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Área de Preservação

Permanente em Área Urbana
Consolidada

Área Urbana Consolidada Metodologia elaboração proposta Roteiro de Análise da Proposta de Resolução Conceito Área urbana estabelecida pelos municípios X área urbana consolidada prevista nesta Proposta de Resolução .

a proposta tem grande impacto social. vinculado a respectiva finalidade A análise do uso em relação aos princípios aprovados pelo GT e da legislação que ampara a proposta será apresentada em cada item. . utilidade pública e de baixo impacto. 2. Caracterização e enquadramento: em área urbana consolidada. Identificamos atividades de interesse social. sendo que foi a base da proposição.Roteiro 1. portanto já impactada.

sudeste e centro-oeste).Metodologia Reunião para identificação do objeto e dos limites legais do GT (cerca de 40 participantes) Elaboração de documento preliminar para debate Realização de três seminários regionais (sul. . objetivando diagnosticar as situações regionais e aperfeiçoar a proposta 04 reuniões do GT para elaboração da proposta apresentada à secretaria executiva do Conama em novembro de 2003.

considerada a área inserida inserida no perímetro do parcelamento urbano.Área Urbana Consolidada (aquela que atenda aos seguintes critérios): Estar inserida em área urbana definida por lei municipal. rede de abastecimento de água e energia. 2) . esgotamento sanitário. Possuir no mínimo três dos seguintes itens de infra-estrutura urbana implantada: malha viária. Densidade demográfica superior a 50 (cinqüenta) habitantes por hectare.XIII do art.coleta de resíduos sólidos. Altera a Resolução Conama 303 (inc.

Não há interferência na competência constitucional municipal para definição dos usos em seu território.Área Urbana Consolidada X Área urbana estabelecida pelos Municípios Conceito de área urbana consolidada para os fins ambientais não define a área urbana dos Municípios. Há estabelecimento de parâmetros ambientais visando a análise ambiental nas áreas urbanas consolidadas .

2º.Art. I Estatuto da Cidade (conceito de cidades sustentáveis) Reconhecimento dos problemas urbanos como problemas ambientais – a irregularidade urbana é um problema ambiental A Regularização Fundiária é passivo ambiental e constituise em política pública a ser desenvolvida pelas cidades sustentáveis. tendo por desafio envolver os diversos órgãos da Administração Pública Inserção de requisitos ambientais nos projetos de recuperação de áreas urbanas degradadas Sustentabilidade das APPs ainda existentes no meio urbano .PRESSUPOSTOS Sustentabilidade urbano-ambiental . inc.

3. “a”) • situados em áreas urbanas consolidadas e ocupados por população de baixa renda . inc. V) • Linhas de cumeada (art.I) • Topo de morro e montanhas (art. 3. VI) • Redor de lagos e lagoas naturais. em faixa com metragem mínima 30m para os que estejam (art.III. em faixa mínima de 300m (art. “a”) • Nas restingas.Identificação da Atividade de Interesse Social Regularização Fundiária de APP em: • Em curso d´água (art. 3. 3. inc. IX. 3.

não permanece com as características que lhe gravaram como APP e deve ser objeto de regularização fundiária Não engloba todas as APPs assim definidas pelo Código Florestal Não se trata de mera regularização de atividade privada.Interesse Social A área já está densamente ocupada (passivo ambiental). mas de reconhecimento da regularização fundiária como política pública Inclusão de requisitos ambientais para ser considerada como atividade de interesse social .

considerada de risco geológico. de nascentes. a conservação ou recuperação dos recursos ambientais remanescentes na área. comprovado por estudo técnico específico O projeto de regularização fundiária da área ocupada deve implicar em melhoria das condições de sustentabilidade urbano-ambiental e de habitabilidade da população moradora da área As áreas objeto do projeto de regularização fundiária devem ser gravadas nas legislações municipais específicas como zonas especiais de interesse social. 3 da proposta) A preservação. de manancial.Requisitos para ser considerada Interesse Social(art. tendo regime urbanístico para habitação popular . A área não pode ser considerada inundável.

desde que preenchidos os requisitos Pressupõe a utilização pública e não privada do espaço Visa atender a crescente preocupação com a sustentabilidade das APPs no meio urbano. mas de equipamentos para fruição pública .Identificação de áreas de APPs como Utilidade Pública Objetiva a implantação de área verde pública nas áreas de preservação permanente. a fim de evitar a ocupação indevida Não tem previsão de edificações.

IX. inc. 3. “a”) • Nas restingas. em faixa com metragem mínima 30m para os que estejam (art. V) Linhas de cumeada (art.III. 3. 3.I) Topo de morro e montanhas (art. inc. 3. VI) Redor de lagos e lagoas naturais. “a”) . em faixa mínima de 300m (art.Identificação da Área passível de utilização para Atividade de Utilidade pública • • • • Em curso d´água (art. 3.

de nascentes e de manancial. recuperação de áreas degradadas e a recomposição da vegetação com espécies nativas. . considerada de risco geológico. recarga de aqüíferos. respeitadas as características e funções do ecossistema. escoamento das águas pluviais. O projeto da área verde pública deve contemplar medidas necessárias para a mínima impermeabilização da superfície. É vedada qualquer intervenção que possa causar o comprometimento ambiental das nascentes e da qualidade da água.Requisitos para definição como área de utilidade pública A área não pode ser inundável. proteção das margens. contenção de encostas.

ser objeto de licenciamento pelo órgão ambiental competente. encontravam-se parcialmente edificadas ou ocupadas.Ocupação de APP com atividades de baixo impacto ou possibilidade de recuperação As áreas de preservação permanentes inseridas em área urbana consolidada e que. . poderão. mediante solicitação do empreendedor. até 10 de julho de 2001. já parceladas ou passíveis de ocupação em parcelamento de solo urbano já provado e implantado.

A atividade a ser licenciada não poderá estar localizada em área inundável. comprovado por estudo técnico específico. O Poder público deverá celebrar Termo de Ajustamento de Conduta ou Termo de Compromisso. . As edificações em APPs ao longo dos corpos d´água somente serão objeto de licenciamento ambiental quando não houver outra alternativa locacional. de manancial. para o fim de assegurar o cumprimento das medidas decorrentes do licenciamento ambiental. considerada de risco geológico. de nascentes.

. A utilização de fragmentos da APP trata-se de exceção e não de regra geral. Em área já densamente ocupada é irrelevante que terrenos individualmente considerados não sejam utilizados. pois não ocorrerá a recuperação da APP. A utilização dos imóveis no espaço urbano respeita as matrículas (propriedade) e não as características ambientais do entorno.Justificativa A APP como ecossistema já foi alterado em face da ocupação regular pré-existente.

. da sustentabilidade destas. Enfrentar propositivamente a discussão das APPs já ocupadas.CONCLUSÕES Historicamente a legislação ambiental brasileira não tratou as questões urbanas como questões ambientais Os problemas urbanos são problemas ambientais e neste século se constituem no maior desafio das autoridades públicas Faz-se necessária a interação entre o Direito Urbanístico e o Direito Ambiental para aplicação da legislação às cidades. da regularização fundiária nos locais utilizados por baixa renda é um pressuposto para o controle e a preservação das APPs ainda existentes.