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ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Departamento de Engenharia de Construção Civil – PCC

Patrícia Mendes Silva

GERENCIAMENTO DE OBRAS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO:
ESTUDOS DE CASO DE EMPREENDIMENTOS NO VALE DO
PARAÍBA - SP.

São Paulo
2012

Patrícia Mendes Silva

GERENCIAMENTO DE OBRAS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO:
ESTUDOS DE CASO DE EMPREENDIMENTOS NO VALE DO
PARAÍBA -SP.

Dissertação apresentada à Escola Politécnica
da Universidade de São Paulo para obtenção
de Título de Mestre em Engenharia Civil.

São Paulo
2012

Patrícia Mendes Silva

GERENCIAMENTO DE OBRAS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO:
ESTUDOS DE CASO DE EMPREENDIMENTOS NO VALE DO
PARAÍBA -SP.

Dissertação apresentada à Escola Politécnica
da Universidade de São Paulo para obtenção
de Título de Mestre em Engenharia Civil.

Área de Concentração:
Engenharia de Construção Civil e Urbana
Orientador:
Prof. Dr. Luiz Reynaldo de Azevedo Cardoso

São Paulo
2012

A Jesus que me sustentou desde que nasci
até esse dia, ele que me livrou de todo mau,
que não olhou para a humildade desta sua
filha, a ele seja a glória, a majestade, domínio
e poder, antes de todos os séculos, agora e
para todo sempre. Amém.
Gênesis 48- 15:16; Lucas 1:48; Judas 25.

RESUMO

O objetivo deste trabalho é estudar o sistema mutirão, utilizado por alguns órgãos
públicos a fim de reduzir os custos da obra e ajudar na redução do déficit habitacional.
O foco deste trabalho é apresentar a metodologia de gerenciamento criada e utilizada
pela CDHU no Vale do Paraíba. Serão avaliadas seis obras executadas no Vale do
Paraíba, através desse sistema, onde foi aplicada essa metodologia. A luz dessa
metodologia, os estudos de caso serão avaliados nos parâmetros de custos,
produtividade e prazos. Também serão apresentados dados de referência de obras de
empreitada global (convencional), comparando-as com o sistema de mutirão. Com esse
fim, o trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre mutirão e provisão
habitacional, conceitos e aplicações do gerenciamento de obras ao sistema de mutirão,
e os estudos de caso. Concluiu-se que a aplicação da metodologia de gerenciamento
nos empreendimentos, mostrou-se eficaz nos parâmetros mencionados, principalmente
quando comparados aos da empreitada global.

Palavras-

chave:

Habitação

gerenciamento de obras.

de

interesse

social,

autoconstrução,

mutirão,

ABSTRACT
The objective of this work is to study the house-raising (also known as collective effort)
system, also used by public institutions in order to reduce costs of building and help to
reduce the housing deficit. The focus of the work is to present the management
methodology created and used by CDHU in Vale do Paraíba (Brazil). Six real state
constructions executed on Vale do Paraíba that were raised by this system and where
the methodology was applied will be evaluated. From the viewpoint of this methodology
case studies will be evaluated on parameters cost, productivity and time. Also presented
will be reference data of buildings using works contract (conventional), comparing them
to house-raising system. With this goal, the work presents a bibliographic revision about
house-raising and housing provision, concepts and applications of construction
management on house-raising system and the case studies. It was concluded that
application of methodology of management on real state enterprises showed to be
effective on the mentioned parameters, mainly when compared with the ones from
works contract.

.

Key-words: Social housing, self-construction, house-raising, construction management.

........................…....LISTA DE FIGURAS Figura 1........ Planilha de controle de horas dos mutirantes de Bananal B........ 76 Figura 18...................................................... Implantação do empreendimento Lagoinha A.... Planta da tipologia TI 24A…........ Comparativo entre prazo de execução mutirão e PPM....... 62 Figura 4...................... Vista geral do empreendimento Bananal B................ 79 Figura 21........................................................... 68 Figura 10... 75 Figura 17.... 48 Figura 2.............................................. Vista geral do empreendimento Potim A....... Planta da tipologia TI 24A….................... 52 Figura 3. Implantação do empreendimento Cunha B............………………................................. Vista geral do empreendimento São Bento do Sapucaí B... 81 Figura 23............................................... 89 Figura 29......................... Planta da tipologia TG 23A….…................. Implantação do empreendimento Potim A............................................................. Vista geral do empreendimento Canas A3....................... Implantação do empreendimento Canas A3.......... Planilha de controle de horas dos mutirantes de Canas A3.......... Vista geral do empreendimento Lagoinha A................ Planilha de controle de horas dos mutirantes de Lagoinha A...... Planilha de controle de horas dos mutirantes de Potim A...................... Comparativo de custos... Modelo de tripé para gerenciamento de mutirão.......... Implantação do empreendimento Bananal B............. do Sapucaí B 85 Figura 27...................................... 67 Figura 9............ 77 Figura 19........... 83 Figura 24.......... Vista geral do empreendimento Cunha B. 63 Figura 6................ Planta da tipologia TG 23A……... 80 Figura 22.................. 69 Figura 11........................... 73 Figura 15........ Planilha de controle de horas dos mutirantes de São B............ 71 Figura 13...... 62 Figura 5................... Planilha de controle de horas dos mutirantes de Cunha B......... 93 83 ........... Comparativo entre horas previstas e trabalhadas.......................... 64 Figura 7.…... 75 Figura 16............... 71 Figura 12.................... Modelo de Gerenciamento do Projeto.......................... Figura 25................................................................ 67 Figura 8............ 79 Figura 20............... 84 Figura 26..................................................... Implantação do empreendimento São Bento do Sapucaí B............. Planta da tipologia TG 23A……................................... Planta da tipologia TG 23A…….............. 87 Figura 28............... 72 Figura 14........................................

.. 92 Tabela 5-4 Distribuição por faixa de renda.. 60 Tabela 5-3 Distribuição de benfeitorias por empreendimento... 94 ..................……………......LISTA DE TABELAS Tabela 5-1 Definição das tipologias.......……………………………...……………………............ valor do financiamento e prestações........... 59 Tabela 5-2 Empreendimentos estudados....……...............

Programa de Lotes Urbanizados PROMORAR.Programa Minha Casa Minha Vida FAR.Organização não Governamental BNH.LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo COHAB.Companhia de Desenvolvimento de São Paulo CDH.Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Estado de São Paulo DEOP.habitações BID.Programa de Arrendamento Residencial SM.Fundo Monetário Internacional PAR.Banco Nacional de Habitação SFH.Sistema Financeiro de Habitação FGTS.Política Nacional de Habitação PMCMV.Banco Interamericano de Desenvolvimento FMI.Fundo de garantia por tempo de serviço SBPE.Programa de erradicação de sub.Fundo de Arrendamento Residencial PPM.Companhia de Construções Escolares CPOS.Companhia Metropolitana de Habitação CEF – Caixa Econômica Federal RMSP – Região Metropolitana de São Paulo ONG.Companhia Paulista de Obras e Serviços CEESP.Departamento de Obras Públicas CONESP.Companhia Estadual de Casas Populares CODESPAULO.Caixa Econômica do Estado de São Paulo .Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo PLANASA.Programa de Parceria com Municípios CECAP.Plano Nacional de Saneamento PROFILURB.Salários Mínimos PNH.

União Movimento de Moradias QUALIHAB.G.Tabela de Composições de Preços para Orçamentos . – Empreitada Global TCPO.Fundo de Compensação pelas Variações Salariais PLANHAP.Programa Municipal de Habitação ICMS – Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços FUNAPS.unidade habitacional BDI.Benefícios e Despesas Indiretas INCC.Índice Nacional de Custo da Construção E.Plano Nacional de Habitação Popular PMH.LISTA DE ABREVIATURAS FCVS.Fundo de atendimento à população moradora em habitações subnormais UMM.Programa de qualidade da construção habitacional do Estado de São Paulo UH.

........................................ 39 3......... 17 2........... 42 GERENCIAMENTO DE OBRAS DE MUTIRÃO ................................................................................... 14 1....... 36 AUTOCONSTRUÇÃO E MUTIRÃO ....................................... 47 4....... 55 4................................5 Financiamento..............3 Metodologia .3 Cunha B .................... 16 PROVISÃO HABITACIONAL ............................................2................ 94 .................................................................................................................................................................................................................2........................... 56 4.........................................3 Benfeitorias .............................................1 Prefeituras .......................... 17 2..........6 São Bento do Sapucaí B ...................................................2 Objetivo ............................................................................... 55 4.......................................................2........................2 Canas A3 ..............................................3........ 66 5................................................................................... 29 2...... 59 5........................................ 92 5......... 58 ESTUDOS DE CASO ........................................................................3 Quando Gerenciar? .........................3....... 60 5.............................................................................................................................................3 Resultados ...........1 Conceituação .............................1 Contexto da pesquisa .............SUMÁRIO 1 2 3 4 5 INTRODUÇÃO ..............................2.3..................................... 8 1........................................................................................................2.......4 Estrutura do trabalho ...................................... 78 5..............................................................................................................1 Definições ......................................................................................... 55 4.......................................... 86 5...................................2................................. 57 4...................................................................................................................... 54 4.................................... 50 4..........................................................................................................3 Experiências internacionais em provisão habitacional .............3 Funções estratégicas dos envolvidos no gerenciamento de obra de mutirão em empreendimentos da CDHU no Vale do Paraíba................................5 Potim A ............................................................................................................................................................................ 90 5................................................................ 88 5......................................... 70 5......................................................2 Como Gerenciar? ................................................................................................................4 Prazos ..................4 Mutirantes ..............3......................................................3.......................................................... 82 5... 39 3................................................... 15 1......1 Histórico Nacional ........2 Histórico CDHU ............... 53 4......................................................3.2 Aporte Técnico / Assessoria Técnica ................................................... 8 1......................... 74 5....................................... 86 5......................3 Suprimentos .............................................2 Produtividade .........................................................................2.................................................1 O que Gerenciar? ............................ 61 5.........................................2...................................2 Gerenciamento de mutirão nas obras e projetos da CDHU no Vale do Paraíba.....................................................1 Bananal B ............2 Caracterização .......................................................................................................................................3............1 Custos ......................3.......................................................1 Conceituação .............................................................................2 Implantação e evolução dos mutirões ........................... 47 4..............................2...............................3.............................................. 59 5.......................4 Lagoinha A..

...... 119 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS ............... 116 ANEXO D – Modelo de Distribuição de Benfeitorias .................................................................................... 115 ANEXO C – Modelo de Controle de Obras ................ 95 ANEXO A – Modelo de Regulamento de Obras ..... 121 ........................................................................................................................................................................................................................................... 105 ANEXO B – Modelo de Requisição de Compra ..................6 CONCLUSÕES ......

da Caixa Econômica Federal. que. 2008). em São Paulo. de baixo custo e de boa qualidade. e as 13 cooperativas habitacionais da Paulicoop. Entre os referidos. e ABIKO. 9). 1999. o HabitarBrasil e a carta de crédito associativo. Por sua vez. sendo que um deles é a análise do gerenciamento de obras de autoconstrução realizadas pelo sistema de mutirão. priorizando famílias com renda de até três salários . da CDHU. da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo . em 2008. o programa mutirão. Minha Vida. já foram criados. Outro motivo para estudar obras de mutirão é que diversos programas. destacam-se. como mostra Werna et al.546. que incluem essa e outras formas de atuação. cuja meta é construir um milhão de habitações (mas não definiu o prazo para a construção dessas habitações). foi estimado em 5. o programa Habiteto e o Empreitada Global. o desafio de reduzir esse déficit deve-se à dificuldade em construir um grande número de unidades habitacionais. p.1 Contexto da pesquisa O presente trabalho justifica-se por diversos motivos.6% das famílias têm renda média mensal inferior a três salários mínimos (Fundação João Pinheiro. (2001). Também o déficit habitacional no Brasil. 1995. visando à diminuição de custos e prazos a fim de atender a parcela da população de baixa renda. 89. o governo federal lançou o programa Minha Casa.310 milhões de novas moradias configura-se como uma das razões que desencadearam a realização do presente estudo.8 1 INTRODUÇÃO 1. No que se refere a esse total de moradias.COHAB-SP. e da prefeitura de Porto Alegre. em curto espaço de tempo (CARDOSO. Em março de 2009. com pontos fortes e outros fracos.

A carência de habitações no Brasil para a população de baixa renda tem sido um de seus principais problemas.5 mil unidades habitacionais. utilizando construtoras. Para isso.005 milhões de moradias. Já na segunda etapa. 1998). em 2009.341 milhões de unidades habitacionais. o Programa apresentou uma contratação total. ou seja. a população de baixa renda tem encontrado alternativas para conquistar a sua moradia por meio de programas governamentais de autoconstrução e mutirão. Em levantamento datado do dia 30 de outubro de 2011. em suas duas etapas. Minha Vida vem mostrando grande evolução no quadro de unidades habitacionais contratadas e entregues por todo o país. Quanto às obras concluídas. muitas vezes.5 mil moradias (9%) serão construídas nos próximos anos (Ministério das Cidades. proporcionando melhorias na qualidade de vida da população mencionada. o Ministério das Cidades divulga que 652 mil famílias já desfrutam do conforto da casa própria. 42% do total. foram contratadas 1. ressalve-se.9 mínimos. Desde a sua criação. empregando mão de obra não especializada dos próprios mutirantes e empregando processos e sistemas construtivos tradicionais ou pré-fabricados que foram elaborados para a construção convencional e que nem sempre se adaptam à construção em mutirão. 2009). a meta do programa é beneficiar as famílias de mais baixa renda. contando ou não com assessorias técnicas. foram 336 mil unidades contratadas. número equivalente a 49% do total contratado no Programa. a cargo da população a busca por alternativas para conquistar a sua moradia (Concílio. de 1. mas abrangendo também aquelas com renda de até dez salários mínimos (CEF. na primeira etapa. Em fase de obras. . fechando-se o cálculo. 2011). O Programa Minha Casa. assim sendo. porém. que os valores descritos correspondem a 45% da meta total do programa habitacional. 120. utilizando recursos financeiros municipais ou próprios. A ausência de políticas públicas que possam suprir essa demanda deixa. superando a meta inicial de contratar um milhão de casas. são 568. Segundo Concílio e Abiko (1998).

Cardoso (1993) expõe como característica favorável da construção através do sistema de mutirão o atendimento da população de baixa e baixíssima renda. em 2000. Nos diversos trabalhos pesquisados.10 Cardoso (1993) salienta que. como o Programa de Parceria com Município e o Programa Parceria com Associações e Cooperativas na modalidade Gestão Compartilhada da CDHU. transformação cultural e a criação de novas relações sociais. além da falta de literatura nacional recente sobre o assunto. Também favorável é o fato de as pessoas estarem construindo as suas próprias casas podendo repercutir positivamente na conservação e na manutenção das referidas residências (CARVALHO. atingiram cerca de 73% de sua produção. como ganhos decorrentes do mutirão. Assim sendo. Hoje. na RMSP. apesar das oscilações da sua importância. apesar de os programas de mutirão estarem já razoavelmente difundidos no nosso país. Outra justificativa é a própria existência de obras realizadas com o sistema de mutirão. como mostra Rossi (2008). pois. um dos motivos pelos quais foi escolhida essa forma de execução para estudo diz respeito à expressividade do número de empreendimentos executados e à possibilidade de multiplicação das ações a serem adotadas. Antunes (2002) expõe. assim como o perfil de custos desse tipo de empreendimento. ele é contemplado por programas estaduais e municipais. foram levantadas características favoráveis e desfavoráveis. SALDANHA. eles ainda existem. 1998). na construção através do sistema de mutirão. O programas habitacionais executados pelo sistema de mutirão representaram cerca de 23% da produção da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). desde a implantação dos primeiros programas habitacionais que utilizaram o referido sistema para a produção de moradia. são ainda pouco conhecidas e sistematizadas as suas características de funcionamento e as técnicas mais indicadas para o seu gerenciamento. que vieram a corroborar com a realização deste trabalho. na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e. Boa parte da produção da CDHU foi realizada sob o regime de mutirão nas suas mais variadas modalidades. as possibilidades de .

(CONTI. porém. em casos de administração municipal. permitindo e originando uma unidade de dimensões maiores e de qualidade superior aos conjuntos encontrados. foram realizados estudos avaliando obras de mutirão. citados por Felipe (1997). 1993). Esse trabalho fez uma avaliação dos problemas encontrados nas moradias já prontas e identificou as causas no momento da execução. ocasionando uma redução do preço do metro quadrado construído. tanto com casos únicos (CARVALHO. as deficiências dos projetos e a falta de diretrizes e procedimentos executivos determinaram a repetição de falhas na execução da obra. custeada pelo futuro morador. (ITALIANO. sendo comum encontrar obras com mais de 24 meses de execução. quanto com múltiplos casos (CARDOSO. se não os forem. é o seu prazo. no caso do mutirão do projeto Milagres. 2002). O pesquisador fez um levantamento do processo que levou à criação do . em Minas Gerais. Os trabalhos avaliam o programa de suprimento de residência. 1997). Conti (2002) analisou as experiências de mutirões no município de Ipatinga. Há mais fatores que podem ser favoráveis se bem controlados. 1995). 1993). Internacionalmente. há o custo financeiro de uma construção em prazo longo. Outro exemplo relaciona-se ao custo de construção: pode haver uma redução dos custos totais de construção pela diminuição dos custos indiretos (CARDOSO. Carvalho e Saldanha (1998) estudaram uma obra de mutirão de casas realizada por uma ONG – Organização Não Governamental – no município de Milagres. ou problemas. mas não relatado por Carvalho e Saldanha (1998). WHITERS. sem entrar em detalhes no que concerne à obra dos conjuntos. Outra dificuldade é a falta de término da obra por problemas no uso do recurso e/ou nos repasses do órgão público. no Ceará. explicam como foram feitos os conjuntos. SALDANHA. como relatam Cardoso e Abiko (1994). 1998). como assinala Silva (2009). Ao longo dos anos. Os autores concluíram que a ausência de acompanhamento técnico na execução. também foram feitas avaliações de mutirão (RAKODI. Um exemplo é o caso da boa qualidade das habitações encontradas na pesquisa de Cardoso (1993).11 Um dos pontos desfavoráveis nas obras de mutirão. 1989) e (RAKODI.

. produtividade. e caracterizou esse tipo de obra em relação ao perfil dos participantes. a execução dos projetos da obra. escalas. orçamento. as avaliações foram executadas sem utilizar critérios. o planejamento da obra. com a definição dos serviços e equipes de trabalho. o autor conclui que é extremamente importante a utilização de processos de produção que visem à minimização dos esforços dos mutirantes. características dos projetos e arranjo financeiro das obras. com estudo de vinte casos. Procedeu também a uma análise do gerenciamento de obras. Apresenta também os custos globais da obra e faz uma comparação com outros tipos de empreendimentos habitacionais. por falta de informações do próprio executor. No trabalho em questão. abordando a adoção de tecnologias da construção. englobando projetos. critérios e parâmetros. cadastramento das famílias. descrevendo as relações da associação de moradores com a prefeitura do município e com a assessoria técnica. o autor comenta a gestão do canteiro de obras e dos serviços executados. descreveu a experiência de construção de 507 habitações em regime de mutirão em Jaboticabal. o autor estudou a evolução do programa de mutirões e concluiu. muitas vezes. Além de relatar o programa municipal. em relação à obra. regime de trabalho. é bastante empírica. utilizando tais casos. Em relação à obra. necessitando de sistematização de metodologias. Realizou um levantamento sobre a história e a evolução de obras com o sistema de mutirão. tipos de gestão dos empreendimentos. Cardoso (1993). organização da população e definição dos recursos e plano de financiamento. a elaboração dos projetos. em sua pesquisa. Italiano (1997). No geral. por seu turno. e o auxílio da Universidade Federal de São Carlos. fez um trabalho amplo. que a autogestão facilitou os procedimentos de contratação de serviços e as compras dos materiais. Esse processo permitiu à prefeitura local implantar o programa e executar as casas – elaboração de leis. as dificuldades encontradas e a entrega da casa. nas obras.12 programa de mutirão municipal e apresentou três obras de mutirão. Apresentou uma análise dos custos desse tipo de obra e concluiu que parte dos avanços gerenciais. programação física/ financeira e administração e controle da obra. prazos. como assessoria técnica.

principalmente utilizando autoconstrução. Foram realizados. quanto de casos múltiplos (CARDOSO. Incluíram. 2002). passo a passo. 1997). também. alguns trabalhos apresentam o desenvolvimento de habitação popular. Chan. também. e utilizaram. dois estudos de caso de organização de autoconstrução: um da Costa Rica. 1998).13 Cumpre observar que algumas avaliações também estão defasadas. ainda. Há. 1993) e (CONTI. sendo que parte delas ocorreu há mais de dez anos. outro da Tunísia. 2002). Apontaram recomendações sobre os assuntos que devem ser tratados e sobre as etapas. Alguns deles propuseram-se a avaliar programas governamentais de mutirão (ITALIANO. devido ao longo tempo em que elas foram feitas. como base do estudo. Rodrigues e Åstrand (1996). Conforme foi possível verificar na revisão bibliográfica nacional. tanto de casos únicos (ITALIANO. por sua vez. os programas aplicados no Zimbábue. Yao e Zhao (2003) indicam a estratégia de assentamento da população migrante para as regiões metropolitanas na China. Internacionalmente. estudos sobre projetos específicos em diversos países. como é o caso da Colômbia. da organização de autoconstrução. 1997) e (CONTI. estudos de obras de mutirão. Rakodi e Whiters (1995) questionaram a eficácia de programas de lotes urbanizados com a construção de casa pelo morador por meio da autoconstrução. comparando essa estratégia com o . vários trabalhos foram desenvolvidos a respeito do tema em estudo. apresentaram uma forma de se organizar a autoconstrução de casas e a possibilidade de fazer isso em sistema de mutirão. mas pouco se pesquisou sobre a utilização de mutirão habitacional. a fim de facilitá-la. em que Gough (1996) apresenta uma discussão sobre o custo dos materiais de construção usados na autoconstrução e as alternativas para o barateamento desses materiais. e (CARVALHO & SALDANHA.

ademais.14 histórico de produção habitacional para população de baixa renda em países em desenvolvimento. os estudos concentram-se basicamente na autoconstrução. sem entrar em detalhes. Internacionalmente. Outros objetivos que norteiam o estudo são: . desde o planejamento da obra. ou seja. participando de várias etapas do processo. serão avaliadas seis dessas obras. com base nos resultados. recomendando a adoção de autoconstrução para tais assentamentos.2 Objetivo O objetivo deste trabalho é a análise dos métodos e dos procedimentos de gerenciamento criados para a execução de obras de autoconstrução pelo sistema de mutirão. e. analisando o prazo de execução. da mesma forma que possui dados de diversas obras. uma família constrói a sua própria moradia. Por trabalhar em uma Gerenciadora que presta serviços à CDHU. poucos avaliaram o sistema de mutirão. mas. a requisição de compra dos materiais. Neste trabalho. 1. e. tratam da organização da autoconstrução. Também serão avaliados os seus resultados. serão propostas melhorias no gerenciamento. O presente trabalho analisa os métodos e os procedimentos de gerenciamento criados para a execução de obras de autoconstrução pelo sistema de mutirão. utilizados em obras do Vale do Paraíba/ SP. a qualidade e os prazos. a produtividade e os custos. demonstrando a aplicação desta metodologia em seis obras construídas através do sistema em questão. Essas obras foram selecionadas por possuírem dados mais completos para o desenvolvimento dos estudos de caso e por terem sido consideradas bem sucedidas. o acompanhamento de custos. a autora deste trabalho tem experiência em acompanhamento de obras de autoconstrução pelo sistema de mutirão. pois quase não utilizam o sistema de autoconstrução com ajuda mútua. assim como os seus principais resultados em obras do Vale do Paraíba.

além de diversas discussões com outros Escritórios Regionais da CDHU sobre o assunto. Potim e São Bento do Sapucaí). além de procedimentos de gerenciamento utilizados. também o arrolamento de informações sobre o déficit habitacional e a busca de soluções alternativas. o presente trabalho teve como metodologia: a revisão da literatura disponível sobre o assunto e o acompanhamento das obras de mutirão realizadas no Vale do Paraíba (Bananal. . utilizou-se :  Informações coletadas diretamente no banco de dados da Gerenciadora. Na realização dos estudos de caso.3 Metodologia Para alcançar o objetivo proposto. as diferentes formas de provisão habitacional. . 1. Canas.  Registro fotográfico.15 -fazer um registro das informações através dos estudos de caso. Cunha. e execução de seis estudos de caso para avaliação dos métodos. empregando-se os controles financeiros das obras. conceitos relativos a custos. fazendo um levantamento sobre o histórico dos programas e sobre os conceitos relativos à mutirão e seu gerenciamento e. definições sobre gerenciamento de empreendimentos habitacionais.contribuir para as pesquisas de obras habitacionais por mutirão. o controle de frequência dos mutirantes. Lagoinha. os orçamentos. A metodologia empregada caracteriza-se por revisão bibliográfica sobre mutirão. -disseminar a metodologia para utilização em outros empreendimentos semelhantes.

como segue. entre outros dados importantes para a análise das informações. além dos métodos e procedimentos de gerenciamento utilizados e análises dos dados coletados. a provisão habitacional nacional e internacional. prazo de execução. da metodologia e da estrutura do texto. ressaltando a sua forma de produção e organização. .A construção em regime de mutirão. . contextualização do trabalho. .Capítulo 4.16 1.Apresentação dos estudos de caso: serão apresentadas as informações pertinentes a respeito dos seis empreendimentos estudados e suas principais características abordadas: tipologia. custo. a fim de facilitar a compreensão geral.Capítulo 2.Capítulo 3. apresentação dos objetivos.Capítulo 5. . .Introdução: justificativa e importância do tema escolhido.Capítulo 6 – Conclusões.Os métodos e os procedimentos de gerenciamento de empreendimentos habitacionais e os principais agentes envolvidos em sua produção. . . caracterização dos aspectos gerais dos mutirões.Capítulo 1 .4 Estrutura do trabalho Este trabalho será dividido em seis capítulos. produtividade da mão de obra de mutirão e custos dos empreendimentos.O déficit habitacional e a busca de soluções alternativas.

a população de baixa renda tem encontrado alternativas para conquistar a sua moradia. programas governamentais de autoconstrução e mutirão.17 2 PROVISÃO HABITACIONAL Um dos fatores apontados como entrave para o acesso à moradia é o pouco crédito oferecido às populações mais pobres.1 Histórico Nacional O histórico a seguir é baseado nos estudos de Bonduki (2009). criado após o golpe de 1964. passa a ser considerada para pautar a presente análise. demonstram alguns esforços para se prover habitações à população de baixa renda e diminuir o déficit habitacional. Buscava-se. empregando mão de obra não especializada dos próprios mutirantes e empregando processos e sistemas construtivos tradicionais ou industrializados que foram elaborados para a construção convencional e que nem sempre se adaptam à construção em mutirão. O BNH. a partir da criação do Banco Nacional de Habitação (BNH). contando ou não com assessorias técnicas. o Brasil é apontado como um daqueles onde é mais difícil obter financiamento para a casa própria (VITTRUP. Experiências no setor habitacional. entre as quais. 2005). Ministério das Cidades (2004). em nível nacional e internacional. Concílio (2008). . utilizando recursos financeiros municipais ou próprios. por ser um importante marco de referência até hoje e por ser a única política de abrangência nacional implementada durante várias décadas. a ação do poder público. Conforme Concílio e Abiko (1998). Cardoso (1993) e na Política Nacional de Habitação. 2. Inicialmente. Dentre 33 países analisados. foi uma resposta do governo militar à forte crise de moradia presente num país que se urbanizava aceleradamente.

criar uma política permanente de financiamento capaz de estruturar. Esse Fundo somou-se aos recursos da poupança voluntária. uma estratégia clara para intervir na questão habitacional: uma estrutura institucional de abrangência nacional. o setor da construção civil habitacional. o seu papel atual não espelha a importância que tiveram como agentes promotores locais e como agentes financeiros na interface entre o BNH e a população.18 por um lado. paralela à administração direta. As inúmeras Cohabs existentes no país são remanescentes dessa estrutura institucional. A famosa frase “a casa própria faz do trabalhador um conservador que defende o direito de propriedade”. de fato. formada pelo BNH e uma rede de agentes promotores e financeiros (privados ou estatais) para viabilizar a implementação em grande escala das ações necessárias à área da habitação e fontes de recursos estáveis. expressa a preocupação em fazer a política habitacional baseada na casa própria um instrumento de combate às ideias comunistas e progressistas no país. do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) alimentado pela poupança compulsória de todos os assalariados brasileiros. O Sistema Brasileiro de Habitação (SFH) estruturou-se com vultosos recursos gerados pela criação. pois esse período (1964-86) foi o único em que o país teve. permanentes e independentes de oscilações políticas. uma Política Nacional de Habitação. e tal fato transformou-a em um dos pilares da estratégia dos governos militares. assim. . com geração de empregos e fortalecimento do setor da construção civil. angariar apoio entre as massas populares urbanas e. objetivo que acabou por prevalecer. No entanto. que formou o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). atribuída a Sandra Cavalcanti. Definiu-se. a sua importância é indiscutível. com vistas à concessão de financiamentos. em 1967. em tempos de guerra fria e de intensa polarização política e ideológica em todo o continente. em moldes capitalistas. foi o papel econômico dessa política habitacional que dinamizou a economia. por outro lado. Malgrado as críticas ao BNH e ao sistema por ele preconizado. Contudo. primeira presidente do BNH.

pouco mais da metade (53%) dos domicílios urbanos do país era abastecida pela rede geral de água. Se for considerado o período até 2000 . o Sistema Financeiro da Habitação financiou a construção de 4. No período de funcionamento do BNH (1964-86). Embora não fosse razoável exigir que o Sistema Financeiro da Habitação financiasse a construção de unidades prontas na dimensão necessária. vivendo em cidades com mais de 20 mil habitantes. Isso porque não foi estruturada qualquer ação significativa para apoiar. das quais 2.2%. por rede de esgoto.pois o SFH continuou funcionando após a extinção do BNH -. para o mercado de habitação para a classe média.5 milhões de unidades habitacionais. Entre 1950 e 2000. a população urbana brasileira. Já o Censo de 1991 evidencia o salto resultante de investimentos no setor: 90.2 milhões para população com renda de até cinco salários mínimos. cresceu de 11 milhões para 125 milhões.4 com recursos do FGTS. e 49%. e 22. do ponto de . e 1. uma análise crítica mostra que um dos grandes equívocos foi o direcionamento de todos os recursos para a produção da casa própria.3 milhões de unidades novas. no período. que foi decisivo na extraordinária expansão das redes de água e esgoto que ocorreu nas principais cidades brasileiras. 2004).9 milhões com recursos do SBPE. foram financiados cerca de 6. Além disso. foi notável o papel do SFH no saneamento. Dados do Censo Demográfico de 1970 mostram que.6 % da população urbana eram servidos por rede de água. cerca de 1. construída pelo sistema formal da construção civil. ela esteve muito aquém das necessidades geradas pelo acelerado processo de urbanização que ocorreu no Brasil na segunda metade do século XX. Embora a produção habitacional tenha sido significativa. em 1986. não foi por acaso que os resultados do ponto de vista quantitativo da ação desenvolvida pelo mencionado sistema foram muito expressivos: nos vinte e dois anos de funcionamento do BNH.porcentagem relevante. foram financiadas aproximadamente 25% das novas moradias construídas no país .19 Assim sendo. Dessas habitações. Ministério das Cidades. mas totalmente insuficiente para enfrentar o desafio da urbanização brasileira. por rede de esgoto (Política Nacional de Habitação. com destaque para o Plano Nacional de Saneamento (Planasa).

tornando-se o primeiro programa a assinalar uma mudança de postura que buscava não mais remover. financeiro. de renda baixíssima e ocupação informal. No âmbito do SFH. desencadeadas pelas primeiras articulações de oposição. Somente a partir de 1975. com apoio do ideário dos organismos internacionais (Banco Mundial e BID) foi o de ampliar o leque de programas até então restritos à produção de novas unidades. Por sua vez. o Promorar (1979) admitia a erradicação do núcleo ou a sua urbanização. Já o Programa João de Barro. dificilmente poderia obter financiamento. mas fixar os moradores em um núcleo gerado a partir de invasão da terra. que culminariam com a abertura política em 1979. se não houvesse a criação de condições especiais. de 1982. tais assentamentos eram vistos como transitórios. já em plena abertura política e em uma conjuntura de crise econômica. surgiram respostas às críticas do não enfrentamento das questões habitacionais e urbanas concretas vividas nas cidades brasileiras e à conjuntura política desfavorável ao governo. Como eram ocupados por pessoas sem inserção na sociedade urbana e no trabalho. Apesar de o número de favelas e loteamentos irregulares ter crescido enormemente no período. financiava o terreno e cesta de material para construção por mutirão em cidades de pequeno porte. Entretanto. considerados “alternativos” à produção de grandes conjuntos habitacionais. O Profilurb (1975). . buscava atender aos extratos de renda mais baixa. representando cerca de 7% da produção do BNH (285 mil unidades). a população das favelas. esses três programas. urbano e administrativo. a produção de moradia ou urbanização por processos alternativos que incorporassem o esforço próprio e a capacidade organizativa das comunidades. Seu mérito. programa de lotes urbanizados dotados de infraestrutura básica. a postura oficial propunha a erradicação do núcleo.20 vista técnico. não tiveram significado quantitativo que possa ser considerado expressivo.

distantes das áreas urbanizadas e mal servidos de infraestrutura e equipamentos sociais. em geral. com a redução da sua capacidade de investimento. É necessário enfatizar ainda o desastre do ponto de vista arquitetônico e urbanístico da intervenção realizada. Ademais. gerou forte recessão. como loteamentos clandestinos e irregulares. com a adoção de soluções uniformizadas. falta de controle social na gestão dos recursos. aumento do desemprego e queda dos níveis salariais. Esse processo teve enorme impacto no Sistema Financeiro da Habitação. muitas vezes. etc. a partir do início dos anos 80. com infraestrutura deficiente e longe das fontes de emprego. A crise do modelo econômico praticado pelo regime militar. nos programas públicos. o que gerou verdadeiros bairros dormitórios. A estratégia praticada pelo BNH beneficiou a construção civil. isolados da malha urbana. que pôde contar com uma fonte de financiamento estável para produção de unidades prontas. favelas. sem apoio governamental.21 No entanto. adoção da casa própria como única forma de acesso à moradia. do atendimento da política habitacional. a casa própria em assentamentos urbanos precários. inexistência de participação na concepção dos programas e projetos. como a autoconstrução. e adotando critérios de financiamento bancários. provocado por um . o sistema excluiu. parcelas significativas da população de mais baixa renda. Os pressupostos de gestão adotados pelo BNH – típicos do regime militar – eram rígidos e centralizados. alagados.. padronizadas e sem nenhuma preocupação com a qualidade da moradia. utilizando apenas recursos retornáveis. gerada pela retração dos saldos do FGTS e da poupança e o forte aumento da inadimplência. Dentre os erros praticados. continuou se intensificando o processo de urbanização informal das cidades brasileiras. e sem acesso ao mercado formal de habitação. de fato. inflação. vilas. ausência de estratégias para incorporar processos alternativos de produção da moradia. pois a maioria da população não teve alternativa senão autoempreender. podendo ser assim caracterizados: administração autoritária. destaca-se a opção por grandes conjuntos na periferia das cidades. em etapas. sem contar com qualquer fonte de subsídios.

esperava-se que todo o SFH. que foram articuladas com a luta pela democracia contra o regime autoritário. no meio urbano. determinou um enorme rombo no Sistema Financeiro. com grande mobilização popular. No entanto. A política habitacional do regime militar podia ser equivocada. em 1985. Nesse contexto. podendo-se afirmar que. ocorreu um esvaziamento. Na redemocratização. conforme já ressaltado. que agregava mutuários de baixa renda e classe média incapacitados de pagar as prestações da sonhada casa própria. ao qual a instituição estava profundamente associada. assim como formado técnicos e financiado a maior produção habitacional da história do país. por outro lado. praticamente deixou de existir uma política nacional de habitação. Assim sendo. o BNH foi extinto em 1986. ao invés de uma transformação da política. por um lado. que reunia os que não conseguiam ter acesso a um financiamento da casa própria e. o movimento de moradia e dos sem-terra. Ambos os movimentos criticavam o caráter financeiro do SFH e pediam mudanças. e a oposição ao BNH inseria-se no combate à ditadura. mas era articulada e coerente. vivia-se o clima da luta pela retomada das eleições diretas para presidente e pela Constituinte. No período entre a extinção do BNH (1986) e a criação do Ministério das Cidades (2003). sem que se encontrasse resistências. com graves consequências futuras e sem amainar o tom das críticas. por conveniência política do novo governo. Ao longo da década de 80. Uma redução drástica do valor das prestações. organizou-se. na perspectiva da formulação de uma nova política habitacional para o país. perdeu-se uma estrutura de caráter nacional que. a partir daquele momento. bem ou mal. tal conjuntura criou um clima favorável para o acirramento das críticas ao BNH. tinha acumulado enorme experiência na área. incluindo o BNH e os seus agentes promotores públicos – as Cohabs – passassem por uma profunda reestruturação. adotada pelo regime para responder às críticas. o setor do governo federal . o Movimento Nacional dos Mutuários.22 descompasso cada vez maior entre o aumento das prestações e a capacidade de pagamento dos mutuários. Com o fim do regime militar. Com a extinção do BNH.

um instrumento de política monetária. Sob tal quadro. Abriu-se. agravados por um aumento significativo. uma nova fase na política habitacional no Brasil. conduziu a uma redução das aplicações em habitação para recompor os fundos do SFH. Para fazer frente à situação. . pessoal e acervo do então antigo BNH. entre 1991 e 1995. especialmente nas metrópoles. o que levou a um controle mais rígido do crédito. em particular recursos orçamentários. lançaram programas habitacionais financiados com fontes alternativas. do empobrecimento da população. de modo definitivo. o que marcou as décadas de 80 e 90. caracterizando a descontinuidade e a ausência de estratégias para enfrentar o problema. adotando princípios e pressupostos diversos dos empregados anteriormente.23 responsável pela gestão da política habitacional esteve subordinado a sete ministérios ou estruturas administrativas diferentes. o rombo gerado pela redução das prestações. dificultando e limitando a produção habitacional. intensificou-se a necessidade de uma intervenção governamental com recursos oriundos de outras fontes e em parceria com a sociedade organizada. A regulamentação do crédito habitacional ficou a cargo do Conselho Monetário Nacional. Por outro lado. denominada pós-BNH. A Caixa Econômica Federal – um banco de primeira linha – tornou-se o agente financeiro do SFH. assim. além da própria União. em 1990 – levou a uma paralisação total dos financiamentos com recursos do FGTS. tornando-se. no governo Collor. absorvendo precariamente algumas das atribuições. adotada pelo regime militar no auge da crise de inadimplência do início dos anos 80. Decisões políticas equivocadas e marcadas por suspeitas de corrupção – como uma liberação de contratos acima da capacidade do FGTS. vários municípios e estados. O financiamento minguou ao mesmo tempo em que os problemas de moradia da população urbana tornaram-se dramáticos.

