You are on page 1of 7

ASSOCIAÇÃO DE PASTO~S : E OBREIROS~-;' EVANGELICOS DE CURITIBA

BOLE . T"IM
ANO I I - Nº 16 - 10 de noyembro de 1982 - Resp.: Eurico H.Schoenardie
Acerca de uma certa :~concl~mação de líderes evangélicos"
· -':Este pequeno -': boletim mimeografado costuma sair somente uma semana
antes âa próxima reunião. - Mas a recente distribuição, em um grande-mimero âe comunidades evangé1.icas, de uma .certa-· "Conclamação de líderes
evangélicos 11 , dizendo respeito às próximas eleições, e o envolvimento,
ainda que indireto, do nome da APOEC naquela co-;1clamação, exigem, na·
_ _ minha opinião, um pronunciamento .me_u., como atual presidente-da ·-APOEC.
Também os variados argumentos usados na dita . "Conclamação" exigem uma ·
resposta ..
Não endosso esta 1'Conclamação'', muito pelo contrário. Mas não discutn o- direito de alguém assiná-la. E da competência pessoal âe
cada
um externar as suas convicÇÕes políticas (ou não) e assumir, em contrapartida, _a responsabilidade por isto.
·. .
-uouve alguns que indicaram não só a sua condição de pastor ou algo
ãssemelhado.t mas também os cargos que ocuparam e ocupam em aenominaçoes
e -· organizaçoes rel;igiosas.- Müiha opinião é que procedendo assim comprome_teram ~ própria de~om~naç~o · ou organiza9ão religiosa, na qual ocu72a~
9~ ocuparam cargos .de ·dJ.reçao.t com o partJ.do (PDS) que a "ConclamaQao'"
apóia .. Se podiam fazê-lo ounao,· mais uma vez ~ é da responsabilidade de
cada um dos assinantes~ ·
·
, - ,.,. Se o rev. ~ Dalton Said Henriques, um dos s~gnatários· âa 11 Cõnclamaçao", fqsse cand_idato a J;tlgum cargo nas e·l eiçoes de 15 - de novembro, poderia-~er posto . na ··s.eu currículo o fato de ter sido presidente da
As......,-;;--"="..-----"'s~
ociaçaõ de Pã.sto--1:fliLe Obre ! ros EvangE[lic_os d_e Curi tibê;, :Rbis isto faz
parte de sua biografia: Agora··, assinar e:?ta "Conclamaçao 11 .t que foi fari:;amente instrumentada e distribv.ída em inúmeras denominaçoes e a um sem
número de membros' - e nela permitir ã men·ç ão âe que é "ex-presidente-da
APOEC 11 , é invocar esta condição-de ex-presidente para-fav-ore-cer deter-=minado partido político, via três candidatos: Trata-se, neste - cãsTI 1 ~e
usar õ nome da A:POEC, mesmo que indiretamente, para aquilo que ele nao
se ~ presta. Isto é · usar maio- nome da nossa Associação, ainda que !ndire'tamente, repito. E desrespeitar àqueles que o elegeram para este cargo,-po1.s ninguém lhe passou-procuração po1.ítico-partiâária para
que
pudesse invocar sua gestão e condição de ex-presidente comõ um dos fundamentos para assinar a di ta "Conclamação 11 • E . também. é fazer pouc·o -oaso das diferentes opçÕes político-partidárias dos demais membros e exmembros da APOEC, um-dos quais inclusive é candidato por um partido
que não é o mesmo que a "Conclamação 1} apóia.
-Entrando na questão-da "Conclamação" em si·: discordo que nela
se
esteja apoiandõ e recomendanâo ".:. sem · gualquer envolvimento polít1.co"
(g:rifo meu) três candid~tos- evangélicos. Pergunto: - qual~é a ·16gica em
que se - ba~eia a a~irmaçao de que o apnio e a recomendaçaõ s~ dao
sem
qualquer envolvimento político? Os três candidat-os-não pertencem a · um
partido político? Eles-não-são do PilS? Como se pode afirmar, ~ntã-õ, tãmanha incoerência? :-Fere a etica e · a· inteligência ;esta pretensao de que
o apoiõ e a recomendação s e dão...,.. i' sem envolvimento político", pois tanto há envolvimento politico que esta 11 'Concnamaçãon visa canalizar votos para os três candidatos e, consequent-emente, para o seu partido.
- Quanto à questão âas r a zões bíblicas e teológicas invocadas pelos
três -· candidatos-; também me manifesto pessoalmente quanto a elas, pois
as mesmas ofendem-às pessoas da APOEC (assim como a todos os demais
cristãos.) cuja .opção político-partidária não é o PilS.
.
· Há, em primeiro- lugar, uma questão lógica--p8.í'a os três irmãos Losse. Eles afirmam que a "Família Lasso concorre pelo úpico partido que
apóia- o governo-õ PDS, ·- porq ue ·· o ;erop6si te> que os move na vida PÚElicaé- fazér a vontade do Senhor, e nao se opor ou resistir à ordenaçao de
,.

