º Substituição 24. Trimestral e consolidado anual. ao Plenário 68. VIII Intimação. ao Plenário 12. Aplicação Procedimento 142 145. § 4º Presidente. IV Vista dos autos. Anual. XXVII Remoção por Interesse Público Cabimento Decisão. Quorum Leis orgânicas. Apresentação de emendas Referendo do Plenário. Interrogatório do acusado 98 Processo Administrativo Disciplinar. § 3º Corregedor Nacional. Faculdade em medida liminar 149. Prorrogação do prazo de conclusão 90 Proposição. Anual.Processo Administrativo Disciplinar. aos Conselheiros e ao Plenário 160 Conselho. ao Plenário 18. Portaria de instauração 89.

Plenário. Competência 43. V Auxílio de força pública. Competência 43. I. Competência 5º. XII Inspeção e correição.Relator. Competência 143. a 87. § 5º Representação por Inércia ou por Excesso de Prazo Improcedência por empate na votação Informações. Competência 18. IV Informações e documentos. Procedimento 62. Forma e comunicado ao Plenário Corregedor Nacional. caput . Deliberação do Plenário 87. V Informações e documentos. Nova eleição 27 17. Documentos. Relator. Faculdade 100 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 70. Competência 23. Competência 12. § 2º 87 Processo Administrativo Disciplinar. caput Renúncia Conselheiro. Corregedor Nacional. V Informações e documentos. Relator. § 5º Requisição Autos originais. Presidente. Conselheiro. XI Informações e documentos. § 2º. Prazo. Aplicação 87. § 4º Prova pré-constituída 87. § 3º Servidor. Corregedor Nacional.

Servidores. § 3º Relator 152. caput. § 1º Membros e servidores do Ministério Público. Competência do Plenário 5º. I. Presidente. XX Restauração de Autos Aplicação supletiva do CPC e CPP 137 Auto de restauração. § 4º Prevenção por conexão 152. Homologação do Plenário 137 Autos originais localizados 136. Corregedor Nacional. X Prazo manifestação do interessado 134 Procedimento 133-137 Relator 133. § 2º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 101 . § 1º Suspensão da decisão e preferência no julgamento 152. Corregedor Nacional. Competência 12. II e III Prazo 152. § 1º Membros e servidores do Ministério Público.Inspeção e correição. § 2º Julgamento. Casos 152. § único Forma 133. Competência 18. § 2º Revisão de Decisão do Conselho Cabimento. Prazo 12. III Membros e servidores do Ministério Público. Faculdade 70.

Quorum 102 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 19 . Aprovação. Corregedor Nacional. caput Intimações. Possibilidade 77. caput. Competência 41. Competência 112. § 8º Escolha e nomeação. Prazo 113 Arquivamento sumário. caput Senado Federal Conselheiro. caput 14. V S Secretaria-Geral. caput Procedência do pedido 115 Proposta. Relator. 65. Acompanhamento Dedicação exclusiva Distribuição de processos. caput 64. Prazo 114 Apensamento. Instrução 110. Cumprimento de decisões. Secretário-Geral Adjunto. Competência do Presidente 14. Escolha e nomeação.REVISÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR Alegações finais. § único 38. Competência 14. Ato regulamentar. § único Cabimento e condições 109 Indeferimento de plano 111 Pedido.

Conselheiro. Perda do mandato.
Condenação por crime de responsabilidade
Conselheiro. Perda do mandato pelo Conselho.
Comunicação

29, I
29, § 2º

Servidores do Conselho
Cargo em comissão e função de confiança.
Competência do Presidente

12, XVI

Descontos nos vencimentos.
Competência do Presidente

12, XXI

Direitos e deveres. Competência do Presidente

12, XIV

Exoneração. Competência do Presidente

12, XIX

Licença. Concessão. Competência do Presidente

12, VIII

Penalidades. Competência do Presidente

12, XVIII

Plenário. Deliberação sobre criação,
transformação ou extinção de cargos

5º, VI

Plenário. Fixação de critérios
para promoção funcional

5º, XI

Servidores do Ministério Público
Avocação

106, caput

Avocação. Prazo para oitiva

107, caput

Comissão sindicante. Composição

82, caput

Intimação

41, § 7º

Processo Administrativo Disciplinar

88

Processo Administrativo Disciplinar.
Penas disciplinares

105, § único

Reclamação Disciplinar

74

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

103

Relator. Delegação de realização de diligências. PAD

89, § 1º

Representação por Inércia ou por
Excesso de Prazo. Aplicabilidade

87, § 5º

Requisição. Competência

12, XX; 18, III; 32, § 3º;
70, § 1º

Requisição. Direitos e vantagens

12, § 2º

Requisição. Prazo

12, § 1º

Sindicância

81

Sessões
Extraordinárias

7º, § 2º

Extraordinárias. Proposta de realização.
Conselheiro. Direito

23, VIII

Ordinárias

7º, § 1º

Plenárias. Competência do Presidente
Plenárias. Conselheiro. Assento e voz. Direito
Plenárias. Conselheiro. Participação. Dever