Ocorreu. que tornou a habitação uma atribuição concorrente dos três níveis de governo.24 A nova fase pode ser caracterizada como um período de transição – momento em que. No período. surgiram. Como estavam sujeitos a maior pressão local. eles adotavam uma perspectiva mais social e apoiavam práticas tradicionais da população mais pobre. cujo vazio foi ocupado. dentre eles. uma fase de pulverização de experiências. projetos integrados e articulação com a política urbana. programas que adotaram pressupostos inovadores como desenvolvimento sustentável. como mencionado. pois a consolidação da democracia transformou o poder local em principal interlocutor das organizações populares e um elo indispensável no enfrentamento das demandas sociais. fossem eles favelas ou loteamentos irregulares. por municípios e estados. de forma fragmentada. uma progressiva transferência de atribuições para os estados e municípios. os de urbanização de favelas. reconhecimento da cidade real. com grande heterogeneidade. verificou-se. estando em contato direto com os problemas da população carente. . mas criativa. Depois do longo período de centralização e homogeneização da forma de intervenção na habitação social. nas esferas municipais e estaduais. tendo-se como marco a Constituição de 1988. deixou de existir uma estratégia nacional para enfrentar a questão da habitação. diversidade de tipologias. estímulo a processos participativos e auto-gestionários. assim. como o mutirão. em decorrência da ausência de uma política nacional e da existência de programas nacionais com pouca ou nenhuma expressividade. O crescimento da mobilização dos movimentos de moradia ampliou a pressão por maior participação dos municípios na questão da habitação. parceria com a sociedade organizada. mas pouco articulada. em um momento de redemocratização e eleições diretas. Utilizando recursos orçamentários. marcada pela diversidade de iniciativas. os governos locais viam-se também impelidos a atuar nas áreas ocupadas por assentamentos precários. ao lado de intervenções tradicionais.

foram adotados com novos referenciais. Se. eram coerentes com uma nova visão. no âmbito do FGTS.Habitat II. elaborado no contexto da preparação para a 2ª Conferência das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos . em decorrência dos compromissos assumidos pelo governo brasileiro com o FMI. Em 1996. focado na urbanização de áreas precárias (Promoradia). que passou a ser a gestora do setor habitacional. foi criado ainda o Programa de Arrendamento Residencial (PAR). O programa do FGTS voltado para o poder público. de maneira compatível com o ambiente e o debate nacional e internacional que. relacionado com a redução do endividamento do setor público. ocorreu uma retomada dos financiamentos de habitação e saneamento com base nos recursos do FGTS. ao menos na sua concepção. Dentre os programas criados nesse período (que continuaram a existir no governo atual). os documentos elaborados pelo governo federal mostram que os pressupostos gerais que presidiram a formulação dos programas são fundamentalmente diversos daqueles que vigoraram desde o período do BNH. prevaleceram os programas de financiamento voltados ao beneficiário final (Carta de Crédito.25 Em 1995. entre outros. Nele estavam incluídos novos programas que. a Secretaria de Política Urbana. passou a rejeitar os programas convencionais. que utiliza um mix de recursos formado pelo . que passaram a absorver a maior parte dos recursos do FGTS. descentralização. em 1999. de uma forma bastante generalizada. diversidade. depois de vários anos de paralisação dos financiamentos. O programa do FGTS voltado para o setor privado (Apoio à Produção) teve desempenho insignificante e. Princípios como flexibilidade. reconhecimento da cidade real. tendo sido paralisado em 1998/9. individual e associativa). baseados no financiamento direto à produção de grandes conjuntos habitacionais e em processos centralizados de gestão. é exagerado dizer que se estruturou de fato uma política habitacional nacional. teve fraco desempenho devido à baixa capacidade de estados e municípios contraírem empréstimos. programa inovador voltado à produção de unidades novas para arrendamento. divulgou o documento da Política Nacional de Habitação. deixando de privilegiar unicamente o financiamento à produção. por um lado. pelo menos na retórica.

do ponto de vista social. O financiamento à aquisição de imóvel usado. que se tornou uma espécie de válvula de escape para o setor privado captar recursos do FGTS para a produção de moradias prontas. O financiamento ao material de construção. acabaram por gerar um conjunto de efeitos perversos. agravando os problemas urbanos. e não gera empregos e atividade econômica. personificado no papel central que passou a ter a Caixa Econômica Federal como o único agente financeiro a operar os recursos destinados à habitação.84% do total dos recursos foram destinados a famílias . econômico e urbano. entre 1995 e 2003. a Caixa passou a privilegiar a concessão de créditos em condições de maior garantia e de mais fácil acompanhamento. No entanto. Pela mesma razão de natureza financeira. destacaram-se o financiamento de material de construção e a aquisição de imóveis usados. a preponderância dessas modalidades de acesso ao crédito está vinculada à consolidação de uma visão bancária no financiamento habitacional. tende a estimular a produção informal da moradia. O atendimento continuou focado nas camadas de renda média. o que explica a preferência pelo financiamento do imóvel usado. embora à primeira vista pudessem expressar uma renovação na maneira como a questão da habitação passou a ser tratada pelo governo federal. sobretudo o FGTS. 78. as alterações promovidas. sobretudo nos segmentos de baixa renda. embora tenha os méritos de apoiar o enorme conjunto de famílias de baixa renda que auto-empreendem a construção da casa própria e de gerar um atendimento massivo (567 mil beneficiados no período. além da Carta de Crédito Associativa.26 FGTS e recursos de origem fiscal. que absorveu 42% do total de recursos destinados à habitação (cerca de 9. Dentre as modalidades de utilização da Carta de Crédito – que consumiu. Ademais. Premida pela preocupação de evitar rombos nos fundos destinados à habitação. cerca de 85% dos recursos administrados pela União destinados à habitação –. é um programa com escasso impacto. Entre 1995 e 2003.3 bilhões até 2003). o baixo valor do financiamento e a ausência de assessoria técnica não permitem que as famílias beneficiadas alcancem condições adequadas de habitabilidade. De fato. a implementação desses programas não significou uma interferência positiva no combate ao déficit habitacional. o de maior alcance quantitativo).

depois de 13 anos de tramitação. As ações de política macroeconômica implementadas pelo governo entre 1995 e 2002 acabaram por reduzir o espaço de intervenção dos agentes do setor público na execução das políticas de habitação (Programa Promoradia).2% do déficit habitacional quantitativo. . sobretudo no que se refere à urbanização de áreas precárias. 2004). foi aprovado o Estatuto das Cidades. 1 O Estatuto (Lei Federal nº 10. as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS). O mesmo deverá acontecer nos estados e municípios que também disporiam de fundos de habitação. O Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social tem um papel central na Política Nacional de Habitação. o Estatuto 1 constitui um componente indispensável para o equacionamento da questão habitacional no Brasil.27 com renda superior a 5 SM. ação que pode ser realizada somente pelo setor público. municípios e Distrito Federal. cuja discussão e objetivos são remetidos ao Plano Diretor: o direito à segurança da posse e à moradia e o direito à cidade através de novos instrumentos jurídicos e políticos como a regularização fundiária.257/01) traz uma série de inovações com diretrizes e instrumentos para que a política urbana cumpra e garanta a função social da propriedade. o usucapião urbano para fins de moradia coletiva e a Concessão de Direito Real de Uso. Uma das propostas centrais da Política Nacional de Habitação consiste em articular recursos onerosos e não onerosos de maneira a ampliar o número de pessoas atendidas pela política. em contrapartida à rolagem de dívidas de estados. sendo que apenas 8. para onde deveriam ser direcionados os recursos orçamentários do nível de governo correspondente. assim como a desapropriação. Ao regulamentar o capítulo sobre a Política Urbana da Constituição e criar a possibilidade de fazer valer a função social da propriedade. Em 2001. As restrições impostas à concessão de créditos a este setor. eliminaram a possibilidade de acesso a operações de financiamento nas áreas de saneamento e habitação com recursos oriundos do FGTS. (Instituto Via Pública.47% foram destinados para a baixíssima renda (até 3 SM) – faixa de salário onde se concentram 83. pois para ele devem ser canalizados os recursos não onerosos do governo federal destinados à política habitacional para fins de subsídio. além de repasses do fundo nacional.

A destinação percentual dos recursos do FGTS foi sendo alterada nos últimos anos para cumprir um dos princípios da PNH. Compondo-se com essa estratégia. que consiste em aquisição de terreno e construção ou requalificação de imóveis contratados como empreendimentos habitacionais em regime de condomínio ou loteamento. O Programa Minha Casa Minha Vida – PMCMV – Recursos FAR é um programa do Governo Federal. (Ministério das Cidades. 2011). quanto mais reduzidos forem os rendimentos das famílias a serem atendidas. de modo que esse segmento deixe de utilizar o FGTS. 2011). já adotadas. buscam gerar condições favoráveis para que ele possa atender gradativamente setores médios com renda mais baixa. .000. Gradativamente. gerido pelo Ministério das Cidades e operacionalizado pela CAIXA.600.00. O PMCMV foi lançado em março/2009. As medidas para ampliar o mercado habitacional privado. que seria voltado para as faixas de renda mais baixas.28 Os recursos do FGTS estão se dirigindo para a baixa renda. Esse modelo está ainda em construção e. focado nas faixas de baixa renda. atualmente essa meta é de 2 milhões de novas moradias para as famílias com renda bruta mensal de até R$ 5. outra ação fundamental é dinamizar o mercado habitacional para a classe média – a ser atendida com recursos do SBPE (poupança) e do Sistema Financeiro Imobiliário –.00. Isso tem sido possibilitado pela utilização do resultado das aplicações financeiras dos recursos do FGTS para subsídio habitacional. menor seria a porcentagem da parcela de subsídio. maior deverá ser a participação dos recursos não onerosos no mix proposto. constituídos de apartamentos ou casas que depois de concluídos são alienados às famílias que possuem renda familiar mensal de até R$ 1. (Ministério das Cidades. que é o de priorizar o atendimento à população de menor renda. com a finalidade de criar mecanismos de incentivo à produção e aquisição de 1 milhão de novas unidades habitacionais. quanto maior a renda. com aumento da utilização de recursos do FGTS.

porque envolve um maior número de famílias e atende as faixas de renda onde o déficit é maior. A construção das unidades habitacionais ocorre a partir da contratação de empreendimentos em condomínio ou em loteamento.2 Histórico CDHU A Secretaria da Habitação é responsável pela condução da política habitacional do Governo do Estado de São Paulo. Os números também apontaram cerca de 3.600.000 unidades habitacionais até o ano de 2014. Campinas e Baixada Santista.Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo. vinculada à Secretaria da Habitação. Tem por finalidade executar programas habitacionais em todo o território do Estado. com a continuidade do Programa a meta consiste na produção de 860. empresa do Governo Estadual. constituídos de apartamentos ou casas. planeja e desenvolve programas específicos.7 milhões de .atende famílias com renda na faixa de 1 a 10 salários mínimos. Este último está se mostrando o programa mais eficaz para o combate do déficit habitacional. Traçam diretrizes. é o maior agente promotor de moradia popular no Brasil. 2006). para as operações contratadas com recursos especificamente do FAR. Segundo estudo realizado em 2006. a maior parte concentrada nas Regiões Metropolitanas de São Paulo. estabelece metas. (Ministério das Cidades.00 estabeleceu-se inicialmente a meta de contratação de 400 mil unidades habitacionais e. o déficit habitacional girava em torno de 880 mil moradias (FSEADE/ FIBGE/ CDHU – GPS. 2. distribuídos em cerca de 15 milhões de domicílios. através da CDHU .1 milhões de habitantes.29 No âmbito do PMCMV para as famílias com renda mensal de até R$1. O ESTADO DE SÃO PAULO possui 41. 2011). objetivando. atualmente. voltados para o atendimento exclusivo da população de baixa renda .

Companhia Estadual de Casas Populares inicia a produção de habitações para a população de baixa renda. a Lei n. De lá para cá. Despesas com aluguel excessivo. Além de produzir moradias. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo. veio substituir. A CDHU tem hoje cerca de 70. que afetam especialmente famílias com baixo poder aquisitivo. em todos os programas da Companhia (FSEADE/ FIBGE/ CDHU – GPS. A seguir está demonstrada essa evolução. de acordo com as diretrizes da Secretaria da Habitação. políticas de atuação e vinculação hierárquico-institucional evoluíram com o tempo. A Empresa hoje conhecida como CDHU .CECAP. como falta de infra-estrutura e insalubridade. CODESPAULO e CDH. instituições com objetivos muito semelhantes que já foram designadas por diferentes nomes e cuja intervenção. quando a CECAP . Indústria . O desafio macro é manter a produção de habitações em grande escala.233 em regime de programa parceria com municípios PPM (antigo mutirão). com seus ativos. passivos e projetos em andamento. 2006). uma autarquia subordinada à então Secretaria do Trabalho. quando ocorreram as mudanças e a legislação envolvida.º 483 criou a Caixa Estadual de Casas para o Povo . Em 10 de outubro de 1949.30 habitações em condições inadequadas.Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo .25 bilhões. a CDHU também intervém no desenvolvimento urbano das cidades. foram comercializadas milhares de unidades habitacionais em quase todas as cidades do Estado de São Paulo.000 unidades em execução destas cerca de 16. Recebeu sua atual denominação em 1989. A história da atuação do Governo do Estado na habitação popular começou efetivamente em 1967. visando combater o déficit habitacional do Estado. a preços de custo.foi fundada em 1949 e já teve vários nomes: CECAP. e pretende investir entre 2008/ 2011 cerca de R$ 5. também foram computadas como inadequação. tal como a conhecemos hoje.

De qualquer modo. a Lei 905 autorizou a constituição da Companhia Estadual de Casas Populares . A Companhia deixa de ser Autarquia e passa a se constituir como Sociedade Anônima por Ações.BNH. a Secretaria Executiva da Habitação. a CECAP começa a funcionar efetivamente a partir de 1967.061 altera a denominação da CODESPAULO para CDH - . subordinada ao Governador do Estado. Em 1968. Apesar de ter sido inclusive regulamentada pelo decreto 43.512 altera o nome da CECAP para CODESPAULO . O Decreto 15. Essa mudança de nome não altera significativamente o perfil de atuação da Instituição. em 18 de dezembro de 1975. que continua operando precipuamente com os recursos do SFH.107 de 28/02/64.31 e Comércio. Sete anos mais tarde. na definição de políticas sociais dos governos do Estado de São Paulo.468 de 7 de agosto de 1980 desativa a CECAP. a Lei 10. empresa criada com o objetivo de dinamizar e agilizar a produção de casas. Em 3 de novembro de 1983 é criada.SFH. o que vai dar condições ao início da produção habitacional sob a égide do também recém-criado Banco Nacional da Habitação . Em 28 de março de 1984 o Decreto 22. em maior ou menor grau. por parte do governo. o Decreto 16. Essa preocupação com a habitação de interesse social estará sempre presente. Em 19 de janeiro de 1981.592. ajustando um pouco mais o foco no que diz respeito à faixa da população a ser atendida: a expressão "Casas para o Povo" é substituída por "Casas Populares". para viabilizar um processo de produção de moradias voltado a uma camada da população que começava a se concentrar nas cidades em função de um forte processo de urbanização. causado pela industrialização pela qual o país passou a partir do final da Segunda Grande Guerra.262 autoriza a CECAP a obter financiamentos do recémcriado Sistema Financeiro da Habitação . pelo Decreto 21. a criação desse órgão já aponta para uma preocupação por parte do Estado com a agenda social: a reunião de esforços.CECAP (a mesma sigla com outro significado).Companhia de Desenvolvimento de São Paulo.

355 de 14 de dezembro de 1988 extingue a Secretaria da Habitação. É criada a Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. . vinculada à Secretaria da Administração.CPOS.796. passa a pertencer à Companhia Paulista de Obras e Serviços .Companhia de Construções Escolares. deram forma a programas habitacionais com características distintas. A CDH. utilizando recursos financeiros da Caixa Econômica do Estado de São Paulo (CEESP). detentora dos créditos e responsável pela futura administração dos mesmos. O Decreto 29.32 Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Estado de São Paulo.Departamento de Obras Públicas e a CONESP . que a CECAP começou a se afirmar como Agente Promotor. Aqui se formula como veremos adiante.Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo e absorve o DEOP . mas cada mutuário tinha que ser aprovado pela CEESP. assimilando a CONESP. por força do Decreto 30.BNH. um novo perfil de atuação para a Companhia. aliadas às mudanças das conjunturas econômicas e políticas. que cumpria o papel de Agente Financeiro. Em 20/02/87. comercialização de unidades e retorno de créditos emanavam do Banco Nacional da Habitação . a Secretaria Executiva da Habitação é transformada em Secretaria de Estado da Habitação por força do Decreto 26. que era a mutuante e. É nessa etapa. O primeiro período de atuação efetiva da então Caixa Estadual de Casas para o Povo . portanto. acontecendo o mesmo com a Secretaria dos Negócios Metropolitanos. A CECAP produzia os conjuntos habitacionais. Em 31 de janeiro de 1992. o DEOP. selecionava as famílias beneficiárias e comercializava as unidades habitacionais. calcado basicamente na utilização de recursos do Tesouro do Estado. vai de 1967 até 1983. As transformações institucionais pelas quais passou a CDHU. com predominância entre 1977/1978. passa a se chamar CDHU .052.CECAP. As normas que orientavam as operações de captação de recursos.

definia todas as normas reguladoras das operações de repasse para a produção. que na época expandia suas operações através das COHABs (Companhias de Habitação). Acabaram sendo também subsidiadas no decorrer do prazo de financiamento por terem o valor real da prestação diminuído. por meio de auto-ajuda ou ajuda mútua.PROFILURB. em condições de comercialização bem . o PLANHAP. pela não incidência do valor do terreno e da infra-estrutura no valor de venda da unidade e pelo próprio mecanismo de financiamento já mencionado. o lote foi entregue com uma unidade sanitária ou parede hidráulica. afirmando-se como Agente Promotor e Financeiro. Paralelamente ao período PLANHAP. financiamento ao mutuário e retorno de créditos. destinando-lhes um lote de terreno com infra-estrutura urbana básica. Um segundo período de atuação. O governo estadual que assumiu em 1983. A partir de 1980. atuando como banco de segunda linha. concebido pelo BHN. gerindo assim o Plano Nacional de Habitação Popular. cessam os aportes de novos recursos financeiros à CODESPAULO/CDH. a CDH desempenhou um papel fundamental no Programa de Lotes Urbanizados . a exemplo do período anterior. A primeira metade da década de 80 foi marcada pelo declínio e colapso do Banco Nacional da Habitação. coberto pelo FCVS (Fundo de Compensação pelas Variações Salariais) e por causa de sub-reajustes concedidos em diversas ocasiões. delimitado entre 1979 e 1987 (com predominância entre 1979 e 1980) é caracterizado pela CECAP como tomadora de recursos do BNH.33 As famílias eram subsidiadas pela não incidência do terreno e infra-estrutura nos valores de financiamento. O BNH. deu a seguinte forma ao que foi denominado Programa Municipal de Habitação – PMH: a população beneficiária. construía as unidades habitacionais e retornava os créditos à CDH. em virtude do descompasso entre o reajuste das prestações e do saldo devedor. tinha como programa de governo a descentralização das ações administrativas e participação da sociedade. descentralização/participação. Esse binômio. As famílias eram subsidiadas. O objetivo desse programa era atender famílias de baixíssima renda. Em alguns dos projetos.

uma vez que o saldo devedor do financiamento era reajustado pela mesma periodicidade e pelo mesmo índice aplicado às prestações. a Prefeitura Municipal participava ativamente do processo. com um baixo nível de comprometimento da renda familiar e com prazos bem menores dos que eram praticados pelo SFH. sucessora do BNH. A Caixa Econômica Federal . que guardou algumas semelhanças com o PMH. . num Programa Habitacional chamado SH2. O PMH. devido aos seus baixos custos incidentes. não houve saldos residuais a serem quitados.34 distintas da utilizada no SFH. pela contrapartida exigida à Prefeitura Municipal (terreno. nunca mais restabeleceu o fluxo de recursos financeiros para a produção habitacional da CDH. invadira cerca de duas centenas de terrenos públicos e privados. Outra característica foi a ampliação do atendimento a municípios do interior do Estado.CEF. nos anos de 1986 e 1987. sempre assessorada pela CDH. iniciado em 1987 se caracterizou pela desapropriação de grandes áreas na Região Metropolitana de São Paulo para a execução de projetos direcionados a uma demanda organizada que. Diferentemente dos programas financiados com recursos do SFH. mas que representava sua negação. Esse conjunto de projetos foi denominado Programa SH1. O Governo do Estado de São Paulo. As famílias eram subsidiadas pela não incidência do valor do terreno e da infraestrutura de outros custos na composição do valor do contrato. pela não utilização da mão-de-obra da população. permitiu o atendimento de famílias com renda a partir de 1 salário mínimo. resolveu investir recursos de seu próprio orçamento a fim de viabilizar uma produção em escala. Esse novo período. Nos empreendimentos realizados no interior as famílias eram subsidiadas pela não incidência das contrapartidas da Prefeitura Municipal. em vista disso. infra-estrutura).

aquelas que tivessem rendas maiores pagariam prestações maiores. A fim de viabilizar o atendimento à demanda de baixa renda e tendo em vista os custos de produção.35 Na Região Metropolitana. É importante lembrar que a Lei que aumenta a referida alíquota tem sido renovada anualmente. Foi aprovado dispositivo legal que destina os valores auferidos a título do aumento da alíquota do ICMS. em virtude da mudança de comando no Governo do Estado de São Paulo. numa tentativa de iniciar um processo de descentralização das ações da CDHU. um mecanismo que aproximava a prestação a ser paga pela família à sua efetiva capacidade de pagamento. O resto era coberto pelo que se convencionou chamar de “bônus”. ao contrário. era o valor da prestação real menos a capacidade de pagamento da família. veio ensejar também a instalação de Escritórios Regionais. em 1 ponto percentual. O valor da prestação devida pelo mutuário. a CDHU foi marcada por um incremento ainda maior na produção em virtude da implantação de um fluxo ininterrupto de recursos financeiros. que passou a vigorar no exercício fiscal de 1990. desempenhando importante papel de agente indutor de desenvolvimento econômico e urbano. sobretudo em municípios do interior do Estado. O volume maior na produção. Trata-se da Lei 6556/89. à produção habitacional. Esse bônus é regressivo ao longo do período de financiamento. Famílias com menor renda pagariam valores menores de prestação. A partir de 1990. . portanto. a CDHU expandiu e diversificou ainda mais sua produção. porém. notadamente aquele referente aos terrenos desapropriados foi implantado um sistema de subsídio à família beneficiada. O valor de financiamento era a somatória de todos os custos incidentes. todos os custos eram incidentes – o que tornava o preço final da unidade posta à venda muito maior do que as construídas no interior do Estado. promulgada no final de 1989. De 1995 até hoje. Criou-se.

OKPALA. resultando num decréscimo significativo na qualidade geral das obras (OKPALA. pode-se citar o caso de Caracas. Os moradores de invasão foram transferidos para esses blocos sem qualquer preparação. como Peru. na Alemanha. Esses programas são. o desejo do reconhecimento de que alguma providência estava sendo tomada. como motivo político. 1981. Alguns autores argumentam que as principais razões por detrás da decisão de implementar esses programas foram: a pacificação da população de baixa renda. apud WERNA et al. OGUN SHAKIN & OLAYIWOLA. financiados diretamente pelo governo central ou por instituições financeiras paraestatais (UNCHS.. 2001). influenciadas pelos interesses de empreiteiros privados que estão envolvidos na construção efetiva desses projetos. 1996. e também na eliminação de elementos da construção. A arquitetura. nos países em desenvolvimento. durante um programa de impacto. programas de construção de casa em massa para reassentar a população favelada (UNCHS. 1992. 2001). portanto com acesso precário aos locais de trabalho. na periferia das cidades. Dentre esses. muitos governos promoveram programas de provisão habitacional. na maioria dos casos. DRAKAKIS-SMITH. Turquia. e. que resulta na execução de muitos projetos em regiões geográficas pouco valorizadas. Venezuela. Essa situação teve como resultado muitos projetos inadequados às condições dos grupos de baixa renda. em geral. Indonésia. a construção da nação.. entre 1954 e 1958. 1992). no qual 85 superblocos foram construídos. e muitos outros (WERNA et al. 1992.. apud WERNA et al.3 Experiências internacionais em provisão habitacional As experiências em gestão de mutirão habitacional remontam desde o século 19. Muitos governos tentaram resolver a carência de habitação para a população de baixa renda iniciando.nos anos 30. até os anos 60. as dimensões e a tecnologia de construção adotada por esses programas são. passando pelos Estados Unidos .36 2. dos anos 50 aos 70. Adicione-se a isso a necessidade de redução. 1996. pouco planejados e inadequados às necessidades da população de baixa renda. Na tentativa de resolver a carência de habitação. 2001). na década de 40. A discrepância . por Porto Rico.

e um enorme conluio entre empreiteiros e funcionários ocasionou um desperdício significativo de recursos alocados para os projetos (OGUNSHAKIN & OLAYIWOLA. Por outro lado. Oliveras e Núñez (2001) relatam as quatro maneiras de acesso à habitação de interesse social. Em Cuba. particularmente os relacionados à educação. Essas foram as principais iniciativas na redução da segregação social.. ampliado para a construção de 202. Já na Nigéria. os programas falharam completamente. Oliveras e Núñez (2001) relatam. sendo o primeiro país da América a sancionar uma lei nacional sobre habitações e o primeiro país da América Latina a reduzir o déficit habitacional. A terceira é a de permutas (comércio de moradias entre famílias. Rubio (2003) comenta que o Chile bateu recordes em fornecimento de habitações de interesse social. O objetivo original de construir 54.37 entre as necessidades dos residentes. resultando no aumento da demanda por habitação de interesse social e maior segregação social. Somente 19% a 20% do objetivo foram alcançados.000 unidades por ano. A primeira é a que o governo controla a distribuição e a produção de novas habitações. A segunda representa o confisco das habitações abandonadas pela população exilada. reconhecidas pelo governo de Havana. a execução dos programas habitacionais mostrou-se impraticável. iniciaram-se as atividades da produção em massa de habitação em 1971. desencadearam problemas sociais substanciais na região do programa (DRAKAKISSMITH. 1981). em 1976. autorizado por um intermediário do governo). A quarta é a execução de mutirão habitacional executado pela própria população.000 unidades em dois anos foi. para prover habitação nos últimos quarenta anos. entretanto. 1992 apud Werna et al. Na realidade. 2001). Embora tenha sido feito um planejamento ordenado. sendo que as duas primeiras maneiras foram as mais comuns. no começo e no fim do século 20. . que o problema de habitações de interesse social em Havana está longe de ser resolvido. a provisão de habitação e a inadequação geral dos equipamentos sociais da área.

a construção de baixa qualidade. e os altos custos. Esse fracasso ocorre praticamente em todos os aspectos de provisão de habitação. Apesar das ações. 1993. TAN & SOCK-YONG. ao longo da evolução da política habitacional no século 20. na maioria dos casos a produção total de habitação. visando fornecer soluções para a comunidade popular chilena. onde. diversas ações foram empreendidas. sua má localização. tais como a China. incluindo a inadequação do projeto às condições geográficas e culturais. com exceção de um número relativamente pequeno de nações. WORLD BANK. causou um impacto muito pequeno na provisão total de habitação. 1992. perfazendo um total aproximado de 10% da produção anual de habitação. pode-se afirmar que. Uma combinação desses fatores tornou esse tipo de habitação inacessível aos grupos de baixa renda. tais como Cingapura e Hong Kong. 1991). OKPALA. . somente 21% das unidades foram construídas pelo Setor Público.38 Embora o sucesso desses programas varie entre países. a inabilidade para o cumprimento de metas. Segundo Okpala (1992). por meio da provisão governamental direta nos países em desenvolvimento. os programas de habitação pública direta nos países em desenvolvimento. e de alguns países socialistas. na opinião do autor. 1996. Rubio (2003) acrescenta que. respectivamente. ou capturou-os na armadilha da habitação inadequada (UNCHS. 85% e 45% da população são abrigadas por meio da provisão governamental de habitação. A habitação pública direta contribui com apenas 10% do estoque total de habitação. têm sido um completo fracasso.

1995). é entendido por Bonilha (1984) como o processo de produção em que. Dessa forma. o mutirão.. segundo Cardoso e Abiko (1994). a infraestrutura e equipamentos comunitários. também conhecido como sistema de ajuda mútua. a participação do mutirante na construção de suas moradias visa. eventualmente. b) autoconstrução do tipo ajuda mútua ou mutirão habitacional. organizadamente.39 3 AUTOCONSTRUÇÃO E MUTIRÃO 3. 2 Mutirantes são todas as pessoas participantes do mutirão e que constroem suas próprias casas. em que uma família. sozinha ou com ajuda de amigos. em primeiro lugar. é a alternativa habitacional que tem base no esforço coletivo e organizado da comunidade – os chamados “mutirantes” 2 – para a construção de suas próprias moradias. consiste no processo de construção de moradias em que a família constrói sua própria residência. Esse tipo de construção pode ser classificado em: a) autoconstrução do tipo autoajuda. os usuários finais atuam construindo as casas e. o que propicia a manutenção e seu uso adequados (ABIKO. Cardoso (1993.. p 8) define o mutirão como “ processo em que há um esforço coletivo e organizado de toda uma comunidade para a construção de moradias dessa mesma comunidade (. Sem muita diferença. podendo utilizar mão de obra contratada –. a diminuir os custos do empreendimento. utilizando recursos próprios ou com ajuda de terceiros – governo ou Organizações Não Governamentais-. Autoconstrução.1 Conceituação Pelo conceito adotado neste trabalho. constrói somente sua casa. . tais como a melhoria da qualidade do conjunto habitacional e das unidades habitacionais e a identificação do usuário com o produto de seu trabalho. Outros benefícios também podem ser obtidos.) coletivamente”.

também conhecidos como Assessorias Técnicas. fornecendo sua mão de obra e podendo. usaremos o termo “mutirão”. Tais escritórios. cogestão e autogestão: a) gestão institucional ou administração direta: são os casos em que o mutirão é gerido pelo agente público (prefeitura ou governo estadual. em cuja organização e administração intervém o Estado em virtude de interesses econômicos. fornece a equipe técnica que gerencia a obra e administra todos os recursos financeiros e não financeiros aportados. ou seja. responsabilizando-se tecnicamente por 3 Paraestatal – de acordo com o dicionário: “Diz-se da autarquia. porém. somente. normalmente elaboram os projetos e exercem a direção técnica das obras. Nos casos em que as famílias constroem coletivamente suas casas. Nesse tipo de gestão. 2010) Cardoso e Abiko (1994) consideram que há três tipos básicos de gestão no processo construtivo por mutirão: gestão institucional. ressalta-se que a diferença é a construção das casas de um grupo ou unicamente de uma família. sociais ou de outra natureza a ela ligados”. fica a gestão da obra a cargo de técnicos da prefeitura ou contratados por ela. as quais contratam escritórios técnicos autônomos para assessorá-las na administração desses recursos. . usaremos o termo “mutirão” para designá-los. opinar sobre os passos a serem tomados. representadas e organizadas em associações comunitárias. mas sem poder de decisão.40 Como os empreendimentos estudados neste trabalho foram construídos coletivamente pelas famílias. entidade ou empresa de caráter autárquico. diretamente ou por meio de suas empresas paraestatais3). a população participa apenas na execução da obra. “Analogamente. o agente elabora os projetos. sem o esforço coletivo para a construção de todas as moradias: para esses casos. na modalidade Autoconstrução. há o Programa de Parceria com Município da CDHU que. utiliza-se o termo “autoconstrução” apenas. que fica a cargo da equipe técnica. Há programas governamentais que utilizam a autoconstrução de moradias em uma comunidade. b) cogestão: são os empreendimentos nos quais o poder público repassa recursos às comunidades.” (Ojeda. Como exemplo. atualmente.

Esse termo é utilizado pelo governo. c) autogestão: modalidade na qual a comunidade. há pouca referência bibliográfica. é a associação de moradores. que decide sobre o andamento da obra e o gasto do recurso. junto da assessoria técnica. é cogestionário. Os programas governamentais. é um exemplo. há uma confusão em relação ao termo autogestão como característica de uma gestão de obra de mutirão. Isso ocorre porque. Os empreendimentos analisados no estudo de caso deste trabalho foram executados por meio de gestão institucional: os mutirantes participam com o . que não se utilizou de recursos públicos. como no caso do Programa Paulista de Mutirão da CDHU. devido a esse repasse e controle. enquadrar-se na definição de cogestão. porque se entende o termo autogestão como o controle da obra pela população beneficiada.41 sua execução. quando dividem a responsabilidade da obra e a gestão dos recursos com a comunidade que constrói as moradias. e autogestão da obra. que é a co-gestão com autogestão da obra. bem como pela gerência de todos os recursos. pois o recurso é público. Esse tipo de empreendimento é raro e. como no caso do Programa Funaps Comunitário e do Parceria com Associações e Cooperativas na modalidade Gestão Compartilhada da CDHU. Segundo Ojeda (2010). O mutirão executado por uma ONG no município de Milagres. no Ceará. é a responsável pela administração geral do empreendimento. por meio das associações de moradores. junto da assessoria técnica. que decide sobre o andamento da obra e o gasto do recurso. há ainda outro tipo de gestão. pois. é a associação de moradores. apesar do controle governamental sobre a utilização do recurso e sobre o andamento da obra por meio de medições do serviço executado. apesar do controle governamental sobre a utilização do recurso e sobre o andamento da obra por meio de medições do serviço executado. apesar de. Apesar da definição acima. associações comunitárias e assessorias técnicas mesmo nos empreendimentos em que há repasse financeiro e controle financeiro e contábil governamental. sobre ele. isso ocorre.

1985). Em relação aos programas de governo. com poder de decisão no que se refere à exclusão das famílias que não cumpriram as horas mínimas exigidas no regulamento de obras. e ainda é muito utilizada pela população que não tem condições financeiras de integrar o mercado formal e não se enquadra nos critérios dos programas governamentais de habitação. em geral em momentos de crise e de dificuldades econômicas. como Peru. Período marcado por sucessivas crises econômicas. Realizada por meio de programas federais de financiamento.2 Implantação e evolução dos mutirões O mutirão não é uma forma nova de construir. Indonésia e muitos outros (VALLADARES. desenvolvidos ou em desenvolvimento. passando pelos Estados Unidos. Turquia.42 fornecimento de mão de obra e opinam sobre algumas questões relacionadas ao mutirão. Governos de vários países. e na destinação da utilização dos recursos que serão distribuídos através de benfeitorias4. que agravaram o problema habitacional das famílias mais carentes. Fase 2: institucionalização. na década de 40. a autoconstrução foi. pela chegada ao poder de governadores e prefeitos contrários ao regime militar e 4 Benfeitorias são benefícios distribuídos aos mutirantes mais assíduos como forma de premiação pelo trabalho. meados de 1970. No Brasil. Venezuela. 3. na Alemanha. como o Programa de Financiamento de Lotes Urbanizados – Profilurb – e o Programa de Erradicação de Sub-habitações – Promorar. nos países em desenvolvimento. por Porto Rico. Registramse experiências desde o século XIX. e nos anos 60. elaborados pelo extinto Banco Nacional de Habitação – BNH. têm-se utilizado dessa forma de provisão habitacional. de 1982 a 1989. . Cardoso (1993) distinguiu três fases evolutivas: Fase 1: implantação. nos anos 1930.

firmou 84 convênios com associações comunitárias. d) em 1987. Nessa fase. ou seja. São João da Boa Vista. como: a) em Cruzeiro. na cidade de São Paulo. alguns mutirões se destacaram. posteriormente. Como exemplo dessa terceira fase apresentada por Cardoso (1993). existiam 7. Foi caracterizado pelos mutirões habitacionais gerenciados pelo Estado e em grande quantidade em todo o país. 2008). organizado. apoiado pela Cohab-SP. Projetos de mutirão. Lages e Vila Velha. a 1992. no estado do Paraná. c) da Cohapar. em São Paulo. Campos do Jordão. inicialmente. que utilizaram recursos orçamentários do Funaps Comunitário.299 esqueletos de casas e apartamentos populares deteriorando-se. Penápolis. b) no município de São Paulo. com a construção de 50 unidades habitacionais (ROSSI. com o final da gestão Erundina. De sua criação. e. 1996). Esses empreendimentos foram introduzidos a partir das experiências existentes de cooperativas habitacionais uruguaias e têm experiências praticadas em várias localidades. . na Vila Nova Cachoeirinha. Fase 3: a partir de 1989. Antunes (2002) comenta que. para financiar associações comunitárias para a construção habitacional através da co-gestão com autogestão da obra. Angra dos Reis. pela associação comunitária. em São Bernardo do Campo. permitindo mais de 11 mil unidades e utilizando a autogestão da obra. em maio de 2000. e alguns outros. Bauru. quando se implementou o primeiro projeto financiado pela CDHU. seguem informações de algumas experiências de mutirão habitacional realizadas a partir de 1989:  programa Funaps Comunitário. Porém. promovidos com recursos municipais. o Mutirão Vila Comunitária. do Fundo de Atendimento à População Moradora em Habitações Subnormais. Americana. as obras que não haviam sido concluídas tiveram dificuldades para obtenção de recursos para suas conclusões (BONDUKI. em 1989.43 comprometidos com ideias democratizantes.

a prefeitura realizou alguns empreendimentos de mutirão. 1996 a 2002: Programa Paulista de Mutirão – Foi lançado como um Programa de governo. 2003 a 2007: Pró-lar Mutirão Associativo – Da mesma forma. no final.  O governo do estado de São Paulo. 146 associações foram selecionadas para integrar o Programa Paulista de Mutirões. Começou com o Nova Conquista. em Minas Gerais. por intermédio da CDHU. Terminou com cogestão também na compra de materiais. houve autogestão na obra e. a prefeitura forneceu recursos financeiros sem se envolver tecnicamente. A partir de 1989. porém com características diferenciadas e limitações à autogestão pelas associações comunitárias. ambos com cogestão financeira e com autogestão na obra. a) RMSP: Rossi (2008) apresenta as fases do programa: “1992 a 1995: Programa Mutirão UMM – O convênio caracterizou-se como uma “saída” no Programa de governo para atender às demandas dos movimentos por habitação.  município de Ipatinga. iniciou o mutirão Primeiro de Maio. . realizou um programa de mutirão para a construção de 507 moradias. no interior de São Paulo. desenvolveu duas linhas de programa de autoconstrução e mutirão: uma para atender a demanda da Região Metropolitana de São Paulo – RMSP –.. realizou o Mutirão São Francisco e o Novo Jardim.44  Prefeitura de Jaboticabal. Em 1992. Nele. foi lançado como um Programa de governo. e o Estado assumiu a promoção do Programa. e outra para atender as prefeituras do interior do estado. com autogestão da obra na compra de materiais. 2003). baseado na gestão institucional. que atendeu cerca de 20.365 famílias (OLIVEIRA et al. Em 1995. mutirão iniciado com autogestão e terminado com recursos públicos.” Entre 1995 e 1998. Em 1989.

Modalidade: Gestão Compartilhada. falta de pessoal capacitado e presença de patologias. iniciou novos mutirões. que prevê a participação dos beneficiários na elaboração do projeto básico e na etapa final. 2010). acabamento interno das obras de edificação. As prefeituras são orientadas a utilizar processos pré-fabricados. a Prefeitura de São Paulo retomou o programa de mutirão com co-gestão. Programa Pró-Lar Autoconstrução (2003-2005): caracteriza-se pelo atendimento habitacional à demanda geral e a famílias em áreas de risco e favelas. Entregou 6. (CDHU. Programa Sonho Meu/Autoconstrução (1999-2002): caracteriza-se pela diminuição da utilização de elementos estruturais pré-fabricados. b) Interior: Fonseca.657 unidades habitacionais e. 2010).  segundo a Cohab-SP. Trani e Wakisaka (2005) apresentam os tipos dos programas: Habiteto (1995-1998): repasse de recursos às prefeituras municipais para viabilizar a execução de obras no processo autoconstrutivo. Atualmente. Uma novidade dessa etapa é o repasse às prefeituras de taxa de administração destinada à construção de serviços especializados e treinamento de mão de obra.45 Atualmente.949 unidades. devido a dificuldades técnicas. (CDHU. o programa chama-se Parceria com Municípios modalidade Autoconstrução. enquanto realiza a licitação para o novo programa Parceria com Associações e Cooperativas. totalizando 6. e visa à construção de unidades em núcleo habitacional urbano em regime de autoconstrução assistida e implantação da infraestrutura e melhorias urbanísticas. por meio de repasse de recursos para execução de obra por administração direta do município. das quais . em 2001. a CDHU finaliza as obras do Pró-lar Mutirão Associativo. posteriormente. e acompanhamento de assistência técnica fornecido por meio da CDHU. inicialmente concluindo as obras começadas pelo programa Funaps Comunitário.

como outros autores. 2004). gestão desses empreendimentos. o que acarretou problemas de falta de recursos e obras inacabadas. que existem diversas modalidades de mutirão. como por exemplo. os programas de mutirão ainda dependem da capacidade de organização e da vontade política dos governos locais.46 790 foram entregues pela gestão de 2001 a 2004 (Cohab-SP. assessorias técnicas. Em 2005. houve diminuição nas obras de mutirão e a transformação de algumas em obras por empreitada global. apesar de retroceder em relação à autogestão da obra. O programa Funaps Comunitário inspirou a criação de outros programas de mutirão cogerido com autogestão da obra. dentre todas as modalidades . 2010). o fornecimento de verba para treinamento de mão de obra. com maior utilização de mão de obra contratada e autonomia da escolha do projeto a ser executado.” (Ojeda. mas ainda existe a falta de metodologia para o gerenciamento desses empreendimentos em todas as suas etapas. mas não houve total paralisação das obras. porém cada um deles foi adaptado às características do local e do público-alvo. Conclui-se também. Houve avanço na autogestão da obra. e que muitas coisas já avançaram. Ainda não se chegou a um consenso de qual a melhor maneira de apresentadas. A criação de programa de mutirão municipal da CDHU visando à população de renda mais baixa com menor organização também é um avanço para a redução do déficit habitacional. “Apesar da experiência e dos avanços adquiridos nesse período. . com a mudança da gestão municipal. que ocorre nos mutirões da CDHU.

) e um ambiente (clientes. organização. Em outras palavras. O mesmo autor entende que o gerenciamento de um processo envolve uma pluralidade de ações. organizações e empresas participantes. tecnológicos. Gerenciar pode ser entendido. É possível ainda entender que a realização de um projeto está assentada sobre um tripé. precisa ser gerenciado e gerenciá-los é fazer com que eles sejam efetivados. Para que um projeto tenha êxito. Um projeto é um conjunto de atividades não rotineiras (único). porém. o projeto. fazendo-o de forma planejada. Trata-se. etc. para que seja implantado. neste . custos. entre outros. um projeto não se materializa espontaneamente. fica entendido que gerenciamento de obra constitui a aplicação do conjunto de ações de planejamento. comunicação. com início e fim bem definidos. organização das competências.). pessoas e interesses atingidos pelo projeto). que é.1 GERENCIAMENTO DE OBRAS DE MUTIRÃO Conceituação Cardoso (1993) define o gerenciamento como um processo continuado de tomada de decisões ao longo do tempo. pois. qualidade. o projeto técnico. é necessário administrar recursos. de modo a fazer com que os objetivos sejam alcançados e que satisfaçam a todos os que nele estiverem envolvidos.47 4 4. cujas ações destinadas a materializar um objetivo (CARDOSO. de diversas naturezas: planificação. Se um desses três apoios falhar. humanos. deve-se especificar o que será avaliado. 2009). amparado por informações de planejamento e controle. controle. a saber: o plano (objetivos. os recursos (financeiros. Neste trabalho. cronogramas. gerenciar é tomar decisões. para que os resultados obtidos sejam continuamente aferidos e avaliados. condução e controle. Para uma avaliação de gerenciamento de obras de mutirão. ou seja. etc. com a finalidade de ordenar uma ação de construção. responsabilidades e autoridades. tomada de decisão e melhoria. orçamentos. com restrições de tempo. o projeto terá problemas. de gerenciar projetos. no caso.