~

~

Pergunto à Fa:míliã Losso se com i st o se compromete a renuD.Qiar aos
seus mandatos, se o se u part ido não ma i s es t~ver no governo. Pelo qUe
di,zi~m na 11 Conclamaçãon' se comprometem a f azê -lo, já que as ra-z'õ es ne::. .
lã:_invocaã:os- conduzem a um raciocínio fechado~ - os·- cristãos tem q üe, necessariamente, ser do partido a o governo. Donde se concluiria- que - num
regüne democrático (onde existe a p ossibilidade de partidos se alterna:rem no poder)-; não há detentores de mandatos mais propensos ao fisiolõgtsmo- ( c·o stume de trocar de partido )- do que -· os cristãõs. Pois já
que sempre se deve ser do part~do do ~overno, - necessariamente se troca de
par.tido quando outro assume o poder. Ou se apóia uma ditadura ou uma
monarquia.
·
_
Foi por este - tipo de nteolo§ia 11 que muitos "cristãos" alemães aderiram ao na-zismo.
_ _ __
. _
_
Discordo igualmente tanto da exegese ·quanto âa leitura parciai que
a12arece na "Conclamaçã o 11 -; A palavra "sujeitar" ae Rm- 13 e de 1ª Pe ' 2
nao significa esta obediência cega, irracional e ~rrestrita que o fo::.
__:I,P,eto al'irma. Além disso; o contexto político da época era um, ._ hoje
éconipletamente distinto .. Naque le tempo não havia partidos políticos
que -- pudessem se a lternar -n o poder .. Hoje no 13ras il, apesar de - todos os
impecilhos criados, · começa a se vislumbrar esta·- possibilídade. A 13íblia
também fala que- " .... import a antes obeâecer-· a Deus do que ·· aos homens-n
(At-5g29) .. - ou sejã, qua ndo os homens-se opõem a· Deus, deve-se obedecer
a Deus e, em conseqüência, desobedecer aos homens ..
Há tãmbém inúmeros outros textos nas Escrituras Sagradas que deveriam orientar os cristãos na· política-e - não s omente aqueles trechos citados- na - "Conclamãçãd11. Não se pode selecionar das-Escrituras o que convem, e ler unicamente i sto . Na B1blia ta mbêm está escrito: "Ai dos que
decretam leis i:n'justas, · dos que escrevem leis de opressão, para·- negar~m
justiça-aos pobres, para arrebatarem o direito dos aflitos do meu povo,
a fim de despojarem e- roubarem os órfãos " ~Is-10~1 e 2) ..
- Quãlquer que fosse o partião que e st ivesse no governo, os cristãos
hoje deveriam declarar que a lei do salário mín!mõ . é injusta para
otrabaihaâor; qUe são injustas-as leis que favorecem a ·concentração de
bens e âe riquezas nas mãos de uma minoria às custas da miséria . da maioria; que são injustas as leis- que orientam a política agrária atual e
que-· causam-; na ·sua maior parte, o êxodo rural, aumerrtando o número de
favelados e desempregados.. Isso para- ficar- somente em -algumas leis in ....
justcs c~iad as pel o a tual governo e nprovndns pe lo partid~ do governo.
Finalizando: se com es~a manifPstação estiver- ultrapãssando as
. np.as-atribuições de presidente âa APOEC, o cargo· está, âesde j~, à
posição da Assembléia-:: Não con seguiria permanecer na presidênc:La
APOEC ao-pr~ço a: o- silêncio cúmplice, -pois isto seria trair a minh~:f
ciência e desobedecer, assim, a Deus.

midis. d~
·. cons-

Eurico H. Schoenardie - Pres. da APOEC ..
- ·

i:;_

·:

-~·

u;_;

PROXIMA REUNIÃO - Convoc açã o ~ est ã o convocados, por meio deste bolétim,
to·d os os membros .a. a APOEC e todos os demais pe: stores, obre:iras . e . obreir'Ôs _;e vangélicos de Curi tib a, para a próxima reunião da APOEC, que · .se
realizará no próximo dia 06 de dezembr o, às 18 g)O <noras, na . Igreja E·piscopal d~ Comunhão Ang licana, situada na rua 7 de seternbro, .nº 3~947.
'·· t:

/

P!Le.za.do PMtoiL ou Ob!two Eva.ngê.Uco:

O opoJl:tu.no po~.>i.ç).oname.n-to da~.> que. ocupam üde.~ta.nç.M é. 6u.nda.me.l'l-tai pa.!La. a c.onve.11i.e.nt e. e. ne.ce.MátU.a otU.e.n.taç.ã.o · da povo.
0.6 que. MI.>-Ún p!toce.dem no mV:.o e.va.ngê.Uc.o c.e.Jl:tame.nte. compiLe. e.ndem também, com a.mpWude.,. a Jt.ecome.nda.ç.iio bZbR.ica. : "Não temM; 6ala e não
te.
ca.f.u". Ato!:> 18:9.
t ce.Jtto que. hâ: 'momento!.> em que. algUitl.> pJt.ocU!tam o6U6c.a.IL a.
pai.a.vlta. de quem üde.M., mu.JtmuJLa.ndo e condenando. AM..ún ocoMeu. c.om Jtel.a..ç.ã.o
a
Mo.V..V.. qúe., embotu1. 6a.ze.ndo a vontade de Veu;., 6oi Jutde.me.nte a;üngido po!t peh.óOM 1
do .õe.u meio. O p!LÕp!Lio Cwto também ~.>o6Jteu duJLa opoJ..iç.ã.o e fiai J..e.ve!La.me.nte. c.tU.
tic.ado pe.io.ó u c!LibM e óctJt,ú., eu.6 , qu.e. .6 e con~.>ide.!La.vam o.ó dono.ó da ve.Jtdade. e ilt.óu
pe.ltâ.vw mu.tltu.
A ~.>o.e.idanie.dade. ó~ta.nc.a,.te.al e hone..õta de dive.IL.óo.ó iJtmão~.>,po!L1
oc.Mião do üi..timo pleito e.teitoiLal -inc.J..uindo c.onc.tamaç.ão de Pa..õtoJte.-6, ObiLWO.ó
e ude!Lu - 6ai u:túnul.a.nte. pa.!La. nÕ.ó e muLto bem aceita peta g~ta.nde. púbUc.o
'
e.va.ngé.Uco que bU6ca.,.óbtce.JtametU.:e.,M me.thoJte.~.> ~.>o.tuç.Õu.
t. po~.>~.>Zve..e., ent!teta.nto, que. a.f.gun~.> pouco~.> .tenham Jte.a.gido ne.ga.ti.vame.n.te. po!t ~.>e.Jtem dec.ta.~ta.da. ou e.vide.n.teme.nte. anti-poú.tlcot. ou uta.!Le.m com p!tome..ti.do~.> com ca.ndidato.ó ou pa.!Ltido~.> opo~.>ic~o~ta.ó ou,ainda,com ide.o.togia..õ di
6e.Jten.tu do.ó p!tinc.Zpiot. a.dotado.6 pe.ta. maioltia do.ó c.Jti.ótâo.õ,a.pe..óa.Jt da Jte.c.ome.n~~
ç.ã.o de. apoio em que. 6,[guJLa.Jta.m M honJtMa..ó M.óinatu.Jta..ó de. pa..õtoJr..e.-6 e il.de.Ji.e..õ nao
te.Jt mo.ó~do quatque.IL co.taJta.ç.âo po!Ztica-pa.Jr..t~dáltia.
Ve.n.bte. o.ó que .óe. ma.ni6e..õta.Jta.m u:tá o llenhoJt Eu.tU.co H.Scho na.Jtdie.,a.o qual Jtupondemo!J con6oJane. a cõp.ta que. a e..õta a.ne.xamà.6,paJta o l.>e.u. ca nhe.c.imen.to •
Cabe. ac.Jte..õce.nta.Jt. que emboJta a conc.tamaç.ão .te.nha .óido 6eita '
e.m c.altâ.teJt pe..ó-6 oai, a me.nç.ão, pe.lo-6 ~~ c.tbó ctU.toiLM, de. c.M_go.õ ocupado.ó ou. no~.> quai.ó
e..õtâo em e.xe.Jtc.Zúq é. um diJteito inaüenáve..t que. compoe. e c.ompaJr..â de.ó)..nitivame.n.te. o ''cuJtltJ c.u..tum" de c.ada. um. Não hã como ~.>e. jM:tió)..c.Me.m êtic.a,~ta.c.ional e. .ta gic.ame.nte. aqu.e.le..õ que. de..õejam ve.Jr.. p!teju.dicado ute. e..feme.n.taJt diJr..eito.
AgJtade.c.e.ndo peta ~te.nç.ã.o e Jtenovando o.ó noh~.>o!J pltopÕ.óitoh de.
.óe.Jr..vi!L,como até. aqtÚ c.on~.>c.Ie.ntemente. :l:emo.ó 6eLto,pedimo.ó a..6 J.>u.ctó p!r..ecioi.>M oJc.aç.Õe-6 a no~~o 6a.voJt.

FRATERNALMENTE

SSO - Ve.pu.ta.do E~tadual

SANTIAGO L SO - Ve.Jteadok de Cunitiba.

CUJÚ.:t-i_oo, 30 de. novembJto de.