23, I
22

Plenárias. Conselheiro. Registro em
ata do sentido de seus votos. Direito

23, II

Plenárias. Convocação e presidência

12, IV

Plenárias. Ordem dos assentos
Plenárias. Pautas
Plenárias. Tipos
Públicas

104

13

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

8º, caput
7º, § 3º
7º, caput
51

Sigilo
Decisão concessória ou denegatória. Recorribilidade
Pedido. Decisão. Competência do Relator
Reclamação Disciplinar e Sindicância. Autoria

43, § 6º
43, XI
75, § 2º

Sindicância
Apensamento

85

Arquivamento

84

Definição

81

Instauração. Corregedor Nacional

77, II

Instauração de ofício. Corregedor Nacional

18, VI

Legislação aplicável

86

Prazo de conclusão e prorrogação

81

Sorteio Eletrônico. Distribuição de processos

38, caput e §§ 1º e 2º

Substituição
Corregedor

24, II

Presidente de Comissão

24, III

Presidente do Conselho

24, I

Relator

24, IV

Substitutivo. Relator. Proposição

149, § 1º

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

105

Dever 129 Prazo 130. Arguição Apreciação pelo Plenário 5º. caput T Termo de Compromisso. caput . Instrução 106 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 130. Dispensa da posse 21. Distribuição por prevenção 40.Sucessão do Relator. Conselheiro. II Sustentação oral Embargos de Declaração. § 2º Rejeição por empate na votação 62. § 1º Ordem de uso da palavra 54. caput Reconhecimento pelo Relator 130. caput Prazo 54. § 4º Inscrições 54. § 2º Testemunhas Arguição de Impedimento ou Suspeição. Vedação 54. Declaração. § 1º Redistribuição de processos 24. Conselheiro. § 2º Registro na ata da sessão 9º. caput Suspeição. § 2º. § 2º Preferência no julgamento 53.

§ 1º REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 107 . Matéria de fato 57. § 2º Rol. Portaria de instauração de PAD Tipos processuais 89. Defesa prévia em PAD 94. Prática de ato da competência do Plenário 12. § 2º 37 U Urgência Correição sem comunicação prévia 69. caput Sessões. Procuradores-Gerais 55. XXVIII e 164 Proposição. Redução ou supressão. § 1º Presidente. Ofício de indicação dos órgãos legitimados Corregedor Nacional. caput Rol. Plenário 149. Eleição 20 17. Presidente entidades representativas de membros e servidores do MP 55. Quantidade 143. § 1º Sessões. § 1º V Vacância Conselheiro. Partes. § 2º Uso da Palavra Julgamento. § 2º Preferência para julgamento 53.Intimação 96 Remoção por Interesse Público.

Adiamento 58. Relator 43. Revisão de Processo Disciplinar 114 Concessão. § 1º Conselheiro. c Vistas de processos Acusado. b . caput 39. Sessão 9º. Substituição do Relator 108 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 24. Processo Administrativo Disciplinar 101 Acusado. Direito 23. Substituição 33. §§ 1º e 2º 24. caput Pedido. Eleição Presidentes de Comissão. II Conselheiro. Registro em ata e juntada. caput Recorrido. §§ 1º e 2º Ata. XI Julgamento. Eleição Redistribuição de processos Relator. Direito 23. IV. I Conselheiro. § 1º Voto Antecipação 60. II Divergente. Deferimento e forma 59. § 1º 32. Direito 23. Recurso Interno 154.Ouvidor. IV.

Eleição do Corregedor Nacional 17.Presidente. V Secreto. à disposição do MP-GO João Barbosa Lima Analista Processual do CNMP REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 109 . § 1º ORGANIZAÇÃO: Edmilson Moura de Oliveira Advogado Público do Estado de Goiás. Competência 13.