Conforme autores como (CARDOSO. Para não fazer confusão entre as duas ideias. fronteiras e interfaces. quando houver referência ao projeto como conjunto de desenhos e especificações técnicas. adota-se. o termo “projeto técnico”. a obra. missões. neste texto. embora relacionadas. conforme o autor:  Escopo: definição de tarefas. Figura 1: Modelo de gerenciamento do Projeto As funções significam o que é gerenciar e incluem. há três dimensões do gerenciamento: as funções. que representam coisas muito distintas. . 2009). 2009).48 sentido. O gerenciamento de projetos é quase uma consequência da natureza deles. os processos e as etapas e/ou estágios do projeto. Entende-se por projeto. como a arte e a ciência de manter esse tripé permanentemente equilibrado (CARDOSO. responsabilidades.

as etapas. administrar contratos. Os processos dizem respeito ao como gerenciar e são atividades de:  Planejamento.  Comunicação: estabelecimento de formas e produtos de comunicação entre a equipe e empresas internas ao projeto.49  Tempo: planejamento. ritmos e cadências. ao longo do tempo.  Recursos humanos: definição e alocação de equipes. motivação e comportamentos. . elaboração de cronogramas físicos e físicofinanceiros.  Qualidade: busca da qualidade especificada dos produtos intermediários e do produto final.  Risco: análise e avaliação de desvios e riscos aos objetivos do projeto. controles e projeções de custos.  Custos: previsões e orçamentos.  Execução. lidar com terceiros e fornecedores. estabelecimento de durações. e busca de processos com baixas taxas de falhas. a saber:  Concepção. inclusive o do próprio gerenciamento. dizem respeito às fases. e destes com o ambiente externo.  Planejamento.  Organização e coordenação. em que se desenvolve o projeto. treinamento e desenvolvimento. que significam “quando” gerenciar. controle e replanejamento de tempos. administração de pessoal. Finalmente.  Contratos e fornecimentos: definir pacotes de contratações.  Execução.  Finalização ou operação.  Monitoramento e controle.

os mutirantes são os únicos responsáveis pela execução da mão de obra. o que parecia ser a solução para o problema de moradia no Estado. Tratava-se de um grande desafio. o que. Cabe destacar também que. Para o desenvolvimento do programa. se tornou necessária a compatibilização eficiente de três setores: CDHU. tendo. por sua vez. a Administração Estadual. uma vez que perdiam dias de serviço aguardando a entrega dos materiais na obra. não havia nenhuma vantagem para aqueles que se destacavam com o maior número de horas trabalhadas. para o pleno desenvolvimento das atividades. no ano de 1995. além de suas responsabilidades costumeiras. principalmente às de menor porte. por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Além disso.50 4. de modo a não interromper os serviços. provocando desnecessariamente um custo mais elevado ao empreendimento. sem dúvida. primordialmente. quer pessoalmente. seja na obra. a aquisição dos materiais ficava a um preço superior ao praticado no mercado. As Prefeituras tiveram. Surgiram inúmeras dificuldades que emperravam todo o sistema produtivo. ainda que o futuro morador . na dificuldade da aquisição dos materiais. Com o intuito de solucionar o problema no Estado de São Paulo.2 Gerenciamento de mutirão nas obras e projetos da CDHU no Vale do Paraíba. com o desejo de produzir maior número de unidades habitacionais e sem disponibilizar recursos adicionais. Prefeituras Municipais e os mutirantes. um ritmo muito lento na execução da obra. uma vez que. o acréscimo de outras. acarretando o nivelamento por baixo. instituiu o Programa HABITETO. À CDHU. No entanto. As Prefeituras devem providenciar todo o aporte técnico. isto é. futuros moradores. por seu turno. quer por intermédio de parentes. como consequência. cabe o repasse dos recursos e a fiscalização dos serviços. Os mutirantes. o que ocasionava atraso na chegada deles ao canteiro. muitas vezes. seja na promoção das compras dos materiais dentro da lei e no tempo adequado. mostrou-se uma realidade pouco animadora. eram o retrato do desânimo. trouxe turbulência à Administração Municipal. Tal situação traduzia-se.

até então. superiores a 30 meses para a conclusão das obras. . Dessa forma. O sucesso requer a ação conjunta. De forma análoga ao gerenciamento de uma obra convencional. não são suficientes. fazem com que os empreendimentos ou fiquem inacabados por falta de recursos. 2004 apud CARDOSO. Podiam-se verificar tais entraves para o sucesso do Programa HABITETO em vários municípios da Regional do Vale do Paraíba. o triângulo estará desmontado ou: “Gerenciar pode ser entendido como a arte e a ciência de se manter este tripé permanentemente equilibrado (META. Desse modo. também pode ser considerada para os outros municípios do Estado de Sâo Paulo. para comparar os resultados desse gerenciamento com relação à produtividade. o período de obras superior a 30 meses. aos prazos e aos custos. Diante dessa situação. já que as moradias eram de idênticos padrões. todos concordam que a falta de ferramentas de gerenciamento e a baixa capacidade técnica dos municípios. cujos lados são ações das partes que. o gerenciamento de uma obra executada por mutirão pode ser expresso por um triângulo equilátero (figura 2). embora necessárias. mesmo que possuíssem disponibilidade de horário. 2009). Se um dos lados ruir. tal fato pode ser verificado através de contatos com os Líderes dos outros escritórios regionais da CDHU distribuídos pelo Estado. não trabalhavam além do período mínimo. todos os mutirantes. Se um desses três apoios falhar. A situação aqui descrita. ou se alogam por muitos meses. o projeto terá problemas”. visto que quase todos tiveram. recebia o mesmo fruto em relação àquele que trabalhava somente as horas mínimas exigidas. sem considerar outros que desistiram de prosseguir no Programa. por si sós. onde o Estado tem que intervir.51 trabalhasse excessivamente. a Regional do Vale do Paraíba implementou uma série de medidas de gerenciamento que melhoraram o processo e é com base nesse gerenciamento que o presente estudo direciona-se. deixou de existir um comprometimento maior na conclusão do empreendimento.

o mesmo ocorria com o Engenheiro.52 Figura 2: Modelo de tripé para gerenciamento de mutirão Para que o triângulo permanecesse equilibrado. não podem mantê-la à disposição do mutirão em tempo integral. Neste caso. ficou estabelecido que a Gerenciadora elaborasse as requisições para compra de material. O Engenheiro Residente na obra era o mesmo que elaborava as requisições e o controle das compras e contas da obra. portanto. a Prefeitura enviava a prestação de contas para que a Gerenciadora controlasse todas as notas fiscais dos materiais adquiridos. o Engenheiro Residente era um funcionário da Gerenciadora. A primeira decisão tomada foi a permanência do mestre de obras da Gerenciadora no canteiro em tempo integral. Após o recebimento dos materiais. Esse profissional tinha o conhecimento técnico necessário. Além da questão de permanência do mestre no canteiro. caso houvesse alguma anormalidade. Outra atitude adotada. além da . conferindo a quantidade e o valor pago pelos materiais. naqueles mutirões. visto que não haveria incidência custos de mão de obra na fabricação deles. ele poderia ser funcionário da Prefeitura. isso porque. determinando a qualidade. foi a fabricação dos blocos de concreto pelos mutirantes no próprio canteiro. geralmente. os municípios não possuem mão de obra qualificada e. para propiciar redução nos custos. mas. e verificando pontualmente. a quantidade e o preço máximo a ser praticado. foi necessário identificar como gerenciar as atividades e que procedimentos deveriam ser adotados para que o mutirão andasse normalmente. da mesma forma que a Prefeitura não possuía o mestre para permanência em tempo integral no canteiro. quando a possui. em todos os casos apresentados.

da CDHU e Gerenciadoras.Qualidade: a qualidade dos materiais é verificada por meio do QUALIHAB Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo. geralmente. por intermédio de Assistente .2. serão descritas as funções de cada um dos envolvidos no gerenciamento do mutirão. que ocorrem também no canteiro. executado por meio de regime de mutirão. compra de materiais e custos. para um empreendimento de 50 unidades habitacionais são previstos 12 meses. . . No caso dos mutirões. ou o fabricante deverá apresentar todos os ensaios especificados para o tipo de material ofertado fora da listagem dos materiais certificados pelo QUALIHAB. .Tempo: depende do número de unidades. fazendo o controle de qualidade.Escopo: Construção de empreendimento habitacional de unidades térreas e/ou assobradadas. . A seguir. A administração da frequência dos mutirantes é feita pela Prefeitura.1 O que Gerenciar? .Custo: depende da tipologia adotada para o empreendimento.53 experiência para gerir o empreendimento. . os materiais adquiridos para a construção das casas necessariamente devem ser certificados pelo QUALIHAB. assim sendo. com a equipe técnica da Prefeitura. prazos. 4.Comunicação: a comunicação com os mutirantes é realizada diretamente pelo mestre no canteiro e em reuniões mensais.Recursos Humanos: a definição e a alocação de equipes são feitas diretamente pelo mestre de obras da Gerenciadora no canteiro.

2. definição das famílias que trabalharão no canteiro. há tomada de algumas decisões. conferindo a quantidade e o valor pago nos . 4. que é feita pela Gerenciadora. como quais os tipos de benfeitorias serão distribuídas. das requisições de compras dos materiais (Anexo B) e definição de qual mestre de obras da Gerenciadora permanecerá no canteiro em tempo integral.  Monitoramento e controle. do regulamento de obras. ..Contratos e fornecimentos: definir pacotes de compras dos materiais.  Execução. lidar com terceiros e fornecedores. entre outros. determinando a qualidade. os dias e horários de trabalho. que fica permanentemente no canteiro de obras.2 Como Gerenciar?  Planejamento. a quantidade e o preço máximo a ser praticado. reunião inicial com os mutirantes para apresentação do regulamento de obras. .Risco: análise e avaliação de desvios e riscos aos objetivos do projeto. Todas as definições da conduta. A motivação dá-se em assembleias gerais com os mutirantes. onde é decidida a permanência ou não dos menos assíduos. Controle: preparação do controle de obras (Anexo C). o número de horas mínimas que devem ser trabalhadas mensalmente. Organização: preparação da licitação para compra de material. são definidos no Regulamento de obras (Anexo A) que os mutirantes aprovam e assinam antes do início efetivo dos trabalhos. administrar o recebimento dos materiais.  Organização e coordenação.54 Social. etc. Planejamento: elaboração. onde são lançadas todas as notas fiscais dos materiais adquiridos.

a Gerenciadora elabora as requisições de compra de materiais e organiza as famílias beneficiadas (mutirantes). além do controle da qualidade das obras.55 materiais. há o controle das horas trabalhadas dos mutirantes.No mutirão. controla-se o consumo dos materiais. a qualidade e o valor pago pelos mesmos. promovendo-se reuniões mensais para discussão do trabalho desenvolvido no mês e programando-se os trabalhos seguintes. o gerenciamento começa antes mesmo do início efetivo da obra. verificando pontualmente. Já no planejamento.3. faz doação da área onde o empreendimento . fiscalizando-se a sua execução. Ainda durante a execução da obra.1 Prefeituras No planejamento. . 4.Durante a obra. 4. 4. a Prefeitura participa praticamente em todas as etapas do gerenciamento. Antes do início das obras.2. a possibilidade de existência de alguma anormalidade.3 Funções estratégicas dos envolvidos no gerenciamento de obra de mutirão em empreendimentos da CDHU no Vale do Paraíba.3 Quando Gerenciar? .

Trata-se de um agente que auxilia as Prefeituras. Com a . foi descartada inicialmente pela falta desse profissional nos municípios da região de uma maneira geral.3. nem mestres muito menos engenheiros. aprova os projetos nos órgãos competentes. função até então de inteira responsabilidade da Prefeitura. além de receber os recursos do Governo e realizar a licitação de compra e pagamento dos fornecedores dos materiais. apresentação das prestações de contas no prazo. percebeu-se que as mesmas não possuíam nenhuma equipe técnica.2 Aporte Técnico / Assessoria Técnica Quando do início dos trabalhos para assessorar as Prefeituras no gerenciamento das obras de mutirão. Portanto. aqui descrito. No caso do mestre. cuidando para que o que foi comprado seja rigorosamente entregue na especificação anteriormente determinada e nos prazos necessários. o trabalho social durante todo o desenvolvimento da obra. o controle de horas trabalhadas. calcula a demanda a ser atendida. por último. ou seja. ele é específico por obra. Também pode-se elencar. prestavam serviços a diversas Prefeituras. sendo que a sua ação vai desde as licitações até o recebimento dos materiais.56 será implantado. Outro problema encontrado. para que fosse eficaz. escolhe a tipologia adequada dentre as existentes e. foi a baixa capacidade técnica dos mesmos. não podendo se dedicar ao mutirão. o fornecimento de mão de obra especializada para complementar a mão de obra dos mutirantes e. Foi criada também a figura do assessor para assuntos municipais. acompanha e administra todo o desenvolvimento da obra. para que não haja interrupção no repasse de recursos. foi obrigatória a designação de um mestre e um engenheiro da Gerenciadora. elabora os projetos de urbanismo. 4. no conceito introduzido para o gerenciamento. como função da Prefeitura. e quando estes existiam (engenheiros). A ideia de instruir um técnico da Prefeitura para a função. após essa etapa.

A Prefeitura. todo material comprado é conferido por três mutirantes que atestam. por sua vez. a figura de um engenheiro itinerante (antes estabelecida) foi trocada por mestres específicos e permanentes. 4. as quais são anexadas ao edital de licitação. Juntamente com as requisições de compras. para controle da qualidade dos materiais a serem recebidos.3. Tratase de modelo ajustado para as necessidades do novo gerenciamento.3 Suprimentos Concebidas para auxiliar a Prefeitura. a CDHU e nem mesmo à Gerenciadora. O ingresso no processo do mestre exclusivo. são encaminhadas as especificações de todos os materiais. anteriormente praticados. Com efeito. na medida em que os futuros moradores podiam contar constantemente com um agente bem preparado para darlhes atenção e intermediar os seus interesses junto à Prefeitura e a CDHU. bem como coibindo eventuais preços exorbitantes. o que possibilitou ao engenheiro supervisor maior sucesso no acompanhamento da obra e no recebimento de informações. .57 designação desses profissionais. Esse requisito revelou-se imprescindível ao trabalho de liderança com os mutirantes. promoveu-se o aporte técnico existente na obra. a aquisição de materiais para a obra passou a ser realizada de modo muito mais eficiente. do engenheiro e do assessor não provocou custos adicionais à Prefeitura. e que informam as quantidades e preços-limite para compra dos materiais. manteve-se no seu exercício soberano de promover o certame licitatório da maneira que julgasse mais adequada. Além disso. no verso da nota. Dessa forma. havendo progressiva humanização das atividades. evitando-se a demora na chegada dos itens ao canteiro. com o propósito de proteger a administração. o cumprimento da transação. foram criadas as Requisições de Compra de Materiais. que são encaminhadas conforme o avanço das obras.

além de parentes que se mobilizavam no revezamento dos trabalhos.4 Mutirantes Desde o início os mutirantes participam do processo.58 4. e havia uma presença muito grande de mulheres trabalhando no canteiro. e.3. que decidiam pela permanência ou não dos menos assíduos. . sendo a mudança muito vantajosa. no horário comercial. Vale destacar que o mutirão se desenvolveu de segunda a sexta-feira. para o alcance do objetivo que era a construção da moradia. além da apresentação do Regulamento de Obras. a frequência era bastante alta. a qual era feita através do voto dos trabalhadores. sob pena de exclusão. Além disso. A assembleia inaugural era o momento da transmissão da ideia de que a oportunidade ora iniciada representava um momento ímpar em suas vidas. todos os meses eram realizadas assembleias com os mutirantes para análise do desenvolvimento dos trabalhos do mês anterior. Aqueles de maior frequência eram animados a prosseguir com o mesmo esforço. tendo em vista a premiação na conclusão dos serviços (benfeitorias). Os mais ausentes eram exortados a mudar de conduta. Há de se constatar que a casa nova é sempre melhor do que a então alugada. apesar disto.

podendo ser ampliada para até três dormitórios. para execução das unidades. com contratação de mão de obra. Empreitada Global: programa da CDHU em que é contratada uma empresa. Tipologia Definição TG23A Térrea. Tabela 5-1 – Definição das tipologias Benfeitorias: melhorias nas unidades habitacionais não constantes do escopo inicial da obra.59 5 ESTUDOS DE CASO 5. entre outras que são distribuídas de acordo com o saldo contratual disponível e disponibilizadas aos mutirantes com maior número de horas trabalhadas.ou tipo de edificação da CDHU. corresponde a 22% (vinte e dois por cento). podendo ser ampliada para até quatro dormitórios. laje na casa inteira (não somente no banheiro e no corredor). por meio de processo licitatório. incidem custos diretos e indiretos. TI24A Térrea. isolada com dois dormitórios. no orçamento da CDHU.1 Definições Tipologia: define-se com um determinado projeto padrão. equipamentos e BDI. Nessa empreitada. geminada com dois dormitórios. por exemplo: piso cerâmico. que. .

A CDHU repassava os recursos para a compra dos materiais para a execução das unidades – chamada de cesta de materiais – e um .71 2 64 Canas A3 TG23A 22 11 42. O Programa consistia na gestão do tipo institucional.71 2 21 Lagoinha A TG23A 12 12 42.71 2 30 Cunha B TG23A 16 14 42.2 Caracterização Todos os empreendimentos foram realizados pelo Programa Pró-Lar Autoconstrução da CDHU.60 Taxa de administração/ ferramentas/ treinamento e canteiro: na composição do custo do orçamento mutirão. conforme quadro que segue: Empreendimento Prazo Tipologia contratual (meses) Prazo de execução (meses) Área construída por unidade habitacional Número de domitórios Número de unidades do empreendimento Bananal B TG23A 22 11 42.18 2 50 TOTAL 245 Tabela 5-2 – Empreendimentos estudados 5. canteiro. serão apresentados os estudos de caso de seis empreendimentos. é acrescido um percentual em torno 20% a 25% do valor do material para administração.18 2 46 São Bento do Sapucaí B TI24A 22 12 43. além dos materiais. ele é assinado por todos os mutirantes. Neste capítulo. Regulamento de obras: documento que define todas as regras do mutirão. ferramentas e treinamento da mão de obra.71 2 34 Potim A TI24A 34 12 43. em parceria com as Prefeituras Municipais.

é apresentado o projeto de implantação do empreendimento. telhado de telhas cerâmicas e estrutura de madeira. e aproximadamente 160 m² (8 m x 20 m) de área do terreno. A Gerenciadora ficou responsável pela condução da obra e à Prefeitura coube a licitação e compra dos materiais e pagamento da mão de obra contratada. uma foto para apresentação do conjunto e o controle de horas mensal dos mutirantes.2. para uma economia dos recursos. sala. O mestre de obras da Gerenciadora permaneceu no canteiro durante todo o período de execução e. laje maciça no banheiro e corredor. . além disso. treinamento de mão de obra e compra de ferramentas. 5.1 Bananal B O conjunto Bananal B possui. os blocos foram todos fabricados no canteiro pelos mutirantes. em alguns casos. casas geminadas térreas. além do controle de frequência dos mutirantes. Os trabalhos com os mutirantes desenvolveu-se de segunda a sexta-feira das 7 h às 17 h. e pintura interna e externa. revestimento interno e externo em massa única. A obra foi realizada com processo construtivo em alvenaria estrutural com blocos de concreto. repassa verba para a execução de infraestrutura (Canas A3). cozinha e banheiro.61 adicional para administração. e ocorreu num período de 11 meses. 64 unidades habitacionais. Em continuidade. dois quartos.71 m² de área construída. modelo TG23A da CDHU (Figura 3). piso cimentado. Cada unidade com 42.

62 Figura 3 – Planta da Tipologia TG23A Figura 4 – Implantação Bananal B .

63 Figura 5 – Vista geral do empreendimento .

64 Figura 6 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

65 Figura 6 – Planilha de controle de horas dos mutirantes (continuação) .

telhado de telhas cerâmicas e estrutura de madeira. Cada unidade com 42. os blocos foram todos fabricados no canteiro pelos mutirantes. dois quartos. é apresentado o projeto de implantação do empreendimento. piso cimentado. laje maciça no banheiro e corredor. e aproximadamente 160 m² (8 m x 20 m) de área do terreno. e ocorreu num período de 12 meses. casas geminadas térreas. A obra foi realizada com processo construtivo em alvenaria estrutural com blocos de concreto. Como nos empreendimentos anteriores. modelo TG23A da CDHU (Figura 7). cozinha e banheiro.66 5. Na sequência.71 m² de área construída. aqui. .2 Canas A3 Canas A3 é um conjunto de 30 unidades habitacionais. a planilha orçamentária oficial da CDHU e o controle de horas mensal dos mutirantes. e pintura interna e externa. sala. revestimento interno e externo em massa única. O conjunto em sua totalidade possui 60 unidades. os trabalhos com os mutirantes desenvolveu-se de segunda a sexta-feira das 7 h às 17 h.2. para uma economia dos recursos. mas foi dividido em dois grupos e. estudamos apenas o primeiro grupo de mutirantes composto por 30 famílias. O mestre de obras da Gerenciadora permaneceu no canteiro durante todo o período de execução e. uma foto para apresentação do conjunto.

67 Figura 7 – Planta da Tipologia TG23A Figura 8 – Implantação Canas A3 .

68 Figura 9 – Vista geral do empreendimento .

69 Figura 10 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

mesmo com o sistema alternativo. mas. uma foto para apresentação do conjunto. O sistema construtivo adotado utilizou formas moduladas que foram preenchidas com um concreto especial composto por materiais convencionais (cimento. houve também o acompanhamento do mestre da Gerenciadora em tempo integral no canteiro. ainda assim.2. Na sequência. e aproximadamente 160 m² (8 m x 20 m) de área do terreno. Como nos empreendimentos anteriores. Como o empreendimento foi construído com um sistema construtivo alternativo. sala. e pintura interna e externa. foi executada pelos próprios mutirantes. os trabalhos com os mutirantes desenvolveu-se de segunda a sexta-feira das 7 h às 17 h. é apresentado o projeto de implantação do empreendimento. houve um acompanhamento da ABCP nessa parceria. e ocorreu num período de 14 meses. etc. modelo TG23A da CDHU (Figura 11).71 m² de área construída. laje maciça no banheiro e corredor. brita e água). aos quais se acrescentou uma espuma que inseria pequenas bolhas de ar no concreto no início da concretagem. a mão de obra para a montagem das formas. areia. casas geminadas térreas. piso cimentado. concretagem. cozinha e banheiro.3 Cunha B Cunha B é um conjunto de 21 unidades habitacionais.70 5. Cada unidade com 42. dois quartos. . a planilha orçamentária oficial da CDHU e o controle de horas mensal dos mutirantes. telhado de telhas cerâmicas e estrutura de madeira.

71 Figura 11 – Planta da Tipologia TG23A Figura 12 – Implantação Cunha B .

72 Figura 13 – Vista geral do empreendimento .

73 Figura 14 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

e aproximadamente 160 m² (8 m x 20 m) de área do terreno. com método convencional de construção. para uma economia dos recursos. O mestre de obras da Gerenciadora permaneceu no canteiro durante todo o período de execução e. com o mutirão trabalhando de segunda a sexta-feira. Há que se ressaltar que o prazo de execução das obras foi excelente. Cada unidade com 42. .74 5. costumam arrastar-se por longos meses.4 Lagoinha A O conjunto Lagoinha A é composto por 34 unidades habitacionais. cozinha e banheiro. piso cimentado. os blocos foram todos fabricados no canteiro pelos mutirantes.71 m² de área construída. laje maciça na casa inteira (benfeitoria). são apresentados os projetos da tipologia. A obra foi realizada com processo construtivo em alvenaria estrutural com blocos de concreto. modelo TG23A da CDHU (Figura 15). uma foto para apresentação do conjunto e o controle de horas mensal dos mutirantes. casas geminadas térreas. as mulheres representavam o número maior de mutirantes. telhado de telhas cerâmicas e estrutura metálica. das 7 h às 17h. revestimento interno e externo em massa única. mesmo quando adotados métodos construtivos alternativos. sala. de implantação do empreendimento. já que trabalhos executados em regime de mutirão (cesta de materiais). dois quartos. e pintura interna e externa.2. Em continuidade. O desenvolvimento das obras ocorreu num período de 12 meses.

75 Figura 15 – Planta da Tipologia TG23A Figura 16 – Implantação Lagoinha A .

76 Figura 17 – Vista Geral do Empreendimento .

77 Figura 18 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

46 unidades cada. Cada unidade com 43.5 Potim A Potim A é um conjunto de 46 unidades habitacionais. telhado de telhas cerâmicas e estrutura de madeira. O conjunto possui 299 unidades.18 m² de área construída. laje maciça na casa inteira (benfeitoria). e ocorreu num período de 12 meses. uma foto para apresentação do conjunto e o controle de horas mensal dos mutirantes. A obra foi realizada com processo construtivo em alvenaria estrutural com blocos de concreto. estudamos apenas o primeiro grupo de mutirantes composto por 46 famílias. e aproximadamente 180 m² (9m x 20 m) de área do terreno. Como nos empreendimentos anteriores. O mestre de obras da Gerenciadora permaneceu no canteiro durante todo o período de execução e. para uma economia dos recursos. . casas isoladas térreas. sendo que. os trabalhos com os mutirantes desenvolveu-se de segunda a sexta-feira das 7 h às 17 h.78 5. sala. e pintura interna e externa. cozinha e banheiro. em média. O orçamento deste empreendimento é o mesmo da figura 9 (nove). os blocos foram todos fabricados no canteiro pelos mutirantes. piso cimentado. aqui. revestimento interno e externo em massa única. dois quartos. mas foi dividido em diversos grupos com.2. Segue a apresentação do projeto de implantação do empreendimento. modelo TI24A da CDHU (Figura 19).

79 Figura 19 – Planta da Tipologia TI24A Figura 20 – Implantação Potim A .

80 Figura 21 – Vista geral do empreendimento .

81 Figura 22 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

revestimento interno e externo em massa única. a seguir.6 São Bento do Sapucaí B São Bento do Sapucaí B é um conjunto com 50 unidades habitacionais. e pintura interna e externa. para uma economia dos recursos. Como no empreendimento anterior. casas isoladas térreas.2. de implantação do empreendimento. telhado de telhas cerâmicas e estrutura de madeira.82 5. os projetos da tipologia. sala. . dois quartos. Apresentam-se. modelo TI24A da CDHU (Figura 23). Cada unidade com 43. piso cimentado. O mestre de obras da Gerenciadora permaneceu no canteiro durante todo o período de execução e. A obra foi realizada com processo construtivo em alvenaria estrutural com blocos de concreto. os trabalhos com os mutirantes desenvolveu-se de segunda a sexta-feira das 7h às 17h.18 m² de área construída. laje maciça no banheiro e corredor. e ocorreu num período de 12 meses. os blocos foram todos fabricados no canteiro pelos mutirantes. e aproximadamente 180 m² (9m x 20 m) de área do terreno. cozinha e banheiro. uma foto para apresentação do conjunto e o controle de horas mensal dos mutirantes.

83 Figura 23 – Planta da Tipologia TI24A Figura 24 – Implantação São Bento do Sapucaí B .

84 Figura 25 – Vista geral do empreendimento .

85 Figura 26 – Planilha de controle de horas dos mutirantes .

na página seguinte. sendo que. os custos de acordo com as planilhas orçamentárias de cada empreendimento.  os custos do mutirão com benfeitorias foram calculados através de um levantamento de quantidades de materiais e serviços distribuídos aos mutirantes como premiação. . revestimentos internos com argamassa. nesses custos. são os constantes da planilha orçamentária da CDHU para cada empreendimento.  os custos da empreitada global são os constantes das planilhas orçamentárias das respectivas tipologias. partindo da data-base do orçamento). Apesar de haver tipologias iguais.3 Resultados 5..1 Custos O gráfico apresentado. 5 INCC Índice Nacional de Custo da Construção. que dependendo da época do convênio. existem diferenças nos custos devido a uma distinção de serviços que foram acrescidos às obras ao longo do tempo.  todos os custos apresentados foram atualizados até abril/ 12 (por meio do INCC5. giram em torno de 20 a 25%. por exemplo. nas quantidades. etc. mostra os resultados obtidos da avaliação dos custos de construção por mutirão. nas planilhas orçamentárias em referência.3. estão incidentes as despesas indiretas e os encargos financeiros e bonificação que.86 5. Com relação aos dados exibidos devem ser observados:  os custos do mutirão. treinamento e ferramentas. são em torno de 22%. ou seja. acrescidos de taxa de administração. a cesta de materiais. aplicando-se.

quando são inclusos os custos da mão de obra à cesta de materiais (sem BDI). Nos resultados. além de não visar lucros. . isso porque não são incidentes os custos de mão de obra e BDI. inclusive com as benfeitorias.87 Figura 27 – Comparativo de custos Os resultados evidenciam que os custos totais de construção do mutirão. também é possível verificar que. caso as benfeitorias fossem aditadas aos convênios. Ademais. pois a Prefeitura não é uma empresa e portanto não possui despesas de nota fiscal. isso porque não são incidentes o BDI. a empreitada global chega a ser duas vezes maior. são relativamente baixos. e realmente não faz sentido a inclusão desse percentual. os custos do mutirão ainda ficam inferiores aos custos de uma empreitada global. elas representariam um aumento de cerca de 30% nos custos.

orçamento de mutirão com benfeitorias. quando bem gerenciado. além de suficiente. foi possível executar as guias e as sarjetas. sem qualquer custo adicional aos convênios. Além das benfeitorias individuais (colocação de piso cerâmico. Nos anexos estão apresentadas as planilhas orçamentárias oficiais dos empreendimentos analisados. na figura 28. pode gerar saldo restante para a execução de benfeitorias. as contratadas e as previstas para empreitada global. os muros de arrimo e todo o paisagismo. no caso de Lagoinha A. a conclusão da terraplenagem. Nessa curva. demonstra os comparativos relativos a quantidades de homem-hora por m² entre a previsão do orçamento de mutirão. além da fabricação de todos os blocos no canteiro de obras. etc.3. A seguir.2 Produtividade O gráfico apresentado. como foi apresentado na figura 27.  a quantidade de homem-hora por m² do orçamento foi obtida por meio da Curva ABC de insumos da CDHU. viabilizando. foi possível implantar todo o sistema de tratamento de esgotos no conjunto São Bento do Sapucaí B. que utiliza os mesmos coeficientes do TCPO para a composição dos serviços. com a economia gerada. são detalhados cada um desses parâmetros. esgoto e drenagem no conjunto Bananal B. 5. azulejo.). pois elas foram realizadas com as sobras dos recursos dos convênios. Essa comparação é importante para confirmar que o repasse da CDHU. assim como a execução das redes de água. . resultantes da economia gerada pela implementação da metodologia de gerenciamento apresentada. inclusive. consta o total de horas para a execução de uma unidade habitacional. uma vez que serviços essenciais não seriam executados por falta de recursos dos municípios. a quantidade de homem-hora efetivamente trabalhada no mutirão. a entrega dos mesmos.88 o que não ocorreu.

foi somado o total de horas trabalhadas pelas famílias em todo o período de construção.89  a quantidade de homem-hora por m² do orçamento com benfeitorias foi obtida através do cálculo dos serviços (benfeitorias). foram adicionadas o total de horas trabalhadas pelas famílias em todo o período de construção. aplicando-lhes os coeficientes da quantidade de horas dos profissionais constantes das composições dos serviços e acrescidos ao total de homem-hora por m² do orçamento.  para o quantitativo de homem-hora por m² trabalhado pelo mutirão.  para o quantitativo de homem-hora por m² total.  para o quantitativo de homem-hora por m² contradada. Figura 28 – Comparação entre horas previstas e trabalhadas . sendo acrescidos das horas de mão de obra contratada. foram somadas todas as horas dos profissionais contratado ao longo de toda a obra.

isso porque houve um atraso na entrega do empreendimento.). exceção para o empreendimento Canas A3. por exemplo. continuar no canteiro. mesmo com a inclusão de diversas benfeitorias e mão de obra contratada. dentro desse modelo de gerenciamento. devido à execução das redes de água e esgotos pela Concessionária. é possível verificar que. box no banheiro. Isso foi possível graças a um sistema de correspondência entre a quantidade de horas trabalhadas e as benfeitorias implementadas nas unidades habitacionais dos respectivos trabalhadores. acabou ocorrendo essa distorção nos resultados. porque a obra de edificação já estava concluída. as famílias que mais trabalham são “premiadas” com as benfeitorias. o que elevou o número total de horas trabalhadas. além disso. Considera-se que esse resultado é muito importante e demonstra que. etc. carpinteiros. gabinete no banheiro e na cozinha. o número de horas trabalhadas é inferior ao previsto em um orçamento para empreitada global da tipologia. os mutirantes foram capazes não só de executar os serviços. mesmo sem serem profissionais (pedreiros. é verificado o valor em reais do saldo do convênio . Assim. descontando-se o mínimo exigido no Regulamento de obras. e os mutirantes decidiram. como piso cerâmico. encanadores. em torno de 1200 a 1500 horas/mês. Assim.3. em assembleia. os mais frequentes chegam a receber “gratuitamente” (fruto de sua grande carga horária). que são melhorias na unidade habitacional. mas o fazer em um tempo menor que o previsto em orçamento.90 Assim sendo. como forma de estimular as famílias a trabalharem mais e melhor no mutirão.3 Benfeitorias O sistema de distribuição de benfeitorias foi um mecanismo criado. Essas benfeitorias são distribuídas levando-se em conta o total de horas trabalhadas. 5. mas os únicos serviços realizados eram o de limpeza do canteiro. Como não é possível separar esses momentos do quadro de horas.

teve benfeitorias no valor de R$ 500.000.500 horas. registrando-se sempre grande motivação no mutirão.500 horas. A diferença é possível graças a um sistema de correspondência entre a quantidade de horas trabalhadas e as benfeitorias implementadas nas unidades habitacionais dos respectivos trabalhadores. todos são beneficiados. ou seja.500 horas investidas no empreendimento.00 Valor de cada hora beneficiada: R$ 1. R$/h. A Tabela 5-3 apresenta esses resultados. Para melhor elucidação.500 horas: 15.91 resultante das economias durante a execução das obras. acumulando volume médio de horas por família em torno de 1. . Assim. além das 1. o mutirante que trabalhou 2.000 horas Saldo em dinheiro: R$ 15. Apurando-se a relação de saldo de horas e saldo em reais (R$/h). na sequência.000 horas (500 horas a mais da média). de uma forma ou de outra. e assim sucessivamente. obteve-se o valor da hora trabalhada. há um nível de resposta muito bom.00. recebem laje na casa inteira e todos os cômodos revestidos com argamassa de cimento e areia. Como resultado. normalmente. Deve-se ressaltar o fato de que todos os mutirantes receberam mais do que a casa standard prevista na planilha inicial do convênio.00 Em outras palavras. Mesmo os menos frequentes. sendo que aqueles que demonstram maior dedicação obtêm um total aproximado de 3. é demonstrado um exemplo sobre como são aplicados esses critérios: Saldo Total de Horas que excederam 1.

33% Cunha “B” 21 23.82%2 4.04% 50 36% 28% 10%3 6% 4% “B” Lagoinha “A” Potim “A” São Bento do Sapucaí “B” 1 Laje 2 Forro de madeira 3 Forro de Gesso 4 Piso cerâmico no banheiro Tabela 5-3 – Distribuição de benfeitorias por empreendimento 5.81% 19.13% Canas “A3” 30 30. ou forro de Gabinete na cozinha Box no e no Banheiro banheiro madeira.28% 34 100%4 100% 100%1 0% 0% 46 43.87% 13.3.00% 10%2 3.05% 23.25% 7. ou banheiro e forro de cozinha gesso.º de Piso Unidades cerâmico na casa inteira casa Azulejo no inteira. uma vez que eles chegam a durar mais de três anos e a justificativa para tal atraso normalmente é atribuída à falta de mão de obra especializada.4 Prazos Uma das principais críticas feitas ao sistema de mutirão diz respeito ao seu prazo de execução. .81%2 0% 14.74% 100%1 10.33% 3.48% 71.92 Percentual de Famílias Beneficiadas nas Principais Benfeitorias Laje na Obra N. Bananal 64 26.00% 23.58% 3.56% 6.

93 Na figura 29. a maioria com mais de 36 meses e o percentual de execução ainda muito baixo. Esses empreendimentos também são em torno de 50 unidades. os empreendimentos têm o seu prazo de execução muito maior do que os apresentados no estudo de caso. onde a CDHU repassa a cesta de materiais e a mão de obra. e os municípios licitam a contratação da mão de obra para a execução das obras. Pode-se verificar que mesmo com contratação de mão de obra especializada. mas sem incidência de BDI. Figura 29 – Comparação entre prazo de execução de mutirão e PPM . são apresentados comparativos de prazos entre os empreendimentos na modalidade PPM – Programa Parceria com Municípios que substituiu o mutirão.

94

5.3.5 Financiamento

Na tabela 5-4, são apresentados os dados sócio- econômicos de algumas
obras, nessa tabela vale ressaltar o valor baixo da prestação, isso porque parte do
financiamento é subsidiado pelo Governo, conforme a faixa de renda, quanto menor a
renda, maior o subsídio.

Tabela 5-4 – Distribuição por faixa de renda, valor do financiamento e das prestações.

O subsídio também é maior para o mutirão, como demonstrado na figura,
comparando os empreendimentos de mutirão com um executado pelo regime de
empreitada global, mesmo com o valor financiado maior, a prestação continua sendo
menor. Esse também é um fator importante para que se faça a opção da execução
através da autoconstrução pelo sistema de mutirão.

95

6

CONCLUSÕES

Há muitas décadas, governos de vários países vêm buscando soluções para a
redução do déficit habitacional, sem, contudo, lograr êxito. No Brasil, essa busca
também já perdura várias décadas e os resultados mais expressivos foram observados
na atuação do BNH durante os seus 20 anos de funcionamento, mas como o BNH foi
extinto, as políticas públicas entraram num período de esvaziamento, em que
praticamente deixou de existir uma política nacional de habitação.
Nesse cenário, surgiram diversos programas habitacionais para atendimento à
população de baixa renda, dentre eles, o programa de mutirão. Esse programa,
inicialmente, tornou-se atraente devido aos baixos custos de construção, visto que não
são incidentes os custos de mão de obra e BDI.
No âmbito do Governo Federal, somente em março/2009, foi lançado um
programa de abrangência nacional, o Minha Casa Minha Vida, cujo o objetivo é criar
mecanismos de incentivo à produção e aquisição de um milhão de novas moradias,
mas que não determina prazo para que isso ocorra. Passados três anos de lançamento
do programa, de acordo com dados do Ministério das Cidades, a primeira etapa já
atingiu mais de um milhão de moradias, e já tendo sido lançado o programa Minha
Casa Minha Vida 2, que atigiu 40% da meta que é também de um milhão de moradias.
Porém, para avaliar melhor esses resultados, seriam necessários estudos mais
aprofundados, mas, em uma primeira análise, o programa vem se mostrando de grande
sucesso em relação ao número de unidades, uma vez que também atinge familias com
até três salários mínimos. Se forem analisados os custos de construção através de
empreitada global custa bem mais que uma unidade executada através da
autoconstrução.
Também a fim de reduzir déficit habitacional, construindo o maior número de
unidades com baixo custo, em 1995, o Governo do Estado de São Paulo, através da

96

CDHU, instituiu o programa Habiteto (mutirão). Tratava-se de um grande desafio, uma
vez que, para o pleno desenvolvimento das atividades, se tornou necessária a
compatibilização eficiente de três setores: CDHU, Prefeituras Municipais e os
mutirantes, futuros moradores.
O programa apresenta fatores positivos e negativos. Entre os fatores positivos,
vale ressaltar o baixo custo, a formação de profissionais, uma vez que os mutirantes
acabam apreendendo uma nova profissão, além disso, há a identificação do mutirante
com o fruto do seu trabalho, o que propicia a manutenção e o uso adequados, conforme
Abiko, 1996. Como fatores negativos, parece possível destacar a baixa capacidade
técnica das Prefeituras para administrar esses mutirões, ocasionando atrasos na
licitação e, consequente, entrega dos materiais, o que também atrasa a execução dos
serviços, aumentando o seu prazo de execução, havendo registros de conjuntos que
levaram mais de três anos para serem construídos.
O objetivo do presente trabalho foi apresentar a metodologia de gerenciamento
dos mutirões desenvolvidos no Escritório Regional da CDHU no Vale do Paraíba, para
resolver a dificuldade das Prefeituras na administração desses empreendimentos. Cabe
ressaltar que não houve qualquer repasse de verba para contratação de mão de obra,
apenas um percentual da cesta de materiais para administração e treinamento da mão
de obra. Atualmente, na CDHU, não existem mais os mutirões, somente PPM’s
(Programa Parceria com Municípios), os quais recebem verba para contratação da mão
de obras, mas sem BDI, o que dificulta a contratação de empresas para execução das
mesmas e que nem sempre soluciona o problema dos atrasos na execução das obras.
Durante os estudos, foram realizados contatos com os líderes dos outros
escritórios regionais da CDHU no Estado de São Paulo, e todos corroboram que o
problema maior dos mutirões é a baixa capacidade técnica dos municípios em gerenciar
as obras.
O Escritório Regional de Taubaté no Vale do Paraíba, decidiu implantar esses
diversos procedimentos de gerenciamento nas obras de mutirão, pois percebeu que as
Prefeituras, como dito anteriormente, não possuem capacidade técnica para
desenvolvimento dos mutirões, muitas delas não possuem engenheiro em seu quadro
de funcionários, e em municípios de pequeno porte, que são a maioria nos estudos de

A presença do mestre de obras em tempo integral no canteiro permitiu que a qualidade do serviço fosse melhor. que os municípios não possuem equipe técnica para a elaboração das licitações de material e mão de obra. os procedimentos de gerenciamento apresentados no capítulo 4 (quatro) foram essenciais para os bons . determinando atrasos na entrega dos materiais e a contratação de empresas de mão de obra que não são capazes de realizar os trabalhos. foi possível um controle melhor dos gastos. só eram comprados materiais com preços maiores que os fixados em casos extremos. deu-se devido primeiramente a fabricação dos blocos no canteiro. Nos empreendimentos. não há a presença do mestre de obras da Gerenciadora em tempo integral no canteiro.97 caso. é que as compras eram pagas à vista. e esses preços eram obtidos através de pesquisa de mercado. Também se pode perceber novamente com essa modalidade da CDHU. como pode ser visto nos resultados de custos e no comparativo de horas previstas x trabalhadas. o que resultou prazos de execução longos e qualidade dos serviços insatisfatória. não podendo portanto. tais benfeitorias não produziram custos adicionais. pois com a economia do bloco. Com essa metodologia de gerenciamento. esse engenheiro quando existe. conseguiu-se fazer um caixa para pagamentos à vista. ou seja. conforme figura 29. obtendo-se a média dos três melhores preços. gerando economias que foram revertidas em benfeitorias para os mutirantes mais assíduos. geralmente os municípios obedeciam esses tetos fixados. Os custos menores verificados nos estudos de caso aqui apresentados. além de uma distribuição organizada dos trabalhos entre os mutirantes. presta serviços a diversas Prefeituras. atualmente. Nos estudos de caso apresentados. determinados nas requisições de compras de materiais. depois pela fixação de preços máximos a serem praticados pelas Prefeituras. os PPM’s. onde não se conseguia nenhum fornecedor para aquele preço inicialmente estipulado. fazendo com que nenhum trabalhador ficasse com o seu tempo ocioso. o que também gerou uma economia. contratados pela CDHU. mesmo com a contratação de mão de obra especializada. realizar o controle que era necessário. Outro fator importante.

cerca de 12 meses. no decorrer da obra. Além disso. desde que gerenciado corretamente. cumpre destacar a importância social dos trabalhos realizados em regime de mutirão. já que os mesmos desenvolviam-se de segunda-feira a sexta-feira. Com a realização das reuniões mensais e a distribuição de benfeitorias. pois além do benefício da moradia. economizando-se. e até mesmo os PPM’s que costumam arrastar-se por longos anos. não considero que os mutirantes tenham sido explorados. uma vez que lá são apresentadas as quantidades necessárias e os preços máximos de devem ser praticados. atrasos nas mesmas e suspensão do recebimento de recursos. eles tem uma redução no valor da parcela de financiamento de cerca de 40%. Com o controle financeiro elaborado e acompanhado pelo engenheiro da Gerenciadora. e também havia uma mobilização entre os familiares para o cumprimentos da horas de trabalhos no mutirão. Vale destacar que a maior parte da mão de obra nos canteiros eram compostas por mulheres. elétrica e serviços de pedreiro e passaram a liderar equipes de mutirantes. o mutirão é uma modalidade de construção viável. foram verificados diversos fatores positivos que passa a descrever. em horário comercial. a análise das prestações de contas enviadas pela Prefeitura ficou mais ágil. houve a motivação necessária para que os mutirantes trabalhassem com assiduidade. Assim compreendido. alguns mutirantes destacaram-se em atividades de hidráulica. assim. resultando em prazos de execução muito bons. evitando-se. No gerenciamento. na contratação de mão de obra especializada. assim. isso porque nessa modalidade os subsídios são maiores. de forma quase espontânea.98 resultados financeiros obtidos nos empreendimentos. ou seja. as requisições de compra dos materiais também permitiram um controle melhor dos gastos. Mesmo com uma sobrecarga nos trabalhos. . se comparados com trabalhos executados em regime de mutirão (cesta de materiais). Da mesma forma.