L

982

Se.nhoJt EuJúc u H. Sc.ho naJtdie. :
SuJt..p!t<i:.end..{do-6 ~~amo1.1 r.w lte.c.e.beJt o Boie..t-ún 11ÇI 76 da. AMoúação
de. Pa.õ~Jt.e.-6 e. ObJuu. /w-6 Evange.licol.l de. 'CU/!..U:,[ba.-APOEC, c.on-t.e.ndo a !.lua. ea/tta-Ube.loI
ac.Ma;to!Úo de. pMtoJtu, J:.lde.Jte..6 e do gove.Jtrlo . Pe.lo eon-t.úl.do,nã.o meJte.c..e.!Úa -óe!t c.onõide.Jta.da,c.a.-60 :tive.Me. -6ido eõc..Jt.ita em eaJtâ.:te.Jt pe.Moa.i,poi-ó,e.nfii.m,c.a.da um pode. dize.Jt
ou..
Uc.Jteve.Jt ÜvJte.me. n...te. em no~.>,!>a Piit:tU:.a,gfUlçM a Ve.M e. ao gove.Jtno que. Ele., e.m -óu..a J.JabeJta..na. J.Ja..be.do!Úa pe.JtmLüu.. M-ówn.-Lól.le. a.. zupon.õa..bi.tLda.de. de. di!Úgi-la..O ,6e.nhoJt,e.YWte.tan-t.o ,
a..bU6ou.. de. uma.. entidade. qu..e. me.Jte.c..e. !te.l.lpe.ito,.:tan.to ê. qu..e. tL6ou um bofe.Zim ofiicia.l e c.o loc.ou no 6e.c.ho,a.o lado do M . . u. nome.,a e.x..pM...l>tJão "PJtuide.nte. da APOEC".Uéanda a .õua.. p!tÔ
p!Úa linguagem, ~bta.ta-.õ e., nu:te. c.Mo,de. MM o nome. da APOEC •.. pa..Jtaaqt...VUo que. e.fa não'->e. p!tU.ta... I~.>.:t..o e u..óaJt mal o nome.. da nMI.Ia. A.Mociação • .• ". PM. i-óJ.Jo, tendo em vi...l>:ta
a
publici.dade. e..,ainda,cüan:t.e. do ve..t..ho bJt.oc.aJtdo popu.la.Jt: "quem c.a..f. a, c.on.õe..n.te.,que.m .6e omite.., c.on6iAma" ,Jtupande.m0.6 M l.lu.a.6 c.ofac.a.çÕe.l.l, poJt ofUl a.pe.na..6 po!t e.~.~ .ta.. miMiva, c.om eô piM a. digno/.> pa..ó.tOJte.l.l e. obtLW0-6 e.va.ng.éüc.o.6 de. CuJILtibà..
_
_ _
Não lhe. c.on.hec.e.mo~.> pe.l.ll.l oalme.n-t.e.., mM pe.lo qu..e.. e..'-> Me. veu peJtc.ebe.moJ.J que. lhe.. tía.l.tam qt.ULU6zc.açÕe...6 e.. a ne..c.e..6.6Mi. .a. ma.:tuJúdade. pMa oc.u.pM um ea.Jtgoc.omo o
de. p!te....óide.n.:t..e. da. APOEC qu.e. . ,de..ntJte.. out!tM obiVLgaç..Õe....ó e..le.me.n:t.a.Jtu de.ve.,pe.lo me.noJ.J,Jte....óPf!_..i:ta.Jt a digrúdade da!.> out!to.6, e...6 pe..cia.lme.nte.. da:que.te....6 qu.e., não tii.o j ove. nó c. orno o .õe.nlw~r,
~.>ao e.xpe.Jvi.men;t.ad0.6 e.. au..tê.nlieo-6 patJT.úvz..c.a.6 e!.> p,úú.tu..a.ill dfl rw.6.6o tempo.
O .6 e.nho tt ê.. um exemplo :tlpieo daq ue.le..õ qu.e. ado.tam a !te.. fJJtã.o: "óa
ç.a. o que. e.u. cügo,ma..ó não 6aç.a. o que e.u. 6aço" .Ac.w..a,impe.dl. . 0.6cu'1!e.n;te.. ,o c.on.6agltado Re.v. 7
Va.üon. Sald He.n!Úqu.e..6 po!t me..ncion.a.Jt, c.om pleno dúte..i:to , qu.e.. ~Jai phe..õide.n.te... da. APOEG.
quando apÔ!.> a ~.>u..a M.õina;tu)t..a em tte.c.ome.ndaç.ão .óobtte. o vo.:t..o (não veic.uP....a..da. po!t nenhum I
bo.te..tim da APOEC) mM o .õe.nhoJt,.6.imple..-&me.n.te. po!t 1.1e.tt eorr..:t..Jta nÕ.õ, a PDS e o gove..Jtrw,de..6!te..õpe..Lto~ame.nte.. ao.6 qu.e. . o e...te..ge.!Ulm, poü, c.on6oltme.. .óu.a-6 pa.lav,'UUJ "nJ..ngu.em lhe. pM.óou I
p!toeu.Jta.çao poR.l...üc.o-paJt.t.i. . dáJt..ia.." , .tlt.an6o"unou um bole..:tún aMciai... dç. APOEC em in.õtJtume.n
.to pa.!Ul 6e...!Ú!t.
Se :U...ve.6 6e üdo um pouc.o a..te.n.tame.n:te. e eom boa von.tade. a eon c.la.ma:ç.êio que. J.t.a.c.ou, ve.Jtib..{.c.aft.ia que. não hã na. me....óma qu.ai...que.Jt ite.6e.Jtê.ncia a. pailido poú:tic.o ou. a poLLtteage.m. Vúou ma..n-te.Jt uma Jte..pttue.nta:ção a.utê.n-üea e le..gl.:t..ima., eonqui-ó:ta.
da c.om e..õóoJtço,pe..to voto r:. oMcie.nte. e.. üvJte..,a qu.a.f,.ao .f.ongo do-6 ano.ó ,fiai dv..e.nvo.t-=vida. c.om .õ e.!Úe..dade. , zelo e.. de..di...c.aç.ão , no a..te..ndi.me..nto da. obJta. e.vangê.üea, eoma é publico
e. no.tÕ!Úo. M.ó.ún, e..nte.n.demo.6 que. a e..xpJte.,M ão ".6 em e..n. vof.v.úne.n.-to po.el..tieo" mo.6.:t..Jta e.xa.ta mente. a .õin.tovúa.. fi~t..a.te.lt.na.l,J.>inee.Jta. e de....ó aóe.-tada que.. J.>e.mpJte. e.x....ú:.:tLu e..n:tJt..e. nÔJ.J e. o.6 pa..ó
:toJtU e âdelt.e..õ que. eomplte.e...nde.m a f10-M a: a.tuação pÚ.blic.a c. .omo u.ma fion.ma de. mini.ó:tê...!Úa-:
Aüii&, nO.ó.õa..6 v..tda..õ .6 ão Uvlta.õ abe.Jt.tM, não have.ndo págin.M Jte..õ e.Jtvada..ó à p!to.6 pe.Jtidade. I
de. idêi..M .óe.c.ta.tU..õ.tcv.. ou pJr.o voc.adot!.a..ó de.. c. on6li.tM e.ntJte. cl..M.õe..õ, no.tadame..n..te.. no meio
e..van.gêtieo.