Conclui-se também que os métodos e os procedimentos de gerenciamento apresentados podem trazer ganhos econômicos. . demonstrando ser um instrumento útil para aperfeiçoamento dos processos de gerenciamento dos mutirões.99 Como resultado. várias pessoas aprenderam um novo ofício e chegaram a ser contratados como instrutores nas obras vizinhas da CDHU. sociais e de qualidade. Trabalhos futuros aplicando os procedimentos apresentados em obras de mutirão podem validar e melhorar a metodologia aqui apresentada. formando-se uma cadeia de transmissão de experiência.

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105 ANEXO A – Modelo de Regulamento de Obras PREFEITURA MUNICIPAL DE POTIM REGULAMENTO DE OBRAS .

Ele determina direitos e deveres de cada parte envolvida nesse processo.CDHU e a Prefeitura Municipal de Potim. quais sejam: Prefeitura Municipal como agente promotor. facilitando a compreensão dos compromissos de cada família no decorrer do processo construtivo até o final da obra. seu relacionamento com a equipe técnica e a Prefeitura. tem o presente documento o objetivo de definir. compromissar e regulamentar as relações entre as partes envolvidas na implantação do empreendimento. contribuindo com horas de trabalho. - c) Mestre de Obras. Este regulamento serve para disciplinar e orientar a permanência e o trabalho dos mutirantes na obra. oferecida pela Prefeitura Municipal: - a) Engenheiro. O sistema de mutirão consiste na execução das obras pelos próprios interessados (ajuda mútua). Disposições Gerais ___________________Funcionamento do Sistema___________________ A Direção da Obra será executada pela seguinte equipe. - b) Técnico Social. Mutirante qualificado como agente executor e com a anuência da CDHU como agente financeiro.106 PREFEITURA MUNICIPAL DE POTIM REGULAMENTO DE OBRAS Por força de contrato celebrado entre a Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano . - d) Almoxarife. __________Atribuições Básicas dos Membros da Equipe Técnica__________ Engenheiro - Responsabilizar-se tecnicamente pela obra executada. através do qual a primeira repassará recursos financeiros para a segunda construir sob regime de mutirão 50 (cinquenta) unidades habitacionais no empreendimento denominado Potim "A". .

- Detectar problemas de relacionamento entre os mutirantes com a Prefeitura e/ou a CDHU. - Elaborar um plano social global. levando em conta as características de formação profissional. se possível. - Promover junto aos mutirantes a divulgação de todas as questões de interesse dos mesmos. Estes relatórios devem ser entregues à Prefeitura e CDHU. - Informar ao grupo sobre as responsabilidades do Estado. de forma integrada com a equipe. com focos sobre as questões organizativas e capacidade de autogestões do grupo. - Manter bancos de dados atualizados sobre as famílias de mutirantes e. promover a apresentação do projeto urbanístico e arquitetônico do empreendimento ao grupo alvo. ou entre os mesmos. além de participar das atividades didáticas. - Dar acompanhamento intensivo aos mutirantes no canteiro de obras. vivência e cumprimento do solicitado pela CDHU. - Programar e planejar compra / entrega de materiais (sob orientação da CDHU). Prefeitura. - Propor e orientar os mutirantes quanto à elaboração.107 - Acompanhar as obras de edificação e de infra-estrutura básica. atuando no sentido de buscar soluções para os problemas. Prefeitura Municipal e CDHU. antes da assinatura dos termos de compromisso. - Fazer a orientação geral da obra. Mestre de Obras Este profissional deverá se e dedicar ao programa em tempo integral e será responsável pelo andamento da obra com as seguintes funções: . - Ajudar os mutirantes a criar mecanismos para manter elevada a motivação do grupo alvo. e estarão sujeitos à Avaliação dos técnicos sociais da CDHU. discussão. antes do início das obras e. idade. - Informar e divulgar medidas de segurança na obra e educação sanitária. eventos e outras que forem estabelecidas. Técnico(a) Social - Em conjunto com os demais membros da Prefeitura. verificando a qualidade dos serviços e orientando o mestre de obras. através destes dados. condições de saúde e outras. ajudar a manter os grupos de trabalho. - Fazer relatórios de avaliação periódicas e coincidentes com períodos de medição de obras.

A Prefeitura Municipal deverá apresentar a prestação contas mensalmente dos valores recebidos e gastos na obra. ____________________ Controle de Materiais e de Contas ____________________ Todos os materiais deverão ser recebidos na obra através de Nota Fiscal correspondente.. - Programar a distribuição dos materiais. equipamentos de segurança.108 - Orientar as famílias participantes para a realização das tarefas da obra. Toda Nota Fiscal deverá ser assinada no verso pelo Conselho Fiscal. - Manter constantemente alerta o grupo de trabalhadores no problema de prevenção de acidentes. - Atender ao controle de material de acordo com as diretrizes da GERENCIADORA/CDHU. Almoxarife Este profissional pode ser funcionário da Prefeitura ou mutirante que será responsável pela condução do almoxarifado da obra. tendo as seguintes funções: - Controlar rigorosamente a entrada e saída de todo o material de construção. - Executar a organização da obra. - Elaborar o diário de obras. - Verificar e garantir a produtividade dos mutirantes. sobre os problemas e soluções adotadas. ferramentas. - Acompanhar e orientar os serviços de acordo com a programação feita pelo engenheiro. - Informar o engenheiro e membros da equipe. relatando todos os acontecimentos do dia. - Solucionar os problemas rotineiros que ocorrem em uma obra. - Levar ao conhecimento da equipe técnica. relativos a sua capacitação profissional. sendo inteiramente vedada a entrada de materiais sem a respectiva documentação. as baixas de estoque. etc. .

A quantidade de horas trabalhadas Serão trabalhadas as horas necessárias para a conclusão das unidades. Prevendo-se o mínimo de 120 horas mensais. os mutirantes integrantes do grupo de concretos masseira. deverão se dividir de tal forma que parte da equipe chegue antes ou saia depois do horário do término. Horário: Início dos trabalhos Café das 9:00 às 9:15 Almoço e descanso Café 07:00 das 12:00 às 13:00 das 15:00 às 15:15 Término do trabalho 17:00 A critério da coordenação de obras. cozinha. Quando houver necessidade. nada impedindo que o trabalho seja realizado todos os dias com um descanso semanal. O almoxarife deverá chegar 30 minutos antes e sair apenas no final do expediente para que os trabalhadores não sejam prejudicados. a ser decidido em assembléia pelos mutirantes. os trabalhos poderão ser estendidos após as 17:00 horas. domingos e feriados não santos. limpeza e reaproveitamento de material. Apontamento de Presença . durante o horário de verão.109 _________________Horário e Condições de Trabalho_________________ Horário: O mutirão funcionará principalmente aos sábados. visando compensar os dias paralisados por chuvas ou outros motivos.

Participação de Menores Os adolescentes entre 16 a 18 anos poderão trabalhar diretamente na obra com autorização por escrito dos pais. computando as horas trabalhadas para os titulares. os mutirantes deverão comparecer no canteiro de obra. No caso de extravio.110 O controle de presença será feito através de livro de ponto. É expressamente proibida a presença de menores de 16 anos na obra. cabendo aos coordenadores dispensá-los ou não. Não sendo efetuado o pagamento ou reposição. Serão entendidos como mutirantes titulares o marido e a esposa. com exceção de crianças em creche. todavia. Chuvas No caso de chuva. O uso de ferramentas Os mutirantes serão responsáveis pelas ferramentas que usarem na obra. Podem. realizado pelo auxiliar administrativo ou mutirante designado pela coordenação. . o mutirante será impedido de entrar no canteiro. as ferramentas deverão ser pagas ou repostas no prazo de 30 dias. Compromisso dos Mutirantes Participação do Trabalho Os mutirantes seguirão a orientação de seu coordenador de trabalho. que serão entregues aos cuidados do grupo específico. durante a jornada de trabalho. quaisquer pessoas os auxiliarem na execução dos serviços.

O crachá deverá ter fotografia. Não será permitido o porte de arma de fogo ou arma branca dentro do canteiro de obras. Não será permitido o uso de mini-saia. ou não serão aceitas. Vendedores Ambulantes Não será permitida a presença na obra. . sendo certo que a reincidência provocará o desligamento sumário do mutirante infrator. Segurança no Trabalho Os mutirantes usarão equipamentos especiais de segurança sempre que necessário. short curto para as mulheres e shorts para os homens. a ingestão de bebidas alcoólicas ou uso de qualquer tipo de droga e nem a permanência de pessoas sob efeito das mesmas. no canteiro de obras. Uso do crachá Os mutirantes deverão apresentar o crachá para marcar a presença. Se qualquer pessoa for encontrada nesta condição será dispensado considerando-se falta injustificada para este dia. O mutirante deverá portar o crachá em local visível o tempo todo. blusa decotada. O mutirante que perder o crachá deverá avisar imediatamente a Técnica Social para obter autorização para marcar a sua presença.111 Os mutirantes deverão retirar no almoxarifado as ferramentas que forem usar e deverão devolvê-las limpas no término do trabalho. Roupas Os mutirantes deverão usar roupas adequadas ao trabalho. Bebidas e Drogas Não será permitida.

112

Punições

Os mutirantes serão advertidos durante o período de trabalho por:
a) se envolverem em brigas;
b)

desrespeitarem outros mutirantes, funcionários da Prefeitura, CDHU e

Gerenciadora;
c) descumprirem este Regulamento de Obras;
d) não zelarem adequadamente pelo patrimônio do mutirão;
e) fofoca.

Os mutirantes serão advertidos até três vezes da seguinte forma:
a) uma vez verbalmente;
b) duas vezes por escrito.
OBS.: Os mutirantes que tiverem três advertências são passíveis de exclusão.
Exclusão da Família Mutirante

Será excluída a Família do mutirão que:
a) desconsiderar as advertências recebidas;
b) usar qualquer tipo de arma durante o trabalho;
c) não cumprir por dois meses consecutivos, o mínimo de carga horária de acordo com
as horas estipuladas neste regulamento;
c) furtar qualquer coisa da obra ou de outro mutirante;
d) não respeitar as decisões da Assembléia Geral;
e) desistir de participar do mutirão por livre e espontânea vontade.
Estes assuntos serão debatidos, resolvidos e votados em assembléia geral realizadas
mensalmente.
Desistências

Caso a família desista ou seja excluída durante o andamento da obra, sua vaga será
preenchida por outra família da relação de suplentes, cadastrada pela CDHU. As horas
trabalhadas até então não serão remuneradas.

113

A família que desistir, ou tenha sido excluída durante o andamento da obra, não terá direito sobre a obra
realizada pelo mutirão, ressarcimento de qualquer espécie, bônus ou remuneração de horas trabalhadas,
e/ou sobre mensalidades, taxas ou qualquer pagamento.
O substituto não entra com débito ou crédito anterior, no entanto poderá a critério da
assembléia geral, comprar as horas do mutirante substituído.

____________________Das Assembléias____________________

A Assembléia Geral é o órgão máximo de decisão no mutirão. As Assembléias serão realizadas
mensalmente na própria obra ou em local previamente determinado.
A Assembléia poderá ser marcada pela coordenação da obra, ou a pedido de 50% + 1 dos mutirantes.
Os mutirantes titulares, e somente estes, têm o direito de falar nas Assembléias, possuindo o
direito de votar, valendo um voto por família.

__________________Benefícios__________________
Havendo sobra de recursos, a ser verificado quando a obra estiver 80% concluída, os
mutirantes que tiverem mais horas trabalhadas serão contemplados com benefícios.
O cálculo para a distribuição dos benefícios será efetuado para os mutirantes que tiverem no
mínimo 1.500 horas trabalhadas ou o valor da média de horas trabalhadas.

____________________Conselho Fiscal____________________
O Conselho Fiscal será composto por 3 (três) mutirantes titulares eleitos na Assembléia
Geral. O período de exercício do mandato será de 3 meses, podendo haver uma reeleição por
período igual.
A atribuição do Conselho Fiscal será o de representar os mutirantes nos seus reais
interesses, ser responsável pela divulgação das informações, controlar as horas trabalhadas
levantadas pela Prefeitura, fazer cumprir as punições correspondentes, bem como conferir os
materiais adquiridos pela Prefeitura, observando quantidades e qualidades.

114

____________________Primeiros Socorros____________________

Será providenciado um atendimento de Primeiros Socorros para emergências, caracterizadas como
acidentes pequenos, sem gravidade, tais como: ferimentos leves.
Não serão ministrados medicamentos que ultrapassarem o limite de simples curativos.
Os casos considerados graves serão encaminhados ao Pronto Socorro.

__________________Alteração neste Regulamento__________________

As modificações e acréscimos a este regulamento, poderão ser feitos após a discussão em
Assembléia Geral e aprovação por maioria absoluta, ou seja, 50% + 01 das famílias inscritas.
Qualquer assunto que esteja previsto neste Regulamento, será resolvido pela coordenação do
mutirão e comunicado à Assembléia Geral, devidamente convocada.
Estando de acordo com o estipulado, assinamos o presente Regulamento de Obras e nos
comprometemos a cumpri-lo para êxito dos trabalhos.

1º Mutirante

2º Mutirante

115 ANEXO B – Modelo de Requisição de Compra .

116 ANEXO C – Modelo de Controle de Obras .

117 .

74 445.30 239.14 1.89 47.19 R$ 515.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .889.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .00 234.80 176.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .66 445.EPP 4-nov-03 6-nov-03 6-nov-03 6-nov-03 6-nov-03 7-nov-03 12-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 17-nov-03 18-nov-03 18-nov-03 18-nov-03 18-nov-03 19-nov-03 21-nov-03 25-nov-03 27-nov-03 27-nov-03 27-nov-03 27-nov-03 28-nov-03 28-nov-03 28-nov-03 28-nov-03 Recibo 2116 2117 2118 2119 1442 960 2145 2146 2147 2148 2149 2150 2151 40107 0001 2157 4137 Recibo 2158 014 2170 2178 2179 2180 2181 099 185 2182 2185 Valor das Notas Fiscais de acordo com as Prestações de contas 515.35 65.300.00 114.EPP Marcos antonio Nilo dos Anjos .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .100.EPP Vieira de Souza & Siqueira Ltda Luiz Aparecido da silva Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .00 267.64 259.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .32 4.00 462.52 4.106.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .98 551.ME Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .67 2ª prestação de contas 31.56 8.11 174.65 1ª prestação de contas 3.40 183.00 5.118 RESUMO DA NOTAS FISCAIS LANÇADAS Fornecedor Data Nota fiscal Valeaço Vieira de Souza & Siqueira Ltda Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .908.EPP Comercial Olsabo Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Marcia Maria de Morais .20 445.12 229.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .00 3ª prestação de contas 49.EPP 1-out-03 2-out-03 2-out-03 2-out-03 2-out-03 2-out-03 6-out-03 20-out-03 21-out-03 21-out-03 21-out-03 1875 2020 2021 2022 2023 2024 Recibo Recibo 2066 2067 2068 Luiz Aparecido da silva Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .83 7.755.00 Valor da Nota Fiscal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ Notas Fiscais que faltam prestar contas diferença .580.EPP FT Fortsan Comercial Ltda Bendito Paulo dos Santos Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .750.668.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .20 1.00 2.64 292.38 356.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .31 11.00 156.48 1.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .03 356.90 2.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .00 3.40 2.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .23 196.53 416.05 23.014.90 846.99 241.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .43 516.00 949.556.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .58 1.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .720.23 580.17 78.113.90 353.76 153.719.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .80 595.40 360.ME Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .ME Marcos antonio Nilo dos Anjos .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .65 600.EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .52 385.EPP Luiz Aparecido da Silva Benedito Paulo dos Santos Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .00 R$ 54.53 70.60 581.ME Thiplan Comercial Ltda Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .EPP Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .88 15.00 334.EPP Benedito Paulo dos Santos 9-set-03 19-set-03 19-set-03 19-set-03 30-set-03 1952 1986 1987 1988 Recibo Industria e Comércio de Máquinas Ltda Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .439.EPP 13-mai-03 5-jun-03 19-ago-03 19-ago-03 19-ago-03 19-ago-03 28-ago-03 29-ago-03 37223 1650 1892 1893 1896 1897 1923 1928 Costa Azeredo Materiais de Construção Ltda .

119 ANEXO D – Modelo de Distribuição de Benfeitorias .

120 .

42| | | | | | 0.63| 111.03.3MM |KG | 5.18| | | | | | 52.11| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 52.01.71| 102.03.74| | | | | | 73.07.13| 12.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.VEDACAO ARG.02.03.03.59| 0. FCK=15MPa) | | | 20.31| 129.28| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 20.67| | | | | | 0.00| | | | | | 5.65| 90.01 |SERVICOS PRELIMINARES | | | | | | |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.46| | | | | | 26.28| |02.01.08| 2.00| | | | | | 0.01.08| 0.78| 230.63| 233.01.01.50| |02.81| 17.71| 0.02.04| 44.34| | | | | | 0.02.32| 154.48| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 102.00| 1.76| |02.79| |02.11| 3.48| 8.63| |02.76| 1.5CM (ESPELHO) | | | 12.08| 61.84| 6.05.42| .02.09 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.63| 111.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 2 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.00| 1.42| 1.08| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 796.00| 102.04| | | | | | 105.56| 116.00| 6.O.05.23| 64.121 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS Bananal B |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.49| | |CM .38| 3.HABITAC.09| 186.65| 2.23| 14.02.72| 80.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 19.00| |02.03.07 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 8.41| 2.81| 16.1:1:6 | | | 5.46| 214.30| |02.01.00| 4.01.01 |VIGA DE MADEIRA 6X16CM |M | 33.05.30| 84.40| 0.01.02.06 |ALVENARIA DE TIJOLO DE BARRO MA|M2 | 1.02.05.04| 0.01.04 |TABEIRA 1.58| 1.96| 2.00| 93.00| 84.48| | | | | | 112.03 |CAIBRO DE MADEIRA 5X6CM |M | 139.01 |ESTRUTURA | | | | | | |02.48| 2.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02 |ESPECIFICACAO TECNICA | | | | | | |02.48| 9.23| 93.82| 0.04 |ACO CA 50 6.28| |02.00| 112.64| |02.0MM |KG | 41.52| 10.50| 3.85| 0.02 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.18| 6.00| 1.00| | |CICO .05 |COBERTURA | | | | | | |02.00| 0.20| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 633.01.66| 20.59| 16.23| 14.02.04.22| 0.00| | | | | | 0.02.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 1 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.80| 28.90| 0.78| |02.00| 1.89| 0.01.48| 4.08 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 8.03 |ACO CA 60 5.92| 89.DE 2CM DE CONCR.01.71| 0.11| 41.96| 127.1:1:6 | | | 74.48| 9.00| 6.80| 6.73| 18.32| | |AMENTO | | | 50.02.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 19.15| 0.62| 14.10.01 |SAPATA CORRIDA | | | | | | |02.52| |02.71| | |CM VEDACAO ARG.02.42| 0. E URB.47| 0.82| |02.01 |ESCAVACAO MANUAL EM VALA ATE 2M|M3 | 7.76| 6.78| 20.02.02 |LOCACAO DA OBRA |M2 | 42.32| 4.14| |02.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.44| 600.25| | | | | | 21.01.65| 90.02 |FUNDACAO | | | | | | |02.05 |CONCRETO USINADO 15MPa COM LANC|M3 | 1.04 |LAJE | | | | | | |02.01.35| 102.62| 13.98| 25.68| 17.67| 1.60| 17.00| 4.48| 8.41| 6.1:1:6 | | | 502.95| 2.01 |LAJE PRE-FOR E=10CM (INCLUSO CA|M2 | 4.20| 39.00| 93.03.34| |02. E URB.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 15.02 |LASTRO DE BRITA |M3 | 0.00| 118.01.06| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 4.05.74| | | | | | 36.48| 14.25| | | | | | 4.30| 129.50| |02.76| | |P.01.54| | | | | | 10.65| |02.76| 1.02.05 |RIPA DE MADEIRA 5X1.02 |VIGA DE MADEIRA 6X12CM |M | 4.33| 9.35| 2.39| 36.03 |PINTURA NEUTROL 2DEMAOS |M2 | 19.83| |02.96| 127.04| 164.37| |02.01.01.11| |02.10.11| |02.65| 176.05.59| 1.50| 3.10| 1.00| 34.02 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 11.00| 5.95| 7.07 |BASE DA CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.01.01| 637.11| 41.234.42| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 128.00| 176.00| 233.48| 0.03.MECANICO |M3 | 4.02| |02.47| 6.01| 14.02| 0.23| 77.02| |02.71| | |CM VEDACAO ARG.O.07.00| 105.94| 9.69| 68.07| | |ALETA 9 .29| | |ALETA 9 .3MM |KG | 28.35| 11.01.10.03 |ALVENARIA DE ELEVACAO | | | | | | |02.67| 72.03| 102.46| 3.VEDACAO | | | 52.59| 11.29| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.00| 17.68| 41.00| 0.02.06| 6.42| 6.00| 14.48| 0.10| 13.03| 186.11| | | | | | 27.73| 163.11 |REATERRO COMPACTADO .HABITAC.03| |02.03| 931.14| 151.139.VEDACAO | | | 52. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.04 |ACO CA 50 6.05| 58.03.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 77.48| 8.75| 2.58| |02.34| 5.46| 0.71| 1.727.06 |APILOAMENTO MANUAL |M2 | 17.00| 112.89| |02.05.75| 2.5CM |M | 200.10 |IMPERMEABILIZACAO DAS ALVENARIA| | | | | | | |S DE EMBASAMENTO | | | | | | |02.01.06| 6.10| 90.00| 34.77| |02.02.10| | | | | | 22.5 X 12CM |M | 34.60| |02.03.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 0.06 |PREGO |KG | 4.64| 0.77| 41.78| 230.

05.96| 27.36| 6.85| 0.78| 199.18| |02.01.10 |PINTURA LATEX ACRILICA EXTERNA |M2 | 16.00| |02.96| 4.00| 3.10| | | | | | 18.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 3 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.03 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 12.01 |LASTRO DE BRITA |M3 | 1.02.44| 10.07.122 | |02.09 |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | 35.02 |CONTRAPISO 1:4:8 E=5CM C/IMPERM|M2 | 39.04 | |02.01 |PISO INTERNO | | | | | | |02.42| 1.06.12| 4.05 | |02.00| | |UNTAMENTO | | | | | | |02.33| | | | | | 0.05| 127.07| | 54.05.07.03 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM |M2 | 117.2 DEMAOS | | | 126.08 | |02.26| | |EAB.35| |02.743.08.01.23| 166.18| 802.58| 1.00| 0.24| | 12.29| | |PRUMO COM CIMENTO COLANTE E REJ| | | 0.02 | |02.5CM LA|M | 0.01.08.07.36| |02.81| 6.94| 9.15| 0.48| 3.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 0.00| 102.01.58| |02.01| 15.03| 119.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 56.07.61| 7.00| 0.76| 312.27| | 0.00| 0.96| 0.57| 9.58| 9.25| | | | | | 4.00| 5.93| 106.43| |02.80| 7.08| 239.02| 6.00| 2.05.05.44| 6.HABITAC.04 |ACO CA 50 6.50| 6.00| 0.24| 11.95| 2.48| 32.O.05 |PISO EM PLACAS DE ARDOSIA NAO P|M2 | 0.01.1.01.01.32| 203.01| 73.25| 182.06.80| 28.50| 3.15| | 9.72| 15.00| 2.60| 1.05.00| 0.95| | |M | | | 0.80| 2.01.01.09 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.87| | | | | | 158.45| 5.00| 0.00| 2.257.06.64| | | | | | 342.16| 8.00| | 0.06.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.24| 8.00| 5.61| 8.57| 40.24| | 5.24| 15.78| 13.77| 7.31| | 1.14| 3.71| 297.05.56| | | 8. E URB.82| 15.5:5 E=2C|M2 | 0.64| 4.43| 7.48| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 2.05.15| 0.77| 241.06.06.01 |INTERNO | | | | | | |02.00| 0.05.22| 14.08.06 |RODAPE DE ARDOSIA H=7CM |M | 0.01.02 |EMBOCO 1:2:9 HORIZONTAL E=15MM |M2 | 3.01.72| |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.07.1:1:6 | |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 47.01 |CHAPISCO 1:3 HORIZONTAL |M2 | 3.33| 6.01.65| 76.02 | |02.07 | |02.02| |02.57| 1.02| 1.05.07.96| 0.92| 7.87| 10.37| 5.20| 2.20| 1.84| 371.46| 7.515.28| 46.83| | | | | | 700.50| | 0.20| 39.08.68| 3.1:1:6 | |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 |ALETA 9 .5CM LA|M | 0.00| 0.33| 14.06 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM |M2 | 35.01.10CM | | | 0.17| 483.81| | 0.60| | 10.00| |02.00| 0.18| 10.21| |02.00| 0.81| | | | | | 27.64| 57.00| 6.01 | |02.45| 230.81| 30.40| 102.61| 6.00| |02.87| 6.48| 2.85| |02.62| 12.77| 45.41| 32.00| 102.3MM |KG | 5.67| |02.08.48| 131.02 |PISO EXTERNO | | | | | | .25| | | 20.08 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | 16.06.36| 3.01| 57.69| 5.70| | |OLIDA | | | 0.72| 15.73| 16.00| 0.12| 4.48| 0.07| 1.742.02 |EXTERNO | | | | | | |02.34| 141.64| 160.81| 49. REVESTIMENTO E PINTU| |RA | |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 |CM VEDACAO ARG.08.08.02.07| 456.26| 1.07.05.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | 52.08.48| 2.30| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.14| 151.57| 2.07| 118.10| | | | | | 65.36| 1.54| 34.00| 3.42| 8.80| 6.01.77| 57.74| 33.07| | 47.04 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=15MM |M2 | 25.04 |PISO CERAMICO |M2 | 0.34| 6.00| 0.O.69| 0.58| | |S/MASSA-2 DEMAOS | | | 58.57| 6.14| 358.07 |PISOS | | | | | | |02.SEM LASTRO DE BRITA | | | 301.08 | |02.48| |02.83| | | | | | 210.00| 0.00| 5. E URB.95| 2.16| 6.45| 11.04| 61.04 |AZULEJO BRANCO 15X15CM JUNTA A |M2 | 0.41| |02.00| 4.06.21| 114.88| 4.07 | |02.03 |REGULARIZACAO PISO 1:0.64| | | | | | 106.07 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 16.00| 0.08.70| | | 14.27| 57.75| 5.87| 1.30| 183.30| |02.5CM | | | 0.40| 54.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 4 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.05.00| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.00| 0.05.37| | | | 20.63| 0.05.06.78| 34.60| 683.79| |02.29| | |PRUMO COM CIMENTO COLANTE E REJ| | | 0.06 |REVESTIMENTO | | | | | | |02.19| | | .36| 6.07.92| 6.385.05.29| 81.74| | | | | | 9.87| 6.16| 8.46| 6.08| 239.10| 18.00| | |UNTAMENTO | | | | | | | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.07 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.00| 0.04| |02.00| |02.15| | | 6.01.08| 18.75| 2.88| 91.74| 62.48| 2.15| | |RG.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.05.37| 3.00| 0.23| 10.57| 9.1.05.39| | | | | | 0.01| 5.07.72| 37.57| |02.92| 89.35| |02.34| 12.COBERTURA) | |CORDAO DE MADEIRA PARA RODAPE/F|M |ORRO | |ALVENARIA.05 |AZULEJO BRANCO 15X15CM JUNTA A |M2 | 0.57| 5.29| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.28| |02.00| 0.42| 6.06| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 2.50| | 5.12| 33.37| | |RG.05.42| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 81.32| 5.36| 27.HABITAC.03 | |02.02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.03 | | | |CARPINTEIRO |H | | |AJUDANTE GERAL |H | | |TELHA DE BARRO TIPO ROMANA |M2 | | |CUMEEIRA DE TELHA TIPO MEIA CAN|M |A | |ARREMATE DE BEIRAL DESPROTEGIDO|M | | |RUFO METALICO EM CHAPA GALVANIZ|M |ADA No.00| 0.07.07.00| 3.32| 203.62| 0.06.06 | | |02.01.00| | | | | | 12.08 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.00| 5.08.06.VEDACAO ARG.00| 6.94| 19.02.05.28| 29.00| |02.62| 5.01| 35.20 D=44CM | |FORRO DE TABUA DE CEDRINHO MACH|M2 |O E FEMEA 1X10CM (FIXADO NO MAD| |.05.

20| 13.01.56| 3.76| 43.42| 28.O.76| 39.12.00| 13.98| 22.09.95| |02.75| 0.66| 7.19| |02.00| 22.09 |02.25| 1.08.13| | |DE FERRO .08.3DEMAOS | | | 4.04 |02.2 PORCAS (| | | 0.20| 18.59| 8.00| 0.00| | | | | | Sub-Total | | | | 1.59| |02.12.93| | |MM2 (MAT) | | | 0.15| 33.01 |PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2 | 8. CAIXILHOS META| | | | | | | |LICOS E RUFOS | | | | | | |02.01.96| | 132.11.08.92| | 600.87| 2.58| | |S/MASSA-2 DEMAOS | | | 233.50| 10.75| | |C/2 PARAF. TABEIRAS E FOR| | | | | | | |ROS | | | | | | |02.90| |02.58| 2.01| 5.00| 0.89| 151.00| | | | 1.01 | |02.05 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.12.10| | | | | | Sub-Total | | | | | | 3.2 ARRUELAS (| | | 0.22| 505.01.11.02.00| 0.03 |DISJUNTOR MONOPOLAR 60A OU 70A |UN | 1.50| 0.13| 1.00M (MAT) |UN | 1.98| |02.70| | 1.80| 7.11 |PINTURA | | | | | | |02.01 |02.03.06 |CABO DE COBRE ISOLADO 750V .00| 0.46| 81. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.00| | | | | | Sub-Total | | | | 2.01.12| | 28.11| 44.08.00| 79.29| 59.39| | 272.50| 0.31| 5.08.81| 28.00| 13.66| | | | 22.30| | | | 4.01 |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | 117.02 | |02.27| 609.31| | 764.2 DEMAOS | | | 269.14| 38.12.00| 0.13| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.32| | 28.36| 2.01 | |02.52| | 54.80| | | DE MADEIRA .27| 364.01.81| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 70.59| 8.08.00| 0.80| 3.16| | 127.4|UN | 1.11.02 |QD.5X215CM COM|UN | DOBRADICAS | | | | | |FERRAGENS | |FECHADURA PARA BANHEIRO |UN | | |FECHADURA GORGES PARA PORTA INT|UN |ERNA | | | | | |VIDROS | |VIDRO FANTASIA |M2 | | |VIDRO LISO 4MM |M2 | 0.4.54| 20.02.23| 7.00| 2.123 |02.36| | 29. E URB.19| 59.02.15| 0.11.67| 82.70| 44.01 |PINTURA LATEX ACRILICA EXTERNA |M2 | 65.00| 59.01 | |02.03 |PAREDES DA COZINHA | | | | | | |02.53| 359.80| |02.02.55| 10.00| | | | | | 2.C/2 PARAF.10 |02.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 6 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | .08.02 |02.19| 59.37| | |M 90KGF .01 |02.05.02 |PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA |M2 | 14.18| 208.15| 10.77| | 1.08.08.62| 5.20| |02.18| |02.01 | |02.20| 13.08| 56.00| 0.43| | 29.16| | 25.30| 20.62| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.87| | | | | | 0.043.18| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.37| |02.07 |HASTE DE ATERRAMENTO 3/4" X 2.74| 20.19| | | .56| 69.11.00| 22.00| | | | 1.42| 23.15| 13.02.19| 81.01 |PAREDES EXTERNAS | | | | | | |02.98| | 18.18| 1.26| 264.00| 1.MAT | | | 0.01 | | | |02.HABITAC.01.38| | |RIGIDO 0 1" (MAT) | | | 0.32| | 22.98| 22.14| 45.00| 2.P/COND.57| 2.01.16| 131.08| 443.57| 1.84| | 104.P/F|UN | 1.08.15| 21.13| 12.00| 8.90| 164.13| |02.75| 0.98| | | 31.09| 90.04.02 | | | |02.93| 1.11.04 |PORTAS INTERNAS.02 |02.02.01 | |02.12.77| 89.02 | | | |02.02.57| 4.65| 61.01.46| | 7.58| 1.88| | |ANTE PAREDE INT/EXT.12.02 |LASTRO DE BRITA |M3 | | |PISO EXTERNO PADRAO SEM LASTRO |M2 |DE BRITA E=5CM | | | | | |ESQUADRIAS | |PORTAS INTERNAS | |FOLHA PORTA DE MADEIRA 82 X 210|UN |CM | |JANELAS | |BASCULANTES | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X60CM | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X80CM | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X120CM | |VENEZIANAS | |VENEZIANA DE FERRO DE ABRIR 100|UN |X120CM | |PORTAS EXTERNAS | |PORTA DE FERRO COMPLETA 80X220C|UN |M | |BATENTES METALICOS | |BATENTE DE FERRO 83.16| |02.07.12 |INSTALACOES ELETRICAS/ENTRADA S| | | | | | | |UBTERRANEA | | | | | | |02.11.01 | |02.08 |02.57| 2.12.57| |02.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 5 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.33| 3.49| 52.38| 0.01.66| 7.04.07| 265.04.81| 57.00| 2.86| | |TERNA .01 |PINTURA ESMALTE SOBRE ESQUADRIA|M2 | 10.TIPO |UN | 0.00| 0.46| | 162.05 |PORTAS EXTERNAS.12.004.02.03 | |02.02.00| 25.08 |BRAQUETE COM 1 ISOLADOR .00| 66.09.00| 3.18| 67.81| 28.61| 7.53| 276.68| 1.48| 324.92| |02.43| |02.00| | | | | | | | 1.36| 1.01 | |02.00| 0.13| 75.03 |02.08.09 |BRACADEIRA FoGo CH.03.02 |PINTURA CAIACAO PAREDE/FORRO IN|M2 | 2.08.98| | |1 (MAT) | | | 0.59| | |TIPO QUICK-LAG (MAT) | | | 0.00| | | | | | 3.548.00| 1.11.86| 195.01.65| 45.HABITAC.DE MEDICAO EM CHAPA TIPO No.30| | 34.01 |ENTRADA DE ENERGIA | | | | | | |02.04 |BENGALA PVC 3/4" .45| | 10.16 1"X3/32" |UN | 0.80| 75.2 PORCAS.02.MAT | | | 0.10.67| 20.87| 2.-2 DEMAOS | | | 31.02.30| | | | | | 48.16| 61.87| |02.40| 94.10.01.00| 0.16|M | 41.12.01.66| 15.01 |PINTURA ESMALTE SOBRE CAIXILHO |M2 | 35.02 |PAREDES INTERNAS E FORROS | | | | | | |02.94| 5.12.20| | | 48.97| 10.75| | |IX.11.15| 42.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 46.2 DEMAOS | | | 419.62| | 86.01.85| | 404.50| 0.00| 1.08.30| | 63.80| |02.38| | |MAT) | | | | | | |02.92| 255.50| 7.40| 28.30| 190.92| 198.12.29| 48. E URB.00| 118.45| 3.65| 4.86| | 21.31| 3.10 |BRACADEIRA FoGo CH.16 QUADR.55| 166.|UN | 1.11.037.61| 0.36| | |PESADO (MAT) | | | 0.2 DEMAOS | | | 37.15| 21.37| 118.52| | | 9.20| | |0M .87| 3.11.15| 27.01.01..11.38| 0.20| | | 10.01 |POSTE DE CONCRETO DUPLO "T" 7.00| | | | 2.48| | | 22.50| 0.00| | | | | | 2.00| | | 38.5|UN | 0.54| 13.13| 79.00| 8.07.

28| 20.12.12| | |C/2 POR.73| 3.00| 1.01 |ELETRICISTA |H | 16.01.10| 1.51| 1.12.05.42| |02.02 |DISJUNTOR 35 A 50A MONOPOLAR TI|UN | 1.96| | | | | | 74.00| 2.18 |BUCHA/ARRUELA 1" (MAT) |UN | 1.66| |02.05.34| 8.68| 22.30| 4.06| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 6.19| 8.87| | | C/2 PARAF.01.95| 8.27| 0. E URB.01.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 7 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.32X0.18 P/12 DISJS.12.39| 54.00| 1.00| 0.13 |CONECTOR PARA HASTE DE ATERRAME|UN | 1.00| 0.00| 32.12.00| 0.03.01.10| 0.02 |LAVATORIO DE LOUCA BRANCA SEM C|UN | 1.07 |DISJUNTORES | | | | | | |02.55| 37.12.39| 5.03 |FIACAO | | | | | | |02.00| 0.01 |FIO DE COBRE ISOLADO 1.12.84| 15.35| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.07.00| 2.12.96| |02.12.00| 5.00| 0.33| 247.04| |02.76| | | | | | 92.01.74| 1.36| 6.10| 5.20| 0.99| | |S SIMPLES | | | 5.01.73| 3.20| | |M2 C/12 BORNES .09.48| 2.36| 583.92| 89.00| |02.3/4" (MAT) |UN | 2.12.03 |TAMPO DE GRANILITE 1.99| | |OCTOGONAL | | | 3.12.00| 1.40| |02.01.12.12.00| 5.16| 1.89| |02.07.51| 0.O.83| | |IMPLES | | | 8.02 |FIO DE COBRE ISOLADO 2.16| 0.95| 8.72| |02.16| 6.12| 1.05.89| | |IMPLES E 1 TOMADA | | | 3.02| | | | | | 1.33| 0.DE 1 QD.12.01 |SOQUETE E-27 DE PORCELANA EXTRA|UN | 5.24| 119.12.06.12.04| 42.12.74| | |AS (MAT) | | | | | | |02.99| | | | | | 1.00| 4.88| |02.2 QD.39| 5.60M C|UN | 1.31| 0.80| 56.06.00| 0.03 |CAIXA FERRO 4X2" PARA EMBUTIR |UN | 15.27| |02.37| |02.05.00| 0.14.96| 53.ELE.51| 1.03| 3.12.05.51| 1.01.16| 9. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.29| 1.60| 143.03 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA COM 2 |UN | 3.2 PORCAS E 4 ARRUEL| | | 0.32| |02.12 |PARAFUSO "PRISIONEIRO" 3/8"X8" |UN | 1.03.03| 5.80| 1.14.29| .09| 10.14 |APARELHOS E METAIS SANITARIOS | | | | | | |02.63| |02.06 |PONTOS DE LUZ | | | | | | |02.00| 8.25| |02.16 |MASSA EPOXI PARA VEDACAO (MAT) |KG | 0.17 |MANILHA DE BARRO 0 8" .O.03| 5.00| 0.03.12.51| 0.48| | | | | | 22.16| 9.92| 2.25| 10.60| 143.45| | |POLOS + TERRA 25A-250V | | | 8.84| | |S TIPO UNIVERSAL | | | 14.08CM-VAZIA | | | 20. 0.68| 8.00| 31.97| 2.71| 3.76| 0.|UN | 1.24| 119.84| 71.MED(MA| | | 0.20 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.68| 114.92| 15.00| 3.01) | | | | | | |02.00| 3.51| 1.00| 1.94| 4.2 ARR.17| |02.50| 29.12| 0.20| | |NTOR (MAT) | | | 0.00| 1.12.12.5MM2 750|M | 177.14.40| | |V | | | 196.84| 71.02 |QUADRO DE DISTRIBUICAO DE LUZ | | | | | | |02..59| 16.40| 2.02| 1.48| | | | | | 3.06 |CONJUNTO 4"X2" P/3 INTERRUPTORE|UN | 1.03 |INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUA|UN | 1.00| 0.48| 2.00| 0.55| |02.12| 3.73| 4.80| |02.00| 20.00| 0.73| 4.76| 86.39| 54.12.00| 0.12.13 |INSTALACAO DE TELEFONIA/ENTRADA| | | | | | | | SUBTERRANEA (INCLUSO NO ITEM 0| | | | | | |02.41| | | SIMPLES E 1 TOMADA DE 3 POLOS | | | 3.16| 6.01 |TANQUE DE CONCRETO 60X60CM PRE-|UN | 1.21.03.03| 3. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.16| |02.37| | |PO QUICK-LAG | | | 3.20| |02.98| |02.12.P/FIX.09.12| | |T) | | | | | | |02.CH.05| 0.00| 0.12.12.12.65| 14.41A | | | 2.00| 5.09 |CAIXAS | | | | | | |02.12| |02.24| | |RIGIDO 0 3/4" (MAT) | | | 0.00| 0.00| 3.08| 19.27| | | | | | 0. TOMADAS E PLACAS| | | | | | |02.00| 0.66| | |22X0.00| 3.04| 0.12|UN | 2.07| |02.01 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 4.02| | | | | | 1.04.21 |MAO-DE-OBRA PARA ENTRADA DE ENE| | | | | | | |RGIA | | | | | | |02.62| 1.02 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 1.20| 0.20X0.01.87| | |IDO 1/2" | | | 51.11| 0.07.08 |ESPELHO 4X2" CEGO |UN | 2.16| 0.01.12.65| 1.06.12.14| | | | | | 2.5MM2 750|M | 118.76| 86.41| |02.24| 13.12.05| | | LEVE | | | 2.00| | |OM 1 CUBA No.01.12.00| 92.04| 3.24| 0.50| 29.12.18| 1.00| 0.04| 42.HABITAC.00| 3.97| 2.39| | |PO QUICK-LAG | | | 9.00| 1.12.00| 1.01 |ELETRODUTO POLIETILENO SEMI RIG|M | 30.99| 1.09.04 |CAIXA FERRO 4X4" PARA EMBUTIR |UN | 1.00| 4.07 |CONJUNTO 4 X 4" P/1 INTERRUPTOR|UN | 1.03 |BARRA DE CONEXAO NYLBLOC ATE 6M|BR | 0.10| 61.02| 2.33| |02.00| 0.00| 2.47| 51.08| 4.48| 2.88| |02.11 |SUPORTE P/FIX.99| |02.01.02 |LUMINARIA COMPLETA TIPO GLOBO V|UN | 4.00| 0.16| | | | | | 0.84| 12.00| 1.CH.1 RASA | | | 32.87| 0.05.14| 151.02 |CAIXA FERRO 3X3" PARA EMBUTIR |UN | 2.04| 26.07| 5.MAT | | | 0.04 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA SIMPLE|UN | 7.10| |02.15| 3.20| |02.51| 0.15 |BUCHA/ARRUELA .61| 146.12| 3.12.12.32| 0.EMB.52| 1.12.53| | | | | | 0.12.07| | |MOLDADO-COMPLETO | | | 31.12.02.14.02| 1.01 |QD.76| 6.01| 0.00| 3.05.88| | |OLUNA 46X35CM | | | 29.345.19 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.10| | |NTO 3/4" .31| | |IDRO P/LAMPADA INCANDESCENTE | | | 32.32| | | | | | 69.96| 5.03 |FIO DE COBRE ISOLADO 6MM2 750V |M | 57.04 |ELETRODUTOS | | | | | | |02.12.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.32| 0.MED.12.02| 2.24| |02.35| |02.08 |ATERRAMENTO (INCLUSO NO ITEM 02| | | | | | | |.00| 2.53| 6.03| 140.04 |BACIA COM CAIXA DE DESCARGA ACO|UN | 1.51| 1.53| 5.01 |DISJUNTOR 10 A 30A MONOPOLAR TI|UN | 3.03| 140.10| |02.12.27| 0.11| |02.12.92| |02.24| 140.12.00| 1.34| 8.68| 8.12.15| | |TAMPA DE CONCRETO (MAT) | | | 0.05 |ESPELHO 4X2" P/ CHUVEIRO |UN | 2.12| 3.05 |INTERRUPTORES.14 |SUPORTE DE FIXACAO PARA 1 DISJU|UN | 1.51| 0.76| 6.00| 0.12| 1.60CM C/|UN | 1.99| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 761.04 |ROLDANA PLASTICA 24X24 |UN | 28.48| 6.32| |02.15| |02.05| 111.00| 29.00| 0.00| 31.09.76| 7.02| 2.01 |CAIXA FERRO 4" X 4" DE EMBUTIR |UN | 2.21.10| 1.12.00| 1.68| 22.124 | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.63| | |L BIPOLAR 80A Id=300mA | | | 3.05.00| 69.00| 6.18| 21.00| 3.72| 3.12.12.00| 0.02| 1.01.04| 3.12| 14.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |MAT) | | | | | | |02.19| | |V | | | 119.04| |02.02 |AJUDANTE GERAL |H | 16.00| 1.43| 0.67| 37.71| 0.

80| 0.13| | | | | | 1.15 |INSTALACOES HIDRAULICAS E SANIT| | | | | | | |ARIAS | | | | | | |02.90| 0.88| 4.24| 5.70| 6.05.15.23| 1.18| | |VEL ESG | | | 2.53| 41.15| 4.15.23| 1.15.24| 5.26| 2.05 |COTOVELO 90o.47| |02. PVC CURTA 100MM JE -|UN | 1.30| 8.18| .90| 0.00| 1.15.32| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.15.30| 1.84| 278.16 |BUCHA DE REDUCAO PVC LONGA 32X2|UN | 1.32| |02.01.06 |COTOVELO 90o.88| | |F | | | 3.08 |COTOVELO 90o.01.01| 1.96| |02.90| 0.00| 1.80| 3.94| | |PLA .44| 2.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 5.59| |02.01.43| |02.01.94| 17.02.53| |02.15.00| 61.90| 1.36| 131.01.01 |CAVALETE PVC 3/4" COM ABRIGO |UN | 1.AF |UN | 3.20| 5.67| 2.00| 5.00| 63.27| 1.49| 26.74| | | | | | 2.97| |02.08| | | | | | 6.02 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 1.29| | 21.00| 6.15.29| 9.01.03 |TUBO PVC 32MM SOLDAVEL AF |M | 8.95| 0.90| 0.01| 3.00| 4.01.90| 0.11| 0.00| | | | | | 61.125 | | |02.47| |02.80| 0.15.01 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 3.81| |02.09 |TE PVC 25MM SOLDAVEL AF |UN | 2.00| | 31.08.15.03| 11.26| 19.98| 5.00| 1.02.92| 2.00| 1.70| 8.01.49| 8.68| 114.90| 0.22| 0.01.03 |TUBO PVC 50MM JE ESG |M | 10.59| 3.34| 93.00| 1.26| |02.53| 2.02.91| | | | | | 6.01.53| 2.60| 21.17 |COTOVELO 90o. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.96| 7.90| 0.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 9 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.22| |02.06.08 |CAVALETE | | | | | | |02.22| 0.15.03 |REGISTRO GAVETA | | | | | | |02.15.15.61| | 11.HABITAC.15.60| |02.01.02.15.90| |02.01.50| 2.15 |PLUG PVC ROSCAVEL 1/2" AF |UN | 1.02 |TUBO PVC 25MM SOLDAVEL AF |M | 39.21| |02.98| 3.00| 1.06| 10.67| 61.73| 91. PVC 25MM SOLDAVEL|UN | 10.62| 14.14 |LUVA PVC SR 32MM X 1" |UN | 1.01| 3.90| 1.01.07 |PECAS E APARELHOS SANITARIOS (I| | | | | | | |NCLUSO ITEM 02.01.32| 2.45| 20.O.61| 2.CROMADO | | | 6.70| 14.02.01 |TORNEIRA BOIA EM PLASTICO 3/4" |UN | 1.81| | | ESG | | | 4.15.02.99| | | 32X1" AF | | | 6.96| 1.15.70| 6.08| 11.43| | | | | | 1.01 |TUBULACOES E CONEXOES | | | | | | |02.02 |TUBO PVC 75MM JE ESG |M | 10.15.15.01.90| 1.01.90| | | | | | 33.02.01.01.07| 3.06 |CURVA 90o. PVC SRM 20X1/2" A|UN | 1.44| |02.18| |02.01.15.00| 4.HABITAC.63| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.15.53| 2.01.54| | |F | | | 1.00| 5.15.04 |COTOVELO 90o.02.02.57| |02.95| 146.15.15.00| 1.15.01.01 |REGISTRO DE PRESSAO 1" COM CANO|UN | 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.03| 3.01.38| 4.67| 2.78| | | | | | 63.14.77| 11.00| |02.15.33| | | | | | 0. PVC LONGA 40MM SOLDA|UN | 1.03| 412.21| 9.47| |02.02.02.67| 10.01| | | | | | 18.15. E URB.90| 1.00| 2.04.09| | | AF | | | 3.34| 93.53| | |F | | | 1.64| 4.01 |TUBO PVC 20MM SOLDAVEL AF |M | 2.04 |REGISTRO PRESSAO | | | | | | |02.96| 4.49| 4.07| 2.63| 3.90| 0.80| 29.00| 1.11| | | ANEL DE 40MM ESG | | | 5.07| 3.73| |02.03.66| 31.96| 1.15.22| 4.05 |LUVA FoGo BSP 3/4" AF |UN | 1.29| 194. PVC SRM 25X1/2" A|UN | 1.00| 2.02.68| 9.90| 1.29| 28.64| 3.07 |CURVA 45o.14) | | | | | | |02.87| |02.53| |02.01| 0.03 |ADAPTADOR PVC CURTO 32X1" AF |UN | 5.26| 19.00| 0.11| 0.25| 37.02.22| | |LDAVEL AF | | | 3.02.15.41| 3. PVC 20MM SOLDAVEL|UN | 2.90| 1.96| | | CROMADO | | | 5.15.00| 1.15.00| 2.45| | | | | | 4.70| 8.65| |02.15.15.11 |TE PVC DN 32MM SOLDAVEL AF |UN | 3.01.01 |CAIXA D'AGUA COM TAMPA DE FIBRA|UN | 1. E URB.01.51| | | AF | | | 5.05 | |PLADA-VOLUME DE DESCARGA REDUZI| |DO | |PLACAS DE APOIO PRE-MOLDADA . PVC 32MM SOLDAVEL|UN | 3.45| 20.17| 2.15.49| 26.63| 21.00| 2.02.01.33| |02.00| 5.47| 4.15. PVC 32MM .15.34| 112.04 |TUBO PVC 40MM ESG |M | 7.01 |TUBO PVC 100MM JE ESG |M | 11.12 |COTOVELO 90o.65| | | DE VIDRO 500L | | | 63.79| 1.34| 91.73| 5.01 |REGISTRO DE GAVETA 1" AMARELO |UN | 1.02.14| 49.01.01.01.02 |REGISTRO DE GAVETA C/CANOPLA 1"|UN | 1.63| 3.02 |CONEXOES | | | | | | |02.19| 2.32| 1.15.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 134.15.01 |TUBULACAO | | | | | | |02.90| 1.02.23| 3.50| 3.00| 1.01.06| 10. PVC ADAPTADOR COM|UN | 2.02.13 |CURVA 90o.05| |02.01.01.78| | | | | | 5.02| 0.00| 2.02.05 |TORNEIRA DE BOIA | | | | | | |02.00| 2.01.76| 2.01.15.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 8 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.21| | | 25X3/4" AF | | | 2.37| 20.02.02.20| 5.01| 3.07 |BUCHA PVC DE REDUCAO 32X25MM SO|UN | 2.50| 5. PVC SRM 25X3/4" A|UN | 2.01.16| | | AF | | | 19.01.78| | | | | | 11.01.00| 31.22| 4.02.47| | | | | | 4.54| 1.15.75| 6.15.00| 2.35| 2.90| 0.94| |02.68| | 9.01.O.02 |ESGOTOS SANITARIOS | | | | | | |02.95| |02.01.15.18 |COTOVELO 90o.06 |CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.36| 131.00| 1.10 |COTOVELO 90o.01 |AGUA FRIA | | | | | | |02.15| |02.76| |02.15.01.08| 11.15.00| 2.43| | | | | | 9.83| 7.02.01.02.15.01.34| | | | | | 49.01.70| 5.70| 14.13| |02.37| 2.15.29| 194.01.23| 3.78| |02.96| 1.57| | |0MM AF | | | 1. PVC SR 25X1/2" AF|UN | 1.64| 3.95| 11.24| |02.90| 0.01.66| 31.65| 12.54| |02.37| |02.70| 1.56| | | | | | 54.02.02.29| 5.62| 14.75| 6.T|CJ |ANQUE | | | | | | | 1.03.00| 1.01.

01 | |02.03.09| 2.08| 3.51| 10.02 |02.12| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | Total | 8.00| | 1.01.16.86| 1.01.98| 6.23| 4.62| 13.05| 112.98| 0.09 | |02.15.06| 4.100MM | |DESCONECTORES | |CAIXA SIFONADA PVC 100X100X50MM|UN | | |CAIXAS DE INSPECAO E DE GORDURA| |CAIXA DE INSPECAO 60X60X50 |UN | | |CAIXA DE GORDURA PRE-MOLDADA EM|UN | CONCRETO C/TAMPA 40X40X35CM | |CAIXA DE PASSAGEM EM ALVEN.03.00| | | | 2.405.02.10| 11.15.02| 0.337.03 |02.02.05| 8.16.26| |02.335.O.126 |02.02 | |02.08| | 3.13| 23.35| | 61.IMPERMEAB.96| 5.REVE|UN |ST.02.931.02 |MARCACAO DOS LOTES |UN | 1.96| 8.92| 2.51| 235.02.06| 4.52| 11.HABITAC. PVC 50MM JE ESG |UN | | |COTOVELO 90o.02.15.00| | 1.00| | | 1.12| | | 4.98| |02.02| | | | | | 128.27| | 56.65| 1.88| 4.03 | | | |COTOVELO 90o.C/TAMPA DE CONCR.06| 3.08| 3.02| 23.82| | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.0000 % R$ 0.10 | |02.71| 3.15.52| 24.337.56| 49. PVC 40MM SOLDAVEL|UN | ESG | |BOLSA PARA SAIDA DO VASO SANITA|UN |RIO .46| 122.35| 10.42| 635.15.18| 0.06| | BDI 0.10| 3.55| 1.00| | 3.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | Sub-Total | 699.02.01.08 | |02.02.02.06| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| .14| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 130.41| 104.31| | 13.00| | | 2.01 | |02.92| 11.70| | | 1.00| 128.62| | 117.53| 5.E| | CALAF.15.19 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | Total R$ 15.02.00| | Total R$ 15.15. E URB.15.61| 11.06| 133.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 10 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/02 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 851 TG23A/HAB-MONO 127V-BLOCO CONCRETO SAPATA CORRIDA | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.00| 3.31| 5.01 |LIMPEZA |M2 | 42.30X30X30CM | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 2.23| | 10.27| 3.61| 27.85| 55.03.16 |COMPLEMENTOS E DIVERSOS | | | | | | |02.00| 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.13| 52.02.14| | | | | | 1.08| 1.00| | 2.15.

33| 11.49| | | | | | 0.53| 4.71| 1.HABITAC.06 |APILOAMENTO MANUAL |M2 | 17.83| | |CICO .62| 49.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 1 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.87| | | | | | 0.02.01.90| 0.67| 12.99| 81.89| 2.49| 4.50| 234.54| |02.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02 |ESPECIFICACAO TECNICA | | | | | | |02.71M2 BL.45| 97.VEDACAO | | | 61.COR.02.81| |02.70| 134.02 |LASTRO DE BRITA |M3 | 0.02.04 |LAJE | | | | | | |02.82| 81.63| 17.97| 19.127 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS Canas A3 |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.02.41| 7.02.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 0.08| 38.02.16| 205.61| |02.03 |ALVENARIA DE ELEVACAO | | | | | | |02.57| 0.05.400.40| | |DA) | | | | | | |02.13| | | | | | 31.00| 1.01.01.05.04.87| 15.72| | | | | | 86.05 |COBERTURA | | | | | | |02.19| 806.00| 121.98| | | | | | 0.79| 218.72| | | | | | 42. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.40| 186.05.67| 3.00| 123.90| 190.71| 81.SAP.02.02 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.59| 0.12| 1.02| 255.00| 7.472.00| 133.44| |02.06| 7.CONCR.66| 22.10.01.01.01 |SERVICOS PRELIMINARES | | | | | | |02.49| 0.20| | |ALETA 9 .02.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 121.55| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 942.91| 0.32| 5.00| 1.57| | | | | | 123.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 15.06 |ALVENARIA DE TIJOLO DE BARRO MA|M2 | 1.1:1:6 | | | 594.60| 2.00| 186.04 |ACO CA 50 6.15| | |P.16| |02.45| 97. FCK=15MPa) | | | 24.00| 7.00| 0.89| 143.00| 261.71| |02.VEDACAO | | | 61.02 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 11.84| 3.04| 2.10.11 |REATERRO COMPACTADO .07 |BASE DA CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.76| 7.16| 96. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.08| 0.47| 1.02.03.09| 3.58| 264.56| |02.40| 0.23| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 749.03.82| 100.03.82| 197.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 19.44| 118.48| 16.02 |LOCACAO DA OBRA |M2 | 42.VEDACAO ARG.59| 46.44| 1.O.01 |INSTALACAO DO CANTEIRO (TG23A M|VB | 1.01 |ESCAVACAO MANUAL EM VALA ATE 2M|M3 | 7.76| 19.10.67| 10.00| 4.98| 2.05| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 151.46| | |AMENTO | | | 59.26| 169.16| 17.08| .02.50| 48.98| 5.04 |ACO CA 50 6.35| | | | | | 27.01.08| 19.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 2 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.49| 28.1:1:6 | | | 87. E URB.00| 16. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.67| 0.01.CONCR.50| |02.41| 18.45| | |ALETA 9 .01.02.02.04 |TABEIRA 1.70| 134.91| 89.03.94| 0.02.01 |ESTRUTURA | | | | | | |02.08| | |CM VEDACAO ARG.08| 73.127V BL.35| |02.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 77.40| 186.DE 2CM DE CONCR.01.1:1:6 | | | 6.05 |CONCRETO USINADO 15MPa COM LANC|M3 | 1.43| 20.40| | |ONOF.67| 10.08 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 8.57| | | | | | 61.82| |02.93| 1.02.01.150.76| |02.29| |02.41| 95.12| 150.66| |02.65| 0.03.99| 162.47| 24.35| | | | | | 6.02 |VIGA DE MADEIRA 6X12CM |M | 4.01.76| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 61.01.00| 186.38| 11.15| 181.00| | | | | | 12.47| 0.03.01.00| 38.61| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 24.01 |LAJE PRE-FOR E=10CM (INCLUSO CA|M2 | 4.72| |02.60| 46.83| | |CM .03.47| 107.07.10 |IMPERMEABILIZACAO DAS ALVENARIA| | | | | | | |S DE EMBASAMENTO | | | | | | |02.47| |02.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 19.01.52| 12.67| 10.65| | | | | | 133.3MM |KG | 5.19| |02.75| 33.03 |ACO CA 60 5.78| 2.00| 19.61| 261.03.39| 42.94| |02.19| 0.01 |SAPATA CORRIDA | | | | | | |02.MECANICO |M3 | 4.26| 109.05.O.5X12CM |M | 34.09 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.56| |02.03 |CAIBRO DE MADEIRA 5X6CM |M | 139.01.03 |PINTURA NEUTROL 2 DEMAOS |M2 | 19.01.3MM |KG | 28.0MM |KG | 41.42| 7.66| 296.08| | |CM VEDACAO ARG.13| 1.85| 7.SAP.42| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 5.84| 7.62| | | | | | 32.07.02 |FUNDACAO | | | | | | |02.02.71M2 BL.89| 0.78| 20.56| 66.49| |02.71| | | | | | 25.01 |VIGA DE MADEIRA 6X16CM |M | 33.14| 8.35| 121.70| 13.18| |02. E URB.95| 233.12| | | | | | 0.82| 3.46| |02.41| 18.01.16| 121.36| 46.03.76| 1.75| 4.61| |02.SAPATA CORRI| | | 0.53| 20.87| 1.01.CONCR.01.55| 722.13| 2.76| 1.71| | | | | | 4.71| 121.67| 12.56| 147.82| 3.09| 3.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.59| 145.00| 0.89| 2.83| 0. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.74| |02.06| 7.67| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.74| 14.092.10| |02.16| 121.33| 14.61| |02.16| |02.37| 0.47| 7.HABITAC.01.41| 2.40| 13.00| 197.02| 255.00| 5.07 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 8.05.COR.5CM (ESPELHO) | | | 14.80| 7.

03 |REGULARIZACAO PISO 1:0.02 |EXTERNO | | | | | | |02.38| 11.95| 39.72| 42.01.98| 281.07 |PISOS | | | | | | |02.37| |02.05.16| | 1.60| 4.00| 0.01.64| |02.06 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM |M2 | 35.35| 63.01| 8.1.48| 5.43| 9.59| 3.059.00| 0.05.01.06.05 |PISO EM PLACAS DE ARDOSIA NAO P|M2 | 17.52| 103.91| 8.01 | |02.45| 16.10| 6.74| 16.93| 3.05 | |02.67| 155.25| | |PRUMO COM CIMENTO COLANTE E REJ| | | 92.36| 7.27| 121.08 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.05.70| 12.14| 1.10CM | | | 7.14| |02.07 | |02.25| | | 20.54| | | | | | 7.58| 2.18| 1.84| 0.65| 54.83| 10.01.07.78| 150.45| 243.COR. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.34| | |S/MASSA-2 DEMAOS | | | 69.42| 20.SAP.34| |02.63| 12.94| 6.86| 533.10| 240.07| | 47.00| 6.48| 39. REVESTIMENTO E PINTU| |RA | |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 |CM VEDACAO ARG.05.01.01.05.08| 1.24| | 5.11| 22.66| 284.23| | |UNTAMENTO | | | | | | |02.05 |AZULEJO BRANCO 15X15CM JUNTA A |M2 | 14.O.67| 7.01.42| 16.67| 2.47| 94.00| 3.24| | 12.04| 39.00| 0.03 | |02.20 D=44CM | |FORRO DE TABUA DE CEDRINHO MACH|M2 |O E FEMEA 1X10CM (FIXADO NO MAD| |.90| 102.08 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | 16.01 |LASTRO DE BRITA |M3 | 1.24| 7.88| 20.61| 7.08 | |02. E URB.06.49| 14.07.25| |02.05.23| 15.71M2 BL.01.78| | | | | | 130.06.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |M | | | 77.35| | | | | | 15.45| 7.08.06| 14.03| 38.05.94| 7.61| | | 7.67| 0.33| 7.64| 53.79| 2.287.25| | |PRUMO COM CIMENTO COLANTE E REJ| | | 1.50| | 5.06 | | |02.05| |02.84| |02.08.02 |EMBOCO 1:2:9 HORIZONTAL E=15MM |M2 | 3.67| 2.80| 5.37| 7.06| |02.5CM LA|M | 1.06.12| | |RG.86| 36.11| | |UNTAMENTO | | | | | | | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.44| 7.05.44| 10.3MM |KG | 5.80| 8.07.05.05.06.35| | | | | | 77.09 |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | 35.36| | | | | | 32.53| 19.04 |ACO CA 50 6.42| 6.61| 145.76| 552.87| 1.COR.00| 7.01.70| 5.63| 9.15| |02.07.20| 59.1.SAP.06 |RODAPE DE ARDOSIA H=7CM |M | 16.27| 5.35| |02.05| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 96.5CM |M | | |PREGO |KG | | |CARPINTEIRO |H | | |AJUDANTE GERAL |H | | |TELHA DE BARRO TIPO ROMANA |M2 | | |CUMEEIRA DE TELHA TIPO MEIA CAN|M |A | |ARREMATE DE BEIRAL DESPROTEGIDO|M | | |RUFO METALICO EM CHAPA GALVANIZ|M |ADA No.62| 139.00| 5.11| 25.2 DEMAOS | | | 149.02.80| 3.47| 94.25| | | | | | 11.30| |02.10| 944.02| 4.05.06.06| 0.CONCR.COBERTURA) | |CORDAO DE MADEIRA PARA RODAPE/F|M |ORRO | |ALVENARIA.69| |02.11| | | | | | 405.58| 10.41| 1.98| 281.128 |02.70| 46.1:1:6 | | | 38.02 |RIPA DE MADEIRA 5X1.20| 115.25| 35.65| 68.03 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 12.08.94| 20.37| 200.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 3 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.26| 10.23| | 2.07.06 |REVESTIMENTO | | | | | | |02.02 | |02.72| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 2.10 |PINTURA LATEX ACRILICA EXTERNA |M2 | 16.99| 14.01.81| 7.71| |02.73| 133.42| 13.06.08.04| | | | | | 829.04 |PISO CERAMICO |M2 | 2.91| 9.35| 234.05.18| 10.06.99| | | .71| | | | | | 5.27| 0.05.51| 24.98| | | 18.35| | | | | | 22.05.01.CONCR.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 0.82| 3.02.64| 68. E URB.61| 7.36| 4.07 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 16.00| 20.06.37| 3.18| 22.83| 9.VEDACAO ARG.05.36| 1.1:1:6 | |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 200.25| | |OLIDA | | | 51.11| 6.45| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.78| 0.05 | |02.00| 0.89| | |RG.05.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.00| 0.HABITAC.48| 5.67| 3.01.07.01.89| 2.19| 69.37| 0.71| | 4. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.60| | 10.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 56.71M2 BL.37| |02.08| 365.67| 0.41| |02.05.04 | |02.06| 0.HABITAC.08.06| 8.76| 5.70| 4.07.10| |02.71| | 47.67| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 3.37| | | | 20.11| | | | | | 125.98| 2.01 |INTERNO | | | | | | |02.66| 552.792.02 |CONTRAPISO 1:4:8 E=5CM C/IMPERM|M2 | 39.00| 6.08.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | 52.05.09| |02.77| 148.05| 128.23| 2.01.734.34| 11.59| .07 | |02.37| 0.08.79| 2.04 |AZULEJO BRANCO 15X15CM JUNTA A |M2 | 0.58| 6.63| 0.63| 6.80| 4.33| 2.72| | | | | | 32.09| 438.00| 0.45| |02.94| 8.74| 21.00| 0.18| 10.01.66| 196.37| |02.04 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=15MM |M2 | 25.01.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |ALETA 9 .14| 1.08 | |02.10| 240.11| 42.25| 211.23| 1.85| 32.5CM | | | 3.07 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.07.O.04| | | | | | 249.53| 1.44| 2.07| | 1.62| 62.05.73| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.53| 5.98| 2.33| 2.08.5CM LA|M | 0.71| 34.5:5 E=2C|M2 | 20.37| 0.05.38| 89.91| 55.03 |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM |M2 | 117.07.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 4 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.79| 144.67| 17.18| 6.86| 142.17| 4.01 |CHAPISCO 1:3 HORIZONTAL |M2 | 3.08.15| | 9.92| 165.01| 15.41| 210.02| 255.87| |02.08.67| 17.24| | | | | | 187.41| 15.48| 1. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.852. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.37| 4.40| |02.05.01.06.06 | |02.70| 134.40| 347.01 |PISO INTERNO | | | | | | |02.07| | 54.51| 210.38| 70.SEM LASTRO DE BRITA | | | 355.44| 10.54| 109.37| | | 10.75| 33.01| | |EAB.02.04| |02.06.89| 137.58| 10.02.98| 8.60| 46.89| |02.20| 34.91| |02.49| 785.98| 8.18| 12.

73| 100.16 1"X3/32" |UN | 0.88| | 74.01 |PINTURA LATEX ACRILICA EXTERNA |M2 | 65.01 |VIDRO FANTASIA |M2 | 2.00| 0.01 |PAREDES EXTERNAS | | | | | | |02.00| 8.50| 0.08.00| 0.MAT | | | 0.12.09| 52.02 |QD.00| 50.70| 46.01.02.23| 1.12.10| | | | | | Sub-Total | | | | | | 3.65| 210.95| 2.01.62| 60.97| 2.09.00| 1.18| | 134.00| 0.99| 24.92| 8.60| 22.04| 24.76| 5.00| 24.66| 32.02 |PAREDES INTERNAS E FORROS | | | | | | |02.01.02.66| | | | 22.02 | | | |02. TABEIRAS E FOR| | | | | | | |ROS | | | | | | |02.72| 7.50| 8.00| | | | 2.02 |PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA |M2 | 14.11.08.01.04.50| 0.30| 11.2 ARRUELAS (| | | 0.53| |02.74| | | | | | 49.00| 89.93| | 12.02.02.75| | |C/2 PARAF.COR.5|UN | 0.35| 30.12.01.71M2 BL.74| | | 52.11 |PINTURA | | | | | | |02.00| 0.42| 97.56| 87.33| 3.27| | |SADO .38| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.11| 6.2 DEMAOS | | | 317.70| | 109.04 |BENGALA PVC 3/4" .700.01.50| 0.50| | 32.00| | | | | | 2.00| 89.77| 1.35| 268.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 5 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.72| 7.66| 32.99| | | .00| 17.50| 44.12.52| | 7.16| 6.04.04| 27.00| 0.70| |02.82| 206.07.06| 509.02.23| 2.94| 81.12.47| 0.04| 16.07| 223.12.04| 66.00| | | | 1.08.02 | | | |02.3DEMAOS | | | 4.34| 71.SAP.27| 3.59| 23.27| 137.00| 3.06| | 40. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.03.56| 4.00| 3.94| 24.2 PORCAS.50| |02. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | .05 |PORTAS EXTERNAS.34| |02.24| | | | | | 25.02.23| 4.95| |02.09 | |02.40| 17.20| 38.03 | |02.58| |02.23| 181. CAIXILHOS META| | | | | | | |LICOS E RUFOS | | | | | | |02.01 |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | 117.99| |02.24| 93.11.91| 0.05 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.01 |PINTURA ESMALTE SOBRE CAIXILHO |M2 | 35.82| | | 37.75| 0.02.16| | 169.50| | | 40.02 | |02.16| 2.84| |02.47| | |RIGIDO 1" .11.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 6 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.04| 35.44| | 23.88| | 713.04| | | | | | 0.04 |PORTAS INTERNAS.64| 1.06 |CABO DE COBRE ISOLADO 750V .01 |02.83| |02.4.51| | 1.03 |DISJUNTOR MONOPOLAR 60A OU 70A |UN | 1.00| 8.01 | |02.02.06| 50.00| | | | | | 3.02 |02.16| | | | | | 0.07.11.09.01 | | | |02.63| | 1.10.03 |02.40| | |0M .|UN | 1.70| 4.40| 17.MAT | | | 0.03.00| 69.66| 65.00| | |M 90KGF .MAT | | | 0.58| 1.129 |02.39| 62.75| 89.35| 2.34| | |S/MASSA-2 DEMAOS | | | 276.00| | | | | | 2.08.11.94| 49.18| 69.75| | 987.CONCR.02. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.23| 2.04 |02.06| 24.55| 6.4|UN | 1.08.01 |02.75| 8.83| 548.26| | 823.2 DEMAOS | | | 496.12 |INSTALACOES ELETRICAS/ENTRADA S| | | | | | | |UBTERRANEA | | | | | | |02.98| |02.31| 4.00| | | | | | Sub-Total | | | | 1.26| 3.08.O.32| 93.32| | 97.00| 71.2 DEMAOS | | | 44.10.07 |HASTE DE ATERRAMENTO 3/4" X 2.95| 87.01.01 |POSTE DE CONCRETO DUPLO "T" 7. E URB.08.09 |BRACADEIRA FoGo CH.24| 66.01 | |02.64| |02.02 |PINTURA CAIACAO PAREDE/FORRO IN|M2 | 2.82| | 96.MAT | | | 0.00| 44.08.07. E URB.92| | |TIPO QUICK-LAG .93| 0.29| 350.12.11.42| 14.16| 3.146.02.28| |02.89| 30.03 |PAREDES DA COZINHA | | | | | | |02.80| 414.12.01 | |02.01.11.11.24| | | 12.00| 1.08 |02.07.90| | | DE MADEIRA .82| | 32.01 |ENTRADA DE ENERGIA | | | | | | |02.HABITAC.41| 218.68| 160.02.58| 112.09 |02.18| 8.58| | 142.02 |02.83| 11.13| | | | | | 56.11.DE MEDICAO EM CHAPA TIPO No.01 | |02.03| 16.11.14| |02.MAT | | | 0.08| 33.5X215CM COM|UN | DOBRADICAS | | | | | |FERRAGENS | |FECHADURA PARA BANHEIRO |UN | | |FECHADURA GORGES PARA PORTA INT|UN |ERNA | | | | | |VIDROS | | 0.07| |02.19| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.23| | | 26.HABITAC.08.00| 0.MAT | | | 0.CONCR.67| 49.16| |02.85| | 33.-2 DEMAOS | | | 37.00| | | | | | Sub-Total | | | 73.67| 8.04| 93.47| 418.98| | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.21| 298.01 | |02.74| 1.78| | |DE FERRO .26| | |TERNA .90| 5.11.03| 12.08.COR.04.65| 285.25| | 322.00| | | | | | | | 1.42| 6.24| | 175.00| 4.01.94| 24.10 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| |PISO EXTERNO | |LASTRO DE BRITA |M3 | | |PISO EXTERNO PADRAO SEM LASTRO |M2 |DE BRITA E=5CM | | | | | |ESQUADRIAS | |PORTAS INTERNAS | |FOLHA DE PORTA DE MADEIRA 82 X |UN |210CM | |JANELAS | |BASCULANTES | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X60CM | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X80CM | |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN |0X120CM | |VENEZIANAS | |VENEZIANA DE FERRO DE ABRIR 100|UN |X120CM | |PORTAS EXTERNAS | |PORTA DE FERRO COMPLETA 80X220C|UN |M | |BATENTES METALICOS | |BATENTE DE FERRO 83.92| 8.87| 4.12.00| 3.09| 66.02 |02.00| 0.01.02 |VIDRO LISO 4MM |M2 | 4.08.50| 11.88| | 33.01 |PINTURA ESMALTE SOBRE ESQUADRIA|M2 | 10.48| | 29.78| | |ANTE PAREDE INT/EXT.SAP.83| 327.33| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 75.05.01.08 |BRAQUETE COM 1 ISOLADOR TIPO PE|UN | 0.00M (MAT) |UN | 1.62| | | 11.40| |02.71M2 BL.00| 17.30| | 62.08.01.08.16| 3.11.06| 40.00| 0.01.234.00| | | | 1.38| 0.71| 703.783.72| 15.01.99| | |1 .92| |02.16|M | 41.00| 24.52| 22.17| 186.01 |PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2 | 8.98| | 24.01 | |02.74| | |MM2 .78| | 46.50| 79.99| 24.01.MAT | | | 0.12.45| 4.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.00| 0.

02 |LUMINARIA COMPLETA TIPO GLOBO V|UN | 4.01| | |UNA 46X35CM .00| 176.38| 43.2 PORCAS E 4 ARRUEL| | | 0.23| 0.50| |02.12.12.70| 5.60| 2.10| | | | | | 27.12.92| | |M2 C/12 BORNES .99| | |C/2 POR.09| | |PO QUICK-LAG | | | 11.10| 0.24| | | | | | 115.71M2 BL.12.01 |QD.17 |MANILHA DE BARRO D=8" .544.00| 0.12.12.01 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI |M | 30.10| | | | | | 3.20 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.00| 7.68| |02.24| 0.12.10| 10.12.57| 3.20| |02.12| 4.29| 7.12.34| 1.14.02 |AJUDANTE GERAL |H | 16.00| 4.57| 9.00| 1.48| 25.24| |02.O.25| 0.19 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.16 QUAD.03 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA COM 2 |UN | 3.CONCR.25| | |NTOR .00| 81.MAT |UN | 1.57| 3.00| 0.00| 0.00| 0.14.00| 4.24| 1.58| 16.01.MAT | | | 0.66| |02.72| 17.94| |02.62| 64.00| 7.12.32| 9.48| |02.60| |02.00| 0.00| 2.57| 4.28| 1.69| 1.09.50| 26.2 QD.07.05.13| 11.17| 21.30| | |RIGIDO 3/4" .P/FI|UN | 1.CH.08 |ATERRAMENTO (INCLUSO NO ITEM 02| | | | | | | |.39| 7.06.75| 0.| | | 0.59| 1.86| 1.46| 7.12.55| 3.00| 37.14| 20.41A | | | 3.2 ARR.130 | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.86| 1.62| 64.50| 35.26| 169.36| 0.12.11| 165.86| 1.00| 11.11| |02.P/COND.29| 7.42| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 7.34| | |NTO 3/4" .51| 0.12.30| 0.HABITAC.38| 43.07 |CONJUNTO 4X4" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 1.06.59| 1.75| | |X.09| 10.00| 3.04 |CAIXA FERRO 4X4" PARA EMBUTIR |UN | 1.74| 7.32X0.00| 7.C/ACESSORIOS | | | 34.12.62| 0.06 |PONTOS DE LUZ | | | | | | |02.01 |TANQUE DE CONCRETO 60X60CM PRE-|UN | 1.12.92| | | | | | 0.86| 1.35| 3.12| | | | | | 1.08CM-VAZIA | | | 24.03.63| 78.34| |02.70| 5.09| 10.01 |FIO DE COBRE ISOLADO 1.00| 0.00| 115.12.68| 10.06 |CONJUNTO 4X2" P/3 INTERRUPTORES|UN | 1.12.05 |ESPELHO 4X2" P/ CHUVEIRO |UN | 2.03.60| |02.60| 0..00| 24.00| 5.0MM2 750|M | 57.01.02 |CAIXA FERRO 3X3" PARA EMBUTIR |UN | 2.00| 6.04 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA SIMPLE|UN | 7.05 |INTERRUPTORES.03 |FIACAO | | | | | | |02.SAP.00| 1.99| 4.92| 7.30| 0.50| 1.05. E URB.12| 0.60CM C/|UN | 1.42| |02.31| |02.03 |FIO DE COBRE ISOLADO 6.72| 2.07| 1.00| 1.09.63| 78.18| | |.83| 9.01.03| |02.12.70| 3.26| |02.12.90| 30.12.35| 3.01.07| | | C/2 PARAF.05.14| 2.00| 0.21.18 P/12 DISJS.46| 7.02 |FIO DE COBRE ISOLADO 2.15| 4.02 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 1.10| 73.00| 0.MAT |UN | 2.5MM2 750|M | 177.48| 6.86| 1.01| .21| | | | | | 1.01.10| | | | | | 81.40| |02.05.ELE.57| 4.90| 18.12.40| | |V | | | 145.12.70| 6.08 |ESPELHO 4X2" CEGO |UN | 2.83| 9.02 |LAVATORIO DE LOUCA BRANCA S/COL|UN | 1.03.21.12.12.40| 0.00| 1.16 |MASSA EPOXI PARA VEDACAO .30| | | | | | 0.20| | |V | | | 91.12.07.C/ACESSORIOS | | | 37.12|UN | 2.31| | |RIGIDO 1/2" | | | 63.17| 1.00| |02.75| | |TAMPA DE CONCRETO .01 |DISJUNTOR 10 A 30A MONOPOLAR TI|UN | 3.40| |02.68| 4.12 |PARAFUSO "PRISIONEIRO" 3/8"X8" |UN | 1.CH.01.26| | | SIMPLES | | | 6.00| 0.12.99| | |MAT | | | | | | |02.13| 1.12.50| 1.DE 1 QD.24| |02.50| 26.00| 0.16| | | | | | 3.09.12.35| 3.25| 0.50| 0.2 PORCAS .28| |02.60| 46.21| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 938.17| 4.15 |BUCHA/ARRUELA 3/4" .02.40| |02.09| 7.34| 4.02 |QUADRO DE DISTRIBUICAO DE LUZ | | | | | | |02.30| 0.20| 64.01 |CAIXA FERRO 4"X4" DE EMBUTIR OC|UN | 2.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |IMPLES E 1 TOMADA | | | 4.00| 2.00| 2.12.12.68| 10.72| 2.24| 3.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 7 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.21| | |TOGONAL | | | 3.00| 3.12.30| |02.M| | | 0.00| 3.10 |BRACADEIRA FoGo CH.01 |ELETRICISTA |H | 16.00| 0.00| 1.14| | |AS .00| 1.62| 0.86| 18.20| |02.12.09| 7.27| | |IMPLES | | | 10.16| 96.12.13 |CONECTOR PARA HASTE DE ATERRAME|UN | 1.25| |02.03 |INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUA|UN | 1.12.01) | | | | | | |02.22X0|UN | 1.12.36| 1.99| 4.MAT | | | 0.00| 34.50| 35.00| 0.O.C/2 PARAF.75| |02.5MM2 750|M | 118.03 |BARRA DE CONEXAO NYLBLOC ATE 6M|BR | 0. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.00| 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.20| | |POLOS + TERRA 25A-250V | | | 10.00| 0.03.00| 5.04.45| 6.30| |02.01.07 |DISJUNTORES | | | | | | |02.21 |MAO-DE-OBRA PARA ENTRADA DE ENE| | | | | | | |RGIA | | | | | | |02.36| 6.18| |02.30| 16.00| |02.56| 290.04| 0.66| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.40| | |IMPLES E 1 TOMADA DE 3 POLOS | | | 4.18 |BUCHA/ARRUELA 1" .06| 165.00| 0.13 |INSTALACAO DE TELEFONIA/ENTRADA| | | | | | | | SUBTERRANEA (INCLUSO NO ITEM 0| | | | | | |02.00| 176.72| 49.05. TOMADAS E PLACAS| | | | | | |02.00| 9.60| 0.17| | |IDRO P/LAMPADA INCANDESCENTE | | | 39.03 |CAIXA FERRO 4X2" PARA EMBUTIR |UN | 15.00| 1.05| 0.08| |02.12| | | | | | 1.MAT | | | 0.14 |APARELHOS E METAIS SANITARIOS | | | | | | |02.14 |SUPORTE DE FIXACAO PARA 1 DISJU|UN | 1.MAT | | | 0.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |MAT) | | | | | | |02.70| 4.12| | |MOLDADO .01.17| 4.87| 6.02 |DISJUNTOR 35 A 50A MONOPOLAR TI|UN | 1.58| 2.04 |ROLDANA PLASTICA 24X24 |UN | 28.06.05.01.00| 1.11| 165.12.00| 3.21| 2.13| | |AT | | | | | | |02.00| 2.01.29| | |S TIPO UNIVERSAL | | | 18.12.00| 4.12| |02.00| 0.00| 3.09 |CAIXAS | | | | | | |02.09| 1.57| 605.00| 0.27| | |PO QUICK-LAG | | | 3.34| 1.24| 1.84| |02.36| |02.62| 6.12.05.18| 0.20| | | LEVE | | | 2.12.00| 2.00| 6.12.27| |02.07.18| | | | | | 0.MED.76| 1.04 |ELETRODUTOS | | | | | | |02.36| 0.00| 0.20| 34.00| 0.10| 0.01 |SOQUETE E-27 DE PORCELANA EXTRA|UN | 5.30| 69.12.MAT |KG | 0.00| 0. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.25| 12.20| 125.01 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 4.12.MED .00| 1.00| 2.MAT | | | | | | |02.01.00| 0.01.11 |SUPORTE P/FIX.63| 16.12.05.27| |02.57| 9. 0.12.23| |02.12.COR.64| | |V | | | 240.84| 0.00| 1.00| 0.P/FIX.00| 4.01.01.12.12.24| 3.09.11| | |L BIPOLAR 80A Id=300mA | | | 11.