EJ.dl1.a.nha.mo.6 a M.ta. a&0'!.mação de. qu.e "a:6 Jta.zõu blblic.M e .teo lÕgic.a..ó ln.voc.aâ.M· ..• o6e.. n.dem
.
ã:l.l pe..ó.óoa..ó da. APOEC (a:.6.6.im eomo o-6 de:.rna...w ew:tãNJ eaja
opção po.f1...ti...eo-pa.JLt.tdáJU...a não é o PVS". Evzvo.e.ve.Jt a.. A.6.6ouaç..ão de. Pa..ó.toiLe...ó e Ob!te..Uw-6 I
Eva.ngwc.o.õ de Culu.:ti...ba. de...6:ta. man.w...a., de..c.la.Jta..ndo, e.x..pJte4\.6(1..me..n..te.. ,t(JA a me..6ma opção po lLti...eo-pa.Jttidéi'iJ...a, é. qu.eJ.>.tã.o de. e.xtJte.ma: gJtavida.de. Novamente.. Uõa.n.do M .6u.M pãlãvltal>, o
J.Je.n.h.oJt de.vvr...à,J.Je. -6oJt o c.Mo, "M.6urrU.Jt, em c.ont!tapalr..túla., a. lte...6pon.õabilida.de. po!t i.ó.:t..o".
·
Qu..an.to a ~.>ua pe!tgun:t..a. .õe.. Jte.nu..ncia.!ÚamM a0.6 n.o.6.6o.6 ma.nda;t0.6 .6e
o n.o.ó.6o pa.Jttido n.ã..o mcU...ó e..õtive.Jt no gove..Jtno ,lt.e..õponde.mo.õ que.. pa.Jta. o.ó n.oMM po.6icioname.n...to.6 bMc.a.mo~ e bu..õc.a.Jtemo.ó I.Je..mpJte. a o!Úe.n.ta.ção da Pa.lavr..a de.. Ve.M que.. ê.. "La.mpada. P::
Jta. 0.6 nc.6.60J.J pe.õ e Luz pa.Jl.a o.6 noMol.l c.curú.nho-6 ".
No.õ inópLlta,e.. m~J,a vida. do gJtan.de.. ettone.ta e polltic.o Vanie.l
-que.. pe.f.o eonc.e..i.to que o .6e.nho!r... e.mitiu. :.te..!Úa !:lido e.m "6úiof..og..tc.o" paJtque., de.Mo.t...a.do o
J.Je.a povo e levado c.a.tivo à BabJ.~ônia eolaboJtOu. c.om o gove.Jtno de. Nabuc. odonozoJt,a.tu.ando
em 1.1 u..a e.qu-[pe..; afiM ta.do pelo .in.c..olt.lt..e..to Be...Ua.za.Jt não fie.z opo-~iç.ão .6i...l>.te..mã.:tic.a a. e.le. e
c.ha.mado 6oi a.:te.ndê. -lo p!to n.tame.n:te. e, ma..i-6 , vi .to Jvi.o.6 o Va.Jt.to. i . n...imigo d06 ba.bilô n.ieo-6 ,
'/
apoiou-o e pa!tlicipou do eon.6e.lho tíOJrma.do poJt e.õ.te. .Se o -6e..nhoJt julga ..i. ndigna.6
a6
atitude~.~ "~~olÕgic.a.ó" de.. Vani;e..l, nã.o <e~a.mo-6 o me...ómo. Fic.amo-6 c.om 0.6 e.rt.6~n~en.to.6 , e
e..x.e.mplo-6 b,(...blic.o.6, me...ómo qae. .6e..Jrun o 6e.M ,(...V0.6 a..·o J.Je..nho!t. ou. a.. ou;úwb. A pJtopo/.l,(....to, C.Onó,(...de.
Jta.mo.6 uma. he.Jte..õ.i..a. a dedução de. que.. a CM:ta Un.ive.Ma...t do ApÕ/!dalo Pe.d!to ( e;.,c.Jt.U:a. qua.ndo o te.Mlve..e.,c.oMup:to,inju.õ.to e ate u Ne..Jto efUl Impe..Jta.doJt )oLt a Ca!t:ta. ao-6 Roman0.6, do
ApÕ.t>:tolo Pauto, não 1.1 e. apUc.cun ;também ao no-6.60 .t...e..mpo, no .t...oc.a.n..t...e.. ao !r...e..6pe..J....t...o.6o Jte..f..ac.ion.ame.nta do c.Jti.6:tã.a c..om M autoJúdadu.