85| | | | | | 64.41| 13.03.00| 0.02.19| 105.28| 2. PVC SR 25X1/2" AF|UN | 1.71| | | | | | 58. PVC 32MM SOLDAVEL|UN | 3.81| 6.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 8 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.51| 2.01 |CAVALETE PVC 3/4" COM ABRIGO |UN | 1.06 |CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.01.18| 10.15.05 |COTOVELO 90o.13| 0.00| 2.28| 4.15.15.15.15.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.01. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.15.02.75| 2.00| |02.T|CJ | 1.15.01.14.04 |REGISTRO PRESSAO | | | | | | |02.15.05.00| 2.00| 2.O.02 |TUBO PVC 25MM SOLDAVEL AF |M | 39.HABITAC.60| |02. PVC 32MM .88| |02.CROMADO | | | 7.94| 128.02.02.00| 128.35| |02.15.75| 53.15.01.85| 9.01.19| |02.15.25| 1.06.65| | | | | | 22.18 |COTOVELO 90o.50| 4.61| | |LDAVEL AF | | | 4. E URB.01 |TORNEIRA BOIA EM PLASTICO 3/4" |UN | 1.01.14 |LUVA PVC SR 32MM X 1" |UN | 1.00| 2.13| |02.01.41| 3.25| 5.01.50| 81.00| 2.66| |02.01.50| .15.00| 2.02.00| 2. PVC SRM 25X1/2" A|UN | 1.75| 4.87| 31.13| 34.01.60| 31.87| 31.02 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 1.00| 3.02.01.04.01 |TUBO PVC 20MM SOLDAVEL AF |M | 2.12 |COTOVELO 90o.05| 14.25| 0.13| 0.49| | |PLA .01 |TUBULACOES E CONEXOES | | | | | | |02.10| 25.00| 5. PVC SRM 25X3/4" A|UN | 2.02.91| 119.02 |CONEXOES | | | | | | |02.01.97| 6.15.15.28| | | 32X1" AF | | | 7.50| 9.15.15.50| 3.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 9 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.COR.00| 1.25| 0.89| | | | | | 4.78| 3.03| |02.01.50| 47.50| 6.00| 2.15.HABITAC.01.52| 13.03 |REGISTRO GAVETA | | | | | | |02.76| | | | | | 39.02 |TUBO PVC 75MM JE ESG |M | 10.01.16 |BUCHA PVC DE REDUCAO LONGA 32X2|UN | 1.01 |REGISTRO DE PRESSAO 1" COM CANO|UN | 1.15.131 |02.06| |02.08 |COTOVELO 90o.53| | |F | | | 4.41| 3.00| | | 1.41| 35.00| 6.15.01.02.SAP.01 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 3.01.78| |02.75| 14.32| | | | | | 13.01 |TUBULACAO | | | | | | |02.88| | | | | | 2.60M C|UN |OM 1 CUBA No.25| 0.78| | 37.00| 2.20| 41.50| 4.99| 37.01| 6.02.50| 1.03 |ADAPTADOR PVC CURTO 32X1" AF |UN | 5.02| | | | | | 3.15.01.71M2 BL.00| 11.69| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.20X0.25| 0.74| 25.91| | 145.46| 4.15.01.09| 20.01.19| | | | | | 74.01.75| 24.13| | |F | | | 2.61| 2.78| 38.41| 13.88| 4.57| 273.69| 11.15.01.38| 0.15.96| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.38| 1.15.15.35| |02.02.15.08 |CAVALETE | | | | | | |02.22| 3.SAP.70| 6.19| 119.30| 1.97| 6.01.01.94| 4.96| | | AF | | | 6.00| 203.59| | | | | | 8.00| 2.63| 2.00| | |C/TAMPA 500L | | | 75.08.00| 6.02.00| 128.40| |02.75| 4.62| 23.15| | |ANQUE | | | 11.15.01.01.06 |COTOVELO 90o.01 |REGISTRO DE GAVETA 1" AMARELO |UN | 1.58| 5.15.02.01 |TUBO PVC 100MM JE ESG |M | 11.14) | | | | | | |02.CONCR.AF |UN | 3.02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.62| 23.03 |TUBO PVC 32MM SOLDAVEL AF |M | 8.80| |02.75| 24.39| | | | | | 0.15 |PLUG PVC ROSCAVEL 1/2" AF |UN | 1.70| 4.01 |CAIXA D'AGUA DE FIBRA DE VIDRO |UN | 1.50| 0.18| |02.88| 4.00| 1.09| 20.38| 3.49| |02.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |PLADA-VOLUME DE DESCARGA REDUZI| | | 37.50| 3. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.90| 1.01.48| | | AF | | | 4.03 | | |02.00| 75.14.15.60| | | | | | 7.76| 1.90| 7.60| 31.00| 3.35| | | 25X3/4" AF | | | 2.20| 105.15.CONCR.04 |TUBO PVC 40MM ESG |M | 7.00| 2.71| 2. PVC ADAPTADOR COM|UN | 2.00| 1.84| |02.25| 3.25| 1.15.15.02.93| |02.01.69| |02.02.84| 4.01.00| 2.C/ACESSORIOS | | | | | | |02.01.38| 31.13| | 108.69| |02.50| 0.00| 2.19| 145.15| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 159.15.05 |PLACAS DE APOIO PRE-MOLDADA .25| 1.02. E URB.01.84| | | | | | 6.15.81| 6.15.31| 2.69| | |DO .01.13| 0.69| 110.84| |02.65| 4.00| 7.09 |TE PVC 25MM SOLDAVEL AF |UN | 2.05 |TORNEIRA DE BOIA | | | | | | |02.02.86| |02.07 |PECAS E APARELHOS SANITARIOS (I| | | | | | | |NCLUSO ITEM 02.14.19| | |F | | | 2.38| 3.50| 108.66| | | | | | 2.15.25| 0.71M2 BL.01.03| | |0MM AF | | | 2.01.03 |TUBO PVC 50MM JE ESG |M | 10.02.22| |02.02| 5. PVC 20MM SOLDAVEL|UN | 2.01.00| 2.86| |02.15.81| | | | | | 5.35| | | CROMADO | | | 6.61| 70.25| 1.25| 0.14| 14.00| 38.01 |AGUA FRIA | | | | | | |02.68| | | | | | 72.66| 10.00| 6.70| 21.23| 2.00| 2.01.11 |TE PVC 32MM SOLDAVEL AF |UN | 3.1 RASA.02 |REGISTRO DE GAVETA C/CANOPLA 1"|UN | 1.14| 3.02.13 |CURVA 90o.68| |02.25| 2.75| | | ANEL DE 40MM ESG | | | 7.21| 2.74| 25.02 |ESGOTOS SANITARIOS | | | | | | |02.75| 3.36| 2.15.98| |02.62| 2.04 |COTOVELO 90o.C/ACESSORI| |OS | |BACIA COM CAIXA DE DESCARGA ACO|UN | | | | 1.04 |TAMPO DE GRANILITE 1.25| 0.15.77| |02.05 |LUVA FoGo BSP 3/4" AF |UN | 1.03.01.05| 12.07 |BUCHA PVC DE REDUCAO 32X25MM SO|UN | 2. PVC SRM 20X1/2" A|UN | 1.01.00| 1.02.17 |COTOVELO 90o.89| 2.01.94| 4.25| 0.00| 72.25| 1.56| | | AF | | | 22.01.02.30| |02.63| 2.78| 3.88| |02.75| 14.81| |02.25| 4.00| 203.15 |INSTALACOES HIDRAULICAS E SANIT| | | | | | | |ARIAS | | | | | | |02.15.45| 22.26| 0.01.56| 9.02.75| 1.25| 1.00| 2.72| 5.O.38| 4.02.35| 3.13| 8.99| 37.10 |COTOVELO 90o.13| 81.31| 432. PVC 25MM SOLDAVEL|UN | 10.86| | | | | | 11.15.18| 10.26| 0.15.93| | | | | | 6.88| |02.02. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.15.01.25| 0.69| 110.COR.00| 2.39| |02.01.50| 1.

15.98| 4.98| 4.03 |02.15.66| | 62.62| 3.01.50| 0.57| 0.00| | Total R$ 18.57| | | | | | 152. PVC LONGA 40MM SOLDA|UN |VEL ESG | |COTOVELO 90o.HABITAC.48| 5.46| 8.71M2 BL.22| 0.346.825.02.01.02.16| 12.07 | |02.IMPERME| | | 65.50| 10.03.96| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| .48| 1.01.15.01 | |02.28| 3.52| 27.11| 2.C/TAMPA DE CONCR.O.02 | |CURVA 90o.00| | 1.16| 14.61| 9.CONCR.132 |02. E URB.74| 13.00| | |AB.30X30X30CM | | | | | | | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 827.542.03 |CAIXA DE PASSAGEM EM ALVENARIA |UN | 2.15.08 | |02.00| 14.96| | BDI 0.21| 1.15.71| 3.61 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | Total R$ 18.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.16.68| |02.100MM | |DESCONECTORES | |CAIXA SIFONADA PVC 100X100X50MM|UN | | |CAIXAS DE INSPECAO E DE GORDURA| |CAIXA DE INSPECAO 60X60X50CM |UN | | |CAIXA DE GORDURA PRE-MOLDADA EM|UN | CONCRETO C/TAMPA 40X40X35CM | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 1.02.26| 270.90| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 153.90| | | | | | 1.02 |MARCACAO DOS LOTES |UN | 1.50| 7.10 | |02.75| 3.00| | 3.91| | 135.00| 12.02.02.02.14| 128.50| | 3.48| 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv. PVC 40MM SOLDAVEL|UN | ESG | |BOLSA PARA SAIDA DO VASO SANITA|UN |RIO .03.47| |02.61| 6.15.03.25| 12.09 | |02.50| 5.02.98| 0.47| 0.91| 15.06 | |02.25| | 72.COR.62| 4.61| 1.0000 % R$ 0.479.15.15.01.00| | 2.15.01 |LIMPEZA |M2 | 42.00| | 1. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.93| 31.66| 3.74| 6.62| 4.00| | | 1.00| 1.E CALAF.23| 4.37| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | Total | 10. PVC 50MM JE ESG |UN | | |COTOVELO 90o.74| 27.00| | | 2. PVC CURTA 100MM JE -|UN | ESG | |CURVA 45o.50| | 15.00| 32.01.15.00| | 1.50| 5.02.50| 3.58| 125.02.00| | 12.62| 5.48| 715.68| 145.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 10 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/03 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.00| | 5.50| 3.01 | |02.74| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.62| 157.28| 3.00| 3.02.02.00| | |REVEST.02 |02.16 |COMPLEMENTOS E DIVERSOS | | | | | | |02.23| 12.825.36| 13.02.86| 62.66| 1.SAP.00| 3.22| 4.15.07| 64.16.00| 152.00| 5.

49| 12.06 |PREGO |KG | 4.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02 |ESPECIFICACAO TECNICA | | | | | | |02.00| 4.06| 5.92| 15.03.SAP.49| 0.00| 216.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.01.15| |02.01 |SAPATA CORRIDA | | | | | | |02.16| 13.CONCR.00| 3.04.20| |02.96| 0.64| 3.COR.97| | | | | | 48.77| |02.86| |02.03.88| 84.97| 0.49| |02.01.12| 78.02.88| 10.54| |02.00| 96.08| 56.00| 1.00| 94.82| |02.71M2 BL.90| | | | | | 96.02.61| 1.10.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 15.06| 5.27| |02.01.74| |02.81| | | | | | 21.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.97| 0.42| 5.02.02.30| 0.01 |LAJE PRE-FOR E=10CM (INCLUSO CA|M2 | 4.15| 35.12| 62.15| 14.52| 9.01.05 |COBERTURA | | | | | | |02.35| | |NCAMENTO | | | 79.49| 4.05.24| 869.11| |02.03 |ALVENARIA DE ELEVACAO | | | | | | |02.89| | |ALETA 9 .26| 35.03.00| 5. E URB.01 |ESCAVACAO MANUAL EM VALA ATE 2M|M3 | 7.08 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 8.56| 0.23| 66.46| |02.01.79| 2.05.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 19.03.08| 0.05| 71.09 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.73| 18. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.76| |02.56| |02.76| 1.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 77.07 |BASE DA CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.79| 0.42| 126.03.41| 5.93| 26.39| 56.90| 0.38| 0.80| 5.MECANICO |M3 | 4.97| 50.05| 71.26| 0.79| 2.57| 68.03.45| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 4.02.58| 8.94| 73.26| | | | | | 0.62| 35.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 1 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.82| 5.04 |TABEIRA 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.71| 94.03 |PINTURA NEUTROL 2DEMAOS |M2 | 19.603.01.75| 2.88| | |P.71| 1.11 |REATERRO COMPACTADO .13| | |CICO .89| |02.88| 84.56| 5.48| | | | | | 19.1:1:6 | | | 68.20| | | | | | 0.62| 196.5CM |M | 200.14| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 48.89| 538.94| |02.00| 103.00| 19.HABITAC.31| | | | | | 0.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 0.26| |02.87| .97| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 94.93| 51.00| 1.39| |02.06 |ALVENARIA DE TIJOLO DE BARRO MA|M2 | 1.00| 4.07| 0.00| 66.1:1:6 | | | 462.24| 1.55| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 117.02.97| 9.93| 1.95| |02.33| | | | | | 33.27| 183.90| 3.71| 101.05.01.95| 13.72| 71.48| 12.02 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.77| 9.DE 2CM DE CONCR.05 |RIPA DE MADEIRA 5X1.01.48| |02.29| 181.02 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 11.01.02 |VIGA DE MADEIRA 6X12CM |M | 4.01 |SERVICOS PRELIMINARES | | | | | | |02.13| 0.02.02.01 |VIGA DE MADEIRA 6X16CM |M | 33.5CM (ESPELHO) | | | 11.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 19.VEDACAO ARG.97| 7.48| | | | | | 3.01.73| | |CM .02.71| 101.133 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS Cunha B |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.47| 0.078.COR.32| 4.26| 35.89| 1.01.51| 130.97| 7.15| 90.VEDACAO | | | 48.SAP.15| 3. E URB.58| 70.66| |02.06| 2.73| 15.07. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.92| | |CM VEDACAO ARG.5 X 12CM |M | 24.62| 196.14| | | | | | 24.84| 5.00| 13.64| 16.05.05| |02.69| 1.15| 139.94| 118.23| |02.26| 1.10.33| 8.1:1:6 | | | 4.01.154.33| | | | | | 5.3MM |KG | 28.00| 0.15| 164.05.07 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 8.79| | | | | | 0.41| 2.03.87| 0.50| 37.20| 4.53| 95.04 |ACO CA 50 6.06 |APILOAMENTO MANUAL |M2 | 17.69| 1.01.VEDACAO | | | 48.04 |ACO CA 50 6.02.3MM |KG | 5.01.15| 90.71| 0.00| 5.05.14| |02.50| 615.02.03.98| 168.76| 5.02.97| 7.59| 243.76| 1.04 |LAJE | | | | | | |02.47| 5.02 |LASTRO DE BRITA |M3 | 0.65| |02.01.HABITAC.32| | | | | | 9.76| 13.05 |CONCRETO BETONEIRA 15MPa COM LA|M3 | 1. FCK=15MPa) | | | 19.01.76| 0.92| | |CM VEDACAO ARG.13| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.44| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 733.31| 1.55| 110.36| | | | | | 24.96| | | | | | 103.69| 0.40| 36.57| |02.02 |LOCACAO DA OBRA |M2 | 42.14| |02.00| 5.20| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 19.55| 62.36| 11.10.80| 13.33| | | | | | 67.00| 12.15| | | | | | 0.89| 0.40| 0.02.38| |02.07.62| 0.07 |CARPINTEIRO |H | 46.41| 175.01.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 2 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.O.35| 94.01.0MM |KG | 40.72| |02.41| 16.00| 0.86| 13.24| 4.02.70| | |ALETA 9 .O.00| 183.33| 0.26| 10.71M2 BL.24| 72.01.01 |ESTRUTURA | | | | | | |02.10 |IMPERMEABILIZACAO DAS ALVENARIA| | | | | | | |S DE EMBASAMENTO | | | | | | |02.47| 20.02.18| 113.03 |ACO CA 60 5.97| 9.74| 1.01.84| 1.05.95| 13.60| 1.01.01.02 |FUNDACAO | | | | | | |02.05.33| | | | | | 0. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.00| 138.23| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 615.CONCR.78| 6.97| 2.03.90| 0.69| | | | | | 216.03 |CAIBRO DE MADEIRA 5X6CM |M | 139.26| 19.94| 138.

134

|02.05.01.08
|
|02.05.02
|
|02.05.03
|
|02.05.04
|
|02.05.05
|
|02.05.06
|
|
|02.05.07
|
|02.05.08
|
|02.05.08.01
|
|02.05.08.02
|
|02.05.08.03
|

|AJUDANTE GERAL
|H
|
|
|TELHA DE BARRO TIPO ROMANA
|M2
|
|
|CUMEEIRA DE TELHA TIPO MEIA CAN|M
|A
|
|ARREMATE DE BEIRAL DESPROTEGIDO|M
|
|
|RUFO METALICO EM CHAPA GALVANIZ|M
|ADA No.20 D=44CM
|
|FORRO DE TABUA DE CEDRINHO MACH|M2
|O E FEMEA 1X10CM (FIXADO NO MAD|
|.COBERTURA)
|
|CORDAO DE MADEIRA PARA RODAPE/F|M
|ORRO
|
|ALVENARIA, REVESTIMENTO E PINTU|
|RA
|
|ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2
|CM VEDACAO ARG.1:1:6
|
|ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2
|ALETA 9 - VEDACAO ARG.1:1:6
|
|MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3
|
|

|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|

46,24|
|
54,24|
|
2,86|
|
7,20|
|
5,60|
|
10,25|
|
|
20,37|
|
|
|
20,24|
|
5,00|
|
0,27|
|

3,97|
183,57|
6,30|
341,71|
4,39|
12,56|
4,39|
31,61|
4,80|
26,88|
5,19|
53,20|
|
0,87|
17,72|
|
|
5,97|
120,83|
5,97|
29,85|
94,71|
25,57|

0,00|
0,00|
5,28|
286,39|
1,06|
3,03|
1,06|
7,63|
10,71|
59,98|
8,99|
92,15|
|
0,65|
13,24|
|
|
7,95|
160,91|
9,92|
49,60|
101,62|
27,44|

3,97|
183,57|
11,58|
628,10|
5,45|
15,59|
5,45|
39,24|
15,51|
86,86|
14,18|
145,35|
|
1,52|
30,96|
|
|
13,92|
281,74|
15,89|
79,45|
196,33|
53,01|

|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
| CIA DE DESENV.HABITAC. E URB.EST SP-CDHU
Planilha de Precos
Pag:
3 |
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
DATA BASE: DEZEMBRO/01 |
| PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS
|
|
|
| Obra
: 089
TG-23A MONOFASICO 127V A=42.71M2 BL.CONCR.SAP.COR.
|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
|
|
|
|
Mao de Obra |
Materiais/ Outros
|
R$
|
| Item
| Servico
| Un | Quantidade | Custo Unitario|
Custo Unitario
| Custo do Servico|
|
|
|
|
| Parcial M.O. |
Parcial Materiais
| Parcial do Serv.|
|-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------|
|02.05.08.04
|ACO CA 50 6,3MM
|KG
|
5,63|
0,69|
1,79|
2,48|
|
|
|
|
|
3,88|
10,08|
13,96|
|02.05.08.05
|MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2
|
0,44|
5,97|
0,00|
5,97|
|
|CONCRETO E=9CM (VAOS)
|
|
|
2,63|
0,00|
2,63|
|02.05.08.06
|EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM
|M2
|
35,37|
5,49|
0,74|
6,23|
|
|
|
|
|
194,19|
26,17|
220,36|
|02.05.08.07
|CHAPISCO 1:3 VERTICAL
|M2
|
16,36|
1,07|
0,74|
1,81|
|
|
|
|
|
17,51|
12,11|
29,61|
|02.05.08.08
|EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2
|
16,36|
5,97|
1,83|
7,80|
|
|
|
|
|
97,67|
29,94|
127,61|
|02.05.08.09
|PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2
|
35,37|
3,23|
1,67|
4,90|
|
| - 2 DEMAOS
|
|
|
114,25|
59,07|
173,31|
|02.05.08.10
|PINTURA LATEX EXTERNA SEM MASSA|M2
|
16,36|
3,23|
1,78|
5,01|
|
| - 2 DEMAOS
|
|
|
52,84|
29,12|
81,96|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Sub-Total |
1.543,34|
1.294,24|
2.837,56|
|02.06
|REVESTIMENTO
|
|
|
|
|
|
|02.06.01
|INTERNO
|
|
|
|
|
|
|02.06.01.01
|CHAPISCO 1:3 HORIZONTAL
|M2
|
3,80|
2,39|
0,89|
3,28|
|
|
|
|
|
9,08|
3,38|
12,46|
|02.06.01.02
|EMBOCO 1:2:9 HORIZONTAL E=15MM |M2
|
3,80|
6,63|
1,37|
8,00|
|
|
|
|
|
25,19|
5,21|
30,40|
|02.06.01.03
|EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM
|M2
|
117,45|
5,49|
0,74|
6,23|
|
|
|
|
|
644,80|
86,91|
731,71|
|02.06.01.04
|EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=15MM
|M2
|
25,33|
5,77|
1,37|
7,14|
|
|
|
|
|
146,16|
34,70|
180,86|
|02.06.01.05
|AZULEJO BRANCO 15X15CM COM CIME|M2
|
14,10|
2,78|
9,39|
12,17|
|
|NTO COLANTE E REJUNTAMENTO
|
|
|
39,20|
132,40|
171,60|
|02.06.02
|EXTERNO
|
|
|
|
|
|
|02.06.02.01
|CHAPISCO 1:3 VERTICAL
|M2
|
56,87|
1,07|
0,74|
1,81|
|
|
|
|
|
60,85|
42,08|
102,93|
|02.06.02.02
|EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2
|
52,81|
5,97|
1,83|
7,80|
|
|
|
|
|
315,28|
96,64|
411,92|
|02.06.02.03
|EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2
|
12,61|
5,97|
2,58|
8,55|
|
|MEABILIZANTE VERTICAL
|
|
|
75,29|
32,53|
107,82|
|02.06.02.04
|AZULEJO BRANCO 15X15CM COM CIME|M2
|
0,18|
2,78|
9,39|
12,17|
|
|NTO COLANTE E REJUNTAMENTO
|
|
|
0,50|
1,69|
2,19|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Sub-Total |
1.316,35|
435,54|
1.751,89|
|02.07
|PISOS
|
|
|
|
|
|
|02.07.01
|PISO INTERNO
|
|
|
|
|
|
|02.07.01.01
|LASTRO DE BRITA
|M3
|
1,18|
9,93|
26,40|
36,33|
|
|
|
|
|
11,72|
31,15|
42,87|
|02.07.01.02
|CONTRAPISO 1:4:8 E=5CM C/IMPERM|M2
|
39,43|
7,02|
5,53|
12,55|
|
|EAB.SEM LASTRO DE BRITA
|
|
|
276,80|
218,05|
494,85|
|02.07.01.03
|REGULARIZACAO PISO 1:0,5:5 E=2C|M2
|
20,37|
2,95|
2,21|
5,16|
|
|M
|
|
|
60,09|
45,02|
105,11|
|02.07.01.04
|PISO CERAMICO
|M2
|
2,58|
2,27|
8,14|
10,41|
|
|
|
|
|
5,86|
21,00|
26,86|
|02.07.01.05
|PISO EM PLACAS DE ARDOSIA NAO P|M2
|
17,79|
2,27|
5,94|
8,21|
|
|OLIDA
|
|
|
40,38|
105,68|
146,06|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
| CIA DE DESENV.HABITAC. E URB.EST SP-CDHU
Planilha de Precos
Pag:
4 |
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
DATA BASE: DEZEMBRO/01 |
| PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS
|
|
|
| Obra
: 089
TG-23A MONOFASICO 127V A=42.71M2 BL.CONCR.SAP.COR.
|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
|
|
|
|
Mao de Obra |
Materiais/ Outros
|
R$
|
| Item
| Servico
| Un | Quantidade | Custo Unitario|
Custo Unitario
| Custo do Servico|
|
|
|
|
| Parcial M.O. |
Parcial Materiais
| Parcial do Serv.|
|-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------|
|02.07.01.06
|RODAPE DE ARDOSIA H=7CM
|M
|
16,61|
6,10|
0,65|
6,75|
|
|
|
|
|
101,32|
10,80|
112,12|
|02.07.01.07
|SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.1,5CM LA|M
|
0,80|
3,61|
5,20|
8,81|
|
|RG.5CM
|
|
|
2,89|
4,16|
7,05|
|02.07.01.08
|SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.1,5CM LA|M
|
1,60|
3,61|
8,38|
11,99|
|
|RG.10CM
|
|
|
5,78|
13,41|
19,18|
|02.07.01.09
|CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3
|
0,04|
56,94|
73,51|
130,45|
|
|M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO|
|
|
2,28|
2,94|
5,22|
|02.07.02
|PISO EXTERNO
|
|
|
|
|
|
|02.07.02.01
|LASTRO DE BRITA
|M3
|
0,66|
9,93|
26,40|
36,33|
|
|
|
|
|
6,55|
17,43|
23,98|
|02.07.02.02
|PISO EXTERNO PADRAO E=5CM SEM L|M2
|
22,10|
11,54|
6,56|
18,10|
|
|ASTRO DE BRITA
|
|
|
255,04|
144,97|
400,01|
|
|
|
|
|
|
|
|

135

|
|02.08
|02.08.01
|02.08.01.01
|
|02.08.02
|02.08.02.01
|02.08.02.01.01
|
|02.08.02.01.02
|
|02.08.02.01.03
|
|02.08.02.02
|02.08.02.02.01
|
|02.08.03
|02.08.03.01
|
|02.08.04
|02.08.04.01
|
|
|
|02.09
|02.09.01
|
|02.09.02
|
|
|
|02.10
|02.10.01
|
|02.10.02
|
|

|
|
|ESQUADRIAS
|
|PORTAS INTERNAS
|
|FOLHA PORTA DE MADEIRA 82 X 210|UN
|CM
|
|JANELAS
|
|BASCULANTES
|
|CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN
|0X60CM
|
|CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN
|0X80CM
|
|CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN
|0X120CM
|
|VENEZIANAS
|
|VENEZIANA DE FERRO DE ABRIR 100|UN
|X120CM
|
|PORTAS EXTERNAS
|
|PORTA DE FERRO COMPLETA 80X220C|UN
|M
|
|BATENTES METALICOS
|
|BATENTE DE FERRO 83,5X215CM COM|UN
| DOBRADICAS
|
|
|
|
|
|FERRAGENS
|
|FECHADURA PARA BANHEIRO
|UN
|
|
|FECHADURA GORGES PARA PORTA INT|UN
|ERNA
|
|
|
|
|
|VIDROS
|
|VIDRO FANTASIA
|M2
|
|
|VIDRO LISO 4MM
|M2
|
|
|
|

| Sub-Total |
|
|
|
|
|
3,00|
|
|
|
|
|
|
|
1,00|
|
|
|
1,00|
|
|
|
1,00|
|
|
|
|
|
2,00|
|
|
|
|
|
2,00|
|
|
|
|
|
3,00|
|
|
|
|
| Sub-Total |
|
|
|
1,00|
|
|
|
2,00|
|
|
|
|
| Sub-Total |
|
|
|
2,30|
|
|
|
4,50|
|
|
|
|

768,71|
|
|
8,66|
25,98|
|
|
9,36|
9,36|
12,48|
12,48|
18,71|
18,71|
|
31,85|
63,70|
|
25,86|
51,72|
|
23,15|
69,45|
|
251,40|
|
19,48|
19,48|
19,48|
38,96|
|
58,44|
|
9,46|
21,76|
9,46|
42,57|
|

614,61|
|
|
18,50|
55,50|
|
|
20,19|
20,19|
29,80|
29,80|
38,89|
38,89|
|
72,83|
145,66|
|
70,12|
140,24|
|
23,78|
71,34|
|
501,62|
|
5,99|
5,99|
5,99|
11,98|
|
17,97|
|
16,90|
38,87|
27,84|
125,28|
|

1.383,31|
|
|
27,16|
81,48|
|
|
29,55|
29,55|
42,28|
42,28|
57,60|
57,60|
|
104,68|
209,36|
|
95,98|
191,96|
|
46,93|
140,79|
|
753,02|
|
25,47|
25,47|
25,47|
50,94|
|
76,41|
|
26,36|
60,63|
37,30|
167,85|
|

|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
| CIA DE DESENV.HABITAC. E URB.EST SP-CDHU
Planilha de Precos
Pag:
5 |
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|
DATA BASE: DEZEMBRO/01 |
| PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS
|
|
|
| Obra
: 089
TG-23A MONOFASICO 127V A=42.71M2 BL.CONCR.SAP.COR.
|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
|
|
|
|
Mao de Obra |
Materiais/ Outros
|
R$
|
| Item
| Servico
| Un | Quantidade | Custo Unitario|
Custo Unitario
| Custo do Servico|
|
|
|
|
| Parcial M.O. |
Parcial Materiais
| Parcial do Serv.|
|-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------|
|
|
|
| Sub-Total |
64,33|
164,15|
228,48|
|02.11
|PINTURA
|
|
|
|
|
|
|02.11.01
|PAREDES EXTERNAS
|
|
|
|
|
|
|02.11.01.01
|PINTURA LATEX EXTERNA SEM MASSA|M2
|
65,31|
3,23|
1,78|
5,01|
|
| - 2 DEMAOS
|
|
|
210,95|
116,25|
327,20|
|02.11.02
|PAREDES INTERNAS E FORROS
|
|
|
|
|
|
|02.11.02.01
|PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2
|
117,45|
3,23|
1,67|
4,90|
|
| - 2 DEMAOS
|
|
|
379,37|
196,14|
575,51|
|02.11.02.02
|PINTURA CAIACAO PAREDE/FORRO IN|M2
|
2,58|
1,44|
0,22|
1,66|
|
|TERNA - 3DEMAOS
|
|
|
3,72|
0,57|
4,28|
|02.11.03
|PAREDES DA COZINHA
|
|
|
|
|
|
|02.11.03.01
|PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2
|
8,87|
3,23|
1,84|
5,07|
|
|ANTE PAREDE INT/EXT.-2 DEMAOS |
|
|
28,65|
16,32|
44,97|
|02.11.04
|PORTAS INTERNAS, TABEIRAS E FOR|
|
|
|
|
|
|
|ROS
|
|
|
|
|
|
|02.11.04.01
|PINTURA ESMALTE SOBRE ESQUADRIA|M2
|
10,56|
3,23|
3,11|
6,34|
|
| DE MADEIRA - 2 DEMAOS
|
|
|
34,11|
32,84|
66,95|
|02.11.04.02
|PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA
|M2
|
13,18|
3,03|
1,80|
4,83|
|
|
|
|
|
39,94|
23,72|
63,66|
|02.11.05
|PORTAS EXTERNAS, CAIXILHOS META|
|
|
|
|
|
|
|LICOS E RUFOS
|
|
|
|
|
|
|02.11.05.01
|PINTURA ESMALTE SOBRE CAIXILHO |M2
|
35,50|
6,86|
2,03|
8,89|
|
|DE FERRO - 2 DEMAOS
|
|
|
243,53|
72,07|
315,60|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Sub-Total |
940,27|
457,91|
1.398,17|
|02.12
|INSTALACOES ELETRICAS/ENTRADA S|
|
|
|
|
|
|
|UBTERRANEA
|
|
|
|
|
|
|02.12.01
|ENTRADA DE ENERGIA
|
|
|
|
|
|
|02.12.01.01
|POSTE DE CONCRETO DUPLO "T" 7,5|UN
|
0,50|
0,00|
95,97|
95,97|
|
|M 90KGF - MAT
|
|
|
0,00|
47,99|
47,99|
|02.12.01.02
|QD.DE MEDICAO EM CHAPA TIPO No.|UN
|
1,00|
0,00|
17,24|
17,24|
|
|1 (MAT)
|
|
|
0,00|
17,24|
17,24|
|02.12.01.03
|DISJUNTOR MONOPOLAR 60A OU 70A |UN
|
1,00|
0,00|
7,95|
7,95|
|
|TIPO QUICK-LAG (MAT)
|
|
|
0,00|
7,95|
7,95|
|02.12.01.04
|BENGALA PVC 3/4" - 4,00M (MAT) |UN
|
1,00|
0,00|
2,90|
2,90|
|
|
|
|
|
0,00|
2,90|
2,90|
|02.12.01.05
|ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M
|
10,00|
0,00|
0,39|
0,39|
|
|RIGIDO 0 1" (MAT)
|
|
|
0,00|
3,90|
3,90|
|02.12.01.06
|CABO DE COBRE ISOLADO 750V - 16|M
|
41,00|
0,00|
1,27|
1,27|
|
|MM2 (MAT)
|
|
|
0,00|
52,07|
52,07|
|02.12.01.07
|HASTE DE ATERRAMENTO 3/4" X 2.4|UN
|
1,00|
0,00|
9,45|
9,45|
|
|0M - MAT
|
|
|
0,00|
9,45|
9,45|
|02.12.01.08
|BRAQUETE COM 1 ISOLADOR - TIPO |UN
|
0,50|
0,00|
2,47|
2,47|
|
|PESADO (MAT)
|
|
|
0,00|
1,24|
1,24|
|02.12.01.09
|BRACADEIRA FoGo CH.16 1"X3/32" |UN
|
0,50|
0,00|
0,52|
0,52|
|
|C/2 PARAF,2 PORCAS,2 ARRUELAS (|
|
|
0,00|
0,26|
0,26|
|
|MAT)
|
|
|
|
|
|
|02.12.01.10
|BRACADEIRA FoGo CH.16 QUADR.P/F|UN
|
1,50|
0,00|
0,52|
0,52|
|
|IX.P/COND.C/2 PARAF.,2 PORCAS (|
|
|
0,00|
0,78|
0,78|
|
|MAT)
|
|
|
|
|
|
|02.12.01.11
|SUPORTE P/FIX.DE 1 QD.MED.CH.12|UN
|
2,00|
0,00|
0,79|
0,79|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
| CIA DE DESENV.HABITAC. E URB.EST SP-CDHU
Planilha de Precos
Pag:
6 |
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
DATA BASE: DEZEMBRO/01 |
| PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS
|
|
|
| Obra
: 089
TG-23A MONOFASICO 127V A=42.71M2 BL.CONCR.SAP.COR.
|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
|
|
|
|
Mao de Obra |
Materiais/ Outros
|
R$
|
| Item
| Servico
| Un | Quantidade | Custo Unitario|
Custo Unitario
| Custo do Servico|
|
|
|
|
| Parcial M.O. |
Parcial Materiais
| Parcial do Serv.|
|-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------|

136

|
|
|02.12.01.12
|
|
|02.12.01.13
|
|02.12.01.14
|
|02.12.01.15
|
|02.12.01.16
|
|02.12.01.17
|
|02.12.01.18
|
|02.12.01.19
|
|02.12.01.20
|
|02.12.01.21.01
|
|02.12.01.21.02
|
|02.12.02
|02.12.02.01
|
|02.12.03
|02.12.03.01
|
|02.12.03.02
|
|02.12.03.03
|
|02.12.03.04
|
|02.12.04
|02.12.04.01
|
|02.12.05
|02.12.05.01
|
|02.12.05.02
|
|02.12.05.03
|
|02.12.05.04
|
|02.12.05.05
|

| C/2 PARAF.,2 PORCAS E 4 ARRUEL|
|AS (MAT)
|
|PARAFUSO "PRISIONEIRO" 3/8"X8" |UN
|C/2 POR,2 ARR.P/FIX.2 QD.MED(MA|
|T)
|
|CONECTOR PARA HASTE DE ATERRAME|UN
|NTO 3/4" - MAT
|
|SUPORTE DE FIXACAO PARA 1 DISJU|UN
|NTOR (MAT)
|
|BUCHA/ARRUELA - 3/4" (MAT)
|UN
|
|
|MASSA EPOXI PARA VEDACAO (MAT) |KG
|
|
|MANILHA DE BARRO 0 8" - 60CM C/|UN
|TAMPA DE CONCRETO (MAT)
|
|BUCHA/ARRUELA 1" (MAT)
|UN
|
|
|CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3
|M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO|
|ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M
|RIGIDO 0 3/4" (MAT)
|
|ELETRICISTA
|H
|
|
|AJUDANTE GERAL
|H
|
|
|QUADRO DE DISTRIBUICAO DE LUZ |
|QD.ELE.EMB.CH.18 P/12 DISJS. 0,|UN
|22X0,32X0,08CM-VAZIA
|
|FIACAO
|
|FIO DE COBRE ISOLADO 1.5MM2 750|M
|V
|
|FIO DE COBRE ISOLADO 2.5MM2 750|M
|V
|
|FIO DE COBRE ISOLADO 6MM2 750V |M
|
|
|ROLDANA PLASTICA 24X24
|UN
|
|
|ELETRODUTOS
|
|ELETRODUTO POLIETILENO SEMI RIG|M
|IDO 1/2"
|
|INTERRUPTORES, TOMADAS E PLACAS|
|CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN
|IMPLES
|
|CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN
|IMPLES E 1 TOMADA
|
|CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA COM 2 |UN
|POLOS + TERRA 25A-250V
|
|CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA SIMPLE|UN
|S TIPO UNIVERSAL
|
|ESPELHO 4X2" P/ CHUVEIRO
|UN
|
|

|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|

|
|
1,00|
|
|
1,00|
|
1,00|
|
2,00|
|
0,05|
|
1,00|
|
1,00|
|
0,10|
|
10,00|
|
16,00|
|
16,00|
|
|
1,00|
|
|
118,00|
|
177,00|
|
57,00|
|
28,00|
|
|
30,00|
|
|
4,00|
|
1,00|
|
3,00|
|
7,00|
|
2,00|
|

0,00|
|
0,00|
0,00|
|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
0,37|
0,37|
0,00|
0,00|
56,94|
5,69|
0,00|
0,00|
5,19|
83,04|
3,97|
63,52|
|
18,32|
18,32|
|
0,92|
108,56|
1,01|
178,77|
1,19|
67,83|
0,09|
2,52|
|
1,55|
46,50|
|
1,92|
7,68|
3,39|
3,39|
2,66|
7,98|
1,92|
13,44|
0,46|
0,92|

1,58|
|
0,60|
0,60|
|
1,04|
1,04|
0,20|
0,20|
0,23|
0,46|
5,80|
0,29|
5,25|
5,25|
0,39|
0,39|
73,51|
7,36|
0,26|
2,60|
0,00|
0,00|
0,00|
0,00|
|
8,50|
8,50|
|
0,14|
16,52|
0,21|
37,17|
0,46|
26,22|
0,04|
1,12|
|
0,16|
4,80|
|
1,42|
5,68|
2,64|
2,64|
2,11|
6,33|
1,43|
10,01|
0,40|
0,80|