S<Li.ba,ta.mbê.m, que não con_áum:ümo-6 .õujúc;ão com .611b.õeJLv).êncla. '
Jam<Úó abdi.camM ou abcücaJte.mM - e.õtejamo.ó ou nq.o em põ.lu:ido poRLüco- de. u6aJt, ve.eme.n
teme.nte.,no.6.6a.6 palav~ e ~buiç.Õe.õ pana de.6e.nde.n a ne.ce.õ.6ã4ia pana a .6ocle.dade.,.õe.~
gundo o-6 me!.ha'l.e.-6 p!Únclpio-6 e pM.õibilidade.-6. Nunca deixamo-6 ,nem deixanemo.ó de. 6o.R.iJ.Jt
e agiJL pon pMt.one.õ,ob-'teiJto;~,.üunão-6 e entidade.õ,quando pe.Me.guido-6 inju.&:tame.n;te. poi-6
"m<Úó ,i.mpo!Lta obe.de.ce.n a Ve.ulí do que. aQ-6 home.n-6.". PoJt i-6.6 o, não fioJtam poucM a6 ve.ze.-6 '
e.m_que. e.xigimo-6 me.cü~ gove.Jutame.n.:ta.v.. na de.6e.õa de dL~teLto-6. Ve.nffie. aõ inúme.nM oca I.Jioe.õ em que. ocupamo-6 ai.J VU.bunM pafl.i.ame.ntaJte.-6 e.õtâ a que. o Ve.putado E&tadual Eze.qui
ai.J LM.&o ~ne.c.e.nteme.nte., da AMemblua Le.g.-úlativa do EJ.J.ta.do encaminhou p!tapo.&ição. devi~
dame.nte. apJtovada poJt ,~eu.& pCUte.b, pe.cündo pnovidê.ncl_a;~ .&e.veJLe.I.J con;tlta delegado de. po.elcia que.t.pJtepote.nte.me.nte.,pne.vtde.Jm um jovem e M.u pai po!tque. pJte.gavam o Evangelho em '
pJtaç.a publica. de. cidade. do Ã.i'l/te.tri.olt paMnae.rl.-6e., no que. n.e.ee.be.u a I.JolidaJtie.dade. ime.dia:ta de. Ve.pu:ta.do opohicioni.óta que. I.Jabia do Á..nudente.. Vuta.Jd.e.,no-6 .õão :totalmente. di.-6pe.n.&áve.ú. M I.JWU "Uç.Õe.-6" I.Jabne. eompolttame.n.t o.
OutJta.õ.õim, o nazi.ómo 6oÁ.. implantado na Alemanha poJtque. muito-6'
opoi.JÁ..ciovúe.J.JtM ao .6.-ú::tema go ve.Jtname.n.tal de. então - que. MI.Je.gu.Mva amp.f.a UbeJLdade. Jte.
ligio.õa-UóCUtam ea.Jtgo.õ,atê da e.õtJtutu!ta de. igne.ja&,paJta p!tomove.Jt a mudança,MI.Jim comoT
eomuni.ó;f:a-6 e. mMW.:tM pn.ocuJtam,atualme.nte.,dcuuwbCUt Jte.gime.-6 dernocJtá:Uc.o-6 u6ando mêtodo-6 .õu:ti-6 e ac.Uóando, 0.6 que. não pe.ni.Jam e.omo elei.J' de naz.ih:tai.J.
No Jteino de. Ve.Uó não há lugCUt pana nazú .ta.-6 , nem pa!ta comunú:tai.J,nem pa!ta mMxút.M,ma-6 pa!ta aq uile.-6 que. ne.aime.n::te. amam a Ve.U6 e bu6eam .õeJLvi-lo '
com .6-i.nce.Jtú:lade.,.õem ci.ú,::toJtc.e.Jt "te.a.logic.ame.nte." - c.om frUo.õoôJ..M não c.w:.tã-6 - a6 elaJta-6 e in-6 púw.da.-6 o!Úe.n::taç.Õe.õ blblic.M.
M-óouamo-noi.J ii6 abalizada-6 ponde.Jtaç.Õu do e.ltucü;to Re.v.WUliam
Le. Roy, Pnoóe.I.JI.JOJt de. Te.ol.og.ia e Se.Me.:tâ.trio Exe.cu.:tivo da Fe.de.Jtação cla-6 IgJte.jai.J Evangê lieai.J Fundame.n::tali.ó.ta/~ do BnMU,pubUeadM na edição de. 08 de. mCUtç.o de. 1. 981 do joJtn~ " O E.õ::tado de São Paulo" ~con6Mme. 6o:toc.Õpia que ane.xamo-6 a e.~.J::ta,pMa a .õua Jte.6le.xao.
Finabne.nte.,e.mboJta a República Fe. de.Jta.:tiva do BI'U1..6U continue. a
.õelt go ve.Jtnada pelo P!te.õlde.nte. de. HonJta do paJttido po.tltico a que. e.~.Jtamo-6 6iliado.6, no
Pa~taná 6oi vito!Úoi.Ja a opo.6Ição. M-ówn-i.ndo,0-6 e.leito-6 e.õt.a!ÚÍO Jte.ve..õtidM da au:to!Údade. ou.toltgada po!t Ve.u.6,can6o~me. a Su.a Palavna,na qual acJte.di:tamo.õ.No-ói.Ja atitude. .õe.Jtâ'
de devi do Jte.õpeito e oJtCUte.mo-6 po!t ele.-6. Cump!Úndo c.om o 11oM o de.ve.Jt,Jte.ivincüeane.mo-6 a
c.oneJtet:ização dM pltome.I.J.óa-6 apJtUe.ntada.ó ao povo que Jte.pJtue.n:tamo-6 e. ,::tambêm,opoJttuname.nte. , aplte.-6 e.n.tMemo-6 .6 ug e,;.s:tÕM .
FazemM voto6 que. o M.nhon, c.on6e.J.JI.Jo opo,~iúoYI.-Ú> ::ta, e.ntlte. ou ;t)ta;f. .õoluç.Õe.-6 de. c.ompe.tê.ncia do-6 gove.Jtno.6 u:t.a.duai. e. muvúclpa.t, coni.Jiga do-6 mumo-6,
a
paJLÜ.!t da MJ..unção do.6 nov0-6 di.Jtige.nte.-6 ,.6ub~.:.tancial almle.nto .õala.M.at paJta ze.ladonaJ.>
6unclonâJtio.6 e. .õenvidoJz.e-6 púbüeo,.s qu.e.,héi mc.d:to , Jteee.bem J.:.ome.nte. o .õalÔJúo mlnimo,a
fuWbuição de. abundantu ne.c.uMo.ó pÚbtÃ.c.o-6 pMa dhninuin a "m-i..I.Jê.Jtia da maio.!Úa"
a
de.~.JapJtopltiação de mÚ-6 êúte.a-6 paM a implantação de. out.M-6 c.omunidadu JtuJtbanM - a
exemplo do que. óez o a;tual pnefiuto pe.de.Mú.:ta de. CU!titiba - paJta e.vitM o "êxodo Jtu!tal" a que. o I.Je.nhoJL .õe tte6e.Jte..
Se. -Ló-to ac.on.te.c.e..t - e tenha a c.e.Jtte.za que. utane.ma-6 pJtanto-6 a
aj udaJt - então e.I.JtaJLe.moi.J e.n.:tlte. 0-6 lte.c.onhe.cidM, enviaHdo c.wnp!Umen::t0-6 pela a.::tuação
e
acatamento de. .õua conelamação.
n