1,58|
|
0,60|
0,60|
|
1,04|
1,04|
0,20|
0,20|
0,23|
0,46|
5,80|
0,29|
5,62|
5,62|
0,39|
0,39|
130,45|
13,05|
0,26|
2,60|
5,19|
83,04|
3,97|
63,52|
|
26,82|
26,82|
|
1,06|
125,08|
1,22|
215,94|
1,65|
94,05|
0,13|
3,64|
|
1,71|
51,30|
|
3,34|
13,36|
6,03|
6,03|
4,77|
14,31|
3,35|
23,45|
0,86|
1,72|

|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
| CIA DE DESENV.HABITAC. E URB.EST SP-CDHU
Planilha de Precos
Pag:
7 |
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|
DATA BASE: DEZEMBRO/01 |
| PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS
|
|
|
| Obra
: 089
TG-23A MONOFASICO 127V A=42.71M2 BL.CONCR.SAP.COR.
|
|------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|
|
|
|
|
|
Mao de Obra |
Materiais/ Outros
|
R$
|
| Item
| Servico
| Un | Quantidade | Custo Unitario|
Custo Unitario
| Custo do Servico|
|
|
|
|
| Parcial M.O. |
Parcial Materiais
| Parcial do Serv.|
|-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------|
|02.12.05.06
|CONJUNTO 4"X2" P/3 INTERRUPTORE|UN
|
1,00|
4,59|
3,30|
7,89|
|
|S SIMPLES
|
|
|
4,59|
3,30|
7,89|
|02.12.05.07
|CONJUNTO 4 X 4" P/1 INTERRUPTOR|UN
|
1,00|
3,39|
3,90|
7,29|
|
| SIMPLES E 1 TOMADA DE 3 POLOS |
|
|
3,39|
3,90|
7,29|
|02.12.05.08
|ESPELHO 4X2" CEGO
|UN
|
2,00|
0,46|
0,40|
0,86|
|
|
|
|
|
0,92|
0,80|
1,72|
|02.12.06
|PONTOS DE LUZ
|
|
|
|
|
|
|02.12.06.01
|SOQUETE E-27 DE PORCELANA EXTRA|UN
|
5,00|
0,40|
0,60|
1,00|
|
| LEVE
|
|
|
2,00|
3,00|
5,00|
|02.12.06.02
|LUMINARIA COMPLETA TIPO GLOBO V|UN
|
4,00|
7,33|
5,20|
12,53|
|
|IDRO P/LAMPADA INCANDESCENTE
|
|
|
29,32|
20,80|
50,12|
|02.12.06.03
|BARRA DE CONEXAO NYLBLOC ATE 6M|BR
|
0,25|
9,16|
4,45|
13,61|
|
|M2 C/12 BORNES - 41A
|
|
|
2,29|
1,11|
3,40|
|02.12.07
|DISJUNTORES
|
|
|
|
|
|
|02.12.07.01
|DISJUNTOR 10 A 30A MONOPOLAR TI|UN
|
3,00|
2,75|
3,02|
5,77|
|
|PO QUICK-LAG
|
|
|
8,25|
9,06|
17,31|
|02.12.07.02
|DISJUNTOR 35 A 50A MONOPOLAR TI|UN
|
1,00|
2,75|
4,97|
7,72|
|
|PO QUICK-LAG
|
|
|
2,75|
4,97|
7,72|
|02.12.07.03
|INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUA|UN
|
1,00|
2,75|
113,40|
116,15|
|
|L BIPOLAR 80A Id=300mA
|
|
|
2,75|
113,40|
116,15|
|02.12.08
|ATERRAMENTO (INCLUSO NO ITEM 02|
|
|
|
|
|
|
|.12.01)
|
|
|
|
|
|
|02.12.09
|CAIXAS
|
|
|
|
|
|
|02.12.09.01
|CAIXA DE FERRO 4" X 4" DE EMBUT|UN
|
2,00|
1,38|
1,18|
2,56|
|
|IR OCTOGONAL
|
|
|
2,76|
2,36|
5,12|
|02.12.09.02
|CAIXA FERRO 3X3" PARA EMBUTIR |UN
|
2,00|
1,38|
0,73|
2,11|
|
|
|
|
|
2,76|
1,46|
4,22|
|02.12.09.03
|CAIXA FERRO 4X2" PARA EMBUTIR |UN
|
15,00|
1,38|
0,71|
2,09|
|
|
|
|
|
20,70|
10,65|
31,35|
|02.12.09.04
|CAIXA FERRO 4X4" PARA EMBUTIR |UN
|
1,00|
1,38|
1,18|
2,56|
|
|
|
|
|
1,38|
1,18|
2,56|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Sub-Total |
692,39|
459,33|
1.151,72|
|02.13
|INSTALACAO DE TELEFONIA/ENTRADA|
|
|
|
|
|
|
| SUBTERRANEA (INCLUSO NO ITEM 0|
|
|
|
|
|
|02.14
|APARELHOS E METAIS SANITARIOS |
|
|
|
|
|
|02.14.01
|TANQUE DE CONCRETO 60X60M PRE-M|UN
|
1,00|
28,74|
19,00|
47,74|
|
|OLDADO-COMPLETO
|
|
|
28,74|
19,00|
47,74|
|02.14.02
|LAVATORIO DE LOUCA BRANCA SEM C|UN
|
1,00|
26,35|
25,59|
51,94|
|
|OLUNA 44X33CM
|
|
|
26,35|
25,59|
51,94|
|02.14.03
|TAMPO DE GRANILITE 1,20X0,60M C|UN
|
1,00|
30,18|
69,04|
99,22|
|
|OM 1 CUBA No.1 RASA
|
|
|
30,18|
69,04|
99,22|
|02.14.04
|BACIA COM CAIXA DE DESCARGA ACO|UN
|
1,00|
28,74|
97,29|
126,03|
|
|PLADA-VOLUME DE DESCARGA REDUZI|
|
|
28,74|
97,29|
126,03|
|
|DO
|
|
|
|
|
|
|02.14.05
|PLACAS DE APOIO PRE-MOLDADA - T|CJ
|
1,00|
8,90|
10,21|
19,11|
|
|ANQUE
|
|
|
8,90|
10,21|
19,11|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Sub-Total |
122,91|
221,13|
344,04|
|02.15
|INSTALACOES HIDRAULICAS E SANIT|
|
|
|
|
|

99| 7.15.58| | |VEL ESG | | | 2.86| 0.72| 0.03 |TUBO PVC 50MM JE ESG |M | 10.28| |02.24| 5.02.04.11 |TE PVC DN 32MM SOLDAVEL AF |UN | 3. E URB.00| 1.02.82| 2.01.02.AF |UN | 3.14 |LUVA PVC SR 32MM X 1" |UN | 1.15.00| 159.17| 5.20| 2.20| 0.00| 5.13| | | 25X3/4" AF | | | 1.24| 1.60| 1.97| | | | | | 57.17| 9.40| 7.07 |CURVA 45o.87| | | | | | 44.82| 2.01.01. PVC 32MM SOLDAVEL|UN | 3.10 |COTOVELO 90o.00| 5.02.56| 29.15. PVC 32MM . PVC SRM 25X1/2" A|UN | 1.02.22| 25.02 |REGISTRO DE GAVETA C/CANOPLA 1"|UN | 1.02.02.01.90| 3.15.50| 2.08| 72.39| 2.01.01.02.15.72| 0.01.03 |TUBO PVC 32MM SOLDAVEL AF |M | 8.15. PVC SRM 20X1/2" A|UN | 1.00| 2.02.15| 0.15.15.08| 0.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02. PVC SR 25X1/2" AF|UN | 1.98| |02.31| 4. PVC 40MM SOLDAVEL|UN | 3.00| 1.02.02.CROMADO | | | 5.38| 13.00| 1. PVC 50MM JE ESG |UN | 2.49| 1.37| |02.62| | | | | | 1.15.01 |AGUA FRIA | | | | | | |02.01.72| 0.01.15.48| |02.40| 4.06.60| 2.15.79| | | 32X1" AF | | | 5.74| |02.20| 2.01.89| 4.04| 1.39| 8.00| 0.30| 1.90| 0.83| 0.83| 0.15.72| 0.37| 7.00| 19.08 |CAVALETE | | | | | | |02.90| 2.01.02.13| |02.02.01.100MM | | | 3.09 |COTOVELO 90o.15| |02.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.04 |TUBO PVC 40MM ESG |M | 7.58| |02.72| 1.44| 3.72| 0.68| 0.01.12| |02.83| 1.12 |COTOVELO 90o.O.05 |COTOVELO 90o.23| | | CROMADO | | | 5.22| | |0MM AF | | | 1.15.15.92| | |F | | | 1.00| 1.00| 1.01 |TUBULACAO | | | | | | |02.44| 0.01.00| 1.02.01 |TORNEIRA BOIA EM PLASTICO 3/4" |UN | 1.32| |02.96| 11.HABITAC.06| 23.01.83| |02.32| 3.91| 14.80| 3.00| 5.46| 2.01.02 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 1.72| 0.27| |02.00| 1. PVC 25MM SOLDAVEL|UN | 10.72| 0.15.57| 4.00| 2.00| 2.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 9 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.01.15.08 |COTOVELO 90o.02.01.78| |02.16| | |F | | | 3.24| 5.76| | | | | | 30.01 |CAVALETE PVC 3/4" COM ABRIGO |UN | 1.02.16| 1.15.06| 14.01.02.06| |02.74| | | | | | 56.00| 1.15.02 |TUBO PVC 75MM JE ESG |M | 10.50| 2.15.48| 102.11| | | | | | 8.15.01.01.17| 18.96| | |LDAVEL AF | | | 3.02.00| 2. PVC 20MM SOLDAVEL|UN | 2.78| 24.68| 74.09 |TE PVC 25MM SOLDAVEL AF |UN | 2.35| 6.84| 49.72| 0.SAP.17 |COTOVELO 90o.06| 23.62| |02.137 | |ARIAS | | | | | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.01.41| 3.06 |CURVA 90o.15.72| 1.36| 1.33| 2.66| 2.15.15.71M2 BL.03 |REGISTRO GAVETA | | | | | | |02.30| |02.02.01 |TUBO PVC 100MM JE ESG |M | 11.96| 11.01 |CAIXA D'AGUA COM TAMPA DE FIBRA|UN | 1.14) | | | | | | |02.00| 1.20| 2.48| | | | | | 5.18 |COTOVELO 90o.92| |02.22| |02.15.39| 8.02. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.09| | | ESG | | | 8.36| 1.50| 2.01.32| 24.05.02.01.91| | | | | | 10.30| 3.00| 57.02.23| |02.04 |REGISTRO PRESSAO | | | | | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.15.15| | | | | | 3.15.01.30| 1.30| | | | | | 16.01.83| 1.82| 0.00| 1.92| | | AF | | | 17.13 |CURVA 90o.01 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 3.01.35| 24.00| 3. E URB.07 |PECAS E APARELHOS SANITARIOS (I| | | | | | | |NCLUSO ITEM 02.84| 23.00| 1.48| 9.15.01.40| 4.HABITAC.70| |02.17| 18.15.42| 80.10 |BOLSA PARA SAIDA DO VASO SANITA|UN | 1.SAP.72| 1.02.15.40| |02.40| | | | | | 2.72| 1.15.17| 9.02.56| 29.00| 3.17| | | AF | | | 5.96| |02.92| |02.01.95| 10.23| | |RIO .82| 0.71M2 BL.55| |02.15.00| 5.01 |TUBO PVC 20MM SOLDAVEL AF |M | 2.00| 1.15.08 |COTOVELO 90o.O.01.06 |COTOVELO 90o.91| 7.90| |02.23| 9.15.03.03 |ADAPTADOR PVC CURTO 32X1" AF |UN | 5.87| 1.84| 23.20| 2.70| 7.51| |02.00| 1.20| |02.53| | | ANEL DE 40MM ESG | | | 5.72| 1.00| | | | | | 49.61| | | | | | 5.07| | | | | | 3.40| | |PLA .15.48| | | DE VIDRO 500L | | | 57.02.CONCR.16| 3.15.50| 4.72| 0.01.20| 2.20| 1.01.26| | | | | | 6.01.02.00| 3.40| 2.00| 1.44| 2.01.31| 4.60| 6.92| |02.15.01.15.07 |BUCHA PVC DE REDUCAO 32X25MM SO|UN | 2.68| 0.14| 19.01.85| 28.15.48| 3.66| 4.COR.13| |02.02 |ESGOTOS SANITARIOS | | | | | | |02.32| 24.88| 6.02 |DESCONECTORES | | | | | | .15.15.31| 4.15.26| |02.02 |TUBO PVC 25MM SOLDAVEL AF |M | 39.40| 2.01.02.01.54| 1.01.06 |CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.08| 0.COR.00| 159.05 |LUVA FoGo BSP 3/4" AF |UN | 1.02.16| 1.76| |02.28| | | | | | 0.42| 80.15.15.23| |02.15.15.00| 1.44| 0.90| 2. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.70| 4.02.25| 1.28| 34.31| 4.88| | | AF | | | 3.45| 2. PVC ADAPTADOR COM|UN | 2. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.68| 0.82| 2.00| 1.15.15 |PLUG PVC ROSCAVEL 1/2" AF |UN | 1.68| 0.06| 14.02.01.00| 56.72| 0.13| | | | | | 5.23| |02.46| 8.68| 0.01 |TUBULACOES E CONEXOES | | | | | | |02. PVC SRM 25X3/4" A|UN | 2.12| | | | | | 1.16 |BUCHA DE REDUCAO PVC LONGA 32X2|UN | 1.93| |02.97| 4.98| 2.15.85| 3. PVC LONGA 40MM SOLDA|UN | 1.04 |COTOVELO 90o.01 |REGISTRO DE GAVETA 1" AMARELO |UN | 1.01 |REGISTRO DE PRESSAO 1" COM CANO|UN | 1.64| 0.01.01.07| |02.72| 1.20| 0.03.01.01.23| | | | | | 5. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.15.00| 4.92| | |F | | | 1.06| |02.08.01.01.17| 5.02 |CONEXOES | | | | | | |02.05 |TORNEIRA DE BOIA | | | | | | |02.01.79| 2.35| 2.70| | | ESG | | | 4.10| 1.90| 3.CONCR.72| 0.01. PVC CURTA 100MM JE -|UN | 1.48| 102.00| 2.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 8 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.66| |02.38| 91.15.

02 |MARCACAO DOS LOTES |UN | 1.74| 45. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.CONCR.02 | |02.73| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.15.78| | | 1.83| | 101.00| | | | | | 2.15| 20.44| | 44.02.931.00| 0.03.65| 51.92| 89.49| 202.138 |02.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 10 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 089 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.15| 48.23 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | Total R$ 14.39| 9.83| 11.15.78| 118.C/TAMPA DE CONCR.62| 3.16.03.39| 96.00| | Total R$ 14.01 | |02.71M2 BL.99| 2.27| 6.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.188.15.16. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.14| 10.HABITAC.57| 113. E URB.55| | 0.03 | | | | |02.15.60| 9.73| 2.34| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | Total | 7.30| | | 636.SAP.02.02.44| 2.00| | | | | | | | Sub-Total | | | | 42.IMPERMEAB.61| | | | | | 0.00| | | | 2.16 |02.72| 2.62| 3.42| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| .03 |02.0000 % R$ 0.140.98| 20.00| | | | 1.51| | 2.02.02.O.REVE|UN |ST.61| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 119.30X30X30CM | | | | | |COMPLEMENTOS E DIVERSOS | |LIMPEZA |M2 | | | 1.71| | | 9.97| | 2.COR.39| | 56.48| | | 503.15.84| 9.119.62| 122.42| | BDI 0.55| 25.02.E| | CALAF.00| 0.119.60| 22.03.01 | |CAIXA SIFONADA PVC 100X100X50MM|UN | | |CAIXAS DE INSPECAO E DE GORDURA| |CAIXA DE INSPECAO 60X60X50 |UN | | |CAIXA DE GORDURA PRE-MOLDADA EM|UN | CONCRETO C/TAMPA 40X40X35CM | |CAIXA DE PASSAGEM EM ALVEN.55| 10.01 | |02.99| 2.78| 118.00| 11.

91| |02.00| 4.70| 0.02 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 12.91| | |EABILIZANTE COM LANCAMENTO | | | 273.43| 12.03 |CUMEEIRA DE TELHA TIPO MEIA CAN|M | 2.31| 1.00| 5.18| 12.38| | |.05.17| 8.00| 171.139 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS Lagoinha A |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.30| |02.06 |FORRO DE TABUA DE CEDRINHO MACH|M2 | 10.02.34| 12.61| | | | | | 213.01.58| 1.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=12MPa|M3 | 0.72| 4.88| |02.02 |LOCACAO DA OBRA |M2 | 42.09| 0.46| 0.19| 5.CONCR.43| | | ACO CA-60 | | | 11.36| |02.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 16.50| | |CM VEDACAO ARG.36| 127.84| | | | | | 55.74| 5.70| 0.06 |ALVENARIA DE TIJOLO DE BARRO MA|M2 | 1.00| 17.73| 58.20| | | | | | 0.23| 2.01.08| 0.82| |02.00| 2.71| 601.05.05 |RIPA DE MADEIRA 5X1.19| 5.01.85| | | | | | 0.52| |02.05| 1.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.72| 12.30| |02.71M2 BL.00| 1.04 |ARREMATE DE BEIRAL DESPROTEGIDO|M | 7.26| 5.90| 0.03.05.68| 114.89| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.07 |ACO CA 60 4.31| 1.63| |02.21| |02.00| 12.58| 1.01.05.02| 13.5CM (ESPELHO) | | | 10.65| 0.00| 5.00| 213.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 0.23| |02.03 |ALVENARIA DE ELEVACAO | | | | | | |02.01 |SERVICOS PRELIMINARES | | | | | | |02.33| 8.95| 3.41| 16.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 96.019.00| 12.21| 60. E URB.13| 36.19| 1.40| 0.24| 3.40| 15.03.00| 0.60| 4.39| 41.01 |LAJE DE APOIO .73| 58.20| 1.5 X 12CM |M | 24.89| 2.06 |PREGO |KG | 4.05.06| | |CICO .62| 110.00| 1.80| 3.72| 0.04 |ACO CA 60 5.71| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 792.18| 22.03| | | | | | 12.01.24| 747.02 |VIGA DE MADEIRA 6X12CM |M | 4.05.26| | | | | | 0.05.COBERTURA) | | | | | | |02.34| | |ALETA 9 .38| 0.24| 4.90| 6.01.58| 78.01 |ESCAVACAO MANUAL EM VALA ATE 2M|M3 | 1.30| 82.80| 35.61| 0.01.76| 14.01.TELA SOLDADA T-138 E|M2 | 43.13| 36.30| 82.04 |LAJE | | | | | | |02.72| 649.00| 3.00| 0.05| 12.02.00| 12.01.40| 93.00| 17.12| 10.01.65| |02.36| |02.VEDACAO ARG.04 |TABEIRA 1.02 |APILOAMENTO MANUAL |M2 | 3.30| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 19.86| 4.05.02 |TELHA DE BARRO TIPO FRANCESA |M2 | 54.47| 80.2MM |KG | 1.79| 1.05.15| 75.09| | | | | | 323.02.01 |VIGA DE MADEIRA 6X16CM |M | 33.08| 0.05 |COBERTURA | | | | | | |02.43| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 46.74| |02.02.03 |CAIBRO DE MADEIRA 5X6CM |M | 139.17| 0.19| 1.01.70| 6.1:1:6 | | | 72.58| 78.56| 139.26| 1.05| | | | | | 16.24| 5.HABITAC.70| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 92.78| 9.00| 3.05.05 |RUFO CHAPA GALVANIZADA No.85| 3.33| | |O E FEMEA 1X10CM (FIXADO NO MAD| | | 51. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.03.97| 5.63| .20| 4.85| 2.99| 58.82| | | | | | 22.02.59| | |P.85| 1.01.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.63| | | | | | 12.03| 0.80| 12.HABITAC.55| 0.12| 11.99| 3.08 |AJUDANTE GERAL |H | 46.01.01.25| 25.02.08 |CONCRETO BETONEIRA 15MPa IMPERM|M3 | 5.39| |02.00| 167.91| 47.67| |02.70| | |SENVOLVIMENTO 46CM | | | 23.06| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 369.39| |02.1:1:6 | | | 548.03.02.CONCR.52| 3.01 |MADEIRAMENTO | | | | | | |02.23| 1.38| | | | | | 30.71| 1.99| 7.82| 68.62| 0.07 |CARPINTEIRO |H | 46.16| 52.69| |02.47| 45.16| | |M ACO CA-60 | | | 13.02 |FUNDACAO | | | | | | |02.03. E URB.RADIER | | | | | | |02.01.0MM |KG | 21.05| 34.25| 4.70| | | | | | 171.00| 5.TELA SOLDADA Q-61 EM|M2 | 36.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 1 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.05.63| |02.02.39| 2.01.88| 167.64| 14.72| | | | | | 0.21| 5.28| 71.DE 2CM DE CONCR.82| 848.63| 0.O.00| 0.05.02.12| 53.72| |02.40| 654. FCK=15MPa) | | | 19.87| |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.18| 5.0MM |KG | 2.04 |FORMA DE TABUA FUNDACAO |M2 | 2.05| 1.71M2 BL.05.202.48| 92.38| | |A | | | 11.55| |02.40| 29.00| 127.92| 62.05 |ARMADURA .81| 277.55| | | | | | 17.57| 38.63| | | | | | 1.07| 182.03.83| 11.07 |ACO CA 60 5.68| |02.43| |02.30| 0.09| |02.27| 8.05.70| 8.17| |02.61| |02.55| |02.641.21| 71.O.82| 5.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 2 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.20 DE|M | 5.04.12| 1.05| 1.24| 126.00| 60.06 |ARMADURA .01 |LAJE PRE-FOR E=10CM (INCLUSO CA|M2 | 4.00| 0.82| 473.00| 92.58| 1.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02 |ESPECIFICACAO TECNICA | | | | | | |02.5CM |M | 200.05.03 |LASTRO DE BRITA |M3 | 1.55| 17.01.30| | | | | | 0.12| |02.43| 145.75| 0.71| 0.64| 1.68| 0.40| 0.93| | | | | | 46.

01| | |ERNA | | | 37.06 |02.01 |VIDRO FANTASIA |M2 | 2.01.03| 23.04| 96.60| 4.01. E URB.80| 1.79| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 62.50| 55.72| | | 0.08 |ESQUADRIAS DE MADEIRA | | | | | | |02.04| 30.88| 36.70| 0.30| 62.02.02.83| 29.70| 5.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.47| 34.02.01 |PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA |M2 | 13.24| 626.68| 435.10.71M2 BL.12| 21.01.77| 73.12.68| 246.01.30| 6.00| 8.77| 42.50| 25.60| 5.01| 68.02 | | | |02.09.00| 30.670.09.01 |PAREDES EXTERNAS | | | | | | |02.62| 6.01 |JANELAS | | | | | | |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.82| |02.01 | |02.01.98| 1.21| 1.75| 132.01.62| | |0X60CM | | | 9.01 |VENEZIANA DE FERRO DE ABRIR 100|UN | 2.67| 73.27| |02.01 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN | 1.12| 190.03.42| 76.01.09.03 | | | | | | |REVESTIMENTO | |INTERNO | |CHAPISCO 1:3 HORIZONTAL |M2 | | |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 HORIZONTA|M2 |L | |EMBOCO 1:2:9 E=8MM VERTICAL |M2 | | |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | | |EXTERNO | |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | | |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | | | | | | |PISOS | |REGULARIZACAO PISO 1:0.00| 24.75| 137.12.CONCR.66| | 1.75| 5.87| | | DOBRADICAS | | | 66.56| 95.02 |PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2 | 0.43| 2.01.03.86| 5.34| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 48.03| 24.62| 48.59| 33.93| 52.34| 146.02 |VENEZIANAS | | | | | | |02.84| 6.25| 2.32| | 4.06| 43.01.46| 28.25| 6.-2 DEMAOS | | | 81.09| 57.93| 52.99| 1.01.01 |FECHADURA PARA BANHEIRO |UN | 1.04| 30.25| 193.48| 79.140 | | | |02.06| 43.03.2 DEMAOS | | | 227.09. E URB.80| | | | 119.93| 72.01 | |02.83| 7.00| 22.85| 4.HABITAC.06.07.2 DEMAOS | | | 31.01| | | | | | 18.64| |02.01 |BASCULANTES | | | | | | |02.14| | 1.06.31| 24.32| 57.58| | 825.40| | 1.30| 9.01.01 | |02.07.53| 42.01 |02.11 |VIDROS | | | | | | |02.12| 15.02 | |02.03| |02.46| | |NCAMENTO | | | 0.38| | | | | | 68.94| 3.72| 70.74| 5.06.43| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 24. TABEIRAS E FOR| | | | | | | |ROS | | | | | | |02.61| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 216.03 |BATENTES METALICOS | | | | | | |02.50| .85| 10.29| 8.25| 2.98| 133.00| 24.49| 3.74| |02.O.81| 7.10.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 4 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.04 | |02.49| |02.01 |FOLHA PORTA DE MADEIRA 82 X 210|UN | 3.38| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 2.29| 103.11.04 |CONCRETO BETONEIRA 15MPa COM LA|M3 | 0.31| 128.32| 5.06.12.56| 2.33| 4.01.35| |02.58| | | 2.O.88| |02.07| 7.56| 2.26| | 0.69| 1.79| 1.10| 15.36| 2.12 |PINTURA | | | | | | |02.07.10| 20.01 |BATENTE DE FERRO 83.03 | |02.09.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.39| | | | | | 36.58| 207.630.50| 77.62| |02.98| 1.56| |02.09 |ESQUADRIAS DE FERRO | | | | | | |02.02 | |02.07| | |0X120CM | | | 18.09.86| |02.70| 6.02| 131.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 32.13| | 259.01 |PINTURA LATEX EXTERNA SEM MASSA|M2 | 76.12.00| 9.31| 24.HABITAC.67| 1.57| |02.01| 61.62| | | | | | 41.09.09| 9.02 |02.27| | 1.50| 9.00| 18.83| | |ANTE PAREDE INT/EXT.07| |02.81| | |CM | | | 24.06.09.04 |PINTURA ESMALTE SOBRE CAIXILHO |M2 | 35.40| 10.43| |02.03| 24.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |ANTE PAREDE INT/EXT.09.04| 53.07 |02.02| 0.32| 101.05 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.07| 8.98| 1.41| 328.10 |FERRAGENS | | | | | | |02.63| | | | 43.28| | |M | | | 49.01| 53.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 3 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.73| 298.98| 34.57| | |0X80CM | | | 12.59| | 2.53| 42.CONCR.85| 4.17| 5.58| | | | 2.51| 24.70| 5.53| 0.52| 62.14| 2.92| |02.23| 101.02 |PINTURA ESMALTE SOBRE ESQUADRIA|M2 | 10.87| | | 2.74| | 1.02.14| 664.2 DEMAOS | | | 224.32| 65.12.09.20| 4.33| |02.5:5 E=2C|M2 |M | |PISO CERAMICO 20X20CM |M2 | | |RODAPE CERAMICO H=7CM |M | | | | | Sub-Total | | | | | | 3.54| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.01.07| | | | 76.00| 303.11.02 |VIDRO LISO 4MM |M2 | 4.31| 17.70| 5.50| 30.38| | |DE FERRO .76| 689.90| 108.61| | | | | | Sub-Total | | | | 2.31| 2.00| 18.02 |PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2 | 27.03 |PORTAS INTERNAS.02| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 56.75| 5.01| |02.79| |02.12.01| 61.06.21| 448.01 |PORTA DE FERRO COMPLETA 80X220C|UN | 2.00| 18.07.31| 24.02 |PORTAS EXTERNAS | | | | | | |02.410.05| | 804.63| 0.07| 0.09.30| 11.59| 33.08.48| |02.12.96| | |X120CM | | | 61.00| 12.80| | | | 3.02 |FECHADURA GORGES PARA PORTA INT|UN | 2.-2 DEMAOS | | | 1.86| 17.13| 1.58| | | | 5.44| 141.01.06.31| | | .02 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN | 1.74| 50.85| 1.48| 100.01.47| 31.71M2 BL.83| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.12.48| 54.07.5X215CM COM|UN | 3.77| 21.50| 77.18| 2.23| | | DE MADEIRA .06.63| | 1.03 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN | 1. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.00| 536.98| 3.12| | | | | | 20.74| 7.

00| 59.00| 5.62| 1.00| 80.P/F|UN |IX.05.31| 6.13.89| | |S SIMPLES | | | 4.38| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 5.00| 0.HABITAC.13.13.00| 0.00| 0.MED(MA| |T) | |CONECTOR PARA HASTE DE ATERRAME|UN |NTO 3/4" .48| 54.77| 5.22| 3.16| 0.02 |AJUDANTE GERAL |H | 16.50| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.00| 0.05 |ESPELHO 4X2" P/ CHUVEIRO |UN | 2.61| | |IDO 1/2" | | | 44.16 | | | | |INSTALACOES ELETRICAS/ENTRADA S| |UBTERRANEA | |ENTRADA DE ENERGIA | |POSTE DE CONCRETO DUPLO "T" 7.36| 2.59| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.16|M |MM2 (MAT) | |HASTE DE ATERRAMENTO 3/4" X 2.88| 0.64| |02.MED.49| 10.13.24| | 0..45| |02.28| |02.03.23| 0.62| 4.01 |02.05 | |02.03 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA COM 2 |UN | 3.89| |02.50| | | | | | 1.70| |02. E URB.31| 3.20| 0.06.03.|UN |1 (MAT) | |DISJUNTOR MONOPOLAR 60A OU 70A |UN |TIPO QUICK-LAG (MAT) | |BENGALA PVC 3/4" .02.13 | |02.13.CONCR.25| | | | | | 0.20| 0.44| 0.02| 1.13.00| 1.32| 3.05.97| | | | 52.06 |PONTOS DE LUZ | | | | | | |02.97| 4.04 | |02.CH.50| | 1.MAT | |BRAQUETE COM 1 ISOLADOR .01.00| | | | 1.11 | | |02.2 ARRUELAS (| |MAT) | |BRACADEIRA FoGo CH.32| 16.04.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 6 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.93| | |S TIPO UNIVERSAL | | | 12.01 | |02.13.01.81| 7.96| 0.00| 6.90| | |IMPLES | | | 7.00| 3.53| 6.24| | 4.18 P/12 DISJS.01.03.32X0.37| 0.24| | 0.13.41| 22.50| |02.19 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.00| 0.13.25| 8.00| | | | 2.13.04 |ROLDANA PLASTICA 24X24 |UN | 28.2 QD.16| |02.42| | |22X0.39| 1.09 | | |02.00| | | | 41.13.50| 4.13| 1.71| | 0.00| 0.01.05| | | | 0.05.2 PORCAS E 4 ARRUEL| |AS (MAT) | |PARAFUSO "PRISIONEIRO" 3/8"X8" |UN |C/2 POR.00| 0.4|UN |0M .50| | | | 1.23| 86.20 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.00| 1.01.23| 6.30| 5.13.00| 0.17| 1.01.12|UN | C/2 PARAF.03 | |02.09| 200.45| 1.20| 0.14 | |02.28| 0.01 |QD.00| 0.13| | | | | | 2.13.00| | 0.13.03 |FIO DE COBRE ISOLADO 6MM2 750V |M | 57.00| 0.00| 1.02| | | | 52.O.13.13.07 |CONJUNTO 4 X 4" P/1 INTERRUPTOR|UN | 1.50| 4.94| | | LEVE | | | 1.24| | 4.60| |02.00| 0.25| 0.60CM C/|UN | 1.05.141 | | |02.83| 1.47| 0.00| | | | 10.16 QUADR.54| 26.13.98| 115.90| 48.13.25| 2.51| |02.13.15 | |02.00| 23.85| 4.62| 11.42| 6.00| | | | 1.05.01.00| | | | 1.45| 1.13.P/COND.EMB.01.20| 0.22| 2.01.13.00| | | | 1.05.54| 26.00| 0.13.00| 3.01.08 | |02.98| | |V | | | 102.16 1"X3/32" |UN |C/2 PARAF.00M (MAT) |UN | | |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M |RIGIDO 0 1" (MAT) | |CABO DE COBRE ISOLADO 750V .00| 0.DE 1 QD.45| | |IMPLES E 1 TOMADA | | | 3.02| 0.00| 0.00| 3.01 |ELETRODUTO POLIETILENO SEMI RIG|M | 30.13.25| 2. 0.22| 2.13.13.01.C/2 PARAF.12| |02.62| 1.13.00| 2.00| | 0.40| 3.13.20| 1.00| 0.CH.5|UN |M 90KGF .01.71M2 BL.35| 4.71| | 0.00| 0.2 PORCAS (| |MAT) | |SUPORTE P/FIX.04 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA SIMPLE|UN | 7.01.13.00| 17.32| 6.05.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 0.00| 0.75| | | | | | 0.45| | | SIMPLES E 1 TOMADA DE 3 POLOS | | | 3.03 |FIACAO | | | | | | |02.06 |CONJUNTO 4"X2" P/3 INTERRUPTORE|UN | 1.10| 2.13.06| 3.23| 5.13.00| 2.01.12| 45.13| | |V | | | 169.13.03.88| 0.06.00| 0.2 ARR.13.32| 6.23| | |RIGIDO 0 3/4" (MAT) | | | 0.42| |02.30| 5.01 |SOQUETE E-27 DE PORCELANA EXTRA|UN | 5.84| |02.42| |02.45| |02.48| 0.01.47| 0.30| |02.00| 0.MAT | |QD.25| |02.TIPO |UN |PESADO (MAT) | |BRACADEIRA FoGo CH.00| | | | 0.20| 0.08 |ESPELHO 4X2" CEGO |UN | 2.92| 8.00| 5..3/4" (MAT) |UN | | |MASSA EPOXI PARA VEDACAO (MAT) |KG | | | Sub-Total | | | | | | | | 0.32| 16.00| 0.12| | |TAMPA DE CONCRETO (MAT) | | | 0.00| 0.06| 3.10| 53.86| 12.20| 1.00| 0.00| 0.00| 0.00| 0.21.5MM2 750|M | 177.64| |02.02| 1.42| 6.00| 1.00| 0.85| 2.21.13 | |02.00| 4.07 | |02.50| | 1.52| 1.05| | 603.01| |02.08CM-VAZIA | | | 17.15| 0.11| 0.00| 0.00| 0.13.00| 0.17 |MANILHA DE BARRO 0 8" .83| 1.44| 0.00| | | | 0.01.MAT | |SUPORTE DE FIXACAO PARA 1 DISJU|UN |NTOR (MAT) | |BUCHA/ARRUELA .12 | | |02.50| | | | | | 2.90| 108.01.66| 12.23| 5.00| | 0.00| 3.64| |02.01.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.30| |02.70| 20.02 |FIO DE COBRE ISOLADO 2.00| 0.75| | | | | | 0.31| 6.07| 2.36| 2.02 |QUADRO DE DISTRIBUICAO DE LUZ | | | | | | |02.01| | | | | | 80.47| 0.01| 0.01.13.00| 0. TOMADAS E PLACAS| | | | | | |02.92| 8.31| 0.00| 0.02 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 1.13.00| | 0.00| | | | | | 1.02| 0.20| |02.13.04| 0.13.57| 0.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 5 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.87| 0.56| 4.02 |LUMINARIA COMPLETA TIPO GLOBO V|UN | 4.13.05 |INTERRUPTORES.32| 3.52| | | | | | 64.00| 0.00| 23.01.HABITAC.92| 30.09| 0.01 |FIO DE COBRE ISOLADO 1.06 | |02.27| 16.62| 1.10 | | |02.31| 0.14| | |POLOS + TERRA 25A-250V | | | 7. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.00| 0.31| 3.21 |MAO DE OBRA P/ ENTRADA DE ENERG| | | | | | | |IA | | | | | | |02.23| 6.|UN | 1.25| 8.52| 1.00| | 281.2 PORCAS.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | .70| | | | | | 59.01.13.35| 4.70| 0.13.13.05.01.35| 5.00| 0.04 |ELETRODUTOS | | | | | | |02. E URB.13.00| 0.32| 4.47| 0.50| | 885.4.62| 1.01.27| 16.06| 0.12| 3.12| 45.00| 0.5MM2 750|M | 118.18 |BUCHA/ARRUELA 1" (MAT) |UN | 1.P/FIX.30| 2.77| 5.13.13.00| 0.50| | | | 0.13.01 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 4.13| 0.00| 0.28| 11.01 |ELETRICISTA |H | 16.23| 0.02 | |02.06| 0.CONCR.25| 0.53| 6.DE MEDICAO EM CHAPA TIPO No.ELE.50| |02.22| 3.00| | | | | | 1.71M2 BL.15| 0.23| 0.

54| 0.62| 1.07.71| 6.16.15 |PLUG PVC ROSCAVEL 1/2" AF |UN | 1.69| | | AF | | | 20.02.07.61| 16.15.29| 198.04.62| 17.16.25| 113.97| |02.94| 6.69| 14.09 |TE PVC 25MM SOLDAVEL AF |UN | 2.00| 5.30| | | | | | 4.01.11| 1.02.01| | |PO QUICK-LAG | | | 7.55| |02.42| |02.59| 2.10| |02.54| 0.66| | | | | | 19.65| 5.62| 0.01.16.25| | | | | | 0.01.00| 25.25| 113.02.40| 9.37| 14.86| 1.34| |02.40| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 129.57| 2.26| |02.16.64| 21.31| 0.19| | | | | | 4.1 RASA | | | 28.01.25| |02.01. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.01.03| |02.07.13.90| | |L BIPOLAR 80A Id=300mA | | | 2.62| 1.01 |AGUA FRIA | | | | | | |02.16.03| | |34213 PIAL | | | 0.84| 84.61| 4.29| |02.83| 7.62| 0.00| 51.13.32| 63.72| |02.15 |APARELHOS E METAIS SANITARIOS | | | | | | |02.24| 4.70| |02.07 |DISJUNTORES | | | | | | |02.T|CJ | 1.19| 0.08| 0.16.16.06| 0.32| 1.16.01.04| 1.16.14 |INSTALACAO DE TELEFONIA/ENTRADA| | | | | | | | SUBTERRANEA (INCLUSO NO ITEM 0| | | | | | |02.00| 25.29| |02.02 |CONEXOES | | | | | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.09| |02.02| 0.01.87| 4.90| |02.04 |REGISTRO PRESSAO | | | | | | |02.42| |02.00| 4.24| 52.54| 0.86| | | | | | 3.00| 2.05 |LUVA FoGo BSP 3/4" AF |UN | 1.51| 1.47| 103.01.64| 3.06| 5.00| 0.00| 8.02.50| 1.04 |TAMPO DE GRANILITE 1.42| 0.09.64| | |OLDADO-COMPLETO | | | 25.61| 16.01.01.53| | | | | | 42.01 |REGISTRO DE PRESSAO 1" COM CANO|UN | 1.13.57| 55. PVC 25MM SOLDAVEL|UN | 13.15.21| 22.10| |02.16.01 |TUBULACAO | | | | | | |02. PVC SRM 25X1/2" A|UN | 1.90| |02.16.55| 9.06| 0.95| |02.03 |ADAPTADOR PVC CURTO 32X1" AF |UN | 5.01. PVC 32MM SOLDAVEL|UN | 2.07 |BUCHA PVC DE REDUCAO 32X25MM SO|UN | 3.01.04 |CAIXA FERRO 4X4" PARA EMBUTIR |UN | 1.20| 15.02| 42.54| 0.16.09| | |OM 1 CUBA No.01 |CAIXA DE FERRO 4" X 4" DE EMBUT|UN | 2.01. PVC 32MM .13.28| 1.02 |REGISTRO DE GAVETA C/CANOPLA 1"|UN | 1.04| 146.73| |02.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.01.03 |REGISTRO GAVETA | | | | | | |02.86| | | AF | | | 3.10| |02.09.02.03 |BARRA DE CONEXAO NYLBLOC .16.29| | | | | | 3.83| 2.61| 196.16. PVC SRM 25X3/4" A|UN | 2.37| 14.62| 121.87| 0.06| | |OLUNA 44X33CM | | | 23.95| 21.16.06.02 |CAIXA FERRO 3X3" PARA EMBUTIR |UN | 2.70| 1.01.00| 4.85| | | | | | 3.01.08 |CAVALETE | | | | | | .| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.03 |LAVATORIO DE LOUCA BRANCA SEM C|UN | 1.72| |02.43| |02.49| 31.61| 3.01 |CAIXA D'AGUA COM TAMPA 500L .71M2 BL.00| 1.09.31| 1.00| 28.01) | | | | | | |02.16.20X0.42| |02.00| 1.13| | | | | | 1.16.02.06 |COTOVELO 90o.01.16.59| 2.76| | |IR OCTOGONAL | | | 2.25| 24.16| 1.00| 1.62| 17.01 |DISJUNTOR 10 A 30A MONOPOLAR TI|UN | 3.01.02| 42.51| 3.61| 9.62| 2.11 |TE PVC DN 32MM SOLDAVEL AF |UN | 3.61| 4.98| 5.04 |COTOVELO 90o.40| 1.81| 9.57| 55.16.54| 0.90| 3.88| 21.15.16.12 |COTOVELO 90o.05 |TORNEIRA DE BOIA | | | | | | |02.88| 21.03.54| 0. E URB.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 7 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.00| 1.61| 2.13| |02.13.02.79| 18.142 | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.01.71| | |IGA DE APOIO 2.02| 1.00| 1.13.13| |02.00| 4.CROMADO | | | 5.51| 2.AF |UN | 3.28| 14.00| 1.21| 22.00| 1.76| | | | | | 1.54| 0.49| 8.16.13.00| 1.01.70| | |LDAVEL AF | | | 4.80| 3.88| 2.13.16.01.13.54| 0.40| | | | | | 8.07 |PECAS E APARELHOS SANITARIOS (I| | | | | | | |NCLUSO ITEM 2.42| 273.24| 11.16 |INSTALACOES HIDRAULICAS E SANIT| | | | | | | |ARIAS | | | | | | |02.35| 1.03 |CAIXA FERRO 4X2" PARA EMBUTIR |UN | 15.02.01.04| 146.00| 1.24| 52.55| 9.16.54| 0.08| 1.01.24| 0.CONCR.08 |ATERRAMENTO (INCLUSO NO ITEM 02| | | | | | | |.16.31| 0.5X15CM |UN | 1.|BR | 0.62| |02.01 |TUBO PVC 25MM SOLDAVEL AF |M | 41.02.71| |02.01.05.25| 2.66| | |PLADA | | | 25.01 |TANQUE DE CONCRETO 60X60M PRE-M|UN | 1.64| |02.03.01.02.15.06 |PLACAS DE APOIO PRE-MOLDADA .88| 18.13.34| | |ANQUE | | | 8.00| 1.62| 3.61| 196.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |IDRO P/LAMPADA INCANDESCENTE | | | 27.01.36| |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.REF.48| 3.88| 2.12| 2.70| | | | | | 5.01 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 3.00M | | | 51.06| 5.49| |02.43| | | | | | 9.02 |TUBO PVC 32MM SOLDAVEL AF |M | 6.01.06| |02.61| 3.52| 27.51| 3.03 |INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUA|UN | 1.52| |02.84| 84.02 |PORTA PAPEL DE LOUCA BRANCA |UN | 1.16.47| 103.63| 0.40| 5.99| 2.06.22| 7.50| |02.69| 14.31| 0.13 |CURVA 90o.19| 0.79| 18.31| 0.06 |CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.09.25| 471. PVC SR 25X1/2" AF|UN | 2.00| 1.16| 12.00| 2.94| 6.02 |DISJUNTOR 35 A 50A MONOPOLAR TI|UN | 1.02.53| | |F | | | 3.02 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 1.42| | | | | | 4.02.00| 9.00| 2.00| 3.00| 8.15.16.09 |CAIXAS | | | | | | |02.02.14 |LUVA PVC SR 32MM X 1" |UN | 1.61| 2.15.10 |COTOVELO 90o.06| |02.HABITAC.13.00| 1.16.63| 1.87| 4.86| 6.15) | | | | | | |02.13.71| | | | | | 2.13| | | 25X3/4" AF | | | 1.70| | | 32X1" AF | | | 4.00| 23.15| 1.45| 1.05 |BACIA COM CAIXA DE DESCARGA ACO|UN | 1.01.62| 0.00| 1.45| 1.O.01 |TORNEIRA BOIA EM PLASTICO 3/4" |UN | 1.29| 198.54| 0.V|UN | 1.23| | | | | | 7.24| 1.00| 1.01.49| | | CROMADO | | | 4.01 |REGISTRO DE GAVETA 1" AMARELO |UN | 1.00| 1.49| 31.66| |02.01.61| 9.15.42| 0.08| 0.52| 27.73| | |PLA .60M C|UN | 1.31| 0.16| 12.45| 1.127.07 |SABONETEIRA BRANCA 7.48| 46.24| 4.42| | |F | | | 1.52| 5.02.O.62| 0.82| | | | | | 7.55| | |PO QUICK-LAG | | | 2.16.02.62| 0.10| |02.30| |02.01.57| |02.62| 121.08| 3.48| 5.20| 402.00| 1.81| 9.16.16.76| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 656.00| 1.08 |COTOVELO 90o.16.80| 1.