(] I!
IGO

!W~J10

O - Veptd<tdo Fedel!al

c::::::.-'
EZEQ.UIAS

- Ve.putado E.ó::taduat

-Ve.Jte.adoJt de. Cu/Ú::tiba
P.S. Salicl:ta.m0-6 a .lei.tulta de.~.J::ta Ca.Jtta-Jte..6pM;ta a01.> a.I.JI.Jocla.do-6 da APOEC que. J.Je 6izetr..em ptr..e.I.Je.n-te.-6 ã neunião convocada pMa. o ptr.Õúrno cü.a 06 de de.zembJto.
nse. Ve.w., ê pon nÔJ..,quem eont!ta nÕ-6?"8: 31

Cunitlba,17 de. de.ze mbna de. 1.982
Pne.zada Re.v.Val ton

He.nnique.~:

Recebemo~ hoje. uma ·c5pla da Boletim nQ 17 da
APOEC,que. publicou uma no.ta,com o .õe. u nome,ven.õando ~abn e con.ta.to-6 1
com o S11... Eunico S ch oe.nandie e a cónclamaç.ão poli. ele atacada pelo Bo
le..tim nQ 16 da me.õma en.tldade.,embona o e..õti l o ne.dac.ional da ~te.6e.nid~
nota .õe.ja bem dl6e.ne.n.te. do vvr..i6ieado e.m ou.tno-6 e..õenitaf.J de. óua auto
nia.
P e. ne e.b e. mo~;d i~de. logo,.té.fl. .õldo o JHe.4pe.n4dó 1
e de.óe.nc.ontnado con6li.to,lnicia do pel o pll.e.óide.nte. da APOEC,c.on.õe.que.n
.:te. da divulgação de. óe.u no me. na conclamaç.ão como e.x.-pne.J.Jide.n.:te. daque
le. óngão~dlne.i.:to te.gZ.timo de. ~ue.m e.x.e.nce.u qualque.n canga em entidade
que 6unc.~ond l~galme.nt e. no pa~ó.
Coi-zóe.-6-~amo-6 que. .&e. no-6 .tivé..óóe. ln6oJr.ma.do;ai.n
da an.te.-6 de. 15 de. rwve.mbh.o,d e. .õe.u,J.Jâ agona ne.ve.ladd;!i.ey.Joóic..ioname.n.tõ
diante. da u4ual publicidade. 6e.l.ta ! e.m molde.-6 .õe.me.lhan.te..b aó~ de. d1 ve.lr.4a.6 ele.iç.~e..õ . ante.fl.lone..6, l-6.to i a pnime.lna e. à ~ltl~a p~g.indA c.o~ 1
me.n.6age.n6 e ln.õ.tnu.ç.Õe.~ de. no.6.6a. paJtte.J ,.:te.n-famo~,ime.diatame.nte.,ne..tinado a 4e.u. nome. do 11..(){ do!.> quaJ.Je. c.lnql!le.n.:ta .R..Zde.Jte.-6 e.vangê.tlco-6
que
no-6 di.õtlnguinam com o hon!Lo-6o e. i11 de.pe. nde. nte. apoio pú.btic.o. E.õ.te.
'
~e.nia o no6~o pnoce.dime.n.to noJtmal ponque. óe.mpne. ne.~pe.i.tamo~ a dignidade. e. a l.ivne. mani 6e.-6.taç.ão da vontade. de. .todo-6,e.-6pe.c.ialme.n.te. do.6 1
no-6-606 Pa.õ.tone.-6 c.on-6e.lhe.ifl.o.6.
Cabe. -no-6 ,ain da,ac.ne..õc.e.n.taJt que. ne..õponde.mo6 1
a~ c.otocaç.Õe.-6 e pnoc.uJtamo.ó de.6 e. nde.n-lhe. da-6 ac.u-6aç.Õe.-6 in~e.nida.ó
no
Boletim nQ 17 da APOEC - -6em .t e.nmo ~ pltoc.unaç.ão -6ua pana i~-6o - 6oi:
a) ponque. houv e. nam in6u ndado.6 ataque.~ e de.61te~pe.i.to a pe.lr.6o
natidade.,a au.tonidade. e. a inde.pe. nd€n c.i a de. toda~ o~ Pa-6tone.-6,0bne.i-:na-6 e. LZde.ne.~ que. e.~pon.tan e.ame.n.te. a-6-6i naJtam aque.ta mani6e.-6.taç.ão.Ve.moo~ c.omo mini.õt!to -6 de. Ve. u~.que. n~ o podem .õe.n bitolado.ó e. nem .tu.te.ta~'
do.6 polt ninguim, a não ~e.lt pe.ta vontade. -6uplte.ma de. Ve.u..õ;
b) polt qu.e. o nome. da no-66a Fa.milia 6ol lnju.õ.tame.nte. e com ma
le.volêncla citada e e. nvotvlda mm in-6inuaç.Õe.~ no a-6.6unto,que. de.ve.nlaT
te.n 6ic.ado (c.omo acabou em pe~t dã a ne.c.Zpnoc.o),eineun4c.lti.to ao atu.at e
ao ex.-p!te6ide.nte da APOEC;
c.) ponque .tinhamo~ ~ido in 6 oJtmado~ de. que. o lnmão já e.6.tava
Jte..6idindo eom a ~ua 6amitla na~ E4tada6 Unido~ da Aminlea,pon.tan.to '
au6en.te de.. Cultitl ba.
Ve.~c.onhe. el ama.õ , na e.n.tanto,a ~ua c.onc.o~danc.ia
"com toda.6 a-6 c.~Ztlea-6 teei.da~ 11 , coma c.on~.t.a da nota en6oc.ada.
A~ ~l m,-6 5 n o~ lte.~ .ta pe.dln~lhe e.õeu~a-6 peta 6!
to de. .te.Jtmo~,.tat ve z at~ pkec.ipltadamente.,inc.tu~do o 6e.u nome. na ~e6!
.6a da independente pohiç.ão de todo.6 o~ .6ignatanio.6 da conetamaç.ao.
Slnc.e.~ame..nte,tame.ntamo-6 e.~te. en.tlr.i-6tec.e.don '
epi65dio,que nada eon~tn5i e c.on6ome. o valio-6o te.meo do.6 que. de6e jam -6e.~vl~ a Ve.u.õ,Sua g~and e Obna - tide.~ada pon fi~el~ e eon6aglr.ado6
homen-6 que pa6.6ue.m o ideal de C~i4to em -6eu-6 c.on~ç.oe.-6-bem como ao 1
no-6.6o humilde. e nec.e.66itado povo ,mi.õ-6ão que .tambe.m .t.emo-6 p~oeu~ado '
c.umpnin c.om óide.lidade.
_
Vebe.jamob,6inalmente,que a.ó d.ivin.a-6 benç.ao6 1
envolvam p~o6u4amen.te a -6ua vida e o-6 be.u4 6ami~iane.~,ne-6.te. Natal,n~
Ano Novo que 4e apn.oxlma e. dunante. a 6 u- a~
_ en.m anencia no4 E-6tado.6 Un~
do-6.

1
.
li
'
0 -· .
...~

1GO

A~T

\

-

LOSSO

Ve.pu.t~::J..Fe.denat

EZEQU~S'
LOSSO

V.e.putad

SANTIAG
Ve.~eado-'1..

Ea~aduat

LOSSO
de CUnlt.<.ba.

Cuni~iba,20

Pite z.ado

Pa.ó~on

de de.zembno de. 1.982

ou Obneino Eva ngê.t.ic.o de CunLtiba:

E.ópe.nâ.vamo.,ç, que já e~.>:tive..ó.óe. .óupenada a que.~.>:tão,
em que. ~oma.ó v.Z~ima.~.>,.óu.õc..i.:tada c.om o Ba.te:ti m n<! 16 da APOEC.Vec.J.dL!t..a
ma.ó - ne.õ.óafvada.ó me.dida.ó c.ab.Zv e.L.ó e. ne.rie.õ.õâ.n.ia.ó,e..ópe.c.La.tment~ pana
pne.ó envan a dignidade. no.ó c.ango -~· que oc.upamo.ó - a não dan impon~â.n c.ia. a nova.ó a~aque..ó ou pnovoaaç~e..ó do Sn. Eunic.o H.Sc.haenandie ou de
ou:tna.ó .óobJte o me..ómo :te.ma,poi.ó .óe pana a.tgo ap~ove..i~am .õiio paJta agL:taJt e tumu.t~uan. E não 6onam pouc.o.ó o.ó pa.ó~one.ó que,ao .óe .óolidaJtLz~
nem c.ono.óc.o,~ambêm ob.óe.Jtvanam e.ó~e.ó po.ó.ó.Zve.L.ó pnop5.õito.ó e no.ó ~c.on­
.óe.fha.nam a e.vL~aJt c.on~Jt.ibuiJtmo.ó,~ec.nicamente,eom no.ó.óa.ó Jte.ópo.ó:ta.õ,p~
Jta. a.ó me.ómo.ó .óeltem aleança.do~.>.E.õ:tnanhanam,ainda,c.omo nÔ.ó,a Ln.óL.õ:tência. no u.óo de bole:tin.ó da APOEC palta pJtomoveJt Jtebe..tião e di~c5Jtdia '
.óobne a.ó.óun~o Jte.tacionado eam a.ó e.te.içÕe.õ,jâ nealizada.õ,quando deveJtiam Ln.ó:tJtumen:taJt con.õ:tnu:tivo amoJt c.Jti~.>:tão.
Pe..ta con.óide.Jtação que ~.>emplte ~ivemo.ó pelo Rev. '
Val:ton Said HenJtique~.>, ponêm, c.nemo.ó .ó eJt. no~.>.!> a de veJt c.ienti 6-{.c.aJt-lhe. '
da ea.Jtta que. a ele e.nviamo~.>,dian:te da nata publieada no Boletim
n<!
17 da APOEC.
Pedindo-lhe de~.>c.ulpal> pe.to u~.>o do ~.>eu pltec.iol>o '
:tempo pan mai.ó e.ó:ta. coJtJte..ópondênc.La - poL.ó .óa.bemol> que lhe pneoeupam
a.ó.óun:to.ó de ma.iaJt nelevâ.nc.La - Jtenovamo.ó no.ó.óa.ó 6Jta:tennai.ó cumpJt.ime~
to.õ,de.õejando-lhe,be.m como ao.ó .óeu.ó ilu.ó:tJte..ó 6ami.t.iane..ó,um FELIZ NATAL e um abençoado ANO NOVO.

SempJte a.ó

1 GO IWAN JOSSO
.:;->

0::::::::::::::

EZEQUIAS

I

-

Ve.pu~ado

E.ó:tadua.t

P.S. Pana. a "~e.alagia" que adatamo.ó,in.ópLnou-no.ó mui:to,de.n:tJte ou
tna.ó obtr.a.ó,a livJto "Au~oJtidade E~.>. pini:tua.t",de Wa~chman Nee,Edi
toJta Vida.