62| 31.49| 358.08. PVC 50MM JE ESG |UN | 2.40| 2.07| 20.O.00| | | | 51.17.90| 8.10| 6.16.E| | | 48.02.05| 0.03.16.16.02 |TUBO PVC 75MM JE ESG |M | 10.16.44| 2.71M2 BL.02.17| |02.47| 2.16.01 | |02.100MM | | | 3. E URB.01.01.17.70| 4.69| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 111.16.09 |COTOVELO 90o.16.76| 3.IMPERMEAB.CONCR.16.87| 18.35| |02.C/TAMPA DE CONCR.20| 0. PVC 40MM SOLDAVEL|UN | 3. PVC LONGA 40MM SOLDA|UN | 1.00| 53.52| 71.55| 2.28| 4.02.35| | | CONCRETO C/TAMPA 40X40X35CM | | | 9.01 |LIMPEZA |M2 | 42.01 |TUBO PVC DN 100MM JE ESG |M | 11.16.69| | | | | | 0.01.76| 3.80| 0.671.00| 8.00| |02. PVC CURTA 100MM JE -|UN | 1.70| | | ESG | | | 7.00| 24.07| 5.45| 7. PVC ADAPTADOR COM|UN | 2.40| 0.03 |TUBO PVC 50MM JE ESG |M | 10.30| 62.50| 4.20| 6.01.30| 19.04 |TUBO PVC 40MM ESG |M | 7.58| | BDI 0.24| 62.00| | Total R$ 10.00| 2.80| 1.REVE|UN | 2.30| 2.62| |02.02 |MARCACAO DOS LOTES |UN | 1.02.59| 0.86| 40.10| |02.54| | | | | | 51.81| | | | | | 43.10 |BOLSA PARA SAIDA DO VASO SANITA|UN | 1.16.01.950.14| |02.08 |COTOVELO 90o.02.68| | |VEL ESG | | | 2.17 |COMPLEMENTOS E DIVERSOS | | | | | | |02.28 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | Total R$ 10.02.99| | | | | | 8.45| 3.98| | | | | | 107.01.RADIER | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.01 |CAIXA SIFONADA PVC 100X100X50MM|UN | 1.94| 5.95| |02.02 |02.68| |02.60| 39.10| 6.02.30X30X30CM | | | | | | | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 577.45| 3.00| 9.90| 17.02.30| 87.02.71| 2.88| | | 19.01 |CAIXA DE INSPECAO 60X60X50 |UN | 2.93| 2.16.00| 0.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 8 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: AGOSTO/99 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 087 TG-23A MONOFASICO 127V A=42.02.60| 3.37| 1.0000 % R$ 0.85| 3.40| 2.87| |02.143 |02.64| | | 71.02.15| 75.87| | | ANEL DE 40MM ESG | | | 4.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.93| 2.87| | |RIO .76| 114.00| 3.671.HABITAC.16.01.62| 9.45| 7.88| 13.16.62| 9.02.56| 1.01.36| 84.00| | | | | | 4.28| 4.32| 3.21| |02.69| 2.00| 110.02.65| 43.02.42| 0.10| 1.40| 0.00| 2.03 |CAIXAS DE INSPECAO E DE GORDURA| | | | | | |02.72| 169.88| | | | | | 26.00| 2.721.31| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | Total | 5.58| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| .06 |CURVA 90o.16.90| | | CALAF.02.01.50| 2.16.74| |02.52| | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.07 |CURVA 45o.02 |CAIXA DE GORDURA PRE-MOLDADA EM|UN | 1.74| | | | | | 15.74| |02.16.88| 51.40| 0.95| | | ESG | | | 3.34| 4.64| 19.30| 935.02.02.35| 2.59| | | | | | 110.02.00| 2.16.06| 24.99| |02.02 |DESCONECTORES | | | | | | |02.03.16.37| 1.62| 0.10| 6.01 |INSTALACAO DE KIT CAVALETE PVC |UN |3/4" COM ABRIGO | |ESGOTO SANITARIOS | |TUBULACOES E CONEXOES | | | | | 1.03.96| |02.42| 0.00| 2.00| 3.01.95| | |ST.05 |COTOVELO 90o.90| 17.03 |CAIXA DE PASSAGEM EM ALVEN. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.01.16.71| 5.78| |02.85| 3.

35| 94.78| 6.01.09 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.37| 5.01 |SAPATA CORRIDA | | | | | | |02.03.72| |02.MECANICO |M3 | 5.97| 7.56| 5.51| 76.1:1:6 | | | 70.01.02 |LOCACAO DA OBRA |M2 | 43.74| 1.33| | | | | | 88.02.93| .94| 118.92| 2.79| 2.79| |02.79| 36.49| 839.83| 12.95| 54.07 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 8.10.32| | | | | | 11.31| | | | | | 0.90| 0.03.27| 85.04.00| 0.72| |02.05.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 20.97| | | | | | 48.10.00| 74.06| 257.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 105.01 |ESTRUTURA | | | | | | |02.79| 2.97| 0.02.01.36| 11.97| 9.00| 1.08 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 8.15| | | | | | 0.92| 79.0MM |KG | 44.44| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 907.03.35| 0.92| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.15| 35.77| 5.01 |SERVICOS PRELIMINARES | | | | | | |02.95| 13.26| 1.09| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 20.10| |02.05.95| |02.90| 3.CONCR.61| 1.56| |02.00| 4.00| 0.92| |02.00| 5.62| 196.00| 28.58| 8.01.02.51| 130.90| | | | | | 90.01.02.18M2-BL.03.05.59| |02.53| 17. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.57| 68.73| 15.84| |02.03 |CAIBRO DE MADEIRA 5X6CM |M | 144.52| 19.70| | |ALETA 9 .40| 15.COR.00| 0.88| | |P.00| 109.470.93| 5.040.DE 2CM DE CONCR.36| |02.01.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02 |ESPECIFICACAO TECNICA | | | | | | |02.20| 4.02.VEDACAO | | | 49.06 |PREGO |KG | 5.10 |IMPERMEABILIZACAO DAS ALVENARIA| | | | | | | |S DE EMBASAMENTO | | | | | | |02.01.97| 7.84| 77. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.5CM |M | 225.07| 0.93| 1.10| 28.84| 1.97| 64.11 |REATERRO COMPACTADO .00| 0.78| 0.42| 5.98| |02.83| 0.65| 4.93| 1.05.41| 175.02| 12.1:1:6 | | | 4.69| 0.93| 94.01 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO E=9|M2 | 0.04 |ACO CA 50 6.84| 5.81| | | | | | 22.00| 82.52| 74.02.71| 101.51| 182.10| 189.SAP.26| 0.144 ANEXO E – PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS Potim A e São Bento do Sapucaí B |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.93| 4.02.33| | | | | | 5.78| |02.04 |TABEIRA 2X10CM |M | 32.COR.01.52| |02.00| 119.O.33| | | | | | 0.10| |02.30| 0.03.00| 103.00| 6.00| 79.93| 0.01 |ESCAVACAO MANUAL EM VALA ATE 2M|M3 | 7.63| |02.64| 1.01.31| 1.04 |LAJE | | | | | | |02.69| 1.03.15| 3.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 2 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.06| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 48.CONCR.88| |02.02.SAP.01 |LAJE PRE-FOR E=10CM (INCLUSO CA|M2 | 4.3MM |KG | 39.03.97| 9.92| 15.00| 90.02 |LASTRO DE BRITA |M3 | 0.06 |BASE DA CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.79| 36.76| |02.20| | | | | | 0.24| 1.51| 76.75| 2.13| 0.18| 1.06| |02.92| |02.06. FCK=15MPa) | | | 20.35| | |NCAMENTO | | | 83.71| 101.31| 12.49| 37.01.01.48| | | | | | 4.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |CM VEDACAO ARG.77| 65.01.00| 12.03 |ALVENARIA DE ELEVACAO | | | | | | |02.44| 131.55| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 124.00| 5.08| 56.05 |CONCRETO BETONEIRA 15MPa COM LA|M3 | 1.94| 73.02.03| |02.208.VEDACAO ARG.03 |ACO CA 60 5.27| 85.02.40| 36.00| 0.95| 114.03 |MICRO CONCRETO GRAUTE FCK=8MPa |M3 | 0.80| 5.95| 13.87| 0.00| 252.96| | | | | | 109.33| | | | | | 33.29| 569.06| 2.02 |ALVENARIA BLOCO DE CONCRETO CAN|M2 | 11.09| |02.02.HABITAC.91| 69.01.04 |ACO CA 50 6.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 1 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.73| 0.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 20.27| 116.97| 81.72| |02.62| 0.18M2-BL.14| |02.05 |COBERTURA | | | | | | |02.14| | | | | | 25.61| 5.06 |APILOAMENTO MANUAL |M2 | 18.55| 9.08| 94.00| 1.02 |VIGA DE MADEIRA 6X12CM |M | 25.06.3MM |KG | 7.05.10.46| 14.92| | |CM VEDACAO ARG.01.09| |02.96| 0.00| 3.1:1:6 | | | 630.00| 189.02.01.00| 4.69| | | | | | 252.70| 174.37| 0.87| | | | | | 0.05.O.HABITAC.59| 97.01. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.19| 2.132.97| | |CONCRETO E=9CM (VAOS) | | | 82.01.83| |02.01.01.33| 0.71| 1.76| 13.41| |02.69| 1.01.07 |CARPINTEIRO |H | 53.02.95| 39.02 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.92| |02.83| 119.56| 0.02.05 |RIPA DE MADEIRA 5X1.VEDACAO | | | 49.00| 178.05 |MAO DE OBRA ALVENARIA BLOCO DE |M2 | 13.48| | | | | | 26.37| 5.26| | | | | | 0.45| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 4.04| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 639.62| 196.47| 20.47| 56.88| 10.60| 1.93| 26.53| 0.97| 7.01.81| 96.73| | |CM .76| 187.03 |PINTURA NEUTROL 2DEMAOS |M2 | 20.79| 6.89| | |ALETA 9 .01.03.59| 97.41| 16.97| 2.39| 0.02.62| |02.05. E URB.05.36| | | | | | 26.02 |FUNDACAO | | | | | | |02. E URB.01 |VIGA DE MADEIRA 6X16CM |M | 28.

45| 19.26| 453.5X215CM COM|UN | 3.81| | | | | | 81.98| 20.01.06| 9.04 | |AJUDANTE GERAL |H | | |TELHA DE BARRO TIPO ROMANA |M2 | | |CUMEEIRA DE TELHA TIPO MEIA CAN|M |A | |ARREMATE DE BEIRAL DESPROTEGIDO|M | | |FORRO DE TABUA DE CEDRINHO MACH|M2 |O E FEMEA 1X10CM (FIXADO NO MAD| |.82| 6.07.02 |EXTERNO | | | | | | |02.94| 73.01.41| | | 0.11| | | | 4.30| |02.53| | | | 8.02| 497.87| 141.66| 1.83| 104.01.HABITAC.86| |02.52| 42.61| 5.01.98| | |M | | | 51.19| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 1.37| 37.29| | 0.02.01 | |02.89| 57.SAP.03.02.98| 1.39| 12.77| 158.02 | |02.93| 26.85| 72.18| 214.48| 5.08.05 | | |02.74| 1.12| 95.31| 30.00| 23.10| 6.02.78| 46.80| | | | 14.62| | | | 15.06| 15.20| 8.28| |02.01. E URB.94| 5.95| 2.21| 5.O.04 | |02.07.49| 8.28| 303.00| 19.97| 214.87| 24.05 |AZULEJO BRANCO 15X15CM COM CIME|M2 | 15.19| 78. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.CONCR.61| | |X100CM | | | 12.08 | |02.05.02.49| 832.45| 79.61| |02.38| 11.01 |VENEZIANA DE FERRO DE ABRIR 100|UN | 2.06.14| 195.COR.10| | | | | | Sub-Total | | | | | | 4.07.04 |PISO CERAMICO |M2 | 11.50| 27.48| 8.01 |LASTRO DE BRITA |M3 | 1.85| 6.06.00| 12.95| | | | | | 61.01.83| 7.16| | |CM | | | 25.80| 523.22| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 718.02.SAP.5CM LA|M | 0.01 |BASCULANTES | | | | | | |02.17| | |NTO COLANTE E REJUNTAMENTO | | | 0.05.71| 38.06 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.18M2-BL.10CM | | | 5.01| |02.10| 11.08.08.03 |REGULARIZACAO PISO 1:0.00| 18.02.08.09 |FERRAGENS | | | | | | |02.08.02 |PISO EXTERNO PADRAO E=5CM SEM L|M2 | 25.145 |02.1.08| 6.23| 137.74| 112.56| 18.31| 30.53| 12.99| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.63| 0.53| 2.25| 5.01.07.01 |PORTAS INTERNAS | | | | | | |02.71| | 2.41| | | | | | 26.40| 36.72| |02.61| 8.66| 209.72| 2.03 | |02.99| 136.07.13| 37.02.01 |FECHADURA PARA BANHEIRO |UN | 1.68| | |X120CM | | | 63.70| 5.05 |RODAPE CERAMICO H=7CM |M | 10.96| 5.07| 749.39| 9.06.60| 3.60| 95.48| |02.02 |CONTRAPISO 1:4:8 E=5CM C/IMPERM|M2 | 39.45| 47.60| |02.15| 129.80| 27.06.76| 1.03 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 COM IMPER|M2 | 13.02 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 80|UN | 1.78| 9.02.02.42| 7.06.81| | |RG.02.02 |VENEZIANAS | | | | | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.02 |PISO EXTERNO | | | | | | |02.01 |CHAPISCO 1:3 VERTICAL |M2 | 75.37| 5.00| 9.79| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 252.07.57| 70.00| 31.01 |FOLHA PORTA DE MADEIRA 82 X 210|UN | 3.18| 9.61| 3.96| |02.58| 666.07.COR.35| 117.41| | | 2.07.01 |02.70| 145.01.18M2-BL.08.78| 9.55| | |EAB.99| 25.72| 140.50| 8.04 |AZULEJO BRANCO 15X15CM COM CIME|M2 | 0.68| | | | 27.06.52| |02.07.54| 6.07 |SOLEIRA DE ARDOSIA ESP.01.89| 4.65| 18.97| 2.25| |02.29| |02.18| 5.89| 3.01 |LASTRO DE BRITA |M3 | 0.23| 944.5CM | | | 2.39| 12.69| 2.08.00| 5.06.80| | | | | | 423.18| |02.48| 583.O.48| 25.63| 4.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.90| 60.45| | 1.80| 3.04 |BATENTES METALICOS | | | | | | |02.04.06.02.08.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 4 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.00| 8.93| | | | 57.06| 2.00| 25.01.01 |PORTA DE FERRO COMPLETA 80X220C|UN | 2.5CM LA|M | 1.04| 56.87| |02.02| 5.5:5 E=2C|M2 | 11.71| 38.45| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 2.07.01.39| 64.60| | |0X120CM | | | 18.15| 23.55| | |MEABILIZANTE VERTICAL | | | 81.01.44| 4.48| |02.89| 57.01.51| 130.08 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.08. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.08.47| .01.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.COBERTURA) | |CORDAO DE MADEIRA PARA RODAPE/F|M |ORRO | | | | | |REVESTIMENTO | |INTERNO | |CHAPISCO 1:3 HORIZONTAL |M2 | | |EMBOCO 1:2:9 HORIZONTAL E=15MM |M2 | | |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=8MM |M2 | | |EMBOCO 1:2:9 VERTICAL E=15MM |M2 | | | 53.73| 5.33| | | | | | 11. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.656.16| 7.05.50| 1.88| 5.68| | 0.27| | 981.96| 164.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 3 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.93| 26.41| 183.98| 20.15| 42.34| 140.86| 70.73| 217.06.39| 0.20| 5.97| | 1.08.16| | |M | | | 34.06 |02.59| 1.01 |BATENTE DE FERRO 83.33| 1.06| |02.11| | | | 151.180.06. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.01.01.93| | | DOBRADICAS | | | 69.41| 122.302.02.98| 55.30| 362.16| | | | | | 28.09| |02.97| 214.28| 13.06 | | | |02.CONCR.01.27| 8.36| |02.66| 18.45| 71.81| | | 3.17| | |NTO COLANTE E REJUNTAMENTO | | | 41.08 |ESQUADRIAS | | | | | | |02.07.14| 10.06| |02.1.30| 56.04| 11.13| |02.016.SEM LASTRO DE BRITA | | | 276.58| 8.09.00| 0.01.01 |PISO INTERNO | | | | | | |02.75| 9.13| 37.HABITAC.01 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 80|UN | 1.10| | |ASTRO DE BRITA | | | 288.00| 32.41| 19.88| 6.58| 25.68| 14.39| 38.99| | |RG.33| | | | | | 7.99| 494.03 |CAIXILHO BASCULANTE DE FERRO 10|UN | 1.24| 1.06. E URB.71| 552.24| 191.97| 7.03 | |02.05.035.72| 2.18| 2.03 |PORTAS EXTERNAS | | | | | | |02.05.07| 0.28| 2.10| 0.63| 27.05| |02.97| 1.78| 13.48| 25.40| 36.02.22| |02.07.02 |EMBOCO PAULISTA 1:2:9 VERTICAL |M2 | 70.07 |PISOS | | | | | | |02.08.02 | |02.45| | | 3.72| 31.79| 35.50| 81.02 |JANELAS | | | | | | |02.29| | |X80CM | | | 9.05.08.

58| 1.75| |02.90| |02.01 | | | |02.01.69| 7.99| |02.12 |PARAFUSO "PRISIONEIRO" 3/8"X8" |UN | 1.12.01.01 |02.12.67| 43.00| 9.03| 67.84| 1.18M2-BL.00| 0.00| 17.90| |02.50| | | | | | Sub-Total | | | | | | 84.12.00M (MAT) |UN | 1.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 5 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.86| 227.00| 0.58| | |AS (MAT) | | | | | | |02.31| | 5.95| 7.19 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 15.39| |02.CONCR.90| 39.11 |SUPORTE P/FIX.03.CONCR.P/F|UN | 1.00| 3.00| 0.07| 49.11 |02.TIPO |UN | 0.O.44| | 1.75| 31.11.12.62| | |TAMPA DE CONCRETO (MAT) | | | 0.11| 3.57| | 64.2 DEMAOS | | | | | |INSTALACOES ELETRICAS/ENTRADA S| | | | 2.2 DEMAOS | |PAREDES INTERNAS E FORROS | |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | .4.10| 56.MAT | | | 0.97| 0.78| 0.30| 167.82| 1.01.95| 7.30| | | 3.04| |02.01.67| 210.78| | | | 25.95| | |TIPO QUICK-LAG (MAT) | | | 0.23| 31.97| | 16.45| |02.00| 0.10.11.00| 1.00| 2.04.20| 0.90| 3.20| |02.HABITAC.C/2 PARAF.01.04| 0.47| 50.01.71| | | 3.2 QD.04 |BENGALA PVC 3/4" .04| | |NTO 3/4" .83| | | | | | 9.24| 17.97| 95.46| 42.01.2 DEMAOS | |PINTURA CAIACAO PAREDE/FORRO IN|M2 |TERNA .55| 27.23| 407.87| | 25.01 | |02.02 | |02.90| | | | | | 0.97| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.68| 37.90| 2.02 | | | |02.27| 1.01.12.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | |UBTERRANEA | | | | | | |02.89| 294.-2 DEMAOS | |PINTURA LATEX INTERNA SEM MASSA|M2 | .47| 25.08 |BRAQUETE COM 1 ISOLADOR .01.21.12.34| 66.90| 126.07| | | 3.05 |ELETRODUTO DE POLIETILENO SEMI-|M | 10.21.2 ARRUELAS (| | | 0.25| 5.00| 0.26| | | | 2.98| | 17.00| 0.12.60| | |C/2 POR.12.00| 0.82| | | 8.64| | 4.00| 0.00| 5.04| |02.94| | 76.12.24| 17.00| 0.04| 1.45| 9.90| 2.COR.12.10| | | 2.00| 3.95| 4.11.00| 0.52| 0.18 |BUCHA/ARRUELA 1" (MAT) |UN | 1.39| | |RIGIDO 0 1" (MAT) | | | 0.00| 0.11.11.|UN | 1.04| 1. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| .09 |BRACADEIRA FoGo CH.04 | |02.05| 0.00| 1.01.23| 34.01 | |02.26| | |MAT) | | | | | | |02.53| | | 5.2 PORCAS (| | | 0.02 | | | |02. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.41| | 26.00| 1.06 |CABO DE COBRE ISOLADO 750V .48| 19.45| | |M3 1:4:8 BETONEIRA C/LANCAMENTO| | | 5.60| | |T) | | | | | | |02.52| | |IX.21| | 1.116.01.11.01 |POSTE DE CONCRETO DUPLO "T" 7.01.00| 0.00| 2.78| | |MAT) | | | | | | |02.23| | | | | | 0.36| 61.34| | | | 4.01.26| 0.85| 0.99| 5.66| 4.17| | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.11| 32.80| 33.99| 47.01 | |02.12.36| | | | | | 126.46| 0.50| 0.59| 3.12.26| 0.12.52| 0.5|UN | 0.COR.00| 95.05| |02.03.3/4" (MAT) |UN | 2.11.37| 5.4|UN | 1.672.00| 17.44| | 9.01.00| 0.00| 47.25| 5.79| 0.24| 1.01 | |02.52| | |C/2 PARAF.20| 0.00| 0.12.14 |SUPORTE DE FIXACAO PARA 1 DISJU|UN | 1.00| 0.00| 0.146 | |02.96| | 58.16 QUADR.2 DEMAOS | |PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA |M2 | | |PORTAS EXTERNAS E CAIXILHOS MET| |ALICOS | |PINTURA ESMALTE SOBRE CAIXILHO |M2 |DE FERRO .00| 0.94| 73.10 |02.84| 18.01.02 |AJUDANTE GERAL |H | 16.51| 130.09.02 |02.83| | | 1.MED(MA| | | 0.P/FIX.23| | 555.45| | |0M .00| 0.46| 22.16| | 1.36| 13.83| 88.00| 0.01.00| 9.44| 4.11.19| | | | | | 83.00| 0.00| 1.01 | |02.03 |02.00| 0.90| 618.12.22| 0.00| 5.18M2-BL.90| |02.16|M | 25.50| 0.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 6 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.05 | |02.29| 0.00| 0.MAT | | | 0.02.12.01.80| | | | | | 0.00| 31.47| | |PESADO (MAT) | | | 0.05.MED.78| 150.CH.02 |QD.11.2 PORCAS.01 |ELETRICISTA |H | 16.79| | | C/2 PARAF.16 |MASSA EPOXI PARA VEDACAO (MAT) |KG | 0.00| 7. TABEIRAS E FOR| |ROS | |PINTURA ESMALTE SOBRE ESQUADRIA|M2 | DE MADEIRA .P/COND.02 | |02.00| 1.00| 0.00| | | | | | Sub-Total | | | | 2.DE MEDICAO EM CHAPA TIPO No.02.00| 5.01.23| 0.16 1"X3/32" |UN | 0.HABITAC.58| 4.01.DE 1 QD.01.29| |02. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.50| 0.02 | |02.39| 0.SAP.20| | |NTOR (MAT) | | | 0.10 |BRACADEIRA FoGo CH.95| |02.11.90| 3.37| 5.MAT | | | 0.39| 0.24| | |1 (MAT) | | | 0.04.01 |ENTRADA DE ENERGIA | | | | | | |02.62| | 1.56| | | | 18.12.12|UN | 2.12.39| | | | | | | | 33.17 |MANILHA DE BARRO 0 8" .2 PORCAS E 4 ARRUEL| | | 0.12.00| 0.3DEMAOS | |PAREDES DA COZINHA | |PINTURA ESMALTE SINTETICO BRILH|M2 |ANTE PAREDE INT/EXT.01.20 |CONCRETO CONSUMO 161KG CIMENTO/|M3 | 0.00| 0.14| 9.07 |HASTE DE ATERRAMENTO 3/4" X 2.67| 1.85| | 229.11.45| 9.12| | | | | | Sub-Total | | | 19..99| 11.00| 3.12 | | |FECHADURA GORGES PARA PORTA INT|UN |ERNA | | | | | |VIDROS | |VIDRO FANTASIA |M2 | | |VIDRO LISO 4MM |M2 | | | | | | |PINTURA | |PAREDES EXTERNAS | |PINTURA LATEX EXTERNA SEM MASSA|M2 | .03 |DISJUNTOR MONOPOLAR 60A OU 70A |UN | 1.00| 0.39| | | | | | 0.60CM C/|UN | 1.10.79| | | | | | | | 10.12.26| | |RIGIDO 0 3/4" (MAT) | | | 0.27| | |MM2 (MAT) | | | 0.72| | | 6.00| 2.00| 0.84| 125.12.24| |02.11. E URB..00| 3.00| 1.08| | 3.13 |CONECTOR PARA HASTE DE ATERRAME|UN | 1.00| 7.00| 83.03| 55.15 |BUCHA/ARRUELA .80| 5.48| | 3.50| 0.12.01.39| 0.70| | 5.97| | |M 90KGF .60| 0.12.00| 0.2 ARR.01| 422. E URB.48| 38.21 |MAO-DE-OBRA PARA ENTRADA DE ENE| | | | | | | |RGIA | | | | | | |02.28| | 164.46| |02.47| 2.SAP.12.01.11.23| 83.2 DEMAOS | |PORTAS INTERNAS.37| | | 6.01.24| |02.19| 0.23| 272.62| |02.00| 0.60| 0.00| 0.

15| |02.60| 2. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.00| 1.35| | |S TIPO UNIVERSAL | | | 15.14.02.00| | | LEVE | | | 1. 0.02.26| 10.72| 0.14.01 |SOQUETE E-27 DE PORCELANA EXTRA|UN | 4.00| 26.05 |LUVA FoGo BSP 3/4" AF |UN | 1.04 |BACIA COM CAIXA DE DESCARGA ACO|UN | 1.95| 1.95| 10.31| 4.147 | | | | | Parcial M.97| 7.15.50| 26.12.04 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA SIMPLE|UN | 8.03 |ADAPTADOR PVC CURTO 32X1" AF |UN | 5.68| |02.77| | |PO QUICK-LAG | | | 8.75| 3.00| 1.15 |INSTALACOES HIDRAULICAS E SANIT| | | | | | | |ARIAS | | | | | | |02.18| 69.00| 1.09| | | | | | 27.39| 2.46| 1.24| 1.35| 25.09 |CAIXAS | | | | | | |02.00| 1.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 2.45| |02.26| 39.00| 0.70| 11. PVC 32MM SOLDAVEL|UN | 3.00| 0.01| 0.06.01.92| 82.00| 1.53| | |IDRO P/LAMPADA INCANDESCENTE | | | 29.02| 5.25| 9.15.03.12.01.76| 2.16| 1.66| 2.00| 8.02.03 |CAIXA FERRO 4X2" PARA EMBUTIR |UN | 20.09. PVC SR 25X1/2" AF|UN | 2.12.21| 1.06| | |V | | | 71.79| |02.02 |LAVATORIO DE LOUCA BRANCA SEM C|UN | 1.64| 6.00| 28.05.01.74| 19.12.82| 2.CH.09| 956.44| 26.5MM2 750|M | 127.12.16| 4.05.80| 4. TOMADAS E PLACAS| | | | | | |02.1 RASA | | | 30.31| |02.09| 0.12.29| 1.00| 1.76| 1.40| 116.00| 0.05 |PLACAS DE APOIO PRE-MOLDADA .O.06 |COTOVELO 90o.38| 15.13 |INSTALACAO DE TELEFONIA/ENTRADA| | | | | | | | SUBTERRANEA (INCLUSO NO ITEM 0| | | | | | |02.76| 1.12.20| 1.34| | |IMPLES | | | 5.74| | | SIMPLES | | | 6.21| 19.07 |DISJUNTORES | | | | | | |02.40| 0.22| | |V | | | 128.08 |COTOVELO 90o.87| | | | | | 24.21| 19.51| |02.00| 0.82| 2.01.11| 3.02 |QUADRO DE DISTRIBUICAO DE LUZ | | | | | | |02.00| 3.22| |02.75| 113.01.11| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.74| |02.22| | |OM 1 CUBA No.09.60| 1.41A | | | 2.36| 5.59| 51.00| 1.92| | | AF | | | 13.05 |INTERRUPTORES.29| 126.01 |CAIXA DE FERRO 4" X 4" DE EMBUT|UN | 2.67| 154.64| |02.00| 3.03 |FIO DE COBRE ISOLADO 6MM2 750V |M | 33.02 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 1.20X0.02 |CAIXA FERRO 3X3" PARA EMBUTIR |UN | 2.48| |02.15.24| 5.02 |TUBO PVC 32MM SOLDAVEL AF |M | 6.15| | |L BIPOLAR 80A Id=300mA | | | 2.60| 1.00| |02.12.20| 1.SAP.15| 0.30| .05.00| 18.00| 2.94| |02.46| 8.46| 0.12.02.90| 10.12.00| 47.06| 17.72| 0.00| 0.01.92| 0.02 |FIO DE COBRE ISOLADO 2.94| |02.16| 1.72| |02.5MM2 750|M | 78.72| 0.24| |02.92| 0.15.00| 2.12.00| 1.01 |AGUA FRIA | | | | | | |02.66| 2.00| 47.32| 20.35| 6.02.39| 2.12.60| 15.02 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 1.83| 1.12.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 7 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.01.74| 19.02.20| 12.80| 1.44| 0.52| |02.13| 344.40| 0.07| |02.00| 2.37| |02.T|CJ | 1.08CM-VAZIA | | | 18.24| 5.40| |02.80| 1.40| 116.11| | | | | | 8.01) | | | | | | |02.00| 30.80| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 547.12.38| 1.35| 5.12.12.HABITAC.11| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 122.00| 1.05 |ESPELHO 4X2" P/ CHUVEIRO |UN | 2.46| 4.15.02 |CONEXOES | | | | | | |02.04 |ROLDANA PLASTICA 24X24 |UN | 28.64| 0.91| 14.14.00| 1.14| 1.55| |02.77| | |POLOS + TERRA 25A-250V | | | 7.05.32X0.02.82| | |22X0.14 |APARELHOS E METAIS SANITARIOS | | | | | | |02.12.00| 3.07 |ESPELHO 4X2" CEGO |UN | 2.39| 2.75| 4.12| |02.35| 25. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.00| 28. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.31| 4.76| 4.02 |LUMINARIA COMPLETA TIPO GLOBO V|UN | 4.13| | | | | | 2.08 |ATERRAMENTO (INCLUSO NO ITEM 02| | | | | | | |.75| 4.01.03.31| |02.01.60| 14.60M C|UN | 1.00| 1.17| | | AF | | | 5.11| | |ANQUE | | | 8.06.|UN | 1.01 |TANQUE DE CONCRETO 60X60M PRE-M|UN | 1.00| 7.18| 54.39| |02.01 |CONJUNTO 4X2" P/1 INTERRUPTOR S|UN | 3.71| | |IDO 1/2" | | | 13.25| 9.13| | | 25X3/4" AF | | | 1.02.94| | |OLUNA 44X33CM | | | 26.82| 0.12.25| 1.15.74| 97.64| 6.90| 10.72| |02.27| 26.92| 1.06.36| |02.40| 0.91| | | | | | 8.ELE.27| 15.04| |02.96| | |LDAVEL AF | | | 3.04 |COTOVELO 90o.04 |ELETRODUTOS | | | | | | |02.03| | |PLADA-VOLUME DE DESCARGA REDUZI| | | 28.72| 0.03 |BARRA DE CONEXAO NYLBLOC ATE 6M|BR | 0.22| |02.13| |02.03.40| 4.92| 1.46| 0.00| 1.01 |TUBULACAO | | | | | | |02.12.44| 0.05.79| | | 32X1" AF | | | 5.15.50| 11.03| | |IMPLES E 1 TOMADA | | | 3.29| 126.90| 409.01.50| 26.05.14.38| 0.65| | | | | | 39.86| | | | | | 0.00| 1.72| 1.66| 4.82| 2.15.01 |ELETRODUTO POLIETILENO SEMI RIG|M | 9.12. E URB.20| 41.02.12.12.02| |02.80| |02.01.EMB.15| | | | | | 3.72| |02.72| | |PO QUICK-LAG | | | 2.01.32| 8.18| 69.48| 3.33| 14.32| 8.61| | |M2 C/12 BORNES .19| 0.83| 1.12.97| 7.CONCR.39| 2.00| 1.07.38| 0.03 |CONJUNTO 4X2" P/2 INTERRUPTORES|UN | 2.11| 4.75| 113. PVC 25MM SOLDAVEL|UN | 8.15.82| |02.12.01.45| 13.12| 3.00| 1.05.71| 2.80| 1.12.33| 2.18M2-BL.29| 19.12.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 63.COR.07 |BUCHA PVC DE REDUCAO 32X25MM SO|UN | 2.45| 2.04| 99.72| 0.36| 11.03 |INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUA|UN | 1.99| |02.15.59| 51.64| |02.03.14.43| 3.56| | |IR OCTOGONAL | | | 2.03 |FIACAO | | | | | | |02.97| 4.92| |02.01 |ADAPTADOR PVC LONGO COM FLANGES|UN | 3.52| 0.18 P/12 DISJS.33| 5.15.18| 2.76| 10.00| 1.12.09.15.09 |TE PVC 25MM SOLDAVEL AF |UN | 2.00| 2.15.03| |02.42| 3.01.74| 97.07.73| 2.92| 0.07| | | | | | 3.00| 63.78| 4.01 |TUBO PVC 25MM SOLDAVEL AF |M | 21.12| |02.12.98| 6.01 |FIO DE COBRE ISOLADO 1.01.04.74| | |OLDADO-COMPLETO | | | 28.86| | | | | | 0.52| 1.12.44| 15.06 |CONJUNTO 4X2" P/1 TOMADA COM 2 |UN | 3.03| | |DO | | | | | | |02.O.04| 99.55| 0.03 |TAMPO DE GRANILITE 1.12.91| 221.12| | | | | | 3.01 |QD.12.40| 2.01 |DISJUNTOR 10 A 30A MONOPOLAR TI|UN | 3.04| 0.80| 50.07.15.02.06 |PONTOS DE LUZ | | | | | | |02.02 |DISJUNTOR 35 A 50A MONOPOLAR TI|UN | 1.

16 |COTOVELO 90o.15.06 |CURVA 45o.15.18M2-BL.02.23| |02.70| | | ESG | | | 4.92| |02.12 |COTOVELO 90o.40| |02.96| 11.88| 6.15.16| | |F | | | 3.65| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | Total | 7.15| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 490.20| 0.23| | |RIO .15.90| 2.83| |02.02.68| 0.60| 6.16 |COMPLEMENTOS E DIVERSOS | | | | | | |02.00| 56.13| |02.83| 0.15.15.00| | 3. PVC 50MM JE ESG |UN | 2.15.22| 11. PVC CURTA 40MM ESG |UN | 3.01 |CAIXA D'AGUA COM TAMPA DE FIBRA|UN | 1.32| 24.01.00| 2.83| 0.01.18| 2.O.30| 3. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M. PVC SRM 20X1/2" A|UN | 1.92| | |F | | | 1.22| | |0MM AF | | | 1.15.70| |02.15.02.00| 159.02.00| 5. E URB.15.99| 7.15.15.47| |02.01.01.78| 0.72| 0.78| |02.06 |CAIXA D'AGUA | | | | | | |02.01.01.SAP.03| 2.48| 9.04| |02.00| 3.06| |02.00| 120.16| 3.15.01.90| 3.15.49| | | | | | 8.37| 7.01.76| | | | | | 17.62| | | | | | 1.01.23| | | | | | 5.04| 0.00| 10.00| 9. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.40| 4.03.01 |CAIXA DE INSPECAO 60X60X50 |UN | 2.57 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | Total R$ 13.01 |CAIXA SIFONADA PVC 100X100X50MM|UN | 1.HABITAC.03 |REGISTRO GAVETA | | | | | | |02.01.01.06| 14.COR.15.09 |BOLSA PARA SAIDA DO VASO SANITA|UN | 1.06| 23.01 |REGISTRO DE GAVETA 1" AMARELO |UN | 1.17| 5.15.04| 896. PVC SRM 25X3/4" A|UN | 2.16.00| 2.02.06| 14.15.80| 7.08| 0.00| 56.72| 1.15 |BUCHA DE REDUCAO PVC LONGA 32X2|UN | 1.92| 406.39| 8.01.56| 29.14) | | | | | | |02.50| 2.02.CONCR.01.22| |02.00| 5.15.02 |CAIXA DE GORDURA PRE-MOLDADA EM|UN | 1.01.44| 11.96| |02.36| 1.92| 101.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| | | | | | 5.83| | | | | | 9.00| 159.02.00| 5.34| 28.15.15.83| |02.98| |02.01 |TUBO PVC 100MM JE ESG |M | 11.48| | | | | | 5.72| 0.05 |CURVA 90o.05 |TORNEIRA DE BOIA | | | | | | |02.23| |02.06.08 |CURVA 90o. E URB.04 |REGISTRO PRESSAO | | | | | | |02.01.85| 3.03 |CAIXA DE INSPECAO E DE GORDURA | | | | | | |02.53| | | ANEL DE 40MM ESG | | | 5.00| 2.44| 11.15.00| 2. | Parcial Materiais | Parcial do Serv.15.87| 1.03.00| 1.14| |02.31| 4.44| 2.17| 18.06| 23.82| 0.979.15.48| 102.89| 4.08| 0.00| 1.02 |TUBO PVC 50MM JE ESG |M | 6.00| 1.32| |02.03.98| 2.979.80| 19.68| 0.15.02 |MARCACAO DOS LOTES |UN | 1.00| 1.62| |02.15.02.HABITAC.30| 1.COR.01.02 |DESCONECTORES | | | | | | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.23| 6.01 |TUBULACOES E CONEXOES | | | | | | |02.01.02 |REGISTRO DE GAVETA C/CANOPLA 1"|UN | 1.62| 3.O.01.74| |02.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 9 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.84| 23.62| 3.01.07 |PECAS E APARELHOS SANITARIOS (I| | | | | | | |NCLUSO ITEM 02.01.61| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | CIA DE DESENV.60| 20.02.00| 2.90| 2.15| | | CONCRETO C/TAMPA 40X40X35CM | | | 10.01.AF |UN | 3.68| 0.61| | | | | | 0.48| |02. PVC CURTA 100MM JE -|UN | 1.23| | | CROMADO | | | 5.70| 7.39| 2.42| 80.15.17| 5.02.02.17| 18.04| 2.99| 2.84| 202.01 |LIMPEZA |M2 | 43. PVC LONGA 40MM SOLDA|UN | 2.801.80| 3.01.50| 2.00| 2.40| 4.EST SP-CDHU Planilha de Precos Pag: 8 | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | DATA BASE: DEZEMBRO/01 | | PROJETO: CDHU-GERENCIA DE ORCAMENTO DE OBRAS | | | | Obra : 018 TI-24A MONOFASICO 127V A=43.62| 123.00| 2.50| 4.03 |TUBO PVC 40MM ESG |M | 5.74| | | | | | 56.CROMADO | | | 5.57| 44.20| 2.01 |REGISTRO DE PRESSAO 1" COM CANO|UN | 1.| |-----------------|-------------------------------|-----|------------|---------------|-----------------------|-----------------| |02.28| 0.72| 1.39| 2.31| 4.17| 9.02.80| 2.07 |COTOVELO 90o.84| 23. | |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | | | | Mao de Obra | Materiais/ Outros | R$ | | Item | Servico | Un | Quantidade | Custo Unitario| Custo Unitario | Custo do Servico| | | | | | Parcial M.10 | |02.15.178.96| |02.01.39| 8. PVC ADAPTADOR COM|UN | 2.23| |02.148 |02.02.81| 3.02 |ESGOTO SANITARIO | | | | | | |02.15.20| 2.79| 0.18M2-BL.100MM | | | 3.15.02.02.15.36| 1.02.55| 9.02.11 |PLUG PVC ROSCAVEL 1/2" AF | |TE PVC DN 32MM SOLDAVEL AF |UN | |UN | | | 1.02.14| 89.72| 1.00| 0.26| | | | | | 6.00| 4.30| | | | | | 13.00| 0.16.72| 0.71| |------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| .CONCR.02.SAP.01 |CAVALETE PVC 3/4" COM ABRIGO |UN | 1.13| | | | | | 5.01.15.00| | Total R$ 13.40| | |PLA .56| 29.03.48| | | DE VIDRO 500L | | | 57.16| |02.78| | | | | | 120.99| 2.28| 34.10| 1.61| | | | | | | | | | | | | Sub-Total | 121.02.49| | | | | | 113.01.55| 9.15.42| 80.17| 9.96| 11.34| 5.72| 0.01.60| 20.05.97| | | | | | 57.02.0000 % R$ 0.00| 5.44| 3.46| 2.00| 57.01 |TORNEIRA BOIA EM PLASTICO 3/4" |UN | 1.15.13 |LUVA PVC SR 32MM X 1" |UN | 1.02.32| 24. PVC 32MM .56| |02.43| 10.71| | BDI 0.15.38| 91.04 |COTOVELO 90o.66| |02.01.36| 1.20| 1.15.48| 102.58| | |VEL ESG | | | 5.00| 3.68| 0.02.14 |CURVA 90o.08.08 |CAVALETE | | | | | | |02.01.28| 2.04.